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<p>Leishmaniose Mucocutânea: A leishmaniose mucocutânea é uma das formas mais graves da leishmaniose, que afeta principalmente a pele e as mucosas, especialmente das regiões do nariz, boca e garganta. A infecção geralmente começa como uma lesão na pele semelhante à da leishmaniose cutânea, mas com o tempo pode progredir, atingindo as mucosas dessas áreas. Sintomatologia: Obstrução nasal: Dificuldade de respirar pelo nariz devido ao inchaço e à inflamação. Sangramento nasal: Episódios frequentes de sangramento. Lesões na boca e garganta: Podem causar dor, dificuldade para falar e engolir. Deformidades faciais: Se não tratada, a doença pode destruir o tecido nasal e da boca, levando a deformidades. Esses sintomas costumam aparecer meses ou anos após a infecção inicial e tendem a ser progressivos. Leishmaniose Visceral: A leishmaniose visceral, também conhecida como calazar (ou KALA-AZAR, palavra de origem indiana que significa FEBRE NEGRA), é a forma mais grave da leishmaniose e pode ser fatal se não for tratada. Sintomatologia: Febre prolongada: Normalmente intermitente, que pode durar semanas ou meses. Perda de peso: Muitas vezes acompanhada por fraqueza e fadiga. Aumento do fígado e baço: Hepatoesplenomegalia, que causa desconforto abdominal. Anemia e palidez: Devido à redução de células sanguíneas. Linfonodos inchados: Em alguns casos, os gânglios linfáticos podem ficar aumentados. Diagnósticos e Tratamentos: O diagnóstico envolve uma série de exames laboratoriais, como sorologia, exame de sangue, ou até análise de aspirados da medula óssea. tratamento inclui medicamentos antiparasitários, como anfotericina B, antimoniais pentavalentes ou miltefosina, de acordo com a necessidade e gravidade da doença.</p>