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<p>Não respondidas</p><p>Vestibulares</p><p>Romantismo</p><p>L0105 - (Acafe)</p><p>Relacione as colunas, considerando as especificidades e</p><p>os diferentes aspectos apontados rela�vamente à poesia</p><p>brasileira, e assinale a sequência correta.</p><p>1. O sapo-tanoeiro,</p><p>Parnasiano aguado,</p><p>Diz: – “Meu cancioneiro</p><p>É bem martelado.”</p><p>2.Enquanto pasta, alegre, o manso gado,</p><p>Minha bela Marília, nos sentemos</p><p>À sombra deste cedro levantado.</p><p>Um pouco meditemos</p><p>Na regular beleza,</p><p>Que em tudo quanto vive nos descobre</p><p>A sábia Natureza.</p><p>3.Negras mulheres, suspendendo às tetas</p><p>Magras crianças, cujas bocas pretas</p><p>Rega o sangue das mães:</p><p>Outras, moças... mas nuas, espantadas,</p><p>Em ânsia e mágoa vãs.</p><p>4.Caminhando contra o vento</p><p>sem lenço, sem documento</p><p>no sol de quase dezembro</p><p>eu vou.</p><p>5.Se eu morresse amanhã, viria ao menos</p><p>Fechar meus olhos minha triste irmã;</p><p>Minha mãe de saudades morreria</p><p>Se eu morresse amanhã.</p><p>6.Vai-se a primeira pomba despertada...</p><p>Vai-se outra mais... mais outra... enfim dezenas</p><p>De pombas vão-se dos pombais, apenas</p><p>Raia sanguínea e fresca a madrugada...</p><p>(__)O tropicalismo, movimento libertário por excelência</p><p>da década de 1960 no Brasil, durou pouco mais de um</p><p>ano e acabou reprimido pelo governo militar.</p><p>(__)As principais caracterís�cas da poesia produzida por</p><p>essa geração são: o individualismo, egocentrismo, o</p><p>nega�vismo, a dúvida, a desilusão, o tédio e os</p><p>sen�mentos relacionados à fuga da realidade, que</p><p>caracterizam o chamado ultrarroman�smo.</p><p>(__)Configura a disposição dos modernistas de provocar</p><p>uma ruptura com a arte do passado.</p><p>(__)O es�lo parnasiano no texto beira a perfeição. O belo</p><p>é a poesia com sua correção métrica grama�cal, com</p><p>versos decassílabos, modelo clássico de composição. O</p><p>belo, o sublime e a natureza permeiam o poema.</p><p>(__) Os poetas condoreiros defendiam a liberdade e</p><p>denunciavam as desigualdades sociais.</p><p>(__)Os poetas árcades veem a natureza em perfeito</p><p>equilíbrio e harmonia.</p><p>a) 5 - 3 - 2 - 4 - 6 - 1</p><p>b) 3 - 2 - 6 - 1 - 5 - 4</p><p>c) 2 - 5 - 3 - 6 - 1 - 4</p><p>d) 4 - 5 - 1 - 6 - 3 - 2</p><p>L0100 - (Ufrgs)</p><p>No bloco superior abaixo, estão listados movimentos</p><p>literários brasileiros; no inferior, caracterís�cas desses</p><p>movimentos.</p><p>Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.</p><p>1. Barroco</p><p>2. Roman�smo</p><p>3. Modernismo</p><p>(__) U�liza manifestos como grande meio de divulgação</p><p>das intenções esté�cas e ideológicas.</p><p>(__) Caracteriza-se como retorno a uma intensa</p><p>religiosidade.</p><p>(__) Procura configurar os dilemas e as contradições do</p><p>ser humano.</p><p>(__) Busca a iden�dade nacional como temá�ca,</p><p>mantendo a forma conforme o padrão europeu.</p><p>A sequência correta de preenchimento dos parênteses,</p><p>de cima para baixo, é</p><p>1@professorferretto @prof_ferretto</p><p>a) 3 – 1 – 1 – 2.</p><p>b) 2 – 3 – 1 – 3.</p><p>c) 3 – 1 – 2 – 2.</p><p>d) 2 – 3 – 3 – 1.</p><p>e) 3 – 1 – 3 – 2.</p><p>L0113 - (Uneb)</p><p>I.</p><p>Chegou no verão, em janeiro, quando soube que Geraldo</p><p>cancelara o contrato de locação da casa, nos Barris.