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<p>1</p><p>Manejo Integrado de Pragas</p><p>Guilherme Vieira Pimentel</p><p>Lavras – MG</p><p>Cultura da Cana-de-Açúcar</p><p>• Diatraea saccharalis (Fabricius, 1794)</p><p>(Lepidoptera: Crambidae)</p><p>3</p><p>5 a 7 dias</p><p>4 a 9 dias</p><p>40 a 60 dias</p><p>(5 instares)9 a 14 dias</p><p>Fonte: Almeida, 1974</p><p>Ciclo de 58 – 90 dias</p><p>4 a 5 gerações/ano</p><p>Broca da Cana</p><p>• Diatraea flacipennella (Box, 1931) - NE</p><p>4</p><p>Fotos: Pimentel, 2016</p><p>Raspagem</p><p>Raspagem e perfuração do colmo</p><p>Pupa na galeria do colmo</p><p>5</p><p>Furo no colmo com fezes Adulto</p><p>Coração Morto</p><p>Danos Diretos</p><p>Fotos: Garcia, J. F. (2013)</p><p>6</p><p>Brotações Laterais</p><p>Quebra do Colmo</p><p>Enraizamento Aéreo</p><p>Danos Diretos</p><p>Fotos: Garcia, J. F. (2013)</p><p>7</p><p>Danos Indiretos</p><p>Complexo Broca</p><p>Prodridão Vermelha</p><p>Colletotrichum falcatum</p><p>Fusarium moniliforme</p><p>Fonte: Gallo et al. (2002)</p><p>10</p><p>CONTROLE</p><p>Cotesia flavipes</p><p>Estudos a campo para avaliar sua eficiência</p><p>Parasitóides da Broca-da-cana</p><p>17</p><p>CONTROLE - biológico</p><p>Monitoramento de adultos da broca para controle na fase de ovos</p><p>• Obj.: Identificar o pico de adultos;</p><p>• Utilizar: fêmeas virgens (3-4);</p><p>• 1 armadilha/12,5 ha ou 50 ha (?);</p><p>• Época: primeiros pares de folhas</p><p>• N.C.: 6 a 10 mariposas/armadilha</p><p>• Liberar até no máx. 10 dias após o pico dos adultos. 1 por</p><p>semana.</p><p>1,5 m a 2,0 m</p><p>18</p><p>CONTROLE - biológico</p><p>21</p><p> Químico</p><p>QUÍMICO</p><p> ALTACOR</p><p>o Clorantraniliprole</p><p>o 0,06kg/ha</p><p>CONTROLE</p><p> Fisiológicos: Certero, Nomolt 150;</p><p>Gallaxy 100CE; MiMic 240 SC.</p><p>Fonte: Agrofit</p><p> Diamidas: Altacor, Belt 480SC.</p><p>CLASSE: Inseticida de contato e ingestão</p><p>Classe: Inibidor da síntese de quitina</p><p>Quando: I.I elevados e baixa % de parasitismo</p><p>22</p><p>Fonte: CTC</p><p>BIOTECNOLOGIA</p><p>CTC 9001 BT + Embrapa*</p><p>24</p><p> Cigarrinha das pastagens</p><p>Cigarrinhas da Cana</p><p>Mahanarva sp.</p><p>M. spectabilis</p><p>M. liturata</p><p>27</p><p>♀</p><p>♂</p><p>Ciclo vida</p><p>77 dias</p><p>Ovos no tec. vegetal</p><p>Cigarrinha-da-raiz: Mahanarva fimbriolata</p><p>Redução na Produtividade: 10 a 30 t cana/ha</p><p>28</p><p>Danos Diretos</p><p>Amarelecimento</p><p>Apodrecimento dos colmos</p><p>Foto: Pimentel (2019).</p><p>Feixes vasculares contaminados</p><p>Fo</p><p>to</p><p>: P</p><p>im</p><p>en</p><p>te</p><p>l (</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>9</p><p>).</p><p>29</p><p>Cigarrinha-da-raiz: Mahanarva fimbriolata</p><p>30</p><p>Amostragem: 5 Pontos/Talhão</p><p>1,0 m Linear</p><p>NC: 2 a 3 Ninfas/m ou ≥ 0,75 Adulto/Cana</p><p>Amostragem: 25 Canas/Talhão</p><p>NC: ≥ 2,5 Ninfas/Cana ou ≥ 0,75 Adulto/Cana</p><p>Fotos: Mendonça et al. 1996, Vinicius Chaves</p><p>Amostragem</p><p>AMOSTRAGEM</p><p>32</p><p>Fo</p><p>to</p><p>: P</p><p>au</p><p>lo</p><p>B</p><p>o</p><p>te</p><p>lh</p><p>o</p><p>CONTROLE - Cultural</p><p>33</p><p>CONTROLE - Biológico</p><p>Diptera: Asilidae</p><p>Nematoide parasita</p><p>(Mermithidae) Larva: Salpingogaster nigra</p><p>Anagrus urichi Adulto: Salpingogaster nigra</p><p>Metarhizium anisopliae</p><p> FUNGO</p><p>o Metarhizium anisopliae</p><p>o 1,00 kg de Fungo/hectare*</p><p>o NC: 0,5 – 1,0 inseto/m</p><p>34</p><p>BIOLÓGICO</p><p>o Aplicação:</p><p>- Final da tarde, à noite ou em dias nublados;</p><p>- Aplicação aéreas, distribuição direta dos grãos de arroz infestados</p><p>(8 a 10 kg/ha).</p><p>o Época:</p><p>- inicio do surgimento da praga (Novembro) e;</p><p>- 30 dias depois a segunda aplicação se houver necessidade;</p><p>CONTROLE - Biológico</p><p>o 2° aplicação:</p><p>- 6 – 7 insetos/m em canaviais a ser colhido no início de safra e;</p><p>- 2 insetos/m no final de safra (para esse o C. químico pode ser mais</p><p>viável).