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<p>1</p><p>POLÍCIA LEGISLATIVA, SEGURANÇA ORGÂNICA,</p><p>POLÍCIA JUDICIÁRIA, INTELIGÊNCIA, LOGÍSTICA</p><p>2</p><p>NOSSA HISTÓRIA</p><p>A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de empre-</p><p>sários, em atender à crescente demanda de alunos para cursos de Graduação</p><p>e Pós-Graduação. Com isso foi criado a nossa instituição, como entidade ofere-</p><p>cendo serviços educacionais em nível superior.</p><p>A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de</p><p>conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a partici-</p><p>pação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação</p><p>contínua. Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos</p><p>e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber atra-</p><p>vés do ensino, de publicação ou outras normas de comunicação.</p><p>A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma</p><p>confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base</p><p>profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições</p><p>modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica,</p><p>excelência no atendimento e valor do serviço oferecido.</p><p>3</p><p>Sumário</p><p>POLÍCIA LEGISLATIVA, SEGURANÇA ORGÂNICA, POLÍCIA JUDICIÁRIA,</p><p>INTELIGÊNCIA, LOGÍSTICA .............................. Erro! Indicador não definido.</p><p>NOSSA HISTÓRIA ............................................................................................. 2</p><p>PODER DE POLÍCIA...........................................................................................5</p><p>CONCEITO..........................................................................................................6</p><p>PODER JUDICIÁRIO.........................................................................................18</p><p>POLÍCIA JUDICIÁRIA........................................................................................20</p><p>REFERÊNCIAS.................................................................................................38</p><p>file:///Z:/MODELO%20APOSTILA-%20AVALIAÇÃO/MODELO%20NOVO%20-%20APOSTILA.docx%23_Toc56085344</p><p>file:///Z:/MODELO%20APOSTILA-%20AVALIAÇÃO/MODELO%20NOVO%20-%20APOSTILA.docx%23_Toc56085344</p><p>4</p><p>POLÍCIA LEGISLATIVA</p><p>HISTÓRICO- POLÍTICO</p><p>As origens das Polícias Legislativas nasceu à antiga Roma e está rela-</p><p>cionada com a atividade parlamentar do Senado romano. Nas modernas demo-</p><p>cracias, o Estado, foi estruturado na liberdade, na autonomia e na independência</p><p>harmônica dos Poderes.</p><p>Ao Legislativo foram atribuídas, constitucionalmente, prerrogativas e</p><p>competências privativas para o exercício livre da atividade parlamentar, o que</p><p>lhe permitiu instituir e dispor sobre sua polícia.</p><p>NO BRASIL</p><p>A Polícia Legislativa nasceu em 1530 por ordem de D. João III, que ou-</p><p>torgou a Martins Afonso de Souza uma Carta Régia para estabelecer, entre ou-</p><p>tras coisas, a organização de ordem pública. Naquela época, os policiais encon-</p><p>travam-se subordinados a várias autoridades, inclusive ao Senado e à Câmara;</p><p>desta forma, apesar de não possuir uma polícia própria, o Senado tinha ascen-</p><p>dência sobre a polícia e dispunha do apoio dos quadrilheiros no policiamento</p><p>interno e no cumprimento das determinações dos senadores.</p><p>FUNDAMENTOS DE DIREITO POSITIVO</p><p>São Poderes da União independentes e harmônicos entre si, o Exe-</p><p>cutivo, Legislativo e o Judiciário.</p><p>Os fundamentos jurídicos para dispor sobre a Polícia Legislativa do Con-</p><p>gresso Nacional estão amparados pelos artigos 51,IV e 52, XIII da Constituição</p><p>Federal:</p><p>Art. 51 Compete privativamente à Câmara dos Deputados:</p><p>5</p><p>IV - dispor sobre sua organização, funcionamento, polícia, criação, trans-</p><p>formação ou extinção dos cargos, empregos e funções de seus serviços e fixa-</p><p>ção da respectiva remuneração, observados os parâmetros estabelecidos na lei</p><p>de diretrizes</p><p>Art. 52 Compete privativamente ao Senado Federal:</p><p>XIII - dispor sobre sua organização, funcionamento, polícia, criação,</p><p>transformação ou extinção dos cargos, empregos e funções de seus serviços e</p><p>fixação da respectiva remuneração, observados os parâmetros estabelecidos na</p><p>lei de diretrizes orçamentárias;</p><p>Nas Assembleias Legislativas estaduais o artigo 27 §3º Constituição</p><p>Federal confere essa autonomia:</p><p>Art. 27... CF</p><p>§ 3º Compete às Assembleias Legislativas dispor sobre seu regimento</p><p>interno, polícia e serviços administrativos de sua secretaria, e prover os respec-</p><p>tivos cargos.</p><p>PODER DE POLÍCIA</p><p>Tem como fundamento buscar a tranquilidade pública e a proteção dos</p><p>indivíduos e de seus bens, com prerrogativa de limitar, restringir, orientar, coor-</p><p>denar a prática de ato, à abstenção de um fato ou o exercício de um direito,</p><p>podendo inclusive ser exercido de forma discricionária, desde que não haja des-</p><p>vio ou excesso de poder.</p><p>Conceito de Poder de Polícia definido no Código Tributário Nacional</p><p>6</p><p>Art. 78 - Considera-se poder de polícia atividade da administração pú-</p><p>blica que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prá-</p><p>tica de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à</p><p>segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do</p><p>mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou</p><p>autorização do poder público, à tranquilidade pública ou ao respeito à proprie-</p><p>dade e aos direitos individuais ou coletivos.</p><p>CONCEITO</p><p>POLÍCIA LEGISLATIVA é o órgão do Senado Federal, Câmara dos De-</p><p>putados e Assembleias Legislativas, responsável pela preservação da ordem e</p><p>do patrimônio, bem como pela prevenção e apuração de infrações penais, nos</p><p>seus edifícios e dependências externas. Para tanto mantém vigilância perma-</p><p>nente por meio de policiamento ostensivo e sistemas eletrônicos.</p><p>Também tem a incumbência de efetuar a segurança do Presidente da</p><p>Câmara dos Deputados em qualquer localidade do território nacional e no exte-</p><p>rior, e a segurança dos Deputados Federais, servidores e quaisquer pessoas</p><p>que eventualmente estiverem a serviço da Câmara dos Deputados, quando as-</p><p>sim for determinado.</p><p>E ainda, diariamente, planeja, coordena e executa planos de segurança</p><p>física dos Deputados Federais e demais autoridades que estiverem nas depen-</p><p>dências da Câmara dos Deputados.</p><p>FINALIDADE INSTITUCIONAL</p><p>A finalidade da Polícia Legislativa é promover, a segurança institucional</p><p>do Parlamento, não somente no espaço físico –geográfico onde se encontra, a</p><p>7</p><p>defesa do patrimônio Público, permanentemente, instalada a organização admi-</p><p>nistrativa e parlamentar, mas, transitoriamente, no LUGAR onde as atividades</p><p>possam se REALIZAR, aí envolvendo a SEGURANÇA PESSOAL de parlamen-</p><p>tares, de servidores e do Presidente da Casa.</p><p>ATIVIDADES TÍPICAS</p><p>As atividades típicas de Polícia Legislativa relacionam-se com a segu-</p><p>rança dos membros da instituição, bem como dos servidores e outras autorida-</p><p>des, na circunscrição de sua competência. Trata-se, portanto de proteção de</p><p>dignitários, segurança patrimonial, policiamento preventivo e repressivo, além</p><p>das atividades inerentes à investigação e formação de inquérito.</p><p>A Polícia Legislativa, é uma polícia de ciclo completo, porque exerce, por</p><p>meio de seus serviços todas as atividades percebidas em várias polícias distin-</p><p>tas. Faz o policiamento ostensivo e preventivo, como a Polícia Militar. Faz o tra-</p><p>balho investigativo e de inquérito, como a Polícia Civil, faz a proteção de autori-</p><p>dades, como a polícia federal.</p><p>Além disso, poderíamos sublinhar a segurança dos Plenários e Comis-</p><p>sões, que é onde ocorre a atividade-fim do Legislativo. É neste ponto que a Po-</p><p>lícia Legislativa investe-se de instrumento da democracia, entendido como o ga-</p><p>rantidor de</p><p>uma Assembleia Legislativa aberta, livre e funcionando plenamente,</p><p>sem interferências deletérias, externas ou internas.</p><p>A polícia Legislativa intercede sob o prisma da pro atividade e da medi-</p><p>ação de conflitos, buscando manter a ordem sem obstruir o direito a manifesta-</p><p>ção.