Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>.,</p><p>------- INDICE</p><p>Fundamentos do Osciloscópio 03</p><p>1. Alarme Temporizado 16</p><p>2. Conversor Binário Hexadecimal 17</p><p>3. Lâmpada Noturna 18</p><p>4. Fonte de 12V 18</p><p>5. Dois Jogos de Habilidade 19</p><p>6. Bancada e Central de Solda com Segurança 20</p><p>7. Fonte Ajustável de O a 13V com 10 A 20</p><p>8. Luz de Emergência com Fluorescente 22</p><p>9. Violino Eletrônico 22</p><p>10. Contador Binário e D·ecimal 24</p><p>11. Seqüencial de Lasers 25</p><p>12. Alarme com Laser 25</p><p>13. Chave Codificada com Indicação Visual da</p><p>Seqüência 26</p><p>14. Controle de Movimento Para Motores DC 28</p><p>15. Controle Automático de Iluminação 28</p><p>16. Contador Up-Down em Binário Decimal 30</p><p>17. Luz de Emergência com No-Break 31</p><p>18. Transmissor de Som 31</p><p>19. Testador Identificador de Zener 32</p><p>20. Controle Automático de Iluminação DC 32</p><p>21.Aviso de Ferro Ligado 34</p><p>22. Chave Sônica Temporizada ; 34</p><p>23. Teste de Baterias 36</p><p>24. Filtro de Ruídos para Toca-Discos 37</p><p>25. Rádio Portátil como Amplificador de Prova 37</p><p>26. Amplificador de 120WRMS 38</p><p>27. Sistema MP3 Surround para Computador 39</p><p>28. Transmissor de FM Estéreo de 25 W</p><p>Freqüência Fixa .40</p><p>29. Transmissor para TV Comunitária ,.. .41</p><p>30. Chave Seqüencial com Senha de 4 Dígitos .42</p><p>31. Bingo Eletrônico .42</p><p>32. Teste de Fuga de Microondas para Fornos .43</p><p>-(.""",-"</p><p>33. Eletrificador para Cerca de 40 Km .44</p><p>34. PulsadorTemporizado .44</p><p>35. Vibrador ....................................•................................. 45</p><p>36. Bancada para Práticas de Service .46</p><p>Consumo Racional de Energia .48</p><p>Práticas de Service 66</p><p>Envie seu Projeto para a Próxima Edição 72</p><p>N° 2 - SETEMBRO - 2001</p><p>Editora Saber Ltda.</p><p>Diretores</p><p>Hélio Fittipaldi</p><p>Thereza Mozzato Ciampi Fittipaldi</p><p>Revista Eletrônica Total ­</p><p>Fora de Série</p><p>Diretor Responsável</p><p>Hélio Fittipaldi</p><p>Diretor Técnico</p><p>Newton C. Braga</p><p>Editor</p><p>Hélio Fittipaldi</p><p>Conselho Editorial</p><p>Alexandre Capelli</p><p>João Antonio Zuffo</p><p>Newton C. Braga</p><p>Publicidade</p><p>Eduardo Anion - Gerente</p><p>Daniela Marques Silva</p><p>Ricardo Nunes Souza</p><p>Impressão</p><p>Cunha Facchini</p><p>Distribuição</p><p>Brasil: DINAP</p><p>Portugal: Electroliber</p><p>ELETRÔNICA TOTAL­</p><p>FORA DE SÉRIE</p><p>(ISSN - 1519 - 1273) é uma publica­</p><p>ção semestral da Editora Saber Ltda.</p><p>Redação, administração, publicida­</p><p>de, assinatura e correspondência:</p><p>E-mail: rse1@edsaber.com.br -</p><p>R. Jacinto José de Araújo, 315 ­</p><p>CEP.: 03087-020 - São Paulo - SP ­</p><p>Brasil - Te!. (11) 296-5333 / 6192­</p><p>4700. Matriculada de acordo com a</p><p>Lei de Imprensa sob nO 4764. livro</p><p>A, no 5° Registro de Títulos e Docu­</p><p>mentos - SP.</p><p>Números atrasados: pedidos à Cai­</p><p>xa Postal 10046 - CEPo 02199 - São</p><p>Paulo - SP, ao preço da última edi­</p><p>ção em banca mais despesas postais.</p><p>Te!. (11) 296-5333 / 6192-4700.</p><p>Empresa proprietária dos direitos de</p><p>reprodução:</p><p>EDITORA SABER LTDA.</p><p>Associado da ANER - Associação</p><p>Nacional dos Editores de Revistas e</p><p>da ANATEC - Associação Nacional</p><p>das Editoras de Publicações Técni­</p><p>cas, Dirigidas e Especializadas.</p><p>ANER</p><p>www.anatec.org.br</p><p>www.sabereletronica.com.br</p><p>e-mail -rsel@edsaber.com.br</p><p>EDITORIAL</p><p>A Revista Eletrônica</p><p>Total está sendo repen­</p><p>sada e além desta "Fora</p><p>de Série" deveremos</p><p>editar outra para a área</p><p>de manutenção, onde</p><p>apresentaremos um re­</p><p>trato das soluções en­</p><p>contradas pelos técni­</p><p>cos (nossos leitores) que</p><p>desvendam os problemas</p><p>ocorridos nos computadores, impressoras, máqui-</p><p>nas em geral, aparelhos de som, televisores, te­</p><p>lefones sem fio, etc ...</p><p>Envie sua sugestão e/ou artigos para publicar­</p><p>mos e fique sabendo de tudo que faremos atra­</p><p>vés do nosso site: www.sabereletronica.com.br.</p><p>Ah! Não esqueça de participar da votação dos</p><p>dois melhores projetos e reparação, conforme</p><p>pesquisa no final desta edição.</p><p>Os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores. É vedada a reprodução total ou parcial</p><p>dos textos e ilustrações desta Revista, bem como a industrialização e/ou comercialização dos aparelhos ou idéias</p><p>oriundas dos textos mencionados, sob pena de sanções legais. As consultas técnicas referentes aos artigos da</p><p>Revista deverão ser feitas exclusivamente por cartas (AlC do Departamento Técnico). São tomados todos os</p><p>cuidados razoáveis na preparação do conteúdo desta Revista, mas não assumimos a responsabilidade legal por</p><p>eventuais erros, principalmente nas montagens, pois tratam-se de projetos experimentais. Tampouco assumimos a</p><p>responsabilidade por danos resultantes de imperícia do montado r. Caso haja enganos em texto ou desenho, será</p><p>publicada errata na primeira oportunidade. Preços e dados publicados em anúncios são por nós aceitos de boa fé,</p><p>como corretos na data do fechamento da edição. Não assumimos a responsabilidade por alterações nos preços e na</p><p>disponibilidade dos produtos ocorridas após o fechamento.</p><p>o osciloscópio é um dos instrumentos que não podem faltar na</p><p>bancada de todo profissional de servíce (reparação, manutenção e</p><p>instalação de equipamentos eletrônicos de consumo). Seus recur­</p><p>sos permitem que diagnósticos de problemas e avaliações de situa­</p><p>ções sejam feitas com facilidade, levando o técnico a ganhar tempo</p><p>e com isso dinheiro. Nesta edição especial da Eletrônica Total em</p><p>que reunimos sempre uma boa quantidade de casos de servíce,</p><p>daremos, neste artigo, algumas indicações muito importantes para</p><p>os profissionais que pretendem trabalhar com este instrumento e</p><p>desejam conhecer alguns fundamentos de seu uso.</p><p>visualizados fenômenos transitórios e</p><p>formas de onda. Com ele podemos ve­</p><p>rificar as formas de onda dos sinais de</p><p>circuitos eletrônicos em geral, confor­</p><p>me ilustra a figura 1.</p><p>Fig. 1 - Visualizando um sinal senoidal</p><p>na tela de um osciloscópio.</p><p>Analisando os casos de servíceque</p><p>publicamos mês a mês em nossas edi­</p><p>ções percebemos que são poucos os</p><p>profissionais que fazem uso do</p><p>osciloscópio no seu trabalho. No entan­</p><p>to, também observamos que, quando</p><p>o profissional faz uso desse instrumen­</p><p>to, o problema de um equipamento é</p><p>encontrado com muito mais facilidade.</p><p>A utilidade do osciloscópio no diag­</p><p>nóstico de defeitos, no ajuste de equi­</p><p>pamentos e mesmo na sua instalação,</p><p>é patente. Nenhum profissional avan­</p><p>çado de eletrônica pode deixar de con­</p><p>tar com este instrumento e também</p><p>deve saber como usá-Io, pelo menos</p><p>com seus recursos mínimos.</p><p>Na verdade, hoje em dia, o inves­</p><p>timento num bom osciloscópio (que</p><p>pode ser encontrado no mercado</p><p>especializado com certa facilidade) é</p><p>a garantia de um retorno financeiro rá­</p><p>pido pelo tempo que se ganha e com a</p><p>ampliação dos recursos de trabalho ine-</p><p>rentes. Mas, se a maioria dos técnicos</p><p>sabe da importância do osciloscópio, o</p><p>problema maior de muitos é conhecer</p><p>os fundamentos desse instrumento a</p><p>ponto de discernir três pontos básicos:</p><p>a) como funciona</p><p>b) como usar</p><p>c) que tipo comprar.</p><p>Resolvemos, portanto, fazer nesta</p><p>edição uma espécie de "tutorial" sobre</p><p>o osciloscópio, que acreditamos tam­</p><p>bém ser muito importante para profis­</p><p>sionais (e futuros profissionais) não só</p><p>da área de servíce como também de</p><p>informática (hardware), eletrônica</p><p>embarcada (eletrônica de automóveis),</p><p>telefonia e redes.</p><p>a) COMO FUNCIONA</p><p>Um osciloscópio comum nada mais</p><p>é do que um instrumento que possui uma</p><p>tela (dísplay) a partir da qual podem ser</p><p>o osciloscópio típico emprega um</p><p>tubo de raios catódicos (TRC) e é um</p><p>equipamento de uso independente, ali­</p><p>mentado normalmente pela rede de</p><p>energia. No entanto, também é possí­</p><p>vel obter osciloscópios na forma virtu­</p><p>al, graças à difusão do uso do compu­</p><p>tador (PC).</p><p>O osciloscópio virtual é o mesmo</p><p>equipamento, mas que usa o compu­</p><p>tador para projetar na tela do monitor a</p><p>forma de onda do sinal que está sendo</p><p>observado. Assim, um osciloscópio vir­</p><p>tual, conforme mostra a figura 2, con­</p><p>siste em um dispositivo que é ligado a</p><p>uma das portas do PC e que faz a cap­</p><p>tura do sinal a ser analisado da mes­</p><p>ma maneira que um osciloscópio co­</p><p>mum, e após sua digitalização, permi­</p><p>te que sua forma de onda seja obser­</p><p>vada no monitor.</p><p>A digitalização leva à possibilidade</p><p>de se agregar alguns recursos impor­</p><p>tantes aos sinais que são observados</p><p>como, por exemplo:</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº</p><p>vemos o modo como o</p><p>interruptor que fica acoplado aos pó­</p><p>los da tomada TM1 deve ser colocado.</p><p>O interruptor de lâmina (de construção</p><p>caseira) é mostrado na figura sendo</p><p>acionado pela introdução do plugue na</p><p>tomada.</p><p>Na rede de 110 V o resistor R1 deve</p><p>ser reduzido para 100 kQ. Esse com­</p><p>ponente também é responsável pela</p><p>velocidade das piscadas.</p><p>11. Chave Sônica Temporizada</p><p>Roberto Ednei Barbara</p><p>Londrina - PR</p><p>Este circuito liga uma carga com o</p><p>bater de palmas ou outros ruídos, e</p><p>desliga automaticamente depois de</p><p>uma hora, com a visualização do tem­</p><p>po por meio de displays. O microfone</p><p>recebe o som e o converte num sinal</p><p>elétrico que é amplificado pelo CA3140.</p><p>O sinal amplificado é levado ao CI 555,</p><p>que funciona como monostável. O 555</p><p>gatilha um TIC106 que alimenta o relé</p><p>e o pino (4) do C1556.A metade do CI</p><p>556 está configurada como astável.</p><p>Este circuito faz a contagem de um</p><p>minuto enviando um pulso positivo para</p><p>o contador 4518. Os Cls 4511 fazem a</p><p>decodificação dos pulsos em unidades</p><p>e dezenas. Quando a contagem che­</p><p>gar a 6 na dezena, os Cls 4001 e 4011</p><p>fazem o resetda contagem e do TIC106</p><p>cortando assim sua alimentação. A sa­</p><p>ída pode alimentar circuitos de CC ou</p><p>CA. O trimpot de 10 k (pino 2 do</p><p>CA3140) controla a sensibilidade do</p><p>circuito. O trimpot de 100 k (pino 1 do</p><p>556) deve ser ajustado com um cronô­</p><p>metro para que o astável produza um</p><p>pulso por minuto.</p><p>34 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 12001</p><p>m r m -I ::D Q</p><p>. Z O » Ó );</p><p>! r " Q ::D » O m (f</p><p>) m</p><p>, ~ m i5 I\) -- I\) o ~ c.</p><p>v</p><p>c.</p><p>n</p><p>10</p><p>kO</p><p>I</p><p>.~</p><p>10</p><p>0k</p><p>O</p><p>I-</p><p>--</p><p>-L</p><p>B</p><p>C</p><p>55</p><p>8h</p><p>10</p><p>kn</p><p>I</p><p>.[</p><p>5J</p><p>33</p><p>kO</p><p>U</p><p>-n</p><p>-</p><p>C</p><p>»</p><p>L</p><p>...</p><p>.J</p><p>--</p><p>16</p><p>2</p><p>10</p><p>kO</p><p>[</p><p>t]</p><p>47</p><p>kO</p><p>]</p><p>47</p><p>0k</p><p>O</p><p>8</p><p>4</p><p>6'</p><p>8k</p><p>or</p><p>L</p><p>9~</p><p>15</p><p>1,</p><p>5M</p><p>O</p><p>l</p><p>...</p><p>r-</p><p>l..</p><p>..-</p><p>7</p><p>A</p><p>L</p><p>T</p><p>IC</p><p>10</p><p>6</p><p>1</p><p>[.</p><p>L</p><p>,</p><p>•</p><p>1</p><p>~</p><p>I-</p><p>--</p><p>--</p><p>deixado ligado diretamen­</p><p>te na rede de energia sem a necessi­</p><p>dade de chave liga/desliga.</p><p>+</p><p>EOV</p><p>110 V</p><p>220 V</p><p>\ T1</p><p>12 + 12 V</p><p>SA</p><p>7 nJSW</p><p>Caixa1</p><p>dianteira</p><p>esquerda Caixa3</p><p>traseira .-</p><p>esquerda</p><p>.l!:;O</p><p>220 ~F/63 V</p><p>~ 133nJSW</p><p>[H]</p><p>~oonFyn</p><p>2</p><p>10</p><p>91 11</p><p>3300 ~F</p><p>2SV</p><p>100 nF</p><p>CI</p><p>TDA2005</p><p>7</p><p>2,2~I ,</p><p>--------------- I</p><p>------- . Caixa2 I</p><p>I c"""'. ~ C~,"4 I</p><p>I Ir"'"1 11 Cw></p><p>TEMPORIZADO</p><p>José Luiz de Mello</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>Este circuito foi desenvolvido para</p><p>ser usado como aviso de entrada e</p><p>saída de veículos em garagens de re­</p><p>sidências e edifícios.</p><p>O aviso é tanto luminoso como vi­</p><p>sual graças ao emprego do transdutor</p><p>Sonalarme Oigilectron modelo 3/30</p><p>V.1.C. O circuito tem a vantagem de</p><p>desligar-se automaticamente depois do</p><p>acionamento pela chave manual S3ou</p><p>remoto. Ele pode ser ajustado para dar</p><p>tempos de 0,6 segundos até 30 minu­</p><p>tos e 26 segundos. A regulagem é feita</p><p>no trimpot ou potenciômetro de 4,7 M</p><p>(R,). O circuito integrado 555 juntamen­</p><p>te com os componentes associados</p><p>formam o pisca-pisca.</p><p>O reed-relay é elaborado com uma</p><p>bobina de 12 V sobre uma ampola de</p><p>dois contatos.</p><p>44 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>Reed</p><p>relay</p><p>Jack mono</p><p>circuito fechado</p><p>start remoto</p><p>DS</p><p>1N4148</p><p>04</p><p>1N4148</p><p>j" - - -....- -; - --.</p><p>L - - - __ - - _I Bobina</p><p>de 12 Voe</p><p>R?</p><p>1kn R8</p><p>180 kn</p><p>8</p><p>C4</p><p>100 nF</p><p>R5</p><p>2,2kn</p><p>TR4</p><p>BC33?</p><p>RS •</p><p>100 n</p><p>C5</p><p>220/25 V</p><p>Cs</p><p>1000/25 V</p><p>Standby</p><p>LEO</p><p>02 (VM)</p><p>1N400?</p><p>Timer</p><p>OS segundos</p><p>Timer '"",</p><p>adjust ----..:....;. ,</p><p>Timer +</p><p>30 minutos</p><p>2S segundos</p><p>~</p><p>Trafo</p><p>12 + 12 V</p><p>0,5/0,S A</p><p>o</p><p>AC</p><p>115/230 V</p><p>35. VI8RADOR</p><p>Fernando E. Meio Monteiro</p><p>Santarém - PA</p><p>Na verdade, o circuito era chama­</p><p>do assim, lá pelos anos 30, para de­</p><p>signar a única maneira de converter CC</p><p>em CA naquela época.</p><p>Utilizei um relé RU 101006 - 6 A x</p><p>250 V CA - 8CHRACK e um transfor­</p><p>mador 9+ 9 V x 50 mA de secundário e</p><p>110 x 220 V de primário além, é claro,</p><p>de um conjunto de pilhas grandes,. O</p><p>resultado é um gerador de alta tensão</p><p>de +/- 600 V.</p><p>Ao ligar 81 a lâmina (contato móvel</p><p>do relé) vibra, então, faz com que haja</p><p>corrente alternada na parte inferior e</p><p>superior do secundário do transforma­</p><p>dor, que no caso é usado invertido. Isto</p><p>induz no primário uma tensão de for-</p><p>ma que de acordo com a carga pode­</p><p>remos ter até 600 V CA. Para os leito­</p><p>res que queiram dar choque em al-</p><p>NA</p><p>NF</p><p>Relé</p><p>Ru101006</p><p>guém, eis um circuito simples e efici­</p><p>ente. Eu uso para manter os curiosos</p><p>afastados da minha mesa de trabalho.</p><p>E220 V</p><p>110V</p><p>o</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 /2001 45</p><p>36. BANCADA PARA PRÁTICAS DE</p><p>SERVICE</p><p>José Vieira Neto</p><p>Igarassu - PE</p><p>Este circuito fornece recursos bási­</p><p>cos para o diagnóstico e reparação de</p><p>equipamentos eletrônicos, levando em</p><p>conta a necessidade de se ter um local</p><p>apropriado e recursos para se traba­</p><p>lhar com os equipamentos com proble­</p><p>mas.</p><p>Ele possui diversos tipos de toma­</p><p>das, conforme a origem dos aparelhos,</p><p>um voltímetro até 250 V, lâmpadas de</p><p>série com pontas de prova e fonte De</p><p>dispondo de uma saída de 12 V até 2</p><p>A. Na bancada contamos ainda com</p><p>dois alto-falantes de testes, fusível e</p><p>disjuntor para a proteção em caso de</p><p>eventuais curtos.</p><p>Quando o circuito é energizado,</p><p>acendem-se as lâmpadas indicadoras</p><p>de tensão e o voltímetro passa a indi­</p><p>car a tensão da rede. A escolha da po­</p><p>tência das lâmpadas de série é feita em</p><p>83, 84 seleciona a tensão de entrada</p><p>de Tl' enquanto que 85 conecta T1 à</p><p>rede de energia quando então o LED</p><p>acende. Na figura, temos tanto o cir­</p><p>cuito da bancada como o aspecto final</p><p>sugerido pelo autor do projeto.</p><p>1--------</p><p>: Falmantes- 2,5" - 4/8 n i</p><p>I - - I</p><p>I + I</p><p>I J3 J4 I</p><p>I RCA RCAI</p><p>I E-Canais-D I</p><p>1 ...1</p><p>Universal Polarizada Européia Americana</p><p>Tomadas tripolar 250 V - 15 A tomadas 250 V - 10 A</p><p>TM8</p><p>retangular</p><p>universal</p><p>V</p><p>Voltfmetro "-...../</p><p>(direto) 0-250 V 82</p><p>C1 R3</p><p>270 nF/400 V 180 knt1/4 W</p><p>Indicadores</p><p>de tensões</p><p>01 N&1 NE-2 R1</p><p>1N4007 NE-2 H NE-2 H 100 kO</p><p>(110 V) (220 V) 1/4 W</p><p>L2</p><p>100W</p><p>~~</p><p>Pontas</p><p>de prova</p><p>85 OV</p><p>46 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>MANUTENÇÃO EM EQUIPAMENTOS HOSPITALARES</p><p>o OBJETIVO deste curso é preparar técnicos para reparar equipamentos da área hospitalar, que utilizem</p><p>princípios da Eletrônica e Informática, como ELETROCARDIÓGRAFO, ELETROENCEFALÓGRAFO, APA­</p><p>RELHOS DE RAIO-X, ULTRA-SOM, MARCA-PASSO etc.</p><p>Curso composto por 5 fitas de vídeo</p><p>(duração de 90 minutos cada) e 5</p><p>apostilas, de autoria e responsabilidade</p><p>do prol. Sergio R. Antunes.</p><p>Programa:</p><p>Aplicações da eletr.analógica/digital nos equipamentos médicos/hospitalares</p><p>Instrumentação baseados na Bioeletricidade (EEG,ECG,ETc.)</p><p>Instrumentação para estudo do comportamento humano</p><p>Dispositivos de segurança médicos/hospitalares</p><p>Aparelhagem Eletrônica para hemodiálise</p><p>Instrumentação de laboratório de análises</p><p>Amplificadores e processadores de sinais</p><p>Instrumentação eletrônica cirúrgica</p><p>Instalações elétricas hospitalares</p><p>Radiotelemetria e biotelemetria</p><p>Monitores e câmeras especiais</p><p>Sensores e transdutores</p><p>Medicina nuclear</p><p>Ultra-sonografia</p><p>Eletrodos</p><p>Raio-X</p><p>Válidoaté 10/10/2001</p><p>PREÇO: R$ 297,00 (com 5% de desc. à vista + R$ 5,00 despesas de envio) ou 3 parcelas, 1 + 2 de R$ 99,00 (neste caso</p><p>o curso também será enviado em 3 etapas + R$ 15,00 de desp. de envio, por encomenda normal ECT.) - PEDIDOS: Utilize</p><p>a solicitação de compra da última página, ou DISQUE e COMPRE pelo telefone: (11) 6942-8055</p><p>SABER MARKETING DIRETO LTDA.</p><p>RECEPTOR.</p><p>Preço:</p><p>RR3 (2,5 mA) ....•......••......... R$ 45,90 - 2 pçs</p><p>RR5LC (0,8 a 1,2 mA) R$ 55,80 - 2 pçs</p><p>Através de uma senha, você</p><p>programa diversas funções, como:</p><p>- BLOQUEIO/DESBLOQUEIO de 1</p><p>a 3 dígitos</p><p>- BLOQUEIO de chamadas a</p><p>cobrar</p><p>- TEMPORIZA de 1 a 99 minutos</p><p>as chamadas originadas</p><p>- E muito mais ...</p><p>GANHE DINHEIRO</p><p>INSTALANDO</p><p>BLOQUEADORES</p><p>INTELIGENTES DE TELEFONE</p><p>APENAS</p><p>R$ 48,30</p><p>Ca ra cte rí sti cas:</p><p>Operação sem chave</p><p>Programável pelo próprio telefone</p><p>Programação de fábrica: bloqueio</p><p>dos prefixos 900, 135, DDD e DDI</p><p>Fácil de instalar</p><p>Dimensões:</p><p>43 x 63 x 26 mm</p><p>Garantia de um ano,</p><p>contra defeitos de</p><p>fabricação.</p><p>Obs: Maiores detalhes, leiam</p><p>artigo nas revistas Saber</p><p>Eletrônica nº 313 e 314</p><p>MÓDULOS HíBRIDOS</p><p>(Telecontroll i)</p><p>CARACTERíSTICAS:</p><p>* Frequência de 315 e 418 MHz</p><p>* Ajuste de frequência a LASER</p><p>* Montagem em SMD</p><p>* Placa de cerâmica</p><p>Utilidades:</p><p>•••• controle remoto</p><p>sistemas de segurança</p><p>alarme de veículos</p><p>etc.</p><p>Pedidos: Disque e Compre (11) 6942-8055</p><p>Saber Marketing Direto Ltda.</p><p>Pedidos: Disque e Compre</p><p>!1I) 6942-8055</p><p>Saber Marketing Direto Ltda.</p><p>CONSUMO</p><p>RACIONAL DE</p><p>ENERGIA</p><p>CÁLCULO DE</p><p>CONSUMO -- CIRCUITOS</p><p>PARA ECONOMIZAR ENERGIA­</p><p>ENERGIA ALTERNATIVA</p><p>o custo cada vez mais elevado da</p><p>energia elétrica somado ao problema</p><p>do seu racionamento traz para o usuá­</p><p>rio a preocupação de saber quanto vai</p><p>pagar no fim do mês e, mais do que</p><p>isso, como reduzir esse consumo para</p><p>não ser punido pelas novas regras im­</p><p>postas para quem desperdiçar energia.</p><p>O mais preocupante, na maioria dos ca­</p><p>sos, entretanto, não é somente o valor</p><p>da conta, mas sim saber se o consumo</p><p>marcado nela está correto, e se não</p><p>existem falhas nas leituras ou nos cál­</p><p>culos, ou se a instalação tem algum</p><p>problema ou algum eletrodoméstico</p><p>que esteja desperdiçando energia.</p><p>Como calcular o consumo de energia,</p><p>como agregar recursos eletrônicos em</p><p>sua casa para ajudar a economizar</p><p>energia, ou ainda como substituir a</p><p>energia elétrica convencional por fon­</p><p>tes alternativas de energia é o que ve­</p><p>remos neste especial.</p><p>1) MEDINDO O CONSUMO</p><p>As novas regras que regem o ra­</p><p>cionamento da energia e seu uso de</p><p>forma racional levam à necessidade de</p><p>se saber calcular o consumo de ener­</p><p>gia de qualquer estabelecimento, seja</p><p>ele uma residência ou uma pequena</p><p>indústria, de forma precisa.</p><p>Além da preocupação em se prever</p><p>o consumo de energia no final do mês,</p><p>é importante para o consumidor saber</p><p>quanto vai pagar de energia a mais</p><p>quando comprar algum equipamento</p><p>para seu uso e, eventualmente, até</p><p>escolher um modelo ou marca que seja</p><p>mais econômico.</p><p>Geladeiras, aquecedores de ambi­</p><p>entes e condicionadores de ar constu­</p><p>mam trazer marcados de maneira bem</p><p>visível (por exigência da legislação) os</p><p>seus consumos.</p><p>No entanto, para o comprador, o</p><p>valor em quilowatts-hora marcado em</p><p>tais aparelhos não diz muito, pois o que</p><p>realmente lhe interessa é quanto a mais</p><p>vai pagar no final do mês. Assim, ao</p><p>comparar duas geladeiras, o máximo</p><p>que o leitor pode saber é se uma é mais</p><p>"gastona" do que a</p><p>outra, mas pratica­</p><p>mente nada em termos de valores em</p><p>dinheiro. Como calcular o consumo de</p><p>energia em nossos dias e como ler o</p><p>"relógio" de energia são assuntos de in­</p><p>teresse geral que os leitores, principal­</p><p>mente os que estão ligados à eletrici­</p><p>dade, devem saber tratar.</p><p>De onde vem a energia:</p><p>Não se pode criar energia. Assim,</p><p>o que um motor consegue em termos</p><p>de energia mecânica, uma lâmpada em</p><p>termos de energia luminosa ou um</p><p>aquecedor em termos de calor, são re­</p><p>sultado da energia elétrica que eles</p><p>consomem.</p><p>A especificação da quantidade de</p><p>energia que um aparelho consome é</p><p>dada de uma forma indireta pela sua</p><p>potência. A potência é a quantidade de</p><p>energia consumida em cada segundo,</p><p>e é medida em watts.</p><p>Para que o leitor tenha uma idéia</p><p>da ordem de grandeza do watt (W),</p><p>basta dizer que precisamos de 4,18</p><p>watts de energia aplicados durante 1</p><p>segundo a 1 grama de água para ele­</p><p>var sua temperatura de 1 grau, ou seja,</p><p>para produzir 1 caloria.</p><p>Para aquecer 1 litro de água de 20</p><p>a 100 graus Celsius, por exemplo, pre­</p><p>cisamos de 80 000 calorias que, con­</p><p>vertidas em watts por segundo, resul­</p><p>tam em 334 400 watts por segundo.</p><p>Se quisermos esquentar essa água</p><p>em 1 segundo necessitamos de um</p><p>aquecedor com essa enorme potência,</p><p>o que na prática não é algo muito con­</p><p>veniente nem simples de manusear.</p><p>Entretanto, se pudermos esperar</p><p>uns 334 segundos, ou aproximadamen­</p><p>te 5 minutos e meio, um aquecedor de</p><p>1 000 watts resolve nosso problema ...</p><p>Então, conforme o leitor pode per­</p><p>ceber, para obtermos a quantidade de</p><p>energia a ser gasta, devemos multipli­</p><p>car a potência do aparelho pelo tempo</p><p>que ele fica ligado.</p><p>Um aquecedor de 1 000 watts liga­</p><p>do durante 334,4 segundos produz os</p><p>334400 watts por segundo (ou joules),</p><p>que correspondem às 80 000 calorias.</p><p>É claro que não são todos os apa­</p><p>relhos que produzem calor a partir da</p><p>energia elétrica e, além disso, seria</p><p>muito mais prático trabalharmos com</p><p>tempos medidos em horas em lugar de</p><p>minutos.</p><p>Assim, expressamos a energia que</p><p>a empresa de energia elétrica entrega</p><p>em nossa casa e a energia que consu­</p><p>mimos em termos de quilowatts x</p><p>48 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>5</p><p>está motrando a figura 2. Esses relógi­</p><p>os possuem indicadores que permitem</p><p>formar os números correspondentes</p><p>aos quilowatts-hora consumidos. No</p><p>entanto, como ele não é "zerado" quan­</p><p>do uma leitura é feita, o valor em</p><p>quilowatts-hora consumidos num mês</p><p>é obtido subtraindo-se a leitura atual da</p><p>anterior.</p><p>Por exemplo, se na leitura atual te­</p><p>mos a indicação de 1550 kWh, e na</p><p>anterior o valor marcado era de 1250,</p><p>o consumo a ser considerado é de</p><p>300 kWh.</p><p>Mas, como ler esses valores?</p><p>Vamos tomar como modelo o reló­</p><p>gio mostrado na figura 2.