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<p>4</p><p>4</p><p>4</p><p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>CURSO: NUTRIÇÃO DISCIPLINA: ANATOMIA DOS SISTEMAS 28/05/2022</p><p>São Paulo 2022</p><p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS</p><p>Relatório apresentado como exigência prática 	da 	disciplina 	Anatomia 	dos Sistemas, do curso de Nutrição - Flex, da Universidade Paulista - UNIP.</p><p>CURSO: NUTRIÇÃO DISCIPLINA: ANATOMIA DOS</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO ........................................................................................................ 4</p><p>2 METODOLOGIA .......................................................................................................6</p><p>3 RESULTADOS E DISCUSSÃO ............................................................................... 7</p><p>3.1 Sistema digestório - canal alimentar ................................................ 7</p><p>3.1.1 Faringe .............................................. ...........................................11</p><p>3.1.1.1 Esôfago ......................................................................................11</p><p>3.1.1.2 Estômago ...................................................................................11</p><p>3.1.1.3 Intestino delgado e intestino grosso............................................13</p><p>4 SISTEMA DIGESTÓRIO – ÓRGÃOS ANEXOS .....................................................15</p><p>4.1 Língua ..............................................................................................15</p><p>4.1.1 Glândulas da boca ........................................................................16</p><p>4.1.1.1 Fígado.........................................................................................19</p><p>4.1.1.2 Pâncreas.....................................................................................20</p><p>5 SISTEMA URINÁRIO ............................................................................................21</p><p>6 APARELHO REPRODUTOR ................................................................................25</p><p>7 SISTEMA GENITAL FEMININO .............................................................................26</p><p>8 SISTEMA NERVOSO CENTRAL............................................................................29</p><p>9 SISTEMA PERIFÉRICO .........................................................................................36</p><p>10 SISTEMA NERVO CENTRAL E PERIFÉRICO ....................................................39</p><p>11 CONCLUSÃO .....................................................................................................44</p><p>REFERÊNCIAS .......................................................................................................45</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>A anatomia humana é o campo da ciência que estuda a organização das estruturas e constituição dos seres humanos. Através dela, podemos compreender todos os sistemas, tecidos, órgãos e estruturas que compõe o copo humano, além de destacar a posição onde se encontram, a constituição, a aparência, a localização dos sistemas e como se relacionam entre si desempenhando funções específicas para manter o corpo em constante funcionamento.</p><p>"Ciência antiga, a anatomia é campo de séria investigação intelectual há pelo menos 2.300 anos. Foi a disciplina biológica de maior prestígio no século XIX e, ainda hoje, continua dinâmica." (MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John, 2014 p.24, Anatomia humana, 7ed). O estudo da anatomia é fundamental para profissionais da área da saúde, os quais irão lidar ao longo da vida com o corpo humano.</p><p>Para que o entendimento seja facilitado e compreendido, analisamos peças de modelo sintético do corpo humano e peças biológicas. A dissecção é uma técnica que consiste em remover órgãos através de incisões, separando em partes. Os órgãos de cadáver humano podem ser analisados e abertos para visualização detalhada.</p><p>Iniciamos o estudo através do sistema digestório cuja função é imprescindível para manutenção do organismo. Ele é a porta de entrada que liga o meio externo ao meio interno, portanto, ele é barreira de defesa do nosso organismo contra entrada de patógenos. É através do sistema digestório que ocorre a digestão dos alimentos e absorção de nutrientes essenciais para manter o corpo em funcionamento. Durante a aula prática, observamos e reconhecemos os órgãos e estruturas que os compõe, além de estudar os órgãos anexos que possuem extrema importância na digestão.