Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

<p>anestesiologiaanestesiologia</p><p>resumos deresumos de</p><p>@sinteseodonto@sinteseodonto</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>disponível muito</p><p>mais resumos</p><p>simplificados,</p><p>ilustrativos e</p><p>referenciados!</p><p>Síntese Odonto</p><p>CLICA OU ACESSE O QR CODE</p><p>PARA MAIS CONTEÚDOS!</p><p>Olá! Eu sou Sara Milena, criadora da página Síntese Odonto, e vou te passar algumas informações</p><p>importantes sobre esse conteúdo! Esse é um resumo que aborda assuntos odontológicos, realizado</p><p>com a finalidade de auxiliar acadêmicos de Odontologia em seus estudos, caso encontre algo diferente</p><p>do que você aprendeu, fale cmg! Alguns protocolos mudam de profissional para outro e o mesmo serve</p><p>para autores, que nem sempre tem o mesmo ponto de vista de determinado assunto. Qualquer venda ou</p><p>compartilhamento não autorizado do material viola a Lei 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais) com pena de</p><p>detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. SOMENTE O PERFIL E CONTA OFICIAL SÍNTESE</p><p>ODONTO TEM A AUTORIZAÇÃO DE COMPARTILHAR E VENDER ESSE MATERIAL EM QUALQUER TIPO DE</p><p>PLATAFORMA DIGITAL</p><p>POSTE UMA FOTO NOS STORIES ESTUDANDO E ME</p><p>MARQUE! SEU FEEDBACK É MUITO IMPORTANTE!</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>Anestesiologia</p><p>1</p><p>Introdução anestesiologia</p><p>• Produzem perda de sensibilidade sem perda da</p><p>consciência</p><p>• Tem ação transitória e reversível</p><p>Devem possuir baixa toxicidade</p><p>Início de ação rápido X duração satisfatória Não</p><p>existe um anestésico ideal</p><p>Eletrofisiologia da condução</p><p>• Anestésicos aumentam o limiar de descarga</p><p>• No repouso os ions sódio estão hidratados e</p><p>passam com dificuldade</p><p>• Propagação do impulso – condução</p><p>unidirecional</p><p>Teorias acerca do mecanismo</p><p>• A teoria da acetilcolina</p><p>• A teoria do deslocamento do cálcio</p><p>• A teoria das cargas de superfície (repulsão)</p><p>• Teoria da expansão da membrana</p><p>• Teoria do receptor específico: Os efeitos primários</p><p>ocorrem durante a fase de despolarização</p><p>Mecanismo de ação</p><p>Os anestésicos vão agir:</p><p>1. Alterando o potencial de repouso básico da</p><p>membrana do nervo</p><p>2. Alterando o potencial de limiar (nivel de</p><p>descarga)</p><p>3. Diminuindo a taxa de despolarização</p><p>4. Prolongando a taxa de repolarização</p><p>• Os AL vão atuar nos canais de ion sódio</p><p>diminuindo a permeabilidade desses ions,</p><p>impedindo a sua penetração e bloqueando</p><p>assim a condução e geração do impulso</p><p>doloroso, já que não ocorre o processo de</p><p>despolarização</p><p>• O nervo possui um axônio rico em canais de</p><p>sódio que se abrem no processo de</p><p>despolarização. Os anestésicos então atuam</p><p>bloqueando essa despolarização devido o</p><p>bloqueio dos canais de sódio, logo, o impulso</p><p>não consegue chegar ao SNC.</p><p>A sequência a seguir é um mecanismo</p><p>proposto de ação dos anestésicos locais</p><p>1. Deslocamento de íons cálcio do sítio receptor</p><p>dos canais de sódio, o que permite...</p><p>2. A ligação da molécula de anestésico local a</p><p>esse sítio receptor, o que então produz...</p><p>3. O bloqueio do canal de sódio, e uma...</p><p>4. Diminuição na condutância de sódio, que leva</p><p>à...</p><p>5. Depressão da taxa de despolarização</p><p>elétrica,e a...</p><p>6. Falha em obter o nível do potencial de limiar,</p><p>juntamente com uma...</p><p>7. Falta de desenvolvimento dos potenciais de</p><p>ação propagados, o que é chamado...</p><p>8. Bloqueio de condução.</p><p>• OBS: O mecanismo pelo qual os íons sódio</p><p>ganham entrada ao axoplasma do nervo,</p><p>iniciando assim um potencial de ação, é alterado</p><p>por anestésicos locais. A membrana nervosa</p><p>continua num estado polarizado porque os</p><p>movimentos iônicos responsáveis pelo potencial</p><p>de ação deixam de se desenvolver.</p><p>• OBS: O bloqueio nervoso produzido por</p><p>anestésicos locais é denominado bloqueio</p><p>nervoso não despolarizante.</p><p>• OBS: Feixes do manto: porções proximais do</p><p>nervo</p><p>Feixes do centro: porções distais do nervo</p><p>Fatores que afetam a ação</p><p>anestésica</p><p>• O pK afeta o inicio da ação. Quando pK esta baixo, o</p><p>inicio da ação é mais rápido, logo, o tempo é reduzido</p><p>• Solubilidade nos lipídios afeta a potência anestésica.</p><p>Quanto maior solubilidade, maior a potência do</p><p>anestésico</p><p>• A ligação proteica afeta a duração. Quanto maior</p><p>ligação proteica, maior duração da ação anestésica</p><p>• Difusão em tecido não nervoso afeta o inicio da acao.</p><p>Quanto maior o aumento da difusão, menor é o tempo</p><p>de inicio da ação</p><p>• Atividade vasodilatadora afeta na potencia e duração</p><p>do anestésico. Quanto maior atividade vasodilatadora,</p><p>menos potência e duração do anestésico</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>2</p><p>Outros fatores que afetam a ação anestésica</p><p>• Se o anestésico esta associado a</p><p>vasoconstritor</p><p>• Se o AL está ou não ionizado</p><p>• Se a área esta inflamada</p><p>• Se é uso tópico ou não</p><p>Um bloqueio fica prejudicado em ambientes</p><p>inflamados. Por que?</p><p>Os anestésicos são quimicamente bases fracas.</p><p>O anestésico possui uma estrutura química com</p><p>três partes: uma parte lipofílica + cadeia</p><p>intermediária + núcleo hidrofílico. O centro</p><p>lipofílico tem afinidade com a membrana celular</p><p>do axônio, conseguindo assim penetrá-la.</p><p>Enquanto o núcleo hidrofílico irá interagir com a</p><p>parte interna dos canais de sódio.</p><p>O anestésico so atravessa a membrana do axônio</p><p>na forma não ionizada, pois a membrana é</p><p>lipofílica apolar, ao entrar no axônio, o AL se torna</p><p>ionizado, se tornando hidrofílico, logo irá bloquear</p><p>os canais de Na+.</p><p>Resposta: Diante da acidez tecidual (inflamação),</p><p>o anestésico se torna ionizado (básico) há</p><p>dificuldade da ação anestésica. Ou seja, o</p><p>anestésico na forma de ion básico tem dificuldade</p><p>de atravessar a membrana. E também no tecido</p><p>inflamado haverá aumento de absorção das</p><p>moléculas de anestésico pelos vasos sanguíneos</p><p>dilatados nessa região.</p><p>OBS: Quanto mais neutro o pH do anestésico,</p><p>maior a analgesia.</p><p>Aspectos farmacocinéticos</p><p>• Indução e barreiras à difusão: durante a fase</p><p>de indução da anestesia, o AL se desloca de</p><p>seu local de depósito para o nervo pelo</p><p>processo de difusão.</p><p>• Recuperação do bloqueio: O bloqueio precisa</p><p>de recuperação por que a concentração</p><p>extraneural de anestésico local é reduzida</p><p>continuamente pela difusão, então vai</p><p>ocorrer a dispersão da captação da droga</p><p>• Readministração do anestésico: pode levar a</p><p>Taquifilaxia que é um aumento da tolerância</p><p>a uma droga que é administrada</p><p>repetidamente.</p><p>• Duração de efeito:À medida que o anestésico</p><p>local é removido do nervo, sua função retorna</p><p>rapidamente no início, mas depois o retorno</p><p>gradualmente se torna mais lento.