</p><p>35</p><p> ACTARA 250WG*</p><p>o Thiamethoxan</p><p>o 0,70kg/ha</p><p>QUÍMICO</p><p> CURBIX 200SC</p><p>o Fenilpirazol</p><p>o 2,00L/ha</p><p>*verificar Legislação específica</p><p>o NDE:</p><p>- 3 a 5 insetos/m² (canaviais a serem colhidos para meio-final da safra);</p><p>- 12 insetos/m² (canaviais de início da safra – suportam mais o ataque).</p><p>o Recomendação: entre final de outubro e dezembro (próxima ao NDE)</p><p>DIAMANTEBR</p><p>o Imidacloprid</p><p>o 0,75 a 1 L/ha</p><p>CONTROLE - Químico</p><p>36</p><p>Manejo Integrado de Pragas</p><p>Guilherme Vieira Pimentel</p><p>Lavras – MG</p><p>Cultura da Cana-de-Açúcar</p><p>Parte 2</p><p>Pragas de solo</p><p>39</p><p>Bicudo da cana – Sphenophorus levis</p><p>Colmos danificados</p><p> Sphenophorus levis Metamasius hemipterus</p><p>Câmara pupal</p><p>42</p><p>Características</p><p>43</p><p>50</p><p>CONTROLE – Iscas tóxicas</p><p>Iscas – áreas suspeitas</p><p> 150 a 200 iscas/ha;</p><p> Toletes de cana, 20 a 30 cm, cortados</p><p>longitudinalmente, embebidos em</p><p>solução de inseticida, melaço (1L) e água</p><p>(1L);</p><p> Coletas após 10 a 15 dias;</p><p> Usar principalmente entre novembro a</p><p>março</p><p>51</p><p>CONTROLE – Iscas tóxicas</p><p>Colocação das iscas</p><p> REFORMA</p><p>o Eliminação Mecânica das Soqueiras</p><p>52</p><p>CONTROLE - Cultural</p><p>Vídeo</p><p> Rotação de culturas (amendoim e soja)</p><p>PLANTIO – 250g/ha de Fipronil</p><p>PLANTIO</p><p>o Químico no Sulco de Plantio</p><p>o Mudas sadias</p><p>CONTROLE – no Plantio</p><p>o Rotacionar sempre!</p><p>5555</p><p>SOQUEIRA</p><p>o Químico Cortando a Soqueira</p><p>• Logo após o corte;</p><p>• Cortando a soca (canaviais de começo e meio de safra) e;</p><p>• Em drench (canaviais de novembro a março).</p><p>5656</p><p>SOQUEIRA</p><p>o Químico na Vinhaça</p><p>- Logo após o corte</p><p>60</p><p>CONTROLE – Biológico</p><p>Aplicação do nematoide entomopatogênico Steinernema brazilense</p><p>IBCB n6 (230 JI/inseto) e do fungo entomopatogênico Beauveria</p><p>bassiana IBCB 170 (1x108 con./mL), em tratamentos isolados e de</p><p>combinação dos agentes.</p><p>Mortalidade de larvas de Sphenophorus levis</p><p>Fonte: Tese SIMI, L. D. (2014) – Botucatu, SP.</p><p>Mortalidade de adultos de Sphenophorus levis</p><p>Aplicação do nematoide entomopatogênico Steinernema</p><p>brazilense (15 JI/inseto) e do fungo entomopatogênico</p><p>Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae (1x108 con./mL) ,</p><p>em tratamentos isolados e de combinação dos agentes.</p><p>Efeito aditivo</p><p>61</p><p>Migdolus da Cana-de-açúcar</p><p> Monitoramento: 1 armadilha/15ha</p><p> Coleta Massal: 1 armadilha/50m</p><p>Migdolus fryanus</p><p>♀ ♂</p><p>62</p><p>Cupins da Cana-de-açúcar</p><p> Tomada de Decisão:</p><p>30 iscas/ha</p><p>30 cm</p><p>50 cm</p><p>• Lagarta Elasmo: Elasmopalpus lignosellus</p><p>• Broca gigante: Telchin licus</p><p>• Broca peluda: Hyponeuma taltula</p><p>• Lagartas desfolhadoras (curuquerê-dos-capinzais e lagarta-militar)</p><p>• Percevejo-castanho; Besouros (corós); Pulgões;</p><p>Cochonilha; Formigas cortadeiras</p><p>65</p><p>Outras Pragas da Cana-de-açúcar</p><p>66Fo</p><p>n</p><p>te</p><p>: J</p><p>o</p><p>sé</p><p>F</p><p>. G</p><p>ar</p><p>ci</p><p>a</p><p>(</p><p>2</p><p>0</p><p>1</p><p>3</p><p>)</p><p>Broca gigante: Telchin licus</p><p>67</p><p>Broca da cana</p><p>Cigarrinha-das-raízes</p><p>Cigarrinha-das-folhas</p><p>Cigarrinha-do-cartucho</p><p>Migdolus</p><p>Cupins Bicudo da cana</p><p>Percevejo castanho</p><p>Corós (pão-de-galinha)</p><p>Elasmo</p><p>Broca gigante</p><p>Broca peluda</p><p>Pulgões</p><p>Lagartas desfolhadoras</p><p>Formigas cortadeiras</p><p>Cochonilhas</p><p>Muito Obrigado!</p><p>68Guilherme Vieira Pimentel – guilherme.pimentel@ufla.com</p><p>Qual praga correlaciona a esses danos?</p>