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UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA 
SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA 
LICENCIATURA EM PEDAGOGIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cidade 
2020 
Cidade 
2020 
Cidade 
 
 
 
IBICOARA-BA 
2024 
GEISILANE GOUVEIA DOS SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROJETO DE ENSINO 
EM PEDAGOGIA: LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL 
 
IBICOARA-BA 
2024 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PROJETO DE ENSINO 
EM PEDAGOGIA; LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO INFANTIL 
 
 
Projeto de Ensino apresentado à Universidade 
Pitágoras Unopar Anhanguera, como requisito 
parcial à conclusão do Curso de Licenciatura 
Em Pedagogia. 
 
Docente supervisor: Prof. Fabiane Menezes. 
GEISILANE GOUVEIA DOS SANTOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SUMÁRIO 
 
 
INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 3 
1 TEMA ................................................................................................................... 4 
2 JUSTIFICATIVA ................................................................................................... 6 
3 PARTICIPANTES ................................................................................................. 8 
4 OBJETIVOS ......................................................................................................... 9 
5 PROBLEMATIZAÇÃO ........................................................................................ 10 
6 REFERENCIAL TEÓRICO ................................................................................. 11 
7 METODOLOGIA ................................................................................................ 19 
8 CRONOGRAMA ................................................................................................. 20 
9 RECURSOS ....................................................................................................... 21 
10 AVALIAÇÃO ....................................................................................................... 21 
CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................................... 23 
REFERÊNCIAS ......................................................................................................... 24 
 
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INTRODUÇÃO 
 
Este projeto vem a ser inserido na Educação Infantil, ele aborda a importância 
dos jogos, dos brinquedos e das brincadeiras para o desenvolvimento da criança na 
Educação infantil. A escola deve oferecer a criança as condições necessárias para 
seu próprio desenvolvimento, ou seja, proporcionar ambientes adequados e 
profissionais capacitados para exercer também a função de ludicidade. 
 
O lúdico não pode ser considerado um elemento estranho no aprendizado da 
criança, ele deve ser apreciado como um elemento importante e presente contribuindo 
para seu melhor desenvolvimento. O jogo tem duas visões diferentes: primeiro, o jogo 
é visto como algo que é positivo e real, e na outra visão é visto como desnecessário 
e inútil. Após uma investigação teórica para compreender o conceito lúdico de jogos 
e brincadeiras, com o objetivo de promover um diagnóstico de como eles 
desempenham um papel na aprendizagem das crianças na educação infantil. O 
brincar não deve ser visto como simples entretenimento, mas para a língua materna 
no atual processo de ensino e aprendizagem, é de grande importância, pois é um 
recurso metodológico que irá auxiliar na compilação e decodificação de novos 
conhecimentos no futuro. 
 
Nessa perspectiva, o tema visa explorar a diversão na educação infantil e sua 
importância nos jogos e brincadeiras, que na prática são recursos que promovem o 
conhecimento de mundo, de sentido, de oralidade e de pensamento. 
 
Piaget (1971, p. 67) diz que "Quando brinca, a criança assimila o mundo à sua 
maneira, sem compromisso com a realidade, pois a sua interação com o objeto não 
depende da natureza do objeto, mas da função que a criança lhe atribui”.
TEMA 
 
O que seria lúdico, uma palavra original do latim Ludus que significa brincar. 
Este brincar se relaciona com os jogos, brinquedos e divertimentos. É relativa também 
à conduta daquele que joga, que brinca e que se diverte. Por sua vez, a função 
educativa do jogo oportuniza a aprendizagem do indivíduo, seu saber, seu 
conhecimento e sua compreensão de mundo. 
 
Santos (2000) salienta que o lúdico significa “brincar” e neste ato apresentam-
se as brincadeiras, os brinquedos e os jogos. É algo que faz parte da natureza 
humana, que não tem hora para acontecer ou hora para terminar, pode ocorrer em 
qualquer lugar, sendo um exercício profundo do prazer. O lúdico faz parte do exercício 
de se reconstruir. 
 
A criança brinca para descarregar sua energia, para se preparar para a vida, para dar 
expansão as suas tendências reprimidas, para afirmar-se, para realizar suas aspirações, para 
aprender a lidar com a realidade. (TELES 1997, p. 49) 
 
Entendemos que a criança, normalmente, corre, brinca, grita e ri, adentrando 
na sua ludicidade de forma natural. O que ocorre, porém, no interior das brincadeiras 
e jogos é mágico. São sentimentos que se constroem e se reconstroem a cada 
experiência da ludicidade. 
 
No Referencial Curricular Nacional (1998) afirma que a criança para crescer 
com prazer e alegria precisa brincar, precisa do jogo como forma de equilíbrio entre 
ela e o mundo. Diante disso, certificamos que a brincadeira é para a criança um 
exercício de preparação para a vida. A criança desenvolve seu conhecimento 
interagindo com o meio físico e social, satisfazendo suas próprias necessidades e 
confiando nas pessoas que as cercam. 
 
