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TERMOTERAPIA Prof. Dr. Carlos Eduardo Girasol carlos.girasol@professores.estacio.br - VAPORIZAÇÃO - RADIAÇÃO - CONVECÇÃO - CONDUÇÃO Mecanismos de transferência de calor VAPORIZAÇÃO Ebulição: líquido aquecido a altas temperaturas provocando ebulição, líquido – gasoso. Calefação: transformação rápida para o estado gasoso. Ex.: chapa quente. Evaporação: mais lento; temperaturas mais baixas (pele e vias respiratórias). Mecanismos de transferência de calor RADIAÇÃO Forma de transmissão de energia térmica por ondas eletromagnéticas. É transmitido através do vácuo, sem a necessidade de matéria. A fonte natural é o Sol. Mecanismos de transferência de calor CONVECÇÃO - Transferência de energia térmica por partículas através de um fluído. -Transmissão de energia térmica pelo movimento das moléculas de um fluido. - Frio Quente (vice-versa). - Sauna ou Forno de Bier. Mecanismos de transferência de calor CONDUÇÃO - Troca de energia entre matérias em contato entre si. - A energia térmica é transmitida do corpo mais quente para o mais frio. - A velocidade de aquecimento depende do gradiente térmico e da condutividade do material. - Presença de contato entre a fonte geradora de calor (quente ou frio) com o local. Mecanismos de transferência de calor Mecanismos de transferência de calor - Quadros inflamatórios subagudos e crônicos. - Redução da dor. - Redução do espasmo. - Aumento da ADM. - Prevenção contra aderências cicatriciais. - Reabsorção do edema. - Pré aquecimento para cinesioterapia. Indicações do calor - Distúrbios de Sensibilidade (Hanseníase). - Doenças Vasculares Periféricas (Trombose). - Traumas Agudos. - Neoplasias . - Pele sensível (Albinismo). - Úlceras com sinais de infecção. - Áreas isquêmicas. Contraindicações do calor Recursos Terapêuticos Forno de Bier Banho de Parafina Infravermelho ONDAS CURTAS Ondas curtas (OC) - Geradores de alta frequência = 10 a 100 MHz. - OC: 27,12 MHz (1s a corrente varia 27 milhões de vezes). - Diatermias: Propriedades eletromagnéticas com condições de gerar o aumento da temperatura tecidual em camadas mais internas (energia térmica profunda)... aquecimento através de... Ondas curtas (OC) Efeito Joule (energia absorvida): Não há sensação de correntes; Sempre ocorrera produção de calor profundo; Se o paciente não sentir calor, não significa que não esta sendo produzido calor. Meios de produção da diatermia Botões: Tuning ou sintonização ou ressonância. Ex.: Terapeuta sempre estar perto. Procedimento somatório de energia. Tempo, Potência, Frequência (pulsado). - Modalidade geradora de campo eletromagnético; - Forma continua ou pulsada (frequência de pulsos); - Restrições a aparelhos elétricos; - Restrições a pessoas; - Formação de calor que pode promover queimaduras. Gaiola de Faraday Meios de produção da diatermia Paciente torna-se parte do campo! - Tecido submetidos à diatermia geram campos elétricos e magnéticos. Geração de calor nos tecidos - Corrente de alta frequência – passa por uma bobina – resultando em campo magnético de rápida alternância – tecidos – gerando calor profundo. - A corrente de condução dos tecidos estimulados é maior para: SANGUE, TECIDOS RICOS EM ÁGUA. - Menor para gordura (considerado apolar). ENERGIA CINÉTICA – CALOR Geração de calor nos tecidos A alternância da polarização do campo eletromagnético provoca oscilações de moléculas polares, gerando vibração molecular e consequentemente calor. Métodos de aplicação Transferência de eletromagnética por dois tipos de eletrodos: Eletrodos discoidais rígidos; Eletrodos flexíveis recobertos com borracha. Métodos de aplicação - Placas metálicas envoltas em plástico. - Campo condensador ou capacitivo. Exemplos Exemplos Exemplos Exemplos Exemplos Métodos de aplicação - Podem ser chamados de discoidais, rígidos, capsulares ou Schliephake. - Forma circular para melhor adequação as áreas mais tratadas: joelhos, ombros, cotovelos, apesar de poder ser utilizado em outras áreas; - Seletividade térmica