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<p>Slide 4 1. Surgimento de Roma Fundação: Roma foi fundada em 753 a.C. Organização Social: Patrícios (gentiles): Formavam grupos familiares com unidade política (cúrias). Detinham direitos civis e políticos. Clientes: Eram súditos dos gentiles, podendo ser estrangeiros ou escravos libertos. Deveriam obediência, mas recebiam proteção e assistência. Plebe: Conjunto de pessoas sem organização e sem direitos políticos.</p><p>2. História Política Realeza: Rei: Cargo vitalício, porém eletivo, com poder civil, militar, religioso e judicial (imperium). Comícios curiatos: Assembleia formada pelas cúrias. Senado: Composto por anciãos com cargo vitalício (300 membros), serviam como conselheiros do rei. República: Senado: Vitalício, cuidava de questões externas. Magistrados:</p><p>Ordinários: Cargos permanentes com eleição anual. Extraordinários: Cargos temporários. Requisitos para ser magistrado: Optimo iure (ser cidadão pleno), Cursus honorum (reputação e experiência), Idade mínima. Magistrados Principais: Cônsules: Comandavam o exército e chefiavam a administração pública. Pretores: Administravam a justiça</p><p>(urbanos e peregrinos). Edis: Responsáveis pela segurança, abastecimento, limpeza, trânsito e lazer. Questores: Cuidavam do tesouro público e impostos. Censores (extraordinários): Responsáveis por recenseamento e policiamento dos costumes (regimen morum). Império: Imperador: Poder civil, militar e judiciário. Senado: Competência penal para crimes de Estado. Diminuição dos poderes dos magistrados.</p><p>3. Periodização do Direito Romano Período Arcaico (VIII a a.C.): Caracterizado pelo formalismo e rigidez, com a Lei das XII Tábuas (451-450 a.C.). Período Clássico a III d.C.): Apogeu da cultura romana, com jurisconsultos e pretores exercendo centralização jurídica. Período Pós-Clássico (III a VI d.C.): Vulgarização e positivação do Direito. Destaca-se o Corpus luris Civilis de Justiniano (Codex, Digesto, Institutas e Novelas). 4. Fontes do Direito Romano Costume (mores maiorum).</p><p>Leis e plebiscitos: Lex privatae (direito privado), Lex publica (direito público), Lex rogata (votadas pelos cidadãos), Lex data (decretos de magistrados ou Senado). Plebiscito: Inicialmente só para plebeus, mas tornaram-se universais após a Lei Hortênsia (286 a.C.). Édito dos magistrados (ius honorarium). Constituições imperiais: Edicta: Deliberações gerais,</p><p>Mandata: Administração, Decreta: Jurisdição, Rescripta: Respostas solicitadas ao Imperador. 5. Divisão do Direito Romano Origem: lus civile: Aplicável aos cidadãos romanos. lus gentium: Aplicável a homens livres, incluindo estrangeiros. lus honorarum: Normas de magistrados. lus extraordinarium: Atividades jurisdicionais do Imperador.</p><p>Aplicabilidade: lus cogens: Direito obrigatório, não negociável. lus dispositivum: Direito negociável pelas partes. Sujeito: lus commune: Aplicabilidade geral. lus singulare: Aplicabilidade específica. Privilegium: Aplicabilidade singular. 6. Institutos do Direito Romano (Capacidade Jurídica)</p><p>Status Libertatis: Escravidão: Origem: guerra, sanções penais, nascimento, dívida (até a Lei Licínia Sextia). Libertação (manumissio): Várias formas como por processo judicial (vindicta), testamento ou por carta (epistulam). Status Civitatis: A cidadania romana podia ser adquirida por casamento válido, nascimento de mãe cidadã ou por lei imperial. Status Familiae:</p><p>Sui iuris: Não submetido ao pater familias. Alieni iuris: Submetido ao pater familias. Capitis diminutio: Perda de status, podendo ser: Máxima: Escravidão, Média: Expatriação, Mínima: Emancipação. Este esquema oferece uma visão coesa e detalhada da estrutura social, política e jurídica de Roma antiga, destacando as principais instituições e períodos do Direito Romano.</p>