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<p>NR 29</p><p>Atribuições</p><p>Devem:</p><p> Cumprir e fazer cumprir a NR 29 e as demais disposições</p><p>legais de segurança e saúde aplicáveis ao trabalho</p><p>portuário;</p><p> Assegurar que as operações ocorram após a</p><p>implementação das medidas de prevenção, conforme</p><p>previsto na NR 01;</p><p> Realizar operação portuária com os trabalhadores utilizando</p><p>corretamente os equipamentos de proteção individual,</p><p>devendo atender à NR 06.</p><p> Participar, com os operadores portuários e tomadores de</p><p>serviço, da definição das medidas de prevenção;</p><p> Proporcionar a todos os trabalhadores formação sobre</p><p>segurança e saúde no trabalho portuário;</p><p> Escalar trabalhadores capacitados, conforme os riscos</p><p>informados pelo operador portuário ou tomador de serviço;</p><p> Atender à NR 06 em relação ao EPI;</p><p> Elaborar e implementar o PCMSO;</p><p> Notificar o operador portuário ou tomador de serviço na</p><p>eventualidade de descumprimento desta NR ou demais</p><p>disposições legais de segurança e saúde dos trabalhadores</p><p> Cumprir as disposições desta NR, bem como as demais</p><p>disposições legais de segurança e saúde no trabalho, no</p><p>que lhe couber;</p><p> Informar ao responsável pela operação, as avarias ou</p><p>deficiências observadas que possam constituir risco para</p><p>o trabalhador ou para operação;</p><p> Utilizar corretamente os dispositivos de segurança, EPI</p><p>e EPCs, que lhes sejam fornecidos, bem como as</p><p>instalações que lhes forem destinadas.</p><p>NR 29</p><p>Campo de Aplicação</p><p>Local situado em baía, angra, enseada, foz ou margens</p><p>de rios, que ofereça:</p><p> Proteção natural ou artificial contra ventos, marés,</p><p>ondas e correntes;</p><p> Instalações para atracação e amarração de</p><p>embarcações;</p><p> Áreas de armazenagem e equipamentos de</p><p>movimentação de carga, que possibilite o embarque</p><p>e desembarque de mercadorias, cargas diversas e</p><p>passageiros.</p><p> Instalação localizada dentro ou fora da área do</p><p>porto organizado;</p><p> Utilizada em:</p><p>o Movimentação de passageiros;</p><p>o Movimentação ou armazenagem de</p><p>mercadorias e cargas diversas destinadas</p><p>ou provenientes de transporte aquaviário.</p><p> Bem público;</p><p> Construído e aparelhado para atender a</p><p>necessidades de navegação, de movimentação de</p><p>passageiros ou de movimentação e armazenagem</p><p>de mercadorias;</p><p> Tráfego e operações portuárias estejam sob</p><p>jurisdição de autoridade portuária.</p><p> Situado próximo a um porto organizado ou a uma</p><p>instalação portuária;</p><p> Compreendida no perímetro de cinco quilômetros dos</p><p>limites da zona primária, com área demarcada pela</p><p>autoridade aduaneira local;</p><p> Onde são executados os serviços de operação, sob</p><p>controle aduaneiro, com carga de importação e</p><p>exportação, embarcadas em contêiner, reboque ou</p><p>semirreboque.</p><p>NR 29</p><p>PGR</p><p>OPERADOR PORTUÁRIO,</p><p>TOMADOR DE SERVIÇO</p><p>E O EMPREGADOR</p><p>Nos termos da NR 1, na</p><p>instalação portuária em</p><p>que atuem.</p><p>ADMINISTRAÇÃO</p><p>PORTUÁRIA</p><p>Nos termos da NR 1, levando em</p><p>consideração as informações dos</p><p>riscos ocupacionais que possam</p><p>impactar nas operações portuárias</p><p>fornecidas pelos operadores</p><p>portuários, tomadores de serviço,</p><p>empregadores e OGMO.