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APOSTILA 1 - MODULO 4 - Vegetação Brasileira

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<p>1</p><p>GEOGÊNIO</p><p>GEOGRAFIA DO BRASIL – APOSTILA 1</p><p>CAPÍTULO 4 – VEGETAÇÃO BRASILEIRA</p><p>Fonte: educacao.uol.com.br – acesso em 14/09/2014</p><p>I - CLASSIFICAÇÃO DA VEGETAÇÃO</p><p>FORMAÇÕES FLORESTAIS</p><p>FLORESTA LATIFOLIADA TROPICAL</p><p>FLORESTA LATIFOLIADA EQUATORIAL</p><p>FLORESTA LATIFOLIADA ÚMIDA DE ENCOSTA</p><p>FLORESTA ACICULIFOLIADA</p><p>FORMAÇÕES CAMPESTRES</p><p>FORMAÇÕES COMPLEXAS</p><p>CERRADO</p><p>CAATINGA</p><p>COMPLEXO DO PANTANAL</p><p>FORMAÇÕES LITORÂNEAS</p><p>MANGUE</p><p>DOS LITORAIS ARENOSOS</p><p>I.1 - FLORESTA EQUATORIAL PLUVIAL</p><p>AMAZÔNICA OU HILÉIA BRASILIENSIS</p><p>Fonte: siscom.ibama.gov.br – acesso em 14/09/2014</p><p>Fonte: www.vivaterra.org.br – acesso em 14/09/2014</p><p>É encontrada na maior parte da Amazônia Legal,</p><p>estendendo-se ainda por outros países sul americanos.</p><p>Principais Características:</p><p>► É formada por plantas latifoliadas ( folhas largas );</p><p>► É composta por plantas perenifólias ( mantém suas copas</p><p>sempre verdes )</p><p>► É do tipo ombrófila ou higrófila ( plantas que se</p><p>desenvolvem em ambientes úmidos ),</p><p>► É heterogênea ( possui uma gigantesca biodiversidade,</p><p>ou seja, possui o maior banco genético do planeta ),</p><p>► É densa ou fechada, o que dificulta a penetração e a</p><p>exploração econômica da mesma.</p><p>► As plantas praticam o fototropismo ( disputam a luz solar</p><p>), o que contribui para existência de árvores de grande porte</p><p>( cerca de 60 m de altura ).</p><p>► A Floresta Amazônica se desenvolveu num ambiente de</p><p>solos pobres, do tipo hidromórficos lixiviados ( arenosos,</p><p>possuindo na sua parte superior uma camada de húmus (</p><p>matéria orgânica decomposta ), que lhe fornece uma</p><p>fertilidade superficial.</p><p>► As árvores possuem raízes superficiais, fruto da pobreza</p><p>interior dos solos da região.</p><p>A Floresta Amazônica está dividida em três partes:</p><p>MATA DE IGAPÓ OU CAAIGAPÓ</p><p>www.ibflorestas.org.br – acesso em 14 de setembro de 2014</p><p>É o trecho da floresta que se desenvolve ao longo</p><p>dos rios e lagoas da região. É composta por plantas</p><p>hidrófilas, adaptadas a ambientes aquáticos. Essa parte da</p><p>http://www.vivaterra.org.br/</p><p>http://www.ibflorestas.org.br/</p><p>2</p><p>floresta não possui um grande valor econômico, encontrando-</p><p>se relativamente preservada. Suas principais espécies são:</p><p>piaçava, vitória régia e inúmeros tipos de palmeiras.</p><p>MATA DE VÁRZEA</p><p>Fonte: www.mamiraua.org.br – acesso em 14/09/2014</p><p>É encontrada nas várzeas, ou seja, nos terrenos</p><p>baixos que margeiam os rios e lagoas da Amazônia e que são</p><p>periodicamente inundados pelas cheias dos rios que formam</p><p>a bacia do Amazonas. Possui árvores de médio porte, com</p><p>grande diversidade de espécies de grande valor econômico,</p><p>onde podemos destacar: seringueira ( hévea brasiliensis ).</p><p>Caucho, maniçoba, maçaranduba, cacaueiro etc.</p><p>MATA DE TERRA FIRMA OU CAAETÊ</p><p>Fonte: pevs.org.br – acesso em 14/09/2014</p><p>É encontrada nos baixos planaltos e depressões da</p><p>região, Representa aproximadamente 80% da floresta, com</p><p>árvores de maior porte e de grande valor econômico, com</p><p>maior destaque para: cedro, castanheira, mogno, andiroba,</p><p>Angelim, jarina, ucuquirana ( sorva ou balata ), guaraná</p><p>etc.</p><p>Corresponde o trecho que mais sofre os efeitos do</p><p>desmatamento, principalmente no sul da Amazônia, onde se</p><p>encontra o “arco do desmatamento”, derivado da expansão</p><p>das fronteiras agrícolas.</p><p>ARCO DO DESMATAMENTO</p><p>Fonte: www.periodicos.ufpa.br – acesso em 14/09/2014</p><p>A QUESTÃO DO DESMATAMENTO</p><p>Fonte: www.imazon.org.br – acesso em 14/09/2014</p><p>O desmatamento vem se desenvolvendo de forma</p><p>acelerada na Amazônia. Segundo dados do IBAMA, cerca de</p><p>20% da floresta Amazônia já foi desmatado.</p><p>Fonte: www.greenpeace.org – acesso em 14/09/2014</p><p>http://www.mamiraua.org.br/</p><p>http://www.periodicos.ufpa.br/</p><p>http://www.imazon.org.br/</p><p>http://www.greenpeace.org/</p><p>3</p><p>PRINCIPAIS CAUSAS:</p><p>► Criação do P.I.N. ( Plano de Integração Nacional ) na</p><p>década de 1970, tendo como principal objetivo, povoar e</p><p>desenvolver a Amazônia. O seu lema era: “integrar para não</p><p>entregar”</p><p>► A abertura das chamadas rodovias de integração nacional</p><p>facilitaram o acesso a região: ( transamazônica, Belém-</p><p>Brasília, Cuiabá-Porto Velho, Cuiabá-Santarem, Perimetral</p><p>Norte ),</p><p>► O governo promoveu o assentamento de famílias de</p><p>trabalhadores rurais sem terra nas margens das rodovias de</p><p>integração nacional, através da criação das agrovilas,</p><p>► O baixo preço da terra atraiu projetos agropecuários e</p><p>extrativos,</p><p>► O avanço das fronteiras agrícolas, responsável pela</p><p>formação do arco do desmatamento no sul da região.</p><p>► A construção de grandes usinas hidrelétricas. Os lagos</p><p>formados pelas barragens inundam milhares de hectares de</p><p>mata virgem,</p><p>► As queimadas praticadas por agricultores e pecuaristas,</p><p>principalmente entre junho a setembro no sul da Amazônia e</p><p>entre dezembro a fevereiro no norte da região,</p><p>► A expansão urbana etc.</p><p>► A extração da lenha para produção do carvão vegetal no</p><p>leste do Pará e no oeste do Maranhão, para alimentar as</p><p>usinas de ferro-gusa.</p><p>► A extração da madeira.</p><p>► A produção do carvão mineral no leste do Pará e na porção</p><p>ocidental do Maranhão</p><p>Obs: A expansão das fronteiras agrícolas, onde</p><p>destacamos o binômio pecuária/cultivo da soja tem sido a</p><p>principal causa de destruição da Floresta Amazônica</p><p>O gráfico nos permite observar a redução do</p><p>desmatamento na Amazônia nos últimos anos.</p><p>.</p><p>OBS: Vale a pena ressaltar que existem centenas</p><p>de madeireiras extraindo madeira na região, parte dessas</p><p>empresas atuam de forma clandestina.</p><p>PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS</p><p>► Destruição de um valioso banco genético ( cerca de 30%</p><p>dos medicamentos produzidos no mundo utilizam produtos e</p><p>subprodutos extraídos das florestas tropicais, com maior</p><p>destaque para a floresta amazônica ),</p><p>► Alterações climáticas;</p><p>► erosão do solo, podendo dar origem a um processo de</p><p>desertificação,</p><p>► Assoreamento dos rios</p><p>► A fumaça liberada pelas queimadas contribuem com o</p><p>efeito estufa etc.</p><p>I.2 - FLORESTA LATIFOLIADA TROPICAL ÚMIDA</p><p>DE ENCOSTA OU MATA ATLÂNTICA</p><p>fonte: http://www.ibama.gov.br – acesso em 11/09/2014</p><p>.</p><p>Ocupa a porção oriental do Brasil do Rio Grande do</p><p>Norte até o norte do Rio Grande do Sul. Na altura da região</p><p>Sudeste ela penetra pelo interior, alcançando o sul da região</p><p>Centro-oeste, norte do Paraná etc.</p><p>Principais características:</p><p>► É formada por plantas latifoliadas,</p><p>► É do tipo perenifólia</p><p>► É higrófila ou ombrófila,</p><p>► É heterogênea ( possui uma grande diversidade de</p><p>espécies ),</p><p>► É fechada ou densa</p><p>► Suas árvores podem alcançar 40 metros de altura.</p><p>Suas principais espécies são: cedro, canela, ipê, jacarandá,</p><p>jequitibá, jatobá, coqueiros, pau-brasil, copaíba etc</p><p>OBS: No interior da Região Sudeste, Norte do</p><p>Paraná e sul da Região Centro-Oeste, a Mata Atlântica pode</p><p>ser chamada de Mata Tropical, ou Floresta Tropical</p><p>Decídua, ou Sub Caducifólia. Alguns geógrafos fazem tal</p><p>divisão, portanto fique atento.</p><p>Calcula-se que aproximadamente 93% da cobertura original</p><p>da Mata Atlântica já tenha sido destruída.</p><p>PRINCIPAIS CAUSAS</p><p>► A expansão da monocultura canavieira na Zona da Mata</p><p>Nordestina;</p><p>► O ciclo do café, principalmente no Sudeste;</p><p>► A expansão da pecuária extensiva;</p><p>► O extrativismo da madeira para diversos fins ( construção</p><p>civil, fabricação de móveis, lenha como fonte de energia etc );</p><p>http://www.ibama.gov.br/</p><p>4</p><p>► crescimento urbano etc.</p><p>PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS</p><p>► Erosão do solo</p><p>► Deslizamento de barreiras nas áreas serranas,</p><p>► Assoreamento dos rios;</p><p>► Destruição de um valioso banco genético;</p><p>► Desaparecimento de nascentes, reduzindo o débito fluvial,</p><p>transformando rios perenes em rios temporários,</p><p>► Alterações climáticas etc.</p><p>I.3 - FLORESTA SUBTROPICAL COM OCORRÊNCIA DE</p><p>ARAUCÁRIA, MATA DAS ARAUCÁRIAS OU MATA DOS</p><p>PINHAIS</p><p>Fonte: pt.wikipedia.org – acesso em 14/09/2014</p><p>Fonte: www.vivaterra.org.br – acesso em 14/07/2014</p><p>Desenvolveu-se no interior</p><p>e vegetação litorânea.</p><p>D) Cerrado e floresta amazônica.</p><p>E) Cerrado e caatinga</p><p>27) ( FGVE ) . Os aromas da floresta, também chamados de</p><p>compostos orgânicos voláteis biogênicos (BVOCs), quando</p><p>misturados ao ar amazônico e na presença da radiação solar,</p><p>oxidam-se e precipitam-se, formando uma poeira finíssima</p><p>com característica higroscópica, gerando eficientes núcleos</p><p>de condensação. (Antonio D. Nobre. O futuro climático da</p><p>Amazônia. www.socioambiental.org, 2014. Adaptado.)</p><p>Segundo o excerto, a presença dessa poeira promove</p><p>núcleos de condensação, que são formadores</p><p>A) de polinização cruzada.</p><p>B) do nevoeiro de encosta.</p><p>C) de chuvas volumosas.</p><p>D) do ciclo de nutrientes.</p><p>E) de ventos descendentes.</p><p>28) ( PUCRS ) “A produção dos migrantes gaúchos e sua</p><p>capacidade econômica é acompanhada por uma</p><p>racionalidade economista, pela incorporação, a cada ciclo</p><p>produtivo, de imensas quantidades de artigos agrícolas. A</p><p>condição dos produtores das grandes lavouras é reproduzida</p><p>por pesadas determinações sociais, pesadas no sentido que</p><p>elas são cada vez mais responsáveis pela criação das</p><p>condições artificiais de produção.” Fonte: HAESBAERT,</p><p>Rogério. Territorialidade “gaúchas’ IN Paisagens e Territórios</p><p>em Transformação. Organizado por Roberto Verdum, Luis</p><p>Alberto Basso e Dirce Maria Antunes Suertegaray. Porto</p><p>Alegre: Editora da UFRGS, 2004. Saídos do Rio Grande do</p><p>Sul na segunda metade do século passado, especialmente a</p><p>partir da década de 70, milhares de gaúchos migraram em</p><p>busca de terras, solos e oportunidades. Este fenômeno</p><p>migratório ocorreu em sintonia com a modernização no</p><p>campo brasileiro, intensificada nessa mesma década e que</p><p>transformou o Brasil em uma potência agrária mundial.</p><p>O bioma e a região ocupados pelas atividades agropecuárias</p><p>praticadas pelos gaúchos e caracterizadas no enunciado</p><p>desta questão é</p><p>A) Complexo do Pantanal, ocupado em sua porção sul da</p><p>região Centro-Oeste.</p><p>B) Mata Atlântica, ocupado em sua porção leste da região Sul</p><p>brasileira.</p><p>C) Cerrado, ocupado em parte significativa da região Centro-</p><p>Oeste brasileira, e Amazônia, mais restrito em sua porção</p><p>meridional.</p><p>D) Amazônia, ocupado em suas terras ao Oeste do estado do</p><p>Amazonas.</p><p>29) ( UNIVAG ) O clima está mudando na maior floresta</p><p>tropical do planeta, a Amazônia. Boa parte dessa região dá</p><p>sinais de que está se tornando mais quente e mais seca.</p><p>Esses efeitos são mais sentidos nas porções próximas às</p><p>bordas sudoeste, sul e leste – talvez por ser de acesso difícil,</p><p>o noroeste da Amazônia resiste ainda relativamente bem. Se</p><p>essa tendência se exacerbar ou mesmo se mantiver nas</p><p>próximas décadas, as duas Amazônias, que hoje são</p><p>esboços, poderão ganhar contornos mais definitivos e</p><p>contrastantes até meados deste século. (Marcos Pivetta. “As</p><p>duas Amazônias”. Pesquisa Fapesp, novembro de 2019.</p><p>Adaptado.)</p><p>Considerando-se as regiões da Amazônia citadas no excerto,</p><p>a tendência alertada pauta-se</p><p>A) no afloramento de jazidas de petróleo, o que alteraria o</p><p>albedo responsável pelo microclima local. B) no</p><p>enfraquecimento dos rios voadores, o que interromperia o</p><p>fluxo de umidade oriunda do oceano. C) na ruptura da relação</p><p>campo-cidade, o que comprometeria a preservação ambiental</p><p>em prol de mais matérias- -primas.</p><p>D) na ampliação da pegada hídrica, o que tornaria os rios</p><p>intermitentes ao atender a demanda nacional por água.</p><p>E) no aumento do desmatamento, o que substituiria áreas</p><p>florestais por espaços de atividades agropecuárias.</p><p>30) ( FUVEST ) Na transição do cerrado para a Mata Atlântica,</p><p>ocorre uma substituição da vegetação, que resulta em</p><p>mudanças na frequência de certas características das</p><p>plantas.</p><p>Identifique duas mudanças decorrentes dessa transição.</p><p>A) Aumento da frequência de caules e galhos tortuosos;</p><p>aumento da frequência de plantas que apresentam folhas</p><p>largas.</p><p>B) Aumento da frequência de plantas que germinam e</p><p>crescem melhor sob a luz direta do Sol; diminuição da</p><p>frequência de plantas que apresentam folhas largas.