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<p>CENTRO UNIVERSITÁRIO MAURÍCIO DE NASSAU – UNINASSAU CURSO DE BACHARELADO EM ENFERMAGEM</p><p>RELATÓRIO ESTÁGIO SUPERVISIONADO 2</p><p>FORTALEZA 2023</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO.	3</p><p>2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA</p><p>3 EVOLUÇÃO.</p><p>4 CONCLUSÕES INDIVIDUAIS</p><p>5 CASOS CLÍNICOS</p><p>6 REFERÊNCIAS</p><p>IDENTIFICAÇÃO</p><p>ALUNAS:</p><p>MATRÍCULA:</p><p>Francisca Virna Brabosa Albuquerque</p><p>01298813</p><p>Larissa Menezes de Souza</p><p>01321333</p><p>Marília silva de Souza</p><p>01293752</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>O estágio supervisionado II Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar (HMJMA) foi criado pelo Decreto nº 527, de 1º de abril de 1939, inicialmente como Hospital Central da Polícia Militar do Ceará – HPM/CE. Em 13 de setembro de 1993, o HPM/CE passou a atender por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) na gestão básica e ação especializada, em convênio realizado com a Secretaria de Saúde do Estado do Ceará (Sesa). A ação levou o HPM/CE a uma classificação de hospital de média complexidade com capacidade instalada de 72 leitos.</p><p>Em 1999 foi realizada uma celebração de convênio 03/99 entre a Prefeitura Municipal de Fortaleza e o Hospital. E, em 2004, o HPM/CE foi habilitado e regulamentado pelo Ministério da Saúde, consolidando a parceria em quatro projetos e ganhando espaço na esfera Federal.</p><p>No ano de 2011, o Decreto 30.554 de 30 de maio, em seu artigo 8º, incluiu o HPM na estrutura organizacional da Sesa, com a denominação de Hospital Geral da Polícia Militar José Martiniano de Alencar (HGPMJMA). Em agosto do mesmo ano, a tradicional Maternidade Nossa Senhora de Fátima, foi reinaugurada após reforma e está em pleno funcionamento com 20 leitos.</p><p>Desde então, a instituição alterou seu modelo de gestão. Focando a atuação em obstetrícia e neonatologia, clínica médica e clínica cirúrgica, tendo como objetivo uma maior desenvoltura junto à rede hospitalar, trazendo assim, um considerável avanço na qualidade do atendimento. Atualmente, o Hospital José Martiniano de Alencar é uma unidade de retaguarda e tem projetos em andamento para ser regularizado como hospital terciário.</p><p>O estágio é uma atividade que complementa e enriquece a formação na forma prescrita pela legislação relativa à implementação do currículo atual do aluno (BRASIL, lei nº 11.788/2008; lei 9394/1996 art. 82; Guia do currículo nacional do pessoal básico de enfermagem, res. 573/ 2018, KNS), além dos regulamentos internos do departamento de acordo com o projeto pedagógico do curso. Esta é uma atividade que deve ser realizada nas unidades de saúde Entidades filantrópicas públicas e/ou privadas do Sistema Único de Saúde (SUS) de acordo com o cenário da política institucional do Ministério da Saúde (MS). O Brasil aplicou a realidade e o cenário da saúde brasileira a formação profissional voltada para o mercado de trabalho não pode ser realizada dessa forma por ser apenas teórico, é necessário que o aluno conheça sua forma de trabalhar.</p><p>Assim, o aluno tem a oportunidade de ampliar o conhecimento por meio da prática orientada, aliando a teoria à prática. Um diploma de enfermagem especifica as disciplinas em seu currículo aspectos gerais biológicos e humanos, aspectos especiais da assistência à saúde, exceto que nos dois últimos semestres do curso há a obrigatoriedade de inclusão no currículo de prática supervisionada. Vários autores relatam a importância da experiência de estágio Indispensável para o desenvolvimento integral do aluno, pois o mercado de trabalho precisa cada vez mais de especialistas competentes e bem preparados.</p><p>Segundo Mafuani (2011), os estudantes têm que enfrentar na universidade conhecimento teórico; No entanto, muitas vezes é difícil conectar a teoria com a prática se o aluno não vivenciar momentos reais em que é necessário analisar o cotidiano. O autor destaca que por meio de uma formação orientada, o acadêmico pode verificar se está suficientemente preparado para o mercado de trabalho. Assim, a forma como a enfermeira supervisora se posiciona durante a supervisão os alunos têm grande influência nesse processo, pois o aluno tem esse profissional como modelo tanto de ajuda quanto de conduta ética profissional, como enfatizam Casate e Corrêa. (2017).</p><p>Portanto, a instituição educacional deve tentar fornecer especialistas competentes orientar os alunos em atividades práticas com base no conhecimento teórico e orientar a formação de profissionais éticos, competentes e seguros, pois podem influenciar na integração dos alunos ao serviço da unidade. O técnico de enfermagem desempenha um papel central no processo o aprendizado do aluno que visa desenvolver a prática do currículo em sua unidade de trabalho, pois é a importante referência de trabalho do aluno, iniciador e integrador no serviço e na equipe de saúde, sendo necessário que esse especialista transfira sua experiência com segurança.