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<p>UNIVERSIDADE ANHANGUERA</p><p>SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA</p><p>ENGENHARIA MECÂNICA</p><p>Cidade</p><p>2020</p><p>Cidade</p><p>2020</p><p>Cidade</p><p>Três Lagoas</p><p>2024</p><p>JOSÉ DONIZETI MENEGUIM JUNIOR</p><p>RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Três Lagoas</p><p>2024</p><p>JOSÉ DONIZETI MENEGUIM JUNIOR</p><p>RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA</p><p>FENÔMENOS DE TRANSPORTE</p><p>Relatório de aula prática apresentado à</p><p>Faculdade Anhanguera, como requisito parcial</p><p>à conclusão do Curso de Engenharia</p><p>Mecânica.</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 3</p><p>2 DESENVOLVIMENTO ........................................................................................................... 4</p><p>2.1 ATIVIDADE PRÁTICA 1 - ENSAIO DE VISCOSIDADE - VISCOSÍMETRO DE</p><p>STOKES ................................................................................................................................... 4</p><p>2.4 ATIVIDADE PRÁTICA 4 – TROCADORES DE CALOR ........................................ 25</p><p>3 CONCLUSÃO ........................................................................................................................ 29</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ..................................................................................... 31</p><p>3</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>O presente trabalho relata uma série de quatro atividades práticas realizadas</p><p>no âmbito da disciplina de Fenômenos de Transporte, a partir da utilização do</p><p>Laboratório Algetec. Estas atividades, cuidadosamente planejadas e executadas,</p><p>proporcionaram uma experiência enriquecedora e prática no estudo dos fenômenos</p><p>envolvendo fluidos em movimento e transferência de calor.</p><p>Durante a jornada de aprendizado, exploraram-se conceitos fundamentais</p><p>relacionados à viscosidade, escoamento de fluidos em tubulações e a eficiência de</p><p>trocadores de calor. Cada atividade tinha objetivos específicos que visavam</p><p>desenvolver a compreensão das teorias fundamentais e familiarizar com as práticas</p><p>laboratoriais essenciais na área da engenharia.</p><p>A Atividade 1 concentrou-se na determinação da viscosidade de diferentes</p><p>fluidos, usando o viscosímetro de Stokes para medir os tempos de queda livre das</p><p>esferas metálicas em meios com viscosidades distintas. Esta atividade foi fundamental</p><p>para compreender a relação entre a velocidade de escoamento e as propriedades dos</p><p>fluidos.</p><p>A Atividade 2 explorou os diferentes tipos de escoamento em uma tubulação,</p><p>aplicando o número adimensional de Reynolds. Identificar os escoamentos laminar,</p><p>transição e turbulento e relacioná-los ao número de Reynolds foi um passo crucial</p><p>para entender o comportamento dos fluidos.</p><p>Na Atividade 3, analisou-se o comportamento do escoamento em tubulações</p><p>de diferentes diâmetros e materiais, medindo a perda de carga em cada cenário. Essa</p><p>prática nos permitiu compreender a influência da vazão e do material das tubulações</p><p>na perda de pressão do fluido.</p><p>Finalmente, a Atividade 4 focou na eficiência de trocadores de calor em</p><p>diferentes configurações. Realizamos testes em trocadores de calor de placas, tubos</p><p>concêntricos e casco-tubos, explorando como variáveis como vazão e temperatura</p><p>afetam a eficiência desses dispositivos.</p><p>Ao longo deste trabalho, detalharemos cada atividade, incluindo objetivos,</p><p>procedimentos e resultados obtidos.</p><p>4</p><p>2 DESENVOLVIMENTO</p><p>2.1 ATIVIDADE PRÁTICA 1 - ENSAIO DE VISCOSIDADE - VISCOSÍMETRO DE</p><p>STOKES</p><p>1) Encontrando a Velocidade de Escoamento: a determinação da velocidade</p><p>de escoamento das esferas metálicas requereu diversas medidas de tempo de queda</p><p>entre dois pontos conhecidos. Após o acionamento do cronômetro, moveu-se uma</p><p>das esferas para o tubo que contém água. Foi cronometrado o tempo de queda e</p><p>depois se repetiu esse procedimento mais três vezes. Em seguida, a esfera foi trocada</p><p>e o procedimento foi repetido. O mesmo procedimento foi repetido nas tubulações</p><p>contendo óleo e glicerina. Conforme disponível nas imagens abaixo:</p><p>Figura 1 – realização do experimento - Tubo de água.</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>Figura 2 – realização do experimento - Tubo de óleo 5W20.