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<p>15/09/2024 20:44:39 1/5</p><p>REVISÃO DE SIMULADO</p><p>Nome:</p><p>NAYELLY APARECIDA FERREIRA</p><p>Disciplina:</p><p>Português Instrumental</p><p>Respostas corretas são marcadas em amarelo X Respostas marcardas por você.</p><p>Questão</p><p>001 (UFPR 2010) Leia o trecho abaixo.</p><p>Os economistas são entendidos em mercado financeiro.</p><p>Os economistas descreveram os efeitos dos juros.</p><p>Os juros são altos.</p><p>Todos os efeitos são arrasadores.</p><p>Assinale a alternativa em que as informações acima foram reunidas adequadamente e sem</p><p>ambiguidade.</p><p>A) Os economistas, que são entendidos em mercado financeiro, descreveram os efeitos, arrasadores,</p><p>dos juros, que são altos.</p><p>B) Em relação aos juros altos, os economistas, entendidos em mercado financeiros, descreveram os</p><p>efeitos que são arrasadores.</p><p>X C) Os economistas entendidos em mercado financeiro descreveram os efeitos que são arrasadores</p><p>dos altos juros.</p><p>D) Entendidos em mercado financeiro, os economistas descreveram os efeitos dos altos juros que são</p><p>arrasadores.</p><p>E) Os economistas que são entendidos em mercado financeiro descreveram os efeitos dos juros altos,</p><p>que são arrasadores.</p><p>Questão</p><p>002 (FCC 2007) O emprego do elemento sublinhado compromete a coerência da frase:</p><p>A) Os jovens perderam a capacidade de sonhar alto, por conseguinte alguns ainda resistem ao</p><p>pragmatismo moderno.</p><p>X B) A menos que se mudem alguns paradigmas culturais, as gerações seguintes serão tão</p><p>conformistas quanto a atual.</p><p>C) Cada época tem os adolescentes que merece, pois estes são influenciados pelos valores</p><p>socialmente dominantes.</p><p>D) Há quem fique desanimado com os jovens de hoje, porquanto parece faltar-lhes a capacidade de</p><p>sonhar mais alto.</p><p>E) Nos tempos modernos, sonhar faz muita falta ao adolescente, bem como alimentar a confiança em</p><p>sua própria capacidade criativa.</p><p>Questão</p><p>003 (CEITEC- FUNRIO)</p><p>“Todos querem que nós ____________________”</p><p>Apenas uma das alternativas completa coerente e adequadamente a frase acima. Assinale-a</p><p>X A) estejamos prontos em breve para o trabalho.</p><p>B) recuperássemos a vaga de motorista da firma.</p><p>C) desista da ação contra aquele salafrário.</p><p>D) tentamos aquele emprego novamente.</p><p>E) desfilando pelas passarelas internacionais.</p><p>15/09/2024 20:44:39 2/5</p><p>Questão</p><p>004 (UDESC 2008) Identifique a ordem em que os períodos devem aparecer, para que constituam um</p><p>texto coeso e coerente.</p><p>I. Elas não são mais feitas em locais precários, e sim em grandes estúdios onde há cuidado com a</p><p>higiene.</p><p>II. As técnicas se refinaram: há mais cores disponíveis, os pigmentos são de melhor qualidade e</p><p>ferramentas como o laser tornaram bem mais simples apagar uma tatuagem que já não se quer</p><p>mais. III. Vão longe, enfim, os tempos em que o conceito de tatuagem se resumia à velha âncora</p><p>de marinheiro.</p><p>III. Vão longe, enfim, os tempos em que o conceito de tatuagem se resumia à velha âncora de</p><p>marinheiro.</p><p>IV. Nos últimos dez ou quinze anos, fazer uma tatuagem deixou de ser símbolo de rebeldia de um</p><p>estilo de vida marginal.</p><p>Assinale a alternativa que contém a sequência correta, em que os períodos devem aparecer.</p><p>A) I, III, II, IV</p><p>B) II, I, III, IV</p><p>X C) IV, I, II, III</p><p>D) III, I, IV, II</p><p>E) IV, II, III, I</p><p>Questão</p><p>005 (ENEM 2010) Leia o texto abaixo.</p><p>Os filhos de Anna eram bons, uma coisa verdadeira e sumarenta. Cresciam, tomavam banho,</p><p>exigiam para si, malcriados, instantes cada vez mais completos. A cozinha era enfim espaçosa, o</p><p>fogão enguiçado dava estouros. O calor era forte no apartamento que estavam aos poucos</p><p>pagando. Mas o vento batendo nas cortinas que ela mesma cortara lembrava-lhe que se quisesse</p><p>podia parar e enxugar a testa, olhando o calmo horizonte. Como um lavrador. Ela plantara as</p><p>sementes que tinha na mão, não outras, mas essas apenas.