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<p>Profª Drª ALDENIRA BARBOSA CAVALCANTE</p><p>PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>Questionário</p><p>Dados iniciais de identificação</p><p>Iniciais:</p><p>Idade:</p><p>Sexo:</p><p>Faculdade (curso):</p><p>Felicidade e bem-estar</p><p>1. Como você define FELICIDADE?</p><p>2. Como você define BEM-ESTAR?</p><p>Os elementos do bem-estar</p><p>1. Você se considera uma pessoa feliz? Por quê?</p><p>2. Atualmente, o que você acha que mais o torna feliz?</p><p>3. Quais atividades você mais gosta de fazer? O que você sente quando está realizando essas atividades?</p><p>4. Você tem planos para o futuro? Quais são eles? Por que você acredita que eles são importantes?</p><p>5. Como são os seus relacionamentos?</p><p>a. Você tem muitos amigos?</p><p>b. Como é a sua relação com a sua família?</p><p>c. Você está em um relacionamento amoroso? Em poucas palavras, como você o descreveria?</p><p>d. Em geral, como você avalia esses relacionamentos?</p><p>e. Você acha que eles são importantes para você? Em quais aspectos?</p><p>Faculdade</p><p>1. Como foi a escolha desse curso? O que o motivou a escolhê-lo?</p><p>2. Se já está trabalhando, como é o seu trabalho? Você gosta?</p><p>3. Sente que fez a escolha certa? Por quê?</p><p>4. Perto do final do curso, como você avalia as expectativas que tinha? Foram cumpridas? Você se surpreendeu? Se decepcionou?</p><p>Resiliência, otimismo, estado de ânimo</p><p>1. Como você avalia a sua satisfação com a vida?</p><p>2. Você se considera uma pessoa otimista? Por quê?</p><p>3. Você se considera uma pessoa mais extrovertida ou introvertida? Por quê?</p><p>4. Pense em um momento que você considere ruim da sua vida. Conte-o brevemente.</p><p>5. Pense em um momento que você sente orgulho. Conte-o brevemente.</p><p>6. Você já passou por alguma situação que considerou desafiante? Conte-a brevemente.</p><p>7. Qual você considera que tenha(m) sido sua(s) maior(es) conquista(s) até hoje?</p><p>Felicidade e bem-estar</p><p>1. Você acha que sua felicidade poderia aumentar? Como?</p><p>2. Você acha que o seu bem-estar poderia aumentar? Como?</p><p>PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>Nos últimos anos, muitas tragédias têm sido anunciadas pelos principais meios de comunicação em todo o mundo - guerras, criminalidade, doenças, pobreza, tráfico de drogas, mortalidade infantil, entre outros. Devido a tal evidência, o destaque a esses eventos parece contraditório aos aspectos positivos da natureza humana. Pergunta-se, então, como a ciência poderia investigar as causas da felicidade se existem, por exemplo, outros fatores mais emergentes, como as causas da depressão? Mas, será que o progresso da ciência deve ser orientado somente pelas emergências?</p><p>Para evidenciar a realidade da produção cientifica em Psicologia, Seligman e Czikszentmihalyi publicaram uma edição especial da American Psychologist em janeiro de 2000, na qual enfatizaram que a Psicologia não produzia conhecimento suficiente sobre os aspectos virtuosos e as forças pessoais que todos seres humanos possuem. Nessa importante publicação, apontaram as lacunas presentes nas investigações psicológicas e destacaram a necessidade de pesquisas sobre aspectos positivos como, por exemplo, esperança, criatividade, coragem, sabedoria, espiritualidade, felicidade. No entanto, em cinco anos, houve grande expansão e muito tem acontecido nesse movimento científico; é grande o número de artigos e livros publicados, conforme mostra a literatura (Aspinwall & Staudinger, 2003; Compton, 2005; Keyes & Haidt, 2003; Lopez & Snyder, 2003; Peterson & Seligman, 2004; Schmuck & Sheldon, 2001; Snyder & Lopez, 2002); são muitas as conferências, cursos, financiamentos e prêmios oferecidos a pesquisadores do mundo inteiro a fim de fortalecer e divulgar o estudo empírico e teórico. A Psicologia Positiva está, pois, em pleno processo de expansão dentro da ciência psicológica, a qual possibilita uma reavaliação das potencialidades e virtudes humanas por meio do estudo das condições e processos que contribuem para a prosperidade.</p><p>PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>Martin Seligman é o fundador da PSICOLOGIA POSITIVA, um campo de estudo que examina os estados de saúde, tais como a FELICIDADE, FORÇA DE CARÁTER e OTIMISMO.</p><p>Tinha três missões: Curar as doenças mentais,</p><p>PSICOLOGIA Tinha três missões:</p><p>Curar as doenças mentais,</p><p>Tornar a vida das pessoas mais produtiva e feliz,</p><p>Identificar e criar talentos.</p><p>PÓS-GUERRA : Apenas a 1ª missão ficou.</p><p>Necessidade de tratar veteranos de guerra.</p><p>MODELO DA DOENÇA: Pesquisas e Atendimentos clínicos focados no “reparo” dos danos e prejuízos provocados pelas patologias (Transtornos Mentais).</p><p>Qual a diferença entre a psicologia positiva e a psicologia tradicional?</p><p>A psicologia tradicional ou psicologia clínica tem o foco em tratamento de distúrbios psicológicos, como depressão e ansiedade. Ela partilha de um modelo médico de tratamento de doenças.</p><p>Já a psicologia positiva busca o desenvolvimento pessoal, levando o indivíduo a mudar a sua perspectiva em relação aos acontecimentos ao seu redor, mostrando a ele que é possível ter uma vida mais leve e plena.