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Resumo fisiologia cardiovascular
Fisiologia Animal (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões)
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A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
Resumo fisiologia cardiovascular
Fisiologia Animal (Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões)
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Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com)
lOMoARcPSD|40945327
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https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-regional-integrada-do-alto-uruguai-e-das-missoes/fisiologia-animal/resumo-fisiologia-cardiovascular/4696091?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=resumo-fisiologia-cardiovascular
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FISIOLOGIA DO SISTEMA CARDIORESPIRATÓRIO N2 
 
AULA 1 
INTRODUÇÃO AO SISTEMA CARDIOVASCULAR 
 
Anatomia Cardiovascular 
▪ Coração está no mediastino. Importante para saber 
onde passam os impulsos elétricos. 
▪ Chega sangue no átrio direito (retorno venoso – 
sangue que vem do corpo que chega pelas veias 
cavas). 
▪ Tudo que chega no coração é veia, tudo que sai dele 
é artéria. 
▪ Coração é um músculo estriado, com 3 músculos 
cardíacos: músculo atrial, músculo ventricular e 
músculo cardíaco. 
▪ Ritmo � átrio-ventrículo 
▪ O sangue chega pelo átrio direito superior e inferior. 
 
 
Válvas Cardíacas 
▪ Valvas Atrioventriculares � Tricúspide (do átrio 
direito para o ventrículo direito) e Mitral (do átrio 
esquerdo para o ventrículo esquerdo). Servem para o 
sangue passar passivamente. Essas valvas não podem 
sofrer tanta resistência para o sangue passar. Essas 
valvas tem o folheto menos denso, com menos 
resistência, são menos fibrosas. São dessa forma para 
o sangue não voltar. Do átrio para o ventrículo o 
sangue está em diástole. Valva bicúspide (mitral) tem 
2 folhetos e valva tricúspide tem 3 folhetos. 
▪ Valvas Semilunares � Aórtica (do ventrículo 
esquerdo para a circulação sistêmica) e Pulmonar (do 
ventrículo direito para o pulmão). Isso acontece 
quando o coração está em sístole, ejeta o sangue para 
a circulação sistêmica ou para a pequena circulação – 
no pulmão. Precisa ter uma resistência maior. São 
valvas mais fibrosas e mais densas. 
- Quando as Atrioventriculares estão abertas, as 
Semilunares estão fechadas e vice-versa, para não ter 
o retorno de sangue. 
 
Tendões cordonais (cordonália) 
Se tiver um comprometimento 
 
 
Funcionamento das Válvas Cardíacas 
 
 
Circulação Sanguínea 
 
Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com)
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Sangue venoso ... atinge a artéria aorta. 
 
Discos Intercalares 
▪ Fusão da membrana de células adjacentes 
▪ Baixa resistência elétrica 
▪ Formação de junções comunicantes 
▪ Permitem que o coração trabalhe como um sincício 
Musculatura cardíaca tem discos intercalares. Discos 
intercalares são junções comunicantes no coração. 
Tudo o que acontece na base do coração, tem que se 
manifestar rapidamente no ápice do coração, se não, 
não conseguimos levar oxigênio para os nossos 
tecidos. 
 
Potencial de Ação no Coração 
 
 
 
 
 
 
Por que ocorre esta diferença? 
MÚSCULO ESQUELÉTICO � Potencial de ação 
causado quase exclusivamente por canais rápidos de 
sódio. 
MÚSCULO CARDÍACO � Participação dos canais 
rápidos de sódio, e dos canais lentos de cálcio. Além 
do cálcio que sai do retículo sarcoplasmático, tem o 
cálcio que vem de fora. O túbulo T é maior no 
coração, onde tem uma concentração muito grande 
de Ca+, para que esse Ca+, quando necessitado, entre 
dentro da célula. Esse é um formato de armazenar 
cálcio. O túbulo T tem uma dimensão 25x maior que a 
musculatura esquelética 
 
Excitação-Contração 
A primeira etapa é igual a dos músculos esqueléticos: 
▪ Potencial de Ação 
▪ Túbulos T da musculatura estriada esquelética é 
menor do que na cardíaca 
▪ Retículo Sarcoplasmático é menor na musculatura 
estriada 
▪ Cálcio 
▪ Miofibrilas (Deslizamento de Actina e Miosina) 
 
