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Aula_05_Nematoda

Material sobre a Classe Nematoda: morfologia, estágios larvários e ciclo de vida; listagem de ordens (ex.: Rhabditida, Enoplida, Oxyurida, Ascaridida, Strongylida, Spiruridas) e famílias; perfis de Strongyloides, Rhabditis e Trichuris, biologia, sinais, tratamento e controle.

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Clara Couto

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<p>CLASSE NEMATODA</p><p>Cecília Braga de Souza Pereira</p><p>Graduação em Medicina Veterinária pela Universidade</p><p>Federal Rural do Rio de Janeiro - UFRRJ</p><p>Residência pela Universidade Federal de Viçosa -UFV</p><p>Mestrado pela Universidade Federal de Viçosa -UFV</p><p>Os nematoides são vermes cilíndricos, com simetria bilateral e de cor clara</p><p>Boca</p><p>Cavidade corporal</p><p>(pseudoceloma)</p><p>Ânus</p><p>Dimorfismo sexual (na maioria)</p><p>Partenogenéticas</p><p>Macho são menores</p><p>Meio de infecção é pela ingestão de L3 (dentro do ovo ou livre)</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Fonte: Parasitologia veterinária - TAYLOR, 2017</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>Foto por Jay Reimer.</p><p>Fonte: https://www.biomedicinapadrao.com.br</p><p>Imagem Eye of Science/Science Source</p><p>Imagem Eye of Science/Science Source</p><p>Imagem: David Scharf/Science Source</p><p>http://www.flickr.com/photos/34542202@N08/5218201316/</p><p>Fonte: Parasitologia veterinária - TAYLOR, 2017</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia veterinária - TAYLOR, 2017</p><p>Ovíparas</p><p>Ovovivíparas</p><p>Vivíparas</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Fonte: Adaptado de KRABBE, E. L. et al. Parasitos intestinais na avicultura: helmintos. 2022.</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia veterinária - TAYLOR, 2017</p><p>As larvas no ambiente são mais ativas</p><p>Dependem de umidade para se locomover e sobreviver</p><p>L1 e L2 se alimentam de microrganismos geralmente</p><p>Em geral L3 retém a cutícula de L2</p><p>Algumas L3 não se alimentam</p><p>Larvas como reserva os lipídios e adultos glicogênio</p><p>Larvas podem sofre hipobiose ou estase do desenvolvimento</p><p>Grande número de ovos</p><p>Ovos com casca e reservas energéticas</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>L2</p><p>L4 e</p><p>Adulto</p><p>Ovos ou</p><p>Larvas</p><p>CICLO DE VIDA</p><p>L1</p><p>L3</p><p>CLASSE NEMATODA</p><p>ORDEM RHABDITIDA</p><p>ORDEM ENOPLIDA</p><p>ORDEM OXYURIDA</p><p>ORDEM ASCARIDIDA</p><p>ORDEM STRONGYLIDA</p><p>ORDEM SPIRURIDA</p><p>S. stercoralis: humanos, cães e gatos</p><p>Strongyloides westeri: equinos</p><p>S. ransomi: suínos</p><p>S. papillosus: ruminantes</p><p>S. ratti: ratos</p><p>Não possuem machos</p><p>ORDEM RHABDITIDA</p><p>FAMÍLIA STRONGYLOIDIDAE</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Strongyloides</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>SUPERFAMÍLIA RHABDITOIDEA</p><p>2 a 3 mm de comprimento</p><p>Esôfago filariforme</p><p>1/4 do corpo</p><p>Boca