</p><p>PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>A Psicologia Positiva iniciou-se em 1998, a partir de um movimento do psicólogo Martin Seligman, então presidente da American Psychological Association, na tentativa de mudar o foco da ciência psicológica, até então centrada no estudo dos transtornos psicopatológicos e dos fatores de risco ao desenvolvimento humano e à saúde mental (Seligman, 1998).</p><p>Ao justificar a criação dessa área, Seligman (2002) ressalta o caráter niilista das abordagens vigentes até a época, que encontraram pouca resistência no campo da atenção médica à saúde.</p><p>Niilismo é uma doutrina filosófica que atinge as mais variadas esferas do mundo contemporâneo cuja principal característica é uma visão cética radical e sobretudo pessimista em relação às interpretações da realidade, que aniquila valores e convicções.</p><p>Seligman apresenta o movimento pela Psicologia Positiva e propõe o estudo das potencialidades humanas, abrangendo os aspectos saudáveis do comportamento e suas competências.</p><p>Em 2000, juntamente com Czikszentmihalyi, publica um artigo sugerindo o incremento de pesquisas baseadas em construtos considerados virtuosos, dentre os quais se destacam: bem-estar subjetivo, esperança, otimismo, humor, espiritualidade, gratidão, compaixão, apoio social, competência social, criatividade, amor e felicidade. Assim, refere-se a uma Psicologia que aspira também desfazer a direção “negativa” historicamente estabelecida nas Ciências Psicológicas (Seligman & Csikszentmihalyi, 2000).</p><p>Psicologia Positiva</p><p>A teoria de Seligman e Csikszentmihaly (2000), recebeu o nome de Psicologia Positiva e dedica-se a estudar os estados afetivos e as virtudes positivas, como a felicidade, a resiliência, o otimismo e a gratidão. Foi desenvolvida a partir da década de 1990 e investiga os sentimentos, as emoções, as instituições (como a família, escolas, comunidades e a sociedade em geral) e os comportamentos positivos que têm como finalidade a felicidade humana. (Seligman, 2000).</p><p>Acredita-se que o foco nas experiências positivas pode contribuir para a prevenção e promoção de saúde, ajudando também nos mecanismos de enfrentamento das doenças (Calvetti et al., 2007). Pode também trazer elementos para a compreensão do bem-estar subjetivo, que é definido pela ausência de depressão e presença de estados cognitivos e emoções positivas (Seligman, 2011).</p><p>O conceito de bem-estar subjetivo, nesta teoria, vai de acordo com o conceito de saúde da Organização Mundial de Saúde (1946): "o completo estado de bem-estar físico, mental e social, e não simplesmente a ausência de enfermidade" (Preâmbulo da Constituição da OMS) e isso mostra mais uma importância do estudo dos aspectos positivos do ser humano.</p><p>Seligman e Csikszentmihaly (2000) apontam que o bem-estar subjetivo se refere ao que as pessoas pensam e sentem sobre suas vidas. De acordo com os autores, na prática, bem-estar subjetivo é apenas um termo que soa mais científico para o que as pessoas geralmente descrevem como felicidade.</p><p>De acordo com Seligman (2004), esse movimento propõe que o bem estar subjetivo pode ser medido em 5 fatores:</p><p>1. Emoção positiva;</p><p>2. Engajamento;</p><p>3. Sentido na vida;</p><p>4. Realização positiva;</p><p>5. Relacionamentos positivos</p><p>(relação com outros indivíduos).</p><p>A emoção positiva é uma variável subjetiva, definida pelo o que se pensa e sente. Engajamento também é uma variável subjetiva, enquanto o sentido, os relacionamentos e a realização têm componentes subjetivos e objetivos e o bem-estar não pode existir somente no pensamento: é uma combinação de todos esses fatores que fundamentam o movimento, e o modo como escolhemos viver deve levar em conta maximizar todos esses cinco elementos.</p><p>A psicologia positiva é um movimento recente dentro da ciência psicológica que visa a fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem “uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas”, enfatizando mais a busca pela felicidade humana que o estudo das doenças mentais.</p><p>A psicologia positiva se concentra nos eventos positivos e influências da vida, incluindo estudos e pesquisas sobre experiências positivas: felicidade, alegria, inspiração, paz, generosidade, gratidão, resiliência, compaixão, incluindo também as forças de caráter: otimismo, satisfação com a vida, autocompaixão, autoestima e autoconfiança, esperança e elevação.</p><p>PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>A psicologia positiva surgiu com Martin Seligman, um psicólogo norte americano que, em 1997, quando assumiu a cadeira de presidente da Associação de Psicologia dos EUA, passou a rever as 3 missões da psicologia:</p><p>1-) Curar as doenças mentais.</p><p>2-) Tornar mais feliz a vida das pessoas.</p><p>3-) Identificar e cultivar talentos humanos.</p><p>Após constatar que os psicólogos se concentravam apenas no item 1, ele passou a dedicar parte do seu tempo para realizar estudos e pesquisas sobre como desenvolver maneiras de promover felicidade, bem-estar e de cultivar os talentos e virtudes humanas.</p><p>Seligman e Peterson (2004) desenvolveram um sistema de classificação para os aspectos positivos, enfatizando as forças e o caráter denominado Values in Action (VIA) – Classification of Strengths and Virtues Manual (Tradução livre: Valores em ação – Manual de classificação de forças e virtudes). Nesse manual as forças foram dividas em características emocionais, cognitivas, relacionais e cívicas e em seis grupos de virtudes: sabedoria, coragem, humanidade, justiça, temperamento e transcendência.