</p><p>C) Diminuição da frequência de caules e galhos tortuosos;</p><p>aumento da frequência de plantas que apresentam folhas</p><p>largas.</p><p>D) Diminuição da frequência de plantas epífitas; diminuição</p><p>da frequência de plantas com adaptações a queimadas.</p><p>E) Diminuição da frequência de plantas que germinam e</p><p>crescem melhor sob a luz direta do Sol: aumento da</p><p>frequência de plantas com adaptações a queimadas.</p><p>31) ( UCPEL ) . Segundo o Instituto Nacional de Pesquisas</p><p>Espaciais (Inpe) houve aumento de 195% no número de</p><p>queimadas detectadas no Pantanal comparando com o</p><p>mesmo período de 2019. Até o final de agosto, 12% da área</p><p>do Pantanal já haviam queimado. Número que, segundo o</p><p>Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da UFRJ,</p><p>que usa as imagens dos satélites, subiu para 23% até 27 de</p><p>setembro de 2020. Fonte: Agência Câmara de Notícias A</p><p>figura a seguir ilustra essa situação.</p><p>19</p><p>Leia as seguintes afirmações sobre o tema:</p><p>I - As queimadas e o desmatamento são práticas comumente</p><p>interligadas, pois realiza-se o desmatamento de áreas, para</p><p>formação de pastagens, e faz-se a queimada, na tentativa de</p><p>adubagem e preparo do solo para formação dos pastos.</p><p>Essas práticas geram resultados nocivos à saúde humana e</p><p>perda da biodiversidade animal e vegetal da Terra.</p><p>II – O Pantanal é um bioma localizado em três países, Brasil,</p><p>Bolívia e Argentina. Apresenta floresta densa, hidrografia</p><p>complexa e pouca umidade. Tem como característica central</p><p>as áreas de inundação, com relevo plano e formação de</p><p>lagos. É um bioma rico em biodiversidade de fauna e flora,</p><p>reconhecido mundialmente. No Brasil, esse bioma localiza-se</p><p>a Nordeste do Mato Grosso e Sudeste do Mato Grosso do</p><p>Sul.</p><p>III - A expansão da fronteira agrícola no Brasil, que se</p><p>intensificou a partir do final do século XX, levou ao aumento</p><p>da área de agricultura e pecuária no Pantanal. Com isso,</p><p>aumentou o número de queimadas na região provocando</p><p>grande número de incêndios. As queimadas são utilizadas</p><p>somente pelos povos tradicionais da região e os incêndios</p><p>são provocados pelos fazendeiros.</p><p>IV - As consequências das queimadas, de modo geral, só</p><p>trazem aspectos negativos, e na região do Pantanal esse</p><p>fator não é diferente. A perda da biodiversidade é o pior dos</p><p>problemas enfrentados na região, pois trata-se de uma área</p><p>riquíssima em fauna e flora. Aves, répteis, mamíferos, peixes</p><p>e insetos, todos sofrem com a ocorrência de queimadas.</p><p>Acerca das afirmações acima, estão corretas somente</p><p>A) III e IV.</p><p>B) I, II.</p><p>C) II e III.</p><p>D) I e IV.</p><p>E) I e III.</p><p>32) ( UPE ) Sabe-se hoje que esse bioma é uma das regiões</p><p>de maior biodiversidade do planeta e cobre 25% do território</p><p>nacional. Estimativas apontam mais de 6.000 espécies de</p><p>árvores e 800 espécies de aves, além de grande variedade</p><p>de peixes e outras formas de vida. Calcula-se que mais de</p><p>40% das espécies de plantas lenhosas e 50% das espécies</p><p>de abelhas sejam endêmicas, isto é, só ocorrem nas savanas</p><p>brasileiras. Devido a essa excepcional riqueza biológica, o</p><p>bioma em tela é considerado um dos “hotspots” mundiais, isto</p><p>é, um dos biomas mais ricos e ameaçados do planeta. (...) A</p><p>fisionomia mais comum apresentada é a de uma formação</p><p>vegetal aberta, de árvores e arbustos baixos coexistindo com</p><p>uma camada rasteira graminosa. (Texto adaptado de</p><p>documento do Ministério do Meio Ambiente, Brasília, 2007.)</p><p>Pela abordagem apresentada no texto, é correto afirmar que</p><p>se trata do seguinte Bioma brasileiro:</p><p>A) Caatingas Hiperxerófilas.</p><p>B) Cerrados.</p><p>C) Florestas Pluvionebulares.</p><p>D) “Hotspot” de Matas de Restinga.</p><p>E) Pradarias do Meio Norte.</p><p>33 ( UPE ) Queimadas no Pantanal passam dos 1.600 focos</p><p>em julho e já são as maiores desde 1998.</p><p>Os principais efeitos, no meio ambiente, de um fato triste para</p><p>o planeta, como esse noticiado, ocorreram no país, em julho</p><p>e agosto de 2020, são os seguintes, EXCETO:</p><p>A) extinção permanente de pragas que</p><p>atacam as lavouras.</p><p>B) aumento da liberação de dióxido de carbono, um dos</p><p>principais responsáveis pelo aquecimento global. C) erosão</p><p>no solo.</p><p>D) destruição de infraestruturas.</p><p>E) perda da absorção de água pelo solo, propiciando o</p><p>aumento dos índices de inundações.</p><p>34) ( URCA ) O mapa a seguir mostra uma proposta de</p><p>regionalização da floresta amazônica em 13 sub-regiões</p><p>florísticas. Isto ocorre devido:</p><p>Fonte: SILVA-SOUZA, K.J.P.; SOUZA, A.F. Woody plant</p><p>subregions of the Amazon forest. Journal of Ecology, 2020.</p><p>A) Ao funcionamento climático e ausência de ciclos</p><p>biogeoquímico na floresta.</p><p>20</p><p>B) A expansão de florestas devido à agricultura extensiva na</p><p>Amazônia.</p><p>C) As variações das classes de solos, regimes de chuvas,</p><p>inundações pelos rios e ações humanas.</p><p>D) As condições termo-pluviométricas elevadas, oriundas do</p><p>clima subtropical.</p><p>E) A expansão das queimadas associadas à invasão de</p><p>assentamentos e a agricultura de sequeiro.</p><p>35) ( UNINASSAU ) Como o deserto do Saara participa do</p><p>regime de chuvas da Amazônia, a 5 mil km de distância.</p><p>• Evanildo da Silveira</p><p>• De São Paulo para a BBC Brasil</p><p>Pouco mais de 5,3 mil km e o Oceano Atlântico separam as</p><p>cidades de Manaus (AM) e Nouakchott, a capital da</p><p>Mauritânia, no deserto do Saara. Apesar da distância, o</p><p>deserto do norte da África e a floresta amazônica têm uma</p><p>relação mais estreita do que senso comum nos leva a</p><p>acreditar. (...). "Este fenômeno de transporte ocorre</p><p>principalmente na parte norte da Amazônia, mas já foi</p><p>registrado também na área central da região, como, por</p><p>exemplo, ao sul de Manaus", explica o físico Paulo Artaxo, do</p><p>Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP).</p><p>Ele é um dos integrantes de uma equipe de pesquisadores do</p><p>Brasil, dos Estados Unidos e da Alemanha que vem</p><p>desenvolvendo, há uma década, um trabalho que levou à</p><p>descoberta de que a poeira do deserto ajuda a formar nuvens</p><p>sobre a Amazônia Central, onde se localiza Manaus, que são</p><p>responsáveis por cerca de 80% das chuvas que caem na</p><p>região.</p><p>Mas como o deserto cria precipitações a milhares de</p><p>quilômetros de distância? Segundo Artaxo, o fenômeno</p><p>ocorre todos os anos. Ele começa com as tempestades no</p><p>Saara, que levantam toneladas de poeira e areia. Esse</p><p>material é transportado de lá, por cima do Oceano Atlântico,</p><p>até a floresta amazônica, numa distância mínima de pelo</p><p>menos 5 mil km - entre a parte mais ocidental do deserto e</p><p>Manaus. "Isso ocorre de fevereiro a maio, pois, nesta época,</p><p>a chamada Zona de Convergência Intertropical (ITCZ, na</p><p>sigla em inglês), fica ao sul de Manaus, favorecendo o</p><p>transporte de massas de ar do hemisfério Norte para a</p><p>Amazônia Central", explica Artaxo. (...) Fonte:</p><p>https://www.bbc.com/portuguese/internacional-43360970</p><p>(Adaptado)</p><p>O processo natural descrito, além das chuvas na Amazônia,</p><p>também proporciona como consequência diretamente</p><p>relacionável</p><p>A) A nutrição de plantas da Amazônia, à medida em que a</p><p>poeira do Saara traz alguns elementos fertilizantes para o</p><p>solo.</p><p>B) A ocorrência de desertificação em algumas áreas da</p><p>porção setentrional do território brasileiro, como o Sertão</p><p>nordestino e os Lençois Maranhenses.</p><p>C) A existência de vegetações típicas do ambiente das</p><p>savanas, em áreas ocidentais da Amazônia.</p><p>D) As estiagens, de maio a setembro, no Brasil Central. E) A</p><p>formação de centros de altas pressões atmosféricas, na faixa</p><p>equatorial do Atlântico, fortalecendo a atuação da Zona de</p><p>Convergência Intertropical (ZCIT).</p><p>36) ( UNICHRISTUS )</p><p>A SERRAPILHEIRA SUSTENTA A EXUBERÂNCIA DA</p><p>FLORESTA AMAZÔNICA</p><p>É uma fina camada de solo superficial formada a partir da</p><p>decomposição de folhas, galhos, frutos, além de animais</p><p>mortos, que formam uma rica matéria-orgânica. Isso acontece</p><p>em um longo e complexo processo biológico, que então</p><p>explica como, apesar de possuir um solo pobre, a floresta</p><p>permanece sempre verde e exuberante.</p><p>Disponível em https://brasilescola.uol.com.br/brasil/o-solo-</p><p>amazoniapobre-nutrientes.htm. Acesso em: 12 jan. 2021.</p><p>O processo descrito tem condicionantes naturais que</p><p>compõem a natureza da região. A condição que ajuda na</p><p>formação da camada orgânica descrita no texto é</p><p>A) oscilação climática.</p><p>B) variação térmica.</p><p>C) umidade relativa do ar.</p><p>D) circulação atmosférica.</p><p>E) maritimidade.</p><p>37) ( UNIFESO ) O mundo sem a Amazônia Se a Floresta</p><p>Amazônica fosse toda convertida em pastagem, a quantidade</p><p>média de chuvas que cairia sobre o Brasil diminuiria 25%. A</p><p>conclusão é de pesquisadores norte-americanos e brasileiros</p><p>que simularam como seria o clima global caso a Amazônia</p><p>fosse ocupada pela pecuária em parte ou no todo, em</p><p>diferentes cenários. Baseado em modelos climáticos rodados</p><p>em computador, o estudo dá números ao argumento de que</p><p>o agronegócio brasileiro depende da chuva gerada na</p><p>Amazônia. É a evapotranspiração das florestas que gera o</p><p>vapor d’água transportado continente adentro nos chamados</p><p>rios voadores. Sem árvores que os abasteçam, eles</p><p>ameaçam secar. A simulação mostrou que, além da própria</p><p>Amazônia, áreas de Cerrado nas regiões Centro-Oeste e</p><p>Sudeste – onde se concentra a maior parte da produção</p><p>agrícola brasileira – estão entre as que sentirão com mais</p><p>força a queda na precipitação. O agronegócio brasileiro é</p><p>dependente da chuva – só 6% da área cultivada é feita com</p><p>irrigação. João Moreira Salles e Bernardo Esteves Adaptado</p><p>de Revista Piauí. Disponível em: piaui.folha.uol.com.br.</p><p>Acesso em 19 out 2019.</p><p>A cultura agrícola que teria a maior área afetada pelo cenário</p><p>projetado pela pesquisa é:</p><p>A) fumo</p><p>B) trigo</p><p>C) café</p><p>D) soja</p><p>21</p><p>38) ( ACAFE ) Em relação às formações vegetais, o território</p><p>brasileiro apresenta uma considerável variedade, colocando</p><p>o País entre os que possuem a maior biodiversidade do</p><p>mundo.</p><p>Em relação a esse tema, assinale a alternativa correta.</p><p>A) A Mata Atlântica, formação vegetal na parte central do</p><p>Brasil, é a segunda maior formação vegetal em território</p><p>brasileiro. É uma vegetação xerófita, adaptada ao clima</p><p>tropical seco.</p><p>B) A Mata dos Cocais é uma vegetação nativa brasileira onde</p><p>predomina a Araucaria angustifolia, espécie vegetal adaptada</p><p>às baixas e moderadas temperaturas no inverno da região Sul</p><p>do Brasil e às áreas de maior altitude nos estados de São</p><p>Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.</p><p>C) Os manguezais são vegetações consideradas de várzea,</p><p>ou seja, estão nas áreas em que na Floresta Amazônica as</p><p>águas dos rios avançam nos momentos de cheias e recuam</p><p>nos momentos de menor pluviosidade, sendo uma vegetação</p><p>adaptada ao regime de cheias dos rios amazônicos.</p><p>D) O Cerrado, que originalmente cobria aproximadamente 2</p><p>milhões km², é caracterizado como uma vegetação</p><p>predominantemente arbustiva, adaptada ao clima tropical</p><p>típico, com chuvas abundantes no verão e invernos secos.</p><p>Sua principal área de ocorrência é o Centro-Oeste brasileiro.</p><p>39) ( PUCPR ) O desmatamento da Amazônia é motivo de</p><p>grande preocupação para o Brasil, pois ele leva a alterações</p><p>significativas no funcionamento dos ecossistemas, gerando</p><p>impactos sobre a estrutura e a fertilidade dos solos e sobre o</p><p>ciclo hidrológico. As árvores da Floresta Amazônica</p><p>“bombeiam” as águas das chuvas de volta para a atmosfera,</p><p>através de um fenômeno denominado evapotranspiração, ou</p><p>seja, a água das chuvas que fica retida nas copas das árvores</p><p>evapora e permanece na atmosfera em forma de umidade. É</p><p>exatamente essa umidade que forma os rios voadores que</p><p>levam umidade para boa parte do país. Disponível em:</p><p>Acesso em: 01/12/2020.</p><p>O texto permite concluir que o aumento do desmatamento na</p><p>região amazônica trará diversos impactos sociais, ambientais</p><p>e econômicos para o Brasil, destacando-se:</p><p>A) as estiagens mais frequentes no Centro-Sul do país devido</p><p>à diminuição da umidade oriunda das regiões equatoriais.</p><p>B) a redução da produção agrícola, em especial, cana de</p><p>açúcar na região norte do país e,</p><p>consequentemente, a</p><p>diminuição nas exportações brasileiras.