trilabiada</p><p>Ovos larvados ou larvas (stercoralis)</p><p>Gênero Strongyloides</p><p>MORFOLOGIA</p><p>Fonte: https://www.cdc.gov/dpdx/strongyloidiasis/index.htmlFonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>CICLO DE VIDA</p><p>Fonte: https://www.cdc.gov/dpdx/strongyloidiasis/index.html</p><p>BIOLOGIA</p><p>Intestino delgado</p><p>Animais jovens e fêmeas em lactação</p><p>Larvas suportam 24 a 36h no ambiente</p><p>Período pré-patente: 7 a 15 dias</p><p>Bronquite, pneumonia, diarreia, má absorção,</p><p>desidratação, morte.</p><p>Tratamento: ivermectina, albendazol ou tiabendazol</p><p>Controle:</p><p>Limpeza (24h), ambiente seco, exames (6 meses), isolamento</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Rhabditis strongyloides: cães</p><p>R. bovis: bovinos</p><p>R. freitasi: bovinos</p><p>R. costai: bovinos</p><p>Rhabditis sp.: Humanos</p><p>Não se conhece bem o ciclo</p><p>Fêmeas vivíparas</p><p>Alimenta de matéria orgânica</p><p>Penetra na pele</p><p>Tratamento com ivermectina</p><p>FAMÍLIA RHABDITIDAE</p><p>Gênero Rhabditis</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia veterinária - TAYLOR, 2017Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>BIOLOGIA</p><p>Fonte:Adaptado de BARBOSA, José Diomedes et al. Detecção e tratamento de otite por Rhabditis blumi</p><p>em bovinos da região Norte do Brasil. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 36, n. 07, p. 605-610, 2016.</p><p>Trichuris suis: suínos</p><p>T. vulpis: cães e raposas</p><p>T. campanula: gatos</p><p>T. discolor: bovinos e bubalinos</p><p>T. ovis: ovinos</p><p>T. skrjabini: camelos, ruminantes, cervos e gazelas</p><p>T. trichiura: humanos e primatas</p><p>T. muris: roedores</p><p>ORDEM ENOPLIDA</p><p>FAMÍLIA TRICHURIDAE</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Trichuris</p><p>SUPERFAMÍLIA TRICHINELLOIDEA</p><p>SUBFAMÍLIA TRICHURINAE</p><p>2 a 7 cm de comprimento</p><p>Esôfago com duas porções</p><p>Fêmeas são ovíparas</p><p>Boca trilabiada</p><p>Ovos bioperculados, forma de</p><p>barril e castanhos</p><p>Gênero Trichuris</p><p>MORFOLOGIA</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>OVOS</p><p>LARVADOS</p><p>L1</p><p>ADULTO</p><p>3 A 4 MESES</p><p>OVOS</p><p>CICLO DE VIDA</p><p>30 DIAS INGERIDOS</p><p>L2 A</p><p>ADULTO</p><p>L1 MIGRA</p><p>ELIMINAÇÃO</p><p>DE OVOS</p><p>NAS FEZES</p><p>Gênero Trichuris</p><p>Gênero Trichuris</p><p>Fonte: https://www.cdc.gov/dpdx/trichuriasis/index.html</p><p>BIOLOGIA</p><p>Ceco e intestino grosso</p><p>Animais jovens</p><p>Ovos larvados com L1</p><p>Período pré-patente: 2 a 3 meses</p><p>Adultos ou L5: 2 mil a 5 mil ovos/dia</p><p>Ovos podem permanecer viáveis por até 6 anos</p><p>Diarreia com sangue, má absorção, desidratação, prolapso retal, infecção</p><p>secundária</p><p>Tratamento: ivermectina e benzimidazóis</p><p>Controle:</p><p>Limpeza</p><p>Ambiente seco/arejado</p><p>Gênero Trichuris</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Capillaria plica: cães, gatos e raposas; rim e bexiga</p><p>C. feliscati: gatos; rim e bexiga</p><p>C. bovis: bovinos; intestino