</p><p>Anestésicos locais de ação mais longa (p. ex.,</p><p>bupivacaína, etidocaína, ropivacaína,</p><p>tetracaína) ligam-se mais firmemente à</p><p>membrana do nervo (aumento da ligação</p><p>proteica) do que as drogas de ação mais curta</p><p>(p. ex., procaína, lidocaína) e, portanto, são</p><p>liberados mais lentamente dos sítios</p><p>receptores nos canais de sódio. A taxa em que</p><p>um anestésico é removido de um nervo tem</p><p>um efeito sobre a duração do bloqueio neural;</p><p>além do aumento da ligação proteica, outros</p><p>fatores que influenciam a taxa de remoção de</p><p>uma droga do local de infiltração são a</p><p>vascularidade do local de infiltração e a</p><p>presença ou ausência de uma substância</p><p>vasoativa.</p><p>Referência</p><p>Manual	de	Anestesia	Local	|	Stanley	F.	Malamed</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>1</p><p>Técnicas	anestésicas	Maxilares</p><p>1.	Supraperiosteal</p><p>2.	Injeção	no	ligamento	periodontal</p><p>3.	Injeção	intrasseptal</p><p>4.	Injeção	intracrista</p><p>5.	Injeção	intraóssea</p><p>6.	Bloqueio	do	nervo	alveolar	superioposterior</p><p>(ASP)</p><p>7.	Bloqueio	do	nervo	alveolar	superior</p><p>médio</p><p>(ASM)</p><p>8.	Bloqueio	do	nervo	alveolar	superoanterior</p><p>(ASA)</p><p>9.	Bloqueio	do	nervo	maxilar	(V2)</p><p>10.	Bloqueio	do	nervo	palatino	maior	(anterior)</p><p>11.	Bloqueio	do	nervo	nasopalatino</p><p>12.	Bloqueio	do	nervo	alveolar	superior	médio</p><p>anterior	(ASMA)</p><p>13.	Bloqueio	do	nervo	alveolar	superoanterior	–</p><p>abordagem	palatina</p><p>(P-ASA)</p><p>Técnica	supraperiosteal</p><p>Técnica	 de	 anestesia	 local	 usada	 com	 mais	 frequência</p><p>para	 a	 obtenção	 da	 anestesia	 pulpar	 nos	 dentes</p><p>superiores.</p><p>•	 Outros	 Nomes	 Comuns:	 Infiltração	 local,</p><p>injeção	paraperiosteal.</p><p>•	 Nervos	 Anestesiados.:	 Grandes	 ramos</p><p>terminais	do	plexo	dentário.</p><p>• Ponto	de	punção:	fundo	do	saco	adjacente</p><p>do	elemento</p><p>•	Áreas	Anestesiadas:	Toda	a	região	inervada</p><p>pelos	 grandes	 ramos	 terminais	 desse	 plexo:</p><p>polpa	 e	 área	 da	 raiz	 do	 dente,	 periósteo</p><p>vestibular,	tecido	conjuntivo	e	mucosa</p><p>Indicações</p><p>1. Indicada	para	a	anestesia	de	qualquer	dente</p><p>maxilar,	quando	o	tratamento	for	limitado	a</p><p>um	ou	dois	dentes</p><p>2. Anestesia	 dos	 tecidos	 moles,	 quando</p><p>indicada	 para	 procedimentos	 cirúrgicos	 em</p><p>área	circunscrita</p><p>Contraindicações</p><p>1. Infecção	 ou	 inflamação	 aguda	 na	 área	 da</p><p>injeção.</p><p>2. Osso	denso	recobrindo	os	ápices	dentários</p><p>Vantagens</p><p>1.	Alta	taxa	de	sucesso	(>95%)</p><p>2.	Injeção	tecnicamente	fácil</p><p>3.	Em	geral	é	totalmente	atraumática</p><p>Desvantagens</p><p>• Não	recomendada	para	grandes	áreas	devido	à</p><p>necessidade	de	múltiplas	introduções	da	agulha</p><p>e	 de	 administração	 de	 volumes	 totais	maiores</p><p>do	anestésico	local.</p><p>Aspiração	Positiva.	Desprezível,	mas	possível</p><p>(<1%).</p><p>Técnica</p><p>•				Agulha	27	G</p><p>•	Área	de	introdução:	altura	da	prega		mucovestibular</p><p>acima	do	ápice	do	dente	a	ser			anestesiado</p><p>•	Área-alvo:	região	apical	do	dente	a	ser	anestesiado</p><p>•				bisel	voltado	para	o	osso</p><p>Procedimento</p><p>1	.	Preparar	o	tecido	no	local</p><p>(1)	Limpar	com	gaze	seca	estéril.</p><p>(2)	Aplicar	um	antisséptico	tópico	(opcional).</p><p>(3)	 Aplicar	 anestésico	 tópico	 por,	 no	 mínimo,	 1</p><p>minuto.</p><p>2.	Orientar	a	agulha	de	modo	que	o	bisel	esteja</p><p>voltado	para	o	osso.</p><p>3.	Levantar	o	lábio	e	tensionar	o	tecido.</p><p>4.	 Segurar	 a	 seringa	 paralela	 ao	 longo	 eixo	 do</p><p>dente.</p><p>5.	 Introduzir	 a	 agulha	 na	 altura	 da	 prega</p><p>mucovestibular	sobre	o	dente-alvo.</p><p>6.	 Avançar	 a	 agulha	 até	 que	 o	 bisel	 esteja	 na</p><p>região	apical	do	dente	ou	acima	desta</p><p>7.	Aspirar	duas	vezes.</p><p>Caso	 a	 aspiração	 seja	 negativa,	 injetar</p><p>aproximadamente	0,6	ml</p><p>(um	 terço	 de	 um	 tubete)	 lentamente	 em	 20</p><p>segundos.	(Não	deixe	os	tecidos	inflarem	como	um</p><p>balão.)</p><p>8.	Retirar	a	seringa	lentamente.</p><p>9.	Proteger	a	agulha</p><p>10.	Aguardar	por	3	a	5	min</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>2</p><p>Bloqueio	do	nervo	alveolar</p><p>superior	posterior	(ASP)</p><p>• O	 ASP	 é	 um	 bloqueio	 de	 nervo	 dentário</p><p>comumente	 utilizado.	 É	 uma	 técnica	 que</p><p>apresenta	 elevada	 frequência	 de	 êxito	 (></p><p>95%),	 porém	 há	 vários	 aspectos	 que	 devem</p><p>ser	considerados	em	seu	uso,	como	a	extensão</p><p>da	 anestesia	 produzida	 e	 o	 potencial	 de</p><p>formação	de	hematomas.</p><p>• Antes	da	realização	de	um	bloqueio	do	nervo</p><p>ASP,	deve-se	sempre	levar	em	consideração	o</p><p>tamanho	 do	 crânio	 do	 paciente	 para</p><p>determinar	a	profundidade</p><p>• Área	 do	 nervo	 ASP	 é	 de	 16	 mm,	 a	 agulha</p><p>odontológica	curta	(≈	20	mm)	pode	ser	usada</p><p>com	sucesso	e	segurança.</p><p>Ø Outros	Nomes	Comuns:	Bloqueio	da</p><p>tuberosidade,	bloqueio	zigomático.</p><p>Ø Nervos	Anestesiados:	Alveolar</p><p>superoposterior	e	seus	ramos.</p><p>Ø Ponto	de	punção:	fundo	de	saco	entre</p><p>primeiro	e	segundo	molar</p><p>• Áreas	Anestesiadas</p><p>1.	 Polpas	 do	 terceiro,	 segundo	 e	 primeiro</p><p>molares	 superiores	 (todo	 o	 dente	 =	 72%;	 raiz</p><p>mesiovestibular	 do	 primeiro	 molar	 superior</p><p>não	anestesiada	=	28%)</p><p>2.	 Tecido	 periodontal	 vestibular	 e	 osso</p><p>sobrejacente	a	estes	dentes</p><p>Indicações</p><p>• Tratamento	 de	 dois	 ou	 mais	 molares</p><p>superiores</p><p>• Quando	 a	 injeção	 supraperiosteal	 está</p><p>contraindicada	 (p.	 ex.,	 na	 presença	 de</p><p>infecção	ou	inflamação	aguda)</p><p>• Quando	a	injeção	supraperiosteal	foi	ineficaz</p><p>Contraindicação</p><p>• Quando	 o	 risco	 de	 hemorragia	 é	 muito</p><p>grande	(como	no	hemofílico),	caso	no	qual	é</p><p>recomendada	a	injeção	supraperiosteal	ou	do</p><p>LPD.</p><p>Vantagens</p><p>1.	Atraumático</p><p>2.	Taxa	de	sucesso	elevada	(>	95%)</p><p>3.	Número	mínimo	de	injeções	é	necessário</p><p>4.	Minimiza	o	volume	total	de	solução	anestésica</p><p>Desvantagens</p><p>1.	Risco	de	hematoma</p><p>2.	Técnica	até	certo	ponto	arbitrária</p><p>3.	 É	 necessária	 uma	 segunda	 injeção	 para	 o</p><p>tratamento	 do	 primeiro	 molar	 (raiz</p><p>mesiovestibular)	em	28%	dos	pacientes</p><p>Aspiração	Positiva:	Aproximadamente	3,1%.</p><p>Técnica</p><p>• Uma	agulha	curta	de	calibre	27	G</p><p>• Área	 de	 introdução:	 altura	 da	 prega</p><p>mucovestibular	 Acima	 do	 segundo	 molar</p><p>superior</p><p>• Área-alvo:	 nervo	ASP	—	posterior,	 superior	 e</p><p>medial	à	borda	posterior	da	maxila</p><p>• Pontos	 de	 referência:	 Prega	 mucovestibular,</p><p>túber	da	maxila	e	proc.	Zigomático</p><p>• Bisel	voltado	para	o	osso</p><p>Procedimento:</p><p>1.		Assumir	a	posição	correta</p><p>(a)	Para	o	bloqueio	do	nervo	ASP	direito:	de	frente</p><p>para	o	paciente	na	posição	de	8	horas.</p><p>(b)	 Para	 o	 bloqueio	 do	 nervo	 ASP	 esquerdo:	 de</p><p>frente	para	o	paciente	na	posição	de	10	horas.</p><p>2.	 Preparar	 os	 tecidos	 na	 altura	 da	 prega</p><p>mucovestibular</p><p>3.	 Abrir	 parcialmente	 a	 boca	 do	 paciente,</p><p>puxando	a	mandíbula	para	o	lado	da	injeção.</p><p>4.	Retrair	a	bochecha	do	paciente	com	seu	dedo</p><p>5.	 Introduzir	 a	 agulha	 na	 altura	 alta	 da	 prega</p><p>mucovestibular	 sobre	 o	 segundo	 molar	 com	 o</p><p>bisel	voltado	para	o	osso</p><p>6.	Avançar	a	agulha	lentamente	para	cima,	para</p><p>dentro	e	para	trás</p><p>7.	Aspirar	em	dois	planos.</p><p>(a)	Rotacionar	o	cilindro	da	seringa	(bisel	da	agulha)</p><p>um	quarto	de	volta	e	aspirar	novamente.