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<p>Universidade Federal do Pará</p><p>Programa de Pós-Graduação em Odontologia</p><p>FOTOATIVAÇÃO</p><p>Em odontologia restauradora</p><p>Prof. Msc. Bianca Vasconcelos</p><p>Belém</p><p>2024</p><p>COMPÓSITOS QUIMICAMENTE ATIVADOS</p><p>ODONTOLOGIA ADESIVAODONTOLOGIA ADESIVA</p><p>RESINAS COMPOSTAS</p><p>MATERIAIS PROVISÓRIOS</p><p>BARREIRA GENGIVAL</p><p>CIMENTOS</p><p>SISTEMAS ADESIVOS</p><p>“É raro encontrar uma especialidade</p><p>odontológica que não apresente</p><p>algum tipo de tratamento que</p><p>envolva hoje o uso de um material</p><p>fotopolimerizável.”</p><p>(Beolchi, Conceição, 2018)</p><p>“A fotopolimerização é tratada como</p><p>um procedimento simples: o</p><p>material deve ser iluminado por uma</p><p>luz azul, durante um determinado</p><p>período e pronto.”</p><p>(Beolchi, Conceição, 2018)</p><p>CONCEITOS IMPORTANTES:</p><p>POTÊNCIA</p><p>IRRADIÂNCIA</p><p>DENSIDADE DE ENERGIA</p><p>POTÊNCIA</p><p>QUANTIDADE DE ENERGIA EMITIDA PELO FOTOPOLIMERIZADOR AO SER</p><p>ACIONADO.</p><p>INTENSIDADE COM A QUAL O TRABALHO É REALIZADO.</p><p>GRANDEZA DITA EM mW.</p><p>IRRADIÂNCIA</p><p>QUANDO TEMOS A POTÊNCIA NUMA UNIDADE DE ÁREA.</p><p>POTÊNCIA EMITIDA A PARTIR DE UMA SUPERFÍCIE.</p><p>GRANDEZA DITA EM mW/cm2.</p><p>DENSIDADE DE ENERGIA</p><p>QUANTIDADE DE ENERGIA TOTAL PARA POLIMERIZAR O MATERIAL.</p><p>IRRADIÂNCIA versus TEMPO DE AÇÃO.</p><p>GRANDEZA DITA EM J/cm2.</p><p>DENSIDADE DE ENERGIA</p><p>CONCEITO MAIS IMPORTANTE PARA A PRÁTICA CLÍNICA.</p><p>MÉDIA NECESSÁRIA PARA POLIMERIZAR AS RESINAS É DE 16 J/CM2</p><p>400 mW/cm² x 40 s = 16 J/cm²</p><p>800 mW/cm² x 20 s = 16 J/cm²</p><p>1600 mW/cm² x 10 s = 16 J/cm²</p><p>PORQUE A LUZ DO</p><p>FOTOPOLIMERIZADOR É AZUL?</p><p>CANFOROQUINONA</p><p>Fotoiniciador presente na maioria</p><p>dos materiais resinosos.</p><p>Absorve luz na faixa do azul.</p><p>Pico de absorção ocorre em 468</p><p>nm.</p><p>Possui coloração amarelada.</p><p>BAPO</p><p>A CANFOROQUINONA É O</p><p>ÚNICO FOTOINICIADOR</p><p>PRESENTE NOS MATERIAIS</p><p>RESINOSOS?</p><p>BAPO</p><p>468 nm 390-410 nm 360-405 nm400-500 nm</p><p>CONCEITOS IMPORTANTES</p><p>PARA A PRÁTICA CLÍNICA:</p><p>CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO</p><p>TENSÃO OU ESTRESSE DE CONTRAÇÃO</p><p>FATOR DE CONFIGURAÇÃO CAVITÁRIA</p><p>CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO</p><p>É a reação de geleificação na qual o material é transformado de</p><p>uma fase viscosa, para uma fase rígida. Podendo sofrer redução</p><p>de volume de 2 a 3%.</p><p>CONTRAÇÃO DE POLIMERIZAÇÃO</p><p>TENSÃO OU ESTRESSE DE CONTRAÇÃO</p><p>Ocorre quando o processo de contração é obstruído, e o material</p><p>é rígido o suficiente para resistir ao escoamento plástico que</p><p>compensa o volume original. Este mecanismo é responsável por</p><p>muitos problemas com restaurações adesivas na prática clínica.</p><p>TENSÃO OU ESTRESSE DE CONTRAÇÃO</p><p>CONTRAÇÃO DE</p><p>POLIMERIZAÇÃO</p><p>ADESÃO AS</p><p>PAREDES</p><p>TENSÃO OU ESTRESSE DE CONTRAÇÃO</p><p>TENSÃO OU ESTRESSE DE CONTRAÇÃO</p><p>FATOR DE CONFIGURAÇÃO CAVITÁRIA</p><p>O Fator C, é representado pela proporção entre a área de</p><p>superfície aderida e a área de superfície livre de uma restauração</p><p>e exerce grande influência na determinação das tensões geradas</p><p>nas interfaces adesivas.</p><p>FATOR DE CONFIGURAÇÃO CAVITÁRIA</p><p>FATOR C = Nº DE PAREDES ADERIDAS</p><p>Nº DE PAREDES LIVRES</p><p>1</p><p>5</p><p>2</p><p>4</p><p>3</p><p>3</p><p>4</p><p>2</p><p>5</p><p>1</p><p>FATOR DE CONFIGURAÇÃO CAVITÁRIA</p><p>TÉCNICA INCREMENTAL</p><p>VOLUME DE</p><p>RESINA INSERIDO</p><p>TENSÃO DE</p><p>CONTRAÇÃO</p><p>VOLUME DE</p><p>RESINA INSERIDO</p><p>TENSÃO DE</p><p>CONTRAÇÃO</p><p>TIPOS DE FOTO</p><p>POLIMERIZADORES</p><p>LUZ HALÓGENA</p><p>Introduzido na década de 70.</p><p>Luz halógena de quartzo e tungstênio</p><p>fotoiniciavam a canforoquinona.</p><p>Vantagens: baixo custo, pouca</p><p>tecnologia.</p><p>Desvantagens: não era muito eficiente</p><p>(gerava luz com um amplo</p><p>comprimento de onda), gerava muito</p><p>calor.</p><p>LEDs (Diodo emissores de luz)</p><p>São chips fabricados com um</p><p>material semicondutor, que criam</p><p>uma diferença de potencial e a</p><p>emissão de luz funciona sob um</p><p>conceito de mobilidade.</p><p>Os elétrons passam do lado p – n,</p><p>e essa mobilidade dos elétrons</p><p>gera energia luminosa.</p><p>LEDs (Diodo emissores de luz)</p><p>LEDs (Diodo emissores de luz)</p><p>Não geram calor, são</p><p>considerados luz fria.</p><p>Geram um espectro de luz mais</p><p>reduzido.</p><p>São mais leves e portáteis e não</p><p>necessariamente precisam estar</p><p>conectados na tomada.</p><p>LEDs - 1ª GERAÇÃO</p><p>LEDs individuais e múltiplos (até 64 unidades).</p><p>Baixa intensidade de luz (100 a 150 mW/cm2).</p><p>Necessidade de aumento do tempo de</p><p>fotoativação.</p><p>LEDs - 2ª GERAÇÃO</p><p>LEDs individuais de 1W a 5W de potência.</p><p>Intensidade de luz entre 600 a 1500 mW/cm2.</p><p>Menor tempo de fotoativação e maior</p><p>profundidade de polimerização.</p><p>Emitem luz apenas na faixa do azul, compatível</p><p>apenas com a canforoquinona (468 nm).</p><p>LEDs - 3ª GERAÇÃO</p><p>Polywave, multiwave e mutipeak.</p><p>Faixa espectral compatível com a</p><p>canforoquinona e outros fotoiniciadores.</p><p>Emitem luz no comprimento de 375 nm (luz</p><p>violeta) a 510 nm (luz azul).</p><p>LEDs - 3ª GERAÇÃO</p><p>LEDs - 3ª GERAÇÃO</p><p>ARCO DE PLASMA</p><p>Comercializado no início dos anos 2000.</p><p>Dois eletrodos de tungstênio,</p><p>distanciados entre si, contidos em um</p><p>bulbo fluorescente preenchido com</p><p>gás xenônio sob pressão.</p><p>Desvantagens: não era muito eficiente</p><p>(gerava luz com um amplo</p><p>comprimento de onda), gerava muito</p><p>calor, precisava de um filtro apenas</p><p>para a passagem de luz azul.</p><p>LASER DE ARGÔNIO</p><p>Primeira metade dos anos 2000.</p><p>Lâmpadas de alta intensidade que</p><p>emitiam luz em um comprimento de</p><p>onda específicos.</p><p>Não havia necessidade de filtros e</p><p>tinha um curto tempo de fotoativação.</p><p>DICAS CLÍNICAS:</p><p>Escolha um aparelho com uma ponta de bom diâmetro;</p><p>Aparelhos com irradiância de no mínimo 800 mW/cm2;</p><p>A distância da ponta não deve ultrapassar 5 mm;</p><p>O feixe deve estar a 90 graus da superfície;</p><p>Evite distrações;</p><p>DICAS CLÍNICAS:</p><p>Aparelho sempre carregado;</p><p>Ponteiras sempre devem estar em bom estado;</p><p>Proteger o aparelho com plástico filme.</p><p>Slide 1</p><p>Slide 2</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14</p><p>Slide 15</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17</p><p>Slide 18</p><p>Slide 19</p><p>Slide 20</p><p>Slide 21</p><p>Slide 22</p><p>Slide 23</p><p>Slide 24</p><p>Slide 25</p><p>Slide 26</p><p>Slide 27</p><p>Slide 28</p><p>Slide 29</p><p>Slide 30</p><p>Slide 31</p><p>Slide 32</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35</p><p>Slide 36</p><p>Slide 37</p><p>Slide 38</p><p>Slide 39</p><p>Slide 40</p><p>Slide 41</p><p>Slide 42</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44</p>

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