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<p>1</p><p>Universidade Católica de Moçambique</p><p>Instituto de Educação à Distância</p><p>HERBARIO VIRTUAL</p><p>Joaquina Afonso- 708235879</p><p>Licenciatura em ensino de Biologia</p><p>Botânica Sistemática</p><p>2º Ano</p><p>Turma: O</p><p>Nampula, Agosto de 2024</p><p>ii</p><p>Folha de Feedback</p><p>Categorias Indicadores Padrões</p><p>Classificação</p><p>Pontuação</p><p>máxima</p><p>Nota do</p><p>tutor</p><p>Subtotal</p><p>Estrutura</p><p>Aspectos</p><p>organizacionais</p><p>• Capa 0.5</p><p>• Índice 0.5</p><p>• Introdução 0.5</p><p>• Discussão 0.5</p><p>• Conclusão 0.5</p><p>• Bibliografia 0.5</p><p>Conteúdo</p><p>Introdução</p><p>• Contextualização</p><p>(Indicação clara do</p><p>problema)</p><p>1.0</p><p>• Descrição dos</p><p>objectivos</p><p>1.0</p><p>• Metodologia</p><p>adequada ao objecto</p><p>do trabalho</p><p>2.0</p><p>Análise e</p><p>discussão</p><p>• Articulação e</p><p>domínio do discurso</p><p>académico</p><p>(expressão escrita</p><p>cuidada, coerência /</p><p>coesão textual)</p><p>2.0</p><p>• Revisão bibliográfica</p><p>nacional e</p><p>internacionais</p><p>relevantes na área de</p><p>estudo</p><p>2.</p><p>• Exploração dos</p><p>dados</p><p>2.0</p><p>Conclusão</p><p>• Contributos teóricos</p><p>práticos</p><p>2.0</p><p>Aspectos</p><p>gerais</p><p>Formatação</p><p>• Paginação, tipo e</p><p>tamanho de letra,</p><p>paragrafo,</p><p>espaçamento entre</p><p>linhas</p><p>1.0</p><p>Referências</p><p>Bibliográficas</p><p>Normas APA 6ª</p><p>edição em</p><p>citações e</p><p>bibliografia</p><p>• Rigor e coerência das</p><p>citações/referências</p><p>bibliográficas</p><p>4.0</p><p>iii</p><p>Folha para recomendações de melhoria:A ser preenchida pelo tutor</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>______________________________________________________________________________</p><p>iv</p><p>Índice</p><p>1 Introdução ................................................................................................................................ 5</p><p>2 Ojectivos: .................................................................................................................................. 5</p><p>2.1 Objectivo geral: ................................................................................................................. 5</p><p>2.2 Objectivos específicos: ...................................................................................................... 5</p><p>3 Metodologias ........................................................................................................................... 5</p><p>4 Herbário virtual ........................................................................................................................ 6</p><p>4.1 Conceito de herbário virtual ............................................................................................. 6</p><p>4.2 Utilidade dos herbários Virtuais ....................................................................................... 6</p><p>4.2.1 Intra-herbário ............................................................................................................ 6</p><p>4.2.2 Inter- herbário ........................................................................................................... 7</p><p>4.2.3 Extra -herbário ........................................................................................................... 7</p><p>5 Classificação sistemática ......................................................................................................... 8</p><p>Espécies de plantas pteridófitas. ..................................................................................................... 8</p><p>5.1 Bananeira: ......................................................................................................................... 9</p><p>5.1.1 Classificação sistemática da bananeira ..................................................................... 