delgado</p><p>C. hepatica: cães, gatos, humanos e roedores; fígado</p><p>C. annulata: galinhas e perus; esôfago e inglúvio (papo)</p><p>C. caudinflata: galinhas e perus; intestino delgado</p><p>C. obsignata: galinhas, perus e pombos; intestino delgado</p><p>C. aerophila: cães, gatos e raposas; traqueia, brônquios e vias nasais</p><p>ORDEM ENOPLIDA</p><p>SUBFAMÍLIA CAPILLARINAE</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Capillaria</p><p>FAMÍLIA TRICHURIDAE</p><p>1 a 5 cm de comprimento e finos</p><p>Esôfago é muito longo, ocupa 1/2</p><p>do comprimento</p><p>Fêmeas são ovíparas</p><p>Ovos bioperculados, forma de</p><p>barril e castanhos. (Discreta</p><p>curvatura)</p><p>Gênero Capillaria</p><p>MORFOLOGIA</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Fonte: MIN, Byoung-Hoon et al. Ultrastructure of Capillaria hepatica (Syn. Calodium</p><p>hepatica) isolated from the liver of mouse infected with artificially embryonated eggs collected</p><p>from house rats (Rattus norvegicus). Applied Microscopy, v. 43, n. 4, p. 146-154, 2013.</p><p>OVOS</p><p>LARVADOS</p><p>L1</p><p>L2 A L5</p><p>OVOS NÃO LARVADO</p><p>OVOS</p><p>LARVADOS</p><p>L1 MIGRAINGESTÃO</p><p>DOS OVOS</p><p>ECLODEM</p><p>28 A 30 DIAS</p><p>AMBIENTE</p><p>CICLO DE VIDA INGERIDOS</p><p>Gênero Capillaria</p><p>Fonte: https://www.cdc.gov/dpdx/hepaticcapillariasis/index.html</p><p>Gênero Capillaria</p><p>BIOLOGIA</p><p>Ovos não embrionado</p><p>Período pré-patente: 3 a 6 semanas</p><p>Embriogênese 6 semanas e 5 meses</p><p>Inflamação intestinal, cirrose hepática, descarga nasal, bronquite e pneumonia</p><p>Tratamento: ivermectina e benzimidazóis</p><p>Controle:</p><p>Limpeza</p><p>Comedouros e bebedouros limpos</p><p>Ambiente seco/arejado</p><p>Evitar predação</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Capillaria</p><p>Humanos, suínos e ratos</p><p>ORDEM ENOPLIDA</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Trichinella</p><p>FAMÍLIA TRICHINELLIDAE</p><p>Trichinella spiralis</p><p>1 a 3 mm de comprimento e espessados na parte</p><p>posterior</p><p>Larva de forma espiralada em cistos no interior do</p><p>músculo</p><p>Fêmeas são larvíparas</p><p>MORFOLOGIA</p><p>Fonte: https://www.cdc.gov/dpdx/trichinellosis/index.html</p><p>L2 A ADULTOS</p><p>OVOS</p><p>LARVADOS</p><p>L1</p><p>LARVAS (L1)</p><p>2 A 4 DIASINGESTÃO</p><p>DAS LARVAS</p><p>AMBIENTE</p><p>CICLO DE VIDA INGERIDOS</p><p>Trichinella spiralis</p><p>L1</p><p>Fonte: https://www.cdc.gov/dpdx/trichinellosis/index.html</p><p>Gênero Trichinella</p><p>Trichinella spiralis</p><p>BIOLOGIA</p><p>Os adultos: intestino delgado</p><p>Larvas encistadas: músculos diafragmáticos, intercostais e masseter</p><p>Não tem no Brasil</p><p>Adultos vivem 4 semanas</p><p>500 larvas/fêmea</p><p>Miosite, miocardite e eosinofilia</p><p>Tratamento: benzimidazóis</p><p>Controle:</p><p>Cozimento (60 ºC)</p><p>Congelamento (–15°C por 20 dias)</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Trichinella</p><p>Trichinella spiralis</p><p>HD: humanos, carnívoros (cães), herbívoros</p><p>HI: Anelídeos, rãs e