</p><p>C) o aumento das chuvas no Sertão Nordestino, devido à</p><p>maior intensificação dos ventos alísios e o retorno do</p><p>migrante sazonal.</p><p>D) a diminuição da biodiversidade dos biomas do Cerrado e</p><p>Mata Atlântica devido ao aumento da frequência do fenômeno</p><p>La Niña na América do Sul.</p><p>E) o aumento das queimadas na região do Pantanal Mato-</p><p>grossense devido à intensificação da Massa Equatorial</p><p>Continental que atua na região nos meses de junho a</p><p>setembro.</p><p>40) ( UEPG ) Leia o texto a seguir. A Floresta Amazônica é</p><p>considerada a maior diversidade de reserva biológica do</p><p>Planeta, com indicações de que abriga, ao menos, metade de</p><p>todas as espécies vivas. Ocupa cerca de 49% do território</p><p>brasileiro e boa parte do território de outros oito países</p><p>(Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia,</p><p>Equador, Peru e Bolívia). Contém 20% da disponibilidade</p><p>mundial de água e grandes reservas minerais. O delicado</p><p>equilíbrio de suas formas de vida são sensíveis à interferência</p><p>humana. (Adaptado de: . Acesso em: 25 nov. 2020.)</p><p>Com base nos conhecimentos sobre a Floresta Amazônica e</p><p>os rios voadores, considere as afirmativas a seguir.</p><p>I. A floresta funciona como uma bomba-d’água ou “rios</p><p>voadores”, que são massas de ar carregadas de vapor de</p><p>água produzidas sobre a floresta e que interferem nas</p><p>condições do clima do centro-oeste, sudeste e sul do Brasil.</p><p>II. A floresta Equatorial Amazônica, foco de atenção dos</p><p>ambientalistas por todo o mundo, sofre com o avanço do</p><p>agronegócio e da exploração madeireira e mineradora sobre</p><p>as áreas de floresta, causador de um constante</p><p>desmatamento.</p><p>III. O domínio natural amazônico compreende uma vasta área</p><p>de florestas, campos e cerrados. Dispondo de imensa</p><p>biodiversidade, apresenta grande fragilidade, como as</p><p>camadas arenosas expostas, causando a laterização por</p><p>meio da chuva.</p><p>IV. A grilagem é uma atividade extrativista que tem gerado</p><p>recursos para milhares de famílias, com impacto</p><p>relativamente baixo no meio ambiente regional, além de</p><p>promover a preservação de florestas e rios.</p><p>Assinale a alternativa correta.</p><p>A) Somente as afirmativas I e II são corretas.</p><p>B) Somente as afirmativas I e IV são corretas.</p><p>C) Somente as afirmativas III e IV são corretas.</p><p>D) Somente as afirmativas I, II e III são corretas.</p><p>E) Somente as afirmativas II, III e IV são corretas.</p><p>41) ( CESMAC ) O colonizador português, quando chegou à</p><p>parte oriental do território do que hoje é o Estado de Alagoas,</p><p>visualizou, no topo dos tabuleiros sedimentares, uma</p><p>formação vegetal que era um expressivo reflexo das</p><p>condições climáticas ambientais.</p><p>Assinale essa formação, entre as alternativas a seguir:</p><p>A) Mata de Restingas.</p><p>B) Floresta Latifoliada Subperenifólia.</p><p>C) Floresta Caducifólia.</p><p>D) Mata Ciliar dos Cocais.</p><p>E) Caatinga Hipoxerófila.</p><p>42) ( UECE ) Geralmente os eventos associados ao fogo na</p><p>Amazônia estão relacionados à queima indiscriminada da</p><p>floresta, às queimadas em áreas já desmatadas e queimadas</p><p>acidentais, impactando severamente o ecossistema florestal.</p><p>Dentre algumas consequências dessas queimadas, estão a</p><p>mudança do regime hidrológico e a redução da</p><p>biodiversidade.</p><p>Considerando essa questão, é correto apontar como ação ou</p><p>estratégia para desacelerar o desmatamento na Amazônia</p><p>A) a reforma na política de assentamentos, incluindo a</p><p>concessão do título de posse da terra.</p><p>B) o aumento das áreas de pastagem para o gado.</p><p>C) o incentivo à mineração industrial.</p><p>D) a fiscalização, de forma seletiva, com foco nos minifúndios.</p><p>22</p><p>43) ( UEA ) Incêndios no Pantanal podem ser agravados pelo</p><p>clima do estado nas próximas semanas Os focos de incêndios</p><p>florestais na região foram controlados no período de chuva,</p><p>mas as altas temperaturas e a baixa umidade relativa do ar,</p><p>previstas para as próximas duas semanas em todo o estado,</p><p>podem reverter a situação. O acumulado de chuva entre os</p><p>dias 21 e 27 de agosto em Mato Grosso do Sul foi de 15</p><p>milímetros. (https://correiodoestado.com.br, 29.08.2020.</p><p>Adaptado.)</p><p>Considerando as informações presentes na reportagem e</p><p>conhecimentos da dinâmica atmosférica no Pantanal,</p><p>assinale a alternativa que contém um equívoco presente no</p><p>excerto.</p><p>A) Afirmar que o clima do Pantanal é quente e seco.</p><p>B) Considerar que clima é sinônimo de tempo.</p><p>C) Afirmar que o clima é o causador das queimadas.</p><p>D) Considerar que clima é sinônimo de atmosfera.</p><p>E) Considerar que clima é sinônimo de estação do ano.</p><p>44) ( UEA )</p><p>A imagem refere-se</p><p>A) à mata de igapó, formada em áreas alagadiças, com solos</p><p>pobres devido à acidez da água; os impactos ambientais</p><p>possíveis decorrem da poluição de rios por dejetos.</p><p>B) ao manguezal, formado em áreas alagadiças e salobras,</p><p>com solos lodosos, ricos em nutrientes; os impactos</p><p>ambientais possíveis decorrem da poluição dos rios e mares.</p><p>C) ao manguezal, formado em áreas de cordões arenosos,</p><p>com solos fétidos devido à presença de sulfetos; os impactos</p><p>ambientais possíveis decorrem do descarte irregular de</p><p>resíduos sólidos.</p><p>D) à restinga, formada em áreas de cordões arenosos na</p><p>planície costeira, sujeitas a alagamentos pela ação da maré;</p><p>os impactos ambientais possíveis decorrem da especulação</p><p>imobiliária.</p><p>E) à restinga, formada em áreas alagadiças, com solos</p><p>malcheirosos pela presença das águas flúvio-marinhas; os</p><p>impactos ambientais possíveis decorrem do lançamento de</p><p>esgoto nos rios.</p><p>45) ( UEA ) Esse bioma ocupa uma área equivalente a 11%</p><p>do território nacional, é rico em biodiversidade e engloba os</p><p>estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco,</p><p>Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe e norte de</p><p>Minas Gerais. Tem sido desmatado de forma acelerada,</p><p>principalmente nos últimos anos, em especial para o consumo</p><p>de lenha nativa, explorada de forma ilegal e insustentável,</p><p>para fins domésticos e indústrias, ao sobrepastoreio e à</p><p>conversão para pastagens e agricultura. (www.mma.gov.br.</p><p>Adaptado.)</p><p>O bioma descrito no excerto corresponde</p><p>A) ao Pantanal.</p><p>B) ao Pampa.</p><p>C) ao Cerrado.</p><p>D) à Caatinga.</p><p>E) à Mata Atlântica.</p><p>46) ( UNIJUÍ ) O Bioma Pantanal está localizado</p><p>geograficamente no centro da América do Sul, abrange</p><p>aproximadamente 210.000 Km2 e se constitui na maior</p><p>planície aluvial do mundo, sendo drenada por um complexo</p><p>de sistema de rios e canais das bacias hidrográficas dos rios</p><p>Paraguai e Paraná. É um ambiente de inestimável valor</p><p>ecológico que tem sofrido nas últimas décadas graves</p><p>ameaças dentre as quais as queimadas e o assoreamento.</p><p>Considere as afirmativas a seguir sobre o Pantanal.</p><p>I - A conservação do Bioma Pantanal depende somente da</p><p>política ambiental brasileira já que se trata de um ambiente</p><p>exclusivo do território brasileiro.</p><p>II - Uma característica importante do Bioma Pantanal se</p><p>refere a sua riqueza de biodiversidade, nele podemos</p><p>encontrar formações vegetais dos demais biomas brasileiros</p><p>como Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, entre outros, por</p><p>isso o Pantanal é considerado um mosaico de biomas.</p><p>III - O ciclo de vida do Bioma Pantanal está intimamente ligado</p><p>ao ciclo das águas (cheias e vazantes). Assim, as chuvas que</p><p>normalmente começam no mês de novembro e se estendem</p><p>até o mês de abril elevam o nível dos rios que podem inundar</p><p>até 2/3 da área, carreando e depositando nutrientes na forma</p><p>de sedimentos e húmus, que por sua vez irão nutrir a</p><p>vegetação no período seco que se estende até a primavera.</p><p>IV - Dentre as principais ameaças que afetam o Bioma</p><p>Pantanal podemos mencionar a intensiva atividade agrícola</p><p>em suas bordas que contaminam os solos e provocam o</p><p>assoreamento dos cursos d’água.</p><p>V - A atividade da pecuária exercida de forma intensiva no</p><p>Bioma Pantanal não tem maiores impactos ecológicos, visto</p><p>que ela foi introduzida no século XVIII e, portanto, já está</p><p>integrada ao ambiente pelo tempo que é praticada no local.</p><p>São verdadeiras</p><p>as afirmativas:</p><p>A) I e V.</p><p>B) II, III e IV.</p><p>C) I, III e IV.</p><p>D) III, IV e V.</p><p>E) II e V.</p><p>GABARITO</p><p>1 = E, 2 = C, 3 = D, 4 = A, 5 = C, 6 = A, 7 = B, 8 = C, 9 = C,</p><p>10 = A, 11 = D, 12 = A, 13 = B, 14 = C, 15 = D, 16 = E, 17 =</p><p>B, 18 = E, 19 = D, 20 = C, 21 = D, 22 = D, 23 = C, 24 = A, 25</p><p>= A, 26 = C, 27 = C, 28 = C, 29 = E, 30 = C, 31 = D, 32 = B,</p><p>33 = A, 34 = C, 35 = A, 36 = C, 37 = D, 38 = D, 39 = A, 40 =</p><p>D. 41 = B. 42 = A, 43 = B, 44 = B, D5 = D, 46 = B</p><p>.</p><p>23</p><p>do Planalto Meridional,</p><p>podendo ser encontrada também nos trechos elevados da</p><p>Serra da Mantiqueira na região Sudeste.</p><p>PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS</p><p>► É uma floresta homogênea ( possui poucas espécies ),</p><p>► É aberta, o que facilita a penetração em seu interior;</p><p>► Possui plantas aciculifoliadas ( possuem folhas com</p><p>formato de agulhas ).</p><p>Principais espécies: Araucária Angustifólia ( Pinheiro do</p><p>Paraná ), canela, imbuia, ipê, erva-mate etc.</p><p>Cerca de 95% da sua cobertura vegetal original já foi</p><p>destruída.</p><p>PRINCIPAIS CAUSAS</p><p>► Extração da madeira, para construção civil e fabricação de</p><p>celulose e papel;</p><p>► Expansão da agropecuária;</p><p>► crescimento urbano etc.</p><p>I.4 - MATA GALERIA OU CILIAR</p><p>Foto de uma mata ciliar ou galeria</p><p>É um tipo de floresta tropical que se desenvolve no</p><p>Brasil Central, nas áreas dominadas pelo clima tropical semi-</p><p>úmido, nas margens dos rios que drenam a região.</p><p>A formação de uma floresta depende da umidade do solo e</p><p>da radiação solar, como no Brasil central o clima é</p><p>determinado pela presença de uma estação chuvosa no</p><p>verão e uma estação seca no inverno, as condições não</p><p>favorecem a formação de florestas, excetuando-se nas</p><p>margens dos rios, onde a umidade permanente, associada ao</p><p>calor tropical, criaram condições para a formação de uma</p><p>mata. As matas galerias ou ciliares são estreitas, porém</p><p>bastante longas. Essa mata desempenha um importante</p><p>papel na contenção do processo de assoreamento e erosão</p><p>das margens dos rios.</p><p>Em muitas áreas do Brasil, os produtores rurais estão</p><p>destruindo as matas galerias.</p><p>I.5 - MATA DOS COCAIS</p><p>Fonte: educacao.uol.com.br – acesso em 14/09/2014</p><p>Fonte: pt.wikipedia.org – acesso em 14/09/2014</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&docid=cI4RMbNbuahqTM&tbnid=EHvQOnv2QNL6ZM:&ved=0CAYQjB0&url=http%3A%2F%2Fwww.vivaterra.org.br%2Faraucaria.htm&ei=am8VVI2jAfb9sATd-ICwDw&bvm=bv.75097201,d.cWc&psig=AFQjCNHBM-1-YBA7F_2yrPFE4RHFEgjKiw&ust=1410777087109355</p><p>5</p><p>É uma vegetação de transição encontrada no Meio-</p><p>Norte, Maranhão e Piauí. Ela é composta por inúmeras</p><p>espécies de palmeiras, onde destacamos o Babaçu e a</p><p>Carnaúba ( esta última é conhecida como a árvore da vida ou</p><p>da providência, pois dela tudo se aproveita, das raízes até as</p><p>folhas ).</p><p>Do babaçu podemos produzir o palmito, a casca do coco</p><p>substitui o carvão vegetal, o fruto é comestível, produz óleo</p><p>vegetal, inclusive o biodiesel, o tronco serve para a</p><p>construção civil, as folhas fornecem matéria-prima para</p><p>produção de cestos, esteiras, chapéus, cobertura de casas,</p><p>fornece matéria-prima para a produção de velas, sabonetes</p><p>etc.</p><p>Já a carnaúba oferece: das raízes, podemos produzir</p><p>medicamentos, o tronco é usado na construção de casas, as</p><p>folhas servem para produção de cestos, esteiras, chapéus,</p><p>cobertura de casas, da folha se extrai uma substância usada</p><p>na fabricação de ceras, pode-se produzir sabonetes, velas</p><p>etc.</p><p>O extrativismo predatório, associado aos projetos</p><p>agropecuários já destruíram boa parte da sua cobertura</p><p>vegetal original. Recentemente, a expansão das lavouras de</p><p>soja tem contribuído para o aumento do desmatamento no</p><p>Maranhão e Piauí.</p><p>I.6 - CAATINGA ( MATA BRANCA )</p><p>Fonte: www.acaatinga.org.br – acesso em 14/09/2014</p><p>Fonte: pt.wikipedia.org – acesso em 14/09/2014</p><p>PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS</p><p>►Vegetação típica do sertão nordestino e norte de Minas</p><p>Gerais, adaptada ao clima tropical semiárido.