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CENTRO TERRITORIAL PORTAL DO SERTÃO (CETEP) RELATÓRIO SOBRE MANEJO DE OVINOS E ENXERTIA DE MUDAS FABIOLA CORDEIRO DE OLIVEIRA Feira de Santana-BA Novembro de 2023 BRUNA DA SILVA DUARTE CLEONICE ARAGÃO CERQUEIRA SOARES EVANOEL PEREIRA DIAS FABIOLA CORDEIRO DE OLIVEIRA RELATÓRIO SOBRE MANEJO DE OVINOS E ENXERTIA DE MUDAS Relatório de mini curso ministrado pela zootecnista Roberta pelo engenheiro agrônomo Pedro apresentado em sala do Centro territorial portal do sertão (CETEP), como um dos requisitos para avaliação da disciplina de fruticultura e tecnologia de alimentos, do curso Técnico em agropecuária, da instituição CETEP – FSA, sob orientação da Docente Ana Paula. SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ...........................................................................................,.......4 2. OBJETIVO....................................................................................................,......5 3. METODOLOGIA..........................................................................................,.....6 6. CONCLUSÃO ....................................................................................................7 7. ANEXO..............................................................................................................8 1. INTRODUÇÃO O manejo eficiente de ovinos é essencial para garantir a saúde, bem-estar e produtividade desses animais. Criar ovinos não se resume apenas à alimentação e abrigo, mas envolve uma série de práticas que visam atender às necessidades específicas dessa espécie. Seja para produção de carne, lã, leite ou simplesmente para manter um rebanho saudável, é crucial entender e aplicar princípios de manejo adequados. O manejo de ovinos abrange diversas áreas, desde a seleção genética até a gestão sanitária, nutricional e ambiental. A escolha de raças compatíveis, a implementação de boas práticas de reprodução, o controle de parasitas e a oferta de uma dieta balanceada são fatores-chave para o sucesso na criação de ovinos. Além disso, é necessário compreender as características comportamentais dos ovinos para promover um ambiente tranquilo e seguro. Boas instalações, como cercas de proteção, abrigos e áreas de pastagem, confortáveis para o bem-estar dos animais e facilitam as atividades diárias de manejo. A atenção à saúde dos rebanhos é fundamental, com destaque para a prevenção de doenças por meio de vacinação, monitoramento constante e práticas higiênicas. O controle eficiente de parasitas, como vermes gastrointestinais, é crucial para garantir a saúde intestinal e a produtividade dos rebanhos. O manejo reprodutivo também desempenha um papel vital na criação de ovinos, com a sincronização de cios, a escolha adequada de reprodutores e o acompanhamento do ciclo reprodutivo sendo aspectos essenciais para a otimização das taxas de reprodução. Em resumo, o manejo de ovinos é uma combinação complexa de conhecimentos técnicos, práticas éticas e atenção aos detalhes. Ao adotar abordagens sustentáveis e buscar constantemente o aprimoramento das práticas de manejo, os produtores podem garantir o sucesso e a prosperidade de seus rebanhos ovinos. 2. OBJETIVO Ensinar práticas de manejo que promovem a saúde e o bem-estar dos ovinos, abordando temas como nutrição adequada, controle de parasitas, prevenção de doenças e instalações específicas. 4. METODOLOGIA Determinação do ponto de fusão de amostras solida desconhecidas Montou-se a aparelhagem para a determinação do ponto de fusão usando tubo capilar, termômetro e anel de borracha. Pegou-se o tubo capilar com muito cuidado para não quebrar e fechou uma das extremidades com o calor do fogo. Triturou-se uma pequena quantidade do composto, cujo ponto em um gral de fusão será determinado em um gral de porcelana, com um auxilio de um pistilo. Transferiu-se uma pequena quantidade do composto triturado para o tubo capilar, pressionando gentilmente a extremidade aberta contra a amostra no gral de porcelana; Empacotou-se o tubo capilar com a extremidade selada voltada para baixo, sobre