9</p><p>5.2 Papaya ............................................................................................................................. 10</p><p>5.2.1 Classificação assistemática papaya ......................................................................... 10</p><p>5.3 Moringa ........................................................................................................................... 10</p><p>5.3.1 Classificação assistemática ...................................................................................... 11</p><p>5.4 Mangueira ....................................................................................................................... 11</p><p>5.4.1 Classificação sistemática ......................................................................................... 11</p><p>5.5 Feijão bóer ...................................................................................................................... 12</p><p>5.6 Alface .............................................................................................................................. 12</p><p>v</p><p>5.6.1 Classificação sistemática do alface .......................................................................... 12</p><p>5.7 Tamarinho ....................................................................................................................... 13</p><p>5.8 Coqueiro .......................................................................................................................... 13</p><p>5.9 Ateira ............................................................................................................................... 13</p><p>5.10 Piripiri .......................................................................................................................... 14</p><p>5.11 Classificação sistemática ............................................................................................. 14</p><p>6 Conclusão............................................................................................................................... 15</p><p>7 Referências bibliográficas ......................................................................................................</p><p>16</p><p>5</p><p>1 Introdução</p><p>O presente estudo tem como tema: HERBARIO VIRTUAL, antes porem importa conceituar</p><p>que herbário é uma colecção de espécimes vegetais desidratados que, após tratamento adequado,</p><p>são mantidos em instalações apropriadas para conservação e ficam dispostos segundo uma dada</p><p>classificação.Portanto, a pesquisa teve como :</p><p>2 Ojectivos:</p><p>2.1 Objectivo geral:</p><p>❖ Compreender sobre HERBARIO VIRTUAL.</p><p>2.2 Objectivos específicos:</p><p>✓ Conceituar o Herbário;</p><p>✓ Identificar 10 espécies de plantas diferentes;</p><p>✓ Classificar as Identificar 10 espécies de plantas diferentes; e</p><p>✓ Trazer imagens das respectivas plantas.</p><p>3 Metodologias</p><p>A metodologia usada para a realização do trabalho em estudo, foi o método de pesquisa</p><p>bibliográfica e exploratória, cingida através da leitura de livros, Módulos e artigos científicos e</p><p>busca das evidencias no campo, e o estudo foi feito de forma qualitativa através de consulta em</p><p>autores que abordam os conteúdos relacionados com o tema.</p><p>Contudo, o trabalho encontra-se estruturado por uma, introdução, desenvolvimento, conclusão e</p><p>pelas respectivas referências bibliográficas.</p><p>6</p><p>4 Herbário virtual</p><p>4.1 Conceito de herbário virtual</p><p>Segundo Scheleder, Aguiar e Matias (2020), definem Herbário como:</p><p>ʻʻ uma colecção de espécimes vegetais desidratados que, após tratamento</p><p>adequado, são mantidos em instalações apropriadas para conservação e ficam</p><p>dispostos segundo uma dada classificação. Representa um conjunto de plantas de</p><p>uma área geográfica limitada (País, região, estado) ou mesmo a totalidade do</p><p>globo e que servirão como referência e material de pesquisa não apenas para</p><p>estudos taxonómicos, mas também para outras áreas da Ciência que utilizam os</p><p>vegetais como objecto de estudoˮ(pp.9-10).