</p><p>► É formada por plantas xerófitas ou xerófilas ( adaptadas</p><p>a ambientes secos ou amigas da seca );</p><p>► Possui arbustos espinhentos, com folhas pequenas,</p><p>galhos retorcidos, raízes com grande crescimento horizontal</p><p>( fruto da baixa profundidade do solo ),</p><p>► A maioria dos arbustos perdem as folhas durante a estação</p><p>seca ( plantas caducifólias )</p><p>► Encontramos ainda inúmeras espécies de cactos,</p><p>destacando-se o xiquexique, o mandacaru e o facheiro,</p><p>conhecidos na região como palmas forrageiras, uma vez</p><p>que são fornecidos ao gado como alimentação no período da</p><p>seca.</p><p>► Também encontramos inúmeras bromeliáceas, com maior</p><p>destaque para a macambira</p><p>► As principais espécies de arbustos são: algaroba,</p><p>cabaceira, imbuzeiro, juazeiro etc.</p><p>Boa parte da caatinga também já foi destruída.</p><p>PRINCIPAIS CAUSAS</p><p>► a expansão da agropecuária;</p><p>► a extração da lenha para diversos fins ( produção do</p><p>carvão vegetal, consumo doméstico, construção etc ),</p><p>► as queimadas etc.</p><p>PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS</p><p>► erosão do solo;</p><p>► desertificação;</p><p>► salinização do solo ( fruto da irrigação feita com água</p><p>salobra ),</p><p>► extinção de espécies da flora e da fauna etc.</p><p>I.7 – CERRADO ( TIPO DE SAVANA )</p><p>fonte: http://www.ibama.gov.br – Imagem obtida no dia</p><p>11/09/2014</p><p>Fonte: ecovidasaomiguel.org – acesso em 14/09/2014</p><p>http://www.acaatinga.org.br/</p><p>6</p><p>É um tipo de savana encontrado no Brasil Central</p><p>algumas áreas da Amazônia, sudeste e nordeste. A</p><p>vegetação é típica das áreas dominadas pelo clima tropical</p><p>semiúmido, que alterna das estações: uma chuvosa no verão</p><p>e uma seca no inverno.</p><p>PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS</p><p>► É uma vegetação arbórea, que apresenta árvores de</p><p>pequeno e médio porte, distantes entre si, havendo entre elas</p><p>um substrato rasteiro formados por gramíneas e ervas.</p><p>► As árvores possuem raízes com grande crescimento</p><p>vertical, troncos com casca grossa, perda de folhas durante a</p><p>estação seca ( plantas caducifólias )</p><p>► Destacamos a presença de plantas tropófilas ou</p><p>esclerófilas ( adaptadas a regiões que alternam estações</p><p>úmidas e secas.</p><p>► A presença de um substrato rasteiro favoreceu o</p><p>desenvolvimento da pecuária extensiva.</p><p>► Nas áreas de maior umidade, a vegetação é mais</p><p>compacta e atinge um maior porte, recebendo o nome de</p><p>cerradão ou bosques. Já nas áreas de climas mais secos, a</p><p>vegetação possui um porte menor, as árvores se encontram</p><p>mais espaçadas, recebendo o nome de cerradinho</p><p>► Destacamos como principais espécies: Quebracho,</p><p>barbatimão, pau-ferro, poaia etc</p><p>O processo de destruição do cerrado intensificou-se nas</p><p>últimas décadas.</p><p>PRINCIPAIS CAUSAS</p><p>► Expansão das fronteiras agrícolas a partir da década de</p><p>1960, com destaque maior para as lavouras de soja e a</p><p>criação extensiva de gado,</p><p>► A prática das queimadas;</p><p>► O extrativismo vegetal e mineral;</p><p>► A expansão urbana etc.</p><p>PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS</p><p>► erosão do solo</p><p>► assoreamento dos rios</p><p>► extinção de espécies animais</p><p>► Aceleração da laterização do solo</p><p>► desertificação etc.</p><p>I.8 - VEGETAÇÃO COMPLEXA DO PANTANAL</p><p>Fonte: siscom.ibama.gov.br – acesso em 14/09/2014</p><p>Fonte: www.icmbio.gov.br – acesso em 14/09/2014</p><p>É encontrada no Pantanal Matogrossense, sendo</p><p>considerada a síntese da vegetação brasileira, ou seja, nessa</p><p>formação encontramos quase todas as paisagens vegetais do</p><p>Brasil ( florestas, campos, cerrados, espécies da caatinga,</p><p>cocais, mata galerias, vegetação dos alagados etc ).</p><p>A vegetação do pantanal vem sendo destruída há várias</p><p>décadas.</p><p>PRINCIPAIS CAUSAS:</p><p>► Expansão dos projetos agropecuários ( criação de gado e</p><p>as lavouras comerciais da soja, arroz etc ),</p><p>► Extrativismo mineral e vegetal,</p><p>► pratica das queimadas.</p><p>PRINCIPAIS CONSEQUÊNCIAS</p><p>► erosão do solo,]</p><p>► assoreamento dos rios,</p><p>► extinção de espécies da fauna;</p><p>► contaminação dos rios com produtos químicos e com</p><p>mercúrio empregado nas áreas de garimpo etc.</p><p>I.9 - CAMPOS</p><p>Fonte: www.icmbio.gov.br – acesso em 14/09/2014</p><p>Vegetação rasteira, intercalada com a presença de árvores e</p><p>arbustos encontrados em vários pontos do território brasileiro.</p><p>TIPOS DE CAMPOS</p><p>► Campos limpos ( domínio da vegetação rasteira composta</p><p>por gramíneas e ervas ),</p><p>► Campos sujos ( intercala a vegetação rasteira com</p><p>pequenos arbustos ),</p><p>► Campos e Altitude ( desenvolve-se em trechos elevados</p><p>do relevo brasileiro )</p><p>► Campos Inundáveis</p><p>http://www.icmbio.gov.br/</p><p>http://www.icmbio.gov.br/</p><p>7</p><p>► Campos de Hiléia ( crescem</p><p>em manchas no interior da</p><p>floresta amazônica ) etc.</p><p>PRINCIPAIS FORMAÇÕES CAMPESTRES DO BRASIL</p><p>► Campanha gaúcha ou Pampas</p><p>► Vacaria ( MS )</p><p>► Lajes e São Joaquim ( SC )</p><p>► Campos da Serra da Mantiqueira</p><p>► Campos de Marajó</p><p>► Campos do Alto Rio Branco ( RR ) etc.</p><p>Os campos naturais também sofrem a intervenção do</p><p>homem. Os projetos agropecuários, contribuem para a sua</p><p>degradação e em algumas áreas para a formação de</p><p>manchas de desertos, como ocorre no sul do Brasil.</p><p>1.10 - VEGETAÇÃO LITORÂNEA</p><p>Fonte: brainly.com.br – acesso em 14/09/2014</p><p>Fonte: ideiaweb.org – acesso em 14/09/2014</p><p>Estende-se por todo o litoral brasileiro, estando</p><p>dividida em: vegetação de praia e mangues.</p><p>Ela é formada por plantas halófilas ( adaptadas a</p><p>solos salinos ).</p><p>Os manguezais são formados por plantas pneumatóroras (</p><p>possuem raízes aéreas que respiram o oxigênio ).</p><p>Os manguezais possuem espécies arbustivas e</p><p>arbóreas adaptadas as inundações geradas pelas marés</p><p>altas. Eles se desenvolvem nas costas baixas e lamacentas</p><p>do nosso litoral, sendo considerados berçários naturais, onde</p><p>se reproduzem inúmeras espécies de peixes, crustáceos e</p><p>moluscos, desempenhando um importante papel no</p><p>ecossistema marinho e terrestre.</p><p>Os manguezais vem sendo destruídos de forma</p><p>acelerada em vários trechos do litoral brasileiro, apesar das</p><p>leis de proteção ambiental.</p><p>PRINCIPAIS CAUSAS</p><p>► Aterros para a construção de condomínios e residências;</p><p>► Aterros sanitários;</p><p>► Extração da lenha, empregada como fonte de energia em</p><p>padarias, olarias, consumo doméstico ( fogões a lenha ), na</p><p>produção do carvão vegetal.</p><p>► O lançamento de rejeitos industriais, contamina o solo e</p><p>mata as raízes e as plantas dos manguezais etc.</p><p>A destruição dos mangues ocasiona graves</p><p>consequências , pois quebra a cadeia alimentar marinha, já</p><p>que espécies menores como os caranguejos e outros</p><p>pequenos crustáceos servem de alimentos para as maiores.</p><p>Reduz o volume da pesca no litoral, afetando as colônias de</p><p>pescadores e a própria indústria pesqueira, contribui para a</p><p>aceleração da erosão costeira.</p><p>OBS: Os mangues são considerados os filtros dos</p><p>oceanos.</p><p>1.11 - VEGETAÇÃO DE PRAIAS E RESTINGAS</p><p>Fonte: pt.wikipedia.org – acesso em 14/09/2014</p><p>No litoral ainda encontramos a vegetação de praias</p><p>e restingas, constituída por bromeliáceas, pequenos</p><p>arbustos, cactáceas, ervas, gramíneas, samambaias etc.</p><p>Esta vegetação é constituída por plantas halófilas, adaptadas</p><p>a solos salinos.</p><p>II - O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL</p><p>A noção de desenvolvimento sustentável está</p><p>apoiada no processo de conciliação do desenvolvimento e</p><p>manejo racional dos recursos naturais. Dessa forma a</p><p>exploração predatória dos recursos da natureza seria contida,</p><p>garantindo assim uma melhor qualidade de vida para as</p><p>futuras gerações.</p><p>O desenvolvimento sustentável está apoiado nos seguintes</p><p>quesitos:</p><p>► Manejo racional das florestas</p><p>► Educação ambiental</p><p>► Redistribuição das terras agrícolas</p><p>► Maior difusão da reciclagem</p><p>► Adequar os padrões de consumo</p><p>► Criação das reservas extrativas</p><p>► Promover o reflorestamento heterogêneo em larga escala</p><p>► Desenvolver novas fontes de energia, limpas e renováveis</p><p>etc.</p><p>O desenvolvimento sustentável está sendo</p><p>defendido pelos ambientalistas que hoje defendem o</p><p>8</p><p>ecodesenvolvimento, ou seja, a conciliação do</p><p>desenvolvimento com o equilíbrio ambiental.</p><p>A preservação das florestas é possível através da criação de</p><p>parques florestais, reservas florestais, reflorestamento,</p><p>implantação das reservas extrativas, unidades de</p><p>conservação etc.</p><p>Na agricultura é recomendado o emprego de técnicas</p><p>corretas de manejo do solo, substituição dos produtos</p><p>químicos ( agrotóxicos e fertilizantes ) pela adubação</p><p>orgânica e o combate biológico das pragas ( agricultura</p><p>orgânica ou agroecologia ).</p><p>Devemos nos conscientizar sobre a necessidade de</p><p>aumentarmos a reciclagem, outra forma de reduzir as</p><p>pressões sobre os recursos naturais.</p><p>O combate a poluição nas suas mais diferentes formas deve</p><p>fazer parte de qualquer política pública séria. Devemos</p><p>buscar fontes alternativas de energia limpas e renováveis,</p><p>para reduzirmos os efeitos maléficos da poluição.</p><p>III - OBSTÁCULOS AO DESENVOLVIMENTO</p><p>SUSTENTÁVEL</p><p>Existem alguns obstáculos ao desenvolvimento sustentável,</p><p>com destaque para:</p><p>► Alguns países ricos não querem adotar políticas</p><p>ambientais corretas para não prejudicarem a sua economia.</p><p>► Muitos países subdesenvolvidos dependem da exportação</p><p>de produtos primários, derivados do extrativismo, das práticas</p><p>agropecuárias, que na maioria dos casos são extremamente</p><p>predatórias,</p><p>► Os países pobres acusam as nações mais ricas de serem</p><p>responsáveis pela maior parte da poluição atmosférica, de</p><p>terem desmatado suas florestas, de promoverem o</p><p>desperdício,</p><p>► Os países ricos se recusam a transferir tecnologias para</p><p>os países pobres, que portanto ficam extremamente</p><p>dependentes do emprego de recursos predatórios etc.</p><p>Créditos de carbono são certificados emitidos quando</p><p>ocorre a redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE).</p><p>Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO2)</p><p>equivalente corresponde a um crédito de carbono. Este</p><p>crédito pode ser negociado no mercado internacional.</p><p>Créditos de carbono criam um mercado para a redução de</p><p>GEE dando um valor monetário a poluição. Acordos</p><p>internacionais como o Protocolo de Quioto determinam uma</p><p>cota máxima que países desenvolvidos podem emitir. Os</p><p>países por sua vez criam leis que restrigem as emissões de</p><p>GEE. Assim, aqueles países ou indústrias que não</p><p>conseguem atingir as metas de reduções de emissões,</p><p>tornam-se compradores de créditos de carbono. Por outro</p><p>lado, aquelas indústrias que conseguiram diminuir suas</p><p>emissões abaixo das cotas determinadas, podem vender o</p><p>excedente de "redução de emissão" ou "permissão de</p><p>emissão" no mercado nacional ou internacional.</p><p>Os países desenvolvidos podem promover a redução da</p><p>emissão de gases causadores do efeito estufa (GEE) em</p><p>países em desenvolvimento através do mercado de carbono</p><p>quando adquirem créditos de carbono provenientes destes</p><p>países.</p><p>IV - AS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO</p><p>As Categorias de Unidades de Conservação Brasileiras</p><p>SNUC – Lei nr. 9.985, de 18 de junho de 2000 “Cap. I, Art 2º</p><p>- Para os fins previstos nesta Lei, entende-se pôr:</p><p>I - unidade de conservação: espaço territorial e seus recursos</p><p>ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com</p><p>características naturais relevantes, legalmente instituído pelo</p><p>Poder Público com objetivos de conservação e limites</p><p>definidos, sob regime especial de administração ao qual se</p><p>aplicam garantias adequadas de proteção:”</p><p>As categorias de manejo são descritas no capítulo 3 do</p><p>SNUC, divididas em dois grupos de acordo com seus</p><p>objetivos básicos:</p><p>1º Grupo: Unidades de Proteção Integral</p><p>“§ 1º O objetivo básico de Proteção Integral é preservar a</p><p>natureza, sendo admitido apenas o uso indireto dos seus</p><p>recursos naturais, com exceção dos casos previstos nesta</p><p>Lei.”</p><p>As categorias de proteção integral são:</p><p>Reserva Biológica: tem como objetivo a preservação integral</p><p>da biota e demais atributos naturais existentes em seus</p><p>limites, sem interferência humana direta ou modificações</p><p>ambientais, executando-se as medidas de recuperação de</p><p>seus ecossistemas alterados e as ações de manejo</p><p>necessárias para recuperar e preservar o equilíbrio natural, a</p><p>diversidade biológica e os processos ecológicos naturais, é</p><p>de posse e domínio público e a visitação pública é proibida e</p><p>de acordo com o plano de manejo ou regulamento específico.