</p><p>VALORIZAÇÃO INSTITUCIONAL</p><p>Seu serviço é indispensável para garantir a ordem e proteger o parla-</p><p>mento. Conforme o posicionamento do Conselho Nacional do Ministério Público</p><p>, em sua Resolução nº20, de 28 de maio de 2007:</p><p>8</p><p>Art. 1º Estão sujeitos ao controle externo do Ministério Público, na forma</p><p>do art. 129, inciso VII, da Constituição Federal, da legislação em vigor e da pre-</p><p>sente Resolução, os organismos policiais relacionados no art. 144 da Constitui-</p><p>ção Federal, bem como as polícias legislativas ou qualquer outro órgão ou insti-</p><p>tuição, civil ou militar, à qual seja atribuída parcela de poder de polícia, relacio-</p><p>nada com a segurança pública e persecução criminal.</p><p>Nós sabemos que os grupos sociais, manifestantes e outros visitantes</p><p>que afluem à Instituição nada tem em particular contra o policial legislativo, que</p><p>não deve se perturbar ante situações adversas.</p><p>ASPECTOS LEGAIS QUE NORTEIAM O EMPREGO DAS TÉCNICAS</p><p>DE DEFESA PESSOAL</p><p>DEFESA PESSOAL</p><p>Conceito:</p><p>É toda ação ou reação justa e proporcional a uma agressão atual ou</p><p>iminente, a fim de resguardar direito próprio ou de outrem, observadas as con-</p><p>sequências da ação lesiva.</p><p>Características:</p><p>1 - É uma ação preventiva, reativa ou não reativa;</p><p>2 - É diretamente proporcional à ação agressiva;</p><p>3 - A ação defensiva cessa quando cessa a ação agressiva;</p><p>4 - A ação defensiva objetiva fazer parar a ação do agressor.</p><p>FORÇA é toda ação compulsória sobre o indivíduo ou grupo de indiví-</p><p>duos, a fim de reduzir ou eliminar sua capacidade de auto decisão.</p><p>9</p><p>1. Presença: a farda, equipamentos, postura e atitude inteligente, são o</p><p>bastante para inibir crimes ou contravenções ou preveni-los. A presença do po-</p><p>licial legislativo é entendida como personificação legitima da autoridade do Es-</p><p>tado.</p><p>2. Verbalização: é utilizada em todos os níveis de força e depende do</p><p>conteúdo da mensagem, sendo sempre melhor a escolha de palavras e intensi-</p><p>dade corretas</p><p>3. Controle de contato: é o emprego de técnicas e táticas de defesa pes-</p><p>soal para garantir o controle e ganhar a cooperação do suspeito.</p><p>4. Controle físico: refere-se ao uso de meios suficientes para superar a</p><p>resistência do indivíduo. Mantidos os níveis de alerta para comportamento mais</p><p>agressivo.</p><p>5. Táticas defensivas não letais: dependendo da agressividade do sus-</p><p>peito, é justificado ao policial legislativo adotar medidas apropriadas para conter</p><p>imediatamente a agressão, bem como ganhar e manter o controle do indivíduo.</p><p>Compreendem-se: gases fortes, forçamento de articulações e equipamentos de</p><p>impacto tipo cassetete e tonfa, inclusive disparos com intenção não letal.</p><p>6. Força letal: corresponde ao último grau de perigo, onde o policial le-</p><p>gislativo utilizará táticas absolutas e imediatas para deter a ameaça mortal e as-</p><p>segurar a submissão e o controle definitivamente. É extremo e utilizável quando</p><p>esgotados todos os recursos a serem experimentados. Trata-se de disparo de</p><p>arma de fogo com fim letal, somente possível em caso de legítima defesa.</p><p>Todas as ações do policial legislativo, seja ele público devem estão fun-</p><p>damentadas na intenção objetiva de proteger o direito de propriedade (bens e</p><p>patrimônios) seu ou de terceiros. A legislação brasileira assegura e torna legíti-</p><p>mas as ações do segurança da seguinte forma:</p><p>Art. 23 CP Não há crime quando o agente pratica o fato:</p><p>10</p><p>I - em estado de necessidade;</p><p>II - em legítima defesa (própria ou de terceiros);</p><p>III - em estrito cumprimento do dever legal ou no exercício regular de</p><p>direito.</p><p>Parágrafo único: O agente, em qualquer das hipóteses deste artigo, res-</p><p>ponderá pelo excesso doloso ou culposo.</p><p>Art. 25 CP Entende-se em legítima defesa quem, usando moderada-</p><p>mente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a di-</p><p>reito seu ou de outrem.</p><p>OS PRINCIPAIS DISPOSITIVOS LEGAIS QUE REGULAM A CON-</p><p>DUTA DO POLICIAL LEGISLATIVO E O USO DA FORÇA</p><p>a) Legalidade: consiste na busca do amparo legal para a ação praticada,</p><p>devendo o Policial Legislativo ter conhecimento da lei e estar preparado tecnica-</p><p>mente através da sua formação e de treinamentos;</p><p>b) Necessidade: depende basicamente da identificação do objetivo a ser</p><p>atingido. O policial legislativo deve estar atento para os limites mínimos para que</p><p>sua intervenção seja justa e legal, observando que todas as opções sejam con-</p><p>sideradas e se existem meios menos danosos para se atingirem os objetivos</p><p>pretendidos;</p><p>c) Proporcionalidade: consiste na constatação de que o nível de força</p><p>utilizada é diretamente proporcional ao nível de resistência do infrator.</p><p>SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA</p><p>11</p><p>As atividades de inteligências são imprescindíveis ao serviço realizado</p><p>pelo policial legislativo.</p><p>Inteligência é a atividade que objetiva a obtenção, análise e dissemina-</p><p>ção de conhecimentos dentro e fora do território nacional sobre fatos e situação</p><p>de imediata ou potencial influência sobre o processo decisório e a ação gover-</p><p>namental e sobre a salvaguarda da sociedade e do Estado.</p><p>Busca principalmente resguardar e proteger as Assembleias. Esse ser-</p><p>viço é responsável, dentre outras coisas, pelo levantamento de dados de pes-</p><p>soas sob a investigação da polícia legislativa, levantamento de dados e acom-</p><p>panhamento do pessoal e empregados envolvidos direta ou indiretamente com</p><p>autoridade e familiares, pelas investigações especiais pelo registro de áudio -</p><p>visual das missões e pelas ações de contra – inteligência.</p><p>Busca prevenir, obstruir, detectar e neutralizar qualquer tentativa de co-</p><p>leta, sabotagem e fraude, desinformação e propaganda contra as Assembleias</p><p>Legislativas.</p><p>Levantamento das condições ambientais externo e interno, passando a</p><p>analisar a situação de riscos, fazendo análise do local, infraestrutura, acessos e</p><p>atividades a serem desenvolvidas.</p><p>INSTRUMENTOS DE ARMAS PERMITIDAS</p><p>As armas não letais apareceram como o instrumento necessário e acei-</p><p>tável para lidar com manifestações urbanas dentro do Estado liberal democrá-</p><p>tico.</p><p>A Lei Federal 13.060/2014 descreve sobre o uso dos instrumentos de</p><p>menor potencial ofensivo pelos agentes de segurança pública para garantir a</p><p>eficiência do trabalho em todo território nacional e em órgãos públicos.</p><p>12</p><p>A definição de instrumento de menor potencial ofensivo encontra se na</p><p>lei supra citada conforme artigo 4°:</p><p>Art. 4o Para os efeitos desta Lei, consideram-se instrumentos de menor</p><p>potencial ofensivo aqueles projetados especificamente para, com baixa probabi-</p><p>lidade de causar mortes ou lesões permanentes, conter, debilitar ou incapacitar</p><p>temporariamente pessoas.</p><p>Obrigatoriedade do Poder Público em fornecer instrumentos de menor</p><p>potencial ofensivo, no que tange o artigo 5º da referida lei:</p><p>Art. 5o O poder público tem o dever de fornecer a todo agente de segu-</p><p>rança pública instrumentos de menor potencial ofensivo para o uso racional da</p><p>força.</p><p>TIPOS DE INSTRUMENTOS UTILIZADO PELA POLÍCIA LEGISLA-</p><p>TIVA</p><p>Gás lacrimogêneo</p><p>Quando é usado: Para dispersar multidões e também em operações de</p><p>resgate.</p><p>Capacete anti- tumulto</p><p>Quando é usado: Em diversas situações, tais como: em invasões táticas</p><p>para resgate em situações de distúrbios civis ou mesmo para abordagens de alto</p><p>risco a edificações ou veículos com película que não permite a visão de seu</p><p>interior.</p><p>Destinam-se à proteção do crânio e face em ocorrências onde se verificam pos-</p><p>sibilidades de impactos provenientes de arremesso de pedras e similares, golpes</p><p>com barras metálicas e disparos de arma de fogo, dentre outros.</p><p>Escudos</p><p>anti-tumulto</p><p>13</p><p>Quando é usado: Utilizado para proteger contra os impactos de peque-</p><p>nos objetos como pedras, paus e outros materiais que podem ser arremessados</p><p>manualmente por uma turba, um criminoso ou agressor isolado assim protege o</p><p>policial legislativo dos impactos possíveis.