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<p>S Formação da blástula e da gástrula As primeiras clivagens de ovos oligolécitos e heterolécitos formam aglomerados compactos, com algumas dezenas de células. Esse estágio do desenvolvimento é conhecido como mórula (do latim morula, amora), pelo fato de o embrião apre- sentar forma semelhante à de uma amora micros- cópica (ver figura 9.5). Em determinado momento, no interior do aglomerado celular começa a surgir uma cavidade cheia de líquido, a blastocela. Nessa fase, o em- brião deixa de ser chamado de mórula e passa a ser chamado de blástula. Nos ovos telolécitos, a blástula consiste em uma diminuta calota de células na superfície da gema, blastodisco, originado a partir do disco germinativo A blastocela, nesse caso, é uma cavidade achatada er tre o blastodisco e a massa de vitelo imediatamen abaixo dele. (Fig. 9.7)</p><p>A etapa seguinte do desenvolvimento embrioná- rio é a transformação da blástula em a gas- trulação. Nesse processo, as células passam por gran- des rearranjos, originando uma estrutura totalmente remodelada, a gástrula, em que se define o plano corporal do futuro animal. As células que darão ori- gem aos músculos e aos órgãos internos migram para o interior do embrião, enquanto células que originarão a pele e o sistema nervoso ficam na superfície. A migração de células para dentro do embrião faz com que a blastocela desapareça, surgindo uma nova cavidade, o arquêntero, ou gastrocela (do grego gas- tros, estômago, e cela, cavidade). termo arquêntero (do grego archeos, primitivo, e enteron, intestino) indi- ca que essa cavidade embrionária é o esboço do tubo digestório do futuro organismo. (Fig. 9.8) arquêntero comunica-se com o meio externo da gástrula por uma abertura denominada blastópo- ro. Nos vertebrados e demais cordados, assim como nos equinodermos, o blastóporo dá origem ao ânus; a boca forma-se posteriormente, no lado oposto. Esses animais são, por isso, chamados de deuterostômios (do grego deuteros, segundo, posterior, e stoma, boca). Nos outros animais (nematódeos, moluscos, anelídeos e artrópodes), o blastóporo origina a boca, e o ânus</p><p>aparece posteriormente no decorrer do desenvolvi. mento embrionário. Esses animais são, por isso, mados de protostômios (do grego protos, primeiro, e stoma, boca). Folhetos germinativos plano de organização corporal dos animais esboça-se no estágio de gástrula. Até essa fase do de- senvolvimento, as células do embrião são muito se- melhantes entre si e têm capacidade de se diferenciar em qualquer tipo celular, sendo por isso denominadas células totipotentes. No estágio de gástrula, as células totipotentes da blástula iniciam a diferenciação em conjuntos celu- lares denominados folhetos germinativos, assim cha- mados por serem lâminas de células e por gerarem, futuramente, todos os tecidos do corpo. Na maioria dos grupos animais, formam-se três folhetos germina- tivos: ectoderma, mesoderma e endoderma. Ectoderma (do grego ecto, fora) é o mais externo, que reveste o ele origina a pi derme (camada externa da pele) e estruturas das a ela: pelos, unhas, garras, glândulas sebáce glândulas sudoríparas. ectoderma origina, tamb o sistema nervoso.</p><p>Endoderma (do grego endo, dentro) é o folheto Além de originar o revestimento interno germinativo mais interno, que delimita a cavidade do tubo digestório, o endoderma forma as estruturas glandulares do associadas à digestão: glândulas salivares, glandulas mucosas, pâncreas, fígado e glândulas esto- macais. Esse folheto também origina o sistema respira- tório, representado pelas brânquias ou Mesoderma (do grego meso, meio) é o folhe- to germinativo que se localiza entre o ectoderma e 0 endoderma; ele origina músculos, ossos, sistema cardiovascular (coração, vasos sanguíneos e sangue), sistema urinário (rins, bexiga e vias urinárias) e sistema genital, para citar alguns órgãos importantes. Poríferos, ou esponjas, são os únicos animais sem folhetos germinativos nem tecidos diferenciados. Cnidá- rios (águas-vivas, anêmonas e corais) são os únicos que apresentam apenas dois folhetos germinativos (ectoder- ma e endoderma), sendo por isso chamados de diblás- ticos. Todos os outros animais apresentam três folhetos germinativos, sendo por isso denominados triblásticos.