</p><p>Embora tenham surgido psicólogos humanistas como, Abraham Maslow (1954) e Carl Rogers (1959), comprometidos com uma nova visão e perspectiva sobre o comportamento humano, suas idéias não pareceram ser suficientemente atrativas e, conseqüentemente, não produziram dados empíricos suficientes para dar força a uma visão mais positiva do ser humano.</p><p>FOCO NO NEGATIVO</p><p>Na mídia: Internet, TV, rádio, cinema…</p><p>Nas relações organizacionais: chefe, subordinados, prestadores de serviços…Nas escolas: alunos, professores, diretores…</p><p>Nas famílias: pai, mãe, filhos, avós, netos, babás, motoristas…</p><p>Aumento nas demandas sociais (globalização), urgências nas respostas (mundo virtual, conectados 24 hs) inundação de ansiedade e estresse.</p><p>A Psicologia não produzia conhecimento suficiente sobre os aspectos virtuosos e as forças pessoais que todos seres humanos possuem… necessidade de pesquisas sobre aspectos positivos como, por exemplo, esperança, criatividade, coragem, sabedoria, espiritualidade, felicidade”(Seligman & Czikszentmihalyi, American Psychologist, Jan/2000)</p><p>Psicologia deveria possibilitar muito mais do que apenas reparar o que está errado,devendo identificar e fortalecer o que está bom.”(Seligman, 2002)</p><p>É importante reconhecer que a Psicologia Humanista enfatizou aspectos positivos do desenvolvimento humano, no entanto, suas contribuições científicas receberam pouca atenção no passado. Inúmeros motivos podem ser apontados para justificar a preferência pelos aspectos negativos em detrimento aos positivos. Primeiro, existe uma tendência para o estudo dos fatores que afligem a humanidade, e a expressão e experiência de emoções negativas são responsáveis pela maioria desses conflitos. Em contraste, experiências que promovem felicidade, muitas vezes, passam desapercebidas.</p><p>Seligman (2002) salienta a II Guerra Mundial como um marco importante para o estudo focado somente nas patologias. Antes desse acontecimento, a Psicologia possuía três missões: curar as doenças mentais; tornar a vida das pessoas mais produtiva e feliz; e, identificar e criar talentos. No entanto, após a guerra, as duas últimas missões foram esquecidas.</p><p>A necessidade de tratar os veteranos de Guerra e a fundação do Instituto Nacional de Saúde Mental nos Estados Unidos propiciaram vantagens econômicas, profissionais e sociais aos psicólogos e pesquisadores. Dessa forma, as pesquisas e o atendimento clínico concentraram-se no “reparo” dos danos e prejuízos provocados pelas patologias, de acordo com um modelo de doença do funcionamento humano.</p><p>Esse movimento trouxe benefícios importantes para o fortalecimento e o aperfeiçoamento das terapias e tratamentos para as doenças mentais, mas ao mesmo tempo, enfraqueceu as investigações sobre os aspectos virtuosos dos seres humanos.</p><p>Sete Princípios da Psicologia Positiva</p><p>O psicólogo Shawn Achor passou 12 anos da vida dele em Harvard estudando o que levava alguns alunos, um de cada cinco, a continuarem desempenhando acima da média em termos de felicidade, desempenho, realização, produtividade, senso de humor, energia ou resiliência e outros não.</p><p>Depois de pesquisas com 1600 alunos de Harvard e dezenas de empresas da lista Fortune 500 ao redor do mundo, ele chegou a conclusões surpreendentes sobre o que leva algumas pessoas a terem sucesso e prosperar em ambientes desafiadores, enquanto outras afundam e nunca realizam seu potencial. Diante do volume de pesquisas, ele isolou sete padrões que se tornara o que ele chama de Os Sete Princípios da Psicologia Positiva. Acompanhe!</p><p>1 – O benefício da Felicidade</p><p>Em um experimento, as pessoas foram predispostas à positividade ou à negatividade e depois solicitadas a olhar uma série de fotos. As que foram colocadas num clima negativo não processaram todas as imagens contidas nas fotos, deixando de ver partes substanciais do plano de fundo. Já aquelas com estado de espírito positivo viram tudo. As emoções positivas nos fazem ver mais do que está ao nosso redor.</p><p>Podemos atingir esse estado com pequenos estímulos de positividade, seja ouvindo música, praticando exercício físico, ou até mesmo aguardando aquela viagem que vai acontecer nas suas férias. Mas isso varia de pessoa para pessoa.</p><p>Reflita e encontre o seu propulsor de felicidade para usá-lo antes de cada desafio. Porque quando estamos felizes, nossa atitude é positiva, nos tornamos mais inteligentes, criativos, motivados e, em consequência temos mais sucesso.</p><p>3 – O efeito tetris</p><p>Em um experimento, foi solicitado que as pessoas passassem várias horas por dia jogando tetris. Após três dias, elas começaram a ver blocos por toda a parte e visualizando como seria girar aqui e encaixar ali, como se fossem peças. Isso acontece porque elas ficaram presas a um padrão cognitivo na qual o Tetris alterou a configuração do cérebro.</p><p>Esse estudo é apenas uma metáfora de como nossas constantes atividades e comportamentos influenciam o modo como vemos o mundo ao nosso redor. Nós tendemos a não perceber o que não estamos procurando.