Prévia do material em texto
<p>TRANSPORTE</p><p>COLETIVO DE</p><p>PASSAGEIROS</p><p>CURSO</p><p>Edição 2022</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>4</p><p>�������������������������������������������������������������������������������������</p><p>������������������������������������������������������������������������������</p><p>����</p><p>��������������������������������������������������������������</p><p>���</p><p>�����������������</p><p>����� �</p><p>�������</p><p>��</p><p>������������������������������������������������������������</p><p>ISBN: 978-65-995869-6-5</p><p>Fica proibido a reprodução deste material sem</p><p>prévia autorização do autor (EAD Bludata).</p><p>A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na</p><p>Lei nº 9.610/98 e punido pelo Art. 184 do Código Penal.</p><p>EAD Bludata - Plataforma online de cursos</p><p>de trânsito e transporte (autor). Curso de</p><p>transporte coletivo de passageiros.</p><p>1. Ed. - Blumenau: EAD Bludata - Plataforma</p><p>online de cursos de trânsito e transporte.</p><p>2022.</p><p>Curso para condutores de veículo de transporte</p><p>coletivo de passageiros [livro eletrônico]:</p><p>capacitação coletivo passageiros / [Jaqueline</p><p>Samara Neres, Francisco Murilo Vessling Junior].</p><p>-- Blumenau, SC : Bludata, 2022. PDF</p><p>1. Condutores de veículos automotores</p><p>2. Educação para segurança no trânsito 3. Motoris-</p><p>tas - Educação 4. Primeiros socorros 5. Trânsito -</p><p>Leis e legislação - Brasil 6. Trânsito - Segurança</p><p>7. Transporte coletivo 8. Transporte urbano I. Neres,</p><p>Jaqueline Samara. II. Vessling Junior, Francisco</p><p>Murilo.</p><p>22-111592 CDD-363.125</p><p>�</p><p>Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)</p><p>(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)�</p><p>3</p><p>DIREÇÃO</p><p>DEFENSIVA</p><p>MÓDULO1</p><p>No formato PDF, clique nos títulos para acessar os conteúdos relacionados.</p><p>SUMÁRIO</p><p>Conceito de direção defensiva</p><p>Conceito de acidente</p><p>Acidente evitável</p><p>Acidente não evitável</p><p>UNIDADE 1 - ACIDENTE EVITÁVEL OU NÃO EVITÁVEL</p><p>Introdução</p><p>Resumo</p><p>8</p><p>9</p><p>UNIDADE 2 - COMO ULTRAPASSAR E SER ULTRAPASSADO</p><p>Condições adversas</p><p>O que são?</p><p>Condições adversas de luz</p><p>Condição adversa de tempo</p><p>Providências para diminuir o ofuscamento</p><p>Condição adversa de via</p><p>Condição adversa de veículo</p><p>Condição adversa de condutor</p><p>Condição adversa de trânsito</p><p>Vento</p><p>Chuva</p><p>Nevoeiro</p><p>Granizo</p><p>Fumaça/poeira</p><p>10</p><p>10</p><p>10</p><p>11</p><p>11</p><p>12</p><p>12</p><p>13</p><p>13</p><p>13</p><p>14</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>UNIDADE 3 - ACIDENTE DE DIFÍCIL IDENTIFICAÇÃO DA CAUSA</p><p>Tipos de colisões</p><p>Colisão com o veículo da frente</p><p>Colisão com o veículo de trás</p><p>Colisão com o veículo em sentido contrário (frontal)</p><p>Colisão nas ultrapassagens</p><p>Colisão ao ser ultrapassado</p><p>Colisão nas curvas</p><p>Colisão nos cruzamentos</p><p>Colisão em marcha ré e objetos fixos</p><p>Colisão de veículos de pequeno porte com veículos de grande porte</p><p>Colisão com motociclistas e ciclistas</p><p>Colisão com pedestres</p><p>17</p><p>17</p><p>18</p><p>18</p><p>19</p><p>19</p><p>19</p><p>20</p><p>20</p><p>21</p><p>21</p><p>22</p><p>UNIDADE 4 - COMO EVITAR ACIDENTES COM OUTROS VEÍCULOS</p><p>6</p><p>6</p><p>7</p><p>7</p><p>4</p><p>Colisão com animais</p><p>Colisão misteriosa</p><p>Resumo</p><p>UNIDADE 5 - COMO EVITAR ACIDENTES COM PEDESTRES E OUTROS</p><p>INTEGRANTES DO TRÂNSITO</p><p>Introdução</p><p>Tempos</p><p>UNIDADE 6 - A IMPORTÂNCIA DE VER E SER VISTO</p><p>Cuidados para evitar acidentes com veículos especializados</p><p>Condutor responsável</p><p>UNIDADE 7 - A IMPORTÂNCIA DO COMPORTAMENTO SEGURO</p><p>NA CONDUÇÃO DE VEÍCULOS ESPECIALIZADOS</p><p>Introdução</p><p>Condições para conduzir o veículo</p><p>Estado físico do condutor</p><p>Álcool e direção</p><p>Álcool e organismo</p><p>Artigo 165 do CTB</p><p>Resumo</p><p>33</p><p>33</p><p>33</p><p>34</p><p>34</p><p>34</p><p>35</p><p>UNIDADE 9 - ESTADO FÍSICO E MENTAL DO CONDUTOR, AS</p><p>CONSEQUÊNCIAS DA INGESTÃO E CONSUMO DE BEBIDA ALCOÓLICA</p><p>E SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS</p><p>Introdução</p><p>Cuidado com os integrantes</p><p>Cuidado com os animais</p><p>Resumo</p><p>Diferença que pode poupar vidas</p><p>Comportamento seguro</p><p>Comportamento de risco</p><p>Fator humano</p><p>Acidente não evitável</p><p>Resumo</p><p>UNIDADE 8 - COMPORTAMENTO SEGURO E COMPORTAMENTO</p><p>DE RISCO</p><p>Tempo de reação</p><p>Tempo de frenagem</p><p>Tempo de parada</p><p>5</p><p>24</p><p>24</p><p>24</p><p>25</p><p>26</p><p>26</p><p>26</p><p>26</p><p>26</p><p>28</p><p>28</p><p>22</p><p>22</p><p>23</p><p>30</p><p>30</p><p>30</p><p>31</p><p>31</p><p>32</p><p>Unidade 1</p><p>alguns elementos humanos responsáveis</p><p>pelos acidentes de trânsito. Desta forma,</p><p>é possível perceber que a maioria dos</p><p>acidentes acontecem por falha humana.</p><p>Para tanto, no Código de Trânsito</p><p>Brasileiro, o artigo 28 coloca algumas</p><p>situações que são importantes resgatar.</p><p>Para dirigir defensivamente, todo</p><p>condutor deve:</p><p>Para entender se um acidente pode ser</p><p>considerado EVITÁVEL ou NÃO EVITÁVEL,</p><p>necessitamos entender o conceito de</p><p>acidente.</p><p>Um acidente é um evento inesperado e</p><p>indesejável que causa danos pessoais,</p><p>materiais (danos ao patrimônio), danos</p><p>financeiros e que ocorre de modo não</p><p>intencional.</p><p>Ter domínio de seu veículo, dirigindo-o</p><p>com atenção;</p><p>Ter cuidados indispensáveis à</p><p>segurança do trânsito;</p><p>Planejar todas as ações pessoais com</p><p>antecedência, a fim de prevenir-se</p><p>contra o mau comportamento dos</p><p>outros usuários do trânsito, bem como</p><p>das condições adversas.</p><p>A forma como o condutor dirige permite</p><p>a ele ter ou não tempo hábil para tomar</p><p>decisões mais acertas. A direção defensiva</p><p>apresenta a este condutor diversas formas</p><p>de poder tornar a sua condução mais</p><p>segura.</p><p>O condutor defensivo torna a sua prática</p><p>de dirigir mais segura, menos agressiva</p><p>e mais assertiva. Além disso, o condutor</p><p>defensivo se mostra mais tolerante,</p><p>possui uma postura pacífica e pensa no</p><p>coletivo.</p><p>Todo condutor(a) necessita ter domínio</p><p>do seu veículo e dirigir com atenção.�</p><p>A falta de percepção, as reações</p><p>inadequadas, a falta de cortesia, são</p><p>Contudo, o conceito de DIREÇÃO</p><p>DEFENSIVA é: dirigir de modo a evitar</p><p>acidentes ou diminuir as ocorrências,</p><p>apesar das condições adversas ou da</p><p>ação incorreta dos outros condutores</p><p>ou pedestres.</p><p>�</p><p>������������������</p><p>������������������������������������</p><p>Conceito de direção defensiva</p><p>Conceito de acidente</p><p>6</p><p>Já os acidentes não evitáveis são</p><p>aqueles que independente dos cuidados</p><p>tomados pelo condutor para evita-los,</p><p>ele acaba acontecendo.</p><p>O condutor tomou todas as</p><p>providências cabíveis, mas mesmo</p><p>assim não conseguiu evitar que a</p><p>situação ocorresse. Podemos dizer</p><p>que foi uma fatalidade.</p><p>Então, resumidamente, podemos</p><p>dizer que um acidente de trânsito é</p><p>um evento não premeditado que</p><p>venha trazer danos ao veículo ou a</p><p>carga e lesões a pessoas ou animais,</p><p>independentemente de quem esteja</p><p>envolvido.</p><p>Podendo nesta situação o condutor</p><p>fazer tudo que pode para evitar, tal</p><p>acontecimento, ou em caso de</p><p>NEGLIGÊNCIA, IMPERÍCIA OU</p><p>IMPRUDÊNCIA, deixar de fazer.</p><p>Acidente não evitável</p><p>Esses três conceitos iremos falar mais</p><p>para frente, mas eles estão diretamente</p><p>ligados aos que chamamos de acidentes</p><p>evitáveis.</p><p>Estes eventos são aqueles em que o</p><p>condutor deixou de fazer tudo que</p><p>poderia para evitá-los.</p><p>Exemplos: dirigiu em alta velocidade,</p><p>bebeu e dirigiu, utilizou o celular</p><p>enquanto conduzia seu veículo, não</p><p>afivelou o cinto de segurança ou cinta</p><p>jugular no caso do capacete, entre outros</p><p>tantos exemplos.</p><p>Para falarmos de acidente evitável, temos</p><p>que incluir três conceitos importantes:</p><p>imprudência, imperícia e negligência.</p><p>Acidente evitável</p><p>7</p><p>Unidade 2</p><p>Introdução</p><p>Todo condutor que tem o</p><p>pensamento defensivo e age como</p><p>um condutor defensivo jamais irá</p><p>dificultar uma manobra de</p><p>ultrapassagem, pois ele sabe</p><p>que isso poderá causar um</p><p>acidente grave.</p><p>Antes de iniciar qualquer ultrapassagem</p><p>todo condutor deve proceder da seguinte</p><p>maneira:</p><p>�����������������</p><p>���������������������������</p><p>Certificar-se de que existe espaço</p><p>suficiente para executar a manobra</p><p>com segurança;</p><p>Verificar os veículos que podem estar</p><p>vindo em sentido contrário, e caso</p><p>estejam vindo, se há tempo e espaço</p><p>suficiente para executar a manobra</p><p>com segurança;</p><p>Checar se os veículos que estão atrás</p><p>de você ou na sua frente, não estão</p><p>iniciando a manobra de ultrapassagem;</p><p>Antes de iniciar a manobra indique a</p><p>sua intenção através de seta indicadora</p><p>de direção;</p><p>Inicie a ultrapassagem e após concluir</p><p>a manobra, indique novamente com</p><p>seta e retorne para sua faixa de origem</p><p>assim que tiver espaço suficiente e sem</p><p>prejudicar aos outros veículos que estão</p><p>se deslocando.</p><p>O condutor defensivo que percebe</p><p>que outro veículo tem a intenção de</p><p>ultrapassá-lo deverá manter a</p><p>velocidade, ou caso seja necessário</p><p>reduzir a velocidade e sempre facilitar</p><p>a ultrapassagem. Se houver outro</p><p>veículo a sua frente, deixe um espaço</p><p>para que</p><p>das faces refletivas</p><p>são definidos em função dos sentidos</p><p>de circulação na via considerando como</p><p>referencial um dos sentidos de circulação,</p><p>ou seja, a face voltada para este sentido.</p><p>De acordo com a resolução do Contran</p><p>nº 336, de 24 de novembro de 2009, ficou</p><p>proibida a utilização de tachas e tachões,</p><p>aplicados transversalmente à via pública,</p><p>como redutor de velocidade ou ondula-</p><p>ção transversal.</p><p>Dispositivo delimitador</p><p>Na sinalização feita sobre o pavimento,</p><p>ainda temos os dispositivos auxiliares</p><p>que são elementos aplicados ao pavi-</p><p>mento junto a via.</p><p>Seu objetivo é tornar mais eficiente e</p><p>segura a operação da via. Essa sinalização</p><p>é feita de vários materiais, formas e cores,</p><p>podendo serem ou não refletivos, e suas</p><p>funções são as seguintes:</p><p>Dispositivos auxiliares</p><p>Incrementar a percepção da sinalização,</p><p>do alinhamento da via ou de obstáculos</p><p>à circulação;</p><p>Reduzir a velocidade praticada;</p><p>Oferecer proteção aos usuários;</p><p>Alertar os condutores quanto a</p><p>situações de perigo potencial ou</p><p>que requeiram maior atenção.</p><p>22</p><p>São colocados em série sobre a superfície</p><p>pavimentada. Dois exemplos são as</p><p>prismas e os segregadores.</p><p>Têm a função de melhorar a percepção</p><p>do condutor quanto a obstáculos e</p><p>potenciais situações de risco que estejam</p><p>na via ou próximas a ela.</p><p>Possuem as cores amarela e preta</p><p>quando sinalizam situações permanentes</p><p>e adquirem cores laranja e branca</p><p>quando sinalizam situações temporárias,</p><p>como obras.</p><p>São eles: marcadores de obstáculos,</p><p>marcadores de perigo e marcadores de</p><p>alinhamento.</p><p>Alguns recursos são utilizados para</p><p>alterar as características do pavimento.</p><p>Essas mudanças são feitas para estimular</p><p>o condutor(a) a reduzir a velocidade, fazer</p><p>com que o pneu tenha mais aderência ou</p><p>atrito ao pavimento.</p><p>Podem servir também para induzir o</p><p>condutor quanto ao uso da via e fazer</p><p>com que o mesmo adote um comporta-</p><p>mento mais cauteloso naquela área.</p><p>Dispositivos de canalização</p><p>Dispositivos de sinalização de alerta</p><p>Têm como função evitar que veículos</p><p>e/ou pedestres avancem determinado</p><p>local, também funcionam com o objetivo</p><p>de dificultar a interferência de um fluxo</p><p>de veículos sobre o fluxo oposto.</p><p>Esses dispositivos podem ser feitos de</p><p>material flexível, maleável ou rígido.</p><p>Eles recebem o nome de gradis de</p><p>canalização e retenção, dispositivos de</p><p>conteção e bloqueio ou então defesa</p><p>metálica popularmente conhecido como</p><p>guard rail.</p><p>Dispositivos de proteção contínua</p><p>23</p><p>Ajudam na segurança e facilitam</p><p>a circulação no local</p><p>onde existem</p><p>ciclistas e</p><p>pedestres.</p><p>Já os dispositivos de uso temporário</p><p>podem ser fixos ou móveis e são</p><p>utilizados em situações específicas,</p><p>e temporárias como o próprio nome diz.</p><p>Podendo ser utilizados em situações de</p><p>emergências ou perigo, com o objetivo</p><p>de alertar o condutor, ou até mesmo</p><p>bloquear parte da via.</p><p>São aqueles dispositivos que se</p><p>caracterizam pela cor alaranjado,</p><p>podendo ser eles:</p><p>Informação sobre condições</p><p>operacionais das vias;</p><p>Orientação do trânsito para a utilização</p><p>de vias alternativas;</p><p>Regulamentação de uso da via.</p><p>Esse dispositivos podem ser utilizados</p><p>nas seguintes situações:</p><p>Advertência de situação inesperada</p><p>à frente;</p><p>Mensagens educativas visando o</p><p>comportamento adequado dos</p><p>usuários da via;</p><p>Orientação em praças de pedágio e</p><p>pátios públicos de estacionamento;</p><p>CONES CILINDROS</p><p>Os dispositivos luminosos proporcionam</p><p>melhores condições de visualização,</p><p>porém, combinados, eles podem emitir</p><p>mensagem ou variação na sinalização,</p><p>por exemplo os painéis dos redutores de</p><p>velocidade.</p><p>Exemplos de painéis eletrônicos:</p><p>Dispositivos luminosos</p><p>Dispositivos temporários</p><p>FITA ZEBRADA</p><p>BALIZADOR MÓVEL</p><p>24</p><p>Controlando assim</p><p>tanto o fluxo de</p><p>veículos, quanto</p><p>de pedestres.</p><p>Além dessas duas situações de regula-</p><p>mentação, existe ainda a sinalização</p><p>semafórica de advertência, que, por</p><p>sua vez, tem a função de advertir sobre</p><p>obstáculos ou situações perigosas.</p><p>Esta sinalização é caracterizada pela cor</p><p>amarela, e é recomendado ao condutor</p><p>reduzir a velocidade e adotar medidas</p><p>segurança.</p><p>Para a sinalização de obras, são utiliza-</p><p>das uma combinação de elementos de</p><p>forma a alertar os usuários sobre esta</p><p>modificação.</p><p>Sendo assim são utilizadas sinalizações</p><p>temporárias que podem ser tanto</p><p>elementos de sinalização horizontal,</p><p>semafórica e dispositivos auxiliares,</p><p>afim de mostrar caminhos alternativos,</p><p>indicar as áreas isoladas, e preservar</p><p>a fluidez do trânsito no local.</p><p>TAMBORES</p><p>O grupo de sinalização semafórica é</p><p>também considerado um subsistema</p><p>da sinalização viária.</p><p>Este sistema é composto por sinali-</p><p>zação semafórica de regulamentação</p><p>ou advertência.</p><p>Podem ser reguladas para funcionarem</p><p>de forma alternada ou intermitente,</p><p>através de sistema elétrico/eletrônico,</p><p>cuja função é controlar os deslocamentos.</p><p>A sinalização semafórica de regulamenta-</p><p>ção, controla o trânsito em cruzamentos,</p><p>alternando a permissão de passagens</p><p>entre veículos e pedestres.</p><p>O semáforo tem as suas cores caracterís-</p><p>ticas que não podem ser alteradas.</p><p>Para condutores é o VERMELHO,</p><p>AMARELO e o VERDE.</p><p>Já para os pedestres as cores são</p><p>VERMELHO e VERDE.</p><p>Sinalização semafórica</p><p>Sinalização de obras</p><p>25</p><p>No trânsito também são regulamentados</p><p>a utilização de gestos, tanto pela parte</p><p>dos agentes como dos condutores.</p><p>Porém é necessário observar a ordem</p><p>de prevalência desta sinalização.</p><p>As ordens emanadas pelos agentes de</p><p>trânsito prevalecem sobre demais regras</p><p>de sinalização.</p><p>Junto com os gestos, o agente também</p><p>utiliza os sinais sonoros para indicar o</p><p>direito de passagem dos veículos ou</p><p>pedestres, chamados de silvo.</p><p>O sinal sonoro deve ser utilizado em</p><p>conjunto com os gestos.</p><p>Os condutores tambem podem utilizar</p><p>dos gestos para indicarem suas intenções</p><p>no trânsito.</p><p>Gestos</p><p>26</p><p>Unidade 4</p><p>Código de Trânsito Brasileiro</p><p>No Código de Trânsito Brasileiro existe</p><p>a relação das infrações, com suas</p><p>classificações a partir da sua gravidade,</p><p>onde você, aluno(a), poderá pesquisar</p><p>uma por uma.</p><p>De acordo com a sua gravidade elas</p><p>foram classificadas da seguinte maneira:</p><p>O que é importante saber é que a</p><p>infração de natureza GRAVISSIMA</p><p>possui duas formas de aplicação. Tem</p><p>a forma simples e a forma qualificada,</p><p>por um fator multiplicador ou índice</p><p>adicional específico: quando se tratar</p><p>de multa agravada, o fator multiplicador</p><p>ou índice adicional específico é o previsto</p><p>neste Código (art.258 §2º do CTB).</p><p>Embora o art. 258 indique a penalidade</p><p>de multa e seu valor, de acordo com</p><p>a classificação da infração, outras pena-</p><p>lidades podem ser impostas ao infrator,</p><p>especialmente quando se tratar de</p><p>infrações grave e gravíssimas.</p><p>Segundo o artigo 161 do CTB:</p><p>“Constitui infração de trânsito a</p><p>inobservância de qualquer preceito</p><p>deste Código, da legislação comple-</p><p>mentar ou das resoluções do CONTRAN,</p><p>sendo o infrator sujeito às penalidades</p><p>e medidas administrativas indicadas</p><p>em cada artigo, além das punições</p><p>previstas no Capítulo XIX.”</p><p>Infrações</p><p>Para que as infrações tenham validade,</p><p>as mesmas precisam ser comprovadas</p><p>através de declaração da autoridade de</p><p>trânsito, por aparelho eletrônico ou</p><p>equipamento audiovisual, reações</p><p>químicas ou por qualquer outro meio</p><p>tecnologicamente disponível, previa-</p><p>mente regulamentado pelo CONTRAN.</p><p>������</p><p>�� �</p><p>�����</p><p>�������������</p><p>�����������������������������������</p><p>Classificação das infrações</p><p>Infração gravíssima: multa de R$293,47;</p><p>Infração grave: multa de R$ 195,23;</p><p>Infração média: multa de R$ 130,16;</p><p>Infração leve: multa de R$ 88,38.</p><p>27</p><p>Além das medidas que podem ser</p><p>aplicadas ao condutor que comete</p><p>uma infração de trânsito, existem</p><p>também os crimes de trânsito que</p><p>foram previstos pela na Lei 9.503/97,</p><p>onde foram elencados onze crimes.</p><p>Esses crimes estão descritos nos artigos</p><p>302, 303, 304, 305, 306, 307, 308, 309, 310,</p><p>311 e 312.</p><p>Os crimes de trânsito acarretam</p><p>situações que podem levar o condutor</p><p>a perder a sua CNH por até dois anos.</p><p>Desta forma é importante dar uma</p><p>estudada em nosso material que está</p><p>na sua biblioteca online.</p><p>Além dos crimes de trânsito, para cada</p><p>infração cometida, existem uma ou mais</p><p>penalidades que</p><p>podem ser aplicadas</p><p>aos condutores. São elas:</p><p>Crimes de trânsito</p><p>Penalidades</p><p>A regra para aplicações de penalidades</p><p>de advertência por escrito não depen-</p><p>derá mais da decisão da autoridade de</p><p>trânsito.</p><p>A penalidade deverá ser imposta a</p><p>infração de natureza leve ou média,</p><p>passível de ser punida com multa, caso</p><p>o infrator não tenha cometido nenhuma</p><p>infração nos últimos 12 meses.</p><p>Advertência por escrito</p><p>Consiste na responsabilização</p><p>pecuniária do infrator pela infração</p><p>cometida, aplicada e arrecadada pelos</p><p>órgãos executivos de trânsito e pela</p><p>Polícia Rodoviária Federal, obedecendo</p><p>os limites de suas competências,</p><p>estabelecidas nos artigos 20, 21, 22 e</p><p>24 do CTB.</p><p>Multa</p><p>Advertência por escrito;</p><p>Multa;</p><p>Suspensão do direito de dirigir;</p><p>Cassação da carteira Nacional de</p><p>Habilitação;</p><p>Cassação da permissão para dirigir;</p><p>Frequência obrigatória em curso</p><p>de reciclagem.</p><p>As penalidades poderão ser</p><p>impostas ao condutor do veículo,</p><p>ao proprietário do veículo, ao</p><p>embarcador e ao transportador.</p><p>Em alguns casos específicos,</p><p>essas também poderão ser</p><p>destinadas a pessoas jurídicas.</p><p>28</p><p>Algumas multas preestabelecidas são</p><p>classificadas como GRAVISSÍMAS e</p><p>possuem o fator multiplicador, podendo</p><p>elevar os valores a serem pagos em</p><p>x2, x3, x5, x10, x20 e x60.</p><p>Com a nova lei em vigor (14.071/2021),</p><p>algumas situações foram alteradas em</p><p>relação a pontuação na CNH.</p><p>Art. 261 – Sempre que, conforme a</p><p>pontuação prevista no art. 259 deste</p><p>código, o infrator atingir, no período</p><p>de 12 (doze) meses, a seguinte contagem</p><p>de pontos:</p><p>a) 20 (vinte) pontos, caso constem 2</p><p>(duas) ou mais infrações gravíssimas</p><p>na pontuação.</p><p>b) 30 (trinta) pontos, caso conste 1 (uma)</p><p>infração gravíssima na pontuação.</p><p>c) 40 (quarenta) pontos, caso não</p><p>conste nenhuma infração gravíssima</p><p>na pontuação.</p><p>Agravamento da infração</p><p>Suspensão do direito de dirigir</p><p>A penalidade de suspensão do direito de</p><p>dirigir consiste na interdição temporária</p><p>da condução de veículos automotores</p><p>ou elétricos nas vias públicas.</p><p>A autoridade executiva de trânsito do</p><p>Estado poderá aplicar a imposição de</p><p>suspensão da CNH quando:</p><p>O condutor que exerce atividade atingir,</p><p>no período de 12 (doze) meses, 30 (trinta)</p><p>pontos, conforme regulamentação do</p><p>CONTRAN.</p><p>Esta penalidade será aplicada mediante</p><p>decisão fundamentada da autoridade de</p><p>trânsito competente, em processo</p><p>administrativo, assegurado ao infrator</p><p>amplo direito de defesa (art. 265).</p><p>O processo administrativo somente deve</p><p>ser iniciado depois de esgotados todos os</p><p>meios de defesa na esfera administrativa.</p><p>A suspensão do direito de dirigir será pelo</p><p>prazo mínimo de um mês e máximo de</p><p>um ano, conforme regulamentado na</p><p>Resolução Contran n. 723/2018, exceto</p><p>para infrações do art. 165, cujo prazo é</p><p>de 12 meses (Lei nº 11.705):</p><p>No caso de reincidência no período de</p><p>12 meses, a suspensão do direito de dirigir</p><p>será pelo prazo mínimo de seis meses e</p><p>máximo de dois anos:</p><p>Infrações para as quais não sejam</p><p>previstas multas agravadas: 1 a 3 meses;</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de três vezes: 2 a 7 meses;</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de cinco vezes: 4 a 12 meses.</p><p>Infrações para as quais não sejam</p><p>previstas multas agravadas: 6 a 10</p><p>meses;</p><p>29</p><p>Quando o condutor for submetido à</p><p>cassação da CNG, esta só poderá ser</p><p>aplicada nas seguintes situações:</p><p>Art. 263. A cassação do documento de</p><p>habilitação dar-se-á:</p><p>I - quando, suspenso o direito de dirigir,</p><p>o infrator conduzir qualquer veículo;</p><p>II - no caso de reincidência, no prazo de</p><p>doze meses, das infrações previstas no</p><p>inciso III do art. 162 e nos arts. 163, 164,</p><p>165, 173, 174 e 175;</p><p>III - quando condenado judicialmente</p><p>por delito de trânsito, observado o</p><p>disposto no art. 160.</p><p>§ 1º Constatada, em processo adminis-</p><p>trativo, a irregularidade na expedição do</p><p>documento de habilitação, a autoridade</p><p>expedidora promoverá o seu</p><p>cancelamento.</p><p>§ 2º Decorridos dois anos da cassação</p><p>da Carteira Nacional de Habilitação, o</p><p>infrator poderá requerer sua reabilitação,</p><p>submetendo-se a todos os exames</p><p>necessários à habilitação, na forma</p><p>estabelecida pelo CONTRAN.</p><p>Cassação da carteira nacional de</p><p>habilitação e da permissão para</p><p>dirigir</p><p>Curso de Reciclagem</p><p>Para que o condutor cumpra a punição</p><p>imposta, ele deverá participar de curso</p><p>de reciclagem, o qual será obrigatório,</p><p>o qual tem por objetivo principal a</p><p>reeducação do condutor, e subsequente</p><p>a sua atualização referente a regras de</p><p>circulação e também sobre a legislação.</p><p>Quando este condutor terá que fazer</p><p>este curso de reciclagem?</p><p>Art. 268. O infrator será submetido a</p><p>curso de reciclagem, na forma esta-</p><p>belecida pelo CONTRAN:</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de três vezes: 8 a 16 meses, e;</p><p>Infrações para as quais sejam previstas</p><p>multas agravadas, com fator multiplica-</p><p>dor de cinco vezes: 12 a 24 meses.</p><p>Sendo contumaz, for necessário à sua</p><p>reeducação;</p><p>Suspenso do direito de dirigir;</p><p>Se envolver em acidente grave para o</p><p>qual haja contribuído, independente-</p><p>mente de processo judicial;</p><p>Condenado judicialmente por delito de</p><p>trânsito;</p><p>For constatado, a qualquer tempo, que</p><p>o condutor está colocando em risco a</p><p>segurança do trânsito, e;</p><p>Em outras situações regulamentadas</p><p>na Resolução Contran n. 789/2020.</p><p>30</p><p>Unidade 5</p><p>Normas de circulação</p><p>O artigo 26 do CTB coloca a seguinte</p><p>situação:</p><p>Art. 26. Os usuários da via terrestre</p><p>devem:</p><p>I - abster-se de todo ato que possa</p><p>constituir perigo ou obstáculo para</p><p>o trânsito de veículos, de pessoas ou</p><p>de animais, ou ainda causar danos a</p><p>propriedades públicas ou privadas;</p><p>II - abster-se de obstruir o trânsito ou</p><p>torná-lo perigoso, atirando, depositando</p><p>ou abandonando na via objetos ou</p><p>substâncias, ou nela criando qualquer</p><p>outro obstáculo.</p><p>Já o artigo 29 explica melhor sobre essas</p><p>regras:</p><p>Art. 29. O trânsito de veículos nas vias</p><p>terrestres abertas à circulação obedecerá</p><p>às seguintes normas:</p><p>I - a circulação far-se-á pelo lado direito</p><p>da via, admitindo-se as exceções</p><p>����������������</p><p>����</p><p>���������</p><p>������ �</p><p>������</p><p>��</p><p>��</p><p>����������������������������</p><p>devidamente sinalizadas;</p><p>II - o condutor deverá guardar distância</p><p>de segurança lateral e frontal entre o seu</p><p>e os demais veículos, bem como e relação</p><p>ao bordo da pista, considerando-se, no</p><p>momento, a velocidade e as condições</p><p>do local, da circulação, do veículo e as</p><p>condições climáticas;</p><p>III - quando veículos, transitando por</p><p>fluxos que se cruzem, se aproximarem</p><p>de local não sinalizado, terá preferência</p><p>de passagem:</p><p>a) no caso de apenas um fluxo ser</p><p>proveniente de rodovia, aquele que</p><p>estiver circulando por ela;</p><p>b) no caso de rotatória, aquele que</p><p>estiver circulando por ela;</p><p>c) nos demais casos, o que vier pela</p><p>direita do condutor.</p><p>IV - quando uma pista de rolamento</p><p>comportar várias faixas de circulação</p><p>no mesmo sentido, são as da direita</p><p>destinadas ao deslocamento dos veículos</p><p>mais lentos e de maior porte, quando não</p><p>houver faixa especial a eles destinada, e</p><p>as da esquerda, destinadas à ultrapassa-</p><p>gem e ao deslocamento dos veículos de</p><p>maior velocidade;</p><p>V - o trânsito de veículos sobre passeios,</p><p>calçadas e nos acostamentos, só poderá</p><p>ocorrer para que se adentre ou se saia</p><p>31</p><p>dos imóveis ou áreas especiais de</p><p>estacionamento;</p><p>VI - os veículos precedidos de</p><p>batedores terão prioridade de passagem,</p><p>respeitadas as demais normas de</p><p>circulação;</p><p>Uma grande dúvida que surge em</p><p>relação aos veículos prestadores de</p><p>utilidade pública, é em relação a sua</p><p>circulação, então vamos ver qual a</p><p>descrição que o Código de Trânsito nos</p><p>traz.