</p><p>Os órgãos e estruturas do sistema urinário foram estudados em seguida. “O sistema urinário é responsável por filtrar o sangue e eliminar subprodutos do metabolismo, denominado metabólitos”. (ANDRADE L.F, Sergio, 2019 p. 135, Anatomia Humana). Identificamos os órgãos desse sistema, as estruturas, as veias e artérias que o compõe.</p><p>Depois, partimos para o estudo do aparelho reprodutor. Pudemos analisar as diferenças anatômicas entre os órgãos sexuais e estruturas morfológicas masculinas e femininas.</p><p>O sistema nervoso tem grande importância no estudo da anatomia humana. Ele é dividido em central e periférico. É através do sistema nervoso que ocorre a comunicação com todos os outros sistemas do organismo e com o ambiente externo. Ele recebe e processa informações, reage a estímulos e manda impulsos nervosos capazes de manter as funções vitais do nosso organismo. Estudamos todas as estruturas formadoras do sistema nervoso central e periférico.</p><p>A anatomia está interligada com a fisiologia humana, que estuda as funções do nosso corpo e é a chave para o aprendizado das matérias que serão estudadas nos anos seguintes.</p><p>2 METODOLOGIA</p><p>Inicialmente, foi exposta a aula teórica sobre os sistemas e pudemos observar também as imagens em slides. Para a localização das estruturas e partes anatômicas dos sistemas estudados, utilizamos peças biológicas e peças de modelo sintético do corpo humano.</p><p>Fomos divididos em grupos para identificar as peças expostas nas mesas do laboratório. Pudemos observar os órgãos que fazem parte do sistema nervoso, sistema urinário, sistema digestório e sistema reprodutivo. Além disso, analisamos as estruturas que fazem parte desses órgãos e identificamos os locais em que se encontram. Utilizamos também pesquisas na internet para auxiliar a identificação das estruturas nas peças biológicas e sintéticas. As estruturas que não conseguimos enxergar nas peças biológicas estavam bem destacadas nas peças de modelo sintético. Assim, o estudo da anatomia dos sistemas foi amplamente facilitado.</p><p>3 RESULTADOS E DISCUSSÃO</p><p>3.1 Sistema digestório – Canal alimentar – Aula 1, roteiro 1</p><p>O sistema digestório é um dos mais importantes sistemas do corpo humano. É através dele que ocorre a digestão e absorção de nutrientes indispensáveis para diversas funções no nosso organismo. Os órgãos desse sistema estão divididos em supradiafragmáticos, que se localizam acima do diafragma e são constituídos pela boca, faringe e esôfago; e os infradiafragmáticos, que estão localizados abaixo do diafragma e compreendem o estômago, o intestino delgado, intestino grosso, reto e ânus. Além disso, temos os órgãos anexos que são essenciais para o processo da digestão: dentes, língua, glândulas salivares, fígado, vesícula biliar e pâncreas.</p><p>A digestão é dividida em: mastigação, deglutição e peristaltismo. A mastigação tritura os alimentos em partes menores. É através da deglutição que ocorre o transporte dos alimentos da faringe ao esôfago. O peristaltismo consiste em movimentos rítmicos responsáveis por mover os alimentos ao longo do canal alimentar.</p><p>A boca é o primeiro órgão responsável pela digestão de alimentos. O vestíbulo da boca é formado pelos dentes em oclusão, bochechas e lábios, comunica-se com o meio exterior. A cavidade própria da boca</p><p>refere-se a parte interna. Os lábios e bochechas mantém os alimentos dentro da boca durante o processo de mastigação e são constituídos de músculos esqueléticos cobertos de pele.</p><p>A bochecha possui quatro camadas sobrepostas. A camada mais externa é a camada da pele. Depois, temos a camada subcutânea, onde encontramos tecido adiposo. A camada muscular é a seguinte. Os músculos da bochecha são importantes pois ajudam no processo de mastigação. Depois, encontramos a camada mais profunda, formada por tecido mucoso.</p><p>“Enquanto as bochechas são formadas majoritariamente pelos músculos bucinadores, o músculo orbicular da boca forma grande parte dos lábios." (MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John, 2014 p.737, Anatomia humana, 7ed</p><p>Nas imagens a seguir, podemos observar a localização e os nomes de estruturas que constituem a boca.</p><p>Figura 1: estruturas anatômicas da boca</p><p>Fonte: COLICIGNIO, P. R. C. et al (2008), Atlas fotográfico de anatomia, 1. ed.</p><p>Figura 2: estruturas anatômicas da boca</p><p>Fonte: COLICIGNIO, P. R. C. et al (2008), Atlas fotográfico de anatomia, 1. ed.</p><p>Os músculos da face e da boca são essenciais para a realização de movimentos, expressões faciais e possibilitam a fala e a mastigação dos alimentos, interferindo diretamente na digestão. Os nervos cranianos têm a função de inervação da boca e da faringe. O nervo glossofaríngeo distribui-se para a língua e faringe, têm a função motora e sensitiva. O nervo facial é responsável pelas expressões faciais, o nevo trigêmeo tem a função sensitiva e motora, possibilitando a mastigação. Já o nevo hipoglosso inerva os músculos associados a movimentação da língua.