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Física – Estática e cinemática DOUGLAS GONÇALVES CARNEIRO 1 OBJETIVO Essa atividade prática permite um embasamento teórico e prático a respeito da física estática. Iremos desenvolver um sistema com massas conhecidas e desconhecidas, a partir disso, usando conceito de torque, vamos calcular o valor de cada uma das massas. Portanto, os objetivos dessa atividade são: Aplicar o conceito de Torque. Determinar o como calcular o valor de uma massa desconhecida pelo principio de equilíbrio e rotação. Conceito de Torque Torque é um conceito físico, relativo ao movimento de rotação de um corpo após a aplicação de determinada f orça sobre ele. Imagine que você está manuseando uma chave de boca para girar um parafuso. A força aplica da sobre a ferramenta no momento em que o parafuso é desatarraxado é o torque Prática 1 – Equilíbrio de corpos 2 METODOLOGIA Na presente atividade prática será utilizado um simulador virtual desenvolvido na Universidade de Colorado Boulder, fundada em 2002 pelo ganhador do prêmio Nobel Carl Wieman. O ambiente chamado PhET (do inglês Physics Education Technology) tem como objetivo promover simulações de matemática, física, química, biologia e outras áreas da ciência. O site está disponível em: https:/ /phet.colorado.edu/ptBR/ Esse ambiente virtual permite que você estude de forma interativa outros assuntos abordados em nossa disciplina de física estática e cinemática. Após acessar o aplicativo, selecionar a pasta de Física e em seguida a atividade descrita como Balançando – Equilíbrio, o u através do caminho https://phet.colorado.edu/pt_BR/simulations/balancing-act. A partir disto selecionar o “Laboratório de Equilíbrio” e através das solicitações enviadas pelo Tutor da disciplina e executar os cálculos. Prática 1 – Equilíbrio de corpos A primeira etapa da prática é calcular a massa do Objeto Misterioso A, para isso, a sugestão é posicionar a massa de 10kg a 1 metro do eixo de rotação e o objeto misterioso a 0,5m do eixo. Note que o sistema está em equilíbrio. Portanto, usando a somatória dos torques igual a zero, é possível calcular a massa de A. T=F.d Fa .da.= Fb . db Fa**0,5=10*1 Fa=10/0,5 Fa=20 A Massa do Objeto A = 20 Kg Prática 1 – Equilíbrio de corpos Prática 1 – Equilíbrio de corpos Na sequência, determine a massa do Objeto Misterioso B. Para isso a sugestão é deixar o objeto A à 0, 5m do eixo de rotação e o corpo B a 2 metros. T=F.d Fa.da=Fb.db Fb*2=20*0,5 Fb=10/2 Fb=5 A massa do objeto B= 5 kg Prática 1 – Equilíbrio de corpos Com o resultado do item 8 e 9, responda: a) Qual o valor de 𝑀𝐴+ 𝑀𝐵? b) b) Sabendo que 𝑀𝐶= 3𝑀𝐵, qual o valor de 𝑀𝐶? c) c) Verifique o resultado da alternativa b) usando a gangorra como uma balança de rotação. Ou seja, busque uma massa que equilibre o valor de 𝑀𝐶. a) Ma+Mb =20+5 =25 Somatório=25kg b) Mc=3Mb Mc=3*5 Mc=15 Massa Mc=15 c) Posicionando a Massa = 15 kg encontra-se a estabilidade CONCLUSÕES Conclui-se que o estudo do equilíbrio dos corpos é necessário, pois através dele podemos: • Dimensionar melhor equipamentos para produção; • Melhorar controles de processo; • Aferir mais precisamente os resultados e implementar correções nos desvios; • Reduzir descarte de materiais em obras e processos; Prática 1 – Equilíbrio de corpos OBJETIVO Essa atividade prática permite que se tenha u m embasamento teórico e prático a respeito da física estática. Com auxílio do simulador da plataforma PheT Colorado, vamos aplicar alguns cálculos, como por exemplo a segunda lei de Newton e verificar a atuação da força de atrito estática e cinética. Sendo assim, os objetivos dessa atividade prática são: Aplica r a segunda lei de Newton em um sistema com força de atrito presente Determinar o coeficiente de atrito cinético. Calcular o coeficiente de atrito estático. Prática 2 – Força de Atrito 8 METODOLOGIA Na presente atividade prática será utilizador um simulador virtual desenvolvido na Universidade de Colorado Boulder, fundada em 2002 pelo ganha dor do prêmio Nobel Carl Wieman. O ambiente chamado PhET (do inglês Physics Education Technology) tem com o objetivo promover simulações de matemática, física, química, biologia e outras áreas da ciência. O site está disponível em: https://phet.colorado.edu/pt BR/. Esse ambiente virtual permite que você estude de