</p><p>Ainda no art.29, temos o seguinte texto:</p><p>VIII - os veículos prestadores de serviços</p><p>de utilidade pública, quando em atendi-</p><p>mento na via, gozam de livre parada e</p><p>estacionamento no local da prestação</p><p>de serviço, desde que devidamente</p><p>sinalizados, devendo estar identificados</p><p>na forma estabelecida pelo CONTRAN;</p><p>Regras de ultrapassagem</p><p>As manobras de ultrapassagem possuem</p><p>regras que todo condutor, ao ter intenção</p><p>de efetuá-las, deverá observar (art. 29):</p><p>IX - a ultrapassagem de outro veículo</p><p>em movimento deverá ser feita pela</p><p>esquerda, obedecida a sinalização</p><p>regulamentar e as demais normas</p><p>estabelecidas neste Código exceto</p><p>quando o veículo a ser ultrapassado</p><p>estiver sinalizando o propósito de entrar</p><p>à esquerda;</p><p>X - todo condutor deverá, antes de</p><p>efetuar uma ultrapassagem, certificar-se</p><p>de que:</p><p>a) nenhum condutor que venha atrás</p><p>haja começado uma manobra para</p><p>ultrapassá-lo;</p><p>b) quem o precede na mesma faixa de</p><p>trânsito não haja indicado o propósito de</p><p>ultrapassar um terceiro;</p><p>c) a faixa de trânsito que vai tomar esteja</p><p>livre numa extensão suficiente para que</p><p>sua manobra não ponha em perigo ou</p><p>obstrua o trânsito que venha em sentido</p><p>contrário;</p><p>XI - todo condutor ao efetuar a</p><p>ultrapassagem deverá:</p><p>a) indicar com antecedência a manobra</p><p>pretendida, acionando a luz indicadora</p><p>32</p><p>de direção do veículo ou por meio de</p><p>gesto convencional de braço;</p><p>b) afastar-se do usuário ou usuários aos</p><p>quais ultrapassa, de tal forma que deixe</p><p>livre uma distância lateral de segurança;</p><p>c) retomar, após a efetivação da manobra,</p><p>a faixa de trânsito de origem, acionando</p><p>a luz indicadora de direção do veículo ou</p><p>fazendo gesto convencional de braço,</p><p>adotando os cuidados necessários para</p><p>não pôr em perigo ou obstruir o trânsito</p><p>dos veículos que ultrapassou;</p><p>Para que todos tenham segurança na</p><p>via, e possam circular de maneira que</p><p>busquem respeitar as regras, e não</p><p>coloquem em risco a sua via e a dos</p><p>demais que circulam pela mesma via,</p><p>o artigo 32 do CTB regulamenta os locais</p><p>onde fica proibida a ultrapassagem.</p><p>Art. 32. O condutor não poderá ultrapas-</p><p>sar veículos em vias com duplo sentido</p><p>de direção e pista única nos trechos em</p><p>curvas e em aclives sem visibilidade</p><p>suficiente, nas passagens de nível, nas</p><p>pontes e viadutos e nas travessias de</p><p>pedestres, exceto quando houver</p><p>sinalização permitindo a ultrapassagem.</p><p>As manobras de ultrapassagens são um</p><p>dos fatores que mais causam acidentes</p><p>graves em nossas rodovias, por isso é</p><p>importante que você esteja atento em</p><p>todas as condições para executar esta</p><p>manobra, principalmente em situações</p><p>onde as condições não são favoráveis.</p><p>Jamais ultrapasse nos seguintes locais,</p><p>a não ser que estejam devidamente</p><p>sinalizados, permitindo tal manobra:</p><p>Sobre pontes ou viadutos;</p><p>Em travessias de pedestres;</p><p>Nas passagens de nível;</p><p>Nos cruzamentos ou em sua</p><p>proximidade;</p><p>Em trechos sinuosos ou em aclives</p><p>sem visibilidade suficiente;</p><p>Nas áreas de perímetro urbano</p><p>das rodovias.</p><p>33</p><p>Com relação às interseções, o artigo 33</p><p>do código aponta: “nas interseções e suas</p><p>proximidades, o condutor não poderá</p><p>efetuar ultrapassagem”.</p><p>Para que uma manobra de ultrapassa-</p><p>gem possa ser feita com segurança, o</p><p>condutor que tem a intenção de iniciá-la,</p><p>deverá prestar atenção no diz o artigo 34</p><p>e 35 do CTB.</p><p>Art. 34. O condutor que queira executar</p><p>uma manobra deverá certificar-se de</p><p>que pode executá-la sem perigo para</p><p>os demais usuários da via que o seguem,</p><p>precedem ou vão cruzar com ele,</p><p>considerando sua posição, sua direção</p><p>e sua velocidade.</p><p>Art. 35. Antes de iniciar qualquer</p><p>manobra que implique um deslocamento</p><p>lateral, o condutor deverá indicar seu</p><p>propósito de forma clara e com a devida</p><p>antecedência, por meio da luz indicadora</p><p>de direção de seu veículo ou fazendo</p><p>gesto convencional de braço.</p><p>Parágrafo único. Entende-se por deslo-</p><p>camento lateral a transposição de faixas,</p><p>movimentos de conversão à direita, à</p><p>esquerda e retornos.</p><p>Veículos sobre trilhos</p><p>Na situação a seguir iremos transcrever</p><p>conforme consta no art. 29 do CTB, para</p><p>que não sobrem dúvidas sobre o que</p><p>diz a lei.</p><p>XII - os veículos que se deslocam sobre</p><p>trilhos terão preferência de passagem</p><p>sobre os demais, respeitadas as normas</p><p>de circulação.</p><p>§ 1º - As normas de ultrapassagem</p><p>previstas nas alíneas a e b do inciso</p><p>X e a e b do inciso XI aplicam-se à</p><p>transposição de faixas, que pode ser</p><p>realizada tanto pela faixa da esquerda</p><p>como pela da direita.</p><p>Componentes do trânsito</p><p>O trânsito é composto por diferentes</p><p>tipos de pessoas e veículos, por vezes</p><p>os animais também podem aparecer</p><p>nesta dinâmica. Desta maneira, é</p><p>importante que o condutor entenda</p><p>que ele possui uma responsabilidade</p><p>pela segurança de todos no trânsito.</p><p>Sempre que for executar uma</p><p>manobra de ultrapassagens,</p><p>fique atento às regras de circulação</p><p>e o que diz o Código de Trânsito</p><p>Brasileiro, assim você estará</p><p>conduzindo com mais segurança</p><p>e conforme o que determina a lei.</p><p>34</p><p>Neste pensamento, em seu artigo 31,</p><p>o CTB descreve a seguinte situação:</p><p>Art. 31. Respeitadas as normas de</p><p>circulação e conduta estabelecidas</p><p>neste artigo, em ordem decrescente,</p><p>os veículos de maior porte serão</p><p>sempre responsáveis pela segurança</p><p>dos menores, os motorizados pelos</p><p>não motorizados e, juntos, pela</p><p>incolumidade dos pedestres.</p><p>De acordo com o artigo 36, o condutor</p><p>que for ingressar numa via, procedente</p><p>de um lote lindeiro a essa via, deverá</p><p>dar preferência aos veículos e pedestres</p><p>que por ela estejam transitando.</p><p>Mas você já ouviu falar sobre lote</p><p>indeiro? O que é um lote lindeiro?</p><p>São aqueles terrenos que estão ao lado</p><p>da via e que se limitam a ela, fazendo</p><p>com que o condutor saia da via e acesse</p><p>diretamente o terreno, supermercado,</p><p>loja, etc.</p><p>Acesso ao lote lindeiro</p><p>LOTE LINDEIRO: aquele situado ao longo</p><p>das vias urbanas ou rurais e que com elas</p><p>se limita.</p><p>Sobre as normas de circulação e conduta,</p><p>temos regras para as mudanças de dire-</p><p>ções que são chamadas de conversões.</p><p>O artigo 37 do código expressa essa regra</p><p>da seguinte maneira:</p><p>Art. 37. Nas vias providas de acostamento,</p><p>a conversão à esquerda e a operação</p><p>de retorno deverão ser feitas nos locais</p><p>apropriados e, onde estes não existirem,</p><p>o condutor deverá aguardar no acosta-</p><p>mento, à direita, para cruzar a pista com</p><p>segurança.</p><p>Indicação de intenção</p><p>Sempre é importante que o condutor</p><p>indique as suas intenções no trânsito</p><p>e que utilize a via de maneira adequada,</p><p>evitando assim acidentes.</p><p>Deste modo, é importante conhecer o</p><p>que diz o artigo 38 do CTB.</p><p>Art. 38. Antes de entrar à direita ou</p><p>à esquerda, em outra via ou em lotes</p><p>lindeiros, o condutor deverá:</p><p>I - ao sair da via pelo lado direito,</p><p>aproximar-se o máximo possível do bordo</p><p>direito da pista e executar sua manobra</p><p>no menor espaço possível;</p><p>35</p><p>II - ao sair da via pelo lado esquerdo,</p><p>aproximar-se o máximo possível de</p><p>seu eixo ou da linha divisória da pista,</p><p>quando houver, caso se trate de uma</p><p>pista com circulação nos dois sentidos,</p><p>ou do bordo esquerdo, tratando-se de</p><p>uma pista de um só sentido.</p><p>Parágrafo único. Durante a manobra</p><p>de mudança de direção, o condutor</p><p>deverá ceder passagem aos pedestres</p><p>e ciclistas, aos veículos que transitem</p><p>em sentido contrário pela pista da via</p><p>da qual vai sair, respeitadas as normas</p><p>de preferência de passagem.</p><p>Para as manobras de retorno existem</p><p>na via áreas adequadas para que essas</p><p>manobras possam ser executadas.</p><p>Art. 39. Nas vias urbanas, a operação</p><p>de retorno deverá ser feita nos locais</p><p>para isto determinados, quer por meio</p><p>de sinalização, quer pela existência de</p><p>locais apropriados, ou, ainda, em outros</p><p>locais que ofereçam condições seguras</p><p>para tal manobra.</p><p>Manobras de retorno</p><p>Uma outra situação onde os condutores</p><p>ficam com dúvidas é em relação a utili-</p><p>zação do farol nos veículos.</p><p>Art. 40. O uso de luzes em veículo</p><p>obedecerá às seguintes determinações:</p><p>I - o condutor manterá acesos os faróis</p><p>do veículo, por meio da utilização da luz</p><p>baixa:</p><p>a) à noite;</p><p>b) mesmo durante o dia, em túneis e sob</p><p>chuva, neblina ou cerração;</p><p>II - Nas vias não iluminadas o condutor</p><p>deve usar luz alta, exceto ao cruzar com</p><p>outro veículo ou ao segui-lo;</p><p>III - A troca de luz baixa e alta, de</p><p>forma intermitente e por curto período</p><p>de tempo, com o objetivo de advertir</p><p>outros motoristas, só poderá ser utilizada</p><p>para indicar a intenção de ultrapassar</p><p>o veículo que segue à frente ou para</p><p>indicar a existência de risco à segurança</p><p>para os veículos que circulam no sentido</p><p>contrário;</p><p>Utilização do farol</p><p>36</p><p>Outra situação que muitas vezes o</p><p>condutor aplica de forma incorreta</p><p>é a utilização</p><p>do pisca alerta.</p><p>Ainda no artigo 40, no parágrafo único,</p><p>fica determinada a forma correta do uso</p><p>do pisca alerta.</p><p>V - O condutor utilizará o pisca-alerta nas</p><p>seguintes situações:</p><p>a) em imobilizações ou situações de</p><p>emergência;</p><p>b) quando a regulamentação da via</p><p>assim o determinar;</p><p>VI - durante a noite, em circulação, o</p><p>condutor manterá acesa a luz de placa;</p><p>VII - o condutor manterá acesas, à noite,</p><p>as luzes de posição quando o veículo</p><p>estiver parado para fins de embarque</p><p>ou desembarque de passageiros e carga</p><p>ou descarga de mercadorias.</p><p>Pisca alerta I - para fazer as advertências necessárias</p><p>a fim de evitar acidentes;</p><p>II - fora das áreas urbanas, quando for</p><p>conveniente advertir a um condutor que</p><p>se tem o propósito de ultrapassá-lo.</p><p>A legislação, fazendo uso de suas</p><p>atribuições, indica ao condutor qual</p><p>o horário e a forma apropriada do uso</p><p>da buzina.</p><p>Art. 41. O condutor de veículo só poderá</p><p>fazer uso de buzina, desde que em toque</p><p>breve, nas seguintes situações:</p><p>Utilização de buzina</p><p>Frenagem</p><p>Como vimos no módulo da direção</p><p>defensiva, o condutor precisa tomar</p><p>uma distância de seguimento em relação</p><p>aos demais veículos para que possa ter</p><p>tempo hábil caso precise tomar alguma</p><p>decisão mais brusca.</p><p>Porém, o código de trânsito, em seu</p><p>art. 42, informa que: “nenhum condutor</p><p>deverá frear bruscamente seu veículo,</p><p>salvo por razões de segurança”.</p><p>Consequentemente, deverá sempre</p><p>respeitar a sinalização de velocidade</p><p>da via. Não somente a velocidade, como</p><p>as condições da via, do veículo e da</p><p>carga, e também levar em consideração</p><p>as condições climáticas.</p><p>37</p><p>A legislação é clara quando indica ao</p><p>condutor como ele deve proceder em</p><p>relação as interseções.</p><p>Art. 45. Mesmo que a indicação luminosa</p><p>do semáforo lhe seja favorável, nenhum</p><p>condutor pode entrar em uma interseção</p><p>se houver possibilidade de ser obrigado a</p><p>imobilizar o veículo na área do cruzamen-</p><p>to, obstruindo ou impedindo a passagem</p><p>do trânsito transversal.</p><p>Interseções</p><p>É comum encontrarmos veículos</p><p>parados na via, sem que haja nenhuma</p><p>sinalização. Ou até mesmo quando a</p><p>possui está colocada de maneira errada,</p><p>ou de forma precária.</p><p>Desta forma, o art. 46 do CTB, junta-</p><p>mente com o CONTRAN, informa ao</p><p>condutor que ele sempre deverá, em</p><p>situação de emergência, evidenciar a</p><p>sinalização adequada para o seu</p><p>veículo, uma vez que esteja parado</p><p>no leito viário.</p><p>Uso do triângulo</p><p>Desta forma a resolução 36, de 21 de maio</p><p>de 1988, regulamenta esta sinalização:</p><p>Art. 1º. O condutor deverá acionar de</p><p>imediato as luzes de advertência (pisca-</p><p>alerta) providenciando a colocação do</p><p>triângulo de sinalização ou equipamento</p><p>similar à distância mínima de 30 metros</p><p>da parte traseira do veículo.</p><p>Parágrafo único. O equipamento de</p><p>sinalização de emergência deverá ser</p><p>instalado perpendicularmente ao eixo</p><p>da via, e em condição de boa visibilidade.</p><p>Parada e estacionamento</p><p>Sempre é bom estar atento às palavras</p><p>utilizadas nas normas para que você</p><p>transite de acordo com o que propõe</p><p>a legislação.</p><p>E quando tratamos de parada e estacio-</p><p>namento, o artigo 47 apresenta de forma</p><p>clara:</p><p>Art. 47. Quando proibido o estacionamen-</p><p>to na via, a parada deverá restringir-se ao</p><p>tempo indispensável para embarque ou</p><p>desembarque de passageiros, desde que</p><p>não interrompa ou perturbe o fluxo de</p><p>veículos ou a locomoção de pedestres.</p><p>Parágrafo único. A operação de carga</p><p>ou descarga será regulamentada pelo</p><p>órgão ou entidade com circunscrição</p><p>sobre a via e é considerado estaciona-</p><p>mento.</p><p>38</p><p>Na mesma linha do estacionamento e</p><p>parada, sempre que for necessário parar</p><p>o veículo para operações de carga e</p><p>descarga, é importante observar o que</p><p>diz o artigo 48:</p><p>Art. 48. Nas paradas, operações de carga</p><p>ou descarga e nos estacionamentos, o</p><p>veículo deverá ser posicionado no sentido</p><p>do fluxo, paralelo ao bordo da pista de</p><p>rolamento e junto à guia da calçada</p><p>(meio-fio), admitidas as exceções devida-</p><p>mente sinalizadas.</p><p>§ 1º Nas vias providas de acostamento,</p><p>os veículos parados, estacionados ou em</p><p>operação de carga ou descarga deverão</p><p>estar situados fora da pista de rolamento.</p><p>§ 2º O estacionamento dos veículos</p><p>motorizados de duas rodas será feito em</p><p>posição perpendicular à guia da calçada</p><p>(meio-fio) e junto a ela, salvo quando</p><p>houver sinalização que determine outra</p><p>condição.</p><p>§ 3º O estacionamento dos veículos</p><p>sem abandono do condutor poderá ser</p><p>feito somente nos locais previstos neste</p><p>Código ou naqueles regulamentados</p><p>por sinalização específica.</p><p>Carga e descarga</p><p>Cuidado ao abrir a porta do veículo</p><p>Veículos de tração animal</p><p>Por mais que o código de trânsito nos</p><p>apresente as normas a serem seguidas,</p><p>é importante saber que a inobservância</p><p>às regras, além de poderem ser penaliza-</p><p>das, quando não observadas podem</p><p>gerar acidentes por simples descuidos.</p><p>Art. 49. O condutor e os passageiros não</p><p>deverão abrir a porta do veículo, deixá-la</p><p>aberta ou descer do veículo sem antes</p><p>se certificarem de que isso não constitui</p><p>perigo para eles e para outros usuários</p><p>da via.</p><p>Parágrafo único. O embarque e o desem-</p><p>barque devem ocorrer sempre do lado da</p><p>calçada, exceto para o condutor.</p><p>Algumas pessoas, por falta de conheci-</p><p>mento, acreditam que a via só poderá</p><p>ser utilizada por veículos, mas o artigo</p><p>52 do CTB apresenta a forma como os</p><p>veículos de tração animal, devem</p><p>proceder quando estão circulando</p><p>sobre a via.</p><p>Art. 52. Os veículos de tração animal</p><p>serão conduzidos pela direita da pista,</p><p>junto à guia da calçada (meio-fio) ou</p><p>acostamento, sempre que não houver</p><p>faixa especial a eles destinada, devendo</p><p>seus condutores obedecer, no que</p><p>couber, às normas de circulação previstas</p><p>39</p><p>neste Código e às que vierem a ser</p><p>fixadas pelo órgão ou entidade com</p><p>circunscrição sobre a via.</p><p>Art. 53. Os animais isolados ou em</p><p>grupos só podem circular nas vias</p><p>quando conduzidos por um guia,</p><p>observado o seguinte:</p><p>I - para facilitar os deslocamentos,</p><p>os rebanhos deverão ser divididos em</p><p>grupos de tamanho moderado e sepa-</p><p>rados uns dos outros por espaços</p><p>suficientes para não obstruir o trânsito;</p><p>II - os animais que circularem pela pista</p><p>de rolamento deverão ser mantidos junto</p><p>ao bordo da pista.</p><p>Está cada vez maior o número de</p><p>motociclistas que circulam nas vias</p><p>todos os dias.</p><p>Pela sua facilidade de deslocamento</p><p>e maior mobilidade, as motocicletas</p><p>estão por todas as partes. Muitos</p><p>condutores acabam desrespeitando</p><p>regras que são fundamentais para</p><p>sua segurança.</p><p>É importante que você, motorista, fique</p><p>atento ao que diz o código.</p><p>Motociclistas</p><p>Tipos de ciclomotores</p><p>Art. 54. Os condutores de motocicletas,</p><p>motonetas e ciclomotores só poderão</p><p>circular nas vias:</p><p>I - utilizando capacete de segurança,</p><p>com viseira ou óculos protetores;</p><p>II - segurando o guidom com as duas</p><p>mãos;</p><p>III - usando vestuário de proteção, de</p><p>acordo com as especificações do</p><p>CONTRAN.</p><p>Além de regulamentar a forma correta</p><p>para conduzir o seu veículo, o Código</p><p>de Trânsito Brasileiro especifica os tipos</p><p>de ciclomotores:</p><p>Motocicleta - veículo automotor</p><p>de duas rodas, com ou sem side-car,</p><p>dirigidopor condutor em posição</p><p>montada;</p><p>Motoneta - veículo automotor de duas</p><p>rodas, dirigido por condutor em posição</p><p>sentada;</p><p>Ciclomotor - veículo de duas ou</p><p>três rodas, provido de um motor de</p><p>combustão interna, cuja cilindrada</p><p>não exceda a cinquenta centímetros</p><p>cúbicos (3,05 polegadas cúbicas) e</p><p>cuja velocidade máxima de fabricação</p><p>não exceda a cinquenta quilômetros</p><p>por hora.</p><p>40</p><p>Art. 57. Os ciclomotores devem ser</p><p>conduzidos pela direita da pista de rola-</p><p>mento, preferencialmente no centro da</p><p>faixa mais à direita ou no bordo direito</p><p>da pista sempre que não houver acosta-</p><p>mento ou faixa própria a eles destinada,</p><p>proibida a sua circulação nas vias de</p><p>trânsito rápido e sobre as calçadas das</p><p>vias urbanas.</p><p>Parágrafo único. Quando uma via</p><p>comportar duas ou mais faixas de trânsito</p><p>e a da direita for destinada ao uso exclu-</p><p>sivo de outro tipo de veículo, os ciclomo-</p><p>tores deverão circular pela faixa adjacente</p><p>à da direita.</p><p>Assim como os ciclomotores sempre</p><p>estão presentes na via, as bicicletas</p><p>também aparecem circulando e possuem</p><p>a sua regulamentação para que possam</p><p>circular de maneira mais segura.</p><p>Nas vias urbanas e nas rurais de pista</p><p>dupla, a circulação de bicicletas deverá</p><p>ocorrer, quando não houver ciclovia,</p><p>ciclofaixa, ou acostamento, ou quando</p><p>não for possível a utilização destes, nos</p><p>bordos da pista de rolamento, no mesmo</p><p>sentido de circulação regulamentado</p><p>para a via, com preferência sobre os</p><p>veículos automotores.</p><p>É importante que você, condutor, tenha</p><p>responsabilidade pelos veículos de menor</p><p>Ciclistas</p><p>Classificação das vias</p><p>porte e pelos mais frágeis quando estes</p><p>estão circulando pela via.</p><p>Esteja sempre atento ao fluxo e a todos</p><p>que fazem parte do trânsito.</p><p>Só será permitido o fluxo das bicicletas</p><p>em sentido contrário dos veículos, desde</p><p>que o trecho possua ciclofaixa, e esta</p><p>esteja sinalizada pela autoridade de</p><p>trânsito que possui circunscrição sobre</p><p>a via.</p><p>A classificação das vias também está</p><p>discriminada no CTB. Vejamos as suas</p><p>classificações:</p><p>Art. 60. As vias abertas à circulação, de</p><p>acordo com sua utilização, classificam-se</p><p>em:</p><p>I - Vias urbanas:</p><p>Via de trânsito rápido - aquela</p><p>caracterizada por acessos especiais</p><p>com trânsito livre, sem interseções</p><p>em nível, sem acessibilidade direta</p><p>aos lotes lindeiros e sem travessia</p><p>de pedestres em nível;</p><p>Via arterial - aquela caracterizada</p><p>por interseções em nível, geralmente</p><p>controlada por semáforo, com acessi-</p><p>bilidade aos lotes lindeiros e às vias</p><p>secundárias e locais, possibilitando</p><p>o trânsito entre as regiões da cidade;</p><p>41</p><p>Para definir via urbana, ela precisa ser</p><p>caracterizada da seguinte forma: ruas,</p><p>avenidas, vielas, ou caminhos e similares</p><p>abertos à circulação pública, situados</p><p>na área urbana, caracterizados</p><p>principalmente por possuírem imóveis</p><p>edificados ao longo de sua extensão.</p><p>II - Vias rurais:</p><p>Regulamentação de velocidade</p><p>Agora que você já conhece a classificação</p><p>das vias, vamos estudar a velocidade que</p><p>compete a cada via, quando sinalizada</p><p>pelo órgão que possui circunscrição sobre</p><p>a via.</p><p>Todas as vias devem ter a sua velocidade</p><p>regulamentada por meio de sinalização</p><p>vertical de regulamentação.</p><p>Nas situações em que isso não acontecer,</p><p>será necessário seguir regras próprias.</p><p>Nas vias urbanas, quando a via não</p><p>possuir sinalização regulamentadora,</p><p>deverá se obedecer a seguinte ordem:</p><p>Já nas vias rurais, quando estas não</p><p>possuírem sinalização regulamentadora</p><p>de velocidade, deverá se obedecer</p><p>o seguinte:</p><p>Oitenta quilômetros por hora, nas vias</p><p>de trânsito rápido;</p><p>Sessenta quilômetros por hora, nas</p><p>vias arteriais;</p><p>Quarenta quilômetros por hora, nas vias</p><p>coletoras;</p><p>Trinta quilômetros por hora, nas vias</p><p>locais.</p><p>Via coletora - aquela destinada a</p><p>coletar e distribuir o trânsito que</p><p>tenha necessidade de entrar ou sair</p><p>das vias de trânsito rápido ou arteriais,</p><p>possibilitando o trânsito dentro das</p><p>regiões da cidade;</p><p>Via local - aquela caracterizada por</p><p>interseções em nível não semafori-</p><p>zadas, destinada apenas ao acesso</p><p>local ou a áreas restritas.</p><p>Rodovia - via rural pavimentada;</p><p>Estrada - via rural não pavimentada;</p><p>110 km/h (cento e dez quilômetros por</p><p>hora) para automóveis, camionetas e</p><p>motocicletas;</p><p>42</p><p>Nas rodovias de pista simples:</p><p>O cinto de segurança é um item</p><p>obrigatório nos veículos e todos os</p><p>ocupantes devem utilizados de forma</p><p>correta. Muito além de manter os</p><p>ocupantes seguros em seus lugares,</p><p>o cinto de segurança evita que os</p><p>ocupantes sejam arremessados para</p><p>fora de seus veículos, casa haja alguma</p><p>colisão.</p><p>O cinto de segurança é obrigatório</p><p>para todos os ocupantes do veículo,</p><p>assim como o capacete para os que</p><p>forem utilizar a motocicleta, porém não</p><p>basta colocar o capacete, é necessário</p><p>utilizar a viseira e cinta jugular de</p><p>forma adequada, para tornar o capacete</p><p>eficiente.</p><p>90 km/h (noventa quilômetros por</p><p>hora) para os demais veículos;</p><p>100 km/h (cem quilômetros por hora)</p><p>para automóveis, camionetas e</p><p>motocicletas;</p><p>90 km/h (noventa quilômetros por</p><p>hora) para os demais veículos;</p><p>Nas estradas:</p><p>O órgão que possui circunscrição</p><p>sobre a via que será responsável em</p><p>determinar velocidades inferiores ou</p><p>superiores a essas citadas, conforme</p><p>a característica da via.</p><p>60 km/h (sessenta quilômetros por</p><p>hora).</p><p>Cinto de segurança</p><p>É importante ressaltar que deverá ser</p><p>obedecida esta velocidade quando a</p><p>via NÃO possuir sinalização regulamen-</p><p>tadora de velocidade.</p><p>Além da velocidade máxima permitida,</p><p>também existe a velocidade mínima</p><p>permitida.</p><p>Art. 62 A velocidade mínima não</p><p>poderá ser inferior à metade da</p><p>velocidade máxima estabelecida,</p><p>respeitadas as condições operacionais</p><p>de trânsito e da via.</p><p>Caso você esteja em congestionamento,</p><p>esta regra não será aplicada.</p><p>43</p><p>Unidade 6</p><p>ANTT RESOLUÇÃO</p><p>A Agência Nacional de Transportes</p><p>Terrestres (ANTT), por meio da Resolução</p><p>1383/2006, dispõe sobre direitos e deveres</p><p>de prestadores de serviços de Transporte</p><p>Rodoviário de passageiros, podendo ser</p><p>ele interestadual ou internacional.</p><p>Vejamos o que diz a lei:</p><p>Conforme o disposto na legislação, é de</p><p>obrigatoriedade da TRANSPORTADORA:</p><p>I -Prestar serviço adequado conforme</p><p>prevê a legislação;</p><p>II - Manter em dia o inventário e</p><p>o registro dos bens utilizados na</p><p>prestação de serviços;</p><p>III - Prestar contas da gestão do serviço</p><p>à ANTT;</p><p>IV - Cumprir e fazer cumprir as normas</p><p>do serviço e as cláusulas contratuais da</p><p>permissão ou do termo de autorização;</p><p>Responsabilidade da empresa</p><p>transportadora</p><p>Transportar pessoas é uma atividade</p><p>que possui muitas responsabilidades,</p><p>ou seja, muito além de levar pessoas</p><p>para determinados lugares, dentro do</p><p>seu veículo você está transportando</p><p>vidas e histórias. A responsabilidade</p><p>da transportadora precisa ser seguida</p><p>à risca, para que não haja problemas</p><p>do início ao fim do percurso.</p><p>O veículo utilizado neste transporte deve</p><p>seguir o que diz o artigo 5º da resolução</p><p>1383/2006.</p><p>Art. 5º. A empresa transportadora é</p><p>responsável pela segurança da operação</p><p>e pela adequada manutenção, conserva-</p><p>ção e preservação das características</p><p>técnicas dos ônibus.</p><p>Os órgãos fiscalizadores, sempre que</p><p>julgarem necessário, obedecendo o que</p><p>diz a legislação, poderão efetuar vistorias</p><p>no veículo (ônibus) podendo sofrer</p><p>medidas de suspensão de tráfego para</p><p>aquelas empresas que não cumprirem</p><p>o que diz o artigo 5º, conforme citado</p><p>anteriormente.</p><p>V - Permitir aos encarregados da fisca-</p><p>lização livre acesso, em qualquer época,</p><p>às obras, aos equipamentos e às insta-</p><p>lações integrantes do serviço e aos</p><p>registros contábeis e estatísticos;</p><p>���������������</p><p>���</p><p>��� VI - Zelar pela manutenção dos bens</p><p>utilizados na prestação do serviço;</p><p>VII - Promover a retirada de serviço de</p><p>ônibus cujo afastamento de tráfego</p><p>tenha sido exigido pela fiscalização.</p><p>44</p><p>Quando em atividade</p><p>Quando em atividade, os condutores de</p><p>veículos rodoviários que prestem serviços</p><p>regulares devem portar um formulário</p><p>para registros de reclamações, danos,</p><p>extravio de bagagens.</p><p>Além deste desse documento, se faz</p><p>necessário dentro do veículo uma cópia</p><p>do quadro de tarifas, de forma que esteja</p><p>de fácil acesso aos usuários e fiscalização.</p><p>Direito e obrigações dos</p><p>usuários</p><p>O Transporte Coletivo de Pessoas tem</p><p>por obrigação oferecer um serviço</p><p>adequado ao usuário, conforme o que</p><p>diz a Lei nº 8.078, de 11 de setembro</p><p>de 1990.</p><p>I - Receber serviço adequado;</p><p>II - Receber da Agência Nacional de</p><p>Transportes Terrestres - ANTT e da</p><p>transportadora informações para defesa</p><p>de interesses individuais ou coletivos;</p><p>(Redação dada ao inciso pela Resolução ANTT</p><p>nº 1.922, de 28.03.2007, DOU 02.04.2007)</p><p>III - Obter e utilizar o serviço com liberda-</p><p>de de escolha;</p><p>IV - Levar ao conhecimento do órgão</p><p>de fiscalização as irregularidades de que</p><p>tenha conhecimento, referentes ao</p><p>serviço delegado;</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>VI - Ser transportado com pontualidade,</p><p>segurança, higiene e conforto, do início</p><p>ao término da viagem;</p><p>VII - Ter garantida sua poltrona no ônibus,</p><p>nas condições especificadas no bilhete</p><p>de passagem;</p><p>VIII - Ser atendido com urbanidade pelos</p><p>prepostos da transportadora e pelos</p><p>agentes de fiscalização;</p><p>IX - Ser auxiliado</p><p>no embarque e desem-</p><p>barque, em se tratando de crianças,</p><p>pessoas idosas ou com dificuldades</p><p>de locomoção;</p><p>X - Receber da transportadora</p><p>informações acerca das características</p><p>dos serviços, tais como horários, tempo</p><p>de viagem, localidades atendidas, preço</p><p>de passagem e outras relacionadas com</p><p>os serviços;</p><p>XI - Transportar, gratuitamente, até trinta</p><p>quilos de bagagem no bagageiro e cinco</p><p>quilos de volume no porta-embrulhos,</p><p>observados os limites de dimensão cons-</p><p>tantes em resolução específica; (Redação</p><p>dada ao inciso pela Resolução ANTT nº 1.922,</p><p>de 28.03.2007, DOU 02.04.2007)</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>45</p><p>XII - Receber os comprovantes das</p><p>bagagens transportadas no bagageiro;</p><p>(Redação dada ao inciso pela Resolução ANTT</p><p>nº 1.922, de 28.03.2007, DOU 02.04.2007)</p><p>XIII - Ser indenizado por extravio ou</p><p>dano da bagagem transportada no</p><p>bagageiro, devendo a reclamação ser</p><p>efetuada ao término da viagem, em</p><p>formulário próprio fornecido pela</p><p>transportadora; (Redação dada ao inciso</p><p>pela Resolução ANTT nº 1.922, de 28.03.2007,</p><p>DOU 02.04.2007)</p><p>XIV - Receber a diferença do preço da</p><p>passagem, quando a viagem se faça,</p><p>total ou parcialmente, em ônibus de</p><p>características inferiores às daquele</p><p>contratado;</p><p>XV - Receber, às expensas da transporta-</p><p>dora, enquanto perdurar a situação,</p><p>alimentação e pousada, nos casos</p><p>de venda de mais de um bilhete de</p><p>passagem para a mesma poltrona,</p><p>ou interrupção ou retardamento da</p><p>viagem, por mais de 3 (três) horas,</p><p>em razão de defeito, falha ou outro</p><p>motivo de responsabilidade da</p><p>transportadora; (Redação do inciso dada</p><p>pela Resolução ANTT nº 4282 de 17/03/2014).