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ÍNDICE
1.	INTRODUÇÃO	2
1.1.	Objectivos	3
1.1.1.	Objetivo geral	3
1.1.2.	Objetivos especificos	3
1.1.3.	Metodologia de trabalho	3
2.	APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO E NO ESPAÇO	4
2.1.	APLICAÇÃO DA LEI	4
2.1.1.	Definição	4
2.2.	APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO	4
2.3.	PRINCÍPIO DA APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO	5
2.4.	Quando a lei é aplicável	7
3.	APLICAÇÃO DA LEI NO ESPAÇO	8
3.1.	Vigência da lei no âmbito do Direito internacional privado (DIP).	8
4.	PRINCÍPIO DA APLICAÇÃO DA LEI NO ESPAÇO	9
4.1.	Princípio da Territorialidade	9
5.	CONCLUSÃO	10
6.	BIBLIOGRAFIA	11
1.	INTRODUÇÃO
O presente trabalho debruça aspectos relacionados com a aplicação da lei no tempo e no espaço. 
Para que o direito seja realmente eficaz, tem de manter-se num espaço constante de modernização, para conseguir acompanhar as mudanças dos tempos, assim, a medida que a sociedade evolui, o direito tem de evoluir com ele, as leis transformam-se, renovam-se, adaptamse e evoluem ao longo do tempo; daí pode afirmar-se que as leis se sucedem no tempo e no espaço.
1.1.	Objectivos 
1.1.1.	Objetivo geral
Trazer um estudo sintetizado em relaçao a aplicação da lei no tempo e no espaço.
1.1.2.	Objetivos especificos
· Definir os conceitos da aplicação da lei no tempo e no espaço;
· Ilustrar os principios da aplicação da lei no tempo e no espaço;
· Cessação da vigência das leis e;
· Ilustrar quando é que a lei é aplicada.
1.1.3.	Metodologia de trabalho
Metodologia que foi usada a elaboração do trabalho, foi consulta de legislações nacionais, e de diversas obras de autores de direito; enriquecida com algumas fichas de apoio e a internet.
Posteriormente a recolha de informação, digitação, compilação, e revisão ortográfica do trabalho.
Para o efeito da elaboração do trabalho aptou-se pelo uso dos senguites metodos: descritivo, explicativo, comparativo e analítico.
2.	APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO E NO ESPAÇO
2.1.	APLICAÇÃO DA LEI
2.1.1.	Definição
LEI: é um princípio, um preceito, uma norma, criada para estabelecer as regras que devem ser seguidas, é um ordenamento. Do latim ‘’ lex” que significa “lei” uma obrigação imposta.
No âmbito do Direito, a lei é uma regra tornada obrigatória pela força coercitiva do poder legislativo ou de autoridade legitima que constitui os direitos e deveres numa comunadade.
Aplicaçaõ da lei: é uma operação logicamente posterior a interpretação e integração, embora, com frequência, encontre ligada, de forma intima, a uma ou a outra.
Aplicaçaõ da lei: é uma situação da facto concreta é uma matéria complexa, cujo pleno entendimento supõe tratadas algumas questões fundamentais.
As normas de direito aplicacam-se as condutas humanas e as relações sociais que tem lugar em determinados contextos temporais e espaciais.
2.2.	APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO 
Um acto legislativo ou lei nasce em certo momento e, naturalmente, ambiciona reger situações de facto que venham a ocorrer depois da sua génese. Numa primeira perspectiva, muito simplista pode pois dizer-se que toda lei dispõe para o futuro nr.1 do artigo 12 cc (Justo, 2015:388), não podendo nem devendo ser aplicada a realidade materiais anteriores a sua feitura, ou seja, as lei são feitas para vigorar somente no futuro ou podem agir em relação as situações passadas, ou seja, situações que se consumaram quando a nova lei ainda existia, no entanto, aplicação das leis no tempo consistem em determinar qual a lei aplicável a uma determinada situação se é a lei antiga ou a lei nova. Ainda que lhes sejam atribuídas a eficácia retroactiva, presume-se que ficam ressalvos os efeitos já produzidos pelos factos que a lei se destina a regular.
A eficácia das normas cumpre os seguintes passos:
Início da sua vigência .