Diferenças: 
▪ Canais lentos de cálcio 
▪ Retículo sarcoplasmático menos desenvolvido 
▪ Cálcio extracelular é extremamente importante 
▪ Duração da contração ventricular 15x maior que nos 
músculos esqueléticos 
Repolarização � entra Na+ sai K+ 
Hiperrepolarização � sai muito K+ 
Bomba de sódio e potássio � faz com que 
Passos: 
1° estímulo para contrair 
2° abertura dos canais de potássio – 
despolarização 
3° fecha os canais de potássio 
4° saída de K+ da célula – repolarização 
5° entrada de Ca+ 
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Ciclo Cardíaco 
▪ Compreende a sístole e diástole (contração e 
relaxamento). 
 
 
 
 
▪ Fonocardiograma (bulhas cardíacas), 
Eletrocardiograma, Volume ventricular e Pressão 
ventricular estão acontecendo no ventrículo 
esquerdo. 
▪ Pressão atrial está acontecendo no átrio esquerdo. 
Não se modifica muito. 
 
 
Para tirar o sangue, o ventrículo é contraído. 
Contração do ventrículo esquerdo: 
1. Após a contração do ventrículo ocorre a 
permanência de sangue no ventrículo = 50ml � 
volume sistólico final; 
2. Volume ao final da diástole = Volume diastólico 
final � quanto se tem de sangue no ventrículo ao 
final da diástole; 
Como formam 50ml no ventrículo esquerdo, os 70ml 
recebidos serão “ejetados” = volume de ejeção 
(volume sistólico) � fração de ejeção. 
VE tinha 50ml; Recebeu 70 ml do AE = 120 ml 
 
Volumes Cardíacos 
▪ Volume diastólico final 
▪ Volume (débito) sistólico 
▪ Volume sistólico final 
▪ Fração de ejeção 
 
Pré-Carga e Pós-Carga 
▪ Pré-carga → Carga exercida no miocárdio ao final da 
diástole (Volume diastólico final). Quando a câmara 
cardíaca começa a aumentar de volume, o sangue 
começa a aumentar a pressão. 
▪ Pós-carga → Carga contra a qual o coração contrai 
durante a sístole. O quanto de força ele vai precisar 
para ocorrer a contração. Ocorre após a contração 
isovolumétrica. 
 
Controle Autonômico do Coração 
 
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▪ Esse coração vai ter um ritmo cardíaco com uma 
forte ação do sistema autônomo, simpático e 
parassimpático. 
▪ Ramificação do simpático está no átrio e no 
ventrículo. Parassimpático tem fibras que chegam no 
átrio e poucas que chegam no ventrículo. 
 
Sistema Nervoso Parassimpático 
Estimulação Parassimpática � Liberação de 
Acetilcolina � Aumenta a Permeabilidade ao K+ � 
Redução na Excitabilidade 
Acetilcolina liberada no SNParassimpático – se liga à 
receptores muscarínicos – diminui a frequência 
cardíacae a força de contração, aumentando a 
permeabilidade de potássio – célula fica mais negativa 
que o potencial de repouso dela � hiperpolarizada 
 
Sistema Nervoso Simpático 
Estimulação Simpática � Liberação de Norepinefrina 
� Aumenta a Permeabilidade ao Na+ e Ca+2 � 
Excitação 
Ativa os receptores ß 1 e 2 – libera Noradrenalida – se 
liga aos receptores ß1 – aumenta a frequência 
cardíaca e a força de contração. 
� Caminho do sangue (circuito sanguíneo) 
� Válvas cardíacas 
� Como a musculatura é formada 
� Discos intercalares 
AULA 2 
EXCITAÇÃO RÍTMICA DO CORAÇÃO E 
ELETROCARDIOGRAMA (ECG) 
 
Nodo Sinoatrial 
 
 
 