</p><p>XVI - Receber da transportadora, em</p><p>caso de acidente, imediata e adequada</p><p>assistência;</p><p>XVII - Transportar, sem pagamento, uma</p><p>criança de até seis anos incompletos,</p><p>por responsável, desde que não ocupe</p><p>poltrona, observadas as disposições legais</p><p>e regulamentares aplicáveis ao transporte</p><p>de menores; (Redação dada ao inciso pela</p><p>Resolução ANTT nº 1.922, de 28.03.2007).</p><p>XVIII - Optar, em caso de atraso da partida</p><p>do ponto inicial ou de uma das paradas</p><p>previstas, durante o percurso, por período</p><p>superior a 1 (uma) hora, ou em caso de</p><p>preterição de embarque, por:</p><p>a) continuar a viagem em outra empresa</p><p>que ofereça serviços equivalentes para o</p><p>mesmo destino, às custas da transporta-</p><p>dora;</p><p>b) receber de imediato o valor do bilhete</p><p>de passagem; ou</p><p>c) continuar a viagem, pela mesma trans-</p><p>portadora.</p><p>XIX - Receber a importância paga no caso</p><p>de desistência da viagem, observadas as</p><p>regras de reembolso, facultado à trans-</p><p>portadora, conforme o caso, reter até 5%</p><p>a título de comissão de venda e multa</p><p>compensatória, da importância a ser</p><p>restituída ao passageiro, desde que o</p><p>passageiro manifeste-se com antecedên-</p><p>cia mínima de três horas em relação ao</p><p>horário de partida constante no bilhete;</p><p>(Redação do inciso dada pela Resolução</p><p>ANTT nº 4282 de 17/03/2014).</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>46</p><p>XX - Estar garantido pelo Seguro de</p><p>Responsabilidade Civil contratado pela</p><p>transportadora, que prevê a cobertura</p><p>para garantir a liquidação de danos</p><p>causados aos passageiros, em virtude</p><p>de acidente quando da realização da</p><p>viagem em ônibus, discriminados nas</p><p>respectivas apólices, que operam os</p><p>serviços, sem prejuízo da cobertura</p><p>do seguro obrigatório de danos pessoais</p><p>(DPVAT), a que se refere a Lei nº 6.194,</p><p>de 19 de dezembro de 1974; (Redação do</p><p>inciso dada pela Resolução ANTT nº 4282</p><p>de 17/03/2014).</p><p>XXI - Não ser obrigado a adquirir seguro</p><p>facultativo complementar de viagem.</p><p>(Inciso acrescentado pela Resolução ANTT</p><p>nº 1.922 DE 28.03.2007).</p><p>XXII - Comprar passagem com validade</p><p>de um ano, a contar da data de sua</p><p>primeira emissão, independentemente</p><p>de estar com data e horário marcados,</p><p>sendo que os Bilhetes de Passagem</p><p>adquiridos com antecedência mínima</p><p>de sete dias da data da viagem poderão</p><p>não ter horário de embarque definido;</p><p>(Inciso acrescentado pela Resolução ANTT</p><p>nº 4282 de 17/03/2014).</p><p>XXIII - Remarcar o bilhete adquirido com</p><p>data e horário previamente marcados,</p><p>observado o prazo de validade do bilhete,</p><p>para utilização na mesma linha, seção</p><p>e sentido, podendo inclusive optar por</p><p>serviço em veículo de categoria diversa</p><p>do originalmente contratado, arcando</p><p>com as diferenças dos valores de tarifa, no</p><p>caso de serviço em veículo de categoria</p><p>superior ou tendo direito à restituição das</p><p>diferenças de preço, no caso de serviço</p><p>em veículo de categoria inferior; (Inciso</p><p>acrescentado pela Resolução ANTT nº 4282</p><p>de 17/03/2014).</p><p>XXIV - Transferir o bilhete adquirido,</p><p>observado o prazo de validade do bilhete.</p><p>(Inciso acrescentado pela Resolução ANTT</p><p>nº 4282 DE 17/03/2014).</p><p>Parágrafo único. Se, em qualquer das</p><p>paradas obrigatórias, o passageiro inter-</p><p>romper sua viagem por iniciativa própria,</p><p>nenhum reembolso será devido pela</p><p>transportadora. (Redação do parágrafo dada</p><p>pela Resolução ANTT Nº 4432 DE 19/09/2014).</p><p>É claro na Resolução nº 1383/2006 que</p><p>situações podem fazer com que o usuário</p><p>não possa embarcar ou então deverá</p><p>desembarcar no veículo caso:</p><p>V - Zelar pela conservação dos bens e</p><p>equipamentos por meio dos quais lhes</p><p>são prestados os serviços;</p><p>Não se identificar quando for solicitado;</p><p>Se por ventura estiver sob efeito de</p><p>álcool;</p><p>Portar arma sem autorização da autori-</p><p>dade competente;</p><p>Transportar ou pretender embarcar</p><p>com produtos considerados perigosos</p><p>pela legislação específica;</p><p>47</p><p>Recebimento de valores</p><p>de fretamento</p><p>Em relação ao recebimento de valores</p><p>de fretamento, a ANTT, através da sua</p><p>Resolução nº 4.777/2015, no regime de</p><p>fretamento, cabe à ANTT autorizar o</p><p>serviço de transporte coletivo rodoviário</p><p>interestadual e internacional, podendo</p><p>ser feito no âmbito:</p><p>Condições legais para prestação</p><p>de serviço</p><p>OBS: Os veículos zero KM estão dispensa-</p><p>dos da apresentação do Certificado pelo</p><p>período de um ano, após a compra do</p><p>mesmo. Porém é necessário que apresen-</p><p>tem a cópia autenticada da nota fiscal do</p><p>chassi do veículo.</p><p>Para que possa haver condições legais</p><p>para prestação do serviço de Transporte</p><p>Coletivo, ao transportador interessado,</p><p>os veículos deverão ser cadastrados e</p><p>possuírem os seguintes documentos:</p><p>Atividade de fretamento</p><p>Quando, por atividades de fretamento,</p><p>a Resolução nº 4.777/2015 coloca a</p><p>seguinte situação:</p><p>Art. 15. Na prestação do serviço objeto</p><p>desta Resolução, será admitida a utili-</p><p>zação de veículo do tipo:</p><p>I - Ônibus; e</p><p>II - Micro-ônibus com até 15 (quinze) anos</p><p>de fabricação.</p><p>Parágrafo único. Os veículos de que trata</p><p>o caput deverão ser de categoria aluguel.</p><p>Art. 16. (...)</p><p>Parágrafo único. Os ônibus com mais de</p><p>15 (quinze) anos de fabricação deverão ser</p><p>submetidos à Inspeção Técnica Veicular</p><p>com periodicidade semestral, devendo os</p><p>demais veículos serem inspecionados</p><p>anualmente.</p><p>Transportar ou pretender embarcar</p><p>consigo animais domésticos ou silves-</p><p>tres, sem o devido acondicionamento</p><p>ou em desacordo com disposições</p><p>legais ou regulamentares;</p><p>Pretender embarcar objeto de dimen-</p><p>sões e acondicionamento incompatíveis</p><p>com o porta-embrulhos;</p><p>Comprometer a segurança, o conforto</p><p>ou a tranquilidade dos demais</p><p>passageiros;</p><p>Fizer uso de aparelho sonoro, depois</p><p>de advertido pela tripulação do ônibus;</p><p>Demonstrar incontinência no compor-</p><p>tamento;</p><p>Recusar-se ao pagamento da tarifa;</p><p>Fizer uso de produtos fumígenos no</p><p>interior do ônibus, em desacordo com</p><p>a legislação pertinente.</p><p>Turístico;</p><p>Eventual;</p><p>Contínuo.</p><p>CRLV;</p><p>Apólice do seguro;</p><p>Certificado de Segurança Veicular(CSV).</p><p>48</p><p>Licença de viagem para</p><p>fretamento de viagem</p><p>ou turístico</p><p>É necessário que se tenha a autorização</p><p>(licença) para a prestação de serviço para</p><p>o transporte antes do inicio da viagem.</p><p>O mesmo será expedido pela autoritária,</p><p>em sistema disponível pela ANTT.</p><p>A resolução informa que minimamente</p><p>deverá conter na licença de viagem.</p><p>É necessário que se encontre os dados</p><p>da autorizatária contratada, os dados</p><p>do contratante, dados</p><p>da nota fiscal,</p><p>dados do veículo e do motorista, além</p><p>de roteiros de viagem e locais de</p><p>embarques e desembarque.</p><p>Também é preciso informar os horários</p><p>e datas previstas de saída e chegada</p><p>e a relação de passageiros em caso de</p><p>viagens internacionais, bem como os</p><p>pontos de fronteiras a serem utilizados.</p><p>Emissão de licença de viagem</p><p>O artigo 33 aponta o seguinte texto:</p><p>Art. 33. Na emissão da licença de viagem,</p><p>para indicação dos horários de viagem,</p><p>deverá ser considerado:</p><p>I - Tempo de deslocamento entre os</p><p>pontos de origem e destino, calculado</p><p>considerando-se a distância total per-</p><p>corrida em circuito fechado e velocidade</p><p>média considerada pela ANTT; e</p><p>II - Tempo para descanso e refeições</p><p>durante a viagem, conforme estabelecido</p><p>pela ANTT.</p><p>Número de passageiros x número</p><p>de assentos</p><p>existentes no veículo, salvo as crianças</p><p>de colo.</p><p>Veículos que não tenham assentos</p><p>suficientes para os passageiros não</p><p>terão as licenças de viagem expedidas.</p><p>Será considerado criança de colo aquelas</p><p>com até 6 (seis) anos incompletos e será</p><p>permitido uma criança por responsável.</p><p>Imprevistos</p><p>Como imprevistos podem vir a acontecer,</p><p>caso seja necessário ser feita alguma</p><p>alteração após o inicio da viagem, essas</p><p>deverão ser solicitadas em sistema dispo-</p><p>nibilizado pela ANTT, que serão aceitas</p><p>nas seguintes situações:</p><p>I - Substituição do veículo em caso de</p><p>avaria ou acidente, que impeça a conti-</p><p>nuidade da viagem;</p><p>II - Alteração das datas;</p><p>III - Alteração do roteiro de viagem; e</p><p>IV - Cancelamento de licença de viagem.</p><p>JAMAIS SE ARRISQUE A</p><p>TRANSPOSTAR PESSOAS</p><p>ALÉM DA CAPACIDADE!</p><p>O número de passageiros deve ser</p><p>49</p><p>Os passageiros</p><p>É necessário que se tenha uma lista</p><p>completa com os nomes dos passageiros,</p><p>porém não é somente o nome. Deverá</p><p>ter no mínimo nome, um sobrenome,</p><p>numero do documento e identificação e</p><p>o órgão emissor de todos os passageiros.</p><p>A lista autorizada poderá ter uma</p><p>modificação de somente 20% dos pas-</p><p>sageiros indicados inicialmente. Para</p><p>esta alteração, as informações do</p><p>passageiro deverão ser nome, sobrenome</p><p>e documento de identificação.</p><p>Licença de viagem para</p><p>fretamento contínuo</p><p>Para este tipo de atividade, é necessário</p><p>solicitar à ANTT a licença para prestação</p><p>de serviço.</p><p>Art. 40. Para que a licença seja concedida,</p><p>a autorizatária deverá apresentar os</p><p>seguintes documentos:</p><p>I - requerimento assinado pelo represent-</p><p>ante legal da autorizatária;</p><p>II - contrato de prestação do serviço sob o</p><p>regime de fretamento contínuo, constan-</p><p>do obrigatoriamente:</p><p>Preenchimento incorreto</p><p>Art. 36 - §3º O preenchimento incorreto</p><p>de até duas das informações relativas a</p><p>um passageiro será considerado correção</p><p>e não será contabilizado como inclusão</p><p>ou substituição.</p><p>§4º As inclusões, substituições e correções</p><p>devem ser escritas de forma manual, em</p><p>letra legível, nos espaços reservados da</p><p>relação de passageiros impressa, antes</p><p>da saída do veículo de cada ponto de</p><p>embarque do estado de origem.</p><p>a) qualificação completa do contratante,</p><p>do contratado e dos respectivos repre-</p><p>sentantes legais;</p><p>b) objeto do contrato compatível com o</p><p>serviço prestado;</p><p>c) categoria de usuários a serem trans-</p><p>portados, em consonância com o estabe-</p><p>lecido pelo inciso VIII, do art.3º;</p><p>d) itinerário, frequência e horários das</p><p>viagens;</p><p>e) preço acordado para a prestação do</p><p>serviço;</p><p>f) prazo de prestação do serviço; e</p><p>g) cláusula indicando que o serviço</p><p>deverá obedecer aos normativos da ANTT.</p><p>III - documento comprobatório da legiti-</p><p>midade e competência do signatário da</p><p>contratante; e</p><p>IV - relação de passageiros que serão</p><p>transportados, contendo a identificação</p><p>dos passageiros e a assinatura do repre-</p><p>sentante legal da contratante.</p><p>OBS.: A licença de viagem de fretamento</p><p>contínuo terá vigência de até 12 meses,</p><p>podendo ser prorrogada mediante solici-</p><p>tação da autorizatária, podendo ser</p><p>prorrogada.</p><p>50</p><p>Seguro da responsabilidade</p><p>civil</p><p>A resolução nº 477/2015 aponta sobre o</p><p>seguro da responsabilidade civil.</p><p>O artigo 44 descreve a seguinte situação:</p><p>Art. 44. O usuário do serviço deverá estar</p><p>obrigatoriamente garantido por seguro</p><p>de responsabilidade civil para o veículo</p><p>destinado à prestação do serviço, emitido</p><p>em nome da autorizatária, com vigência</p><p>durante toda a viagem.</p><p>E o parágrafo único salienta:</p><p>Parágrafo único. O seguro estabelecido</p><p>no caput não substitui nem se confunde</p><p>com o seguro obrigatório de Danos</p><p>Pessoais Causados por Veículos Auto-</p><p>motores de Via Terrestre – DPVAT.</p><p>Bagagem dos passageiros</p><p>Todos os passageiros, ou a maioria deles,</p><p>quando em viagem levam suas bagagens.</p><p>Essas devem estar devidamente etique-</p><p>tadas e vinculadas ao seu dono.</p><p>A regra para a identificação desta baga-</p><p>gem consta no artigo 48 desta resolução:</p><p>Art. 48. O controle de identificação da</p><p>bagagem transportada no bagageiro</p><p>será feito por meio de tíquete de baga-</p><p>gem fornecido pela autorizatária em 3</p><p>vias, sendo a primeira fixada à bagagem,</p><p>a segunda destinada ao passageiro e</p><p>terceira anexada à relação de passageiros.</p><p>OBS.: As bagagens não identificadas são</p><p>de responsabilidade da autorizatária!</p><p>Responsabilidade da</p><p>autorizatária</p><p>É de responsabilidade da autorizatária</p><p>caracterizar o veículo com sua identifi-</p><p>cação, e quando por motivo de venda</p><p>ou arrendamento providenciar a desca-</p><p>racterização.</p><p>Também fica incumbida de zelar pelas</p><p>condições de higiene, segurança e con-</p><p>forto dos veículos utilizados.</p><p>Prestar assistência aos passageiros,</p><p>como alimentação e hospedagem em</p><p>casos onde a viagem seja interrompida</p><p>sem possibilidade de continuidade.</p><p>Realizar a identificação dos passageiros</p><p>de forma regulamentar.</p><p>Fica por responsabilidade da autorizatária</p><p>prestar imediata assistência em caso</p><p>de acidente de trânsito ou até mesmo</p><p>assalto ou ocorrências envolvendo</p><p>o veículo, caso situações como essa</p><p>venham a acontecer.</p><p>51</p><p>A autorizatária é responsável pela</p><p>segurança da operação e pela adequada</p><p>manutenção, conservação e preservação</p><p>das características técnicas dos veículos.</p><p>Passageiros</p><p>Em relação aos passageiros que utilizam</p><p>o serviço de Transporte Coletivo, é dever</p><p>do motorista, auxilia-los no embarque e</p><p>desembarque de crianças, pessoas idosas</p><p>ou com dificuldade de locomoção.</p><p>Ainda prestar a fiscalização e os esclare-</p><p>cimentos que lhe forem solicitados.</p><p>Motoristas</p><p>Em relação as atividades que são perti-</p><p>nentes aos motoristas, o artigo 62 da</p><p>resolução informa o que não poderá ser</p><p>feito:</p><p>I - movimentar o veículo sem que estejam</p><p>fechadas as portas e as saídas de emer-</p><p>gência;</p><p>II - fumar, quando em atendimento</p><p>ao público;</p><p>III - apresentar sinais de alteração da</p><p>capacidade psicomotora, decorrentes do</p><p>consumo de álcool ou outra substância</p><p>psicoativa, nos limites estabelecidos pelo</p><p>órgão competente;</p><p>Fica proibido</p><p>Entre as responsabilidades para o trans-</p><p>porte coletivo de passageiros, conforme</p><p>a resolução nº 4777/2015 em seu artigo 61,</p><p>fica proibido:</p><p>I - praticar a venda e emissão de bilhete</p><p>de passagem;</p><p>II - transportar pessoas não relacionadas</p><p>na lista de passageiros;</p><p>III - transportar passageiros em apenas</p><p>parte do itinerário registrado, salvo nos</p><p>casos previstos;</p><p>IV - transportar pessoas em pé, salvo no</p><p>caso de prestação de socorro, em decor-</p><p>rência de acidente ou avaria no veículo;</p><p>V - utilizar-se de terminais rodoviários</p><p>destinados exclusivamente à prestação</p><p>de serviço de transporte rodoviário</p><p>regular de passageiros;</p><p>VI - executar serviço de transporte rodo-</p><p>viário de passageiros que não seja objeto</p><p>da autorização;</p><p>VII - utilizar motorista sem o devido</p><p>vínculo empregatício com a autorizatária;</p><p>VIII - executar o serviço de transporte de</p><p>encomendas; e</p><p>IX - transportar produtos que configurem</p><p>tráfico de drogas e de entorpecentes,</p><p>contrabando ou descaminho.</p><p>52</p><p>IV - se afastar do veículo quando do</p><p>embarque e desembarque de passa-</p><p>geiros; e</p><p>V - retardar o horário de partida da</p><p>viagem, sem a concordância do contra-</p><p>tante.</p><p>Acessibilidade</p><p>Como vivemos em um mundo em busca</p><p>da inclusão de todos os indivíduos, na</p><p>esfera do transporte não é diferente.</p><p>A resolução nº 3871/2012 estabelece</p><p>os procedimentos que</p><p>asseguram as</p><p>condições de acessibilidade as pessoas</p><p>com deficiência e/ou mobilidade reduzida,</p><p>no que diz respeito aos serviços de trans-</p><p>porte rodoviário.</p><p>Pessoas com deficiência ou</p><p>mobilidade reduzida</p><p>As pessoas com deficiência ou com</p><p>mobilidade reduzida deverão ter</p><p>assegurados pelas transportadoras</p><p>os seguintes serviços:</p><p>Embarque e desembarque</p><p>de pessoas com deficiência</p><p>É de responsabilidade das transportado-</p><p>ras garantir o embarque e desembarque</p><p>de pessoas com deficiência ou com</p><p>mobilidade reduzida.</p><p>Para tanto é importante que algumas</p><p>medidas sejam tomadas. E essas medidas</p><p>estão previstas na resolução nº 3871/2012</p><p>em seu artigo 5º:</p><p>I - passagem em nível da plataforma de</p><p>II - adotar, no âmbito de suas competên-</p><p>cias, as providências necessárias para as-</p><p>segurar instalações e serviços acessíveis;</p><p>II - providenciar os recursos materiais, e</p><p>pessoal qualificado para prestar atendi-</p><p>mento prioritário;</p><p>III - divulgar, em local de fácil visualização,</p><p>o direito a atendimento prioritário de pes-</p><p>soas com deficiência ou com mobilidade</p><p>reduzida;</p><p>IV - proceder à adequação de todos os</p><p>sistemas de informações destinados ao</p><p>atendimento de pessoas com deficiência,</p><p>inclusive auditiva ou visual, garantindo-</p><p>lhes condições de acessibilidade;</p><p>V - dispor de veículos equipados com</p><p>dispositivos sonoros ou visuais, facilmente</p><p>identificáveis e acessíveis, junto a todos</p><p>os assentos reservados preferencialmente</p><p>a passageiros com deficiência ou com</p><p>mobilidade reduzida, que permitam a</p><p>sinalização de necessidade de atendi-</p><p>mento ao condutor do veículo; e</p><p>VI - manter acessível sítio eletrônico que</p><p>possua, contendo, nas respectivas pági-</p><p>nas de entrada, o símbolo que represente</p><p>a acessibilidade na rede mundial de</p><p>computadores - internet.</p><p>53</p><p>embarque e desembarque do terminal</p><p>(ou ponto de parada) para o salão de</p><p>passageiros;</p><p>II - dispositivo de acesso instalado no</p><p>veículo, interligando este com a plata-</p><p>forma;</p><p>III - dispositivo de acesso instalado na</p><p>plataforma de embarque, interligando-a</p><p>ao veículo;</p><p>IV - rampa móvel colocada entre veículo</p><p>e plataforma;</p><p>V - plataforma elevatória; ou</p><p>VI - cadeira de transbordo.</p><p>Ainda, em seu parágrafo único, a reso-</p><p>lução coloca que:</p><p>Os passageiros portadores de deficiência</p><p>ou com mobilidade reduzida deverão ter</p><p>acesso aos seus equipamentos e ajudas</p><p>técnicas nos locais de embarque e</p><p>desembarque de passageiros e em todos</p><p>os pontos intermediários de parada,</p><p>entre a origem e o destino das viagens.</p><p>Embarque e desembarque</p><p>em veículos urbanos</p><p>As transportadoras com veículos de</p><p>características urbanas, garantirão o</p><p>embarque e desembarque de pessoas</p><p>com deficiência ou com a mobilidade</p><p>reduzida, devendo seus veículos pos-</p><p>suírem conforme prevê a legislação, as</p><p>seguintes características:</p><p>I - piso baixo;</p><p>II - piso alto com acesso realizado por</p><p>plataforma de embarque/desembarque;</p><p>ou</p><p>III - piso alto equipado com plataforma</p><p>elevatória veicular.</p><p>Também fica obrigatório as transporta-</p><p>doras que em todos os pontos de vendas,</p><p>próprios ou terceirizados localizados ou</p><p>não em terminais rodoviários, pelo menos</p><p>um balcão de atendimento adequado</p><p>as normas técnicas de acessibilidade da</p><p>ABNT.</p><p>No que diz respeito aos cadeirantes,</p><p>as transportadoras devem disponibilizar</p><p>em local de fácil acesso a cadeira de</p><p>transbordo nos terminais de embarque</p><p>e desembarque.</p><p>54</p><p>Nesta unidade falamos sobre as</p><p>categorias das habilitações que se</p><p>definem em A, B, C, D e E. Nelas estão</p><p>categorizados os veículos que podem</p><p>ser conduzidos.</p><p>Falamos sobre as sinalizações e seus</p><p>grupos: vertical e horizontal, luminosas</p><p>e sonoras, dispositivos auxiliares, sonoros</p><p>e gestos da autoridade de trânsito e do</p><p>condutor. Nesta situação também temos</p><p>a prevalência da sinalização conforme o</p><p>artigo 80 do CTB.</p><p>Ordem de prevalência da sinalização:</p><p>A sinalização de regulamentação tem</p><p>por finalidade: proibição, obrigações e/ou</p><p>restrições em relação ao uso da via.</p><p>Já a sinalização de advertência, como</p><p>o próprio nome diz, ela está na via para</p><p>advertir os condutores a possíveis</p><p>situações que podem se apresentar</p><p>ao longo do percurso.</p><p>No grupo de sinalização horizontal,</p><p>temos as linhas colocadas no pavimento</p><p>e que são identificadas da seguinte</p><p>forma: marcas longitudinais, marcas</p><p>transversais, marcas de canalização,</p><p>marcas de delimitação e controle de</p><p>estacionamento e/ou parada e inscrições</p><p>no pavimento.</p><p>Considerações finais</p><p>As ordens do agente de trânsito</p><p>prevalecem sobre as normas de</p><p>circulação e outros sinais;</p><p>As indicações do semáforo prevalecem</p><p>sobre os demais sinais;</p><p>As indicações dos sinais prevalecem</p><p>sobre as demais normas de trânsito.</p><p>Assentos disponíveis em veículos</p><p>urbanos</p><p>Em relação aos veículos com caracterís-</p><p>ticas urbanas, devem ter pelo menos 10%</p><p>(dez por cento) dos assentos disponíveis</p><p>destinados a pessoas com deficiência ou</p><p>mobilidade reduzida, sendo esses identi-</p><p>ficados e sinalizados próximos à porta.</p><p>55</p><p>As sinalizações luminosas, tanto para</p><p>pedestres como para veículos, compõe-</p><p>se de indicações luminosas, acionadas</p><p>alternada ou intermitentemente através</p><p>de sistema elétrico/eletrônico, cuja função</p><p>é controlar os deslocamentos.</p><p>O grupo de sinalização temporário, que</p><p>tem como características a cor laranja,</p><p>será colocado na via sempre que precisar</p><p>orientar os condutores sobre caminhos</p><p>alternativos, áreas isoladas ou para</p><p>manter a fluidez do trânsito, entre outros.</p><p>Os gestos e os sinais sonoros emanados</p><p>pela autoridade de trânsito,</p><p>sempre devem ser</p><p>utilizados em conjunto.</p><p>Já o condutor poderá</p><p>fazer uso dos gestos,</p><p>para complementar</p><p>a sua intenção no trânsito.</p><p>Neste capítulo também falamos sobre</p><p>as classificações das infrações, conforme</p><p>a sua gravidade e valor que será atribuído</p><p>a essas infrações.</p><p>Relembrando: temos as naturezas das</p><p>infrações, sendo elas gravíssimas, graves,</p><p>médias ou leves, atribuindo respectiva-</p><p>mente ao prontuário do condutor 7, 5, 4</p><p>e 3 pontos.</p><p>As infrações podem ser punidas tanto</p><p>com multas como por advertência por</p><p>escrito, suspensão do direito de dirigir,</p><p>cassação ds CNH ou da permissão e</p><p>frequência obrigatória em curso de</p><p>reciclagem.</p><p>Nesta parte também falamos sobre os</p><p>crimes de trânsito em que o condutor</p><p>poderá ser enquadrado.</p><p>Explicou-se quais são as responsabilida-</p><p>des, direitos e obrigações dos motoristas</p><p>de Transporte Coletivo de Passageiros,</p><p>bem como estes devem atender os</p><p>passageiros e quais as necessidades</p><p>específicas das pessoas que possuem</p><p>algum tipo de deficiência, para que todos</p><p>possam fazer uso do transporte coletivo</p><p>sem dificuldades ou julgamentos.</p><p>Importante lembrar sobre a necessidade</p><p>de assentos disponíveis para essas</p><p>pessoas.</p><p>A legislação específica salienta sobre as</p><p>bagagens dos passageiros e a importân-</p><p>cia dessas estarem relacionadas aos</p><p>passageiros e, ainda, explica sobre a</p><p>jornada de trabalha, descanso e</p><p>remuneração dos motoristas profissionais.</p><p>É importante que você esteja sempre</p><p>atento para que possa cumprir com suas</p><p>obrigações e possa também saber de</p><p>seus direitos.</p><p>56</p><p>Unidade 7</p><p>Introdução</p><p>Exame toxicológico</p><p>É importante que o condutor que</p><p>possui carteira assinada e que trabalha</p><p>em regime de CLT fique atento às regras</p><p>da empresa e o ao que tange a Lei nº</p><p>13.103/2015 (lei do motorista) em relação</p><p>a tempo de descanso.</p><p>Conforme as regras da Direção Defensiva,</p><p>o condutor precisa estar atento as neces-</p><p>sidades fisiológicas, para que seu</p><p>organismo esteja em condições de</p><p>conduzir de forma segura, e seguindo</p><p>a regulamentação tanto de Trânsito</p><p>como da empresa!</p><p>Substâncias ilícitas</p><p>Você, como condutor, é responsável</p><p>pelas vidas que transporta em seu veículo,</p><p>por isso é essencial estar sempre em sua</p><p>melhor condição física.</p><p>Substâncias químicas fazem com que</p><p>sua capacidade cognitiva fique diminuída,</p><p>seus reflexos defasados e consequente-</p><p>mente a segurança no trânsito compro-</p><p>metida.</p><p>Além das condições seguras na direção,</p><p>é de responsabilidade do condutor de</p><p>transporte coletivo de passageiros estar</p><p>com seu exame toxicológico em dia, pois</p><p>este é um requisito para poder exercer</p><p>a sua função.</p><p>Jornada de trabalho</p><p>Fique atento: a jornada de trabalho</p><p>será</p><p>de 8 horas, podendo exceder no máximo</p><p>em duas horas extraordinárias.</p><p>É importante que os intervalos sejam</p><p>cumpridos.</p><p>Será considerado tempo de trabalho</p><p>quando o condutor estiver à disposição</p><p>do empregador.</p><p>Quando em trabalho noturno, deverá ser</p><p>�����������������</p><p>���</p><p>����������</p><p>���</p><p>�����������������</p><p>����������</p><p>�����������������������������������</p><p>Também é de responsabilidade do</p><p>condutor fazer parte do programa de</p><p>controle de uso de droga e de bebida</p><p>alcoólica instituído pelo empregador,</p><p>com sua ampla ciência, pelo menos uma</p><p>vez a cada 2 (dois) anos e 6 (seis) meses,</p><p>podendo ser utilizado para esse fim</p><p>o exame obrigatório previsto na Lei nº</p><p>9.503/1997 (CTB), desde que realizado</p><p>nos últimos 60 (sessenta) dias.</p><p>57</p><p>Responsabilidade do motorista</p><p>Tempo de viagem x tempo de</p><p>descanso</p><p>O motorista de Transporte Coletivo de</p><p>Passageiros deverá ser responsável pelas</p><p>seguintes situações:</p><p>Caso a empresa não forneça local para</p><p>o devido repouso, quando as viagens</p><p>forem maiores de 7 dias, o condutor terá</p><p>o direito de repouso semanal de 24 (vinte</p><p>e quatro) horas por semana ou fração</p><p>trabalhada, sem prejuízo do intervalo de</p><p>repouso diário de 11 (onze) horas, totali-</p><p>zando 35 (trinta e cinco) horas, usufruído</p><p>no retorno do motorista à base (matriz</p><p>ou filial) ou ao seu domicílio.</p><p>ANTT nº 1383/2006</p><p>Levando em consideração a Lei nº</p><p>1383/2006 da ANTT, a lei dispõe sobre</p><p>os direitos e deveres a serem cumpridos</p><p>tanto como pelo empregado como pelo</p><p>empregador, regulamentando o serviço</p><p>de Transporte Coletivo de Passageiros,</p><p>sendo ele interestadual ou internacional.</p><p>O condutor deve ficar atento aos seus</p><p>direitos e deveres em relação ao exercício</p><p>de sua função.