</p><p>A experiência pessoal de enfrentamento dos desafios de um curso de enfermagem as expectativas encontradas durante o estágio e relacionadas com o futuro emprego, explicitam a importante ligação entre um bom estágio e a formação profissional e estimulam a reflexão sobre o processo ensino-aprendizagem do estágio supervisionado, procurando informação para análise. pela contribuição na vida acadêmica e na formação profissional dos egressos de enfermagem. Embora também devido aos inúmeros problemas de desempenho Devido às dificuldades do grande número de alunos nas turmas, as situações que têm surgido são necessárias. Para mitigar tais situações, assegura-se que o papel do supervisor de campo é importante na adoção de estratégias e metodologias que consigam atingir o objetivo de ensino e aprendizagem. Este profissional deve atualizar constantemente técnicas e o conteúdo consegue preservar a transmissão de valores, referindo-se ao papel humanitário do enfermeiro, à arte de cuidar e à atividade que vai além das teorias, um conjunto de valores éticos e morais. Porque a formação supervisionada é importante do ponto de vista do desenvolvimento profissional enfermagem, na medida em que põe o aluno em contacto com o quotidiano com que irá trabalhar após a graduação, este relatório pretende explorar o papel da prática supervisionada na vida académica e na aprendizagem profissional do enfermeiro licenciado.</p><p>2 Fundamentação teórica e atividades desenvolvidas</p><p>2.1 Admissão</p><p>É a entrada e permanência do paciente no hospital (interno, por transferência de unidade / externo á primeira entrada hospitalar), por determinado período de tempo. Tem por objetivos facilitar a adaptação do paciente ao ambiente hospitalar, proporcionar conforto e segurança. Desse modo, é preciso que todo o processo de atendimento em saúde seja agradável, para proporcionar a melhor experiência possível. Assim, o enfermo é acolhido por um profissional da unidade e encaminhado à enfermaria, setor responsável pela admissão. Depois do preenchimento de um formulário, é feita a avaliação de sua condição física e mental. A importância da admissão está na otimização do atendimento e na adaptação do paciente à rotina hospitalar. Tudo isso proporcionando o conforto e a segurança que a situação exige. O prontuário deve conter todas as informações prévias e, se possível, ter anexos os exames que já foram realizados.</p><p>Procedimentos:</p><p>· Receber o paciente cordialmente.</p><p>· Nome completo do paciente, data e hora de chegada.</p><p>· Acompanhar o paciente ao leito, auxiliando e dando-lhe todo o conforto possível</p><p>· Conduções no momento da chegada (deambulando, em cadeira de rodas/ em maca se já estiver com prontuário de transferência interna do hospital, comunicativo)</p><p>· Orientar o paciente em relação à: localização das instalações sanitárias; horários das refeições.</p><p>· Presença ou não de acompanhante na chegada.</p><p>· Condições de higiene, presença de lesões, hematomas, condições de locomoção, queixas, sangramento.</p><p>· Doença pregressas.</p><p>· Presença vícios: estilismo/ tabagismo/ uso de drogas ilícitas/ descrever se em uso ou ex usuário.</p><p>· Medicação em uso.</p><p>· Alergias: medicações, esparadrapo, soluções ou alimentos.</p><p>· Explicar o regulamento do hospital; horário</p><p>de repouso; horário de visita;</p><p>· Preparar o paciente em relação aos exames a que será submetido.</p><p>· Fornecer roupa do hospital.</p><p>· Fazer o prontuário do paciente;</p><p>· Procedimento realizado conforme rotina: verificações de sinais vitais, verificar temperatura, pressão arterial, pulso e respiração, proceder ao exame físico, punção de acesso venoso/ dia da ultima troca.</p><p>· Anotar no relatório de enfermagem a admissão;</p><p>· Anotar no Relatório Geral a admissão e o censo diário.</p><p>· Fornecer pulseira de identificação ao paciente.</p><p>2.2 Balanço Hídrico</p><p>O balanço hídrico é essencialmente importante no controle da entrada e saída de líquidos no paciente. Em linhas gerais, um paciente internado necessita ser acompanhado de perto em relação a entrada e saída de líquidos do seu corpo, isso se faz necessário para evitar uma desidratação ou excesso de hidratação no paciente, pois na maioria das vezes o paciente não possui capacidade de receber alimentos/líquidos por via oral e com isso, faz-se necessário o estrito acompanhamento desse balanço hídrico diário. Para entender melhor, necessário calcular tudo que entra (ingresso) e o que sai (egresso) do paciente.</p><p>Positiva/ entrada:</p><p>Dietas por SNG, SNE, ostomias, ingestão de água, sucos, chás, sopas, terapia medicamentosa de soros, medicamentos com diluição, drogas vasoativas, drogas sedativas em soro, sangue, plasma, NPP/NPT. Administração terapêutica de medicamentos no paciente, bem como também as indicações, estas informações estão presentes no prontuário. São informações relacionadas à quantidade de soro, sonda gástrica e diluição de medicamentos (ex as indicações podem ser solução de dextrose, medicamentos como metronidazol, vitamina C, sondas.