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Aula 4 - Manejo de Forragem

Apostila sobre manejo de pastagens: definição e objetivos (manter produção, conservar solo, alimentar animais); sistemas de produção (extensivo, semi‑intensivo, intensivo; contínuo, alternado, rotacionado); regras de pastejo (rebrota 20–45 dias, descanso), lotação ótima, níveis de degradação e fotossensibilização por Pithomyces em B. decumbens com sinais e medidas.

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<p>PROFA. DRA. JÓRIA ALBUQUERQUE</p><p>Evitar distúrbios nutricionais</p><p>Ruminação</p><p>Salivação</p><p>pH</p><p>Pastagem</p><p>Pasto</p><p>Animal</p><p>Clima</p><p>Solo</p><p>O solo é a base do sistema e atua</p><p>como fonte de nutrientes para a</p><p>pastagem. A planta é a fonte de</p><p>nutrientes para o animal e atua</p><p>como modificador das condições</p><p>físicas e químicas do solo. O</p><p>animal atua como modificador</p><p>das condições do solo e da</p><p>planta.</p><p>Definição: É um conjunto de ações que visa obter</p><p>do rebanho a maior quantidade de carne e leite</p><p>que o animal pode produzir por área, sem afetar o</p><p>desenvolvimento da forrageira e a qualidade do</p><p>solo.</p><p>Degradação da pastagem</p><p> Manter constante a produção de capim</p><p>por unidade de área.</p><p> Conservar a qualidade do solo.</p><p> Proporcionar ao animal alimentação em</p><p>quantidade e qualidade nutritiva, mais</p><p>regular durante o ano.</p><p> Evitar a degradação da pastagem.</p><p> Quando ocorre a rebrota?</p><p>20 a 45 dias a planta</p><p>acumula novamente</p><p>suas reservas e esta</p><p>pronta para pastejo</p><p>Respeitar a fisiologia da planta</p><p>Respeitar o período de descanso</p><p>Não pode esgotar a raiz</p><p>Não pode “rapar o pasto”</p><p>Sistema de produção</p><p> Extensivo</p><p> Semi intensivo</p><p> Intensivo</p><p> Contínuo</p><p> Alternado</p><p> Rotacionado</p><p>Manejo de pasto é alterado</p><p>de acordo com o objetivo</p><p>produtivo e os recursos</p><p>dispostos para manutenção</p><p>da área.</p><p>Os animais são alocados integralmente em</p><p>uma área determinada, em grande parte</p><p>criados extensivamente.</p><p>Vantagem: Menor demanda de mão de</p><p>obra, que está cada vez mais escassa no</p><p>campo.</p><p>Desvantagens:</p><p>1-Pressão exercida pelos animais sobre a</p><p>forrageira.</p><p>2- Em caso de ataque de pragas ou</p><p>estiagem prolongada, não haveria outras</p><p>áreas para alocar os animais</p><p>Consiste em ter áreas desocupadas destinadas a</p><p>uso quando o pasto que está sendo utilizado</p><p>estiver bastante consumido ou apresentar algum</p><p>estágio de degradação.</p><p>Vantagens:</p><p>1-Ter áreas desocupadas destinadas a uso</p><p>quando o pasto que está sendo utilizado</p><p>estiver bastante consumido ou apresentar</p><p>algum estágio de degradação.</p><p>2-o material produzido pela pastagem em</p><p>repouso apresenta em média maior valor</p><p>nutritivo.</p><p>3-Minimizar os danos na estrutura da planta e</p><p>do solo, melhorando a cobertura e diminuindo</p><p>a compactação</p><p>Consiste na divisão da área de pasto em mangas menores ou</p><p>piquetes, onde os animais alternam o pastejo em períodos fixos de</p><p>ocupação e descanso, de acordo com as condições da pastagem.</p><p>Sim!!!</p><p>Capim é uma lavoura!!</p><p>Boi converte capim em carne!!</p><p>Peso ≠ qualidade de carcaça</p><p>Capim com alto teor de proteína!</p><p>Rumem degrada a celulose e converte o capim</p><p>em carne</p><p> A fotossensibilização é causada pelo fungo Pithomyces</p><p>chartarum, que se prolifera na macega de forrageiras em</p><p>especial nas pastagens de Brachiaria decumbens.