forma interativa outros assuntos a bordados em nossa disciplina d e física estática e cinemática Prática 2 – Força de Atrito A força que faz com que atue a força de atrito cinética no objeto é de 251 N. Junto a esse resultado, a força de atrito cinética aparece também, marcando 188 N. Portanto, sabendo desses dados, utilize a segunda lei de Newton para determinar a aceleração. F=Força M=Massa A=Aceleração F=m.a 251-188=100*a 63/100=a a=0,63m/s2 b) Sabendo do valor da força de atrito, registrada pelo simulador, calcule o coeficiente de atrito cinético. Fatc=Força de atrito cinético μc=Coeficiente de atrito cinético N=Normal Fatc=μc*N 251-188=μc*100 μc=63/100 μc=0,63 Prática 2 – Força de Atrito Prática 2 – Força de Atrito c) Admitindo que a força de destaque é aquele número que antecede a força que consegue movimentar o objeto, determina o coeficiente de atrito estático, uma vez que nessa situação a força de atrito estática é igual a força de destaque. Fatc=μc*N 250=μc*100 μc=250/100 μc=2,5 d) Substitua a lata de lixo pelo objeto desconhecido, no caso o presente. Aumentando gradativamente a força do boneco sobre o presente, observamos que o valor da força que antecede o movimento do corpo é 126N. Sendo assim, já calculado no item anterior o coeficiente de atrito estático, determine a massa do objeto desconhecido. Fatc=μc*N 125=2,5*N N=125/2,5 N=50kg CONCLUSÕES. A força de atrito é proporcional à força normal (peso) e ao coeficiente de atrito. Pode ser cinética ou estática. No experimento podemos perceber que a força de atrito corresponde a força exercida entre duas superfícies que estão em contato, desta forma a força de atrito possui direção , sentido e módulo, sendo uma força de oposição e tendência do escorregamento Prática 2 – Força de Atrito OBJETIVO Essa atividade prática permite que você tenha um embasamento teórico e prático a respeito da física mecânica. Com o auxílio do simulador PheT Colorado, vamos aplicar uma situação em que há a conservação da energia mecânica, ou seja, um sistema que não leva em conta forças dissipativas. Desse modo, os objetos da atividade prática são: 1) Determinar a velocidade tomando como referência um valor de altura específico. 2) Calcular a energia cinética para uma dada massa. 3) Usar a conservação da energia para calcular o valor da velocidade para qualquer valor de altura. Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional 13 METODOLOGIA Na presente atividade prática você irá utilizar um simulador virtual desenvolvido na Universidade de Colorado Boulder, fundada em 2002 pelo ganhador do prêmio Nobel Carl Wieman. O ambiente chamado PhET (do inglês Physics Education Technology) tem como objetivo promover simulações de matemática, física, química, biologia e outras áreas da ciência. O site está disponível em: https://phet.colorado.edu/pt BR/ Esse ambiente virtual permite que você estude de forma interativa outros assuntos abordados em nossa disciplina de física estática e cinemática. Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional 1) Determine a velocidade que ele atinge no ponto mais baixo da trajetória. Para isso, utilize a conservação da energia mecânica. Em outras palavras: Emi = Emf Emi=m.g.h Emf=m.v2/2 m.g.h=m.v2/2 g.h=v2/2 10.5=v2/2 50.2=v2 V2=100 V=√100 V=10m/s Considerando a gravidade (g)=10 Altura (h)de 5 metros Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional 2) Calcule a velocidade do skatista a uma altura de 2 metros. Para isso compare a energia mecânica do ponto mais baixo da trajetóriacom a da altura de ℎ = 2𝑚. Emi = Emf Emi=m.g.h Emf=m.v2/2 10.2=v2/2 20.2=v2 V2=40 V=√40 V=6,3245m/s Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional 3) Assumindo que a massa do skatista seja de 60 kg, qual é a energia cinética do mesmo quando atinge o ponto mais baixo da trajetória saindo de uma altura de 5 metros? Ec=m.v2/2 Ec=60.(10)2/2 Ec=60.100/2 Ec=6000/2 Ec=3000J CONCLUSÕES A partir desde experimento podemos entender melhor o tipo de trabalho realizado através da energia cinética e potencial gravitacional, fornecendo parâmetros de calculo para aplicações práticas. Esta energia de movimento é responsável por uma gama de atividades do nosso cotidiano. Prática 3 – Energia cinética e potencial gravitacional image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png