</p><p>A pesquisa científica depende de autorização prévia do órgão</p><p>responsável pela unidade.</p><p>Estação Ecológica: tem como objetivo a preservação da</p><p>natureza e a realização de pesquisas científicas, é de posse</p><p>e domínio públicos e a visitação pública é proibida exceto</p><p>quando com um objetivo educacional e de acordo com o</p><p>plano de manejo ou regulamento</p><p>específico. A pesquisa</p><p>científica depende de autorização prévia do órgão</p><p>responsável pela unidade e são permitidas alterações no</p><p>ecossistema de medidas que visem a restauração de</p><p>ecossistema modificado, manejo de espécie com o fim de</p><p>preservar a diversidade biológica e pesquisas cujo impacto</p><p>sobre o ambiente seja maior do que aquele causado pela</p><p>simples observação ou pela coleta controlada de</p><p>componentes do ecossistema em uma área correspondente</p><p>a no máximo três por cento da extensão total da unidade e</p><p>até o limite de um mil e quinhentos hectares.</p><p>Parque Nacional: tem como objetivo básico a preservação</p><p>de ecossistemas naturais de grande relevância ecológica e</p><p>beleza cênica, possibilita a realização de pesquisas</p><p>científicas e o desenvolvimento de atividades de educação e</p><p>interpretação ambiental, na recreação em contato com a</p><p>natureza e de turismo ecológico, é de posse e domínio</p><p>públicos, a visitação pública está sujeita às normas e</p><p>restrições estabelecidas no plano de manejo. A pesquisa</p><p>científica depende de autorização prévia do órgão</p><p>responsável e as unidades dessa categoria criadas pelo</p><p>estado ou município serão denominadas respectivamente,</p><p>Parque Estadual e Parque Natural Municipal.</p><p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Gases_do_efeito_estufa</p><p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Di%C3%B3xido_de_carbono</p><p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Protocolo_de_Quioto</p><p>http://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_desenvolvidos</p><p>9</p><p>Monumento Natural: tem como objetivo básico preservar</p><p>sítios naturais raros, singulares ou de grande beleza cênica.</p><p>Pode ser constituído por áreas particulares desde que seja</p><p>possível compatibilizar os objetivos da unidade com a</p><p>utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos</p><p>proprietários. Havendo incompatibilidade entre os objetivos</p><p>da área e as atividades privadas ou não havendo</p><p>aquiescência do proprietário as condições propostas pelo</p><p>órgão responsável pela administração da unidade para a</p><p>coexistência do Monumento Natural com o uso da</p><p>propriedade, a área deve ser desapropriada, de acordo com</p><p>o que dispõe a lei. A visitação pública está sujeita às normas</p><p>e restrições estabelecidas no Plano de Manejo da unidade, às</p><p>normas estabelecidas pelo órgão responsável por sua</p><p>administração, e aquelas previstas em regulamento.</p><p>Refúgio de Vida Silvestre: tem como objetivo proteger</p><p>ambientes naturais onde se asseguram residente ou</p><p>migratória, pode ser constituído por áreas particulares desde</p><p>que seja possível compatibilizar os objetivos da unidade com</p><p>a utilização da terra e dos recursos naturais do local pelos</p><p>proprietários. Havendo incompatibilidade entre os objetivos</p><p>da área e as atividades privadas ou não havendo</p><p>aquiescência do proprietário as condições propostas pelo</p><p>órgão responsável pela administração da unidade para a</p><p>coexistência do Monumento Natural com o uso da</p><p>propriedade, a área deve ser desapropriada, de acordo com</p><p>o que dispõe a lei. A visitação pública está sujeita às normas</p><p>e restrições estabelecidas no plano de manejo da unidade. A</p><p>pesquisa científica depende da autorização prévia do órgão</p><p>responsável pela administração da unidade.</p><p>2º Grupo: Unidades de Uso Sustentável</p><p>“§ 2º O objetivo básico das Unidades de Uso Sustentável é</p><p>compatibilizar a conservação da natureza com o uso</p><p>sustentável da parcela de seus recursos naturais”</p><p>Área de Relevante Interesse Ecológico: é uma área, em</p><p>geral de pequena extensão, com pouco ou nenhuma</p><p>ocupação humana, com características naturais</p><p>extraordinárias ou que abriga exemplares raros da biota</p><p>regional, e tem como objetivo manter os ecossistemas</p><p>naturais de importância regional ou local e regular uso</p><p>admissível dessas áreas, de modo a compatibilizá-la com os</p><p>objetivos de conservação da natureza. É constituída por</p><p>terras públicas ou privadas e, respeitados os limites</p><p>constitucionais, podem ser estabelecidas normas e restrições</p><p>para a utilização de uma propriedade privada.</p><p>Floresta Nacional: é uma área com cobertura florestal de</p><p>espécies predominantemente nativas e tem como objetivo</p><p>básico o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a</p><p>pesquisa científica, com ênfase em métodos para a</p><p>exploração sustentável de florestas nativas. É de posse e</p><p>domínio públicos, é admitida a permanência de populações</p><p>tradicionais que a habitam quando de sua criação, em</p><p>conformidade com o disposto em regulamento e no plano de</p><p>manejo da unidade. A visitação pública é permitida</p><p>condicionada às normas estabelecidas para o manejo da</p><p>unidade pelo órgão responsável por sua administração, a</p><p>pesquisa é permitida e incentivada sujeitando-se a prévia</p><p>autorização do órgão responsável pela administração da</p><p>unidade. A Floresta Nacional disporá de um Conselho</p><p>Consultivo, presidido pelo órgão responsável por sua</p><p>administração e constituído por representantes de órgãos</p><p>públicos, de organizações da sociedade civil e, quando for o</p><p>caso, das populações tradicionais residentes. A unidade</p><p>desta categoria, quando criada pelo estado ou município, será</p><p>denominada, respectivamente, Floresta Estadual e Floresta</p><p>Municipal.</p><p>Reserva de Fauna: é uma área natural com populações</p><p>animais de espécies nativas, terrestres ou aquáticas,</p><p>residentes ou migratórias adequadas para estudos técnico-</p><p>científicos sobre o manejo econômico sustentável de recursos</p><p>faunísticos. É de posse e domínio públicos, a visitação pública</p><p>é permitida desde que compatível com o manejo da unidade,</p><p>é proibida a caça amadorística ou profissional. A</p><p>comercialização dos produtos e subprodutos resultantes da</p><p>pesquisa obedecerá ao disposto na lei sobre fauna e</p><p>regulamentos</p><p>Reserva Extrativista: é uma área utilizada por populações</p><p>extrativistas tradicionais, cuja subsistência baseia-se no</p><p>extrativismo e, complementarmente, na agricultura de</p><p>subsistência e na criação de animais de pequeno porte, e tem</p><p>como objetivos básicos proteger os meios de vida e a cultura</p><p>dessas populações, e assegurar o uso sustentável dos</p><p>recursos naturais da unidade. É de domínio público, com uso</p><p>concedido as populações extrativistas tradicionais, as áreas</p><p>particulares incluídas em seu limite devem ser</p><p>desapropriadas. A Reserva Extrativista será gerida por um</p><p>Conselho Deliberativo presidido pelo órgão responsável por</p><p>sua administração e constituído por representantes dos</p><p>órgãos públicos, de organização da sociedade civil e das</p><p>populações tradicionais residentes na área, conforme</p><p>dispuser em regulamento e no ato de criação da unidade. A</p><p>visitação pública é permitida, desde que compatível com os</p><p>interesses locais e de acordo com o disposto no plano de</p><p>manejo da área. A pesquisa é permitida e incentivada</p><p>sujeitando-se a prévia autorização do órgão responsável pela</p><p>administração da unidade. O plano de manejo da unidade</p><p>será aprovado pelo seu Conselho Deliberativo, são proibidas</p><p>a exploração de recursos minerais e a caça amadorística ou</p><p>profissional. A exploração comercial de recursos madeireiros</p><p>só será admitida em bases sustentáveis e em situações</p><p>especiais complementares às demais atividades</p><p>desenvolvidas na Reserva Extrativista.</p><p>Reserva de Desenvolvimento Sustentável: é uma área</p><p>natural que abriga populações tradicionais cuja existência</p><p>baseia-se em sistemas sustentáveis de exploração dos</p><p>recursos naturais, desenvolvidos ao longo de gerações e</p><p>adaptados às condições ecológicas locais e que</p><p>desempenham um papel fundamental na proteção da</p><p>natureza e na manutenção da diversidade biológica. Tem</p><p>como objetivo básico preservar a natureza e, ao mesmo</p><p>tempo, assegurar as condições e os meios necessários para</p><p>a reprodução e a melhoria dos modos e da qualidade de vida</p><p>e exploração dos recursos naturais das populações</p><p>tradicionais, bem como valorizar, conservar e aperfeiçoar o</p><p>conhecimento e as técnicas de manejo do ambiente</p><p>desenvolvido por estas populações. É de posse e domínio</p><p>públicos, gerida por um Conselho Deliberativo presidido pelo</p><p>órgão responsável por sua administração e constituído por</p><p>representantes</p><p>dos órgãos públicos, de organizações da</p><p>sociedade civil e das populações tradicionais residentes na</p><p>área. A visitação pública é permitida e incentivada desde que</p><p>compatível com os interesses locais e de acordo com o</p><p>disposto no plano de manejo, a pesquisa científica voltada à</p><p>conservação da natureza é permitida e incentivada, à melhor</p><p>relação das populações residentes com seu meio e a</p><p>educação ambiental, sujeitando-se à prévia autorização do</p><p>órgão responsável. Deve ser sempre considerado o equilíbrio</p><p>dinâmico entre o tamanho da população e a conservação e,</p><p>é admitida a exploração de componentes dos ecossistemas</p><p>naturais em regime de manejo sustentável e a substituição da</p><p>cobertura vegetal por espécies cultiváveis, desde que sujeitas</p><p>ao zoneamento, as limitações legais e ao plano de manejo da</p><p>área. O plano de manejo da Reserva de Desenvolvimento</p><p>10</p><p>Sustentável definirá as zonas de proteção integral, de uso</p><p>sustentável e de amortecimento e corredores ecológicos, e</p><p>será aprovado pelo Conselho Deliberativo da unidade.</p><p>Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN): é uma</p><p>área privada, gravada com perpetuidade, com o objetivo de</p><p>conservar a diversidade biológica, o gravame constará de</p><p>termo de compromisso assinado perante o órgão ambiental,</p><p>que verificará a existência de interesse público, e será</p><p>averbado à margem da inscrição no Registro de Imóveis. Só</p><p>poderá ser permitida a pesquisa científica e a visitação com</p><p>objetivos turísticos, recreativos e educacionais, conforme se</p><p>dispuser em regulamento. Os órgãos integrantes do SNUC,</p><p>sempre que possível e oportuno, prestarão orientação técnica</p><p>e científica ao proprietário de RPPN para a elaboração de um</p><p>plano de manejo ou de proteção e de gestão da unidade.</p><p>Área de Proteção Ambiental: é uma área em geral extensa,</p><p>com um certo grau de ocupação humana, dotadas de</p><p>atributos abióticos, bióticos, estéticos ou culturais</p><p>especialmente importantes para a qualidade de vida e o bem</p><p>das populações humanas, e tem como objetivos básicos</p><p>proteger a diversidade biológica, disciplinar o processo de</p><p>ocupação e assegurar a sustentabilidade do uso dos recursos</p><p>naturais. É constituída de terras públicas ou privadas. Podem</p><p>ser estabelecidas normas e restrições para a utilização de</p><p>uma propriedade privada localizada em uma APA. As</p><p>condições para realização de pesquisa científica e visitação</p><p>pública nas áreas sobre domínio público serão estabelecidas</p><p>pelo órgão ambiental responsável por sua gestão, nas áreas</p><p>sob propriedade privada cabe ao proprietário estabelecer as</p><p>condições, observadas as exigências e restrições legais. A</p><p>Área de Proteção Ambiental disporá de um Conselho</p><p>presidido pelo órgão responsável por sua administração e</p><p>constituído por representantes dos órgãos públicos, de</p><p>organizações da sociedade civil e da população residente.</p><p>V - O NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO</p><p>– 2012</p><p>O código utiliza dois tipos de áreas de preservação:</p><p>a Reserva Legal e a Área de Preservação Permanente (APP).</p><p>A Reserva Legal é a porcentagem de cada propriedade ou</p><p>posse rural que deve ser preservada, variando de acordo com</p><p>a região e o bioma. O código determina a ampliação dos</p><p>tamanhos das reservas: são de 80% em áreas de florestas da</p><p>Amazônia Legal, 35% no cerrado, 20% em campos gerais, e</p><p>20% em todos os biomas das demais regiões do País.</p><p>As Áreas de Preservação Permanente têm a função</p><p>de preservar locais frágeis como beiras de rios, topos de</p><p>morros e encostas, que não podem ser desmatados para não</p><p>causar erosões e deslizamentos, além de proteger nascentes,</p><p>fauna, flora e biodiversidade, entre outros.