</p><p>Negativo/saída:</p><p>Eliminações vesicais e intestinais presentes em forma liquida, vômitos, drenagens, secreções, sudorese, linfa. Sudoração (profunda/mediana/leve). Respiração: uma respiração esta na faixa de 12 a 20 rpm (respiração por minuto), caso o paciente tenho uma respiração mais acelerada, submete-se que vai gastar mais energia e neste sentido, acrescenta 1ml, para cada respiração acima de 20 por hora.</p><p>2.3 Curativo</p><p>Os curativos têm finalidade de prevenir infecções cruzadas através de técnicas e procedimento adequados sendo estéril ou não; garantir ao usuário eficácia durante o processo de cicatrização e tratamento adequado. O objetivo de limpeza das feridas é a remoção do tecido necrótico, da matéria estranha, do excesso de exsudado, dos resíduos de agentes tópicos e dos microrganismos existentes.</p><p>No HM (Hospital de Messejana), o serviço de estomaterapia atua há 22 anos na prevenção, no tratamento e na reabilitação dos pacientes. Tem funcionalidade no período da manhã (segunda a sexta-feira), acolhendo pacientes egressos de cirurgias cardíacas, vasculares ou torácica, alguns com diagnósticos de diabetes, sequelas de longo período de internação, ex- fumantes, doenças cardíacas ou insuficiência venosa crônica. Conjuntamente aos paciente internados, como os internados nas unidades de U.T.I’s ou os que necessitam de um parecer especializado solicitado para alta.</p><p>As equipes atuam diariamente em uma busca ativa em todos os leitos, com intuito de prevenir ou tratar de lesões. A cada admissão ou troca de plantão esses pacientes são avaliados, usando a escala de Braden como meio de medir o risco de lesões por pressão em pacientes críticos. Com isso, é elaborado medidas preventivas ou um plano de tratamento.</p><p>Em nossa vivência de estágio no HM, tivemos a oportunidade de fazer diversos curativos e sempre com ajuda de nossa preceptora ou do enfermeiro de plantão. Fomos divididos em 3 unidades do hospital ( Posto 2 – unidade A; Posto 3 – unidade D; Posto 4 – unidade F), sendo feito rodízio entre nós alunos afim de conhecer a rotina e a demanda de cada unidade. Os mais frequentes para serem feitos eram: CVC ( cateter venoso central), curativo para lesões por pressão, curativo de HD (hemodiálise), pós cateterismo, CA de mama.</p><p>Cateter Venoso Central (CVC):</p><p>Materiais utilizados:</p><p>Luva de procedimento</p><p>Luva estéril</p><p>Gaze estéril</p><p>Clorexidina alcóolica</p><p>5%</p><p>IV 3.000</p><p>PHMB</p><p>Biatain</p><p>Como deve ser realizado:</p><p>Realizar higiene das mãos; Fazer a assepsia da bandeja; Preparar o material necessário verificando a integridade e prazo de validade e levar para a unidade do paciente; Orientar o paciente sobre o procedimento; Promover a privacidade do paciente, colocando biombo e/ ou fechar a porta da enfermaria; Posicionar o paciente de acordo com o local de inserção do cateter; Fazer desinfecção da mesa auxiliar com álcool 70%. Abrir o pacote, entre outros materiais necessários com técnica asséptica e colocar no campo do curativo; Calçar as luvas não estéreis e a máscara cirúrgica; Retirar o curativo anterior, deslocando parte do adesivo com uma pinça ou auxilio de mão enluvada e descartar no saco de lixo; Calçar luvas estéreis; Inspecionar o sítio de inserção, verificando a presença ou não de sinais flogísticos; Realizar a palpação com gazes seca estéril para detectar pontos de flutuação e/ ou secreção; Realizar antissepsia da pele, com clorexidina alcoólica, do óstio para a periferia, em uma área aproximadamente de 05 cm de diâmetro e extensão do cateter; Limpar a parte do cateter que se encontra do lado de fora da pele; Aguardar o antisséptico secar por cerca de 30 segundos; Secar e cobrir o cateter com gaze dobrada e fixar o curativo com adesivo hipoalergênico (micropore) ou utilizar filme transparente diretamente sobre o cateter; Anotar no adesivo a data de realização do curativo e assinar; Deixar o paciente em posição confortável; Retirar o material utilizado com o campo, levar para o expurgo; Lavar a bandeja com água e sabão,</p><p>secar com papel toalha e passar algodão embebido em álcool a 70%; Retirar as luvas e higienizar as mãos; Anotar no prontuário o procedimento realizado.</p><p>2.4 Sinais Vitais</p><p>A análise de sinal leva em consideração os sinais vitais da idade saúde e doença subjacente do cliente. Além de fornecer indicadores da função da circulação sanguínea e da respiração que o paciente está exibindo no momento. São um conjunto de sinais que sinalizam o desempenho das funções vitais serve como linha de base e medida adequada para o diagnóstico inicial da doença. Os sinais vitais são padronizados em cinco, quantificados por avaliação numérica e comparados as normas consideradas dentro do padrão para que variam por idade, peso e sexo.</p><p>2.4.1 Pressão Arterial – A pressão sanguínea e medida pela força do sangue que atua sobre as paredes das artérias, fazendo pressão sobre elas ,ou seja, o coração bombeia o sangue para os demais órgãos do corpo por meio de tubos chamados artérias. Quando o sangue e bombeado, ele e ``empurrado`` contra a parede dos vasos sanguíneos. Esta tensão gerada na parede das artérias e denominada pressão arterial.