</p><p>Para Hopkins (2005), Um herbário é uma colecção de plantas secas, e “virtual” significa algo que</p><p>existe em forma não material. Juntando os dois termos, um “herbário virtual” deveria ser usado</p><p>para designar uma colecção de imagens de plantas secas, disponibilizada por meios</p><p>eletrónicos.(p.4).</p><p>De fato, o termo herbário virtual está sendo usado principalmente para providenciar informações</p><p>sobre plantas, com ou sem imagens, provenientes do herbário ou não, disponibilizado na internet.</p><p>Devido à associação geralmente de “virtual” com a internet, é importante esclarecer que o</p><p>conceito de herbário virtual não está restrito à internet. Pelo contrário, como uma ferramenta de</p><p>pesquisa e curadoria, muitas das suas funções e utilidades são melhor aproveitadas fora da</p><p>internet.</p><p>4.2 Utilidade dos herbários Virtuais</p><p>Para exemplificar este fato, devem ser considerados os usos e utilidades de virtualização de</p><p>herbários em três cenários: intra, inter e extra.(Hopkins,2005,p.4).</p><p>4.2.1 Intra-herbário</p><p>Segundo Hopkins (2005), Usos intra-herbário serve para a consulta de imagens do próprio</p><p>herbário em terminais loca(p.4).</p><p>Neste caso, os dados são restritos à instituição hospedeira, tendo sido gerados na própria</p><p>instituição.</p><p>7</p><p>A utilidade do acesso virtual à própria colecção é principalmente para facilitar a rotina da</p><p>curadoria do herbário. Tais usos incluem: verificação dos dados no registro ou dos dados</p><p>informatizados, checagem de erros dactilográficos, checagem de identificações e consultas</p><p>rápidas. A grande vantagem da virtualização é permitir ao curador organizar as imagens das</p><p>amostras em diferentes ordens, por exemplo, por colector, ou local de colecta, reduzindo bastante</p><p>o tempo envolvido na busca de informações e os danos que ocorrem durante uma consulta física.</p><p>Uma outra importante vantagem é o envio de imagens, em vez de amostras, para especialistas e</p><p>alunos distantes geograficamente. Apesar de uma foto não substituir uma exsica-ta, o receptor</p><p>pode decidir quais amostras lhes são interessantes, assim, reduzindo consideravelmente os gastos</p><p>com potagem.</p><p>4.2.2 Inter- herbário</p><p>Usos inter-herbário: consulta de imagens disponibilizados por outros herbários.</p><p>Neste caso, um usuário em uma instituição consulta imagens de amostras em outras instituições.</p><p>Aqui o objectivo é melhorar a curadoraria local através da consulta de dados numa base mais</p><p>ampla da que está disponível na instituição. As vantagens desse sistema incluem: melhorar as</p><p>informações sobre a distribuição de uma determinada planta a partir da consulta de um número</p><p>maior de colecções; busca de duplicatas do material consultado em outras instituições para</p><p>encontrar, por exemplo, novas identificações ou dados de tipificação. Os herbários que</p><p>disponibilizam dados para outras instituições podem se beneficiar através de correcções ou</p><p>actualizações de pessoas que não têm visitado o herbário. Apesar da possibilidade de consultas</p><p>via internet, na prática, a lenta conexão dos sistemas em geral disponíveis aos pesquisadores</p><p>limita bastante a troca de informação. Uma solução seria a transferência de imagens digitais entre</p><p>instituições para consultas em servidores locais, assim, diminuindo o tempo de cada consulta e</p><p>garantindo flexibilidade ao pesquisador para consultar e gerenciar as amostras.</p><p>4.2.3 Extra -herbário</p><p>Segundo Hopkins (2005), os u usos extra-herbário: consulta de imagens em vários herbários para</p><p>acumular informações com fins diversos além de curadoria.</p><p>Exemplos incluem: colecta de informações de diversas fontes sobre grupos taxonómicos,</p><p>actividades de colectores, check-lists regionais etc. Uma maneira de trabalhar que seja aberta pelo</p><p>8</p><p>uso de herbários virtuais neste sentido é o da “curadoria remota”, em que as pessoas que</p><p>consultam um determinado banco de dados ou grupo de bancos de dados podem contactar os</p><p>herbários quando forem descobertos erros, efectuadas novas identificações etc.