Porém é de fundamental importância que o educador saiba adequar as 
atividades lúdicas de acordo com as necessidades dos educandos, definindo os 
objetivos a qual pretende alcançar. 
 
De acordo com Vygotsky (1984), “é na interação com as atividades que 
envolvem simbologia e brinquedos que o educando aprende a agir em uma esfera 
cognitiva”. Na visão deste autor, a criança comporta-se de forma mais avançada em 
uma atividade lúdica do que nas atividades da vida real, tanto pela vivência de uma 
situação imaginária, quanto pela capacidade de subordinação às regras. Com relação 
a esta temática, o educador deve oferecer formas didáticas diferenciadas, como 
atividades lúdicas para que a criança se sinta provocada no desejo de pensar. A não 
correspondência da criança ao estimulo a uma disciplina, significa que ela pode não 
apresentar predisposição para gostar desta disciplina e por isso não apresentar 
interesse por ela. Então surge a necessidade de programar atividades lúdicas na 
escola. 
 
 
A criação de uma situação imaginária não é algo fortuito na vida da criança; pelo contrário, é a 
primeira manifestação da emancipação da criança em relação às restrições situacionais. 
 O primeiro paradoxo contido no brinquedo é que a criança opera com um significado 
alienado numa situação real. O segundo é que, no brinquedo, a criança segueo caminho do menor esforço – ela faz o que mais gosta de fazer, porque o 
brinquedo está unido ao prazer – e ao mesmo tempo, aprende a 
seguir os caminhos mais difíceis, subordinando-se às regras e, 
por conseguinte renunciando ao que ela quer, uma vez que a 
sujeição a regras e a renúncia a ação impulsiva constitui o 
caminho para o prazer do brinquedo. 
(VYGOTSKY, 1998, p. 130) 
 
JUSTIFICATIVA 
 
Para a criança se faz necessária a existência de estímulos a serem oferecidos, 
para que ela possa desenvolver toda sua capacidade de criar e aprender de maneira 
ampla, por isso dá importância de o professor conhecer os objetivos dos jogos, domine 
suas técnicas, discuta sobre a forma crítica e das possibilidades de utilizá-los em suas 
aulas. Os jogos e as brincadeiras sugerem para o professor um espaço privilegiado 
de observação de seus alunos, para que despertem seus interesse e curiosidade e 
que se sintam estimulados e desafiados para sua aprendizagem. Discutir este tema 
abre a possibilidade da compreensão do que estes recursos podem propiciar quanto 
ao conhecimento dos alunos, pois sua utilização deve ser considerada como um 
instrumento integrado ao ensino-aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento 
cognitivo, que garante uma forma prazerosa de desenvolvimento pessoal, social, 
afetivo, físico e psicomotor da criança. 
 
O trabalho se justifica que os jogos e brincadeiras devem fazer parte do 
currículo escolar, um aliado importante nas práticas diárias ou ainda um elemento 
fundamental no processo de ensino/aprendizagem, através deles a criança aprende, 
sendo sujeito ativo e tem no brincar prazer em aprender. Todas as crianças aprendem 
o que vivenciam e as contribuições e influências para o processo de ensino-
aprendizagem de crianças da Educação Infantil. 
 
Foi feito um estudo bibliográfico com o objetivo de obter informações sobre 
autores dos temas anteriormente analisados por meio de investigações teóricas, com 
o objetivo de melhor compreender o conceito de jogo de que jogos fazem parte da 
construção da existência. Para criar um futuro melhor, de acordo com o tema, o 
objetivo do professor pode fazer muita coisa, promover a diversão por meio de jogos 
e brincadeiras, e atua como intermédio para uma melhor formação e aprendizagem 
acadêmica e uma melhor experiência de carreira na área da educação infantil. 
 
Segundo Vygotsky (1998), “para entendermos o desenvolvimento da criança, é 
necessário levar em conta as suas necessidades e os estímulos pedagógicos que são 
eficazes para colocá-las em ação”. Diante de tal afirmação, entende-se que é 
necessário em sala de aula, antes da temática ser apresentada, propor primeiro uma 
atividade de estímulo para a criança, pois a mesma sente necessidade de gastar 
energias, de fazer movimentos como: pular, correr, cantar, etc. Isso contribui muito 
para o interesse do aluno nas atividades apresentadas posteriormente. O avanço da 
aprendizagem pela criança está ligado a uma mudança nas motivações e incentivos, 
por exemplo: aquilo que é de interesse para um bebê não o é para uma criança um 
pouco maior. 
 
A criança satisfaz certas necessidades no contato com o brinquedo, mas essas 
necessidades vão evoluindo no decorrer do desenvolvimento cognitivo. Assim, como 
as necessidades das crianças vão mudando, é fundamental conhecê-las para 
compreender a singularidade da brincadeira como uma forma de atividade. 
 