</p><p>Nas margens de rios, a área mínima de florestas a</p><p>ser mantida depende da largura de cada um: rios de até 10</p><p>metros de largura devem ter 30 metros de mata preservada;</p><p>para rios de 10 a 50m de largura, 50m de mata; de 50 a 200m</p><p>de largura, 100m de mata; de 200 a 600m de largura, 200m</p><p>de mata; e rios de mais de 600m de largura devem ter 500m</p><p>de mata preservada em suas margens.</p><p>Nas nascentes e olhos d’água, a mata mínima</p><p>preservada deve ter raio de 50 metros de largura e os</p><p>manguezais devem ter toda a sua extensão conservada. No</p><p>caso das veredas, a largura mínima da faixa de vegetação a</p><p>ser preservada é de 50 metros, a partir do espaço</p><p>permanentemente brejoso e encharcado.</p><p>Nos topos de morros e montanhas devem ser</p><p>conservadas todas as áreas com altura mínima de 100m e</p><p>inclinação média maior que 25 graus, e nas encostas, todas</p><p>as áreas com declividade superior a 45 graus. Para os</p><p>tabuleiros ou chapadas, devem mantidas as bordas até a</p><p>ruptura do relevo.</p><p>Essas regras são válidas para todas as propriedades</p><p>com vegetação nativa e original e áreas desmatadas</p><p>ilegalmente após junho de 2008, ano em que foi aprovado o</p><p>Decreto nº 6.514, que regulamenta a lei de crimes ambientais.</p><p>Regras transitórias</p><p>Para as propriedades que ocupam APPs com</p><p>atividades agrossilvopastoris (cultivo conjunto de agricultura,</p><p>silvicultura e pecuária), de ecoturismo e turismo rural</p><p>consolidadas até 22 de julho de 2008, o Código Florestal</p><p>prevê regras transitórias e de adequação, que serão reunidas</p><p>nos Programas de Regularização Ambiental (PRAs).</p><p>O prazo para criação dos PRAs nos estados e no</p><p>Distrito Federal é de dois anos a partir da publicação da Lei</p><p>nº 12.727, sobre a proteção da vegetação, ocorrida em 25 de</p><p>maio de 2012.</p><p>Donos de terrenos com até quatro módulos fiscais</p><p>(medida agrária em hectares, variável para cada cidade) que</p><p>desmataram reservas legais até junho de 2008 não são</p><p>obrigados a recompor a área. O percentual de mata nativa</p><p>restante deve ser registrado e novos desmatamentos ficam</p><p>proibidos.</p><p>Caso a área tenha mais de quatro módulos fiscais, o</p><p>Código Florestal prevê regras de recomposição que podem</p><p>ser feitas em até 20 anos, contanto que seja comprovada a</p><p>recuperação de no mínimo 10% da área total a cada dois</p><p>anos.</p><p>No caso das APPs, o documento prevê regras de</p><p>recuperação para cada tipo de terreno, de acordo com o</p><p>tamanho da propriedade (em módulos fiscais).</p><p>ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTES ( APPs )</p><p>APPs (Áreas de Preservação Permanente):</p><p>Constituídas por florestas e demais formas de vegetação</p><p>natural situadas ao longo de rios, cursos d’água, lagoas,</p><p>lagos, reservatórios naturais ou artificiais, nascentes e</p><p>restingas, entre outras. Essas áreas têm a função ambiental</p><p>de preservar recursos hídricos, paisagens, estabilidade</p><p>geológica, biodiversidade e fluxo gênico (transferência de</p><p>genes de uma população para outra) de fauna e flora, além</p><p>de proteger o solo e assegurar o bem estar das populações</p><p>humanas que vivem no local. As APPs ocupam mais de 20%</p><p>do território brasileiro e foram estabelecidas pelo atual Código</p><p>Florestal</p><p>Margens dos rios: preserva as medidas, com exceção da</p><p>redução da redução de 30 para 15 metros e área de proteção</p><p>ao redor dos ricos com largura inferior a 10 metros. Permite o</p><p>plantio de algumas espécies nessas áreas, que antes era</p><p>proibido. A decisão final do que pode ou não ser plantado</p><p>nesses locais passará a ser dos governos estaduais e não</p><p>mais da União.</p><p>Encostas, topos de montanhas, morros e serras: permite</p><p>o cultivo de algumas culturas e os pastoreio no topo das áreas</p><p>elevadas com mais de 1.800 metros de altura.</p><p>RESERVAS LEGAIS</p><p>Reserva Legal: Área localizada no interior de</p><p>propriedade ou posse rural, excetuada a de preservação</p><p>permanente, necessária ao uso sustentável dos recursos</p><p>naturais, onde não é permitido o desmatamento (corte raso),</p><p>mas é permitido o uso com manejo sustentável, que garanta</p><p>a perenidade dos recursos ambientais e dos processos</p><p>11</p><p>ecológicos. É destinada também à conservação e reabilitação</p><p>dos processos ecológicos, da biodiversidade e ao abrigo e</p><p>proteção da fauna e da flora nativas. O tamanho da reserva</p><p>varia de acordo com a região e o bioma: 80% em áreas de</p><p>florestas da Amazônia Legal; 35% no Cerrado; 20% em</p><p>campos gerais; e 20% em todos os biomas das demais</p><p>regiões do país.</p><p>Mantém os mesmos percentuais, porém, altera o cálculo da</p><p>reserva legal dentro da propriedade. Antes, as APPs eram</p><p>somadas às reservas. Agora, a reserva legal inclui às APPs.</p><p>REFLORESTAMENTO</p><p>Pequenas propriedades com até quatro módulos fiscais ( um</p><p>módulo fiscal pode variar de 40 a 100 hectares dependendo</p><p>da região ) não precisavam recompor a vegetação das áreas</p><p>de reserva legal desmatadas. O novo texto abre brechas para</p><p>que até os grandes produtores tenham o mesmo benefício.</p><p>ANISTIA</p><p>Prevê a suspensão de multas aos produtores que aderirem</p><p>ao PRA. Se ele cumprir o programa, é anistiando. Se não</p><p>cumprir precisa pagar as multas. Quem desmatou após essa</p><p>época, sofrerá sanções, mesmo que esteja dentro do PRA.</p><p>No entanto, o governo não abre mão de multar todos (</p><p>pequenos, médios e grandes produtores que tem multas</p><p>aplicadas no passado, mesmo que hoje eles façam parte do</p><p>PRA.</p><p>EXERCÍCIOS DE REVISÃO</p><p>1) ( UNITAU ) O descontrole deliberado do desmatamento na</p><p>Amazônia Quem se preocupa com o meio ambiente não anda</p><p>otimista. A estimativa preliminar do Instituto Nacional de</p><p>Pesquisas Espaciais (INPE) sobre o desmatamento na</p><p>Amazônia, entre agosto de 2017 e julho de 2018, foi de 7.900</p><p>km2 , um aumento de quase 14% em relação a 2016- 2017,</p><p>quando foram registrados 6.947 km2 . É o maior índice</p><p>apurado pelo Projeto de Monitoramento da Floresta</p><p>Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) nos últimos dez</p><p>anos, o equivalente ao território do Distrito Federal devastado.</p><p>O descontrole sobre essas áreas está transformando o antigo</p><p>“Arco do Desmatamento” num círculo de fogo e devastação</p><p>que promete separar, definitivamente, as matas</p><p>remanescentes da Bacia do Xingu, entre o norte do Mato</p><p>Grosso e o sudoeste do Pará, do resto da floresta amazônica.</p><p>E é essa a região que os cientistas afirmam ser mais</p><p>suscetível à “savanização, com perda de umidade e aumento</p><p>do potencial de queimadas nas respectivas formações</p><p>vegetais”.</p><p>Adaptado de: https://www.socioambiental.org/pt-br/blog/blog-</p><p>do-isa/odescontrole-deliberado-do-desmatamento-na-</p><p>amazonia. Acesso em out. 2019.</p><p>Sobre a temática do desmatamento na região amazônica,</p><p>assinale a alternativa CORRETA.</p><p>A) Ocorre devido à ação antrópica na interface</p><p>floresta/campos sulinos.</p><p>B) Ocorre devido à moratória da soja firmada com produtores</p><p>de MT.</p><p>C) O aumento de área desmatada favorece a venda de soja</p><p>e de carne para os países europeus.</p><p>D) Os dados do PRODES não mostram um aumento da área</p><p>desmatada.</p><p>E) A ação antrópica e a falta de fiscalização levam ao</p><p>crescimento do desmatamento.</p><p>2) ( UNIMONTES ) Um levantamento realizado pela</p><p>organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica</p><p>mostra que, em pelo menos 7 estados brasileiros, a situação</p><p>de 40% dos corpos hídricos é ruim ou péssima. Foram</p><p>avaliados 96 córregos, rios e lagos. A pesquisa foi divulgada</p><p>em março de 2014. Dos 11% que foram considerados bons,</p><p>todos estão localizados em áreas de proteção ambiental e</p><p>mata ciliar preservada. No restante das águas, a situação é</p><p>considerada regular. Os estados englobados pelos</p><p>pesquisadores foram São Paulo, Rio de Janeiro, Minas</p><p>Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande</p><p>do Sul. Segundo a Agência Nacional de Águas (ANA), apenas</p><p>17 das 27 unidades federativas enviam dados de</p><p>monitoramento. Entre os dados com os quais se pode</p><p>construir um histórico, a melhora da qualidade foi de apenas</p><p>8% e de piora, 5%. Fonte: Fundação SOS Mata Atlântica.</p><p>Disponível em: . Acesso em: 15 out. 2019. Adaptado</p><p>Considerando os seus conhecimentos e a abordagem do</p><p>texto, é CORRETO inferir:</p><p>A) Os corpos hídricos em boas condições estão localizados</p><p>em áreas urbanas ou próximas às grandes cidades, como</p><p>São Paulo, Rio de Janeiro, Vitória e Belo Horizonte.</p><p>B) Os estados que têm contribuído para a coleta de dados, a</p><p>fim de ajudar no monitoramento da qualidade dos corpos</p><p>hídricos no Brasil, compreendem menos de 50%.</p><p>C) Os dados apresentados no texto revelam a falta de</p><p>comprometimento e a participação de alguns estados na</p><p>preservação da qualidade dos corpos hídricos no Brasil.</p><p>D) Os dados de monitoramento que os estados enviaram</p><p>mostraram que a melhora na qualidade dos corpos hídricos</p><p>foi significativa, ultrapassando os indicadores de 60%.</p><p>3) ( PUCRS ) Bioma é um conjunto de tipos de vegetação que</p><p>abrange grandes áreas contínuas, em escala regional, com</p><p>flora e fauna similares, definida pelas condições físicas</p><p>predominantes nas regiões. Esses aspectos climáticos,</p><p>geográficos e litológicos, por exemplo, fazem com que um</p><p>bioma seja dotado de uma diversidade biológica singular.</p><p>Considerando a biodiversidade no território nacional e a</p><p>relevância do clima na distribuição dos biomas, associe o</p><p>climograma correspondente ao respectivo bioma brasileiro.</p><p>1. Cerrado</p><p>2. Pampa</p><p>3. Amazônia</p><p>4. Caatinga</p><p>A numeração correta dos parênteses, da esquerda para a</p><p>direita, é:</p><p>A) 1 – 2 – 3 – 4</p><p>B) 2 – 4 – 1 – 3</p><p>C) 3 – 2 – 4 – 1</p><p>D) 4 – 3 – 1 – 2</p><p>https://www.socioambiental.org/pt-br/blog/blog-do-isa/odescontrole-deliberado-do-desmatamento-na-amazonia.%20Acesso%20em%20out.%202019</p><p>https://www.socioambiental.org/pt-br/blog/blog-do-isa/odescontrole-deliberado-do-desmatamento-na-amazonia.%20Acesso%20em%20out.%202019</p><p>https://www.socioambiental.org/pt-br/blog/blog-do-isa/odescontrole-deliberado-do-desmatamento-na-amazonia.%20Acesso%20em%20out.%202019</p><p>12</p><p>4) ( UEMA ) Leia o seguinte trecho do poema Canção do</p><p>Exílio Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As</p><p>aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. [...] Não</p><p>permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem</p><p>que eu disfrute os primores Que não encontro por cá; Sem</p><p>qu’inda aviste as palmeiras, Onde canta o Sabiá. (Primeiros</p><p>Cantos, 1847. Gonçalves Dias) O poema saudosista do poeta</p><p>Gonçalves Dias, no século XIX, se refere a uma característica</p><p>geográfica marcante de parte do território maranhense,</p><p>coberto por extensas matas de palmeirais.</p><p>Na atualidade, essa paisagem tem sofrido profundas</p><p>modificações em razão da</p><p>A) devastação dos palmeirais para o estabelecimento de</p><p>campos para a criação de bovinos, na lógica da produção</p><p>agropecuária do capitalismo contemporâneo. B) ocupação</p><p>das áreas de florestas de babaçuais por pequenos produtores</p><p>para a criação de animais domésticos e plantio de roças de</p><p>subsistência, provocando alterações climáticas que afetam as</p><p>palmeiras.</p><p>C) exploração desordenada das palmeiras de babaçu para</p><p>extração da amêndoa a fim de atender o mercado capitalista</p><p>de produção de oleaginosa e demais derivados do fruto dessa</p><p>planta nativa do Sul do Maranhão.</p><p>D) contaminação do solo pela atividade agrícola de produção</p><p>de arroz no cerrado maranhense, realizada pelas</p><p>comunidades camponesas com uso de agrotóxicos e de</p><p>maquinário que destroem os palmeirais.</p><p>E) formação de grandes propriedades agrícolas de imigrantes</p><p>nordestinos, retirantes da seca, os quais destroem os</p><p>palmeirais para a produção de eucalipto na região conhecida</p><p>como Cocais Maranhenses.</p><p>5) ( UECE ) No cinturão de diversidade biológica do planeta –</p><p>que tornou possível o advento do homem – a Amazônia se</p><p>destaca pela extraordinária continuidade de suas florestas,</p><p>pela ordem de grandeza de sua principal rede hidrográfica e</p><p>pelas sutis variações de seus ecossistemas, em nível regional</p><p>e de altitude. Trata-se de um gigantesco domínio de terras</p><p>baixas florestadas, disposto em anfiteatro, enclausurado</p><p>entre a grande barreira imposta pelas terras cisandinas e</p><p>pelas bordas dos planaltos Brasileiro e Guianense. Ab´Saber,</p><p>Aziz. Os domínios de natureza no Brasil. Potencialidades</p><p>paisagísticas. São Paulo. Ateliê Editorial. 2003. p. 65.