</p><p>LISPECTOR, C. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.</p><p>A autora emprega por duas vezes o conectivo mas no fragmento apresentado. Observando</p><p>aspectos da organização, estruturação e funcionalidade dos elementos que articulam o texto, o</p><p>conectivo mas:</p><p>A) Contém uma ideia de sequência temporal que direciona a conclusão do leitor.</p><p>B) Assume funções discursivas distintas nos dois contextos de uso.</p><p>C) Quebra a fluidez do texto e prejudica a compreensão, se usado no início da frase.</p><p>D) Ocupa posição fixa, sendo inadequado seu uso na abertura da frase.</p><p>X E) Expressa o mesmo conteúdo nas duas situações em que aparece no texto.</p><p>Questão</p><p>006 (ENEM 2014) Leia o texto abaixo.</p><p>Há qualquer coisa de especial nisso de botar a cara na janela em crônica de jornal â�� eu não fazia</p><p>isso há muitos anos, enquanto me escondia em poesia e ficção. Crônica algumas vezes também é</p><p>feita, intencionalmente, para provocar. Além do mais, em certos dias mesmo o escritor mais</p><p>escolado não está lá grande coisa. Tem os que mostram sua cara escrevendo para reclamar:</p><p>moderna demais, antiquada demais.</p><p>Alguns discorrem sobre o assunto, e é gostoso compartilhar ideias. Há os textos que parecem</p><p>passar despercebidos, outros rendem um montão de recados: “Você escreveu exatamente o que</p><p>eu sinto”, “Isso é exatamente o que falo com meus pacientes”, “É isso que digo para meus pais”,</p><p>“Comentei com minha namorada”. Os estímulos são valiosos pra quem nesses tempos andava</p><p>meio assim: é como me botarem no colo â�� também eu preciso. Na verdade, nunca fui tão posta</p><p>no colo por leitores como na janela do jornal. De modo que está sendo ótima, essa brincadeira</p><p>séria, com alguns textos que iam acabar neste livro, outros espalhados por aí. Porque eu levo a</p><p>sério ser sério… mesmo quando parece que estou brincando: essa é uma das maravilhas de</p><p>escrever. Como escrevi há muitos anos e continua sendo a minha verdade: palavras são meu jeito</p><p>mais secreto de calar.</p><p>LUFT, L. Pensar é transgredir. Rio de janeiro: Record, 2004.</p><p>Os textos fazem uso constante de recurso que permitem a articulação entre suas partes. Quanto à</p><p>construção do fragmento, o elemento</p><p>A) “assim” é uma paráfrase de “é como me botarem no colo”.</p><p>15/09/2024 20:44:39 3/5</p><p>B) “alguns” antecipa a informação “É isso que digo para meus pais”.</p><p>X C) “isso” remete a “escondia em poesia e ficção”.</p><p>D) “nisso” introduz o fragmento “botar a cara na janela em crônica de jornal”.</p><p>E) “essa” recupera a informação anterior “janela do jornal”.</p><p>15/09/2024 20:44:39 4/5</p><p>Questão</p><p>007 (TRT – ANALISTA JUDICIÁRIO)</p><p>(TEXTO REFERÊNCIA)</p><p>1</p><p>Cada um fala como quer, ou como pode, ou como acha</p><p>que pode. Ainda ontem me divertiu este trechinho de crônica do</p><p>escritor mineiro Humberto Werneck, de seu livro Esse inferno</p><p>vai acabar:</p><p>5</p><p>“− Meu cabelo está pendoando – anuncia a prima,</p><p>apalpando as melenas.</p><p>Tenho anos, décadas de Solange, mas confesso que</p><p>ela, com o seu solangês, às vezes me pega desprevenido.</p><p>10</p><p>− Seu cabelo está o quê?</p><p>− Pendoando – insiste ela, e, com a paciência de</p><p>quem explica algo elementar a um total ignorante, traduz:</p><p>− Bifurcando nas extremidades.</p><p>É assim a Solange, criatura para a qual ninguém</p><p>15</p><p>morre, mas falece, e, quando sobrevém esse infausto</p><p>acontecimento, tem seu corpo acondicionado num ataúde,</p><p>num esquife, num féretro, para ser inumado em alguma</p><p>necrópole, ou, mais recentemente, incinerado em crema-</p><p>tório. Cabelo de gente assim não se torna vulgarmente</p><p>20</p><p>quebradiço: pendoa.”</p><p>Isso me fez lembrar uma visita que recebemos em casa,</p><p>eu ainda menino. Amigas da família, mãe e filha adolescente</p><p>vieram tomar um lanche conosco. D. Glorinha, a mãe, achava</p><p>25</p><p>meu pai um homem intelectualizado e caprichava no</p><p>vocabulário. A certa altura pediu ela a mim, que estava sentado</p><p>numa extremidade da mesa:</p><p>− Querido, pode alcançar-me uma côdea desse pão?