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<p>anestesiologiaanestesiologia</p><p>resumos deresumos de</p><p>@sinteseodonto@sinteseodonto</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>disponível muito</p><p>mais resumos</p><p>simplificados,</p><p>ilustrativos e</p><p>referenciados!</p><p>Síntese Odonto</p><p>CLICA OU ACESSE O QR CODE</p><p>PARA MAIS CONTEÚDOS!</p><p>Olá! Eu sou Sara Milena, criadora da página Síntese Odonto, e vou te passar algumas informações</p><p>importantes sobre esse conteúdo! Esse é um resumo que aborda assuntos odontológicos, realizado</p><p>com a finalidade de auxiliar acadêmicos de Odontologia em seus estudos, caso encontre algo diferente</p><p>do que você aprendeu, fale cmg! Alguns protocolos mudam de profissional para outro e o mesmo serve</p><p>para autores, que nem sempre tem o mesmo ponto de vista de determinado assunto. Qualquer venda ou</p><p>compartilhamento não autorizado do material viola a Lei 9.610/98 (Lei de Direitos Autorais) com pena de</p><p>detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. SOMENTE O PERFIL E CONTA OFICIAL SÍNTESE</p><p>ODONTO TEM A AUTORIZAÇÃO DE COMPARTILHAR E VENDER ESSE MATERIAL EM QUALQUER TIPO DE</p><p>PLATAFORMA DIGITAL</p><p>POSTE UMA FOTO NOS STORIES ESTUDANDO E ME</p><p>MARQUE! SEU FEEDBACK É MUITO IMPORTANTE!</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>https://instagram.com/sinteseodonto</p><p>Anestesiologia</p><p>1</p><p>Introdução anestesiologia</p><p>• Produzem perda de sensibilidade sem perda da</p><p>consciência</p><p>• Tem ação transitória e reversível</p><p>Devem possuir baixa toxicidade</p><p>Início de ação rápido X duração satisfatória Não</p><p>existe um anestésico ideal</p><p>Eletrofisiologia da condução</p><p>• Anestésicos aumentam o limiar de descarga</p><p>• No repouso os ions sódio estão hidratados e</p><p>passam com dificuldade</p><p>• Propagação do impulso – condução</p><p>unidirecional</p><p>Teorias acerca do mecanismo</p><p>• A teoria da acetilcolina</p><p>• A teoria do deslocamento do cálcio</p><p>• A teoria das cargas de superfície (repulsão)</p><p>• Teoria da expansão da membrana</p><p>• Teoria do receptor específico: Os efeitos primários</p><p>ocorrem durante a fase de despolarização</p><p>Mecanismo de ação</p><p>Os anestésicos vão agir:</p><p>1. Alterando o potencial de repouso básico da</p><p>membrana do nervo</p><p>2. Alterando o potencial de limiar (nivel de</p><p>descarga)</p><p>3. Diminuindo a taxa de despolarização</p><p>4. Prolongando a taxa de repolarização</p><p>• Os AL vão atuar nos canais de ion sódio</p><p>diminuindo a permeabilidade desses ions,</p><p>impedindo a sua penetração e bloqueando</p><p>assim a condução e geração do impulso</p><p>doloroso, já que não ocorre o processo de</p><p>despolarização</p><p>• O nervo possui um axônio rico em canais de</p><p>sódio que se abrem no processo de</p><p>despolarização. Os anestésicos então atuam</p><p>bloqueando essa despolarização devido o</p><p>bloqueio dos canais de sódio, logo, o impulso</p><p>não consegue chegar ao SNC.</p><p>A sequência a seguir é um mecanismo</p><p>proposto de ação dos anestésicos locais</p><p>1. Deslocamento de íons cálcio do sítio receptor</p><p>dos canais de sódio, o que permite...</p><p>2. A ligação da molécula de anestésico local a</p><p>esse sítio receptor, o que então produz...</p><p>3. O bloqueio do canal de sódio, e uma...</p><p>4. Diminuição na condutância de sódio, que leva</p><p>à...</p><p>5. Depressão da taxa de despolarização</p><p>elétrica,e a...</p><p>6. Falha em obter o nível do potencial de limiar,</p><p>juntamente com uma...</p><p>7. Falta de desenvolvimento dos potenciais de</p><p>ação propagados, o que é chamado...</p><p>8. Bloqueio de condução.</p><p>• OBS: O mecanismo pelo qual os íons sódio</p><p>ganham entrada ao axoplasma do nervo,</p><p>iniciando assim um potencial de ação, é alterado</p><p>por anestésicos locais. A membrana nervosa</p><p>continua num estado polarizado porque os</p><p>movimentos iônicos responsáveis pelo potencial</p><p>de ação deixam de se desenvolver.</p><p>• OBS: O bloqueio nervoso produzido por</p><p>anestésicos locais é denominado bloqueio</p><p>nervoso não despolarizante.</p><p>• OBS: Feixes do manto: porções proximais do</p><p>nervo</p><p>Feixes do centro: porções distais do nervo</p><p>Fatores que afetam a ação</p><p>anestésica</p><p>• O pK afeta o inicio da ação. Quando pK esta baixo, o</p><p>inicio da ação é mais rápido, logo, o tempo é reduzido</p><p>• Solubilidade nos lipídios afeta a potência anestésica.</p><p>Quanto maior solubilidade, maior a potência do</p><p>anestésico</p><p>• A ligação proteica afeta a duração. Quanto maior</p><p>ligação proteica, maior duração da ação anestésica</p><p>• Difusão em tecido não nervoso afeta o inicio da acao.</p><p>Quanto maior o aumento da difusão, menor é o tempo</p><p>de inicio da ação</p><p>• Atividade vasodilatadora afeta na potencia e duração</p><p>do anestésico. Quanto maior atividade vasodilatadora,</p><p>menos potência e duração do anestésico</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>2</p><p>Outros fatores que afetam a ação anestésica</p><p>• Se o anestésico esta associado a</p><p>vasoconstritor</p><p>• Se o AL está ou não ionizado</p><p>• Se a área esta inflamada</p><p>• Se é uso tópico ou não</p><p>Um bloqueio fica prejudicado em ambientes</p><p>inflamados. Por que?</p><p>Os anestésicos são quimicamente bases fracas.</p><p>O anestésico possui uma estrutura química com</p><p>três partes: uma parte lipofílica + cadeia</p><p>intermediária + núcleo hidrofílico. O centro</p><p>lipofílico tem afinidade com a membrana celular</p><p>do axônio, conseguindo assim penetrá-la.</p><p>Enquanto o núcleo hidrofílico irá interagir com a</p><p>parte interna dos canais de sódio.</p><p>O anestésico so atravessa a membrana do axônio</p><p>na forma não ionizada, pois a membrana é</p><p>lipofílica apolar, ao entrar no axônio, o AL se torna</p><p>ionizado, se tornando hidrofílico, logo irá bloquear</p><p>os canais de Na+.</p><p>Resposta: Diante da acidez tecidual (inflamação),</p><p>o anestésico se torna ionizado (básico) há</p><p>dificuldade da ação anestésica. Ou seja, o</p><p>anestésico na forma de ion básico tem dificuldade</p><p>de atravessar a membrana. E também no tecido</p><p>inflamado haverá aumento de absorção das</p><p>moléculas de anestésico pelos vasos sanguíneos</p><p>dilatados nessa região.</p><p>OBS: Quanto mais neutro o pH do anestésico,</p><p>maior a analgesia.</p><p>Aspectos farmacocinéticos</p><p>• Indução e barreiras à difusão: durante a fase</p><p>de indução da anestesia, o AL se desloca de</p><p>seu local de depósito para o nervo pelo</p><p>processo de difusão.</p><p>• Recuperação do bloqueio: O bloqueio precisa</p><p>de recuperação por que a concentração</p><p>extraneural de anestésico local é reduzida</p><p>continuamente pela difusão, então vai</p><p>ocorrer a dispersão da captação da droga</p><p>• Readministração do anestésico: pode levar a</p><p>Taquifilaxia que é um aumento da tolerância</p><p>a uma droga que é administrada</p><p>repetidamente.</p><p>• Duração de efeito:À medida que o anestésico</p><p>local é removido do nervo, sua função retorna</p><p>rapidamente no início, mas depois o retorno</p><p>gradualmente se torna mais lento.