</p><p>Considerando o excerto acima e o que se sabe sobre a</p><p>Amazônia, analise as seguintes afirmações:</p><p>I. Enquanto o sul da Amazônia Brasileira é dominado por</p><p>chuvas de verão entre janeiro e março, o norte da região</p><p>recebe chuvas maiores durante</p><p>o verão boreal entre maio e</p><p>julho.</p><p>II. Na Amazônia, os igarapés são cursos d’água de primeira</p><p>ou segunda ordem, componentes primários de tributação de</p><p>rios pequenos, médios e grandes.</p><p>III. As mudanças climáticas, na região amazônica, que</p><p>resultaram em climas mais úmidos e menos sazonais foram</p><p>responsáveis pela geração de novas condições de solo e</p><p>expansão da floresta.</p><p>Está correto o que se afirma em</p><p>A) II e III apenas.</p><p>B) I e III apenas.</p><p>C) I, II e III.</p><p>D) I e II apenas.</p><p>6) ( UFT )</p><p>O mapa destaca a área de ocorrência da Mata das Araucárias</p><p>que possui as seguintes características:</p><p>I. O domínio das Araucárias ocorre na região de planaltos e</p><p>chapadas da bacia do Paraná, onde as altitudes médias</p><p>variam de 800 a 1.300 metros.</p><p>II. Região formada com drenagem proveniente dos rios da</p><p>Bacia do Paraná e do Uruguai.</p><p>III. Por estarem localizadas em Biomas de clima temperado</p><p>com longas de estações de seca, as Araucárias são árvores</p><p>de pequeno porte resultado da deficiência hídrica.</p><p>IV. A vegetação é latifoliada na Mata das Araucárias com três</p><p>tipos de formações vegetais bem distintas: mata de terra</p><p>firme, mata de várzea e mata de igapó.</p><p>Assinale a alternativa CORRETA.</p><p>A) Apenas as afirmativas I e II estão corretas.</p><p>B) Apenas as afirmativas I e III estão corretas.</p><p>C) Apenas as afirmativas I e IV estão corretas.</p><p>D) Apenas as afirmativas III e IV estão corretas.</p><p>7) ( UFGD ) Leia o excerto a seguir. [...] A chuva caía</p><p>meticulosamente, sem pressa de cessar. A palha do rancho</p><p>porejava água, fedia a podre, derrubando dentro da casa uma</p><p>infinidade de bichos que a sua podridão gerava. Ratos, sapos,</p><p>baratas, grilos, aranhas, — o diabo refugiava-se ali dentro,</p><p>fugindo à inundação, que aos poucos ia galgando a</p><p>perambeira do morrote. [...] Disponível em: . Acesso em: 20</p><p>set. 2019 .</p><p>Esse trecho, extraído do conto de Bernardo Élis, Nhola dos</p><p>Anjos e a Cheia do Rio Corumbá, refere-se</p><p>A) ao bioma Pantanal e ao ciclo das chuvas que controla a</p><p>vazão dos rios, mudando a paisagem anualmente. Faz</p><p>referência ao início das chuvas na área desse bioma, que se</p><p>inicia no verão e finda-se no outono.</p><p>B) ao bioma Pantanal e ao ciclo das chuvas que controla a</p><p>vazão dos rios, mudando a paisagem anualmente. Faz</p><p>referência ao início das chuvas nesse bioma, que se inicia no</p><p>final do inverno e finda-se em meados do outono.</p><p>13</p><p>C) ao bioma Chaco e ao ciclo das chuvas que controla a</p><p>vazão dos rios, mudando a paisagem anualmente. Faz</p><p>referência ao início das chuvas nesse bioma que se inicia no</p><p>final do inverno e finda-se em meados do outono.</p><p>D) ao bioma Chaco e ao ciclo das chuvas que controla a</p><p>vazão dos rios, mudando a paisagem anualmente. Faz</p><p>referência ao fim das chuvas, que se inicia na primavera e</p><p>finda-se no verão.</p><p>E) ao bioma Pantanal e ao ciclo das chuvas que controla a</p><p>vazão dos rios, mudando a paisagem anualmente. Faz</p><p>referência ao fim das chuvas que se inicia no final da</p><p>primavera e finda-se em meados do outono.</p><p>8) ( CESUPA ) Em sua mais recente edição, a revista britânica</p><p>The Economist produziu uma matéria de capa – sob o título</p><p>“Velório para a Amazônia”, denunciando o que ocorre com a</p><p>região.</p><p>Diante da matéria da revista podemos observar que a capa</p><p>traduz;</p><p>A) uma floresta inteira sendo derrubada porque a Amazônia</p><p>precisa ser povoada, desenvolvida na sua economia como</p><p>forma de integrar o circuito capitalista. A derrubada de árvores</p><p>contribuindo para a rentabilidade da pecuária é a justificativa</p><p>para os investimentos em políticas públicas.</p><p>B) a denúncia da derrubada da floresta amazônica mesmo</p><p>que seja necessária para a produção de grãos e exploração</p><p>mineral. A preocupação internacional com o meio ambiente</p><p>ocorre apenas porque tem ocorrido muitos furacões nas ilhas</p><p>caribenhas e na Flórida.</p><p>C) o aumento acelerado do desmatamento da Amazônia</p><p>brasileira que abriga a maior floresta tropical do planeta. A</p><p>derrubada de árvores centenárias, entre outros fatores,</p><p>atende a criação de pastagens de baixa produtividade, à</p><p>especulação fundiária e à extração da madeira para diversos</p><p>usos e fins comerciais.</p><p>D) o desmatamento da floresta amazônica é o resultado de</p><p>uma tradição cultural das populações tradicionais da região</p><p>que continuam com a prática da coivara. As queimadas são</p><p>necessárias na fase do plantio, além de favorecer a</p><p>ampliação das pastagens para a pecuária .</p><p>9) ( USS ) RIOS VOADORES A expressão rios voadores,</p><p>criada há quase duas décadas pelo meteorologista José</p><p>Marengo, se refere aos jatos de ar carregados de umidade</p><p>que se originam sobre a Amazônia e atravessam o Brasil, a</p><p>cerca de 3 mil metros de altitude. O climatologista Carlos</p><p>Nobre explica que, quando uma seca castiga a Amazônia,</p><p>chove menos em toda uma região que vai do oeste dos</p><p>estados da Região Sul até o centro-leste de Argentina,</p><p>Paraguai e Uruguai. Chove menos em Foz do Iguaçu, por</p><p>exemplo, do que em Brasília. Porém, Brasília tem uma</p><p>estiagem de meio de ano. Já em Foz, a chuva é distribuída</p><p>ao longo do ano, graças aos rios voadores. Adaptado de O</p><p>Globo, 29/04/2019.</p><p>A partir da análise do texto, identifica-se que a continuidade</p><p>do desmatamento em larga escala na Amazônia pode trazer</p><p>o seguinte impacto ambiental para a região onde está Foz do</p><p>Iguaçu:</p><p>A) equalização da vazão da bacia hidrográfica</p><p>B) ampliação da carga do aquífero freático</p><p>C) retração da formação florestal tropical</p><p>D) redução da amplitude térmica anual</p><p>10) ( IFFAR ) As zonas do planeta mais ricas em</p><p>biodiversidade e mais ameaçadas de destruição são definidas</p><p>pelo conceito de hotspots – em inglês, pontos quentes.</p><p>No Brasil, são exemplos de hotspots:</p><p>A) A Mata Atlântica e o Cerrado.</p><p>B) O Pampa e a Savana.</p><p>C) O Cerrado e a Tundra.</p><p>D) A Amazônia e a Savana.</p><p>E) A Caatinga e a Vegetação de Montanha.</p><p>11) ( IFFAR ) Sobre a Mata Atlântica, analise as seguintes</p><p>assertivas:</p><p>I. Possui clima semiárido, quente e úmido.</p><p>II. Apresenta um relevo de planaltos e serras.</p><p>III. Sua vegetação característica é a floresta tropical com</p><p>grande biodiversidade.</p><p>IV. Foi gravemente devastada com a urbanização do país.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>A) Apenas I e III.</p><p>B) Apenas II e IV.</p><p>C) Apenas I, II e III.</p><p>D) Apenas II, III e IV.</p><p>E) I, II, III e IV.</p><p>12) ( IFSUL DE MINAS ) Por várias semanas, os cidadãos</p><p>estão se movendo pelas redes sociais por causa de incêndios</p><p>florestais que estão devastando a região. Segundo o Instituto</p><p>Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), as queimadas</p><p>aumentaram 83% desde o início de 2019 em relação ao ano</p><p>anterior. O desmatamento cresceu 67%. Um aumento ainda</p><p>mais preocupante, já que este é um recorde desde 2013. Para</p><p>Catherine Aubertin, economista ambiental e diretora de</p><p>pesquisa do Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento,</p><p>esses incêndios podem “exacerbar de maneira duradoura os</p><p>efeitos do aquecimento global”. (Fonte: Laura Motet - Le</p><p>Monde, 22/08/2019)</p><p>14</p><p>O texto acima evidencia que a Amazônia é uma região que</p><p>preocupa a opinião pública nacional e internacional pela sua</p><p>relevância ambiental. Sobre a Amazônia e suas</p><p>características climatobotânicas, assinale a alternativa</p><p>INCORRETA:</p><p>A) É a maior floresta temperada do mundo, abrigando 86% da</p><p>água doce do Planeta.</p><p>B) Por se encontrar em baixas latitudes, o clima da Amazônia</p><p>é quente e bastante úmido.</p><p>C) A rede hidrográfica é complexa, formada pela maior bacia</p><p>hidrográfica do mundo.</p><p>D) Abriga a maior biodiversidade do Planeta, com grande</p><p>variedade de espécies da fauna e da flora.</p><p>13) ( UNIVESP ) “Os incêndios florestais no Brasil atingiram</p><p>o seu pico desde pelo menos 2013, tendo aumentado 84%</p><p>neste ano até 23 de agosto, comparado com o mesmo</p><p>período do ano passado, de acordo com o Instituto Nacional</p><p>de Pesquisas Espaciais (INPE). Cientistas temem que a</p><p>contínua destruição da Amazônia possa chegar a um ponto</p><p>de não retorno [...]” (EXAME, 2019). O aumento</p><p>das</p><p>queimadas e dos desmatamentos na Amazônia pode levar a</p><p>graves consequências à região e, de acordo com cientistas,</p><p>também ao planeta Terra.</p><p>No que se refere a estas consequências, assinale a</p><p>alternativa incorreta.</p><p>A) Redução da biodiversidade de espécies</p><p>B) Exposição dos solos aos processos erosivos</p><p>C) Potencialização do assoreamento de cursos d’água D)</p><p>Redução das emissões de dióxido de carbono na atmosfera</p><p>E) Alteração do microclima na região</p><p>14) ( IFSUDESTE ) Leia o texto a seguir e responda ao que</p><p>se pede. Considerado um dos grandes santuários ecológicos</p><p>do planeta, [este ecossistema] é uma imensa mistura de</p><p>matas, áreas alagadiças e animais que não encontra</p><p>comparações com nenhum outro lugar do mundo. As cheias</p><p>periódicas que atingem suas vastas planícies renovam</p><p>anualmente sua beleza ímpar. Não é à toa que a atividade</p><p>turística é uma das principais fontes de renda da região, como</p><p>é também alvo de preocupação por parte dos ambientalistas,</p><p>já que a falta de um bom planejamento pode colocar em risco</p><p>todo esse ecossistema. DISCUTINDO A GEOGRAFIA.</p><p>Território, Lugar & Paisagem. São Paulo: Escala. 2005. Ano1.</p><p>n.4 p.21. Adaptado.</p><p>O ecossistema descrito no texto refere-se à(ao):</p><p>A) Mata dos Cocais</p><p>B) Mata Atlântica</p><p>C) Pantanal</p><p>D) Mangues</p><p>E) Mata de Araucárias</p><p>15) ( UNICEUBE ) O descaso com a área ambiental tem sido</p><p>a regra no Brasil. [...] A destruição da Mata Atlântica, bioma</p><p>do qual resta menos de 12%, é um lembrete e uma prova para</p><p>quem duvida da finitude do que parece infinito. Ainda assim,</p><p>o país construiu um importante conjunto de áreas protegidas,</p><p>somando mais de 2,3 mil unidades de conservação, que</p><p>abrangem quase 30% do território continental. (Nurit</p><p>Bensusan. “A arquitetura da destruição:</p><p>versão tropical”. Le monde diplomatique Brasil, julho de</p><p>2019.)</p><p>O excerto faz duas afirmações, que podem ser explicadas</p><p>A) pela destruição da cobertura vegetal pelos colonizadores</p><p>na luta contra os indígenas e pela abertura de portos de</p><p>exportação distantes das matas. B) pela instalação do</p><p>complexo aparelho estatal brasileiro e pelas extrações</p><p>sustentáveis de recursos minerais.</p><p>C) pelo aproveitamento de madeiras apropriadas para a</p><p>construção de caravelas e pela ampla presença de</p><p>comunidades nativas em grandes espaços geográficos. D)</p><p>pelo processo historicamente concentrado de urbanização e</p><p>pelas regulamentações governamentais de explorações</p><p>econômicas.</p><p>E) pelo emprego secular da coivara pelas sociedades</p><p>indígenas e pelo efeito regenerador das brisas marítimas</p><p>sobre as matas.</p><p>16) ( UNICEUBE ) Analise a imagem.</p><p>O bioma ilustrado na imagem corresponde</p><p>A) à Mata Atlântica, que se caracteriza pelo clima subtropical</p><p>com formação de floresta ombrófila e elevada diversidade de</p><p>fauna.</p><p>B) à Amazônia, que se caracteriza pela diversidade</p><p>paisagística e integra diferentes tipos de portes de árvores</p><p>caducifólias.</p><p>C) à Amazônia, que possui potencial hídrico devido à</p><p>formação dos rios em planalto que compõem a região. D) ao</p><p>15</p><p>Cerrado, que é composto por formação vegetal de florestas</p><p>pirofíticas e integra um conjunto variado de fauna e flora.</p><p>E) à Mata Atlântica, que apresenta relevos planálticos</p><p>cobertos por diferentes tipos e portes de árvores e</p><p>microclimas de mata.</p><p>17) ( FPP ) Observe a imagem a seguir.</p><p>O mapa destaca a bacia hidrográfica do rio São Francisco</p><p>onde, em janeiro de 2019, ocorreu o desastre de Brumadinho,</p><p>em que milhões de toneladas de rejeito de minério de ferro</p><p>foram despejadas.</p><p>Ao observar essa bacia hidrográfica, constata-se que entre os</p><p>diversos biomas impactados, destacam-se</p><p>A) Cerrado - Pampa.</p><p>B) Mata Atlântica - Caatinga.</p><p>C) Mata Atlântica - Floresta Amazônica.</p><p>D) Mata dos Cocais - Restinga.</p><p>E) Mangue - Pradaria.</p><p>18) ( UFN ) Desde os anos 1970, com investimentos em</p><p>grandes projetos de agropecuária, extrativismo vegetal e</p><p>mineral, a Floresta Amazônica tem sofrido intensa</p><p>devastação.