</p><p>Os ponteiros apontam para os dígi­</p><p>tos que formam o número de quilowatts</p><p>da leitura atual. O que pode ocorrer é</p><p>que um ponteiro não esteja exatamen­</p><p>te sobre um número, como mostra a</p><p>mesma figura, mas sim entre dois de­</p><p>les, o que pode dificultar a leitura para</p><p>a maioria das pessoas. Assim, no dese­</p><p>nho, o ponteiro do segundo dígito está</p><p>entre o 5 e o 6. Qual valor considerar?</p><p>No caso, sempre consideramos o</p><p>menor, pois se o ponteiro está entre o</p><p>5 e o 6, é porque o ponteiro seguinte</p><p>provavelmente está no meio da escala</p><p>de O a 9 ou seja, nas proximidades do 5.</p><p>Para o relógio com a aparência im­</p><p>pressa na figura 3, o procedimento é o</p><p>mesmo.</p><p>Conta de</p><p>luz</p><p>Note que, conhecendo a potência</p><p>consumida por um eletrodoméstico</p><p>qualquer e o tempo de acionamento</p><p>desse aparelho em uso normal, pode­</p><p>mos facilmente prever quanto a mais</p><p>ele custará na nossa conta de energia.</p><p>Mas, cuidado: para aparelhos ele­</p><p>trônicos como amplificadores de som,</p><p>não devemos confundir a potência de</p><p>áudio de sua saída com a potência elé­</p><p>trica que ele exige da rede de energia.</p><p>Um amplificador de 200 watts rms,</p><p>por exemplo, não tem um rendimento de</p><p>100% na conversão de energia, o que</p><p>significa que ele, quando opera à plena</p><p>potência, consome mais do que isso.</p><p>Por outro lado, um amplificador que</p><p>tenha uma potência de 1000 W PMPO,</p><p>na verdade, pode não exigir de ener­</p><p>gia elétrica mais do que uns 250 W, e</p><p>isso somente quando estiver com todo</p><p>o volume aberto.</p><p>Na entrada das instalações indus­</p><p>triais, comerciais e domiciliares temos</p><p>normalmente um medidor de consumo</p><p>de energia ou "relógio" de luz, como</p><p>o "RELÓGIO" DE LUZ</p><p>I-~-~~'-,- ,-</p><p>1""'"".::;'--'---" I---.............. --- .</p><p>Fig. 1 - As contas de</p><p>energia indicam o</p><p>consumo em kWh.</p><p>É pela soma dos consumos de to­</p><p>dos os aparelhos que temos em casa</p><p>que pagamos a conta de energia elé­</p><p>trica. O número de quilowatts-hora que</p><p>consumimos durante o mês (no inter­</p><p>valo entre as leituras do relógio) é mar­</p><p>cado na conta de energia, conforme</p><p>ilustra a figura 1.</p><p>Consumo</p><p>Consumo = 100 x 4 x 30 = 12000</p><p>watts-hora</p><p>Consumo = 12 quilowatts-hora.</p><p>horas, ou seja, milhares de watts</p><p>multiplicados pelo tempo em horas.</p><p>Uma lâmpada que tenha uma potên­</p><p>cia de 100 watts, "consome" 100 watts­</p><p>hora ou 0,1 quilowatts-hora (kWh) de</p><p>energia por hora. Durante 10 horas es­</p><p>sa lâmpada consumirá 1 quilowatt-hora</p><p>ou 1 kWh.</p><p>Observe então que, para calcular o</p><p>consumo mensal, ou durante um certo</p><p>período de um determinado aparelho,</p><p>basta multiplicar sua potência (consu­</p><p>mida) pelo número total de horas que</p><p>ele fica ligado no intervalo considerado.</p><p>Uma lâmpada de 100 watts, que fi­</p><p>que ligada durante 4 horas por dia du­</p><p>rante 30 dias por mês, consumirá:</p><p>Leitura", 1550 kWh</p><p>Fig. 3 - Leitura do relógio do segundo tipo.</p><p>o5</p><p>Uma maneira de se controlar o</p><p>consumo de energia, sempre que for</p><p>feita a leitura (normalmente existe um</p><p>dia certo para isso - quando o cachor­</p><p>ro deve ficar preso e o portão de aces­</p><p>so ao medidor aberto!): o morador ou</p><p>Relógio</p><p>de</p><p>luz</p><p>Disco</p><p>Fig. 2 - Indicador comum de</p><p>consumo de energia.</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001 49</p><p>APARELHOS DE MAIOR CONSUMO</p><p>proprietário do estabelecimento deve</p><p>anotar num papel o valor da leitura (em</p><p>muitos casos isso não precisa ser fei­</p><p>to, pois na conta temos o valor medido</p><p>e o valor anterior!).</p><p>Tirando a diferença dos valores, te­</p><p>mos o consumo, e aí é só consultar na</p><p>própria conta a tabela de preços dos qui­</p><p>lowatts e conferir os valores cobrados.</p><p>No nosso país a tarifa é diferencia­</p><p>da por faixas de consumo. Dessa for­</p><p>ma, observando a conta vemos que pa­</p><p>ra consumos de O a 30 kWh temos uma</p><p>tarifa menor do que para 30 a 70 kWh.</p><p>Tomemos um exemplo de cálculo</p><p>com base numa conta comum e veja­</p><p>mos como isso é feito:</p><p>a) Em uma leitura numa residência</p><p>foi registrado o consumo de 173 kWh.</p><p>Quanto o morador dessa residência vai</p><p>pagar (sem o imposto)?</p><p>A energia consumida de O a 30 kWh</p><p>custa R$ 0,06598 por kWh. Multiplican­</p><p>do por 30, temos:</p><p>30 x 0,06598 = 1,97.</p><p>A energia consumida de 31 a 100</p><p>kWh custa R$ 0,11309 por kWh. Por</p><p>isso temos 70 kWh (de 31 a 100) neste</p><p>preço, o que resulta em mais:</p><p>70 x 0,11309 = 7,91.</p><p>Para a faixa de 101 a 200 kWh, que</p><p>correspondem a mais 100 kWh consu­</p><p>midos, o preço é de R$ 0,16965 por</p><p>kWh, o que resulta em:</p><p>73 x 0,16965 = 12,38.</p><p>Somando todos os valores, teremos</p><p>o fornecimento de energia que, no caso,</p><p>foi de R$ 22,26.</p><p>Em São Paulo, sobre este valor</p><p>incide 25% de ICMS (imposto), que</p><p>corresponde a mais R$ 3,03. Com a</p><p>soma desses dois valores temos o To­</p><p>tal a pagar que equivale a R$ 25,29.</p><p>CONTROLANDO O CONSUMO</p><p>Evitar o desperdício de energia é</p><p>algo fácil, que pode reduzir bastante</p><p>uma conta de energia, mas exige o que</p><p>nem sempre é simples de implantar: o</p><p>hábito.</p><p>Os seguintes hábitos podem ajudar</p><p>muito na redução do consumo:</p><p>a) Apagar a luz de uma dependên­</p><p>cia da casa em que não haja ninguém.</p><p>Muitas pessoas (e não são crianças)</p><p>costumam deixar três ou quatro</p><p>Os aparelhos de maior con­</p><p>sumo são aqueles que nor­</p><p>malmente trabalham com ca­</p><p>lor, quer seja retirando-o de</p><p>um local e transferindo-o para</p><p>outro como condicionadores</p><p>de ar e geladeiras, quer seja</p><p>convertendo energia elétrica</p><p>para sua produção como chu­</p><p>veiros, aquecedores de ambi­</p><p>ente, etc.</p><p>Assim, um primeiro ponto a</p><p>ser analisado quando uma</p><p>conta de energia</p><p>está alta de­</p><p>mais é verificar o modo como</p><p>tais aparelhos estão sendo</p><p>usados. Uma geladeira com</p><p>problemas de vedação da por-</p><p>lâmpadas acesas na casa, mesmo es­</p><p>tando sozinhas e ocupando apenas</p><p>uma dependência! Duas horas por dia</p><p>de economia numa lâmpada de 100</p><p>watts signficam 6 kWh a menos no fi­</p><p>nal do mês!</p><p>b) Não deixar portas de geladeiras</p><p>abertas por muito tempo. As geladei­</p><p>ras possuem um termostato que as liga</p><p>somente quando a temperatura se ele­</p><p>va no seu interior pela entrada de ar</p><p>quente do exterior com a porta aberta.</p><p>Assim, o consumo desse eletrodomés­</p><p>tico depende muito da quantidade de</p><p>vezes que a porta é aberta e fechada e</p><p>dos tempos em que ela permanece</p><p>aberta. Sendo rápido ao tirar e colocar</p><p>coisas na geladeira e, principalmente,</p><p>não deixando sua porta aberta, pode­</p><p>se economizar facilmente alguns</p><p>quilowatts por mês.</p><p>c) Controlar o uso do chuveiro. O</p><p>chuveiro é o eletrodoméstico de maior</p><p>consumo numa residência: de 4 a 6</p><p>kW de potência!</p><p>Assim, o costume de se despir com</p><p>o chuveiro ligado de modo a encontrá­</p><p>10 quente, pode representar um aumen­</p><p>to considerável nos gastos. Apenas</p><p>5 minutos por dia nesta operação</p><p>ta pode fazer com que o con­</p><p>sumo mensal deste eletrodo­</p><p>méstico aumente em ate 80</p><p>kWh, enquanto que o uso des­</p><p>necessário de condicionado­</p><p>res de ar pode ser igualmen­</p><p>te grave para o consumo. É</p><p>importante que, quando se</p><p>planeja uma instalação de tra­</p><p>balho, a ventilação e a ilumi­</p><p>nação sejam naturais e efici­</p><p>entes. Um pequeno investi­</p><p>mentoa mais num bom pla­</p><p>nejamento da arquitetura de</p><p>um prédio pode facilmente ser</p><p>reembolsado pela economia</p><p>de eletricidade que se faz em</p><p>pouco tempo.</p><p>implicam em 150 minutos por mês ou</p><p>2 horas e meia, o que para um chuvei­</p><p>ro de 6 kW significam 15 kWh a mais</p><p>na conta! Se na sua casa 4 pessoas</p><p>fazem isso todos os dias, o consumo</p><p>"cresce" em 60 kWh! A substituição do</p><p>tradicional chuveiro elétrico pelo aque­</p><p>cimento central a gás ou mesmo elétri­</p><p>co com o uso racionalizado, poderá tra­</p><p>zer uma boa economia de energia.</p><p>d) Saber usar os eletrodomésticos</p><p>de alto consumo.</p><p>Existem muitos eletrodomésticos</p><p>que realmente trazem conforto e como­</p><p>didade, mas em alguns casos o con­</p><p>sumo de tais aparelhos não é dos me­</p><p>nores, sendo que aqueles que produ­</p><p>zem calor, em especial, são os mais</p><p>"gastões". Pequenos fornos de mesa,</p><p>aquecedores de ambientes, fogareiros</p><p>elétricos, torneiras elétricas são alguns</p><p>exemplos. Esses aparelhos podem ter</p><p>consumos na faixa de 0,8 a 2 kWh, o</p><p>que significa que devem ser usados</p><p>com moderação.</p><p>e) Usar iluminação correta e lâm­</p><p>padas corretas.</p><p>As lâmpadas incandescentes co­</p><p>muns são mais baratas que as fluores­</p><p>centes e as eletrônicas, mas consomem</p><p>50 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>APARELHO CONSUMO EM</p><p>KW POR HORA (KWH)Lâmpada incandescente de 100 W</p><p>0,1</p><p>Lâmpada incandescente de 60 W</p><p>0,06</p><p>Lâmpada incandescente de 40 W</p><p>0,04</p><p>Lâmpada econômica de 22 W</p><p>0,022</p><p>Lâmpada econômica de 28 W</p><p>0,028</p><p>Lâmpada econômica de 32 W</p><p>0,032</p><p>Fluorescente de 40 W</p><p>0,04</p><p>Ventilador 50 a 150 W</p><p>0,05 a 0,15</p><p>Secador de cabelos</p><p>0,4 a 1,0</p><p>Geladeira (*)</p><p>0,15 a 0,3</p><p>Freezer (*)</p><p>0,5</p><p>Ferro de passar roupas</p><p>0,8 a 1,2</p><p>Forno de microondas de 800 W</p><p>0,8</p><p>TV de 14 a 20 polegadas</p><p>0,04 a 0,06</p><p>Aparelho de som tipo 3 em 1, de 40 W (**)</p><p>0,02</p><p>Secadora de roupas</p><p>0,6 a 1,0</p><p>Lavadoras de pratos</p><p>0,8</p><p>Máquina de lavar roupas</p><p>0,3</p><p>Computador (***)</p><p>0,1</p><p>Monitor de vídeo (***)</p><p>0,04aO,1</p><p>Secretária eletrônica</p><p>0,001</p><p>Carregador de celular</p><p>0,001</p><p>Liquidificador</p><p>0,2</p><p>Batedeira de bolos</p><p>0,2</p><p>Forno elétrico</p><p>1,2 a 1,5</p><p>Torneira elétrica</p><p>1,2 a 2,4</p><p>Chuveiro elétrico</p><p>2,2 a 4,0</p><p>Bomba de poço</p><p>0,3 a 0,5</p><p>Cortador de grama</p><p>0,3 a 0,5</p><p>Mini lava-jato</p><p>0,4 a 0,6</p><p>Barbeador elétrico</p><p>0,01</p><p>Rádio-relógio</p><p>0,005 a 0,01</p><p>mais energia. Por que não colocar lâm­</p><p>padas mais baratas nos locais em que</p><p>elas são poucos utilizadas, para termos</p><p>menor investimento na instalação com</p><p>um gasto que não é significativo pelo</p><p>tempo de uso e, por outro lado, fluo­</p><p>rescentes ou lâmpadas eletrônicas em</p><p>locais onde elas são muito acionadas,</p><p>para termos menor consumo, com um</p><p>investimento um pouco maior na.insta­</p><p>lação?</p><p>Cozinhas e escritórios devem usar</p><p>fluorescentes, enquanto que salas de</p><p>estar, dormitórios e banheiros podem</p><p>ter lâmpadas eletrônicas, e banheiros</p><p>ou corredores de pouco uso podem</p><p>perfeitamente utilizar lâmpadas incan­</p><p>descentes comuns.</p><p>Para aqueles que desejam realmen­</p><p>te maior economia, por que não pen­</p><p>sar nas lâmpadas eletrônicas em toda</p><p>a casa? Uma lâmpada desse tipo, que</p><p>consome apenas 9 W, fornece tanta luz</p><p>como uma incandescente de 75 W!</p><p>Consumo Médio de Alguns Apa­</p><p>relhos de Uso Comum:</p><p>(*) A geladeira só tem alto consu­</p><p>mo quando o motor do compressor está</p><p>ligado. Uma vedação na porta imper­</p><p>feita leva o eletrodoméstico a ligar muito</p><p>mais vezes do que o normal, elevando</p><p>assim o consumo. O consumo médio</p><p>por mês para uma geladeira comum</p><p>levando em conta o tempo em que ela</p><p>fica ligada é de 90 kWh.</p><p>(**) A potência sonora de um apa­</p><p>relho de som nada tem a ver com a</p><p>potência elétrica consumida. É normal</p><p>que um aparelho de 100 Wpmpo tenha</p><p>apenas 25 W rms num circuito com 50</p><p>% de rendimento, o que leva a um con­</p><p>sumo de apenas 50 kWh.</p><p>(***) Os monitores e computadores</p><p>possuem sistemas de gerenciamento</p><p>de energia que os leva a uma condi­</p><p>ção de baixo consumo quando não</p><p>estão sendo usados. Assim, mesmo li­</p><p>gados, se você fica muito tempo sem</p><p>mexer no teclado ou mouse, o monitor</p><p>"apaga a tela" e o próprio processador</p><p>reduz a velocidade para reduzir o con­</p><p>sumo de energia.</p><p>2) UNIDADES DE MEDIDA E FON­</p><p>TES DE ENERGIA</p><p>Os dois temas que abordaremos a</p><p>seguir são fundamentais para que os</p><p>praticantes de Eletrônica entendam o</p><p>princípio de funcionamento de muitos</p><p>circuitos e saibam de onde eles podem</p><p>obter a energia para isso. A confusão</p><p>de unidades é o principal fator que leva</p><p>ao desentendimento por parte de mui­</p><p>tos profissionais e estudantes dessa</p><p>Ciência. Neste artigo vamos procurar</p><p>tirar algumas dúvidas simples que os</p><p>leitores possam ter.</p><p>A eletricidade pode ser medida, e</p><p>saber como isso se faz é fundamental</p><p>para quem pretende mexer com essa</p><p>forma de energia.</p><p>Se o praticante de eletrônica não</p><p>souber como se mede aquilo com que</p><p>ele trabalha, como poderá ele enten­</p><p>der o funcionamento dos aparelhos que</p><p>monta, que repara ou ainda ajusta, ou</p><p>o que é mais grave: que segurança ele</p><p>terá no manuseio desses aparelhos?</p><p>A eletricidade não pode ser vista e</p><p>essa é a principal causa das dificulda­</p><p>des que as pessoas têm para enten­</p><p>der como ela pode ser medida.</p><p>O que se faz na prática é medir a</p><p>causa (eletricidade) pelos efeitos que</p><p>ela provoca. Dizem até os mais bem</p><p>humorados, que podemos medir a ten­</p><p>são de uma tomada enfiando os dedos</p><p>nos seus furos: se sair fumaça por uma</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 51</p><p>•...• Carga</p><p>Fig. 4 - O fluxo de cargas corresponde à intensidade da corrente.</p><p>OUTRAS GRANDEZAS</p><p>E UNIDADES</p><p>Tanto a corrente como a tensão são</p><p>grandezas e, portanto, podem ser me­</p><p>didas. Ora, medir é comparar. Assim,</p><p>precisamos ter meios de comparação</p><p>com alguma referência, ou seja, com</p><p>uma corrente ou tensão fixas que sir­</p><p>vam de padrão.</p><p>Esse padrão é a unidade de medi­</p><p>da. Então, para a corrente adotamos</p><p>como unidade o AMPERE que é abre­</p><p>viado por A. Para a tensão e diferença</p><p>de potencial adotamos o VOLT, que é</p><p>abreviado por V.</p><p>Para cada grandeza devemos ter</p><p>uma unidade apropriada. Como a</p><p>unidade é escolhida pelos usuários,</p><p>pode perfeitamente ocorrer que em lu­</p><p>gares diferentes, tenhamos unidades</p><p>diferentes.</p><p>É o caso das medidas de compri­</p><p>mento que no nosso país são feitas em</p><p>metros, mas que em outros países po­</p><p>dem ser feitas em pés, jardas, etc.</p><p>No caso da eletricidade, felizmen­</p><p>te, as unidades são adotadas univer­</p><p>salmente, em sua maioria, não haven­</p><p>do portanto muitos problemas de con­</p><p>versões.</p><p>No item anterior vimos duas grande­</p><p>zas elétricas importantes: tensão que po­</p><p>de ser considerada a causa, e a corren­</p><p>te que pode ser considerada</p><p>o efeito.</p><p>Além dessas, temos outras:</p><p>Quando uma corrente tenta passar</p><p>por um condutor ela encontra uma cer­</p><p>ta oposição. Essa oposição é a RESIS­</p><p>TÊNCIA ELÉTRICA. A unidade de re­</p><p>sistência é o OHM. Assim, se a resis­</p><p>tência de um fio for tal que precisamos</p><p>de 1V para forçar a circulação de cor­</p><p>rente de 1 ampare, sua resistência será</p><p>de 1 ohm. O ohm é abreviado pela le­</p><p>tra grega Ômega (Q).</p><p>Uma outra grandeza importante em</p><p>eletricidade é a potência elétrica. Quan­</p><p>do uma corrente circula por um condu­</p><p>tor ou um meio qualquer, existe um</p><p>certo trabalho no sentido de se obter a</p><p>movimentação de carga. Em outras</p><p>palavras isso representa um certo dis­</p><p>pêndio de energia que pode se conver­</p><p>ter em calor, em força mecânica ou</p><p>ainda em alguma forma de radiação.</p><p>V2</p><p>Pressão</p><p>menor</p><p>de água, podemos ter num condutor</p><p>elétrico um fluxo mais intenso de car­</p><p>gas, ou uma corrente mais intensa,</p><p>conforme apresenta a figura 4.</p><p>Desse modo, a grandeza CORREN­</p><p>TE ELÉTRICA pode ser associada à</p><p>quantidade de cargas que passa por</p><p>um determinado ponto do condutor em</p><p>cada segundo (na verdade, em lugar</p><p>de ponto devemos pensar na seção</p><p>reta do condutor num local). Ora, a cor­</p><p>rente não flui pelo condutor sozinha, da</p><p>mesma forma que a água num cano</p><p>não flui se não houver uma certa pres­</p><p>são para empurrá-Ia.</p><p>A pressão, no caso da corrente elé­</p><p>trica, é uma força de natureza elétrica</p><p>que empurra as cargas pelo fio. Essa</p><p>pressão nos leva a uma outra grande­</p><p>za que é a TENSÃO ELÉTRICA.</p><p>Da mesma forma que no caso de</p><p>um cano, podemos também pensar que</p><p>a intensidade do fluxo de água depen­</p><p>de da diferença que existe entre a en­</p><p>trada e a saída do cano, que vai justa­</p><p>mente determinar a diferença de pres­</p><p>são entre esses pontos.</p><p>No caso do condutor, podemos fa­</p><p>lar em uma diferença de pressões como</p><p>uma DIFERENÇA DE POTENCIAL.</p><p>Assim, a corrente num condutor é</p><p>sempre causada pela tensão que em­</p><p>purra as cargas ou pela DIFERENÇA</p><p>DE POTENCIAL entre esses pontos, o</p><p>que é ilustrado na figura 5.</p><p>V2 - V1 = diferença</p><p>de potencial</p><p>. Fig. 5 - Para uma corrente circular por um fio é preciso haver</p><p>uma diferença de potencial entre seus extremos.</p><p>V1</p><p>Pressão</p><p>maior</p><p>AS GRANDEZAS</p><p>orelha temos 110 volts, e se sair pelas</p><p>duas, temos 220 volts!</p><p>Evidentemente, existem outros mé­</p><p>todos mais práticos de medir a eletrici­</p><p>dade, mas o mais importante é saber o</p><p>que medir. O que significam os volts?</p><p>Existem outras formas de medida? O</p><p>que significam os ohms, ampares e</p><p>watts?</p><p>É isso que explicaremos a seguir.</p><p>Grandeza é aquilo que pode ser</p><p>medido. Uma dimensão, um peso, uma</p><p>intensidade de luz, a temperatura, a</p><p>intensidade de uma corrente elétrica</p><p>etc., são grandezas físicas.</p><p>Para que o leitor entenda bem por­</p><p>que em eletricidade existem diversas</p><p>grandezas a serem medidas, é impor­</p><p>tante saber como a eletricidade se</p><p>manifesta.</p><p>Quando uma lâmpada acende é</p><p>porque pelo fio que a alimenta passa</p><p>um fluxo de cargas elétricas (pequenas</p><p>partículas que podem ser associadas</p><p>a elétrons, por exemplo).</p><p>Assim, uma grandeza que pode ser</p><p>medida em eletricidade é a intensida­</p><p>de desse fluxo de cargas, que denomi­</p><p>namos de CORRENTE ELÉTRICA.</p><p>Da mesma forma que um cano gros­</p><p>so pode deixar passar um fluxo maior</p><p>52 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>FOLCLORE</p><p>Energias mecânica,</p><p>química, radiante,</p><p>Fonte</p><p>} E",~i,</p><p>atômica, elc.</p><p>elétrica</p><p>Fig. 6 - Obtemos energia elétrica da transformação de outras formas de energia.</p><p>1,5W</p><p>Fig. 7 - Se aumentamos a tensão,</p><p>a corrente máxima diminui.</p><p>lógio, e alguns podem até ser</p><p>curiosos como a colocação de</p><p>ímãs, misturas de substânci­</p><p>as estranhas, etc. É o mesmo</p><p>caso que observamos da co­</p><p>locação de "bombril" na ponta</p><p>de antenas de TV "para aju­</p><p>dar a pegar melhor", que ain­</p><p>da é adotada por muitas</p><p>pessoas ...</p><p>Os leitores que souberem</p><p>de algum procedimento des­</p><p>se tipo poderiam nos enviar</p><p>seus relatos, pois realmente</p><p>trata-se de uma curiosidade ...</p><p>a potência é o produto da tensão pela</p><p>corrente.</p><p>Assim, se uma pilha pode fornecer</p><p>uma corrente máxima de 1 A sob uma</p><p>tensão de 1,5V, isso significa que sua</p><p>"potência máxima" , de 1 x 1,5 = 1,5 W.</p><p>Podemos perfeitamente alimentar</p><p>um inversor que produza uma tensão</p><p>de 150V com esta pilha, mas isso não</p><p>vai significar que a potência se eleve.</p><p>Quando aumentamos a tensão, a po­</p><p>tência deve ser mantida, o que signifi­</p><p>ca que a corrente cai proporcionalmen­</p><p>te. Assim, a nova corrente que se pode</p><p>obter com 150 V ser de apenas 0,01</p><p>A, pois:</p><p>150 x 0,01 = 1,5 W</p><p>Diversas são as formas de energia</p><p>que podem ser convertidas em eletrici­</p><p>dade. Essas "formas" determinam os</p><p>tipos de fontes mais usadas:</p><p>a) Química</p><p>Reações químicas podem liberar</p><p>energia e esta energia pode ser obtida</p><p>diretamente na forma de eletricidade.</p><p>As pilhas e baterias são exemplos de</p><p>fontes químicas de energia elétrica.</p><p>Nelas, a energia liberada numa reação</p><p>química é transformada em energia elé­</p><p>trica conforme mostra a figura 8.</p><p>Se as reações forem irreversíveis,</p><p>as pilhas devem ser descartadas tão</p><p>logo a energia liberada termine. No</p><p>150 VI</p><p>0,01 A</p><p>Inversor</p><p>1 A---+</p><p>Existem diversas crenças</p><p>populares e "simpatias" que</p><p>são usadas para tentar redu­</p><p>zir o valor da conta de ener­</p><p>gia. Uma delas é a de que</p><p>colocando algumas garrafas</p><p>de água perto do relógio de</p><p>luz, ele passa a "marcar me­</p><p>nos" energia. Evidentemente,</p><p>não existe fundamento ne­</p><p>nhum para isso. Na verdade,</p><p>diante da necessidade de</p><p>economizar podem ser imagi­</p><p>nados os mais diversos artifí­</p><p>cios para tentar enganar o re-</p><p>que o aparelho que vai ser alimentado</p><p>precisa para funcionar.</p><p>Não podemos usar uma pilha que</p><p>só fornece 1 ou 2W de potência para</p><p>alimentar, por meio de qualquer tipo de</p><p>dispositivo intermediário, uma lâmpa­</p><p>da ou um amplificador que exige 10 ou</p><p>20W de potência, conforme ilustrado na</p><p>figura 7.</p><p>Além dessa "transformação" ser</p><p>impossível, temos de levar em conta</p><p>que ocorrem perdas.</p><p>Observe que a potência se rela­</p><p>ciona com a corrente e a tensão:</p><p>Existe, portanto, um trabalho da força</p><p>elétrica que pode ser medido.</p><p>Em eletricidade é interessante indi­</p><p>car a quantidade de energia que é en­</p><p>volvida quando uma corrente circula por</p><p>um determinado meio, mas em cada</p><p>segundo.</p><p>A energia é medida em joules e o</p><p>tempo em segundos, mas a relação</p><p>energia por unidade de tempo recebe</p><p>a denominação de potência, assim,</p><p>joules por segundo, resulta numa uni­</p><p>dade denominada WATT que é abrevi­</p><p>ada por W. Os "watts" de um circuito</p><p>indicam portanto a quantidade de ener­</p><p>gia que ele "exige" ou "fornece" em cada</p><p>segundo.</p><p>FONTES DE ENERGIA</p><p>Conforme vimos nos itens anterio­</p><p>res, para que uma corrente circule por</p><p>um circuito qualquer é preciso que haja</p><p>uma causa que é a tensão.</p><p>Tensão e corrente, em conjunto, de­</p><p>terminam assim qual é a quantidade de</p><p>energia que deve ser transferida a um</p><p>circuito para que ele funcione.</p><p>Ora, um princípio muito importante</p><p>que rege todos os fenômenos físicos é</p><p>aquele que diz que não se pode criar</p><p>nem destruir nada na natureza, mas</p><p>apenas fazer transformações.</p><p>Assim, a energia que um circuito</p><p>prBCisa para funcionar não pode ser</p><p>criada a partir do nada, mas deve vir</p><p>de dispositivos especiais denominados</p><p>"fontes"(figura 6).</p><p>Uma fonte não cria energia, mas</p><p>transforma-a. Assim, as fontes de ener­</p><p>gia que são usadas para alimentar os</p><p>aparelhos eletrônicos, na verdade, de­</p><p>vem transformar alguma outra forma de</p><p>energia em energia elétrica.</p><p>Evidentemente, a quantidade de</p><p>energia que é transformada deve ser no</p><p>mínimo igual à quantidade de energia</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 I 2001 53</p><p>Fig.9 - Ascélulassolaresconvertemluz</p><p>(energiaradiante)emenergiaelétrica.</p><p>As pilhas solares ou fotocélulas que</p><p>são placas de silício especial, são ti­</p><p>pos de fontes que convertem luz em</p><p>eletricidade, veja a figura 9.