</p><p>Enxergamos o que procuramos e deixamos passar o resto.</p><p>Para ativar o efeito tetris positivo, faça uma lista de três coisas boas que aconteceram durante o seu dia ou um parágrafo contando uma experiência legal. Repita esse exercício todo dia.</p><p>2 – O ponto de Apoio e a Alavanca</p><p>Assim como numa gangorra, a pessoa mais pesada vai levantar a outra. Mas, se movermos o ponto de apoio em direção a pessoa mais pesada, a mais leve vai ser capaz de levantá-la.</p><p>A alavanca representa o potencial que acreditamos ter e a posição do nosso ponto de apoio é a atitude com a qual geramos o poder de transformação.</p><p>Em um experimento com camareiras, foi informado a metade delas quanto o exercício físico elas faziam ao longo do dia de trabalho, quantas calorias suas atividades diárias queimavam, como passar aspirador</p><p>de pó no tapete é similar a uma sessão de exercícios aeróbicos e assim por diante. A outra metade das camareiras não foi informada de nada disso. Várias semanas mais tarde, as camareiras que foram predispostas a pensar no trabalho como um exercício físico não só perderam peso como sua taxa de colesterol também caiu.</p><p>A construção mental das nossas atividades diárias, mais do que a atividade em si, é que define a nossa realidade.</p><p>O psicólogo Shawn Achor passou 12 anos da vida dele em Harvard estudando o que levava alguns alunos, um de cada cinco, a continuarem desempenhando acima da média em termos de felicidade, desempenho, realização, produtividade, senso de humor, energia ou resiliência e outros.</p><p>Depois de pesquisas com 1600 alunos de Harvard e dezenas de empresas da lista Fortune 500 ao redor do mundo, ele chegou a conclusões surpreendentes sobre o que leva algumas pessoas a terem sucesso e prosperar em ambientes desafiadores, enquanto outras afundam e nunca realizam seu potencial.</p><p>Sete Princípios da Psicologia Positiva?</p><p>O psicólogo Shawn Achor passou 12 anos da vida dele em Harvard estudando o que levava alguns alunos, um de cada cinco, a continuarem desempenhando acima da média em termos de felicidade, desempenho, realização, produtividade, senso de humor, energia ou resiliência e outros não.</p><p>Depois de pesquisas com 1600 alunos de Harvard e dezenas de empresas da lista Fortune 500 ao redor do mundo, ele chegou a conclusões surpreendentes sobre o que leva algumas pessoas a terem sucesso e prosperar em ambientes desafiadores, enquanto outras afundam e nunca realizam seu potencial. Diante do volume de pesquisas, ele isolou sete padrões que se tornara o que ele chama de Os Sete Princípios da Psicologia Positiva. Acompanhe!</p><p>4 – Encontre oportunidades na adversidade</p><p>Há três caminhos mentais depois de uma adversidade.</p><p>Ficar onde está, sem mudanças.</p><p>Ficar pior depois da circunstância desfavorável.</p><p>Ou nos tornamos mais fortes e mais capazes de contornar a situação.</p><p>A adversidade também pode ser encarada como um erro.</p><p>Em um experimento no qual 90 pessoas participaram de um treinamento para aprender a utilizar um software, metade das pessoas foi instruída a impedir a ocorrência de erros, enquanto a outra metade foi levada a cometer falhas durante o treinamento. E foi este grupo que relatou maior eficiência e precisão na utilização do software, justamente por ter sido levado a encontrar o próprio caminho para evitar os erros.</p><p>6 – A Regra dos 20 segundos</p><p>Shawn queria aprender a tocar violão. Sabia que levaria 21 dias para formar um novo hábito e todo dia caminhava até seu quarto e tirava o violão de dentro do armário. Todo aquele esforço adicional demorava 20 segundos, até que no quarto dia ele desistiu de tocar.</p><p>Shawn usou a energia de ativação a seu favor. Ele comprou um suporte de violão e deixou no meio da sala de estar, e, em vez de estar a 20 segundos de distância, o violão estava sempre disponível.</p><p>Por natureza humana somos conduzidos a ir pelo caminho da menor resistência, que muitas vezes nos leva a procrastinação.</p><p>Quanto menos energia for necessária para dar início ao um hábito positivo, mais chances há de esse hábito se desenvolver.</p><p>5 – O círculo do zorro</p><p>No último filme do zorro, Don Diego (Anthony Hopkins) treina seu discípulo colocando-o dentro de um círculo menor dentro de um círculo maior. E diz: “Este círculo será o seu mundo. Sua vida toda. Não existe nada fora disso até eu dizer.”</p><p>Só depois de dominar aquele primeiro círculo e pouco a pouco os demais é que o discípulo começou a se transformar em Zorro, a lenda, assumindo o lugar de Don Diego.</p><p>Então, restringir seu foco a metas pequenas e realizáveis pode expandir a sua esfera de poder.</p><p>Pense grande, mas comece pequeno.</p><p>7 – O investimento social</p><p>Amanda e Brittney eram colegas de quarto em Harvard. Ambas eram animadas e espirituosas e já no primeiro mês de aula fizeram várias amizades. Mas, à medida que os exames do primeiro trimestre se aproximavam, os caminhos delas começaram a divergir.</p><p>Sob pressão cada vez mais intensa, Amanda encontrou um cubículo isolado na biblioteca e passou a maior parte de seus dias e noites lá. Ela começou a faltar nas atividades sociais do dormitório e ela não tinha tempo para frivolidades, como repartir refeições ou conversar com os colegas. Era jogadora ativa da equipe de frisbee do nosso dormitório, mas deixou de comparecer aos treinos e aos jogos.