tecidual – 3 maneiras de colocação. Disposição dos eletrodos Coplanar Contra planar Os dois eletrodos estão um contra o outro, opostos. Nesse tipo de aplicação os tecidos estão paralelos as placas. Todos os tecidos serão aquecidos, a corrente não tem escolha. Os tecidos estão dispostos na mesma direção das linhas de campo dos eletrodos. Como a voltagem é a mesma em todas camadas, a corrente escolhe a de menor resistência, ou seja, os músculos. Áreas Irregulares REGIÕES DE FORMA CÔNICA (JOELHO) EM APLICAÇÃO CONTRA-PLANAR, PRODUZEM UMA MAIOR CONCENTRAÇÃO DE ENERGIA ONDE OS ELETRODOS ESTÃO MAIS PRÓXIMOS DA PELE. ERRADO CERTO Saliências ósseas sofrem uma maior carga térmica devido ao contato do eletrodo, podendo causar queimaduras. Áreas Irregulares Áreas Irregulares Áreas Irregulares Métodos de aplicação - Necessária aplicação de tecido entre a pele e eletrodo. - Fixar através de faixas; - Evitar movimentações durante a utilização. - Deslocamentos irá alterar a sintonização do equipamento – risco de queimaduras. Exemplos Dosimetria OC CONTÍNUO - Forma mais antiga de funcionamento dos OC; - Uso na FASE CRÔNICA; - Paciente deve referir sensação térmica agradável; - 10 a 20 minutos de terapia; - Sessões diárias ou alternadas; - Lei de Van’t Hoff: 10 C aumentado – metabolismo aumenta 2 a 3 x. - A energia produzida sempre será térmica! Mesmo o paciente referindo pouco calor, estará sendo produzido calor profundo. - Não aconselhável nos processos inflamatórios agudos e subagudos. - Pode-se obter aquecimento de 3 a 6,6 0C Draper et al., 1999; Oosterveld et al., 1992. DOC Pulsada Dosimetria quantitativa - P = potência (taxa de energia emitida em Watts). - Pp = contínuo apenas Watts. - Pm = pulsado. - Pm = Pp x DP x f. - DP = duração do pulso. - F = frequência. Dose em Joules, onde: D = Pp x T (continua) D=Pm x T Dosimetria e Percepção do Paciente • Depende da sensação térmica do paciente. • Termorreceptores encontram-se na superfície (cuidado). • Dose de segurança: “sensação muito leve de calor”. • Preservação da discriminação de sensações térmicas. ALTA: nítida elevação de calor MÉDIA: efeitos térmicos fracos, porém evidentes. BAIXA: efeitos térmicos não perceptíveis mas com efeitos fisiológicos presentes. Delpizzo e Joiner, 1987 Dosimetria e Percepção do Paciente Efeitos Fisiológicos x Terapêuticos • VD + aporte O2 + FS = metabolismo • permeabilidade capilar • extensibilidade do colágeno • viscosidade dos fluídos • normalização da condutibilidade nervosa • espasmo muscular = relaxamento muscular • reabsorção de edema e hematoma • da velocidade do processo rep. tecidual • ADM, rigidez • analgesia Alguns estudos mostram.. • Aumento da elasticidade tecidual • Redução do espasmo • Melhora da mobilidade articular • Aumento da sensibilidade proprioceptiva • Aumento da velocidade de condição das fibras nervosas • Aumento atividade celular • Reabsorção de hematomas • Redução de edema • Aumenta da taxa de deposição de fibrina • Aumento da produção de colágeno • Aumento da reparação dos tecidos nervosos Indicações • Lesões musculares. • Osteoartroses* • Tendinites. • Sequela de lesões fibrosas. • Pós-operatório de lesões articulares ou fraturas. • Pós-imobilizações prolongadas. • Transtornos circulatórios (edema). • Pós-trauma (fase crônica). • Toda dor do sistema músculoesquelético com espasmo muscular associado. Precauções - Vestimenta/materiais sintéticos; - Sudorese; - Gravidez; - Operador a 1 metro do aparelho; - Cruzamento de cabo. Contraindicações - Marca-passos implantados - Síntese metálica - Sensação térmica comprometida - Não cooperativos - Gestantes - Áreas hemorrágicas. - Tumores malignos - Tuberculose ativa - Trombose venosa - Febre ativa - Epífises de crescimentoósseo - Tecidos isquêmicos. Cuidados com paciente - Testar sensibilidade do paciente; - Excluir toda e qualquer contraindicação; - Remover materiais metálicos da área, bem como aparelhos de surdez; - Retirar bandagens velhas e úmidas; - Assegurar que a pele está seca; - Não realizar em