</p><p>Fase de nêurula Formação do tubo nervoso A formação do tubo nervoso tem início do mesoderma dorsal e do endoderma quando liberam que induzem as células ma delas a se diferenciar. o ectoderma dorsal adquire aci- aspecto de uma achatada, a placa o placa ectodérmicas processo progride ao longo do eixo ântero-posterior do embrião, e a placa neural vai se desenvolvendo em direção à extremidade posterior do À medida que se desenvolve, a placa neural for- ma um sulco central longitudinal, assumindo progres- sivamente o aspecto de uma calha ao longo do dorso do embrião. o sulco se aprofunda e as bordas laterais da placa neural tocam-se e fundem-se, isolando um tubo de células ao longo do dorso do embrião, o tubo neural, ou tubo Sobre ele, revestimento ectodérmico dorsal regenera-se. A região anterior do tubo nervoso dilata-se e origina o encéfalo. o restante do tubo dá origem à medula espinhal. A partir da placa neural formam-se também certos gânglios nervosos e certos tipos de células, como os oligodendrócitos do tecido nervoso e os melanócitos da pele, entre outros. o estágio de desenvolvimento embrionário em que ocorre a forma- ção do tubo nervoso é denominado nêurula (do gre- go neuron, nervo). (Fig. 9.9, na página seguinte) Formação da notocorda Ao mesmo tempo em que o tubo nervoso está se diferenciando, embaixo dele um conjunto de células do mesoderma isola-se e forma um bastão consisten- te, a notocorda (do grego notos, dorso, costas), ou corda dorsal. Além de dar suporte ao tubo nervoso e ajudar a definir o eixo corporal, descobriu-se que a</p><p>Desenvolvimento do mesoderma Enquanto o tubo nervoso se forma, mesoder- ma desenvolve-se e preenche todos os espaços entre o ectoderma e o endoderma. Costuma-se caracterizar o mesoderma, de acordo com sua localização no em- brião, em: epímero, mesômero e hipômero. Epímero (do grego epi, acima, superior, aqui no sentido de dorso), ou mesoderma dorsal, é o que se localiza no dorso do embrião, dos lados do tubo ner- voso e da notocorda. Ao longo do desenvolvimento, ele se segmenta em blocos transversais denominados somitos. A segmentação transversal do epímero de- termina a formação das vértebras, dos nervos e dos músculos estriados esqueléticos ao longo do corpo. Mesômero, ou mesoderma intermediário, é o mesoderma que se localiza nas laterais do embrião. É dessa parte do mesoderma que se origina o sistema urogenital embrionário, constituído pelos rins, pela parcela não-germinativa das e por seus res- pectivos ductos. Hipômero, ou mesoderma ventral, é o que se localiza na região ventral do embrião. Ao longo do de- senvolvimento, o hipômero separa-se em duas lâminas de células, uma mais externa (somatopleura), em con- tato com o ectoderma, e outra mais interna (esplancno- pleura), em contato com o endoderma; o espaço entre elas é denominado celoma. A partir do estágio de nêurula, os folhetos ger- minativos começam a originar diferentes tecidos, que se agrupam para formar órgãos e demais estruturas que o animal irá apresentar quando adulto.</p><p>FORMAÇÃO DA NEURULA AO ANFIOXO Placa neural Ectoderma Crista neural Mesentoderma Arquêntero Sulco neural (corte transversal) Ectoderma Mesoderma Endoderma Arquêntero Tubo nervoso Turbo nervoso Ectoderma Mesoderma Notocorda Mesoderma intermediário em formação (mesômero) Celoma Mesoderma dorsal (epimero) Arquêntero Notocorda Endoderma Esplancnopleura Mesoderma Arquêntero Somatopleura ventral Celoma (hipômero) Endoderma (corte tranversal)</p><p>21.4 GRAVIDEZ E PARTO Fecundação e nidação A fecundação ocorre no terço inicial da tuba ute- rina e, em geral, nas primeiras 24 horas após a ovula- ção. Ao se deslocar pelo oviduto, em direção ao útero, o zigoto passa pelas primeiras clivagens, originando uma massa compacta de células, a mórula. Esta che- ga ao útero cerca de 3 dias após a concepção. Capítulo 21 Reprodução humana 565</p><p>embrião continua a se desenvolver e, por vol- ta do dia após a concepção, no estágio de blasto- cisto, ele se implanta na mucosa uterina, fenômeno chamado de nidação. Com isso inicia-se a gravidez, ou gestação, que se encerra com o parto, cerca de nove meses mais tarde. (Fig. 21.6)</p><p>Zona Pronúcleo pelúcida Blastômeros masculino Glóbulos Mórula Clivagens Pronúcleo Fecundação feminino Embrioblasto Zona pelúcida Tuba uterina Ovulação Zona pelúcida sendo digerida Endométrio Blastocisto Nidação OVÓCITO Células Futura foliculares SECUNDÁRIO Útero cavidade Ovário ovarianas ("OVULO") amniótica Blastocela Colo Figura 21.6 uterino Trofoblasto Representação esquemática sem escala (cores-fantasia) de Vagina alguns órgãos genitais internos da mulher, mostrando a sequência de desenvolvimento da ovulação à nidação.</p>

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