</p><p>Enquanto isso, Brittney, em vez de se isolar, organizava grupos de estudo. Para uma determinada matéria do período, ela enviou um e-mail a um grupo de seis amigos e propôs que cada um elaborasse um resumo da leitura obrigatória e se reunissem no almoço algumas vezes por semana para trocar notas e observações.</p><p>Um ano se passou. Amanda sucumbiu à pressão e ao estresse e desejava ser transferida para uma instituição menos competitiva. Já Brittney estava feliz, bem ajustada e apresentando um desempenho excepcional em seus cursos.</p><p>Elas representam as escolhas que cada um de nós temos quando nos vemos diante da adversidade. Muitos acreditam que o sucesso é o caminho que deve ser percorrido sozinho, mas isso simplesmente não é verdade.</p><p>Estudos demonstram que, quanto mais os membros de uma equipe são encorajados a socializar e interagir, mais eles se sentem engajados, mais energia têm e mais tempo conseguem passar concentrados em uma tarefa. Ou seja, a coesão social traz melhores resultados no trabalho.</p><p>As pessoas que entrevistamos em empresas feitas para vencer claramente adoravam seu trabalho em grande parte porque adoravam as pessoas com quem trabalhavam.</p><p>Sabiam que Thomas Edison inventou a lâmpada com a ajuda de trinta assistentes? Ele era um criativo social.</p><p>Lembre-se: a sua rede social de apoio é o seu maior ativo.</p><p>Quer se aprofundar no tema?</p><p>The Happiness Advantage: The Seven Principles of Positive Psychology That Fuel Success and Performance at Work (Título original)</p><p>PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>viver uma vida plena inclui:</p><p>SATISFAÇÃO : Viver com alegria, felicidade e prazer = ter emoções positivas.</p><p>ENGAJAMENTO : Viver o melhor de si. Usar as próprias forças e virtudes de caráter.</p><p>SENTIDO : Encontrar um sentido na vida.</p><p>RELACIONAMENTOS : Ter relacionamentos saudáveis, com vínculo e apoio mútuo.</p><p>A felicidade revisitada: um estudo sobre bem-estar subjetivo na visão da psicologia positiva.</p><p>NOVA TEORIA DO BEM-ESTAR</p><p>Emoções Positivas Viver com alegria, felicidade e prazer.</p><p>Ter emoções positivas.</p><p>Engajamento Viver o melhor de si. Usar as próprias forças e virtudes de caráter.</p><p>Relações Positivas Ter relaciona-mentos saudáveis, com vínculo e apoio mútuo.</p><p>Sentido na vida Realização</p><p>Centro de Psicologia Positiva da Universidade da Pensilvania</p><p>Em seu livro, Florescer: Uma nova compreensão sobre a natureza da felicidade e do bem-estar, podemos encontrar um trecho de Martin Seligman, presidente da Associação Americana de Psicologia, que resume o objetivo da psicologia positiva:</p><p>"O bem-estar não pode existir apenas na sua cabeça: ele é uma combinação de sentir-se bem e efetivamente ter sentido, bons relacionamentos e realização. O modo como escolhemos nossa trajetória de vida é maximizando todos esses cinco elementos".</p><p>A IMPORTÂNCIA DAS EMOÇÕES HUMANAS</p><p>O que são emoções? As emoções são consideradas um estado afetivo e reflete nossa capacidade de experimentar o mundo subjetivamente. Elas provocam alterações no corpo físico e vital e pode nos proporcionar saúde ou desenvolvimento de doenças. As emoções surgem de forma instantânea em nossa mente e normalmente são classificadas como emoções positivas ou emoções negativas. Na maioria das vezes, elas surgem ou são influenciadas por experiências externas, podendo ativar lembranças e sentimentos relacionados à experiência da emoção experimentada.</p><p>De acordo com Paul Ekman (1995), os seres humanos já nascem com seis emoções básicas, sendo que algumas delas estão relacionadas a sobrevivência da espécie: medo, raiva, tristeza, nojo, surpresa e alegria. Estudos comprovaram que crianças surdas e cegas de nascimento manifestavam as</p><p>emoções básicas, através de expressões faciais, sem mesmo terem aprendidas socialmente.</p><p>Observando com calma podemos perceber que todos nós já nascemos com quatro emoções negativas (medo, raiva, tristeza, nojo), uma neutra (nojo) e somente uma emoção positiva (alegria), ou seja, temos mais emoções negativas do que emoções positivas, deste modo, a mente humana reage com mais rapidez, força e persistência a acontecimentos ruins, do que acontecimentos bons.</p><p>Pessoas que vivenciam emoções positivas tendem a ser mais:</p><p>1. Flexíveis, sociáveis e abertas ao novo.</p><p>2. Dispostas a aceitar e desenvolver uma variedade maior de estratégias mentais e comportamentais.</p><p>3. Inclinadas a terem perspectiva, visão de todo e foco no futuro.</p><p>4. Propensas a nutrir mais esperança, objetividade e resiliência.</p><p>5. Interessadas em desenvolver comportamentos, crenças e atitudes que contribuem para elevar a performance e a eficácia.</p><p>6. Saudáveis, tanto do ponto de vista psicológico quanto físico.</p><p>7. Capacidade para lidar com emoções negativas, dificuldades e problemas.</p><p>8. Habilidosas e realizadas no que diz respeito aos relacionamentos e às interações sociais.</p><p>Vimos que as emoções positivas, entre outros benefícios, ela aumenta a imunidade, reduz o estresse, diminuí os níveis da depressão e aumenta a liberação de substâncias químicas que promove felicidade e bem-estar aos seres humanos, como: a dopamina, endorfina, ocitocina, anandamida e serotonina.