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<p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:12:19 1/5</p><p>Avaliação Online (SALA EAD) - Todos Capitulos/Referencias</p><p>Atividade finalizada em 06/06/2024 20:08:56 (1921723 / 1)</p><p>LEGENDA</p><p>Resposta correta na questão</p><p># Resposta correta - Questão Anulada</p><p>X Resposta selecionada pelo Aluno</p><p>Disciplina:</p><p>FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO [480666] - Avaliação com 10 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos - Todos]</p><p>Turma:</p><p>Graduação: História - Grupo: AGOSTO/2022 - HIST/AGO22 [69458]</p><p>Aluno(a):</p><p>91529974 - VIVIANE RODRIGUES CAMILO - Respondeu 10 questões corretas, obtendo um total de 50,00 pontos como nota</p><p>[358958_1243</p><p>02]</p><p>Questão</p><p>001</p><p>(Fuvest-SP) A economia brasileira, durante o período monárquico, caracterizou-se</p><p>fundamentalmente</p><p>X</p><p>pela produção destinada ao mercado externo e pela busca de investimentos</p><p>internacionais.</p><p>pelo estímulo à emigração italiana e espanhola e pelo fomento à incipiente indústria.</p><p>pela regionalização econômica e pela revolução no sistema bancário nacional.</p><p>pelo princípio da diversificação da produção agrária e pelo incentivo ao setor de</p><p>serviços.</p><p>pela convivência das mãos de obra escrava e imigrante e pelo controle do “deficit”</p><p>público.</p><p>[358958_1242</p><p>84]</p><p>Questão</p><p>002</p><p>(FGV-2003) Durante a época Moderna, o sistema de plantation:</p><p>Foi uma especificidade da América anglo-saxã e tinha como características a pequena</p><p>propriedade, o trabalho familiar e o desenvolvimento do mercado interno colonial.</p><p>Foi uma particularidade da América de colonização ibérica e caracterizava-se pela</p><p>grande propriedade agrícola, escravidão e produção de manufaturados.</p><p>X</p><p>Instalou-se no continente americano e tinha como características o latifúndio, a</p><p>escravidão e a produção em larga escala de matérias-primas e gêneros tropicais.</p><p>Propagou-se pela Europa Ocidental e caracterizou-se pela pequena exploração</p><p>agrícola, pelo trabalho assalariado e pela produção em pequena escala de gêneros</p><p>alimentícios.</p><p>Disseminou-se pelo continente africano e caracterizava-se pela prática do escambo</p><p>entre os conquistadores europeus e as tribos nativas.</p><p>[358958_1242</p><p>96]</p><p>Questão</p><p>003</p><p>(PUC – SP) “Assim confabulam, os profetas, numa reunião fantástica, batida pelos</p><p>ares de Minas. Onde mais poderíamos conceber reunião igual, senão em terra mineira,</p><p>que é o paradoxo mesmo, tão mística que transforma em alfaias e púlpitos e</p><p>genuflexórios a febre grosseira do diamante, do ouro e das pedras de cor?”</p><p>ANDRADE, Carlos Drummond de. Colóquio das Estátuas. In: MELLO, S. Barroco</p><p>mineiro. São Paulo: Brasiliense, 1985.</p><p>A origem desse traço contraditório que o poeta afirma caracterizar a sociedade mineira</p><p>remete a um contexto no qual houve</p><p>a reafirmação bilateral do Tratado de Tordesilhas entra Portugal e Espanha e o</p><p>crescimento da miscigenação racial no ambiente colonial.</p><p>o deslocamento do eixo produtivo do nordeste para as regiões centrais da colônia e o</p><p>desenvolvimento de uma estética que procurava reproduzir as construções românicas</p><p>europeias.</p><p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:12:19 2/5</p><p>X</p><p>a diversificação das atividades produtivas na colônia e a construção de um conjunto</p><p>artístico e arquitetônico que singularizou a principal região da mineração.</p><p>o rebaixamento na política de distribuição de terras na colônia e a vigência de uma</p><p>concepção racionalista de planejamento das cidades.</p><p>a expansão do território colonial brasileiro e a introdução, em Minas, da arte conhecida</p><p>como gótica, especialmente na decoração dos interiores das igrejas.</p><p>[358958_1242</p><p>82]</p><p>Questão</p><p>004</p><p>(Unesp/2016) Os diários, as memórias e as crônicas de viagens escritas por</p><p>marinheiros, comerciantes, militares, missionários e exploradores, ao lado das cartas</p><p>náuticas, seriam as principais fontes de conhecimento e representação da África dos</p><p>séculos XV ao XVIII.</p><p>A barbárie dos costumes, o paganismo e a violência cotidiana foram atribuídos aos</p><p>africanos ao mesmo tempo em que se justificava a sua escravização no Novo Mundo.</p><p>A desumanização de suas práticas serviria como justificativa</p><p>compensatória para a coisificação dos negros e para o uso de sua força de trabalho</p><p>nas plantations da América.