Vygotsky afirma que na brincadeira “a criança se comporta além 
Do comportamento habitual de sua idade, além de seu 
 comportamento diário; no brinquedo, é como se ela 
fosse maior do que ela é na realidade” (2007, p. 122). 
 
PARTICIPANTES 
 
 
O trabalho foi realizado com os alunos do Pré 1 A e B, sendo composto por 15 
meninas e 10 meninos, totalizando 25 alunos cuja faixa etária é de 4 a 5 anos. Mudar 
a rotina, despertar o interesse e desenvolver o aluno é o objetivo das atividades 
lúdicas. Aprendizagem através de jogos como: quebra-cabeça, cantigas de roda, 
pega-pega, memória e outros, auxiliam na aprendizagem num processo divertido e de 
forma interessante quando utilizamos. 
 
A utilização de jogos tem o objetivo de fazer com que os alunos gostem de 
aprender e da disciplina, mudando a rotina da classe e despertando o interesse do 
aluno envolvido. Utilizar jogos como meio educacional é um avanço para a educação, 
pois temos que tomar consciência da importância de trazer o jogo e as brincadeiras 
para dentro da escola e de usá-lo como instrumento de desenvolvimento e 
aprendizagem, servindo como uma ferramenta de auxílio no processo educacional, 
buscando facilitar o ensino aprendizagem contribuindo não só com alunos, 
professores, equipe pedagógica, mas com a comunidade em geral. 
 
De acordo com o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil: 
 
No ato de brincar, os sinais, os gestos, os objetos e os espaços valem e significam outra 
coisa daquilo que aparentam ser. Ao brincar as crianças recriam e repensam os acontecimentos que 
lhes deram origem, sabendo que estão brincando. Nas brincadeiras, as crianças transformam os 
conhecimentos que já possuíam anteriormente em conceitos gerais com os quais brinca. (1998, p.27) 
 
OBJETIVOS 
 
Geral - Proporcionar as crianças oportunidades de ampliar seus conhecimentos 
através de atividades interativas e de vivências. 
 
Específicos- 
➢ Ser ativo dentro de um ambiente seguro que encoraje e consolide o 
desenvolvimento de normas e de valores sociais. 
 
➢ Praticar, escolher, preservar. Imitar, imaginar, dominar, adquirir 
competências e confiança e autonomia; 
 
 
➢ Adquirir novos conhecimentos, habilidades pensamentos lógicos; 
 
➢ Criar, observar, experimentar, movimentar-se, cooperar, sentir, pensar, 
memorizar e lembrar; 
 
 
➢ Comunicar, questionar, interagir com os outros e ser parte de uma 
experiência social mais ampla em que a flexibilidade, a tolerância e 
autodisciplina são vitais; 
 
➢ Conhecer e valorizar a si mesmo e as próprias forças, entender as 
limitações pessoais; 
 
 
➢ Promover a socialização e o respeito mútuo entre as crianças. 
PROBLEMATIZAÇÃO 
 
A Educação Infantil é a fase inicial da vida escolar da criança, onde ela se 
desperta para um mundo de curiosidade e aprendizado, sendo o professor o 
responsável em organizar e incentivar a criança pela busca e interesse. 
A questão norteadora, qual a importância dos jogos e brincadeiras para o 
desenvolvimento da criança na Educação Infantil, a escolha do tema foi devido a ser 
um assunto, instigante e fundamental para o desenvolvimento da criança, sendo 
assim, cabe a educação propiciar uma relação de adaptação ao meio físico, de forma 
lúdica e prazerosa, possibilitando um equilíbrio, que será refletido em toda sua vida. 
Brincar é uma atividade universal e, através dela, a criança vai conhecer 
aprender e se constituir pertence a um grupo. Podemos dizer que a brincadeira e o 
jogo são meios para a construção da identidade cultural e aprendizagem da criança. 
O jogo desperta uma melhor comunicação, estimula novos pensamentos, 
corrige e explica os fatores sociais e culturais na sua formação e desenvolvimento 
social. Toda criança precisa entender novos conceitos para desenvolver sonhos e 
realizar novas fantasias, o que é possível com a ajuda de um bom plano do professor 
como facilitador desta ferramenta fundamental. Quando métodos positivos e 
significativos são aplicados aos objetivos da escola, os alunos transformarão o que 
aprenderam em realidade, o que pode ser incluído no plano educador. Por meio da 
brincadeira, o aluno vai despertar sua sede de conhecimento, para desenvolver sua 
personalidade, criar lógica e conceitos e torná-lo mais comunicativo, o que é essencial 
para seu desenvolvimento pessoal. Por meio de atividades lúdicas, as crianças vão 
escolher ideias sobre coisas com as quais estão familiarizadas, seja pormeio de jogos 
ou brincadeiras, onde formarão conceitos e relações lógicas com os objetos livres em 
suas mãos. 
 