uma superfície para que o solido se acomode no fundo do capilar, repetindo o mesmo processo ate acumular uma amostra de 1 cm de altura no fundo do tubo capilar. Colocou-se o tubo capilar junto a um termômetro, de modo que sua ponta inferior atinja aproximadamente a metade do bulbo de mercúrio. Prendeu-se o capilar ao termômetro com o auxilio de um anel de borracha com muito cuidado para quebrar o tubo. Mergulhou-se o capilar preso ao termômetro no banho de óleo (glicerina) contido em um béquer, sendo que o anel de borracha deve estar acima do nível do óleo. Aqueceu-se o óleo contido no béquer com o auxilio da chapa de aquecimento. Controlaram-se os valores da temperatura atingida pelo mercúrio, sabendo que a temperatura do banho de óleo deve aumentar de 2 a 3 graus por minuto. Anotou- se a temperatura exata do momento em que a substancia começa a fundir e a temperatura e a em que ocorre a fusão total. Identificou-se o solido fornecido comparando o valor do ponto de fusão obtido com os pontos de fusão listado em uma tabela. Determinação do ponto de ebulição de amostras liquida desconhecida Colocou-se em um tubo de ensaio utilizando uma pipeta graduada, o liquido cujo ponto de ebulição era desconhecido. Introduziu-se no liquido um tubo capilar com uma de suas extremidades fechada de modo que a extremidade aberta deste fique para baixo. Ajustou-se o tubo de ensaio com a amostra a um termômetro por meio de um pequeno anel de borracha e emergir-se esse conjunto no banho de óleo (glicerina) contido em um béquer. Aqueceu-se lentamente o béquer ate que uma corrente de bolha suba rápida e continuamente no tubo capilar, interrompendo o aquecimento nesse ponto. Observaram-se quando as bolhas pararam de sair e o liquido entrou no tubo capilar anotou-se a temperatura, esta será temperatura de ebulição. Identificou-se o liquido fornecido comparando o valor do ponto de ebulição obtido com o ponto de ebulição dos líquidos listado da tabela. 5. DISCUSSÃO DE DADOS E RESULTADOS O experimento visava medir a temperatura de ebulição da amostra líquida desconhecido, e o ponto de fusão da amostra solida, e obtivemos através da pratica os resultados em torno de 69°C para a amostra líquida e mais ou menos 153°C para a amostra solida. Com base na lista de possíveis líquidos e sólidos que nos foi dado pela docente e conforme a bibliografia observou as devidas temperaturas conseguidas no experimento, chegamos à conclusão de que era o hexano á amostra liquida e o ácido cítrico a amostra solida. E na amostra liquida, Após o fluxo continuo cessar, foi desligado o aparelho, quando o líquido começou a entrar no capilar, então tentamos medir a temperatura do ponto de ebulição. A fervura quebra as de ligações intermoleculares. De tal modo, que ao ferver a substância, estamos rompendo pontes de hidrogênio. Hexano “O n-hexano é um líquido incolor, volátil, inflamável e de cheiro desagradável, pouco solúvel em água, mas solúvel na maioria dos solventes orgânicos, incluindo etanol e éter.”(http://www.ff.up.pt/toxicologia/monografias/ano0304/n-Hexano/Substancias.htm) Massa Molecular: 86.177, ponto de ebulição de 69º C,ponto de fusão: -95º C , ponto de inflamação: -21º C,temperatura de autoignição: 261º C ,densidade relativa (água=1): 0.66 e densidade de vapor (ar=1): 3 Formula química: C6 H14 Sinónimos: Hexil hidróxido, hexano, skellysolve B, dipropil, Gás 110-54-3 A fervura quebra as de ligações intermoleculares. De tal modo, que ao ferver a substância, estamos rompendo assim as pontes de hidrogênio. O n-hexano são apolares e nas moléculas apolares a soma vetorial dos vetores polarização associados a todas as ligações covalentes polares da molécula é nula. Por ser um hidrocarboneto (com apenas carbono e hidrogênio), é considerado apolar apesar do átomo de carbono ser mais eletronegativo que o átomo de hidrogênio essa diferençade eletronegatividade não é significativa. Pode afirmar, “quanto maior a massa molar maior a temperatura de ebulição”. O oxigênio irá criar um efeito indutivo de atração, ou seja, vai atrair para si os elétrons da cadeia. As atrações elétricas são