</p><p>acrescido uma porcentagem de 20%</p><p>sobre a hora diurna, conforme firmado</p><p>pela CLT.</p><p>Quando em viagem de longa distância</p><p>ou viagens em que o condutor perma-</p><p>neça por mais de 24h fora da base da</p><p>empresa, sendo matriz ou filial, este</p><p>poderá descansar em alojamento do</p><p>empregador.</p><p>As horas de descanso previstas em lei:</p><p>no período de 24 horas, são asseguradas</p><p>11 horas de descanso.</p><p>Registro instantâneo inalterável de</p><p>velocidade/ tempo;</p><p>Rastreadores ou sistema de eletrônicos;</p><p>Listagem com nome e sobrenome dos</p><p>passageiros;</p><p>Cumprir o itinerário e estar em</p><p>ondições de conduzir o veículo;</p><p>Prestar atendimento de qualidade a</p><p>todos os usuários.</p><p>Informações contidas no diário de</p><p>bordo;</p><p>Estar atento às condições do veículo;</p><p>Essas responsabilidades precisam</p><p>ser cumpridas até que o veículo</p><p>retorne à base.</p><p>58</p><p>RELACIONAMENTO</p><p>INTERPESSOAL</p><p>MÓDULO3</p><p>SUMÁRIO</p><p>No formato PDF, clique nos títulos para acessar os conteúdos relacionados.</p><p>SUMÁRIO</p><p>Introdução</p><p>Aspectos do comportamento e de segurança no transporte</p><p>UNIDADE 1 - ASPECTOS DO COMPORTAMENTO E DE SEGURANÇA NO</p><p>TRANSPORTE DE PASSAGEIROS</p><p>Introdução</p><p>Relacionando-se no trânsito</p><p>Comportamento x estatísiticas</p><p>Diferenças no trânsito</p><p>Resumo</p><p>UNIDADE 2 - COMPORTAMENTO SOLIDÁRIO NO TRÂNSITO</p><p>Introdução</p><p>Fiscalização e orientação</p><p>Para quê existem?</p><p>Agentes e segurança</p><p>Importante lembrar</p><p>UNIDADE 5 - PAPEL DOS AGENTES DE FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO</p><p>Responsabilidade do condutor em relação aos demais</p><p>Perfis de condutores</p><p>Bom desempenho prejudicado</p><p>Segurança ao circular nas vias</p><p>Conduzir sob efeito de álcool</p><p>Velocidade segura</p><p>Sono</p><p>Medicamentos</p><p>UNIDADE 3 - RESPONSABILIDADE DO CONDUTOR EM RELAÇÃO AOS DEMAIS</p><p>ATORES DO PROCESSO DE CIRCULAÇÃO</p><p>Introdução</p><p>Condutor consciente</p><p>Comportamento agressivo</p><p>Transitar não significa apenas chegar</p><p>Nossa conduta no trânsito</p><p>Resumo</p><p>UNIDADE 4 - RESPEITO ÀS NORMAS ESTABELECIDAS PARA SEGURANÇA</p><p>NO TRÂNSITO</p><p>4</p><p>14</p><p>14</p><p>15</p><p>15</p><p>15</p><p>16</p><p>17</p><p>17</p><p>17</p><p>17</p><p>18</p><p>11</p><p>11</p><p>12</p><p>12</p><p>12</p><p>13</p><p>13</p><p>13</p><p>8</p><p>9</p><p>9</p><p>10</p><p>10</p><p>6</p><p>6</p><p>SUMÁRIOPessoas com deficiência</p><p>A importância do bom atendimento</p><p>Atender sem julgamento</p><p>Idosos</p><p>Tratamento aos usuários</p><p>Resumo</p><p>Introdução 19</p><p>5</p><p>19</p><p>19</p><p>20</p><p>20</p><p>20</p><p>20</p><p>UNIDADE 6 - ATENDIMENTO ÀS DIFERENÇAS E ESPECIFICIDADES DOS</p><p>USUÁRIOS</p><p>UNIDADE 7 - CARACTERÍSTICAS DAS FAIXAS ETÁRIAS DOS USUÁRIOS DE</p><p>TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS</p><p>Usuários e suas faixas etárias</p><p>Crianças</p><p>Jovens</p><p>Idosos</p><p>Tratamento com os passageiros</p><p>Resumo</p><p>21</p><p>21</p><p>21</p><p>22</p><p>22</p><p>22</p><p>Unidade 1</p><p>Introdução</p><p>Toda ação gera uma reação!</p><p>Pela terceira lei de Newton, é isso que</p><p>acontece. Podemos trazer essa teoria</p><p>não somente para situações físicas,</p><p>mas de certa forma também aos</p><p>comportamentos que apresentamos</p><p>em nosso dia a dia.</p><p>Temos retorno a partir das nossas ações.</p><p>Agindo de forma correta, teremos</p><p>respostas positivas. Agindo de forma</p><p>errônea, teremos respostas negativas.</p><p>E hoje podemos dizer que o trânsito</p><p>é, principalmente, uma questão de</p><p>comportamento assertivo e erros.</p><p>A questão do comportamento está</p><p>diretamente ligada ao comportamento</p><p>social, uma vez que envolve grupos</p><p>diferentes se relacionando de forma</p><p>direta e indireta.</p><p>Precisamos ter consciência do nosso</p><p>papel como cidadão. O que nos afeta</p><p>e como o nosso comportamento pode</p><p>afetar aos demais. Vive-se algo jamais</p><p>visto antes. Uma pandemia que afetou</p><p>a forma de viver de todos.</p><p>A era da internet, o individualismo,</p><p>e falta de compreensão, a dificuldade</p><p>em entender aos outros. As pessoas se</p><p>escondem atrás de perfis fakes na</p><p>internet para poderem atacar aos outros,</p><p>muitas vezes por não saberem lidar</p><p>com as suas próprias frustrações.</p><p>Somos seres que necessitamos nos</p><p>relacionarmos, que necessitamos viver</p><p>em grupo. Porém, a era moderna está</p><p>incentivando o individualismo e</p><p>aguçando a intolerância.</p><p>É preciso observar o meio e trazer</p><p>novamente a consciência que fazemos</p><p>parte dele.</p><p>Aspectos do comportamento</p><p>e de segurança no transporte</p><p>����</p><p>������</p><p>������������</p><p>��������������</p><p>�������������</p><p>��������������������������������</p><p>O bom relacionamento de um grupo está</p><p>ligado não somente com a competência</p><p>de seus membros, mas, sobretudo com a</p><p>solidariedade de suas relações inter-</p><p>pessoais.</p><p>O que estamos fazendo para deixar</p><p>o nosso planeta um lugar melhor para</p><p>se viver?</p><p>6</p><p>Para você perceber como o trânsito</p><p>é um espaço democrático, temos um</p><p>exemplo bastante realista em relação</p><p>aos comportamentos dos indivíduos:</p><p>As pessoas que possuem mais facili-</p><p>dade em respeitar as regras e são mais</p><p>conscientes que seu comportamento</p><p>pode tornar o trânsito um lugar melhor,</p><p>tendem a se envolverem menos em</p><p>acidentes.</p><p>Já os indivíduos que não respeitam as</p><p>normas e que seus comportamentos são</p><p>considerados negativos, são indivíduos</p><p>que possuem mais problemas referentes</p><p>a transgressão e envolvimento com</p><p>acidentes, colocando suas vidas em risco.</p><p>Deste modo, o trânsito está intimamente</p><p>ligado ao comportamento humano, pois</p><p>é através do comando humano que a</p><p>máquina responde aos estímulos dados.</p><p>Quanto mais consciente de seus atos,</p><p>melhor será a conduta deste motorista</p><p>no trânsito.</p><p>Comportamentos seguros geram um</p><p>melhor sistema viário.</p><p>7</p><p>Anotações:</p><p>Unidade 2</p><p>Introdução</p><p>O trânsito é feito pelas pessoas, deste</p><p>modo, emanar comportamentos que</p><p>façam com que trânsito se torne um</p><p>local mais justo e humano é uma tarefa</p><p>de todos. Por isso, os bons comporta-</p><p>mentos são imprescindíveis.</p><p>Certamente você já ouviu a frase que</p><p>GENTILEZA, GERA GENTILEZA. E esta</p><p>é uma máxima que realmente tem</p><p>efeitos no trânsito.</p><p>Você já percebeu como é bom quando</p><p>você cede a passagem para um pedestre</p><p>e, mesmo que de forma tímida, ele</p><p>agradece?!</p><p>Este pode ser um pequeno exemplo</p><p>que talvez possa não mudar seu dia,</p><p>mas certamente poderá mudar o dia</p><p>do pedestre, principalmente se ele</p><p>estiver atrasado, ou ainda que seja</p><p>um dia de chuva.</p><p>São nos pequenos comportamentos</p><p>que podemos mudar a nossa realidade.</p><p>E ser solidário no trânsito faz com</p><p>que todos possam circular com mais</p><p>Isso tudo faz com que a gente possa</p><p>começar a humanizar o trânsito. É a</p><p>escolha dos princípios e dos valores que</p><p>irá levar a um trânsito mais humano,</p><p>harmonioso, mais seguro e mais justo.</p><p>������������</p><p>�����������������������</p><p>segurança, que é um dos princípios de</p><p>uma vida plena.</p><p>Quando você xinga alguém no trânsito,</p><p>não irá fazer com que ele mude de</p><p>comportamento, mas fará com que ele</p><p>fique com mais raiva, trazendo assim</p><p>mais estresse pra o seu dia e para o do</p><p>outro condutor</p><p>que foi xingado.</p><p>Sabemos que estamos falando de um</p><p>processo complexo e que exige força</p><p>de vontade e consciência de que é</p><p>preciso melhorar.</p><p>Precisamos mudar comportamentos</p><p>para termos uma vida coletiva com</p><p>qualidade e respeito, pois o trânsito</p><p>faz parte da qualidade de vida.</p><p>Pense quando você sai de casa rumo ao</p><p>seu destino e pega um trânsito tranquilo,</p><p>sem filas e sem maiores problemas... Isso</p><p>gera uma sensação de satisfação em</p><p>você, e o trânsito pode se tornar ainda</p><p>mais tranquilo e seguro se o condutor</p><p>estiver disposto a modificar essa reali-</p><p>dade através do seu comportamento.</p><p>E quais comportamentos são esses?</p><p>Dar e ceder passagens aos pedestres;</p><p>Tomar distância mínima de 1,5m</p><p>dos ciclistas;</p><p>Não utilizar a buzina para xingar os</p><p>demais;</p><p>Dar passagem ao coletor de materiais</p><p>recicláveis.</p><p>8</p><p>A forma como você se relaciona no</p><p>trânsito revela muitas vezes o seu</p><p>estado interior.</p><p>Quando você acorda e as coisas do seu</p><p>dia não estão acontecendo da melhor</p><p>maneira, você por vezes apresenta</p><p>comportamentos que não são adequados</p><p>no trânsito, principalmente se estiver</p><p>atrasado para chegar no seu destino final.</p><p>Alterações psicológicas também fazem</p><p>com que o modo de dirigir do condutor</p><p>fique alterado.</p><p>Irritação, descontrole emocional, estresse,</p><p>falta de empatia e falta de atenção são</p><p>exemplos de comportamentos que preju-</p><p>dicam a conduta e o bom desempenho</p><p>no trânsito.</p><p>Tratar as pessoas com cordialidade no</p><p>trânsito é ser gentil, solícito e simpático,</p><p>é demonstrar consideração pelo outro.</p><p>Incluir bons comportamentos e ter uma</p><p>cordialidade desinteressada, oferecida</p><p>por iniciativa própria, sem esperar nada</p><p>em troca, facilita e melhorar o relaciona-</p><p>mento no trânsito.</p><p>Para ser um bom condutor(a), é</p><p>importante que você desenvolva</p><p>algumas habilidades como empatia,</p><p>flexibilidade e controle emocional.</p><p>Estudos revelam que a falta de equilíbrio</p><p>emocional tem graves reflexos nos</p><p>números de acidentes. Este desequilíbrio</p><p>está associado a falta de:</p><p>A Secretaria Nacional de Trânsito e o</p><p>Ministério da Infraestrutura revelam</p><p>um panorada dos acidentes em 2021:</p><p>Relacionando-se no trânsito</p><p>Comportamento x estatísticas</p><p>Apesar de não nos ensinarem sobre isso,</p><p>essas habilidades servem não somente</p><p>para serem aplicadas no trânsito, mas</p><p>para uma vida toda.</p><p>Não deixe as fortes</p><p>emoções interferirem</p><p>na sua capacidade de</p><p>pensar, de perceber</p><p>e de agir frente a</p><p>algumas situações</p><p>importantes.</p><p>Capacidade de tomar decisões;</p><p>Autocontrole;</p><p>Empatia;</p><p>Sensibilidade;</p><p>Espírito de cooperação;</p><p>Flexibilidade;</p><p>Conduta social.</p><p>População Frota Total Frota Ativa</p><p>213.145.042 107.516.525 70.196.884</p><p>Acidentes Veículos Envolvidos Feridos e Ilesos</p><p>2.804.261 3.945.419</p><p>Óbitos</p><p>73.695</p><p>4.359.647</p><p>9</p><p>Estes dados, mesmo que de uma forma</p><p>geral, apresentam números excessivos de</p><p>óbitos de pessoas em função do trânsito.</p><p>Esta pesquisa foi atualizada em 04/10/21,</p><p>então são dados recentes que mostram</p><p>vidas que se foram. E como vimos na</p><p>direção defensiva, o comportamento</p><p>humano é o maior responsável pelos</p><p>acidentes de trânsito.</p><p>Por este motivo, ter a consciência de</p><p>que você não está no seu melhor estado</p><p>para conduzir um veículo, pois está com</p><p>muito sono, ingeriu bebida alcoólica, ou</p><p>mesmo com stress elevado, são fatores</p><p>que podem contribuir para que esses</p><p>números se modifiquem de forma</p><p>positiva, assim fazendo com que vidas</p><p>possam ser poupadas.</p><p>Desta forma, fazer uma reflexão acerca</p><p>do seu comportamento no trânsito faz</p><p>com que você se torne mais consciente</p><p>dos seus atos.</p><p>Quando as diferenças no trânsito são</p><p>respeitadas e aceitas, a vida fica mais</p><p>fácil e o processo de comunicação se</p><p>realiza de forma democrática, as pessoas</p><p>ouvem e vêem os outros com respeito,</p><p>desta forma o trânsito flui bem melhor.</p><p>Devemos resgatar o espirito coletivo</p><p>que é comum ao ser humano. Aplicar</p><p>no nosso cotidiano e fazer valer a pena</p><p>Diferenças no trânsito</p><p>Resumidamente falamos que o bom</p><p>comportamento melhora as atitudes</p><p>de todos no trânsito, o simples fato de</p><p>indicar a sua direção com a seta mini-</p><p>miza danos, não gera stress e faz com</p><p>que o trânsito seja mais dinâmico.</p><p>Conhecer seu estado de espírito mostra</p><p>o quanto você está capaz ou não de</p><p>conduzir um veículo.</p><p>Ser paciente e tolerante, apesar de tudo</p><p>é a melhor forma de se comportar no</p><p>trânsito.</p><p>Sabendo que existem condutores que por</p><p>vezes podem ser potencias geradores de</p><p>acidentes ou de problemas é importante</p><p>que você adote medidas para diminuir o</p><p>stress no trânsito.</p><p>Como por exemplo:</p><p>Resumo</p><p>as situações de cordialidade, flexibilidade,</p><p>do comportamento solidário.</p><p>Desta forma, isso irá refletir de maneira</p><p>positiva em toda a sociedade.</p><p>Sair com antecedência;</p><p>Programar rotas;</p><p>Procurar caminhos alternativos;</p><p>Não revidar xingamentos.</p><p>10</p><p>Unidade 3</p><p>Responsabilidade do condutor</p><p>em relação aos demais</p><p>Possuir uma carteira nacional de habili-</p><p>tação faz com que você seja autorizado</p><p>a conduzir um veículo, mas não basta</p><p>apenas saber conduzir, é preciso ter</p><p>responsabilidade sobre este veículo,</p><p>e principalmente sobre seus atos.</p><p>O condutor ao se dispor a conduzir</p><p>não deve oferecer riscos aos demais</p><p>que circulam na via.</p><p>����������������</p><p>���</p><p>����������</p><p>������������������</p><p>�������������</p><p>����</p><p>���</p><p>��</p><p>�������������������������</p><p>Condutor agressivo;</p><p>Condutor estressado;</p><p>Condutor infrator;</p><p>Condutor aprendiz.</p><p>Perfis de condutores</p><p>Existem alguns perfis que podem gerar</p><p>mais ou menos risco aos que circula na</p><p>via, porém é importante ressaltar alguns</p><p>dele, como:</p><p>Cada um possui um perfil diferente e</p><p>oferece de maneiras diferentes os riscos</p><p>ao trânsito.</p><p>O condutor agressivo oferece riscos pois</p><p>não consegue controlar seus sentimentos</p><p>e descarrega suas emoções no trânsito.</p><p>O condutor altamente estressado é</p><p>aquele que não cede passagem, não</p><p>consegue ficar atrás de nenhum veículo:</p><p>é o famoso agoniado.</p><p>O condutor infrator oferece riscos pela</p><p>conduta que adota perante as normas</p><p>que devem ser seguidas. Não respeita</p><p>a sinalização, avança sinais vermelhos</p><p>e excede a velocidade. Além de cometer</p><p>infrações, aumenta muito a possibilidade</p><p>de causar ou se envolver em acidentes.</p><p>Não possui responsabilidade ao condutor</p><p>o veículo.</p><p>Já o condutor aprendiz, pode ser o</p><p>oposto de tudo que relatamos a cima,</p><p>porém, por vezes, por falta de habilidade,</p><p>medo ou até mesmo por pouca prática</p><p>poderá causar ou até mesmo se envolver</p><p>em acidentes.</p><p>11</p><p>Algumas condições que podem</p><p>fazer com que o bom desempenho do</p><p>condutor possa ser prejudicado são as</p><p>seguintes:</p><p>Bom desempenho prejudicado</p><p>Ter a ideia que dirigir é algo simples;</p><p>Acreditar que controla perfeitamente</p><p>seu veículo;</p><p>Se achar super habilidoso;</p><p>Se achar um super condutor.</p><p>Crer que são excepcionais condutores</p><p>e o otimismo de que não irão se envolver</p><p>em nenhum tipo de incidentes perigosos</p><p>a partir de suas ações faz com que o</p><p>comportamento desses condutores seja</p><p>reforçado.</p><p>Lembrando que o aprendiz possui</p><p>características diferentes dos demais.</p><p>Entretanto é importante ficarem atentos.</p><p>Segurança ao circular nas vias</p><p>A responsabilidade em relação a circular</p><p>nas vias é direcionada ao condutor, pois</p><p>na sua formação ele aprende que alguns</p><p>fatores são potencializadores para</p><p>causarem acidentes.</p><p>Álcool e direção é um assunto bastante</p><p>discutido no meio viário, por ser um dos</p><p>grandes geradores de acidentes.</p><p>Campanhas referentes a este assunto</p><p>incentivadas para que os motoristas de</p><p>forma geral possam se conscientizarem</p><p>desta mistura fatal.</p><p>Conduzir sob efeito de álcool</p><p>Você sabia que além de provocar</p><p>alterações sensoriais, comportamentais,</p><p>no raciocínio, entre outras, o álcool é uma</p><p>substância psicoativa de larga utilização</p><p>na sociedade contemporânea e com</p><p>grande aceitação cultural?</p><p>Além de provocar essas alterações no</p><p>organismo, dirigir sob efeito de álcool é</p><p>uma infração gravíssima, podendo ser</p><p>enquadrado como crime.</p><p>A medida em que o nível de álcool no</p><p>sangue vai se elevando, as habilidades</p><p>do condutor vão diminuindo, prejudi-</p><p>cando ainda mais o seu desempenho</p><p>na condução do veículo.</p><p>A aferição da quantidade de álcool pode</p><p>ser feita atras de bafômetro ou</p><p>o veículo que está efetuando</p><p>a ultrapassagem possa retornar a faixa</p><p>com o fluxo normal e com segurança.</p><p>Ao ser ultrapassado você deverá levar em</p><p>conta os seguintes pontos:</p><p>8</p><p>Resumo</p><p>Resumindo essas informações, para</p><p>uma ultrapassagem segura e correta,</p><p>você deve:</p><p>Levando em consideração essas</p><p>indicações, você irá realizar uma</p><p>manobra de ultrapassagem segura</p><p>e sem problemas.</p><p>O condutor que se preocupa com</p><p>a sua segurança no trânsito e dos</p><p>demais usuários sempre sinaliza a</p><p>suas intenções.</p><p>Quando se trata de ultrapassagens</p><p>antes de iniciar a manobra, é</p><p>fundamental que você sinalize a sua</p><p>intenção e perceba que os demais</p><p>condutores perceberam que você irá</p><p>iniciar a manobra. Esta sinalização</p><p>poderá ser feita com luz indicadora</p><p>de direção do veículo ou gesto</p><p>convencional de braço.</p><p>A direção defensiva tem o proposito de</p><p>tornar o trânsito mais seguro, desta forma</p><p>colocar em prática os ensinamentos da</p><p>direção defensiva é muito importante.</p><p>Em um local onde a via é de duplo</p><p>sentido de circulação e a via possui uma</p><p>sinalização com faixa dupla contínua,</p><p>temos a informação que é proibido</p><p>ultrapassar.</p><p>Você condutor deve atender esta</p><p>orientação. Assim como em aclives e</p><p>declives, curvas, passagens de nível,</p><p>pontes e viadutos. Também são proibidas</p><p>ultrapassagens em interseções e suas</p><p>proximidades, pois a visibilidade fica</p><p>prejudicada e o condutor poderá não</p><p>conseguir efetuar a manobra.</p><p>Antes de iniciar a ultrapassagem,</p><p>certificar-se que existe tempo e espaço</p><p>suficiente para executar a manobra;</p><p>Verificar se não vem veículos no sentido</p><p>contrário;</p><p>Se os veículos que estão na sua</p><p>retaguarda e na sua frente não estejam</p><p>efetuando uma ultrapassagem;.</p><p>Sinalizar a sua intenção de ultrapassar;</p><p>Assim que finalizar a ultrapassagem,</p><p>retornar para sua faixa de origem.</p><p>9</p><p>Unidade 3</p><p>Condições adversas</p><p>Condição adversa de luz</p><p>Todos os condutores(as) sabem o quanto</p><p>é importante que a via seja iluminada e</p><p>todas as luzes do veículo estejam</p><p>funcionando de maneira adequada.</p><p>Mas quando falamos de luz em excesso</p><p>ou pouca luz, estamos falando da</p><p>primeira condição adversa.</p><p>Quando temos luz em excesso, ela</p><p>pode causar o efeito denominado</p><p>de ofuscamento. Esta situação pode</p><p>fazer com que o motorista fique sem</p><p>enxergar temporariamente, chamada</p><p>de cegueira momentânea.</p><p>Em contrapartida, quando se tem</p><p>pouca ou nenhuma luz o efeito é</p><p>denominado de penumbra. Situação</p><p>a qual o condutor também tem</p><p>dificuldades para discriminar as</p><p>situações que se apresentam na via.</p><p>Como explicamos anteriormente,</p><p>acidente é todo evento não premeditado.</p><p>E nesta unidade iremos falar sobre o</p><p>acidente de difícil identificação de causa.</p><p>Mas para podermos abordar esse assunto,</p><p>é importante falar sobre as condições</p><p>adversas, pois essas condições favorecem</p><p>o acontecimento de acidentes.</p><p>O que são?</p><p>São todas aquelas condições</p><p>desfavoráveis ou inadequadas que</p><p>podem gerar situações acidentes</p><p>de trânsito.</p><p>A direção defensiva, apresenta seis</p><p>condições adversas que todo condutor</p><p>precisa conhecer e estar sempre atento</p><p>a elas:</p><p>�</p><p>��������������</p><p>��</p><p>��������</p><p>�������</p><p>�������������������������������������������</p><p>Condição Adversa de Luz;</p><p>Condição Adversa de Tempo;</p><p>Condição Adversa da Via;</p><p>Condição adversa do Veículo;</p><p>Condição Adversa de Condutor.</p><p>10</p><p>Condição adversa de tempo</p><p>Atos defensivos podem ser tomados para</p><p>que essa condição de luz possa melhorar</p><p>a sua direção. Sempre que estiver</p><p>seguindo outro veículo mantenha os</p><p>faróis baixos ligado. Se o veículo que te</p><p>segue estiver causando ofuscamento,</p><p>facilite a ultrapassagem para que o efeito</p><p>seja sanado.</p><p>Quando falamos de tempo, não nos</p><p>referimos ao tempo cronológico, e sim</p><p>às condições climáticas.</p><p>Essa condição adversa está ligada ao</p><p>clima, os quais interferem diretamente</p><p>na condução do condutor, e na segurança</p><p>do trânsito. Dependendo da situação, a</p><p>isibilidade fica diminuída, a aderência</p><p>dos pneus se torna precária, e</p><p>consequentemente, a segurança no</p><p>trânsito é prejudicada.</p><p>Vamos ver quais são as situações que se</p><p>encaixam nesta condição adversa:</p><p>Providências para diminuir o</p><p>ofuscamento</p><p>A luz é um fator de segurança, então para</p><p>que não se torne uma condição adversa,</p><p>ela não deve estar nem em falta e nem</p><p>em excesso.</p><p>A situação de ofuscamento geralmente</p><p>acontece pela luz solar, mas também</p><p>pode se dar através do farol altos dos</p><p>veículos.</p><p>Já a penumbra acontece por conta da</p><p>transição do dia para noite, onde muitas</p><p>vias ficam desprovidas de luminosidade.</p><p>O condutor defensivo pode tomar as</p><p>seguintes providencias para diminuir</p><p>os efeitos do OFUSCAMENTO:</p><p>Piscar os faróis para alertar o outro</p><p>da luz alta;</p><p>Reduzir a velocidade;</p><p>Olhar o mais próximo do seu carro;</p><p>Usar luz baixa e manter a visão fora</p><p>o brilho;</p><p>Não olhar diretamente para o meio</p><p>da pista, orientando-se pela faixa</p><p>da direita;</p><p>Não revidar a luz alta;</p><p>Olhar para a faixa da direita (bordo</p><p>da pista), para evitar a incidência</p><p>direta dos faróis contrários.</p><p>Neblina;</p><p>Vento;</p><p>Chuva;</p><p>Fumaça;</p><p>Poeira;</p><p>Granizo.</p><p>11</p><p>Os pneus ficam menos aderentes ao</p><p>pavimento, principalmente nas curvas.</p><p>O início da chuva torna a pista mais</p><p>escorregadia em função dos resíduos</p><p>que se acumulam na superfície.</p><p>Poças de água se forma, causando a</p><p>hidroplanagem.</p><p>A chuva é uma das situações que fazem</p><p>com que o condutor precise estar atento</p><p>tanto na sua forma de conduzir como</p><p>nos demais veículos, pois esta condição</p><p>traz várias situações que precisam ser</p><p>observadas.</p><p>ATENÇÃO:</p><p>O veículo em velocidade excessiva que</p><p>se depara com uma camada de água,</p><p>poderá sofrer com a aquaplanagem/</p><p>hidroplanagem, que consiste na</p><p>diminuição da aderência dos pneus</p><p>com o solo, perdendo assim, o contato</p><p>com a pista. Caso ocorra a aquaplanagem,</p><p>mantenha o volante onde estava quando</p><p>se iniciou a aquaplanagem e tire o pé do</p><p>acelerador, evitando usar o freio.</p><p>A visibilidade também poderá ficar</p><p>comprometida, dependendo do volume</p><p>de chuva. Mantenha sempre em dia os</p><p>limpadores de para-brisa, eles são</p><p>fundamentais nesta condição adversa.</p><p>Em algumas vias, a</p><p>sinalização de</p><p>advertência</p><p>indica aos condutores</p><p>que o vento lateral</p><p>pode se fazer presente.</p><p>Caso você se depare com esta situação</p><p>proceda da seguinte maneira:</p><p>Abra os vidros e reduza a velocidade,</p><p>mantendo o volante firme.</p><p>Já se os ventos forem frontais, você</p><p>deverá reduzir a velocidade, segurando</p><p>com firmeza o volante, mantendo o</p><p>alinhamento do seu veículo.</p><p>Vento</p><p>Chuva</p><p>12</p><p>Quando temos essa condição, é a chuva</p><p>acompanhada de pedras de gelo. Nesta</p><p>situação, os condutores que mais são</p><p>afetados diretamente são os motociclistas,</p><p>pois as pedras de gelos o atingem com</p><p>mais facilidade.</p><p>Granizo</p><p>A fumaça e a poeira também são duas</p><p>situações que podem comprometer a</p><p>visão dos condutores quando atingem</p><p>a via.</p><p>A condição adversa de fumaça que, por</p><p>vezes, é proporcionada pela ação do</p><p>homem, pode causar sérios acidentes</p><p>por falta de visibilidade, assim como a</p><p>poeira. É recomendável que se você se</p><p>deparar com uma cortina de fumaça</p><p>ou poeira, olhar sempre para o chão e</p><p>nunca para cima, ou até mesmo se guiar</p><p>pela linha de bordo.</p><p>Fumaça/Poeira</p><p>Associado aos dias mais frios, essa</p><p>condição adversa que também ocorrem</p><p>com mais frequência em locais de serra,</p><p>é a neblina, cerração ou nevoeiro.</p><p>Nessas situações quando a neblina se</p><p>apresenta de forma mais intensa, a</p><p>visibilidade pode ser quase zero, então</p><p>é de grande importância tomar as</p><p>seguintes precauções:</p><p>Caso seja necessário parar o veículo,</p><p>procure um local seguro, como postos</p><p>de gasolina. Se não for possível, pare</p><p>no acostamento, sempre sinalizando</p><p>de forma adequada com o triangulo.</p><p>Redobrar a atenção;</p><p>Reduzir a velocidade;</p><p>Manter o ritmo constante;</p><p>Acender os faróis baixos;</p><p>Ligar o limpador de para-brisa.</p><p>Nevoeiro</p><p>13</p><p>Já com os condutores de veículos não</p><p>sofrem tanto, porém o que pode vir a</p><p>acontecer é a diminuição da visibilidade,</p><p>quebra de para-brisas e faróis dos veículos.</p><p>Se as pedras de gelo forem muito</p><p>grandes e estiverem em grandes</p><p>quantidades é recomendável parar</p><p>em local protegido para evitar danos.</p><p>Como vimos anteriormente, algumas</p><p>condições</p><p>exame</p><p>de sangue.</p><p>ÁLCOOL E DIREÇÃO</p><p>NÃO COMBINAM!</p><p>12</p><p>Muitas de nossas vias possuem a</p><p>velocidade regulamentada e até</p><p>mesmo redutores de velocidade,</p><p>ou então radares os quais tem como</p><p>função estimular os condutores a</p><p>manterem os níveis regulamentos.</p><p>Apesar disso muitos motoristas acabam</p><p>excedendo a velocidade.</p><p>Algumas pessoas gostam de velocidade</p><p>e muitas propagandas de carros</p><p>mostram a potência que o veículo possui</p><p>a partir da sua velocidade. Entretanto, é</p><p>importante que o limite velocidade da via</p><p>seja sempre respeitada.</p><p>A alta velocidade diminui o tempo em</p><p>que o condutor teria para poder tomar</p><p>alguma decisão acertada, muitas vezes</p><p>trazendo danos irrevessiveis em caso</p><p>de acidente.</p><p>Respeitar os limites de velocidade</p><p>garantem uma viagem segura.</p><p>Velocidade segura</p><p>Sono</p><p>Da mesma forma que beber e dirigir ou</p><p>exceder a velocidade da vida pode trazer</p><p>inúmeros prejuízos aos condutores,</p><p>conduzir o veículo com sono também</p><p>pode ser um causador de acidentes.</p><p>Você já tentou assistir um filme quando</p><p>estava com muito sono?</p><p>Se a sua resposta for sim, certamente</p><p>você não conseguiu ver o filme todo.</p><p>Isso por quê? Porque quando estamos</p><p>com muito sono não conseguimos ter</p><p>total controle e acabamos adormecendo.</p><p>Isso também pode acontecer quando</p><p>você está dirigindo e está fadigado.</p><p>Medicamentos</p><p>Esses fatores fazem com que você fique</p><p>mais lento, deixando de perceber</p><p>estímulos e até situações que podem</p><p>acontecer no trânsito.</p><p>Nunca conduza seu veículo se estiver</p><p>com sono ou cansado demais.</p><p>As necessidades fisiológicas precisam</p><p>ser atendidas e o sono é uma delas.</p><p>Medicamentos também podem ser vilões</p><p>quando associados à condução de um</p><p>veículo.</p><p>Se você faz uso de medicamentos, é</p><p>importante estar atento aos efeitos</p><p>colaterais que ele pode causar.</p><p>Em algumas bulas está descrito que</p><p>é contra indicado conduzir veículos e</p><p>maquinas após a ingestão, pois estes</p><p>podem ter efeitos colaterais, os quais</p><p>acabam diminuindo a capacidade</p><p>psicomotora do indivíduo.