 
REFERENCIAL TEÓRICO 
 
 
A atividade lúdica nem sempre foi valorizada ou vista como um 
instrumento que faz parte da aprendizagem e do desenvolvimento da criança, apenas 
com a ruptura do pensamento romântico que a valorização da brincadeira ganha 
espaço na educação das crianças. Através da brincadeira a criança tem a 
possibilidade de transformar o desconhecido em conhecido, tornando-se capaz de 
alterar o mundo em sua volta, as crianças são capazes de aprender brincando, porque 
nesses momentos as crianças levantam questões, discutem, inventam, criam e 
transformam, revelando-se, nesse brincar o, o teórico e o historiador que são 
características de todo ser humano (TEIXEIRA,2010) 
 
“Para a autora, o teórico se faz presente quando a criança coloca 
suas questões em relação à realidade compartilhada e tenta 
resolvê-la e conceituá-las; historiador, porque é um ser que 
participa e vive seu presente, podendo relacioná-lo 
ao passado e projetar o futuro”. (TEIXEIRA,2010, p. 34) 
 
Podemos dizer que, por meio do brincar, a criança contribui para 
formação da humanidade, possibilitando nos compreender certas características 
sociais e culturais de nossa história. 
 
Toda socialização pressupõe apropriação da cultura, de uma cultura 
compartilhada por toda sociedade ou parte dela. A impregnação cultural, ou seja, 
 o mecanismo pelo qual a criança dispõe de elementos dessa cultura passa, entre 
outras coisas, pela confrontação com imagens com representações de formas 
diversas e variadas. Essas imagens traduzem a realidade que cerca ou propõem 
universos imaginários. Cada cultura dispõe de um “banco de imagens” 
consideradas como expressivas dentro de um espaço cultural. 
É com imagens que a criança poderá expressar, é com referência 
a elas que a criança poderá captar novas produções. 
(BROUGÈRE,2006, p.40, APUD, TEIXEIRA,2010, p. 34). 
 
Assim, acreditamos que, todo jogo ou brincadeira é como uma parte 
da cultura que está sendo manipulada pela criança, que aprende, então, sobre modo 
e costumes da vida cotidiana, transferir e transformar a realidade interna e externa da 
criança. O brincar é muito importante e necessário para a sociedade, pois está se 
tornando mais criativa, saudável e contribui para formação cognitiva, afetiva, 
psicológica e física do indivíduo. 
Vemos importância do brincar para a criança, pois na mesma, a 
imaginação criadora, surge em forma de jogo, instrumento de primeiro pensamento 
para enfrentar a realidade, que se transforma em jogo simbólico, ampliando a 
compreensão de mundo. É a representação na simbolização que possibilita a 
interiorização do mundo. 
 A palavra jogo vem do latim, que segundo Freire (2002), Jocus que 
significa gracejo, zombaria, simular, brincar. Kishimoto (2007), afirma 
jogo significa ação de jogos, brincadeira na qual enfrentam regras para obter um 
vencedor, o qual recebe o apostado em dinheiro, jogos de louça, roupas, brinquedos, 
diversão para as pessoas, coisa usada para criança divertir-se. 
 O ato de conceituar o jogo não pode ser visto como mera ação de 
nomear, não é um ato solitário, mas sim de um grupo social que o compreende, fala 
e pensa da mesma forma, aplicação de experiência ou de uma categoria fornecida 
pela sociedade, enfim, cada contexto social constrói uma imagem de vida, expressada 
por meio de uma linguagem. 
 O jogo por mais que tenha um sistema de regra, apresenta para a 
criança uma atividade dinâmica no sentido de satisfazer uma necessidade e ela 
desenvolve sua capacidade de resolver vários problemas, sem tirar seu sentido lúdico, 
o que permitirá o surgimento de uma situação imaginária. É no jogo e pelo jogo que a 
criança torna capaz de atribuir significado diferente aos objetos, desenvolve 
capacidade de abstração e começa agir diferente do que vê, mudando sua percepção 
sobre o referido objeto. 
 A utilização do termo jogo deve, pois, ser considerada como um fato 
social, pois tal designação remete a imagem do jogo encontrada no seio da sociedade 
em que ele é utilizado. 
 O jogo é uma atividade que contribui para o desenvolvimento da 
criatividade tanto na criação como também na execução. Os jogos são importantes, 
pois envolvem regras como ocupação do espaço e a percepção do lugar. Kishimoto 
afirma que: 
 
 
 
Os jogos têm diversas origens e culturas que são transmitidas pelos diferentes 
jogos e forma de jogar. Estes têm função de construir e desenvolver uma convivência 
Entre as crianças estabelecendo regras, critérios e sentidos, possibilitando assim, 
um convívio mais social e democracia, porque enquanto manifestação espontânea 
da cultura popular, os jogos tradicionais têm a função de perpetuar a cultura 
infantil e desenvolver formas de convivência social. (Kishimoto 1993, p.15) 
 