peixes</p><p>SUBORDEM DIOCTOPHYMINA</p><p>Fonte:</p><p>Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Dioctophyme</p><p>Dioctophyme renale</p><p>Cor vermelha</p><p>Fêmeas: 1 cm de diâmetro e 1 m de comprimento</p><p>Machos: 40 cm de comprimento, bolsa copuladora</p><p>e 1 espículo</p><p>Ovos bioperculados de casca grossa e enrugada</p><p>MORFOLOGIA</p><p>FAMÍLIA DIOCTOPHYMATIDAE</p><p>SUPERFAMÍLIA DIOCTOPHYMATOIDEA</p><p>SUBFAMÍLIA DIOCTOPHYMATINAE</p><p>Fonte: FLÓREZ, 2018</p><p>Fonte: CDC</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Fonte: Adaptado de https://www.cdc.gov/dpdx/dioctophymiasis/index.html</p><p>Dioctophyme renale</p><p>35 DIAS</p><p>100 DIAS</p><p>L1</p><p>L2 E L3</p><p>H. PARATÊNICO L3</p><p>L3</p><p>L4 e Adulto</p><p>L3</p><p>Fonte: SILVEIRA, Caroline S. et al. Dioctophyma renale em 28 cães: aspectos clinicopatológicos e ultrassonográficos. Pesquisa Veterinária Brasileira, v. 35, n. 11, p. 899-905, 2015.</p><p>Dioctophyme renale</p><p>Os adultos: Rim e cavidade abdominal, pleura, no tecido subcutâneo, na próstata, na</p><p>bexiga, no ureter, na uretra, no fígado e no estômago</p><p>Ovos na urina</p><p>Insuficiência renal, peritonite e morte</p><p>Tratamento: Cirurgia</p><p>Controle:</p><p>Evitar a ingestão de carne crua</p><p>ou mal cozida</p><p>Controle de qualidade da carne</p><p>BIOLOGIA</p><p>Dioctophyme renale</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Boca trilabiada</p><p>Esôfago com bulbo posterior bem desenvolvido</p><p>Parte anterior mais grossa</p><p>Fêmeas têm 4 a 15 cm, brancas ou acinzentadas, cauda longa e fina (3x o corpo)</p><p>Machos 0,9 a 1,2 cm, com um espículo e asa caudal com dois pares de papilas grandes</p><p>Ovos com 1 opérculo</p><p>ORDEM OXYURIDA</p><p>FAMÍLIA OXYURIDAE</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Oxyuris</p><p>SUPERFAMÍLIA OXYUROIDEA</p><p>Oxyuris equi</p><p>Gênero Oxyuris</p><p>Oxyuris equi</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Oxyuris equi</p><p>L3</p><p>Adulto</p><p>CICLO DE VIDA</p><p>L3</p><p>L2 A</p><p>ADULTO</p><p>3 a 5 dias</p><p>BIOLOGIA</p><p>Os adultos: Intestino grosso (se alimentam da mucosa)</p><p>Fêmeas adultas migram até o ânus, onde deposita os ovos na região perianal com</p><p>uma substância cimentante</p><p>Inflamação intestinal (enterite), diarreia</p><p>Os ovos e a substância cimentante são irritantes e provocam prurido intenso</p><p>Período pré-patente: 4 a 5 meses</p><p>Fita adesiva e lâmina</p><p>Tratamento: benzimidazóis e ivermectinas</p><p>Controle: Limpeza ambiental, limpeza local.</p><p>Não é zoonose</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Oxyuris</p><p>Oxyuris equi</p><p>Boca trilabiada</p><p>Esôfago com bulbo posterior</p><p>Fêmea com vulva no meio do corpo; ovípara</p><p>Os machos apresentam dois espículos de</p><p>tamanhos diferentes, uma ventosa pré-cloacal</p><p>e asa caudal na extremidade posterior</p><p>Ovos são ovais, com membrana dupla</p><p>ORDEM ASCARIDIDA</p><p>FAMÍLIA HETERAKIDAE</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Heterakis</p><p>SUPERFAMÍLIA