</p><p>Anestésicos locais de ação mais longa (p. ex.,</p><p>bupivacaína, etidocaína, ropivacaína,</p><p>tetracaína) ligam-se mais firmemente à</p><p>membrana do nervo (aumento da ligação</p><p>proteica) do que as drogas de ação mais curta</p><p>(p. ex., procaína, lidocaína) e, portanto, são</p><p>liberados mais lentamente dos sítios</p><p>receptores nos canais de sódio. A taxa em que</p><p>um anestésico é removido de um nervo tem</p><p>um efeito sobre a duração do bloqueio neural;</p><p>além do aumento da ligação proteica, outros</p><p>fatores que influenciam a taxa de remoção de</p><p>uma droga do local de infiltração são a</p><p>vascularidade do local de infiltração e a</p><p>presença ou ausência de uma substância</p><p>vasoativa.</p><p>Referência</p><p>Manual de Anestesia Local | Stanley F. Malamed</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>1</p><p>Técnicas anestésicas Maxilares</p><p>1. Supraperiosteal</p><p>2. Injeção no ligamento periodontal</p><p>3. Injeção intrasseptal</p><p>4. Injeção intracrista</p><p>5. Injeção intraóssea</p><p>6. Bloqueio do nervo alveolar superioposterior</p><p>(ASP)</p><p>7. Bloqueio do nervo alveolar superior</p><p>médio</p><p>(ASM)</p><p>8. Bloqueio do nervo alveolar superoanterior</p><p>(ASA)</p><p>9. Bloqueio do nervo maxilar (V2)</p><p>10. Bloqueio do nervo palatino maior (anterior)</p><p>11. Bloqueio do nervo nasopalatino</p><p>12. Bloqueio do nervo alveolar superior médio</p><p>anterior (ASMA)</p><p>13. Bloqueio do nervo alveolar superoanterior –</p><p>abordagem palatina</p><p>(P-ASA)</p><p>Técnica supraperiosteal</p><p>Técnica de anestesia local usada com mais frequência</p><p>para a obtenção da anestesia pulpar nos dentes</p><p>superiores.</p><p>• Outros Nomes Comuns: Infiltração local,</p><p>injeção paraperiosteal.</p><p>• Nervos Anestesiados.: Grandes ramos</p><p>terminais do plexo dentário.</p><p>• Ponto de punção: fundo do saco adjacente</p><p>do elemento</p><p>• Áreas Anestesiadas: Toda a região inervada</p><p>pelos grandes ramos terminais desse plexo:</p><p>polpa e área da raiz do dente, periósteo</p><p>vestibular, tecido conjuntivo e mucosa</p><p>Indicações</p><p>1. Indicada para a anestesia de qualquer dente</p><p>maxilar, quando o tratamento for limitado a</p><p>um ou dois dentes</p><p>2. Anestesia dos tecidos moles, quando</p><p>indicada para procedimentos cirúrgicos em</p><p>área circunscrita</p><p>Contraindicações</p><p>1. Infecção ou inflamação aguda na área da</p><p>injeção.</p><p>2. Osso denso recobrindo os ápices dentários</p><p>Vantagens</p><p>1. Alta taxa de sucesso (>95%)</p><p>2. Injeção tecnicamente fácil</p><p>3. Em geral é totalmente atraumática</p><p>Desvantagens</p><p>• Não recomendada para grandes áreas devido à</p><p>necessidade de múltiplas introduções da agulha</p><p>e de administração de volumes totais maiores</p><p>do anestésico local.</p><p>Aspiração Positiva. Desprezível, mas possível</p><p>(<1%).</p><p>Técnica</p><p>• Agulha 27 G</p><p>• Área de introdução: altura da prega mucovestibular</p><p>acima do ápice do dente a ser anestesiado</p><p>• Área-alvo: região apical do dente a ser anestesiado</p><p>• bisel voltado para o osso</p><p>Procedimento</p><p>1 . Preparar o tecido no local</p><p>(1) Limpar com gaze seca estéril.</p><p>(2) Aplicar um antisséptico tópico (opcional).</p><p>(3) Aplicar anestésico tópico por, no mínimo, 1</p><p>minuto.</p><p>2. Orientar a agulha de modo que o bisel esteja</p><p>voltado para o osso.</p><p>3. Levantar o lábio e tensionar o tecido.</p><p>4. Segurar a seringa paralela ao longo eixo do</p><p>dente.</p><p>5. Introduzir a agulha na altura da prega</p><p>mucovestibular sobre o dente-alvo.</p><p>6. Avançar a agulha até que o bisel esteja na</p><p>região apical do dente ou acima desta</p><p>7. Aspirar duas vezes.</p><p>Caso a aspiração seja negativa, injetar</p><p>aproximadamente 0,6 ml</p><p>(um terço de um tubete) lentamente em 20</p><p>segundos. (Não deixe os tecidos inflarem como um</p><p>balão.)</p><p>8. Retirar a seringa lentamente.</p><p>9. Proteger a agulha</p><p>10. Aguardar por 3 a 5 min</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>2</p><p>Bloqueio do nervo alveolar</p><p>superior posterior (ASP)</p><p>• O ASP é um bloqueio de nervo dentário</p><p>comumente utilizado. É uma técnica que</p><p>apresenta elevada frequência de êxito (></p><p>95%), porém há vários aspectos que devem</p><p>ser considerados em seu uso, como a extensão</p><p>da anestesia produzida e o potencial de</p><p>formação de hematomas.</p><p>• Antes da realização de um bloqueio do nervo</p><p>ASP, deve-se sempre levar em consideração o</p><p>tamanho do crânio do paciente para</p><p>determinar a profundidade</p><p>• Área do nervo ASP é de 16 mm, a agulha</p><p>odontológica curta (≈ 20 mm) pode ser usada</p><p>com sucesso e segurança.</p><p>Ø Outros Nomes Comuns: Bloqueio da</p><p>tuberosidade, bloqueio zigomático.</p><p>Ø Nervos Anestesiados: Alveolar</p><p>superoposterior e seus ramos.</p><p>Ø Ponto de punção: fundo de saco entre</p><p>primeiro e segundo molar</p><p>• Áreas Anestesiadas</p><p>1. Polpas do terceiro, segundo e primeiro</p><p>molares superiores (todo o dente = 72%; raiz</p><p>mesiovestibular do primeiro molar superior</p><p>não anestesiada = 28%)</p><p>2. Tecido periodontal vestibular e osso</p><p>sobrejacente a estes dentes</p><p>Indicações</p><p>• Tratamento de dois ou mais molares</p><p>superiores</p><p>• Quando a injeção supraperiosteal está</p><p>contraindicada (p. ex., na presença de</p><p>infecção ou inflamação aguda)</p><p>• Quando a injeção supraperiosteal foi ineficaz</p><p>Contraindicação</p><p>• Quando o risco de hemorragia é muito</p><p>grande (como no hemofílico), caso no qual é</p><p>recomendada a injeção supraperiosteal ou do</p><p>LPD.</p><p>Vantagens</p><p>1. Atraumático</p><p>2. Taxa de sucesso elevada (> 95%)</p><p>3. Número mínimo de injeções é necessário</p><p>4. Minimiza o volume total de solução anestésica</p><p>Desvantagens</p><p>1. Risco de hematoma</p><p>2. Técnica até certo ponto arbitrária</p><p>3. É necessária uma segunda injeção para o</p><p>tratamento do primeiro molar (raiz</p><p>mesiovestibular) em 28% dos pacientes</p><p>Aspiração Positiva: Aproximadamente 3,1%.</p><p>Técnica</p><p>• Uma agulha curta de calibre 27 G</p><p>• Área de introdução: altura da prega</p><p>mucovestibular Acima do segundo molar</p><p>superior</p><p>• Área-alvo: nervo ASP — posterior, superior e</p><p>medial à borda posterior da maxila</p><p>• Pontos de referência: Prega mucovestibular,</p><p>túber da maxila e proc. Zigomático</p><p>• Bisel voltado para o osso</p><p>Procedimento:</p><p>1. Assumir a posição correta</p><p>(a) Para o bloqueio do nervo ASP direito: de frente</p><p>para o paciente na posição de 8 horas.</p><p>(b) Para o bloqueio do nervo ASP esquerdo: de</p><p>frente para o paciente na posição de 10 horas.</p><p>2. Preparar os tecidos na altura da prega</p><p>mucovestibular</p><p>3. Abrir parcialmente a boca do paciente,</p><p>puxando a mandíbula para o lado da injeção.</p><p>4. Retrair a bochecha do paciente com seu dedo</p><p>5. Introduzir a agulha na altura alta da prega</p><p>mucovestibular sobre o segundo molar com o</p><p>bisel voltado para o osso</p><p>6. Avançar a agulha lentamente para cima, para</p><p>dentro e para trás</p><p>7. Aspirar em dois planos.