</p><p>OGMO</p><p>Levando em consideração as</p><p>informações dos riscos</p><p>ocupacionais fornecidas pelos</p><p>operadores portuários,</p><p>tomadores de serviço e</p><p>administração portuária</p><p>O operador portuário, o tomador de serviço e o</p><p>empregador devem elaborar e manter de forma acessível</p><p>aos trabalhadores os seguintes procedimentos:</p><p> Acesso seguro a embarcações;</p><p> Transporte, movimentação, armazenamento e</p><p>manuseio seguro de cargas;</p><p> Segurança do trabalho portuário executado nos</p><p>porões das embarcações;</p><p> Segurança do trabalho portuário executado em</p><p>espaço confinado, nos termos da NR 33;</p><p> Segurança para a execução do trabalho portuário em</p><p>condições climáticas e ambientais adversas e</p><p>interrupção das atividades nessas situações, quando</p><p>comprometerem a segurança dos trabalhadores;</p><p> Segurança para as operações com cargas perigosas.</p><p> : dimensionamento</p><p>baseado no número estimado de trabalhadores avulsos a</p><p>serem tomados no ano;</p><p> > para cada grupo de 2000</p><p>trabalhadores ou fração acima de 500, haverá um</p><p>acréscimo de um profissional especializado por função,</p><p>exceto no caso do técnico de segurança do trabalho, no</p><p>qual haverá um acréscimo de 3 profissionais.</p><p>NR 29</p><p>SESSTP</p><p> Constituída pelo OGMO;</p><p> Atende trabalhadores avulsos.</p><p> SESSTP possui as mesmas atribuições do SESMT e</p><p>realiza a inspeção das condições de segurança nas</p><p>operações portuárias;</p><p>Deve ser previamente realizada na atracação e a bordo das</p><p>embarcações e quando houver alterações nas operações</p><p>portuárias, devendo atender aos seguintes requisitos:</p><p> Verificação das condições para realização das atividades,</p><p>adotando as medidas necessárias de acordo com</p><p>procedimentos de segurança estabelecidos;</p><p> Identificação de condições impeditivas, devendo a</p><p>permissão para a execução ou retomada dos trabalhos</p><p>ocorrer após a adoção de medidas de prevenção;</p><p> Verificação da necessidade de sinalização de segurança</p><p>em razão de olhais, escadas, tubulações, aberturas e</p><p>cantos vivos e execução das medidas, quando for o caso.</p><p>Deve-se:</p><p>o Imediatamente adotar medidas de prevenção</p><p>específicas;</p><p>o Se os riscos não estiverem no PGR, revisar PGR e</p><p>procedimentos.</p><p>𝑆𝐸𝑆𝑆𝑇𝑃 =</p><p>𝑛º 𝑑𝑒 𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑎𝑑𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑎𝑣𝑢𝑙𝑠𝑜𝑠 𝑛𝑜 𝑎𝑛𝑜 𝑐𝑖𝑣𝑖𝑙 𝑎𝑛𝑡𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟</p><p>𝑛º 𝑑𝑒 𝑑𝑖𝑎𝑠 𝑒𝑓𝑒𝑡𝑖𝑣𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑎𝑑𝑜𝑠</p><p>3</p><p> Constituído pela administração portuária, o OGMO, os</p><p>operadores portuários e os titulares de instalações</p><p>portuárias autorizadas;</p><p> Atende empregados próprios</p><p>Além do disposto na NR 4, para o dimensionamento de</p><p>engenheiros de segurança do trabalho e técnico de segurança</p><p>do trabalho, considera-se a soma dos seguintes fatores:</p><p></p><p> A média do número de empregados portuários com</p><p>vínculo empregatício do ano civil anterior.