</p><p>Os valores normais em adulto, são:</p><p>· Pressão sistólica: 140x90mmHg;</p><p>· Pressão diastólica : 90x60mmHg;</p><p>Há, basicamente, dois tipos de aparelhos com os quais se pode aferir a pressão arterial: o esfigmomanômetro mecânico ou esfigmomanômetro digital. Como o mecânico, necessita-se da ajuda de outra pessoa para medir a pressão. Caso não se tenha ajuda de alguém, o aparelho digital e uma excelente ferramenta.</p><p>2.4.2 Pulso - A frequência de pulso é uma medida de sua frequência cardíaca, ou o número de vezes que seu coração bate por minuto. Também conhecido como frequência cardíaca (FC).Ao medida que o coração empurra o sangue pelas artérias, elas se expandeme se encolherão com o fluxo de sangue. A frequência cardíaca normal de um adulto em repouso é entre 60 e 100 batimentos por minuto e geralmente é menor em um atleta bem treinado.</p><p>Você pode verificar seu pulso na lateral do pescoço dentro do cotovelo ou no pulso. A maioria das pessoas acha mais fácil medir o pulso no pulso. Se estiver usando a parte inferior do pescoço é importante garantir que você não pressione com muita força e nunca aperte os pulsos em ambos os lados da parte inferior do pescoço ao mesmo tempo para evitar impedir o fluxo sanguíneo para</p><p>o encéfalo.</p><p>2.4.3 Temperatura corporal - É uma medida do calor corporal. Esse é o equilíbrio entre: calor liberado e calor liberado. Consequentemente, a melhor maneira de mensurar a temperatura de um paciente é com um termômetro. Existem muitas opções no mercado como vidro, digital, in-ear, etc. Também pode ser usado por via oral, retal ou sob as axilas. O valor de referência para a temperatura situa-se entre os 36 e os 37ºC.</p><p>2.4.4 Respiração – A frequência respiratória e o número de respiração que uma pessoa realiza por minuto. Portanto, é importante verifica os valores de cada grupo antes de realizar qualquer registro .A taxa e geralmente medida quando uma pessoa esta em repouso e simplesmente envolve a contagem do número de respirações por minuto, contando quantas vezes o peito sobe.</p><p>Os valores considerados de referência considerados normais, são:</p><p>· Mulher: - 18 a 20 mpm:</p><p>· Homem: - 16 a 18 mpm:</p><p>· Criança : - 20 a 25 mpm:</p><p>· Lactantes : - 30 a 40 mpm:</p><p>2.4.5. Saturação – A saturação do oxigênio e um parâmetro vital para definir o índice de oxigênio do sangue e a entrega do oxigênio. Para adulto, a escala normal do Sp02 é 95 – 100%. Um valor mais baixo de 90% é considerado a baixa saturação do oxigênio, que exige o suplemento externo do oxigênio. A saturação de oxigênio e avaliada através de um exame chamado de ``oximetria``. Esse exame pode ser feito de duas formas:</p><p>· Oxímetro de dedo: e a forma mais comum e fácil de medir a saturação de oxigênio.</p><p>· Gasometria arterial: e menos comum, mas e a forma mais precisa de saber o valor exato de oxigênio do sangue.</p><p>2.5 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE)</p><p>A Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) é entendida como todo assunto/prática que organize o trabalho profissional do enfermeiro, com base teórico- filosófica, que promove o preparo do Processo de Enfermagem (PE), com suporte teórico- filosófica (SILVA, 2017).</p><p>A utilização da SAE é fundamental para à oferta de uma assistência de enfermagem segura, pois possibilita ao enfermeiro recursos técnicos, científicos e humanos, auxilia de forma positiva na qualidade de assistência ofertada ao paciente, e promove o reconhecimento e a enaltecimento da enfermagem para com a sociedade (GUTIERRES et al., 2018).</p><p>De acordo com a Resolução COFEN 358/2009, o Processo de Enfermagem (PE) se divide em 5 etapas, sendo elas: Coleta de Dados de Enfermagem (ou Histórico de Enfermagem); Diagnóstico de Enfermagem (processo de compreensão e união das informações coletadas na primeira etapa, que ascende com a tomada de decisão sobre os conceitos diagnósticos de enfermagem que retratam, com mais certeza, as falas da pessoa e família em um certo momento do processo saúde e doença); Planejamento de Enfermagem; Implementação (realização das ações definidas na fase de Planejamento de Enfermagem) e Avaliação de Enfermagem (REIS; ALVES, 2020)</p><p>SONDAS</p><p>2.5.1 SONDA VESICAL DE DEMORA (SVD)</p><p>Para que serve? O que é?</p><p>É uma técnica que se trata da inserção de um cateter, também chamada de sonda vesical, pela uretra até à bexiga de forma a fazer a autorizar a saída de urina em indivíduos que não detém do controle dessa ação, devido a obstruções como hipertrofia da próstata, dilatação uretral ou mesmo em situações em que se busca fazer exames em urina estéril ou preparar a pessoa para uma cirurgia.