</p><p>Tonfa</p><p>Quando é usado: atuar em situações de confronto quando não há pos-</p><p>sibilidade de utilização de qualquer tipo de arma. È um instrumento de defesa</p><p>pessoal moderno e eficiente, consegue diminuir a resistência oferecida pelo</p><p>agressor, bastante apto e eficiente à defesa contra oponentes em ataques com</p><p>armas de características contundentes, cortantes, perfurante, perfuro-cortante,</p><p>corto-contundente e superioridade numérica.</p><p>Spray de pimenta</p><p>Quando é usado: Como arma de defesa pessoal ou para dispersar tu-</p><p>multos.</p><p>Taser</p><p>Quando é usado: grande vantagem é que o taser pode ser usado a longa</p><p>distância.</p><p>Bala de borracha ou Projétil de borracha</p><p>Quando é usada: Para conter tumultos violentos em manifestações ou</p><p>rebeliões.</p><p>VANTAGENS DO BASTÃO TONFA EM UMA AÇÃO</p><p>· Facilita na segurança em uma abordagem pessoal;</p><p>· Maior ênfase em pontos de pressão;</p><p>· Diversidade de manuseio;</p><p>14</p><p>· Maior poder de intimidação;</p><p>· Melhor pegada em chaves de imobilizações policiais;</p><p>· Melhor condução de um agressor evitando lesões no mesmo;</p><p>· Amplia o raio em uma projeção de ataque angular;</p><p>· Amplia o raio em um bloqueio defensivo angular;</p><p>· Possui maior poder de pancada traumática;</p><p>· Aumenta a alavanca em uma flexão nas articulações;</p><p>· Uso reduzido da força física nos encaixes de chave de imobilização;</p><p>· Possui interação com os movimentos naturais do corpo;</p><p>· Diversidade em um ataque e defesa;</p><p>· Melhor modelo de bastão para ser utilizado em ações antimotim.</p><p>-Dificulta o contra-ataque</p><p>DILIGÊNCIAS PROCESSUAIS INSTAURADA PELA POLÍCIA LEGIS-</p><p>LATIVA</p><p>Fluem para a Casa do Povo grupos de pressão política, como o dos</p><p>índios, dos Sem-Terra, dos Aposentados e Idosos, dos Estudantes, dos Empre-</p><p>sários, etc. com objetivos e interesses diversos. Acrescente-se ainda que as pas-</p><p>seatas e manifestações públicas realizadas nas adjacências da Assembleia Le-</p><p>gislativa, criam uma situação de elevada tensão.</p><p>Posicionamento do Supremo Tribunal Federal:</p><p>SÚMULA Nº 397 STF</p><p>15</p><p>O poder de polícia da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, em</p><p>caso de crime cometido nas suas dependências, compreende, consoante o re-</p><p>gimento, a prisão em flagrante do acusado e a realização do inquérito.</p><p>No desempenho da função de polícia judiciária, a Polícia Legislativa pro-</p><p>cede à feitura dos inquéritos e dos termos circunstanciados, às investigações</p><p>pertinentes e às eventuais prisões em flagrante, em observância rigorosa das</p><p>garantias constitucionais e legais, que a processualística penal exige.</p><p>Aqueles que são autuados em flagrante delito ou são presos por ordem</p><p>de Mandado de Prisão Civil ou Penal, após o cumprimento dos procedimentos</p><p>policiais peculiares, são, de imediato, conduzidos, geralmente, para a carcera-</p><p>gem do Departamento de Polícia Especializada da Polícia Civil do estado, onde</p><p>ficam à disposição da justiça.</p><p>INQUÉRITO POLICIAL POR FATO NÃO CRIMINOSO</p><p>(Art. 549 do CPP)</p><p>ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS</p><p>Senhor Diretor,</p><p>Tendo chegado, hoje, ao meu conhecimento, através de testemu-</p><p>nhas,(descrever o fato)</p><p>e considerando que tal fato, não constitui crime determino a aplicação</p><p>de medida de segurança, tomando as seguintes providências:</p><p>Cumpra-se.</p><p>Goiânia, de de</p><p>Policial Legislativo</p><p>Chefe da Polícia Legislativa</p><p>16</p><p>Secretário da Polícia Legislativa</p><p>TERMO CIRCUNSTANCIADO DE OCORRÊNCIA POLICIAL</p><p>(Art. 69, caput, da Lei nº 9.099/95)</p><p>TERMO CIRCUNSTANCIADO DE OCORRÊNCIA POLICIAL Nº</p><p>___/____</p><p>Lei nº 9.099/95</p><p>Data: ____/_____/____</p><p>Hora do fato:</p><p>Hora da comunicação:</p><p>Local: Assembleia Legislativa do Estado de Goiás</p><p>Ocorrência:</p><p>Policial Legislativo que apresentou a ocorrência:</p><p>Autor(es):</p><p>Vítima(s):</p><p>Resumo dos Fatos:</p><p>Policial Legislativo</p><p>Chefe da Polícia Legislativa</p><p>Secretário da Polícia Legislativa</p><p>AUTO DE PRISÃO EM FLAGRANTE</p><p>Às ..... horas do dia .......... do mês de .......... do ano</p><p>de ....., nesta cidade</p><p>17</p><p>de .........., na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás,</p><p>...................o Polícia Legislativo, conduzindo preso .................... (nome), a</p><p>quem dera voz de prisão pela prática de .......... (infração penal).</p><p>Convicta da existência do estado flagrancial, e após in-</p><p>formar ao preso sobre seus direitos individuais, garantidos pela Constituição Fe-</p><p>deral, dentre os quais os de permanecer calado, ter assistência de familiar e de</p><p>advogado de sua confiança, bem como o nome do autor de sua prisão, a autori-</p><p>dade policial, identificando-se como responsável por seu interrogatório, determi-</p><p>nou a lavratura do presente auto de prisão em flagrante. Providenciada a inco-</p><p>municabilidade das testemunhas (em havendo mais de uma), a autoridade</p><p>passou a ouvir o infrator e testemunha .......... (qualificação e endereço),</p><p>sabendo ler e escrever. Alertada, sob as penas da lei, sobre o crime de falso</p><p>testemunho, e compromissada, sob palavra de honra, de dizer a verdade do que</p><p>soubesse ou lhe fosse perguntado, inquirida pela autoridade, respondeu: que</p><p>.......... (registrar o relato da testemunha).</p><p>Nada mais. A seguir, passou a autoridade a ouvir as declarações da VÍ-</p><p>TIMA......... (se presente e puder falar, também, registrar sua qualificação e en-</p><p>dereço),sabendo ler e escrever, e que esclareceu: que .......... (registrar a versão</p><p>da vítima ou de seu representante).</p><p>Nada mais disse nem lhe foi perguntado. A seguir, determinou a autori-</p><p>dade que se encerrasse o presente auto que, lido e achado conforme, vai legal-</p><p>mente assinado pela autoridade, pelo condutor e primeira testemunha, pela ví-</p><p>tima, pelo indiciado e por mim.</p><p>Policial Legislativo</p><p>Chefe da Polícia Legislativa</p><p>Secretário da Polícia Legislativa</p><p>18</p><p>Em virtude dos fatos mencionados, percebemos a importância da Polícia</p><p>Legislativa, suas atividades, finalidades e sua função perante a sociedade, na</p><p>missão precípua de defesa do Parlamento Brasileiro. Sua aptidão e capacidade</p><p>está além do que lhe é imposto e a aprovação de uma lei Federal seria impres-</p><p>cindível para valorizar essa classe.</p><p>PODER JUDICIÁRIO</p><p>“Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o tra-</p><p>balho, a moradia, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a pro-</p><p>teção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma</p><p>desta Constituição.</p><p>(...)</p><p>Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família,</p><p>será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno</p><p>desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua</p><p>qualificação para o trabalho.</p><p>Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:</p><p>I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;</p><p>II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento,</p><p>a arte e o saber;</p><p>III - pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência</p><p>de instituições públicas e privadas de ensino;</p><p>IV - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;</p><p>19</p><p>V - valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na</p><p>forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso pú-</p><p>blico de provas e títulos, aos das redes públicas;</p><p>VI - gestão democrática do ensino público, na forma da lei;</p><p>VII - garantia de padrão de qualidade.</p><p>VIII - piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação</p><p>escolar pública, nos termos de lei federal.</p><p>(...)</p><p>Art. 208. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a</p><p>garantia</p><p>de:</p><p>I - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezes-</p><p>sete) anos de idade, assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que</p><p>a ela não tiveram acesso na idade própria;</p><p>II - progressiva universalização do ensino médio gratuito;</p><p>III - atendimento educacional especializado aos portadores de deficiên-</p><p>cia, preferencialmente na rede regular de ensino;</p><p>IV - educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 (cinco)</p><p>anos de idade;</p><p>V - acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação</p><p>artística, segundo a capacidade de cada um;</p><p>VI - oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do edu-</p><p>cando;</p><p>VII - atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica,</p><p>por meio de programas suplementares de material didático escolar, transporte,</p><p>alimentação e assistência à saúde.</p><p>20</p><p>§ 1º O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo.</p><p>§ 2º O não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou</p><p>sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente.</p><p>§ 3º Compete ao Poder Público recensear os educandos no ensino fun-</p><p>damental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou responsáveis, pela</p><p>freqüência à escola.”</p><p>POLÍCIA JUDICIÁRIA</p><p>A polícia judiciária é uma função dos órgãos de segurança do Estado</p><p>que tem como principal atividade apurar as infrações penais civis , exceto as</p><p>militares que são apuradas pela Polícia Judiciária Militar exercida pelos Oficiais</p><p>Militares (art. 144, § 4º da Constituição Federal de 1988) e sua autoria por meio</p><p>da investigação policial, instrumentalizado pelo Inquérito Policial, que é um pro-</p><p>cedimento administrativo com característica inquisitiva, servindo, em regra, de</p><p>base à pretensão punitiva do Estado formulada pelo Ministério Público civil ou</p><p>militar, titular da ação penal de iniciativa pública.</p><p>Brasil</p><p>No Brasil as atribuições de polícia judiciária são da competência das Po-</p><p>lícias Civis e das Polícias Militares (Inquéritos Policiais Militares) das 27 unida-</p><p>des da federação e da Polícia Federal, de acordo com os parágrafos 4º e 1º, do</p><p>artigo 144, da Constituição Brasileira. No caso das Polícias Militares as apura-</p><p>ções de Polícia Judiciaria dos crimes militares, que também envolvem civis em</p><p>diversos casos.</p><p>A função de Polícia Judiciária no Brasil remonta à 1619, quando os al-</p><p>caides exercendo as suas atividades nas vilas da Colônia realizavam diligências</p><p>https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Minist%C3%A9rio_P%C3%BAblico_civil_ou_militar&action=edit&redlink=1</p><p>https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Minist%C3%A9rio_P%C3%BAblico_civil_ou_militar&action=edit&redlink=1</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Departamento_de_Pol%C3%ADcia_Federal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_Brasileira</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1619</p><p>21</p><p>para a prisão de malfeitores, sempre acompanhados de um escrivão que do</p><p>ocorrido lavrava um termo ou auto, para posterior apresentação ao magistrado.</p><p>Mais tarde surgiu a figura do ministro criminal (ou meirinho) que nos seus bairros</p><p>mesclava as atribuições de juiz e policial, mantendo a paz, procedendo devassas</p><p>e determinando a prisão de criminosos.</p><p>A partir de 1808, com a criação da Intendência Geral de Polícia da Corte</p><p>e do Estado do Brasil, no Rio de Janeiro, e a instituição no mesmo ano da Se-</p><p>cretaria de Polícia, o embrião da atual Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro,</p><p>seguida da criação do cargo de Comissário de Polícia em 1810, fixou-se na nova</p><p>estrutura policial o exercício da polícia judiciária brasileira.</p><p>Durante o governo imperial coube o seu desempenho aos Delegados do</p><p>Chefe de Polícia, cargo preservado depois da Proclamação da Repú-</p><p>blica em 1889, na Polícia Civil do Distrito Federal e nas polícias civis dos demais</p><p>estados da federação.</p><p>A partir de 1967 as polícias civis, por força da legislação do Regime Mi-</p><p>litar, perderam as atribuições relativas ao policiamento ostensivo uniformizado</p><p>que vinham exercendo desde 1866 através das suas corporações de guardas</p><p>civis. Essa modalidade passou à competência exclusiva das polícias milita-</p><p>res estaduais que diferentemente, continuaram também com a função de Polícia</p><p>Judiciária para apuração dos crimes militares.</p><p>Nos termos do § 4º, do artigo 144, da Constituição da República Fede-</p><p>rativa do Brasil de 1988, "às polícias civis, dirigidas por delegados de polícia de</p><p>carreira, incumbem, ressalvada a competência da União (Polícia Federal), as</p><p>funções de polícia judiciária e a apuração das infrações penais, exceto as milita-</p><p>res que são realizadas pelos Oficiais das PMs e Bombeiros. Estão subordinadas</p><p>aos governadores dos estados da federação, através das secretarias de segu-</p><p>rança pública.</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1808</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(estado)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_do_Rio_de_Janeiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1810</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1889</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcias_civis</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1967</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1866</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcias_militares</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcias_militares</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_Federativa_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_Federativa_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1988</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Federal</p><p>22</p><p>A apuração das infrações penais (crimes), conhecida também como in-</p><p>vestigação policial, é realizada no curso do Inquérito Policial, Civil ou IPM (mili-</p><p>tar) previsto no Código de Processo Penal brasileiro.</p><p>O Inquérito Policial é conduzido de forma independente por cada Polícia</p><p>Civil, Policia Militar ou Polícia Federal, que o remetem ao juízo criminal compe-</p><p>tente após a sua conclusão. O Ministério Público poderá requisitar diligências</p><p>complementares destinadas a melhor instruí-lo para o oferecimento da ação pe-</p><p>nal.</p><p>As Polícias Civis, as Polícias Militares e a Polícia Federal denominam-</p><p>se "judiciárias" porque, em sede de procedimento preparatório ao processo pe-</p><p>nal (inquérito policial Civil ou Militar), auxiliam o poder judiciário (do qual compõe</p><p>também a justiça militar), através da coleta de provas e do esclarecimento da</p><p>autoria e da materialidade do crime.</p><p>Embora alguns doutrinadores definam o inquérito policial como "mera</p><p>peça informativa", é certo que as provas ali coletadas, mormente as provas téc-</p><p>nicas (perícias), são aproveitadas no processo judicial; aliás, a imensa maioria</p><p>das ações penais são baseadas no respectivo Inquérito Policial.</p><p>Se fala em função predominante seja judiciária ou ostensiva, predomi-</p><p>nando a judiciária na Polícia Civil Estadual e a ostensiva com a Polícia Militar</p><p>que tambem pode lavrar inquérito policial e boletim de ocorrência que pode vir a</p><p>ser peça para abertura de inquérito policial pela autoridade policial, isto é, o de-</p><p>legado da polícia civil estadual ou o Oficial de Polícia Militar no caso dos crimes</p><p>militares.</p><p>O Ministério Público requisita diligências adicionais, ele requer, e cabe</p><p>às autoridades competentes exercer a atividade vinculada necessária para a for-</p><p>mação do procedimento penal.</p><p>Portugal</p><p>https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Infra%C3%A7%C3%B5es_penais&action=edit&redlink=1</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Crimes</p><p>https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Investiga%C3%A7%C3%A3o_policial&action=edit&redlink=1</p><p>https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Investiga%C3%A7%C3%A3o_policial&action=edit&redlink=1</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Inqu%C3%A9rito_Policial</p><p>23</p><p>Em Portugal, a Polícia Judiciária (PJ) é o principal órgão policial de in-</p><p>vestigação criminal, vocacionado para o combate à grande criminalidade nome-</p><p>adamente ao crime organizado, terrorismo, tráfico de estupefacientes, corrupção</p><p>e criminalidade económica e financeira. A PJ está integrada no Ministério da Jus-</p><p>tiça, atuando sob orientação do Ministério Público.