</p><p>a) Células a Combustível - Um</p><p>Novo Conceito Na Produção De</p><p>Energia</p><p>Energia fácil e barata sem poluição</p><p>tanto para movimentar veículos como</p><p>para produzir eletricidade de uso co­</p><p>mercial e residencial. Este é o novo</p><p>conceito que começa a ser explorado</p><p>em algumas aplicações práticas e deve</p><p>estar disponível em maior escala já nos</p><p>próximo anos ao consumidor comum,</p><p>graças à tecnologia da célula a com­</p><p>bustível. Gerando energia elétrica dire­</p><p>tamente a partir da combustão de ga­</p><p>ses como o gás comum, hidrogênio e</p><p>outros, este sistema gera energia lim­</p><p>pa com alto rendimento. Veja a seguir</p><p>de que modo funcionam as células a</p><p>combustível e o que elas prometem</p><p>para o futuro como fonte alternativa de</p><p>energia.</p><p>Um dos problemas da produção de</p><p>eletricidade a partir das fontes dispo­</p><p>níveis atualmente como a dos rios, atô­</p><p>mica, eólica, térmica e solar é que os</p><p>processos usados só têm bom rendi­</p><p>mento na produção de energia em</p><p>grande escala. Assim, nossas fontes de</p><p>3) FONTES ALTERNATIVAS DE</p><p>ENERGIA</p><p>Na primeira fase, a desintegração</p><p>da substância radioativa produz calor</p><p>(energia térmica) que aquece a água</p><p>de condutores fechados. Essa água sob</p><p>pressão transfere seu calor para uma</p><p>segunda caldeira fazendo com que a</p><p>água dessa segunda caldeira ferva.</p><p>O vapor gera pressão que então</p><p>movimenta uma turbina. Temos neste</p><p>caso a transformação de calor em ener­</p><p>gia mecânica.</p><p>Na turbina é que está acoplado o</p><p>gerador (alternador) que produz a ener­</p><p>gia elétrica. Temos aí a transforma­</p><p>ção da energia mecânica em energia</p><p>elétrica.</p><p>Veja que a água que está em</p><p>contacto com a substância radioativa</p><p>no primeiro circuito de transferência de</p><p>energia não deve ser liberada na at­</p><p>mosfera, mas sim recuperada num</p><p>"condensador".lsso, importante porque</p><p>qualquer coisa que tome contacto com</p><p>a substância radioativa (que é o com­</p><p>bustível do reator) se torna também</p><p>radioativa e isso ocorre com essa água.</p><p>Bateria</p><p>Embora rendimento não seja gran­</p><p>de, ou seja, a quantidade de energia</p><p>que fornece é pequena, sua utilização</p><p>pode ser interessante em dispositivos</p><p>de baixo consumo como relógios, cal­</p><p>culadoras, brinquedos, etc.</p><p>e) Outras</p><p>Existem outras formas de energia</p><p>que podem ser convertidas em eletrici­</p><p>dade como, por exemplo, a atômica. A</p><p>energia liberada na desintegração de</p><p>substâncias radioativas ou mesmo na</p><p>fusão de elementos, pode fornecer</p><p>grande quantidade de energia.</p><p>No caso das usinas, a transforma­</p><p>ção em eletricidade desta energia não</p><p>é direta.</p><p>Conforme se vê na figura 10, o pro­</p><p>cesso de transformação para se chegar</p><p>a eletricidade tem várias fases.</p><p>Pilha</p><p>o</p><p>Acumulador</p><p>Fig.8 - Pilhas,bateriaseacumuladores</p><p>convertemenergiaquímicaemenergiaelétrica.</p><p>entanto, existem casos especiais em</p><p>que a reação pode ser "invertida". Isso</p><p>ocorre com pilhas e baterias recarre­</p><p>gáveis. Nelas, a eletricidade pode "vol­</p><p>tar" para a bateria num processo de</p><p>recarga. Todavia, a recarga não é "de</p><p>graça". No processo de recarga preci­</p><p>samos "devolver" para a pilha ou bate­</p><p>ria a energia que ela forneceu.</p><p>c) Térmica</p><p>O calor é uma forma de energia.</p><p>Existem dispositivos que podem con­</p><p>verter calor em energia elétrica, ainda</p><p>que seu rendimento seja muito peque­</p><p>no. Eles são os pares termoelétricos</p><p>que na verdade só são usados em</p><p>instrumentação.</p><p>b) Mêcanica</p><p>A força de um motor, pressão da</p><p>água, força do vento ou mesmo esfor­</p><p>ço físico de uma pessoa podem ser</p><p>usados para produzir eletricidade. Nes­</p><p>te caso, o que temos é a conversão de</p><p>energia mecânica em energia elétrica.</p><p>Diversos são os dispositivos que po­</p><p>dem ser usados nesta conversão e eles</p><p>se constituem em fontes de energia.</p><p>Os geradores utilizados nas usinas</p><p>de energia elétrica, os dínamos e alter­</p><p>nadores usados nos carros, os dínamos</p><p>de bicicletas são alguns exemplos de</p><p>fontes de energia deste grupo.</p><p>d) Luminosa</p><p>Luz ou ondas eletromagnéticas de</p><p>comprimentos de onda muito pequenos</p><p>podem ser convertidas em eletricida­</p><p>de, pois consistem também numa for­</p><p>ma de energia.</p><p>54 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>Energia</p><p>elétrica</p><p>Dínamo</p><p>ou alternador</p><p>o QUE SÃO AS CÉLULAS</p><p>A COMBUSTíVEL</p><p>combustível" e é delas que falaremos</p><p>mais intensamente a partir de agora.</p><p>Para gerar eletricidade a partir da</p><p>queima de um combustível, o proces­</p><p>so tradicional utiliza uma série de dis­</p><p>positivos intermediários que reduzem</p><p>o seu rendimento, encarecem sua ela­</p><p>boração e tornam seu tamanho proibitivo</p><p>para a maioria das aplicações, princi­</p><p>palmente as que envolvem a produção</p><p>de pequenas quantidades de energia.</p><p>Assim, conforme mostra a figura 11,</p><p>o que se faz tradicionalmente é queimar</p><p>um combustível para movimentar um</p><p>motor e este motor acionar um dínamo</p><p>ou alternador.</p><p>A cada transformação de energia</p><p>ocorre uma perda e, além disso, os com­</p><p>bustíveis usados atualmente para se</p><p>movimentar os motores são altamente</p><p>poluentes como o óleo diesel, gasoli­</p><p>na, ou mesmo a queima de carvão ou</p><p>lenha.</p><p>Será que não existe algum meio de</p><p>se obter eletricidade a partir da quei­</p><p>ma de um combustível num processo</p><p>direto único sem dispositivos interme­</p><p>diários?</p><p>A descoberta da célula a combustí­</p><p>vel não é recente. Em 1839 Sir William</p><p>Robert Grove dscobriu que a dissocia­</p><p>ção de vapor de água em hidrogênio e</p><p>oxigênio podia ser obtida num eletrodo</p><p>de platina aquecido.</p><p>Novos materiais e novas técnicas</p><p>desenvolvidas principalmente a partir</p><p>da subida da Gemini IV (que tinha um</p><p>sistema de células a combustível capaz</p><p>de gerar 12 kW de energia elétrica),</p><p>000</p><p>Fig. 11 - Gerando energia da forma tradicional.</p><p>Gerador</p><p>Bomba do</p><p>condensado</p><p>Bomba de água</p><p>de refrigeração</p><p>Motor a</p><p>combustão</p><p>interna</p><p>Gasolina</p><p>ou diesel</p><p>Turbina</p><p>possível obter energia em grande</p><p>quantidade e barata, e mais do que</p><p>isso: o produto da queima do hidrogê­</p><p>nio é a água pura que não causa qual­</p><p>quer tipo de poluição!</p><p>Mas, para gerar energia elétrica di­</p><p>retamente a partir da queima de um</p><p>combustível não é tão simples, e a</p><p>tecnologia exigida só agora toma um</p><p>grande impulso.</p><p>Para gerar eletricidade a partir da</p><p>queima de combustível são usados</p><p>dispositivos denominados "células a</p><p>Sombade</p><p>alimentação</p><p>de água</p><p>1111I11</p><p>Gerador</p><p>de vapor</p><p>Bomba de</p><p>refr. primo</p><p>Pressurizador</p><p>Aquecedor da água</p><p>de alimentação</p><p>Fig. 10 - Por transformações sucessivas podemos obter</p><p>energia elétrica a partir da energia atômica.</p><p>Combustível</p><p>Haste de Controle</p><p>Pressão 2500 psi</p><p>temperatura 325°C</p><p>energia são centralizadas exigindo</p><p>grandes redes de distribuição que, além</p><p>de custarem caro, representam um</p><p>ponto crítico no sistema, pois apresen­</p><p>tam perdas consideráveis.</p><p>A possibilidade de se gerar energia</p><p>elétrica em pequena escala a um bai­</p><p>xo custo, usando processos que não</p><p>sejam poluentes, é procurada há mui­</p><p>to tempo.</p><p>Pequenos geradores alimentados a</p><p>gás poderiam alimentar residências e</p><p>movimentar veículos com um rendi­</p><p>mento muito maior, sem poluição, e eli­</p><p>minariam a necessidade de uma am­</p><p>pla rede de distribuição de energia.</p><p>Na verdade, nos locais em que exis­</p><p>tem redes de distribuição de gás</p><p>encanado, já se pensa em utilizar esta</p><p>forma de combustível para gerar eletri­</p><p>cidade como ocorre na Califórnia onde</p><p>a crise de energia já está se manifes­</p><p>tando de forma tão intensa como no</p><p>nosso país.</p><p>Outra possibilidade importante é</p><p>a movimentação de veículos. Usan­</p><p>do o hidrogênio como combustível é</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - NQ2 / 2001 55</p><p>Produto da •combustão.</p><p>Fig. 12 - A célula a combustível gera energia a partir da combustão de uma substância.</p><p>COMO FUNCIONAM</p><p>AS CÉLULAS A COMBUSTíVEL</p><p>No tipo básico, existem eletrodos</p><p>porosos à base de platina (que funcio­</p><p>na como catalisador da reação) para</p><p>onde é bombeado o hidrogênio, de</p><p>acordo com a estrutura da figura 13.</p><p>Ocorre, entretanto, que os poros do</p><p>eletrodo poroso, normalmente uma</p><p>membrana de um polímero são meno­</p><p>res que os átomos de hidrogênio que</p><p>então não conseguem passar na for­</p><p>ma normal. Forçados a perder um elé­</p><p>tron, os átomos se convertem em íons</p><p>carregados positivamente que, pela</p><p>ação do catalisador passe se combi­</p><p>nam com o oxigênio, liberando energia</p><p>e formando água e ao mesmo tempo</p><p>dotando o catodo de uma carga positi­</p><p>va. Do outro lado permanece o elétron</p><p>que assim "carrega" o anodo negativa­</p><p>mente.</p><p>Neste processo, a presença de car­</p><p>gas de polaridades diferentes no anodo</p><p>e no catodo tornam disponível energia</p><p>elétrica para um circuito externo. A di­</p><p>ferença de</p><p>potencial obtida por célula</p><p>deste tipo é da ordem de 1,23 volt sem</p><p>carga, caindo para 0,6 V com carga.</p><p>Este tipo de célula é denominado</p><p>SPFC ou PEM (Proton Exchange</p><p>Membrane ou Membrana de Troca de</p><p>Prótons).</p><p>Mas, a principal vantagem deste</p><p>tipo de célula está no seu elevado ren­</p><p>dimento que pode chegar aos 60%, o</p><p>que é muito mais do que o rendimento</p><p>obtido por um motor a combustão típi­</p><p>co, que não passa de 25%, e além dis­</p><p>so o fato de que o produto da combus­</p><p>tão é vapor d'água!</p><p>Alguns cuidados devem ser toma­</p><p>dos com o hidrogênio usado como com­</p><p>bustível, que consistem na remoção do</p><p>enxofre e do monóxido de carbono ca­</p><p>paz de "envenenar"o catalisador de plati­</p><p>na afetando o funcionamento da célula.</p><p>Diversas são as empresas que tra­</p><p>balham hoje no desenvolvimento de</p><p>células do tipo PEM. Dentre elas pode­</p><p>mos destacar a ECN na Holanda, a</p><p>Sere De Nora na Itália, e a Siemens e</p><p>a Dornier na Alemanha, além da Rolls</p><p>Royce eVESL. No Canadá destacamos</p><p>a Ballard Power System e nos Estados</p><p>Unidos a Energy Partners.</p><p>Esta empresa possui em sua linha</p><p>de produtos células de 5 kW de</p><p>potência, fornecendo correntes de 240</p><p>A sob tensão de 20 V quando alimen-</p><p>Catodo</p><p>Água</p><p>(H 20)</p><p>+}</p><p>Energia</p><p>_ elétrica</p><p>Oxigênio</p><p>(02)</p><p>dos" para o seu interior e a combina­</p><p>ção de ambos em eletrodos especiais</p><p>resulta em eletricidade, que pode ser</p><p>usada para alimentar um circuito exter­</p><p>no. As vantagens deste sistema são</p><p>inúmeras, mas a principal está na pos­</p><p>sibilidade do fornecimento de energia</p><p>de forma constante e ilimitada.</p><p>O que acontece é que a capacida­</p><p>de de armazenamento de energia das</p><p>baterias comuns é pequena, exigindo­</p><p>se para o caso dos veículos baterias</p><p>muito grandes, pesadas e caras para</p><p>se obter uma autonomia apenas razo­</p><p>ável. Na célula a combustível, o ele­</p><p>mento que converte energia é peque­</p><p>no, e a energia é armazenada externa­</p><p>mente na forma do combustível em tan­</p><p>ques podendo ser fornecida continua­</p><p>mente e reposta com facilidade.</p><p>As células a combustível são clas­</p><p>sificadas por muitos como "dispositivos</p><p>de estado sólido" que convertem ener­</p><p>gia química em energia elétrica sem a</p><p>necessidade de dispositivos mecânicos.</p><p>Célula</p><p>a</p><p>combustível</p><p>H+--+</p><p>Anoclo: H2 - H+ + elétrons</p><p>Carga Catodo: O2 + H2+ + elétrons - H~</p><p>H+---+</p><p>H+--+</p><p>H+--+</p><p>H+--+</p><p>•</p><p>Corrente</p><p>r</p><p>Catalisador (platina)</p><p>Fig. 13 - Operação da célula PEM.</p><p>( - )</p><p>Anodo</p><p>Hidrogênio</p><p>(H2)</p><p>Combustfvel</p><p>+</p><p>Ar</p><p>estão levando à possibilidade de se</p><p>gerar eletricidade diretamente a partir</p><p>de um processo químico em que en­</p><p>trem gases comuns.</p><p>Se bem que o conhecimento do</p><p>princípio de funcionamento da célula à</p><p>combustível seja bastante antigo, o</p><p>entendimento de como ela realmente</p><p>funciona é relativamente recente.</p><p>Enquanto uma bateria comum leva</p><p>o seu combustível e o comburente em</p><p>seu interior de uma maneira que não</p><p>podem ser substituídos, mas eventual­</p><p>mente apenas recompostos pelo pro­</p><p>cessos de recarga, uma célula à com­</p><p>bustível é diferente, conforme podemos</p><p>ver pela figura 12.</p><p>Na célula a combustível, o combus­</p><p>tível (um gás como o hidrogênio) e o</p><p>comburente (o oxigênio) são "bombea-</p><p>56 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>tadas por hidrogênio sob pressão de</p><p>30 psi (o que equivale a aproximada­</p><p>mente 2 atmosferas). Esta célula pesa</p><p>apenas 45 kg.</p><p>Um ônibus que é movimentado com</p><p>esta célula já se encontra em produ­</p><p>ção pela Mercedes-Benz e dele falare­</p><p>mos mais adiante ainda neste artigo.</p><p>OUTROS TIPOS DE CÉLULAS</p><p>a) MCFC (Molten Carbonate Fuel</p><p>Cell)</p><p>Um outro tipo de célula a combustí­</p><p>vel é a que usa carbonato fundido como</p><p>combustível sendo denominada MCFC</p><p>(Molten Carbonate Fuel Ce/~ e que</p><p>tem a estrutura básica ilustrada na</p><p>figura 14.</p><p>Nesta célula temos um eletrodo que</p><p>é aquecido a uma temperatura de apro­</p><p>ximadamente 650 graus centígrados.</p><p>Nesta temperatura, o sal usado como</p><p>eletrólito funde-se e se torna condutor</p><p>de corrente elétrica, permitindo que</p><p>íons de carbonato migrem para o</p><p>anodo. Nesse trajeto os íons encon­</p><p>tram-se com o hidrogênio ocorrendo</p><p>então uma reação química. Nesta rea­</p><p>ção forma-se água e dióxido de carbo­</p><p>no (COJ</p><p>Ao mesmo tempo, os íons de car­</p><p>bonato e o oxigênio reagem para</p><p>recolocar em circulação os íons de car­</p><p>bonato que migraram para o anodo.</p><p>Observe que nesta reação o dióxido</p><p>de carbono funciona apenas como um</p><p>suporte na cadeia de interações</p><p>iônicas.</p><p>Uma das dificuldades que os proje­</p><p>tistas dessas células encontram está na</p><p>degeneração do eletrodo de óxido de</p><p>níquel (catodo) que, em contato com o</p><p>eletrólito alcalino, logo se estraga.</p><p>Este tipo de célula tem uma efici­</p><p>ência na faixa dos 50 aos 60%, gera</p><p>mais calor que o tipo PEM, e está sen­</p><p>do estudada com especial atenção por</p><p>algumas empresas japonesas como a</p><p>Hitachi, Toshiba e Mitsubishi.</p><p>Nos Estados Unidos um consórcio</p><p>de empresas liderado pela M-C Power</p><p>realiza estudos com este tipo de célula</p><p>pensando em torná-Ia comercial o mais</p><p>rápido possível.</p><p>A vantagem deste tipo de célula</p><p>está na possibilidade de funcionar com</p><p>gás natural, metanol, propano, etanol</p><p>em mistura com o hidrogênio, o que</p><p>amplia sua gama de aplicações</p><p>práticas.</p><p>b) SOFC (Solid Oxide Fuel Cell)</p><p>Este tipo de célula, ainda em fase</p><p>de desenvolvimento, tem uma eficiên­</p><p>cia na faixa de 50 a 60%.</p><p>Nela o combustível, que pode ser</p><p>gás natural ou outro tipo de gás com­</p><p>bustível, é bombeado para um anodo</p><p>juntamente com vapor de água. Ocor­</p><p>re então uma reação química em que</p><p>monóxido de carbono e hidrogênio são</p><p>produzidos.</p><p>Na temperatura elevada em que o</p><p>processo acontece, íons de oxigênio</p><p>são produzidos e levados pelo eletrólito</p><p>formando assim uma corrente elétrica</p><p>que se dirige ao anodo. Os íons que</p><p>chegam ao anodo podem então entre­</p><p>gar seus elétrons formando assim água</p><p>e devolvendo ao anodo os elétrons para</p><p>fechar o percurso da corrente.</p><p>A Westinghouse, nos Estados Uni­</p><p>dos, é a principal empresa que traba­</p><p>lha no desenvolvimento deste tipo de</p><p>célula.</p><p>c) PAFC (Phosphoric Acid Fuel</p><p>Cell)</p><p>Este tipo de célula se caracteriza</p><p>pela altíssima densidade de energia</p><p>que pode fornecer, mais de 200 mA por</p><p>centímetro quadrado, sob tensão de</p><p>0,66 volts, com um rendimento na fai­</p><p>xa de 40 a 45 %. Muitas células são</p><p>"empilhadas" de modo a se obter</p><p>maior tensão e assim poder alimentar</p><p>um circuito externo.</p><p>A desvantagem está na necessida­</p><p>de de hidrogênio como combustível</p><p>num grau de pureza elevado, pois não</p><p>pode conter substâncias como o</p><p>monóxido de carbono ou enxofre que</p><p>podem afetar o catalisador de platina.</p><p>APLICAÇÕES DIFERENTES</p><p>Fig. 14 - Estrutura da célula MCFC.</p><p>Combustível</p><p>carbonato</p><p>Reação de recomposição</p><p>CH4+H2Ü:CO+3H2</p><p>Reação de anodo</p><p>H2 + C03: H20 + C02 + 2ã</p><p>Reação de catodo</p><p>2e + C02 + 1/202 :COS</p><p>Carga</p><p>No futuro, prevê-se que a utilização</p><p>das células a combustível não se limite</p><p>à propulsão. Geradores pequenos, de</p><p>baixo custo, poderão ser instalados em</p><p>residências que então não precisarão</p><p>mais dispôr de energia vinda por meio</p><p>de fios e uma usina distante. A eletrici­</p><p>.dade para o consumo local seria gera­</p><p>da quer seja por gás engarrafado quer</p><p>seja por gás encanado, que já está dis­</p><p>ponível numa grande quantidade de</p><p>locais.</p><p>Assim, existe um plano interessan­</p><p>te que está em andamento, que con­</p><p>siste em se dotar residências de uma</p><p>cidade escolhida da Califórnia com</p><p>pequenos geradores à base de células</p><p>a combustível que utilizariam gás</p><p>encanado.</p><p>Com um bom rendimento, usando</p><p>uma forma de energia que ainda não é</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001 57</p><p>Fig. 15 - Eliminando a distribuição por cabos.</p><p>ENDEREÇOS NA</p><p>INTERNET</p><p>4) CIRCUITOS PARA ECONOMI­</p><p>ZAR ENERGIA</p><p>A seguir, damos alguns circuitos in­</p><p>teressantes e idéias que podem ser</p><p>usados para economizar energia e tam­</p><p>bém como sistemas de emergência em</p><p>caso de corte desta energia.</p><p>REDUTOR DE CONSUMO</p><p>COM DIODO</p><p>As lâmpadas incandescentes e dis­</p><p>positivos de aquecimento são os gran­</p><p>des vilões no consumo de energia. Pro­</p><p>duzir luz pelo aquecimento de um</p><p>filamento é um desperdício já que para</p><p>cada 100 W de energia consumida ape­</p><p>nas 20 a 25 W são convertidos em luz.</p><p>O restante, perde-se em calor.</p><p>A recomendação básica é trocar as</p><p>lâmpadas incandescentes por equiva­</p><p>lentes de menor potência, fluorescen­</p><p>tes ou eletrônicas. No entanto, as ins­</p><p>talações fluorescentes e as lâmpadas</p><p>eletrônicas são bem mais caras que as</p><p>lâmpadas incandescentes comuns, o</p><p>que pode significar um problema para</p><p>as pessoas de menor poder aquisitivo.</p><p>Uma solução que propomos para o</p><p>caso das lâmpadas incandescentes</p><p>sem a necessidade de troca é a redu­</p><p>ção de sua potência nos momentos em</p><p>que a potência máxima não é neces­</p><p>sária.</p><p>Assim, numa sala de estar em que</p><p>exista uma lâmpada de 100 W, pode­</p><p>se perfeitamente no caso de ninguém</p><p>estar lendo ou praticando alguma ativi­</p><p>dade que não necessite de máxima luz,</p><p>reduzir a luminosidade e, com isso, o</p><p>consumo para pouco mais de 50 W.</p><p>respostas para muitas perguntas impor­</p><p>tantes sobre o assunto.</p><p>* Site da Daimler-Benz (http://</p><p>www.daimler-benz.com)</p><p>Neste portal, além de um linkque</p><p>remete o leitor a informações e fotos</p><p>sobre o NEBUS, ônibus alimentado por</p><p>células a combustível e algumas outras,</p><p>muito interessantes. Neste portal, tam­</p><p>bém existe um "Iink" que remete o lei­</p><p>tor ao site da Mercedes-Benz no Brasil.</p><p>Evidentemente, como nos demais</p><p>portais, as informações obtidas estão</p><p>todas em inglês.</p><p>Eletricidade</p><p>doméstica</p><p>comercial</p><p>Veículos</p><p>, Barcos</p><p>';"-</p><p>* Fuel Cell Commercialization Group</p><p>(http://www.ttcorp.comlfccg)</p><p>Trata-se de um grupo que cuida da</p><p>comercialização de Células a combustí­</p><p>vel nos Estados Unidos, e que fornece</p><p>* Canadian Fuell Cell Homepage ­</p><p>(http://www.e n9 r. u vi c-d bryanl</p><p>fuelcell. html)</p><p>Nesta página temos alguns links</p><p>importantes, como, por exemplo, o da</p><p>Ballard Power Systems e da Energy</p><p>Partners Inc., que é uma empresa que</p><p>se dedica ao desenvolvimento e</p><p>comercialização de células PEM nos</p><p>Estados Unidos.</p><p>Outra empresa acessada por este</p><p>portal é a Hydrogenics Corporation, do</p><p>Canadá, que se dedica a estudos so­</p><p>bre o uso do hidrogênio como fonte</p><p>alternativa de energia.</p><p>Finalmente, no final do site temos</p><p>dois links importantes que nos reme­</p><p>tem a "World Wide Web Pages</p><p>Associated with Fuel Cells" e ao "The</p><p>Canadian Environmental Engineering</p><p>Resource Page".</p><p>tipos que proverão toda a eletricidade</p><p>que precisarmos, conforme ilustra a</p><p>figura 15.</p><p>Para os leitores interessados em</p><p>mais informações sobre Células a Com­</p><p>bustível e que têm acesso à Internet,</p><p>damos a seguir alguns endereços inte­</p><p>ressantes:</p><p>Eletricidade</p><p>industrial</p><p>Eletricidade</p><p>doméstica ~ .....</p><p>I m!l m</p><p>H -2</p><p>-~~~-:,"~</p><p>Hidrogênio ---+ ~</p><p>Células</p><p>Energia de</p><p>usinas atômicas</p><p>ou hidrelétricas</p><p>Oxigênio</p><p>Água</p><p>tão escassa como a hidroelétrica, es­</p><p>ses pequenos geradores poderiam</p><p>resolver um grave problema de sobre­</p><p>carga dos sistemas de fornecimento</p><p>convencionais que ameaçam algumas</p><p>regiões dos Estados Unidos (e aqui</p><p>também).</p><p>Os leitores que desejarem ter um</p><p>bom romance tratando do grave pro­</p><p>blema de geração e distribuição de e­</p><p>nergia que ronda algumas regiões dos</p><p>Estados Unidos, especificamente a Ca­</p><p>lifórnia devem ler o romance "Colapso"</p><p>de Arthur Hailey (Rio Gráfica Editora)~</p><p>Os recentes "blackouts" de São Pau­</p><p>lo e a vinda do racionamento mostram</p><p>que aqui mesmo em nosso país tam­</p><p>bém estamos nos aproximando de um</p><p>ponto crítico na geração e fornecimen­</p><p>to de energia, que talvez tenham como</p><p>solução a nova tecnologia da célula a</p><p>combustível.</p><p>UMA IDÉIA</p><p>PARA O FUTURO</p><p>Quem sabe, nos próximo anos, a</p><p>energia elétrica de que disporemos em</p><p>nossa casa seja obtida de uma forma</p><p>completamente diferente de hoje.</p><p>Em lugar de usinas centralizadas</p><p>que gerem grande quantidade de ener­</p><p>gia elétrica a partir da energia hidroe­</p><p>létrica, atômica, marés, eólica ou ou­</p><p>tra, tenhamos algo diferente.</p><p>As grande usinas farão a eletrólise</p><p>da água gerando grandes quantidades</p><p>de hidrogênio que seriam engarrafadas</p><p>ou canalisadas, servindo como com­</p><p>bustívellimpo para células de todos os</p><p>58 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>82 {Econômica!máxima</p><p>{Liga!81 desliga</p><p>Eletrodoméstico</p><p>+</p><p>-- 81-SV</p><p>Fig. 18 - Luz de Emergência.R1</p><p>4700</p><p>lâmpada acende. O circuito completo</p><p>para esta versão é dado na figura 18.</p><p>A montagem numa pequena placade</p><p>D1</p><p>1N4002</p><p>T1</p><p>Fig. 17 - O economizador numa caixinha.</p><p>Fig. 16 - Economizador com um diodo e dois interruptores simples</p><p>(para lâmpadas incandescentes até 100 W).</p><p>No lugar do { X</p><p>interruptor</p><p>comum</p><p>X</p><p>Fig. 19 - Placa de luz de</p><p>emergência.</p><p>e mantém estas pilhas em cargas cons­</p><p>tante até o momento do corte. Neste</p><p>momento, o circuito entra em ação e a</p><p>Material:</p><p>D, - Diodo 1N4004 (110 V) ou</p><p>1N4007 (220 V) - para o caso de po­</p><p>tências até 100 W.</p><p>8,.82 - Interruptores simples.</p><p>Uma versão mais sofisticada do</p><p>sistema anterior faz uso de pilhas recar­</p><p>regáveis de Nicad pequenas ou médias</p><p>LUZ DE</p><p>EMERGÊNCIA</p><p>(50% de redução é bem mais do que o</p><p>exigido pelo programa do</p><p>Governo!).</p><p>Isso pode ser feito com pouco in­</p><p>vestimento: um diodo e um interruptor</p><p>duplo, conforme mostra a figura 16.</p><p>O interruptor 81 continua a contro­</p><p>lar o acendimento da lâmpada (Iiga/</p><p>desliga). O interruptor 82 controla o con­</p><p>sumo e a luminosidade em dois níveis.</p><p>Quando fechado deixa passar os dois</p><p>semiciclos e a lâmpada acende com</p><p>máxima potência. Quando aberto, a</p><p>lâmpada passa para a condição de "bai­</p><p>xo consumo" com o diodo deixando</p><p>passar apenas metade dos semiciclos</p><p>da alimentação. A lâmpada acende</p><p>com brilho reduzido e consome menos</p><p>energia.