</p><p>5</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>6</p><p>Diâmetro</p><p>de Percorrida (m) Média (m/s)</p><p>Diâmetro</p><p>de</p><p>Percorrida (m) Média (m/s)</p><p>Diâmetro</p><p>de</p><p>Percorrida (m) Média (m/s)</p><p>DADOS OBTIDOS:</p><p>Com os dados obtidos nos experimentos e os cálculos realizados: média do</p><p>tempo de queda e Velocidade Média (Vm = Distância/Tempo), preenche-se a seguinte</p><p>tabela:</p><p>Tabela 1 – Dados obtidos.</p><p>10 mm 0,57 0,56 0,57 0,58 0,54 0,8 1,45</p><p>8 mm 0,66 0,63 0,64 0,65 0,66 0,8 1,25</p><p>6 mm 0,73 0,71 0,75 0,74 0,73 0,8 1,11</p><p>5 mm 0,77 0,75 0,74 0,76 0,75 0,8 1,07</p><p>10 mm 0,75 0,77 0,76 0,75 0,74 0,8 1,08</p><p>8 mm 0,92 0,90 0,91 0,92 0,90 0,8 0,88</p><p>6 mm 1,22 1,17 1,19 1,19 1,18 0,8 0,67</p><p>5 mm 1,41 1,40 1,42 1,41 1,42 0,8 0,56</p><p>10 mm 2,72 2,77 2,71 2,75 2,74 0,8 0,29</p><p>8 mm 4,05 4,08 4,07 4,06 4,05 0,8 0,19</p><p>6 mm 6,74 6,73 6,72 6,74 6,72 0,8 0,11</p><p>5 mm 9,24 9,18 9,22 9,19 9,20 0,8 0,08</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>2) Determinação da Viscosidade: Para o cálculo da viscosidade dinâmica neste</p><p>experimento, utilizou-se a seguinte equação:</p><p>7</p><p>𝜇 =</p><p>2𝑟 𝑔(𝜌esfera − 𝜌 fluido)</p><p>9 [1 + 2,4 (𝑟/𝑅)]𝑉</p><p>Os dados necessários na equação são apresentados abaixo:</p><p>• 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 (água) é de 1000 kg/m³;</p><p>• 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 (5w20) é de 852 kg/m³</p><p>• 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 (glicerina) é de 1250 kg/m³;</p><p>• 𝜌𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎 é de 7850 kg/m³;</p><p>• 𝑔 é de 9,81 m/s².</p><p>OBS: O valor de R (raio interno do tubo) no caso do laboratório virtual é de 22</p><p>milímetros.</p><p>Utilizou-se também as velocidades de escoamento calculadas anteriormente.</p><p>A seguir, apresenta-se o memorial dos cálculos realizados:</p><p>𝑇𝑢𝑏𝑜 𝑐𝑜𝑚 Á𝑔𝑢𝑎 − 𝐶á𝑙𝑐𝑢𝑙𝑜 𝑑𝑎 𝑉𝑖𝑠𝑐𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐷𝑖𝑛â𝑚𝑖𝑐𝑎</p><p>𝜇 =</p><p>𝜇 =</p><p>𝜇 =</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 10 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,005) . 9,81 . (7850 − 1000)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,005/0,022)] . 1,45</p><p>≈ 0,0314 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 8 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,004) . 9,81 . (7850 − 1000)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,004/0,022)] . 1,25</p><p>≈ 0,0343 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 6 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,003) . 9,81 . (7850 − 1000)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,003/0,022)] . 1,11</p><p>≈ 0,0523 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>8</p><p>𝜇 =</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 5 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,0025) . 9,81 . (7850 − 1000)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,0025/0,022)] . 1,06</p><p>≈ 0,0783 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑇𝑢𝑏𝑜 𝑐𝑜𝑚 Ó𝑙𝑒𝑜 5𝑊20 − 𝐶á𝑙𝑐𝑢𝑙𝑜 𝑑𝑎 𝑉𝑖𝑠𝑐𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐷𝑖𝑛â𝑚𝑖𝑐𝑎</p><p>𝜇 =</p><p>𝜇 =</p><p>𝜇 =</p><p>𝜇 =</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 10 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,005) . 9,81 . (7850 − 852)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,005/0,022)] . 1,08</p><p>≈ 0,1642 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 8 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,004) . 9,81 . (7850 − 852)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,004/0,022)] . 0,88</p><p>≈ 0,2133 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 6 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,003) . 9,81 . (7850 − 852)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,003/0,022)] . 0,67</p><p>≈ 0,3944 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 5 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,0025) . 9,81 . (7850 − 852)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,0025/0,022)] . 0,56</p><p>≈ 0,6102 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑇𝑢𝑏𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝐺𝑙𝑖𝑐𝑒𝑟𝑖𝑛𝑎 − 𝐶á𝑙𝑐𝑢𝑙𝑜 𝑑𝑎 𝑉𝑖𝑠𝑐𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐷𝑖𝑛â𝑚𝑖𝑐𝑎</p><p>𝜇 =</p><p>𝜇 =</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠</p><p>𝑑𝑒 10 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,005) . 9,81 . (7850 − 1250)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,005/0,022)] . 0,29</p><p>≈ 0,80 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 8 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,004) . 9,81 . (7850 − 1250)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,004/0,022)] . 