</p><p>Material Utilizado</p><p>01 pacote de sondagem vesical</p><p>01 par de luvas estéreis</p><p>01 par de luvas de procedimento</p><p>01 sonda vesical duas vias de calibre adequado</p><p>Xilocaína gel</p><p>02 pacotes de gaze</p><p>01 seringa de 20 ml</p><p>15-20 ml de água destilada</p><p>01 agulha de aspiração (40x12)</p><p>01 bolsa coletora de urina (sistema fechado)</p><p>Fita adesiva microporosa</p><p>Solução antisséptica aquosa (PVPI degermante ou Clorexidina</p><p>aquosa 0,2%)</p><p>Saco ou lixeira para descarte de</p><p>material biológico</p><p>2.5.2 SONDA VESICAL DE ALÍVIO (SVA) Para que serve? O que é?</p><p>Este tipo de sonda é mais usado para drenar a urina antes de algum procedimento médicos ou para conforto instantâneo em indivíduos com paralisia e retenção urinária crônica.</p><p>Material utilizado</p><p>Pacote esterilizado (1 cuba rim;1 cúpula pequena; 6 gazes IV estéreis, campo fenestrado</p><p>e 1 pinça Pean, Kocherou Kelly</p><p>Sonda uretral (nº. determinado por idade e tamanho do meato urinário);</p><p>Xilocaína gel</p><p>Almotolia contendo solução antisséptica (PolivinilpirrolidonaIodo-</p><p>PVPI Tópico)</p><p>Luvas esterilizadas (nº.</p><p>adequado)</p><p>Máscara de proteção</p><p>Comadre ou papagaio;</p><p>Recipiente para descarte de material</p><p>3 Medicamentos</p><p>São substâncias que objetivam curar doenças ou aliviar sintomas. São usadas para trazer bem estar, porém se os devidos cuidados não forem tomados, podem causar problemas. A comunicação clara, objetiva e efetiva entre os profissionais envolvidos no processo de utilização de medicamentos é medida prioritária para a prevenção e redução dos erros de medicação. Outras medidas preventivas de impacto merecem destaque: evitar prescrições ilegíveis ou pouco legíveis, ambíguas, incompletas, confusas e orais; diferenciar os medicamentos com nomes e pronúncia semelhantes e empregar lembretes para prevenir trocas, tais como rótulos diferenciados ou alertas nos locais de armazenamento e dispensação; não permitir a dispensação por solicitação verbal e sem prescrição ou restringi-las apenas em caso de situações de emergência; identificar corretamente o paciente, os medicamentos e a prescrição ou receita; orienta o paciente na alta hospitalar ou no momento da dispensação ambulatorial; implementar sistemas de distribuição de medicamentos seguros e efetivos; reduzir distrações e projetar ambientes seguros para manter um fluxo ótimo de trabalho.</p><p>Cito, algumas formas de administração de medicamentos:</p><p>Indicações:</p><p>· Terapia medicamentosa por via endovenosa; Etapas do procedimento:</p><p>· Verificar na prescrição médica: nome do cliente, número do leito, solução a ser infundida, volume, data e horário.</p><p>· Datar o equipo com o prazo de validade, conforme recomendação da CCIH do hospital.</p><p>· Identificar o cliente pelo nome completo.</p><p>· Explicar o procedimento ao cliente e acompanhante.</p><p>· Higienizar as mãos.</p><p>· Calçar as luvas de procedimento.</p><p>· Posicionar o cliente de maneira confortável e adequada à realização do procedimento.</p><p>· Expor a região a ser puncionada.</p><p>· Palpar a rede venosa para escolher o local a ser puncionado, de preferência vasos periféricos superficiais de grosso calibre e distante das articulações. Indicadas: cefálica basílica, mediana, as do antebraço e as do plexo venoso do dorso da mão; sentido distal para proximal.</p><p>· Escolher o cateter adequado ao calibre do vaso periférico (cateter de menor calibre e comprimento de cânula).</p><p>· Prender o garrote acima do local escolhido (não colocá-lo sobre as articulações).</p><p>· Pedir ao cliente para abrir e fechar a mão e, em seguida, mantê-la fechada.</p><p>· Fazer a antissepsia da área usando algodão/gaze embebido em clorexidina alcoólica 0,5%, com movimentos no sentido do retorno venoso ou circular do centro para fora.</p><p>· Não tocar o sítio de inserção do cateter após aplicação do antisséptico.</p><p>· Aguardar a secagem espontânea do antisséptico antes de proceder à punção.</p><p>· Limitar a duas tentativas de punção periférica por profissional e, no máximo, quatro no total.</p><p>· Tracionar a pele do cliente (no sentido da porção distal do membro) com a mão não dominante, posicionando o dedo polegar cerca de 2,5 cm abaixo do local selecionado para a punção.</p><p>· Informar ao cliente o momento da punção, solicitando que faça uma inspiração profunda.</p><p>· Utilizar um novo cateter periférico a cada tentativa de punção.</p><p>· Inserir a agulha com o bisel voltado para cima, até observar o refluxo do sangue.</p><p>· Retirar o mandril quando puncionar com cateter sobre agulha, fazendo pressão acima da ponta do cateter com o indicador da mão não dominante.</p><p>· Soltar o garrote e solicitar ao cliente para abrir a mão.</p><p>· Adaptar a conexão de duas vias ao cateter.</p><p>· Testar a permeabilidade do sistema. Observar se não há formação de soroma local.</p><p>· Fixar o cateter à pele do cliente, utilizando película transparente</p><p>estéril de maneira que fique firme, visualmente estético e que não atrapalhe os movimentos.</p><p>· A cobertura para cateter periférico deve ser estéril, podendo ser semioclusiva (gaze e fita adesiva estéril) ou membrana transparente semipermeável.