gônadas; - Paciente deve avisar qualquer sensação adversa e orientar para não tocar no aparelho. MICRO-ONDAS Micro-ondas - Válvulas magnetron para produção de MO foram descritas pela primeira vez em 1921. - Estas válvulas possibilitaram o uso de radar durante a II Guerra Mundial. - Atualmente também é utilizado no preparo de alimentos. - Uso na Fisioterapia: geração de calor profundo. Micro-ondas - Emissão de campo magnético de alta intensidade (onda eletromagnética). - Antena com placa metálica que transmite radiação eletromagnética. F = 2450 MHz Pp = 220 W Geração das MO O APARELHO POSSUI 3 COMPONENTES PRINCIPAIS: • Válvula magnetron multicavitária. • Cabo coaxial para transmissão da energia até a antena. • Sistema de direcionamento para transmissão de energia pelo ar até o paciente. Micro-ondas Características físicas • Similar aos O.C., porém usando sinais com frequências maiores; • Mais comum é 2450 MHz ou 915 MHz • Penetração de 2 cm ou 5 cm (915 MHz) Características físicas A antena é geralmente colocada de 2 a 6 cm. Similaridades OC x MO Efeitos fisiológicos e terapêuticos; Indicações, contraindicações e cuidados. Diferenças - DOC x DMO Dosimetria - Parâmetros do aparelho • Posicionar o foco em ângulo reto com a superfície a ser tratada. • Regular a potência desejada. • Estabelecer o tempo. • Definir a distância da superfície. Depende da sensibilidade térmica do paciente e valem os mesmos princípios da DOC: - Dose alta - Dose média - Dose baixa Dosimetria - Parâmetros do aparelho Precauções e contraindicações - Áreas com suspeita de tumores; - Paciente portador de marca-passos e mulheres gestantes, independentemente do local; - Áreas próximas ao coração, lesões hemorrágicas, área isquêmica, alteração de sensibilidade, olhos, testículos e ovário; - Alterações nas placas epifisárias, contraindicado em crianças;* - Roupas sintéticas; - Local apropriado – mobília e aterramento; - Não utilizar telefone celular no mesmo local; - Pele sempre seca; manter seca em caso de sudorese. CRIOTERAPIA Definição - Primeiros cuidados após trauma ou terapia complementar na reabilitação de lesões músculo esqueléticas e disfunções neuromusculares. - Formas: Solida, líquida e gasosa. INDUZIR TECIDO SUBCUTÂNEO, MÚSCULOS E ARTICULAÇÕES À HIPOTERMIA MANEJO DA DOR E EDEMA Princípios físicos • Crioterapia “retira” – dissipa o calor da região aplicada. Modos de transferência de energia Princípios físicos: condução - Transferência de calor por interação direta na zona mais quente. - Lesões musculoesqueléticas. Diferença de temperatura: recurso e tecido Tempo de uso do agente Tipo e tamanho do recurso Tamanho da superfície de contato Habilidade do agente em manter a temperatura Princípios físicos: condução - 10 min para reduzir 7º C – músculo (1 cm) - 60 min para reduzir 7º C – na presença de (3/4 cm) tec. adiposo Princípios físicos: condução Frio: Vasodilatação Frio: Vasoconstrição Vasodilatação x Vasoconstrição Vasodilatação x Vasoconstrição Fatores que tentavam explicar a vasodilatação: - Lewis, 1930: Temperatura reduzida abaixo de 10º – vasodilatação (período inicial) da vasoconstrição. - Sensação de aquecimento durante a aplicação do frio; - Hiperemia; - Resolução rápida de lesões esportivas associado a exercícios; - Clarke et al., o fluxo sanguíneo não foi maior que o inicial, mas a 1º foi maior que a 10º. Vasoconstrição - A resposta inicial e final é sempre de vasoconstrição; - Apesar de ocorrer vasodilatação (oscilação) durante ou após as aplicações, a média de fluxo sanguíneo ainda é menor do que antes da aplicação; - Gelo na pele – corpúsculos de Ruffini (responsáveis pela sensação de frio) – sinais para o hipotálamo – envio aumentado de informações – dor – com o tempo de utilização prolongado – entendimento de agressão a pele – vasodilatação local. Princípios físicos: condução • 1 min iniciam mudanças • 5 min - 1.2º C • 30 min – 3.5º C Bierman W, Friendlander M: The penetrative effect of cold. Arch Phys Med Rehabil 21:585-592, 1940. Princípios físicos: Convecção Partículas a partir do fluxo turbilhonar entram em contato direto com a área promovendo resfriamento. - Usado em extremidades. - Cuidado: favorece o edema em fases iniciais. Princípios físicos: Evaporação - Líquido sai do pressurizador e evapora. - Quando em contato com a pele retira o calor – resfriamento. - Opções de uso: antes do alongamento. trigger point. espasmo local. Princípios biofísicos Por que usar a crio em traumas? - Vasoconstrição arteriolar reduz o hemorragia. - A redução do metabolismo reduz agentes vaso ativos (histaminas e cininas), reduzindo a inflamação. - Reduz a dor. Princípios biofísicos: Efeitos hemodinâmicos Crio Histamina Bradicinina (Vasodilatação) Tônus da músc. lisa Estimulação gânglio dorsal Viscosidade do sangue Vasoconstrição Fluxo sanguíneo Princípios biofísicos: Edema e inflamação 24 e 48 horas após a lesão a crio é utilizada pelos motivos: - Infiltração de fluidos no tecido intersticial reduz por causa da vasoconstrição. - Diminuição da permeabilidade microvascular. - Redução do metabolismo local. - Reduz a aderência - leucócitos e macrófagos. - Reduz a pressão intramuscular. - Redução da hipóxia secundária. Princípios biofísicos: Edema e inflamação Dolan MG, Mychaskiw AM, Mattacola CG, Mendel FC. Effects of Cool-Water Immersion and High-Voltage Electric Stimulation for 3 Continuous Hours on Acute Edema in Rats. Journal of Athletic Training. 2003;38(4):325-329. Princípios biofísicos: nervo periférico Temperatura do nervo Veloc. motora e sensitiva Tolerância a dor Velocidade de condução atividade sináptica. Princípios biofísicos: nervo periférico Modalities for Therapeutic Intervention. 5th ed. Philadelphia, PA: FA. Davis Co. 5 min nervo ulnar: veloc. de condução cai 6% - se mantendo durante 15 min após a retirada. 20 min nervo ulnar: veloc. de condução motora cai 29.4%. Princípios biofísicos: muscular Capacidade de gerar tensão muscular aumenta depois da aplicação da crio? Parece que não! Modalities for Therapeutic Intervention. 5th ed. Philadelphia, PA: FA. Davis Co. Altera a propriocepção - input sensorial necessário para o controle neuromuscular. Cuidado a realização de atividades pós crio – equilíbrio, propriocepção... Princípios biofísicos: neuromuscular Disfunções no sistema nervoso central – AVC – espasticidade + inabilidade funcional, fraqueza muscular e fadiga. Aplicação de crio parece reduzir a espasticidade. 2 mecanismos: Atividade do gama-motoneurônio por meio da estimulação dos aferentes cutâneos. Descarga aferente do fuso pela diminuição da temperatura do músculo. Mecomber S e Herman R. Effects of local hypotermia on reflex an voluntary activity. Phys Ther. 1971;51(3):271-282. Efeitos clínicos LESÃO SANGRAMENTO EDEMA DOR E SENSIBILIDADE PREJUÍZO NA CURA AUMENTO DA PRESSÃO SOBRE OS TECIDOS Efeitos clínicos - Metabolismo e inflamação Diminuição do metabolismo resulta em uma menor necessidade de oxigênio (hipóxia secundaria na lesão tecidual). Reduzir a taxa metabólica, pressão hidrostática, menos sangue na região, menor compressão, redução da dor. Limitar a formação de edema. Facilitar o relaxamento muscular. Efeitos clínicos - 20 a 30 min de aplicação (máximo 30 min). - Oferecer descanso. - Ciclos de 20-30 min ou até mesmo 2 horas entre as aplicações. - Manter a pressão entre 5 a 75 mmHg – conforto do paciente. - Favorecer a mobilidade. Bolsas de Gelo Dykstra JH et al. Comparisonsof cubed ice, crushed ice, and wetted ice on intramuscular and suface temperature changes. J Athl Train. 