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<p>Professor Wagner Damazio</p><p>1000 Questões Gratuitas de Direito Administrativo (Resolvidas e Comentadas)</p><p>1000 Questões Gratuitas de Direito Administrativo</p><p>www.estrategiaconcursos.com.br</p><p>931</p><p>1436</p><p>Com isso, verificamos que a penalidade para aquele que não cumpriu em apresentar a declaração</p><p>de bens ao tomar posse para exercício de cargo será a de demissão.</p><p>Gabarito: Letra A.</p><p>18. 2018/FCC/DPE-RS/Defensor Público</p><p>Acerca do tema improbidade administrativa, é INCORRETO afirmar:</p><p>a) O entendimento do Superior Tribunal de Justiça é que, para que seja reconhecida a</p><p>tipificação da conduta do réu como incurso nas prescrições da Lei de Improbidade</p><p>Administrativa, é necessária a demonstração do elemento subjetivo, consubstanciado pelo</p><p>dolo, para os atos que importem enriquecimento ilícito (artigo 9° ) e que atentem contra os</p><p>Princípios da Administração Pública (artigo 11), e, ao menos pela culpa, nas hipóteses de atos</p><p>que causem prejuízo ao erário (artigo 10).</p><p>b) A pessoa jurídica de direito público ou de direito privado, cujo ato seja objeto de</p><p>impugnação, poderá abster-se de contestar o pedido ou poderá atuar ao lado do autor, desde</p><p>que isso se afigure útil ao interesse público, a juízo do respectivo representante legal ou</p><p>dirigente.</p><p>c) É viável o manejo da ação civil de improbidade exclusivamente contra o particular, sem a</p><p>concomitante presença de agente público no polo passivo da demanda.</p><p>d) Estão também sujeitos às penalidades da Lei n° 8.429/92 os responsáveis pelos atos de</p><p>improbidade praticados contra o patrimônio de entidade que receba subvenção, benefício ou</p><p>incentivo, fiscal ou creditício, de órgão público, bem como daquelas para cuja criação ou</p><p>custeio o erário haja concorrido ou concorra com menos de cinquenta por cento do patrimônio</p><p>ou da receita anual, limitando-se, nesses casos, a sanção patrimonial à repercussão do ilícito</p><p>sobre a contribuição dos cofres públicos.</p><p>e) Da decisão que receber a petição inicial, caberá agravo de instrumento.</p><p>Comentários</p><p>a) Correto. A assertiva está em sintonia com o disposto na Jurisprudência do STJ, conforme abaixo:</p><p>PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM RECURSO ESPECIAL. IMPROBIDADE</p><p>ADMINISTRATIVA. VIOLAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA (ART. 11 DA LEI 8.429/92).</p><p>ELEMENTO SUBJETIVO. REQUISITO INDISPENSÁVEL PARA A CONFIGURAÇÃO DO ATO DE IMPROBIDADE</p><p>ADMINISTRATIVA. PACIFICAÇÃO DO TEMA NAS TURMAS DE DIREITO PÚBLICO DESTA CORTE SUPERIOR. SÚMULA</p><p>168/STJ. PRECEDENTES DO STJ. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA NÃO CONHECIDOS.</p><p>(...)</p><p>2. O tema central do presente recurso está limitado à análise da necessidade da presença de elemento subjetivo</p><p>para a configuração de ato de improbidade administrativa por violação de princípios da Administração Pública,</p><p>previsto no art. 11 da Lei 8.429/92. Efetivamente, as Turmas de Direito Público desta Corte Superior divergiam</p><p>sobre o tema, pois a Primeira Turma entendia ser indispensável a demonstração de conduta dolosa para a</p><p>tipificação do referido ato de improbidade administrativa, enquanto a Segunda Turma exigia para a</p>

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