</p><p>Na dependência do Ministério da Defesa Nacional, existe a Polícia Judi-</p><p>ciária Militar, que exerce competência semelhantes no âmbito das Forças Arma-</p><p>das.</p><p>A investigação de pequenos crimes e outros delitos compete, nas suas</p><p>diversas áreas de atuação, a outras corporações policiais (Polícia de Segurança</p><p>Pública, Guarda Nacional Republicana, Autoridade de Segurança Alimentar e</p><p>Económica, etc.).</p><p>No mundo</p><p>A existência de corporações de polícia judiciária independentes, como</p><p>as do Brasil, Portugal, de alguns dos antigos territórios coloniais portugueses</p><p>(Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Macau) e de alguns outros</p><p>países da América Latina (notadamente Chile e México) constitui exceção den-</p><p>tre as organizações policiais do mundo, onde cada força de segurança pública</p><p>concentra na sua própria estrutura os dois ramos da atividade policial: a ordem</p><p>pública e a investigação criminal. Estas últimas são chamadas "polícias de ciclo</p><p>completo".</p><p>Assim, há o modelo anglo-saxão de polícia única e de ciclo completo,</p><p>com competência para o exercício da polícia judiciária ou investigação criminal</p><p>e execução do policiamento preventivo uniformizado, com exclusividade, num</p><p>determinado território. É adotado na maioria das nações, sendo bastante conhe-</p><p>cidas as polícias do Reino Unido, Alemanha e Estados Unidos.</p><p>Em alguns países da Europa Latina (como França, Itália e Espanha), o</p><p>território de atuação é dividido por duas corporações policiais, também de ciclo</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Judici%C3%A1ria_(Portugal)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_da_Justi%C3%A7a_(Portugal)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_da_Justi%C3%A7a_(Portugal)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_P%C3%BAblico_de_Portugal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_da_Defesa_Nacional</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Judici%C3%A1ria_Militar</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Judici%C3%A1ria_Militar</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_de_Portugal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/For%C3%A7as_Armadas_de_Portugal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_de_Seguran%C3%A7a_P%C3%BAblica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_de_Seguran%C3%A7a_P%C3%BAblica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Guarda_Nacional_Republicana</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Autoridade_de_Seguran%C3%A7a_Alimentar_e_Econ%C3%B3mica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Autoridade_de_Seguran%C3%A7a_Alimentar_e_Econ%C3%B3mica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_Verde</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Guin%C3%A9-Bissau</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Tom%C3%A9_e_Pr%C3%ADncipe</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Macau</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Am%C3%A9rica_Latina</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Chile</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9xico</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_de_ciclo_completo</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_de_ciclo_completo</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Reino_Unido</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Alemanha</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Fran%C3%A7a</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/It%C3%A1lia</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Espanha</p><p>24</p><p>completo, sendo uma com estatuto civil (Polícia Nacional na França, Polícia do</p><p>Estado na Itália e Corpo Nacional de Polícia na Espanha) e outra com regula-</p><p>mento militar (Gendarmeria Nacional na França, Carabineiros na Itália e Guarda</p><p>Civil na Espanha)</p><p>Polícias Civis (PC) são instituições históricas que exercem funções</p><p>de polícia judiciária, nas unidades federativas do Brasil, cuja função é, de acordo</p><p>com o artigo 144 da Constituição Federal de 1988, o exercício da segurança pú-</p><p>blica.[1] As polícias civis são subordinadas aos Governadores dos Estados ou</p><p>do Distrito Federal e dos Territórios e dirigidas por delegados de polícia de car-</p><p>reira.</p><p>Ainda de acordo com o artigo 144, § 4º, da Constituição Federal, que</p><p>especifica o papel das Polícias Civis, são funções institucionais destas, ressal-</p><p>vada a competência da União:</p><p>apurar infrações penais, exceto as militares.</p><p>o exercício das funções de polícia judiciária.</p><p>Helicóptero da Polícia Civil do Rio de Janeiro</p><p>Funções</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Nacional_(Fran%C3%A7a)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_do_Estado_(It%C3%A1lia)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_do_Estado_(It%C3%A1lia)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Corpo_Nacional_de_Pol%C3%ADcia_(Espanha)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Gendarmaria_da_Fran%C3%A7a</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Arma_dos_Carabineiros</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Guarda_Civil_(Espanha)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Guarda_Civil_(Espanha)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_judici%C3%A1ria</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Unidades_federativas_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_Federal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1988</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Seguran%C3%A7a_p%C3%BAblica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Seguran%C3%A7a_p%C3%BAblica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Brasil#cite_note-1</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Governadores</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Distrito_Federal_(Brasil)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Constitui%C3%A7%C3%A3o_brasileira_de_1988</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_judici%C3%A1ria</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Helic%C3%B3ptero</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:%C3%81guia3.JPG</p><p>25</p><p>Viaturas da Polícia Civil do estado de São Paulo</p><p>São funções institucionais das polícias civis dos estados brasileiros:</p><p>Exercer, com exclusividade, as atividades de polícia judiciária e apurar</p><p>as infracolocadas e penais (exceto militares) no âmbito do território estadual, na</p><p>forma da legislação em vigor;</p><p>Concorrer para a convivência harmônica da comunidade;</p><p>Realizar as investigações indispensáveis aos atos de Polícia Judiciária;</p><p>Promover as perícias criminais e médico-legais necessárias, quando</p><p>mantiver órgãos periciais, ou requisitá-las aos órgãos competentes, ou, na falta</p><p>de peritos dos órgãos citados, designar a autoridade policial peritos "ad hoc" para</p><p>realizá-las.</p><p>Proteger pessoas e bens;</p><p>Proteger direitos e garantias individuais;</p><p>Reprimir as infrações penais;</p><p>Participar dos Sistemas Nacionais de Identificação Criminal, de Armas e</p><p>Explosivos, de Roubos e Furtos de Veículos Automotores, Informação e Inteli-</p><p>gência, e de outros, no âmbito da segurança pública;</p><p>Promover a identificação civil e criminal quando mantiver órgão de iden-</p><p>tificação, ou requisitá-la ao órgão competente;</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Viatura_Pol%C3%ADcia_Civil.jpg</p><p>26</p><p>Recrutar, selecionar, formar e aperfeiçoar profissional e culturalmente os</p><p>policiais civis;</p><p>Colaborar com o Poder Judiciário, com o Ministério Público e demais</p><p>autoridades constituídas;</p><p>Participar da proteção do bem-estar da comunidade e dos direitos da</p><p>pessoa humana;</p><p>Manter serviço diuturno de atendimento aos cidadãos;</p><p>Custodiar provisoriamente pessoas presas, nos limites de sua compe-</p><p>tência;</p><p>Apurar transgressões disciplinares atribuídas a policiais civis;</p><p>Controlar e executar a segurança interna de seus órgãos;</p><p>Estabelecer o controle estatístico das incidências criminais no Estado,</p><p>do desempenho de suas unidades policiais e dos demais dados de suas ativida-</p><p>des;</p><p>Denominação</p><p>O termo "civil"</p><p>origina-se do Decreto Imperial nº 3 598, de 27 de ja-</p><p>neiro de 1866, que criou a Guarda Urbana no Município da Corte e que dividiu a</p><p>polícia em civil e militar.