</p><p>8.	Caso	ambas	as	aspirações	sejam	negativas:</p><p>(a)	Lentamente,	durante	30	a	60	segundos,	depositar</p><p>0,9	a	1,8	ml	de	solução	de	anestésico.</p><p>9.	Retirar	a	seringa	lentamente.</p><p>10.	Proteger	a	agulha.</p><p>11.	Aguardar	no	mínimo,	de	3	a	5	minutos</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>3</p><p>Bloqueio	do	nervo	alveolar	superior	médio	(ASM)</p><p>• O	 nervo	 alveolar	 superior	médio	 (ASM)	 está</p><p>presente	 apenas	 em	 cerca	 de	 28%	 da</p><p>população,	 limitando,	 portanto,	 a	 utilidade</p><p>clıńica	deste	bloqueio.</p><p>• Quando	o	bloqueio	ASA	não	produz	anestesia</p><p>pulpar	distal	ao	canino	superior,	o	bloqueio	do</p><p>nervo	ASM	está	indicado	para	procedimentos</p><p>em	pré-molares	e	para	a	raiz	mesiovestibular</p><p>do	primeiro	molar	superior.</p><p>• A	taxa	de	sucesso	do	bloqueio	do	nervo	ASM	é</p><p>alta.</p><p>Ø Nervos	 Anestesiados:	 Alveolar	 superior</p><p>médio	e	ramos	terminais.</p><p>Ø Ponto	 de	 punção:	 fundo	 de	 saco	 entre</p><p>primeiro	e	segundo	pré-molar	maxilar</p><p>Ø Áreas	Anestesiadas</p><p>1.	Polpas	do	primeiro	e	segundo	pré-molares</p><p>superiores,	 raiz	 mesiovestibular	 do	 primeiro</p><p>molar	superior</p><p>2.	 Tecidos	 periodontais	 vestibulares	 e	 osso</p><p>sobre	estes	mesmos	dentes</p><p>Indicações</p><p>1.	 Quando	 o	 bloqueio	 do	 nervo	 infraorbitário</p><p>(ASA)	 não	 produzir	 anestesia	 pulpar	 distal	 ao</p><p>canino	superior</p><p>2.	Procedimentos	dentários	envolvendo	apenas</p><p>os	pré-molares	superiores</p><p>Contraindicações</p><p>1.	Infecção	ou	inflamação	na	área	da	injeção	ou</p><p>de	 introdução	 da	 agulha	 ou	 de	 depósito	 do</p><p>fármaco</p><p>2.	Quando	o	nervo	ASM	está	ausente</p><p>Vantagens</p><p>1.	Minimiza	o	número	de	injeções</p><p>Desvantagens</p><p>Nenhuma</p><p>Aspiração	Positiva.	Desprezível	(<3%).</p><p>Técnica</p><p>• Uma	 agulha	 curta	 ou	 longa	 de	 calibre	 27	 é</p><p>recomendada.</p><p>• Área	 de	 introdução:	 altura	 da	 prega</p><p>mucovestibular	 acima	 do	 segundo	pré-molar</p><p>superior</p><p>• Área-alvo:	 osso	 maxilar	 acima	 do	 ápice	 do</p><p>segundo	pré-molar	superior</p><p>• Ponto	 de	 referência:	 prega	 mucovestibular</p><p>acima	do	segundo	pré-molar	superior</p><p>• Bisel	voltado	para	o	osso</p><p>Procedimento</p><p>1.	Assumir	a	posição	correta</p><p>(a)	Para	um	bloqueio	do</p><p>nervo	ASM	direito	-	de</p><p>frente	para	o	paciente	na	posição	de	10	horas.</p><p>(b)	Para	um	bloqueio	do	nervo	ASM	esquerdo	-</p><p>de	frente	para	o	paciente	na	posição	de	8	ou	9</p><p>horas.</p><p>2.	Preparar	os	tecidos	no	local	da	injeção.</p><p>3.	 Distender	 o	 lábio	 superior	 do	 paciente</p><p>para	 tensionar	 os	 tecidos	 e	 obter</p><p>visibilidade.</p><p>4.	 Introduzir	 a	 agulha	 na	 altura	 da	 prega</p><p>mucovestibular	(fundo	de	vestíbulo),	acima	do</p><p>segundo	pré-molar,	com	o	bisel	voltado	para	o</p><p>osso.</p><p>5.	 Penetrar	 a	 mucosa	 e	 avançar	 a	 agulha</p><p>lentamente	 até	 que	 sua	 extremidade	 esteja</p><p>localizada	acima	do	ápice	do	segundo	pré-molar</p><p>6.	Aspirar.</p><p>7.	 Depositar	 lentamente	 0,9	 a	 1,2	 ml	 (de</p><p>metade	 a	 dois	 terços	 do	 tubete)	 da	 solução</p><p>(aproximadamente	30	a	40	segundos).</p><p>8.	Retirar	a	seringa	e	proteger	a	agulha.</p><p>9.	Aguardar	3	a	5	minutos	antes	de	iniciar	o</p><p>tratamento	odontológico.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>4</p><p>Bloqueio	do	nervo	alveolar	superior	anterior	(ASA)</p><p>• O	 bloqueio	 do	 nervo	 ASA	 não	 tem	 a</p><p>popularidade	 do	 bloqueio	 do	 nervo	 ASP,</p><p>porque	 os	 profissionais	 não	 têm	 experiência</p><p>com	 essa	 técnica,	 a	 qual	 apresenta	 elevada</p><p>frequência	de	sucesso	é	extremamente	segura.</p><p>• Ela	 produz	 anestesia	 profunda	 da	 polpa	 e</p><p>tecidos	 moles	 vestibulares,	 desde	 o	 incisivo</p><p>central	superior	até	os	pré-molares,	em	cerca</p><p>de	72%	dos	pacientes.</p><p>• Empregado	 no	 lugar	 das	 injeções</p><p>supraperiosteais,	 o	 bloqueio	 do	 nervo	 ASA</p><p>necessita	 de	 menor	 volume	 de	 solução	 de</p><p>anestésico	 local	 para	 se	 obter	 uma	 anestesia</p><p>equivalente:	 de	 0,9	 a	 1,2	ml	 em	 comparação</p><p>com	3,0	ml	das	 injeções	supraperiosteais	dos</p><p>mesmos	dentes.</p><p>• O	principal	fator	que	inibe	os	dentistas	de	usar</p><p>o	 bloqueio	 do	 nervo	 ASA	 é	 o	 temor	 de	 uma</p><p>lesão	ao	olho	do	paciente.	Felizmente,	este	fato</p><p>é	infundado.</p><p>• O	cumprimento	do	protocolo	descrito	a	seguir</p><p>levará	 à	 elevada	 taxa	 de	 sucesso,	 sem</p><p>complicações	e	efeitos	colaterais	adversos.</p><p>Ø Outro	 Nome	 Comum:	 Bloqueio	 do	 nervo</p><p>infraorbitário	(tecnicamente	é	incorreto)</p><p>Ø Nervos	Anestesiados</p><p>1.	Alveolar	superoanterior</p><p>2.	Alveolar	superior	médio</p><p>3.	 Nervo	 infraorbitário	 (Palpebral	 inferior,</p><p>Nasal	lateral,	Labial	superior)</p><p>Ø Áreas	Anestesiadas</p><p>1.	 Polpas	 do	 incisivo	 central	 superior	 até	 o</p><p>canino	superior	do	lado	da	injeção</p><p>2.	Em	cerca	de	72%	dos	pacientes,	as	polpas	dos</p><p>pré-molares	superiores	e	a	raiz	mesiovestibular</p><p>do	primeiro	molar</p><p>3.	 Periodonto	 vestibular	 (labial)	 e	 osso	 destes</p><p>mesmos	dentes</p><p>4.	 Pálpebra	 inferior,	 aspecto	 lateral	 do	 nariz,</p><p>lábio	superior</p><p>Indicações</p><p>1. Procedimentos	odontológicos	mais	extensos,</p><p>envolvendo	mais	de	dois	dentes	superiores	e</p><p>os	tecidos	vestibulares	sobrejacentes</p><p>2. Inflamação	 ou	 infecção	 (que	 contraindica	 a</p><p>injeção	 supraperiosteal):	 se	 houver	 celulite,</p><p>pode	 estar	 indicado	 o	 bloqueio	 do	 nervo</p><p>maxilar	no	lugar	do	bloqueio	do	nervo	ASA.</p><p>3. Quando	 as	 injeções	 supraperiosteais	 forem</p><p>ineficazes	devido	ao	osso	cortical	denso</p><p>Contraindicações</p><p>1. Áreas	de	tratamento	discretas	(apenas	um	ou</p><p>dois	 dentes;	 preferência	 pela	 injeção</p><p>supraperiosteal)</p><p>2. A	hemostasia	de	áreas	localizadas,	quando</p><p>desejável,	 não	 pode	 ser	 adequadamente</p><p>atingida	com	esta	 injeção;	a	 infiltração	 local</p><p>na	área	do	tratamento	está	indicada.</p><p>Vantagens</p><p>1. Técnica	comparativamente	simples</p><p>2. Comparativamente	 segura;	 minimiza	 o</p><p>volume	de	 solução	utilizado	 e	 o	 número	de</p><p>punções</p><p>Desvantagens</p><p>1.	Psicológicas:</p><p>a.	Administrador:	 pode	haver	um	medo	 inicial</p><p>de	lesar	o	olho	do	paciente</p><p>b.	 Paciente:	 a	 abordagem	 extraoral	 do	 nervo</p><p>infraorbitário	 pode	 ser	 incômoda;	 contudo,	 as</p><p>técnicas	intraorais	raramente	representam	um</p><p>problema.</p><p>2.	Anatômica:	dificuldade	em	definir	pontos	de</p><p>referência</p><p>Aspiração	Positiva.	0,7%.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>5</p><p>Técnica</p><p>1. Uma	 agulha	 longa	 de	 calibre	 25	 ou	 27	 G</p><p>recomendada,	 embora	 também	 se	 possa	 usar</p><p>uma	agulha	curta	de	calibre</p><p>2. Área	 de	 inserção:	 altura	 da	 prega</p><p>mucovestibular	 diretamente	 sobre	 o	 primeiro</p><p>pré-molar	superior</p><p>3. Área-alvo:	 forame	 infraorbitário	 (abaixo	 da</p><p>incisura	infraorbitária).</p><p>4. Pontos	 de	 referência:	 Prega	 mucovestibular,</p><p>Incisura	infraorbitária,	Forame	infraorbitário</p><p>5. bisel	voltado	para	o	osso</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir	a	posição	correta.	Para	bloqueio	do	nervo</p><p>infraorbitário	direito	ou	esquerdo,	o	administrador</p><p>destro	deve	sentar-se	na	posição	de	10	horas</p><p>2. Posicionar	 o	 paciente	 em	 posição	 supina	 ou</p><p>semissupina,	 com	 o	 pescoço	 ligeiramente</p><p>estendido.