</p><p>Para Portella (2014), é importante trabalhar emoções positivas para ampliar a cognição, assim fica mais fácil o trabalho com estilo atributivo, reestruturação de crenças disfuncionais e fortalecimento de crenças funcionais.</p><p>• Que tal deixar a tristeza para lá e borá ser feliz?</p><p>• Que tal ampliar suas energias vitais e ter mais ânimo e disposição?</p><p>• Que tal ver suas ideias fluírem e usar mais o potencial humano?</p><p>Tudo isso é possível quando começar a colocar em prática o que está sendo explicado aqui.</p><p>Para evocar emoções positivas em sua rotina, saboreie cada momento, seja grato pelas coisas boas, cultive o bom-humor e valorize as pequenas alegrias do dia.</p><p>DISCIPLINA DA FELICIDADE</p><p>Para além de livros de autoajuda e palestras motivacionais, o estudo científico da felicidade tem ganhado os laboratórios e as salas de aula de diferentes instituições acadêmicas do planeta. Nos EUA, berço da psicologia positiva (estudo dos aspectos positivos da vida), as disciplinas que discutem a felicidade são oferecidas desde o início dos anos 2000 e, de longe, são as matérias mais concorridas em universidades como Harvard e Yale.</p><p>Resultados de pesquisas são reflexos diretos do desenvolvimento da psicologia positiva como campo científico, afirma Helder Kamei, que é mestre no tema pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). “Há décadas a psicologia trabalha para o desenvolvimento de tratamentos que diminuam o sofrimento das pessoas, mas a partir do lançamento do livro Felicidade Autêntica, de Martin Seligman [professor norte-americano que já foi presidente da Associação Americana de Psicologia e é considerado um dos mais importantes especialistas no assunto], a psicologia positiva começou a ganhar força, defendendo que também é necessário estudar os mecanismos que nos proporcionam satisfação e bem-estar”, explica Kamei. “Com isso, descobrimos que diminuir o nível de infelicidade não é a mesma coisa que aumentar nossa felicidade, e que nós, psicólogos, podemos trabalhar em prol dos dois fatores.”</p><p>A “busca científica pela felicidade” também levou à criação de uma disciplina, em agosto deste ano, na Universidade do Vale do Itajaí (Univali), em Santa Catarina, que se tornou a primeira instituição de ensino superior privada do Brasil a oferecer uma matéria com esse foco. “Estamos passando por um momento de transformações que envolvem as estruturas da experiência de aprendizagem”, afirma Robson Freire, professor da Univali que criou a cátedra Sentidos da Vida. “A proposta agora é trabalhar com o conhecimento integrado. É a busca por estimular a compreensão dos ‘porquês’ e dos ‘para onde’, afastando-se dos ‘comos’ e dos ‘quandos’, além de trabalhar a formação dos jovens não só como profissionais mas como cidadãos.”</p><p>É isso que percebem os estudantes da primeira turma de Sentidos da Vida — que, a partir do ano que vem, será obrigatória em todos os cursos oferecidos pela Univali. Em parceria com o Instituto Federal Catarinense (IFC), a matéria também será transformada em um curso de aperfeiçoamento para professores. “Atualmente, o mercado de trabalho não exige somente que o profissional seja tecnicamente competente, é preciso que também saiba cultivar relações interpessoais”, analisa Talita Lopes, estudante do curso de Estética e Cosmética. Emir de Lima, colega de classe, também diz acreditar que a valorização da inteligência emocional é um diferencial para o mercado de trabalho. “Muitas vezes, o que nos falta é saber claramente o que queremos, o que nos desmotiva e do que gostamos”, conta ele.</p><p>PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>FELICIDADE:</p><p>A felicidade, que é o objetivo da Psicologia Positiva, não se resume a alcançar estados subjetivos momentâneos. Felicidade também inclui a ideia de uma vida autêntica.</p><p>AUTENTICIDADE = ato de obter gratificação e emoção positiva atráves do exercício das próprias forças pessoais, que são caminhos naturais e permanentes para a gratificação (Seligman, 2004)</p><p>A FELICIDADE REVISITADA: um estudo sobre bem-estar subjetivo na visão da psicologia positiva.</p><p>FELICIDADE enquanto termo, é como COGNIÇÃO, PSICOLOGIA POSITIVA “FELICIDADE enquanto termo, é como COGNIÇÃO, no campo da Psicologia Cognitiva,e como APRENDIZAGEM dentro da teoria da aprendizagem:dão nome a um campo, mas não exercem qualquer papel nas teorias, dentro daqueles campos.”(Seligman, 2004).</p><p>FORÇAS DE CARÁTER</p><p>Virtudes</p><p>Forças de Caráter</p><p>Sabedoria &Conhecimento</p><p>Criatividade</p><p>Transcendência</p><p>Apreciação da Beleza</p><p>Curiosidade</p><p>Gratidão</p><p>Lucidez</p><p>Esperança</p><p>Gosto pela aprendizagem</p><p>Humor</p><p>Perspectiva (Sabedoria)</p><p>Espiritualidade</p><p>Coragem</p><p>Bravura</p><p>Temperança</p><p>Perdão e Misericórdia</p><p>Persistência</p><p>FORÇAS DE CARÁTER</p><p>Humildade e Modéstia</p><p>Integridade</p><p>Prudência</p><p>Vitalidade</p><p>Auto-regulação (controle)</p><p>Humanidade</p><p>Amor</p><p>Justiça</p><p>Cidadania</p><p>Bondade</p><p>Imparcialidade</p><p>Inteligência Social</p><p>Liderança</p><p>TÉNICAS DA PSICOLOGIA POSITIVA</p><p>DIÁRIO DA GRATIDÃO</p><p>Instruções:</p><p>Escreva manualmente em seu caderno de anotações quatro coisas pelas quais é grato. As anotações podem estar relacionadas a pequenos ou grandes acontecimentos. Por exemplo, “meu esposo preparou meu café da manhã enquanto tomava banho” ou “hoje fui promovida ao cargo de missionária” ou “minha irmã vai se casar em Paris agora a tarde”. A ideia é recordar de atividades positivas vivenciadas no dia a dia que proporcionaram bons momentos, uma nova experiência ou acontecimentos que geraram alegria.