</p><p>Figura 3: músculos da face e da boca</p><p>Fonte: TOMITA, Rúbia Yuri. (2012), Atlas visual compacto do corpo humano. 3. ed</p><p>Figura 4: nervos cranianos</p><p>Fonte:</p><p>Ken Hub</p><p>Fonte: REISS, Johannes - Diagrama dos nervos cranianos – Ken Hub www.kenhub.com/pt/library/anatomia/os-12-nervos-cranianos</p><p>3.1.1 Faringe</p><p>A faringe é o próximo órgão do sistema digestório. Ela é constituída por um tubo fibromuscular e se comunica com a cavidade oral por uma abertura chamada istmo das fauces. Além disso, ela também faz parte do sistema respiratório.</p><p>A faringe é dividida em três partes: parte oral, parte nasal e parte laríngea. Durante a digestão, o alimento é movido da boca para o estômago. A primeira etapa desse processo é a mastigação. Em seguida, o bolo alimentar é transportado para a faringe por meio da deglutição. Existem receptores sensitivos na parte oral da faringe que são estimulados para que ocorra esse processo involuntário. A língua faz pressão contra as pregas palatinas e, devido a essa pressão, a parte nasal da faringe é fechada. Além disso, o palato mole e a úvula tão são erguidos, fechando a parte nasal da faringe para o alimento passar pelo canal alimentar. Nesse processo, a laringe se eleva contra a epiglote, fechando a glote e impedindo a entrada do alimento na traqueia. A epiglote é composta por tecido cartilaginoso e atua como se fosse uma válvula, possibilitando que o alimento siga o caminho correto em direção ao estômago.</p><p>3.1.1.1 	Esôfago</p><p>No esôfago, o bolo alimentar é movido através de movimentos peristálticos. O esôfago tem a função apenas de transportar o alimento ao longo do canal alimentar até chegar ao estômago. Ele é dividido em três partes: cervical, torácica e abdominal e é constituído. A parte abdominal possui apenas 2 cm de comprimento e é ligada ao estômago no óstio cárdico. "A única evidência anatômica da presença de um esfíncter nessa região é um espessamento mínimo do músculo liso na parede. As margens do hiato esofágico no diafragma também ajudam a evitar a regurgitação." (MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John, 2014 p.120, Anatomia humana, 7ed).</p><p>3.1.1.2 	Estômago</p><p>O estômago é dividido em quatro partes: a cárdia, o fundo gástrico, o corpo gástrico e a região pilórica. A cárdia recebe o final do esôfago e circunda o óstio cárdico, o fundo é a parte superior do estômago, o corpo gástrico corresponde a maior parte do estômago e contém as glândulas gástricas, a parte pilórica tem forma de funil e é constituída pelo antro pilórico e pelo canal pilórico. No piloro, está localizado o esfíncter do piloro, que regula a entrada do quimo no intestino através do óstio pilórico. A parte convexa do estômago é a curvatura maior e a direita côncava, é a menor. Quando o estômago está cheio, ele tem a capacidade de se distender e aumentar o seu tamanho em até 4 litros.</p><p>Figura 5: Panorama do sistema digestório</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>Figura 6: regiões do estômago</p><p>Fonte: FALAVIGNA, Asdrubal; TONATTO, Antoninho (2013), Anatomia Humana</p><p>3.1.1.3 	Intestino Delgado e intestino grosso</p><p>"O intestino delgado é um tubo retorcido que vai do óstio pilórico, na região do epigástrio do abdome, até a primeira parte do intestino grosso, na região ilíaca (inguinal) direita. Ele é mais curto em uma pessoa viva (2,75 metros) do que nos cadáveres conservados (67 metros).” (MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John, 2014 p.145, Anatomia humana, 7ed).</p><p>O intestino delgado é dividido em duodeno, jejuno e íleo e é a parte mais longa do tubo digestório. É nele que ocorre a absorção dos nutrientes provenientes dos alimentos. O duodeno tem o formato de letra C e fica envolto da cabeça do pâncreas. Com exceção dos 2 cm iniciais, chamado de bulbo, no duodeno não se apresenta mesentério. O restante é retroperitonial, portanto é fixo.</p><p>O duodeno é dividido em 4 partes: superior, descendente, inferior e</p><p>ascendente. A parte superior do duodeno inicia-se no piloro e vai até a vesícula biliar. A parte descendente recebe os ductos colédoco e pancreático principal, chamados de ampola hepatopancreática. Eles controlam a entrada da bile e do suco pancreático através de um esfíncter chamado esfíncter de Oddi. A parte inferior do duodeno passa da direita para à aorta abdominal e a veia cava inferior. Já a parte ascendente encontra o jejuno na flexura duodenojejunal, que é fixada por uma estrutura anatômica chamada ligamento de Treitz.