0,19</p><p>≈ 0,84 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>9</p><p>𝜇 =</p><p>𝜇 =</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 6 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,003) . 9,81 . (7850 − 1250)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,003/0,022)] . 0,11</p><p>≈ 0,88 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 5 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>2 . (0,0025) . 9,81 . (7850 − 1250)</p><p>9[1 + 2,4 . (0,0025/0,022)] . 0,08</p><p>≈ 0,87 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>Os valores reais da viscosidade cinemática dos fluidos utilizados neste</p><p>experimento são:</p><p>• A viscosidade cinemática da água é de 9,86 × 10−7 m²/s.</p><p>• A viscosidade cinemática do óleo 5W20 é de 5,05 × 10−5 m²/s.</p><p>• A viscosidade cinemática da glicerina é de 6,61 × 10−4 m²/s.</p><p>Sabendo que o erro relativo percentual pode ser encontrado utilizando a</p><p>seguinte formula:</p><p>𝐸𝑟𝑟𝑜 𝑅𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑜 =</p><p>𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑒𝑥𝑝𝑒𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑎𝑙 − 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑟𝑒𝑎𝑙</p><p>𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑟𝑒𝑎𝑙</p><p>𝑥 100</p><p>Foi realizado o cálculo da viscosidade cinemática e do erro relativo percentual</p><p>para cada viscosidade cinemática encontrada.</p><p>𝜇</p><p>𝑣 =</p><p>𝜌</p><p>Repetiu-se o procedimento de Determinação da Viscosidade para os Fluidos</p><p>óleo e glicerina. A seguir, apresenta-se a segunda parte do memorial dos cálculos</p><p>realizados:</p><p>10</p><p>𝑇𝑢𝑏𝑜 𝑐𝑜𝑚 Á𝑔𝑢𝑎 − 𝑉𝑖𝑠𝑐𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐶𝑖𝑛𝑒𝑚á𝑡𝑖𝑐𝑎:</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 10 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,0314 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1000 𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 3,14. 10-5𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 8 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,0343 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1000 𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 3,43. 10-5𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 6 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,0523 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1000 𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 5,23. 10-5𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 5 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,0783 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1000 𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 7,83. 10-5𝑚2/𝑠</p><p>𝑇𝑢𝑏𝑜 𝑐𝑜𝑚 Ó𝑙𝑒𝑜 5𝑊20 − 𝑉𝑖𝑠𝑐𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐶𝑖𝑛𝑒𝑚á𝑡𝑖𝑐𝑎:</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 10 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,1642 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>852𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 1,92. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 8 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,2133 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>852𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 2,50. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>11</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 6 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,3944 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>852𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 4,62. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 5 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,6102 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>852𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 7,16. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>𝑇𝑢𝑏𝑜 𝑐𝑜𝑚 𝐺𝑙𝑖𝑐𝑒𝑟𝑖𝑛𝑎 − 𝑉𝑖𝑠𝑐𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝐶𝑖𝑛𝑒𝑚á𝑡𝑖𝑐𝑎:</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 10 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,80 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1250𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 6,4. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 8 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,84 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1250𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 6,75. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 6 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,88 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1250𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 7,04. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>𝑃𝑎𝑟𝑎 𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎𝑠 𝑑𝑒 5 𝑚𝑚 𝑑𝑒 𝑑𝑖â𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜:</p><p>0,87 𝑃𝑎. 