 Sabe-se que, quando a criança brinca, ela demonstra prazer em 
aprender. E por meio desta brincadeira tem a oportunidade de satisfazer seus desejos. 
Torna-se capaz de vencer seus medos, sente-se mais seguros em enfrentar os 
desafios com segurança e confiança. 
 Uma brincadeira ou jogo no qual participe um grupo de pessoas 
sempre irá demandar permutas, partilhas, comparações e negociações onde serão 
envolvidos gestos, movimentos, canto, dança e o faz de conta. 
 Diante da complexidade dos jogos, não se pode dizer de que temos 
brincadeiras e jogos sejam tão distintos, embora não possuam o mesmo significado. 
Sendo que, a brincadeira é um estágio primitivo caracterizado pela 
liberdade de regras estruturadas, basicamente surge e flui acerca da espontaneidade 
e para tal basta ter como subsídio uma bola, um espaço para correr ou um risco no 
chão. 
 Na brincadeira a existência das regras não limita a ação lúdica, a 
criança pode modificá-la, ausentar-se quando desejar, incluir novos membros, adotar 
as próprias regras, por fim, existe maior liberdade de ação para as crianças. 
 Segundo Zatz, Zatz e Halaban (2006), para criança, brincar é mais 
do que uma maneira divertida de passar o dia, é por meio da brincadeira que a criança 
aprende e desenvolve todo tipo de habilidades físicas, intelectuais e sociais. Cabe a 
nós, pais zelosos e educadores preocupados, criar um ambiente que favoreça e 
orienta a brincadeira e a escolha dos brinquedos, sem comprometer sua 
espontaneidade. 
Brincadeira é algo muito presente nas nossas vidas e é um período 
fundamental para acriança, no que diz respeito ao seu desenvolvimento e 
aprendizagem de forma significativa. 
 Por meio das brincadeiras que a criança vai criar e recriar situações 
da realidade em que vive, assumindo papeis e internalizando regras de conduta 
sociais, pois assim, possibilita que a criança viva situações imaginaria e represente 
papeis e valores necessários à participação da vida social. 
 Para Teixeira (2010), a participação do professor no jogo e na 
brincadeira dos alunos tem a finalidade de ajudá-los a perceber como podem 
participar da aprendizagem e da convivência em geral, sentando ao lado dos alunos, 
incentivando aqueles que não aprenderam ainda, como entrar em uma brincadeira, 
ou aqueles que apresentam dificuldades em um determinado jogo. 
 
 O professor deve ajudar seus alunos a interagirem na atividade lúdica, 
incentivando a participação, fazendo perguntas para quem não sabe como fazê-lo ou é mais inibido. 
Sua participação é adequada à medida que sua presença for um aval para que todos participem com 
liberdade e espontaneidade. (TEIXEIRA,2010, p.72) 
 
 É importante o desenvolvimento do professor com os alunos, a 
intenção intencional, observando as brincadeiras das crianças, e as mesmas tenha 
liberdade e espontaneidade, oferecer material adequado e um espaço estruturado que 
permite o enriquecimento das competências imaginativas e organizacionais da 
criança. É fundamental que o professor busqueampliar seus conhecimentos e que 
utilize com frequência, técnicas que envolvam jogos e brincadeiras, contribuindo para 
o desenvolvimento de seus alunos, e que tenha consciência que o jogo e a brincadeira 
não são apenas atividades recreativas, mas atividades importantes no processo de 
desenvolvimento social, afetivo e cognitivo da criança, e necessário melhor 
qualificação destes profissionais. 
 
