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Resumo fisiologia cardiovascular Fisiologia Animal (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Resumo fisiologia cardiovascular Fisiologia Animal (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões) Digitalizar para abrir em Studocu A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-regional-integrada-do-alto-uruguai-e-das-missoes/fisiologia-animal/resumo-fisiologia-cardiovascular/4696091?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-regional-integrada-do-alto-uruguai-e-das-missoes/fisiologia-animal/3551702?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-regional-integrada-do-alto-uruguai-e-das-missoes/fisiologia-animal/resumo-fisiologia-cardiovascular/4696091?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-regional-integrada-do-alto-uruguai-e-das-missoes/fisiologia-animal/3551702?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO N2 AULA 1 INTRODUÇÃO AO SISTEMA CARDIOVASCULAR Anatomia Cardiovascular ▪ Coração está no mediastino. Importante para saber onde passam os impulsos elétricos. ▪ Chega sangue no átrio direito (retorno venoso – sangue que vem do corpo que chega pelas veias cavas). ▪ Tudo que chega no coração é veia, tudo que sai dele é artéria. ▪ Coração é um músculo estriado, com 3 músculos cardíacos: músculo atrial, músculo ventricular e músculo cardíaco. ▪ Ritmo � átrio-ventrículo ▪ O sangue chega pelo átrio direito superior e inferior. Válvas Cardíacas ▪ Valvas Atrioventriculares � Tricúspide (do átrio direito para o ventrículo direito) e Mitral (do átrio esquerdo para o ventrículo esquerdo). Servem para o sangue passar passivamente. Essas valvas não podem sofrer tanta resistência para o sangue passar. Essas valvas tem o folheto menos denso, com menos resistência, são menos fibrosas. São dessa forma para o sangue não voltar. Do átrio para o ventrículo o sangue está em diástole. Valva bicúspide (mitral) tem 2 folhetos e valva tricúspide tem 3 folhetos. ▪ Valvas Semilunares � Aórtica (do ventrículo esquerdo para a circulação sistêmica) e Pulmonar (do ventrículo direito para o pulmão). Isso acontece quando o coração está em sístole, ejeta o sangue para a circulação sistêmica ou para a pequena circulação – no pulmão. Precisa ter uma resistência maior. São valvas mais fibrosas e mais densas. - Quando as Atrioventriculares estão abertas, as Semilunares estão fechadas e vice-versa, para não ter o retorno de sangue. Tendões cordonais (cordonália) Se tiver um comprometimento Funcionamento das Válvas Cardíacas Circulação Sanguínea Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular Sangue venoso ... atinge a artéria aorta. Discos Intercalares ▪ Fusão da membrana de células adjacentes ▪ Baixa resistência elétrica ▪ Formação de junções comunicantes ▪ Permitem que o coração trabalhe como um sincício Musculatura cardíaca tem discos intercalares. Discos intercalares são junções comunicantes no coração. Tudo o que acontece na base do coração, tem que se manifestar rapidamente no ápice do coração, se não, não conseguimos levar oxigênio para os nossos tecidos. Potencial de Ação no Coração Por que ocorre esta diferença? MÚSCULO ESQUELÉTICO � Potencial de ação causado quase exclusivamente por canais rápidos de sódio. MÚSCULO CARDÍACO � Participação dos canais rápidos de sódio, e dos canais lentos de cálcio. Além do cálcio que sai do retículo sarcoplasmático, tem o cálcio que vem de fora. O túbulo T é maior no coração, onde tem uma concentração muito grande de Ca+, para que esse Ca+, quando necessitado, entre dentro da célula. Esse é um formato de armazenar cálcio. O túbulo T tem uma dimensão 25x maior que a musculatura esquelética Excitação-Contração A primeira etapa é igual a dos músculos esqueléticos: ▪ Potencial de Ação ▪ Túbulos T da musculatura estriada esquelética é menor do que na cardíaca ▪ Retículo Sarcoplasmático é menor na musculatura estriada ▪ Cálcio ▪ Miofibrilas (Deslizamento de Actina e Miosina) Diferenças: ▪ Canais lentos de cálcio ▪ Retículo sarcoplasmático menos desenvolvido ▪ Cálcio extracelular é extremamente importante ▪ Duração da contração ventricular 15x