</p><p>· Utilizar gaze e fita adesiva estéril apenas quando a previsão de acesso for menor que 48 horas. Caso a necessidade seja maior que 48 horas não utilizar gaze devido risco de perda do acesso durante sua troca.</p><p>· Identificar no próprio curativo do cateter o dia e hora da punção, o responsável pela mesma e o calibre do cateter utilizado.</p><p>· Colocar o cliente em posição confortável.</p><p>· Recolher o material utilizado, desprezar o lixo em local adequado.</p><p>· Retirar as luvas de procedimento.</p><p>· Higienizar as mãos.</p><p>· Realizar as anotações de enfermagem no prontuário do paciente. Materiais Necessários:</p><p>· Bandeja; - Garrote; - Clorexidina alcoólica 0,5% ou álcool à 70%, quando não houver clorexidina alcoólica; - Bolas de algodão/gazes; - Cateter intravenoso periférico sobre agulha apropriado ao calibre da veia e rede venosa do paciente (ex: Jelco® nº 24 – 22 em neonatologia/pediatria; Jelco® nº 20 à 14 em adultos); - Filme transparente ou fita adesiva estéril para fixação; - Luvas de procedimento; - Dispositivo a ser conectado ao cateter venoso de acordo com o objetivo da punção (torneirinha, tubo extensor, tubo em “Y”);</p><p>· Material para permeabilização do cateter.</p><p>Acesso venoso central :</p><p>É um procedimento muito realizado em unidades de terapia intensiva. Em definição, consiste em um acesso venoso em que sua extremidade atinge a veia cava superior ou inferior. As principais indicações para esse procedimento são: -- Pacientes com veias periféricas ruins; -- Infusão de medicamentos vesicantes, irritantes, hiperosmóticas; -- Monitorização hemodinâmica invasiva; -- Acesso vascular de longo prazo. Os locais de inserção são as veias jugular, subclávia e femoral, sendo a femoral a última na escala de prioridades devido à sua proximidade com a região íntima, o que acarreta um maior risco de infecção.</p><p>Tipos de cateteres venosos centrais (CVC) -- CVC Semi-Implantado de Curta Permanência: inserido através de punção percutânea, indicado para utilização por no máximo de 4 a 6</p><p>-- CVC Semi-Implantado de longa permanência (tunelizado): inserido pelo tecido subcutâneo, possui cuff que auxilia na fixação. Indicado para terapia de longa duração. Ex.: Perm-CathⓇ.</p><p>-- CVC Totalmente Implantado: cateter tunelizado conectado a dispositivo oco (port) implantado em tecido subcutâneo. Permite punção através da pele diretamente no port. Ex: Port-a-cathⓇ, PortocatⓇ.</p><p>-- Cateter Central de Inserção Periférica (PICC): cateter de longa permanência inserido através de veia periférica.</p><p>Materiais para punção venosa central:</p><p>-- 1 kit de campo estéril; -- 1 capote cirúrgico estéril para o profissional que fará o procedimento; -- 1 capote simples para o profissional que vai auxiliar; -- 1 par de luva estéril; -- 1 par de luva de procedimentos; -- Cateter mono-lúmen/duplo- lúmen/triplo-lúmen 7,0 Fr (para adultos) ; -- 1 escova de clorexidina 2%;3 pacotes de gaze estéril; -- 4 seringas de 10mL; -- 1 seringa de 20mL; -- 1 agulha 40x12 ou de aspiração ; -- 1 agulha 13x4,5; -- 1 soro fisiológico 0,9% 250mL frasco -- Clorexidina</p><p>alcoólica 0,5% almotolia ; -- 1 conector de sistema fechado; -- 1 curativo transparente com borda reforçada estéril 10x12 cm ; -- 1 torneira 3 vias (three way) ;</p><p>-- 1 equipo macrogotas; -- 1 fio sutura mononylon 3-0; -- 1 lâmina de bisturi nº 11; -- 1 Lidocaína 2% sem vaso de 5ml ; -- 1 agulha 25x7; -- 1 seringa 5ml.</p><p>Incluo alguns vias de administração:</p><p>-- Tomados pela boca (via oral)</p><p>-- Administrados por injeção em uma veia (via intravenosa, IV), em um músculo (via intramuscular, IM), no espaço ao redor da medula espinhal (via intratecal) ou sob a pele (via subcutânea, SC)</p><p>-- Aplicados sob a língua (via sublingual) ou entre a gengiva e a bochecha (via bucal)</p><p>-- Inseridos no reto (via retal) ou na vagina (via vaginal)</p><p>-- Aplicados nos olhos (por via ocular) ou ouvido (por via otológica)</p><p>-- Inalados pelo nariz e absorvidos através das membranas nasais (via nasal)</p><p>-- Aspirados até os pulmões, geralmente através da boca (por inalação) ou boca e nariz (por nebulização)</p><p>-- Aplicados sob a pele (via cutânea) para um efeito local (tópico) ou em todo o corpo (sistêmico)</p><p>-- Aplicados na pele através de um adesivo (via transdérmica) para um efeito sistêmico Ressalto, que medicação são substancia perigosa que so devem ser administrado por profissionais de saúde, e devem ser utilizadas de acordo com a orientação e prescrição medica.</p><p>4 Evolução</p><p>Corresponde a uma análise periódica das respostas dos clientes às intervenções de enfermagem, incluindo as demais medidas terapêuticas realizadas e/ou prescritas pelos demais profissionais da equipe multidisciplinar, após avaliação do estado geral do paciente. É uma responsabilidade privativa do enfermeiro e complementar da SAE. Deve incluir um breve resumo dos resultados do tratamento prescrito e quaisquer novos problemas identificados que devem ser resolvidos nas próximas 24 horas. Tem como objetivo avaliar a eficácia das intervenções de enfermagem definidas no plano de cuidados.