</p><p>O ramo militar era constituído pelo Corpo Militar de Polícia da Corte,</p><p>atual Polícia Militar, órgão policial com organização castrense, enquanto o ramo</p><p>civil era constituído pela Guarda Urbana, subordinada aos delegados do chefe</p><p>de polícia da corte e extinta após a Proclamação da República, quando foi suce-</p><p>dida pela Guarda Civil do Distrito Federal.</p><p>Atualmente, as Polícias Civis, originárias de 1808, continuam integradas</p><p>por servidores públicos com estatuto civil, com funções instituídas no artigo 144</p><p>parágrafo 4º da Constituição Federal, a elas incumbindo as funções de polícia</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Civil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/27_de_janeiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/27_de_janeiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1866</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Guarda_Urbana</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Militar</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Guarda_Civil_do_Distrito_Federal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1808</p><p>27</p><p>judiciária e a apuração das infrações penais, enquanto, pelo parágrafo 5º do</p><p>mesmo artigo, cabe, às Polícias Militares estaduais, a polícia ostensiva e a pre-</p><p>servação da ordem pública bem como infrações penais militares no âmbito esta-</p><p>dual (exceto as cometidas por membros dos Corpos de Bombeiros Militar) e são</p><p>consideradas, nos termos do parágrafo 6º, forças reservas e auxiliares do Exér-</p><p>cito Brasileiro.</p><p>São, portanto, Polícia Civil e Polícia Militar corporações diversas quanto</p><p>a sua natureza e atribuições, sendo, entretanto, complementares quanto à exe-</p><p>cução de seus serviços no tocante à segurança pública.</p><p>Origem</p><p>Delegacia do Catete, no Rio de Janeiro</p><p>A polícia judiciária no Brasil remonta ao início do século XVII, quando os</p><p>alcaides exercendo as suas funções nas vilas da Colônia realizavam diligências</p><p>para a prisão de malfeitores, sempre acompanhados de um escrivão que do</p><p>ocorrido lavrava um termo ou auto, para posterior apresentação ao magistrado.</p><p>Mais tarde surgiu a figura do ministro criminal que nos seus bairros mesclava as</p><p>atribuições de juiz e policial, mantendo a paz, procedendo devassas e determi-</p><p>nando a prisão de criminosos.</p><p>A partir de 1808, com a criação da Intendência Geral de Polícia da Corte</p><p>e do Estado do Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, sob a direção do inten-</p><p>dente Paulo Fernandes Viana e a instituição no mesmo ano da Secretaria de</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Brasileiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ex%C3%A9rcito_Brasileiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9culo_XVII</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Magistrado</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1808</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Intend%C3%AAncia_Geral_de_Pol%C3%ADcia_da_Corte_e_do_Estado_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Intend%C3%AAncia_Geral_de_Pol%C3%ADcia_da_Corte_e_do_Estado_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(cidade)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_Fernandes_Viana</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:9%C2%AA_Delegacia_do_Rio.jpg</p><p>28</p><p>Polícia, o embrião da atual Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, seguida da</p><p>criação do cargo de Comissário de Polícia em 1810, fixou-se na nova estrutura</p><p>policial o exercício da polícia judiciária brasileira.</p><p>Durante o governo imperial coube o seu desempenho aos Delegados do</p><p>Chefe de Polícia, cargo preservado depois da Proclamação da Repú-</p><p>blica em 1889 na Polícia Civil do Distrito Federal e nas polícias civis dos demais</p><p>estados da federação.</p><p>A partir de 1871 a apuração das infrações penais e da sua autoria pas-</p><p>sou a ser realizada no curso do Inquérito Policial, previsto no Código de Pro-</p><p>cesso Penal brasileiro. O inquérito policial é conduzido de forma independente</p><p>pelas polícias civis e Polícia Federal, que o remetem ao juízo criminal compe-</p><p>tente após a sua conclusão. O Ministério Público poderá requisitar diligências</p><p>complementares destinadas a melhor instruí-lo para o oferecimento da ação pe-</p><p>nal.</p><p>Organização</p><p>Direção-Geral</p><p>As polícias civis são dirigidas por Delegado de Polícia de carreira, mas</p><p>a denominação do cargo designativo da direção-geral pode variar de um estado</p><p>brasileiro para outro, como Chefe de Polícia, Delegado Geral de Polícia ou Su-</p><p>perintendente da Polícia Civil.</p><p>O Chefe de Polícia ou Delegado Geral preside o Conselho Superior da</p><p>Polícia Civil, órgão colegiado de assessoramento superior integrado pelos Dire-</p><p>tores dos Departamentos de Polícia.</p><p>Departamentos de Polícia</p><p>Departamento de Polícia da Capital ou Metropolitana</p><p>Direção e coordenação das delegacias da capital do estado ou das gran-</p><p>des áreas metropolitanas.</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_do_Rio_de_Janeiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1810</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1889</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/1871</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Inqu%C3%A9rito_Policial</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Federal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_P%C3%BAblico_do_Brasil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_penal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/A%C3%A7%C3%A3o_penal</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Delegado_de_Pol%C3%ADcia</p><p>29</p><p>Departamento de Polícia do Interior</p><p>Direção e coordenação das delegacias dos municípios do interior dos</p><p>estados.</p><p>Departamento de Polícia Especializada</p><p>Direção e coordenação das delegacias e órgãos policiais especializados</p><p>na repressão de determinadas infrações penais ou determinados tipos de delin-</p><p>quência, como por exemplo:</p><p>Delegacia Antissequestro</p><p>Delegacia de Atendimento à Mulher</p><p>Delegacia de Atendimento à Terceira Idade</p><p>Delegacia de Polícia Fazendária</p><p>Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente</p><p>Delegacia de Homicídios</p><p>Delegacia de Crimes de Informática</p><p>Delegacia de Crimes contra a Saúde Pública</p><p>Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial</p><p>Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis</p><p>Delegacia de Proteção à Infância e Adolescência</p><p>Grupos ou Núcleos de Operações Especiais</p><p>Delegacia de Polícia da Pessoa com Deficiência</p><p>Departamento de Polícia Técnico-Científica</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Munic%C3%ADpios</p><p>30</p><p>Direção e coordenação dos órgãos da perícia criminalística ou médico-</p><p>legal quando subordinados às polícias civis. (Em diversos estados existem polí-</p><p>cias técnico-científicas que não pertencem às polícias civis.)</p><p>Delegacias e Distritos Policiais</p><p>A maioria dos cidadãos tem contato com as polícias civis mediante suas</p><p>unidades policiais ou unidades de polícia judiciária, geralmente, denomina-</p><p>das delegacias de polícia ou distritos policiais, distribuídos pelo território das</p><p>grandes cidades ou pelos municípios, constituindo as circunscrições policiais.</p><p>A divisão em circunscrições origina-se dos comissariados (commissa-</p><p>riat) do povo da Revolução Francesa, espalhados por todo território francês,</p><p>onde o comissário recebia e solucionava as reclamações populares em nome da</p><p>Revolução.</p><p>Ainda hoje, os comissários de polícia da Polícia Francesa, com atribui-</p><p>ções semelhantes ao Delegado de Polícia brasileiro, são considerados as auto-</p><p>ridades mais próximas dos cidadãos, tendo a responsabilidade de exercer as</p><p>suas funções de forma a representar condignamente a alta administração, nas</p><p>suas áreas de atuação.