</p><p>3. Preparar	 os	 tecidos	no	 local	 de	 injeção	 (altura	 da</p><p>prega	mucovestibular)	para	a	penetração.</p><p>4. 	Localizar	o	forame	infraorbitário</p><p>(a)	Palpar	a	incisura	infraorbitária.</p><p>(b)	 Mover	 o	 dedo	 para	 baixo	 da	 incisura,	 aplicando	 pressão</p><p>suave	sobre	os</p><p>tecidos.</p><p>(c)	O	osso	imediatamente	abaixo	da	incisura	é	convexo</p><p>(d)	Continuando	inferiormente,	uma	concavidade	será	palpada;</p><p>este	é	o</p><p>forame	infraorbitário.</p><p>(e)	 Ainda	 aplicando	 pressão,	 sentir	 os	 contornos	 do	 forame</p><p>infraorbitário	neste	local.</p><p>5. Manter	 o	 dedo	 sobre	 o	 forame	 ou	 marcar	 a	 pele</p><p>neste	ponto.</p><p>6. 	Afastar	o	lábio	do	paciente,	tensionando	os	tecidos</p><p>na	 prega	 mucovestibular	 e	 aumentando	 a</p><p>visibilidade</p><p>7. 	Introduzir	a	agulha	na	altura	da	prega</p><p>mucovestibular	sobre	o	primeiro	pré-molar.</p><p>8. 	Orientar	a	seringa	em	direção	ao	forame</p><p>infraorbitário</p><p>9. A	 agulha	 deve	 ser	 mantida	 paralela	 ao	 eixo</p><p>longitudinal	 do	 dente	 enquanto	 é	 avançada,	 para</p><p>evitar	contato	prematuro	com	o	osso.</p><p>10. 	Avançar	 a	 agulha	 lentamente	 até	 que	 toque</p><p>suavemente	o	osso.</p><p>(a)	 O	 ponto	 de	 contato	 deve	 ser	 a	 borda	 superior	 do</p><p>forame	infraorbitário.</p><p>(b)	A	profundidade	aproximada	da	penetração	da	agulha</p><p>será	 de	 16	 mm	 para	 um	 adulto	 de	 altura	 média</p><p>(equivalente	 a	 aproximadamente	 metade	 do</p><p>comprimento	de	uma	agulha	longa).</p><p>(c)	A	profundidade	de	penetração	varia,	evidentemente.</p><p>11. 		Antes	de	injetar	a	solução	anestésica,	verificar</p><p>o	seguinte:</p><p>(a)	 Profundidade	 da	 penetração	 da	 agulha	 (adequada</p><p>para	atingir	o	forame).</p><p>(b)	 Qualquer	 desvio	 lateral	 da	 agulha	 em	 relação	 ao</p><p>forame	 infraorbitário;	 corrigir	 antes	 de	 injetar	 a</p><p>solução.</p><p>(c)	Orientação	do	bisel	(voltado	para	o	osso)</p><p>12. 	Posicionar	a	ponta	da	agulha	durante	a	injeção</p><p>com	o	bisel	voltado	para	o	forame	infraorbitário	e	a</p><p>ponta	da	agulha	tocando	o	teto	do	forame.</p><p>13. 	Aspirar	em	dois	planos.</p><p>14. 	Depositar	lentamente	de	0,9	a	1,2	ml	(por	30	a</p><p>40	segundos).</p><p>•	 Pouca	 ou	 nenhuma	 tumefação	 deve	 ser	 observada</p><p>enquanto	a	solução	é	depositada.	Se	a	extremidade</p><p>da	 agulha	 for	 introduzida	 adequadamente	 na</p><p>abertura	do	forame,	a	solução	será	direcionada	para</p><p>o	forame.</p><p>(a)	 O	 profissional	 ser.	 capaz	 de	 “sentir”	 a	 solução</p><p>anestésica	 sendo	 depositada	 sob	 seu	 dedo	 colocado</p><p>sobre	o	forame	se	a	extremidade	da	agulha	estiver	na</p><p>posição	correta.</p><p>•	 Ao	 terminar	 a	 injeção,	 o	 forame	 não	 deve	 ser	 mais</p><p>palpável	(devido	ao	volume	de	anestésico	local	nesta</p><p>posição).</p><p>•	 Neste	 ponto,	 o	 bloqueio	 do	 nervo	 infraorbitário</p><p>(produzindo	 anestesia	 dos	 tecidos	 moles	 na	 porção</p><p>anterior	 da	 face	 e	 no	 aspecto	 lateral	 do	 nariz)	 está</p><p>completo.</p><p>•	 Para	 transformá-lo	 no	 bloqueio	 do	 nervo	 alveolar</p><p>superoanterior	(proporcionando	anestesia	dos	dentes</p><p>e	de	suas	estruturas	de	sustentação):</p><p>15. 	Manter	pressão	firme	com	o	dedo	sobre	o	local</p><p>de	 injeção,	 durante	 a	 injeção	 e	 por	 pelo	menos	 1</p><p>minuto	depois	(para	aumentar	a	difusão	da	solução</p><p>de	anestésico	local	para	o	forame	infraorbitário).</p><p>16. 	Retirar	 a	 seringa	 lentamente	 e	 proteger</p><p>a</p><p>agulha	imediatamente.</p><p>17. 	Manter	a	pressão	digital	direta	sobre	o	local	da</p><p>injeção	 durante	 1	 minuto,	 de	 preferência	 por	 2</p><p>minutos,	após	a	injeção.</p><p>18. .	 Aguardar	 no	mínimo	 3	 a	 5	minutos	 após	 o</p><p>término	da	injeção	antes	de	iniciar	o	procedimento</p><p>odontológico.</p><p>Referência</p><p>Manual	de	Anestesia	Local	|	Stanley	F.	Malamed</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>1</p><p>1</p><p>TÉCNICAS ANESTÉSICAS MANDIBULARES</p><p>Técnicas</p><p>1. Bloqueio do nervo alveolar inferior</p><p>2. Bloqueio do nervo bucal</p><p>3. Bloqueio do nervo mentual</p><p>4. Bloqueio do nervo incisivo</p><p>1. BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR</p><p>(BNAI)</p><p>• É a 2˚ técnica de injeção mais usada (depois da infiltração) e a mais</p><p>importante na odontologia.</p><p>• Maior porcentagem de insucessos clínicos, mesmo quando</p><p>administrada de maneira correta</p><p>• Um bloqueio suplementar (do nervo bucal) é necessário somente</p><p>em casos em que é exigida a anestesia dos tecidos moles na Região</p><p>bucal posterior.</p><p>• A anestesia intraóssea (IO) é uma técnica suplementar empregada,</p><p>geralmente em molares, quando o BNAI se mostra ineficaz,</p><p>principalmente quando o dente apresenta um envolvimento</p><p>pulpar.</p><p>• A administração de BNAI bilaterais raramente é indicada em outros</p><p>tratamentos dentários que não cirurgias mandibulares bilaterais.</p><p>• Quando possível, é preferível tratar todo o lado direito ou esquerdo</p><p>da cavidade oral (maxilar e mandibular) de um paciente numa</p><p>consulta, em vez de administrar-se um BNAI bilateral.</p><p>Outros Nomes Comuns: Bloqueio mandibular</p><p>Nervos Anestesiados: NAI, Mentoniano, Incisivo e Lingual</p><p>Áreas Anestesiadas: Dentes até a linha média Corpo da mandíbula,</p><p>parte inferior do ramo da mandíbula</p><p>Regiões ósseas de interesse: Forame mandibular</p><p>Ponto de injeção: Rafe pterigomandibular</p><p>Indicações</p><p>1. Procedimentos em múltiplos dentes mandibulares num</p><p>quadrante</p><p>2. Casos em que é necessária a anestesia dos tecidos moles bucais</p><p>3. Casos em que é necessária a anestesia dos tecidos moles linguais</p><p>Contraindicações</p><p>1. Infecção ou inflamação aguda na área de injeção (rara)</p><p>2. Pacientes que tenham maior probabilidade de morder o</p><p>lábio ou a língua, como uma criança muito pequena ou um</p><p>adulto ou criança portador de deficiência física ou mental</p><p>Vantagens</p><p>Uma injeção proporciona uma ampla área anestesia (útil</p><p>para a odontologia de quadrantes)</p><p>Desvantagens</p><p>1. Ampla área de anestesia (não indicada para procedimentos</p><p>localizados)</p><p>2. Frequência de anestesia inadequada (31% a 81%)</p><p>3. Marcos intraorais não consistentemente confiáveis</p><p>4. Aspiração positiva (10% a 15%,a mais alta de todas</p><p>as técnicas de injeção intraoral)</p><p>5. Anestesia da língua e do lábio inferior</p><p>6. Anestesia parcial possível em casos em que estão presentes um</p><p>nervo alveolar inferior bífido e canais mandibulares bífidos;</p><p>inervação cruzada na Região anteroinferior</p><p>Aspiração Positiva: 10% a 15%.</p><p>Precauções</p><p>1. Não depositar o anestésico local se não houver o contato com o</p><p>osso, pois a ponta da agulha pode estar situada no interior da</p><p>glândula parótida, próximo ao nervo facial</p><p>2. Evitar a dor não fazendo o contato com o osso com muita força.</p><p>Técnica</p><p>Uma agulha dentária longa é recomendada em pacientes adultos.</p><p>Dá-se preferência a uma agulha longa de calibre 25; uma agulha</p><p>longa de calibre 27 é aceitável.