</p><p>(a) Rotacionar o cilindro da seringa (bisel da agulha)</p><p>um quarto de volta e aspirar novamente.</p><p>8. Caso ambas as aspirações sejam negativas:</p><p>(a) Lentamente, durante 30 a 60 segundos, depositar</p><p>0,9 a 1,8 ml de solução de anestésico.</p><p>9. Retirar a seringa lentamente.</p><p>10. Proteger a agulha.</p><p>11. Aguardar no mínimo, de 3 a 5 minutos</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>3</p><p>Bloqueio do nervo alveolar superior médio (ASM)</p><p>• O nervo alveolar superior médio (ASM) está</p><p>presente apenas em cerca de 28% da</p><p>população, limitando, portanto, a utilidade</p><p>clıńica deste bloqueio.</p><p>• Quando o bloqueio ASA não produz anestesia</p><p>pulpar distal ao canino superior, o bloqueio do</p><p>nervo ASM está indicado para procedimentos</p><p>em pré-molares e para a raiz mesiovestibular</p><p>do primeiro molar superior.</p><p>• A taxa de sucesso do bloqueio do nervo ASM é</p><p>alta.</p><p>Ø Nervos Anestesiados: Alveolar superior</p><p>médio e ramos terminais.</p><p>Ø Ponto de punção: fundo de saco entre</p><p>primeiro e segundo pré-molar maxilar</p><p>Ø Áreas Anestesiadas</p><p>1. Polpas do primeiro e segundo pré-molares</p><p>superiores, raiz mesiovestibular do primeiro</p><p>molar superior</p><p>2. Tecidos periodontais vestibulares e osso</p><p>sobre estes mesmos dentes</p><p>Indicações</p><p>1. Quando o bloqueio do nervo infraorbitário</p><p>(ASA) não produzir anestesia pulpar distal ao</p><p>canino superior</p><p>2. Procedimentos dentários envolvendo apenas</p><p>os pré-molares superiores</p><p>Contraindicações</p><p>1. Infecção ou inflamação na área da injeção ou</p><p>de introdução da agulha ou de depósito do</p><p>fármaco</p><p>2. Quando o nervo ASM está ausente</p><p>Vantagens</p><p>1. Minimiza o número de injeções</p><p>Desvantagens</p><p>Nenhuma</p><p>Aspiração Positiva. Desprezível (<3%).</p><p>Técnica</p><p>• Uma agulha curta ou longa de calibre 27 é</p><p>recomendada.</p><p>• Área de introdução: altura da prega</p><p>mucovestibular acima do segundo pré-molar</p><p>superior</p><p>• Área-alvo: osso maxilar acima do ápice do</p><p>segundo pré-molar superior</p><p>• Ponto de referência: prega mucovestibular</p><p>acima do segundo pré-molar superior</p><p>• Bisel voltado para o osso</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta</p><p>(a) Para um bloqueio do</p><p>nervo ASM direito - de</p><p>frente para o paciente na posição de 10 horas.</p><p>(b) Para um bloqueio do nervo ASM esquerdo -</p><p>de frente para o paciente na posição de 8 ou 9</p><p>horas.</p><p>2. Preparar os tecidos no local da injeção.</p><p>3. Distender o lábio superior do paciente</p><p>para tensionar os tecidos e obter</p><p>visibilidade.</p><p>4. Introduzir a agulha na altura da prega</p><p>mucovestibular (fundo de vestíbulo), acima do</p><p>segundo pré-molar, com o bisel voltado para o</p><p>osso.</p><p>5. Penetrar a mucosa e avançar a agulha</p><p>lentamente até que sua extremidade esteja</p><p>localizada acima do ápice do segundo pré-molar</p><p>6. Aspirar.</p><p>7. Depositar lentamente 0,9 a 1,2 ml (de</p><p>metade a dois terços do tubete) da solução</p><p>(aproximadamente 30 a 40 segundos).</p><p>8. Retirar a seringa e proteger a agulha.</p><p>9. Aguardar 3 a 5 minutos antes de iniciar o</p><p>tratamento odontológico.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>4</p><p>Bloqueio do nervo alveolar superior anterior (ASA)</p><p>• O bloqueio do nervo ASA não tem a</p><p>popularidade do bloqueio do nervo ASP,</p><p>porque os profissionais não têm experiência</p><p>com essa técnica, a qual apresenta elevada</p><p>frequência de sucesso é extremamente segura.</p><p>• Ela produz anestesia profunda da polpa e</p><p>tecidos moles vestibulares, desde o incisivo</p><p>central superior até os pré-molares, em cerca</p><p>de 72% dos pacientes.</p><p>• Empregado no lugar das injeções</p><p>supraperiosteais, o bloqueio do nervo ASA</p><p>necessita de menor volume de solução de</p><p>anestésico local para se obter uma anestesia</p><p>equivalente: de 0,9 a 1,2 ml em comparação</p><p>com 3,0 ml das injeções supraperiosteais dos</p><p>mesmos dentes.</p><p>• O principal fator que inibe os dentistas de usar</p><p>o bloqueio do nervo ASA é o temor de uma</p><p>lesão ao olho do paciente. Felizmente, este fato</p><p>é infundado.</p><p>• O cumprimento do protocolo descrito a seguir</p><p>levará à elevada taxa de sucesso, sem</p><p>complicações e efeitos colaterais adversos.</p><p>Ø Outro Nome Comum: Bloqueio do nervo</p><p>infraorbitário (tecnicamente é incorreto)</p><p>Ø Nervos Anestesiados</p><p>1. Alveolar superoanterior</p><p>2. Alveolar superior médio</p><p>3. Nervo infraorbitário (Palpebral inferior,</p><p>Nasal lateral, Labial superior)</p><p>Ø Áreas Anestesiadas</p><p>1. Polpas do incisivo central superior até o</p><p>canino superior do lado da injeção</p><p>2. Em cerca de 72% dos pacientes, as polpas dos</p><p>pré-molares superiores e a raiz mesiovestibular</p><p>do primeiro molar</p><p>3. Periodonto vestibular (labial) e osso destes</p><p>mesmos dentes</p><p>4. Pálpebra inferior, aspecto lateral do nariz,</p><p>lábio superior</p><p>Indicações</p><p>1. Procedimentos odontológicos mais extensos,</p><p>envolvendo mais de dois dentes superiores e</p><p>os tecidos vestibulares sobrejacentes</p><p>2. Inflamação ou infecção (que contraindica a</p><p>injeção supraperiosteal): se houver celulite,</p><p>pode estar indicado o bloqueio do nervo</p><p>maxilar no lugar do bloqueio do nervo ASA.</p><p>3. Quando as injeções supraperiosteais forem</p><p>ineficazes devido ao osso cortical denso</p><p>Contraindicações</p><p>1. Áreas de tratamento discretas (apenas um ou</p><p>dois dentes; preferência pela injeção</p><p>supraperiosteal)</p><p>2. A hemostasia de áreas localizadas, quando</p><p>desejável, não pode ser adequadamente</p><p>atingida com esta injeção; a infiltração local</p><p>na área do tratamento está indicada.</p><p>Vantagens</p><p>1. Técnica comparativamente simples</p><p>2. Comparativamente segura; minimiza o</p><p>volume de solução utilizado e o número de</p><p>punções</p><p>Desvantagens</p><p>1. Psicológicas:</p><p>a. Administrador: pode haver um medo inicial</p><p>de lesar o olho do paciente</p><p>b. Paciente: a abordagem extraoral do nervo</p><p>infraorbitário pode ser incômoda; contudo, as</p><p>técnicas intraorais raramente representam um</p><p>problema.</p><p>2. Anatômica: dificuldade em definir pontos de</p><p>referência</p><p>Aspiração Positiva. 0,7%.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestésio</p><p>5</p><p>Técnica</p><p>1. Uma agulha longa de calibre 25 ou 27 G</p><p>recomendada, embora também se possa usar</p><p>uma agulha curta de calibre</p><p>2. Área de inserção: altura da prega</p><p>mucovestibular diretamente sobre o primeiro</p><p>pré-molar superior</p><p>3. Área-alvo: forame infraorbitário (abaixo da</p><p>incisura infraorbitária).</p><p>4. Pontos de referência: Prega mucovestibular,</p><p>Incisura infraorbitária, Forame infraorbitário</p><p>5. bisel voltado para o osso</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta. Para bloqueio do nervo</p><p>infraorbitário direito ou esquerdo, o administrador</p><p>destro deve sentar-se na posição de 10 horas</p><p>2. Posicionar o paciente em posição supina ou</p><p>semissupina, com o pescoço ligeiramente</p><p>estendido.