 Acreditamos que o educador deve desenvolver a intervenção 
internacional, observando as brincadeiras das crianças, oferecerem para elas 
materiais adequados, também espaço estruturado para que elas possam brincar e 
enriquecimento das competências imaginativas, criativas e organizacionais infantis. 
 Um dos pensadores que desenvolveu uma teoria sobre o tema Lúdico foi 
Lev S. Vygotsky, o qual buscou compreender a origem e o desenvolvimento dos processos 
psicológicos ao longo da história da espécie humana, levando sempre em conta a 
individualidade de cada sujeito, o qual está imerso no meio cultural que o define. Para ele, o 
homem constitui-se enquanto ser social e necessita do outro para desenvolver-se. Vygotsky, 
ao longo de sua obra, discute aspectos da infância, destacando-se suas contribuições acerca 
do papel que o brinquedo desempenha, fazendo referência a sua capacidade de estruturar o 
funcionamento psíquico da criança. 
De acordo com Vygotsky (1984), “é na interação com as atividades 
que envolvem simbologia e brinquedos que o educando aprende a agir em uma esfera 
cognitiva”. Na visão deste autor, a criança comporta-se de forma mais avançada em 
uma atividade lúdica do que nas atividades da vida real, tanto pela vivência de uma 
situação imaginária, quanto pela capacidade de subordinação às regras. Com relação 
a esta temática, o educador deve oferecer formas didáticas diferenciadas, como 
atividades lúdicas para que a criança se sinta provocada no desejo de pensar. A não 
correspondência da criança ao estimulo a uma disciplina, significa que ela pode não 
apresentar predisposição para gostar desta disciplina e por isso não apresentar 
interesse por ela. Então surge a necessidade de programar atividades lúdicas na 
escola. 
Vygotsky (1984) ressalta que “o brinquedo ajuda a desenvolver uma 
diferenciação entre a ação e o significado. A criança, com o seu evoluir, passa a 
estabelecer relação entre o seu brincar e a ideia que se tem dele”. Nesse momento, a 
criança deixa de ser dependente dos estímulos físicos, ou seja, do ambiente concreto 
que a rodeia. O brincar relaciona-se ainda com a aprendizagem. Portanto, constata-
se que brincar é aprender, porque é na brincadeira que reside a base daquilo que, 
mais tarde, permitirá à criança aprendizagens mais consistentes. O lúdico torna-se, 
assim, uma ferramenta na educação infantil para o enfrentamento das dificuldades no 
processo ensino-aprendizagem. 
Segundo Vygotsky (1998), “para entendermos o desenvolvimento da 
criança, é necessário levar em conta as suas necessidades e os estímulos 
pedagógicos que são eficazes para colocá-las em ação”. Diante de tal afirmação, 
entende-se que é necessário em sala de aula, antes da temática ser apresentada, 
propor primeiro uma atividade de estímulo para a criança, pois a mesma sente 
necessidade de gastar energias, de fazer movimentos como: pular, correr, cantar, etc. 
Isso contribui muito para o interesse do aluno nas atividades apresentadas 
posteriormente. O avanço da aprendizagem pela criança está ligado a uma mudança 
nas motivações e incentivos, por exemplo: aquilo que é de interesse para um bebê 
não o é para uma criança um pouco maior. A criança satisfaz certas necessidades no 
contato com o brinquedo, mas essas necessidades vão evoluindo no decorrer do 
desenvolvimento cognitivo. Assim, como as necessidades das crianças vão mudando, 
é fundamental conhecê-las para compreender a singularidade da brincadeira como 
uma forma de atividade. 
A criação de uma situação imaginária não é algo fortuito na vida da criança; pelo 
contrário, é a primeira manifestação da emancipação da criança em relação às restrições 
situacionais. O primeiro paradoxo contido no brinquedo é que a criança opera com um significado 
alienado numa situação real. O segundo é que, no brinquedo, a criança segue o caminho do menor 
esforço – ela faz o que mais gosta de fazer, porque o brinquedo está unido ao prazer – e ao mesmo 
tempo, aprende a seguir os caminhos mais difíceis, subordinando-se às regras e, por conseguinte 
renunciando ao que ela quer, uma vez que a sujeição a regras e a renúncia a ação impulsiva constitui 
o caminho para o prazer do brinquedo. (VYGOTSKY, 1998, p. 130) 
 