</p><p>Com o diodo 1N4004 (110 V) ou</p><p>1N4007 (220 V) pode-se aplicar este</p><p>circuito a lâmpadas de até 100 W.</p><p>O mesmo circuito pode ser usado</p><p>para reduzir o consumo de eletrodo­</p><p>mésticos que produzam calor a partir</p><p>de energia, levando-os a uma condição</p><p>de espera de baixo consumo. Basta</p><p>então instalar o diodo e os interrupto­</p><p>res numa caixinha (veja a figura 17) e</p><p>usar a posição de menor potência</p><p>quando necessário.</p><p>Podemos usar este circuito para</p><p>manter o ferro de soldar em condição</p><p>de "meio consumo", mas quente, ou</p><p>ainda aquecedores de mamadeiras, ca­</p><p>feteiras, etc., desde que seu consumo</p><p>não ultrapasse 100 W.</p><p>Para maior potência, até 500 W, tro­</p><p>que o diodo pelo 1N5404 (110 V) ou</p><p>1N5407 (220 V).</p><p>Observamos que este circuito não</p><p>pode ser usado com aparelhos eletrô­</p><p>nicos, lâmpadas fluorescentes ou ele­</p><p>trônicas.</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001 59</p><p>Fig. 20 - Alternando os níveis lógicos.</p><p>COMO FUNCIONA</p><p>Para abaixar ou elevar uma tensão</p><p>é preciso usar configurações eletrônj:</p><p>ca e componentes especiais. Uni des­</p><p>tes componentes é o transformador.</p><p>Entretanto, os transformadores co­</p><p>muns não funcionam com tensões con­</p><p>tínuas. A corrente aplicada nos enro­</p><p>lamentos de um transformador, para</p><p>haver indução no outro enrolamento,</p><p>deve variar rapidamente de intensidade.</p><p>Uma maneira de se conseguir isso é</p><p>..n....n...</p><p>com a ajuda de um circuito eletrônico</p><p>denominado oscilador.</p><p>No nosso projeto o oscilador tem</p><p>por base um circuito integrado CMOS</p><p>4093 onde a freqüência dos sinais pro­</p><p>duzidos depende de Cl e é ajustada</p><p>em Pl.</p><p>Através de P1 podemos ajustar essa</p><p>freqüência para algo em torno de 500</p><p>Hz, que é a freqüência em que os</p><p>transformadores comuns, como o</p><p>usado no projeto, apresentam melhor</p><p>rendimento.</p><p>Uma das portas NAND do 4093 é</p><p>usada como oscilador, enquanto que</p><p>as três outras como inversores. Uma</p><p>delas apenas inverte o sinal, ao passo</p><p>que as outras duas invertem e</p><p>desinvertem de modo que nos pinos 10</p><p>e 11 temos sinais digitais (retangula­</p><p>res) complementares. Estes sinais são</p><p>então aplicados diretamente a compor­</p><p>ta (gate) de dois transistores FET de</p><p>potência.</p><p>Os transistores são ligados de tal</p><p>forma que, quando um conduz, o outro</p><p>permanece desligado. Assim, com a al­</p><p>ternância dos níveis lógicos na saída</p><p>do circuito integrado, temos a condu­</p><p>ção dos transistores também de modo</p><p>alternado, conforme mostra a figura 20.</p><p>Num semiciclo do sinal temos en­</p><p>tão a corrente circulando num sentido</p><p>do enrolamento de baixa tensão do</p><p>transformador, e no semiciclo ou nível</p><p>complemeotar d.osiAal-temes-a-eorreft---</p><p>-te círculando no sentido oposto.</p><p>A circulação de corrente de boa in­</p><p>tensidade no enrolamento de baixa ten­</p><p>são do</p><p>transformador faz com que seja</p><p>induzida uma alta tensão, de mesma</p><p>freqüência, no enrolamento de alta</p><p>tensão, o qual está ligado a uma toma­</p><p>da de saída.</p><p>Veja que, pelo fato dos sinais serem</p><p>retangulares, com pequena alteração na</p><p>Osc.</p><p>nn..</p><p>da em barcos), e em sistemas de ilu­</p><p>minação de emergência, já que a ten­</p><p>são de entrada usada é de 12 volts e</p><p>sua saída de alta tensão, por não ser</p><p>estabilizada, não é recomendada para</p><p>alimentação de aparelhos eletrônicos</p><p>mais sensíveis ou eletrodomésticos que</p><p>usem motores, pois a freqüência é di­</p><p>ferente dos 60 Hz.</p><p>No entanto, pelo seu bom rendimen­</p><p>to, este inversor pode ser utilizado com</p><p>lâmpadas fluorescentes comuns, mes­</p><p>mo aquelas que já estejam fracas de­</p><p>mais para funcionar na rede de ener­</p><p>gia. O que ocorre neste caso é que as</p><p>lâmpadas enfraqueci das pelo uso já</p><p>não acendem, pois os picos da rede</p><p>doméstica, mesmo com a presença do</p><p>reator e starter,não são mais suficien­</p><p>tes para ionizar o gás no seu interior.</p><p>Um inversor, como o descrito neste ar­</p><p>tigo, entretanto, produz pulsos de ten­</p><p>são de valores muito altos, que supe­</p><p>ram facilmente os 400 V, e isso é sufi­</p><p>ciente para ionizar o gás até de lâmpa­</p><p>das fracas que ainda podem funcionar</p><p>por um bom tempo.</p><p>O interessante neste circuito é a</p><p>configuração, que usa componentes</p><p>CMOS de alto rendimento, um fator im­</p><p>portante neste tipo de aplicação.</p><p>D, - 1N4002 - diodo de silício</p><p>R, - 470 ohms x 1 W - resisto r</p><p>C, - 470 uF/25 V - capacitor eletrolítico</p><p>K, - Relé de 12 V-50 a 100 mA de</p><p>bobina</p><p>B1 - Bateria de Nicad ou Selada</p><p>Fl - Fusível de 500 mA</p><p>Tl - Transformador com primário</p><p>conforme a rede local e secundário de</p><p>12 V com 150 mA ou mais de corrente</p><p>Xl - Lâmpadas de acordo com a</p><p>bateria.</p><p>Placa de circuito impresso, caixa</p><p>para montagem, cabo de força, fios,</p><p>solda, suporte de fusível, etc</p><p>LISTA DE MATERIAL</p><p>INVERSOR CMOS PARA</p><p>FLUORESCENTES</p><p>Como obter alta tensão para alimen­</p><p>tar lâmpadas fluorescentes ou mesmo</p><p>lâmpadas incandescentes a partir de</p><p>uma bateria de 12 V com um bom ren­</p><p>dimento? Embora tenham sido publi­</p><p>cados centenas de circuitos com esta</p><p>finalidade, o que descrevemos neste ar­</p><p>tigo, pela sua configuração em contra­</p><p>fase usando FET de potência, tem um</p><p>bom rendimento e merece ser analisa­</p><p>do. Sua potência pode superar os 30</p><p>watts, dependendo do transformador</p><p>usado, o que permite que ele seja em­</p><p>pregado num excelente sistema de ilu­</p><p>minação de emergência ou ainda em</p><p>barcos e trailers para iluminação.</p><p>A finalidade de um inversor ou</p><p>conversor DC/AC como também pode</p><p>ser chamado, é gerar uma alta tensão</p><p>alternada para alimentação de apare­</p><p>lhos que normalmente operam na rede</p><p>de energia, isso a partir de fontes de</p><p>tensão contínua de baixa tensão como,</p><p>por exemplo, baterias de carro, baterias</p><p>recarregáveis de Nicad e mesmo pilhas</p><p>comuns ou recarregáveis.</p><p>O circuito que descrevemos desti­</p><p>na-se a aplicações automotivas (ou ain-</p><p>circuito impresso é mostrada na figu­</p><p>ra 19.</p><p>O circuito funciona tanto na rede de</p><p>110 V como de 220 V sem necessidade</p><p>de alteração nos valores dos compo­</p><p>nentes.</p><p>60 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>Fig. 21 - Inversor CMOS.</p><p>Fig. 22 . Placa do inversor.</p><p>Q1</p><p>IRF640</p><p>Na verdade, uma aplicação possí­</p><p>vel para este aparelho é como</p><p>eletrificador de cercas.</p><p>Os resistores são de 1/8 W ou mai­</p><p>ores e o capacitor C1 tanto pode ser de</p><p>poliéster como cerâmico.</p><p>CI =4093</p><p>+</p><p>Será importante que o fio de cone­</p><p>xão à lâmpada fluorescente seja bem</p><p>isolado, pois a alta tensão gerada por</p><p>este aparelho causa choques bastan­</p><p>te desagradáveis em caso de um to­</p><p>que acidental.</p><p>+ 12 V</p><p>í</p><p>etapa final, dada a indutância do</p><p>enrolamento do transformador, a tensão</p><p>obtida na saída do circuito não é</p><p>senoidal e tem picos bastante elevados.</p><p>Este fato deve ser levado em conta,</p><p>pois impede o uso do inversor na ali­</p><p>mentação de aparelhos eletrônicos</p><p>sensíveis. Entretanto, lâmpadas incan­</p><p>descentes e lâmpadas fluorescentes</p><p>devem funcionar satisfatoriamente nes­</p><p>te aparelho, dentro de certa faixa de</p><p>potência.</p><p>Lâmpadas fluorescentes de 15 a 40</p><p>watts são as recomendadas, pois for­</p><p>necem os melhores resultados em ter­</p><p>mos de rendimento.</p><p>Na figura 21 temos o diagrama com­</p><p>pleto do aparelho.</p><p>Na figura 22 temos a disposição dos</p><p>componentes numa placa de circuito</p><p>impresso.</p><p>Para os circuitos integrados será</p><p>conveniente usar soquetes DIL. Para os</p><p>transistores será importante usar radia­</p><p>dores de calor que consistem em cha­</p><p>pinhas de metal dobradas em "U".</p><p>O transformador, que fica fora da</p><p>placa, deve ter enrolamento primário de</p><p>110 ou 220 V e secundário de 12V com</p><p>corrente na faixa de 2 a 3 ampêres.</p><p>O fusível é importante para prote­</p><p>ger o aparelho em caso de problemas</p><p>de funcionamento e a própria instala­</p><p>ção elétrica do carro, se ele for usado</p><p>com sua bateria.</p><p>O conjunto cabe facilmente numa</p><p>pequena caixa plástica e para uso no</p><p>carro temos duas opções de conexão.</p><p>Uma delas é por meio de duas garras</p><p>jacaré grandes (do tipo para prender</p><p>em baterias) e que devem ser de cores</p><p>diferentes para que a polaridade seja</p><p>seguida. A outra possibilidade consis­</p><p>te em se usar um conector do tipo que</p><p>pode ser encaixado no acendedor de</p><p>cigarros do carro.</p><p>Outras opções de conexão depen­</p><p>dem da fonte de energia usada e da</p><p>aplicação como, por exemplo, nos sis­</p><p>temas de iluminação de emergência.</p><p>Para ligação à lâmpada fluorescen­</p><p>te pode ser usado um plugue comum e</p><p>não se necessita nem de reator e nem</p><p>de starter, conforme indica a figura 23.</p><p>MONTAGEM</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 61</p><p>LISTA DE MATERIAL</p><p>Semicondutores:</p><p>C11- 4093 - circuito integrado CMOS</p><p>Ql' Q2 - IRF640, IRF620 ou qqualquier</p><p>equivalente para pelo menos 200 V ­</p><p>Transistor de Efeito de Campo de</p><p>Potência</p><p>Resistores: (1/8 W, 5%)</p><p>R1 - 10 k ohms</p><p>P1 - 100 k ohms - trimpot</p><p>Capacitores:</p><p>C1 - 22 nF - cerâmico ou poliéster</p><p>C2 - 1 000 uF/16 V - eletrolítico</p><p>Diversos:</p><p>T1 - Transformador com primário de</p><p>110V ou 220V e secundário de 12V x 3</p><p>A - ver texto</p><p>Xl - Tomada comum de força</p><p>F1 - 5 A - fusível</p><p>Placa de circuito impresso, caixa</p><p>para montagem, radiadores de calor</p><p>para os transistores, suporte de fusível,</p><p>conector de acendedor de cigarros de</p><p>carro ou garras, soquetes para os</p><p>circuitos integrados, fios, solda, etc.</p><p>Lâmpada</p><p>f1uourescente</p><p>Fig. 23 - Ligando uma lâmpada fluorescente.</p><p>PROVA E USO</p><p>Basta ligar o aparelho numa bate­</p><p>ria ou mesmo fonte de corrente contí­</p><p>nua de 12 V com pelo menos 3 A de</p><p>capacidade e uma lâmpada fluorescen­</p><p>te de 15 a 40 watts na saída. Ajusta-se</p><p>então P 1 para a freqüência que pro­</p><p>porcione maior brilho da lâmpada flu­</p><p>orescente.</p><p>É importante observar que a medi­</p><p>da da tensão de saída com um multíme­</p><p>tra não fornece uma indicação precisa</p><p>que possa ser confiável. O que ocor­</p><p>re é que os multímetros são calibra­</p><p>dos para formas de onda senoidais em</p><p>suas escalas alternadas e este apare­</p><p>lho fornece tensões de formas de onda</p><p>dotadas de pulsos. Assim, a indicação</p><p>obtida nada ter a ver com a tensão real</p><p>de saída do inversor.</p><p>CONTROLE DE ILUMINAÇÃO</p><p>DIFERENTE</p><p>O circuito apresentado é uma solu­</p><p>ção diferente para o controle de duas</p><p>lâmpadas incandescentes ou mesmo</p><p>sistemas de aquecimento, podendo ser</p><p>usado em ambientes domésticos com</p><p>duas lâmpadas, vitrines de lojas, mos­</p><p>truários e em muitas outras aplicações.</p><p>Com ele é possível gerenciar o consu­</p><p>mo de energia comutando lâmpadas de</p><p>potências diferentes com mais facili­</p><p>dade.</p><p>Apresentamos um circuito que utili­</p><p>za uma chave de 1 pólo x 4 posições</p><p>no controle de duas lâmpadas, mas</p><p>usando apenas um fio de conexão para</p><p>estas lâmpadas (o que significa o apro­</p><p>veitamento da fiação existente).</p><p>Na primeira posição, o circuito é ali­</p><p>mentado com corrente alternada e com</p><p>a presença dos diodos, cada lâmpada</p><p>recebe apenas metade dos semiciclos</p><p>da alimentação acendendo com potên­</p><p>cia reduzida (posição econômica).</p><p>Na segunda posição, apenas os</p><p>semiciclos positivos são apicados ao</p><p>circuito, o que significa que o diodo 03</p><p>é polarizado no sentido direto curto­</p><p>circuitando a lâmpada X1 que perma­</p><p>nece apagada. No entanto,</p><p>2 / 2001 3</p><p>DISPLAYS DE</p><p>CRISTAL LíQUIDO</p><p>Os displays de cristallíqui­</p><p>do oferecem uma opção de</p><p>visualização de imagens mui­</p><p>to interessante também para</p><p>o caso do osciloscópio. Assim,</p><p>existem osciloscópios portá­</p><p>teis que, em lugar do tubo de</p><p>raios catódicos (TRC), empre­</p><p>gam displays de LCO (cristal</p><p>líquido) semelhantes aos de</p><p>calculadoras. Estes instru­</p><p>mentos são muito importantes</p><p>para os profissionais de ma­</p><p>nutenção de equipamentos</p><p>que trabalham fora da oficina</p><p>e que precisam levá-Ios até o</p><p>equipamento em análise. Na</p><p>figura abaixo temos um exem­</p><p>plo de osciloscópio deste tipo,</p><p>o PersonalScope, da Velle­</p><p>man, que pode ser visto pela</p><p>Internet no portal: http://www.</p><p>velleman-kit.com.</p><p>Neste intervalo o feixe</p><p>volta ao ponto A</p><p>Ponto</p><p>.-- luminoso</p><p>Fim</p><p>/Tela</p><p>incidir na tela, produz um ponto lumi­</p><p>noso, veja a figura 3.</p><p>Através de campos elétricos e mag­</p><p>néticos é possível deflexionar este fei­</p><p>xe e com isso fazer com que o ponto</p><p>desenhe na tela do osciloscópio qual­</p><p>quer tipo de figura.</p><p>Para se conseguir com que o feixe</p><p>desenhe a forma de onda de um sinal</p><p>é preciso contar com dois circuitos bá­</p><p>sicos. Um deles produz um sinal "den­</p><p>te de serra" que é aplicado no TRC de</p><p>modo que ele faça o feixe de elétrons</p><p>se deslocar no sentido horizontal tra­</p><p>çando assim uma linha conforme ilus­</p><p>tra a figura 4.</p><p>Observe que no movimento para a</p><p>direita o ponto se move lentamente para</p><p>Conversar</p><p>AJO</p><p>••</p><p>III</p><p>II</p><p>A'</p><p>Infcio</p><p>Pia"", V Fe.e</p><p>defletoras de elétrons MAT</p><p>Fig. 3 - Um tubo de raios catódicos usado em osciloscópio.</p><p>Movimento do</p><p>feixe de elétrons</p><p>Filamento</p><p>Fig. 4 - A varredura horizontal.</p><p>Pontas de prova</p><p>Fig. 2 - Os osciloscópios virtuais são uma opção para o profissional da eletrônica.</p><p>Catodo</p><p>a) Eles podem ser armazenados</p><p>ou gravados para posterior observação</p><p>e análise.</p><p>b) Informações adicionais podem</p><p>ser agregadas e apresentadas, tais</p><p>como: o valor da tensão de pico, a fre­</p><p>qüência, etc.</p><p>c) Os sinais podem ser enviados</p><p>pela Internet para que alguém os gra­</p><p>ve ou observe à distância.</p><p>Vamos então analisar o princípio de</p><p>funcionamento de um osciloscópio co­</p><p>meçando pelo tipo tradicional que faz</p><p>uso de um tubo de raios catódicos</p><p>(TRC) semelhante aos encontrados</p><p>nos televisores.</p><p>Esse tubo possui um canhão que</p><p>emite um feixe de elétrons que, ao</p><p>4 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>(a)</p><p>II</p><p>I</p><p>III If\ f\ : SinalIV~</p><p>alta em relação ao sinal observado, o</p><p>que veremos será uma parte muito pe­</p><p>quena do ciclo, veja exemplo na mes­</p><p>ma figura em (b).</p><p>Outro ponto importante também é</p><p>em relação à intensidade do sinal que</p><p>está sendo olhado. No circuito de en­</p><p>trada dos sinais observados, que é o</p><p>vertical (V), existe um amplificador com</p><p>ganho selecionado cuja finalidade é</p><p>possibilitar ao usuário ajustar exata­</p><p>mante a altura da imagem do sinal para</p><p>uma observação confortável. Veja a</p><p>figura 10.</p><p>Mais que isso, como o ganho deste</p><p>amplificador é calibrado com precisão,</p><p>podemos usar o tamanho da imagem</p><p>para medir a amplitude de um sinal: por</p><p>exemplo, se o ganho está ajustado para</p><p>que um sinal de 1 Vpp preencha uma</p><p>divisão da tela, um sinal que ocupe</p><p>duas divisões terá uma amplitude de</p><p>2 Vpp, conforme mostra a figura 11.</p><p>É por este motivo que as telas dos</p><p>osciloscópios são reticuladas. Na ver­</p><p>tical é possível medir a amplitude e na</p><p>horizontal podemos medir o tempo de</p><p>Fig.8 - Fazendoa imagem"começar"</p><p>nopontocerto.</p><p>~(b)</p><p>Imagem</p><p>Fig.9 - Varredurasincorretas.</p><p>Freqüência do</p><p>sinal muito</p><p>menor que a</p><p>varredura</p><p>Freqüência do</p><p>sinal muito</p><p>maior que a</p><p>varredura</p><p>Projeção</p><p>•</p><p>Fig.6 - Afreqüênciadosinaledavarredura.</p><p>no osciloscópio, que é o de gatilhamen­</p><p>to (trigger'j.</p><p>Este circuito faz com que a varre­</p><p>dura horizontal se altere levemente ao</p><p>se observar um sinal, "adaptando-se"</p><p>para começar sempre no mesmo pon­</p><p>to. Desta forma, as imagens passam a</p><p>se superpor n0S ciclos de varredura e</p><p>com isso o aspecto final será uma ima­</p><p>gem única estática, atente para a</p><p>figura 8.</p><p>É claro que a freqüência a ser apli­</p><p>cada na varredura horizontal depende</p><p>muito da freqüência do sinal que está</p><p>sendo observado.</p><p>Se a freqüência do sinal observado</p><p>for muito maior que a da varredura, a</p><p>imagem ficará prejudicada, pois os ci­</p><p>cios ficarão muito concentrados na tela,</p><p>conforme mostra (a) na figura 9. Do</p><p>mesmo modo, se a varredura for muito</p><p>Fig.7 - Superposiçãodeimagensde</p><p>ummesmosinal.</p><p>I</p><p>I</p><p>I +-- Sinal</p><p>senoidal</p><p>Varredura</p><p>Fig.5 - Projetandoa imagemdeumsinal.</p><p>depois voltar rapidamente ao local de</p><p>partida. O movimento se repete conti­</p><p>nuamente e é denominado varredura</p><p>horizontal.</p><p>Se, ao mesmo tempo em que este</p><p>movimento é produzido aplicarmos no</p><p>circuito de deflexão vertical o sinal que</p><p>queremos observar, ele fará com que</p><p>o feixe de elétrons se mova para cima</p><p>e para baixo acompanhando este sinal</p><p>e traçando assim uma linha que o re­</p><p>trata, observe a figura 5.</p><p>Pode-se provar facilmente que a</p><p>combinação de um movimento horizon­</p><p>tal "dente de serra" com o movimento</p><p>horizontal de qualquer forma de onda</p><p>sempre resulta na imagem desta</p><p>última.</p><p>É claro que é preciso levar em con­</p><p>ta os tempos com os sinais horizontais</p><p>e o vertical que são aplicados aos</p><p>circuitos.</p><p>Se a freqüência do sinal for muito</p><p>mais alta do que a da varredura hori­</p><p>zontal, no intervalo em que o feixe var­</p><p>re a tela da esquerda para a direita</p><p>haverá tempo para que vários ciclos do</p><p>sinal aplicado ao circuito vertical sejam</p><p>traçados na tela e, então, veremos uma</p><p>imagem de vários ciclos, conforme ilus­</p><p>tra a figura 6.</p><p>Por outro lado, como a varredura</p><p>ocorre constantemente, ao chegar no</p><p>extremo direito da tela ao voltar o ciclo</p><p>seguinte, o sinal a ser observado pode</p><p>não começar no mesmo lugar que o</p><p>anterior e, com isso, teremos a super­</p><p>posição constante de imagens come­</p><p>çando em pontos diferentes, de acor­</p><p>do com a figura 7.</p><p>Para que isso não ocorra é preciso</p><p>contar com mais um circuito importante</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 5</p><p>Fig.10- O ganhodoamplificadorinternodooscilóscopiopodeserselecionado.</p><p>(a)</p><p>ideal</p><p>(b)</p><p>resposta de altas,</p><p>pobre</p><p>JL~</p><p>(c) (d)</p><p>resposta de distorção</p><p>baixas, pobre de fase</p><p>x10</p><p>x100</p><p>x1k</p><p>Ganho</p><p>resposta de</p><p>altas, muito acentuada</p><p>Fig.12- Testandoamplificadorescomo</p><p>osciloscópio.</p><p>~ Referência</p><p>K OV/diV</p><p>Ganho</p><p>Fig.11- Medindoaamplitudedaumsinal.</p><p>duração de um ciclo, justamente sele­</p><p>cionando o tempo de varredura, pois</p><p>ele também é calibrado com precisão.</p><p>Por exemplo, se observamos um</p><p>ciclo de um sinal ocupando duas divi­</p><p>sões quando o ajuste da varredura está</p><p>em 1 ms por divisão, sabemos que o</p><p>sinal tem um período de 2 ms (milisse­</p><p>gundos) e que, portanto, sua freqüên­</p><p>cia é de 500 Hz.</p><p>Sabendo que o osciloscópio funci­</p><p>ona desta forma, fica fácil para o leitor</p><p>perceber como ele pode ser útil na</p><p>visualização das formas de onda de um</p><p>circuito. Basta ligá-Io no ponto do cir­</p><p>cuito no qual se deseja observar o si­</p><p>nal e ajustar os controles de ganho e</p><p>varredura para que se tenha uma ima­</p><p>gem estável na tela.</p><p>Essa imagem retratará então o si­</p><p>nal com a possibilidade de se conferir</p><p>não apenas sua forma, mas também a</p><p>intensidade (amplitude), e até mesmo</p><p>medir a sua freqüência.</p><p>TABELA</p><p>Na tabela a seguir relacionamos as</p><p>freqüências mais comuns com os tem­</p><p>pos em milissegundos (ms), microsse­</p><p>gundos (~s) e nanossegundos (ns)</p><p>Para um amplificador de áudio, por</p><p>exemplo, pode-se ir além. Injetando-se</p><p>na entrada um sinal de forma de onda</p><p>conhecida (senoidal), pela projeção da</p><p>imagem dele em qualquer ponto do</p><p>circuito, podemos verificar a presença</p><p>Freqüência Período</p><p>1 Hz</p><p>1 s</p><p>2 Hz</p><p>500 ms</p><p>5 Hz</p><p>200 ms</p><p>10 Hz</p><p>100 ms</p><p>20 Hz</p><p>50 ms</p><p>50 Hz</p><p>20 ms</p><p>100 Hz</p><p>10 ms</p><p>1 kHz</p><p>1 ms</p><p>2 kHz</p><p>500 ~s</p><p>5 kHz</p><p>200 ~s</p><p>10 kHz</p><p>100 ~s</p><p>20 kHz</p><p>50 ~s</p><p>50 kHz</p><p>20 ~s</p><p>100 kHz</p><p>10 ~s</p><p>1 MHz</p><p>1 ~s</p><p>2 MHz</p><p>500 ns</p><p>5 MHz</p><p>200 ns</p><p>10 MHz</p><p>100 ns</p><p>20 MHz</p><p>50 ns</p><p>50 MHz</p><p>20 ns</p><p>100 MHz</p><p>10 ns</p><p>200 MHz</p><p>5 ns</p><p>500 MHz</p><p>2 ns</p><p>1 GHz</p><p>1 ns</p><p>de distorções indicadoras de compo­</p><p>nentes com problemas, ou ainda defi­</p><p>ciências do próprio projeto do equipa­</p><p>mento, veja a figura 12.</p><p>Os osciloscópios comuns usados</p><p>por profissionais de eletrônica</p><p>como 04 é</p><p>polarizado no sentido inverso, a lâm­</p><p>pada X2 é alimentada e acende.</p><p>Na terceira posição 03 é plarizado</p><p>no sentido inverso e 04 é polarizado no</p><p>sentido direto. X2 é curto-circuitada e a</p><p>lâmpada X1 recebe alimentação acen­</p><p>dendo com potência reduzida.</p><p>Na quarta posição não há circula­</p><p>ção de corrente e as lâmpadas perma­</p><p>necem apagadas.</p><p>Utilizando lâmpadas de potências</p><p>diferentes podemos ter uma posição</p><p>com potência máxima e duas outras</p><p>posições com potências reduzidas di­</p><p>ferentes, para a economia de energia</p><p>em diversos graus.</p><p>A tabela abaixo resume o que</p><p>ocorre:</p><p>Veja que as lâmpadas operam com</p><p>metade da corrente normal, o que sig­</p><p>nifica brilho reduzido em todos os ca­</p><p>sos. Para se obter a potência normal,</p><p>Chave S1 X1X2</p><p>1</p><p>acesaacesa</p><p>2</p><p>apagadaacesa</p><p>3</p><p>acesaapagada</p><p>4</p><p>apagadaapagada</p><p>temos duas possibilidades:</p><p>a) Usar lâmpadas de menor tensão</p><p>que a da alimentação</p><p>b) Acrescentar um capacito r de 10</p><p>I-lF a 20 I-lF depois dos diodos, confor­</p><p>me mostra a figura 24.</p><p>11~2</p><p>Fig. 24 - Agregando capacitares.</p><p>Neste caso, os capacitores devem</p><p>ter uma tensão de trabalho que seja</p><p>pelo menos o dobro da tensão da rede</p><p>de energia, i.e. para 110 V usar</p><p>capacitores de 200 V e para 220 V usar</p><p>capacitores de 400 V.</p><p>Na figura 25 temos o circuito bási­</p><p>co deste projeto.</p><p>Os diodos devem ser do tipo</p><p>1 N4004 se a rede for de 110 V, e</p><p>1N4007 se a rede for de 220 V. Estes</p><p>diodos podem ser usados com lâmpa­</p><p>das incandescentes de até 100 watts.</p><p>Para potências maiores os diodos</p><p>devem ser trocados por tipos de maior</p><p>corrente.</p><p>A chave pode ser de qualquer tipo</p><p>de 1 pólo x 4 posições. Os tipos rotati­</p><p>vos são os mais fáceis de encontrar.</p><p>Veja que os diodos das lâmpadas</p><p>podem ser instalados junto aos pró­</p><p>prios soquetes sem a necessidade de</p><p>solda na maioria dos casos. Será in­</p><p>teressante prever o uso de um fusí­</p><p>vel de 2 ampares em série com a ali­</p><p>mentação do circuito para o caso de</p><p>algum diodo entrar em curto.</p><p>Também observamos que o circui­</p><p>to pode ser usado em sinalização com</p><p>62 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>E</p><p>sentido de obter a regulagem da po­</p><p>tência na faixa de O a aproximadamen­</p><p>te 100%.</p><p>Este circuito também não deve ser</p><p>usado com eletroeletrônicos sensíveis</p><p>a variações de tensão, lâmpadas fluo­</p><p>rescentes e eletrônicas. Seu uso deve</p><p>limitar-se a eletrodomésticos com mo­</p><p>tores, lâmpadas incandescentes e ele­</p><p>mentos de aquecimento.