No ordenamento jurídico Moçambicano a lei só entra em vigor segundo o Artigo5:
1.A lei só se torna obrigatória depois de publicada no jornal oficial:
 Este princípio reflete a necessidade de publicidade das leis. Para que as normas jurídicas tenham validade e sejam de cumprimento obrigatório, é essencial que sejam devidamente publicadas em um veículo oficial, como o diário oficial ou outro meio designado pelo Estado. A publicação garante que todos os cidadãos e instituições tenham acesso ao conteúdo da lei, permitindo que tomem conhecimento das regras impostas. Antes de sua publicação, a lei não gera efeitos, e ninguém pode ser obrigado a cumpri-la.
2. Entre a publicação e a vigência da lei decorrerá o tempo que a própria lei fixar ou, na falta de fixação, o que for determinado em legislação especial:
 Após a publicação da lei, existe um intervalo de tempo, denominado "vacatio legis", que é o período entre a sua publicação e o momento em que ela se torna obrigatória. Esse período é estabelecido para que as pessoas e as instituições possam se preparar para cumprir as novas normas. A própria lei pode determinar o início de sua vigência, fixando uma data específica. Caso não haja essa previsão, a legislação especial define o tempo padrão para a entrada em vigor, que pode variar conforme o ordenamento jurídico de cada país.
Cessação da vigência das leis
A lei deixa de vigorar por caducidade e revogação (Mendes, 1994:123).
· Caducidade:é a extinção da vigência e eficancia, dos efeitos, de um acto, envertude de superveniência de um facto com forca bastante para tal.
· Revogação: é o afastamento da lei por outra lei de valor ierarquico igual a um superior. 
A revogação pode ser segundo o (Código Civil Moçambicano, [1966], art. 7, n.º 2) :
· Revogação expressa: quando um preceito da nova lei designa uma lei anterior e a declara revogada;
· Revogação tácita: quando, sem haver revogação expressa, as normas da lei posterior são incompatíveis com as da lei interior.
· Revogação do sitema: verifica-se quando, embora não haja revogação expressa nem tácita no entanto, a intensão do regislador é que certo diploma passe a ser o único e texto completo de regulamentação de certa matéria.
2.3.	PRINCÍPIO DA APLICAÇÃO DA LEI NO TEMPO
As normas jurídicas aprovadas devem projetar os seus efeitos para o futuro e não para o passado: é o princípio da irretroactividades leis e de mais normas jurídicas. No entanto, as normas jurídicas têm, por vezes, eficancia para além dos limites temporais da sua existência. É assim que, excepcionalmente, os actos legislativos e normativos podem ter caracter retroativo, aplicando-se as situações ou factos ocorridos antes da sua aprovação e publicação. Neste caso presume-se que ficam ressalvados os efeitos já produzidos pelos os factos que a lei se destina a regular. Resumindo, destinge-se em três posições acerca da possibilidade de retroação dos efeitos das leis:
· A posição da retroactivadade absoluta : que defende que a norma jurídica nova é mais justa e, por isso, deve reger não só para actos posteriores mas também para factos oi actos anteriores á sua aprovação e publicação;
· A posição de irretroactivadade absoluta:, que defende a lei não pode reger para actos anteriores, visto que a carrectaria em segurança, incerteza, instabilidade e caos na vida social;
· A posição ecléctica: que considera que normalmente a lei deve aplicar-se a factos futuros mas, em determinadas circunstâncias e sob certas condições, ou regir não só os actos posteriores como também factos ou situações anteriores a sua aprovação o aplicação. á produzidos pelos os factos que se destinam a regular
.
O artigo 12 trata da aplicação das leis no tempo, estabelecendo o princípio da irretroatividade das leis. Esse princípio significa que uma lei, em regra, só produz efeitos para o futuro, ou seja, para os fatos e situações que ocorrerem após a sua entrada em vigor. No entanto, o artigo também aborda exceções, em que uma lei pode ter efeitos retroativos, desde que respeitados certos limites.
Princípio geral da irretroatividade (nr.1 artigo 12 CC)
 A regra principal é que a lei só se aplica a fatos futuros, ou seja, não afeta eventos que ocorreram antes de sua aprovação e publicação.