</p><p>𝑆𝐸𝑆𝑀𝑇 =</p><p>𝑛º 𝑑𝑒 𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑎𝑑𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑎𝑣𝑢𝑙𝑠𝑜𝑠 𝑛𝑜 𝑎𝑛𝑜 𝑐𝑖𝑣𝑖𝑙 𝑎𝑛𝑡𝑒𝑟𝑖𝑜𝑟</p><p>𝑛º 𝑑𝑒 𝑑𝑖𝑎𝑠 𝑒𝑓𝑒𝑡𝑖𝑣𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑡𝑟𝑎𝑏𝑎𝑙ℎ𝑎𝑑𝑜𝑠</p><p>NR 29</p><p>CPATP</p><p>Garantindo a representação das atividades portuárias, devendo considerar</p><p>a categoria com maior potencial de risco e ocorrência de acidentes</p><p>Nº médio de trabalhadores</p><p>avulsos</p><p>20</p><p>a</p><p>50</p><p>51</p><p>a</p><p>100</p><p>101 a</p><p>500</p><p>501 a</p><p>1000</p><p>1001 a</p><p>2000</p><p>2001</p><p>a</p><p>5000</p><p>5001 a</p><p>10000</p><p>></p><p>10000</p><p>a cada</p><p>2500</p><p>Representantes titulares dos</p><p>operadores portuários e dos</p><p>tomadores de serviço</p><p>1 2 4 6 9 12 15 + 2</p><p>Representantes titulares dos</p><p>trabalhadores avulsos</p><p>1 2 4 6 9 12 15 + 2</p><p>:</p><p> Constituída de forma paritária por:</p><p>Além das atribuições da CIPA que constam na NR 5:</p><p> Promover, anualmente, em conjunto com o SESSTP, a Semana</p><p>Interna de Prevenção de Acidente no Trabalho Portuário -</p><p>SIPATP;</p><p> Oficiar os riscos debatidos e as propostas de medidas de controle</p><p>às organizações que compõem a CPATP, bem como ao</p><p>SESSTP, conforme o caso;</p><p> Mensalmente e sempre que houver denúncia de risco, verificar</p><p>os ambientes e as condições de trabalho, nas dependências das</p><p>instalações portuárias, visando identificar situações que possam</p><p>trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores;</p><p> Sugerir a realização de cursos, treinamentos e campanhas que</p><p>julgar necessárias para melhorar o desempenho dos</p><p>trabalhadores portuários quanto à segurança e saúde no</p><p>trabalho.</p><p> Escrutínio secreto, durante o expediente, respeitado os turnos;</p><p> Participação mínima: metade mais um do n° médio do conjunto</p><p>dos trabalhadores portuários utilizados no ano civil anterior.</p><p> Convocar eleições com antecedência mínima de 45 dias;</p><p> Realizar eleições até 30 dias do término do mandato atual;</p><p> Promover treinamento com CH = 20h, obrigatório antes da</p><p>posse, exceção</p><p>feita ao mandato inicial.</p><p> Ordinária: no mínimo, uma vez ao mês;</p><p> Extraordinária: em caso de acidente fatal ou grave (com a</p><p>presença do responsável pela operação portuária) ou</p><p>solicitação de uma das representações.</p><p> 2 anos, permitida uma reeleição.</p><p>Representantes titulares dos operadores</p><p>portuários e dos tomadores de serviço</p><p>1º ano 2º ano</p><p>Representantes titulares dos trabalhadores avulsos 2º ano 1º ano</p><p>º</p><p>+</p><p>NR 29</p><p>Nas operações de atracação, desatracação e manobras de</p><p>embarcações, devem ser adotadas medidas de prevenção</p><p>de acidentes, considerando:</p><p> Prensagem de membros;</p><p> Rompimento de cabos e espias;</p><p> Esforço excessivo do trabalhador;</p><p> Iluminação;</p><p> Queda no mesmo nível e ao mar.</p><p> Escadas, pranchas e rampas de acesso às embarcações</p><p>somente podem ser utilizadas se forem dotadas de</p><p>guarda-corpo com corrimão em ambos os lados;</p><p> Dimensões de escadas, pranchas e rampas de acesso:</p><p> Não é permitido acesso à embarcação atracada utilizando-</p><p>se escadas tipo quebra-peito;</p><p> É proibido o acesso de trabalhadores a embarcações em</p><p>equipamentos de guindar, exceto:</p><p>o Em operações de resgate e salvamento;</p><p>o Nas operações com contêiner previstas na NR 29.