</p><p>Unidades de Operações Especiais</p><p>Blindado da CORE-Polícia Civil RJ</p><p>Nas polícias civis existem unidades especiais, tipo SWAT, para pronto</p><p>emprego nas ocorrências que possam representar maior risco à incolumidade</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Delegacias_de_pol%C3%ADcia</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Cidades</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Francesa</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/SWAT</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Blindado_da_CORE_-_Pol%C3%ADcia_Civil,_RJ.JPG</p><p>31</p><p>física dos cidadãos e policiais. Operam, também, em reforço às demais unidades</p><p>policiais, quando estas necessitam de apoio operacional para a realização de</p><p>diligências ou prisões de marginais, principalmente, em áreas de criminalidade</p><p>violenta.</p><p>São unidades policiais constituídas de pessoal verdadeiramente especi-</p><p>alizado, com espírito de equipe em alto grau, dominando a técnica da desativa-</p><p>ção de engenhos explosivos, completo conhecimento do armamento e sua utili-</p><p>zação, bem como, formação em alpinismo militar, operações helitransportadas</p><p>e artes marciais.</p><p>Essas unidades de operações especiais, como a Coordenadoria de Re-</p><p>cursos Especiais - CORE, do Rio de Janeiro, o Grupo de Operações Especiais -</p><p>GOE, de São Paulo, a Divisão de Operações Especiais - DOE, do Distrito Fede-</p><p>ralático 3 - GT3, de Goiás, o Grupo de Resposta Especial - GRE e a Patrulha</p><p>Metropolitana Unificada de Apoio - PUMA, de Minas Gerais e outras, dos demais</p><p>estados, pelo forte compromisso institucional e presença permanente na linha</p><p>de frente dos confrontos com a criminalidade, tendem a desenvolver grande de-</p><p>votamento à causa da sociedade.</p><p>Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil</p><p>É um órgão colegiado que congrega os Chefes das Polícias Civis dos</p><p>estados brasileiros.</p><p>Presidido por um dos seus membros, eleito dentre os pares, tem caráter</p><p>consultivo e normativo referentemente à doutrina policial e aos procedimentos</p><p>de polícia civil.</p><p>Quadros funcionais</p><p>Delegados ou Superintendentes</p><p>São responsáveis por dirigir as Polícias Civis (art. 144, § 4º da Constitui-</p><p>ção) e encarregadas de presidir o inquérito policial, instrumento que formaliza a</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Alpinismo</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Artes_marciais</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Inqu%C3%A9rito_policial</p><p>32</p><p>investigação criminal a cargo das policias judiciárias brasileiras. É o Delegado</p><p>de Polícia o responsável pela parte jurídica da investigação, formalizando os atos</p><p>e representações que lhe são apresentados pelos investigadores. É também fun-</p><p>ção do delegado a lavratura da prisão em flagrante.</p><p>Investigadores ou inspetores</p><p>São os responsáveis de fato pela investigação criminal. São os inspeto-</p><p>res ou agentes de polícia que fazem as atividades investigativas, levantamento</p><p>de provas, entrevistas de pessoas e análise de laudos, interceptações, análises</p><p>financeiras, análise de vínculos, de quebras de sigilo e etc. Ao fim de seus tra-</p><p>balhos, os inspetores ou agentes elaboram o relatório investigativo que irá sub-</p><p>sidiar o inquérito policial.</p><p>No Rio de Janeiro, a partir de 2008, o cargo de Inspetor de Polícia pas-</p><p>sou a ser de 3° Grau, numa clara intenção da política de administração da Polícia</p><p>Civil de criar órgãos de coordenação (os Inspetores) dos serviços investigativos,</p><p>levados a cabo pelos Investigadores Policiais, dos quais se exige 2° Grau. A</p><p>tendência de modernização das polícias civis do Brasil indica que a eficiência</p><p>investigativa está na multidisciplinaridade e na captação de pessoas em várias</p><p>áreas de formação.</p><p>Escrivães de Polícia ou Oficiais</p><p>São os policiais dotados de fé pública, os quais são responsáveis pela</p><p>formalização de procedimentos, inclusive coleta de provas subjetivas, tais como:</p><p>registro de interrogatórios, reconhecimentos fotográficos e pessoal, acareações,</p><p>depoimentos, declarações e informações.</p><p>O Escrivão de Polícia também é o responsável por expedir requisições</p><p>periciais, ordens de serviços e intimações. Detém a guarda, controle e gestão de</p><p>livros, materiais apreendidos, além de recolher fianças arbitradas pelo delegado</p><p>de polícia. É o policial civil que cuida dos inquéritos policiais, fazendo a guarda</p><p>em cartório e controle de prazos.</p><p>33</p><p>O Escrivão de Polícia tem importante papel no desenvolvimento das in-</p><p>vestigações criminais, se valendo de informações em banco de dados eletrôni-</p><p>cos para subsidiar e atualizar situações em investigações. Em alguns estados,</p><p>este cargo recebe a nomenclatura de Oficial: Oficial de Polícia Civil ou Oficial de</p><p>Cartório Policial.</p><p>Há debates em andamento para extinção do cargo de Escrivão de Polí-</p><p>cia, uma vez que, com o advento de tecnologias e o nível superior para a maioria</p><p>das carreiras policiais, está tornando-se desnecessário um cargo específico para</p><p>a finalística de escrivanato. Além do que, quem defende a ideia da extinção do</p><p>cargo de Escrivão de Polícia entende que é será um passo importante para a</p><p>desburocratização da investigação e assim aumentar a eficiência.</p><p>Papiloscopistas ou Datiloscopistas</p><p>Papiloscopista policial é o profissional especializado em trabalhar com a</p><p>identificação humana, geralmente através das cristas de fricção da pele. Usual-</p><p>mente, essa identificação é feita com base nos desenhos papilares presentes</p><p>nos dedos (dactiloscopia) e das palmas das mãos (quiroscopia), bem como dos</p><p>artelhos e plantas dos pés (podoscopia).</p><p>A identificação utilizando as papilas dérmicas é realizada pelos especia-</p><p>listas em necropapiloscopia, quando a camada mais externa da pele, denomi-</p><p>nada epiderme, tenha sido destacada por decorrência do processo de decom-</p><p>posição.</p><p>O processo de identificação mais utilizado pela Polícia Judiciária, com</p><p>base científica até hoje não posta em dúvida, é o da identificação dactiloscópica.</p><p>Peritos Criminais</p><p>Os Peritos Criminais das Polícias Civis são os auxiliares da justiça em</p><p>questões técnicas que exijam conhecimento específico de uma área do conhe-</p><p>cimento, divididos geralmente em Peritos Criminais e Médicos Legistas, são po-</p><p>liciais especialistas obrigatoriamente detentores de diploma universitário que, em</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Perito_criminal</p><p>34</p><p>razão de conhecimentos científicos e técnicos, que assessoram o processo in-</p><p>vestigatório com o conhecimento especializado de que são detentores.</p><p>Desvios comportamentais e controle da polícia</p><p>Os servidores policiais tem a sua atividade funcional regida pelo Estatuto</p><p>dos Policiais Civis, devendo observar os princípios ditados pelo Código de Ética</p><p>Policial.</p><p>Entretanto, se ocorrerem desvios de conduta no exercício das funções</p><p>deverão os mesmos ser investigados pelas Corregedorias Gerais de Polícia, que</p><p>fazem parte do organograma das polícias estaduais, com atribuição de penali-</p><p>dades compatíveis com a transgressão apurada.</p><p>Vítimas no cumprimento do dever</p><p>Corregedoria da Polícia Civil do Estado da Bahia - órgão fiscalizador da</p><p>Polícia Civil</p><p>A carreira policial é a única que expõe permanentemente a vida dos seus</p><p>integrantes às conseqüências do confronto contra a criminalidade em defesa da</p><p>sociedade. Nas grandes cidades, onde é maior a incidência criminal, tem ocor-</p><p>rido muitas mortes de policiais em serviço, no cumprimento do dever.</p><p>Essas mortes, em geral, decorrem dos confrontos armados ocorridos du-</p><p>rante as intervenções da polícia realizadas para repressão da delinquência cri-</p><p>minal ou prisão de criminosos em locais de difícil acesso.