Vias Internodais 
Gerados os impulsos, eles são conduzidos pelas vias 
intrernodais. Nesse local, temos uma maior condução 
desse impulso. São vias que garantem que os impulsos 
cheguem do Nodo Sinoatrial até o Nodo 
Atrioventricular em 0,03 segundos. 
Feixe de Bachman 
Nodo Atrioventricular 
Localizado na parede do átrio direito, posteriormente 
à valva tricúspide. 
Retardo da condução do impulso. 
Feixe Atrioventricular 
Fibras de Purkinje 
Conduzem o impulso por todo ventrículo. 
Exceto na porção inicial tem características opostas as 
fibras nodais AV. 
São fibras grandes, por isso conduzem o impulso 
muito rapidamente. 
Primeiro despolariza, depois contrai. 
Excitação – Condução 
Nodo SA � Marcapasso do Coração 
Frequência de Disparos 
Nodo SA � 70 – 80 vezes/min. 
Nodo AV � 40 – 60 vezes/min. 
Fibras de Purkinje � 15 – 40 vezes/min. 
SNA x Controle da Ritmicidade 
Estimulação Parassimpática 
Liberação de ..... 
Diminuição da Frequência Rítmica do NSA. 
Diminuição da Excitabilidade das fibras AV. 
Estimulação Simpática 
Liberação de ...... 
Aumento da Frequência do NSA. 
Aumento da Velocidade de Condução. 
Aumento da Força de Contração. 
 
ELETROCARDIOGRAMA 
▪ É um registro dos potenciais elétricos. 
▪ Os eletrodos amplificam o sinal do registro pré 
cordial (nos ventrículos). 
▪ Como o eletrocardiograma funciona – o coração está 
sendo visto em todos os ângulos. 
▪ Amarelo – despolarização 
▪ Verde – repolarização 
▪ A medida que a despolarização ocorre no átrio, o aparelho 
registra como onda P. 
Onda P – Despolarização do átrio. Despolariza o átrio direito 
e depois o esquerdo. Quando termina essa despolarização, 
tem a onda P registrada. 
▪ Despolarizo o átrio e repolarizo o átrio (máquina não 
registra); neste momento ocorre a despolarização do 
ventrículo, o que é registrado. 
▪ QRS � Despolarização do ventrículo. 
▪ Ventrículo começa repolarizar � registro da onda T 
Onda T – Repolarização do ventrículo. 
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▪ Eletro vai registrar as diferentes cardiopatias que 
podemos ter (patologias no coração) 
 
Eletrocardiograma – Indicações 
- Arritmias cardíacas 
- Síndromes coronárias 
- Pericardites 
- Bloqueios sinoatriais 
- Bloqueios de ramos e atrioventriculares 
- Hipertrofias das câmaras cardíacas 
- Distúrbios eletrolíticos 
- Ação de drogas (utilizadas ou não em cardiologia) 
- Canalopatias 
- Avaliação de funcionamento dos marcapassos 
artificiais 
 
 
 
▪ A morfologia das ondas e o tempo entre elas são 
muito importantes para um laudo. 
▪ A onda acompanha o que está acontecendo de 
excitações rítmicas no coração. 
▪ O cardiologista compreende de diferentes formas os 
intervalos rítmicos que estão acontecendo. 
 
 
▪ Somente quando o músculo está, em parte, 
polarizado e, em parte, despolarizado, é que a 
corrente flui de uma parte dos ventrículos para a 
outra e, consequentemente, flui, também, até a 
superfície do corpo, permitindo o registro 
eletrocardiológico. 
 
 
 
 
 
 
Eletrocardiograma – Interpretação 
Laudo Descritivo e Laudo Conclusivo. 
 
Eletrocardiograma – Laudo Descritivo 
▪ Análise do ritmo e quantificação da frequência 
cardíaca; 
▪ Análise da duração, amplitude e morfologia da onda 
P e duração do PRi; 
▪ Determinação dos eixos elétricos de P, QRS, T; 
▪ Análise da duração, amplitude e morfologia dos 
complexos QRS; 
▪ Análise da repolarização ventricular e descrição das 
alterações do ST, T, QT, U. 
 
Eletrocardiograma – Frequência Cardíaca 
▪ Medir a distância entre 2 R. 
▪ Dividir 1500 pela distância entre 2 R e teremos a 
frequência Cardíaca. 
Em 1 segundo, tem 1 batimento. Então, só 
de olhar o ECG já podemos saber a FC do 
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Eletrocardiograma – Eixo Cardíaco 
 
Eletrocardiograma – Laudo Conclusivo 
▪ Avaliar todas as alterações encontradas; 
▪ Confrontar com os dados de história e exame físico; 
▪ Definir se existe algum diagnóstico provável ou 
definitivo; 
▪ Nem sempre patológico. 
 