</p><p>Sempre utilize medicamentos com</p><p>orientação médica.</p><p>13</p><p>Unidade 4</p><p>Introdução</p><p>Ser um cidadão que leva as leis em</p><p>consideração, pratica a empatia, aplica</p><p>a direção defensiva e respeita as normas,</p><p>de modo geral é um indivíduo melhor,</p><p>tanto para si, como para sociedade na</p><p>qual ele faz parte.</p><p>Em paralelo podemos entender que a</p><p>segurança no trânsito não se dá somente</p><p>através do que está escrito no código de</p><p>trânsito. Ela acontece a partir dos</p><p>comportamentos que você aplica no</p><p>dia a dia, a partir do que aprendeu com</p><p>as leis de trânsito.</p><p>Tendo atitudes positivas, praticando</p><p>a tolerância e a empatia, levando em</p><p>consideração as normas... Caso isso não</p><p>ocorra, temos um amontoado de leis</p><p>que você finge não saber que existe</p><p>e simplesmente não aplica.</p><p>������������������</p><p>��������</p><p>����</p><p>��������������</p><p>�����������������������������������</p><p>Condutor consciente</p><p>Condutor, é preciso que você tenha</p><p>consciência do seu papel na sociedade</p><p>e não esqueça de que o trânsito deve ser</p><p>um espaço de convivência democrática</p><p>e respeito.</p><p>Além de reconhecer e se submeter às</p><p>regras de trânsito, você deve ter uma</p><p>atitude positiva em relação às outras</p><p>pessoas, praticando especialmente a</p><p>tolerância.</p><p>É cada vez maior o número de veículos</p><p>que circulam nos grandes centros.</p><p>Além de pedestres, ciclistas, catadores</p><p>de material reciclável.</p><p>Juntando todas essas situações associa-</p><p>das à falta de planejamento e infra-</p><p>estrutura, pode-se dizer que a situação</p><p>se agrava sempre mais. E com o agrava-</p><p>mento destas situações, o trânsito fica</p><p>mais agressivo e violento, pois o respeito</p><p>com o próximo vai ficando em segundo</p><p>plano.</p><p>É exatamente aí que aparece o condutor</p><p>que se destaca e faz a diferença no</p><p>trânsito do dia a dia. O condutor que</p><p>preza por um trânsito mais humano</p><p>e melhor para todos!</p><p>14</p><p>O comportamento agressivo no trânsito</p><p>vai tomando espaço ao tempo que as</p><p>pessoas esquecem que ele é composto</p><p>por vidas.</p><p>É visto que se faz necessário que exista</p><p>um trabalho com os condutores por meio</p><p>de ações que priorizem a vida.</p><p>É importante que as pessoas se sensibili-</p><p>zem e tornem esse cenário mais humano,</p><p>mais seguro, mais saudável.</p><p>Você quer saber por onde pode começar?</p><p>Pratique a gentileza, seja solidário, tenha</p><p>empatia e planeje seu tempo.</p><p>Comportamento agressivo</p><p>Independentemente da forma que você</p><p>se locomove no trânsito, transitar não</p><p>significa apenas chegar ao seu destino.</p><p>Envolve uma série de fatores.</p><p>É preciso que em seu itinerário se</p><p>encontre cortesia, comprometimento,</p><p>respeito e atenção. E isso só depende</p><p>de você para começar a plicar.</p><p>Todos esses exemplos fazem parte do</p><p>seu comportamento, basta aplicá-lo.</p><p>Transitar não significa apenas</p><p>chegar</p><p>Nossa conduta no trânsito</p><p>Precisamos fazer uma reflexão quanto</p><p>a nossa conduta no trânsito.</p><p>É comum criticarmos as atitudes alheias,</p><p>dizer que tal pessoa dirige mal e sempre</p><p>colocar a culpa no outro.</p><p>Mas será que estamos olhando para</p><p>nossas atitudes no trânsito? Somos</p><p>capazes de nos vigiarmos e perceber</p><p>onde estamos errando? E assim</p><p>tentarmos melhorar dia a dia?</p><p>Tudo isso que falamos não está associado</p><p>a terceiros, mas sim a nós mesmos. Em</p><p>maior ou menor grau. Nós fazemos parte</p><p>do sistema e precisamos nos sentir parte</p><p>do sistema para assim podermos ter a</p><p>iniciativa de mudança.</p><p>Os seus atos possuem força. Todos somos</p><p>parte do trânsito, independente da forma.</p><p>Mas também somos agentes transforma-</p><p>dores.</p><p>O trânsito faz parte da vida de todos,</p><p>vamos fazer com que este realmente seja</p><p>um espaço de convivência democrática</p><p>e solidário.</p><p>Procure ser mais tolerante com os</p><p>erros dos outros motoristas evite</p><p>revidar, xingar, respeite os pedestres,</p><p>motociclistas, eles estão desprotegidos</p><p>em relação a você;</p><p>Não pare sobre a faixa de segurança;</p><p>Tenha autocontrole, não se deixe</p><p>pressionar pelo estresse dos outros,</p><p>caso contrário, o prejuízo será só seu;</p><p>Esteja atento e pare aos poucos;</p><p>Mantenha distância de outros veículos;</p><p>Sinalize suas atitudes;</p><p>Evite ultrapassagens perigosas;</p><p>Atenção nos cruzamentos e tenha</p><p>cuidado nas curvas.</p><p>15</p><p>É necessário ter consciência e se sentir</p><p>parte do processo. Saber que a mudança</p><p>vem de nós mesmos.</p><p>Quando nos deslocamos, não apenas</p><p>andamos com um meio de transporte.</p><p>Este processo envolve diversos fatores.</p><p>Precisamos tornar esse trânsito mais</p><p>humano e menos violento. Boas atitudes</p><p>só dependem de você. Não devemos</p><p>revidar um comportamento agressivo e</p><p>devemos ter controle de nossas emoções.</p><p>O trânsito está matando as pessoas e</p><p>fazer parte da mudança é uma forma</p><p>de se proteger e proteger os demais.</p><p>O trânsito é para todos e de todos.</p><p>Resumo</p><p>16</p><p>Anotações:</p><p>Unidade 5</p><p>Introdução</p><p>Existe o grupo que defende e existe</p><p>o grupo que de maneira alguma acha</p><p>correto. Por isso é importante conhecer</p><p>e discutir sobre o papel dos agentes</p><p>de fiscalização de trânsito.</p><p>Apenas desta maneira conseguiremos</p><p>entender de forma mais eficiente qual</p><p>a responsabilidade desta figura no</p><p>ambito do trânsito.</p><p>Como no trânsito temos diferentes tipos</p><p>de condutores, os quais respeitam as</p><p>normas e outros nem tanto, a principal</p><p>finalidade dos agentes é de fiscalização.</p><p>Uma vez que as regras existem, essas</p><p>precisam ser cumpridas por todos. E</p><p>esta também é uma função dos agentes</p><p>fiscalizados: fazer com que as regras</p><p>sejam cumpridas por todos.</p><p>Suas ações pautadas na responsabilidade</p><p>e compromisso profissional, os agentes</p><p>buscam por meio de suas ações propiciar</p><p>um trânsito mais equilibrado e dinâmico.</p><p>Fiscalização e orientação</p><p>Trazendo, muitas vezes, a partir da sua</p><p>figura uma segurança para a circulação</p><p>de todos, um dos seus compromissos</p><p>também é a educação e orientação</p><p>referente ao trânsito.</p><p>O papel do agente é contribuir com esta</p><p>�����������������</p><p>������</p><p>�����������</p><p>�����������������������������������������</p><p>Para quê existem?</p><p>educação no trânsito. Muito mais do que</p><p>punir os condutores, os agentes possuem</p><p>um trabalho na conscientização e na</p><p>educação.</p><p>É imprescindível que o agente informe,</p><p>oriente e sensibilize as pessoas acerca da</p><p>aquisição de procedimentos preventivos</p><p>e seguros no trânsito. Esta é a sua</p><p>principal conduta no desempenho</p><p>de</p><p>suas atividades.</p><p>A resposta para esta pergunta é muito</p><p>simples... Muitos cidadãos não sabem</p><p>qual seu papel na sociedade e para isso</p><p>precisam de orientações.</p><p>Na esfera do trânsito não é diferente.</p><p>Desta maneira, os agentes de trânsito</p><p>aplicam suas atividades tambem para</p><p>a educação e orientação no trânsito.</p><p>E o seu papel como cidadão é: exercer</p><p>a sua cidadania, desempenhando o</p><p>exercício dos direitos e deveres civis,</p><p>políticos e sociais estabelecidos na</p><p>constituição. E a ordem no trânsito</p><p>é uma delas.</p><p>Agentes e segurança</p><p>Exercer a nossa cidadania faz com que</p><p>tenhamos direitos e a segurança é um</p><p>deles.</p><p>17</p><p>Os agentes de trânsito propiciam esta</p><p>segurança muito mais do que você</p><p>imagina. E ao contrário do que muitos</p><p>dizem, eles não existem somente para</p><p>multar o motorista.</p><p>Podemos fazer uma reflexão diante</p><p>desta afirmativa:</p><p>Os agentes, quando no desempenho</p><p>de suas atividades, tem como principal</p><p>atividade a educação e orientação.</p><p>Já os condutores necessitam cumprir</p><p>o que está na lei e, neste sentido, uma</p><p>vez que o condutor já foi orientado e é</p><p>conhecedor dos seus direitos e deveres,</p><p>mas não os cumpre, o papel do agente</p><p>fiscalizador é de executar o que lhe é</p><p>atribuído quando o cidadão não cumpre</p><p>tais regras.</p><p>Como por exemplo autuar, aplicar</p><p>medidas administrativas cabíveis a</p><p>partir do não cumprimento das regras</p><p>a partir dos condutores.</p><p>Então muito mais do que aplicar a</p><p>autuação, o agente fiscalizador é</p><p>também um agente educativo que</p><p>preza pela sua segurança e pelos</p><p>demais.</p><p>Cabe a você cumprir e fazer cumprir</p><p>as leis.</p><p>Importante lembrar</p><p>Colocar em prática o nosso papel de</p><p>cidadão também é cumprir as regras</p><p>de trânsito.</p><p>Os direitos e deveres devem sempre</p><p>andar de mãos dadas para que assim</p><p>a nossa cidadania possa ser cumprida</p><p>de forma integral.</p><p>O trânsito faz parte disso, pois mais do</p><p>que circulação, o trânsito é respeito e</p><p>educação.</p><p>Com responsabilidade e compromisso,</p><p>cada profissional busca por meio de suas</p><p>ações proporcionar um trânsito mais</p><p>humano.</p><p>18</p><p>Unidade 6</p><p>Introdução</p><p>Trabalhar com transporte coletivo</p><p>de passageiros envolve uma série</p><p>de responsabilidades.</p><p>Você que se propõe a desempenhar</p><p>essa atividade, precisa estar ciente de</p><p>que vai ter que lidar com vários tipos</p><p>de pessoas o tempo todo. É preciso</p><p>tamvém estar ciente sobre às condições</p><p>do trânsito que estão diretamente ligadas</p><p>à sua atividade.</p><p>Desta forma, ser um motorista atencioso,</p><p>cortês e comprometido já mostrará a sua</p><p>capacidade de realizar esta tarefa com</p><p>excelência.</p><p>Pessoas com deficiência</p><p>É importante dizer que você poderá</p><p>se deparar com pessoas que possam</p><p>ter a mobilidade reduzida, pessoas com</p><p>deficiência visual, entre outras, e você</p><p>deve ser capaz de atende-los assim</p><p>como qualquer outra pessoa.</p><p>�����������</p><p>���������������</p><p>����</p><p>���</p><p>������</p><p>����������������������������������</p><p>Se tratando de transporte coletivo, como</p><p>o próprio nome propõe, significa que</p><p>toda e qualquer pessoa poderá fazer uso</p><p>deste serviço.</p><p>Então, para tanto, você deve estar</p><p>treinado para atender crianças, idosos,</p><p>gestantes, pessoas com deficiência,</p><p>pessoas com dificuldade de mobilidade</p><p>e pessoas obesas.</p><p>A importância do bom</p><p>atendimento</p><p>Seja consciente da importância de seu</p><p>trabalho, e lembre-se que cada detalhe</p><p>faz a diferença!</p><p>A postura profissional deve fazer parte</p><p>do seu dia a dia. As adversidades podem</p><p>aparecer e você deve estar preparado</p><p>para enfrentá-las e, principalmente, para</p><p>resolvê-las.</p><p>Conduzir seu veículo de forma segura é</p><p>um dos princípios que você deve adotar</p><p>desde quando inicia a sua jornada de</p><p>trabalho até quando finaliza. Não deve</p><p>ser adotada somente porque necessita</p><p>seguir a legislação, mas sim porque seus</p><p>passageiros irão se sentir seguros.</p><p>Lembre-se sempre que pessoas com</p><p>necessidades especiais podem estar</p><p>dentro do seu veículo sem você saber,</p><p>então frenagens bruscas ou manobras</p><p>inesperadas podem prejudicar essas</p><p>pessoas, bem como os demais.</p><p>19</p><p>Atender sem julgamento</p><p>Mesmo que o atendimento seja</p><p>diferenciado para algumas das pessoas</p><p>que possuem alguma necessidade, é</p><p>importante ressaltar que: NÃO SE DEVE</p><p>DISCRIMINAR NENHUMA PESSOA,</p><p>apenas ajudá-las em suas necessidades.</p><p>Sem julgamentos.</p><p>Preconceito não cabe em nenhuma</p><p>esfera da nossa vida, já não temos mais</p><p>lugar para aceitar qualquer tipo de</p><p>preconceito e/ou discriminação.</p><p>Ter uma boa conduta faz de você um</p><p>profissional excelente.</p><p>Lembre-se que estamos tratando com</p><p>pessoas e o respeito vem sempre em</p><p>primeiro lugar.</p><p>Idosos</p><p>Segundo o IBGE, o brasileiro tem uma</p><p>expectativa de vida de 76,8 anos. Isso</p><p>nos mostra que a população está ficando</p><p>mais velha, e com isso precisamos nos</p><p>dedicar a oferecer serviços de qualidade</p><p>para essas pessoas.</p><p>No Brasil, a pessoa é considerada idosa a</p><p>partir dos 60 anos, então essas pessoas,</p><p>assim como as gestantes e os deficientes</p><p>físicos, precisam ter um local destinado</p><p>a eles dentro do ônibus e que precisa ser</p><p>respeitado, assim como alguns deles</p><p>necessitam de ajuda para embarque e</p><p>desembarque.</p><p>Além disso, é importante dizer que nem</p><p>todos os idosos possuem algum tipo de</p><p>limitação,ou necessitam de ajuda, porém</p><p>é importante sempre se disponibilizar.</p><p>Tratamento com os passageiros</p><p>A forma como você trata seus passageiros</p><p>também precisa ser observada. Nunca</p><p>utilize palavras pejorativas. Trate todas as</p><p>pessoas com respeito. Algumas palavras</p><p>podem ser ofensivas às pessoas, então</p><p>ser educado e respeitar as diferenças é</p><p>um dever e não uma questão de aceitar</p><p>as diferenças ou não.</p><p>Resumo</p><p>Precisamos SEMPRE tratar todas as</p><p>pessoas com educação e cordialidade.</p><p>Uma forma bem legal de auto avaliar</p><p>seu trabalho, é pensando se você estaria</p><p>satisfeito se recebesse o seu próprio</p><p>atendimento.</p><p>Sempre esperamos que o serviço seja</p><p>prestado com qualidade, portanto, se</p><p>espera o mesmo de um condutor de</p><p>Transporte Coletivo.</p><p>Devemos nos relacionar com respeito e</p><p>naturalidade com toda e qualquer pessoa,</p><p>independentemente de sua característi-</p><p>cas pessoais.</p><p>20</p><p>Unidade 7</p><p>Usuários e suas faixas etárias</p><p>Como o transporte coletivo de</p><p>passageiros é um transporte bastante</p><p>democrático, é certo que algumas</p><p>faixas etárias fazem mais uso deste</p><p>tipo de transporte.</p><p>De forma geral, o público que mais faz</p><p>uso do transporte coletivo são os adultos.</p><p>Porém é notável que crianças, jovens e</p><p>idosos também aparecem como usuários.</p><p>O público adulto em sua maioria utiliza</p><p>o transporte coletivo para se deslocar de</p><p>sua residência até o trabalho ou vice e</p><p>versa. Esse público de forma geral ocupa</p><p>a maior fatia dos usuários, sendo que a</p><p>maioria é do sexo feminino.</p><p>Pesquisas feitas na cidade de São Paulo</p><p>apontam que a faixa etária está entre</p><p>18 e 34 anos e em sua maioria utilizam</p><p>o transporte público para irem até o</p><p>trabalho.</p><p>���</p><p>�������</p><p>��</p><p>������������������</p><p>���������������</p><p>�����������</p><p>�������</p><p>��������������������������������</p><p>Crianças</p><p>Juntamente com o público adulto,</p><p>é notável que crianças possam</p><p>acompanha-los. As crianças muitas vezes</p><p>deslocando-se até as escolas, porém com</p><p>um perfil de usuário um pouco diferente</p><p>por serem muitas vezes impacientes e</p><p>bastante ativas.</p><p>Essas podem se incomodar muitas vezes</p><p>com a quantidade de pessoas e, por</p><p>estarem cansadas, o choro pode ser uma</p><p>característica aparente a qual deve-se</p><p>respeitar, pois as crianças não conseguem</p><p>controlar suas emoções.</p><p>Jovens</p><p>Os usuários jovens (adolescentes) se</p><p>mostram com mais energia, o que pode</p><p>causar algum incomodo aos demais</p><p>usuários, pois os adolescentes geralmente</p><p>estão em grupos de 3 ou 4 pessoas,</p><p>trazendo um tumulto um pouco maior</p><p>para dentro do veículo.</p><p>Alguns podem ser menos educados</p><p>enquanto usam o transporte, fazendo</p><p>com que o motorista e o cobrador</p><p>precisem ter um jogo de cintura um</p><p>pouco maior para lidar com essa faixa</p><p>etária de usuários.</p><p>21</p><p>Idosos</p><p>Por sua idade e características, os idosos</p><p>a partir de 60 anos possuem gratuidade</p><p>no transporte coletivo de passageiros.</p><p>Alguns deles podem apresentar dificulda-</p><p>des para embarcar e desembarcar ou</p><p>até mesmo para se locomoverem dentro</p><p>do veículo. É nesta hora que o motorista</p><p>precisa ter empatia, e aguardar que</p><p>o idoso possa se acomodar</p><p>em algum</p><p>assento que é destinado a ele.</p><p>É importante ressaltar que 10% dos</p><p>assentos devem ser reservados aos</p><p>idosos, e esses devem estar identificados</p><p>com placas.</p><p>Os idosos, assim como pessoas com</p><p>deficiência e gestantes tem o direito</p><p>do atendimento preferencial, sendo que</p><p>todos os usuários devem ser tratados de</p><p>forma igual, independentemente de suas</p><p>características.</p><p>Tratamento aos usuários</p><p>É importante saber lidar com pessoas,</p><p>o humor de cada individuo é diferente,</p><p>respeite as diferenças e haja sempre com</p><p>educação e cortesia.</p><p>Muitas pessoas utilizam o transporte</p><p>público por necessidade, portanto,</p><p>entregue um serviço de qualidade, afinal</p><p>este é o seu trabalho. Seja um profissional</p><p>exemplar. Não seja apenas um indivíduo</p><p>sentado atrás do volante conduzindo um</p><p>veículo.</p><p>Nos dias de hoje a humanização das</p><p>profissões está fazendo a diferente</p><p>entre os profissionais.</p><p>Resumo</p><p>Ser um motorista de transporte coletivo</p><p>de passageiros humanizado, que trata</p><p>todos os usuários com educação e</p><p>respeito é imprescindível. Saber que</p><p>diferentes tipos de pessoas podem</p><p>entrar em seu veículo e todas devem</p><p>ser tratadas da mesma forma, sem</p><p>discriminar nenhuma delas.</p><p>Todos os cidadãos tem direito a um</p><p>serviço de qualidade. Seja você o</p><p>profissional que entrega este serviço.</p><p>22</p><p>PRIMEIROS</p><p>SOCORROS</p><p>CONVÍVIO SOCIAL E RESPEITO</p><p>AO MEIO AMBIENTE</p><p>MÓDULO4</p><p>NOÇÕES DE</p><p>No formato PDF, clique nos títulos para acessar os conteúdos relacionados.</p><p>SUMÁRIO</p><p>Conceito</p><p>Sinalização do local do acidente</p><p>Serviços de emergência</p><p>UNIDADE 1 - NOÇÕES DE PRIMEIROS SOCORROS</p><p>Bombeiros, polícia, ambulância, concessionária da via e outros</p><p>Números de emergência</p><p>Quando acionar o socorro</p><p>UNIDADE 2 - ACIONAMENTO DE RECURSOS</p><p>O que não fazer</p><p>Acidente com motociclista</p><p>Não ofereça nada para a vítima</p><p>Resumo</p><p>UNIDADE 4 - CUIDADOS COM A VÍTIMA</p><p>Introdução</p><p>Grupos sociais</p><p>Formação da sociedade</p><p>Relacionamento interpessoal</p><p>Gentileza</p><p>O indivíduo como cidadão</p><p>A responsabilidade criminal e civil do condutor e o CTB</p><p>Resumo</p><p>UNIDADE 7 - O INDIVÍDUO, O GRUPO E A SOCIEDADE</p><p>UNIDADE 3 - VERIFICAÇÃO DAS CONDIÇÕES GERAIS DE VÍTIMA DE ACIDENTE</p><p>OU PASSAGEIRO COM MAL SÚBITO</p><p>O que é necessário saber</p><p>Batimentos cardíacos</p><p>UNIDADE 5 - REGULAMENTAÇÃO DO CONAMA SOBRE POLUIÇÃO AMBIENTAL</p><p>CAUSADA POR VEÍCULOS</p><p>Veículo como agente poluidor</p><p>PROCONVE</p><p>Emissão de gases</p><p>Emissão de partículas</p><p>Emissão sonora</p><p>UNIDADE 6 - MANUTENÇÃO PREVENTIVA DO VEÍCULO PARA PRESERVAÇÃO</p><p>DO MEIO AMBIENTE</p><p>Informações gerais</p><p>4</p><p>15</p><p>15</p><p>16</p><p>16</p><p>16</p><p>16</p><p>17</p><p>17</p><p>7</p><p>7</p><p>8</p><p>10</p><p>11</p><p>11</p><p>11</p><p>12</p><p>12</p><p>12</p><p>13</p><p>13</p><p>14</p><p>5</p><p>5</p><p>6</p><p>9</p><p>9</p><p>Unidade 1</p><p>Conceito</p><p>Os motoristas de forma geral sempre</p><p>estão expostos a riscos de acidentes de</p><p>trânsito, por isso é importante conhecer</p><p>Noções Básicas de Primeiros Socorros.</p><p>Isso pode fazer com que você ajude</p><p>pessoas, torne o local do acidente mais</p><p>seguro e até mesmo salve vidas.</p><p>Antes de qualquer coisa, é importante</p><p>alertar: só inicie os primeiros socorros</p><p>se você estiver realmente preparado e</p><p>tenha o mínimo de conhecimento, pois</p><p>a prestação de socorro sem estar</p><p>preparado ou sem conhecimento pode</p><p>colocar você e os demais em risco ou</p><p>até mesmo piorar a situação do acidente.</p><p>Desta forma, sempre pense antes de agir,</p><p>nunca faça nada por impulso.</p><p>CONCEITO:</p><p>Primeiros socorros é o atendimento pres-</p><p>tado às vítimas de qualquer acidente</p><p>ou mal súbito, antes da chegada de</p><p>qualquer profissional qualificado da</p><p>área da saúde ou equipe especializada</p><p>em atendimento pré hospitalar.</p><p>São medidas iniciais tomadas a fim</p><p>de evitaro agravamento das lesões</p><p>e manter a vítima viva.</p><p>Sinalização do local do acidente</p><p>Os acidentes podem acontecer em</p><p>qualquer hora e qualquer local. Para</p><p>tanto, é preciso ter um esquema orga-</p><p>nizado na cabeça para saber como</p><p>proceder e executar os procedimentos</p><p>de forma correta e assertiva.</p><p>O que você deve fazer quando se deparar</p><p>com um acidente ou até mesmo quando</p><p>estiver envolvido nele?</p><p>Veremos a seguir as ações básicas,</p><p>pois até mesmo quem não consegue</p><p>ver pessoas feridas poderá ajudar de</p><p>alguma forma.</p><p>Em primeiro lugar você deve tornar o</p><p>local o mais seguro possível, assim evitará</p><p>que novos acidentes possam acontecer.</p><p>O seu veículo deve ser parado ou</p><p>estacionado em local seguro, evitando</p><p>que ele fique em local que possa</p><p>ocasionar outro acidente.</p><p>Sinalize o local do acidente imediata-</p><p>mente, usando para isso o pisca alerta</p><p>do seu veículo, o triângulo de segurança,</p><p>galhos de árvores ou qualquer outro</p><p>objeto que chame a atenção.</p><p>Pode-se também utilizar uma pessoa</p><p>que fique atenta na pista para indicar</p><p>esta situação.</p><p>���</p><p>�����</p><p>������������</p><p>�����������</p><p>5</p><p>OBS: Jamais sinalize o local do acidente</p><p>com pedras ou fogo, pois isso poderá</p><p>tornar o local propício a novos acidentes.</p><p>A sinalização do local é um passo</p><p>bastante importante, por isso fique tento:</p><p>Não é só a sinalização que deve iniciar</p><p>bem antes do acidente. É necessário que</p><p>todo o trecho, do início da sinalização até</p><p>o local exato do acidente seja demarcado,</p><p>indicando quando houver desvio de</p><p>direção.</p><p>Se acaso isso não puder ser feito de</p><p>forma completa, faça o melhor que puder</p><p>enquanto aguarda as equipes de socorro</p><p>que deverão completar a sinalização e os</p><p>desvios.</p><p>Para entender melhor a distância da</p><p>sinalização, utilize como base a tabela</p><p>abaixo:</p><p>Serviços de emergência</p><p>Caso você não esteja seguro para tomar</p><p>nenhuma atitude em relação ao acidente,</p><p>chame o serviço de emergência.</p><p>Esta é uma atitude que todo condutor</p><p>deve tomar em relação aos acidentes,</p><p>principalmente os de trânsito quando</p><p>envolvem vítimas.</p><p>Não acenda isqueiro ou fósforo para</p><p>iluminar o local do acidente. Use os</p><p>faróis do seu carro, lanterna e a luz</p><p>interna do veículo acidentado se for</p><p>possível, até mesmo lanterna de</p><p>celular pode ajudar, mas nunca utilize</p><p>uma chama exposta;</p><p>As pessoas devem ficar na lateral da</p><p>pista, sempre de frente para o fluxo</p><p>dos veículos;</p><p>Agitando um tecido ou um objeto para</p><p>alertar os motoristas;</p><p>Nunca se posicione logo depois de</p><p>uma curva ou em outro local perigoso.</p><p>Você deve ficar visível para que todos</p><p>os motoristas identifiquem há tempo</p><p>a situação.</p><p>6</p><p>Obs.: A contagem dos passos é longa.</p><p>Vias locais</p><p>Avenidas</p><p>Fuxo rápido</p><p>Rodovias</p><p>40 passos</p><p>60 passos</p><p>80 passos</p><p>100 passos</p><p>80 passos</p><p>120 passos</p><p>160 passos</p><p>200 passos</p><p>Distância para</p><p>início da sinalização</p><p>em pisca seca</p><p>Tipo de via</p><p>Distância para</p><p>início da sinalização</p><p>sob chuva, neblina, etc.</p><p>Unidade 2</p><p>Bombeiros, polícia, ambulância,</p><p>concessionária da via e outros</p><p>O acionamento dos recursos especializa-</p><p>dos é importantíssimo, como vimos no</p><p>conteúdo de legislação. Segundo o CTB,</p><p>e o Código Penal Brasileiro, não prestar</p><p>socorro, podendo fazê-lo, é considerado</p><p>crime.</p><p>O artigo 135 do Código Penal afirma que:</p><p>Art. 135. Deixar de prestar socorro à</p><p>vítima de acidente ou pessoa em perigo</p><p>eminente, podendo fazê-lo, é crime”.</p><p>Seguindo a linha de não se enquadrar</p><p>em crime por omissão de socorro, você</p><p>deve ter algumas informações que serão</p><p>necessárias passar aos atendentes</p><p>quando estiver fazendo a ligação.</p><p>Mesmo com toda</p><p>a urgência de</p><p>atender ao</p><p>acidente, os</p><p>atendentes</p><p>do chamado</p><p>de socorro vão</p><p>fazer algumas perguntas a você, pois são</p><p>questões fundamentais para a prestação</p><p>de socorro mais eficiente.</p><p>Ao chamar o socorro, tente ter respostas</p><p>para as seguintes perguntas:</p><p>Números de emergência</p><p>Telefones a serem acionados:</p><p>Algumas rodovias que são pedagiadas</p><p>possuem as concessionárias que também</p><p>podem dispor de auxílios.</p><p>�</p><p>������������</p><p>��</p><p>�����������������������������������</p><p>Tipo do acidente (carro, motocicleta,</p><p>colisão, atropelamento, etc.);</p><p>Gravidade aparente do acidente;</p><p>Nome da rua e número próximo;</p><p>Número aproximado de vítimas</p><p>envolvidas;</p><p>Pessoas presas nas ferragens;</p><p>Vazamento de combustível ou produtos</p><p>químicos;</p><p>Ônibus ou caminhões envolvidos.</p><p>Bombeiro SAMU Defesa Civil</p><p>193 192 199</p><p>Polícia Militar Polícia Rodoviária Federal</p><p>190 191</p><p>7</p><p>podem contar com apoio da polícia</p><p>militar local.</p><p>Esses profissionais, ainda que sem os</p><p>equipamentos e materiais necessários</p><p>para o atendimento e transporte de uma</p><p>vítima, são as únicas opções nesses</p><p>casos.</p><p>Polícia Rodoviária Federal - 191</p><p>Todas as rodovias devem divulgar o</p><p>número do telefone a ser chamado</p><p>em caso de emergência.</p><p>Pode ser da Polícia Rodoviária Federal</p><p>ou Estadual, do serviço de uma conces-</p><p>sionária ou do próprio serviço público.</p><p>Os serviços das concessionárias não</p><p>possuem um número único de telefone,</p><p>podendo mudar de uma rodovia para</p><p>outra, por isso tenha sempre anotado</p><p>os números da sua localidade ou do</p><p>local onde você estará transitando.</p><p>Quando acionar o socorro</p><p>Além desses números de emergência,</p><p>é importante saber em que situação</p><p>devemos acioná-los.</p><p>Resgate do Corpo de Bombeiros - 193</p><p>Deve-se acionar quando tiver vítimas</p><p>presas nas ferragens; qualquer perigo</p><p>identificado como fogo, fumaça, faíscas,</p><p>vazamento de substâncias, líquidos,</p><p>gases, combustíveis ou ainda locais</p><p>instáveis como ribanceiras, muros caídos,</p><p>valas, etc.;</p><p>Serviço de atendimento móvel de</p><p>urgência (SAMU) - 192</p><p>Deve ser acionado para qualquer tipo</p><p>de acidente, mal súbito em via pública</p><p>ou rodovia.</p><p>É realizado o atendimento de urgência</p><p>e emergência em qualquer lugar:</p><p>residências, locais de trabalho e vias</p><p>públicas.</p><p>O SAMU foi idealizado para atender a</p><p>qualquer tipo de emergência relacionada</p><p>à saúde, incluindo acidentes de trânsito.</p><p>Pode ser acionado também para socorrer</p><p>pessoas que passam mal dentro dos</p><p>veículos.</p><p>O SAMU pode acionar o serviço de</p><p>resgate ou outros, se houver necessidade.</p><p>Polícia Militar - 190</p><p>Deve ser acionada sempre que ocorrer</p><p>uma emergência em locais sem serviços</p><p>próprios.</p><p>Acidentes em localidades que não</p><p>possuem um sistema de emergência</p><p>8</p><p>Unidade 3</p><p>O que é necessário saber</p><p>Batimentos cardíacos</p><p>Se você não possui conhecimento o</p><p>suficiente ou se não se sente preparado,</p><p>o acionamento dos números de emergia</p><p>são imprescindíveis.</p><p>Lembre-se que nenhum treinamento de</p><p>primeiros socorros dará a você precisão</p><p>suficiente e que nenhum treinamento</p><p>básico substitui o atendimento dos</p><p>profissionais socorristas.</p><p>Todo o atendimento de primeiro</p><p>socorros baseia-se nos seguintes passos:</p><p>Para sabermos sobre as condições da</p><p>vítima, é importante identificar seus</p><p>sinais vitais.