</p><p>Figura 7 – estruturas anatômicas do duodeno</p><p>Fonte: FALAVIGNA, Asdrubal; TONATTO, Antoninho (2013), Anatomia Humana</p><p>O jejuno e o íleo são as partes finais do intestino delgado. Eles são móveis e formam alças intestinais, envolvidas por mesentério.</p><p>O jejuno tem início na flexura duodenojejunal e o íleo termina na papila ileal. Localizam-se vilosidades intestinais nessa região. "As vilosidades são cobertas por um epitélio simples prismático feito principalmente de células absortivas, chamadas enterócitos, especializadas em absorver os nutrientes digeridos" (MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John, 2014 p.214, Anatomia humana, 7ed). Assim, nessa parte do intestino delgado ocorre maior absorção de nutrientes. No íleo, podemos encontrar tecido linfoide.</p><p>O intestino grosso é mais largo do que o intestino delgado e tem comprimento menor. Ele recebe resíduos da digestão e sua função é absorver água e eletrólitos dessa massa, originando fezes.</p><p>O ceco é a primeira parte do intestino grosso e se comunica com o íleo através da válvula ileocecal. No fundo do ceco, encontramos o apêndice vermiforme. O colo ascendente se estende superiormente na lateral direita da parede abdominal, formando a flexura direita do colo. Depois, temos o colo transverso que vai até a flexura esquerda do colo. Em seguida, ele se curva para a região inferior, que chamamos de colo descendente. O colo sigmoide tem o formato de S e é a quarta região do intestino grosso. Em seguida, encontramos o reto e por fim, o ânus. O intestino grosso possui tênias do colo, saculações do colo e apêndices omentais do colo.</p><p>Figura 8: Anatomia do Intestino grosso</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT,</p><p>John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>4 SISTEMA DIGESTÓRIO – ÓRGÃOS ANEXOS – AULA 1, ROTEIRO 2</p><p>4.1 Língua</p><p>A língua é um órgão de extrema importância, relacionada ao processo de mastigação, fonação, articulação e gustação. Ela é dividida em partes: raiz, ápice, corpo e dorso. Através das papilas gustativas, conseguimos distinguir o sabor dos alimentos, portanto, a língua também tem papel sensitivo. As papilas gustativas são divididas em: circunvaladas, filiformes, fungiformes e folhadas.</p><p>As papilas circunvaladas estão localizadas ao longo e anteriormente ao sulco terminal, elas apresentam receptores gustativos. As papilas filiformes são àquelas que proporcionam um aspecto de veludo ao dorso da língua, elas não possuem receptores gustativos. As papilas fungiformes estão em maior número, possuem o aspecto de pontos vermelhos. As papilas folhadas estão localizadas nos dois terços anteriores da língua. Elas têm receptores gustativos, porém, ao longo da vida, elas podem diminuir a sua função. A imagem a seguir mostra as estruturas anatômicas da língua.</p><p>Figura 9: Anatomia da língua</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>Na boca, encontramos os dentes, que são estruturas implantadas nos arcos dentais da mandíbula e da maxila. São eles: incisivos, caninos, pré-molares e molares. Os dentes atuam na mastigação e na trituração dos alimentos, auxiliando na articulação de palavras e possibilitando a fala. Os seres humanos são difiodônticos, pois apresentam duas dentições durante a vida: os dentes decíduos, que são conhecidos como dentes de leite e os dentes permanentes.</p><p>Figura 10: Dentes da arcada superior</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>Figura 11: dentes da arcada inferior</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>4.1.1 Glândulas da boca</p><p>As glândulas da boca são divididas em glândulas salivares maiores e menores e são produtoras de saliva. A saliva possui uma substância antibiótica chamada de cianeto, que é capaz de eliminar microrganismos, além de muco, água, íons e enzimas que atuam no processo de digestão de carboidratos e lipídios, como a amilase e a lipase salivar.</p><p>A glândula parótida é a maior dentre as glândulas salivares, localizada na parte lateral da face. O ducto parotídeo tem sua abertura no vestíbulo da boca, desembocando ao segundo molar superior.</p><p>As glândulas salivares menores estão localizadas na mucosa da boca: língua, palato, lábios e bochechas. As glândulas submandibulares se encontram no assoalho da boca. Seus ductos se abrem na cavidade própria da boca, no frênulo da língua. As glândulas sublinguais localizam-se abaixo da língua e os ductos sublinguais se abrem no assoalho da boca. Na imagem abaixo, é possível localizar as glândulas da boca e seus ductos.