</p><p>Da mesma forma, o acesso pela internet é geralmente lento, limitando a eficiência do sistema</p><p>extra-herbário. Por outro lado, a quantidade de informações geradas por herbários virtuais é</p><p>potencialmente tão grande que se torna inviável o armazenamento de todas as informações em</p><p>um único herbário. Ainda não há consenso sobre a melhor maneira de a cessar a informação, seja</p><p>localmente ou através da internet.</p><p>5 Classificação sistemática</p><p>Espécies de plantas pteridófitas.</p><p>Pteridófitas são plantas que apresentam, como características mais marcantes, a presença de</p><p>vasos condutores de seiva e a ausência de sementes.</p><p>As pteridófitas são plantas que possuem o xilema e o floema como tecidos especializados na</p><p>condução. O surgimento desses tecidos foi possível graças ao surgimento da lignina, que</p><p>garante resistência aos elementos do xilema e células do esclerênquima. A resistência adquirida</p><p>por essas plantas foi um passo essencial para que elas se tornassem maiores em porte do que</p><p>as briófitas.</p><p>A Samambaia</p><p>São plantas Pteridófitas bem conhecidas e muito utilizadas como plantas ornamentais</p><p>Nome vulgar. Samambaia, nome tradicional:N’nhimpirikha,Nome cientifico: pteridium</p><p>aquilinum.</p><p>Classe: Psitopsida. Divisão: Anthol. Ordem:Ophioglossales. Reino: Plantae.</p><p>Fonte: Autora 23/08/2024-Malema</p><p>https://brasilescola.uol.com.br/biologia/briofitas.htm</p><p>9</p><p>Espécies de Plantas Gimnospérmicas</p><p>As gimnospermas são plantas vasculares (possuem vasos condutores de seiva) e que</p><p>apresentam sementes “nuas”. A denominação de sementes nuas deve-se ao fato de que as</p><p>gimnospermas não possuem sementes no interior de frutos.</p><p>Palmeira de folhas costa palmadas</p><p>São folhas palmadas que apresentam pecíolo avançando para dentro do limbo da folha até uma</p><p>certa distância. Estas folhas exibem uma curvatura, proporcionando aspecto de repuxada como se</p><p>observam nas espécies Sabal palmeto e Mauritia flexuosa.</p><p>Nome Vulgar: Palmeira-laca,</p><p>Nome Tradicional: Mikhutta, Nome cientifico:Cyrlosta Chys renda.</p><p>Fonte: Autora 23/08/2024-Malema</p><p>Neste caso fui em busca das 10 espécies de plantas angiospermicas na minha comunidade que</p><p>são:</p><p>5.1 Bananeira:</p><p>As bananeiras, figueiras-de-adão, pacobeiras ou pacoveiras são plantas do género Musa,</p><p>um dos três que compõem a família Musaceae, que inclui as plantas herbáceas vivazes, incluindo</p><p>as bananeiras cultivadas para a produção de fibras e para a produção de bananas.</p><p>5.1.1 Classificação sistemática da bananeira</p><p>Nome Vulgar: Bananeira, Nome Tradicional : Enica ou Munica, Nome científico: Musa</p><p>Classificação superior: Musaceae</p><p>Classe: Liliopsida</p><p>Divisão: Magnoliophyta</p><p>Ordem: Zingiberales</p><p>Reino: Plantae</p><p>10</p><p>Fonte: Autora 24/08/2024-Malema</p><p>5.2 Papaya</p><p>Carica papaya L. é uma espécie de fruteira tropical que produz os frutos conhecidos pelos nomes</p><p>comerciais de papaia ou ababaia (de papaya, da língua caribe via espanhol), ou mamão. Carica</p><p>papaya é, na actual circunscrição taxonómica do género Carica, a única espécie deste género</p><p>monotípico, embora a família Caricaceae inclua várias espécies similares, algumas da quais</p><p>produzindo frutos conhecidos pelos mesmos nomes comuns ou nomes similares.</p><p>A espécie é nativa das regiões tropicais das Américas, provavelmente da região sul do México e</p><p>regiões adjacentes da América Central. Terá sido inicialmente cultivada no sul do México[carece</p><p>de fontes] vários séculos antes da emergência das civilizações clássicas mesoamericanas.