HETERAKOIDEA</p><p>Heterakis gallinarum</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Fonte: https://parasitology.cvm.ncsu.edu/life_cycles/nematodes/ascarids/heterakis.html</p><p>BIOLOGIA</p><p>Definitivos: Galinha, peru, pavão, pato, ganso e outras</p><p>Paratênico: minhoca</p><p>Cecos</p><p>Período pré-patente: 4 semanas</p><p>Histomonas meleagridis</p><p>Não é zoonose</p><p>Tratamento: Mebendazol</p><p>Controle:</p><p>Limpeza</p><p>Comedouros e bebedouros limpos e altos</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Heterakis gallinarum</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina</p><p>veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Boca trilabiada</p><p>Esôfago claviforme</p><p>Os machos apresentam dois espículos de</p><p>mesmo tamanho, uma ventosa pré-cloacal e</p><p>papilas</p><p>Ovos são ovais, com membrana dupla</p><p>FAMÍLIA ASCARIDIIDAE</p><p>Fonte: Adaptado Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Ascaridia</p><p>Fonte: Adaptado de Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Fonte: BAUTISTA-VANEGAS, A. L.; ESTEBAN-MENDOZA, M. V.; CALA-DELGADO, D. L. Ascaridia galli: A report of erratic migration in eggs for human</p><p>consumption in Bucaramanga, Colombia-case report. Arquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 75, n. 01, p. 122-126, 2023.</p><p>Gênero Ascaridia</p><p>BIOLOGIA</p><p>Ascaridia galli: galinha, peru, pato, faisão e outras aves</p><p>A. columbae: pombo</p><p>Intestino delgado</p><p>Obstrução intestinal e morte</p><p>Não é zoonose</p><p>Tratamento: Mebendazol</p><p>Controle:</p><p>Limpeza</p><p>Comedouros e bebedouros limpos e altos</p><p>Fonte: Parasitologia na medicina veterinária - MONTEIRO, 2017</p><p>Gênero Ascaridia</p><p>Bibliografia</p><p>E-mail para contato:</p><p>CECILIA.PEREIRA@professores.estacio.br</p><p>MONTEIRO, Silvia Gonzalez. Parasitologia na Medicina</p><p>Veterinária. 2ª Ed. Rio de Janeiro: Roca, 2017.</p><p>TAYLOR, M. A.; COOPER, R. L.; WALL, R. L. Parasitologia</p><p>Veterinária. 4ª Ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan,</p><p>2017.</p><p>REY, Luís. Bases da Parasitologia Médica. 3ª Ed. Rio de</p><p>Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.</p><p>COURA, José Rodrigues. Dinâmica das Doenças</p><p>Infecciosas e Parasitárias. 2ª Ed. Rio de Janeiro:</p><p>Guanabara Koogan, 2018. Vol II.</p><p>FERREIRA, Marcelo Urbano. Parasitologia</p><p>Contemporânea. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,</p><p>2017.</p><p>FIGUEIREDO, Beatriz Brener. Parasitologia. São Paulo:</p><p>Pearson Education do Brasil, 2015.</p><p>FREITAS, Elisangela Oliveira de; GONÇALVES, Thayanne</p><p>Oliveira de Freitas. Imunologia, parasitologia e</p><p>hematologia aplicadas à biotecnologia. São Paulo:</p><p>Erica, 2015.</p><p>ROCHA, Arnaldo. Parasitologia. São Paulo: Rideel, 2013.</p><p>FLÓREZ, Ángel A.; RUSSO, James; URIBE, Nelson. First report of</p><p>Dioctophyma renale (Nematoda, Dioctophymatidae) in</p><p>Colombia. Biomédica, v. 38, p. 13-18, 2018.</p>

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