</p><p>Sete dicas:</p><p>1. Seja o mais específico possível em suas anotações – “Me sinto grata com o pessoal da igreja que me promoveram ao cargo de missionária” é mais eficaz do que “hoje fui promovida ao cargo de missionária”. Sinta-se a vontade para detalhar o momento de gratidão.</p><p>2. Prefira profundidade à quantidade. Caso seja grato por uma pessoa, escreva a fundo do porquê é grata, ao invés de fazer uma lista superficial de muitas coisas. A ideia é encontrar o sentimento de gratidão enquanto escreve.</p><p>3. Seja pessoal. Ser grato com as pessoas é mais eficiente do que ser grato pelas coisas, mas se deseja se grato por coisas, lembre-se que por trás das coisas também existe uma série de pessoas envolvidas. Seja grato por elas também.</p><p>4. Seja grato também pelas coisas que deram errado. Sinta gratidão pelos resultados negativos que você evitou, escapou, impediu, ou transformou em algo positivo. Considere emitir o sinal de gratidão para todas as coisas, sejam elas boas ou ruins.</p><p>5. Considere tudo como uma benção. Pensar e sentir os acontecimentos como bênçãos aumentam suas chances de ver o mundo com outra perspectiva. Você pode pensar e sentir que tudo faz parte de um plano maior e que você é a filha amada do universo.</p><p>6. Alguém te surpreendeu. As surpresas sempre despertam emoções. Caso vivencie uma surpresa positiva, aproveite a oportunidade e tente gravar o momento como uma lembrança, foto, objeto ou qualquer coisa que possa ajudá-la a lembrar da experiência. Agindo assim, incluindo intensidade emocional através dos sentidos, gravará a surpresa positiva em sua memória.</p><p>7. Escreva com regularidade. Praticar a escrita para escrever momentos bons, gratificantes ou até mesmo coisas desagradáveis, é favorável. Acostume-se com a ideia e faça um diário de sentimentos. Se não puder escrever todos os dias, crie um calendário de atividades, cumprindo-o sempre a risca os dias combinados. Comemore a cada atividade concluída e sinta-se grata consigo mesma.</p><p>Retrospectiva Diária</p><p>Instruções:</p><p>Liste três obstáculos (pontos negativos), três engrandecimentos (pontos positivos) e escreva o que está aprendendo com cada um deles.</p><p>Obstáculo:</p><p>Aprendizagem:</p><p>Sentimento:</p><p>Engrandecimento:</p><p>Aprendizagem:</p><p>Sentimento:</p><p>As coisas e acontecimentos que estão ou acontecem fora de nós não temos nenhum controle sobre eles. Ao fazer a retrospectiva diária verifique a possibilidade de se concentrar nos acontecimentos que dependeram exclusivamente de suas ações. Por exemplo, “me distrai e deixei o arroz queimar” ou “fui elogiado por ter cumprido a meta do mês”. Anote o que aprendeu com cada experiência, seguindo as instruções a seguir:</p><p>1. Dê um título ao obstáculo ou engrandecimento (ex: Elogio da liderança ou Arroz queimado)</p><p>2. Descreva o aprendizado com o máximo possível de detalhes para entender realmente o que aconteceu. No caso de pessoas envolvidas e diálogos trocados, verifique a possibilidade de incluir algumas frases trocadas durante o evento.</p><p>3. Na linha sentimento, após ter escrito os dois itens anteriores, descreva o sentimento que sentiu. No caso de um sentimento negativo, aceite-o e estabeleça formas de não cometer o erro novamente. No caso de sentimento positivo, comemore intensamente, acrescentando algo ou alguma informação positiva sobre si mesma. Tipo: “sei que sou capaz”, “dei meu melhor”, “acredito que sou vencedor”, “sou grato por realizar….”.</p><p>4. Por que acredita que tais eventos ocorreram?</p><p>A ARTE DE COMEMEMORAR</p><p>Já estamos acostumados com as datas comemorativas de: aniversários, casamentos, festas de fim de ano, como: natal e ano novo, carnaval e, por aí vai. Pesquisas apontam que as pessoas que celebram aumentam ainda mais a confiança em si mesma. Celebrar trás alegria e felicidade.</p><p>A proposta deste exercício é que passe a comemorar pequenas e grandes conquistas. Por exemplo, ao concluir uma meta, seja ela qual for, envie um sinal para o cérebro afirmando ter conseguido. O cérebro vai entender que você está comemorando uma vitória e irá liberar substância químicas que promovem ainda mais a felicidade.</p><p>Instruções:</p><p>1-) Para cada tarefa concluída crie o hábito de comemorar.</p><p>2-) Faça uma lista de coisas que você decidiu comemorar e veja como se sente com isso.</p><p>3-) Emita o sinal de gratidão para todas as ações que conseguir concluir com sucesso.</p><p>Esta prática aumenta a confiança e intensifica as crenças fortalecedoras.</p><p>Intensificando as Ações Positivas</p><p>É comum que nós seres humanos temos uma tendência a dar ênfase às coisas ruins ou negativas. Quando damos ênfase às coisas ruins elas são facilmente arquivadas em nossa memória de longo prazo. A ideia é fazer o contrário! Ao invés de focar nas coisas negativas, amplie a percepção das experiências positivas e produza impactos positivos de modo a serem registrados e arquivados na memória de longo prazo.