Entendemos que isso significa que a criança, ao enxergar e tocar o 
brinquedo, cria imaginações sobre ele. Na brincadeira a criança preenche suas 
necessidades através daquilo que já conhece e a partir daí experimenta o 
desconhecido, ou seja, ela descobre imagens diferentes, de acordo com o avanço do 
conhecimento incutido na brincadeira. Dessa forma o professor oferece à criança a 
oportunidade do gosto pelo saber. A necessidade que a criança tem pelo brincar, se 
dá pelas observações do cotidiano, a qual está inserida. 
Por exemplo, quando a criança imita o mundo real através dos seus 
brinquedos, em uma brincadeira ela se coloca como o professor e seus brinquedos 
como os seus alunos. Além disso, o referido autor acrescenta que a brincadeira ajuda 
a criança a desenvolver habilidades, como falar e ler em uma língua estrangeira, pois 
ela começa assimilando através do mais fácil, por exemplo, na primeira atividade, 
quando assiste ao filme O menino urubu, a criança reconhece o urubu de forma 
simbólica, que é um elemento da realidade cultural da cidade de Belém. Na segunda 
atividade sobre o filme, a criança reage cognitivamente e positivamente às cenas 
relativas aos processos sociais que envolvem o menino urubu, tornando proativo na 
superação das dificuldades que lhe são impostas pela sociedade. Por conseguinte, o 
professor ensina o vocabulário dos símbolos na língua alemã, através de materiais 
pedagógicos, o que estimula a curiosidade da criança para aprender outros 
componentes do filme no novo idioma. Nesse aspecto, o professor deve considerar 
todo o conhecimento prévio da criança para que nela flua novos conceitos e ideias. 
Vygotsky conclui que “o brinquedo surge dessas necessidades não 
realizáveis de imediato” (1998), ou seja, aquilo que a criança ainda não sabe, mas 
ainda vai aprender em uma língua estrangeira, pois aprender uma língua estrangeira 
é adentrar em um mundo desconhecido. “Eles são construídos quando a criança 
começa a experimentar tendências não realizáveis: para resolver a tensão gerada 
pela não realização de seu desejo, a criança envolve-se em um mundo ilusório e 
imaginário onde seus anseios podem ser realizados no momento em que quiser. Esse 
mundo é o brincar.” (Idem, 1998) Por exemplo, no ensino das cores em alemão para 
uma criança, para romper o contraste entre o que se quer ensinar e como adentrar no 
mundo da criança, utiliza-se aspectos culturais da realidade delas, como objetos 
simbólicos indígenas, por exemplo: cuia, cocar, arco e flecha, farinha de tapioca, etc., 
fazendo uma inter-relação com as cores no idioma alemão. Em seguida, como 
processo de fixação são desenvolvidas atividades de colagem e pintura, quebrando a 
barreira do desconhecido. Então entra em cena a imaginação, a qual é um processo 
psicológico cognitivo na criança. Vygotsky (1998) ressalta que “a imaginação surge 
originalmente da ação”. Podemos entender que ao apresentar uma LE para a criança, 
através da aplicação do recurso pedagógico lúdico utiliza-se uma ação, provocando a 
assimilação e a aprendizagem da LE na criança. 
Para Vygotsky (1988), “o aprendizado e desenvolvimento estão inter-
relacionados desde o primeiro dia de vida.” Assim, é fácil concluir que o aprendizado 
da criança começa muito antes da mesmafrequentar a escola. Todas as situações de 
aprendizado que são interpretadas pelas crianças na escola já têm uma história 
prévia, isto é, a criança já se deparou com algo relacionado do qual pode tirar 
experiências. 
A aprendizagem é o processo pelo qual o indivíduo adquire 
informações, habilidades, atitudes, valores, etc. a partir de seu contato com a 
realidade, o meio ambiente, as outras pessoas. É um processo que se diferencia dos 
fatores inatos (a capacidade de digestão, por exemplo, que já nasce com o indivíduo) 
e dos processos de maturação do organismo, independentes da informação do 
ambiente (a maturação sexual, por exemplo). Em Vygotsky, justamente por sua 
ênfase nos processos sócio-históricos, a ideia de aprendizado inclui a 
interdependência dos indivíduos envolvidos no processo. [...] o conceito em Vygotsky 
tem um significado mais abrangente, sempre envolvendo interação social. (OLIVEIRA, 
1995, p. 57). 
Diante da interpretação de Oliveira (1995), constata-se que ao ensinar 
uma LE, no caso o alemão, com o objetivo de adentrar no mundo da criança, com o 
propósito de desenvolver o ensino da língua, ao mesmo tempo insere-se os aspectos 
inerentes dessa língua, como comportamentos, valores, costumes, etc. Vygotsky 
afirma que o aprendizado é um aspecto necessário para o desenvolvimento das 
funções psicológicas, as quais são organizadas pela cultura e, assim, caracterizam-
se como especificamente humanas. Há o percurso natural do desenvolvimento 
definido pela maturação humana, mas é o aprendizado junto ao contato do indivíduo 
com um ambiente cultural que possibilita a realização dos processos psicológicos 
internos. Ou seja, o desenvolvimento intelectual da criança está extremamente ligado 
à sua relação com o ambiente sociocultural. 
 
Na infância construímos os alicerces do nosso ser, de forma inconsciente, através 
do convívio e das experiências do dia-a-dia. O contato e a construção de relacionamentos com 
pessoas estrangeiras na infância eliminam o conceito de estrangeirismo de forma natural. A 
convivência multicultural na infância proporciona a construção de uma identidade própria, 
enriquecida por comportamentos, valores e habilidades diferentes, que eliminam 
fronteiras. (KANOMATA apud SCHÜTZ 2003, p. 01) 
 
Kanomata ressalta que quando dar-se a oportunidade à criança de ter 
contato com pessoas estrangeiras, quebra-se a barreira do estrangeirismo, por 
exemplo se a criança tiver contato com pessoas nativas, o desenvolvimento do 
aprendizado da língua se torna mais rápido e eficaz, pois ela aprende a língua alemã 
como segunda língua e as ocorrências das situações no seu dia-a-dia são propícias 
ao seu aprendizado. Como exemplo, pode-se citar o projeto Aprendendo alemão na 
Amazônia: interculturalidade e consciência ambiental, a cada período recebe a visita 
de um colaborador nativo da língua alemã e traz consigo vários métodos de ensino do 
alemão e aplica-se na sala de aula, contribuindo assim para uma troca de 
experiências, convívios e consequentemente, resulta na interação intercultural, 
transmitindo assim, valores como cidadania, respeito e etc. 
 