</p><p>Para aferição de batimento cardíacos,</p><p>posicione o dedo médio e o indicador</p><p>sobre a carótida localizada no pescoço</p><p>da vítima, que fica entre a traqueia e o</p><p>músculo do pescoço.</p><p>Assim você pode verificar se a vítima</p><p>está ou não com o coração batendo.</p><p>Esse procedimento também poderá</p><p>ser feito no punho da vítima, caso</p><p>esteja mais acessível.</p><p>A frequência cardíaca ideal, em repouso,</p><p>de acordo com a idade é:</p><p>������</p><p>��������</p><p>�����</p><p>���������</p><p>��������������</p><p>������</p><p>��������������</p><p>��</p><p>��������������������������������������</p><p>Sinalização do local do acidente;</p><p>Evitar que haja mais vítimas, tornando</p><p>o local seguro;</p><p>Proteger a vítima;</p><p>Não agravar as lesões existentes</p><p>(primeiro trauma);</p><p>Não provocar outras lesões (segundo</p><p>trauma).</p><p>Até 2 anos de idade: 120 a 140 bpm;</p><p>Entre 8 anos até 17 anos: 80 a 100 bpm;</p><p>Adulto sedentário: 70 a 80 bpm;</p><p>Adulto que faz atividade física e idosos:</p><p>50 a 60 bpm.</p><p>9</p><p>Unidade 4</p><p>O que não fazer</p><p>É de grande valia ressaltar que na</p><p>prestação de primeiros socorros você</p><p>deve ser ágil, pois fazer as coisas com</p><p>agilidade traz à vítima uma maior</p><p>chance de receber atendimento</p><p>profissional.</p><p>Porém ser ágil é diferente de ser</p><p>precipitado.</p><p>Muitas pessoas agem sem pensar e</p><p>acabam agravando a situação. Apesar das</p><p>boas intenções, muitos procedimentos,</p><p>se executados de uma forma errada</p><p>podem agravar a situação das vítimas</p><p>e trazerem danos ainda maiores.</p><p>Se o acidente não mostrar risco de</p><p>explosão, incêndio, contato dos aciden-</p><p>tados com produtos tóxicos ou perigo</p><p>do veículo cair em barrancos, a melhor</p><p>forma de proceder é aguardar o socorro</p><p>especializado e somente tentar acalmar</p><p>as vítimas.</p><p>A movimentação da vítima pode agravar</p><p>lesões inicialmente simples.</p><p>Exemplo: fraturas em pernas e braços,</p><p>ao serem movimentadas de modo</p><p>inadequado, podem levar ao rompimento</p><p>de ligamentos, nervos ou lesão de veias</p><p>e artérias (provocando hemorragia).</p><p>Não movimente a vítima, apenas cubra</p><p>o local ferido com o pano mais limpo que</p><p>tiver para que não fique exposto.</p><p>Desta forma você não deixará a vítima</p><p>tão exposta, pois nestas situações as</p><p>pessoas se sentem expostas e vulneráveis.</p><p>A movimentação da cabeça, pescoço ou</p><p>tronco de um acidentado com fratura de</p><p>ossos da coluna, pode afetar a medula</p><p>causando lesão neurológica irreversível.</p><p>Se tratando de um motociclista, apenas</p><p>abra a viseira para ajudar na respiração</p><p>e desafivele a cinta jugular do capacete.</p><p>Muito importante: mesmo as vítimas que</p><p>saem andando de um acidente, devem</p><p>aguardar socorro especializado para uma</p><p>melhor avaliação.</p><p>Lesões internas podem ter acometido</p><p>a vitima e, por estar com um pico de</p><p>adrenalina, ela pode não sentir dores</p><p>ou desconfortos.</p><p>��������</p><p>����</p><p>���������������������������������������������</p><p>10</p><p>Além das orientações anteriores, é</p><p>comum que as vítimas peçam algo para</p><p>ingerir. Mesmo recebendo este pedido,</p><p>nunca dê nada para a vítima ingerir.</p><p>A vítima pode ter alteração da consciên-</p><p>cia e apresentar vômitos, engasgos e</p><p>até mesmo “aspirar” o líquido para os</p><p>pulmões, o que pode levar à asfixia.</p><p>Há casos também</p><p>em que as vítimas</p><p>necessitarão de</p><p>procedimentos</p><p>cirúrgicos, então</p><p>o estômago com</p><p>alimentos ou</p><p>líquidos poderá</p><p>ser um fator de</p><p>risco para a anestesia e</p><p>para a cirurgia num todo.</p><p>Acidente com motociclista Não ofereça nada para a vítima</p><p>Agora você conhece os números de</p><p>emergência que devem ser acionados</p><p>e as informações que devem ser</p><p>repassadas.</p><p>Lembre-se de sinalizar o local do acidente</p><p>para evitar que haja mais vítimas. Proteja</p><p>a vítima e faça o possível para não agravar</p><p>ou provocar novas lesões.</p><p>Você só verificará as condições gerais da</p><p>vítima e seus sinais vitais quando o local</p><p>estiver seguro.</p><p>Desta forma, sempre que possível ajude,</p><p>porém nunca se coloque em risco.</p><p>Sinalização adequada do local e aciona-</p><p>mento de socorro especializado poderá</p><p>salvar vidas.</p><p>Resumo</p><p>Os motociclistas geralmente são os</p><p>mais prejudicados quando o assunto</p><p>é acidente de trânsito.</p><p>Por serem mais frágeis e não terem tanta</p><p>proteção, o acidente geralmente provoca</p><p>pânico e o capacete uma sensação de</p><p>asfixia ou até mesmo de claustrofobia.</p><p>É comum que a própria vitima tente</p><p>retirar o seu capacete. Nesses casos</p><p>tranquilize-a ao máximo, abra sua viseira</p><p>e desafivele a cinta jugular para que a</p><p>vítima possa se sentir um pouco melhor.</p><p>Em dias de sol, fazer sombra sobre a</p><p>vítima também ameniza um pouco a</p><p>situação.</p><p>A movimentação do pescoço pode fazer</p><p>com a haja fraturas na coluna gerando</p><p>assim graves consequências, como por</p><p>exemplo a paraplégia.</p><p>Os socorristas possuem manobras espe-</p><p>cíficas para retirada do capacete. Por isso</p><p>é importante sempre chamar o socorro</p><p>especializado.</p><p>11</p><p>Unidade 5</p><p>Veículo como agente poluidor</p><p>PROCONVE</p><p>O Conselho Nacional do Meio Ambiente</p><p>(CONAMA) é o órgão que estabelece as</p><p>normas gerais para proteção do meio</p><p>ambiente. Existem normas que devem</p><p>ser seguidas e que preveem os níveis de</p><p>poluição lançados pelos veículos.</p><p>Os veículos precisam estar com a</p><p>manutenção e regulagem em dia para</p><p>que seja minimizado a quantidade de</p><p>poluentes que são lançados na atmosfera.</p><p>Emissão de gases</p><p>Os principais objetivos do PROCONVE</p><p>são:</p><p>E a partir do CONAMA foi instituído</p><p>o PROCONVE com o intuito de reduzir</p><p>a poluição ambiental.</p><p>Programa de Controle da Poluição do Ar</p><p>por Veículos Automotores (PROCONVE)</p><p>envolve a conscientização a respeito da</p><p>poluição AMBIENTAL.</p><p>��������������</p><p>���</p><p>�����������</p><p>������������������</p><p>����������</p><p>���</p><p>������������������������������������</p><p>Já temos uma tecnologia avançando</p><p>em relação aos combustíveis que movem</p><p>os veículos... E podemos chamá-los de</p><p>veículos verdes, que são aqueles que</p><p>possuem uma taxa de poluição quase</p><p>zero. Porém, enquanto esta não é uma</p><p>realidade para todos, até porque esses</p><p>veículos ainda são caros, devemos nós,</p><p>condutores, nos conscientizarmos e</p><p>fazermos a nossa parte.</p><p>Manter sempre o veículo com sua</p><p>manutenção em dia minimiza os efeitos</p><p>negativos que os veículos geram.</p><p>Reduzir</p><p>os níveis de emissão de</p><p>poluentes por veículos automotores</p><p>visando o atendimento aos padrões</p><p>de qualidade do ar, especialmente</p><p>nos centros urbanos;</p><p>Promover o desenvolvimento tecno-</p><p>lógico nacional, tanto na engenharia</p><p>automobilística, como também em</p><p>métodos e equipamentos para ensaios</p><p>e medições da emissão de poluentes;</p><p>Criar programas de manutenção e</p><p>inspeçãopara veículos automotores</p><p>em uso;</p><p>Estabelecer condições de avaliação</p><p>dos resultados alcançados;</p><p>12</p><p>circulação de veículos que são agentes</p><p>poluidores e que estão fora dos limites</p><p>permitidos.</p><p>A qualidade de vida do ser humano</p><p>está diretamente ligada às condições</p><p>climáticas.</p><p>A qualidade do ar influencia diretamente</p><p>na saúde da humanidade. Estudos</p><p>apontam que as principais doenças</p><p>respiratórias causadas pela má qualidade</p><p>do ar são: asma, rinite, pneumonia,</p><p>doença pulmonar obstrutiva crônica</p><p>e câncer de pulmão.</p><p>Por serem quase que invisíveis aos olhos</p><p>humanos, muitas vezes não percebemos</p><p>que este é um problema sério e urgente</p><p>em nosso planeta.</p><p>A emissão de partículas lançadas a</p><p>todo momento na atmosfera prejudica</p><p>de forma direta a vida das pessoas.</p><p>Por esses e muitos outros motivos, a</p><p>fiscalização tem o objetivo de controlar</p><p>a emissão de fumaça e restringir a</p><p>Emissão de partículas</p><p>A resolução 624/2016 do CONTRAN,</p><p>no seu artigo primeiro apresenta o</p><p>seguinte texto:</p><p>Art. 1º. Fica proibida a utilização, em</p><p>veículos de qualquer espécie, de equipa-</p><p>mento que produza som audível pelo</p><p>lado externo, independentemente do</p><p>volume ou frequência, que perturbe</p><p>o sossego público, nas vias terrestres</p><p>abertas à circulação.</p><p>A poluição sonora também afeta a vida</p><p>das pessoas, trazendo perda auditiva,</p><p>zumbido, dor de cabeça, stress entre</p><p>outros problemas.</p><p>Para que se evite os efeitos negativos</p><p>da poluição sonora, é importante evitar</p><p>locais onde o som seja alto demais.</p><p>Em situações como o ambiente de</p><p>trabalho ou em locais com muito ruídos e</p><p>barulho extremo, use sempre protetores</p><p>auriculares.</p><p>Se estiver transitando com seu veículo</p><p>e sentir que tem muito barulho, feche</p><p>as janelas do carro. Isso ajudará na</p><p>diminuição dos ruídos externos e será</p><p>mais fácil evitar o estresse provocado</p><p>pelo barulho.</p><p>Emissão sonora</p><p>Promover a conscientização da popula-</p><p>ção com relação à questão da poluição</p><p>do ar por veículos automotores;</p><p>Promover a melhoria das característi-</p><p>cas técnicas dos combustíveis líquidos</p><p>postos à disposição da frota nacional</p><p>de veículos automotores, visando a</p><p>redução de emissões poluidoras à</p><p>atmosfera. Visando um futuro livre</p><p>de poluentes.</p><p>13</p><p>Unidade 6</p><p>Informações gerais</p><p>Fazer uma manutenção efetiva, além de</p><p>garantir o bom funcionamento do seu</p><p>veículo, ajudará também na preservação</p><p>do meio ambiente.</p><p>O bom funcionamento do motor, além</p><p>de economizar combustível, irá diminuir</p><p>a emissão de gases poluentes, emissão</p><p>de fumaça e também da poluição sonora,</p><p>trazendo benefícios para o condutor e</p><p>para o planeta.</p><p>Além da manutenção preventiva, é</p><p>importante que o descarte das peças</p><p>e/ou fluídos tenham um destino correto,</p><p>pois o descarte feito de qualquer maneira</p><p>e em locais impróprios contribuiem para</p><p>poluição ambiental.</p><p>Alguns pontos a serem levados em</p><p>consideração:</p><p>Estar atento às manutenções periódicas</p><p>do seu veículo contribui para o não</p><p>agravamento da situação ambiental.</p><p>Precisamos que os condutores e toda</p><p>a população sejam conscientes dos</p><p>danos que causa ao meio ambiente,</p><p>principalmente pelos veículos, afim de</p><p>tornar nosso planeta um lugar melhor.</p><p>O veículo por si só é um agente poluidor</p><p>e não destinar seus resíduos para o</p><p>descarte correto prejudica ainda mais</p><p>o meio ambiente, por isso colabore.</p><p>����������</p><p>�����������������</p><p>���</p><p>�������������������</p><p>���������������������������������</p><p>Manter o motor sempre regulado;</p><p>Seguir cuidadosamente o plano</p><p>de manutenção;</p><p>Manter a bateria regulada;</p><p>Verificar se o nível do olho do motor</p><p>está adequado;</p><p>Calibrar os pneus;</p><p>Não exceder o peso carregado no</p><p>veículo;</p><p>Trocar de marcha na rotação certa;</p><p>Evitar acelerações e frenagens bruscas.</p><p>14</p><p>Unidade 7</p><p>Introdução</p><p>Grupos sociais</p><p>Do ponto de vista das Ciências Sociais,</p><p>o indivíduo é parte formadora de uma</p><p>sociedade. Esta, por sua vez, é constituída</p><p>a partir do conjunto de todas as relações</p><p>sociais que os indivíduos mantêm entre</p><p>si.</p><p>Émile Durkheim (1858 – 1917) enfatiza</p><p>que a sociedade é anterior ao indivíduo</p><p>e impõe-se sobre ele, suas regras (fatos</p><p>sociais) são exteriores, coercitivas e gerais</p><p>e exercem controle sobre os indivíduos.</p><p>A participação do indivíduo na sociedade</p><p>está ligada à função que ele desempenha</p><p>nela.</p><p>Para nos sentirmos parte de um deter-</p><p>minado grupo, buscamos características</p><p>que nos agradam e que estão de acordo</p><p>com as nossas crenças. Assim, sempre</p><p>procuramos nossos iguais para nos</p><p>relacionarmos e formar um grupo,</p><p>formando então a sociedade.</p><p>De forma geral, a sociedade é formada</p><p>de vários pequenos grupos, onde formam</p><p>um todo.</p><p>As principais características dos grupos</p><p>sociais são:</p><p>����������� ��������</p><p>������</p><p>����������������������������</p><p>Pluralidade de indivíduos: precisa</p><p>haver mais de uma pessoa num grupo;</p><p>Interação social: os membros do grupo</p><p>interagem entre si;</p><p>Organização: precisa haver uma certa</p><p>ordem no grupo;</p><p>Objetividade e exterioridade: o grupo</p><p>está acima do indivíduo e a existência</p><p>de um indivíduo não depende de sua</p><p>participação no grupo;</p><p>Objetivo comum: há certos valores,</p><p>princípios e objetivos que unem os</p><p>membros do grupo.</p><p>Consciência grupal: pensamentos,</p><p>ideias e sentimentos são compartilha-</p><p>dos pelos membros do grupo;</p><p>Continuidade: as interações entre</p><p>os membros do grupo precisam ser</p><p>duradouras, como ocorre em famílias,</p><p>numa escola, numa instituição religiosa,</p><p>etc.</p><p>15</p><p>Formação da sociedade</p><p>Gentileza</p><p>Para determinar uma sociedade é preciso</p><p>que possam conviver de forma minima-</p><p>mente organizada.</p><p>Uma sociedade se caracteriza por</p><p>indivíduos sujeitos às mesmas autori-</p><p>dades políticas, seguindo as mesmas</p><p>leis e normas e sendo governadas por</p><p>entidades que zelam pelo bem estas</p><p>social deste grupo.</p><p>Assim temos caracterizada uma</p><p>sociedade: onde os indivíduos, em seus</p><p>gupos e subgrupos, se relacionam.</p><p>Relacionamento interpessoal</p><p>Uma vez constituída a sociedade, temos</p><p>os indivíduos que se relacionam.</p><p>O relacionamento interpessoal se dá</p><p>através do envolvimento, seja ele</p><p>emocional ou não de duas ou mais</p><p>pessoas do mesmo círculo. As relações</p><p>para serem saudáveis não devem ser</p><p>abusivas. Devem ser relações onde</p><p>todos sejam respeitados levando em</p><p>consideração as diferenças existentes.</p><p>Não temos mais espaço para precon-</p><p>ceitos e nem mesmo discriminações. Ser</p><p>cidadão implica em ter direitos e acesso</p><p>a liberdade, e perante a lei somos todos</p><p>iguais.</p><p>É preciso lembrar que nos relacionamos</p><p>o tempo inteiro, o ser humano historica-</p><p>mente vive em grupos, e quanto mais</p><p>saudável for esta convivência melhor.</p><p>No trânsito não é diferente.</p><p>Precisamos estar atentos a nossas</p><p>atitudes para darmos bons exemplos.</p><p>Deste modo tornamos o trânsito um</p><p>lugar melhor de convivência.</p><p>Seja gentil, pois gentileza gera</p><p>gentileza e a vida se torna muito</p><p>mais fácil e leve!</p><p>O indivíduo como cidadão</p><p>Todos cidadão tem direito à educação,</p><p>emprego, saúde e lazer, tendo, então.</p><p>cidadania plena.</p><p>Com os direitos também vem os deveres</p><p>dos cidadãos, e por este motivo, ao</p><p>cometer algum ato ilícito na direção do</p><p>seu veículo, provocando danos a terceiros</p><p>ou ao patrimônio público, o motorista</p><p>estará sujeito a sofrer penas que estão</p><p>descritas no Código Civil e Penal.</p><p>Então condutor, quando você está na</p><p>direção de um veículo, lembre-se que</p><p>você não está apenas conduzindo uma</p><p>máquina, mas que também possui</p><p>responsabilidades sobre ela.</p><p>A sociedade em que vivemos impõe</p><p>regras que necessitam ser cumpridas</p><p>por todos.</p><p>16</p><p>A responsabilidade criminal e</p><p>civil do condutor e o CTB</p><p>Resumo</p><p>Vejamos alguns exemplos que podem</p><p>fazer com que você possa responder</p><p>por crimes de trânsito, tendo penas que</p><p>podem variar de seis meses a quatro</p><p>anos de detenção:</p><p>Seja um cidadão que conhece seus</p><p>direitos e seus deveres e que cumpre-os.</p><p>Só assim vamos rumo a uma</p><p>sociedade</p><p>mais igual para todos.</p><p>Lembre-se que viver em sociedade</p><p>requer ordem.</p><p>Agora você sabe como é constituída uma</p><p>sociedade e que é necessário a formação</p><p>de um grupo para que ela se consolide.</p><p>Os membros desse grupo procuram pelos</p><p>mesmos interesses.</p><p>É preciso que todas as diferenças sejam</p><p>respeitadas e que todos tenham acesso</p><p>ao básico para podermos viver de forma</p><p>digna.</p><p>O relacionamento interpessoal é formado</p><p>pela relação entre duas ou mais pessoas.</p><p>E no trânsito temos um relacionamento</p><p>indireto com os demais indivíduos. E, por</p><p>este motivo, se torna um espaço com</p><p>grandes diferenças de crenças, fazendo</p><p>assim, um local democrático, onde todos</p><p>tem direitos e deveres como na sociedade</p><p>em geral.</p><p>Viver em sociedade é algo complexo,</p><p>porém não é impossível. Existem aqueles</p><p>que de alguma forma tem dificuldades</p><p>para cumprir seus deveres, e assim se</p><p>tornam transgressores</p><p>da lei.</p><p>É preciso sim saber</p><p>quais são seus direitos</p><p>e deveres, e desta</p><p>forma cumprir com</p><p>suas obrigações,</p><p>mas principalmente</p><p>cobrar os seus direitos.</p><p>Deixar de prestar socorro imediato;</p><p>Dirigir com a habilitação suspensa</p><p>ou cassada;</p><p>Participar de rachas;</p><p>Dirigir sem ser habilitado;</p><p>Dirigir sob a influência do álcool</p><p>ou de drogas;</p><p>Entregar o veículo à pessoa não</p><p>habilitada.</p><p>17</p><p>TUA SAÚDE, atualizado em 2021. Frequência cardíaca normal: batimento cardíaco</p><p>por idade. Disponível em: <https://www.tuasaude.com/frequencia-cardiaca/>.</p><p>Acesso em: 28 set. 2021.</p><p>CONAMA, Conselho Nacional do Meio Ambiente. Disponível em: <http://conama.</p><p>mma.gov.br/o-que-e-o-conama%20-%20acessado%20em%2029/09/2021%20-%209:</p><p>40>. Acesso em: 29 set. 2021.</p><p>PROCONVE, SP. Emissão Veicular. Disponível em: <https://cetesb.sp.gov.br/veicular/</p><p>proconve/>. Acesso em: 29 set. 2021.</p><p>SJC Química, RS, 2020. 5 doenças causadas pela poluição do ar. Disponível em:</p><p><https://sjcquimica.com.br/5-doencas-causadas-pela-poluicao-do-ar/></p><p>Acesso em: 29 set. 2021.</p><p>ICETRAN, SC, 2016. Resolução 624/2016: novas regras não são aplicadas somente</p><p>a som automotivo. Disponível em: <https://icetran.com.br/blog/resolucao-624-alem-</p><p>do-som-automotivo/>. Acesso em: 29 set. 2021.</p><p>SIGNIFICADOS. Significado de indivíduo. Disponível em: <https://www.significados.</p><p>com.br/individuo/>. Acesso em: 30 set. 2021.</p><p>MUNDO EDUCAÇÃO. Sociedade. Disponível em: <https://mundoeducacao.uol.com.</p><p>br/sociologia/sociedade.htm#:~:text=Durkheim%20enfatiza%20que%20a%20socieda</p><p>de,fun%C3%A7%C3%A3o%20que%20ele%20desempenha%20nela.></p><p>Acesso em: 30 set. 2021.</p><p>EDUCABRAS, 2021. Grupos Sociais. Disponível em: <https://www.educabras.com/enem/</p><p>materia/sociologia/aulas/grupos_sociais>. Acesso em: 30 set. 2021.</p><p>LEGISWEB, 2006. Resolução ANTT nº 1.383 de 29/03/2006. Disponível em:</p><p><https://www.legisweb.com.br/legislacao/?id=103212>. Acesso em: 06 out. 2021.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>https://ead.bludata.net/�</p><p>+55 (47) 2123-4000</p><p>contato@bludata.com.br�</p><p>TRANSPORTE</p><p>COLETIVO DE</p><p>PASSAGEIROS</p><p>CURSO</p><p>adversas não temos como</p><p>controlar, apenas prevenir e tentar</p><p>amenizar os seus efeitos.</p><p>A condição que iremos falar agora é de</p><p>inteira responsabilidade do condutor.</p><p>A condição adversa de veículo está</p><p>diretamente ligada aos cuidados que</p><p>o condutor tem com o seu veículo, como</p><p>manutenções preventivas e checagem</p><p>de alguns componentes fazem com que</p><p>o veículo sempre esteja em perfeito</p><p>estado para que se possa rodar sem</p><p>maiores preocupações.</p><p>Condição adversa de veículo</p><p>DICAS:</p><p>Na próxima condição adversa que iremos</p><p>estudar, muitos condutores já devem ter</p><p>passado por alguma situação a qual teve</p><p>algum prejuízo.</p><p>Sabemos que as vias no Brasil possuem</p><p>inúmeros problemas e alguns deles bem</p><p>graves.</p><p>Na condição adversa de via podemos</p><p>listar as seguintes situações:</p><p>Falta de sinalização e/ou acostamento;</p><p>Curvas mal projetadas ou mal</p><p>construídas;</p><p>Buracos, desníveis, barro, lama;</p><p>Trechos escorregadios, lombadas e</p><p>depressões;</p><p>Declives e aclives acentuados.</p><p>Utilize a vida de forma a não intensificar</p><p>o perigo;</p><p>Ande sempre em velocidade compatível</p><p>com a via;</p><p>Nos declives acentuados, esteja sempre</p><p>com a marcha reduzida, nunca deixe o</p><p>veículo em ponto morto;</p><p>Esteja atento as sinalizações e redobre</p><p>a atenção;</p><p>Em caso de chuva extrema, evite passar</p><p>em locais alagados, abaixo da água é</p><p>possível existência de buracos.</p><p>Condição adversa de via</p><p>14</p><p>É importante dizer que devemos sempre</p><p>utilizar a via da forma mais segura</p><p>possível. Parte das rodovias do Brasil</p><p>possuem concessão, desta forma se</p><p>apresentam mais conservadas, mas ainda</p><p>sabemos que muitas localidades não</p><p>possuem esta conservação, fazendo com</p><p>que a condição adversa de via seja,</p><p>muitas vezes, ainda mais perigosa.</p><p>E quando nos referimos as condições</p><p>físico emocionais, podemos citar:</p><p>Deficiência visual, auditiva ou motora.</p><p>Não que as pessoas que possuam</p><p>deficiência física em certo grau não</p><p>possam conduzir um veículo, bem pelo</p><p>contrário, até porque hoje temos</p><p>grandes condições de adaptação dos</p><p>veículos para esses condutores. Porém,</p><p>quando não utilizado de forma correta,</p><p>esse pode ser um fator determinante.</p><p>Algumas deficiências físicas não</p><p>impedem o indivíduo de dirigir, mas</p><p>o ato de conduzir é condicionado ao</p><p>uso dos acessórios obrigatórios, como</p><p>próteses corretivas, lentes ou adaptações</p><p>no veículo, conforme definido pela Junta</p><p>Médica do Detran.</p><p>É importante que você, condutor, sempre</p><p>esteja atento ao estado de conservação</p><p>dos pneus, óleo, palhetas, buzina, step,</p><p>calibragem e conferência de combustível</p><p>necessário para chegada do seu destino.</p><p>Essas são condições básicas para que</p><p>você possa rodar de maneira segura.</p><p>Lembrando que sempre deverá ser feita</p><p>a manutenção PREVENTIVA, pois ela é</p><p>mais barata e causará menos danos que</p><p>a manutenção CORRETIVA.</p><p>Condição adversa de condutor</p><p>Essa condição é, sem dúvida alguma, a</p><p>mais importante de todas as condições</p><p>adversas.</p><p>O condutor é o personagem mais</p><p>conflitante do sistema de trânsito, por</p><p>isso se apresentam algumas das</p><p>condições adversas mais comuns ao</p><p>condutor e que podem causar acidentes.</p><p>Se tratando de condições físicas,</p><p>podemos dizer que as principais são:</p><p>cansaço, sono, deficiência da visão,</p><p>deficiência na audição, pressa, sob</p><p>efeito de bebida alcoólica, drogas ou</p><p>uso de medicamentos, ingestão de</p><p>15</p><p>Um veículo mal conservado aumenta a</p><p>possibilidade de problemas e acidentes,</p><p>trazendo assim mais insegurança para</p><p>o trânsito.</p><p>alimentos pesados que acarretam</p><p>sonolência.</p><p>A partir das situações que geram as</p><p>condições adversas, podemos constatar</p><p>que os acidentes podem acontecer por</p><p>vários motivos e de diferentes maneiras.</p><p>Entretanto, as condições adversas são</p><p>fatores agravantes que por vezes podem</p><p>intensificar ou até mesmo causar o</p><p>acidente.</p><p>O conjunto de fatores que leva a</p><p>ocorrência do acidente podem ser os</p><p>mais diversos, e o condutor precisa ter</p><p>conhecimentos desses fatores.</p><p>As condições adversas facilitam o</p><p>acontecimento de acidentes fazendo</p><p>com que isso dificulte a identificação</p><p>do motivo do acidente. Uma vez que</p><p>ocorrido o acidente a cena do local</p><p>se modifica.</p><p>Todas as outras condições apresentadas</p><p>anteriormente, estão diretamente ligadas</p><p>à condição adversa de TRÂNSITO, pois a</p><p>fluidez do trânsito depende de uma série</p><p>de fatores: obras, pouca iluminação, falta</p><p>de sinalização, trânsito intenso de</p><p>veículos, acidentes, buracos, entre outros</p><p>fazem com que a fluidez do trânsito</p><p>diminua.</p><p>Desta forma, conhecer essas situações</p><p>e prevenir para que ela não aconteça,</p><p>ou que seja menos frequente a sua</p><p>incidência, faz com que o trânsito seja</p><p>mais dinâmico.</p><p>Conhecendo e sabendo que esses riscos</p><p>são reais e podem acontecer a qualquer</p><p>momento na via, sabemos que eles</p><p>contribuem para acidentes. Acidentes</p><p>esses que muitas vezes parecem</p><p>nexplicáveis, porém tais eventos podem</p><p>ter início em função de uma condição</p><p>adversa e pelo não olhar atento do seu</p><p>condutor.</p><p>A maioria dos acidentes</p><p>são causados por um</p><p>conjunto de fatores que</p><p>individualmente talvez</p><p>não levasse a ocorrência</p><p>do acidente, ou levaria a</p><p>ocorrência de um pequeno</p><p>acidente, mas quando</p><p>somado a outros fatores,</p><p>Condição adversa de trânsito</p><p>Seja um condutor defensivo</p><p>e preze pela vida!</p><p>16</p><p>potencializam as causas e as consequên-</p><p>cias, fazendo com que um acidente de</p><p>grandes proporções ocorra.</p><p>Normalmente esses fatores estão ligados</p><p>às condições adversas.</p><p>Unidade 4</p><p>Tipos de colisões</p><p>Colisão com o veículo da frente</p><p>A direção defensiva nos dá elementos</p><p>para que a frequência desses eventos</p><p>diminua, entretanto é fácil identificar</p><p>que a maioria das colisões acontece por</p><p>falha humana.</p><p>Geralmente este tipo de colisão ocorre,</p><p>pois o condutor anda muito colado com</p><p>o veículo que precede. A falta de atenção</p><p>ou distrações, como o uso de celular, faz</p><p>com que este tipo de colisão ocorra com</p><p>muito mais frequência.</p><p>Manter uma distância segura, a qual você</p><p>terá tempo e espeça hábil para reagir a</p><p>uma situação inesperada diminui a</p><p>frequência deste tipo de colisão.</p><p>Atenção nos cruzamentos, velocidade</p><p>compatível, atenção difusa, são exemplos</p><p>práticos e simples do que se deve ter</p><p>para evitar este tipo de acidente.</p><p>Nesta unidade iremos falar sobre as</p><p>colisões que podem a vir ocorrer no</p><p>trânsito. Elas estão caracterizadas da</p><p>seguinte maneira:</p><p>������������</p><p>�������</p><p>�������������</p><p>��������</p><p>Colisão com veículo da frente;</p><p>Colisão com veículo de trás;</p><p>Colisão em sentido contrário;</p><p>Colisão em ultrapassagens;</p><p>Colisão ao ser ultrapassado;</p><p>Colisão em curvas;</p><p>Colisão em cruzamento;</p><p>Colisão em marcha ré;</p><p>Colisão com veículo de pequeno</p><p>porte vs. veículo de grande porte;</p><p>Colisão com ciclistas;</p><p>Colisão com pedestres</p><p>Colisão com motociclistas;</p><p>Colisão com animais;</p><p>Colisão com elementos fixos;</p><p>Colisão misteriosa.</p><p>17</p><p>A colisão com veículo em sentido</p><p>contrário é uma das mais graves pois</p><p>somam-se as velocidades dos veículos,</p><p>tornando o impacto ainda mais violento.</p><p>Mesmo que se considerada uma</p><p>velocidade baixa, ao ser somada com</p><p>outro veículo, o estrago que pode ser</p><p>causado por esta colisão é muito grande.</p><p>Vejamos um exemplo prático:</p><p>Dois veículos que estão trafegando em</p><p>sentido contrário a 100 km/h se chocam</p><p>de frente.</p><p>Levando em consideração as duas</p><p>velocidades somadas, o resultado do</p><p>ponto de impacto de 200km/h, será</p><p>somente sobre as velocidades, pois</p><p>temos que levar em conta a massa dos</p><p>veículos também. O que faz com que o</p><p>impacto seja ainda maior.</p><p>Fique atento, pois esse tipo de ocorrência,</p><p>costuma ser frequente em retas, curvas e</p><p>cruzamentos.</p><p>Respeite a sinalização e as condições da</p><p>via.</p><p>Indicar as suas intenções no trânsito,</p><p>evitar frenagens bruscas, manter as</p><p>luzes do veículo sempre em bom estado</p><p>de funcionamento, não dirigir colado</p><p>com os demais veículos, são condições</p><p>que favorecem a dirigibilidade e evitam</p><p>as colisões com o veículo de trás.</p><p>A imprudência e imperícia são os</p><p>principais causadores deste tipo de</p><p>colisão.