𝑠</p><p>𝑣 =</p><p>1250𝑘𝑔/𝑚</p><p>= 6,96. 10-4𝑚2/𝑠</p><p>Os valores de viscosidade cinemática encontrados diferem muito dos</p><p>resultados esperados, indicando algum erro nos cálculos ou na realização dos</p><p>experimentos.</p><p>Em sequência, preencheu-se os dados calculados na Tabela 2:</p><p>12</p><p>Fluido: Água</p><p>Tabela 2 – Dados calculados.</p><p>Diâmetro</p><p>da Esfera</p><p>Velocidade</p><p>Média</p><p>(m/s)</p><p>Velocidade</p><p>Corrigida</p><p>(m/s)</p><p>Viscosidade</p><p>Dinâmica</p><p>Viscosidade</p><p>Cinemática</p><p>Erro</p><p>Relativo</p><p>Percentual</p><p>10 mm 1,45 2,24 0,0314 3,14.10-5 ?</p><p>8 mm 1,25 1,79 0,0343 3,43.10-5 ?</p><p>6 mm 1,11 1,47 0,0523 5,23.10-5 ?</p><p>5 mm 1,06 1,34 0,0783 7,83.10-5 ?</p><p>Fluido: ÓLEO 5W20</p><p>Diâmetro Velocidade Velocidade Viscosidade Viscosidade Erro</p><p>da Esfera Média Corrigida Dinâmica Cinemática Relativo</p><p>(m/s) (m/s) Percentual</p><p>10 mm 1,08 1,66 0,1642 1,92.10-4 ?</p><p>8 mm 0,88 1,26 0,2133 2,50.10-4 ?</p><p>6 mm 0,67 0,88 0,3944 4,62.10-4 ?</p><p>5 mm 0,56 0,71 0,6102 7,16.10-4 ?</p><p>Fluido: Glicerina</p><p>Diâmetro Velocidade Velocidade Viscosidade Viscosidade Erro</p><p>da Esfera Média</p><p>(m/s)</p><p>Corrigida</p><p>(m/s)</p><p>Dinâmica Cinemática Relativo</p><p>Percentual</p><p>10 mm 0,29 0,44 0,80 6,4.10-4 ?</p><p>8 mm 0,19 0,27 0,84 6,75.10-4 ?</p><p>6 mm 0,11 0,14 0,88 7,04.10-4 ?</p><p>5 mm 0,08 0,10 0,87 6,96.10-4 ?</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>Por fim, responde-se também aos questionamentos propostos:</p><p>1) Compare os valores encontrados para a viscosidade cinemática de</p><p>forma experimental com o valor da viscosidade cinemática real. Os valores</p><p>encontrados podem ser utilizados para representar a viscosidade cinemática da</p><p>água? Justifique.</p><p>13</p><p>R – Os valores encontrados experimentalmente para a viscosidade cinemática</p><p>dos fluidos no tubo de água foram significativamente diferentes dos valores reais. Os</p><p>valores experimentais obtidos foram todos maiores do que o valor real da viscosidade</p><p>cinemática da água.</p><p>Isso indica que os valores experimentais não podem ser utilizados para</p><p>representar com precisão a viscosidade cinemática da água. A discrepância entre os</p><p>valores reais e experimentais sugere que pode ter havido erros sistemáticos ou</p><p>aleatórios durante o experimento que afetaram as medições.</p><p>Justificação: As discrepâncias podem ter ocorrido devido a vários fatores, como</p><p>erros de medição no tempo de queda, erros na determinação do diâmetro das esferas,</p><p>variações nas condições do ambiente virtual do laboratório, erros de cálculo ou até</p><p>mesmo problemas com o modelo virtual utilizado para simular o experimento.</p><p>Portanto, os valores experimentais não podem ser considerados precisos para</p><p>representar a viscosidade cinemática da água.</p><p>2) Quais são as principais fontes de erros para este experimento?</p><p>R - As principais fontes de erro para este experimento podem incluir:</p><p>- Erros de medição: Pequenos erros ao medir o tempo de queda das esferas</p><p>ou ao determinar o diâmetro das esferas podem afetar significativamente os cálculos</p><p>da viscosidade.</p><p>- Condições do ambiente virtual: Variações nas condições virtuais do</p><p>laboratório, como temperatura e pressão, podem afetar os resultados.</p><p>- Modelo de simulação: O modelo virtual utilizado para simular o experimento</p><p>pode não ser totalmente preciso na representação das condições do mundo real, o</p><p>que pode levar a discrepâncias nos resultados.</p><p>- Erros no equipamento virtual: Qualquer erro no funcionamento do</p><p>equipamento virtual, como o viscosímetro ou a simulação do escoamento das esferas,</p><p>pode afetar os resultados.</p><p>- Erros sistemáticos: Erros sistemáticos que afetam todas as medições de</p><p>forma consistente podem levar a resultados consistentemente diferentes dos valores</p><p>14</p><p>reais.</p><p>2.2 Atividade Prática 2 - Experimento de Reynolds</p><p>1) Verificando o Posicionamento das Válvulas: inicialmente, verificou-se a</p><p>posição das válvulas de acordo com a tabela disponibilizada. As alterações</p><p>necessárias foram feitas com a bancada desligada.</p><p>OBS: o diâmetro interno no tubo de Reynolds é D = 44 mm</p><p>2) Habilitando as Bombas: Posicionou-se a válvula 2c com 40% da sua</p><p>capacidade, habilitaram-se as bombas no painel elétrico e apertou-se o botão de ligar.</p><p>Após observar o fluxo de água no rotâmetro, a válvula 2c completamente foi aberta</p><p>completamente.