</p><p>Fig. 25 - Circuito completo.</p><p>Atenção: Este circuito não se aplica a lâmpadas eletrônicas</p><p>ou fluorescentes. A presença do reator eletrônico impede que</p><p>elas funcionem normalmente com um sinal de meia onda.</p><p>LISTA DE MATERIAL</p><p>D1 a D4 - 1N4004 (110V) ou 1N4007</p><p>(220 V) - diodos retificadores de silício</p><p>81 - Chave de 1 pólo x 4 posições</p><p>Xl' X2 - Lâmpadas incandescentes de</p><p>até 100W</p><p>Diversos:</p><p>Fios, solda, botão para a chave, fusível</p><p>de entrada, soquete para as lâmpadas.</p><p>A montagem pode ser feita numa</p><p>pequena placa de circuito impresso</p><p>conforme mostrado na figura 27 e o</p><p>TRIAC deve ser dotado de um radia­</p><p>dor de calor.</p><p>O TRIAC deve ser sufixo B se a rede</p><p>for de 110 V e O se for 220 V.O capaci­</p><p>tor eventualmente precisará ter seu</p><p>valor alterado de modo a compensar as</p><p>tolerâncias dos demais componentes no</p><p>Material:</p><p>TRIAC - TIC226B (110 V) ou</p><p>TIC226D (220 V) - Triac com radiador</p><p>de calor</p><p>NÉON - Lâmpada néon comum</p><p>R1 - 4,7 k Q x Y2 W - resistor</p><p>P1 - 220 kQ - potenciômetro</p><p>C1 - 150 nF/250 V - capacitor de</p><p>poliéster. Placa de circuito impresso,</p><p>fios, solda, etc.</p><p>LANTERNA DE EMERGÊNCIA</p><p>Lanternas são reservadas para si­</p><p>tuações de emergência, quando há um</p><p>lâmpadas incandescentes de 6 ou 12</p><p>V alimentadas a partir de um pequeno</p><p>transformador.</p><p>DIMMER</p><p>o controle linear da potência apli­</p><p>cada a uma carga alimentada pela rede</p><p>de energia pode ajudar muito a econo­</p><p>mizar energia. Aplicando apenas a po­</p><p>tência necessária à aplicação, elimina­</p><p>mos o desperdício de energia.</p><p>Os dímmers são controles lineares</p><p>de potência e podem ser usados com</p><p>motores, lâmpadas, aquecedores e</p><p>outros equipamentos que admitem</p><p>uma tensão variável para seu funcio­</p><p>namento.</p><p>Podemos perfeitamente reduzir o</p><p>brilho de uma lâmpada ou a tempera­</p><p>tura de um elemento de aquecimento</p><p>quando necessário, economizando as­</p><p>sim energia. Na figura 26 damos o dia­</p><p>grama de um dímmer usando um</p><p>TRIAC TIC226 para 8 amperes. Este</p><p>dímmer pode ser usado para reduzir a</p><p>velocidade de ventiladores, a tempera­</p><p>tura de aquecedores até 800 W ou o</p><p>brilho de lâmpadas incandescentes.</p><p>""</p><p>110/220 V</p><p>=</p><p>TRIAC</p><p>TIC226B/D</p><p>Néon</p><p>Fig. 26 - Diagrama do</p><p>dimmer com TRIAC.</p><p>Fig. 27 - Placa de circuito impresso do dimmer.</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 63</p><p>+</p><p>_- 81-3V</p><p>MONTAGEM</p><p>possam ser localizados com facilidade</p><p>mesmo no escuro.</p><p>Uma chave de carro que caísse no</p><p>estacionamento mal iluminado poderia</p><p>ser encontrada com facilidade se o cha­</p><p>veiro fosse dotado desse sistema de si­</p><p>nalização com LED.</p><p>ALERTA:</p><p>Nunca abra células de</p><p>Nicad. O cádmio é tóxico</p><p>não devendo ser manuse­</p><p>ado. Mesmo as baterias</p><p>que já não servem não</p><p>devem ser jogadas no lixo</p><p>comum. Casas especiali­</p><p>zadas em telefonia celular</p><p>aceitam baterias gastas</p><p>para serem levadas a um</p><p>processo de eliminação</p><p>que impeça que o cádmio</p><p>passe para o meio ambi­</p><p>ente onde pode ser res­</p><p>ponsável por perigosa po­</p><p>luição.</p><p>Na figura 29 temos o diagrama com­</p><p>pleto do aparelho.</p><p>O circuito integrado pode ser solda­</p><p>do diretamente na placa com os demais</p><p>componentes, conforme mostra a figu­</p><p>ra 30. Existe até a possibilidade da</p><p>montagem ser feita sem placa com os</p><p>CI1</p><p>LM3909</p><p>8</p><p>C1</p><p>220 pF</p><p>COMO FUNCIONA</p><p>de emergência. O mesmo circuito pode­</p><p>rá ainda ser adaptado para ser usado</p><p>em painéis de máquinas que precisem</p><p>ser localizados no escuro ou que de­</p><p>vam ter uma sinalização permanente.</p><p>Características:</p><p>· Tensão de alimentação: 3 V</p><p>· Consumo do sinalizador: 0,77 mA</p><p>· Freqüência do LED: 1 Hz (aprox.)</p><p>· Número de componentes do sina-</p><p>lizador: 3.</p><p>A lanterna é obtida ligando-se duas</p><p>pilhas ou bateria recarregável de 3 (2</p><p>módulos ou células) via interruptor S,</p><p>a uma lâmpada de 3 V com refletor. O</p><p>tipo de pilha depende do consumo da</p><p>lâmpada. Uma sugestão consiste no</p><p>uso de baterias de Nicad que podem</p><p>ser aproveitadas de aparelhos fora de</p><p>uso.</p><p>O sistema de sinalização tem por</p><p>base um circuito integrado LM3909 da</p><p>National Semiconductor, que consiste</p><p>justamente num oscilador de muito bai­</p><p>xo consumo para o acionamento de</p><p>LEDs.</p><p>Projetado justamente para ser usa­</p><p>do em sinalização, este componente</p><p>precisa apenas de um capacitor exter­</p><p>no para acionar um LED. O valor deste</p><p>capacitor determina a frequência das</p><p>piscadas e também o consumo.</p><p>Uma caracaterística importante des­</p><p>te circuito integrado é que ele pode fun­</p><p>cionar com tensões de alimentação a</p><p>partir de 1,2 V, ou seja, apenas uma</p><p>pilha. Isso leva à possibilidade de uso</p><p>inclusive em chaveiros, para que eles</p><p>corte na energia ou quando algum aci­</p><p>dente provoca a interrupção no seu for­</p><p>necimento. No entanto, o maior pro­</p><p>blema, que nem sempre é previsto e</p><p>que é importante quando se pensa em</p><p>segurança, é encontrar a lanterna</p><p>quando o corte ocorre. Um sinalizador</p><p>de baixíssimo consumo pode ser agre­</p><p>gado à lanterna, mantendo um LED</p><p>piscando, o que facilita sua localização</p><p>em situações de emergência. Veja</p><p>como ter uma lanterna com este recur­</p><p>so neste artigo.</p><p>Descrevemos um circuito de sinal i­</p><p>zador com LED com consumo extrema­</p><p>mente baixo (da ordem de 0,77 mA) e</p><p>que pode ser instalado numa lanterna</p><p>ou ainda usado com outros recursos</p><p>(caixas de socorro, saídas de emergên­</p><p>cia, extintores, etc.) que tenham de ser</p><p>encontrados com facilidade numa situ­</p><p>ação de corte de energia.</p><p>O leitor que tiver uma lanterna fora</p><p>de uso, com problemas de oxidação de</p><p>contactos ou ainda maus contactos na</p><p>chave de aCionamento, pode aprovei­</p><p>tar a lâmpada e o refletor e montar uma</p><p>luz de emergência que use este sina­</p><p>lizador.Mais ainda, poderá aproveitar ba­</p><p>terias recarregáveis de telefones sem</p><p>fio e outros aparelhos fora de uso que</p><p>se encontre em bom estado para mon­</p><p>tar sua própria</p><p>lanterna de emergência.</p><p>Uma adaptação do circuito mais as</p><p>pilhas ou bateria e a lâmpada pode re­</p><p>sultar num sistema de luz de emergên­</p><p>cia bastante eficiente para ter junto a</p><p>cabeceira de sua cama, na sua peque­</p><p>na empresa ou escritório ou em outro</p><p>local apropriado.</p><p>O LED deste sistema, que pode ser</p><p>montado numa caixa plástica conforme</p><p>indicado na figura 28, pisca numa fre­</p><p>qüência de 1 Hz com um consumo de</p><p>energia extremamente baixo.</p><p>Entretanto, suas piscadas são sufi­</p><p>cientemente fortes para facilitar a loca­</p><p>lização rápida da lanterna em situações</p><p>Fig.28 - CaixadeemergênciacomLED. Fig.29 - Circuitodalanterna.</p><p>64 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 /2001</p><p>IMPORTANTE</p><p>Fig.30 - Placada lanternade emergência.</p><p>cilidade. Uma idéia é reunir todo</p><p>esse material numa caixa ou local</p><p>em que este circuito seja instalado.</p><p>Em caso de corte de energia à noi­</p><p>te, pelas piscadas do LED a caixa</p><p>de emergência poderá ser encon­</p><p>trada rapidamente.</p><p>Diante da ameaça do apagão,</p><p>a disponibilidade de lanternas,</p><p>velas e outras fontes de luz alter­</p><p>nativas em caso de emergência</p><p>deve ser considerada. O acesso</p><p>aos locais em que se encontram</p><p>tais fontes deve ser feito com fa-</p><p>PROVA E USO</p><p>componentes diretamente soldados</p><p>nos pinos do integrado, já que são pou­</p><p>cos e isso possibilitaria uma versão</p><p>compacta.</p><p>Para as pilhas deve ser usado um</p><p>suporte apropriado, observando-se sua</p><p>polaridade. O LED é vermelho (ou de</p><p>qualquer outra cor) e pode ficar na</p><p>parte posterior da caixa para maior fa­</p><p>cilidade de visualização.</p><p>O capacito r deve ter uma tensão,</p><p>mínima de trabalho de 3 V lembrando</p><p>que, quanto menor for esta tensão</p><p>menor será também seu tamanho, o</p><p>que é importante para se obter uma</p><p>montagem bem compacta. Uma possi­</p><p>bilidade a ser considerada quando o ta­</p><p>manho for importante é o uso de um</p><p>capacitor de tântalo.</p><p>Valores entre 100 IJF e 470 IJF po­</p><p>dem ser usados, havendo alteração na</p><p>freqüência e intensidade das piscadas,</p><p>além do consumo.</p><p>LISTA DE MATERIAL</p><p>Para provar o aparelho basta colo­</p><p>car as pilhas no suporte. O LED deve</p><p>piscar de imediato. Acionando-se 81 a</p><p>lâmpada principal deverá acender com</p><p>seu brilho normal.</p><p>A lanterna com sinalizador deve ser</p><p>deixada então em local visível de modo</p><p>que, havendo um corte de energia, ela</p><p>possa ser facilmente localizada pelas</p><p>piscadas do LED.</p><p>CI1 - LM3909 - circuito integrado</p><p>LED1 - LED vermelho comum (ou de</p><p>outra cor)</p><p>C1 - 220 uF/3 V - capacitor eletrolítico</p><p>S1 - Interruptor simples</p><p>81 - 3 V - 2 pilhas comuns ou</p><p>recarregáveis - ver texto</p><p>X1 - 3 V - lâmpada de lanterna</p><p>Diversos:</p><p>Caixa para montagem, placa de</p><p>circuito impresso, suporte de pilhas,</p><p>refletor para lâmpada com soquete,</p><p>fios, solda, etc.</p><p>o kit é composto de:</p><p>•• Placa programadora</p><p>•• Display LCD 2 linhas</p><p>•• Documentação em 2 disquetes</p><p>(Inglês), com exemplos de</p><p>programas emassembler e</p><p>Linguagem C</p><p>•• Cabo de programação (ISP)</p><p>•• Instruções para instalação</p><p>KiT pARA dESENvolviMENTO dE pROTÓTipos COM MicROCONTROlAdoREs dA ATMEL</p><p>COMPATívEl COM 80J1I8051.</p><p>IdEAl pARA ApRENdizAGEM dE HARdwARE, UNGUAGEM C E ASSEMblER:</p><p>, USA o MicROCONTROlAdoR AT89S82~2 (ATMEL) 100% COMPATívEl COM A FAMíliA80~1 .</p><p>, PROGRAMÁvEl NO pRÓpRio CiRcuiTO ViA INTERFACEPARALElA.</p><p>, SAídA SERiAl RS2n .</p><p>, ENTRAdA COM ChAVES Push BUTTON.</p><p>, 8K dE MEMÓRIA FlASH.</p><p>, 2K dE MEMÓRiA E2PROM</p><p>, 2'76 Bym dE MEMÓRIA RAM</p><p>, ~2 PORTS dE I/O</p><p>,'POdE SER uSAdo COMO PROGRAMAdoR .</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 65</p><p>,</p><p>PRATICAS DE</p><p>SERVICE</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHO/MODELO:</p><p>TV P8 8251</p><p>DEFEITO:</p><p>Problema de AGC.</p><p>RELATO:</p><p>MARCA:</p><p>Philco ( (H) 1/:10 )</p><p>AUTOR: JOSÉ LUIZ DE MELLO</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>REPARAÇÃO nO</p><p>Ao ligar o aparelho a imagem apa­</p><p>recia com distorção entortando-se e ha­</p><p>via ruído no som. Examinando o circui­</p><p>to, passei a retocar o eixo do potenciô­</p><p>metro VR4 (controle de sensibilidade do</p><p>AGC), mas isso piorava ainda mais o</p><p>problema. Verificando as tensões na vál­</p><p>vula1/2 V686W8, constatei que os va­</p><p>lores estavam fora dos especificados no</p><p>diagrama do aparelho. Ao chegar aos</p><p>resistores R56 de 10M, R57 de 1M8 e</p><p>R58 de 470 k ohms, encontrei os dois</p><p>primeiros abertos e o terceiro com o</p><p>valor alterado. Feita a troca dos</p><p>resistores, o televisor voltou a funcionar</p><p>normalmente.</p><p>APARELHO/MODELO:</p><p>Receiver RH 786</p><p>DEFEITO:</p><p>AM sem funcionamento.</p><p>RELATO:</p><p>Resistores</p><p>Abertos</p><p>Ao</p><p>seletor</p><p>de canais</p><p>válvula</p><p>amplificadora</p><p>deR.F</p><p>EC900/6HAS</p><p>MARCA:</p><p>Philips</p><p>+83</p><p>Resistor</p><p>alterado</p><p>R57 •••</p><p>1,8 Mil ~C55 RS8</p><p>~C92 ~,2 nF 330 kQ~20nF</p><p>C56</p><p>- -47 nF</p><p>R59</p><p>47kQ</p><p>AUTOR:</p><p>Pino 1</p><p>saquete</p><p>de prova</p><p>I-- Aopir</p><p>Ci7 8doT:</p><p>22 nF/1 kV</p><p>R60</p><p>270kn +81</p><p>JOSÉ LUIZ DE MELLO</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>IC477</p><p>TDA1220A</p><p>2 --Iõ""OI</p><p>Ao ligar o aparelho, notei que o si­</p><p>nal do AM não existia. Pesquisando o</p><p>defeito encontrei o circuito de RF fun­</p><p>cionando perfeitamente. Passando a</p><p>pesquisa para as medidas de tensão</p><p>não encontrei nenhuma anormal. No</p><p>entanto, ao medir a resistência ôhmica</p><p>da bobina de antena, encontrei-a aber­</p><p>ta. Com a troca da bobina, o aparelho</p><p>voltou a funcionar normalmente. Bobina de antena do AM</p><p>com defeito (enrolamento aberto)</p><p>C656</p><p>R846</p><p>4 11</p><p>1~.--</p><p>....•....</p><p>XR571</p><p>66 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - NQ2 /2001</p><p>APARELHO/MODELO:</p><p>Auto-Rádio San Francisco</p><p>MARCA:</p><p>Bosch</p><p>REPARAÇÃO n°</p><p>DEFEITO:</p><p>Não sintonizava FM. AM e OC estavam normais.</p><p>AUTOR: CARLOS A. DOS SANTOS</p><p>Alvorada do Sul - PR</p><p>RELATO:</p><p>Abri o aparelho e liguei os alto-fa­</p><p>lantes e antena para iniciar a procura</p><p>do defeito. Ao ligar a alimentação, o</p><p>aparelho sintonizou FM.</p><p>Bati no aparelho levemente com o</p><p>cabo da chave de fendas e o FM fi­</p><p>cou mudo. Bati novamente e o apare-</p><p>lho funcionou, caracterizando com</p><p>isso a existência de um mau contacto.</p><p>Depois de cuidadosa verificação visu­</p><p>al, notei algumas soldas frias no blo­</p><p>co de sintonia. Ressoldei os terminais</p><p>de Ls' e o aparelho voltou a funcionar</p><p>normalmente.</p><p>[</p><p>LS</p><p>SOldasf~</p><p>APARELHO/MODELO: MARCA:REPARAÇÃO n°</p><p>( ()()LV:.O )2 em 1, Modelo SIS 400</p><p>Sonata</p><p>DEFEITO:</p><p>AUTOR:EDUARDO ALVES ATAIDE</p><p>Não funciona o canal esquerdo.</p><p>Brasília- DF</p><p>RELATO: Iniciando a análise com um segui-</p><p>Retirei-o do chassi e observando-</p><p>~rndesq"""</p><p>dor</p><p>desinaiscomeceipeloo mais de perto, notei que ele estava</p><p>potenciômetro de volume do canal</p><p>quebrado. Fiz a substituição do</p><p>Potê"'~....Jfal .".'to</p><p>esquerdo, onde não encontrei o sinal</p><p>potenciômetro e o aparelho voltou aquebradode áudio no cursor.</p><p>funcionar normalmente.</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHO/MODELO:</p><p>Receiver STR 850</p><p>DEFEITO:</p><p>O FM não funciona.</p><p>RELATO:</p><p>Notei que o FM estava sem som ao</p><p>passo que as demais funções estavam</p><p>normais. O indicador de sinal estava</p><p>inoperante. Comecei a pesquisa pelo</p><p>canal de FI, confirmando as tensões</p><p>nos componentes do circuito. Depois</p><p>disso, voltei ao início analisando o</p><p>monobloco e etapas de RF. Esta etapa</p><p>da análise é mais difícil uma vez que</p><p>envolve o manuseio do monobloco que</p><p>é blindado, e além disso o cordão do</p><p>mostrador no capacitor variável.</p><p>Encontrei no circuito o transistor</p><p>misturador 2SC535 com problemas.</p><p>Com a troca deste componente pelo</p><p>substituto BF254, o aparelho voltou a</p><p>funcionar normalmente.</p><p>MARCA:</p><p>Gradiente</p><p>Bobina do</p><p>oscilador</p><p>tlocal</p><p>3ª Secção do</p><p>condensador</p><p>variável</p><p>AUTOR:</p><p>Transistor com defeito:</p><p>fuga entre emissor e coletor</p><p>Ao</p><p>conversor</p><p>Trimmer do</p><p>circuito</p><p>oscilador</p><p>JOSÉ LUIZ DE MELLO</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>C535</p><p>E~B</p><p>Bf245</p><p>C~B</p><p>+B</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 67</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHOIMODELO:</p><p>TV TC-215N</p><p>DEFEITO:</p><p>Não sintonizava nenhum canal.</p><p>RELATO:</p><p>MARCA:</p><p>National</p><p>AUTOR:</p><p>{)(){jj:JO</p><p>ANTONIO F.VOLPATO,</p><p>Maringá - PR</p><p>Ao ligar o aparelho, notei que ele</p><p>não sintonizava nenhum canal, dan­</p><p>do a impressão de que o varicap po­</p><p>deria estar com problemas. Mas, ao</p><p>medir todas as tensões notei que no</p><p>coletor de Q1101 a tensão variava de</p><p>alguns volts.</p><p>Com a ajuda de um multímetro</p><p>testei o transistor verificando que es­</p><p>tava bom. Passei então a medir ou-</p><p>tros componentes, encontrando</p><p>C1003 com fugas. Fiz a sua substitui­</p><p>ção e o televisor voltou a funcionar</p><p>normalmente.</p><p>C1001</p><p>O'068~</p><p>11 I Q1101</p><p>C1002</p><p>0,01</p><p>pF</p><p>CO-1</p><p>o</p><p>1,2 v)</p><p>30V</p><p>CO-7</p><p>I Cor I</p><p>()</p><p>O</p><p>ch</p><p>AUTOR: NELSON DE MELO PEREIRA</p><p>Papucaia - RJ</p><p>APARELHOIMODELO:</p><p>TVC Mod. CTP6720</p><p>DEFEITO:</p><p>Sem som, imagem normal.</p><p>RELATO:</p><p>MARCA:</p><p>Sanyo</p><p>REPARAÇÃO n°</p><p>{)()7/:JO</p><p>Verifiquei o amplificador de áudio</p><p>que estava em ordem. Passei então</p><p>para o setor de pré-amplificador e</p><p>discriminador, que é acoplado ao am­</p><p>plificador de vídeo formado pelo IC101</p><p>(M51356P). Ao medir as tensões nos</p><p>pinos suspeitos encontrei 6,2 CV no</p><p>pino 13 em lugar de 12,3 V. Testei to­</p><p>dos os componentes à sua volta, os</p><p>quais estavam bons.Troquei o CI e com</p><p>isso o som voltou ao normal.</p><p>68</p><p>R126C/101</p><p>1000</p><p>M51356P</p><p>+ 15 V 13 •</p><p>18</p><p>------1</p><p>17I I.Il! : 14</p><p>J I</p><p>Cl50:I: I ,</p><p>15</p><p>16</p><p>12 pF ~_____ J</p><p>CI ~</p><p>• Com defeito 6,2Vdefeituoso Sem defeito 12,3V</p><p>Ao pino 5 do CI de áudio CI151</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHO/MODELO:</p><p>TV modelo TC29A8</p><p>DEFEITO:</p><p>Sem imagem, som normal.</p><p>MARCA:</p><p>Panasonic</p><p>AUTOR:</p><p>( OOU/:lO )</p><p>ALDO LUIZ SEGALA</p><p>Santa Maria - RS</p><p>RELATO:</p><p>J:,C451</p><p>"-.</p><p>Reslstor</p><p>aberto</p><p>R552</p><p>1,00</p><p>1/2W</p><p>P/ Pino 8</p><p>Flay - Back</p><p>R469</p><p>C/451</p><p>(LA7838)</p><p>Verificando visualmente a solda nos</p><p>pinos do circuito integrado IC451</p><p>(LA7838) notei que havia mau contato</p><p>no pino 1. Mesmo depois de refeita a</p><p>soldagem, o aparelho não voltou ao</p><p>normal. Feita a substituição do IC 451</p><p>também não tivemos bons resultados.</p><p>Constatei então que não havia alimen­</p><p>tação no pino 8. Seguindo o circuito</p><p>cheguei ao resistor R552 (proteção), o</p><p>qual estava aberto. Feita a troca desse</p><p>componente, o aparelho voltou a fun­</p><p>cionar normalmente.</p><p>AUTOR: JOSÉ C. P. GUIMARÃES</p><p>São Bernardo do Campo - SP</p><p>APARELHO/MODELO: TV em cores</p><p>Mod. 20 GL 1045/ Chassi GR1-VA</p><p>DEFEITO:</p><p>Inoperante.</p><p>MARCA:</p><p>Philips</p><p>REPARAÇÃO n°</p><p>OOU/:JO</p><p>-WI40VPp</p><p>7502</p><p>BF422</p><p>52V</p><p>+ 70 VB l11f 1:12VPP</p><p>~ 5508</p><p>7508 0,5 pH-----</p><p>BUT12AF</p><p>5505 r-- - ...,4 I ~ : 2511 1Lt.</p><p>2503'" ~ . 2508~ (+)</p><p>100nFI I I I__!J RES.,. 6511 II ~ Íl3508 :Lt. DGIP</p><p>3501 ' .. - - •••••</p><p>18 k.Q</p><p>Resistor</p><p>aberto 11 I I 12</p><p>A fonte de alimentação estava fun­</p><p>cionando, pois as tensões principais es­</p><p>tavam presentes. Fui ao setor horizon­</p><p>tal e testei o transformador driver S501</p><p>e o transistor driver 7502, encontran­</p><p>do-os em bom estado. Concentrei en­</p><p>tão os testes ao redor do CI 7200, que</p><p>é o oscilado r horizontal e responsável</p><p>por outras etapas, mas nada encontrei</p><p>de anormal. Trocando este CI o defeito</p><p>continuou, mas ao tocar com os dedos</p><p>úmidos nos terminais 36 e 37 do H</p><p>Drive e Start respectivamente, a TV fun­</p><p>cionou indicando que o transistor driver</p><p>7502 não estava sendo polarizado e</p><p>que poderia haver algum componente</p><p>aberto nesse setor. Ao medir o resistor</p><p>3501 de 18 k ohms, encontrei-o aber­</p><p>to. Feita a sua substituição o problema</p><p>foi eliminado.</p><p>RELATO:</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001 69</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHO/MODELO:</p><p>Receiver RD 2260</p><p>DEFEITO:</p><p>Ruído na reprodução do som.</p><p>MARCA:</p><p>Scott</p><p>AUTOR:</p><p>( 010/:10 )</p><p>JOSÉ LUIZ DE MELLO</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>RELATO:</p><p>JIII~L:R</p><p>I014</p><p>;:C53</p><p>•..•••015</p><p>111 r :J~</p><p>",""02I• ..•••012</p><p>MR</p><p>PR ~:::</p><p>~</p><p>I Mau contatoAo ligar o aparelho, a reprodução</p><p>de qualquer fonte (rádio, etc) ocorria</p><p>com um ruído parecido com motor de</p><p>lancha (motor boating).</p><p>Verificando o circuito, o defeito es­</p><p>tava localizado na fonte de alimenta­</p><p>ção precisamente no filtro de 5000 I-IF/</p><p>70 V. Fazendo a revisão da placa de</p><p>circuito impresso encontrei um mau</p><p>contato no negativo dos capacitores Cso</p><p>e CS1' Ao refazer a solda nos pontos</p><p>indicados, o aparelho voltou a funcio­</p><p>nar normalmente.</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHO/MODELO:</p><p>Auto-Rádio Modelo LO 243</p><p>DEFEITO:</p><p>Canais de saída inoperantes.</p><p>MARCA:</p><p>Bosch ( ("1/:10 )</p><p>AUTOR: EVERALDO ALVES ATAíDE</p><p>Brasília - DF</p><p>RELATO:</p><p>Comecei a análise por IC301 e</p><p>IC302, que são os circuitos integra­</p><p>dos de potência. Havia sinal nos pi­</p><p>nos de entrada destes integrados e</p><p>as etapas anteriores funcionavam per­</p><p>feitamente. Resolvi fazer a troca dos</p><p>Cls e o auto-rádio voltou a funcionar</p><p>normalmente.</p><p>AUTOR: NELSON R. G. BITTENCOURT</p><p>Foz do Iguaçu - PR</p><p>APARELHO/MODELO:</p><p>Gravador DR 1000 A</p><p>DEFEITO:</p><p>Totalmente inoperante.</p><p>MARCA:</p><p>CCE</p><p>REPARAÇÃO n°</p><p>012/:10</p><p>RELATO:</p><p>Procurei o problema na alimenta­</p><p>ção, mas esse setor esta funcionan­</p><p>do normalmente. O defeito aparecia</p><p>antes, na chave comutadora de ten­</p><p>são 110/220V que, interrompida, im­</p><p>pedia que os enrolamentos ficassem</p><p>em série e com isso a alimentação</p><p>do transformador em 220 V. O outro</p><p>problema estava no enrolamento pri­</p><p>mário do próprio transformador, que</p><p>estava aberto.</p><p>Com a troca da chave e do próprio</p><p>transformador, o aparelho voltou a fun­</p><p>cionar normalmente.</p><p>C.A.</p><p>Chave seletora</p><p>com rompimento</p><p>70 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHO/MODELO:</p><p>Amplificador Power A1</p><p>DEFEITO:</p><p>Um canal inoperante.</p><p>MARCA:</p><p>Gradiente</p><p>AUTOR:</p><p>01:1/:10</p><p>JOSÉ LUIZ DE MELLO</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>RELATO:</p><p>DS25</p><p>•</p><p>+8</p><p>(*) RL601</p><p>1C601</p><p>II</p><p>~II~I~R</p><p>J</p><p>LM3900</p><p>RS25I</p><p>18 +</p><p>-</p><p>I</p><p>II •.• I (*)</p><p>RLS02L</p><p>+</p><p>(*) Componentes defeituosos</p><p>Ao ligar o aparelho, o canal esquer­</p><p>do estava sem som. O circuito de pro­</p><p>teção dos alto-falantes não funcionava</p><p>assim como os indicadores de sinal do</p><p>canal direito. Pesquisando o circuito</p><p>encontrei os dois transistores de saída</p><p>NPN (2SD6656), os transistores NPN</p><p>excitadores T303!T306 - T304!T307 e</p><p>o LED indicador do LM3900 e os dois</p><p>relés do circuito de proteção com pro­</p><p>blemas. Com a troca desses compo­</p><p>nentes o problema foi sanado e o apa­</p><p>relho voltou a funcionar normalmente.</p><p>REPARAÇÃO n°APARELHO/MODELO: Receptor Sa- MARCA:</p><p>télite Manual SER 200 Plus Fresat</p><p>DEFEITO:</p><p>Sem vídeo e sem som.</p><p>( OILl/:IO )</p><p>AUTOR: ANTONIO B. DE SOUZA</p><p>Salto do Itararé - PR</p><p>R15</p><p>100 kn41</p><p>15</p><p>T C2</p><p>1 ~F I</p><p>~ ~</p><p>CI R71358 100 kn~ 7R3 120kn L 8</p><p>I</p><p>I</p><p>Clcom</p><p>defeito</p><p>C3</p><p>1~F</p><p>C1</p><p>104p</p><p>D1</p><p>LEDND</p><p>Ao ligar o receptor pude observar</p><p>que não havia som e nem sinal de</p><p>vídeo. Medi tensões no IC1 (CA358),</p><p>encontrando os valores normais indi­</p><p>cados no esquema. Mesmo assim tro­</p><p>quei este componente e, para minha</p><p>surpresa, ele voltou a funcionar normal­</p><p>mente. Dentre os equivalentes reco­</p><p>mendados para este CI temos o</p><p>CA358, CA458, CA558, etc.</p><p>RELATO:</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 71</p><p>ENVIE SEU PROJ·ETO-</p><p>PARA APROXIMA</p><p>••••</p><p>EDICAO•</p><p>Qual pessoa não gostaria de ver seu</p><p>artigo publicado em uma revista!? Muitas</p><p>delas pensam que isto é uma coisa impos­</p><p>sível, mas estão muito enganadas. Além</p><p>de servir como diferencial em seu currícu­</p><p>lo para encontrar um bom emprego, ajuda</p><p>a desenvolver certas habilidades como cla­</p><p>reza, concisão e pensamento lógico que</p><p>são muito úteis no dia-a dia.</p><p>Para ter um projeto publicado é simples:</p><p>a) Escreva um texto curto (não mais que</p><p>uma página) explicando do que trata o seu</p><p>projeto, como funciona em bases gerais e,</p><p>se existirem ajustes, como devem ser fei­</p><p>tos. Acrescente observações que julgar im­</p><p>portantes para que o montador não tenha</p><p>dúvidas na montagem.