 Mesmo quando a lei tem caráter retroativo, ou seja, quando ela pretende regular situações passadas, presume-seque os efeitos já produzidos pelos fatos anteriores à lei sejam respeitados. Isso visa proteger a segurança jurídica, de modo que os atos válidos realizados antes da nova lei mantenham seus efeitos.
Interpretação dos efeitos sobre fatos passados (nr2 artigo 12 CC)
 Quando a lei estabelece as condições de validade (substancial ou formal) de certos fatos ou seus efeitos, e houver dúvidas sobre a sua aplicação, entende-se que ela só se aplica a fatos novos (posteriores à vigência da lei).
 - Porém, se a nova lei dispõe diretamente sobre o conteúdo de certas relações jurídicas, independentemente dos fatos que originaram essas relações, então a lei pode ser aplicada a relações já constituídas que ainda estejam em vigor no momento da entrada da nova lei.
Em termos doutrinais, as leis processuais seguem o princípio geral da irretroactividade, devendo, porém, destinguir-se os casos de:
· Processos terminados- em que se aplica geralmente a lei antiga, continuando válidos todos os actos anteriormente válidos (não há retroacção dos efeitos da lei nova);
· Processos não iniciados- em que se aplica a lei nova;
· Processos pendentes- em que se aplica a lei antiga aos actos processuais já realizados (que continuam válidos) e a lei nova aos actos processuais já realizados (que continuam válidos) e lei nova aos actos a serem praticados.
Como é evidente, estas regras doutrinas podem sofrer variações de acordo com as opções consagradas no ordenamento jurídico dos países.
2.4.	Quando a lei é aplicável 
 Para aplicação da lei é necessário:
Retroactivas
· Saber se a lei se situa num domínio no qual seja proibida a sua aplicação a factos do passado; saber, no fundo, se se trata de um domínio em que seja interdita a sua natureza retroactiva. 
· Supondo que a lei se insere em domínio em que a retroactividade é permitida, importainterpretar a aludida lei, verificando se ela pretende aplicar-se a factos do passado. A que atender ás chamadas “disposições transitórias” ou, na falta destas, indagar-se, com fundamento no sentido real da lei, é possível atribuir-lhe eficancia retroactiva.
· Se a lei nada diz quanto a sua aplicação, cumpre, ainda assim, determinar se não há umcritério próprio do domínio ou ramo do Direito em que a lei se integra que aponte para a sua retroactividade. No fundo, fenômeno oposto ao descrito no primeiro momento.
· Se a lei não visa aplicação retroactiva e nada no domínio em se integra aponta para talaplicação, então, ela só dispõe para o futuro. Mas, ainda aqui, cumpre investigar o que é que essa aplicação pode querer dizer, isto é, quais as situações de facto que são por ela reguladas e quais as que fogem a sua previsão. 
Não retroactivas
· Estados pessoais- aplica-se a lei do momento da sua constituição quanto a esta e a lei do momento da aplicação quanto ao conteúdo dos estados. 
· Nogócios jurídicos- aplica-se a lei do momento da celebração.
· Obrigações- aplica-se a lei do momento da constituição quanto a essa constituição e quanto àquela parte do seu conteúdo que a ela esteja ligado; aplica-se a lei do momento da aplicação quanto a parte do conteúdo que esta lei autonomize da sua gênese obrigacional.
· Direitos sobre as coisas, ou Direitos reais- aplica-se a lei do momento da constituição no que se refere à existência, validade e objecto dos Direitos e a lei do momento da aplicação no que se refere ao seu conteúdo.
· Estados de família- aplica-se a lei do momento da constituição quanto à sua existência, validade, objecto e parte do conteúdo ligado a constituição e aplica-se a lei do momento da aplicação quanto ao seu conteúdo autonomizado da existência dos estados.
· Sucessão por morte- aplica-se a lei do momento da morte, que corresponde ao da abertura da sucessão, e quanto à forma do testamento, a investir, aplica-se a lei do momento da respectiva elaboração.
3.	APLICAÇÃO DA LEI NO ESPAÇO
Depois de já termos falado da aplicação da lei no tempo, vamos agora falar da aplicação da lei no espaço. É de salientar que da mesma forma que as leis são criadas para vigorar num determinado tempo, elas também são criadas para vigorar num determinado espaço. A aplicação da lei no espaço procura responder as várias questões que se podem suscitar a propósito das formas de compatibilidade entre vários ordenamentos jurídicos.