</p><p>3. Preparar os tecidos no local de injeção (altura da</p><p>prega mucovestibular) para a penetração.</p><p>4. Localizar o forame infraorbitário</p><p>(a) Palpar a incisura infraorbitária.</p><p>(b) Mover o dedo para baixo da incisura, aplicando pressão</p><p>suave sobre os</p><p>tecidos.</p><p>(c) O osso imediatamente abaixo da incisura é convexo</p><p>(d) Continuando inferiormente, uma concavidade será palpada;</p><p>este é o</p><p>forame infraorbitário.</p><p>(e) Ainda aplicando pressão, sentir os contornos do forame</p><p>infraorbitário neste local.</p><p>5. Manter o dedo sobre o forame ou marcar a pele</p><p>neste ponto.</p><p>6. Afastar o lábio do paciente, tensionando os tecidos</p><p>na prega mucovestibular e aumentando a</p><p>visibilidade</p><p>7. Introduzir a agulha na altura da prega</p><p>mucovestibular sobre o primeiro pré-molar.</p><p>8. Orientar a seringa em direção ao forame</p><p>infraorbitário</p><p>9. A agulha deve ser mantida paralela ao eixo</p><p>longitudinal do dente enquanto é avançada, para</p><p>evitar contato prematuro com o osso.</p><p>10. Avançar a agulha lentamente até que toque</p><p>suavemente o osso.</p><p>(a) O ponto de contato deve ser a borda superior do</p><p>forame infraorbitário.</p><p>(b) A profundidade aproximada da penetração da agulha</p><p>será de 16 mm para um adulto de altura média</p><p>(equivalente a aproximadamente metade do</p><p>comprimento de uma agulha longa).</p><p>(c) A profundidade de penetração varia, evidentemente.</p><p>11. Antes de injetar a solução anestésica, verificar</p><p>o seguinte:</p><p>(a) Profundidade da penetração da agulha (adequada</p><p>para atingir o forame).</p><p>(b) Qualquer desvio lateral da agulha em relação ao</p><p>forame infraorbitário; corrigir antes de injetar a</p><p>solução.</p><p>(c) Orientação do bisel (voltado para o osso)</p><p>12. Posicionar a ponta da agulha durante a injeção</p><p>com o bisel voltado para o forame infraorbitário e a</p><p>ponta da agulha tocando o teto do forame.</p><p>13. Aspirar em dois planos.</p><p>14. Depositar lentamente de 0,9 a 1,2 ml (por 30 a</p><p>40 segundos).</p><p>• Pouca ou nenhuma tumefação deve ser observada</p><p>enquanto a solução é depositada. Se a extremidade</p><p>da agulha for introduzida adequadamente na</p><p>abertura do forame, a solução será direcionada para</p><p>o forame.</p><p>(a) O profissional ser. capaz de “sentir” a solução</p><p>anestésica sendo depositada sob seu dedo colocado</p><p>sobre o forame se a extremidade da agulha estiver na</p><p>posição correta.</p><p>• Ao terminar a injeção, o forame não deve ser mais</p><p>palpável (devido ao volume de anestésico local nesta</p><p>posição).</p><p>• Neste ponto, o bloqueio do nervo infraorbitário</p><p>(produzindo anestesia dos tecidos moles na porção</p><p>anterior da face e no aspecto lateral do nariz) está</p><p>completo.</p><p>• Para transformá-lo no bloqueio do nervo alveolar</p><p>superoanterior (proporcionando anestesia dos dentes</p><p>e de suas estruturas de sustentação):</p><p>15. Manter pressão firme com o dedo sobre o local</p><p>de injeção, durante a injeção e por pelo menos 1</p><p>minuto depois (para aumentar a difusão da solução</p><p>de anestésico local para o forame infraorbitário).</p><p>16. Retirar a seringa lentamente e proteger</p><p>a</p><p>agulha imediatamente.</p><p>17. Manter a pressão digital direta sobre o local da</p><p>injeção durante 1 minuto, de preferência por 2</p><p>minutos, após a injeção.</p><p>18. . Aguardar no mínimo 3 a 5 minutos após o</p><p>término da injeção antes de iniciar o procedimento</p><p>odontológico.</p><p>Referência</p><p>Manual de Anestesia Local | Stanley F. Malamed</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>1</p><p>1</p><p>TÉCNICAS ANESTÉSICAS MANDIBULARES</p><p>Técnicas</p><p>1. Bloqueio do nervo alveolar inferior</p><p>2. Bloqueio do nervo bucal</p><p>3. Bloqueio do nervo mentual</p><p>4. Bloqueio do nervo incisivo</p><p>1. BLOQUEIO DO NERVO ALVEOLAR INFERIOR</p><p>(BNAI)</p><p>• É a 2˚ técnica de injeção mais usada (depois da infiltração) e a mais</p><p>importante na odontologia.</p><p>• Maior porcentagem de insucessos clínicos, mesmo quando</p><p>administrada de maneira correta</p><p>• Um bloqueio suplementar (do nervo bucal) é necessário somente</p><p>em casos em que é exigida a anestesia dos tecidos moles na Região</p><p>bucal posterior.</p><p>• A anestesia intraóssea (IO) é uma técnica suplementar empregada,</p><p>geralmente em molares, quando o BNAI se mostra ineficaz,</p><p>principalmente quando o dente apresenta um envolvimento</p><p>pulpar.</p><p>• A administração de BNAI bilaterais raramente é indicada em outros</p><p>tratamentos dentários que não cirurgias mandibulares bilaterais.</p><p>• Quando possível, é preferível tratar todo o lado direito ou esquerdo</p><p>da cavidade oral (maxilar e mandibular) de um paciente numa</p><p>consulta, em vez de administrar-se um BNAI bilateral.</p><p>Outros Nomes Comuns: Bloqueio mandibular</p><p>Nervos Anestesiados: NAI, Mentoniano, Incisivo e Lingual</p><p>Áreas Anestesiadas: Dentes até a linha média Corpo da mandíbula,</p><p>parte inferior do ramo da mandíbula</p><p>Regiões ósseas de interesse: Forame mandibular</p><p>Ponto de injeção: Rafe pterigomandibular</p><p>Indicações</p><p>1. Procedimentos em múltiplos dentes mandibulares num</p><p>quadrante</p><p>2. Casos em que é necessária a anestesia dos tecidos moles bucais</p><p>3. Casos em que é necessária a anestesia dos tecidos moles linguais</p><p>Contraindicações</p><p>1. Infecção ou inflamação aguda na área de injeção (rara)</p><p>2. Pacientes que tenham maior probabilidade de morder o</p><p>lábio ou a língua, como uma criança muito pequena ou um</p><p>adulto ou criança portador de deficiência física ou mental</p><p>Vantagens</p><p>Uma injeção proporciona uma ampla área anestesia (útil</p><p>para a odontologia de quadrantes)</p><p>Desvantagens</p><p>1. Ampla área de anestesia (não indicada para procedimentos</p><p>localizados)</p><p>2. Frequência de anestesia inadequada (31% a 81%)</p><p>3. Marcos intraorais não consistentemente confiáveis</p><p>4. Aspiração positiva (10% a 15%,a mais alta de todas</p><p>as técnicas de injeção intraoral)</p><p>5. Anestesia da língua e do lábio inferior</p><p>6. Anestesia parcial possível em casos em que estão presentes um</p><p>nervo alveolar inferior bífido e canais mandibulares bífidos;</p><p>inervação cruzada na Região anteroinferior</p><p>Aspiração Positiva: 10% a 15%.</p><p>Precauções</p><p>1. Não depositar o anestésico local se não houver o contato com o</p><p>osso, pois a ponta da agulha pode estar situada no interior da</p><p>glândula parótida, próximo ao nervo facial</p><p>2. Evitar a dor não fazendo o contato com o osso com muita força.</p><p>Técnica</p><p>Uma agulha dentária longa é recomendada em pacientes adultos.</p><p>Dá-se preferência a uma agulha longa de calibre 25; uma agulha</p><p>longa de calibre 27 é aceitável.</p><p>Área de inserção: membrana mucosa do lado medial (lingual) do</p><p>ramo da mandíbula, na interseção de duas linhas</p><p>Área alvo: nervo alveolar inferior ao descer em direção ao forame</p><p>mandibular, porém antes de ele entrar no forame</p><p>Marcos : Incisura coronóide, Rafe pterigomandibular, Plano oclusal</p><p>dos dentes mandibulares posteriores</p><p>Orientação do bisel da agulha: importância menor do que em</p><p>outros bloqueios nervosos, porque a agulha se aproxima do nervo</p><p>alveolar inferior aproximadamente em ângulo reto</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta.</p><p>2. Para um BNAI direito, um administrador destro deve se</p><p>sentar na posição de 8 horas de frente para o paciente. Para</p><p>um BNAI esquerdo, um administrador destro deve se sentar</p><p>na posição de 10 horas voltado para a mesma direção do</p><p>paciente</p><p>3. Posicionar o paciente em decúbito dorsal (recomendado)</p><p>ou em semidecúbito (caso necessário). A boca deve estar</p><p>bem aberta para possibilitar maior visibilidade e acesso ao</p><p>local de injeção.</p><p>4. Localizar o ponto de penetração da agulha (injeção). Três</p><p>parâmetros devem ser considerados durante</p><p>a administração do BNAI. Altura da injeção: colocar o dedo</p><p>indicador ou o polegar de sua mão esquerda na incisura</p><p>coronóide. Local antero posterior de injeção: A penetração</p><p>da agulha se dá na interseção de dois pontos. Profundidade</p><p>de penetração: deve haver o contato com o osso. Avançar a</p><p>agulha devagar até poder sentir que ela encontra uma</p><p>resistência óssea.</p><p>2. Introduzir a agulha. Ao fazer contato com o osso, retrair</p><p>aproximadamente 1 mm para evitar a injeção subperiosteal</p><p>e Aspirar em dois planos. Caso a aspiração seja negativa,</p><p>depositar lentamente 1,5 ml de anestésico num período</p><p>mínimo de 60 segundos.</p><p>3. Retirar lentamente a seringa e aspirar novamente</p><p>quando aproximadamente metade de seu comprimento</p><p>permanecer nos tecidos. Caso a aspiração seja negativa,</p><p>depositar parte da solução restante (0,2 ml) para anestesiar</p><p>o nervo lingual.</p><p>4. Retirar a seringa lentamente e tornar a agulha segura.</p><p>5. Depois de aproximadamente 20 segundos, fazer o</p><p>paciente retornar à posição ereta ou semiereta.</p><p>6. Aguardar de 3 a 5 minutos antes de testar quanto à</p><p>anestesia pulpar.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>2</p><p>2</p><p>2. BLOQUEIO DO NERVO BUCAL</p><p>• O nervo bucal não é anestesiado durante o BNAI e também não</p><p>é necessária para muitos procedimentos restaurativos dentários.</p><p>• O nervo bucal proporciona inervação sensorial aos tecidos moles</p><p>bucais adjacentes somente aos molares mandibulares.</p><p>• A única indicação da administração de um bloqueio do nervo</p><p>bucal, portanto, é nos casos em que se considera a manipulação</p><p>desses tecidos:</p><p>§ raspagens ou curetagens</p><p>§ colocação de grampos em dique de borracha</p><p>§ remoção de cáries subgengivais</p><p>§ preparação subgengival do dente</p><p>§ colocação de fio retrator gengival</p><p>§ colocação de faixas matriz</p><p>• É comum que o bloqueio do nervo bucal seja administrado de</p><p>rotina após o BNAI, mesmo que a anestesia dos tecidos moles</p><p>bucais na Região molar não seja necessária. Não há</p><p>absolutamente nenhuma razão para essa injeção numa situação</p><p>dessas.</p><p>• O bloqueio do nervo bucal, designado comumente como</p><p>bloqueio do nervo bucal longo, tem uma frequência de sucesso</p><p>próxima dos 100%. A razão disso é que o nervo bucal é facilmente</p><p>acessível ao anestésico local, por se situar imediatamente abaixo</p><p>da membrana mucosa, e não enterrado no osso.</p><p>Outros Nomes Comuns: Bloqueio do nervo bucal longo, blo-</p><p>queiodonervobucinador.</p><p>Nervo Anestesiado: Bucal (um ramo da divisão anterior de</p><p>V3)</p><p>Área Anestesiada: Tecidos moles e periósteo bucal dos</p><p>dentes molares mandibulares</p><p>Indicação</p><p>Casos em que a anestesia dos tecidos moles bucais é</p><p>necessária para procedimentos dentários na Região molar</p><p>mandibular.</p><p>Contraindicação</p><p>Infecção ou inflamação na área da injeção.</p><p>Vantagens</p><p>1. Elevada frequência de sucesso</p><p>2. Tecnicamente fácil</p><p>Desvantagens</p><p>Potencial de dor se a agulha entrar em contato com o</p><p>periósteo durante a injeção.</p><p>Aspiração Positiva: 0,7%.</p><p>Alternativas</p><p>1.Infiltração bucal</p><p>2. Bloqueio do nervo mandibular de Gow-Gates</p><p>3. Bloqueio do nervo mandibular de Vazirani-Akinosi</p><p>4. Injeção LPD</p><p>5. Injeção intraóssea</p><p>6. Injeção intrasseptal</p><p>Sinais e Sintomas</p><p>1. Devido à localização e ao tamanho pequeno da área</p><p>anestesiada, o paciente raramente apresenta</p><p>algum sintoma subjetivo.</p><p>Aspectos de Segurança</p><p>1. A agulha faz contato com o osso, impedindo assim</p><p>a inserção excessiva.</p><p>2. Frequência</p><p>mínima de aspiração positiva</p><p>Precauções</p><p>1. Dor à inserção pelo contato com o periósteo não</p><p>anestesiado. Isso pode ser evitado depositando-se algumas</p><p>gotas do anestésico local antes de se tocar o periósteo.</p><p>2. Solução anestésica local não sendo retida no local da</p><p>injeção. Isso significa geralmente que a penetração</p><p>da agulha não foi bastante profunda, o bisel da agulha está</p><p>apenas parcialmente nos tecidos e a solução está escapando</p><p>durante a injeção.</p><p>Técnica</p><p>É recomenda da uma agulha longa de calibre 25 ou 27. A</p><p>agulha longa é recomendada devido ao local de depósito</p><p>posterior, e não à profundidade de inserção tecidual (que é</p><p>mínima).</p><p>Área de inserção: membrana mucosa distal e bucal em</p><p>relação ao dente molar mais distal no arco.</p><p>Área alvo: nervo bucal ao passar sobre a borda anterior do</p><p>ramo da mandíbula</p><p>Marcos: molares mandibulares, prega mucobucal</p><p>Orientação do bisel: em direção ao osso durante a injeção</p><p>Procedimento</p><p>1. Assuma a posição correta:</p><p>Para um bloqueio do nervo bucal direito, um operador</p><p>destro deve se sentar na posição de 8 horas diretamente de</p><p>frente para o paciente. Para um bloqueio do nervo bucal</p><p>esquerdo, um administrador destro deve se sentar na</p><p>posição de 10 horas voltado para a mesma direção do</p><p>paciente</p><p>2. Posicionar o paciente em decúbito dorsal</p><p>(recomendado) ou em semidecúbito.</p><p>3. Preparar os tecidos para a penetração num ponto</p><p>distal e bucal ao molar mais posterior.</p><p>4. Com seu dedo indicador esquerdo (caso destro), puxar</p><p>lateralmente os tecidos moles bucais na área de injeção,</p><p>para melhorar a visibilidade. Tecidos esticados permitem</p><p>uma penetração atraumática da agulha.</p><p>5. Dirigir a seringa para o local de injeção com o bisel</p><p>com a face para baixo em direção ao osso e a seringa</p><p>alinhada paralelamente ao plano oclusal do lado da injeção,</p><p>porém em posição bucal em relação aos dentes</p><p>6. Penetrar a membrana mucosa no local de injeção, em</p><p>posição distal e bucal relativamente ao último molar</p><p>7. Avançar a agulha devagar até fazer contato de leve</p><p>com o mucoperiósteo. Para evitar a dor ao contato da</p><p>agulha, depositar algumas gotas de anestésico local</p><p>imediatamente antes do contato.</p><p>8. Aspirar. Caso a aspiração seja negativa, depositar</p><p>lentamente 0,3 ml (aproximadamente um oitavo de um</p><p>cartucho) em 10 segundos.</p><p>9. Retirar a seringa devagar e tornar a agulha segura</p><p>imediatamente.