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<p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Willian Roberto Valicelli Sanitá</p><p>São José do Rio Preto</p><p>TÓPICOS DE ATUAÇÃO</p><p>PROFISSIONAL</p><p>AULA III</p><p>UNIP – UNIVERSIDADE</p><p>PAULISTA</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>2</p><p>Disciplina: Elementos de Máquinas</p><p>Universidade do Estado do Amazonas</p><p>Escola Superior de Tecnologia</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>POSIÇÕES E</p><p>DESCONTINUIDADES</p><p>Prof. Willian Roberto Valicelli Sanitá</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Curvas características do arco elétrico</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Tensão de circuito aberto e tensão de trabalho (circuito</p><p>fechado)</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Porosidade</p><p>É formada pela evolução de gases na parte posterior da solda durante a</p><p>solidificação. Os poros, em sua maioria, têm o formato esférico, embora</p><p>poros alongados possam ser formados (em geral, associados com o</p><p>hidrogênio).</p><p>As principais causas operacionais para a formação de porosidade são:</p><p>• contaminação com sujeiras (óleo,graxa, tinta e etc.);</p><p>• soldagem sobre oxidação na superfície do chanfro;</p><p>• umidade na superfície do chanfro;</p><p>• umidade dos consumíveis (eletrodo revestido);</p><p>• deficiência na atmosfera protetora;</p><p>• danos no revestimento;</p><p>• corrente excessiva;</p><p>• arco muito longo.</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Inclusão de escória</p><p>Trata-se da inclusão de partículas de óxido e de outros sólidos não-</p><p>metálicos, que se encontram retidos no metal de solda ou entre o metal de</p><p>solda e o metal de base. Na soldagem com vários passes, parte da escória</p><p>depositada com um passe pode ser inadequadamente removida, e não ser</p><p>refundida pelo passe seguinte.</p><p>Diversos fatores podem dificultar a remoção da escória, inclusive a</p><p>formação de cordão irregular, ou o uso de chanfro muito fechado.</p><p>A inclusão de escória pode favorecer o surgimento de trincas quando o</p><p>equipamento for submetido à tensão em virtude da pressão de operação..</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP Falta de fusão</p><p>É a ausência de união por fusão entre passes adjacentes, ou entre o metal</p><p>de solda e o metal de base. Af alta de fusão é causada por:</p><p>• aquecimento inadequado do material devido à manipulação imprópria</p><p>do eletrodo por parte do soldador;</p><p>• uso de energia de soldagem muito baixa;</p><p>• soldagem em chanfro muito fechado;</p><p>• falta de limpeza da junta;</p><p>• corrente muito baixa;</p><p>• velocidade de soldagem muito alta.</p><p>Assim como a inclusão de escória, a falta de fusão pode dar origem ao</p><p>aparecimento de trincas em virtude da redução da seção transversal da</p><p>solda submetida a esforços mecânicos.</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP Falta de penetração</p><p>Essa descontinuidade refere-se à falha em fundir e encher completamente a raiz</p><p>da junta. Ela provoca uma diminuição da seção útil da solda. As possíveis</p><p>causas de uma falta de penetração são:</p><p>• manipulação incorreta do eletrodo;</p><p>• projeto inadequado da junta (ângulo do chanfro ou abertura da raiz</p><p>pequenos);</p><p>• escolha de eletrodo com diâmetro muito grande para o chanfro ou raiz;</p><p>• energia baixa de soldagem.</p><p>É possível a existência de juntas projetadas para terem penetração parcial.</p><p>Nesse caso, a falta de penetração não é considerada defeito, desde que mantida</p><p>nos limites especificados.</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Mordedura</p><p>É o termo empregado para descrever reentrâncias agudas, formadas pela ação</p><p>da fonte de calor do arco entre um passe de solda e o metal de base, ou um</p><p>outro passe adjacente. Quando formada na última camada do cordão, a</p><p>mordedura causa redução da espessura da junta - Falta de penetração.</p><p>Mordedura atua como concentrador de tensões. Quando formada no interior</p><p>da solda, pode ocasionar a formação de uma falta de fusão ou inclusão de</p><p>escória.</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>As mordeduras podem ser causadas por:</p><p>• manipulação incorreta do eletrodo;</p><p>• comprimento excessivo do arco;</p><p>• velocidade de soldagem elevada;</p><p>• corrente de soldagem elevada</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Soldagem</p><p>(1G) plana</p><p>(2G) horizontal</p><p>(3G) vertical ascendente ou descendente</p><p>(4G) sobre-cabeça</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>(5G e 6G) para tubos</p><p>(1F, 2F, 3F e 4F) F= filete</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>• Apostila de processos de soldagem,</p><p>universidade federal de itajubá disponível em:</p><p>http://www.ppg.efei.br.</p><p>• ESAB, solda MIG / MAG, agosto de 2004.</p><p>• Modenesi, Paulo. Introdução aos processos</p><p>de soldagem, apostila, universidade federal</p><p>de minas gerais. Disponível em</p><p>http://www.ufmg.br</p><p>http://www.ppg.efei.br/</p><p>IC</p><p>T</p><p>–</p><p>C</p><p>A</p><p>M</p><p>P</p><p>U</p><p>S</p><p>J</p><p>K</p><p>U</p><p>N</p><p>IP</p><p>Muito obrigado</p><p>Slide Number 1</p><p>Slide Number 2</p><p>Slide Number 3</p><p>Slide Number 4</p><p>Slide Number 5</p><p>Slide Number 6</p><p>Slide Number 7</p><p>Slide Number 8</p><p>Slide Number 9</p><p>Slide Number 10</p><p>Slide Number 11</p><p>Slide Number 12</p><p>Slide Number 13</p><p>Slide Number 14</p><p>Slide Number 15</p><p>Slide Number 16</p><p>Slide Number 17</p><p>Slide Number 18</p><p>Slide Number 19</p><p>Slide Number 20</p><p>Slide Number 21</p><p>Slide Number 22</p><p>Slide Number 23</p><p>BIBLIOGRAFIA</p><p>Slide Number 25</p>

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