</p><p>Largura mínima 0,8m</p><p>Intervalos de tacos transversais Entre 0,35m e 0,45m</p><p>Corrimão</p><p>Régua superior: 1,10m</p><p>Régua intermediária:</p><p>entre 0,5m e 0,7m</p><p>Posição</p><p>Máximo 30° do plano</p><p>horizontal</p><p>30</p><p> Durante a movimentação de carga suspensa é vedada</p><p>a circulação de pessoas no convés principal no</p><p>perímetro de risco de queda de objetos;</p><p> As tampas de escotilhas e aberturas similares dos</p><p>equipamentos acionados por força motriz devem:</p><p>o Possuir dispositivos que impeçam sua</p><p>movimentação acidental;</p><p>o Ser abertos ou fechados apenas após verificação</p><p>de que não há risco.</p><p>É dispensado o cadastro dos espaços confinados em</p><p>operações portuários no interior de embarcações, devendo,</p><p>nesse caso, as informações serem inseridas na Permissão</p><p>de Entrada e Trabalho (PET).</p><p> Não é permitido o uso de escadas tipo quebra-peito;</p><p> A estivagem de cargas nos porões não deve obstruir o</p><p>acesso às escadas dos agulheiros;</p><p> Em caso de impossibilidade de utilização de agulheiros: acesso</p><p>aos porões por escada de mão, de, no máximo, 7 m de</p><p>comprimento, devendo ultrapassar 1m a borda da estrutura;</p><p> A estivagem de carga deve ser efetuada à distância de 1,0m</p><p>da abertura do porão, quando essa tiver que ser aberta</p><p>posteriormente.</p><p> Passarelas utilizadas para circulação de pessoas sobre cargas</p><p>estivadas: mínimo 0,6 m de largura;</p><p> É obrigatório o uso de escadas para transposição de altura</p><p>superior a 1,50m;</p><p> Se diferença de nível > 2 m: guarda-corpo de m de altura;</p><p> Carga e descarga de contêiner: uso obrigatório de escadas;</p><p> Escada portátil: no máximo, 7 m de comprimento, devendo</p><p>ultrapassar 1m do topo do contêiner</p><p>NR 29</p><p> Quando utilizado mais de um equipamento na operação;</p><p> Emitido por PLH.</p><p> Antes do início da atividade;</p><p> Em caso de anomalias: reportar à pessoa responsável;</p><p> Deve ser registrada em meio físico ou eletrônico e</p><p>mantida por, no mínimo, 5 anos.</p><p> Quando utilizadas em porões, devem ser adotadas</p><p>medidas de prevenção, conforme AR, que garantam um</p><p>ambiente dentro dos limites de tolerância;</p><p> Devem conter dispositivos de controle de emissão de</p><p>poluentes gasosos, fagulhas, chamas e produção de</p><p>ruídos;</p><p> É proibido o uso de máquinas e equipamentos de</p><p>combustão interna e elétrica em porões e armazéns</p><p>com cargas inflamáveis ou explosivas, salvo se as</p><p>especificações forem compatíveis.</p><p>Devem:</p><p> Emitir sinais sonoros e luminosos durante seus</p><p>deslocamentos;</p><p> Dispor de suportes de prevenção de tombamento e sua</p><p>área de deslocamento deve estar desobstruída e</p><p>sinalizada;</p><p> Ser dotado de sistema de frenagem e ancoragem.</p><p>A operação de movimentação de carga somente poderá</p><p>ser iniciada após certificadas as funcionalidades e a</p><p>segurança dos equipamentos, devendo observar:</p><p> Última certificação dos últimos 5 anos;</p><p> As inspeções periódicas realizadas a partir da última</p><p>certificação;</p><p> O histórico de acidentes dos equipamentos de guindar</p><p>de bordo.</p><p> Registro de condições dos equipamentos de guindar de</p><p>bordo e acessórios, em meio físico ou eletrônico;</p><p> Elaborado por pessoa responsável designada pelo</p><p>operador portuário, o empregador ou tomador de</p><p>serviços;</p><p> Deve ser mantido pelo prazo de 5 anos.