</p><p>Figura 12: Principais glândulas parótidas</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>4.1.1.1 	Fígado</p><p>O fígado está localizado na região superior do abdômen, abaixo do diafragma. Ele é considerado a maior glândula do corpo humano e possui diversas funções importantes. Dentre elas, podemos destacar a desintoxicação do organismo, o armazenamento de micronutriente, a síntese de proteínas, a participação do metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios etc.</p><p>O fígado secreta bile, que é armazenada na vesícula biliar e armazena glicogênio hepático. A vias bilíferas são formadas pelo ducto hepático, ducto colédoco e ducto cístico. O ducto colédoco une-se ao ducto pancreático formando a ampola hepatopancreática, ou ampola de Vater, que se abre na papila maior do duodeno.</p><p>O fígado possui duas faces, chamada de face visceral e a face diafragmática. A face visceral é dividida anatomicamente em quatro lobos: lobo direito, lobo esquerdo, lobo caudado e lobo quadrado. A face diafragmática é dividida em lobo direito e o esquerdo do fígado. O lobo direito é maior do que o esquerdo. A vesícula biliar encontra-se entre os lobos quadrado e direito do fígado. A veia cava inferior passa pelo fígado através de um sulco localizado entre o lobo caudado e o lobo direito. O ligamento falciforme separa os lobos direito e esquerdo. O ligamento redondo é uma espécie de cordão fibroso remanescente da veia umbilical do feto, o qual transportava sangue da placenta para o fígado. O ligamento coronário é constituído pela reflexão peritoneal do diafragma ao fígado. O ligamento triangular está localizado sobre a margem superior do lobo esquerdo. O ligamento venoso é remanescente do ducto venoso. No hilo hepático, observamos a veia porta, a artéria hepática e o ducto hepático</p><p>Figura 13: face diafragmática do fígado</p><p>comum.</p><p>Fonte: RUIZ, Cristiane Regina (2014), Anatomia humana básica</p><p>Figura 14: face visceral do fígado</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>4.1.1.2 	Pâncreas</p><p>O pâncreas é considerado uma glândula mista, pois produz secreção endócrina, que são os hormônios glucagon e a insulina, e exócrina, que produz o suco pancreático. Os ductos pancreáticos principal e acessórios levam o suco pancreático para o duodeno. Os hormônios são transportados através da corrente sanguínea.</p><p>Esse órgão é dividido em cabeça, corpo e cauda, como mostra a figura a seguir.</p><p>Figura 15 :Anatomia do pâncreas</p><p>Fonte: RUIZ, Cristiane Regina (2014), Anatomia humana básica</p><p>5 SISTEMA URINÁRIO - AULA 2, ROTEIRO 1</p><p>Os rins têm formatos de feijões e são encontrados na região posterior do abdômen. O rim esquerdo é maior do que o direito. O rim direito encontra-se levemente abaixo do esquerdo por conta do tamanho do lobo direito do fígado. Eles fazem parte do sistema urinário e possuem diversas funções importantes para o nosso organismo.</p><p>Os rins possuem duas faces: a face anterior e posterior. Além disso, encontramos a margem medial, que é côncava e a lateral, que é convexa. Na parte superior de cada rim, está localizada a glândula adrenal. O hilo está na margem côncava de cada um dos rins. Também podemos observar a artéria renal, a veia e a pelve renal. Em um corte frontal, identificamos duas estruturas internas: o córtex renal, que está localizado abaixo da cápsula fibrosa, e a medula renal. "A medula renal está localizada abaixo do córtex e é constituída de várias estruturas triangulares denominadas pirâmides renais. Os rins possuem unidades funcionais chamados túbulos renais, que são constituídos de néfrons e túbulos coletores." (SLEUTJES, Lúcio,2008 p.427, Anatomia humana - 2ª Edição).</p><p>Figura 16- Estrutura interna do rim</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7e</p><p>Os principais vasos encontrados nos rins são as artérias dos segmentos, interlobares, arqueadas e interlobulares, e as veias renal, interlobulares, interlobares e renal, como mostra a figura a seguir.</p><p>Figura 17 – principais vasos encontrados no rim</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia 	humana, 7ed</p><p>O ureter, a bexiga e a uretra também são estruturas que fazem parte do sistema urinário.</p><p>Figura18: Anatomia do sistema urinário</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>A bexiga urinária encontra-se na cavidade pélvica. Ela é uma espécie de balão que aumenta de tamanho à medida que fica cheia. A bexiga urinária possui fibras, células elásticas e nervos em sua parede, que que sinalizam a vontade de urina. O trígono da bexiga é uma região triangular, formada pelos óstios dos ureteres e pelo óstio interno da uretra. O trígono da bexiga leva a urina para o interior da uretra.