</p><p>10. Aguardar aproximadamente 3 a 5 minutos antes</p><p>de iniciar o procedimento dentário planejado.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>3</p><p>3</p><p>3. BLOQUEIO DO NERVO MENTUAL</p><p>• O nervo mentual é um ramo terminal do nervo alveolar</p><p>inferior. Saindo do forame mentual no ápice dos pré-</p><p>molares mandibulares ou próximo disso, ele proporciona</p><p>inervação sensorial aos tecidos moles bucais situados</p><p>anteriormente ao forame e aos tecidos moles do lábio</p><p>inferior e do queixo do lado da injeção.</p><p>• Há pouquíssima indicação para o uso do bloqueio do nervo</p><p>mentual.</p><p>• O bloqueio do nervo mentual é a empregada em menor</p><p>frequência.</p><p>• Ele é utilizado principalmente para procedimentos nos</p><p>tecidos moles bucais, como a sutura de</p><p>lacerações ou biópsias.</p><p>• Sua frequência de êxito se aproxima dos</p><p>100%, devido à facilidade de acesso ao nervo.</p><p>• Equivalente do bloqueio do nervo infraorbital.</p><p>Outros Nomes Comuns:</p><p>Nenhum</p><p>Nervo Anestesiado</p><p>Mentual, um ramo terminal do alveolar inferior.</p><p>Áreas Anestesiadas</p><p>Membrana mucosa bucal, anteriormente ao forame</p><p>mentual (em torno do segundo pré-molar) até a linha média</p><p>e a pele do lábio inferior e do queixo.</p><p>Indicação</p><p>Casos em que a anestesia dos tecidos moles bucais é</p><p>necessária para procedimentos na mandíbula anteriormente</p><p>ao forame mentual, como os seguintes:</p><p>1. Biópsias dos tecidos moles</p><p>2. Sutura de tecidos moles</p><p>Contraindicação</p><p>Infecção ou inflamação aguda na área de injeção</p><p>Vantagens</p><p>1.Elevada frequência de êxito</p><p>2.Tecnicamente fácil</p><p>3. Em geral totalmente atraumático</p><p>Desvantagem</p><p>Hematoma.</p><p>Aspiração Positiva: 5,7%.</p><p>Alternativas</p><p>1. Infiltração local</p><p>2. Bloqueio do nervo alveolar inferior</p><p>3. Bloqueio do nervo mandibular de Gow-Gates</p><p>4. Bloqueio nervoso de Vazirani-Akinosi</p><p>Sinais e Sintomas</p><p>1. Subjetivos: formigamento ou dormência no lábio inferior</p><p>2. Objetivos: ausência de dor durante o tratamento</p><p>Aspecto de Segurança</p><p>A Região é anatomicamente “segura”.</p><p>Precauções</p><p>Tocar no periósteo produz desconforto. Para prevenir: evitar</p><p>o contato com o periósteo ou depositar uma pequena</p><p>quantidade da solução antes de fazer contato com ele.</p><p>Falhas da Anestesia</p><p>Raras no bloqueio do nervo mentual</p><p>Complicações</p><p>1. Poucas com alguma consequência</p><p>2. Hematoma</p><p>Para tratar: aplicar pressão com gaze diretamente à</p><p>área de sangramento durante pelo menos 2</p><p>minutos.</p><p>3. Parestesias no lábio e/ou queixo</p><p>Técnica</p><p>É recomendada uma agulha curta de calibre 25 ou 27.</p><p>Área de inserção: prega mucobucal no forame mentual ou</p><p>imediatamente anterior ao mesmo</p><p>Área-alvo: nervo mentual à saída do forame mentual</p><p>(geralmente localizado entre o ápice do primeiro pré-molar</p><p>e o do segundo)</p><p>Marcos: pré-molares mandibulares e pregamucobucal</p><p>Orientação do bisel: em direção ao osso durante a injeção</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta. Para um bloqueio do nervo</p><p>mentual direito ou esquerdo, um administrador destro deve</p><p>se sentar confortavelmente em frente ao paciente, de modo</p><p>que a seringa possa ser colocada na boca abaixo da linha de</p><p>visão do paciente</p><p>2. Posicionar o paciente. O decúbito dorsal é</p><p>recomendado, mas o semidecúbito é aceitável. Faça o</p><p>paciente fechar parcialmente a boca. Isso permite um maior</p><p>acesso ao local de injeção.</p><p>3. Localizar o forame mentual.</p><p>4. Preparar o tecido no local da penetração.</p><p>5. Com seu dedo indicador esquerdo, puxar lateralmente</p><p>o lábio inferior e os tecidos moles bucais. A visibilidade</p><p>melhora e os tecidos bem esticados permitem uma</p><p>penetração atraumática.</p><p>6. Orientar a seringa com o bisel dirigido ao osso.</p><p>7. Penetrar a membrana mucosa no local de injeção, no</p><p>canino ou no primeiro pré-molar, dirigindo a seringa ao</p><p>forame mentual</p><p>8. Avançar a agulha bem devagar até chegar ao forame.</p><p>9. Aspirar em dois planos.</p><p>10. Caso a aspiração seja negativa, depositar lentamente</p><p>0,6 ml (aproximadamente um terço do cartucho) em 20</p><p>segundos. Se o tecido no local da injeção inflar como um</p><p>balão (ficar tumefeito ao se injetar o anestésico),</p><p>interromper o depósito e remover a seringa.</p><p>11. Retirar a seringa e tornar a agulha segura</p><p>imediatamente. (1) Aguardar de 2 a 3 minutos antes de</p><p>iniciar o procedimento.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesiologia</p><p>4</p><p>4</p><p>4. BLOQUEIO DO NERVO INCISIVO</p><p>• O nervo incisivo é um ramo terminal do nervo alveolar inferior.</p><p>• O nervo é sempre anestesiado quando um bloqueio nervoso</p><p>alveolar inferior ou mandibular é bem-sucedido; por essa razão,</p><p>o bloqueio do nervo incisivo não é necessário em casos em que</p><p>esses bloqueios são administrados.</p><p>• A anestesia da polpa, dos tecidos moles bucais e do osso é</p><p>obtida com facilidade.</p><p>• Os tecidos moles linguais não são anestesiados com o uso desse</p><p>bloqueio. Caso seja necessário anestesiar os tecidos moles</p><p>linguais em áreas muito isoladas, a infiltração local pode ser</p><p>efetuada. Essa técnica proporciona uma anestesia adequada</p><p>dos tecidos moles linguais para curetagens profundas,</p><p>planejamentos radiculares e preparações subgengivais.</p><p>• Em casos em que houver necessidade significativa de anestesia</p><p>dos tecidos moles linguais, deve-se administrar um bloqueio</p><p>nervoso alveolar inferior ou mandibular desse lado, com o</p><p>bloqueio do nervo incisivo administrado do lado contralateral.</p><p>• Não é necessário que a agulha entre no forame mentual para</p><p>que o bloqueio do nervo incisivo seja bem-sucedido.</p><p>• Pelo menos duas</p><p>desvantagens se associam à entrada da</p><p>agulha no forame mentual: (1) a administração de um bloqueio</p><p>do nervo incisivo se torna tecnicamente mais difícil e (2)</p><p>aumenta o risco de se traumatizar o nervo mentual ou o incisivo</p><p>e os vasos sanguíneos a eles associados.</p><p>• Para que o bloqueio do nervo incisivo seja bem-sucedido, o</p><p>anestésico deve ser depositado imediatamente fora do forame</p><p>mentual e, sob pressão, dirigido ao forame.</p><p>• Considerado como o equivalente mandibular do bloqueio do</p><p>nervo alveolar superior</p><p>Outro Nome Comum</p><p>Bloqueio do nervo mentual (inadequado).</p><p>Nervos Anestesiados</p><p>Mentual e incisivo.</p><p>Áreas Anestesiadas</p><p>1. Membrana mucosa bucal anterior ao forame mentual,</p><p>geralmente do segundo pré-molar até a linha média</p><p>2. Lábio inferior e pele do queixo</p><p>3. Fibras nervosas pulpares aos pré-molares, ao canino e aos</p><p>incisivos</p><p>Indicações</p><p>1. Procedimentos dentários envolvendo a anestesia pulpar em</p><p>dentes mandibulares anteriores ao forame mentual</p><p>2. Casos em que o BNAI não está indicado:</p><p>a. Quando são tratados seis, oito ou 10 dentes anteriores o</p><p>bloqueio do nervo incisivo é recomendado em lugar de BNAI</p><p>bilaterais. Uma indicação importante do bloqueio do nervo incisivo</p><p>é quando o procedimento considerado envolve tanto o lado direito</p><p>da mandíbula como o esquerdo</p><p>3. Os pré-molares, o canino e os incisivos laterais e centrais,</p><p>incluindo seus tecidos moles e o osso, são anestesiados ao ser</p><p>administrado um bloqueio do nervo incisivo.