 
O triângulo de irá dar as diferentes derivações do 
coração. Quando coloco eletrodo na derivação I, 
estou analisando aquela determinada corrente. 
Se coloco um eletrodo no braço direito do paciente e 
no tornozelo, por exemplo, estou analisando a 
derivação II. Se coloco o eletrodo no braço esquerdo e 
no torzozelo, estou analisando a corrente que passa 
na derivação III. O eletro nada mais é que um registro 
de cargas. 
 
 
 
AULA 3 
HEMODINÂMICA E FUNÇÕES DOS SISTEMAS 
ARTERIAL E VENOSO 
 
Débito Cardíaco e Retorno Venoso 
▪ Débito Cardíaco é a quantidade de sangue que é 
bombeada do ventrículo esquerdo para a aorta a cada 
minuto. É o quanto de sangue que sai do nosso 
coração por minuto. 
▪ O retorno venoso é a quantidade de sangue que flui 
das veias para o átrio direito, a cada minuto. Controla 
o quanto de sangue é ejetado do coração por minuto. 
▪ O coração vai ter uma ejeção de sangue por minuto. 
A contração do VE é muito intensa para vencer a 
barreira da valva aórtica e do sangue que está 
presente nela. 
 
DÉBITO CARDÍACO 
 
Fatores que influenciam o Débito Cardíaco: 
-Nível básico de metabolismo corporal 
-Exercício 
-Idade 
-Dimensões corporais 
▪ Mulheres: 4,9 L/min. 
O eletro vai fazer o 
registro das diferentes 
ondas que passam pelo 
coração. Por isso 
mudamos os eletros 
(vetores) de lugar, para 
mapear o coração. 
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▪ Homens saudáveis e jovens em repouso. 
 
 
Cálculo do Débito Cardíaco: DC = FC X VS 
Frequência Cardíaca x Volume Sistólico 
 
Controle de Débito Cardíaco 
▪ Sistema Nervoso Autônomo 
▪ Mecanismo de Frank-Starling 
 
 
Sistema Nervoso Autônomo 
▪ SNA Simpático � ß₁ � aumenta o influxo de Na+ e 
Ca+2. 
▪ SNA Parassimpático � M � diminui o influxo de 
Na+ e aumenta o efluxo de K+. 
 
Mecanismo de Frank-Starling 
▪ É a capacidade intrínseca do coração de se adaptar 
aos diferentes volumes de sangue que fluem para o 
seu interior. 
Quando quantidades elevadas de sangue fluem para 
o coração ocorre a 
Distensão das paredes das câmaras cardíacas e aí o 
Músculo cardíaco se contrai com mais força. Com isso 
ocorre a 
Ejeção do sangue adicional, que entrou da circulação 
sistêmica e o 
Sangue que flui para o coração é automaticamente 
bombeado, sem demora, para a aorta e flui, de novo, 
pela circulação. 
 
 
Hemodinâmica 
▪ É o conjunto de processos físicos que determinam o 
fluxo de sangue através do sistema cardiovascular. 
Fluxo Sanguíneo – É a quantidade de sangue que 
passa por um ponto da circulação em um período de 
tempo. Pode ser expresso em mL/min; mL/seg; L/min. 
Determinantes do Fluxo: 
-Bombeamento cardíaco 
-Retração (diástole) das paredes arteriais 
-Compressão venosa pela musculatura esquelética 
-Bomba respiratória 
 
Bombeamento Cardíaco 
 
A elasticidade também determina o fluxo sanguíneo 
 
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A artéria tem que ter uma capacidadeelástica de 
armazenar esse fluxo sanguíneo tão intenso e de 
tamanha pressão. Quando esse fluxo chegar na 
arteríola ele deve estar em uma forma laminar, 
ameno. 
 
Vasos Sanguíneos 
 
Na artéria tem endotélio, tecido elástico, muscular e 
fibroso em grande espessura. Na veia há a mesma 
composição, porém com menor espessura. Por esse 
motivo a veia suporta menos pressão que a artéria. 
 