</p><p>Área de inserção: membrana mucosa do lado medial (lingual) do</p><p>ramo da mandíbula, na interseção de duas linhas</p><p>Área alvo: nervo alveolar inferior ao descer em direção ao forame</p><p>mandibular, porém antes de ele entrar no forame</p><p>Marcos : Incisura coronóide, Rafe pterigomandibular, Plano oclusal</p><p>dos dentes mandibulares posteriores</p><p>Orientação do bisel da agulha: importância menor do que em</p><p>outros bloqueios nervosos, porque a agulha se aproxima do nervo</p><p>alveolar inferior aproximadamente em ângulo reto</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta.</p><p>2. Para um BNAI direito, um administrador destro deve se</p><p>sentar na posição de 8 horas de frente para o paciente. Para</p><p>um BNAI esquerdo, um administrador destro deve se sentar</p><p>na posição de 10 horas voltado para a mesma direção do</p><p>paciente</p><p>3. Posicionar o paciente em decúbito dorsal (recomendado)</p><p>ou em semidecúbito (caso necessário). A boca deve estar</p><p>bem aberta para possibilitar maior visibilidade e acesso ao</p><p>local de injeção.</p><p>4. Localizar o ponto de penetração da agulha (injeção). Três</p><p>parâmetros devem ser considerados durante</p><p>a administração do BNAI. Altura da injeção: colocar o dedo</p><p>indicador ou o polegar de sua mão esquerda na incisura</p><p>coronóide. Local antero posterior de injeção: A penetração</p><p>da agulha se dá na interseção de dois pontos. Profundidade</p><p>de penetração: deve haver o contato com o osso. Avançar a</p><p>agulha devagar até poder sentir que ela encontra uma</p><p>resistência óssea.</p><p>2. Introduzir a agulha. Ao fazer contato com o osso, retrair</p><p>aproximadamente 1 mm para evitar a injeção subperiosteal</p><p>e Aspirar em dois planos. Caso a aspiração seja negativa,</p><p>depositar lentamente 1,5 ml de anestésico num período</p><p>mínimo de 60 segundos.</p><p>3. Retirar lentamente a seringa e aspirar novamente</p><p>quando aproximadamente metade de seu comprimento</p><p>permanecer nos tecidos. Caso a aspiração seja negativa,</p><p>depositar parte da solução restante (0,2 ml) para anestesiar</p><p>o nervo lingual.</p><p>4. Retirar a seringa lentamente e tornar a agulha segura.</p><p>5. Depois de aproximadamente 20 segundos, fazer o</p><p>paciente retornar à posição ereta ou semiereta.</p><p>6. Aguardar de 3 a 5 minutos antes de testar quanto à</p><p>anestesia pulpar.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>2</p><p>2</p><p>2. BLOQUEIO DO NERVO BUCAL</p><p>• O nervo bucal não é anestesiado durante o BNAI e também não</p><p>é necessária para muitos procedimentos restaurativos dentários.</p><p>• O nervo bucal proporciona inervação sensorial aos tecidos moles</p><p>bucais adjacentes somente aos molares mandibulares.</p><p>• A única indicação da administração de um bloqueio do nervo</p><p>bucal, portanto, é nos casos em que se considera a manipulação</p><p>desses tecidos:</p><p>§ raspagens ou curetagens</p><p>§ colocação de grampos em dique de borracha</p><p>§ remoção de cáries subgengivais</p><p>§ preparação subgengival do dente</p><p>§ colocação de fio retrator gengival</p><p>§ colocação de faixas matriz</p><p>• É comum que o bloqueio do nervo bucal seja administrado de</p><p>rotina após o BNAI, mesmo que a anestesia dos tecidos moles</p><p>bucais na Região molar não seja necessária. Não há</p><p>absolutamente nenhuma razão para essa injeção numa situação</p><p>dessas.</p><p>• O bloqueio do nervo bucal, designado comumente como</p><p>bloqueio do nervo bucal longo, tem uma frequência de sucesso</p><p>próxima dos 100%. A razão disso é que o nervo bucal é facilmente</p><p>acessível ao anestésico local, por se situar imediatamente abaixo</p><p>da membrana mucosa, e não enterrado no osso.</p><p>Outros Nomes Comuns: Bloqueio do nervo bucal longo, blo-</p><p>queiodonervobucinador.</p><p>Nervo Anestesiado: Bucal (um ramo da divisão anterior de</p><p>V3)</p><p>Área Anestesiada: Tecidos moles e periósteo bucal dos</p><p>dentes molares mandibulares</p><p>Indicação</p><p>Casos em que a anestesia dos tecidos moles bucais é</p><p>necessária para procedimentos dentários na Região molar</p><p>mandibular.</p><p>Contraindicação</p><p>Infecção ou inflamação na área da injeção.</p><p>Vantagens</p><p>1. Elevada frequência de sucesso</p><p>2. Tecnicamente fácil</p><p>Desvantagens</p><p>Potencial de dor se a agulha entrar em contato com o</p><p>periósteo durante a injeção.</p><p>Aspiração Positiva: 0,7%.</p><p>Alternativas</p><p>1.Infiltração bucal</p><p>2. Bloqueio do nervo mandibular de Gow-Gates</p><p>3. Bloqueio do nervo mandibular de Vazirani-Akinosi</p><p>4. Injeção LPD</p><p>5. Injeção intraóssea</p><p>6. Injeção intrasseptal</p><p>Sinais e Sintomas</p><p>1. Devido à localização e ao tamanho pequeno da área</p><p>anestesiada, o paciente raramente apresenta</p><p>algum sintoma subjetivo.</p><p>Aspectos de Segurança</p><p>1. A agulha faz contato com o osso, impedindo assim</p><p>a inserção excessiva.</p><p>2. Frequência</p><p>mínima de aspiração positiva</p><p>Precauções</p><p>1. Dor à inserção pelo contato com o periósteo não</p><p>anestesiado. Isso pode ser evitado depositando-se algumas</p><p>gotas do anestésico local antes de se tocar o periósteo.</p><p>2. Solução anestésica local não sendo retida no local da</p><p>injeção. Isso significa geralmente que a penetração</p><p>da agulha não foi bastante profunda, o bisel da agulha está</p><p>apenas parcialmente nos tecidos e a solução está escapando</p><p>durante a injeção.</p><p>Técnica</p><p>É recomenda da uma agulha longa de calibre 25 ou 27. A</p><p>agulha longa é recomendada devido ao local de depósito</p><p>posterior, e não à profundidade de inserção tecidual (que é</p><p>mínima).</p><p>Área de inserção: membrana mucosa distal e bucal em</p><p>relação ao dente molar mais distal no arco.</p><p>Área alvo: nervo bucal ao passar sobre a borda anterior do</p><p>ramo da mandíbula</p><p>Marcos: molares mandibulares, prega mucobucal</p><p>Orientação do bisel: em direção ao osso durante a injeção</p><p>Procedimento</p><p>1. Assuma a posição correta:</p><p>Para um bloqueio do nervo bucal direito, um operador</p><p>destro deve se sentar na posição de 8 horas diretamente de</p><p>frente para o paciente. Para um bloqueio do nervo bucal</p><p>esquerdo, um administrador destro deve se sentar na</p><p>posição de 10 horas voltado para a mesma direção do</p><p>paciente</p><p>2. Posicionar o paciente em decúbito dorsal</p><p>(recomendado) ou em semidecúbito.</p><p>3. Preparar os tecidos para a penetração num ponto</p><p>distal e bucal ao molar mais posterior.</p><p>4. Com seu dedo indicador esquerdo (caso destro), puxar</p><p>lateralmente os tecidos moles bucais na área de injeção,</p><p>para melhorar a visibilidade. Tecidos esticados permitem</p><p>uma penetração atraumática da agulha.</p><p>5. Dirigir a seringa para o local de injeção com o bisel</p><p>com a face para baixo em direção ao osso e a seringa</p><p>alinhada paralelamente ao plano oclusal do lado da injeção,</p><p>porém em posição bucal em relação aos dentes</p><p>6. Penetrar a membrana mucosa no local de injeção, em</p><p>posição distal e bucal relativamente ao último molar</p><p>7. Avançar a agulha devagar até fazer contato de leve</p><p>com o mucoperiósteo. Para evitar a dor ao contato da</p><p>agulha, depositar algumas gotas de anestésico local</p><p>imediatamente antes do contato.</p><p>8. Aspirar. Caso a aspiração seja negativa, depositar</p><p>lentamente 0,3 ml (aproximadamente um oitavo de um</p><p>cartucho) em 10 segundos.</p><p>9. Retirar a seringa devagar e tornar a agulha segura</p><p>imediatamente.