</p><p>Contraindicação</p><p>Infecção ou inflamação aguda na área da injeção.</p><p>Vantagens</p><p>1. Proporciona anestesia pulpar e dos tecidos duros sem anestesia</p><p>lingual (que é desconfortável e desnecessária em muitos pacientes)</p><p>2. Útil em lugar de BNAI bilaterais</p><p>3. Elevada frequência de êxito</p><p>Desvantagens</p><p>1. Não proporciona anestesia lingual.</p><p>2. Pode haver uma anestesia parcial na linha média devido à</p><p>superposição de fibras nervosas do lado oposto (extremamente</p><p>rara). Pode ser necessária a infiltração local de 0,9 ml do anestésico</p><p>local tanto no aspecto bucal como no lingual dos incisivos centrais</p><p>mandibulares para se obter a anestesia pulpar completa.</p><p>3. Ambas as desvantagens que acabamos de referir são reduzidas</p><p>a um mínimo se não se entrar no forame mentual.</p><p>Aspiração Positiva: 5,7%.</p><p>Alternativas</p><p>1. Infiltração local tecidos moles bucais e anestesia pulpar e dos</p><p>incisivos centrais e laterais</p><p>2. Bloqueio do nervo alveolar inferior</p><p>3. Bloqueio do nervo mandibular de Gow-Gates</p><p>4. Bloqueio do nervo mandibular de Vazirani-Akinosi</p><p>5. Injeção do ligamento periodontal</p><p>Precaução</p><p>Geralmente uma injeção atraumática, a não ser que a agulha faça</p><p>contato com o periósteo ou a solução seja depositada muito</p><p>rapidamente.</p><p>Falhas da Anestesia</p><p>1. Volume inadequado de solução anestésica no forame mentual,</p><p>com ausência subsequente de anestesia pulpar. Para corrigir:</p><p>injetar novamente na Região correta e aplicar pressão ao local de</p><p>injeção.</p><p>2. Duração inadequada da pressão após a injeção.</p><p>Técnica</p><p>É recomendada uma agulha curta de calibre 27.</p><p>Área de inserção: prega mucobucal no forame mentual ou</p><p>imediatamente anterior a ele</p><p>Área-alvo: forame mentual, através do qual o nervo mentual</p><p>sai e no interior do qual o nervo incisivo está localizado</p><p>Marcos: pré-molares mandibulares e prega mucobucal</p><p>Orientação do bisel: em direção ao osso durante a injeção</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta. Para um bloqueio do nervo incisivo</p><p>direito ou esquerdo, sente-se confortavelmente de frente para o</p><p>paciente, de modo que a seringa possa ser colocada na boca</p><p>abaixo da linha de visão do paciente</p><p>2. Posicionar o paciente. O decúbito dorsal é recomendado, mas</p><p>o semidecúbito é aceitável. Solicitar que o paciente feche</p><p>parcialmente a boca; isso possibilita o acesso mais fácil ao local de</p><p>injeção.</p><p>3. Localizar o forame mentual que é geralmente encontrado no</p><p>ápice do segundo pré-molar. Ele pode ser encontrado, porém,</p><p>anterior ou posteriormente a esse local. Caso se disponha de</p><p>radiografias, o forame mentual pode ser localizado com facilidade.</p><p>4. Preparar os tecidos no local da penetração. Com seu dedo</p><p>indicador esquerdo, puxar lateralmente o lábio inferior e os</p><p>tecidos moles bucais</p><p>5. Orientar a seringa com o bisel voltado para o osso.</p><p>6. Penetrar a membrana mucosa no canino ou no primeiro pré-</p><p>molar, dirigindo a agulha ao forame mentual.</p><p>7. Avançar a agulha bem devagar até chegar ao forame mentual.</p><p>A profundidade de penetração é de 5 a 6 mm. Não há nenhuma</p><p>necessidade de se entrar no forame mentual para que o bloqueio</p><p>do nervo incisivo seja bem-sucedido.</p><p>8. Aspirar em dois planos.</p><p>9. Caso a aspiração seja negativa, depositar lentamente 0,6 ml</p><p>(aproximadamente um terço de um cartucho) em 20 segundos.</p><p>10. Retirar a seringa e tornar a agulha segura imediatamente.</p><p>11. Continuar a aplicar pressão no local de injeção por 2</p><p>minutos.</p><p>12. Aguardar de 3 a 5 minutos antes de iniciar o procedimento</p><p>dentário.</p><p>Referência</p><p>Manual de Anestesia Local | Stanley F. Malamed</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesio</p><p>1</p><p>Anestesia no palato</p><p>Etapas de injeção atraumática:</p><p>1. Produzir anestesia tópica adequada</p><p>2. Usar anestesia por pressão no local antes e</p><p>durante</p><p>3. Manter controle sobre a agulha.</p><p>4. Injetar a solução de anestésico lentamente.</p><p>5. Confiar em si próprio.</p><p>Bloqueio do nervo palatino</p><p>maior</p><p>O bloqueio do nervo palatino maior é muito útil</p><p>durante procedimentos odontológicos envolvendo</p><p>os tecidos moles palatinos distais ao canino.</p><p>Volumes mínimos de solução (0,45 a 0,6 ml)</p><p>produzem anestesia profunda dos tecidos moles e</p><p>duros do palato. Embora potencialmente</p><p>traumático, o bloqueio do nervo palatino maior é</p><p>menos traumático que o bloqueio do nervo</p><p>nasopalatino, pois os tecidos que circundam o</p><p>forame palatino maior não estão tão firmemente</p><p>aderidos ao osso e por isso acomodam melhor o</p><p>volume de solução depositado.</p><p>•Outro Nome Comum. Bloqueio do nervo</p><p>palatino anterior.</p><p>•Nervos Anestesiados. Palatino maior.</p><p>•Áreas Anestesiadas. A parte posterior do</p><p>palato duro e os tecidos moles sobrejacentes,</p><p>anteriormente até o primeiro pré-molar e</p><p>medialmente até a linha média.</p><p>Indicações</p><p>1. Em casos em que a anestesia dos tecidos</p><p>moles do palato é necessária</p><p>2. Para controle da dor durante procedimentos</p><p>periodontais ou cirúrgicos orais envolvendo os</p><p>tecidos palatinos moles e duros</p><p>Contraindicações</p><p>1. Inflamação ou infecção no local da</p><p>injeção</p><p>2. Pequenas áreas de tratamento (um ou</p><p>dois dentes)</p><p>Vantagens</p><p>1. Minimiza as penetrações da agulha e o</p><p>volume de solução</p><p>2. Minimiza o desconforto para o paciente</p><p>Desvantagens</p><p>1. Não há hemostasia, exceto na área próxima</p><p>da injeção</p><p>2. Potencialmente traumático</p><p>Aspiração Positiva. Menos de 1%.</p><p>Técnica</p><p>1. Uma agulha curta calibre 27 G recomendada.</p><p>2. Área de introdução: tecidos moles levemente</p><p>anteriores ao forame palatino maior</p><p>3. Área-alvo: nervo palatino maior (anterior),</p><p>quando passa anteriormente entre os tecidos moles</p><p>e o osso do palato duro</p><p>4. Pontos de referência: forame palatino maior e</p><p>junção do processo alveolar maxilar e osso palatino</p><p>5. Trajeto da introdução: avançar a seringa a partir</p><p>do lado oposto da boca formando um ângulo reto</p><p>com a área-alvo</p><p>6. Orientação do bisel: voltado para os tecidos</p><p>moles palatinos</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta</p><p>Direito - 7 a 8 h de frente</p><p>Esquerdo - 11 h de frente</p><p>2. Paciente em posição supina</p><p>Abrir a boca no máximo</p><p>Estender a cabeça para trás</p><p>Gira a cabeça para o lado da injeção</p><p>3. Localizar o forame palatino maior</p><p>Região de encontro do processo alveolar com o</p><p>palato Distal ao 2˚ molar superior</p><p>4. Preparar</p><p>o tecido para a injeção</p><p>5. Manter pressão com a haste de algodão</p><p>atrás do forame - isquemia</p><p>6. Injetar o anestésico enquanto avança com</p><p>a agulha (técnica de pré-perfuração)</p><p>Continuar a aplicar a anestesia compressiva</p><p>7. Aspirar em dois planos</p><p>8. Injetar 1/4 do tubetes - 30 s</p><p>9. Remover a agulha</p><p>10. Proteger a agulha</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesio</p><p>2</p><p>Bloqueio do nervo nasopalatino</p><p>O bloqueio do nervo nasopalatino é uma técnica</p><p>muito valiosa para o controle da dor palatina, pois,</p><p>com a administração de um volume mı́nimo de</p><p>solução anestésica (no máximo um quarto do</p><p>tubete), uma ampla área dos tecidos moles palatinos</p><p>é atingida, minimizando assim a necessidade de</p><p>múltiplas injeções do palato.