</p><p>3) Enchendo o Reservatório de Água: o potenciômetro foi ajustado para o</p><p>controle de vazão para que a água entrasse no reservatório. Em seguida, a válvula 13</p><p>foi fechada, assim que se percebeu que o nível de água no reservatório estava</p><p>subindo, a válvula 12 foi fechada após o reservatório encher completamente.</p><p>4) Medindo a Vazão: a medida do volume de água presente no reservatório foi</p><p>feita. As seguintes dimensões foram consideradas: 400 mm de comprimento, 320 mm</p><p>de largura e 474 mm de altura. Inicialmente, se constatou uma medida de 427.</p><p>Logo depois, a válvula 14 foi aberta numa porcentagem escolhida, no caso, de</p><p>33%. O cronômetro também foi aberto e apertou-se o start. Aproximadamente 1</p><p>minuto foi esperado, então a válvula 14 foi fechada e novamente foi medido o volume</p><p>contido no reservatório. Mudando para 192.</p><p>5) Observando o Regime de Escoamento: a válvula 15 foi aberta para que o</p><p>fluido com corante começasse a escoar. Quando se observou o fluxo através da</p><p>pipeta, a válvula 14 foi aberta, controlando a vazão com a mesma porcentagem</p><p>escolhida no passo anterior (33%). Foi necessário esperar o fluxo se estabilizar para</p><p>começar a medição.</p><p>As seguintes imagens demonstram a realização do experimento:</p><p>Figura 4 – realização do experimento.</p><p>15</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>16</p><p>Figura 6 – realização do experimento.</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>Por fim, responde-se também aos questionamentos propostos:</p><p>1) A partir dos dados obtidos no laboratório, determine a vazão do</p><p>sistema.</p><p>R - Volume inicial: 427 litros</p><p>Volume final após abertura da válvula 14: 192 litros</p><p>Volume durante o experimento = Volume inicial - Volume final = 427 litros - 192</p><p>litros = 235 litros</p><p>Tempo = 1 minuto = 60 segundos</p><p>Vazão = Volume / Tempo = 235 litros / 60 segundos ≈ 3,92 litros por segundo</p><p>2) Qual o regime de escoamento observado no experimento?</p><p>17</p><p>R – O regime observado foi o fluxo laminar. Devido a diminuição da pressão</p><p>por causa da diminuição da altura do nível; A diminuição do nível do reservatório irá</p><p>causar uma diminuição da pressão na tubulação, o que provoca a diminuição da vazão</p><p>e, por fim, uma redução de velocidade, deixando o fluxo laminar.</p><p>2.3 Atividade Prática 3 - Perda de Carga Distribuída</p><p>1) Posicionando as Válvulas das Bombas: as válvulas foram posicionadas na</p><p>seguinte posição: válvulas A1 e B2 abertas e válvulas B1 e A2 fechadas.</p><p>2) Posicionando as Válvulas das Linhas: as válvulas correspondentes a linha</p><p>foram configuradas para realizar cada experimento. A prática com foi começada com</p><p>a linha 1 (tubulação de PVC com 32 mm).</p><p>As válvulas foram posicionadas de acordo com as configurações de cada linha</p><p>(Parte Frontal da bancada):</p><p>Linha 1 - Tubo de PVC 32mm</p><p>• Válvulas abertas: C2, V03</p><p>• Válvulas fechadas: V04, V05, V06, V07, V08, V09, V10, V11</p><p>Linha 2 - Tubo de PVC 25mm</p><p>• Válvulas abertas: C2, V04</p><p>• Válvulas fechadas: V03, V05, V06, V07, V08, V09, V10, V11</p><p>Linha 3 - Tubo de Cobre 28mm</p><p>• Válvulas abertas: C2, V05</p><p>• Válvulas fechadas: V03, V04, V06, V07, V08, V09, V10, V11</p><p>Linha 4 - Tubo de Acrílico 25mm</p><p>• Válvulas abertas: C2, V06</p><p>• Válvulas fechadas: V03, V04, V05, V07, V08, V09, V10, V11</p><p>3) Conectando as Mangueiras: as mangueiras de tomada de pressão foram</p><p>18</p><p>conectadas na linha a qual o experimento foi realizado. A distância entre os pontos de</p><p>tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas.</p><p>4) Ligando a Bomba: Mante-se o botão de emergência desativado. A bomba 2</p><p>foi habilitada. O potenciômetro de vazão foi posicionado no centro da sua escala. O</p><p>sistema foi ligado.</p><p>5) Variando a Vazão: a vazão foi variada utilizando o potenciômetro. Anotou-se</p><p>a vazão, bem como a perda de carga correspondente. Foi preciso determinar cinco</p><p>pontos.</p><p>Para realizar a prática em outra linha foi necessário desligar o painel elétrico,</p><p>desabilitar a bomba 2 e desconectar a mangueira. Em seguida, configurou-se a</p><p>bancada para realizar a prática com outra linha, de acordo com as configurações</p><p>acima, e seguindo os demais itens. Depois de determinar os cinco pontos para cada</p><p>linha, ao final da prática, a bomba 2 foi desabilitada, o sistema foi desligado, as</p><p>mangueiras foram desconectadas e as válvulas foram retornadas para a sua posição</p><p>inicial. As seguintes imagens demonstram a realização do experimento:</p><p>Figura 7 – Primeira linha – Tubo de PVC 32 mm.