</p><p>10. Aguardar aproximadamente 3 a 5 minutos antes</p><p>de iniciar o procedimento dentário planejado.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>3</p><p>3</p><p>3. BLOQUEIO DO NERVO MENTUAL</p><p>• O nervo mentual é um ramo terminal do nervo alveolar</p><p>inferior. Saindo do forame mentual no ápice dos pré-</p><p>molares mandibulares ou próximo disso, ele proporciona</p><p>inervação sensorial aos tecidos moles bucais situados</p><p>anteriormente ao forame e aos tecidos moles do lábio</p><p>inferior e do queixo do lado da injeção.</p><p>• Há pouquíssima indicação para o uso do bloqueio do nervo</p><p>mentual.</p><p>• O bloqueio do nervo mentual é a empregada em menor</p><p>frequência.</p><p>• Ele é utilizado principalmente para procedimentos nos</p><p>tecidos moles bucais, como a sutura de</p><p>lacerações ou biópsias.</p><p>• Sua frequência de êxito se aproxima dos</p><p>100%, devido à facilidade de acesso ao nervo.</p><p>• Equivalente do bloqueio do nervo infraorbital.</p><p>Outros Nomes Comuns:</p><p>Nenhum</p><p>Nervo Anestesiado</p><p>Mentual, um ramo terminal do alveolar inferior.</p><p>Áreas Anestesiadas</p><p>Membrana mucosa bucal, anteriormente ao forame</p><p>mentual (em torno do segundo pré-molar) até a linha média</p><p>e a pele do lábio inferior e do queixo.</p><p>Indicação</p><p>Casos em que a anestesia dos tecidos moles bucais é</p><p>necessária para procedimentos na mandíbula anteriormente</p><p>ao forame mentual, como os seguintes:</p><p>1. Biópsias dos tecidos moles</p><p>2. Sutura de tecidos moles</p><p>Contraindicação</p><p>Infecção ou inflamação aguda na área de injeção</p><p>Vantagens</p><p>1.Elevada frequência de êxito</p><p>2.Tecnicamente fácil</p><p>3. Em geral totalmente atraumático</p><p>Desvantagem</p><p>Hematoma.</p><p>Aspiração Positiva: 5,7%.</p><p>Alternativas</p><p>1. Infiltração local</p><p>2. Bloqueio do nervo alveolar inferior</p><p>3. Bloqueio do nervo mandibular de Gow-Gates</p><p>4. Bloqueio nervoso de Vazirani-Akinosi</p><p>Sinais e Sintomas</p><p>1. Subjetivos: formigamento ou dormência no lábio inferior</p><p>2. Objetivos: ausência de dor durante o tratamento</p><p>Aspecto de Segurança</p><p>A Região é anatomicamente “segura”.</p><p>Precauções</p><p>Tocar no periósteo produz desconforto. Para prevenir: evitar</p><p>o contato com o periósteo ou depositar uma pequena</p><p>quantidade da solução antes de fazer contato com ele.</p><p>Falhas da Anestesia</p><p>Raras no bloqueio do nervo mentual</p><p>Complicações</p><p>1. Poucas com alguma consequência</p><p>2. Hematoma</p><p>Para tratar: aplicar pressão com gaze diretamente à</p><p>área de sangramento durante pelo menos 2</p><p>minutos.</p><p>3. Parestesias no lábio e/ou queixo</p><p>Técnica</p><p>É recomendada uma agulha curta de calibre 25 ou 27.</p><p>Área de inserção: prega mucobucal no forame mentual ou</p><p>imediatamente anterior ao mesmo</p><p>Área-alvo: nervo mentual à saída do forame mentual</p><p>(geralmente localizado entre o ápice do primeiro pré-molar</p><p>e o do segundo)</p><p>Marcos: pré-molares mandibulares e pregamucobucal</p><p>Orientação do bisel: em direção ao osso durante a injeção</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta. Para um bloqueio do nervo</p><p>mentual direito ou esquerdo, um administrador destro deve</p><p>se sentar confortavelmente em frente ao paciente, de modo</p><p>que a seringa possa ser colocada na boca abaixo da linha de</p><p>visão do paciente</p><p>2. Posicionar o paciente. O decúbito dorsal é</p><p>recomendado, mas o semidecúbito é aceitável. Faça o</p><p>paciente fechar parcialmente a boca. Isso permite um maior</p><p>acesso ao local de injeção.</p><p>3. Localizar o forame mentual.</p><p>4. Preparar o tecido no local da penetração.</p><p>5. Com seu dedo indicador esquerdo, puxar lateralmente</p><p>o lábio inferior e os tecidos moles bucais. A visibilidade</p><p>melhora e os tecidos bem esticados permitem uma</p><p>penetração atraumática.</p><p>6. Orientar a seringa com o bisel dirigido ao osso.</p><p>7. Penetrar a membrana mucosa no local de injeção, no</p><p>canino ou no primeiro pré-molar, dirigindo a seringa ao</p><p>forame mentual</p><p>8. Avançar a agulha bem devagar até chegar ao forame.</p><p>9. Aspirar em dois planos.</p><p>10. Caso a aspiração seja negativa, depositar lentamente</p><p>0,6 ml (aproximadamente um terço do cartucho) em 20</p><p>segundos. Se o tecido no local da injeção inflar como um</p><p>balão (ficar tumefeito ao se injetar o anestésico),</p><p>interromper o depósito e remover a seringa.</p><p>11. Retirar a seringa e tornar a agulha segura</p><p>imediatamente. (1) Aguardar de 2 a 3 minutos antes de</p><p>iniciar o procedimento.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>4</p><p>4</p><p>4. BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO</p><p>• O nervo incisivo é um ramo terminal do nervo alveolar inferior.</p><p>• O nervo é sempre anestesiado quando um bloqueio nervoso</p><p>alveolar inferior ou mandibular é bem-sucedido; por essa razão,</p><p>o bloqueio do nervo incisivo não é necessário em casos em que</p><p>esses bloqueios são administrados.</p><p>• A anestesia da polpa, dos tecidos moles bucais e do osso é</p><p>obtida com facilidade.</p><p>• Os tecidos moles linguais não são anestesiados com o uso desse</p><p>bloqueio. Caso seja necessário anestesiar os tecidos moles</p><p>linguais em áreas muito isoladas, a infiltração local pode ser</p><p>efetuada. Essa técnica proporciona uma anestesia adequada</p><p>dos tecidos moles linguais para curetagens profundas,</p><p>planejamentos radiculares e preparações subgengivais.</p><p>• Em casos em que houver necessidade significativa de anestesia</p><p>dos tecidos moles linguais, deve-se administrar um bloqueio</p><p>nervoso alveolar inferior ou mandibular desse lado, com o</p><p>bloqueio do nervo incisivo administrado do lado contralateral.</p><p>• Não é necessário que a agulha entre no forame mentual para</p><p>que o bloqueio do nervo incisivo seja bem-sucedido.</p><p>• Pelo menos duas</p><p>desvantagens se associam à entrada da</p><p>agulha no forame mentual: (1) a administração de um bloqueio</p><p>do nervo incisivo se torna tecnicamente mais difícil e (2)</p><p>aumenta o risco de se traumatizar o nervo mentual ou o incisivo</p><p>e os vasos sanguíneos a eles associados.</p><p>• Para que o bloqueio do nervo incisivo seja bem-sucedido, o</p><p>anestésico deve ser depositado imediatamente fora do forame</p><p>mentual e, sob pressão, dirigido ao forame.</p><p>• Considerado como o equivalente mandibular do bloqueio do</p><p>nervo alveolar superior</p><p>Outro Nome Comum</p><p>Bloqueio do nervo mentual (inadequado).</p><p>Nervos Anestesiados</p><p>Mentual e incisivo.</p><p>Áreas Anestesiadas</p><p>1. Membrana mucosa bucal anterior ao forame mentual,</p><p>geralmente do segundo pré-molar até a linha média</p><p>2. Lábio inferior e pele do queixo</p><p>3. Fibras nervosas pulpares aos pré-molares, ao canino e aos</p><p>incisivos</p><p>Indicações</p><p>1. Procedimentos dentários envolvendo a anestesia pulpar em</p><p>dentes mandibulares anteriores ao forame mentual</p><p>2. Casos em que o BNAI não está indicado:</p><p>a. Quando são tratados seis, oito ou 10 dentes anteriores o</p><p>bloqueio do nervo incisivo é recomendado em lugar de BNAI</p><p>bilaterais. Uma indicação importante do bloqueio do nervo incisivo</p><p>é quando o procedimento considerado envolve tanto o lado direito</p><p>da mandíbula como o esquerdo</p><p>3. Os pré-molares, o canino e os incisivos laterais e centrais,</p><p>incluindo seus tecidos moles e o osso, são anestesiados ao ser</p><p>administrado um bloqueio do nervo incisivo.