</p><p>5.2.1 Classificação assistemática papaya</p><p>Nome Vulgar: Papaeira , Nome Tradicional : Mpapaya, Nome Cientifico: Carica papaya L</p><p>Reino: Plantae</p><p>Ordem: Brassicales</p><p>Família: Caricaceae</p><p>Género: Carica</p><p>Espécie: C. papaya</p><p>Fonte: Autora 24/08/2024-Malema</p><p>5.3 Moringa</p><p>Moringaceae é uma família de plantas com flor (angiospérmicas) pertencente à ordem</p><p>Brassicales. A família é monogenérica, constituída pelo género único Moringa. O género agrupa</p><p>13 espécies, todas com distribuição natural nas regiões de clima tropical e subtropical da África e</p><p>11</p><p>do sudoeste da Ásia. As espécies de Moringa apresentam crescimento rápido, adaptando-se a uma</p><p>grande variedade de ambientes, incluindo em regiões semi-áridas.(Wikipedia, s/d).</p><p>5.3.1 Classificação assistemática</p><p>Nome Vulgar : Moringa, Nome tradicional: Munhenguera , Nome Cientifico: Moringaceae</p><p>Reino: Planta e Sub-Reino: Tracheobionta Super</p><p>Divisão: Spermatophyta Divisão: Magnoliophyta</p><p>Classe: Eudicots (Magnoliopsida)</p><p>Subclasse: Rosids (Dilleniidae)</p><p>Ordem: Brassicales (Capparales), Fonte: Autora</p><p>Família: Moringaceae</p><p>Género: Moringa</p><p>Espécie: Moringa oleifera Lam. Fonte: Autora 24/08/2024-Malema</p><p>5.4 Mangueira</p><p>Para a Wikipedia (s/d), Mangifera indica é uma espécie de planta da família Anacardiaceae, que</p><p>produz o fruto conhecido como manga. Pode ser encontrada na forma nativa nas florestas do sul e</p><p>sudeste da Ásia, tendo sido introduzida em várias regiões do Mundo.</p><p>5.4.1 Classificação sistemática</p><p>Nome Vulgar: Mangueira, Nome Tradicional: mmanca Nome científico: Mangifera indica</p><p>Classificação superior: Mangifera</p><p>Classificação: Espécie</p><p>Classe: Magnoliopsida</p><p>Divisão: Anthophyta</p><p>Espécie: M. indica</p><p>12</p><p>Fonte: Autora 25/08/2024-Malema</p><p>5.5 Feijão bóer</p><p>Cajanus cajan, conhecido popularmente como guandu, ervilha-de-angola, ervilha-do-</p><p>congo, feijão-de-árvore ou pigeon-pea, é um arbusto ereto que atinge alturas entre 1,5 a 3,5 m;</p><p>suas folhas compostas possuem três folíolos discolores, tomentosos e de textura aveludada.</p><p>Nome Vlgar: Ervilha , Nome tradicional : Ephuiri, Nome Cientifico : Cajanus cajan</p><p>Reino: Plantae</p><p>Divisão: Magnoliophyta</p><p>Classe: Magnoliopsida</p><p>Ordem: Fabales</p><p>Família: Fabaceae</p><p>Fonte: Autora 25/08/2024-Malema</p><p>5.6 Alface</p><p>Alface (Lactuca sativa) é uma hortense anual ou bienal, é utilizada na alimentação humana</p><p>desde cerca de 500 a.C.. Originária do Leste do Mediterrâneo, é mundialmente cultivada para o</p><p>consumo em saladas, com inúmeras variedades de folhas, cores, formas, tamanhos e texturas.</p><p>5.6.1 Classificação sistemática do alface</p><p>Nome Vulgar: Alface, Tradicional: Alface e cientifico: Alface</p><p>Reino: Plantae.</p><p>Divisão: Magnoliophyta.</p><p>Classe: Magnoliopsida.</p><p>Ordem: Asterales.</p><p>Família: Asteraceae.</p><p>Género: Lactuca.</p><p>13</p><p>Espécie: L. sativa Fonte: Autora 25/08/2024-Malema</p><p>5.7 Tamarinho</p><p>Segundo Judd (2009), Tamarindus é um género botânico pertencente à família Fabaceae. É</p><p>um género monotípico, tendo apenas uma espécie, Tamarindus indica. Seus nomes populares são</p><p>tamarindo, tambarino, tamarindeiro, tamarineira, tamarineiro, tamarina e jubaí.</p><p>Nome Vulgar Tamarinho, Tradicional: Wepa , Cientifico: Tamarindus</p><p>Reino: Plantae</p><p>Classe: Magnoliopsida</p><p>Ordem: Fabales</p><p>Família: Fabaceae</p><p>Género: Tamarindus Fonte: Autora 26/08/2024-Malema</p><p>5.8 Coqueiro</p><p>O coqueiro, é um membro da família Arecaceae. É a única espécie classificada no género</p><p>Cocos. É uma planta que pode crescer até 30 metros de altura, com folhas pinadas de 4–6 m de</p><p>comprimento, com pinas de 60–90 cm. As folhas caem completamente, deixando o tronco liso.</p><p>Nome Vulgar: Coqueriro, Tradicional : Mukhoole Nome científico: Cocos nucifera</p><p>Família: Arecaceae</p><p>Género: Cocos</p><p>Ordem: Arecales</p><p>Reino: Plantae</p><p>Fonte: Autora 26/08/2024-Malema</p><p>5.9 Ateira</p><p>Annona squamosa é uma árvore ou arbusto pequeno e bem ramificado da família</p><p>Annonaceae que produz frutas comestíveis chamadas de fruta-do-conde. Tolera um clima tropical</p><p>14</p><p>de planície melhor do que seus parentes Annona reticulata e Annona cherimola, ajudando a torná-</p><p>la a mais amplamente cultivada dessas espécies.