</p><p>19</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>Figura 8 – Segunda linha – tubo de PVC 25mm.</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>20</p><p>Figura 10 – Quarta linha – Tubo de Acrílico 25 mm.</p><p>Rotâme</p><p>tro</p><p>Manôme</p><p>tro</p><p>Rotâme</p><p>tro</p><p>Manôme</p><p>tro</p><p>Rotâme</p><p>tro</p><p>Manôme</p><p>tro</p><p>Rotâme</p><p>tro</p><p>Manôme</p><p>tro</p><p>2100 14 1200 16 2400 34 2400 58</p><p>3100 30 2200 66 700 8 1300 32</p><p>4100 48 2900 106 1400 16 800 16</p><p>4600 56 3600 146 3300 34 4100 196</p><p>1600 8 4400 182 4500 90 1400 34</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>Por fim, responde-se também aos questionamentos propostos:</p><p>21</p><p>1) O cálculo da perda de carga utilizando o DIAGRAMA DE MOODY</p><p>(teórico):</p><p>R – Linha 1 (PVC 32mm):</p><p>V = (2100 LPH / 1000) / (3600 s/hora) = 0,5833 m/s</p><p>Re = (0,5833 * 0,032 m) / (1,003 x 10^-6 m²/s) ≈ 18609,77</p><p>Como Re > 4000, o escoamento é considerado turbulento.</p><p>𝑓 = 0,3164 / 𝑅𝑒^0,25 = 𝑓 = 0,3164 / 18609,77^0,25 = 0,027</p><p>Hc = fLV2/2gD = 0,027x1x(0,5833)2 / 2x9,81x0,032 = 0,014 mca.</p><p>Linha 2 (PVC 25mm):</p><p>V = (1200 LPH / 1000) / (3600 s/hora) = 0,3333 m/s</p><p>Re = (0,3333 * 0,025 m) / (1,003 x 10^-6 m²/s) ≈ 8324,18</p><p>Como Re > 4000, o escoamento é considerado turbulento.</p><p>𝑓 = 0,3164 / 𝑅𝑒^0,25 = 𝑓 = 0,3164 / 8324,18^0,25 = 0,033</p><p>Hc = fLV2/2gD = 0,033x1x(0,3333)2 / 2x9,81x0,025 = 0.00747 mca.</p><p>Linha 3 (Cobre 28mm):</p><p>V =(2400 LPH / 1000) / (3600 s/hora) = 0,6667 m/s</p><p>Re = (0,6667 m/s * 0,028 m) / (1,003 x 10^-6 m²/s) ≈ 18611,76</p><p>Como Re > 4000, o escoamento é considerado turbulento.</p><p>e/D(cobre) = 0,0015mm/28mm = 5,35x10^-5</p><p>𝑓 = 0,3164 / 𝑅𝑒^0,25 = 𝑓 = 0,3164 / 18611,76^0,25 = 0,0279</p><p>Pelo Diagrama de Moody, o 𝑓 é igual a 0,027</p><p>Hc = fLV2/2gD = 0,027x1x(0,6667)2 / 2x9,81x0,028 = 0,0218 mca.</p><p>22</p><p>Linha 4 (Acrílico 25mm)</p><p>V = (2400 LPH / 1000) / (3600 s/hora) = 0,6667 m/s</p><p>Re = (0,6667 * 0,025 m) / (1,003 x 10^-6 m²/s) ≈ 16650,41</p><p>Como Re > 4000, o escoamento é considerado turbulento.</p><p>𝑓 = 0,3164 / 𝑅𝑒^0,25 = 𝑓 = 0,3164 / 16650,41^0,25 = 0,027</p><p>Hc = fLV2/2gD = 0,027x1x(0,6667)2 / 2x9,81x0,025 = 0,024 mca.</p><p>2) O cálculo do desvio relativo em relação às perdas de carga obtidas</p><p>teoricamente e a lida no manômetro U no experimento.</p><p>R – Linha 1 (PVC 32mm):</p><p>Leitura do manômetro experimental: 14 mmCa</p><p>Conversão da leitura para metros de coluna d'água: 14 mmCa = 0,014 mCa</p><p>Desvio Relativo = (0,014-0,014/0,014) x100 = 0%</p><p>Linha 2 (PVC 25mm):</p><p>Leitura do manômetro experimental: 16 mmCa</p><p>Conversão da leitura para metros de coluna d'água: 16 mmCa = 0,016 mCa</p><p>Desvio Relativo = (0,016-0,00747/0,00747) x100 = 114,58%</p><p>Linha 3 (Cobre 28mm):</p><p>Leitura do manômetro experimental: 34 mmCa</p><p>Conversão da leitura para metros de coluna d'água: 34 mmCa = 0,034 mCa</p><p>Desvio Relativo = (0,034-0,0218/0,0218) x100 = 55,74%</p><p>Linha 4 (Acrílico 25mm):</p><p>23</p><p>Leitura do manômetro experimental: 80 mmCa</p><p>Conversão da leitura para metros de coluna d'água: 80 mmCa = 0,080 mCa</p><p>Desvio Relativo = (0,080-0,058/0,058) x100 = 37,93</p><p>3) Quais são as principais fontes de erros para este experimento? A</p><p>discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais? Para os</p><p>cálculos, considere que a distância entre os pontos de tomada de pressão é de</p><p>um metro em qualquer uma das linhas.</p><p>R – As principais fontes de erro para este experimento podem incluir:</p><p>- Erros de medição nos instrumentos, como leitura imprecisa do manômetro e</p><p>rotâmetro.</p><p>- Variações nas propriedades reais do fluido em relação às propriedades</p><p>assumidas na teoria, como viscosidade e densidade. Usar dados mais precisos para</p><p>as propriedades do fluido pode minimizar esse erro.</p><p>- Rugosidade real da superfície interna dos tubos, que pode diferir da</p><p>rugosidade considerada nos cálculos teóricos.</p><p>- Erros na leitura das grandezas, como velocidade</p><p>e pressão, durante o</p><p>experimento.</p><p>- Pequenas variações nas dimensões dos tubos que podem afetar os cálculos</p><p>da perda de carga.</p><p>- Condições não ideais, como perturbações no fluxo, que podem afetar a</p><p>precisão.</p><p>Nas Linhas 1 (PVC 32mm), 3 (Cobre 28mm) e 4 (acrílico 25 mm), os desvios</p><p>relativos são próximos de zero (bem abaixo de 100%), indicando que os valores</p><p>experimentais estão muito próximos dos teóricos, com discrepâncias insignificantes.