</p><p>Contraindicação</p><p>Infecção ou inflamação aguda na área da injeção.</p><p>Vantagens</p><p>1. Proporciona anestesia pulpar e dos tecidos duros sem anestesia</p><p>lingual (que é desconfortável e desnecessária em muitos pacientes)</p><p>2. Útil em lugar de BNAI bilaterais</p><p>3. Elevada frequência de êxito</p><p>Desvantagens</p><p>1. Não proporciona anestesia lingual.</p><p>2. Pode haver uma anestesia parcial na linha média devido à</p><p>superposição de fibras nervosas do lado oposto (extremamente</p><p>rara). Pode ser necessária a infiltração local de 0,9 ml do anestésico</p><p>local tanto no aspecto bucal como no lingual dos incisivos centrais</p><p>mandibulares para se obter a anestesia pulpar completa.</p><p>3. Ambas as desvantagens que acabamos de referir são reduzidas</p><p>a um mínimo se não se entrar no forame mentual.</p><p>Aspiração Positiva: 5,7%.</p><p>Alternativas</p><p>1. Infiltração local tecidos moles bucais e anestesia pulpar e dos</p><p>incisivos centrais e laterais</p><p>2. Bloqueio do nervo alveolar inferior</p><p>3. Bloqueio do nervo mandibular de Gow-Gates</p><p>4. Bloqueio do nervo mandibular de Vazirani-Akinosi</p><p>5. Injeção do ligamento periodontal</p><p>Precaução</p><p>Geralmente uma injeção atraumática, a não ser que a agulha faça</p><p>contato com o periósteo ou a solução seja depositada muito</p><p>rapidamente.</p><p>Falhas da Anestesia</p><p>1. Volume inadequado de solução anestésica no forame mentual,</p><p>com ausência subsequente de anestesia pulpar. Para corrigir:</p><p>injetar novamente na Região correta e aplicar pressão ao local de</p><p>injeção.</p><p>2. Duração inadequada da pressão após a injeção.</p><p>Técnica</p><p>É recomendada uma agulha curta de calibre 27.</p><p>Área de inserção: prega mucobucal no forame mentual ou</p><p>imediatamente anterior a ele</p><p>Área-alvo: forame mentual, através do qual o nervo mentual</p><p>sai e no interior do qual o nervo incisivo está localizado</p><p>Marcos: pré-molares mandibulares e prega mucobucal</p><p>Orientação do bisel: em direção ao osso durante a injeção</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta. Para um bloqueio do nervo incisivo</p><p>direito ou esquerdo, sente-se confortavelmente de frente para o</p><p>paciente, de modo que a seringa possa ser colocada na boca</p><p>abaixo da linha de visão do paciente</p><p>2. Posicionar o paciente. O decúbito dorsal é recomendado, mas</p><p>o semidecúbito é aceitável. Solicitar que o paciente feche</p><p>parcialmente a boca; isso possibilita o acesso mais fácil ao local de</p><p>injeção.</p><p>3. Localizar o forame mentual que é geralmente encontrado no</p><p>ápice do segundo pré-molar. Ele pode ser encontrado, porém,</p><p>anterior ou posteriormente a esse local. Caso se disponha de</p><p>radiografias, o forame mentual pode ser localizado com facilidade.</p><p>4. Preparar os tecidos no local da penetração. Com seu dedo</p><p>indicador esquerdo, puxar lateralmente o lábio inferior e os</p><p>tecidos moles bucais</p><p>5. Orientar a seringa com o bisel voltado para o osso.</p><p>6. Penetrar a membrana mucosa no canino ou no primeiro pré-</p><p>molar, dirigindo a agulha ao forame mentual.</p><p>7. Avançar a agulha bem devagar até chegar ao forame mentual.</p><p>A profundidade de penetração é de 5 a 6 mm. Não há nenhuma</p><p>necessidade de se entrar no forame mentual para que o bloqueio</p><p>do nervo incisivo seja bem-sucedido.</p><p>8. Aspirar em dois planos.</p><p>9. Caso a aspiração seja negativa, depositar lentamente 0,6 ml</p><p>(aproximadamente um terço de um cartucho) em 20 segundos.</p><p>10. Retirar a seringa e tornar a agulha segura imediatamente.</p><p>11. Continuar a aplicar pressão no local de injeção por 2</p><p>minutos.</p><p>12. Aguardar de 3 a 5 minutos antes de iniciar o procedimento</p><p>dentário.</p><p>Referência</p><p>Manual	de	Anestesia	Local	|	Stanley	F.	Malamed</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesio</p><p>1</p><p>Anestesia	no	palato</p><p>Etapas	de	injeção	atraumática:</p><p>1.	 Produzir	 anestesia	 tópica	 adequada</p><p>2.	 Usar	 anestesia	 por	 pressão	 no	 local	 antes	 e</p><p>durante</p><p>3.	 Manter	 controle	 sobre	 a	 agulha.</p><p>4.	 Injetar	 a	 solução	 de	 anestésico	 lentamente.</p><p>5.	Confiar	em	si	próprio.</p><p>Bloqueio	do	nervo	palatino</p><p>maior</p><p>O	 bloqueio	 do	 nervo	 palatino	 maior	 é	 muito	 útil</p><p>durante	 procedimentos	 odontológicos	 envolvendo</p><p>os	 tecidos	 moles	 palatinos	 distais	 ao	 canino.</p><p>Volumes	 mínimos	 de	 solução	 (0,45	 a	 0,6	 ml)</p><p>produzem	 anestesia	 profunda	 dos	 tecidos	moles	 e</p><p>duros	 do	 palato.	 Embora	 potencialmente</p><p>traumático,	 o	 bloqueio	 do	 nervo	 palatino	 maior	 é</p><p>menos	 traumático	 que	 o	 bloqueio	 do	 nervo</p><p>nasopalatino,	 pois	 os	 tecidos	 que	 circundam	 o</p><p>forame	 palatino	 maior	 não	 estão	 tão	 firmemente</p><p>aderidos	 ao	 osso	 e	 por	 isso	 acomodam	 melhor	 o</p><p>volume	de	solução	depositado.</p><p>•Outro	 Nome	 Comum.	 Bloqueio	 do	 nervo</p><p>palatino	anterior.</p><p>•Nervos	Anestesiados.	Palatino	maior.</p><p>•Áreas	 Anestesiadas.	 A	 parte	 posterior	 do</p><p>palato	 duro	 e	 os	 tecidos	 moles	 sobrejacentes,</p><p>anteriormente	 até	 o	 primeiro	 pré-molar	 e</p><p>medialmente	até	a	linha	média.</p><p>Indicações</p><p>1.	 Em	 casos	 em	 que	 a	 anestesia	 dos	 tecidos</p><p>moles	do	palato	é	necessária</p><p>2.	Para	controle	da	dor	durante	procedimentos</p><p>periodontais	ou	cirúrgicos	orais	envolvendo	os</p><p>tecidos	palatinos	moles	e	duros</p><p>Contraindicações</p><p>1. Inflamação	 ou	 infecção	 no	 local	 da</p><p>injeção</p><p>2.	Pequenas	áreas	de	tratamento	(um	ou</p><p>dois	dentes)</p><p>Vantagens</p><p>1. Minimiza	 as	 penetrações	 da	 agulha	 e	 o</p><p>volume	de	solução</p><p>2. 	Minimiza	o	desconforto	para	o	paciente</p><p>Desvantagens</p><p>1. Não	há	hemostasia,	 exceto	na	área	próxima</p><p>da	injeção</p><p>2. 	Potencialmente	traumático</p><p>Aspiração	Positiva.	Menos	de	1%.</p><p>Técnica</p><p>1.	Uma	agulha	curta	calibre	27	G	recomendada.</p><p>2.	 Área	 de	 introdução:	 tecidos	 moles	 levemente</p><p>anteriores	ao	forame	palatino	maior</p><p>3.	 Área-alvo:	 nervo	 palatino	 maior	 (anterior),</p><p>quando	passa	anteriormente	entre	os	tecidos	moles</p><p>e	o	osso	do	palato	duro</p><p>4.	Pontos	de	 referência:	 forame	palatino	maior	 e</p><p>junção	do	processo	alveolar	maxilar	e	osso	palatino</p><p>5.	Trajeto	da	introdução:	avançar	a	seringa	a	partir</p><p>do	 lado	 oposto	 da	 boca	 formando	 um	 ângulo	 reto</p><p>com	a	área-alvo</p><p>6.	 