</p><p>Nos homens, a uretra tem comprimento maior do que nas mulheres, medindo aproximadamente 20 cm. Nas mulheres, a uretra é mais curta, medindo de 3 a 5 cm.</p><p>Figura 19: Anatomia do sistema urinário feminino</p><p>Fonte: RUIZ,</p><p>Cristiane Regina (2014), Anatomia humana básica</p><p>Figura 20: Anatomia do sistema urinário masculino e da bexiga</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>6 APARELHO REPRODUTOR - AULA 2 ROTEIRO 2</p><p>O aparelho reprodutor masculino é formado por várias estruturas que desempenham papel fundamental para a reprodução humana. Dentre elas, podemos destacar os testículos, que são as gônodas masculinas, o epidídimio, que funciona como reserva para os espermatozóides, o ducto deferente e ejaculatório, as glândulas seminais e bulborretais, o escroto e a próstata.</p><p>O pênis é constituído pelo corpo, a glande, o óstio externo da uretra e o prepúcio. A figura a seguir, mostra as estruturas que fazem parte do sistema reprodutor masculino</p><p>Figura 21: Aparelho reprodutor masculino</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>7 SISTEMA GENITAL FEMININO- AULA 3, ROTEIRO 1</p><p>O sistema reprodutor feminino, assim como o masculino, é essencial para a reprodução. Podemos destacar as estruturas anatômicas que formam o sistema genital feminino: ovários, vagina, tubas uterinas, útero e a vulva.</p><p>As glândulas vestibulares encontram-se entre os orifícios uretral e vaginal. Elas são fundamentais para lubrificação durante a relação sexual.</p><p>Figura 22: Estruturas anatômicas do aparelho reprodutor feminino</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>Figura 23: Estruturas externas do aparelho reprodutor feminino</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>O útero está localizado na região abdominal, entre a bexiga urinária e o reto. Ele é o órgão responsável pelo desenvolvimento do feto durante a gravidez até o nascimento.</p><p>O útero é dividido em quatro partes anatômicas: fundo, corpo, istmo e colo do útero. A parede do útero é formada por um revestimento externo, chamado de miométrio. O miométrio é a camada muscular lisa. A mucosa interna é chamada de endométrio e permite a nidação, além ser liberado durante a menstruação. O colo do útero não possui endométrio.</p><p>Figura 24: Vista inferior do colo do útero</p><p>:</p><p>Fonte: COLICIGNIO, P. R. C. et al (2008), Atlas fotográfico de anatomia, 1. ed.</p><p>Entre o útero e o reto, encontramos uma região anatômica chamada de saco de fundo de Douglas, que pode acumular líquidos provenientes das estruturas ao redor como o ovário, o útero, o peritônio e as tubas uterinas. Dessa forma, quando há presença de líquido nessa região, é indicativo de alguma doença como cistos de ovários, doenças inflamatórias pélvicas, apendicite etc.</p><p>As mamas são órgãos do sistema genital feminino, responsáveis pela produção de leite para a amamentação de recém-nascidos. Podemos observar nas mamas os tubérculos areolares, a papila mamária, a aréola, os ductos lactíferos, os seios lactíferos e o tecido adiposo, conforme ilustra a imagem abaixo.</p><p>Figura 25: Estruturas anatômicas das mamas</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>8 SISTEMA NERVOSO CENTRAL - AULA 3, ROTEIRO 2</p><p>O sistema nervoso pode ser dividido em partes, de acordo com as estruturas anatômicas e as funções que desempenham: sistema nervoso central (SNC) e sistema nervoso periférico (SNP). O SNC compreende o encéfalo e a medula espinal. Já o SNP é formado pelos neurônios, pelas células da neuroglia, pelos gânglios e pelos nervos cranianos e espinais. Os dois hemisférios cerebrais estão separados pela fissura longitudinal. Podemos observar nos hemisférios cerebrais os lobos frontal, occipital, parietal e temporal. Eles recebem esses nomes por conta do nome dos ossos que estão presentes nessas regiões.</p><p>Figura 26: Lobos do cérebro</p><p>Fonte:SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>O encéfalo é dividido em partes: cérebro, cerebelo e tronco encefálico.</p><p>O cérebro é dividido em telencéfalo, onde encontramos o córtex cerebral e núcleos da base e diencéfelo, onde encontramos o tálamo, o epitálamo, o hipotálamo e a subtálamo.</p><p>O cerebelo é formado pelo córtex cerebelar e os núcleos profundos. O tronco encefálico é constituído pelo mesencéfalo, ponte e bulbo. O lobo frontal ocupa a área anterior ao sulco central e superior ao sulco lateral.</p><p>No hemisfério cerebral esquerdo, encontramos a área de Broca, que é responsável pela fala e articulação das palavras. Já a área de Wernicke está relacionada a compreensão e interpretação da fala.