</p><p>Com base no mapa, o arco do desmatamento é uma região</p><p>I. em que uma grande diversidade de ocupação e de</p><p>atividades vem acarretando intenso processo de queimadas</p><p>e desflorestamento.</p><p>II. também conhecida como arco do fogo ou, mais</p><p>recentemente, como arco de povoamento adensado;</p><p>estende-se desde a desembocadura do Rio Amazonas até o</p><p>oeste do Maranhão, leste e sudeste do Pará, Tocantins, Mato</p><p>Grosso e Rondônia.</p><p>III. onde as florestas estão se transformando em cerrados, e</p><p>o regime das chuvas tem-se alterado, com diminuição das</p><p>precipitações, aumento da erosão e prejuízo à biodiversidade.</p><p>Está(ão) correta(s)</p><p>A) apenas II.</p><p>B) apenas I e II.</p><p>C) apenas I e III.</p><p>D) apenas II e III.</p><p>E) I, II e III.</p><p>19) ( FDSBC )</p><p>Do avião é possível sentir o cheiro de madeira queimando.</p><p>Aos poucos, a visão abaixo torna-se desoladora. Árvores</p><p>tombadas, chamas, cinzas e fumaça consomem a Amazônia.</p><p>A Floresta Nacional do Jamanxi, no município de Novo</p><p>16</p><p>Progresso (PA), é uma das mais afetadas pelas queimadas</p><p>que bateram recordes em 2019 em todos os biomas do país.</p><p>Em um sobrevoo pela região, na segunda-feira (26/08), a</p><p>fumaça ainda é tão intensa que o piloto perdeu a visão e</p><p>precisou voar apenas com apoio de instrumentos.</p><p>Fonte:<Quarta-feira, 28 de agosto de 2019, <https://www.</p><p>nationalgeographicbrasil.com/meio-ambiente/2019/08</p><p>O gráfico acima apresenta os incêndios entre os dias primeiro</p><p>de agosto e onze de agosto de 2019, na região de Novo</p><p>Progresso (PA). A notícia subsequente também se refere à</p><p>mesma região e apresenta observações por meio de um</p><p>sobrevoo local. Assinale a alternativa que melhor relaciona as</p><p>informações acima e os incêndios em Novo Progresso.</p><p>A) A atual estiagem pela qual passa a região amazônica é o</p><p>principal motivo pelo aumento dos focos de incêndio em Novo</p><p>Progresso. A atual seca é a mais intensa dos últimos 30 anos,</p><p>transformando o bioma amazônico permanentemente.</p><p>B) O gráfico e a notícia não se complementam, devido à</p><p>diferença de tempo entre os dois fatos. São situações</p><p>distintas, apesar de apresentarem os incêndios como</p><p>elemento comum.</p><p>C) A região amazônica, assim como o cerrado brasileiro,</p><p>apresenta naturalmente, entre os meses de junho e setembro,</p><p>o período de queimadas, situação comum e necessária para</p><p>a renovação da floresta.</p><p>D) O gráfico apresenta um aumento intenso das queimadas</p><p>no dia 10 de agosto, considerado o “dia do fogo” – provável</p><p>ação organizada por proprietários e grileiros da região. A</p><p>notícia posterior corrobora com os números apresentados no</p><p>gráfico.</p><p>20) ( UFRGS ) Considere as seguintes afirmações a respeito</p><p>da questão do desmatamento na Amazônia.</p><p>I - O efeito inibidor do desmatamento da Floresta Amazônica</p><p>está relacionado à presença e à criação de Terras Indígenas.</p><p>II - O desmatamento apresenta um elevado índice na emissão</p><p>de dióxido de carbono e é um fator que aumenta a capacidade</p><p>de sequestro de carbono do ecossistema amazônico.</p><p>III- o aumento dos conflitos no campo, no período 2017-2018,</p><p>registra o avanço da fronteira agrícola sobre a Amazônia, bem</p><p>como o aumento na taxa de desmatamento.</p><p>Quais estão corretas?</p><p>A) Apenas I.</p><p>B) Apenas II.</p><p>C) Apenas I e III.</p><p>D) Apenas II e III.</p><p>E) I, II e III.</p><p>21) ( UEG ) “Inferno na floresta: o que sabemos sobre os</p><p>incêndios na Amazônia A Amazônia sempre sofreu com</p><p>queimadas ligadas à exploração de terra. Mas como isso</p><p>chegou tão longe? São Paulo – Os olhos do Brasil e do mundo</p><p>se voltam para a maior floresta tropical e maior reserva de</p><p>biodiversidade da Terra. Milhares de mensagens de alerta em</p><p>diferentes línguas circulam nas redes sociais com a hashtag</p><p>#PrayForAmazonia. A razão não poderia ser pior: a Amazônia</p><p>arde em chamas”.</p><p>Disponível em: https://exame.abril.com.br/brasil/inferno-na-</p><p>floresta-o-que-sabemos-sobre-os-incendios-na-amazonia/.</p><p>Acesso em: 20 set. 2019.</p><p>O texto alerta para o problema ambiental das queimadas na</p><p>região da Amazônia brasileira, que</p><p>no ano de 2019 tornou-se</p><p>assunto frequente nas mídias internacionais. Sobre as causas</p><p>desses focos de queimadas/incêndios, tem se que:</p><p>A) resultam exclusivamente das condições climáticas de</p><p>período de seca prolongada, o que torna a vegetação mais</p><p>susceptível ao fogo.</p><p>B) derivam exclusivamente de ações criminosas de setores</p><p>da sociedade que buscam provocar a desestabilização</p><p>política do país.</p><p>C) ocorrem acidentalmente produzidas por queda de raios</p><p>durante as tempestades tropicais que atingem a região nos</p><p>períodos de estiagem.</p><p>D) constituem prática habitual de povos da região para o</p><p>preparo de áreas destinadas à agricultura, limpeza e</p><p>formação de pastagens.</p><p>E) decorrem principalmente dos processos de aquecimento</p><p>global, em virtude das altas temperaturas que têm assolado a</p><p>região amazônica.</p><p>22) ( ETECSP ) O que liga a floresta Amazônica, o</p><p>aquecimento mundial e você?</p><p>Há muito tempo a floresta Amazônica é reconhecida como um</p><p>repositório de serviços ecológicos, não só para os povos</p><p>indígenas e as comunidades locais, mas também para o</p><p>restante do mundo. Além disso, de todas as florestas tropicais</p><p>do mundo, a Amazônia é a única que ainda está conservada,</p><p>em termos de tamanho e de diversidade. No entanto, à</p><p>medida que as florestas são queimadas ou retiradas e o</p><p>processo de aquecimento global é intensificado, o</p><p>desmatamento da Amazônia gradualmente desmonta os</p><p>frágeis processos ecológicos que levaram anos para serem</p><p>construídos e refinados.</p><p>A floresta amazônica pode curar você Durante milênios, os</p><p>seres humanos utilizaram insetos, plantas e outros</p><p>organismos da região para várias finalidades, entre elas a</p><p>agricultura, a vestimenta e, claro, a cura para doenças. Povos</p><p>indígenas e outros grupos que vivem na floresta amazônica</p><p>aperfeiçoaram o uso de compostos químicos encontrados em</p><p>plantas e em animais. O conhecimento sobre o uso dessas</p><p>plantas geralmente fica nas mãos de um curandeiro que, por</p><p>sua vez, repassa a tradição para um aprendiz. Esse processo</p><p>se mantém ao longo de séculos e compõe uma parte integral</p><p>da identidade desses povos.</p><p>O potencial inexplorado das plantas amazônicas Os cientistas</p><p>acreditam que menos de 0,5% das espécies da flora foram</p><p>detalhadamente estudadas quanto ao seu potencial</p><p>medicinal. Ao mesmo tempo em que o bioma Amazônia está</p><p>encolhendo lentamente em tamanho, a riqueza da vida</p><p>silvestre de suas florestas também tem se reduzido, bem</p><p>como o uso potencial das plantas e dos animais que ainda</p><p>não foram descobertos.</p><p>Sobre o texto, analise as afirmações:</p><p>I O desmatamento da floresta põe em risco, para além de</p><p>suas riquezas naturais, a continuidade de conhecimentos</p><p>tradicionais.</p><p>II Apesar da biodiversidade existente na floresta Amazônica,</p><p>o impacto gerado pelo seu desmatamento restringe-se às</p><p>comunidades e aos povos locais.</p><p>III A não preservação do bioma Amazônia pode acarretar</p><p>impactos no clima mundial e até mesmo na pesquisa médico-</p><p>científica.</p><p>É correto o que se afirma em</p><p>A) I, apenas.</p><p>B) II, apenas.</p><p>C) III, apenas.</p><p>D) I e III, apenas.</p><p>E) I, II e III.</p><p>17</p><p>23) ( IFRS ) Após proibir queimadas em território nacional por</p><p>60 dias, o presidente Jair Bolsonaro recuou de sua decisão e</p><p>alterou o decreto nº 9.992 publicado em 29 de agosto de</p><p>2019. Agora, a restrição de queimadas é apenas para a</p><p>região da Amazônia Legal, segundo o que foi publicado em</p><p>uma edição extra do Diário Oficial da União em 30 de agosto</p><p>de 2019, no decreto nº 9.997. O desmatamento tem sido, no</p><p>ano de 2019, tema de debate no cenário político mundial,</p><p>movimentando discussões acerca da preservação da Floresta</p><p>Amazônica.</p><p>Muitas alterações ambientais são acarretadas pelo</p><p>desmatamento da Amazônia, entre elas</p><p>I - a diminuição da biodiversidade.</p><p>II - o aumento da emissão de carbono na atmosfera.</p><p>III - a diminuição da umidade que chega à região Sul do Brasil</p><p>através dos “rios voadores”.</p><p>IV - a diminuição dos conflitos de terras na região.</p><p>V - o aumento no assoreamento dos rios da região</p><p>Amazônica.</p><p>Estão corretas as afirmativas</p><p>A) I, II e III.</p><p>B) I, II, III e IV.</p><p>C) I, II, III e V.</p><p>D) II, III, IV e V.</p><p>E) I, II, III, IV e V.</p><p>24) ( SESI ) Nos últimos meses, diversas mídias do mundo</p><p>divulgaram que a maior floresta tropical brasileira vem</p><p>sofrendo com ações que impactam diretamente a</p><p>biodiversidade, como mostram as reportagens abaixo:</p><p>Amazônia concentra metade das queimadas em 2019</p><p>G1 mostra ainda a situação nos Estados até 19 de agosto</p><p>A Amazônia concentra 52,5% dos focos de queimadas de</p><p>2019, segundo os dados do Programa Queimadas do Instituto</p><p>Nacional de Pesquisas espaciais ( INPE ), o Cerrado é</p><p>responsável por 30,1% seguido pela Mata Atlântida com</p><p>10,9%</p><p>Disponível em:</p><p>https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/08/20/amazonia-</p><p>concentra-metade-das-queimadas-em-2019.ghtml Acesso</p><p>em 13 de agosto de 2019</p><p>Incêndios e queimadas na Amazônia: por trás da cortina</p><p>de fumaça</p><p>Atualmente não há anomalia no clima que justifique o</p><p>aumento dos focos de chamas em período tão curto de</p><p>tempo.</p><p>Disponível em : https://veja.abril.com.br/mundo/incendios-e-</p><p>queimadas-na-amazonia-por-tras-da-cortina-de-fumaca/</p><p>Acesso em 13 de ago. de 2019.</p><p>Os seres humanos apresentam grande capacidade de</p><p>interferência no meio ambiente, quer seja positiva ou</p><p>negativa. Contudo, observa-se também, que a participação</p><p>humana na sobrevivência das espécies, ocorre em todos os</p><p>casos, EXCETO quando:</p><p>A) promovem o desmatamento para consequente aumento</p><p>das áreas de cultivo.</p><p>B) impedem a caça indiscriminada de animais em extinção.</p><p>C) evitam as queimadas, a deterioração de recursos naturais</p><p>e a diminuição da biodiversidade.</p><p>D) protegem as áreas de reserva ambiental, e</p><p>consequentemente, sua fauna e flora que podem sofrer pela</p><p>biopirataria.</p><p>E) promovem o monitoramento de espécies ameaçadas,</p><p>garantindo a sobrevivência destas espécies.</p><p>25) ( UNIATENAS )</p><p>TEXTO I</p><p>O Cerrado está localizado essencialmente no Planalto Central</p><p>do Brasil e é o segundo maior bioma do País em área, apenas</p><p>superado pela Floresta Amazônica. Trata-se de um complexo</p><p>vegetacional que possui relações ecológicas e fisionômicas</p><p>com outras savanas da América tropical e de continentes</p><p>como a África, Sudeste da Ásia e Austrália. Disponível em: <</p><p>https://www.embrapa.br/cerrados/colecao-</p><p>entomologica/bioma-cerrado>. Acesso em: 05 Set. 2019.</p><p>[Adaptado]</p><p>TEXTO II</p><p>Sobre o cerrado brasileiro, bem como sua ocupação</p><p>antrópica, analise os itens a seguir.</p><p>I. As Matas de Galerias do Cerrado são fisionomias</p><p>associadas a cursos de água, que podem ocorrer em terrenos</p><p>bem drenados ou mal drenados, já as Matas Secas e o</p><p>Cerradão ocorrem nos interflúvios em terrenos bem</p><p>drenados, sem associação com cursos de água.</p><p>II. A partir de 1975, o governo federal instituiu um conjunto de</p><p>ações para acelerar o desenvolvimento nos Estados de</p><p>Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e no Distrito Federal.</p><p>Programas de financiamento à produção foram criados, como</p><p>o Polocentro (Programa de Desenvolvimento da Região</p><p>Centro-Oeste) que dinamizaram a produção agropecuária na</p><p>região.</p><p>III. A vegetação de cerrado típico costuma ser bastante seca,</p><p>pouquíssimas folhas e até cactáceas. No verão, as espécies</p><p>apresentam como característica a caducifólia.</p><p>É correto o que se afirma em:</p><p>A) I e II apenas.</p><p>B) I, II e III.</p><p>C) I apenas.</p><p>D) II, III apenas.</p><p>E) III apenas.</p><p>18</p><p>26) ( FSESI )</p><p>O mapa acima representa a localização e extensão das</p><p>principais bacias hidrográficas brasileiras. Localizada na</p><p>região central do Brasil, e se estendendo para o norte até o</p><p>oceano, podemos perceber a bacia do Araguaia-Tocantins.</p><p>Observando a área que esta bacia hidrográfica alcança,</p><p>pode-se dizer que ela se estende pelos seguintes domínios</p><p>naturais brasileiros.</p><p>A) Mata Atlântica, cerrado, caatinga e vegetação litorânea.</p><p>B) Mata Atlântica, caatinga, vegetação litorânea.</p><p>C) Cerrado</p>

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