</p><p>O condutor que se envolve neste tipo</p><p>de acidente na maioria das vezes age</p><p>de maneira imprudente, fazendo</p><p>ultrapassagens em locais proibidos</p><p>ou desrespeitando a sinalização. Outra</p><p>forma se que consolida esse tipo de</p><p>acidente</p><p>é a partir da imperícia do</p><p>condutor, não tem domínio do seu</p><p>veículo ou até mesmo não conhece</p><p>o veículo, associado a imprudência</p><p>temos condições gravíssimas de</p><p>acidentes frontais.</p><p>As principais causas deste tipo de colisão:</p><p>Colisão com o veículo de trás</p><p>Colisão com o veículo em</p><p>sentido contrário (frontal)</p><p>Ultrapassagens mal feitas;</p><p>Falta de perícia para fazer curva;</p><p>Conversões mal realizadas;</p><p>Falta de habilidade para sair de</p><p>situações críticas;</p><p>Reações inadequadas frente à condição</p><p>adversa.</p><p>18</p><p>Ceder a passagem reduzindo a velocidade</p><p>e deslocando-se para direita caso seja</p><p>necessário, são formas de evitar este tipo</p><p>de colisão.</p><p>Alguns fatores estão associados a este</p><p>tipo de colisão:</p><p>Esses são fatores que podem determinar</p><p>a saída do veículo da faixa de direção,</p><p>indo chocar-se com o que vem no sentido</p><p>contrário.</p><p>Nesta situação temos duas forças que</p><p>agem fazendo com que o veículo possa</p><p>ser jogado para dentro ou para fora da</p><p>curva. São as chamadas força centrífuga</p><p>ou força centrípeta.</p><p>Colisão nas curvas</p><p>No inicio deste módulo falamos sobre</p><p>ultrapassar e ser ultrapassado.</p><p>É de costume do condutor defensivo</p><p>que respeite as regras e preste atenção</p><p>as sinalizações e condições da via.</p><p>Sobretudo porque não estamos dirigindo</p><p>nossos veículos sozinhos nas rodovias e</p><p>um fato é que uma colisão em uma</p><p>ultrapassagem é resultado de uma</p><p>manobra mal sucedida, aliada ao excesso</p><p>de velocidade, tornando esta colisão</p><p>muito perigosa, pois o veículo está</p><p>ocupando a pista na contramão,</p><p>ocasionando assim a colisão frontal que</p><p>mencionamos anteriormente.</p><p>Colisão nas ultrapassagens</p><p>Este tipo de colisão acontece em</p><p>decorrência da falta de gentileza do</p><p>condutor. Muitos condutores não</p><p>facilitam para que outro condutor</p><p>possa fazer a ultrapassagem de</p><p>forma tranquila e segura, e acabam</p><p>gerando situações perigosas no trânsito.</p><p>Colisão ao ser ultrapassado</p><p>Velocidade;</p><p>Tipo depavimento;</p><p>Ângulo da curva;</p><p>Condições do veículo e do condutor.</p><p>Existem trechos na via onde tanto a</p><p>sinalização horizontal como a vertical</p><p>indicam local proibido para</p><p>ultrapassagem. RESPEITE esta regra,</p><p>você poderá salvar vidas.</p><p>19</p><p>Todo condutor sabe, ou pelo menos</p><p>deveria saber, que a marcha ré, somente</p><p>é utilizada para efetuar pequenas</p><p>manobras. Portanto, em curtos espaços.</p><p>Colisões desta natureza acontecem em</p><p>função da não observação e falta de</p><p>atenção do condutor. Uma vez que se</p><p>entende que o veículo está em baixa</p><p>velocidade.</p><p>Pontos fixos como colunas são</p><p>obstáculos bastante frequentes para</p><p>esse tipo de colisão. Então, condutor(a),</p><p>fique atento(a) antes de iniciar a manobra</p><p>de marcha ré verifique as seguintes</p><p>situações:</p><p>Em algumas situações de colisões com</p><p>objetos fixos, é possível identificar que</p><p>o condutor estava sobre efeito de álcool</p><p>e outras substâncias, ou até mesmo com</p><p>fadiga extrema, levando a dormir no</p><p>volante.</p><p>Colisão em marcha ré</p><p>e objetos fixos</p><p>A força centrífuga tende a jogar o veículo</p><p>para fora da pista, já a centrípeta tende</p><p>a jogar o veículo para dentro da curva.</p><p>Ambas as forças fazem com que o</p><p>veículo venha a colidir com os objetos</p><p>que existam no percurso.</p><p>Colisão nos cruzamentos</p><p>Dica:</p><p>Quando estiver circulando por uma</p><p>rotatória que não possua sinalização, a</p><p>preferencia é de quem está circulando</p><p>na rotatória.</p><p>Atenção ao sair de garagens;</p><p>Tome cuidado com crianças, animais e</p><p>objetos fixos;</p><p>Regule os retrovisores para diminuir ao</p><p>máximo os pontos cegos;</p><p>Nunca efetue a manobra de marcha ré</p><p>nos cruzamentos.</p><p>Prestar atenção na sinalização de</p><p>preferência e. principalmente respeita-la.</p><p>É uma característica do condutor que</p><p>dirige de forma defensiva.</p><p>É normal que alguns condutores fiquem</p><p>com dúvida quanto a preferencia de</p><p>passagem nos cruzamentos, porém, caso</p><p>essa dúvida surja, o bom senso e a</p><p>gentileza pode tomar espaço. Você</p><p>poderá ceder a vez para o outro condutor,</p><p>dando um sinal de luz ou até mesmo</p><p>gesticulando. Assim evitará esse tipo de</p><p>colisão.</p><p>Sempre observe a sinalização e a</p><p>preferência. Reduza a velocidade,</p><p>respeite a sinalização, os pedestres</p><p>e outros veículos.</p><p>20</p><p>Os ciclistas e os motociclistas são atores</p><p>do trânsito que se deslocam com mais</p><p>agilidade. Desta maneira é comum</p><p>escutar dos motoristas que o ciclista</p><p>apareceu do nada, que o motociclista</p><p>apareceu do lado e não viu. Por estes</p><p>motivos, é fundamental que você esteja</p><p>sempre atento aos retrovisores do seu</p><p>veículo.</p><p>Preste atenção nas ciclofaixas e sempre</p><p>que possível dê preferencia de passagem</p><p>a estes veículos.</p><p>É importante ressaltar que os veículos</p><p>maiores precisam preservar a segurança</p><p>dos menores.</p><p>Alguns pontos importantes a serem</p><p>levados em conta em relação à bicicletas</p><p>e motocicletas:</p><p>Colisão com motociclistas e</p><p>ciclistas</p><p>O sono e o uso de substâncias fazem com</p><p>que o condutor diminua a capacidade de</p><p>algumas funções fundamentais na</p><p>condução do seu veículo, levando a se</p><p>envolver em acidentes.</p><p>Colisão de veículos de pequeno</p><p>porte com veículos de grande</p><p>porte</p><p>Possibilidade de Imperícia de alguns</p><p>condutores;</p><p>Possibilidade de Imprudência ao</p><p>realizar manobras;</p><p>Menor capacidade de frenagem do</p><p>veículo;</p><p>Motocicletas em mau-estado de</p><p>conservação;</p><p>Desrespeito dos outros condutores com</p><p>o motociclista.</p><p>Por se tratar de um veículo de grande</p><p>porte já temos uma grande desvanta-</p><p>gem em relação aos veículos menores.</p><p>Acidentes desta natureza fazem com</p><p>que os veículos menores tenham mais</p><p>prejuízos tanto materiais como físicos.</p><p>Também é preciso levar em considera-</p><p>ção que os veículos de maior porte</p><p>transportam cargas que por si só podem</p><p>ser muito perigosas.</p><p>Para que você evite acidentes deste tipo,</p><p>mantenha distância dos veículos maiores</p><p>e fique atento ao fluxo de trânsito.</p><p>21</p><p>Independente do porte do animal é</p><p>preciso estar atento, pois se estiverem</p><p>sobre a via, e você condutor, não estiver</p><p>atento, poderá se deparar com um</p><p>acidente onde por vezes por gerar</p><p>apenas danos materiais quando se trata</p><p>de animais pequenos. Mas se for um</p><p>cavalo, por exemplo, esse evento pode se</p><p>tornar mais agressivo.</p><p>Lembrete:</p><p>O abandono de animais é crime, segundo</p><p>a Lei Federal nº 14.064/20.</p><p>A colisão misteriosa tem esta</p><p>nomenclatura pois as suas causas</p><p>são desconhecidas, pois o condutor</p><p>ou os ocupantes do veículo venham</p><p>a falecer em decorrência do acidente.</p><p>Também é possível que não se consiga</p><p>identificar de formar rápida o motivo do</p><p>acidente.</p><p>Colisão misteriosa</p><p>Todo condutor é pedestre, mas nem</p><p>todo pedestre é condutor.</p><p>Colisão com pedestres</p><p>Em muitas localidades ao longo da</p><p>odovia é possível encontrar animais</p><p>soltos na pastagem. Esses animais</p><p>podem ficar por horas ali, podendo</p><p>eventualmente se soltarem e virem</p><p>a ocupar a via. Outra situação são</p><p>animais que são abandonados nas</p><p>rodovias e até mesmo os que habitam</p><p>a vegetação que corta a rodovia.</p><p>Colisão com animais</p><p>Com esta máxima, podemos dizer que</p><p>alguns acidentes com pedestres</p><p>acontecem por descuido ou até mesmo</p><p>por não se darem conta da dinâmica do</p><p>trânsito. Os condutores possuem uma</p><p>visão diferente do trânsito, e por este</p><p>motivo é que devem sempre estarem</p><p>atentos aos pedestres.</p><p>Locais de maior circulação de pessoas,</p><p>áreas hospitalares e escolares são locais</p><p>onde o potencial para esse tipo de</p><p>colisão aconteça com maior frequência.</p><p>Condutor, fique atento às sinalizações de</p><p>advertências e áreas residências onde é</p><p>possível encontrar crianças brincando</p><p>na rua. Pequenos cuidados são funda-</p><p>mentais para a boa dinâmica do trânsito.</p><p>22</p><p>Nesta unidade abordamos as situações</p><p>em que as colisões podem ocorrer, como</p><p>podemos nos comportar para que essas</p><p>colisões possam ser evitadas e quais os</p><p>tipos de colisões.</p><p>Para fazermos um apanhado geral e</p><p>nos prevenirmos sobre a ocorrência</p><p>desses acidentes, precisamos levar</p><p>em consideração os seguintes pontos:</p><p>Resumo</p><p>Por vezes, um mal súbito pode acometer</p><p>o condutor e leva-lo a colidir o veículo. Os</p><p>peritos que após analisarem a cinemática</p><p>do acidente podem ter pistas de como o</p><p>acidente veio a acontecer.</p><p>Transitar com velocidade compatível;</p><p>Manter a atenção enquanto dirige;</p><p>Manter a distância segura;</p><p>O tipo de via, a velocidade inadequada</p><p>ou manobra inadequada</p><p>ao momento</p><p>também são causadores de acidentes;</p><p>Manter a atenção nas retas com o que</p><p>ocorre a cada momento no trânsito;</p><p>Observar nos cruzamentos a atenção</p><p>em face da visão restrita do condutor;</p><p>Ter domínio do seu veículo, dirigindo-o</p><p>com atenção e cuidados essenciais à</p><p>segurança de trânsito;</p><p>Redobrar a atenção em dias de chuva;</p><p>Sob neblina, usar os faróis de forma</p><p>correta.</p><p>Manter distância do veículo à frente;</p><p>Respeitar a sinalização (sempre!);</p><p>Ter cuidado nas ultrapassagens;</p><p>Fazer revisões periódicas;</p><p>Compreender que o trânsito é um</p><p>ambiente de convívio de todos.</p><p>23</p><p>Unidade 5</p><p>Introdução</p><p>Cuidado com os integrantes</p><p>Cuidado com os animais</p><p>Certifique-se que o ciclista entendeu</p><p>a sua intenção de manobra através da</p><p>sua sinalização.</p><p>Ao se aproximar de um skatista, diminua</p><p>a velocidade e lembre-se que o skatista</p><p>se movimenta equilibrando-se em cima</p><p>de uma prancha e qualquer imprevisto</p><p>(buraco ou defeito na via) poderá levá-lo</p><p>ao chão ou projetá-lo sobre os veículos.</p><p>Diminua a velocidade assim que avistar</p><p>um animal, ou em locais em que haja</p><p>sinalização informativa.</p><p>Fique atento ao passar por áreas de</p><p>fazendas ou locais com muita vegetação</p><p>nas margens das vias.</p><p>Em algumas situações buzinar poderá</p><p>piorar a situação, pois o animal poderá</p><p>se assustar e correr para o meio da pista.</p><p>Reduzir a velocidade é o mais indicado.</p><p>Colisões com ciclistas, pedestres,</p><p>animais e outros integrantes do trânsito</p><p>podem e acontecem.</p><p>É importante que o condutor defensivo</p><p>saiba que essas também são peças do</p><p>trânsito e em várias situações poderá se</p><p>deparar com esses integrantes.</p><p>A melhor regra para um bom o condutor</p><p>é ser cuidadoso, seja com pedestres,</p><p>ciclistas, skatistas ou carroceiros.</p><p>Prevenir é a melhor opção.</p><p>Com relação a esses integrantes, sempre</p><p>fique atento ao abrir a porta.</p><p>Se for deixar um passageiro, deixe-o</p><p>desembarcar pelo lado da calçada.</p><p>������������</p><p>�������</p><p>��������������</p><p>������������������</p><p>������������������������������������</p><p>24</p><p>Seja cuidadoso e</p><p>atento, assim poderá</p><p>evitar muitas situações</p><p>desagradáveis.</p><p>Anotações:</p><p>É importante que o condutor defensivo</p><p>saiba que os pedestres, ciclistas ou</p><p>carroceiros são usuários da via pública</p><p>que pode não ter conhecimento sobre</p><p>a legislação de trânsito e os perigos de</p><p>transitar sem observar determinadas</p><p>regras.</p><p>O condutor defensivo diminui a sua</p><p>velocidade ao se aproximar de pedestres</p><p>e de veículos não motorizados, a fim de</p><p>aumentar a segurança e evitar um</p><p>possível acidente.</p><p>Resumo</p><p>25</p><p>Unidade 6</p><p>Introdução</p><p>V E R</p><p>P E N S A R</p><p>A G I R</p><p>Tempos</p><p>Para tanto precisamos falar de: tempo de</p><p>reação, tempo de frenagem e tempo de</p><p>parada.</p><p>Tempo de reação</p><p>É o tempo gasto desde que o perigo é</p><p>visto até você tomar alguma decisão.</p><p>Tempo de frenagem</p><p>É o tempo gasto entre o acionamento</p><p>do freio até a parada total do veículo.</p><p>Tempo de parada</p><p>É o tempo gasto desde que se percebe</p><p>o perigo até a parada total do veículo.</p><p>Os mais recentes estudos sobre tempos</p><p>de reação de condutores nos dão conta</p><p>de que ninguém reage a uma situação</p><p>inesperada em menos de 1,8 segundos</p><p>durante o dia e em menos de 2,5</p><p>O trânsito é um local onde nos</p><p>deparamos com vários tipos de pessoas.</p><p>Todas elas com intenção de chegar ao</p><p>seu destino. E em algumas situações isso</p><p>acaba não sendo possível por diversos</p><p>fatores. Fatores esses que mencionamos</p><p>nas unidades anteriores.</p><p>Porém, o condutor que adota a direção</p><p>defensiva consegue aplicar três</p><p>condições para que os acidentes possam</p><p>ser evitados:</p><p>Ver e ser visto é um passo fundamental</p><p>para que os acidentes sejam evitados,</p><p>porém, para que o condutor possa ter</p><p>tempo o suficiente para ver, pensar e</p><p>agir frente a uma determinada situação,</p><p>é preciso que ele tenha tempo e espaço</p><p>suficiente para que possa conseguir</p><p>aplicar tudo isso na direção do seu</p><p>veículo.</p><p>����������</p><p>���������</p><p>���������������������������������������</p><p>26</p><p>segundos durante a noite (tempos</p><p>mínimos de reação), o que explica a</p><p>inevitabilidade de muitos dos acidentes</p><p>de trânsito. Este tempo de reação,</p><p>conhecido como tempo de P.I.E.V</p><p>(Percepção, Identificação, Emoção e</p><p>Vontade) pode chegar a até 5,1 seg.,</p><p>dependendo de diversos fatores tais</p><p>como cansaço, enfermidades, idade,</p><p>álcool e outras drogas, entre outros.</p><p>O tempo de reação de 0,75 segundos só</p><p>corresponde à realidade em uma situação</p><p>esperada e em condições externas</p><p>favoráveis, como por exemplo, a espera</p><p>pela mudança de cor de um semáforo.</p><p>Para tanto, é de suma importância que</p><p>o condutor aplique o método básico de</p><p>prevenção: VER, PENSAR e AGIR.</p><p>27</p><p>Unidade 7</p><p>planejamento, para que possa oferecer</p><p>um serviço de qualidade:</p><p>É sabido que o trânsito é um local onde</p><p>o estresse se faz presente. Entretanto</p><p>é importante que o motorista consiga</p><p>separar o estresse e consiga prestar um</p><p>serviço de qualidade.</p><p>A cordialidade faz parte do seu trabalho,</p><p>afinal lidar com pessoas é preciso ter</p><p>jogo de cintura e tratar todos com</p><p>igualdade.</p><p>Dicas para quando estiver exercendo</p><p>a sua atividade:</p><p>São estas e outras situações que tornam</p><p>seu trabalho de qualidade e fazem com</p><p>que seus passageiros possam ter uma</p><p>viagem mais segura e tranquila.</p><p>Estar sempre atento a dinâmica do</p><p>trânsito;</p><p>Tomar a distância do ciclista que está</p><p>passando pela via;</p><p>Reduzir a velocidade em localidades</p><p>onde existem pedestres;</p><p>Aguardar que os idosos que estejam</p><p>entrando no seu veículo cheguem</p><p>até o banco que irão sentar.É importante que todo condutor que irá</p><p>prestar um serviço especializado tenha</p><p>consciência da importância de seu</p><p>trabalho. E, ainda mais, que saiba que</p><p>todos os passageiros são de sua respon-</p><p>sabilidade.</p><p>Chegar do ponto A ao ponto B não é</p><p>apenas guiar um veículo, mas sim que</p><p>temos uma grande responsabilidade.</p><p>Os veículos especializados, por sua</p><p>característica própria, já são diferen-</p><p>ciados. São maiores, tem mais destaque,</p><p>precisam de mais espaço. Deste modo,</p><p>fazer um planejamento e se organizar</p><p>é bastante importante.</p><p>Algumas empresas já possuem os</p><p>planejamentos em suas rotinas. Mas</p><p>você como condutor que irá prestar</p><p>o serviço, também deverá ter seu próprio</p><p>����������</p><p>�����</p><p>������������</p><p>����������</p><p>�������</p><p>������</p><p>����</p><p>����</p><p>���������������������������</p><p>Cuidados para evitar acidentes</p><p>com veículos especializados</p><p>Condutor responsável</p><p>Evite conflitos no trânsito e com os</p><p>passageiros;</p><p>28</p><p>muito menos com os passageiros,</p><p>fará de você um bom condutor.</p><p>Seu trabalho será reconhecido e você</p><p>poderá ser uma referencia e exemplo</p><p>de bom condutor para os demais.</p><p>Ser motorista especializado faz de</p><p>você um profissional que tem deveres</p><p>importantes. Você transporta pessoas</p><p>e tem responsabilidades sobre elas</p><p>enquanto estiverem dentro do seu</p><p>veículo.</p><p>Desta forma, ter comportamentos</p><p>adequados e que diminuam a proba-</p><p>bilidade de acidentes é a melhor</p><p>maneira de conduzir.</p><p>O transporte coletivo, seja ele de</p><p>passageiros ou de transporte escolar,</p><p>precisa seguir regras e o condutor</p><p>precisa estar atento a elas para que</p><p>seu trabalho possa ser de excelência.</p><p>Trabalhar em bom estado físico e</p><p>mental, ser cordial, estar atento às</p><p>regras de circulação, não ser um</p><p>condutor agressivo no trânsito e</p><p>Trate todos com igualdade e educação;</p><p>Seja educado e gentil;</p><p>Mantenha o controle emocional;</p><p>Mantenha uma velocidade segura</p><p>para todos;</p><p>Leve em consideração as regras da</p><p>direção defensiva, ela é importante</p><p>para todos;</p><p>Mantenha atenção na direção.</p><p>Esteja atento: o bom</p><p>condutor sempre irá</p><p>se destacar dos demais.</p><p>29</p><p>Unidade 8</p><p>probabilidade de consequências</p><p>indesejáveis no futuro, para si e para</p><p>o outro.</p><p>É a forma como você pensa a sua vida e</p><p>tem seus valores que poderá determinar</p><p>a sua tomada de decisão para escolhas</p><p>melhores no trânsito.</p><p>Um bom exemplo para isso é aquele</p><p>condutor que após ingerir álcool conduz</p><p>seu veículo com o discurso de que depois</p><p>que beber dirige ainda melhor.</p><p>Comportamento seguro de um</p><p>condutor pode ser definido por meio da</p><p>capacidade de identificar e controla os</p><p>riscos da direção veicular no presente</p><p>para que isso resulte em redução da</p><p>�������������</p><p>��������</p><p>���������������</p><p>���</p><p>�����������������������������������������</p><p>Diferença que pode poupar</p><p>vidas</p><p>Comportamento seguro</p><p>30</p><p>Os seres humanos se expressam não</p><p>somente por palavras. O comportamento</p><p>humano diz muito de uma pessoa.</p><p>Através do comportamento podemos</p><p>identificar seus valores, suas crenças</p><p>entre outras características da pessoa.</p><p>Muitos desses comportamentos</p><p>conseguimos perceber no trânsito, onde</p><p>indiretamente estamos nos relacionando</p><p>com pessoas.</p><p>Conseguimos perceber através desses</p><p>comportamentos que o trânsito se torna</p><p>um ambiente hostil quando o stress faz</p><p>parte da rotina do condutor. E mudar</p><p>comportamentos pode ser que seja uma</p><p>tarefa difícil, podem é fundamental que</p><p>todos tenham consciência que seu mal</p><p>comportamento influencia diretamente</p><p>na dinâmica do trânsito.</p><p>E é por isso que uma boa conduta esse</p><p>complexo sistema que é o trânsito em</p><p>um lugar melhor e mais harmonioso.</p><p>Conduzir o veículo após ingerir bebida</p><p>alcoólica, ou utilizando o celular, certeza</p><p>não são exemplos a serem replicados,</p><p>pois além de colocar a sua vida em risco</p><p>pode acabar interrompendo a vida de</p><p>terceiros.</p><p>E com pensamentos e comportamentos</p><p>seguros, esse tipo de ação não existe.</p><p>É importante ter sempre como</p><p>pensamento que temos um ponto de</p><p>partida e um ponto de chegada, e as</p><p>nossas ações no decorrer do caminho</p><p>precisam ser sempre acertadas, com</p><p>isso podemos chamar de direção perfeita.</p><p>Comportamento de risco</p><p>É importante realizar cada trajeto</p><p>dirigindo:</p><p>Sem causar acidentes (ter prudência</p><p>habilidade);</p><p>Sem abusar do veículo (não ultrapassar</p><p>os limites de carga, velocidade e tempo</p><p>de uso);</p><p>Sem atrasos (nunca tentar recuperar</p><p>no trânsito o tempo perdido);</p><p>O veículo, seja ele o tipo que for, é ope-</p><p>rado por um ser humano. Nesta linha, a</p><p>forma como a pessoa se expõe aos riscos,</p><p>seja ela consciente, inconsciente ou</p><p>circunstancialmente é a maneira mais</p><p>ineficiente de agir.</p><p>Esses comportamentos inadequados</p><p>que são os maiores fatores causadores</p><p>de acidentes, os quais precisam ser</p><p>remodelados para que venha a</p><p>consciência do condutor que somente</p><p>ele poderá mudar esses números</p><p>indesejáveis.</p><p>Para tanto é importante que o condutor</p><p>tenha consciência de que se comporta-</p><p>mento é um fator importante para que</p><p>a redução de acidentes e danos</p><p>diminuam.</p><p>Inúmeras vezes são debatidas questões</p><p>sobre o que leva o condutor a violar uma</p><p>norma de segurança, mesmo sabendo</p><p>as consequências dessa atitude...</p><p>Obviamente, caso a segurança fizesse</p><p>parte de nossa natureza, irracionalmente,</p><p>ou melhor, por instinto, o ser humano,</p><p>na sua plena consciência e saúde mental,</p><p>jamais desrespeitaria algo que pudesse</p><p>causar lesões a si mesmo. Seria uma</p><p>resposta instintiva a essa contingência,</p><p>poupando assim a sua e demais vidas.</p><p>Acidente não evitável</p><p>As distâncias que tomamos dos outros</p><p>veículos também nos trazem maior</p><p>segurança para completar o trajeto</p><p>sem problemas. Essa distância deve ser</p><p>suficiente para que seja possível parar</p><p>o veículo ou se for necessário executar</p><p>uma manobra repentina sem trazer</p><p>danos ou prejuízo a você e aos demais.</p><p>Durante os dias de chuva, à noite ou com</p><p>neblina essa distância de segurança deve</p><p>ser ainda maior.</p><p>Em pesquisas estatísticas feitas sobre</p><p>mortes no trânsito, temos o fator humano</p><p>como o maior principal causador de</p><p>acidentes. Desta forma o comportamento</p><p>de risco está aliado a esta condição, pois</p><p>está diretamente ligado ao fator humano.</p><p>Fator humano</p><p>Com cortesia (ser educado, solidário,</p><p>ter respeito e tolerância com as falhas</p><p>alheias).</p><p>31</p><p>Resumidamente o comportamento</p><p>de risco remete exclusivamente ao fator</p><p>humano, isto é, somente quando o</p><p>condutor tiver ciência de que o seu</p><p>comportamento está diretamente ligado</p><p>a isto e saber que é necessário modificar</p><p>este comportamento que não é</p><p>adequado é que conseguiremos ver</p><p>as mudanças.</p><p>Resumo</p><p>32</p><p>Anotações:</p><p>Unidade 9</p><p>É importante que o condutor tenha</p><p>consciência que caso ele não se encontre</p><p>em seu melhor estado emocional para</p><p>conduzir um veículo, seja ele qual for,</p><p>não o faça.</p><p>O condutor deverá usar o bom senso,</p><p>fazendo uma autoavaliação do seu</p><p>estado psicológico e mental, sempre</p><p>que não estiver em boas condições e,</p><p>com o estado psicológico alterado, não</p><p>dirigir é a melhor forma de se proteger.</p><p>A maior quantidade de acidentes está</p><p>relacionada ao comportamento humano.</p><p>Esses acidentes relacionados ao fator</p><p>humano podem ser caudados por</p><p>inúmeros fatores.</p><p>A ingestão de substancias psicoativas, o</p><p>uso de álcool, administrar medicamentos</p><p>que possam interferir nas faculdades</p><p>mentais e diminuir a percepção, o stress,</p><p>a falta de atenção.</p><p>Outras condições que estão diretamente</p><p>ligadas a esses fatores são: o estado</p><p>psicológico alterado. Quando o indivíduo</p><p>não se encontra em seu melhor estado</p><p>psíquico, isso pode alterar a forma como</p><p>ele conduz, trazendo danos e prejuízos</p><p>na condução do seu veículo. O estado</p><p>psicológico alterado poderá proporcionar</p><p>ao condutor: distração, agressividade,</p><p>raiva, irritação, problemas pessoais,</p><p>estresse entre outras situações.</p><p>�����������</p><p>����������</p><p>���</p><p>������� ��</p><p>���</p><p>��������</p><p>������</p><p>�����������</p><p>������</p><p>������������</p><p>����</p><p>�</p><p>���������</p><p>���</p><p>���</p><p>���������������������������������</p><p>Introdução</p><p>Condições para conduzir o</p><p>veículo</p><p>Os principais fatores que interferem no</p><p>estado físico do condutor são:</p><p>Em caso de cansaço, fadiga e sono, você</p><p>deve:</p><p>Estado físico do condutor</p><p>Uso de álcool;</p><p>Uso de drogas ou medicamentos;</p><p>Cansaço físico;</p><p>Fadiga;</p><p>Sonolência (causa de 10% acidentes).</p><p>Em percursos longos, fazer paradas</p><p>periódicas a cada 2 ou 3 horas para</p><p>relaxar e descansar o corpo e a mente;</p><p>33</p><p>Não existe uma formula mágica</p><p>para eliminar o álcool do organismo.</p><p>O metabolismo de cada indivíduo é</p><p>único, e comer chocolate, tomar banho</p><p>gelado, entre outras recomendações</p><p>são formulas ineficazes de eliminar</p><p>o álcool.</p><p>A única maneira do organismo eliminar</p><p>o álcool é: dormir e esperar o tempo</p><p>passar. Assim o organismo vai</p><p>metabolizando e consequentemente</p><p>expulsando as impurezas do organismo.</p><p>O álcool é processado pelo próprio</p><p>organismo e é eliminado por meio da:</p><p>É importante ressaltar que o Código de</p><p>Trânsito Brasileiro, no seu artigo 165</p><p>menciona:</p><p>Dirigir sob influência de álcool, ou de</p><p>qualquer substância psicoativa que</p><p>determine dependência.</p><p>Punições:</p><p>Multa e suspensão da CNH.</p><p>Curso de Reciclagem.</p><p>Álcool e organismo</p><p>Artigo 165 do CTB</p><p>Já sabemos há muito tempo que não</p><p>combina a mistura de álcool e direção.</p><p>E os seus efeitos podem acabar sendo</p><p>os que ninguém deseja. Os efeitos</p><p>causados no organismo pelo álcool</p><p>podem ser:</p><p>Álcool e direção</p><p>Usar roupas confortáveis;</p><p>Alimentar-se corretamente, dando</p><p>preferência a comidas mais leves;</p><p>Usar calçado adequado;</p><p>Não ingerir bebidas alcoólicas ou</p><p>“substâncias psicoativas”.</p><p>Alteração do sistema nervoso do</p><p>condutor;</p><p>Diminuição dos reflexos, o raciocínio,</p><p>tornando as reações mais lentas;</p><p>Excesso de autoconfiança;</p><p>Reduz do campo de visão;</p><p>Altera a audição e o tato;</p><p>Diminuição da coordenação motora;</p><p>Perda da noção de velocidade e</p><p>distância.</p><p>Oxidação;</p><p>Transpiração;</p><p>Respiração.</p><p>34</p><p>Nesta unidade o assunto abordado foi a</p><p>interferência de ingestão de substancias</p><p>associada a condução do veículo.</p><p>Vimos que ao fazer uso de substancias</p><p>que alterem o estado físico/mental do</p><p>condutor, fazem com que a forma de</p><p>conduzir o veículo também ficará alte-</p><p>rada. É prudente que caso faça uso de</p><p>algum tipo de substancias, não conduza</p><p>nenhum tipo de veículo, para não colocar</p><p>a sua vida nem a dos demais em perigo.</p><p>Com a alteração das faculdades mentais,</p><p>a distração, agressividade, alterações</p><p>visuais entre outras, podem facilitar o</p><p>envolvimento em acidentes.</p><p>Por este motivo, jamais faça esse tipo</p><p>de combinação.</p><p>Resumo</p><p>35</p><p>Anotações:</p><p>LEGISLAÇÃO</p><p>DE TRÂNSITO</p><p>MÓDULO2</p><p>SUMÁRIO</p><p>No formato PDF, clique nos títulos para acessar os conteúdos relacionados.