</p><p>b) Desenhe o circuito à mão livre numa</p><p>folha de papel colocando os valores de to­</p><p>dos os componentes. Não deixe nenhum</p><p>componente sem especificação! Se algum</p><p>componente for de construção caseira, ex­</p><p>plique no texto como ele dever ser feito</p><p>(bobinas, por exemplo).</p><p>c) Coloque seu nome e endereço le­</p><p>gíveis no final do texto e também no</p><p>desenho.</p><p>Os projetos que recebermos a partir de</p><p>agora serão analisados por nossa equipe</p><p>técnica. Os que forem aprovados, deverão</p><p>ser aproveitados na próxima edição con­</p><p>correndo a prêmios. Se você desenvolveu</p><p>algum projeto ou tem alguma idéia prática</p><p>interessante e deseja divulgá-Ia, é hora de</p><p>colocá-Ia no papel.</p><p>Envie seu projeto por:</p><p>e-mail (rsel@edsaber.com.br). não</p><p>esquecendo de colocar nome e endereço</p><p>completo com o telefone, ou por carta para:</p><p>REVISTA ELETRÔNICA TOTAL</p><p>FORA DE SÉRIE</p><p>Rua Jacinto José de Araújo, 315</p><p>CEP: 03087-020 - Tatuapé­</p><p>São Paulo - SP.</p><p>o QUE É PROIBIDO</p><p>Copiar projetos de livros e revistas de outros autores. Lembramos que tais projetos são</p><p>protegidos pela Lei de Direitos Autorais e a publicação deles em nome de outro autor pode­</p><p>rá gerar até processos, com penas</p><p>de 02 a 06 anos de reclusão.</p><p>I I</p><p>I ~~ ~ I</p><p>72 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 I 2001</p><p>COMPLETE SEUS.</p><p>CONHECIMENTOS</p><p>Autor: Newton C. Braga</p><p>64 páginas - R$ 4,50</p><p>Neste livro, os engenheiros, técnicos,</p><p>.c.~ ~ -- estudantes e mesmo hobistas po­~c;. ".~ dem contar com circuitos básicos</p><p>tanto usando componentes discre­</p><p>tos como utilizando blocos fechados na</p><p>forma de circuitos integrados, o que Ihes economi­</p><p>za tempo, dinheiro e até o dissabor de uma configura­</p><p>ção que não atenda as suas necessidades.</p><p>Autor: Pedro A. Medoe</p><p>128 páginas - R$12,50</p><p>Conseguimos reunir neste livro, alguns</p><p>asssuntos básicos da Telefonia em ge­</p><p>ral, onde combinamos com algumas prá­</p><p>ticas que podem ser desenvolvidas em</p><p>alguns casos, para aplicação direta</p><p>como produtos acabados, para apli­</p><p>cação direta como produtos acaba­</p><p>dos, onde o leitor poderá usufruir</p><p>desses equipamentos, bem como</p><p>comercializá-Ios, se for o caso.</p><p>Autor: Newton C. Braga</p><p>Volume I - 88 páginas - R$ 11,50</p><p>Volume 11 - 119 páginas - R$ 12,50</p><p>De todos os instrumentos de medidas elétri­</p><p>cas, o multímetro é sesm dúvida o que apre­</p><p>senta maior número de aplicações práticas.</p><p>No primeiro volume o autor ensina como fun­</p><p>ciona o multímetro, como escolher um de</p><p>acordo com sua atividade profissional ou</p><p>técnica, como usá-Io nas</p><p>medidas de grandezas elé­</p><p>tricas básicas com segurança e fi­</p><p>nalmente como testar uma grande</p><p>quantidade de componentes. No se-</p><p>.'1 gundo volume é tratado aplicações</p><p>em eletricidade, automóveis e os</p><p>~:fJ.\usos avançados na eletrônica,..':~\ além de circuitos práticos para:' obter mais de seu multímetro.</p><p>Autor: Newton C. Braga</p><p>104 páginas - R$ 9,90</p><p>Saiba como instalar periféricos e fazer</p><p>Up-grades, interpretar mensagens de</p><p>erros com as possíveis causas e pro­</p><p>cedimentos para sanar problemas</p><p>de hardware e software. Dicas de</p><p>compras de peças e parte de</p><p>computadores, como também</p><p>configurar e tomar medidas de</p><p>proteção ao PC.</p><p>•</p><p>~</p><p>Autor: Newton C. Braga</p><p>Volume 1- 144 páginas - R$ 8,90</p><p>,~ Volume 11 - 140 páginas - R$ 9,50</p><p>Nossa missão é abrir as portas do mun­</p><p>do fantástico da eletrônica e incentivar</p><p>,r os leitores a das o primeiro passo rumo</p><p>às profissões do futuro. Professores e</p><p>.alunos das escolas de segundo grau agora</p><p>devem escolher uma matéria Eletiva pela</p><p>nova LDB podem optar por uma que real­</p><p>mente se enquadra nas necesidades do</p><p>mundo atual que é a eletrônica e usar este</p><p>livro como texto básico para seu aprendizado.</p><p>Autor: Newton C. Braga</p><p>80 páginas - R$ 9,50</p><p>Neste livro, o leitor vai encontrar os pro­</p><p>cedimentos que vão desde a simples tro­</p><p>ca de um fusível até a instalação com­</p><p>pleta de todos os elementos de uma casa</p><p>ou ainda a colocação de tomadas, ligações</p><p>à terra necessárias ao correto funcionamen­</p><p>to de dispositivos modernos como fornos de</p><p>microondas e computadores, além das normas de se­</p><p>gurança fundamentais neste tipo de trabalho.</p><p>,</p><p>LITERATURA TECNICA</p><p>MICROCONTROlADOR 8051 ­</p><p>DETALHADO</p><p>Autor: Denys Emílio Campion</p><p>Nicolosi - 256 págs.</p><p>o microcontrolador da família 8051</p><p>é o mais consumido e aplicado no mun­</p><p>do. São mais de 300 milhões de peças</p><p>vendidas por ano!</p><p>A proposta deste livro é ensinar so­</p><p>bre os microcontroladores da família</p><p>8051, com extenso material didático</p><p>teórico para o estudante melhorar sua</p><p>competência até poder projetar</p><p>hardware e software com boa desen­</p><p>voltura. Ele contém: revisão geral deta­</p><p>lhada de lógica e aritmética binária;</p><p>circuitos lógicos e memórias; teoria</p><p>específica e de- talhada do microcon­</p><p>trolador; listas</p><p>completas das</p><p>instruções; exer­</p><p>cícios propostos;</p><p>diagramas de</p><p>programação;</p><p>extensa biblio­</p><p>grafia e índice re­</p><p>missivo.</p><p>PROCESSA DORES I~el</p><p>Autores: Renato Rodrigues Paixão e</p><p>Renato Honda - 176 págs.</p><p>o objetivo principal deste livro é apresentar a evolução dos</p><p>Micropocessadores da Família Intel, partindo do processador 4004</p><p>até o Pentium 111,e as tecnologias introduzidas com eles, tais como:</p><p>MEMÓRIA CACHE, MMX, EXECUÇÃO DINÂMICA, D18,AGP,en­</p><p>tre outras. São apresentadas também as características técnicas</p><p>de Chipsets, Memórias DRAM e comparações de desempenho</p><p>entre os prodessadores, levando-se em conta os três vetores</p><p>(INTEGER, FP e MULTIMEDIA), tornando o livro uma excelente</p><p>fonte de informação e também auxiliando na escolha adequada de</p><p>processadores, memórias e chipsets para a aquisição de PCs, ou</p><p>especificação de Hardware para consultores ou departamentos</p><p>técnicos.</p><p>DESBRAVANDO O PIC</p><p>Baseado no microcontrolador PIC16F84</p><p>Autor: David José de Souza - 199 págs.</p><p>Um livro dedicado às pessoas que desejam conhecer e pro­</p><p>gramar o PIC. Aborda desde os conceitos teóricos do componen­</p><p>te, passando pela ferramenta de trabalho (MPASM). Desta forma</p><p>o MPLab é estudado, com um capítulo dedicado à Simulação e</p><p>Debugação. Quanto ao PIC, todos os seus recursos são trata­</p><p>dos, incluindo as interrupções, os timers , a EEPROM e o modo</p><p>SLEEP.Outro ponto forte da obra é a estruturação do texto que foi</p><p>elaborada para utilização em treinamento ou por autodidatas, com</p><p>exemplos completos e projetos propostos.</p><p>AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL</p><p>Autor: Ferdinando Natale - 256 págs.</p><p>o assunto foi desenvolvido desde as</p><p>primeiras noções dos computadores e</p><p>suas aplicações, até a utilização mais ele­</p><p>vada do Controlador Lógico Programável</p><p>(CLP) com variáveis analógicas e demais</p><p>aplicações. Cada capítulo apresenta teo­</p><p>ria, exercícios resolvidos com experimen­</p><p>tos testados e exercícios propostos, se­</p><p>guindo uma linguagem comum a todos os fabricantes</p><p>de CLPs pela norma IEC 1131-3.</p><p>AUTOMAÇÃO E CONTROLE DISCRETO</p><p>Autores Winderson E. Santos e</p><p>Paulo R. da Silveira - págs. 256</p><p>Uma obra destinada a técnicos e enge­</p><p>nheiros já atuantes ou em fase de estudo de</p><p>sistemas automatizados. São apresentadas</p><p>técnicas para resolução de problemas de auto­</p><p>matização envolvendo sistemas de eventos</p><p>discretos como o controlador lógico progra­</p><p>mável, a modelagem de sistemas seqüenciais</p><p>por meio de Grafcet e técnicas de programação oriundas da</p><p>experiência dos autores.</p><p>MONTAGEM,MANUTENÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES PESSOAIS</p><p>Este livro contém informações detalhadas sobre montagem de computadores pesso­</p><p>ais. Destina-se aos leitores em geral que se interessam pela Informática. É um ingresso</p><p>para o fascinante mundo do Hardware dos Computadores Pessoais. Seja um integrador.</p><p>Monte seu computador de forma personalizada e sob medida. As informações estão base­</p><p>adas nos melhores produtos de informática. Ilustrações com detalhes requíssimos irão</p><p>ajudar no trabalho de montagem, configuração e manutenção.</p><p>Escrito numa linguagem simples e objetiva, permite que o leitor trabalhe com computa­</p><p>dores pessoais em pouco tempo. Anos de experiência profissional são apresentados de</p><p>forma clara e objetiva.</p><p>Autor:</p><p>Edson D'Avila</p><p>240 págs.</p><p>SABER MARKETING DIRETO LTDA - Verifique as instruções na solicitação de compra da última</p><p>página - Disque e Compre (11) 6942-8055 - Rua Jacinto José de Araújo, 309 - Tatuapé - São Paulo - SP</p><p>[REMETEMOS PELO CORREIO PARA TODO O BRASIL].</p><p>o</p><p>çAo</p><p>Adquira já estas apostilas contendo uma série</p><p>de informações para o técnico reparador e estudante.</p><p>Autoria e responsabilidade do</p><p>prof. Sergio R. Antunes.</p><p>Filmes de Treinamento em fitas de vídeo</p><p>Uma coleção do Prof. Sergio R. Antunes</p><p>Fitas de curta duração com imagens</p><p>Didáticas e Objetivas</p><p>TÍTULOS DE FILMES DA ELITE MULTIMÍDIA</p><p>M01 - CHIPS E MICROPROCESSADORES</p><p>M02 - ELETROMAGNETISMO</p><p>M03 - OSCILOSCÓPIOS E OSCILOGRAMAS</p><p>M04 - HOME THEATER</p><p>M05 - LUZ,COR E CROMINÂNCIA</p><p>M06 - LASER E DISCO ÓPTICO</p><p>M07 - TECNOLOGIA DOLBY</p><p>M08 -INFORMÁTICA BÁSICA</p><p>M09 - FREQUÊNCIA, FASE E PERíODO</p><p>M10 - PLL, PSC E PWM</p><p>M11 - POR QUE O MICRO DÁ PAU</p><p>M13 - COMO FUNCIONA A TV</p><p>M14 - COMO FUNCIONA O VIDEOCASSETE</p><p>M 15 - COMO FUNCIONA O FAX</p><p>M16 - COMO FUNCIONA O CELULAR</p><p>M17 - COMO FUNCIONA O VIDEOGAME</p><p>M18 - COMO FUNCIONA A MULTIMíDIA (CD-ROM/DVD)</p><p>M19 - COMO FUNCIONA O COMPACT D/SC PLAYER</p><p>M20 - COMO FUNCIONA A INJEÇÃO ELETRÔNICA</p><p>M21 - COMO FUNCIONA A FONTE CHAVEADA</p><p>M22 - COMO FUNCIONAM OS PERIFÉRICOS DE MICRO</p><p>M23 - COMO FUNCIONA O TEL. SEM FIO (900MHZ)</p><p>M24 - SISTEMAS DE COR NTSC E PAL-M</p><p>M25 - EQUIPAMENTOS</p><p>com</p><p>VCR</p><p>095- Tecnologia em CIs usados em TV</p><p>107-Dicas de Reparação de TV</p><p>DISQUE E COMPRE (11) 6942-8055</p><p>ÁREAS DIVERSAS DE ELETRÔNICA</p><p>016-Manuseio de Osciloscópio</p><p>021-Eletrônica Digital</p><p>023-Entenda a Fonte Chaveada</p><p>029-Adrninistração de Oficinas</p><p>052-Recepção/ AtendimentoNendas/</p><p>Orçamento</p><p>063-Diag. de Def. em Fonte Chaveada</p><p>065-Entenda Amplificadores Operacionais</p><p>085-Como usar o Multímetro</p><p>111-Dicas de Rep. de Fonte Chaveada</p><p>118-Reengenharia da Reparação</p><p>128-Autornação Industrial</p><p>135- Válvulas Eletrônicas</p><p>Método econômico e prático de treinamen­</p><p>to, trazendo os tópicos mais importantes</p><p>sobre cada assunto. Com a Vídeo Aula você</p><p>não leva só um professor para casa, você</p><p>leva também uma escola e um laboratório.</p><p>Cada Vídeo Aula é composta de uma fita</p><p>de videocassete e uma apostila para acom­</p><p>panhamento.</p><p>PEDIDOS: Verifique as instruções na solicitação de compra da última página.</p><p>PREÇO: Somente R$ 65,00 cada Vídeo Aula</p><p>Digitalizar0001.pdf</p><p>Digitalizar0002.pdf</p><p>podem</p><p>trabalhar com sinais que vão desde</p><p>correntes contínuas até centenas de</p><p>megahertz. A análise de formas de</p><p>onda em televisores, videocassetes,</p><p>CO- players e outros equipamentos</p><p>permite avaliar com facilidade o esta­</p><p>do dos circuito e detectar problemas de</p><p>componentes.</p><p>o OSCILOSCÓPIO VIRTUAL</p><p>O osciloscópio virtual nada mais é</p><p>do que um circuito que converte o sinal</p><p>a ser observado para a forma digital.</p><p>Trata-se basicamente de um conversor</p><p>analógico-digital ou ADC muito veloz,</p><p>pois deve ser capaz de acompanhar as</p><p>rápidas variações dos sinais que de­</p><p>vem ser capturados pelo PC.</p><p>O que o ADC faz é medir constan­</p><p>temente a amplitude do sinal, transfor­</p><p>mando o valor para a forma digital e</p><p>enviando-o na forma de zeros e uns</p><p>para o PC.</p><p>Conforme ilustra a figura 13, se ti­</p><p>vermos um sinal senoidal, a tensão em</p><p>cada instante subirá a partir de zero,</p><p>gerando valores crescentes que pode­</p><p>rão ser convertidos para a forma digital</p><p>até o máximo (pico), quando então os</p><p>valores serão descrescentes.</p><p>Para que o conversor funcione bem</p><p>neste tipo de aplicação é preciso que</p><p>ele faça a maior quantidade de</p><p>amostragens possível por ciclo. Isso é</p><p>um problema que limita a capacidade</p><p>de observação de sinais de alta fre­</p><p>qüência pelos osciloscópios virtuais.</p><p>6 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 I 2001</p><p>.j(f</p><p>Borrado</p><p>Ajuste de</p><p>posicionamento</p><p>vertical</p><p>•</p><p>Foco</p><p>correto</p><p>::~.</p><p>Muito</p><p>desajustado</p><p>Fig. 17 - O foco do osciloscópio.</p><p>Deformado</p><p>Movimento</p><p>Se vamos analisar um sinal tendo</p><p>como referência a linha central, é claro</p><p>que na sua ausência devemos atuar</p><p>sobre o controle de modo a posicionar</p><p>a linha neste ponto.</p><p>Mas, esta não é a única possibili­</p><p>dade de uso deste controle. Podemos</p><p>querer analisar um sinal que oscila 1</p><p>Fig. 18 - Ajuste do posicionamento vertical.</p><p>o ajuste de foco permite levar o fei­</p><p>xe de elétrons a incidir num ponto com</p><p>as menores dimensões possíveis. Para</p><p>fazê-Io desligamos a varredura horizon­</p><p>tal e, sem nenhum sinal, realizamos o</p><p>ajuste que normalmente consiste num</p><p>potenciômetro de controle no próprio</p><p>painel do aparelho.</p><p>Brilho</p><p>Existe um controle que permite ajus­</p><p>tar o brilho da imagem gerada, exata­</p><p>mente como nos televisores. Não será</p><p>preciso ter uma imagem muito brilhan­</p><p>te num lugar de pouca luminosidade,</p><p>além do que, um feixe intenso de elé­</p><p>trons incidindo na tela provoca um des­</p><p>gaste mais rápido do que se uma ima­</p><p>gem mais suave for usada.</p><p>Posicionamento vertical</p><p>Os posicionamentos vertical e hori­</p><p>zontal permitem centralizar a imagem</p><p>tomando por referência as linhas da</p><p>retícula. Assim, de acordo com a figura</p><p>18, se atuarmos sobre o posiciona­</p><p>mento vertical, a linha horizontal</p><p>traçada poderá subir ou descer na tela.</p><p>as menores dimensões possíveis, o</p><p>qual deve ser perfeitamente redondo e</p><p>não ter partes difusas ou ser borrado,</p><p>conforme mostra a figura 17.</p><p>b) COMO USAR</p><p>Um dos grandes problemas que to­</p><p>dos que adquirem um osciloscópio ou</p><p>que se vêem diante deste equipamen­</p><p>to pela primeira vez, é o de como co­</p><p>meçar. Para facilitar aos leitores vamos</p><p>supor uma seqüência básica de ope­</p><p>rações com um osciloscópio comum,</p><p>ajudando-os a identificar os controles,</p><p>verificar para que servem e como usá­</p><p>los. Na figura 16 temos o aspecto de</p><p>um osciloscópio comum.</p><p>Fig. 16 - Um osciloscópio comum.</p><p>Antes de descrevermos como ob­</p><p>servar um sinal, devemos saber ligar o</p><p>osciloscópio e fazer alguns ajustes pre­</p><p>liminares.</p><p>Estes ajustes são:</p><p>Foco</p><p>O feixe de elétrons deve incidir na</p><p>tela do osciloscópio em um ponto com</p><p>Imagem</p><p>apresentada</p><p>Fig. 15 - Digitalizando com</p><p>muitas amostragens.</p><p>A medida das tensões e freqüên­</p><p>cias é feita totalmente pelo programa</p><p>que vai ser instalado no computador e</p><p>que processa as informações vindas do</p><p>conversor.</p><p>Fig. 13 - Digitalizando um sinal.</p><p>10100010</p><p>01110010</p><p>01010111</p><p>0011001</p><p>0001 011 ~ Valores</p><p>0001001 digitalizados</p><p>Forma apresentada</p><p>Fig. 14 - Convertendo um sinal para a forma</p><p>digital com poucas amostragens.</p><p>Na figura 15 observamos que, se</p><p>muitas amostragens por ciclo forem fei­</p><p>tas, a imagem ficará muito mais próxi­</p><p>ma da realidade.</p><p>O problema maior é que se quiser­</p><p>mos observar um sinal de 1 MHz e de­</p><p>sejarmos pelo menos 20 amostragens</p><p>por ciclo, o conversor AIO precisará fa­</p><p>zer pelo menos 20 mega-amostragens</p><p>por segundo, o que é um valor muito</p><p>alto.</p><p>Dessa forma, a maioria dos oscilos­</p><p>cópios virtuais disponíveis (que até são</p><p>mais baratos que os comuns, pois eles</p><p>consistem apenas no ADC e poucos</p><p>componentes mais) não consegue</p><p>visualizar com facilidade sinais de fre­</p><p>qüências muito altas.</p><p>Por exemplo, se fizermos poucas</p><p>amostragens num ciclo, como indica a</p><p>figura 14, a forma de onda que o PC</p><p>"entende" ficará muito deformada e não</p><p>corresponderá à realidade. O que ele</p><p>apresentará no monitor ficará muito</p><p>longe da realidade.</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 /2001 7</p><p>volt em torno de certa tensão, por exem­</p><p>plo 20 volts, conforme indica a figura</p><p>19. Neste caso, a referência será outra</p><p>e podemos deslocar o traço horizontal</p><p>para baixo usando este controle.</p><p>FIGURAS DE L1SSAJOUS</p><p>7:6</p><p>4:3</p><p>a uma ponto de referência. As pontas</p><p>dos osciloscópios possuem caracterís­</p><p>ticas que permitem captar os sinais</p><p>com um mínimo de deformações.</p><p>Inicialmente, colocamos o controle</p><p>de ganho numa posição que nos per­</p><p>mita enquadrar a imagem na tela. Este</p><p>controle é dado em V/div (volts por di­</p><p>visão), conforme ilustra a escala da fi­</p><p>gura 21.</p><p>Assim, se vamos visualizar um si­</p><p>nal que esperamos ter 10 V de ampli­</p><p>tude, e a tela do osciloscópio permite</p><p>que até três divisões sejam preenchi­</p><p>das, uma posição favorável seria a de</p><p>colocarmos o ganho em 5 V/div.</p><p>Se não temos idéia da intensidade</p><p>do sinal, é sempre conveniente come­</p><p>çar pela posição de maior número de</p><p>volts por divisão, ou seja, menor ga­</p><p>nho. Este procedimento é semelhante</p><p>ao que fazemos quando utilizamos ou­</p><p>tros instrumentos eletrônicos como, por</p><p>feixe de elétrons pela combinação</p><p>de suas tensões desenha na tela fi­</p><p>guras interessantes, que são deno­</p><p>minadas Lissajous em homenagem</p><p>ao seu descobridor. Com estas fi­</p><p>guras pode-se analisar um dos si­</p><p>nais, tendo por referência o outro,</p><p>descobrindo-se assim as fases, fre­</p><p>qüências e amplitudes com facilida­</p><p>de. Na ilustração abaixo temos al­</p><p>guns exemplos destas figuras.</p><p>Osciloscópio</p><p>.conector</p><p>de entrada</p><p>7:5</p><p>Não é apenas na visualização</p><p>das formas de onda com emprego</p><p>da varredura interna que o</p><p>osciloscópio mostra sua utilidade.</p><p>Uma outra aplicação é a que se re­</p><p>laciona com a observação das cha­</p><p>madas "Figuras de Lissajous".</p><p>Quando dois sinais de freqüências</p><p>diferentes são aplicados nas entra­</p><p>das vertical e horizontal ao mesmo</p><p>tempo, o movimento resultante do</p><p>4: 1</p><p>)- Ponta</p><p>iniciais. Na figura 20 mostramos como</p><p>esta ligação é feita através do cabo que</p><p>todo o osciloscópio possui contendo</p><p>pontas que podem ser fixadas no cir­</p><p>cuito através de pequenos ganchos.</p><p>Observe que uma das pontas deve</p><p>ser ligada sempre à terra do circuito ou</p><p>/'</p><p>Cabo</p><p>~.</p><p>+ 21 V 1 V/div</p><p>-- -- ---</p><p>+20V 0</p><p>---- ----</p><p>+ 19V</p><p>Ganho</p><p>Fig. 19 - Mundança de referência usando o</p><p>posicionamento vertical e ganho.</p><p>Posicionamento horizontal</p><p>O posicionamento horizontal nos</p><p>permite deslocar uma imagem para</p><p>esquerda ou para direita. Este</p><p>posicionamento pode ajudar a colocar</p><p>o início de um ciclo de um sinal obser­</p><p>vado exatamente sobre uma marca de</p><p>referência para a medida do período ou</p><p>da freqüência, conforme mostra a figu­</p><p>ra 20.</p><p>Agora que nos familiarizamos com</p><p>alguns controles iniciais, passaremos</p><p>a um exemplo prático de uso.</p><p>Imaginaremos que desejamos veri­</p><p>ficar a forma de onda de um circuito</p><p>oscilador ou mesmo verificar a forma</p><p>de onda do secundário de um transfor­</p><p>mador ligado à rede de energia.</p><p>Começamos por ligar o circuito, cuja</p><p>forma de onda deve ser observada, na</p><p>entrada Vertical (V) do osciloscópio. A</p><p>entrada horizontal é usada para o caso</p><p>em que não se usa o sincronismo in­</p><p>terno, mas de um outro sinal qualquer.</p><p>Será importante antes disso termos</p><p>uma idéia da intensidade do sinal e de</p><p>sua freqüência para fazer os ajustes</p><p>Fig. 20 - Usando</p><p>o osciloscópio.</p><p>I</p><p>8 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>Fig. 21 - Ajustando o ganho.</p><p>o sinal na entrada conforme apresenta</p><p>a figura 24.</p><p>Os injetores de sinais trabalham</p><p>normalmente com sinais retangulares</p><p>e, portanto, não são apropriados para</p><p>testes que envolvam fidelidade de um</p><p>equipamento (distorções). O ideal é</p><p>usar um gerador de sinais ou de fun­</p><p>ções que, pela sua precisão, permita</p><p>verificar se as formas de onda são</p><p>alteradas. Se bem que as formas de</p><p>onda retangular e senoidal sejam as</p><p>mais usadas para testes de áudio, exis­</p><p>te a possibilidade de se empregar si­</p><p>nais triangulares.</p><p>Na figura 25 vemos as deformações</p><p>típicas que podem ser observadas</p><p>numa forma de onda num amplificador</p><p>de áudio com os problemas que podem</p><p>ser associados.</p><p>Nos equipamentos em que já exis­</p><p>tem os sinais presentes como, por</p><p>exemplo, nos televisores, o técnico ex­</p><p>periente deverá saber que formas de</p><p>onda encontrar em determinadas eta­</p><p>pas, tais como na saída de um amplifi­</p><p>cador de vídeo, veja a figura 26.</p><p>Evidentemente, saber qual deve ser</p><p>a amplitude do sinal irá depender do</p><p>televisor específico, mas se o sinal es­</p><p>tiver com deformações, isso poderá ser</p><p>percebido, indicando que um eventual</p><p>problema de um aparelho estaria an­</p><p>tes dessa etapa.</p><p>No segundo caso, os diagramas e</p><p>manuais oferecem informações deta­</p><p>lhadas sobre as formas de onda que</p><p>devem ser encontradas em determina­</p><p>dos pontos.</p><p>Na realidade, existem certos ajus­</p><p>tes como, por exemplo, dos filtros das</p><p>etapas de FI de vídeo e de áudio, que</p><p>dependem totalmente do osciloscópio</p><p>para que um ajuste correto seja feito.</p><p>Na figura 27 mostramos um exem­</p><p>plo deste tipo de ajuste em que o sinal</p><p>deve ter uma forma exata para que o</p><p>aparelho funcione perfeitamente.</p><p>Para os profissionais de reparação</p><p>de TV existe um outro equipamento que</p><p>é usado em conjunto com o osciloscó­</p><p>pio e que é de grande utilidade. Trata­</p><p>se do gerador de marcas ou mark</p><p>generator, que é visto na figura 28.</p><p>Este aparelho gera pulsos que se</p><p>encaixam num sinal em determinadas</p><p>freqüências, permitindo assim a sua</p><p>visualização no osciloscópio.</p><p>V\MM 0</p><p>Varredura</p><p>Fig. 23 - Devemos aumentar a</p><p>freqüência de varredura para observarmenos ciclos deste sinal.</p><p>ca que precisamos de um tempo mais</p><p>curto de varredura.</p><p>O passo seguinte, antes de ligar o</p><p>osciloscópio, é colocar o ajuste de dis­</p><p>paro para que haja o chaveamento pelo</p><p>próprio circuito de modo a estabilizar a</p><p>imagem. De qualquer maneira, tendo</p><p>uma visão inicial da imagem, podemos</p><p>retocar os controles de modo a obter</p><p>uma imagem estável.</p><p>Uma vez obtida uma imagem fixa,</p><p>podemos passar à sua interpretação.</p><p>Quando analisamos um circuito pelas</p><p>suas formas de onda, não é preciso</p><p>dizer que uma deformação do sinal é</p><p>indicativo de que algo está anormal.</p><p>Mas, como saber se uma forma de</p><p>onda está deformada?</p><p>Existem duas maneiras de se fazer</p><p>diagnósticos de defeitos com base na</p><p>forma de onda:</p><p>Sabendo que forma de onda</p><p>deve ser encontrada no circuito (pela</p><p>experiência) ou porque uma forma de</p><p>onda conhecida é injetada.</p><p>Utilizando informações sobre</p><p>estas forma de onda de um diagrama</p><p>ou manual de uso.</p><p>varredura escolhida tem um tempo cur­</p><p>to demais em relação à freqüência do</p><p>sinal. Devemos então passar a chave</p><p>para um tempo maior, observe a figura</p><p>23. Na mesma figura mostramos que,</p><p>se a imagem "aperta" muitos ciclos do</p><p>sinal a serem observados, isso signifi-</p><p>Analisemos os dois casos.