</p><p>Na figura abaixo, podemos notar o hemisfério cerebral esquerdo e as áreas motoras, áreas de associação anterior, área sensitiva e áreas de associação relacionadas, o córtex gustatório, a área de Wercnicke,o córtex visual primário,área de associação visual,área de associação auditiva,córtex auditivo primário.</p><p>Figura 27: Vista lateral, hemisfério cerebral esquerdo</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>Na superfície do encéfalo, há sulcos que delimitam os giros. Dividindo os dois hemisférios, encontramos a fissura longitudinal.</p><p>Localizamos o polo frontal, giro frontal superior, giro frontal médio, giro précentral, giro pós central,giro supramarginal, giro angular, o lóbulo parietal superior, lóbulo parietal inferior, polo occipital, sulco parieto-occipital, sulco do cíngulo, sulco intraparietal,sulco pós central, sulco central, sulco pré-central, sulco frontal inferior e sulco frontal superior. Podemos observar os giros e sulcos nas imagens a seguir.</p><p>Figura 28: Giros e sulcos</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>Figura 29: Giros e sulcos</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>Figura</p><p>3</p><p>0:</p><p>sulcos e giros da ínsula</p><p>Fonte: FALAVIGNA,Asdrubal; NETO, J. G. V.(2012), Neuroanatomia tomo III</p><p>Figura 31:Giros e sulcos</p><p>Fonte: FALAVIGNA,Asdrubal; NETO, J. G. V.(2012), Neuroanatomia tomo III</p><p>Os dois hemisférios cerebrais são interligados pelo corpo caloso, constituído por substância branca. Podemos observar o esplênio, o joelho e o tronco do corpo caloso na imagem a seguir.</p><p>Figura 32: Estruturas do corpo caloso</p><p>Fonte: FALAVIGNA,Asdrubal; NETO, J. G. V.(2012), Neuroanatomia tomo III</p><p>O aqueduto do mesencéfalo é um canal estreito que conecta o terceiro ventrículo ao quarto ventrículo. Na parte inferior do mesencéfalo, encontramos a ponte, a outra parte do tronco encefálico. Inferior a ponte, localiza-se o bulbo.</p><p>9 SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO - AULA 4, ROTEIRO 1</p><p>O cerebelo está localizado atrás do bulbo e da ponte. Nele, podemos identificar algumas estruturas anatômicas: córtex cerebelar, pedúnculos cerebelares, plexo corioídeo, verme de cerebelo, lobos anterior e posterior, pedúnculos cerebelares 	Figura 33: Cerebelo e estruturas</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>No diencéfalo, encontramos o tálamo, o epitálamo e o hipotálamo. Na parte inferior do hipotálamo, encontra-se a hipófise, uma glândula endócrina importante. Figura 34: Tálamo, hipotálamo, epitálamo e estruturas</p><p>Fonte: MARIEB, Elaine; WIHEL B., Patrícia, MALLAT, John (2014), Anatomia humana, 7ed</p><p>A medula espinal faz parte do Sistema Nervoso Central. Dela, emergem 31 pares de nervos espinais. A figura a seguir mostra a localização dos nervos da medula espinal.</p><p>Figura 35: Nervos da medula espinal</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>Figura 36: Nervos da medula espinal</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>Figura 37: nervos da medula espinal</p><p>Fonte:</p><p>SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>10 SISTEMA NERVOSO CENTRAL E PERIFÉRICO - AULA 4, ROTEIRO 2</p><p>O coração é um órgão que encontra-se na parte inferior do mediastino médio, na cavidade torácica. A maior parte do coração localiza-se à esquerda. A partir do ventrículo esquerdo, emerge a aorta e seus ramos: o tronco braquiocefálico, a artéria carótida comum esquerda e a artéria subclávia esquerda.</p><p>Figura 38 – Vasos sanguíneos do coração</p><p>Fonte: SOBOTTA, Johannes (2000), Atlas de anatomia humana Sobotta, 21ª ed</p><p>O polígono de Willis é responsável pela irrigação do cérebro. É composto por um sistema de vasos situado na base do cérebro, responsável pela vascularização dessa região. As artérias cerebrais se originam dos ramos corticais e centrais. Figura 39: Polígono de Willis</p><p>Fonte: FALAVIGNA, Asdrubal; NETO, J. G. V.(2012), Neuroanatomia tomo III Figura 40: Irrigação arterial do cérebro</p><p>Fonte: FALAVIGNA,Asdrubal; NETO, J. G. V.(2012), Neuroanatomia tomo III</p><p>No sistema nervoso central, encontram-se as meninges: uma proteção que envolve e protege as estruturas: a dura- máter é a primeira e superficial, em seguida encontramos a aracnoide-máter e a pia-máter, mais internamente.</p><p>A dura-máter é mais espessa e resistente, ela envolve o encéfalo e a medula espinal. "O folheto interno da dura-máter cranial se continua com a dura-máter espinhal enquanto o folheto externo se cola ao osso do crânio proporcionando assim uma fixação importante." (FALAVIGNA, Asdrubal; NETO, J. G. V., 2012 p.81, Neuroanatomia tomo III).</p><p>A aracnoide-mater é justaposta à dura-máter. Ela é separada da dura máter por um espaço chamado subdural e da pia- máter pelo espaço subaracnóideo. A pia- máter é a meninge mais delicada e reveste os sulcos e giros e o sistema nervoso.