</p><p>Primeiro, e logo que se deu a Geraldo como uma escrava,</p><p>foi o Jardim da Piedade com a casa tão perto da igreja</p><p>que acordava com o sino batendo forte todas as manhãs.</p><p>O Campo Grande, a seguir, lugar de grandes árvores e</p><p>muitos pássaros. Depois, o prédio magro de três andares</p><p>na ruazinha da ladeira, no Rio Vermelho, onde</p><p>permaneceria os úl�mos quinze anos ao lado do mar e</p><p>de Geraldo. E dali, após vender os móveis para apurar um</p><p>pouco mais de dinheiro, dali saiu enxotada para o</p><p>Bângala.</p><p>FILHO, Adonias. O Largo da Palma. Novelas. Rio de</p><p>Janeiro: Civilização Brasileira, 1981. p. 29.</p><p>II.</p><p>No momento de ajoelhar aos pés do celebrante, e de</p><p>pronunciar o voto perpétuo que a ligava ao des�no do</p><p>homem por ela escolhido, Aurélia, com o decoro que</p><p>reves�a seus menores gestos e movimentos, curvara a</p><p>fronte, envolvendo-se pudicamente nas sombras diáfanas</p><p>dos cândidos véus de noiva.</p><p>Malgrado seu, porém, o contentamento que lhe enchia o</p><p>coração e estava a borbotar nos olhos cin�lantes e nos</p><p>lábios aljofrados de sorrisos, erigia-lhe aquela fronte</p><p>gen�l, cingida nesse instante por uma auréola de júbilo.</p><p>No al�vo realce da cabeça e no enlevo das feições cuja</p><p>formosura se toucava de lumes esplêndidos, estava-se</p><p>debuxando a soberba expressão do triunfo, que exalta a</p><p>mulher quando consegue a realidade de um desejo</p><p>férvido e longamente ansiado.</p><p>ALENCAR, José de. Senhora: perfil de mulher. 2. ed. São</p><p>Paulo: FTD, 1993. p. 73.</p><p>O texto II faz parte do romance Senhora, de José de</p><p>Alencar, obra representa�va do Roman�smo no Brasil.</p><p>Comparando-o com o texto I, inserido na narra�va O</p><p>Largo da Palma, sobre as figuras femininas em foco está</p><p>correto o que se afirma na alterna�va</p><p>a) Os perfis de Aurélia e Eliane atendem ao gosto</p><p>esté�co român�co.</p><p>b) Aurélia e Eliane são enfocadas como estereó�pos da</p><p>mulher presa a convenções sociais.</p><p>c) Aurélia e Eliane são personagens — cada uma em sua</p><p>época — representa�vas de um ideal de mulher a ser</p><p>a�ngido.</p><p>d) Os textos, embora se enquadrem em épocas literárias</p><p>dis�ntas, apresentam o ser feminino como ví�ma de</p><p>um des�no previamente traçado.</p><p>e) Aurélia é apresentada sob uma perspec�va de</p><p>idealização; já Eliane é mostrada como uma mulher</p><p>carente, que se frustra nas relações amorosas.</p><p>L0102 - (Uel)</p><p>Leia o texto extraído do segundo ato de O demônio</p><p>familiar e responda à questão a seguir.</p><p>EDUARDO (Rindo-se) – Eis um corretor de casamentos,</p><p>que seria um achado precioso para certos indivíduos do</p><p>meu conhecimento! Vou tratar de vender-te a algum</p><p>deles para que possas aproveitar teu gênio industrioso.</p><p>PEDRO – Oh! Não! Pedro quer servir a meu senhor!</p><p>Vosmecê perdoa; foi para ver senhor rico!</p><p>EDUARDO – E o que lucras tu com isto?! Sou tão pobre</p><p>que te falte com aquilo de que precisas? Não te trato</p><p>mais como um amigo do que como um escravo?</p><p>PEDRO — Oh! Trata muito bem, mas Pedro queria que o</p><p>senhor �vesse muito dinheiro e comprasse carro bem</p><p>bonito para...</p><p>EDUARDO – Para... Dize!</p><p>PEDRO – Para Pedro ser cocheiro de senhor!</p><p>EDUARDO – Então a razão única de tudo isto é o desejo</p><p>que tens de ser cocheiro?</p><p>PEDRO — Sim, senhor!