( Judd, 2009).</p><p>Nome Vulgar: Ateira, Nome tradicional: Marepe Nome científico: Annona squamosa</p><p>Classificação superior: Annona</p><p>Classe: Magnoliopsida</p><p>Divisão: Magnoliophyta</p><p>Espécie: A. squamosa</p><p>Família: Annonaceae</p><p>Ordem: Magnoliales Fonte: Autora 28/08/2024- Malema</p><p>5.10 Piripiri</p><p>O piripiri é uma planta palustre da família das ciperáceas, que ocorre do México à</p><p>Argentina. Sua folhas e colmos são utilizados no fabrico de esteiras, produzem fibra semelhante à</p><p>do linho e fornecem celulose de óptima qualidade. Também é chamada de capim-de-esteira,</p><p>periperi, periperiaçu, pipiri, piri e tabira.</p><p>5.11 Classificação sistemática</p><p>Nome Vulgar : Piripire, Tradicional: Lokho, Nome científico: Cyperus giganteus</p><p>Classificação superior: Cyperus</p><p>Classificação: Espécie</p><p>Classe: Commelinidae</p><p>Espécie: C. giganteus</p><p>Família: Cyperaceae</p><p>Ordem: Poales Fonte: Autora 26/08/2024-Malema</p><p>15</p><p>6 Conclusão</p><p>Chegado ao final de mais uma caminhada, concluímos que , a sistemática vegetal se mostra</p><p>uma área do conhecimento importante, pois é através dela que podemos conhecer melhor a biota</p><p>existente, prever modos de utilização e conservação do potencial florístico, auxiliar na busca por</p><p>plantas de interesse económico além de relacionar outras áreas das ciências biológicas como a</p><p>biologia da conservação, biodiversidade, etnobotânica, ecologia e evolução.</p><p>O método filogenético mais amplamente utilizado hoje para classificação de organismos é</p><p>a cladística. Os sistemas de classificação são preditivos</p><p>e apresentam a síntese das informações</p><p>que foram reconstruídas pela filogenia. É possível contar a “história” evolutiva do grupo a partir</p><p>de qualquer ponto seleccionado da árvore. A forma, ou a topologia, é determinada pelas conexões</p><p>entre os ramos da árvore evolutiva.</p><p>O objectivo fundamental da sistemática é descobrir todos os ramos que formam a árvore</p><p>evolutiva da vida, documentar as modificações que ocorrem durante o processo histórico e</p><p>evolutivo desses ramos, descrever e nomear todas as espécies possíveis encontradas na natureza.</p><p>Por isto a sistemática vegetal está directamente relacionada ao estudo da biologia evolutiva.</p><p>A sistemática vegetal engloba a taxonomia, disciplina onde os grupos de organismos são</p><p>descritos. As espécies são designadas e recebem nomes científicos. O Código Internacional de</p><p>Nomenclatura Botânica (ICBN) rege as regras que determina o uso de nomes científicos. Os seres</p><p>vivos começaram a ser nomeados no início do século XVIII pelo naturalista sueco Carl Von</p><p>Linnaeus. Sua meta era nomear e descrever todos os tipos conhecidos de plantas, animais e</p><p>minerais. Linnaeus publicou o livro Species Plantarum em 1753 apresentando o sistema de</p><p>nomenclatura binomial. A partir desta publicação os nomes científicos são compostos, até hoje,</p><p>por duas palavras latinizadas formadas pelo género e o epíteto específico. Esta publicação o</p><p>tornou um pioneiro pela criação desse sistema.</p><p>16</p><p>7 Referências bibliográficas</p><p>Hopkins, Mike (2005). Herbários Virtuais: conceitos, estado da arte, usos e recomendações.</p><p>Universidade Federal Rural de Amazónia,4ª Ed. Belém, Pará</p><p>Raven, P. H.; Eichhorn, S. E.; Evert, R. F.(2014). Biologia Vegetal. 8ª ed. Guanabara Koogan.</p><p>Rio de Janeiro.</p><p>Judd, W.S.; Campbell, C.S.; Kellogg, E.A.; Stevens, P.F.; Donoghue, M.J.(2009). Sistemática v</p><p>egetal: um enfoque filogenético. 3ª ed. Artmed, Porto Alegre. 612p.</p><p>Vurande, Inácio. (s/d). Botânica Sistemática- 2º Ano. UCM. Beira</p>

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