</p><p>Infelizmente, o bloqueio do nervo nasopalatino tem</p><p>a característica de ser uma injeção que pode ser</p><p>muito traumática. Em nenhuma outra técnica de</p><p>injeção, a necessidade de seguir rigorosamente o</p><p>protocolo de injeção atraumática é mais importante</p><p>que no bloqueio do nervo nasopalatino.</p><p>•Outro Nome Comum: bloqueio dos nervos</p><p>incisivo ou nasopalatino</p><p>•Nervos Anestesiados: Nervos nasopalatinos</p><p>•Áreas Anestesiadas: palato duro entre canino</p><p>esquerdo e direito</p><p>Indicações</p><p>1. Em casos em que a anestesia dos tecidos</p><p>moles do palato anterior é necessária</p><p>2. Para controle da dor durante procedimentos</p><p>periodontais ou cirúrgicos orais envolvendo os</p><p>tecidos palatinos moles e duros</p><p>Contraindicações</p><p>1. Inflamação ou infecção no local da injeção</p><p>2. Pequenas áreas de tratamento (um ou dois</p><p>dentes)</p><p>Vantagens</p><p>1. Minimiza as perfurações da agulha e o</p><p>volume de solução</p><p>2. Minimiza o desconforto para o paciente</p><p>oriundo de múltiplas perfurações da agulha</p><p>Desvantagens</p><p>1. Não há hemostasia, exceto na área próxima</p><p>da injeção</p><p>2. Potencialmente a injeção intraoral mais</p><p>traumática; contudo, o protocolo para uma</p><p>injeção atraumática ou o uso de um sistema</p><p>C-CLAD ou de uma solução anestésica local</p><p>tamponada pode reduzir muito ou eliminar</p><p>completamente o desconforto</p><p>Aspiração Positiva. Menos de 1%.</p><p>Alternativas</p><p>• Infiltração local em regiões especificas</p><p>• Bloqueio do nervo maxilar</p><p>• Bloqueio do nervo alveolar superior</p><p>médio anterior (ASMA)</p><p>Técnica</p><p>1. Uma agulha curta calibre 27 G recomendada.</p><p>2. Área de introdução: mucosa palatina lateral</p><p>à papila incisiva</p><p>3. Área-alvo: forame incisivo</p><p>4. Pontos de referência: incisivos centrais e</p><p>papila incisiva 5.</p><p>5.Trajeto da introdução: avançar em 45 o</p><p>graus</p><p>6. Orientação do bisel: voltado para os tecidos</p><p>moles palatinos</p><p>Procedimento</p><p>1. Assumir a posição correta</p><p>9 ou 10 h</p><p>2. Paciente em posição supina</p><p>3. Preparar o tecido para a injeção</p><p>Manter pressão com a haste de algodão -</p><p>isquemia</p><p>4. Aspiração</p><p>5. Injetar o anestésico enquanto avança</p><p>com a agulha (técnica de pré-perfuração)</p><p>5 mm de profundidade - toque no osso</p><p>6. Recua 1 mm e injeta</p><p>7. Continuar a aplicar a anestesia</p><p>compressiva 1/4 a 1/3 do tubete - 30 s</p><p>8. Caso a aspiração seja negativa, injetar</p><p>lentamente</p><p>9. Retirara seringa lentamente</p><p>10. Proteger a agulha</p><p>11. Aguardar 2 a 3 minutos antes de iniciar o</p><p>procedimento odontológico.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>Anestesio</p><p>3</p><p>Infiltração local do palato</p><p>• Indicada para áreas pequenas</p><p>• Causa boa hemostasia</p><p>• Controle de dor palatogengival</p><p>• Anestesia ramos terminais dos nervos</p><p>palatino maior e nasopalatino</p><p>Outros Nomes Comuns: Nenhum.</p><p>Nervos Anestesiados: Ramos terminais dos</p><p>nervos nasopalatino e palatino maior.</p><p>Áreas Anestesiadas. Tecidos moles na</p><p>vizinhança imediata da injeção.</p><p>Indicações</p><p>1. Basicamente para obter hemostasia</p><p>durante procedimentos cirúrgicos</p><p>2. Controle da dor palatogengival quando</p><p>são necessárias áreas limitadas de</p><p>anestesia para a aplicação de grampo de</p><p>isolamento absoluto, para adaptar o fio</p><p>de retração no sulco gengival, ou para</p><p>procedimentos cirúrgicos em não mais</p><p>do que dois dentes</p><p>Contraindicações</p><p>1. Inflamação ou infecção no local da</p><p>injeção</p><p>2. Controle da dor em áreas de tecido mole</p><p>envolvendo mais de dois dentes</p><p>Vantagens</p><p>1. Produz hemostasia aceitável quando um</p><p>vasoconstritor é utilizado</p><p>2. Produz uma área mínima de dormência,</p><p>minimizando assim o desconforto do</p><p>paciente</p><p>Desvantagem</p><p>Injeção potencialmente traumática</p><p>Aspiração Positiva. Desprezível.</p><p>Referência</p><p>Manual de Anestesia Local | Stanley F. Malamed</p><p>Técnica</p><p>1. Uma agulha curta calibre 27 é recomendada.</p><p>2. Área de introdução: gengiva inserida de 5 a</p><p>10mm da margem livre da gengiva</p><p>3. Área-alvo: tecidos gengivais de 5 a 10 mm da</p><p>margem livre da gengiva</p><p>4. Pontos de referência: tecido gengival no centro</p><p>estimado da área de tratamento</p><p>5. Trajeto de introdução: aproximar-se do local da</p><p>injeção em um ângulo de 45 graus</p><p>OBS: Injetar até que haja isquemia da área - 0,2 a</p><p>0,3 m</p><p>Procedimento</p><p>1. Se o administrador for destro, sentar na</p><p>posição de 10 horas.</p><p>2. Solicitar ao paciente para:</p><p>(a) Abrir bem a boca.</p><p>(b) Estender o pescoço.</p><p>(c) Girar a cabeça para a esquerda ou para a direita</p><p>para melhorar a visibilidade.</p><p>3. Preparar o tecido no local da injeção.</p><p>4. Após 2 minutos de aplicação do anestésico</p><p>tópico, colocar a haste de algodão no tecido</p><p>imediatamente adjacente ao local da injeção.</p><p>(a) Com a haste de algodão em sua mão esquerda</p><p>aplicar pressão nos tecidos moles</p><p>palatinos.</p><p>(b) Observar a isquemia no local da injeção.</p><p>5. Posicionar o bisel da agulha contra os</p><p>tecidos moles isquêmicos no local da injeção. A</p><p>agulha deve estar bem estabilizada para se evitar a</p><p>penetração acidental</p><p>dos tecidos.</p><p>6. Com o bisel posicionado contra o tecido:</p><p>(a) Aplicar pressão suficiente para curvar</p><p>ligeiramente a agulha.</p><p>(b) Depositar um pequeno volume de anestésico.</p><p>A solução será́ forcada contra a membrana mucosa,</p><p>formando uma gotícula.</p><p>7. Retificar a agulha e permitir que o bisel</p><p>perfure a mucosa</p><p>8. Continuar a injetar pequenos volumes de</p><p>anestésico</p><p>local durante todo o procedimento.</p><p>9. Continuar a aplicar pressão com a haste de</p><p>algodão durante toda a injeção.</p><p>10. Continuar a avançar a agulha e a injetar o</p><p>anestésico até tocar delicadamente o osso. A</p><p>espessura do tecido é de apenas 3 a 5 mm na</p><p>maioria dos pacientes.</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>1</p><p>1</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p><p>2</p><p>2</p><p>Licensed to Gabrielle Regina Paranhos Cardoso - gabiparanhos6@hotmail.com - HP11816642913068</p>