2009; 44:136. Bolsas de Gelo - Extremidades distais - Temperatura da água 08ºC-15ºC - Tempo máximo 20 min - Gelo + água - Proteção para as extremidades - Favorece o edema Crioimersão Criocompressão Criocompressão Merrjck MA et al., The effects of ice and compression wraps on intramuscular temperature at various depths. J Athl Train 1993, 28:241 Criocompressão Recursos crioterápicos: PRICE, RICE, POLICE Intervenção Técnica Fundamentação Protection (proteção) - Evitar atividade - Promover imobilização - Evitar agravamento ou novas lesões. Rest (repouso) - Limitar Imobilização, descarga de peso ou ADM. - Evitar alastramento da lesão Ice (gelo) - bolsas, imersão, unidades de compressão - Promover os efeitos fisiológicos Compression (compressão) - Bandagens normais ou frias - Limitar ou manter redução do edema Elevation (elevação) - Promover elevação do segmento - Reduzir pressão hidrostática do edema Teste do cubo de gelo para urticária Precauções - Hipertensão - Desordens de termoregulação (idosos) - Nervos superficiais - Feridas e tecido aberto - Áreas com alterações sensitivas - Alterações cognitivas - Crianças pequenas – idosos - Pessoas com aversão ao gelo Precauções - Urticaria do gelo - Intolerância a gelo - Crioglobulinemia - Fenômeno de Raynaud - Em nervos em regeneração - Áreas circulatórias em compressão - Áreas vasculares comprometidas Contraindicações Contraindicações Contraindicações Contraindicações Contraindicações ELETROTERMOFOTERAPIA Prof. Dr. Carlos Eduardo Girasol carlos.girasol@professores.estacio.br Slide 1 Slide 2: Mecanismos de transferência de calor Slide 3: Mecanismos de transferência de calor Slide 4: Mecanismos de transferência de calor Slide 5: Mecanismos de transferência de calor Slide 6: Mecanismos de transferência de calor Slide 7: Mecanismos de transferência de calor Slide 8: Indicações do calor Slide 9: Contraindicações do calor Slide 10: Recursos Terapêuticos Slide 11 Slide 12: Ondas curtas (OC) Slide 13: Ondas curtas (OC) Slide 14: Meios de produção da diatermia Slide 15: Gaiola de Faraday Slide 16: Meios de produção da diatermia Slide 17: Geração de calor nos tecidos Slide 18: Geração de calor nos tecidos Slide 19: Métodos de aplicação Slide 20: Métodos de aplicação Slide 21: Exemplos Slide 22: Exemplos Slide 23: Exemplos Slide 24: Exemplos Slide 25: Exemplos Slide 26: Métodos de aplicação Slide 27: Disposição dos eletrodos Slide 28: Áreas Irregulares Slide 29: Áreas Irregulares Slide 30: Áreas Irregulares Slide 31: Áreas Irregulares Slide 32: Métodos de aplicação Slide 33: Exemplos Slide 34: Dosimetria Slide 35: OC CONTÍNUO Slide 36: DOC Pulsada Slide 37: Dosimetria quantitativa Slide 38: Dosimetria e Percepção do Paciente Slide 39: Dosimetria e Percepção do Paciente Slide 40: Efeitos Fisiológicos x Terapêuticos Slide 41: Alguns estudos mostram.. Slide 42: Indicações Slide 43: Precauções Slide 44: Contraindicações Slide 45: Cuidados com paciente Slide 46 Slide 47: Micro-ondas Slide 48: Micro-ondas Slide 49: Geração das MO Slide 50: Micro-ondas Slide 51: Características físicas Slide 52: Características físicas Slide 53 Slide 54: Diferenças - DOC x DMO Slide 55: Dosimetria - Parâmetros do aparelho Slide 56: Dosimetria - Parâmetros do aparelho Slide 57: Precauções e contraindicações Slide 58 Slide 59: Definição Slide 60: Princípios físicos Slide 61: Princípios físicos: condução Slide 62: Princípios físicos: condução Slide 63: Princípios físicos: condução Slide 64: Vasodilatação x Vasoconstrição Slide 65: Vasodilatação x Vasoconstrição Slide 66: Vasoconstrição Slide 67: Princípios físicos: condução Slide 68: Princípios físicos: Convecção Slide 69: Princípios físicos: Evaporação Slide 70: Princípios biofísicos Slide 71: Princípios biofísicos: Efeitos hemodinâmicos Slide 72: Princípios biofísicos: Edema e inflamação Slide 73: Princípios biofísicos: Edema e inflamação Slide 74: Princípios biofísicos: nervo periférico Slide 75: Princípios biofísicos: nervo periférico Slide 76: Princípios biofísicos: muscular Slide 77: Princípios biofísicos: neuromuscular Slide 78: Efeitos clínicos Slide 79: Efeitos clínicos Slide 80: Efeitos clínicos Slide 81: Bolsas de Gelo Slide 82: Bolsas de Gelo Slide 83: Crioimersão Slide 84: Criocompressão Slide 85: Criocompressão Slide 86: Criocompressão Slide 87: Recursos crioterápicos: PRICE, RICE, POLICE Slide 88: Precauções Slide 89: Precauções Slide 90: Contraindicações Slide 91: Contraindicações Slide 92: Contraindicações Slide 93: Contraindicações Slide 94: Contraindicações Slide 95