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FISIOLOGIA DA 
LACTAÇÃO 
A lactação pode ser considerada uma vantagem adaptativa não 
apenas para o filhote mas também para a própria mãe, permitindo 
às espécies mais complexas, a nutrição de seus filhotes, 
independente das condições ambientais. 
Prolactina 
Ejeção de leite 
Ducto 
Células mioepiteliais 
Células epiteliais alveolares 
Secreção 
de leite 
Ocitocina 
Hipotálamo (hipófise 
posterior) 
Mecanorreceptores 
(mamilo) 
Alvéolo (ou ácino) da glândula mamária 
Alvéolo da glândula mamária 
A LACTAÇÃO 
APRESENTA 3 FASES: 
Mamogênese; 
 Lactogênese e lactopoese; 
 Ejeção de leite. 
DESENVOLVIMENTO MAMÁRIO 
DURANTE A GRAVIDEZ 
Transformações necessárias para produção de leite: 
1º trimestre – proliferação dos túbulos terminais mamários; para 
criar número máximo de elementos epiteliais da futura formação 
alveolar. 
2º trimestre – túbulos terminais duplicados agrupados para 
formar grandes lóbulos. 
3º trimestre – alvéolos/ácinos existentes dilatam-se de forma 
progressiva numa preparação final para o processo de lactação. 
ESTÁGIOS DA LACTAÇÃO 
Mamogênese – crescimento mamário desde a vida intra-
útero até a puberdade. 
 
Lactogênese – crescimento das glândulas mamárias e início 
da secreção do leite 
 Estágio I – meio da gestação até o segundo dia pós-
parto 
 Estágio II – do 3º dia até 8º dia pós-parto 
 
Lactopoese – 9º dia pós-parto até a involução mamária): 
manutenção da secreção do leite; o controle autócrino 
continua. Exige sucção e remoção do leite. 
 
Ejeção do leite (ou lactocinese) – remoção do conteúdo 
alveolar, garantindo a lactopoese. 
 
Involução – (±40 dias após a última amamentação): cessa a 
produção de leite. 
Ducto 
lactífero 
Alvéolos 
imaturos 
Glândula mamária 
rudimentar 
Glândula mamária 
de fêmea não 
grávida 
Estágio de 
desenvolvimento 
Controle 
hormonal 
Progesterona 
Estrógenos 
Glândula mamária 
Lóbulos 
Areola 
Mamilo 
Ducto lactífero 
Gordura subcutânea 
Desenvolvimento das glândulas mamárias - Mamogênese 
A mamogênese, desenvolvimento do tecido mamário - 
se inicia na puberdade e termina com o climatério ou 
castração. Na prenhêz seu desenvolvimento é acelerado e 
se completa. 
Ocorre durante todo o período gestacional e se refere 
ao crescimento e desenvolvimento da glândula mamária, 
que torna a mulher capaz de produzir leite. É importante 
ressaltar que o crescimento das glândulas mamárias 
também acontecem durante a puberdade pela ação de 
diversos hormônios, como o estrogênio, progesterona, 
GH e insulina, deixando de ser uma mama imatura para 
se tornar uma mama adulta não gestante. 
 
► Ocorre durante a puberdade através da ação do 
estrógeno (desenvolvimento dos ductos galactóforos) e 
progesterona (desenvolvimento dos alvéolos). 
► Outros hormônios como a insulina, GH e cortisol 
também são importantes para o crescimento dos ductos. 
► Durante a gestação e lactação, há o aumento do 
tecido adiposo, da vascularização, bem como da 
arborização de ductos e dos alvéolos. Portanto, formam-
se muitos lóbulos. 
► Importante ação da prolactina (produção de leite – 
síntese e secreção). 
► Ocitocina – ejeção do leite. 
 
Deve-se lembrar que, devido a ação da prolactina, a mulher pode 
produzir o colostro (secreção láctica) a partir da 16ª semana 
gestacional. Em alguns casos a sua produção é tão grande que pode 
ocorrer o extravasamento antes mesmo de ser ejetado pela 
ocitocina. Embora a atuação dos hormônios esteroides, estrogênio e 
progesterona, sejam essenciais para o desenvolvimento físico das 
mamas, ambos exercem papel inibitório da ejeção do leite, ou seja, 
inibirão a produção de ocitocina. Fisiologicamente, durante o 
trabalho de parto, ocorrerá aumento da concentração de ocitocina, 
que é responsável pela contração uterina, e concomitantemente há 
uma queda brusca de estrogênio e progesterona (param de ser 
secretados pela placenta e o corpo lúteo). 
 
É relevante ressaltar que, após o parto, a produção de prolactina 
não se dá de forma continua, mas sim com picos a cada vez que a 
criança mama. Ao soltar o peito, a prolactina apresenta decaimento. 
Além disso, a criança não suga o leite produzido naquele momento, 
mas sim o qual está armazenado. 
 