</p><p>Figura 41: Meninges</p><p>Fonte: FALAVIGNA,Asdrubal; NETO, J. G. V.(2012), Neuroanatomia tomo III</p><p>Os ventrículos encefálicos possuem o líquor, um fluido incolor, que circula pelos ventrículos e estruturas internas e externas. Existem quatro cavidades no encéfalo: os ventrículos laterais: primeiro ventrículo e segundo ventrículo; o terceiro ventrículo e o quarto ventrículo. A figura a seguir mostra a localização dos ventrículos encefálicos.</p><p>Figura 42: Ventrículos encefálicos</p><p>Fonte: FALAVIGNA,Asdrubal; NETO, J. G. V.(2012), Neuroanatomia tomo III</p><p>11 CONCLUSÃO</p><p>A palavra anatomia tem origem grega e significa cortar em partes. O estudo da anatomia é básico e indispensável para o profissional da área da saúde, cujo objeto de trabalho ao longo de sua carreira centraliza-se no corpo humano.</p><p>A anatomia dos sistemas possibilita estudar todos os sistemas que fazem parte do corpo humano, órgãos e estruturas que os compõem e suas localizações, assim como a relação que existe entre eles para desempenhar funções vitais que mantém o nosso organismo em constante funcionamento. A anatomia dos sistemas é a base para o entendimento da fisiologia humana. Conhecendo a posição, localização, as estruturas e os órgãos do corpo humano, conseguimos compreender com mais facilidade as funções que eles desempenham.</p><p>Estudamos os sistemas digestório, urinário, reprodutor e o nervoso. Todos os sistemas do corpo humano são coordenados pelo sistema nervoso, que regula e desempenha as comunicações do organismo e do meio externo. Ele é como se fosse uma orquestra, que rege os nossos movimentos, ações e reações, deixando o organismo em perfeita harmonia.</p><p>A visualização e a manipulação de peças biológicas e dos modelos sintéticos anatômicos deixaram o estudo da anatomia ainda mais dinâmico, facilitando o entendimento e a compreensão.</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>ANATOMIA PAPEL E CANETA. Disposição de substância branca e cinzenta no telencéfalo. Disponível em: https://anatomia-papel-e-caneta.com/cerebrotelencefalo-e-diencefalo/. Acesso em: 23 mai. 2022.</p><p>COLICIGNIO, P. R. C. et al. Atlas fotográfico de anatomia . 1. ed. São Paulo: Pearson, 2008. p. 80-300.</p><p>FALAVIGNA, Asdrubal; F., A. J. T. Anatomia Humana. 1. ed. São Paulo: Editora Educs, 2013. p. 176-270.</p><p>KEN HUB. Os 12 nervos cranianos. Disponível em: https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/os-12-nervos-cranianos . Acesso em: 24 mai. 2022.</p><p>LUIZ, Cristiane Regina. Anatomia humana básica: Para estudantes da área da saúde . 3. ed. [S.l.]: Editora Difusão, 2014. p. 30-200.</p><p>MARIEB, Elaine M.; WILHELM, Patricia Brady; MALLATT, John. Anatomia humana.</p><p>7. ed. [S.l.]: Pearson, 2014. p. 367-750.</p><p>RUIZ, Cristiane Regina. Anatomia humana básica: Para estudantes da área da saúde. 1. ed. [S.l.]: Editora Difusão, 2014. p. 20-100.</p><p>SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana Sabotta: Volume 2 - tronco, vísceras e extremidade inferior . 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara S.A., 2000. p. 100-450.</p><p>SOBOTTA, Johannes. Atlas de anatomia humana Sobotta: Volume1 - Cabeça, pescoço e extremidade superior. 21. ed. Rio de Janeiro: Guanabara S.A, 2000. p. 10-250.</p><p>TOMITA, Rúbia Yuri. Atlas visual compacto do corpo humano. 3. ed. São Paulo: Editora Rideel, 2012. p. 123-208.</p><p>UNISC. História da anatomia humana. Disponível em:</p><p>https://www.unisc.br/site/pdc/pages/historia.html. Acesso em: 23 mai. 2022.</p><p>image2.jpg</p><p>image3.jpg</p><p>image4.jpg</p><p>image5.jpg</p><p>image48.jpg</p><p>image6.jpg</p><p>image50.jpg</p><p>image7.jpg</p><p>image8.jpg</p><p>image9.jpg</p><p>image10.jpg</p><p>image11.jpg</p><p>image12.jpg</p><p>image13.jpg</p><p>image14.jpg</p><p>image15.jpg</p><p>image16.jpg</p><p>image17.jpg</p><p>image18.jpg</p><p>image160.jpg</p><p>image170.jpg</p><p>image19.jpg</p><p>image20.jpg</p><p>image180.jpg</p><p>image200.jpg</p><p>image21.jpg</p><p>image22.jpg</p><p>image23.jpg</p><p>image24.jpg</p><p>image25.jpg</p><p>image26.jpg</p><p>image250.jpg</p><p>image27.jpg</p><p>image28.jpg</p><p>image29.jpg</p><p>image30.jpg</p><p>image31.jpg</p><p>image32.jpg</p><p>image33.jpg</p><p>image34.jpg</p><p>image35.jpg</p><p>image340.jpg</p><p>image36.jpg</p><p>image37.jpg</p><p>image38.jpg</p><p>image370.jpg</p><p>image39.jpg</p><p>image40.jpg</p><p>image41.jpg</p><p>image42.jpg</p><p>image1.png</p><p>image43.jpg</p><p>image44.jpg</p><p>image45.jpg</p><p>image46.jpg</p><p>image47.jpg</p>

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