Complacência (Capacitância) Vascular – Quantidade 
total de sangue que pode ser armazenada em um 
vaso para cada 1mmHg de aumento de pressão. 
 
Compressão Venosa pela Musculatura Esquelética – 
PA é baixa nas veias 
 
Mecanismos que facilitam o fluxo sanguíneo nas 
veias 
 
 
 
 
Microcirculação 
▪ Local onde ocorre o transporte de nutrientes para os 
tecidos e a remoção dos produtos do metabolismo 
celular. 
▪ Depende da demanda daquele tecido naquele 
momento. 
▪ Capilares: Trocas entre sangue e espaço intersticial. 
▪ Arteríolas: Válvulas de controle. 
 
Fluxo Sanguíneo 
▪ Depende basicamente de dois fatores: 
DIFERENÇA DE PRESSÃO e RESISTÊNCIA VASCULAR 
 
Quanto maior a resistência dos vasos e a diferença de 
pressão, maior o fluxo sanguíneo. 
 
Circulação nos Diferentes Territórios Vasculares 
Variação da PA 
 
 
 
 
 
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Relação entre Fluxo e Pressão 
 
 
Resistência Vascular 
 
 
▪ Fatores que afetam a resistência: VISCOSIDADE 
(HEMATÓCRITO) e DIÂMETRO DO VASO. 
▪ Quanto maior a viscosidade, maior a resistência. 
▪ Quanto menor o diâmetro do vaso, maior a 
resistência. 
 
 
Quando tem um pequeno aumento no diâmetro, 
representa uma vasão muito maior. 
 
Velocidade de Fluxo Sanguíneo 
▪ Distância que um determinado volume de sangue 
percorre em certo período de tempo. 
 
▪ Depende de dois fatores: fluxo (quantidade de 
sangue que passa por minuto) e área (quanto maior a 
área, menor a velocidade do fluxo). 
 
 
 
▪ A velocidade com que o sangue passa no conjunto 
de capilares é muito menor que a velocidade que o 
sangue passa na aorta. � Quanto maior a área, maior 
a velocidade. 
 
 
▪ Distribuição do fluxo sanguíneo entre os órgãos – 
Vasoconstrição pode controlar o fluxo sanguíneo em 
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varias regioes do corpo. Varia de acordo com as 
necessidades metabólicas. 
 
Controle do Fluxo Sanguíneo 
▪ Temos um controle neural muito intenso. 
▪ O SNA Simpático libera noradrenalina que 
realiza vasoconstrição. 
▪ O SNA Parassimpático atua inibindo o SNA 
Simpático de agir. 
 
 
▪ Para aumentar uma atividade, deve-se aumentar a 
frequência dos disparos. Quanto maior os disparos, 
mais estou estimulando a atividade de um 
determinado órgão. 
 
 
 
 
Mecanismos de Controle Agudo Humoral 
 
▪ Qualquer neurotransmissor pode ter ações 
diferentes dependendo de qual receptor se liga. 
▪ Hiperemia – aumento da quantidade de fluxo 
sanguíneo em uma região. 
- Hiperemia ativa: Se aumento o metabolismo de um 
tecido, aumento o fluxo sanguíneo. Vasodilatação 
(amentar o diâmetro) do vaso para suprir as 
necessidades metabólicas do tecido. 
- Hiperemia reativa: Reage à algo que está 
acontecendo no nosso organismo. Aumenta o fluxo 
sanguíneo e a dilatação do vaso para reverter um 
processo obstrutivo. Vasodilatação para remover a 
obstrução do capilar. 
 
Teoria da Vasodilatação (Teoria da Demanda de O₂) 
Quanto mais oxigênio preciso, mais vasodilato. 
Quanto menos oxigênio preciso, menos vasodilato. 
 
 
 
 
 
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Papel do Endotélio no Controle do Fluxo 
 
 
▪ O endotélio é estimulado de acordo com o que 
acontece no Lumen. 
▪ Se eu precisar aumentar o diâmetro do vaso, tenho 
liberadores de fatores locais no endotélio para fazer 
isso. 
▪ Teoria do Cisalhamento: quando aumento os 
elementos que estão no meu sangue, há um choque 
das moléculas, um atrito, que diz se nossa pressão 
está alta ou baixa. Se a pressão está baixa, há uma 
vasoconstrição. Se a pressão está alta, há uma 
vasodilatação. É o atrito causado pelas moléculas no 
vaso que resultam na liberação de mais substâncias 
ou menos substâncias. 
 