</p><p> Feita por operador capacitado, antes de iniciar sua</p><p>atividade;</p><p> Deve ser registrada em documento físico ou eletrônico</p><p>e mantida pelo operador portuário, tomador de serviço</p><p>ou empregador por, no mínimo, 5 anos.</p><p>Todos os carregamentos devem lingar-se na vertical do engate</p><p>do equipamento de guindar, observando-se:</p><p> O impedimento da queda ou deslizamento parcial ou total da</p><p>carga;</p><p> De que nas cargas de grande comprimento como tubos,</p><p>perfis metálicos, tábuas e outros, sejam usadas no mínimo,</p><p>duas lingas/estropos ou através de uma balança com dois</p><p>ramais;</p><p> De que ângulo formado pelos ramais das lingas/estropos não</p><p>exceda 120°, salvo em caso de projeto realizado por PLH;</p><p> De que as lingas/estropos, estrados, paletes, redes e outros</p><p>acessórios tenham marcada sua capacidade de carga de</p><p>forma visível.</p><p> A movimentação de carga suspensa deve ser orientada por</p><p>sinaleiro devidamente capacitado;</p><p> Em operações noturnas: sinaleiro deve usar luvas e colete</p><p>com aplicação de material refletivo.</p><p> A utilização de sinaleiro pode ser dispensada se:</p><p>o Houver sinalização da área de operação;</p><p>o Equipamento de guindar concebido para permitir visão</p><p>total dos locais onde as cargas serão movimentadas;</p><p>o A AR verifique que sua ausência não adicionará riscos.</p><p>NR 29</p><p>NR 29</p><p>Na movimentação de carga e descarga de contêiner com</p><p>utilização de quadro posicionador, o equipamento deve</p><p>possuir:</p><p> Travas de acoplamento acionadas de maneira</p><p>automática ou semiautomática;</p><p> Dispositivo visual com indicador da situação de</p><p>travamento;</p><p> Dispositivo de segurança que garanta o travamento dos</p><p>quatro cantos.</p><p> Movimentá-los somente após o trabalhador haver</p><p>descido do mesmo;</p><p> Instruir o trabalhador quanto às posturas ergonômicas e</p><p>seguras nas operações de estivagem, desestivagem,</p><p>fixação e movimentação de contêiner;</p><p> Obedecer a sinalização e rotulagem dos contêineres</p><p>quanto aos riscos inerentes a sua movimentação;</p><p> Instruir trabalhador sobre o significado das sinalizações e</p><p>das rotulagens de risco de contêineres, bem como dos</p><p>cuidados e medidas de prevenção a serem observados;</p><p> Mitigar o risco de queda de cargas quando da abertura</p><p>de contêineres.</p><p>Quando houver risco de queda ou deslizamento volumoso</p><p>durante a carga ou descarga de granéis secos, nenhum</p><p>trabalhador deve permanecer no interior do porão e outros</p><p>recintos similares.</p><p>Nas operações utilizando máquinas autopropelidas com</p><p>condutor no interior do porão ou armazém, na presença de</p><p>aerodispersóides: operador protegido por cabine resistente,</p><p>fechada, dotada de ar-condicionado, provido de filtro contra</p><p>poeira em seu sistema de captação de ar.</p><p> Se utilizado no descarregamento de granéis sólidos:</p><p>vistoriado conforme determinação do fabricante;</p><p> Caso fabricante não determine: vistoria anual.</p><p>Devem possuir:</p><p> Sinalização sonora e luminosa adequada para as</p><p>manobras de marcha-a-ré;</p><p> Sinal sonoro de advertência (buzina);</p><p> Retrovisores de ambos os lados ou câmeras</p><p>retrovisoras; faróis, lanternas e setas indicativas.