Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>UNIVERSIDADE FEDERAL DE FORTALEZA</p><p>INSTITUTO DE CULTURA E ARTE</p><p>GRADUAÇÃO DE BACHARELADO EM DANÇA</p><p>VITÓRIA BRISA GONÇALVES NUNES BARBOZA</p><p>CONVERGÊNCIA ENTRE OS VÍDEOS “COST OF LIVING”, “PROIBIDO ELEFANTES” E O TEXTO “A COMPULSÓRIA INCAPACIDADE DE PERCEBER O ÓBVIO”</p><p>FORTALEZA/CE</p><p>2024</p><p>PROJETOS ESTÉTICOS CONTEMPORÂNEOS EM DANÇA</p><p>Atividade 1 apresentada à cadeira de Projetos Estéticos Contemporâneos em Dança no Curso de Bacharelado em Dança do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará, como requisito parcial para a finalização da disciplina.</p><p>Orientador: Francisco Rubens Lopes dos Santos.</p><p>Matrícula: 415019</p><p>Convergência entre os vídeos “Cost of Living - DV8”, “Proibido Elefantes – Cia Gira Dança” e o texto “A Compulsória Incapacidade de Perceber o Óbvio - Alexandre Américo”</p><p>O artigo “A Compulsória Incapacidade de Perceber o Óbvio” de Alexandre Américo expõe, através das citações de vozes referencias da dança, como o enraizamento da hegemonia incapacita boa parte das pessoas de se expressar “fora da caixa”. Por exemplo, as idealizações que vieram de uma perpetuação dos modos de vida dançados do que pode ou não existir em danças, gerando receio de (a)firmar as diversidades fora e dentro do contexto artístico.</p><p>Por falar na perpetuação do que “pode ou não” nas danças, acredito que isso se constrói a partir das vivências pessoais do que é consumido em teatros, redes sociais, televisões e museus, da maneira individual e coletiva de como escolhem fazer dança, seja ela qual for, e o que essas pessoas consideram dança a partir dessas experiências.</p><p>Além disso, acredito que as escolhas do que queremos consumir e do que consumimos culturalmente molda a forma de fazermos e lidarmos com a arte. E o questionamento que fica enquanto artista é quais os valores que são atrelados para fazer com que a dança seja consumida cada vez mais e até que ponto essas escolhas podem limitar a variedade de expressão artística de cada um.</p><p>Um exemplo dessa limitação é a forma como foi e continua sendo definido quais os corpos e quais os “padrões ideais” para cada tipo de arte, cada gênero de dança como a contemplação de corpos magros e alongados para a dança clássica, pessoas sem nenhuma deficiência física ou intelectual.</p><p>E por falar em questões sociais e diversidades, os vídeos “Cost of Living” da companhia DV8 Physical Theatre e “Proibido Elefantes” da Cia Gira Dança também abordam esses temas, mostrando como esse padrão ideal está sendo desconstruído, onde pessoas com deficiências também tem capacidade, espaço e apoio de um fazer artístico potente e ganhando um espaço de admiração e contemplação.</p><p>A vídeo-performance “Proibido Elefantes” da Cia Gira Dança, deixa claro a inclusão dos artistas com deficiência, dando visibilidade ao seu fazer artístico. Ao longo do vídeo vão acontecendo cenas narradas e dançadas intercaladas a cenas apenas dançadas, em uma delas os artistas vão traduzindo palavras e frases com e através da linguagem corporal, explorando a diversidade do tamanho, formato ou jeito de seus corpos.</p><p>Em comparação à “Proibido Elefantes”, a obra “Cost of Living” aborda, por meio do teatro físico e da dança, como a sociedade descredibiliza experiências e desafios de pessoas com deficiência. Essa performance traz coreografias, cenas e questionamentos que (des)constroem as percepções convencionais sobre os corpos e a capacidade deles nos lugares.</p><p>Em síntese, os vídeos e o texto convergem na ideia de nutrir a diversidade, reduzindo o enraizamento hegemônico quem vem perdurando. Dando espaço e visibilidade às diferentes formas dos fazeres artísticos, às expressões e aos diferentes tipos de corpos nas danças</p><p>image1.jpeg</p>

Mais conteúdos dessa disciplina