</p><p>Na Linha 2 (PVC 25mm), o desvio relativo é significativamente alto, indicando</p><p>uma grande discrepância entre os valores teóricos e experimentais. Isso sugere que</p><p>pode haver algum erro no experimento ou nas medições ou nos cálculos.</p><p>24</p><p>Portanto, as principais fontes de erro podem estar relacionadas à precisão das</p><p>medições dos manômetros ou a possíveis variações nas condições experimentais não</p><p>consideradas nos cálculos teóricos. A discrepância é maior nas linhas com diâmetros</p><p>menores (PVC 25mm), o que pode indicar que os efeitos de superfície interna e</p><p>rugosidade podem estar influenciando mais nessas linhas de menor diâmetro.</p><p>4) Qual a influência do diâmetro da tubulação, do material e da vazão na</p><p>perda de carga distribuída?</p><p>R - Diâmetro da Tubulação: A perda de carga distribuída é inversamente</p><p>proporcional ao diâmetro da tubulação. Tubos mais largos (maior diâmetro) resultam</p><p>em menor perda de carga devido ao atrito, enquanto tubos mais estreitos (menor</p><p>diâmetro) têm maior perda de carga.</p><p>Material da Tubulação: A rugosidade da superfície interna da tubulação é</p><p>crítica. Materiais com superfícies internas mais lisas, como PVC e acrílico, tendem a</p><p>ter menor perda de carga devido ao atrito em comparação com materiais mais</p><p>ásperos.</p><p>Vazão: A vazão influencia diretamente a perda de carga. À medida que a vazão</p><p>aumenta, a perda de carga devido ao atrito também aumenta. Isso ocorre porque uma</p><p>vazão mais alta resulta em uma velocidade do fluido mais alta, o que gera mais atrito</p><p>nas paredes do tubo.</p><p>Portanto, esses fatores desempenham papéis cruciais na determinação da</p><p>perda de carga em um sistema de tubulação e devem ser considerados ao projetar</p><p>sistemas de encanamento para atender a requisitos específicos.</p><p>25</p><p>2.4 ATIVIDADE PRÁTICA 4 – TROCADORES DE CALOR</p><p>1) Selecionando e Encaixando o Trocador de Calor: cada um dos trocadores</p><p>de calor foi colocado sobre a bancada e foi conectado aos canos. A prática foi feita</p><p>nesta ordem: trocador de tubos concêntricos, trocador de calor casco tubo e trocador</p><p>de calor do tipo placas, respectivamente. Inicialmente, o trocador de calor do tipo tubos</p><p>concêntricos foi levado para a bancada e o encaixado.</p><p>2) Ligando as Bombas: Energizou-se o painel, o aquecedor foi ligado e se</p><p>esperou a temperatura chegar a 60⁰C. A temperatura foi acompanhada pelos</p><p>indicadores, quando ela chegou a 60⁰C, o aquecedor se desligou automaticamente,</p><p>após isso, as válvulas foram abertas e as bombas foram ligadas. O aquecedor foi</p><p>ligado.</p><p>3) Variando a Vazão: A vazão da bomba dois foi aumentada através do</p><p>potenciômetro que se encontrava no painel e foi observada a variação de temperatura</p><p>nos indicadores. Para uma melhor compreensão, foi também observada a variação</p><p>de temperatura para diferentes vazões.</p><p>4) Por fim, os mesmos procedimentos foram repetidos para o trocador de calor</p><p>casco tubo e para o trocador de calor do tipo placas. As seguintes imagens</p><p>demonstram a realização do experimento:</p><p>Figura 11 – realização do experimento - trocador de calor do tipo tubos concêntricos.</p><p>26</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>Figura 12 – realização do experimento - trocador de calor do tipo tubos concêntricos.</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>27</p><p>Figura 14 – realização do experimento - trocador de calor do tipo placas.</p><p>Fonte: O Autor (2024).</p><p>Por fim, responde-se também aos questionamentos propostos:</p><p>1) Quais as principais vantagens da utilização de trocadores de calor?</p><p>R – As principais vantagens da utilização de trocadores de calor incluem a</p><p>eficiência na transferência de calor entre fluidos, o que ajuda a economizar energia, o</p><p>controle de temperatura em processos industriais, a capacidade de reciclar calor em</p><p>sistemas, a redução de custos operacionais e a manutenção de temperaturas</p><p>adequadas em equipamentos e processos.</p><p>2) Qual tipo de trocador é mais utilizado na indústria de alimentos?</p><p>Justifique.</p><p>R – Na indústria de alimentos, o tipo de trocador de calor mais utilizado é o</p><p>trocador de calor de placas. Isso ocorre devido à sua capacidade de manter a</p><p>qualidade dos produtos alimentícios, evitar contaminações cruzadas entre fluidos, ser</p><p>de fácil limpeza (CIP - Clean-in-Place), além de permitir uma alta taxa de transferência</p><p>de calor.</p><p>28</p><p>3) Quais critérios devem ser levados em consideração ao escolher um tipo</p><p>de trocador de calor?