</p><p>Deve ser verificada a fixação nos quatro cantos da carreta.</p><p>1,5m</p><p>As pilhas de cargas ou materiais</p><p>devem distar, pelo menos, de</p><p>1,5 metro das bordas do cais.</p><p>NR 29</p><p> Deve atender o disposto na NR 30;</p><p> São vedados os trabalhos simultâneos de reparo e</p><p>manutenção com os de operação portuária, que</p><p>prejudiquem a saúde e a integridade física do trabalhador;</p><p> Os trabalhos de recondicionamento de embalagens, nos</p><p>quais haja risco de danos à saúde e à integridade física</p><p>dos trabalhadores, devem ser efetuados em local fora da</p><p>área de movimentação de carga.</p><p> : deve ser</p><p>providenciado abrigo, como também adotadas medidas</p><p>especiais contra a insolação, o calor, o frio, as umidades e</p><p>os ventos;</p><p> vigia portuário</p><p>se posicionará fora dele, em local seguro.</p><p>:</p><p>NR 29</p><p>Locais de operação ≥ 50 lux</p><p>Áreas de acesso e</p><p>circulação de pessoas</p><p>≥ 10 lux</p><p>As instalações sanitárias, vestiários, refeitórios e locais de</p><p>repouso devem:</p><p> Ser mantidos pela administração do porto organizado e</p><p>pelo titular da instalação portuária, conforme o caso;</p><p> Observar o disposto na NR 24.</p><p> Toda instalação portuária deve ser dotada de um local de</p><p>repouso;</p><p> Destinado aos trabalhadores que operem equipamentos</p><p>portuários de grande porte ou aqueles cuja avaliação</p><p>ergonômica preliminar ou análise ergonômica do trabalho</p><p>exija que o trabalhador tenha períodos de pausas na</p><p>jornada de trabalho.</p><p> Deve ser:</p><p> Deslocamento máximo até as instalações sanitárias: 200m;</p><p> Nas operações a bordo de embarcações que não</p><p>ofereçam instalações sanitárias apropriadas: o operador</p><p>portuário deve dispor, próximo ao acesso à embarcação,</p><p>de instalações sanitárias móveis</p><p> Toda instalação portuária deve dispor de serviço de</p><p>atendimento de urgência próprio ou terceirizado;</p><p> Operações portuárias realizadas em berço de atracação:</p><p>obrigatória a presença, no local da operação, de um</p><p>integrante do serviço de atendimento a urgência,</p><p>devidamente identificado.</p><p> Responsável pela embarcação deve comunicar,</p><p>imediatamente:</p><p> À Capitania dos Portos;</p><p> Às suas Delegacias ou Agências;</p><p> Ao órgão regional competente em matéria de</p><p>segurança e saúde no trabalho.</p><p> O local do acidente deve ser isolado até que seja realizada</p><p>a investigação do acidente por autoridade competente e</p><p>posterior liberação do despacho da embarcação pela</p><p>Capitania dos Portos, suas Delegacias ou Agências.</p><p>NR 29</p><p>Operações com Cargas</p><p>Perigosas</p><p>Classe 1 Explosivos</p><p>Classe 2</p><p>Gases comprimidos, liquefeitos ou dissolvidos</p><p>sob pressão</p><p>Casse 3 Líquidos inflamáveis</p><p>Classe 4</p><p>Sólidos inflamáveis, substâncias sujeitas à</p><p>combustão espontânea, substâncias que em</p><p>contato com água emitem gases inflamáveis</p><p>Classe 5 Substâncias oxidantes e peróxidos orgânicos</p><p>Classe 6 Substâncias tóxicas ou infectantes</p><p>Classe 7 Material radioativo</p><p>Classe 8 Substâncias corrosivas</p><p>Classe 9 Substâncias e materiais perigosos diversos</p><p>6</p><p>2,4</p><p> Carga horária: 20h;</p><p> Conteúdo programático:</p><p> Classes e seus perigos;</p><p> Marcação, rotulagem e sinalização;</p><p> Procedimentos de resposta a emergências;</p><p> Noções de primeiros socorros;</p><p> Procedimentos de manuseio seguro;</p><p> Requisitos de segurança nos portos para carga,</p><p>trânsito e descarga;</p><p> Regulamentação da instalação portuária, em</p><p>especial, a limitação de quantidade.