maiores entre polares do que polar-apolar a moléculas com forças de atração equivalentes entre suas moléculas apresentam maior temperatura de ebulição quanto maior for a sua massa molecular. É possível perceber que as cadeias que são semelhantes, quanto mais é a temperatura de ebulição, quanto maior o numero de ramificações menor o ponto de ebulição, entre as moléculas temperatura de ebulição está ligado diretamente ao tamanho da cadeia e massa do composto orgânico. O n-hexano – dipolo instantâneo – dipolo induzido. Ácido cítrico Características: Cristais brancos e inodoros, ácido orgânico fraco, encontrado nos cítricos, Sólido, incolor, inodoro, sabor azedo, É usado como conservante natural sendo conhecido também como acidulante INS 330, dando um sabor ácido e refrescante na preparação de alimentos e de bebidas. Agradável, ph ≈ 1.7 (10 g/l H2O a 20º C), ponto de ebulição 175°C, ponto de fusão 153°C, peso molecular de 92.13 g/mol, ensaio de pureza de 99.5% mínimo, umidade de 0.5 % máximo, ponto de inflamação: não aplicável,temperatura de auto-ignição: 345º C,solubilidade em água: 1330 g/l e densidade: 1.665 gr./cm3 a 18º C Fórmula: C6H8O7 nome oficial ácido 2-hidroxi-1,2,3-propanotricarboxílico, Ácido 2-hidroxipropano-1,2,3-tricarboxílico Fote:( http://www.eq.ufrj.br/biose/nukleo/aulas/Microbiol/eqb353_aula_17.pdf) Nem todos os compostos orgânicos são constituídos somente por carbono e hidrogênio, outros possuem elementos diferentes ligados à cadeia carbônica, como por exemplo, oxigênio. Surgindo assim a hidroxilas, formadas por oxigênio e hidrogênio (O-H). A presença de outros átomos ligados entre carbonos dá à molécula caráter polar. Os compostos orgânicos possuem em sua maioria, ligações covalentes. As forças de interação entre moléculas covalentes (polares ou apolares) são relativamente fracas, pois se caracterizam como forças do tipo diplolo-dipolo ou do tipo London (dipolo instantâneo dipolo instantâneo). O resultado da fraqueza dessas forças de interação, os compostos covalentes são, em geral aqueles que se apresentam no estado sólido caracterizam-se por possuir pontos de fusão relativamente baixos (inferiores a 300 °C) que no caso do ácido cítrico que é 153°C. 6. CONCLUSÃO Conforme a literatura posteriormente estudada, e material disponibilizado para o experimento e as observações feitas durante o experimento do tubo capilar, concluímos que esse método embora simples pode ser bastante preciso,pois conseguimos determinar a faixa de fusão, ebulição da substância descobrindo assim quais foram as amostras solidas e liquidas que nos foi entregue pela docente. No entanto, é uma determinação que exige acurácia e treinamento do operador, tanto para observar corretamente a mudança de estado quanto para fazer as dosagens corretas de amostras na mistura Uma substância pura possui um valor bem definido de temperatura com um intervalo aceitável, sendo as duas amostras de substância pura. Conclui-se que neste experimento ausência ou a baixa polaridade é responsável pelos menores pontos de fusão e ebulição quando comparado com os inorgânicos. Também essa característica justifica que, à temperatura ambiente, os compostos orgânicos sejam encontrados nos três estados físicos, enquanto os compostos iônicos sejam encontrados somente no estado sólido. Isso ocorre devido as forças intermoleculares que é uma força que mantém a moléculas de determinada substancias mais unidas por isso será necessário mais energia fornecida ao meio para que essa substancia venha a chegar seu ponto de ebulição e fusão. Dessa forma o ponto de fusão é a temperatura à qual uma substância passa do estado sólido para o líquido, já o ponto de ebulição é a temperatura à qual uma substância passa do estado líquido para o gasoso nas condições normais de pressão, coexistindo ambas as fases (líquida e sólida) em equilíbrio. 7. ANEXO EXERCICIO Determinação do ponto de fusão e do ponto de ebulição de compostos orgânicos. 