</p><p>5 Conclusão</p><p>Aluno: Francisca Virna Barbosa Albuquerque; matrícula: 01298813</p><p>O estágio supervisionado II no Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar( hmjma) , foi de extrema importância para nossa vida acadêmica, pois estando em contato diretamente no ambiente hospitalar, podemos adquirir e vivenciar novas experiências tanto na arte técnica como também no pessoal. Foram ensinamentos e aprendizados diferentes, tivemos a oportunidade de conhecer e observar, participar da rotina dentro de um setor hospitalar, realizando procedimentos e condutas de enfermagem. Sou grato a Deus primeiramente e a todos os profissionais que nos acolheram tão bem, nos passaram conhecimentos que iremos levar por toda nossa vida profissional.</p><p>Aluno: Larissa Menezes de Souza; matrícula: 01321333</p><p>Durante o estágio supervisionado II tive a grande oportunidade em acompanhar a rotina no setor hospitalar, desde a entrada e os procedimentos realizados durante a permanência de alguns pacientes, até as altas.</p><p>Foi muito gratificante saber e conviver em cada setor, conhecendo as histórias de cada paciente, dos profissionais. A forma de rodizio nos setores disponíveis foi interessante saber importância de cada um, pois apesar de ser o mesmo hospital, as unidades vivem uma realidade diferente. Agradeço aos profissionais, por nos mostrar o papel de um enfermeiro em um hospital, compreender a rotina e a necessidade da união de uma equipe multidisciplinar.</p><p>Aluno: MARÍLIA SILVA DE SOUZA; matrícula: 01293752</p><p>O período de Estagio Supervisionado II, no Hospital e Maternidade José Martiniano de Alencar, foi um legado para a minha vida acadêmica visto que a instituição atende pacientes com diversas patologias clínicas, possibilitando-me expor os meus conhecimentos teóricos – científicos e colocados em pratica.</p><p>Durante esse período tive a oportunidade de realizar procedimentos de enfermagem do mas simples aos de maior complexidades todos baseados em teoria – cientifica como: monitoriza pacientes, troca de curativos simples e alta complexidade, como cirúrgico limpo e contaminado, de acesse central, com orientações sobre cada barreiras a ser aplicada nos respectivos curativos, aplicações de SAE, aprazamento de prescrição e fechamento de balanço hídrico, realizado admissões e orientação de altas.</p><p>Finalizo com imenso agradecimento aos colaboradores pelo acolhimento.</p><p>6 Casos clínicos:</p><p>ALUNO (a): Francisca Virna Barbosa Albuquerque ; MATRÍCULA: 01298813</p><p>Curso que está vinculado ao caso:</p><p>Enfermagem</p><p>Disciplina que está vinculada:</p><p>Estágio Supervisionado II</p><p>Assunto ou diagnóstico:</p><p>Cidade e estado (que ocorreu o caso)</p><p>Fortaleza, Ceará</p><p>RELATO DO CASO:</p><p>Quais as possíveis condutas?</p><p>Considerações importantes</p><p>Considerações Importantes:</p><p>Aluna: Larissa Menezes de Souza, Matrícula:</p><p>01321333</p><p>Curso que está vinculado ao caso</p><p>Enfermagem</p><p>Disciplina que está</p><p>vinculada:</p><p>Estágio supervisionado 2</p><p>Assunto ou</p><p>Diagnóstico:</p><p>Pé Diabético</p><p>Cidade e estado ( que ocorreu o</p><p>caso)</p><p>Fortaleza, CE</p><p>Relato de caso:</p><p>F.S.C.D 38 anos, internação hospitalar por: Pre-op de desbridamento de lesão neuropática por um DM descompensada em MID#HDA: Paciente refere surgimento de lesão em pé direito espontânea (“Bicho de pé”)? Há cerca de 2 semanas com piora progressiva,associada á dor local em região plantar, edema e hiperemia locais. Nega febre. Dessa forma buscou atendimento em upa no dia 14/08, com DX 500 (Assintomático), sendo iniciado HV + ATB EV.</p><p>Obeso, DM descompensado(Diagnosticado dia 14/08 por DX 500). Refere alergia a dipirona, paracetamol, ibuprofeno e amoxicilina. Nega cirurgias previas. Etilista e nega tabagismo.</p><p>Paciente evolui clinicamente estável, afebril, sem queixas álgicas, nega náuseas, vômitos, cefaléia, turvação visual. Nega demais queixas clínicas.Relata diurese clara, sem disúria, sem polaciúria. Refere evacuações diárias. Conciliando clico sono vigília.</p><p>Parâmetros Enfermagem: DX 453/ TMAX 37,1°C/ PAS 140-141 X PAD 80/ FC 90-100/ FR 19/ SAT 97-98%AA.</p><p>BEG, Normocorado. Orientado, Eupneico, Afebril, não ausculto sopros cardíacos.</p><p>ABD: semigloboso, rha, flácido, indolor á palpação, sem massas ou vmg palpáveis, edema, hiperemia e calor em pé direito com área de necrose+ fibrina.</p><p>Paciente encaminhado para clínica cirúrgica para retirada do quinto dedo MMII.</p><p>Quais possíveis condutas?</p><p>DIAGNOSTICO DE ENFERMAGEM</p><p>-Risco de glicemia instável, conforme evidenciado por estado de saúde física comprometida.</p><p>Conduta: Fazer novo plano alimentar para controlar o nível glicêmico.</p><p>-Risco de síndrome do desequilíbrio metabólico, conforme evidenciado por obesidade e pressão arterial instável.</p><p>Conduta: Fazer controle de pressão e necessário encaminhar para cardiologista.</p><p>-Distúrbio na imagem corporal, evidenciado por procedimento cirúrgico.</p><p>Encaminhar para Psicologo.