</p><p>No primeiro caso temos uma opção</p><p>interessante que pode ser empregada</p><p>quando trabalhamos com circuitos</p><p>analógicos que operam com sinais</p><p>possíveis de ser injetados para simular</p><p>seu funcionamento. Este é o caso de</p><p>amplificadores de áudio, rádios,</p><p>intercomunicadores, amplificadores</p><p>analógicos em geral, etc.</p><p>Basta, então, usar um injetor de si­</p><p>nais ou um gerador de funções e aplicar</p><p>Excesso</p><p>de ganho</p><p>Varredura s/dív</p><p>ns/div</p><p>~s/div</p><p>Ganho</p><p>ajustado</p><p>exemplo, o multímetro, de modo a não</p><p>haver a sobrecarga dos circuitos de</p><p>entrada com sinais muito fortes.</p><p>A seguir, devemos pensar na fre­</p><p>qüência do sinal. Para isso, eventual­</p><p>mente será necessário fazer alguns</p><p>cálculos mentalmente ou então partir</p><p>por tentativas.</p><p>Por exemplo, se vamos querer</p><p>visualizar um sinal de 1 kHz, sabemos</p><p>que seu período corresponde a um mi­</p><p>lésimo de segundo ou 1 ms. Isso signi­</p><p>fica que, se ajustarmos a varredura</p><p>para 1 ms/div, teremos um ciclo com­</p><p>pleto enquadrado em cada divisão, con­</p><p>forme mostra a figura 22. Nessa figura</p><p>também observamos no painel de um</p><p>osciloscópio como aparece esse con­</p><p>trole. O tipo faz uso de uma chave</p><p>rotativa, mas existem também os mo­</p><p>delos que empregam chaves de teclas.</p><p>Oscilosc6pio</p><p>Fig. 22 - Ajustando a freqüência de varredura.</p><p>Para 1 MHz temos 1 microssegundo</p><p>e para 100 MHz o tempo será de 10</p><p>nanossegundos ou 10 ns.</p><p>Se o sinal for de uma freqüência</p><p>intermediária a estes valores ou não</p><p>tivermos certeza, podemos ir por ten­</p><p>tativas colocando a chave num valor</p><p>que julgamos ser apropriado e obser­</p><p>vando a imagem.</p><p>Se a imagem nos revelar apenas</p><p>parte de um ciclo do sinal, é porque a</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 9</p><p>RS</p><p>620</p><p>RS</p><p>8,2kO</p><p>I</p><p>II</p><p>I</p><p>I</p><p>I</p><p>I</p><p>I</p><p>1_.-</p><p>@I+---</p><p>B1</p><p>3v</p><p>Fig. 24 - Pontos de injeção do sinal num rádio: 1,2,3, ... até 16.</p><p>í\. ~Resposta. V alterada</p><p>Corte de</p><p>picos negativos</p><p>Corte de</p><p>picos</p><p>Para o caso do osciloscópio virtual</p><p>não existem tantos problemas na sua</p><p>utilização, uma vez que as funções de</p><p>ajuste podem ser tanto automáticas</p><p>como controladas pelo próprio opera­</p><p>dor através do mouse ou do teclado.</p><p>Na figura 29 mostramos um exem­</p><p>plo de imagem obtida com um</p><p>osciloscópio virtual.</p><p>v</p><p>o</p><p>Fig. 25 - Alguns problemas de amplificadores.</p><p>Sincronismo</p><p>./' "/" ~</p><p>Nível------.</p><p>de preto</p><p>Nível</p><p>de branco</p><p>o osciloscópio virtual PicoScope vem com</p><p>software completo para captura dos sinais e</p><p>apresentação tanto na tela de um PC como de</p><p>um laptop.</p><p>Fig. 26 - Um sinal de vídeo.</p><p>Fig. 27 - Sinal modulado em amplitude em</p><p>100%, ajustado com o osciloscópio.</p><p>Fig. 28 - Um gerador de varredura e marcas</p><p>usado em conjunto com o osciloscópio.</p><p>c) QUE TIPO COMPRAR</p><p>Freqüência</p><p>A freqüência máxima de trabalho do</p><p>osciloscópio irá depender do tipo de</p><p>atividade que o profissional exerce.</p><p>Neste ponto é importante pensar bem</p><p>antes de adquirir um determinado mo­</p><p>delo, pois o preço cresce muito quan­</p><p>do passamos para os equipamentos</p><p>que possuem maior freqüência.</p><p>Para os profissionais de service de</p><p>equipamentos de uso doméstico, tais</p><p>10 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>como televisores, videocassetes e ou­</p><p>tros, os modelos de 40 MHz a 60 MHz</p><p>são apropriados.</p><p>Veja que um tipo com esta freqüên­</p><p>cia não significa que o sinal de 40 MHz</p><p>seja o maior que possa ser visualizado.</p><p>O osciloscópio de 40 MHz é aquele que</p><p>pode gerar varreduras máximas nessa</p><p>freqüência e que, portanto, permite a</p><p>visualização segura de um ciclo de um</p><p>sinal de tal freqüência.</p><p>OSCILOSCÓPIOS</p><p>COMERCIAIS</p><p>Fig. 30 - Alguns osciloscópios disponíveis no mercado.</p><p>Fig. 33 - Visualizando dois sinais num</p><p>osciloscópio comum com um adaptador</p><p>duplo traço.</p><p>Na figura 30 temos alguns tipos co­</p><p>merciais.</p><p>Simples ou duplo traço</p><p>Os osciloscópios mais simples apre­</p><p>sentam apenas a imagem de um sinal</p><p>de cada vez. Entretanto, nos tipos mais</p><p>modernos e avançados podem ser</p><p>visualizadas várias imagens ao mes­</p><p>mo tempo.</p><p>O mais comum é o osciloscópio de</p><p>duplo traço, que pode apresentar a ima­</p><p>gem de dois sinais ao mesmo tempo,</p><p>conforme se observa na figura 31.</p><p>Com um osciloscópio deste tipo</p><p>pode-se comparar os sinais em dois</p><p>pontos de um mesmo circuito, ou mes­</p><p>mo ser feita a medida da defasagem</p><p>dos sinais.</p><p>Normalmente, o posicionamento</p><p>desses sinais ocorre em níveis diferen­</p><p>tes da tela de modo a haver uma sepa­</p><p>ração das imagens, como mostramos</p><p>na figura 31. No entanto, para a medi­</p><p>da de uma defasagem, eles podem ser</p><p>colocados na tela com a mesma linha</p><p>horizontal de referência (O V) conforme</p><p>ilustra a figura 32.</p><p>Nos laboratórios de Eletrônica o uso</p><p>de um osciloscópio de duplo traço ofe­</p><p>rece muitas possibilidades de análise</p><p>aos circuitos e seu custo não é muito</p><p>Sinal A</p><p>'\/\IV</p><p>.nnn.</p><p>SinaiS</p><p>Multiplexador</p><p>~~~ fi.</p><p>g g gB BB B</p><p>BBB:O:</p><p>Osciloscópio</p><p>Fig. 31 - Visualizando dois sinais ao mesmo</p><p>tempo com o osciloscópio de duplo traço.</p><p>maior em relação aos de simples tra­</p><p>ço. Existe ainda a possibilidade de se</p><p>agregar aos osciloscópios circuitos</p><p>multiplexadores de entrada, semelhan­</p><p>tes ao visto na figura 33, que chaveiam</p><p>os sinais de diversas fontes de modo a</p><p>possibilitar a visualização simultânea</p><p>de todos eles.</p><p>É claro que, dada a velocidade do</p><p>chaveamento, as freqüências máximas</p><p>que podem ser visualizadas com estes</p><p>recursos não são das mais elevadas.</p><p>Duplo Feixe ou Duplo Traço</p><p>Há uma diferença entre os oscilos­</p><p>cópios de duplo feixe e de duplo traço.</p><p>Nos osciloscópios de duplo feixe exis­</p><p>tem dois canhões que emitem dois fei­</p><p>xes de elétrons, um para cada imagem</p><p>a ser projetada na tela. Nos</p><p>Osciloscópio comum</p><p>(simples traço)</p><p>·.: : 11 Defasagem· ·,</p><p>~</p><p>..- ~ f- -- -..</p><p>Fig. 32 - Dois sinais superpostos</p><p>para medida de defasagem.</p><p>osciloscópios de duplo traço o feixe é</p><p>único, havendo um circuito de multiplex</p><p>que alterna a projeção de pontos de</p><p>uma imagem e de outra. A qualidade</p><p>destes últimos irá depender muito da</p><p>velocidade deste circuito de multiple­</p><p>xação.</p><p>Outros recursos (TV)</p><p>Para os técnicos que trabalham com</p><p>televisores, gravadores de vídeocasse­</p><p>te e outros equipamentos de video, tais</p><p>como câmeras, OVO-players, etc. A</p><p>visualização dos sinais de vídeo, é</p><p>muito importante.</p><p>De modo a facilitar a observação</p><p>desses sinais existem osciloscópios</p><p>que possuem recursos de chaveamen­</p><p>to do sincronismo usando o próprio</p><p>pulso de sincronismo de vídeo do sinal</p><p>que vai ser visto. Desta forma, o ajuste</p><p>da estabilidade da imagem no disparo</p><p>não precisa ser feito e a visualização</p><p>da imagem é facilitada.</p><p>Outros recursos podem incluir a</p><p>possibilidade de gerar sinais em esca­</p><p>da para a visualização da curva carac­</p><p>terística de componentes como, por</p><p>exemplo, de transistores, conforme ilus­</p><p>tra a figura 34.</p><p>Osciloscópios com traçadores de</p><p>curvas podem ser interessantes nos</p><p>laboratórios de projeto ou mesmo para</p><p>o teste de semicondutores.</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 /2001 11</p><p>OS CONTROLES DO OSCILOSCÓPIO</p><p>OSCILLOSCOPE FOR WINDOWS</p><p>Gerador</p><p>de escada</p><p>TR em teste</p><p>Fig. 34 - Visualizando a família de</p><p>curvas de um transistor.</p><p>Virtual</p><p>Os osciloscópios virtuais começam</p><p>a se tornar populares pelo fato de que</p><p>a maioria dos profissionais de Eletrô­</p><p>nica já usam os computadores em suas</p><p>oficinas e também porque que eles</p><p>podem agregar recursos que outros ti­</p><p>pos de osciloscópios não possuem.</p><p>A única limitação para esse tipo de</p><p>equipamento é ainda a velocidade, que</p><p>limita a faixa de freqüências dos sinais</p><p>que podem ser observados. Para tra­</p><p>balhos em áudio ou mesmo com sinais</p><p>digitais cujas freqüências não sejam</p><p>muito altas, esse equipamento pode ser</p><p>usado com eficiência na oficina.</p><p>Para informações sobre osciloscó­</p><p>pios na Internet:</p><p>-+ Minipa Indústria e Comércio:</p><p>-+ Tektronix (Brasil)</p><p>-+ Velleman (Virtual)</p><p>-+ Elenco (USA)</p><p>-+ Tiescope (virtual)</p><p>-+ Fluke</p><p>_</p><p>A quantidade de controles que</p><p>encontramos no painel de um osci­</p><p>loscópio depende do seu grau de</p><p>sofisticação, ou seja, do número de</p><p>recursos que ele possui. Na figura</p><p>temos um exemplo de painel de</p><p>Foco</p><p>Posicionamento</p><p>Teste de</p><p>componentes</p><p>Se o leitor tem acesso à Internet,</p><p>no endereço abaixo é possível en­</p><p>contrar um programa que permite</p><p>usar seu PC como osciloscópio com</p><p>a entrada dos sinais pela placa de</p><p>som. Evidentemente, a resposta de</p><p>freqüência não é das melhores (20</p><p>kHz de faixa passante), mas é de</p><p>duplo traço e possui triggering ser-</p><p>osciloscópio comum em que os prin­</p><p>cipais controles são apontados. Em</p><p>alguns tipos esses controles podem</p><p>ser feitos por chaves seletoras</p><p>rotativas e potenciômetros, como</p><p>também por chaves de teclas.</p><p>Posicionamento</p><p>horizontal</p><p>Nivel</p><p>Entrada</p><p>disparo</p><p>externo</p><p>vindo para demonstrações e análi­</p><p>se de circuitos de baixa freqüência.</p><p>Vale a pena verificar:</p><p>O documento está compactado</p><p>e consta de 3 arquivos: o programa</p><p>e dois documentos de complemen­</p><p>tação.</p><p>DIAGRAMAS COM FORMAS DE ONDA</p><p>12</p><p>Muitos equipamentos eletrônicos fornecem em</p><p>seus esquemas não apenas os valores dos compo­</p><p>nentes e tensões que devem ser encontradas nos</p><p>principais pontos, mas também as formas de onda.</p><p>Essa informação será de grande utilidade para o</p><p>profissional de manutenção que dispuser de um</p><p>osciloscópio. A análise dessas formas pelo diagrama</p><p>poderá simplificar bastante o trabalho de se encon­</p><p>trar problemas de funcionamento.</p><p>Na figura ao lado mostramos um exemplo de par­</p><p>te de diagrama de televisor onde as formas de onda</p><p>são representadas.</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>m r m -I JJ O</p><p>,</p><p>Z O » -I O s;</p><p>! r õ1 O JJ » O m (J</p><p>)</p><p>m</p><p>,</p><p>JJ m z '0 I\:</p><p>l</p><p>I\:</p><p>l o ~ (,</p><p>)</p><p>1:</p><p>:::</p><p>.</p><p>.</p><p>-r</p><p>l</p><p>L</p><p>J</p><p>2</p><p>~</p><p>I</p><p>P</p><p>P</p><p>48</p><p>V</p><p>dc</p><p>-r</p><p>'-</p><p>--</p><p>--</p><p>--</p><p>.</p><p>L:</p><p>:..</p><p>bG</p><p>~P</p><p>P</p><p>--</p><p>_1</p><p>_~</p><p>~~</p><p>~J</p><p>O</p><p>V</p><p>1:</p><p>::.</p><p>--</p><p>-t</p><p>Q</p><p>vp</p><p>p</p><p>_8</p><p>_,</p><p>:~</p><p>rl</p><p>Promoção:</p><p>Ao comprar 6 edições ou mais (à sua escolha),</p><p>você não pagará as despesas de envio.</p><p>PROMOÇÃO VÁLIDA PARA AS</p><p>EDiÇÕES: de Nº288/JAN/97</p><p>até Nº338/MARÇO/01</p><p>Obs.: edição NQ304 - (está esgotada)</p><p>[Válido até 10/10/2001]</p><p>NQ335 ­</p><p>DEZEMBRO/OO</p><p>Uma introdução ao</p><p>DSP - (parte I) / Mul­</p><p>tímetros TRUE RMS</p><p>/ Conversor DC/DC /</p><p>Raios-orientação</p><p>sobre procedimen­</p><p>tos gerais / Proble­</p><p>mas de EMC - como</p><p>evitar / LH0091 ­</p><p>Conversores TRUE</p><p>RMS para DC / Ali­</p><p>mentando proietos a</p><p>partir do PC / Motores De e Caixas de Redução /</p><p>Analisadores de espectro (parte 11)/ Os circuitos de</p><p>vídeo / Teste de isolamento / Detector de nível</p><p>NQ337 ­</p><p>FEVEREIRO/01</p><p>Mini-Curso - Progra­</p><p>mação Delphi para</p><p>Eletrônica - Parte XI /</p><p>Rádio digital / DSP ­</p><p>Processamento em</p><p>Tempo Real - Amos­</p><p>tragem / Perigo Nucle­</p><p>ar - O Pulso Eletro­</p><p>magnético / Néon &</p><p>CMOS / Circuitos com</p><p>Reguladores de Ten­</p><p>são / Fontes de Cor-</p><p>rente Constante / Acionamento de motor DC</p><p>microcontrolado / Inversores de Frequência</p><p>Vetoriais / Informações sobre SCRs / Uso de Relés</p><p>em Robótica e Mecatrônica / Usando o Provador/</p><p>Reativador de Cinescópios / Aplicações diferentes</p><p>para o 555 / Comande um LCD através de um PC</p><p>NQ336 ­</p><p>JANEIRO/01</p><p>DSP - parte 11­</p><p>As ferramentas</p><p>de trabalho /</p><p>Análise da rede</p><p>elétrica / Ondas</p><p>estacionárias / O</p><p>que é PWM? /</p><p>Uma arquítetura</p><p>computacional</p><p>alternativa /</p><p>COP8 Flash /</p><p>LM 1851 - Detec­</p><p>tor de fugas para</p><p>a terra / Placa</p><p>microcontrolada para robôs móveis / Seletor de</p><p>vídeo para câmeras CCD / Fonte simétrica / Ter­</p><p>mômetro microcontrolado</p><p>NQ333 -</p><p>OUTUBRO/OO</p><p>tv digital / Repara­</p><p>ções de monitores</p><p>de vídeo campos</p><p>magnéticos e ima­</p><p>gem / Detectando</p><p>e medindo a radia­</p><p>ção / Luz forte</p><p>temporizada/ Alar­</p><p>me sônico / Trans­</p><p>forma seu fax anti­</p><p>go em impressora</p><p>ou scanner / Uni­</p><p>dades inglesas e</p><p>equivalentes métri­</p><p>cos / Poluição ele­</p><p>tromagnética / Modulação em frequência / Emi ­</p><p>electromagnetic interference / Contador industrial</p><p>microcontrolado / Controle de movimento / Como</p><p>funcionam os sensores de imagem ccd / O sensor</p><p>fet / Bq2057 / Ucc3895 / Quik tech 98</p><p>NQ334 ­</p><p>NOVEMBRO/OO</p><p>Analisadores de</p><p>Espectro / TV Di­</p><p>gital - (parte 11)/</p><p>Telefonia Digital e</p><p>Multisserviços</p><p>Sobre Par-tran­</p><p>çado / Energia</p><p>Limpa Para Seu</p><p>Equipamento /</p><p>Os Ultrassons /</p><p>Fases de Siste­</p><p>mas de Alto-fa­</p><p>lantes / Redes Profibus e Ethernet / Conheça os TVS</p><p>/ Reatância Capacitiva / Sensores de Imagens / Con­</p><p>trole DC PWM / Práticas de Service / Contador Uni­</p><p>versal Usando PIC / Pré-amplificador de Volume Cons­</p><p>tante / Fontes de Alta Corrente / Temporizador Múlti­</p><p>plo Modular / Simuiador de Presença</p><p>Pedidos:</p><p>SABER MARKETING DIRETO LTDA.</p><p>Verifique as instruções na solicitação de</p><p>compra da última página.</p><p>Informações:</p><p>Disque e Compre (11) 6942-8055.</p><p>Rua Jacinto José de Araújo, 309</p><p>Tatuapé - São Paulo - SP ­</p><p>CEP: 03087·020</p><p>,ATUUlAMlH'T'O</p><p>f1.n~_·</p><p>lIiIll~'M."".-...</p><p>p«~,u~</p><p>NQ332 ­</p><p>SETEMBRO/OO</p><p>usb - universal serial bus / Defeitos em equipamentos</p><p>de som / Reparação de monitores de vídeo - implosão</p><p>e choques / Indicador de linha para deficiente visual /</p><p>Fonte de 13,8 v x 25 a / Controle de display de 7 dígi­</p><p>tos / Aromatizador eletrônico / Campainha audível e</p><p>luminosa / Como</p><p>funciona o gps (glo­</p><p>bal positioning</p><p>system) / Fator de</p><p>potência na indús­</p><p>tria (parte 11)/ Expe­</p><p>rimentos com moto­</p><p>res de passo/ Lm74</p><p>- sensor digital de</p><p>temperatura /</p><p>Lm2437 e Im2438 ­</p><p>drive de trc para</p><p>monitores de vídeo /</p><p>Discos flexíveis /</p><p>Osciloscópio x ana­</p><p>lisador lógico</p><p>NQ331 ­</p><p>AGOSTO/OO</p><p>semáforos inteligentes / Impresso­</p><p>ras / Como eliminar interferências</p><p>em rádios e cd-players pares</p><p>termoelétricos / Pares termoelé­</p><p>tricos / Senha eletrônica / Sistema</p><p>de segurança para automóveis /</p><p>Apagador de eprom / Controle por</p><p>som (vox) / Aterramento elétrico ­</p><p>parte 111/Fator de potência na indústria/ Etapa classe b - (push­</p><p>pull) / Conheça os diodos scholtky / O mouse</p><p>NQ330 -</p><p>JULHO/OO _ ~'I..,""TS '-':'1' "n'l."'_</p><p>máquinas cnc / Reparando :~=..;.."__IL.;: ..·····{"'tl</p><p>monitores d.evídeo -,a fonte de ELETROnl[R</p><p>allmentaçao / Praticas de _ •••••••_._.</p><p>service - telefones celulares / =i'NÃ$çtlç</p><p>Termômetro diferencial/Uma ==</p><p>rápida abordagem do código de eoc ••</p><p>hamming / Eletroscópio / Som ­</p><p>alguns termos técnicos / Móduio</p><p>de auto mação por sinais alter­</p><p>nados / Gravador de eprom</p><p>2732 / Aterramento elétrico ­</p><p>parte 11/ Histerese / Lm1292 ­</p><p>sistema pll de vídeo para</p><p>monitores de sincronismo con­</p><p>tínuo / Lm1295 - sistema de correção de geometria</p><p>controlado por dc / Os padrões vesa / Barramento 12c</p><p>com microcontrolador /medidor de fase</p><p>SHOPPING DA ELETRÔNICA</p><p>Saber Marketing Direto Ltda.</p><p>Rua Jacinto José de Araújo, 309 - Tatuapé - São Paulo - SP.</p><p>DISQUE E COMPRE (11) 6942 8055</p><p>Para movimentar</p><p>antenas internas, pre­</p><p>sépios, cortinas robôs</p><p>e objetos leves em</p><p>geral</p><p>R$ 39,50</p><p>Preços Válidos até 10/10/2001</p><p>.</p><p>Mini caixa</p><p>de redução</p><p>tP</p><p>VISITE NOSSA</p><p>LOJA VIRTUAL</p><p>VIDEOCOP - PURIFICADOR</p><p>DE CÓPIAS</p><p>www.sabereletronica.com.br</p><p>Equipamento para o profissional e</p><p>amador que queira realizar cópias</p><p>de fitas de vídeo de suas reporta­</p><p>gens, sem a perda da qualidade de</p><p>imagem...R$ 163,00</p><p>Suas compras de eletrônica Online</p><p>MATRIZ DE CONTATO</p><p>Matriz de contatos PRONT-O-LABOR</p><p>A ferramenta indispensável para protótipos.</p><p>PL-551M: 2 barramentos 550 pontos R$ 32,00</p><p>PL-551: 2 barramentos, 2 bornes, 550 pontos R$ 33,50</p><p>PL-552: 4 barramentos, 3 bornes, 1 100 pontos R$ 60,50</p><p>PL-553: 6 barramentos, 3 bornes, 1 650 pontos R$ 80,00</p><p>Placa para frequencímetro Digital de 32 MHz SE FD1</p><p>Artiao publicado na revista Saber Eletrônica nº 184) ....R$ 10.00</p><p>Placa PSB-1</p><p>(47 x 145 mm - Fenolite) - Transfira as montagensda placa</p><p>exoerimental para uma definitiva R$ 10,00</p><p>Placa DC Módulo de Controle - SECL3</p><p>(Artigo publicado na Revista Saber Eletrônica nº 186) ....R$ 10,00</p><p>Somente as placas</p><p>de 550 pontos cada</p><p>(sem suporte) pacote</p><p>com 3 peças ... Esgotado</p><p>CONJUNTO</p><p>CK-3</p><p>Contém: tudo do CK­</p><p>10, menos estojo e</p><p>suporte para placa</p><p>R$ 31,50</p><p>5 x 8 em - R$ 1,00</p><p>5 x 10 em - R$ 1,26</p><p>8 x 12 em - R$ 1,70</p><p>MONTE VOCÊ MESMO UM</p><p>SUPER ALARME ULTRA-SONS</p><p>Não se trata de um alarme comum e sim de um</p><p>detectar de intrusão com o integrado VF 1010. (leia ar­</p><p>tigo SE nll 251). Um integrado desenvolvido pela VSI ­</p><p>Vértice Sistemas Integrados, atendendo às exigências</p><p>da indústria automobilística. Venda apenas do conjunto</p><p>dos principais componentes, ou seja: CI - VF1010 - um</p><p>par do sensor T/R 40-12 Cristal KBR·400 BRTS</p><p>(ressonador)</p><p>R$ 19,80</p><p>PONTA REDUTORA</p><p>DE ALTA TENSÃO</p><p>MICROFONES</p><p>SEM FIO DE FM CAIXAS PLÁSTICAS MINI-FURADEIRA</p><p>Furadeira indicada para:</p><p>Circuito. impresso, Artesana­</p><p>to, Gravações etc. 12 V - 12</p><p>000 RPM I Dimensões: diâ­</p><p>metro 36 x 96 mm. R$ 28,00</p><p>ACESSÓRIOS: 2 lixas</p><p>circulares - 3 esmeris em</p><p>formatos diferentes (bola, tri­</p><p>ângulo, disco) - 1 politris e 1</p><p>adaptar. R$ 14,00</p><p>Conjunto CK-10</p><p>(estojo de madeira)</p><p>Contém: placa de fenolite,</p><p>cortador de placa, caneta, per­</p><p>furador de placa, percloreto de</p><p>ferro, vasilhame para corro­</p><p>são, suporte para placa</p><p>R$ 37,80</p><p>Com painel e alça</p><p>PB 207-130x140x50 mm..R$ 8,30</p><p>Para controle</p><p>CP 012 - 130 x 70 x 30..R$ 2,80</p><p>Com tampa plástica</p><p>PB112-123x85x52 mm... R$ 4,10</p><p>Com alça e alojamento para</p><p>pilhas</p><p>PB 117-123x85x62 mm R$ 7,70</p><p>PB 118-147x97x65 mm R$ 8,60</p><p>R$ 15,00</p><p>Características:</p><p>- Tensão de alimentação: 3</p><p>V (pilhas pequenas) - Corren­</p><p>te em funcionamento: 30 mA</p><p>(tip) -</p><p>Alcance: 50 m (max) - Faixa</p><p>de operação: 88 - 108 MHz ­</p><p>Número de transistores: 2 ­</p><p>Tipo de microfone: eletreto</p><p>de dois</p><p>terminais</p><p>(Não acompanha</p><p>pilhas)</p><p>As pontas redutoras são utili­</p><p>zadas em conjuntocom multí­</p><p>metros para aferir, medir e lo­</p><p>calizar defeitos em alta ten­</p><p>sões entre 1000 V DC a 30</p><p>KV-DC, como: foco, MAT,</p><p>"Chupeta" do cinescópio, li­</p><p>nha automotiva, industrial etc</p><p>R$ 44,00</p><p>KV3020 - Para multímetros</p><p>com sensibilidade 20 KQI</p><p>VDC.</p><p>KV3030 - Para multímetroscl</p><p>sensib. 30 KnNDC e digitais.</p><p>SPYFONE - micro-transmissor</p><p>Um micro-transmissorsecreto de FM , com microfoneultra-sen­</p><p>sível e uma etapa amplificadora que o torna o mais eficiente do</p><p>mercado para ouvir conversas à distância. De grande autonomia</p><p>funciona com 4 pilhas comuns e pode ser escondido em objetos</p><p>como vasos, livros falsos, gavetas, etc. Você recebe ou grava con­</p><p>versas à distância, usando um rádio de FM, ~e carro ou aparelho</p><p>de som.</p><p>NÃO ACOMPANHA GABINE</p><p>R$ 39,50</p><p>1. Alarme Temporizado</p><p>JOSÉ LUIZ DE MELLO</p><p>Rio de Janeiro - RJ</p><p>Este circuito foi projetado para ser</p><p>usado como alarme de entrada e saí­</p><p>da de veículos em garagens de prédi­</p><p>os e residências. Ele produz um aviso</p><p>sonoro por meio de um transdutor pie­</p><p>zoacústico e alternador sonoro 80na­</p><p>larme modelo B12PN31100, de 110V</p><p>AC/DC. O circuito é ligado diretamente</p><p>na rede de energia contando com um</p><p>transformador e um fusível de proteção,</p><p>desligando automaticamente após o</p><p>acionamento, o que é conseguido a</p><p>partir de uma chave manual (83) ou re­</p><p>mota, ligada a um jaque mono tipo cir-</p><p>cuito fechado (start remoto). O circuito</p><p>de temporização pode seOrajustado de</p><p>(0,6 s a 30 minutos e 26 segundos) que</p><p>são ajustados no trimpot ou poten­</p><p>ciômetro de 4M7 ohms (R1). O circuito</p><p>é totalmente transistorizado e o relé tem</p><p>contatos de 1 A com bobina de 12 V.</p><p>16 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 /2001</p><p>I. Conversor Binário HexQdecimQI</p><p>José Nicodemos de Sousa Filho</p><p>Uruçui - PI</p><p>Normalmente, o Cll (74LS47), que</p><p>é um conversor binário-decimal, ao re­</p><p>ceber as informações correspondentes</p><p>aos números de 10 a 15 (A a F) exibe</p><p>em um displayde 7 segmentos símbo­</p><p>los esquisitos.</p><p>O CI2 (74LS154) (decodificador de</p><p>16 linhas de saída) também recebe na</p><p>sua entrada a mesma informação que</p><p>o CI, e nas suas saídas de 10 a 15,</p><p>através de uma matriz de diodos,</p><p>complementa os símbolos de Cll de­</p><p>senhando as letras de A até F.As saí­</p><p>das (pinos 11, 14 e 15 de C12) dese­</p><p>nham integralmente as informações A,</p><p>C e D no display, por isso também têm</p><p>diodos ligados diretamente ao pino 4</p><p>de CI, que o colocam em modo de ini-</p><p>bição. Os Cls 74LS04 são portas que</p><p>invertem os sinais e servem de drives</p><p>para o display. Os componentes não</p><p>são críticos.</p><p>Os diodos podem ser de qualquer</p><p>tipo. O display tem o pino comum liga­</p><p>do ao terra e a alimentação deve ser</p><p>feita com 5 V e corrente de pelo menos</p><p>500 mA.</p><p>01 a 025 = 1N4148</p><p>1812</p><p>+ Vcc C 'onversor Blnarlo Hexadeclmal + Vcc</p><p>3, •• 16 14? 33~1 R1aR8=330n</p><p>13 51 ~ 330 n Oisplay</p><p>12 r 9 8 ,...---, terra comum</p><p>a</p><p>71 r1 t±J I~ICI1 c f b</p><p>74LS47 10 • I-I</p><p>21 r ~ :.~'~4 :: 3 7 •. -</p><p>(1L~CH2</p><p>(2)_~_CH~ ~O~ I I I I I I I +Vcc</p><p>+ Vcc 01T 1T a~ 1 ~~ 1~~1 I ,,'\1 ~~ 1 ~~ ~</p><p>(1) _CH4 24</p><p>~- 11</p><p>20</p><p>13 CI4</p><p>21 74LS04</p><p>221 114231 CI2</p><p>2374LS154115 1 l~ ~ ~ ~I I ~I 1 I" R8</p><p>330 n</p><p>W'~l '"~ I . - ••• - ' ••.•.1 I -'v I I I</p><p>16</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 17</p><p>3. Lâmpada Noturna</p><p>Juliano Aparecido Meletto</p><p>Bocaina - SP</p><p>Este projeto foi desenvolvido para</p><p>ser utilizado em garagens, corredores,</p><p>jardins, vitrines de estabelecimentos</p><p>comerciais, etc. A finalidade é acender</p><p>uma lâmpada incandescente quando</p><p>anoitece e, depois, apagá-Ia ao ama­</p><p>nhecer. O circuito também pode usar</p><p>um TRIAC em lugar do SCR de modo</p><p>a se poder acionar maior número de</p><p>lâmpadas e com o ciclo completo de</p><p>alimentação (onda completa). O sensor</p><p>é um LOR comum que deve receber</p><p>apenas a luz ambiente. O potenciôme­</p><p>tro, que não é crítico (podendo ter va­</p><p>lores entre 3M3 e 4M7), ajusta a sensi­</p><p>bilidade. A alimentação é fornecida sem</p><p>transformador para maior economia no</p><p>projeto. O LOR, para melhor desempe­</p><p>nho, deve ser montado num tubo opa­</p><p>co e o SCR dotado de radiador de calor.