1. Explique (quimicamente) o que ocorreu durante a fusão da amostra sólida analisada no experimento. Quimicamente, o ácido cítrico compartilha as características de outros ácidos carboxílicos. Quando aquecido acima de 175 °C se decompõem produzindo dióxido de carbono e água. Em temperatura ambiente, o ácido cítrico é um pó transparente branco,podendo existir de forma anidra,que cristaliza em água quente,ou como monohidrato ,que contém uma molécula de água para cada molécula de ácido cítrico ,a forma monohidratada do ácido cítrico se cristaliza em água fria. O monohidrato pode ser convertido na forma anidra aquecendo-se acima de 74°C. Durante a fusão da amostra solida, por ser uma substância pura, sua temperatura deixa de aumentar e mantém-se constante, só quando roda a amostra da substância tiver sofrido a mudança de estado é que a temperatura volta aumentar. 2. A mudança de coloração do sólido ou liberação de gases durante a determinação do ponto de fusão é indicio de que? Falta responder 3. A temperatura de fusão é um parâmetro suficiente para caracterizar uma substância (sim ou não) por quê? Geralmente, quando uma substancia está em ponto de fusão ela mantém sua temperatura constante, quando não ocorre variação de temperatura pode ser considerada uma substância pura. Substâncias puras têm um ponto de fusão bem definido com intervalo de fusão menor que 1,0°C é estimado como indicativo de grande pureza, do composto, sendo assim essa característica pode ser investigada para definir se uma amostra de substância se encontra puro ou não, especialmente após ter sido submetido a um processo de purificação. 4. O que ocorre com o ponto de ebulição de um líquido quando ele está puro? O ponto de ebulição também pode constituir um critério de pureza de uma substância líquida, quanto maior for sua concentração de impurezas maior será a elevação no ponto de ebulição. Quando se aquece um liquido a sua temperatura aumenta progressivamente ate atingir o ponto de ebulição. Na ebulição a energia fornecida é utilizada na vaporização do liquido e durante esse período a temperatura mantém-se constante, ate que todo o liquido seja evaporado. No processo de ebulição da substância formam-se bolhas na superfície do líquido pelo fato de a pressão do vapor da água ser igual à pressão na superfície do líquido. O ponto de ebulição é a temperatura à qual a aplicação de mais calor a um líquido não provoca qualquer aumento de temperatura e o líquido se converte em vapor. No ponto de ebulição, a pressão do vapor saturado de um líquido é igual à pressão atmosférica. É a temperatura na qual a pressão de vapor do liquido é igual à pressão externa atuando em qualquer ponto da superfície do liquido, então corresponde ao momento de transição do estado liquido para vapor (gás). 5. No experimento de determinação do ponto de fusão e ebulição a temperatura de ebulição foi à temperatura no momento em que as bolhas param de sair do capilar e o líquido penetrou no capilar. O que isso indica? Se no processo de ebulição na superfície do líquido, pelo fato de a pressão do vapor ser igual à pressão na superfície do líquido. Isso significa que se um líquido for aquecido a uma temperatura suficientemente elevada, a tendência. A invasão de suas moléculas torna-se tão grande que ocorre a ebulição. A ebulição consiste na formação de bolhas de vapor (gás) no corpo do líquido. Essas bolhas são formadas quando a pressão de vapor do líquido torna-se igual à pressão externa exercida sobre o liquido pela atmosfera. Na ebulição o liquido passa para o estado gasoso na temperatura de ebulição, que é a máxima para que o líquido possa resistir a uma determinada pressão, nesse momento todas as moléculas do líquido está recebendo calor que écaracterizado pela formação de bolhas no líquido. REFERÊNCIAS VOGUEL, Arthur. Química Orgânica - Análise orgânica qualitativa, ed. 3. Editora Ao Livro Técnico, Rio de Janeiro, 1966, p. 23 /40. B.RUSSELL, John.Quimica Geral. São Paulo: Pearson Makron Books ,1994. 1 v. Disponível em: http://www.ff.up.pt/toxicologia/monografias/ano0304/n-Hexano/Substancias.htm acessado em: 31/12/2012 Disponivel em: http://www.eq.ufrj.br/biose/nukleo/aulas/Microbiol/eqb353_aula_17.pdf acessado em:31/12/2012 10 image2.jpg image4.emf image3.jpeg