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<p>Intemperismo e a origem</p><p>dos sedimentos</p><p>O intemperismo é um processo que transforma a rocha em</p><p>partículas menores, chamadas sedimentos .</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>A erosão é um processo mecânico, geralmente</p><p>impulsionado pela água, vento, gravidade ou gelo,</p><p>que transporta sedimentos (e solo) do local de</p><p>intemperismo.</p><p>O intemperismo pode ser causado por processos físicos,</p><p>químicos e biológicos.</p><p>Intemperismo físico (ou mecânico) é também conhecido</p><p>por desintegração e os produtos envolvidos não</p><p>apresentam alterações químicas e/ou mineralógicas.</p><p>Intemperismo químico (ou mineralógico) é também</p><p>designado como decomposição, e os produtos</p><p>resultantes envolvem mudanças químicas e/ou</p><p>mineralógicas.</p><p>Intemperismo biológico são os efeitos físicos e/ou</p><p>químicos.</p><p>Estes fenômenos podem agir juntos ou separadamente,</p><p>dependendo de diversos fatores: clima, topografia, tipo de</p><p>rocha, vegetação, etc.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(1) Intemperismo Mecânico</p><p>O intemperismo mecânico quebra fisicamente a rocha em</p><p>pedaços menores. Os agentes usuais de intemperismo</p><p>mecânico são pressão, temperatura, ciclo de</p><p>congelamento/descongelamento da água, atividade vegetal ou</p><p>animal e evaporação de sal.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(1) Intemperismo Mecânico</p><p>(a) Expansão de pressão</p><p>A rocha enterrada nas profundezas da Terra está sob alta</p><p>pressão e temperatura.</p><p>Quando a elevação e a erosão trazem a rocha à superfície, a</p><p>sua temperatura cai lentamente, enquanto a sua pressão cai</p><p>imediatamente.</p><p>A queda repentina de pressão faz com que a rocha se expanda</p><p>e rache rapidamente; isso é chamado de expansão de pressão.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(1) Intemperismo Mecânico</p><p>(a) Expansão de pressão</p><p>A cobertura ou esfoliação ocorre quando a superfície da rocha</p><p>se desintegra em camadas.</p><p>O intemperismo esferoidal é um tipo de esfoliação que produz</p><p>características arredondadas e é causado quando o</p><p>intemperismo químico se move ao longo das juntas da rocha.</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjJ8sKQ4LHYAhVHvZAKHarEC5MQjRwIBw&url=https://pt.linkedin.com/pulse/entendendo-alterabilidade-e-os-graus-de-altera%C3%A7%C3%A3o-uma-marcio-le%C3%A3o&psig=AOvVaw1CS4zf4IVAo1r2o3QV1QtR&ust=1514723289107479</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiW7K2p4LHYAhWMIpAKHd8jB64QjRwIBw&url=https://orionmagazine.org/place/gopher-valley-oregon/&psig=AOvVaw1CS4zf4IVAo1r2o3QV1QtR&ust=1514723289107479</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>A camada externa deste granito está fraturada e erodida, conhecida como</p><p>esfoliação</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(1) Intemperismo Mecânico</p><p>(b) Cunha de gelo (congelamento)</p><p>A água penetra em várias rachaduras, vazios e fendas.</p><p>À medida que a água congela, ela se expande com grande</p><p>força, explorando quaisquer fraquezas. Quando o gelo derrete,</p><p>a água líquida move-se ainda mais para os espaços</p><p>alargados.</p><p>Ciclos repetidos de congelamento e derretimento</p><p>eventualmente separam as rochas. Os ciclos podem ocorrer</p><p>diariamente quando as flutuações de temperatura entre o dia e</p><p>a noite vão do congelamento ao derretimento.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(1) Intemperismo Mecânico</p><p>(b) Cunha de gelo (congelamento)</p><p>https://opengeology.org/textbook/wp-content/uploads/2017/02/Mechanical_weathering.png</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjlh-zbzbDYAhUJl5AKHWYeDTgQjRwIBw&url=https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Shattered_boulder_on_Sgurr_nan_Gillean_-_geograph.org.uk_-_618629.jpg&psig=AOvVaw3m9BQSgqLqzsOHZ07ywK0d&ust=1514684407195936</p><p>http://educacao.globo.com/geografia/assunto/geografia-fisica/intemperismo.html</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(1) Intemperismo Mecânico</p><p>(c) Raízes das plantas</p><p>Embora a ação dos organismos vivos, em termos</p><p>de intemperismo seja principalmente química, ela</p><p>pode ser também física.</p><p>.... Assim, a ação das raízes de árvores ou a escavações por</p><p>animais pode facilitar a atuação de outros processos de</p><p>intemperismo físico ou químico.</p><p>http://trilhaseprosas.com/2014/03/06/trilha-morungaba-sp-estrada-sousas-pedreira/</p><p>http://blogdotiojoao.blogspot.com/2012/03/terra-planeta-em-foco.html</p><p>https://timblindim.wordpress.com/2011/08/11/mini-aventura-no-inferninho/</p><p>https://aidobonsai.com/category/bonsai-seus-estilos/</p><p>http://br.freepik.com/fotos-gratis/musgo-em-rochas--verde_545241.htm</p><p>http://culturadematinhos.blogspot.com/2015_03_01_archive.html</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(1) Intemperismo Mecânico</p><p>(d) Expansão do sal</p><p>Ocorre em áreas de alta evaporação ou em ambientes</p><p>quase marinhos. A evaporação faz com que os sais precipitem</p><p>da solução e cresçam e se expandam em rachaduras na</p><p>rocha.