</p><p>470 ~F</p><p>25V</p><p>2,2 ~F</p><p>250 V</p><p>4. Fonte de 11 V</p><p>Francisco Aldevan Barbosa Costa</p><p>São Paulo - SP</p><p>Esta fonte de alimentação tem como</p><p>principal característica ser pouco sen­</p><p>sível às variações da tensão de entra­</p><p>da. O transformador deve ter uma cor­</p><p>rente de pelo menos 2 A de secundá­</p><p>rio com 12+12 V e os diodos de 03 a 04</p><p>são colocados para proporcionar uma</p><p>queda de tensão com a finalidade de</p><p>polarizar o transistor T1. O diodo zener</p><p>OZ1 fixa a tensão de saída e deve ser</p><p>do tipo de 12 V com 1W de dissipação.</p><p>O capacito r eletrolítico deve ter uma</p><p>tensão de trabalho de pelo menos 25</p><p>V e o indutor L1 é um choque de 1 mH.</p><p>Esta fonte é indicada para alimentação</p><p>de rádios e toca-fitas fora do carro.</p><p>18</p><p>110/220 V CH2</p><p>GND</p><p>ELETRÔNICA TOTAL" FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>5. Dois Jogos de Habilidade</p><p>Juliano Aparecido Meletto</p><p>Bocaina - SP</p><p>Para quem gosta de brincadeiras,</p><p>temos dois jogos interessantes. Ao li­</p><p>gar o aparelho na rede, L1 acenderá in­</p><p>dicando que podemos iniciar o primei­</p><p>ro jogo. La piscará indicando que será</p><p>impossível começar o segundo jogo.</p><p>Pegue a vareta e passe entre as argo­</p><p>las com cuidado para não encostar fa-</p><p>zendo com que o LED vermelho acen­</p><p>da. Se quiser, poderá aumentar o nú­</p><p>mero de argolas. Para vencer o primei­</p><p>ro jogo é preciso encostar a vareta na</p><p>plaquinha de cobre.</p><p>Quando isso acontecer Laapagará</p><p>e L2 acenderá indicando que a segun­</p><p>da parte do jogo está ativa. Deve-se</p><p>então passar a argola pelo fio em tor­</p><p>no sem encostar.</p><p>a tempo é limitado (dado) pelos</p><p>timers e se houver erro, você tomará</p><p>um choque. CI1 é um timer para 8 se­</p><p>gundos, CI2 um timer para 4 segundos</p><p>e Cla um timer para 15 segundos a 1</p><p>minuto.</p><p>.-</p><p>Fio de cobre 0,2 cm de diâmetro</p><p>desencapado</p><p>(Vareta)</p><p>Plaquinha de cobre</p><p>/ Argolas com 1 em de diâmetro</p><p>Base de</p><p>madeira</p><p>pisca­</p><p>pisca</p><p>azul</p><p>Segure aqui</p><p>~</p><p>1cm de--.o-e</p><p>diâmetro ~</p><p>Isoladores</p><p>Lâmpadas de</p><p>pisca - pisca</p><p>MC2RC2 2 contatos</p><p>reversíveis</p><p>D.</p><p>LED1 Verde I</p><p>I</p><p>II</p><p>I</p><p>,---------------------------~</p><p>I'</p><p>1N4002</p><p>r~1</p><p>•..•6+6V</p><p>300 mA 11N4002</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 19</p><p>6. Bancada e Central de Solda</p><p>com Seguran~a</p><p>Antonio Carlos Ribeiro Vieira</p><p>Taubaté - SP</p><p>Aparelhos de até 400 W de potên­</p><p>cia quando ligados em série com Ll'</p><p>se estiverem em bom estado, fazem</p><p>com que ela acenda com brilho reduzi­</p><p>do, e se estiverem em curto, fazem com</p><p>que ela acenda com máximo brilho. 8e</p><p>o equipamento em teste estiver bom,</p><p>poderá ser acionado 82, caso em que</p><p>ele receberá toda a energia.</p><p>Para a central de solda, o ferro é</p><p>ligado em T4' Com a chave HH aciona­</p><p>da na posição 1 o ferro terá tensão má­</p><p>xima e com isso temperatura máxima.</p><p>Com a chave na posição 2, a potência</p><p>será diminuida, caso em que ele ficará</p><p>na condição de espera quente.</p><p>Material:</p><p>Tl' T2' T3' T4 - tomadas simples;</p><p>L1 - lâmpada baioneta;</p><p>NE1 / NE2 - lampadas néon comuns;</p><p>VU - O a 300 V (opcional);</p><p>81 / 82 - chaves simples;</p><p>HH - chave deslisante 2 posição.</p><p>Plugue para usar em</p><p>T1' T2 e T3 somente</p><p>com 81 acionado</p><p>Obs: Atenção</p><p>bancada para uso em tensão 110 V</p><p>L1 '" 110 VIS W</p><p>para uso em 220 V</p><p>L1 '" 220V/5 W</p><p>HH 01</p><p>1N4007</p><p>7. Fonte Ajustável de O Q 13 V</p><p>com 10 A</p><p>Leodir Canovas</p><p>Botucatu - SP</p><p>Esta fonte possui ajuste fino de ten­</p><p>são e pode ser usada para alimentar</p><p>aparelhos que exigem correntes eleva­</p><p>das. A tensão de saída pode ser ajus­</p><p>tada entre O e 13 V sob corrente máxi­</p><p>ma de 10 A.</p><p>O transformador tem primário de</p><p>acordo com a rede local e secundário</p><p>de 18 + 18 V com 10 A. Os diodos de­</p><p>vem ser de 50 V x 5 A. O capacito r Cs</p><p>deve ter pelo menos 10 000 ~F de</p><p>capacitância e tensão de trabalho mí­</p><p>nima de 35 V.</p><p>Para se obter esta capacitância,</p><p>dois capacitores de 4700 ~F podem ser</p><p>ligados em paralelo. Os transistores de</p><p>01 a Os devem ser montados em exce­</p><p>lentes radiadores de calor.Os resistores</p><p>de R1 a R4 são de pelo menos 3 W de</p><p>dissipação, e podem ser conseguidos</p><p>com a ligação de dois resistores de 1</p><p>ohm em paralelo. O diodo zener é o</p><p>1N4744, de 15V x 1W.O potenciômetro</p><p>P1 serve para fazer o ajuste principal</p><p>de tensão enquanto que P2 faz o ajus­</p><p>te fino.</p><p>O autor tem esta fonte na bancada</p><p>usando-a para alimentar equipamentos</p><p>que exigem altas correntes, tais como</p><p>amplificadores.</p><p>20 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>+</p><p>V</p><p>cc</p><p>F</p><p>2</p><p>10</p><p>A</p><p>R</p><p>1</p><p>0,</p><p>S</p><p>O</p><p>Q</p><p>/3</p><p>W</p><p>R</p><p>4</p><p>0,</p><p>S</p><p>O</p><p>o.</p><p>/3</p><p>W</p><p>01</p><p>SO</p><p>V</p><p>IS</p><p>A</p><p>C</p><p>3</p><p>10</p><p>0</p><p>nF</p><p>10</p><p>0</p><p>nV</p><p>C</p><p>2</p><p>10</p><p>0</p><p>nF</p><p>10</p><p>0</p><p>nV</p><p>T</p><p>1</p><p>18</p><p>+</p><p>18</p><p>V</p><p>10</p><p>A</p><p>C</p><p>1</p><p>10</p><p>0</p><p>nF</p><p>40</p><p>0</p><p>V</p><p>m rm -I :D O· Z ~ b~r TIO :D~ Om (J</p><p>)</p><p>m</p><p>,</p><p>:D m Z10</p><p>I\)--I\</p><p>)o ~</p><p>51 o</p><p>R</p><p>e</p><p>d</p><p>e</p><p>C</p><p>A</p><p>F</p><p>1</p><p>3A</p><p>0</p><p>2</p><p>50</p><p>V</p><p>IS</p><p>A</p><p>C</p><p>4</p><p>10</p><p>0</p><p>nF</p><p>10</p><p>0</p><p>nV</p><p>C</p><p>s</p><p>10</p><p>00</p><p>pF</p><p>3S</p><p>V</p><p>L</p><p>E</p><p>O</p><p>O</p><p>Z</p><p>1</p><p>1S</p><p>V</p><p>1N</p><p>47</p><p>44</p><p>R</p><p>6</p><p>33</p><p>00</p><p>.</p><p>1W</p><p>Q</p><p>6</p><p>80</p><p>13</p><p>S</p><p>C</p><p>6</p><p>10</p><p>0</p><p>nF</p><p>10</p><p>0V</p><p>C</p><p>7</p><p>10</p><p>0</p><p>nF</p><p>10</p><p>0V</p><p>ce</p><p>râ</p><p>m</p><p>ic</p><p>o</p><p>O</p><p>V</p><p>~</p><p>8. Luz de Emergência com</p><p>Fluorescente</p><p>Álvaro Levi Zanetti Cardoso</p><p>Botucatu - SP</p><p>T2</p><p>9+9V</p><p>500 mA</p><p>Lâmpada</p><p>fluorescente</p><p>15/20WC2</p><p>10 nF</p><p>C1</p><p>1000 pF.</p><p>16 V</p><p>+ 12V</p><p>OV</p><p>Bateria</p><p>12 V/6 AH</p><p>T1</p><p>D1</p><p>S 12V/200 mA</p><p>1N4004</p><p>10---</p><p>Q~C1</p><p>110/</p><p>470 pFT</p><p>LED220 V 16 V1</p><p>Este circuito faz acender uma lâm­</p><p>pada fluorescente de 15 a 20 W no caso</p><p>do corte de energia. Ele usa uma bate­</p><p>ria de 12 V/6 Ah ligada a um inversor</p><p>que tem por base um transistor TIP31,</p><p>que deve ser montado em radiador de</p><p>calor. O transformador é de 9+9 V com</p><p>500 mA. Quando há o corte de ener­</p><p>gia, o relé RL1 que estava energizado</p><p>é desativado, fazendo com que a ali­</p><p>mentação da bateria vá para o inver­</p><p>sor. O circuito não incorpora um carre­</p><p>gador para a bateria, mas isso pode ser</p><p>agregado com facilidade de modo a</p><p>manter a bateria em processo de car­</p><p>ga lenta permanente. O resistor R1 deve</p><p>ser experimentado de acordo com o</p><p>transformador de modo a se obter o</p><p>melhor rendimento para a lâmpada.</p><p>9. Violino Eletrônico</p><p>Francisco Gonçalves da Silva</p><p>Aparecida de Goiânia - GO</p><p>Este circuito pode gerar sons musi­</p><p>cais em várias oitavas e com caracte­</p><p>rísticas polifônicas, uma vez que usa</p><p>quatro osciladores independentes. Ele</p><p>foi elaborado para ser tocado como um</p><p>violino, porém sem a necessidade de</p><p>arco, pois com apenas uma leve pres­</p><p>são dos dedos nas cordas ele já pro­</p><p>duz a nota desejada. Para sua elabo­</p><p>ração foi usada uma placa de circuito</p><p>impresso (conforme desenho) e em</p><p>suas extremidades colocados cavale-</p><p>tes de material isolante para que as</p><p>cordas não toquem na placa. Esse con­</p><p>tato só será feito no momento em que</p><p>pressionarmos as cordas. Elas são for­</p><p>madas por fios retirados de resistores</p><p>de fio de nicromo de alto valor (470 k</p><p>ohms e acima), pois quanto maior a re­</p><p>sistência, maior será o espectro das</p><p>notas. Desta forma, dependendo do</p><p>ponto de contato da corda com a pla­</p><p>ca, a resistência será somada ao cir­</p><p>cuito e determinará a nota produzida.</p><p>A afinação das cordas é feita nos</p><p>trimpots de 220 kQ. O circuito é alimen­</p><p>tado pela rede de energia, mas pode</p><p>também funcionar com pilhas com ten­</p><p>sões entre 6 e 12 V. O potenciômetro</p><p>de 47 kQ na entrada do LM386 funcio­</p><p>na como controle de volume. Entre este</p><p>ponto e a entrada do amplificador</p><p>LM386 podem ser agregados filtros</p><p>LRC que levem o timbre do som pro­</p><p>duzido a se aproximar mais daquele de</p><p>um violino, caso o leitor assim o deseje.</p><p>22 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>Cavalete</p><p>isolante</p><p>35cm</p><p>y</p><p>Placa de circuito impresso com o lado cobreado para cima</p><p>,</p><p>+ 12 V+ 12V</p><p>T1~</p><p>..</p><p>12+12V 7R1!J250 mA</p><p>a</p><p>~</p><p>lC1</p><p>71</p><p>1</p><p>555</p><p>I'</p><p>10kn</p><p>220 V</p><p>CJ</p><p>I~ I</p><p>1N4001- I</p><p>10ni: r;•••••+ 12V</p><p>a</p><p>7</p><p>5552</p><p>I</p><p>••100 nF</p><p>+ 12V</p><p>4</p><p>ia</p><p>7</p><p>555</p><p>+ 12V</p><p>J:47nF " ,t Ia</p><p>~OkQJ</p><p>SOLAfinação de555</p><p>I</p><p>cada</p><p>corda</p><p>21 RÉ</p><p>LÁ</p><p>- II•••</p><p>I</p><p>MI</p><p>Soldar</p><p>100 nFJ:</p><p>I</p><p>Ino cobre</p><p>\ /' Pontos de afinação</p><p>Cavalete</p><p>isolante</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001 23</p><p>10. Contador8in6rio e Decimal</p><p>Roberto Ednei Barbara</p><p>Londrina - PR</p><p>Decimal Binário</p><p>O</p><p>0000</p><p>1</p><p>0001</p><p>2</p><p>0010</p><p>3</p><p>0011</p><p>4</p><p>0100</p><p>5</p><p>0101</p><p>6</p><p>0110</p><p>7</p><p>0111</p><p>8</p><p>1000</p><p>9</p><p>1001</p><p>Este circuito é indicado para expe­</p><p>riências de eletrônica digital ou aplica­</p><p>ções didáticas. São usados 4 dos 6 in­</p><p>versores do CI 4049 que representam</p><p>as saídas A, B, C e D de um contador.</p><p>Quando S1a S4forem pressionadas te­</p><p>remos o acendimento dos LEDs que re­</p><p>presentam a contagem binária. O circui­</p><p>to integrado 4511 é um decodificador</p><p>que ao receber os sinais do 4049 tras­</p><p>forma-os em contagem decimal, que</p><p>será apresentada no displayde catodo</p><p>comum. Os outros dois inversores do</p><p>4049 estão configurados como um as­</p><p>tável que tem por função fazer piscar</p><p>um LED que indica que o aparelho está</p><p>funcionando. A tabela ao lado nos dá a</p><p>conversão de binário para decimal.</p><p>12</p><p>1,8MQ</p><p>100 nF</p><p>•... " •...'1</p><p>1-</p><p>A</p><p>8CD</p><p>ª-I</p><p>7 12616</p><p>C/2</p><p>3</p><p>5</p><p>(4511)</p><p>4</p><p>11</p><p>1091514</p><p>a</p><p>Ibcdef19</p><p>Dlsp/ay Catodo Comum</p><p>CI1 v~1</p><p>4049 or</p><p>24 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>11. Seqüencial de Lasers</p><p>Juliano Aparecido Meletto</p><p>Bocaina - SP</p><p>16</p><p>10 x</p><p>1N4148</p><p>6</p><p>01 lasers</p><p>2 13</p><p>4,7kQ</p><p>11</p><p>4</p><p>3</p><p>14</p><p>7 19 14</p><p>LM555</p><p>CD4017</p><p>? 110 V ?~6+6V</p><p>250 mA</p><p>6105</p><p>100 nF</p><p>--ª</p><p>II</p><p>15</p><p>Este circuito pode ser utilizado em</p><p>discotecas que tenham espelhos espa­</p><p>lhados pelo salão, pois ele aciona pe­</p><p>quenos LASER-poínters em uma se­</p><p>qüência rápida que tem sua velocida­</p><p>de ajustada por um potenciômetro de</p><p>1 M (P1). O circuito consiste de um</p><p>oscilador que determina a velocidade</p><p>do efeito, o qual é um astável 555 e</p><p>mais um seqüenciador com o CI 4017</p><p>que aciona diretamente 6 pequenos</p><p>LASER-pointers que devem ser manti­</p><p>dos ligados. Para isso uma fita adesiva</p><p>pode ser usada para manter pressio­</p><p>nados os pequenos interruptores. A li­</p><p>mitação de corrente nos LASERs é fei­</p><p>ta por um resistor de 330 ohms. O</p><p>acionamento manual em seqüência</p><p>também pode ser obtido passando o</p><p>interruptor no pino 14 do 4017 para a</p><p>posição manual e pressionando-se o</p><p>interruptor manual. O circuito é alimen­</p><p>tado pela rede de energia através de</p><p>uma fonte que usa um transformador</p><p>de 6 + 6 V com pelo menos 250 mA de</p><p>corrente, Observamos que o efeito deve</p><p>ser usado com cautela, dado o perigo</p><p>da incidência da radiação direta nos</p><p>olhos das pessoas.</p><p>11. Alarme com Laser</p><p>Juliano Aparecido Meletto</p><p>Bocaina - SP</p><p>Se o feixe de faser que incide no</p><p>sensor (LDR) for interrompido, o alar­</p><p>me dispara por aproximadamente 15</p><p>minutos, tempo que depende do</p><p>resistor de 1,8 M e do capacito r de 470</p><p>IJF.No disparo é acionado um pisca­</p><p>pisca e uma sirene de potência. O ajus­</p><p>te da sensibilidade do circuito para que</p><p>o corte rápido do feixe faserfaça o dis­</p><p>paro, é feito em Pl' O circuito possui</p><p>uma bateria que passa a alimentar au­</p><p>tomaticamente o alarme em caso de</p><p>corte de energia.</p><p>ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 I 2001 25</p><p>F</p><p>1 A</p><p>OV</p><p>12V</p><p>1 Amp.</p><p>Vermelha</p><p>2 X SKE 2,5/01</p><p>12+ 12V/</p><p>1,5A</p><p>12V</p><p>1 Amp.</p><p>Vermelha</p><p>K1</p><p>MC2RC2</p><p>2 Amp.</p><p>10 ~F</p><p>25V</p><p>48</p><p>7</p><p>~555~</p><p>2</p><p>470 ~F I LED225 V vermelho</p><p>1,8Mn2,2kO</p><p>1/2W</p><p>Passar uma</p><p>fita crepe no</p><p>interruptor</p><p>do laser</p><p>13. Chave Codificada com</p><p>Indica~io Visual da Seqüência</p><p>Roberto Ednei Barbara</p><p>Londrina - PR</p><p>Quando a tecla 81 é pressionada, o</p><p>Cll (556) é disparado ficando com seu</p><p>pino de saída no nível alto. Isso faz com</p><p>que a outra metade do Cll seja habili­</p><p>tada de modo que agora 82 possa atu­</p><p>ar sobre o circuito quando pressiona­</p><p>da. Com o acionamento da segunda</p><p>metade de Cll, é a vez de CI2 ser libe­</p><p>rado para que o acionamento da etapa</p><p>seguinte seja feito. Quando a tecla 81</p><p>for pressionada aparecerá no displayo</p><p>número 1 indicando que a seqüência</p><p>começou.</p><p>Da mesma forma, quando 82 for</p><p>pressionada, aparecerá o número 2 e</p><p>assim por diante até o número 4, indi­</p><p>cando que as 4 chaves foram correta­</p><p>mente acionadas.</p><p>Caso seja pressionada uma chave</p><p>que não faça parte da seqüência o LED</p><p>indicará com uma piscada que o códi­</p><p>go está incorreto. 8e a seqüência for</p><p>totalmente feita, depois de um certo</p><p>tempo o circuito será ressetado, o que</p><p>será mostrado nos displays. As chaves</p><p>usadas nesta liberação seqüencial de-</p><p>vem ser numeradas e montadas num</p><p>teclado.</p><p>Assim, somente se a seqüência</p><p>correta de teclas for pressionada, é que</p><p>teremos o acionamento do C13, que tem</p><p>por função ativar ou desativar o relé ou</p><p>outro circuito de carga ligado ao coletor</p><p>do transistor do pino 1 do C13• O circui­</p><p>to é alimentado por tensão de 12V que</p><p>pode ser obtida de pilha ou bateria.</p><p>Observamos que o 556 consiste num</p><p>integrado com função equivalente a</p><p>dois 555 comuns.</p><p>26 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2 / 2001</p><p>m r m -I JJ O</p><p>, Z O :l> cl ~ r õ1 O JJ :l> O m (f</p><p>)</p><p>m</p><p>,</p><p>JJ m Z 10 I\) I\) o ~ I\) "-</p><p>l</p><p>+</p><p>12</p><p>V</p><p>03</p><p>9~I</p><p>2~</p><p>~O1</p><p>I</p><p>14</p><p>[</p><p>]3</p><p>3k</p><p>n</p><p>[</p><p>2,</p><p>2</p><p>kn</p><p>14</p><p>[]</p><p>22</p><p>kO</p><p>14</p><p>Q</p><p>7k</p><p>O</p><p>~</p><p>r1</p><p>L</p><p>27</p><p>kO</p><p>J.</p><p>.L</p><p>~</p><p>-</p><p>,1</p><p>L</p><p>1</p><p>...</p><p>.-</p><p>-</p><p>r1</p><p>L</p><p>...</p><p>.-</p><p>-</p><p>J.</p><p>R</p><p>..</p><p>~</p><p>2,</p><p>2k</p><p>O</p><p>B</p><p>C</p><p>54</p><p>8</p><p>2</p><p>B</p><p>C</p><p>54</p><p>8</p><p>2</p><p>~</p><p>~</p><p>10</p><p>...</p><p>..-</p><p>...</p><p>10</p><p>~</p><p>C</p><p>/</p><p>1</p><p>~</p><p>~</p><p>6</p><p>C</p><p>/</p><p>2</p><p>~</p><p>~</p><p>C</p><p>/</p><p>3</p><p>~</p><p>55</p><p>6</p><p>S~</p><p>55</p><p>6</p><p>4</p><p>0</p><p>1</p><p>3</p><p>8</p><p>5</p><p>L-</p><p>,</p><p>4</p><p>5</p><p>L.</p><p>-</p><p>6</p><p>9</p><p>~</p><p>-1</p><p>,8</p><p>.</p><p>9</p><p>3,</p><p>3</p><p>kí</p><p>l</p><p>3</p><p>.L</p><p>...</p><p>.</p><p>\</p><p>••</p><p>••</p><p>.</p><p>B</p><p>C</p><p>54</p><p>8</p><p>S1</p><p>~</p><p>'3</p><p>~</p><p>I</p><p>4</p><p>--</p><p>-</p><p>I-</p><p>10</p><p>~F</p><p>81</p><p>--</p><p>!1</p><p>II</p><p>10</p><p>0~</p><p>F</p><p>3,</p><p>3</p><p>kn</p><p>[]</p><p>:c</p><p>10</p><p>0</p><p>~F</p><p>--</p><p>[</p><p>:c</p><p>10</p><p>0</p><p>~F</p><p>10</p><p>0</p><p>~F</p><p>:c</p><p>1</p><p>I</p><p>2,</p><p>2k</p><p>O</p><p>10</p><p>kn</p><p>~T</p><p>82</p><p>Sa</p><p>ld</p><p>a</p><p>~</p><p>7</p><p>16</p><p>2</p><p>11</p><p>177</p><p>16</p><p>16</p><p>11</p><p>:-</p><p>17</p><p>16</p><p>6</p><p>2</p><p>1</p><p>16</p><p>1</p><p>2</p><p>16</p><p>8</p><p>8</p><p>3</p><p>16</p><p>8</p><p>8</p><p>rL</p><p>-</p><p>l--</p><p>3</p><p>45</p><p>11</p><p>45</p><p>11</p><p>3</p><p>45</p><p>11</p><p>45</p><p>11</p><p>l--</p><p>4</p><p>1</p><p>kn</p><p>~</p><p>5</p><p>5</p><p>~</p><p>5</p><p>5</p><p>4</p><p>-c</p><p>:::</p><p>r-</p><p>13</p><p>121110</p><p>915</p><p>14</p><p>13</p><p>121110</p><p>915</p><p>14</p><p>13</p><p>121110</p><p>915</p><p>14</p><p>13</p><p>1211109151</p><p>4</p><p>J</p><p>~</p><p>--</p><p>--</p><p>a</p><p>b cd e</p><p>f 9</p><p>a</p><p>b cd ef 9</p><p>a</p><p>b cd ef 9</p><p>a</p><p>b cd ef 9</p><p>D</p><p>ls</p><p>p</p><p>/a</p><p>y</p><p>ID</p><p>ls</p><p>p</p><p>la</p><p>y</p><p>nD</p><p>ls</p><p>p</p><p>la</p><p>y</p><p>ID</p><p>ls</p><p>p</p><p>la</p><p>y</p><p>I</p><p>~</p><p>01</p><p>-0</p><p>••</p><p>14. Controle de Movimento Para</p><p>Motores DC</p><p>Samuel Araújo</p><p>Carapicuiba - SP</p><p>Em muitos projetos de Robótica e</p><p>Mecatrônica é preciso dispor de um</p><p>controle para motor que possa deixá­</p><p>10 parado, ou então girar nos dois</p><p>sentidos.</p><p>A forma normal de se conseguir isso</p><p>é com uma ponte H. Mas existe uma</p><p>solução simples que pode ser</p><p>implementada com o uso de relés. Nes­</p><p>te circuito, o sistema é formado por dois</p><p>relés que controlarão o motor confor­</p><p>me ilustra a seguinte "tabela verdade".</p><p>Observe que a condição proibida</p><p>deve ser evitada, pois coloca a alimen­</p><p>tação do circuito em curto.</p><p>Os relés usados são de tensão de</p><p>bobina de acordo com o circuito de co­</p><p>mando e contatos de acordo com a</p><p>corrente exigida pelo motor a ser con­</p><p>trolado.</p><p>E1 E2Função</p><p>1</p><p>OGira para direita</p><p>O</p><p>1Gira para a esquerda</p><p>O</p><p>OParado</p><p>1</p><p>1Condição Proibida</p><p>--</p><p>15. Controle Automático de</p><p>••</p><p>Ilumlna~io</p><p>Roberto Ednei Barbara</p><p>Londrina - PR</p><p>Este circuito é indicado para o con­</p><p>trole automático de luminosidade AC</p><p>atuando sobre o brilho de lâmpadas</p><p>incandescentes.</p><p>O sensor infravermelho ao detetar</p><p>calor enviará um pulso negativo ao pino</p><p>2 do CI 555. Este CI em sua saída, pino</p><p>3, apresentará um pulso positivo à en­</p><p>trada do 4017 (pino 14) que, ao rece­</p><p>ber o pulso, fará com que a sua saída</p><p>passe para a próxima a cada dois pul­</p><p>sos de entrada e, com isso, o LED acen­</p><p>derá conforme a resistência ligada a</p><p>cada saída. A lâmpada incandescente</p><p>acenderá conforme a resistência do</p><p>LDR determinada pelo brilho do LED.</p><p>Para monitorar qual é o grau de</p><p>luminosidade temos um circuito de con­</p><p>tagem que, através de um display de</p><p>catodo comum, é acionado. Ele conta</p><p>até 3 e trava até que o circuito de reset</p><p>zere a contagem. O circuito de reset é</p><p>formado pelo CI 4011. Este recebe em</p><p>suas entradas (pinos 1 e 2) uma ali­</p><p>mentação positiva das saídas do 4017.</p><p>Depois de algum tempo (retardo) sua</p><p>saída (pino 4) fará o reset do 4017 e</p><p>4029. O resistor e o capacitor ligados</p><p>às entradas pinos 1 e 2 determinam o</p><p>tempo de retardo para o reset. O trimpot</p><p>de 100 k ligado em série com o LDR</p><p>ajusta a sensibilidade.</p><p>Cuidado nesta parte do circuito, pois</p><p>ela é ligada diretamente à rede de ener­</p><p>gia. O resto dele é alimentado por 12 V</p><p>de uma fonte. A potência da lâmpada</p><p>dependerá do TIC usado. Acima de 300</p><p>W deve ser empregado</p><p>radiador de</p><p>calor. O resistor é de 20k e o capacitor</p><p>de poliéster de 100 nF para a rede de</p><p>110 V. Para a rede de 220 V, dobre os</p><p>valores.</p><p>28 ELETRÔNICA TOTAL - FORA DE SÉRIE - Nº 2/2001</p><p>m rm -l JJ O></p><p>1</p><p>IIIII</p><p>I</p><p>I</p><p>1</p><p>6</p><p>I</p><p>II</p><p>z</p><p>+</p><p>12</p><p>V</p><p>Õ</p><p>»-l</p><p>1</p><p>1-</p><p>11</p><p>11</p><p>6</p><p>O</p><p>27</p><p>kn</p><p>~</p><p>56</p><p>kn</p><p>~</p><p>61</p><p>I</p><p>+</p><p>I.</p><p>R</p><p>.</p><p>r</p><p>"</p><p>8</p><p>4</p><p>I</p><p>O</p><p>16</p><p>5</p><p>15</p><p>JJ</p><p>»</p><p>2</p><p>13</p><p>~</p><p>16</p><p>O</p><p>m</p><p>14</p><p>40</p><p>29</p><p>(J</p><p>)</p><p>3</p><p>40</p><p>17</p><p>lD7</p><p>11</p><p>1</p><p>m</p><p>-</p><p>8</p><p>JJ</p><p>55</p><p>5</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>m</p><p>7</p><p>11</p><p>21</p><p>11</p><p>4</p><p>z</p><p>2</p><p>4</p><p>7</p><p>10</p><p>'0</p><p>I\)</p><p>01</p><p>0</p><p>01</p><p>3</p><p>I</p><p>I</p><p>ri</p><p>it*</p><p>t</p><p>r3</p><p>1</p><p>12</p><p>--</p><p>6</p><p>I\)</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>01</p><p>1</p><p>01</p><p>2</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>18</p><p>19</p><p>o</p><p>D</p><p>A</p><p>~</p><p>1</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>2,</p><p>2</p><p>~F</p><p>:I</p><p>L</p><p>..o</p><p>III</p><p>II</p><p>II</p><p>I</p><p>T</p><p>4 1</p><p>16</p><p>16</p><p>12</p><p>01</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>~</p><p>I</p><p>~</p><p>45</p><p>11</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>..</p><p>-</p><p>15</p><p>~</p><p>I</p><p>~</p><p>~</p><p>~</p><p>1.</p><p>.</p><p>I</p><p>-'</p><p>B</p><p>C</p><p>54</p><p>8</p><p>II</p><p>11</p><p>'1</p><p>"+</p><p>I</p><p>Z O</p><p>+</p><p>12</p><p>V</p><p>></p><p>b</p><p>Ó</p><p>ó</p><p>11</p><p>;j;</p><p>!</p><p>C</p><p>2</p><p>r</p><p>R</p><p>4</p><p>I1</p><p>00</p><p>pF</p><p>R</p><p>11</p><p>I.A</p><p>.</p><p>..L</p><p>S1</p><p>"</p><p>10</p><p>0</p><p>kn</p><p>56</p><p>kn</p><p>O</p><p>8</p><p>4</p><p>:D</p><p>></p><p>16</p><p>10</p><p>15</p><p>R</p><p>E</p><p>S</p><p>E</p><p>T</p><p>O</p><p>2</p><p>8</p><p>m</p><p>m</p><p>an</p><p>ua</p><p>l</p><p>cn</p><p>3</p><p>14 C</p><p>/2</p><p>m</p><p>,</p><p>R</p><p>1</p><p>~</p><p>C</p><p>/1</p><p>4N</p><p>25</p><p>11</p><p>3</p><p>m</p><p>10</p><p>kn</p><p>7</p><p>5</p><p>5</p><p>5</p><p>01</p><p>13</p><p>!2/4</p><p>17-</p><p>z</p><p>O</p><p>R</p><p>10</p><p>'0</p><p>I</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>1~</p><p>I\)</p><p>10</p><p>0</p><p>kn</p><p>--</p><p>I\)</p><p>6</p><p>o</p><p>~</p><p>C</p><p>1</p><p>~</p><p>.J</p><p>..</p><p>I</p><p>II02</p><p>22</p><p>pF</p><p>J:</p><p>.</p><p>1N</p><p>41</p><p>48</p><p>--</p><p>--</p><p>-</p><p>~</p><p>A</p><p>~</p><p>I~</p><p>_I</p><p>I</p><p>11</p>com
VCR
095- Tecnologia em CIs usados em TV
107-Dicas de Reparação de TV
DISQUE E COMPRE (11) 6942-8055
ÁREAS DIVERSAS DE ELETRÔNICA
016-Manuseio de Osciloscópio
021-Eletrônica Digital
023-Entenda a Fonte Chaveada
029-Adrninistração de Oficinas
052-Recepção/ AtendimentoNendas/
Orçamento
063-Diag. de Def. em Fonte Chaveada
065-Entenda Amplificadores Operacionais
085-Como usar o Multímetro
111-Dicas de Rep. de Fonte Chaveada
118-Reengenharia da Reparação
128-Autornação Industrial
135- Válvulas Eletrônicas
Método econômico e prático de treinamen­
to, trazendo os tópicos mais importantes
sobre cada assunto. Com a Vídeo Aula você
não leva só um professor para casa, você
leva também uma escola e um laboratório.
Cada Vídeo Aula é composta de uma fita
de videocassete e uma apostila para acom­
panhamento.
PEDIDOS: Verifique as instruções na solicitação de compra da última página.
PREÇO: Somente R$ 65,00 cada Vídeo Aula
	Digitalizar0001.pdf
	Digitalizar0002.pdf

Mais conteúdos dessa disciplina