</p><p>Considerações importantes:</p><p>Paciente necessita de acompanhamento da diabete para o cuidado de não aparecimento de mais lesões.</p><p>Aluna: Marília Silva de Souza; matrícula: 01293752</p><p>Curso que está vinculado ao caso</p><p>Enfermagem</p><p>Disciplina que está</p><p>vinculada:</p><p>Estágio supervisionado 2</p><p>Assunto ou</p><p>Diagnóstico:</p><p>Cardiopatia Congênita</p><p>Cidade e estado ( que ocorreu o</p><p>caso):</p><p>Fortaleza, CE</p><p>Relato de caso:</p><p>Paciente RNI DE I.S.E, Gênero masculino, 37s6d, Apgar 9/10, 19° dia de vida, ativo, reativo, irritado ao manuseio, hemodinamicamente estável. Deu entrada em berçário médio risco, proveniente do alojamento conjunto após parto cesariano realizado na maternidade José Martiniano de Alencar com icterícia neonatal, taquidispneia, regurgitação e cardiopatia congênita. Realizado tipagem sanguínea com resultados de: Mãe O+ RN O+. Testes rápidos de HIV E SIFILIS negativos. Foi observado cefalohematoma pariento-occpital a direita que após exame de imagem foi constatada bolsa serosanguinolenta benigna residual do parto. Por conta de regurgitação em jato pós dieta a livre demanda, foi passado sonda para alimentação moderada e controlada. Por ser ictérico, faz uso de fototerapia. Feito ecocardiograma com resultado de Comunicação Interventricular Múltiplas (CIV) com hiperfluxo pulmonar. Abdome flácido e indolor ao toque. Diurese e evacuações presentes em fraldas. Paciente permanece monitorizado 24h para controle de cardiopatia congênita enquanto aguarda vaga no HIAS.</p><p>Quais as possíveis condutas?</p><p>*AMAMENTAÇÃO INTERROMPIDA: Interromper a continuidade da alimentação do leite das mamas, o que pode compor sucesso na amamentação e/ou estado nutricional do lactente/criança, relacionado a separação materno-infantil caracterizado por amamentação não exclusiva.</p><p>* HIPERBILIRRUBINA NEONATAL: O acúmulo de bilirrubina não conjugada na circulação (menos de 15ml/dl) que ocorre após 24 horas de vida relacionado a bebês desnutridos caracterizado por membranas mucosas amarelas.</p><p>* PADRÃO RESPIRATORIO INEFICAZ: Inspiração e/ou expiração que não fornece ventilação adequada relacionada a aumento do esforço físico caracterizado por dilação nasal e taquipneia.</p><p>*DIMINUIÇÃO DO DEBITO CARDÍACO: Volume inadequado de sangue bombeado pelo coração para atender ao metabolismo e demandas do corpo relacionada a aumento vascular pulmonar caracterizado por frequência cardíaca e ritmo alterado.</p><p>Considerações importante</p><p>Cardiopatia Congênita está relacionado a qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação, quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca. Visto isso, a Comunicação Interventricular (CIV) é um tipo de cardiopatia caracterizada por uma abertura ou orifício na parede (septo) que divide os ventrículos (câmaras que bombeiam o sangue) direito e esquerdo. Assim, permite a passagem do sangue de uma câmara a outra, quando este fluxo não deveria existir. Quando existe uma comunicação entre os dois lados do coração, uma grande quantidade de sangue passa do lado esquerdo, que tem maior pressão, para o lado direito. Este sangue, já oxigenado, vai novamente para os pulmões e volta para o lado esquerdo. Assim, vai sobrecarregando o trabalho do coração a cada batimento. No coração, isto ocasiona um aumento de tamanho, especialmente do átrio e do ventrículo esquerdo. Nos pulmões, esta sobrecarga de sangue aumenta a pressão, o que pode lesionar permanentemente as paredes das artérias pulmonares com o passar do tempo.</p><p>6 Referências</p><p>6.1 TREINAMENTO POR SIMULAÇÃO PARA ADMISSÃO HOSPITALAR DE PACIENTES COM COVID-19: AVALIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM, Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora. JAN 2021 / link do artigo: https://doi.org/10.1590/1980-265X-TCE- 2020-0569</p><p>6.2 Figueiredo, M. A. G., Nazareth, C. A. L., Souza, L. A., Souza Silva, R. de C., Loures, A. de P., & Dias da Silva, N. dos R. (2021). Balanço hídrico em unidade de terapia intensiva. Revista De Enfermagem Do Centro-Oeste Mineiro, 11. link : https://doi.org/10.19175/recom.v11i0.428</p><p>6.3 Base científica na pratica de enfermagem, unidade VI.31, sinais vitais.</p><p>6.4 BRASIL. Cateterismo vesical de demora, Governo do Estado de Alagoas, 2020.</p><p>6.5 POP FACENF. Procedimentos de Enfermagem. Eliminações Urinárias, 2019.</p><p>6.6 GUTIERRES, L.S. et al. Good practices for patient safety in the operating room: nurses’ recommendations. Rev Bras Enferm [Internet]. 2018;71(Suppl 6):2775-82.</p><p>6.7 SILVA, M.C.N. Sistematização da assistência de Enfermagem: desafio para a prática profissional. Enferm Foco, v. 8, n. 3, 2017.</p><p>6.8 Kummerer K.Drugs in the environment: emission of drugs,diagnostic aids and disinfectants into wastewater by hospitals in relation to other sources – a review.Chemosphere.2001;45(6):957-69</p><p>6.9 ARAÚJO,S.Acessos Venosos Centrais e Arteriais Periféricos – Aspectos Técnicos e Práticos.v.15,p.13,2003.</p><p>image1.jpeg</p>

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