Orientação	 do	 bisel:	 voltado	 para	 os	 tecidos</p><p>moles	palatinos</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir	a	posição	correta</p><p>Direito	-	7	a	8	h	de	frente</p><p>Esquerdo	-	11	h	de	frente</p><p>2. Paciente	em	posição	supina</p><p>Abrir	 a	 boca	 no	 máximo</p><p>Estender	 a	 cabeça	 para	 trás</p><p>Gira	a	cabeça	para	o	lado	da	injeção</p><p>3. Localizar	o	forame	palatino	maior</p><p>Região	 de	 encontro	 do	 processo	 alveolar	 com	 o</p><p>palato	Distal	ao	2˚	molar	superior</p><p>4. Preparar</p><p>o	tecido	para	a	injeção</p><p>5. Manter	 pressão	 com	 a	 haste	 de	 algodão</p><p>atrás	do	forame	-	isquemia</p><p>6. Injetar	o	anestésico	enquanto	avança	com</p><p>a	agulha	(técnica	de	pré-perfuração)</p><p>Continuar	a	aplicar	a	anestesia	compressiva</p><p>7. Aspirar	em	dois	planos</p><p>8. Injetar	1/4	do	tubetes	-	30	s</p><p>9. Remover	a	agulha</p><p>10. Proteger	a	agulha</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesio</p><p>2</p><p>Bloqueio	do	nervo	nasopalatino</p><p>O	 bloqueio	 do	 nervo	 nasopalatino	 é	 uma	 técnica</p><p>muito	valiosa	para	o	controle	da	dor	palatina,	pois,</p><p>com	 a	 administração	 de	 um	 volume	 mı́nimo	 de</p><p>solução	 anestésica	 (no	 máximo	 um	 quarto	 do</p><p>tubete),	uma	ampla	área	dos	tecidos	moles	palatinos</p><p>é	 atingida,	 minimizando	 assim	 a	 necessidade	 de</p><p>múltiplas	injeções	do	palato.</p><p>Infelizmente,	o	bloqueio	do	nervo	nasopalatino	tem</p><p>a	 característica	 de	 ser	 uma	 injeção	 que	 pode	 ser</p><p>muito	 traumática.	 Em	 nenhuma	 outra	 técnica	 de</p><p>injeção,	 a	 necessidade	 de	 seguir	 rigorosamente	 o</p><p>protocolo	de	injeção	atraumática	é	mais	importante</p><p>que	no	bloqueio	do	nervo	nasopalatino.</p><p>•Outro	 Nome	 Comum:	 bloqueio	 dos	 nervos</p><p>incisivo	ou	nasopalatino</p><p>•Nervos	Anestesiados:	Nervos	nasopalatinos</p><p>•Áreas	Anestesiadas:	palato	duro	entre	canino</p><p>esquerdo	e	direito</p><p>Indicações</p><p>1.	 Em	 casos	 em	 que	 a	 anestesia	 dos	 tecidos</p><p>moles	do	palato	anterior	é	necessária</p><p>2.	Para	controle	da	dor	durante	procedimentos</p><p>periodontais	ou	cirúrgicos	orais	envolvendo	os</p><p>tecidos	palatinos	moles	e	duros</p><p>Contraindicações</p><p>1.	 Inflamação	 ou	 infecção	 no	 local	 da	 injeção</p><p>2.	 Pequenas	 áreas	 de	 tratamento	 (um	 ou	 dois</p><p>dentes)</p><p>Vantagens</p><p>1. Minimiza	 as	 perfurações	 da	 agulha	 e	 o</p><p>volume	de	solução</p><p>2. Minimiza	 o	 desconforto	 para	 o	 paciente</p><p>oriundo	de	múltiplas	perfurações	da	agulha</p><p>Desvantagens</p><p>1. Não	há	hemostasia,	 exceto	na	área	próxima</p><p>da	injeção</p><p>2. Potencialmente	 a	 injeção	 intraoral	 mais</p><p>traumática;	 contudo,	 o	 protocolo	 para	 uma</p><p>injeção	atraumática	ou	o	uso	de	um	sistema</p><p>C-CLAD	 ou	 de	 uma	 solução	 anestésica	 local</p><p>tamponada	 pode	 reduzir	muito	 ou	 eliminar</p><p>completamente	o	desconforto</p><p>Aspiração	Positiva.	Menos	de	1%.</p><p>Alternativas</p><p>• Infiltração	local	em	regiões	especificas</p><p>• Bloqueio	do	nervo	maxilar</p><p>• Bloqueio	 do	 nervo	 alveolar	 superior</p><p>médio	anterior	(ASMA)</p><p>Técnica</p><p>1.	Uma	agulha	curta	calibre	27	G	recomendada.</p><p>2.	Área	de	introdução:	mucosa	palatina	lateral</p><p>à	papila	incisiva</p><p>3.	Área-alvo:	forame	incisivo</p><p>4.	 Pontos	 de	 referência:	 incisivos	 centrais	 e</p><p>papila	incisiva	5.</p><p>5.Trajeto	 da	 introdução:	 avançar	 em	 45	 o</p><p>graus</p><p>6.	Orientação	do	bisel:	voltado	para	os	tecidos</p><p>moles	palatinos</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir	a	posição	correta</p><p>9	ou	10	h</p><p>2. Paciente	em	posição	supina</p><p>3. Preparar	o	tecido	para	a	injeção</p><p>Manter	 pressão	 com	 a	 haste	 de	 algodão	 -</p><p>isquemia</p><p>4. Aspiração</p><p>5. Injetar	 o	 anestésico	 enquanto	 avança</p><p>com	a	agulha	(técnica	de	pré-perfuração)</p><p>5	mm	de	profundidade	-	toque	no	osso</p><p>6. Recua	1	mm	e	injeta</p><p>7. Continuar	 a	 aplicar	 a	 anestesia</p><p>compressiva	1/4	a	1/3	do	tubete	-	30	s</p><p>8. Caso	 a	 aspiração	 seja	 negativa,	 injetar</p><p>lentamente</p><p>9. Retirara	seringa	lentamente</p><p>10. Proteger	a	agulha</p><p>11. Aguardar	2	a	3	minutos	antes	de	iniciar	o</p><p>procedimento	odontológico.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesio</p><p>3</p><p>Infiltração	local	do	palato</p><p>• Indicada	para	áreas	pequenas</p><p>• Causa	boa	hemostasia</p><p>• Controle	de	dor	palatogengival</p><p>• Anestesia	 ramos	 terminais	 dos	 nervos</p><p>palatino	maior	e	nasopalatino</p><p>Outros	 Nomes	 Comuns:	 Nenhum.</p><p>Nervos	 Anestesiados:	 Ramos	 terminais	 dos</p><p>nervos	nasopalatino	e	palatino	maior.</p><p>Áreas	 Anestesiadas.	 Tecidos	 moles	 na</p><p>vizinhança	imediata	da	injeção.</p><p>Indicações</p><p>1. Basicamente	 para	 obter	 hemostasia</p><p>durante	procedimentos	cirúrgicos</p><p>2. Controle	 da	 dor	 palatogengival	 quando</p><p>são	 necessárias	 áreas	 limitadas	 de</p><p>anestesia	para	a	aplicação	de	grampo	de</p><p>isolamento	 absoluto,	 para	 adaptar	 o	 fio</p><p>de	 retração	 no	 sulco	 gengival,	 ou	 para</p><p>procedimentos	 cirúrgicos	 em	 não	 mais</p><p>do	que	dois	dentes</p><p>Contraindicações</p><p>1. Inflamação	 ou	 infecção	 no	 local	 da</p><p>injeção</p><p>2. Controle	da	dor	em	áreas	de	tecido	mole</p><p>envolvendo	mais	de	dois	dentes</p><p>Vantagens</p><p>1. Produz	hemostasia	aceitável	quando	um</p><p>vasoconstritor	é	utilizado</p><p>2. Produz	uma	área	mínima	de	dormência,</p><p>minimizando	 assim	 o	 desconforto	 do</p><p>paciente</p><p>Desvantagem</p><p>Injeção	potencialmente	traumática</p><p>Aspiração	Positiva.	Desprezível.</p><p>Referência</p><p>Manual	de	Anestesia	Local	|	Stanley	F.	Malamed</p><p>Técnica</p><p>1. Uma	agulha	curta	calibre	27	é	recomendada.</p><p>2. Área	 de	 introdução:	 gengiva	 inserida	 de	 5	 a</p><p>10mm	da	margem	livre	da	gengiva</p><p>3. Área-alvo:	 tecidos	 gengivais	 de	 5	 a	 10	mm	 da</p><p>margem	livre	da	gengiva</p><p>4. Pontos	de	referência:	tecido	gengival	no	centro</p><p>estimado	da	área	de	tratamento</p><p>5. Trajeto	de	introdução:	aproximar-se	do	local	da</p><p>injeção	em	um	ângulo	de	45	graus</p><p>OBS:	Injetar	até	que	haja	isquemia	da	área	-	0,2	a</p><p>0,3	m</p><p>Procedimento</p><p>1. Se	 o	 administrador	 for	 destro,	 sentar	 na</p><p>posição	de	10	horas.</p><p>2. Solicitar	ao	paciente	para:</p><p>(a)		Abrir	bem	a	boca.</p><p>(b)		Estender	o	pescoço.</p><p>(c)		Girar	a	cabeça	para	a	esquerda	ou	para	a	direita</p><p>para	melhorar	a	visibilidade.</p><p>3. Preparar	o	tecido	no	local	da	injeção.</p><p>4. Após	2	minutos	de	 aplicação	do	 anestésico</p><p>tópico,	 colocar	 a	 haste	 de	 algodão	 no	 tecido</p><p>imediatamente	adjacente	ao	local	da	injeção.</p><p>(a)		Com	a	haste	de	algodão	em	sua	mão	esquerda</p><p>aplicar	pressão	nos	tecidos	moles</p><p>palatinos.</p><p>(b)		Observar	a	isquemia	no	local	da	injeção.</p><p>5. Posicionar	 o	 bisel	 da	 agulha	 contra	 os</p><p>tecidos	 moles	 isquêmicos	 no	 local	 da	 injeção.	 A</p><p>agulha	deve	estar	bem	estabilizada	para	se	evitar	a</p><p>penetração	 acidental</p><p>dos	tecidos.</p><p>6. Com	o	bisel	posicionado	contra	o	tecido:</p><p>(a)	 	Aplicar	 pressão	 suficiente	 para	 curvar</p><p>ligeiramente	a	agulha.</p><p>(b)		Depositar	um	pequeno	volume	de	anestésico.</p><p>A	solução	será́	forcada	contra	a	membrana	mucosa,</p><p>formando	uma	gotícula.</p><p>7. Retificar	 a	 agulha	 e	 permitir	 que	 o	 bisel</p><p>perfure	a	mucosa</p><p>8. 		Continuar	 a	 injetar	 pequenos	 volumes	 de</p><p>anestésico</p><p>local	durante	todo	o	procedimento.</p><p>9. Continuar	a	aplicar	pressão	com	a	haste	de</p><p>algodão	durante	toda	a	injeção.</p><p>10. Continuar	 a	 avançar	 a	 agulha	 e	 a	 injetar	 o</p><p>anestésico	 até	 tocar	 delicadamente	 o	 osso.	 A</p><p>espessura	 do	 tecido	 é	 de	 apenas	 3	 a	 5	 mm	 na</p><p>maioria	dos	pacientes.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>1</p><p>1</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>2</p><p>2</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p>

Mais conteúdos dessa disciplina