 
 
 
METODOLOGIA 
 
Durante o projeto as crianças tiveram a oportunidade de participar de diferentes 
situações de aprendizagens, num processo ativo de construção de significados, 
podendo expressar-se por meio do desenho livre, da fala, do movimento, da 
linguagem corporal, da gestual, do musical, do jogo e do próprio brincar, 
experimentando diversas vivencias e sensações e aos poucos irão apropriando-se da 
cultura, por meio de situações significativas, tais como: 
 
• Roda de conversa com os pais informando sobre o projeto a fim de que 
participem do trabalho junto com a criança; 
 
• Rodas de conversas diárias para incentivo à oralidade e socialização de 
informações. 
 
• Diálogo com as crianças descobrindo seus jogos e brincadeiras preferidas. 
 
• Construção de gráficos contendo as brincadeiras e jogos preferidos tanto para 
as crianças, quanto de seus pais. 
 
• Diálogo com os pais das crianças resgatando as brincadeiras que eles mais 
gostavam de brincar quando crianças. 
 
• Oficina de confecção de brinquedos com sucatas. 
 
• O registro das atividades será feito sob a forma de: desenhos, painéis, fotos, 
portfólio de atividades das crianças. 
 
CRONOGRAMA 
 
Cronograma de execução das atividades do Projeto de Ensino 2024 
 
 
RECURSOS 
 
- Humanos: Professores, alunos e pais. 
 
- Materiais: CDs, DVD, com músicas infantis, livros de historinhas 
 
- micro system, computador, data show, balões, 
 
- pneus, baldes, limões, esponjas, garrafas PET, cadeirinhas, microfone, 
 
- Materiais didáticos diversos livros, apostilas, recursos visuais . 
 
- Tecnologias assistidas tablets, softwares adaptativos. 
AVALIAÇÃO 
 
O brincar é de suma importância no desenvolvimento infantil por este motivo é 
importante desenvolver um projeto focado em jogos e brincadeiras. Em todas as aulas 
as crianças devem ser convidadas a sentarem-se na roda de conversa, onde se 
discute sobre os mais variados assuntos (final de semana, meu brinquedo favorito, 
minha família, os combinados, a chamada entre outros); em sequência apresentar-se 
à proposta, falando sobre o projeto e atividade a ser trabalhada no dia vigente. 
 
Todos devem saber o tema do projeto e o que este significa, todos devem ter 
acesso aos diversos tipos de jogos e brincadeiras, tanto livres como de regras simples, 
promovendo assim o desenvolvimento individual de cada criança. 
 
 
 
É importante ressaltar que a avaliação mediadora consiste em uma via 
de mão dupla, uma vez que “[...] educadores e educandos são vistos 
como parceiros na elaboração e sistematização do conhecimento, 
 não havendo espaços para rivalidades e arbítrios, mas 
 para o respeito e empatia” (ASSIS, 2003, p. 158-159)
CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
A relação do lúdico em sala de aula demonstrou que este elemento é 
fundamental no processo ensino-aprendizagem, para o desenvolvimento cognitivo de 
crianças porque é capaz de ajudar muito na aquisição da escrita e da oralidade, 
levando descontração e entretenimento à sala de aula, provocando o pensar aos 
sujeitos de aprendizagem. Mediante isso, acredito que o lúdico enquanto função 
educativa propicia a aprendizagem e a compreensão do mundo ao educando. 
 
Concluindo que o lúdico é uma excelente oportunidade de mediação entre o 
aprendizado e o saber. É necessário habilitar educadores para que este recurso 
pedagógico tão necessário à formação e aprendizagem do educando possa ser 
inserido nas escolas como aspecto indispensável no tríplice relacionamento 
educando-aprendizagem-educador. 
REFERÊNCIAS 
 
SANTOS, J. S. Questão social: particularidades no Brasil. São Paulo: 
Cortez, 2012. 
SANTOS, Santa Marli Pires. A ludicidade como ciência. Petrópolis: Vozes, 
2001. 
PIAGET, J. A construção do real na criança. São Paulo: Editora Ática, 2003. 
PIAGET, J. A formação do símbolo na criança, imitação, jogo, sonho, 
imagem e representação de jogo. São Paulo: Zanhar, 1971. 
PIAGET, J. O nascimento da inteligência na criança. 4 ed. Rio de Janeiro: 
LTC, 1987. 
ASSIS VIEIRA, Lúcia Maria de. A avaliação discente sob múltiplos olhares: 
algumas reflexões teóricas. Revista AVALIAÇÃO/Rede de Avaliação 
Institucional da Educação Superior – RAIES – v.8, n. 1 mar. 2003. 
Campinas/SP, p. 143-163.

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