</p><p>− Por falta de preparo linguístico não sabia como atender</p><p>30</p><p>a seu pedido. Socorreu-me a filha adolescente:</p><p>− Ela quer uma casquinha do pão. Ela fala sempre assim</p><p>na casa dos outros.</p><p>− A mãe ficou vermelha, isto é, ruborizou, enrubesceu,</p><p>rubificou, e olhou a filha com reprovação, isto é, dardejou-a com</p><p>35</p><p>olhos censórios.</p><p>Veja-se, para concluir, mais um trechinho do Werneck:</p><p>“Você pode achar que estou sendo implicante,</p><p>metido a policiar a linguagem alheia. Brasileiro é assim</p><p>40</p><p>mesmo, adora embonitar a conversa para impressionar os</p><p>outros.</p><p>Sei disso. Eu próprio já andei escrevendo sobre o</p><p>que chamei de ruibarbosismo: o uso de palavreado rebar-</p><p>bativo como forma de, numa discussão, reduzir ao silêncio</p><p>o interlocutor ignaro. Uma espécie de gás paralisante</p><p>45</p><p>verbal.”</p><p>(Cândido Barbosa Filho, inédito</p><p>“A mãe ficou vermelha, isto é, ruborizou, enrubesceu, rubificou, e olhou a filha com reprovação,</p><p>isto é, dardejou-a com olhos censórios”.</p><p>A expressão, isto é, nos dois empregos realçados na frase acima,</p><p>15/09/2024 20:44:39 5/5</p><p>A) inicia a tradução adequada de um enunciado anterior cuja significação se mostrara bastante</p><p>enigmática.</p><p>B) introduz a conclusão de que o significado das falas corriqueiras se esclarece mediante uma</p><p>elaborada sinonímia.</p><p>X C) introduz uma enumeração de palavras que seriam evitadas pela prima Solange, levando-se em</p><p>conta o que diz dela o cronista Werneck.</p><p>D) inicia uma argumentação em favor da simplificação da linguagem, de modo a evitar o uso de</p><p>palavreado rebarbativo.</p><p>E) funciona como os dois pontos na frase Cabelo de gente assim não se torna vulgarmente</p><p>quebradiço: pendoa.</p><p>Questão</p><p>008 (UFPR 2010) Entrou em vigor a lei que converte em presunção de paternidade a recusa dos</p><p>homens em fazer teste de DNA. Assinale a alternativa cujo texto pode ser concluído</p><p>coerentemente com essa afirmação.</p><p>A) Sara Mendes deu início a um processo na justiça, para que Tiago Costa assuma a paternidade de</p><p>seu filho Cássio. Tiago não fez o exame de DNA, mas assume como muito provável ser ele o pai do</p><p>menino. Cássio alega que o exame não é conclusivo, pois entrou em vigor a lei que converte em</p><p>presunção de paternidade a recusa dos homens em fazer teste de DNA.</p><p>B) Mário e Felipe são primos. Mário é extremamente vaidoso, pretensioso. Felipe é um rapaz calmo e</p><p>muito simples. Os dois namoraram Teresa na mesma época. Teresa teve uma filha e entrou na</p><p>justiça para exigir dos dois primos um exame de DNA. O juiz disse que não era necessário, pois</p><p>entrou em vigor a lei que converte em presunção de paternidade a recusa dos homens em fazer</p><p>teste de DNA.</p><p>C) Carlos de Almeida responde processo na justiça por não querer reconhecer como seu o filho de</p><p>Diana Santos, sua ex-namorada. Carlos se recusou a fazer o exame de DNA, o que permite ao juiz</p><p>lavrar a sentença que o indica como pai da criança, porque entrou em vigor a lei que converte em</p><p>presunção de paternidade a recusa dos homens em fazer teste de DNA.</p><p>X D) Adriano é um rapaz muito presunçoso e não admite que lhe cobrem nada. A namorada lhe pediu</p><p>um exame de DNA, para esclarecer a paternidade de Amanda, sua filha. Adriano disse que não</p><p>faria o exame. A namorada disse que toda essa presunção serviria para o juiz atestar a</p><p>paternidade, pois entrou em vigor a lei que converte em presunção de paternidade a recusa dos</p><p>homens em fazer teste de DNA.</p><p>E) Alessandro presume que Caio seja seu filho. Sugeriu a Telma um exame de DNA. Telma disse não</p><p>ser necessário, pois entrou em vigor a lei que converte em presunção de paternidade a recusa dos</p><p>homens em fazer teste de DNA.</p>