As leis so se aplica no espaço territorial ou estado dimanam ou a certos espaços territorias nesse estado compreendido.
3.1.	Vigência da lei no âmbito do Direito internacional privado (DIP).
O DIP, por vezes, denominado “Direito de conflitos de leis” disciplina os factos susceptivis de relevação jurídico privada que tem coneccao relevante com a nacionalidade domicilio dos sujeitos, localização do objetivo e lugar da pratica de acto com mais do que um ordenamento jurídico estatal e cumpre a esta função de determinar a norma jurídica aplicável para um determinado caso e emerge as seguintes regras:
· A lei estrangeira deve ser interpreitada dentro do sistema a que pertece e segundo as normas interpretativas ai fixadas (nr. 1 artigo 23 cc).
· Se os actos ocorrerem abordo de navio ou aeronaves, fora dos portos e aerodromos, aplica-se a lei do lugar da respectiva matricula (nr. 1 artigo 24 cc)
4.	PRINCÍPIO DA APLICAÇÃO DA LEI NO ESPAÇO
4.1.	Princípio da Territorialidade
Princípio Geral
Em razão do conceito jurídico de soberania Estatal, a norma deve ser aplicada dentro dos limites de territoriais do estado que a criou. Essa é a ideia do princípio de territorialidade.
Na república de Moçambique, “o território é uno, indivisível e inalienável, abrangendo todas a superfície terrestre, a zona marítima e o espaço aéreo delimitados pelas fronteiras nacionais. A extensão, o limite e o regime das águas territoriais são fixados por lei.
Dentro do princípio da territorialidade encontramos o princípio da territorialidade e consanguinidade ou princípio da nacionalidade, no território nacional no caso de Moçambique, a questão de territorialidade e consanguinidade, encontra-se regulada na constituição.
O princípio da territorialidade torna-se insuficiente para abranger a imensa gama de relações jurídicas estabelecida entre pessoas de diversos países.
Assim contapondo-se ao princípio da territorialidade, tem-se o princípio da extraterritorialidade que admite a aplicabilidade no território nacional de leis de outros Estados, segundo princípio e convenções internacionais.
Os factos podem ter diferentes tipos de conexão com a ordem jurídica, designadamente:
Nacionalidade das partes;
 Domicilio das partes;
 Lugar da situação do bem imóvel;
 Lugar da pratica do facto ilícido; e 
Lugar da celebração do negócio.
Uma vez que num Estado existem diversos ordenamentos jurídicos, a relação da aplicação das leis no espaço são reguladas nos termos das normas do Direito Internacional privado dos artigos 14° a 24° do código civil.
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5.	CONCLUSÃO 
Após um estudo sintetizado em relação a aplicação da lei no tempo e no espaço, podemos concluir que as leis são feitas para regular a conduta humana na sociedade em geral e uma vez que a sociedade está em constante evolução, as leis também tende a evoluir sucedendo-se assim no tempo e no espaço para melhorar efiçacia do direito.
O princípio geral da aplicação da lei no tempo é o da não retroactividade, segundo o qual, as leis apenas regulam factos novos, ou seja, factos que emergirem a partir da data de publicação em vigor dessa lei, assim, os efeitos já produzidos pelas leis anteriores. O princípio da não retroactividade, apresenta excepções, podendo assim a lei retroagir em certas circunstâncias, sendo, quando definidas por própria lei e ou quando beneficie os visados. As leis so se aplica no espaço territorial ou estado dimanam ou a certos espaços territorias nesse estado compreendido.
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6.	BIBLIOGRAFIA
JUSTOS, A. Santos. Introdução ao Estudos do Direito. 4ª Edição.Coimbra Editora.2009
VARELA, Bartolomeu, manual de Introdução ao Direito, 2ª Edição Revista, 2011.
MENDES, j. Castro, Introdução ao Estudo de Direito. Lisboaa. Edtor Pedro Ferreira.1992;FONTES, José. Teoria geral do Estado e do Direito. Coimbra Editora. 2006
PEREIRA, Manuel das Neves. Introdução ao Direito e às Obrigações. 3ª Edição. Almedina
M. Rebelo. Introdução ao Estudo do Direito. 5ª Edição. Lisboa 2000 
Legislação:
Código civil.
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