</p><p>R – Ao escolher um tipo de trocador de calor, é importante levar em</p><p>consideração critérios como a natureza dos fluidos envolvidos (corrosivos, viscosos,</p><p>etc.), a temperatura e pressão de operação, a eficiência desejada na transferência de</p><p>calor, a facilidade de manutenção e limpeza, o espaço disponível para instalação, o</p><p>custo inicial e operacional, e as normas regulatórias aplicáveis ao setor.</p><p>4) Qual a influência da vazão na transferência de calor?</p><p>R - A vazão de um fluido influencia diretamente na transferência de calor, pois</p><p>determina a quantidade de fluido que passa pelo trocador de calor em um determinado</p><p>período de tempo. Quanto maior a vazão, maior será a taxa de transferência de calor,</p><p>desde que outros parâmetros, como temperatura e área de superfície de troca térmica,</p><p>permaneçam constantes. Portanto, uma vazão adequada é essencial para garantir</p><p>uma transferência eficiente de calor em um trocador.</p><p>29</p><p>3 CONCLUSÃO</p><p>A conclusão deste portfólio de atividades práticas em Fenômenos de</p><p>Transporte reflete a riqueza da experiência adquirida ao longo dessas quatro</p><p>atividades laboratoriais. Durante esse percurso de aprendizado, mergulhamos</p><p>profundamente nos conceitos fundamentais relacionados a fluidos em movimento e</p><p>transferência de calor, construindo uma base sólida que certamente será valiosa em</p><p>nossa jornada acadêmica e profissional.</p><p>Uma das principais lições aprendidas com essas práticas é a importância da</p><p>correlação entre teoria e prática. As atividades nos proporcionaram a oportunidade de</p><p>aplicar os conceitos aprendidos em sala de aula, verificando sua relevância e eficácia</p><p>na resolução de problemas reais. Isso reforça a ideia de que a teoria e a prática são</p><p>duas faces inseparáveis da engenharia e da ciência, e ambas são igualmente cruciais</p><p>para o nosso crescimento como profissionais.</p><p>Na Atividade 1, compreendemos a viscosidade dos fluidos de forma tangível,</p><p>ao determinar a viscosidade dinâmica por meio do viscosímetro de Stokes. Isso nos</p><p>ensinou a diferenciar a viscosidade dinâmica da viscosidade cinemática e como</p><p>aplicar a lei de Stokes para medir a viscosidade do fluido.</p><p>A Atividade 2 nos levou a uma exploração fascinante do número de Reynolds</p><p>e seu papel na classificação dos tipos de escoamento. A identificação dos</p><p>escoamentos laminar, transição e turbulento nos trouxe uma compreensão mais</p><p>profunda das características únicas de cada regime.</p><p>A Atividade 3 demonstrou a importância da relação entre a vazão e a perda de</p><p>carga em tubulações de diferentes diâmetros e materiais. Aprendemos como o</p><p>número de Reynolds é essencial na descrição desse fenômeno e como a escolha de</p><p>materiais pode influenciar significativamente o desempenho dos sistemas de</p><p>transporte de fluidos.</p><p>Por fim, a Atividade 4 nos apresentou o mundo dos trocadores de calor, onde</p><p>exploramos a influência da vazão e da temperatura na eficiência desses dispositivos.</p><p>Compreendemos como os trocadores de calor desempenham um papel fundamental</p><p>em uma variedade de aplicações</p><p>industriais e a importância de otimizar seu</p><p>funcionamento.</p><p>30</p><p>No geral, essas atividades práticas enriqueceram nossa compreensão dos</p><p>Fenômenos de Transporte, proporcionando um ambiente de aprendizado estimulante</p><p>e desafiador. O conhecimento adquirido e as habilidades desenvolvidas ao longo</p><p>deste processo nos capacitam para enfrentar problemas complexos no campo da</p><p>engenharia, com confiança e expertise.</p><p>Portanto, encerramos este portfólio com a certeza de que as lições e</p><p>experiências aqui compartilhadas nos servirão como uma base sólida em nossa busca</p><p>contínua pelo entendimento dos fenômenos que governam o transporte de fluidos e</p><p>calor, e na aplicação desses conhecimentos para moldar um mundo melhor e mais</p><p>eficiente.</p><p>31</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>ALGETEC. Roteiro de Experimentos: Determinação da Viscosidade de Fluidos.</p><p>ALGETEC. Sumário Teórico: Determinação da Viscosidade de Fluidos.</p><p>ALGETEC. Roteiro de Experimentos: Experimento de Reynolds.</p><p>ALGETEC. Sumário Teórico: Experimento de Reynolds.</p><p>ALGETEC. Roteiro de Experimentos: Perda de Carga Distribuída.</p><p>ALGETEC. Sumário Teórico: Perda de Carga Distribuída.</p><p>ALGETEC. Roteiro de Experimentos: Trocador de Calor.</p><p>ALGETEC. Sumário Teórico: Trocador de Calor.</p>

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