</p><p>As cargas relacionadas a seguir não podem ser mantidas</p><p>nas áreas de operação de carga e descarga, devendo ser</p><p>removidas para o armazenamento ou outro destino final:</p><p> Explosivos em geral;</p><p> Gases inflamáveis e venenosos;</p><p> Radioativos;</p><p> Chumbo tetraetila;</p><p> Poliestireno expansível;</p><p> Perclorato de amônia;</p><p> Mercadorias perigosas acondicionadas em contêineres</p><p>refrigerados.</p><p> Locais de armazenamento: sinalização de segurança;</p><p> Armazenamento em contêineres: deve obedecer</p><p>tabela de segregação;</p><p> Armazenamento fora de contêineres: proibido</p><p>distanciamento inferior ao das cargas mantidas em</p><p>contêineres.</p><p> É proibido o manuseio de explosivos ou de embalagens</p><p>com explosivos nas instalações portuárias;</p><p> Instalações portuárias que operem com explosivos</p><p>devem possuir área de aguardo temporária: envio</p><p>imediato de explosivo a armazém fora da instalação</p><p>portuária, não podendo > 48h.</p><p>NR 29</p><p>Compete à administração do Porto Organizado e aos titulares das</p><p>instalações portuárias autorizadas e arrendadas a elaboração e</p><p>implementação do PCE, devendo constar as seguintes situações:</p><p> Incêndios e explosões;</p><p> Vazamento de produtos perigosos;</p><p> Poluição ou acidente ambiental;</p><p> Condições adversas de tempo, afetem a segurança das</p><p>operações portuárias, demonstrando quais os possíveis riscos;</p><p> Queda de pessoa na água;</p><p> Socorro e resgate de acidentados.</p><p> Devem ser adotados procedimentos de emergência, primeiros</p><p>socorros e atendimento médico, constando para cada classe</p><p>de risco a respectiva ficha nos locais de operação das cargas</p><p>perigosas;</p><p> O plano deve ser abrangente, permitindo o controle dos</p><p>sinistros potenciais, como explosão, contaminação ambiental</p><p>por produto tóxico, corrosivo, radioativo e outros agentes</p><p>agressivos, incêndio, abalroamento e colisão de embarcação</p><p>com o cais;</p><p> Devem ser previstas ações em terra e a bordo.</p><p> Durante horário de trabalho, abrangendo todos os turnos;</p><p> No mínimo, três simulados por ano de cada tipo de situação;</p><p> Devem envolver os trabalhadores designados e contemplar os</p><p>cenários e periodicidade definidos no PCE..</p><p> A administração do porto organizado e os responsáveis</p><p>pelas instalações portuárias devem compor, inclusive</p><p>com os atores externos ao porto, um Plano de Ajuda</p><p>Mútua;</p><p> Na área do porto organizado, a autoridade portuária</p><p>deverá instituir e organizar o PAM, que deve ser</p><p>composto por todos os operadores portuários e</p><p>instalações portuárias sob sua jurisdição;</p><p> Cada membro do PAM designa um representante</p><p>técnico.</p><p> No mínimo, trimestrais.</p><p> Devem ser realizados pelo menos dois simulados de</p><p>acidente ampliado, anualmente, para que se possa treinar</p><p>e avaliar a organização e ação dos diversos atores</p><p>envolvidos no PAM.</p>