</p><p>Regina Claro. Olhar a África, 2012. Adaptado.</p><p>As “plantations da América”, citadas no texto, correspondem a</p><p>uma forma de organização da produção agrícola, implantada nas colônias africanas a</p><p>partir do sucesso da experiência de povoamento das colônias inglesas na América do</p><p>Norte.</p><p>uma política de utilização sistemática de mão de obra de origem africana na pecuária,</p><p>substituindo o trabalho dos indígenas, que não se adaptavam ao sedentarismo e à</p><p>escravidão.</p><p>X</p><p>um modelo de organização da produção agrícola caracterizado pelo predomínio de</p><p>grandes propriedades monocultoras, que utilizavam trabalho escravo e destinavam a</p><p>maior parte de sua produção ao mercado externo.</p><p>uma estratégia de valorização, na colonização da América e na África, das atividades</p><p>agrícolas baseadas em mão de obra escrava, com a consequente eliminação de toda</p><p>forma de artesanato e de comércio local.</p><p>um esforço de coordenação da colonização ao redor do Atlântico, com a aplicação de</p><p>modelos econômicos idênticos nas colônias ibéricas da América e da costa africana.</p><p>[358958_1243</p><p>12]</p><p>Questão</p><p>005</p><p>(Simulado Rodolfo Pena) “É comum dividir os produtos agrícolas brasileiros em duas</p><p>categorias: as ‘culturas de pobre’, nas quais se incluem o feijão, o milho, a mandioca e</p><p>boa parte da produção do arroz; e as ‘culturas de rico’, como são conhecidas as</p><p>plantações de cana-de-açúcar, café, soja, algodão, trigo, etc.”</p><p>VESENTINI, J. W. Geografia: o mundo em transição. São Paulo: Editora Ática, 2012.</p><p>p.595.</p><p>Sobre as duas categorias apresentadas no texto, assinale a alternativa correta.</p><p>A “cultura do rico” recebe esse nome por ser conduzida por grandes cooperativas,</p><p>enquanto a “cultura do pobre” é conduzida, geralmente, por empresários individuais.</p><p>A “cultura do rico” é um fenômeno recente na economia agrícola brasileira.</p><p>A “cultura do pobre” pode ser considerada como a principal atividade agrícola na</p><p>economia do Brasil, em virtude de esse ser um país emergente.</p><p>X</p><p>A “cultura do rico” envolve, geralmente, gêneros para a exportação e abastecimento</p><p>industrial, enquanto a “cultura do pobre” envolve, em maior parte, produtos para</p><p>consumo interno.</p><p>A relação entre as culturas do rico e do pobre no espaço agrário brasileiro sempre</p><p>estiveram em equilíbrio em termos de apropriação do espaço geográfico.</p><p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:12:19 3/5</p><p>[358959_1226</p><p>59]</p><p>Questão</p><p>006</p><p>Há uma grande concentração do vínculo de emprego formal na região sudeste,</p><p>demonstrando o desequilíbrio das relações ao verificarmos que há um predomínio na</p><p>região nordeste o trabalho informal ou precarizado. Sobre a desigualdade</p><p>socioespacial no atual contexto pandêmico de coronavírus no território brasileiro, não</p><p>se pode afirmar que</p><p>a partir da implantação das medidas restritivas devido à pandemia, o trabalho informal</p><p>passou a crescer em todo o território nacional.</p><p>apesar de medidas adotadas pelo Estado, como o auxílio emergencial e ações de</p><p>diversos setores privados e ONG’s a distribuição dos rendimentos pelas categorias de</p><p>emprego apresenta drásticas discrepâncias nas regiões periféricas.</p><p>X</p><p>o forte aumento do emprego formal flexibilizado (Home office) criou condições para</p><p>uma expressiva elevação nominal dos salários deste tipo de emprego e a inflação mais</p><p>baixa fez com que houvesse um aumento significativo do poder de compra desses</p><p>salários.</p><p>o desemprego tem sido muito maior na região nordeste proporcionalmente se</p><p>comparado as outras regiões do estado, principalmente por que o turismo (carro chefa</p><p>da economia local) foi fortemente afetado.</p><p>a população da Região Sudeste tem maior nível de instrução, levando a um impacto</p><p>menos expressivo nas relações de trabalho devido a possibilidade de flexibilização.</p><p>[358959_1222</p><p>55]</p><p>Questão</p><p>007</p><p>Das quinze capitanias implantadas apenas duas conseguiram efetivamente prosperar:</p><p>a de Pernambuco e a de São Vicente. Além disso, as capitanias não deram conta de</p><p>defender os territórios em razão das dificuldades de sua efetivação</p><p>para obtenção de</p><p>lucros. Sobre os fatores que contribuíram para a efetivação das capitanias hereditárias</p><p>no Brasil estão:</p><p>Não havia órgãos que coordenasse o trabalho dos donatários e muitos donatários não</p><p>vieram ao Brasil.