AULA 4 
REGULAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL 
PA = DC x RPT 
▪ A PA é resultado do Débito Cardíaco (o quanto sai de 
sangue por minuto) vezes a Resistência Periférica 
Total. 
 
Mecanismos de Controle da Pressão Arterial 
▪ Mecanismos Neurais – curto prazo. 
▪ Mecanismos Humorais – médio e longo prazo. 
 
 
 
 
 
 
 
Sistema Nervoso Autônomo 
 
 
 
Controle Nervoso da Pressão Arterial 
 
▪ Baroceptores (mecanoceptores) – receptores que 
respondem à ação mecânica. Tem uma grande 
quantidade de baroceptores nos seios carotídeos e no 
arco aórtico. Quando tem grande quantidade de 
sangue nesses lugares, informo os meus baroceptores 
que a pressão está alta. 
▪ Se eu estiver com uma PA baixa, vai ativar o 
simpático. Se eu estiver com uma PA alta, vai ativar o 
Parassimpático. 
Neurônio Simpático 
Pré-Ganglionar (Ach) 
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Aferências para o Centro Vasomotor 
 
 
Baroceptores 
 
Nervo vago é Parassimpático 
▪ Se a PA está alta, as fibras do SNA Parassimpático 
são ativadas e as do SNA Simpáticos são inibidas. 
Diminui a FC e diminui a força de contração, 
vasodilatadores (indiretamente). 
▪ Se a PA está baixa, o atrito está baixo, essa 
informação chega no bulbo e inibe a ação do SNA 
Parassimpático e estimula a ação do SNA Simpático. 
Aumenta a FC e aumenta a força de contração, de 
vasoconstrição. 
 
Faixa de Resposta dos Baroceptores 
 
 
 
Quimioceptores X Regulação da PA 
Atuam apenas se a pressão estiver muito baixa 
 
Reflexos Atriais X Regulação da PA 
▪ Detectam qualquer tipo de variação de pressão. São 
chamados de receptores de baixa pressão, pois temos 
uma baixa pressão no átrio. Fisiologicamente só 
temos uma grande pressão no átrio na sístole, quando 
se contrai para mandar o sangue para o ventrículo. 
Esses receptores vão ser estirados, pois chegou mais 
volume de sangue. Com isso, vai ocorrer uma 
vasodilatação renal (↓da secreção de ADH) como um 
reflexo para diminuir o volume sanguíneo, então 
manda mais urina, líquido embora. Esse reflexo se 
chama “ Reflexo de Bainbridge”. 
▪ Toda vez que aumenta líquido extracelular, aumenta 
nossa PA, pois chega mais sangue, mais sangue vai ser 
bombeado, maior a força de contração, maior a PA, 
maior o retorno venoso. 
 
Controle de Longo Prazo da Pressão Arterial 
▪ Mecanismo hormonal. 
▪ Aumentando ou diminuindo a entrada ou saíde de 
água e sal. 
▪ Dois mecanismos que regulam a PA: 
- SISTEMA RENINA ANGIOTENSINA ALDOSTERONA – 
regula a nossa pressão quando nossa PA está baixa. 
- PEPTÍDEO ATRIAL NATRIURÉTICO – regula a nossa 
pressão quando nossa PA está alta. 
 
 
 
 
 
Sistema Renina Angiotensina Aldosterona 
▪ Quando nossa PA está baixa, poucos fluidos vão ser 
mandados para o rim. 
▪ Se tem pouco Na+, é porque a PA está baixa. A 
Mácula densa secreta uma enzima chamada Renina. 
Importante dar antidiurético para aumentar a 
pressão, pois retém líquido. 
Os baroceptores 
regulam a nossa PA. 
Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com)
lOMoARcPSD|40945327
 
 
 
 
Peptídeo Atrial Natriurético 
HORMÔNIO PEPTÍDICO PRODUZIDO NO ÁTRIO – 
PROMOVE EXCREÇÃO DE SÓDIO E ÁGUA 
 
 
 
 
 
 
Baixado por Bruna Ferreira (brunna331silva@gmail.com)
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