</p><p>EDUARDO — (Rindo-se) -– Muito bem! Assim, pouco te</p><p>importava que eu ficasse mal com a pessoa que</p><p>es�mava; que me casasse com uma velha ridícula, que</p><p>vivesse maçado e aborrecido, contanto que governasses</p><p>dois cavalos em um carro! Tens razão!... E eu ainda devo</p><p>dar-me por muito feliz, que fosse esse mo�vo frívolo,</p><p>mas inocente, que te obrigasse a trair a minha confiança.</p><p>(Eduardo sai.)</p><p>ALENCAR, José de. O demônio familiar. 4. ed. São Paulo:</p><p>Mar�n Claret, 2013. p. 54-55.</p><p>2@professorferretto @prof_ferretto</p><p>Sobre as relações entre O demônio familiar e o</p><p>Roman�smo, considere as afirma�vas a seguir.</p><p>I. O vínculo da peça com o Roman�smo decorre do</p><p>franco abolicionismo, apesar da negação da concessão de</p><p>alforria a Pedro.</p><p>II. A comicidade da peça realça a tonalidade român�ca,</p><p>pois expõe a fragilidade da nobreza de caráter como</p><p>marca central do es�lo de época.</p><p>III. A defesa da família e o discurso moralista</p><p>predominam como forma de exaltação de valores</p><p>român�cos.</p><p>IV. A relevância dos relacionamentos amorosos como</p><p>tópicos centrais da peça contribui para acentuar as</p><p>conexões com o Roman�smo.</p><p>Assinale a alterna�va correta.</p><p>a) Somente as afirma�vas I e II são corretas.</p><p>b) Somente as afirma�vas I e IV são corretas.</p><p>c) Somente as afirma�vas III e IV são corretas.</p><p>d) Somente as afirma�vas I, II e III são corretas.</p><p>e) Somente as afirma�vas II, III e IV são corretas.</p><p>L0453 - (Unesp)</p><p>Tão variadas são as manifestações desse movimento</p><p>que é impossível formular-lhe uma definição única;</p><p>mesmo assim, pode-se dizer que sua tônica foi uma</p><p>crença no valor supremo da experiência individual,</p><p>configurando nesse sen�do uma reação contra o</p><p>racionalismo iluminista e a ordem do es�lo neoclássico.</p><p>Seus autores exploravam os valores da intuição e do</p><p>ins�nto, trocando o discurso público do neoclassicismo,</p><p>cujas formas compunham um repertório mais comum e</p><p>inteligível, por um �po de expressão mais par�cular.</p><p>(Ian Chilvers (org.). Dicionário Oxford de</p><p>arte, 2007.</p><p>Adaptado.)</p><p>O movimento a que o texto se refere é o</p><p>a) Naturalismo.</p><p>b) Roman�smo.</p><p>c) Barroco.</p><p>d) Arcadismo.</p><p>e) Realismo.</p><p>L0469 - (Unesp)</p><p>Escritor refle�do e cheio de recurso, a sua obra é uma</p><p>das minas da literatura brasileira, até hoje, e embora não</p><p>pareça, tem con�nuidades no Modernismo. Nossa</p><p>iconografia imaginária, das mocinhas, dos índios, das</p><p>florestas, deve aos seus livros muito da sua fixação social;</p><p>de modo mais geral, para não encompridar a lista, a</p><p>desenvoltura inven�va e brasileirizante da sua prosa</p><p>ainda agora é capaz de inspirar.</p><p>(Roberto Schwarz. Ao vencedor as batatas, 2000.</p><p>Adaptado.)</p><p>O comentário refere-se ao escritor</p><p>a) Raul Pompeia.</p><p>b) Manuel Antônio de Almeida.</p><p>c) José de Alencar.</p><p>d) Tomás Antônio Gonzaga.</p><p>e) Aluísio Azevedo.