maior que nos músculos esqueléticos Repolarização � entra Na+ sai K+ Hiperrepolarização � sai muito K+ Bomba de sódio e potássio � faz com que Passos: 1° estímulo para contrair 2° abertura dos canais de potássio – despolarização 3° fecha os canais de potássio 4° saída de K+ da célula – repolarização 5° entrada de Ca+ Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 Ciclo Cardíaco ▪ Compreende a sístole e diástole (contração e relaxamento). ▪ Fonocardiograma (bulhas cardíacas), Eletrocardiograma, Volume ventricular e Pressão ventricular estão acontecendo no ventrículo esquerdo. ▪ Pressão atrial está acontecendo no átrio esquerdo. Não se modifica muito. Para tirar o sangue, o ventrículo é contraído. Contração do ventrículo esquerdo: 1. Após a contração do ventrículo ocorre a permanência de sangue no ventrículo = 50ml � volume sistólico final; 2. Volume ao final da diástole = Volume diastólico final � quanto se tem de sangue no ventrículo ao final da diástole; Como formam 50ml no ventrículo esquerdo, os 70ml recebidos serão “ejetados” = volume de ejeção (volume sistólico) � fração de ejeção. VE tinha 50ml; Recebeu 70 ml do AE = 120 ml Volumes Cardíacos ▪ Volume diastólico final ▪ Volume (débito) sistólico ▪ Volume sistólico final ▪ Fração de ejeção Pré-Carga e Pós-Carga ▪ Pré-carga → Carga exercida no miocárdio ao final da diástole (Volume diastólico final). Quando a câmara cardíaca começa a aumentar de volume, o sangue começa a aumentar a pressão. ▪ Pós-carga → Carga contra a qual o coração contrai durante a sístole. O quanto de força ele vai precisar para ocorrer a contração. Ocorre após a contração isovolumétrica. Controle Autonômico do Coração Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular ▪ Esse coração vai ter um ritmo cardíaco com uma forte ação do sistema autônomo, simpático e parassimpático. ▪ Ramificação do simpático está no átrio e no ventrículo. Parassimpático tem fibras que chegam no átrio e poucas que chegam no ventrículo. Sistema Nervoso Parassimpático Estimulação Parassimpática � Liberação de Acetilcolina � Aumenta a Permeabilidade ao K+ � Redução na Excitabilidade Acetilcolina liberada no SNParassimpático – se liga à receptores muscarínicos – diminui a frequência cardíacae a força de contração, aumentando a permeabilidade de potássio – célula fica mais negativa que o potencial de repouso dela � hiperpolarizada Sistema Nervoso Simpático Estimulação Simpática � Liberação de Norepinefrina � Aumenta a Permeabilidade ao Na+ e Ca+2 � Excitação Ativa os receptores ß 1 e 2 – libera Noradrenalida – se liga aos receptores ß1 – aumenta a frequência cardíaca e a força de contração. � Caminho do sangue (circuito sanguíneo) � Válvas cardíacas � Como a musculatura é formada � Discos intercalares AULA 2 EXCITAÇÃO RÍTMICA DO CORAÇÃO E ELETROCARDIOGRAMA (ECG) Nodo Sinoatrial Vias Internodais Gerados os impulsos, eles são conduzidos pelas vias intrernodais. Nesse local, temos uma maior condução desse impulso. São vias que garantem que os impulsos cheguem do Nodo Sinoatrial até o Nodo Atrioventricular em 0,03 segundos. Feixe de Bachman Nodo Atrioventricular Localizado na parede do átrio direito, posteriormente à valva tricúspide. Retardo da condução do impulso. Feixe Atrioventricular Fibras de Purkinje Conduzem o impulso por todo ventrículo. Exceto na porção inicial tem características opostas as fibras nodais AV. São fibras grandes, por isso conduzem o impulso muito rapidamente. Primeiro despolariza, depois contrai. Excitação – Condução Nodo SA � Marcapasso do Coração Frequência de Disparos Nodo SA � 70 – 80 vezes/min. Nodo AV � 40 – 60 vezes/min. Fibras de Purkinje � 15 – 40 vezes/min. SNA x Controle da Ritmicidade Estimulação Parassimpática Liberação de ..... Diminuição da Frequência Rítmica do NSA. Diminuição da Excitabilidade das fibras AV. Estimulação Simpática Liberação de ...... Aumento da Frequência do NSA. Aumento da Velocidade de Condução. Aumento da Força de Contração. ELETROCARDIOGRAMA ▪ É um registro dos potenciais elétricos. ▪ Os eletrodos amplificam o sinal do registro pré cordial (nos ventrículos). ▪ Como o eletrocardiograma funciona – o coração está sendo visto em todos os ângulos. ▪ Amarelo – despolarização ▪ Verde – repolarização ▪ A medida que a despolarização ocorre no átrio, o aparelho registra como onda P. Onda P – Despolarização do átrio. Despolariza o átrio direito e depois o esquerdo. Quando termina essa despolarização, tem a onda P registrada. ▪ Despolarizo o átrio e repolarizo o átrio (máquina não registra); neste momento ocorre a despolarização do ventrículo, o que é registrado. ▪ QRS � Despolarização do ventrículo. ▪ Ventrículo começa repolarizar � registro da onda T Onda T – Repolarização do ventrículo. Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 ▪ Eletro vai registrar as diferentes cardiopatias que podemos ter (patologias no coração) Eletrocardiograma – Indicações - Arritmias cardíacas - Síndromes coronárias - Pericardites - Bloqueios sinoatriais - Bloqueios de ramos e atrioventriculares - Hipertrofias das câmaras cardíacas - Distúrbios eletrolíticos - Ação de drogas (utilizadas ou não em cardiologia) - Canalopatias - Avaliação de funcionamento dos marcapassos artificiais ▪ A morfologia das ondas e o tempo entre elas são muito importantes para um laudo. ▪ A onda acompanha o que está acontecendo de excitações rítmicas no coração. ▪ O cardiologista compreende de diferentes formas os intervalos rítmicos que estão acontecendo. ▪ Somente quando o músculo está, em parte, polarizado e, em parte, despolarizado, é que a corrente flui de uma parte dos ventrículos para a outra e, consequentemente, flui, também, até a superfície do corpo, permitindo o registro eletrocardiológico. Eletrocardiograma – Interpretação Laudo Descritivo e Laudo Conclusivo. Eletrocardiograma – Laudo Descritivo ▪ Análise do ritmo e quantificação da frequência cardíaca; ▪ Análise da duração, amplitude e morfologia da onda P e duração do PRi; ▪ Determinação dos eixos elétricos de P, QRS, T; ▪ Análise da duração, amplitude e morfologia dos complexos QRS; ▪ Análise da repolarização ventricular e descrição das alterações do ST, T, QT, U. Eletrocardiograma – Frequência Cardíaca ▪ Medir a distância entre 2 R. ▪ Dividir 1500 pela distância entre 2 R e teremos a frequência Cardíaca. Em 1 segundo, tem 1 batimento. Então, só de olhar o ECG já podemos saber a FC do Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular Eletrocardiograma – Eixo Cardíaco Eletrocardiograma – Laudo Conclusivo ▪ Avaliar todas as alterações encontradas; ▪ Confrontar com os dados de história e exame físico; ▪ Definir se existe algum diagnóstico provável ou definitivo; ▪ Nem sempre patológico. O triângulo de irá dar as diferentes derivações do coração. Quando coloco eletrodo na derivação I, estou analisando aquela determinada corrente. Se coloco um eletrodo no braço direito do paciente e no tornozelo, por exemplo, estou analisando a derivação II. Se coloco o eletrodo no braço esquerdo e no torzozelo, estou analisando a corrente que passa na derivação III. O eletro nada mais é que um registro de cargas. AULA 3 HEMODINÂMICA E FUNÇÕES DOS SISTEMAS ARTERIAL E VENOSO Débito Cardíaco e Retorno Venoso ▪ Débito Cardíaco é a quantidade de sangue que é bombeada do ventrículo esquerdo para a aorta a cada minuto. É o quanto de sangue que sai do nosso coração por minuto. ▪ O retorno venoso é a quantidade de sangue que flui das veias para o átrio direito, a cada minuto. Controla o quanto de sangue é ejetado do coração por minuto. ▪ O coração vai ter uma ejeção de sangue por minuto. A contração do VE é muito intensa para vencer a barreira da valva aórtica e do sangue que está presente nela. DÉBITO CARDÍACO Fatores que influenciam o Débito Cardíaco: -Nível básico de metabolismo corporal -Exercício -Idade -Dimensões corporais ▪ Mulheres: 4,9 L/min. O eletro vai fazer o registro das diferentes ondas que passam pelo coração. Por isso mudamos os eletros (vetores) de lugar, para mapear o coração. Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 ▪ Homens saudáveis e jovens em repouso. Cálculo do Débito Cardíaco: DC = FC X VS Frequência Cardíaca x Volume Sistólico Controle de Débito Cardíaco ▪ Sistema Nervoso Autônomo ▪ Mecanismo de Frank-Starling Sistema Nervoso Autônomo ▪ SNA Simpático � ß₁ � aumenta o influxo de Na+ e Ca+2. ▪ SNA Parassimpático � M � diminui o influxo de Na+ e aumenta o efluxo de K+. Mecanismo de Frank-Starling ▪ É a capacidade intrínseca do coração de se adaptar aos diferentes volumes de sangue que fluem para o seu interior. Quando quantidades elevadas de sangue fluem para o coração ocorre a Distensão das paredes das câmaras cardíacas e aí o Músculo cardíaco se contrai com mais força. Com isso ocorre a Ejeção do sangue adicional, que entrou da circulação sistêmica e o Sangue que flui para o coração é automaticamente bombeado, sem demora, para a aorta e flui, de novo, pela circulação. Hemodinâmica ▪ É o conjunto de processos físicos que determinam o fluxo de sangue através do sistema cardiovascular. Fluxo Sanguíneo – É a quantidade de sangue que passa por um ponto da circulação em um período de tempo. Pode ser expresso em mL/min; mL/seg; L/min. Determinantes do Fluxo: -Bombeamento cardíaco -Retração (diástole) das paredes arteriais -Compressão venosa pela musculatura esquelética -Bomba respiratória Bombeamento Cardíaco A elasticidade também determina o fluxo sanguíneo Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular A artéria tem que ter uma capacidadeelástica de armazenar esse fluxo sanguíneo tão intenso e de tamanha pressão. Quando esse fluxo chegar na arteríola ele deve estar em uma forma laminar, ameno. Vasos Sanguíneos Na artéria tem endotélio, tecido elástico, muscular e fibroso em grande espessura. Na veia há a mesma composição, porém com menor espessura. Por esse motivo a veia suporta menos pressão que a artéria. Complacência (Capacitância) Vascular – Quantidade total de sangue que pode ser armazenada em um vaso para cada 1mmHg de aumento de pressão. Compressão Venosa pela Musculatura Esquelética – PA é baixa nas veias Mecanismos que facilitam o fluxo sanguíneo nas veias Microcirculação ▪ Local onde ocorre o transporte de nutrientes para os tecidos e a remoção dos produtos do metabolismo celular. ▪ Depende da demanda daquele tecido naquele momento. ▪ Capilares: Trocas entre sangue e espaço intersticial. ▪ Arteríolas: Válvulas de controle. Fluxo Sanguíneo ▪ Depende basicamente de dois fatores: DIFERENÇA DE PRESSÃO e RESISTÊNCIA VASCULAR Quanto maior a resistência dos vasos e a diferença de pressão, maior o fluxo sanguíneo. Circulação nos Diferentes Territórios Vasculares Variação da PA Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 Relação entre Fluxo e Pressão Resistência Vascular ▪ Fatores que afetam a resistência: VISCOSIDADE (HEMATÓCRITO) e DIÂMETRO DO VASO. ▪ Quanto maior a viscosidade, maior a resistência. ▪ Quanto menor o diâmetro do vaso, maior a resistência. Quando tem um pequeno aumento no diâmetro, representa uma vasão muito maior. Velocidade de Fluxo Sanguíneo ▪ Distância que um determinado volume de sangue percorre em certo período de tempo. ▪ Depende de dois fatores: fluxo (quantidade de sangue que passa por minuto) e área (quanto maior a área, menor a velocidade do fluxo). ▪ A velocidade com que o sangue passa no conjunto de capilares é muito menor que a velocidade que o sangue passa na aorta. � Quanto maior a área, maior a velocidade. ▪ Distribuição do fluxo sanguíneo entre os órgãos – Vasoconstrição pode controlar o fluxo sanguíneo em Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular varias regioes do corpo. Varia de acordo com as necessidades metabólicas. Controle do Fluxo Sanguíneo ▪ Temos um controle neural muito intenso. ▪ O SNA Simpático libera noradrenalina que realiza vasoconstrição. ▪ O SNA Parassimpático atua inibindo o SNA Simpático de agir. ▪ Para aumentar uma atividade, deve-se aumentar a frequência dos disparos. Quanto maior os disparos, mais estou estimulando a atividade de um determinado órgão. Mecanismos de Controle Agudo Humoral ▪ Qualquer neurotransmissor pode ter ações diferentes dependendo de qual receptor se liga. ▪ Hiperemia – aumento da quantidade de fluxo sanguíneo em uma região. - Hiperemia ativa: Se aumento o metabolismo de um tecido, aumento o fluxo sanguíneo. Vasodilatação (amentar o diâmetro) do vaso para suprir as necessidades metabólicas do tecido. - Hiperemia reativa: Reage à algo que está acontecendo no nosso organismo. Aumenta o fluxo sanguíneo e a dilatação do vaso para reverter um processo obstrutivo. Vasodilatação para remover a obstrução do capilar. Teoria da Vasodilatação (Teoria da Demanda de O₂) Quanto mais oxigênio preciso, mais vasodilato. Quanto menos oxigênio preciso, menos vasodilato. Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 Papel do Endotélio no Controle do Fluxo ▪ O endotélio é estimulado de acordo com o que acontece no Lumen. ▪ Se eu precisar aumentar o diâmetro do vaso, tenho liberadores de fatores locais no endotélio para fazer isso. ▪ Teoria do Cisalhamento: quando aumento os elementos que estão no meu sangue, há um choque das moléculas, um atrito, que diz se nossa pressão está alta ou baixa. Se a pressão está baixa, há uma vasoconstrição. Se a pressão está alta, há uma vasodilatação. É o atrito causado pelas moléculas no vaso que resultam na liberação de mais substâncias ou menos substâncias. AULA 4 REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL PA = DC x RPT ▪ A PA é resultado do Débito Cardíaco (o quanto sai de sangue por minuto) vezes a Resistência Periférica Total. Mecanismos de Controle da Pressão Arterial ▪ Mecanismos Neurais – curto prazo. ▪ Mecanismos Humorais – médio e longo prazo. Sistema Nervoso Autônomo Controle Nervoso da Pressão Arterial ▪ Baroceptores (mecanoceptores) – receptores que respondem à ação mecânica. Tem uma grande quantidade de baroceptores nos seios carotídeos e no arco aórtico. Quando tem grande quantidade de sangue nesses lugares, informo os meus baroceptores que a pressão está alta. ▪ Se eu estiver com uma PA baixa, vai ativar o simpático. Se eu estiver com uma PA alta, vai ativar o Parassimpático. Neurônio Simpático Pré-Ganglionar (Ach) Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular Aferências para o Centro Vasomotor Baroceptores Nervo vago é Parassimpático ▪ Se a PA está alta, as fibras do SNA Parassimpático são ativadas e as do SNA Simpáticos são inibidas. Diminui a FC e diminui a força de contração, vasodilatadores (indiretamente). ▪ Se a PA está baixa, o atrito está baixo, essa informação chega no bulbo e inibe a ação do SNA Parassimpático e estimula a ação do SNA Simpático. Aumenta a FC e aumenta a força de contração, de vasoconstrição. Faixa de Resposta dos Baroceptores Quimioceptores X Regulação da PA Atuam apenas se a pressão estiver muito baixa Reflexos Atriais X Regulação da PA ▪ Detectam qualquer tipo de variação de pressão. São chamados de receptores de baixa pressão, pois temos uma baixa pressão no átrio. Fisiologicamente só temos uma grande pressão no átrio na sístole, quando se contrai para mandar o sangue para o ventrículo. Esses receptores vão ser estirados, pois chegou mais volume de sangue. Com isso, vai ocorrer uma vasodilatação renal (↓da secreção de ADH) como um reflexo para diminuir o volume sanguíneo, então manda mais urina, líquido embora. Esse reflexo se chama “ Reflexo de Bainbridge”. ▪ Toda vez que aumenta líquido extracelular, aumenta nossa PA, pois chega mais sangue, mais sangue vai ser bombeado, maior a força de contração, maior a PA, maior o retorno venoso. Controle de Longo Prazo da Pressão Arterial ▪ Mecanismo hormonal. ▪ Aumentando ou diminuindo a entrada ou saíde de água e sal. ▪ Dois mecanismos que regulam a PA: - SISTEMA RENINA ANGIOTENSINA ALDOSTERONA – regula a nossa pressão quando nossa PA está baixa. - PEPTÍDEO ATRIAL NATRIURÉTICO – regula a nossa pressão quando nossa PA está alta. Sistema Renina Angiotensina Aldosterona ▪ Quando nossa PA está baixa, poucos fluidos vão ser mandados para o rim. ▪ Se tem pouco Na+, é porque a PA está baixa. A Mácula densa secreta uma enzima chamada Renina. Importante dar antidiurético para aumentar a pressão, pois retém líquido. Os baroceptores regulam a nossa PA. Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 Peptídeo Atrial Natriurético HORMÔNIO PEPTÍDICO PRODUZIDO NO ÁTRIO – PROMOVE EXCREÇÃO DE SÓDIO E ÁGUA Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com) lOMoARcPSD|40945327 https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular