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<p>PROBLEMA 02 – MÚSCULOS</p><p>OSSOS DA PERNA:</p><p>A TÍBIA E A FÍBULA SÃO DOIS OSSOS LONGOS QUE CURSAM PARALELOS UM AO</p><p>OUTRO, FORMANDO A SUSTENTAÇÃO DA PERNA E FORNECENDO PONTOS DE</p><p>INSERÇÃO PARA MUITOS MÚSCULOS.</p><p>Tíbia: o maior e mais medial osso da perna, formando tanto a articulação do joelho</p><p>quanto do tornozelo. Ela facilita a sustentação do peso e os movimentos.</p><p>A TÍBIA, POPULARMENTE CONHECIDA COMO “OSSO DA CANELA”, É O MAIOR E MAIS</p><p>MEDIAL DOS DOIS. VOCÊ PODE PALPAR A BORDA ANTERIOR QUANDO CURSA SEU</p><p>DEDO INFERIORMENTE NO ASPETO ANTERIOR DE SUA PERNA. VOCÊ COM CERTEZA</p><p>TAMBÉM É CAPAZ DE SENTÍ-LA QUANDO BATE EM ALGUMA SUPERFÍCIE POR</p><p>ACIDENTE. A TÍBIA É O OSSO SUPORTADOR DE PESO DA PERNA, E ESTÁ</p><p>DIRETAMENTE ENVOLVIDA NA FORMAÇÃO DAS ARTICULAÇÕES DO JOELHO E DO</p><p>TORNOZELO. ASSIM, ELA FACILITA OS MOVIMENTOS.</p><p>Fíbula: O osso mais delgado e mais lateral da perna, formando somente a articulação</p><p>do tornozelo. Ela facilita o movimento</p><p>A FÍBULA É MENOR, MAIS FINA, E POSICIONADA LATERALMENTE, SE COMPARADA À</p><p>TÍBIA. COMO RESULTADO, ELA NÃO POSSUI NENHUM PAPEL IMPORTANTE NA</p><p>SUSTENTAÇÃO DO PESO. ENTRETANTO, A FUNÇÃO DA FÍBULA É MAIS SUTIL - ELA</p><p>POSSUI UM PAPEL SECUNDÁRIO NA ARTICULAÇÃO DO TORNOZELO, FACILITANDO</p><p>SEU MOVIMENTO, E FORNECENDO O PONTO DE INSERÇÃO PROXIMAL PARA VÁRIOS</p><p>MÚSCULOS. A FÍBULA TAMBÉM SE ARTICULA COM A TÍBIA EM DOIS LOCAIS:</p><p>DISCRETAMENTE DISTAL AO JOELHO (ARTICULAÇÃO TIBIOFIBULAR SUPERIOR) E</p><p>LOGO SUPERIOR AO TORNOZELO (ARTICULAÇÃO TIBIOFIBULAR INFERIOR). ESTAS</p><p>ARTICULAÇÕES SÃO CERCADAS E REFORÇADAS POR FORTES LIGAMENTOS, QUE</p><p>TAMBÉM EVITAM MOVIMENTOS EXCESSIVOS E POTENCIALMENTE DANOSOS. AQUI</p><p>ESTÁ UM DIAGRAMA COM A TÍBIA E A FÍBULA, DESTACANDO OS SEUS PRINCIPAIS</p><p>RELEVOS ÓSSEOS.</p><p>ARTICULAÇÃO DO JOELHO</p><p>OSSOS E TECIDOS MOLES</p><p>As principais partes da articulação do joelho são o fêmur, a tíbia, a patela e os ligamentos</p><p>de suporte. Os côndilos do fêmur e da tíbia ficam próximos para formar a estrutura</p><p>principal da articulação. A patela é um osso sesamóide que encontra-se no interior do</p><p>tendão do quadríceps femoral. Ela possui uma função protetora para o joelho, e facilita o</p><p>movimento ao agir como uma roldana para o músculo quadríceps femoral.</p><p>A articulação do joelho é uma estrutura bastante complexa. Na verdade, ela consiste de</p><p>duas articulações separadas, abrigadas em uma única cápsula articular:</p><p>Articulação tibiofemoral (articulações medial e lateral) -> entre os côndilos femorais</p><p>e tibiais correspondentes</p><p>Articulação patelofemoral -> situada entre a patela e o fêmur</p><p>Já que a articulação do joelho deve demonstrar um equilíbrio perfeito entre força para</p><p>sustentação de peso e flexibilidade para movimentos, ela é reforçada por várias estruturas</p><p>de tecidos moles. A articulação é cercada por vários coxins adiposos (O Coxim</p><p>gorduroso ou gordura de Hoffa é uma espécie de almofada presente dentro do</p><p>joelho. Localizada logo abaixo da patela e atrás do tendão patelar, sua função é,</p><p>basicamente, auxiliar no amortecimento do impacto e da dissipação da energia</p><p>cinética do nosso movimento do dia a dia.) e bursas, que são sacos cheios de líquido</p><p>sinovial que reduzem o atrito causado pelos tendões e músculos conforme eles se movem</p><p>sobre áreas ósseas. A articulação contém dois amortecedores (meniscos), cuja função é</p><p>melhorar a congruência da articulação do joelho.</p><p>Além disso, a articulação do joelho é reforçada por vários ligamentos, como o ligamento</p><p>patelar, os ligamentos colaterais: tibial e fibular (medial e lateral), e o ligamento poplíteo</p><p>oblíquo. Dentro da articulação há ligamentos adicionais para o reforço articular, como o</p><p>ligamento transverso, junto com os ligamentos cruzados anterior e posterior. Estes</p><p>ligamentos intracapsulares do joelho impedem a luxação da articulação, mas podem</p><p>frequentemente ser lesionados em atletas profissionais.</p><p>ARTICULAÇÃO DO JOELHO</p><p>Ossos: tíbia, fíbula, patela</p><p>Articulações:</p><p>Tibiofemoral - > côndilos lateral e medial do fêmur + platôs tibiais da tíbia</p><p>Patelofemoral - > superfície patelar do fêmur + superfície posterior da patela</p><p>Meniscos: lateral, medial</p><p>Ligamentos:</p><p>Ligamentos frontais - estabilizam a patela: ligamento patelar (extensão do músculo</p><p>quadríceps femoral), retináculo (dos vastos medial e lateral)</p><p>Ligamentos medial/lateral - impedem o movimento lateral excessivo: ligamento</p><p>colateral medial (tibial), ligamento colateral lateral (fibular)</p><p>Dorsal - eles impedem extensão excessiva do joelho: ligamento poplíteo oblíquo,</p><p>ligamento poplíteo arqueado</p><p>Cruzados - eles impedem o deslizamento do fêmur sobre a tíbia: ligamento cruzado</p><p>anterior (LCA), ligamento cruzado posterior (LCP)</p><p>Cápsula articular: Cápsula fibrosa com a membrana sinovial interna; músculo poplíteo</p><p>penetra o lado lateral da cápsula</p><p>Bursas: supra patelar, pré-patelar, infra patelar</p><p>MÚSCULOS DA PERNA</p><p>A articulação do joelho propriamente dita é movida por vários músculos, a maioria dos</p><p>quais é parte do COMPARTIMENTO ANTERIOR DA COXA. Estes incluem o</p><p>sartório e os quatro músculos do quadríceps femoral (reto femoral, vastos medial,</p><p>intermédio e lateral), todos estendendo a perna na articulação do joelho. Eles recebem</p><p>inervação através do nervo femoral.</p><p>Os músculos antagonistas das articulações do joelho são chamados de músculos do jarrete</p><p>(músculos isquiotibiais). Eles também são parte da coxa, mas estão localizados no</p><p>compartimento posterior. Estes músculos incluem o bíceps femoral, o semitendíneo e o</p><p>semimembranáceo, todos atuando na flexão da perna na articulação do joelho. Eles</p><p>recebem sua inervação do nervo isquiático.</p><p>Músculos do compartimento anterior da coxa</p><p>Sartório Origem: Espinha ilíaca anterossuperior (EIAS)</p><p>Inserção: Superfície medial da tíbia proximal (através da pata de ganso)</p><p>Função - articulação do quadril: Flexão da coxa, abdução da coxa, rotação externa</p><p>da coxa</p><p>Função - articulação do joelho: Flexão da perna, rotação interna da perna</p><p>Quadriceps</p><p>femoral</p><p>RETO FEMORAL</p><p>Origem: Espinha ilíaca anteroinferior, margem superior do acetábulo</p><p>Função - articulação do quadril: Flexão da coxa</p><p>Função - articulação do joelho: Extensão da perna</p><p>VASTO MEDIAL</p><p>Origem: Linha intertrocantérica do fêmur</p><p>Função - articulação do joelho: Extensão da perna</p><p>VASTO INTERMÉDIO</p><p>Origem: Linha intertrocantérica do fêmur</p><p>Função - articulação do joelho: Extensão da perna</p><p>VASTO LATERAL</p><p>Origem: Superfície anterior da diáfise femoral</p><p>Função - articulação do joelho: Extensão da perna</p><p>Inserção</p><p>Tuberosidade tibial (através do ligamento patelar)</p><p>Inervação Nervo femoral (L2-L4)</p><p>Outro músculo específico, chamado de grácil, auxilia na flexão da articulação do joelho,</p><p>mas também em sua rotação interna. Este músculo é parte do compartimento medial da</p><p>coxa, e recebe inervação do nervo obturatório.</p><p>MÚSCULOS DA PERNA</p><p>A perna é dividida em três compartimentos anatômicos principais, cada um contendo</p><p>um grupo específico de músculos:</p><p>Músculos posteriores da coxa</p><p>SEMIMEMBRANÁCEO</p><p>E SEMITENDÍNEO</p><p>Origem: Impressão medial da tuberosidade isquiática</p><p>Inserção: Côndilo medial da tíbia (semimembranáceo); extremidade proximal da tíbia abaixo do côndilo medial</p><p>da tíbia, através da Pata de Ganso (semitendíneo)</p><p>Inervação: Ramo tibial do nervo ciático (L5-S2)</p><p>Função - articulação do quadril: Extensão da coxa, rotação interna da coxa.</p><p>Função - articulação do joelho: Flexão da perna, rotação interna da perna, estabilização da pelve</p><p>BÍCEPS FEMORAL Origem - Cabeça longa: Impressão medial da tuberosidade isquiática</p><p>Origem - Cabeça curta: Linha áspera do fêmur (lábio lateral), linha supracondilar lateral do fêmur</p><p>Inserção: Cabeça da fíbula</p><p>Inervação - Cabeça longa: Ramo tibial do nervo ciático (L5-S2)</p><p>Inervação - Cabeça curta: Ramo fibular comum do nervo ciático (L5-S2)</p><p>Função - articulação coxofemoral: Extensão da coxa,</p><p>rotação externa da coxa.</p><p>Função - articulação do joelho: Flexão da perna, rotação externa da perna</p><p>Músculo grácil</p><p>Origem Ramo púbico inferior</p><p>Inserção Superfície medial da tíbia proximal (através da pata de ganso)</p><p>Função Articulação do quadril: Flexão da coxa, adução da coxa</p><p>Articulação do joelho: Flexão da perna, rotação interna da perna</p><p> grupo anterior</p><p> grupo lateral</p><p> grupo posterior</p><p>Como o nome sugere, os músculos anteriores da perna se localizam no aspeto anterior da</p><p>perna. Existem quatro músculos neste compartimento: tibial anterior, extensor longo do</p><p>hálux, extensor longo dos dedos e fibular terceiro. Eles recebem inervação através do</p><p>nervo fibular profundo. Suas principais funções são a dorsiflexão, inversão e eversão do</p><p>pé e da articulação do tornozelo. Alguns também são responsáveis pela extensão do hálux.</p><p>MÚSCULOS ANTERIORES DA PERNA</p><p>Tibial anterior Origem: Face lateral da tíbia, membrana interóssea</p><p>Inserção: Osso cuneiforme medial, base do primeiro metatarso</p><p>Inervação: Nervo fibular profundo (L4, L5)</p><p>Função - articulação talocrural: Dorsiflexão do pé</p><p>Função - articulação subtalar: Inversão do pé</p><p>Extensor longo do hálux Origem: Face medial da fíbula, membrana interóssea</p><p>Inserção: Base da falange distal do hálux</p><p>Inervação: Nervo fibular profundo (L5, S1)</p><p>Função - articulações metatarsofalângica e interfalângica do hálux: Extensão do</p><p>hálux</p><p>Função - articulação talocrural: Dorsiflexão do pé</p><p>Extensor longo dos dedos Origem: Metade proximal da face medial da fíbula, côndilo tibial lateral</p><p>Inserção: Falanges médias e distais dos dedos 2-5</p><p>Inervação: Nervo fibular profundo (L5, S1)</p><p>Função - articulações metatarsofalângicas e interfalângicas 2-5: Extensão dos</p><p>dedos</p><p>Função - articulação talocrural: Dorsiflexão do pé</p><p>Função - articulação subtalar: Inversão do pé</p><p>Fibular terceiro Origem: Face anteromedial distal da fíbula</p><p>Inserção: Face posteromedial da base do quinto metatarso</p><p>Inervação: Nervo fibular profundo (L5, S1)</p><p>Função - articulação talocrural: Dorsiflexão do pé</p><p>Função - articulação subtalar: Eversão do pé</p><p>O compartimento lateral da perna é o menor deles, contendo somente dois músculos:</p><p>fibulares longo e curto. Devido à sua trajetória que é complexa conforme envolve o pé,</p><p>suas ações podem não ser tão óbvias. Estes músculos promovem a flexão plantar e a</p><p>eversão do pé ao movimentar a articulação do tornozelo. Eles recebem sua inervação</p><p>através do nervo fibular superficial.</p><p>MÚSCULOS LATERAIS DA PERNA</p><p>Fibular longo Origem: Cabeça da fíbula, dois terços superiores da face lateral da fíbula,</p><p>septo intermuscular</p><p>Inserção: Cuneiforme medial e primeiro metatarso</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Função - articulação subtalar: Eversão do pé</p><p>Função: Suporte ao arco transerso do pé</p><p>Fibular curto Origem: Terço inferior da face lateral da fíbula</p><p>Inserção: Base do quinto metatarso</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Função - articulação subtalar: Eversão do pé</p><p>Inervação Nervo fibular superficial (L5, S1)</p><p>O COMPARTIMENTO POSTERIOR DA PERNA, que é o maior deles. São sete</p><p>músculos no total, separados em duas camadas. Os músculos superficiais são o</p><p>gastrocnêmio, o sóleo e o plantar (que juntos formam o tríceps sural). A camada profunda</p><p>consiste de muitos mais, sendo eles o poplíteo, o tibial posterior, o flexor longo dos dedos</p><p>e o flexor longo do hálux. Como o nome sugere, todos estes músculos cursam no aspeto</p><p>posterior da perna, promovendo flexão plantar da articulação do tornozelo. Alguns deles</p><p>ajudam também na inversão do pé e na flexão dos dedos ao nível das articulações</p><p>metatarsofalângicas. Eles recebem inervação através do nervo tibial.</p><p>MÚSCULOS POSTERIORES DA PERNA</p><p>Gastrocnêmio Origem: Face póstero-lateral do côndilo femoral lateral (cabeça lateral); côndilo</p><p>femoral medial, face poplítea da diáfise femoral (cabeça medial)</p><p>Inserção: Face posterior do calcâneo (através do tendão calcâneo)</p><p>Inervação: Nervo tibial (S1, S2)</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Função - articulação do joelho: Flexão do joelho</p><p>Sóleo Origem: Linha soleal, cabeça da fíbula, borda posterior da fíbula</p><p>Inserção: Face posterior do calcâneo (através do tendão calcâneo)</p><p>Inervação: Nervo tibial (S1, S2)</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Plantar Origem: Linha supracondilar lateral do fêmur, ligamento poplíteo oblíquo do</p><p>joelho</p><p>Inserção: Face posterior do calcâneo (através do tendão calcâneo)</p><p>Inervação: Nervo tibial (S1, S2)</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Função - articulação do joelho: Flexão do joelho</p><p>Poplíteo Origem: Côndilo femoral lateral, corno posterior do menisco lateral do joelho</p><p>Inserção: Face posterior da tíbia proximal</p><p>Inervação: Nervo tibial (L5-S2)</p><p>Função: Desbloqueia a articulação do joelho; estabilização da articulação do</p><p>joelho</p><p>Tibial posterior Origem: Face posterior da tíbia, face posterior da fíbula, membrana interóssea</p><p>Inserção: Tuberosidade do osso navicular, todos os ossos cuneiformes, bases</p><p>dos metacarpos 2-4</p><p>(osso cuboide)</p><p>Inervação: Nervo tibial (L4, L5)</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Função - articulação do subtalar: Inversão do pé</p><p>Flexor longo dos dedos Origem: Face posterior da tíbia</p><p>Inserção: Base das falanges distais dos dedos 2-5</p><p>Inervação: Nervo tibial (S1, S2)</p><p>Função - articulações metatarsofalângicas e interfalângicas 2-5: Flexão do hálux</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Função - articulação subtalar: Inversão do pé</p><p>Flexor longo do hálux Origem: Face posterior da fíbula, membrana interóssea</p><p>Inserção: Base da falange distal do hálux</p><p>Inervação: Nervo tibial (S2, S3)</p><p>Função - articulações metatarsofalângica e interfalângica do hálux: Flexão do hálux</p><p>Função - articulação talocrural: Flexão plantar do pé</p><p>Função - articulação subtalar: Inversão do pé</p><p>Os músculos gastrocnêmio e plantar merecem uma menção especial. Devido às suas</p><p>origens no fêmur, eles também são importantes na flexão da perna ao nível da articulação</p><p>do joelho.</p><p>Grupo anterior: tibial anterior, extensor longo do hálux, extensor longo dos dedos,</p><p>fibular terceiro</p><p>Grupo lateral: fibular longo, fibular curto</p><p>Grupo posterior:</p><p>- Camada superficial: gastrocnêmio, sóleo, plantar</p><p>- Camada profunda: poplíteo, tibial posterior, flexor longo dos dedos, flexor longo do</p><p>hálux</p><p>FISIOLOGIA DA CONTRAÇÃO MUSCULAR</p><p>Menor estrutura funcional do musculo esquelético O SARCÔMERO (compartimento</p><p>onde se organizam as principais proteínas musculares que estão envolvidas no</p><p>movimento de contração musculas: a actina e a miosina)</p><p>No repouso dentro do Sarcômero as duas proteínas não se encostam – não se tocam –</p><p>porém ambas têm uma atração muito forte uma pela outra na Actina tem um local</p><p>chamado de sitio de ligação da miosina com a Actina, porém tem um complexo proteico</p><p>que impede a ligação entre a Actina e a miosina que fica no meio do caminho tampando</p><p>o sitio de ligação entre as proteínas: Troponina e Tropomiosina (COMPLEXO</p><p>TROPONINA TROPOMIOSINA)</p><p>Para que aconteça a contração precisa de uma série de ações para que a contração</p><p>aconteça:</p><p>Para que a contração muscular aconteça a Troponina precisa se ligar a uma molécula de</p><p>cálcio, com isso o COMPLEXO TOPONINA TROPOMIOSINA muda sua</p><p>conformação saindo o caminho e expondo o sitio de ligação entre a Actina e a miosina,</p><p>porém o cálcio pode não estar abundante na célula. O cálcio ele fica armazenado em</p><p>cisternas (reticulo sarcoplasmático) da célula e sua liberação (as saídas dessas cisternas)</p><p>são bloqueadas por proteínas que são sensíveis a voltagem, ou seja, quando essas</p><p>proteínas atingem uma certa voltagem elas mudam sua conformação e permitem a saída</p><p>do cálcio de dentro do reticulo sarcoplasmático para o Sarcoplasma (citoplasma da célula</p><p>muscular), então para que haja Cálcio disponível</p><p>no Sarcoplasma essas proteínas</p><p>precisam primeiro receber um estimulo elétrico e esse estimulo virá do sistema nervoso</p><p>mais especificamente de um neurônio motor. Então o musculo para contrair ele precisa</p><p>primeiro receber um estimulo vindo desse neurônio e esse estimulo se chama potencial</p><p>de ação neuromuscular. Quando esse estimulo (potencial de ação) passa para o musculo</p><p>e chega para as proteínas do reticulo sarcoplasmático, elas mudam sua conformação e</p><p>permitem a saída de cálcio para o Sarcoplasma da fibra muscular, em seguida o cálcio</p><p>fica disponível para se ligar a Troponina e permitir o deslocamento do complexo</p><p>Troponina Tropomiosina e permitir a exposição do sitio de ligação entre a Actina e a</p><p>Miosina. A miosina só vai efetivamente se ligar a Actina se ela estiver preparada para</p><p>isso, ou seja, em um estado energizado. A cabeça da miosina possui uma região especifica</p><p>capaz de realizar a hidrolise do ATP (a quebra da molécula de ATP) e consequentemente</p><p>usa essa energia vindo dessa hidrolise do ATP, ela consegue armazenar essa energia antes</p><p>de se ligar a Actina. A Misosina usa a energia vinda do ATP para mudar a sua</p><p>conformação e fletir sua cabeça e com isso tracionar os filamentos de Actina na direção</p><p>do centro do Sarcômero de modo que os filamentos de Actina deslizem sobre os</p><p>filamentos de miosina permitindo a aproximação da linhas Z e consequentemente o</p><p>encurtamento do Sarcômero, por isso que esse mecanismo é conhecido como mecanismo</p><p>de filamento deslizante, após isso acontecer, outra molécula de ATP se liga a cabeça da</p><p>miosina fazendo com que ela volte a sua conformação original esse ciclo continua</p><p>enquanto houver cálcio disponível no Sarcoplasma.</p><p>ESTAPAS SEQUENCIAIS:</p><p>1. Hidrolise do ATP pela cabeça da Miosina;</p><p>2. Estimulo nervoso fazendo a liberação de Cálcio no Sarcoplama;</p><p>3. Cálcio se liga a Troponina e o complexo Troponina Tropomiosina expõe o sitio</p><p>de ligação entre a Actina e a miosina.</p><p>4. As cabeças da miosina se ligam a então a Actina, mudando sua conformação e</p><p>sua flexão traciona os filamentos de Actina fazendo com que eles deslizem na</p><p>direção do centro do Sarcômero</p><p>5. Uma nova molécula de ATP se liga a cabeça da miosina fazendo com ela volte a</p><p>sua conformação original.</p><p>QUANDO ISSO ACONTECE INÚMERAS VEZES DENTRO DE UM SARCÔMERO</p><p>E MUITOS SARCOMEROS DENTRO DE UM MUSCULO ACONTECE A</p><p>CONTRAÇÃO MUSUCLAR;</p><p>ESSE MECANISMO CONTINUA ENQUANTO HOUVER CALCIO E ATP</p><p>DISPONIVEIS PARA O MUSCULO.</p>

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