</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Corregedoria</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Corregedoria_da_Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_da_Bahia.jpg</p><p>35</p><p>A lei reconhece o valor do policial morto em serviço através da promoção</p><p>por bravura post mortem, promoção post mortem, deferimento de pensão espe-</p><p>cial aos beneficiários do servidor e condecorações diversas.</p><p>Polícias Civis por estado da federação</p><p>São vinte e sete as polícias civis brasileiras e correspondem aos vinte e</p><p>seis estados da federação e mais o Distrito Federal. Recebem a denominação</p><p>oficial de Polícia Civil, seguida do nome da unidade federativa a que pertencem,</p><p>assim, Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, Polícia Civil do Estado de São</p><p>Paulo, Polícia Civil do Estado do Paraná, etc.</p><p>Equipamentos</p><p>Armamento</p><p>Entre o armamento mais utilizado pelas polícias civis brasileiras estão</p><p>as pistolas calibre .40SW Taurus PT 100, Taurus PT 940, Taurus PT 640 e Tau-</p><p>rus PT 24/7, a carabina e a submetralhadora Taurus/FAMAE .40SW, os fu-</p><p>zis Colt M16 cal. 5,56mm e IMBEL Para-FAL cal. 7,62mm e as submetralhado-</p><p>ras HK MP5 9mm e Walther MPL 9mm. Algumas unidades policiais ainda usam</p><p>o revólver Taurus cal. 38 e a espingarda Winchester 12 GA. Incluem-se, ainda,</p><p>diversos tipos de granadas não letais.</p><p>Coletes balísticos também usando capacetes protetores são os equipa-</p><p>mentos complementares mais comumente disponíveis.</p><p>Transportes Policiais</p><p>As Polícias Civis utilizam veículos caracterizados e descaracterizados,</p><p>sobretudo dos tipos sedan e station wagon.</p><p>Para alguns estados de criminalidade violenta foram adquiridos carros</p><p>blindados para uso das unidades de operações especiais. O apoio aéreo às ati-</p><p>vidades operacionais da polícia civil é assegurado por helicópteros, como Es-</p><p>quilo AS350.</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_do_Rio_de_Janeiro</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_de_S%C3%A3o_Paulo</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_de_S%C3%A3o_Paulo</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pol%C3%ADcia_Civil_do_Estado_do_Paran%C3%A1</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Taurus_PT_100</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Pistola_PT_940C</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Taurus_PT_640</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Taurus_PT_24/7</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Taurus_PT_24/7</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Fuzil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Fuzil</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/M16_(fuzil)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/IMBEL</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Submetralhadora</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Submetralhadora</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Heckler_%26_Koch_MP5</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Rev%C3%B3lver</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Forjas_Taurus_S.A.</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Espingarda</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Granada_(arma)</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Sedan</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Station_wagon</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Opera%C3%A7%C3%B5es_especiais</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Helic%C3%B3ptero</p><p>https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Esquilo_AS350&action=edit&redlink=1</p><p>https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Esquilo_AS350&action=edit&redlink=1</p><p>36</p><p>Problemas</p><p>Falta de efetivo</p><p>As Polícias Civis em geral sofreram ao longo das três últimas décadas,</p><p>problemas institucionais que refletem na percepção hodierna. A maioria dos Es-</p><p>tados Brasileiros possuem os efetivos das décadas de 80 e 90, totalmente des-</p><p>proporcionais ao crescimento populacional.</p><p>É corriqueiro nos meios policiais, que os agentes políticos prefiram in-</p><p>vestimentos nas polícias militares, em detrimento das polícias civis, pela visibili-</p><p>dade e caráter rígido de controle político próprio do sistema militar, isso explica</p><p>o crescente desenvolvimento atípico de trabalhos de investigação pela polícia</p><p>militar.</p><p>Assim, faltam policiais civis para as investigações e demais atividades</p><p>de polícia judiciária em cidades do país de elevada incidência criminal, com o</p><p>previsível resultado de um percentual reduzido de elucidação de delitos e iden-</p><p>tificação dos seus autores.</p><p>Baixos salários</p><p>Os baixos salários, a falta de autonomia funcional, falta de recursos</p><p>como impressoras, causam desmotivação generalizada aos servidores. Faltas</p><p>estas que atrelam as autoridades policiais a agentes e fatos políticos. Também</p><p>são problemas perceptíveis dentro das instituições policiais civis.</p><p>Falta de estudos</p><p>Ademais a própria doutrina criminal brasileira sofredora das "mazelas</p><p>dos anos de ferro" parece abster-se do entendimento real das instituições, não</p><p>existem estudos que digam o número de policiais civis necessários para a popu-</p><p>lação, a "contrário sensu" a doutrina nunca estudou seriamente a instituição po-</p><p>licial, sempre atrelando seu objeto de pesquisa ao problema final, nunca ao en-</p><p>tendimento sistêmico: “Kant de Lima , Misse e Miranda (2000) ressaltam que,</p><p>37</p><p>muito provavelmente um dos fatores que afastaram a reflexão dos cientistas so-</p><p>ciais contemporâneos, durante um longo período, das etnografias dos sistema</p><p>judicial e policial brasileiro, foi o caráter hierárquico desses sistemas, concebidos</p><p>como sendo “meros reflexos de uma ordem opressora e injusta”, nada tendo que</p><p>ser estudados neles, a não ser seus modos de extinção.</p><p>Pode se inferir ainda que essa carência de estudos na área é também,</p><p>em grande parte, resultado da ausência de investimentos sistemáticos do Estado</p><p>em pesquisas sobre a organização policial, com vistas a prover uma política pú-</p><p>blica na área de segurança.</p><p>38</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ADORNO, Theodor. Palavras e Sinais: modelos críticos 2. Tradução de</p><p>Maria Helena Ruschel. Petrópolis: Vozes, 1995.</p><p>_____. Teoria da semicultura. Tradução de Newton Ramos de Oliveira com</p><p>colaboração de Bruno Pucci e Cláudia Moura Abreu. Educação e Sociedade.</p><p>Ano XVII, n. 56, p. 24-56, 1996.</p><p>_____. Educação e Emancipação. 4. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.</p><p>AGAMBEN, Giorgio. Opus Dei: Arqueologia do Ofício. Trad. De Daniel Ar-</p><p>ruda Nascimento. São Paulo: Boitempo, 2003.</p><p>ANDRADE, Marcelo. É a educação em direitos humanos? Em busca de</p><p>razões suficientes para se justificar o direito de formar-se como humano. Revista</p><p>Educação, Porto Alegre, p. 21-27, jan./abr.2013.</p><p>ARROYO, M. Quando a Violência Infanto-Juvenil Indaga a Pedagogia. In:</p><p>Educação e Sociedade: revista de ciência da educação. Campinas: Cortez/CE-</p><p>DES. V. 28, Nº 100, 2007.</p><p>BRASIL. Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos/Comitê Naci-</p><p>onal de Educação em Direitos Humanos. 5. ed. Brasília: Secretaria Especial dos</p><p>Direitos Humanos, Ministério da Educação, Ministério da Justiça, UNESCO,</p><p>2009</p><p>BRASIL. Lei nº 9.394. Brasília: Presidência da República, 1996. 31 p. Dis-</p><p>ponível em portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/ldb.pdf. Acesso em: 3, jan., 2009</p><p>BRASIL. Resolução CNE/ CP nº. 4, de 13 de julho de 2010. Define as Di-</p><p>retrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica. Diário Oficial da União.</p><p>Brasília: Imprensa Nacional da Casa Civil da Presidência da República, ano</p><p>CXLVII, nº. 130 , 09/07/201</p><p>39</p><p>BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros</p><p>curriculares nacionais. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação</p><p>Fundamental, 1997. 126</p><p>BRASIL. Resolução n.1 de 30 de maio de 2012. Estabelece Diretrizes</p><p>curriculares nacionais para a educação em direitos humanos Ministério da Edu-</p><p>cação. Conselho Nacional de Educação Básica. Brasília, DF.2</p>