Ducto 
lactífero 
Alvéolos 
imaturos 
Glândula mamária 
rudimentar 
Glândula mamária 
de fêmea não 
grávida 
Estágio de 
desenvolvimento 
Controle 
hormonal 
Progesterona 
Estrógenos 
Glândula mamária 
Lóbulos 
Areola 
Mamilo 
Ducto lactífero 
Gordura subcutânea 
Desenvolvimento das glândulas mamárias - Lactogênese 
Seio 
lactífero 
Glândula mamária 
durante gravidez 
pela proliferação de 
ductos lactíferos e 
alvéolos 
Progesterona 
 Estrógenos 
hPL 
Prolactina 
Desenvolviment
o e proliferação 
do alvéolo 
Primeiro ocorre a lactogênese (síntese) e 
depois a lactopoese (manutenção da 
produção). 
LACTOPOESE 
Transporte via exocitose: proteínas, água, lactose, oligossacarídeos e sais (fosfato, cálcio e 
citrato). 
Transporte via membrana: íons, glicose e aminoácidos. 
Transporte via transcitose: imunoglobulinas, proteínas séricas, enzimas e hormônios. 
Transporte via paracelular – ocorre durante a gestação e não na lactação: leucócitos e 
plasma. Esse transporte também pode ocorrer nos casos de mastite, onde há inflamação e 
extravasamento de plasma no espaço intersticial. 
 Transporte via destacamento ou brotamento: gordura 
Os glóbulos de gordura são sintetizados no 
retículo endoplasmático liso na parte basal 
ou medial da célula. Esses glóbulos, à 
medida que vão sendo formados, se unem 
e formam um único glóbulo que vai até a 
parte apical (superior) da célula. 
 
Ao chegarem na parte apical da célula, os 
glóbulos começam a fazer uma pressão, 
alcançando a luz alveolar através de um 
destacamento, também chamado de 
brotamento. 
Três sistemas dopaminérgicos: 
*TIDA: Sistema Tubero-infundibular – libera 
dopamina na eminência mediana. 
*PHDA: Sistema hipofisário periventricular – 
dopamina no lobo intermediário da hipófise. 
*THDA: Sistema Tubero-hipofisário – dopamina no 
lobo intermediário da hipófise. 
 
Os neurônios dopaminérgicos são estimulados pela 
acetilcolina (Ach) e glutamato e inibidos pela 
histamina e peptídeos opiáceos. 
Hipotireoidismo 
Drogas antipsicóticas 
Alguns antidepressivos 
Sinais da medula 
espinhal 
Lesões supracelar e 
infundibular 
Prolactinoma 
Alguns adenomas 
secretores de Hormônio 
do crescimento 
Sistema porta-
hipofisário 
Hipófise 
anterior 
Hipotálamo 
Níveis Mecanismos 
Dopamina 
Prolactina 
Estrogênio 
Circulação 
sistêmica 
Injúria/falência 
renal 
Clearance 
Renal 
Mobilização de substrato energético para 
síntese do leite 
Ações periféricas da prolactina (PRL): 
Reflexo neuroendócrino da lactação: 
1.A succção deforma os mecanorreceptores presentes no mamilo, ativando-os. 2.Os sinais 
sensoriais aí originados trafegam por nervos torácicos, entrando no sistema nervoso central pela 
raiz dorsal da medula espinal. 3.Estes sinais ascendem via coluna anterolateral para o tronco 
cerebral, onde estabelecem sinapses. Os neurônios que participam desta via polissináptica se 
projetam: 4.para os núcleos paraventricular (PVN) e supraótico (SON), estimulando-os a secretar 
ocitocina dos seus terminais na neuro-hipófise, 5.para os neurônios dopaminérgicos, em especial 
do núcleo arqueado (ARC), inibindo a liberação de dopamina na eminência mediana, e 6.para os 
neurônios que produzem fatores liberadores de prolactina (PRF), estimulando-os a secretarem seus 
produtos que irão, direta ou indiretamente, estimular a secreção de prolactina. 7.Sem o controle 
inibitório, os lactotrofos secretam prolactina, que alcança a circulação sistêmica. 8.Nas células 
alveolares, a prolactina liga-se aos seus receptores de membrana, induzindo a síntese de leite e sua 
secreção para o lúmen do alvéolo. 9.A ocitocina liberada pelos terminais neuronais na neuro-
hipófise alcança a circulaçãosistêmica. 10.A ocitocina liga-se aos seus receptores nas membranas 
das células mioepiteliais do alvéolo mamário, induzindo a contração e expulsão do leite do lúmen 
para os ductos alveolares. 
EJEÇÃO DO LEITE 
Estímulos de sucção do 
mamilo seguem pela 
medula espinhal (trato 
espinotalâmico) até o 
hipotálamo 
A prolactina inibe a 
secreção de GnRH. A 
reduzida 
estimulação dos 
gonadotrofos inibe o 
ciclo ovariano 
(amenorreia 
lactacional) 
50% das mulheres 
que estão 
amamentando têm 
a inibição do ciclo 
ovariano. 
EJEÇÃO DO LEITE 
A sucção mamilar inibe a 
secreção de Dopamina, o 
que promove a secreção 
de Prolactina pela 
adenohipófise. 
Em humano também 
parece haver a 
participação de fatores 
liberadores de prolactina 
(TRH??). 
A sucção mamilar estimula 
a produção dee ocitocina 
pelos núcleos supraótico e 
paraventricular e sua 
posterior secreção pela 
neurohipófise. 
Reflexo neuroendócrino que 
pode ser condicionado: 
Ver o bebê ou escutar o seu 
choro pode antecipar a liberação 
de ocitocina 
Influências de centros 
superiores cerebrais 
Condições estressantes podem 
inibir a secreção de ocitocina 
LIBERAÇÃO DE 
OCITOCINA 
Ocitocina Prolactina 
PIH 
Núcleos 
supraótico e 
paraventricular 
Neurônios 
dopaminérgicos 
Quiasma óptico 
Sistema porta-
hipofisário 
Hipófise anterior Hipófise 
Posterior 
Mamilo 
Medula espinhal 
Tronco cerebral 
FIM

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