</p><p>SUMÁRIO</p><p>Introdução</p><p>Categorias de habilitação</p><p>Importante</p><p>UNIDADE 1 - CATEGORIA DE HABILITAÇÃO E RELAÇÃO COM OS VEÍCULOS</p><p>CONDUZIDOS</p><p>Documentação do condutor</p><p>Documentação do veículo</p><p>UNIDADE 2 - DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA PARA CONDUTOR E VEÍCULO</p><p>Regras gerais</p><p>Visibilidade da sinalização</p><p>Implantação de sinalização de regulamentação</p><p>Classificação dos sinais de trânsito</p><p>Princípios das sinalizações de trânsito</p><p>Ordem de prevalência da sinalização</p><p>Sinalização vertical</p><p>Categoria A</p><p>Categoria B</p><p>Categoria C</p><p>Categoria D</p><p>Categoria E</p><p>De regulamentação</p><p>De advertência</p><p>De indicação</p><p>Linhas contínuas</p><p>Linhas tracejadas/seccionadas</p><p>Marcas</p><p>Linhas de divisão</p><p>Marcações</p><p>Marcas logitudinais específicas</p><p>Sinalização horizontal</p><p>Dispositivos auxiliares</p><p>Dispositivos luminosos</p><p>Dispositivos temporários</p><p>Sinalização semafórica</p><p>UNIDADE 3 - SINALIZAÇÃO VIÁRIA</p><p>4</p><p>7</p><p>7</p><p>7</p><p>7</p><p>8</p><p>8</p><p>8</p><p>8</p><p>9</p><p>9</p><p>10</p><p>11</p><p>12</p><p>12</p><p>12</p><p>13</p><p>13</p><p>14</p><p>14</p><p>15</p><p>16</p><p>16</p><p>16</p><p>17</p><p>17</p><p>17</p><p>18</p><p>19</p><p>20</p><p>20</p><p>21</p><p>24</p><p>24</p><p>25</p><p>Educativas</p><p>De serviços auxiliares</p><p>De atrativos turísticos</p><p>SUMÁRIOSinalização de obras</p><p>Gestos</p><p>Código de Trânsito Brasileiro</p><p>Infrações</p><p>Crimes de trânsito</p><p>Penalidades</p><p>UNIDADE 4 - INFRAÇÕES, CRIMES DE TRÂNSITO E PENALIDADES</p><p>Normas de circulação</p><p>Regras de ultrapassagem</p><p>Veículos sobre trilhos</p><p>Componentes do trânsito</p><p>Acesso ao lote lindeiro</p><p>Manobras de retorno</p><p>Utilização do farol</p><p>Pisca alerta</p><p>Utilização de buzina</p><p>Frenagem</p><p>Interseções</p><p>Uso de triângulo</p><p>Parada e estacionamento</p><p>Carga e descarga</p><p>Veículos de tração animal</p><p>Motociclistas</p><p>Ciclistas</p><p>Classificação das vias</p><p>Regulamentação de velocidade</p><p>Cinto de segurança</p><p>Classificação das infrações</p><p>Advertência por escrito</p><p>Multa</p><p>Agravamento de infração</p><p>Suspensão do direito de dirigir</p><p>Cassação da carteira nacional de habilitação e da permissão para dirigir</p><p>Curso de reciclagem</p><p>Indicação de intenção</p><p>Cuidado ao abrir a porta do veículo</p><p>Tipos de ciclomotores</p><p>UNIDADE 5 - REGRAS GERAIS DE ESTACIONAMENTO, PARADA, CONDUTA</p><p>E CIRCULAÇÃO</p><p>5</p><p>25</p><p>26</p><p>31</p><p>32</p><p>34</p><p>34</p><p>35</p><p>35</p><p>36</p><p>36</p><p>37</p><p>37</p><p>37</p><p>38</p><p>38</p><p>38</p><p>39</p><p>39</p><p>39</p><p>40</p><p>40</p><p>41</p><p>41</p><p>42</p><p>43</p><p>27</p><p>27</p><p>27</p><p>28</p><p>28</p><p>28</p><p>28</p><p>29</p><p>29</p><p>30</p><p>30</p><p>SUMÁRIO</p><p>ANTT Resolução</p><p>Responsabilidade da empresa transportadora</p><p>Quando em atividade</p><p>Direito e obrigações dos usuários</p><p>Recebimento de valores de fretamento</p><p>Condições legais para prestação de serviço</p><p>Atividade de fretamento</p><p>Licença de viagem para fretamento de viagem ou turístico</p><p>Os passageiros</p><p>Licença de viagem para fretamento contínuo</p><p>Seguro da responsabilidade civil</p><p>Bagagem dos passageiros</p><p>Responsabilidade da autorizatária</p><p>Passageiros</p><p>Motoristas</p><p>Acessibilidade</p><p>Considerações finais</p><p>UNIDADE 6 - LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA</p><p>Emissão de licença de viagem</p><p>Número de passageiros x número de assentos</p><p>Imprevistos</p><p>Preenchimento incorreto</p><p>Fica proibido</p><p>Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida</p><p>Embarque e desembarque de pessoas com deficiência</p><p>Embarque e desembarque em veículos urbanos</p><p>Assentos disponíveis em veículos urbanos</p><p>Substâncias ilícitas</p><p>Introdução</p><p>Exame toxicológico</p><p>Jornada de trabalho</p><p>Tempo de viagem x tempo de descanso</p><p>Responsabilidade do motorista</p><p>ANTT nº 1383/2006</p><p>UNIDADE 7 - RESPONSABILIDADE DO CONDUTOR DE VEÍCULO DE</p><p>TRANSPORTE COLETIVO DE PASSAGEIROS</p><p>6</p><p>44</p><p>44</p><p>45</p><p>45</p><p>48</p><p>48</p><p>48</p><p>49</p><p>49</p><p>49</p><p>49</p><p>50</p><p>50</p><p>50</p><p>51</p><p>51</p><p>51</p><p>52</p><p>52</p><p>52</p><p>53</p><p>53</p><p>53</p><p>54</p><p>55</p><p>55</p><p>57</p><p>57</p><p>57</p><p>57</p><p>58</p><p>58</p><p>58</p><p>Unidade 1</p><p>Introdução</p><p>Você poderá conduzir veículos auto-</p><p>motores e elétricos de duas ou três</p><p>rodas, com ou sem carro lateral.</p><p>O objetivo da legislação de trânsito é</p><p>proporcionar instrumentos e condições</p><p>para que a circulação de bens e pessoas,</p><p>em todo o País, ocorra dentro dos</p><p>padrões de acessibilidade, segurança,</p><p>racionalidade, eficiência, fluidez e mobi-</p><p>lidade, condizentes e coerentes com</p><p>uma sociedade civilizada e desenvolvida,</p><p>como a nossa.</p><p>A legislação de trânsito constitui uma</p><p>série de condições para exercer a</p><p>atividade de condutor de veículo de</p><p>Transporte Coletivo de Passageiros, as</p><p>quais serão apresentadas a seguir.</p><p>Categorias de habilitação</p><p>Categoria A</p><p>Você poderá conduzir veículos</p><p>auto motores e elétricos de quatro rodas,</p><p>cujo peso bruto total não exceda a 3,5</p><p>toneladas e cuja lotação não seja superior</p><p>a oito lugares, sem contar o do motorista,</p><p>contemplando a combinação de unidade</p><p>acoplada, reboque, semirreboque ou</p><p>articulada, desde que atenda a lotação</p><p>e a capacidade de peso para a categoria.</p><p>Categoria B</p><p>A Carteira Nacional de Habilitação (CNH)</p><p>é um requisito para o profissional da área</p><p>de transporte coletivo de passageiro.</p><p>O documento é exigido em contratações</p><p>para empresas de diversos segmentos,</p><p>�����������</p><p>���������������������</p><p>���������</p><p>����</p><p>����������������������������������</p><p>como serviços de entrega em domicílio,</p><p>manobristas de hotéis, caminhoneiros,</p><p>motoristas aplicativos, transporte rodo-</p><p>viário transporte coletivo entre outros.</p><p>A CNH tem cem sendo exigida até</p><p>mesmo aos candidatos de funções</p><p>administrativas e comerciais.</p><p>Ao estar devidamente habilitado, um</p><p>leque de possibilidades profissionais</p><p>pode se abrir para você.</p><p>Para cada modalidade de serviço de</p><p>transporte existe uma categoria espe-</p><p>cífica de CNH, portanto, há diferentes</p><p>etapas para obter a habilitação em cada</p><p>categoria.</p><p>O art. 143, do Código de Trânsito Brasileiro</p><p>estabelece que os candidatos à CNH</p><p>podem se habilitar nas categorias de “A”</p><p>a “E”.</p><p>7</p><p>É permitido ao condutor habilitado nesta</p><p>categoria conduzir todos os veículos</p><p>automotores e elétricos utilizados em</p><p>transporte de carga, cujo peso bruto total</p><p>exceda a 3,5 toneladas e todos os veículos</p><p>abrangidos pela categoria “B”.</p><p>Categoria C</p><p>Você poderá conduzir veículos</p><p>automotores e elétricos utilizados no</p><p>transporte de passageiros, cuja lotação</p><p>exceda a oito lugares e todos os veículos</p><p>abrangidos nas categorias “B” e “C”.</p><p>Categoria D</p><p>O condutor habilitado nesta categoria</p><p>poderá conduzir a combinação de</p><p>veículos automotores e elétricos, em</p><p>que a unidade tratora se enquadre nas</p><p>categorias “B”, “C” ou “D”; cuja unidade</p><p>acoplada - reboque, semirreboque, trailer</p><p>ou articulada tenha 6.000 kg ou mais de</p><p>peso bruto total, ou cuja lotação exceda</p><p>a 8 lugares.</p><p>Categoria E</p><p>Ao candidato considerado apto nas</p><p>categorias “A”, “B” ou “A” e “B”, será</p><p>conferida a Permissão para Dirigir com</p><p>validade de um ano e, ao término dessa,</p><p>o condutor poderá solicitar a CNH.</p><p>A CNH “definitiva” será concedida aos</p><p>candidatos desde que tenha cumprido</p><p>o disposto no § 3o do art. 148 do CTB:</p><p>A Carteira Nacional de Habilitação será</p><p>conferida ao condutor no término de um</p><p>ano, desde que o mesmo não tenha</p><p>cometido nenhuma infração de natureza</p><p>grave ou gravíssima, ou seja reincidente</p><p>em infração média.</p><p>Importante</p><p>8</p><p>Unidade 2</p><p>Documentação do condutor</p><p>Além desses documentos, também</p><p>existem outros documentos exigidos</p><p>para os veículos de Transporte Coletivo</p><p>de Passageiros, os quais iremos abordar</p><p>quando falarmos da legislação específica.</p><p>Os condutores de veículos automotores</p><p>devem, obrigatoriamente, portar a CNH,</p><p>em original, podendo ser ela na forma</p><p>física ou digital na ocasião que</p><p>conduzirem um veículo automotor.</p><p>A Resolução 884/2017 do Contran, desde</p><p>fevereiro de 2018, diz que o DETRAN</p><p>também podem emitir a CNH eletrônica.</p><p>“Art. 2º. Sempre que for obrigatória a</p><p>aprovação em curso especializado, o</p><p>condutor deverá portar sua comprovação</p><p>até que essa informação seja registrada</p><p>no RENACH, nos termos do § 4º do art. 27</p><p>da Resolução do CONTRAN nº 789, de 18</p><p>de junho de 2020."</p><p>Documentação do veículo</p><p>É obrigatório portar o CRLV (Certificado</p><p>de Registro e Licenciamento de Veículo),</p><p>pois ele comprova que o veículo está</p><p>licenciado para trafegar. Esse documento</p><p>deve estar no original.</p><p>��</p><p>�����������������</p><p>�����</p><p>���������</p><p>���</p><p>�������������������������������������</p><p>De acordo com a Lei 13.281/16, em vigor</p><p>desde novembro de 2016, em havendo</p><p>possibilidade o agente pode verificar a</p><p>situação do documento do veículo via</p><p>sistema.</p><p>9</p><p>Unidade 3</p><p>Regras gerais</p><p>A implementação de publicidade ou</p><p>de quaisquer outdoors, luminosos,</p><p>legendas ou símbolos ao longo da</p><p>vias condiciona-se à prévia aprovação</p><p>do órgão ou entidade com circunscrição</p><p>sobre a via (art. 83).</p><p>O órgão ou entidade de trânsito com</p><p>circunscrição sobre a via pode retirar</p><p>ou determinar a imediata retirada de</p><p>qualquer elemento que prejudique</p><p>a visibilidade da sinalização viária e</p><p>a segurança do trânsito, com ônus</p><p>para quem o tenha colocado (art. 84).</p><p>Sinalização é o conjunto de sinais de</p><p>trânsito e dispositivos de segurança</p><p>colocados na via pública com o objetivo</p><p>de garantir sua</p><p>utilização adequada,</p><p>possibilitando melhor fluidez no trânsito</p><p>e maior segurança dos veículos e</p><p>pedestres que nela circulam.</p><p>Sempre que necessário, será colocada</p><p>ao longo da via, sinalização de trânsito</p><p>destinada a condutores e pedestres, de</p><p>acordo com as normas estabelecidas no</p><p>CTB e na legislação complementar</p><p>(art. 80).</p><p>Fica proibida a utilização de sinalização</p><p>que não esteja prevista no CTB e na</p><p>legislação complementar, exceto quando</p><p>autorizada pelo Contran, em caráter</p><p>experimental e por período previamente</p><p>determinado (art. 80, § 2º).</p><p>���������������������������� A sinalização deve ser implantada em</p><p>posição e condições que a tornem</p><p>perfeitamente visível e legível durante</p><p>o dia e a noite, em distância compatível</p><p>com a segurança do trânsito, conforme</p><p>normas e especificações do Contran</p><p>(art. 80 § 1º).</p><p>Não deverão ser aplicadas as sanções</p><p>previstas no CTB por inobservância à</p><p>sinalização quando esta for insuficiente</p><p>ou incorreta (art. 90).</p><p>O órgão ou entidade de trânsito com</p><p>circunscrição sobre a via é responsável</p><p>pela implantação da sinalização,</p><p>respondendo pela sua falta, insuficiência</p><p>ou incorreta colocação (art. 90, § 1º).</p><p>10</p><p>Visibilidade da sinalização Em relação as vias pavimentadas,</p><p>nenhuma delas poderá ser entregue</p><p>após sua construção, ou reaberta ao</p><p>trânsito após a realização de obras,</p><p>enquanto não estiver devidamente</p><p>sinalizada tanto na forma vertical como</p><p>de forma horizontal, afim de garantir</p><p>ss condições adequadas de segurança</p><p>na circulação, conforme o art. 88 do CTB.</p><p>É importante que o condutor esteja</p><p>atento aos locais da via onde existam</p><p>obras, nesses trechos deverão ser</p><p>afixadas sinalizações específicas e</p><p>adequadas, como cones alaranjados,</p><p>tapumes, etc, conforme art. 88, parágrafo</p><p>único.</p><p>O artigo 81 do CTB prevê:</p><p>Nas vias públicas e nos imóveis é</p><p>proibido colocar luzes, publicidade,</p><p>inscrições, vegetação e mobiliário</p><p>que possam gerar confusão, interferir</p><p>na visibilidade da sinalização e compro-</p><p>meter a segurança do trânsito. Da</p><p>mesma forma, é proibido afixar sobre</p><p>a sinalização de trânsito e respectivos</p><p>suportes, ou junto a ambos, qualque</p><p>tipo de publicidade, inscrições, legendas</p><p>e símbolos que não se relacionem com</p><p>a mensagem da sinalização.</p><p>Para as sinalizações de postos de</p><p>combustíveis, oficinas, estacionamento,</p><p>garagens de uso coletivo, estes deverão</p><p>ter suas entradas e saídas devidamente</p><p>sinalizadas, para que possa ser identifi-</p><p>cada de forma que o condutor possa ter</p><p>tempo de tomar as ações necessárias em</p><p>tempo hábil. De acordo com o disposto</p><p>na Resolução Contran nº 38 de 21 de maio</p><p>de 1998 e demais atualizações pertinentes.</p><p>11</p><p>Classificação dos sinais</p><p>de trânsito</p><p>Sinais de trânsito são elementos de</p><p>sinalização viária que se utilizam de</p><p>placas, marcas viárias, equipamentos</p><p>de controle luminosos, dispositivos</p><p>auxiliares, apitos e gestos, destinados</p><p>exclusivamente a ordenar ou dirigir o</p><p>trânsito dos veículos e pedestres.</p><p>Os sinais de trânsito, de acordo com</p><p>sua função:</p><p>Princípios das sinalizações</p><p>de trânsito</p><p>Para que se faça valer de forma completa</p><p>quanto a aplicação das sanções previstas</p><p>no CTB, a sinalização deve respeitar os</p><p>seguintes princípios:</p><p>Nas vias internas pertencentes a</p><p>condomínios constituídos por unidades</p><p>autônomas, a sinalização de regulamen-</p><p>tação da via será implantada e mantida</p><p>às expensas do condomínio, após</p><p>aprovação dos projetos pelo órgão ou</p><p>entidade com circunscrição sobre a via</p><p>(art. 51).</p><p>A implantação de sinalização de regula-</p><p>mentação pelo órgão ou entidade</p><p>competente com circunscrição sobre</p><p>a via, definindo, entre outros, sentido</p><p>de direção, tipo de estacionamento,</p><p>horários e dias.</p><p>De acordo com os artigos 21 e 24 do</p><p>CTB, compete aos órgãos e entidades</p><p>executivos de trânsito dos municípios e</p><p>rodoviários, no âmbito de sua circunscri-</p><p>ção, implantar, manter e operar o sistema</p><p>de sinalização, os dispositivos e os equi-</p><p>pamentos de controle viário (art. 21 e 24).</p><p>Implantação de sinalização</p><p>de regulamentação</p><p>Verticiais, como placas;</p><p>Horizontais, como linhas e inscrições</p><p>no pavimento);</p><p>Dispositivos de sinalização auxiliar,</p><p>como cones, tambores, balizador móvel,</p><p>etc.;</p><p>Luminosos, como semáforos e painéis;</p><p>Sonoros, como apito e buzina;</p><p>Gestos do agente de trânsito e do</p><p>condutor.</p><p>Legalidade - Código de Trânsito</p><p>Brasileiro e legislação complementar;</p><p>Suficiência - de fácil percepção do</p><p>que realmente é importante, com</p><p>quantidade de sinalização compatível</p><p>com a necessidade;</p><p>12</p><p>No projeto e na implantação da</p><p>sinalização de trânsito, deve-se ter</p><p>como princípio básico as condições</p><p>de percepção dos usuários da via,</p><p>garantindo a real eficácia dos sinais.</p><p>Ordem de prevalência da</p><p>sinalização</p><p>Sinalização vertical</p><p>Em relação às sinalizações existentes</p><p>no trânsito, elas possuem uma ordem</p><p>de prevalência que o condutor deve</p><p>respeitar.</p><p>Ordem de prevalência da sinalização</p><p>conforme o art. 89 do CTB:</p><p>É um subsistema da sinalização viária</p><p>cujo meio de comunicação está fixado</p><p>na via na posição vertical, normalmente</p><p>em placa, fixado ao lado ou suspenso</p><p>sobre a pista, transmitindo mensagens</p><p>de caráter permanente e, eventualmente,</p><p>variáveis, através de legendas e/ou</p><p>símbolos pré-reconhecidos e legalmente</p><p>instituídos.</p><p>As ordens do agente de trânsito</p><p>prevalecem sobre as normas de</p><p>circulação e outros sinais;</p><p>As indicações do semáforo prevalecem</p><p>sobre os demais sinais;</p><p>As indicações dos sinais prevalecem</p><p>sobre as demais normas de trânsito.</p><p>Padronização - seguir um padrão</p><p>legalmente estabelecido na legislação</p><p>atual, e situações iguais devem ser</p><p>sinalizados com os mesmos critérios;</p><p>Clareza - transmitir mensagens</p><p>objetivas de fácil compreensão;</p><p>Precisão e Confiabilidade - ser precisa</p><p>em sua mensagem, não deixando</p><p>dúvidas ou com informação dúbia</p><p>ao condutor, além disso precisa ser</p><p>confiável, corresponder a situação</p><p>existente;</p><p>Visibilidade e legibilidade - precisa</p><p>estar posta em local em que o condutor</p><p>tenha a distância necessária para que</p><p>consiga ler e tomar a decisão acertada</p><p>sem que se prejudique ou prejudique</p><p>a terceiros, e ainda o bom andamento</p><p>do fluxo de trânsito;</p><p>Manutenção e Conservação - estar</p><p>permanentemente limpa, conservada,</p><p>fixada e visível.</p><p>13</p><p>De regulamentação</p><p>Tem por finalidade informar aos usuários</p><p>as condições, proibições, obrigações ou</p><p>restrições no uso das vias.</p><p>Suas mensagens são imperativas e o</p><p>desrespeito a elas constitui infração.</p><p>A Resolução Contran nº 180/2005 que</p><p>aprovou o volume I do Manual Brasileiro</p><p>de Sinalização de Trânsito, estabelece</p><p>as características dos sinais de</p><p>regulamentação e o significado,</p><p>princípios de utilização, posicionamento</p><p>na via e tipificação de cada um dos</p><p>sinais.</p><p>É indicado sempre acompanhar as</p><p>versões atualizadas do Manual Brasileiro</p><p>de Sinalização de trânsito, por meio do</p><p>site www.denatran.gov.br.</p><p>De advertência</p><p>Tem por finalidade alertar os usuários</p><p>da via para condições potencialmente</p><p>perigosas ou obstáculos, indicando sua</p><p>natureza.</p><p>Placas são fixadas ao lado ou suspensos</p><p>sobre a pista, transmitindo mensagens</p><p>de caráter permanente e, eventualmente,</p><p>variáveis, mediante símbolo ou legendas</p><p>pré-reconhecidas e legalmente instituí-</p><p>das como sinais de trânsito.</p><p>A sinalização vertical tem a finalidade de</p><p>fornecer informações que permitam aos</p><p>usuários das vias adotar comportamentos</p><p>adequados, de modo a aumentar a</p><p>segurança, ordenar os fluxos de tráfego</p><p>e orientar os usuários da via.</p><p>14</p><p>15</p><p>Em determinadas situações, quando não</p><p>for possível utilizar os sinais convencio-</p><p>nais, pode ser empregada sinalização</p><p>especial de advertência.</p><p>Tem por finalidade identificar as vias</p><p>e os locais de interesse, bem como</p><p>orientar condutores de veículos quanto</p><p>aos percursos, os destinos, as distâncias,</p><p>os serviços auxiliares e a educação do</p><p>usuário. Suas mensagens possuem</p><p>caráter informativo ou educativo.</p><p>As placas de indicação estão divididas</p><p>em:</p><p>- Placas de identificação;</p><p>- Placas de orientação de destino;</p><p>- Placas educativas;</p><p>- Placas de serviços auxiliares;</p><p>- Placas de atrativos turísticos.</p><p>Veja alguns exemplos:</p><p>De indicação</p><p>PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO</p><p>Placas de identificação de rodovias</p><p>e</p><p>estradas;</p><p>Placas de identificação de municípios;</p><p>Placas de identificação de regiões de</p><p>interesse de tráfego e logradouros;</p><p>Placas de identificação nominal de</p><p>pontes, viadutos, túneis e passarelas;</p><p>Placas de identificação quilométrica;</p><p>Placas de identificação de limite de</p><p>municípios/divisa de estados/fronteira/</p><p>perímetro urbano;</p><p>Placas de pedágio.</p><p>Posicionam o condutor ao longo do seu</p><p>deslocamento, com relação a distâncias,</p><p>locais e destinos. São elas:</p><p>Sinalização horizontal</p><p>Um dos subsistemas da sinalização</p><p>viária que é aplicado a partir de linhas,</p><p>marcações, símbolos e legendas,</p><p>pintados ou apostos sobre o pavimento</p><p>das vias.</p><p>A orientação de destino mostra ao</p><p>condutor a direção que o mesmo deve</p><p>seguir para atingir determinados lugares,</p><p>orientando seu percurso e/ou distâncias.</p><p>Podem ser elas placas: indicativas de</p><p>sentido, de distância e diagramadas.</p><p>Sua principal função é educar o usuário</p><p>da via quanto ao comportamento</p><p>adequado e seguro no trânsito. Podem</p><p>conter mensagens que reforcem normas</p><p>gerais de circulação e conduta.</p><p>Indicam aos usuários da via os locais</p><p>onde podem dispor dos serviços</p><p>indicados, orientando sua direção ou</p><p>identificando estes serviços.</p><p>Indicam aos usuários da via os locais</p><p>onde os mesmos podem dispor dos</p><p>atrativos turísticos existentes, orientando</p><p>sobre sua direção ou identificando estes</p><p>pontos de interesse.</p><p>16</p><p>PLACAS DE DESTINO</p><p>PLACAS EDUCATIVAS</p><p>PLACAS DE SERVIÇOS AUXILIARES</p><p>PLACAS DE ATRATIVOS TURÍSTICOS</p><p>Ainda dentro deste sistema de sinalização</p><p>horizontal, existe o padrão das linhas,</p><p>podendo elas serem chamadas de linhas</p><p>contínuas, tracejadas ou seccionada e</p><p>também os símbolos e legendas.</p><p>Linhas contínuas</p><p>São linhas sem interrupção no trecho da</p><p>via onde estão demarcando; podem estar</p><p>longitudinalmente ou transversalmente</p><p>apostas à via.</p><p>Linhas tracejadas/seccionadas</p><p>São linhas interrompidas com espaça-</p><p>mentos respectivamente de extensão</p><p>igual ou maior que o traço.</p><p>17</p><p>Sua função é organizar o fluxo de</p><p>veículos e pedestres; controlar e orientar</p><p>os deslocamentos em situações com</p><p>problemas de geometria, topografia</p><p>ou frente a obstáculos; complementar</p><p>os sinais verticais de regulamentação,</p><p>advertência ou indicação. Em casos</p><p>específicos, tem poder de</p><p>regulamentação.</p><p>Já os símbolos e legendas são</p><p>informações escritas ou desenhadas</p><p>no pavimento, indicando uma situação</p><p>ou complementando sinalização vertical</p><p>existente.</p><p>Afim de organização, as linhas também</p><p>possuem cores que representam</p><p>informações as quais o condutor precisa</p><p>estar atento e conhecer o seu significado,</p><p>pois cada uma das cores possui uma</p><p>finalidade diferente.</p><p>As cores da sinalização vertical são</p><p>divididas entre:</p><p>Marcas</p><p>Além da divisão das suas cores e suas</p><p>características, a sinalização horizontal</p><p>ainda possui uma outra classificação,</p><p>que é denominada como:</p><p>- Marcas longitudinais;</p><p>- Marcas transversais;</p><p>- Marcas de canalização;</p><p>- Marcas de delimitação e controle</p><p>de estacionamento e/ou parada;</p><p>- Inscrições no pavimento.</p><p>As marcas longitudinais tem como</p><p>característica separar e ordenar as</p><p>correntes de tráfego.</p><p>Amarela - utilizada na regulação de</p><p>fluxos de sentidos opostos, na delimi-</p><p>tação de espaços proibidos para</p><p>estacionamento e/ou parada e na</p><p>marcação de obstáculos;</p><p>Vermelha - utilizada para proporcionar</p><p>contraste, quando necessário, entre</p><p>a marca viária e o pavimento das</p><p>ciclofaixas e/ou ciclovias, na parte</p><p>interna destas, associada à linha de</p><p>bordo branca ou de linha de divisão</p><p>de fluxo de mesmo sentido e nos</p><p>símbolos de hospitais e farmácias.</p><p>Branca - utilizada na regulação de</p><p>fluxos de mesmo sentido, na delimi-</p><p>tação de trechos de vias, destinados</p><p>ao estacionamento regulamentado</p><p>de veículos em condições especiais,</p><p>na marcação de faixas de travessias</p><p>de pedestres, símbolos e legendas.</p><p>Preta - utilizada para proporcionar</p><p>contraste entre o pavimento e a</p><p>pintura.</p><p>Azul - utilizada nas pinturas de</p><p>símbolos de pessoas portadoras de</p><p>deficiência física, em áreas especiais</p><p>de estacionamento ou de parada</p><p>para embarque e desembarque.</p><p>18</p><p>Definindo a parte da pista destinada</p><p>normalmente à circulação de veículos,</p><p>a sua divisão em faixas, a separação de</p><p>fluxos opostos, faixas de uso exclusivo de</p><p>um tipo de veículo, reversíveis, além de</p><p>estabelecer as regras de ultrapassagem</p><p>e transposição.</p><p>As marcas longitudinais possuem</p><p>funções específicas. De acordo com</p><p>essas funções específicas, elas se</p><p>subdividem em:</p><p>Linhas de divisão</p><p>a ultrapassagem e os deslocamentos</p><p>laterais, exceto para acesso à imóvel</p><p>lindeiro;</p><p>Linha de divisão de fluxo no mesmo</p><p>sentido - separam os movimentos</p><p>veiculares de mesmo sentido e</p><p>regulamentam a ultrapassagem</p><p>e a transposição;</p><p>Linha de divisão de fluxo oposto -</p><p>separam os movimentos veiculares de</p><p>sentidos contrários e regulamentam</p><p>Linha de continuidade - proporciona</p><p>continuidade a outras marcações</p><p>longitudinais, quando há quebra no</p><p>seu alinhamento visual;</p><p>Linha de retenção - indica ao condutor</p><p>o local limite em que deve parar o</p><p>veículo;</p><p>19</p><p>A partir da resolução do CONTRAN n.</p><p>236/2007, ele também considera as</p><p>marcas longitudinais específicas que</p><p>se apresentam da seguinte maneira:</p><p>Marcações</p><p>Linha de estímulo à redução de</p><p>velocidade - conjunto de linhas</p><p>paralelas que, pelo efeito visual,</p><p>induzem o condutor a reduzir a</p><p>velocidade do veículo;</p><p>Linha de bordo - delimita a parte</p><p>da pista destinada ao deslocamento</p><p>de veículos.</p><p>Marcação de faixa exclusiva (MFE);</p><p>Marcação de faixa preferencial (MFP);</p><p>Marcação de faixa reversível no</p><p>contra-fluxo (MFR);</p><p>Marcação de ciclofaixa ao longo da</p><p>via (MCI).</p><p>Marcação de faixa preferencial (MFP);</p><p>Marcação de faixa reversível no</p><p>contra-fluxo (MFR);</p><p>Marcação de ciclofaixa ao longo da</p><p>via (MCI).</p><p>Marcas de delimitação e controle de</p><p>estacionamento e/ou parada delimitam</p><p>e propiciam melhor controle das áreas</p><p>onde é proibido ou regulamentado o</p><p>estacionamento e a parada de veículos,</p><p>quando associadas à sinalização vertical</p><p>de regulamentação.</p><p>Em casos específicos, tem poder de</p><p>regulamentação.</p><p>Marcas longitudinais específicas</p><p>Linha de “dê a preferência” indica ao</p><p>condutor o local limite em que deve</p><p>parar o veículo, quando necessário,</p><p>em locais sinalizados com a placa R-2.</p><p>Faixas de travessia de pedestres</p><p>regulamentam o local de travessia</p><p>de pedestres.</p><p>20</p><p>Marcação de área de conflito assinala</p><p>aos condutores a área da pista em</p><p>que não devem parar e estacionar os</p><p>veículos, prejudicando a circulação.</p><p>Marcação de área de cruzamento</p><p>com faixa exclusiva indica ao condutor</p><p>a existência de faixa(s) exclusiva(s).</p><p>Marcas de canalização orientam os</p><p>fluxos de tráfego em uma via, direcio-</p><p>nando a circulação de veículos.</p><p>Regulamentam as áreas de pavimento</p><p>não utilizáveis. Devem ser na cor branca</p><p>quando direcionam fluxos de mesmo</p><p>sentido e na proteção de estacionamento.</p><p>E na cor amarela quando direcionam</p><p>fluxos de sentidos opostos.</p><p>Marcas delimitadoras de parada de</p><p>veículos específicos elimita a extensão</p><p>da pista destinada à operação exclusiva</p><p>de parada. Deve sempre estar associada</p><p>ao sinal de regulamentação correspon-</p><p>dente. É opcional o uso destas sinaliza-</p><p>ções quando utilizadas junto ao marco</p><p>do ponto de parada de transporte coletivo.</p><p>21</p><p>Marca delimitadora de estacionamento</p><p>regulamento delimita o trecho de pista</p><p>no qual é permitido o estacionamento</p><p>estabelecido pelas normas gerais de</p><p>circulação e conduta ou pelo sinal R-6b.</p><p>As inscrições no pavimento ainda</p><p>odem ser feitas através de setas,</p><p>símbolose legendas, pois estes sinais</p><p>podem melhorar a percepção do</p><p>condutor e direciona-lo de forma</p><p>eficiente e adequada em tempo hábil.</p><p>De acordo com as suas funções, os</p><p>dispositivos auxilires podem ser</p><p>agrupados em diferentes categorias:</p><p>São elementos utilizados para melhorar</p><p>a percepção do condutor quanto aos</p><p>limites do espaço destinado ao</p><p>rolamento e a sua separação em faixas</p><p>de circulação. São colocados em série no</p><p>pavimento ou em suportes, reforçando</p><p>marcas viárias, ou ao longo das áreas</p><p>adjacentes a elas.</p><p>Podem ser mono ou bidirecionais em</p><p>função de possuírem uma ou duas</p><p>unidades refletivas.</p><p>O tipo e a(s) cor(es)</p>