</p><p> Micotoxina afeta ductos biliares e acarreta em</p><p>insuficiência hepática (plantas hepatotóxicas)</p><p> Sensibilização exagerada da pele, gerando a lesão</p><p>cutânea;</p><p> Feridas na pele, inchaço da face, falta de apetite,</p><p>inquietação ou apatia</p><p> Evitar a brachiaria, principalmente, a B.</p><p>decumbens para alimentação de animais</p><p>jovens;</p><p> Não desmamar bezerros em Brachiaria</p><p>decumbens;</p><p> Diversificar as plantas na formação das</p><p>pastagens.</p><p> Retirar imediatamente do pasto</p><p> Colocar a sombra</p><p> Fornecer outros alimentos (exceto Brachiarias).</p><p>Fornecer feno ou outra</p><p>fonte de volumoso.</p><p>Aumentar a</p><p>suplementação</p><p>Poucos animais para muito pasto. A produção por</p><p>animal torna-se máxima pela oportunidade de seleção</p><p>de alimento, mas a produção animal por área é</p><p>baixa pelo pequeno número de animais na pastagem.</p><p>Há excesso de animais na pastagem. A</p><p>produção é irregular, compromete a produção</p><p>animal e desgasta a pastagem.</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=om_KNp-MrWw</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=om_KNp-MrWw</p><p> Há equilíbrio entre a produção de forragem e o</p><p>número de animais em uma determinada área.</p><p> É a situação adequada de utilização das</p><p>pastagens, proporcionando uma produção</p><p>animal ótima sem prejudicar as plantas e o</p><p>solo.</p><p>A maneira mais prática para tentar atingir a</p><p>situação de pastejo ótimo é considerar a</p><p>altura de pastejo do capim na entrada e na</p><p>saída dos animais da pastagem e, no caso do</p><p>pastejo sob lotação rotacionada, considerar o</p><p>período de descanso específico de cada</p><p>capim.</p><p>“Degradação de pastagens é o processo evolutivo de perda</p><p>de vigor, de produtividade, de capacidade de recuperação</p><p>natural das pastagens para sustentar os níveis de produção</p><p>e qualidade exigida pelos animais, assim como, o de superar</p><p>os efeitos nocivos de pragas, doenças e invasoras,</p><p>culminando com a degradação avançada dos recursos</p><p>naturais, em razão de manejos inadequados”. (Macedo,1995)</p><p> Nível 1: Leve</p><p>Pastagem ainda produtiva, mas já com algumas áreas de solo</p><p>descoberto ou plantas daninhas. A rebrota do capim, após o</p><p>pastejo é lenta. Capacidade de suporte cai cerca de 20% (em</p><p>relação a pastagem não degradada).</p><p> Nível 2: Moderado</p><p>Aumento na infestação de plantas daninhas ou no percentual</p><p>de solo descoberto. Capacidade de suporte cai entre 30% a</p><p>50%.</p><p> Nível 3: Forte</p><p>Aumento excessivo na infestação de plantas daninhas</p><p>(degradação agrícola) ou no percentual de solo descoberto.</p><p>Muito baixa proporção de forrageiras. Capacidade de suporte</p><p>cai entre 60% e 80%.</p><p> Nível 4: Muito forte</p><p>Predominância de solo descoberto, com sinais evidentes de</p><p>erosão (degradação biológica). Proporção de forrageiras</p><p>muito baixa ou inexistente. Capacidade de suporte cai acima de</p><p>80%.</p><p> Recuperação direta</p><p>Simples e mais barata</p><p>Controlar as plantas daninhas e ajustar a fertilidade do solo,</p><p>por meio de adubação.</p><p>pode não ser preciso interromper o uso da pastagem mas,</p><p>quando isso é necessário, o período é relativamente curto (em</p><p>torno de 30 dias).</p><p> Renovação</p><p>Correção da fertilidade do solo</p><p>Replantio da forrageira com mudança ou não da espécie.</p><p>Custo, em média, até três vezes maior do que o da recuperação</p><p>direta.</p><p>o uso da área tem que ser interrompido por cerca de 90 dias,</p><p>tempo necessário para formar a nova pastagem.</p><p> https://www.youtube.com/watch?v=SyWkDJ</p><p>nAv2k</p><p>Formação de pastagem</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=SyWkDJnAv2k</p><p>https://www.youtube.com/watch?v=SyWkDJnAv2k</p>

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