</p><p>X</p><p>Os donatários tinham o direito de distribuir sesmarias (partes da capitania) para outros</p><p>colonos.</p><p>Donatários e os sesmeiros não vislumbravam volta para Portugal. E havia a</p><p>necessidade de formar famílias.</p><p>Os donatários tinham que sobreviver aos ataques dos indígenas e de estrangeiros e</p><p>com recursos escassos.</p><p>Havia grandes distâncias entres as capitanias e faltava uma relação ou intercâmbio de</p><p>experiências entre elas.</p><p>[358959_1223</p><p>04]</p><p>Questão</p><p>008</p><p>O processo de urbanização acentuou-se no século XX, principalmente nos países</p><p>subdesenvolvidos, pautados numa perspectiva que os Estados-nação deviam ser</p><p>culturalmente homogêneos. Essa lógica promoveu qual impacto no cenário brasileiro?</p><p>A modernização do Brasil em diálogo com as grandes potências mundiais no quesito</p><p>econômico.</p><p>X</p><p>A marginalização e erradicação de alguns grupos étnicos e minorias que se opunham</p><p>ao projeto de uma nação monoétnica.</p><p>Novos moldes de produção que equalizavam a urbanização com a manutenção das</p><p>características socioculturais.</p><p>Um encontro de perspectivas e culturas nos hábitos, saberes, comportamentos, ações</p><p>inclusive crenças da população.</p><p>A construção de cidades operárias em um projeto agroindustrial que hoje se encontra</p><p>sua potência econômica.</p><p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:12:19 4/5</p><p>[358960_1222</p><p>95]</p><p>Questão</p><p>009</p><p>A consolidação da posse do território a partir do princípio – utis possidetis, possibilitou</p><p>a Portugal ampliar bastante a sua colônia americana, deixando um imenso território</p><p>como legado para o Brasil após a independência, em 1822. Contudo, os limites e</p><p>fronteiras atuais são produtos, principalmente, do desenrolar de eventos diplomáticos</p><p>que perpassaram o período Imperial e chegaram até a Primeira República.</p><p>Portanto, para se compreender todo o contexto de consolidação das fronteiras no</p><p>Brasil pode-se julgar como verdadeira a afirmativa:</p><p>A expansão territorial estava ligada diretamente aos conflitos históricos que marcaram</p><p>as disputas territoriais com os países vizinhos e dos quais em sua maioria o Brasil saiu</p><p>vencedor.</p><p>Todas as afirmativas anteriores.</p><p>X</p><p>A expansão territorial estava ligada diretamente à disponibilidade de terra e na sua</p><p>capacidade produtiva, nas estratégias de ampliação do território e na capacidade de</p><p>realização de acordos diplomáticos.</p><p>A expansão territorial estava ligada diretamente a implantação de infraestrutura para a</p><p>fixação da população e efetiva ocupação do território referindo-se ao termo utis</p><p>possidetis.</p><p>A expansão territorial estava ligada diretamente a questões físicas do território que</p><p>limitavam a circulação devido às dificuldades encontradas em superar limites</p><p>geográficos.</p><p>[358960_1226</p><p>63]</p><p>Questão</p><p>010</p><p>Em 2019, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita do Brasil foi de 0,543,</p><p>recuando em relação a 2018 (0,545), mas representando um aumento em relação a</p><p>2012 e a 2015. Ou seja, houve uma melhora tímida no índice – que pode ser explicada</p><p>pelo componente cíclico da economia, que apresentou pequeno aquecimento após</p><p>grave recessão.</p><p>Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2012-2019.</p><p>O gráfico acima mostra o índice de Gini do Brasil e das grandes Regiões do país entre</p><p>2012 e 2019. Ao analisá-lo não se pode inferir que</p><p>a partir de 2012 (0,540), primeiro ano da série, houve uma queda da desigualdade do</p><p>rendimento domiciliar per capita no Brasil que dura até o ano de 2015 (0,524), menor</p><p>índice da série.</p><p>a partir de 2015, a desigualdade no país passa a aumentar, tendência esta que se</p><p>mantém até 2018.</p><p>considerando a distribuição entre os segmentos da população, em 2019, os 10% com</p><p>menores rendimentos detinham apenas 0,8% do rendimento domiciliar per capita total.</p><p>em 2019, o índice de Gini do rendimento domiciliar per capita do Brasil foi de 0,543,</p><p>recuando em relação a 2018 (0,545), mas representando um aumento em relação a</p><p>2012 e a 2015.</p><p>Pincel Atômico - 21/10/2024 18:12:19 5/5</p><p>X</p><p>em nível das Grandes Regiões brasileiras, em todos os anos a Região Sul é aquela</p><p>com menor índice de Gini (0,467 em 2019) e maior desigualdade de rendimentos.</p>