</p><p>L0490 - (Unesp)</p><p>Tal movimento não era apenas um movimento europeu</p><p>de caráter universal, conquistando uma nação após outra</p><p>e criando uma linguagem literária universal que, em</p><p>úl�ma análise, era tão inteligível na Rússia e na Polônia</p><p>quanto na Inglaterra e na França; ele também provou ser</p><p>uma daquelas correntes que, como o Classicismo da</p><p>Renascença, subsis�u como fator duradouro no</p><p>desenvolvimento da arte. Na verdade, não existe produto</p><p>da arte moderna, nenhum impulso emocional, nenhuma</p><p>impressão ou estado de espírito do homem moderno,</p><p>que não deva sua su�leza e variedade à sensibilidade que</p><p>se desenvolveu a par�r desse movimento. Toda</p><p>exuberância, anarquia e violência da arte moderna, seu</p><p>lirismo balbuciante, seu exibicionismo irrestrito e</p><p>profuso, derivaram dele. E essa a�tude subje�va e</p><p>egocêntrica tornou-se de tal modo natural para nós, tão</p><p>absolutamente inevitável, que nos parece impossível</p><p>reproduzir sequer uma sequência abstrata de</p><p>pensamento sem fazer referência aos nossos</p><p>sen�mentos.</p><p>Arnold Hauser. História social da arte e da literatura,</p><p>1995. Adaptado.)</p><p>O texto refere-se ao movimento denominado</p><p>a) Barroco.</p><p>b) Arcadismo.</p><p>c) Realismo.</p><p>d) Roman�smo.</p><p>e) Simbolismo.</p><p>L0494 - (Unesp)</p><p>A poesia dos an�gos era a da posse, a dos novos é a da</p><p>saudade (e anseio); aquela se ergue, firme, no chão do</p><p>presente; esta oscila entre recordação e pressen�mento.</p><p>O ideal grego era a concórdia e o equilíbrio perfeitos de</p><p>todas as forças; a harmonia natural. Os novos, porém,</p><p>adquiriram a consciência da fragmentação interna que</p><p>torna impossível este ideal; por isso, a sua poesia aspira a</p><p>3@professorferretto @prof_ferretto</p><p>reconciliar os dois mundos em que se sentem divididos, o</p><p>espiritual e o sensível, fundindo-os de um modo</p><p>indissolúvel. Os an�gos solucionam a sua tarefa,</p><p>chegando à perfeição; os novos só pela aproximação</p><p>podem sa�sfazer o seu anseio do infinito.</p><p>(August Schlegel apud Anatol Rosenfeld. Texto/Contexto</p><p>I, 1996. Adaptado.)</p><p>Os “novos” a que se refere o escritor alemão August</p><p>Schlegel são os poetas</p><p>a) român�cos.</p><p>b) modernistas.</p><p>c) árcades.</p><p>d) clássicos.</p><p>e) naturalistas.</p><p>L0496 - (Unesp)</p><p>Esse autor introduziu no romance brasileiro o índio e os</p><p>seus acessórios, aproveitando-o ou em plena selvageria</p><p>ou em comércio com o branco. Como o quer representar</p><p>no seu ambiente exato, ou que lhe parece exato, é levado</p><p>a fazer também, se não antes de mais ninguém, com</p><p>talento que lhe assegura a primazia, o romance da</p><p>natureza brasileira.</p><p>(José Veríssimo. História da literatura brasileira, 1969.</p><p>Adaptado.)</p><p>Tal comentário refere-se a</p><p>a) Aluísio Azevedo.</p><p>b) José de Alencar.</p><p>c) Manuel Antônio de Almeida.</p><p>d) Basílio da Gama.</p><p>e) Gonçalves Dias.</p><p>L0499 - (Unesp)</p><p>De fato, este romance cons�tui um dos poucos romances</p><p>cômicos do roman�smo nacional, afastando-se dos</p><p>traços idealizantes que caracterizam boa parte das obras</p><p>“sérias” dos autores de então. O modo pelo qual este</p><p>romance pinta a sociedade, representado-a a par�r de</p><p>um ângulo abertamente cômico e sa�rico, também era</p><p>rela�vamente novo nas letras brasileiras do século XIX.</p><p>(Mamede Mustafa Jarouche. “Galhofa sem melancolia”,</p><p>2003. Adaptado.)</p><p>O comentário refere-se ao romance</p><p>a) O cor�ço, de Aluísio Azevedo.</p><p>b) Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de</p><p>Assis.</p><p>c) Memórias de um sargento de milícias, de Manuel</p><p>Antônio de Almeida</p><p>d) Iracema, de José de Alencar.</p><p>e) Macunaíma, de Mário de Andrade.</p><p>4@professorferretto @prof_ferretto</p>

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