</p><p>Objetivos:</p><p>1-) Valorizar experiências positivas e intensificar sua carga emocional.</p><p>2-) Produzir marcos positivos na memória de longo prazo.</p><p>3-) Diminuir a ênfase de informações e experiências relacionadas as emoções negativas.</p><p>Instruções:</p><p>1-) Após ter uma experiência positiva ou bem sucedida reconheça a mesma prestando atenção nas emoções positivas geradas.</p><p>2-) Mantenha-se no momento presente e perceba sensorialmente sua experiência.</p><p>3-) Enriqueça a experiência positiva com sons, cores, imagens do ambiente e se entregue a emoção positiva da forma mais intensa possível.</p><p>4-) Respire profundamente durante alguns segundos e comemore o acontecimento.</p><p>5-) Registre em seu caderno de anotações as experiências positivas e crie gatilhos mentais para lembrá-las quando desejar.</p><p>Carta de Autocompaixão</p><p>Instruções:</p><p>Inicie o processo identificando um comportamento que não gosta. Pode ser insegurança, vergonha, coisas que não sabe fazer bem feito, a falta de habilidade em alguma área, relacionamento com alguma pessoa, enfim, qualquer coisa.</p><p>Uma vez identificado, descreva o problema e o sentimento que surge ao lembrar do problema. Como você se sente? Depressivo? Raivoso? Ciumento? Triste? Envergonhado? Seja o mais honesto possível e fique despreocupado porque só você irá ler o texto.</p><p>O próximo passo é escrever uma carta para você mesmo, expressando amor, compaixão, compreensão, e aceitação sobre aquilo que você não gosta.</p><p>Etapas do processo:</p><p>1-) Você sabe que algumas pessoas te amam incondicionalmente pelo que você é e representa. O que esta pessoa iria dizer sobre o que escreveu?</p><p>2-) É preciso ter em mente que cada ser humano deste planeta têm coisas que não gosta, já que ninguém neste mundo é 100% perfeito, certo? Já imaginou quantas pessoas no mundo, neste momento não estão passando por problemas semelhantes ao seu?</p><p>3-) Leve em consideração que a forma como se desenvolveu contribuíram para que esses eventos acontecem em sua visa (local de nascimento, influência familiares, social, a genética, formas de pensamentos), portanto, é natural que tenha este aspecto negativo em você.</p><p>4-) Depois de escrever a carta, deixe-a na mesa e vai respirar um ar por alguns segundos. Mais tarde, pegue-a e leia tudo o que escreveu. Após a leitura, emita o sinal de compaixão e sinta que o amor existente em você é maior que tudo.</p><p>Pesquisas indicam que as pessoas que respondem a eventos ruins com compaixão, se conscientizam que o comportamento em questão não é mais favorável, e conseguem substituir a voz crítica por mais compreensão, encontrando conforto e tranquilidade. É um processo que pode levar tempo, mas é benéfico com aqueles que iniciam o processo. Trate-se com uma voz compassiva e aprenderá ser mais gentil consigo mesmo.</p><p>Instruções:</p><p>1-) Reconstruir o dia escrevendo a hora que iniciou e que terminou cada atividade.</p><p>Proceda como se estivesse fazendo um registro de atividade, escrevendo de hora em hora todas as atividades que realizou.</p><p>2-) Procure lembrar como se sentiu durante cada atividade (amor, raiva, alegria, tristeza, medo, coragem, entusiasmo, ressentimento, gentileza, afetividade, inveja, gratidão).</p><p>3-) Circule os eventos que despertaram estados emocionais positivos e sublinhe aqueles que despertaram estados emocionais negativos.</p><p>4-) Some o total de eventos positivos (os marcados com círculos).</p><p>5-) Some o total de eventos negativos (os marcados sublinhados).</p><p>6-) Dividir o total de emoções positivas pelo total de emoções negativas.</p><p>7-) Para cada emoção, seja positiva ou negativa, vale um ponto.</p><p>Pratique este exercício diariamente caso deseje ter consciência do estado emocional que vem predominando em seu dia a dia.</p><p>• Você se considera uma pessoa mais positiva ou negativa?</p><p>• O que pode ser feito para manter seu estado emocional positivo?</p><p>O quadro a seguir ajuda mapear as emoções observadas durante a semana.</p><p>Modelo da ficha:</p><p>Após preencher a tabela verifique se seu balanço afetivo atingiu a meta de 3 emoções positivas para 1 emoção negativa. Caso não tenha atingido a meta, responda as perguntas formuladas para descobrir o que pode ser feito para se manter em “Estado feliz”.</p><p>Modelo da ficha:</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>Seligman, M. E. P. & Csikszentmihalyi, M. (2000) Positive Psychology: An introduction. American Psychologist Association. Jan. 55(1): 5-14. [ Links ]</p><p>Seligman, M. E. P.(2004) Felicidade Autêntica: Usando a nova Psicologia Positiva para a realização permanente (Authentic Happiness: Using the</p><p>new Positive Psychology for permanent accomplishment) (N. Capelo, Trad.). Rio de Janeiro: Objetiva. [ Links ]</p><p>Seligman, M. E. P. (2011) Florescer: Uma nova compreensão sobre a natureza da felicidade e do bem-estar (Flourishing: A new understanding of the nature of happiness and well-being) (C. P. Lopes, Trad.). Rio de Janeiro: Objetiva. [ Links ]</p><p>image1.jpeg</p><p>image2.png</p><p>image3.jpeg</p><p>image4.png</p><p>image5.jpeg</p><p>image6.png</p><p>image7.jpeg</p><p>image8.jpeg</p><p>image9.jpeg</p><p>image10.jpeg</p><p>image11.jpeg</p><p>image12.jpeg</p>