</p><p>A expansão do sal é uma das causas do tafoni (forma</p><p>circular), uma série de buracos numa rocha.</p><p>Tafonis, rachaduras e buracos são pontos fracos que se</p><p>tornam suscetíveis ao aumento do intemperismo.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(2) Intemperismo Químico</p><p>O intemperismo químico é o processo de intemperismo</p><p>dominante em ambientes quentes e úmidos.</p><p>Acontece quando a água, o oxigênio e outros reagentes</p><p>degradam quimicamente os componentes minerais da rocha e</p><p>os transformam em íons solúveis em água que podem então</p><p>ser transportados pela água.</p><p>Temperaturas mais altas aceleram as taxas de intemperismo</p><p>químico.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(2) Intemperismo Químico</p><p>(a) Ácido carbônico e Hidrólise</p><p>O ácido carbônico (H2CO3) se forma quando o dióxido de</p><p>carbono, abundante na atmosfera, se dissolve na água.</p><p>O ácido carbônico é um agente importante em duas reações</p><p>químicas de intemperismo, hidrólise e dissolução.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(2) Intemperismo Químico</p><p>(a) Ácido carbônico e Hidrólise</p><p>A água penetra nestes capilares e, combinada com os íons do</p><p>mineral, formando novas substâncias.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(2) Intemperismo Químico</p><p>(b) Ácido carbônico e Dissolução</p><p>A dissolução é uma reação de hidrólise que dissolve minerais</p><p>na rocha e deixa os íons em solução, geralmente em água.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>(2) Intemperismo Químico</p><p>(b) Ácido carbônico e Dissolução</p><p>Em locais com rochas carbonáticas abundantes, o</p><p>intemperismo por dissolução pode produzir uma topografia</p><p>cárstica caracterizada por sumidouros ou cavernas.</p><p>Bonito/MSBotuverá/SC</p><p>http://g1.globo.com/globo-reporter/noticia/2016/02/caverna-de-botuvera-e-um-dos-mais-belos-tesouros-do-vale-europeu.html</p><p>https://ecoturismoembonito.wordpress.com/category/gruta-lago-azul-bonito-ms/page/8/</p><p>Em regiões de carste, antes da implantação de</p><p>investimentos urbanos (loteamento), deve-se</p><p>fazer um levantamento geológico e geotécnico</p><p>detalhado para verificar as possibilidades de</p><p>ocupação da área.</p><p>Nos maciços calcários, por abatimento dos tetos das</p><p>cavernas pode-se produzir depressões ou mesmo crateras na</p><p>superfície do terreno, denominadas dolinas (sumidouros).</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj4ltzHz63YAhXIj5AKHaY5AgwQjRwIBw&url=https://giphy.com/stickers/animated-e1kPnmGLTb0SQ&psig=AOvVaw3mId34tglMi7pBKILbZLvY&ust=1514581867406470</p><p>http://hypescience.com/sumidouro/</p><p>http://www.dailymail.co.uk/news/article-2389900/Clermont-sinkhole-Families-flee-terror-Florida-villa-dramatically-collapses-near-Disney-World.html</p><p>http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-sinkholes-pelo-mundo?page=2</p><p>http://we-are-star-stuff.tumblr.com/post/63471378739/scalesofperception-sinkholes-via-in-the-last</p><p>(c) Oxidação</p><p>Os minerais se decompõem facilmente pela oxidação do O2 e</p><p>CO2 (dióxido de carbono) dissolvidos na água resultando em</p><p>hidratos, óxidos, carbonatos.</p><p>Os resultados da oxidação produzem minerais amarelados</p><p>ou avermelhados (goetita), por meio da combinação de</p><p>oxidação e hidratação, com a incorporação da água na</p><p>estrutura cristalina.</p><p>Minerais que possuem íons como o Fe++ na sua composição</p><p>(pirita, micas, olivinas) são mais suscetíveis a oxidação, pelo</p><p>fato de que o Fe++ ter grande afinidade com o oxigênio.</p><p>(2) Intemperismo Químico</p><p>(2) Intemperismo Químico</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjQitbE4rHYAhWFfZAKHQhUBvYQjRwIBw&url=http://meioambiente.culturamix.com/natureza/intemperismo-processo-fisico-e-quimico&psig=AOvVaw09O0MNgI5zRSTvyJXTP5QZ&ust=1514724472205394</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjj4Nzf4rHYAhWKhJAKHZ1UBQwQjRwIBw&url=http://www.rgbstock.com.br/photo/oif1deY/Rust+Texture+3&psig=AOvVaw09O0MNgI5zRSTvyJXTP5QZ&ust=1514724472205394</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwizj7KA47HYAhVDiZAKHRZhAZMQjRwIBw&url=http://sopasdepedra.blogspot.com/2012/04/das-rochas-sedimentares-50.html&psig=AOvVaw0lHYGiUpvAIzeMP6HETQy5&ust=1514724597472862</p><p>Erosão, transporte e deposição de</p><p>sedimentos</p><p>Erosão é o conjunto de processos que promovem a retirada e</p><p>transporte do material produzido pelo intemperismo,</p><p>ocasionando o desgaste do relevo. Seus principais agentes</p><p>são a água, o vento e o gelo.</p><p>Tipos de erosão</p><p>Erosão pluvial: ocasionada pelas águas da chuva, não</p><p>somente pelo gotejamento sobre os solos, bem como pelo</p><p>lençol de escoamento superficial (enxurrada) e pelas águas de</p><p>infiltração.</p><p>A primeira ação da água é através do salpicamento, que é a</p><p>desagregação dos torrões e agregados do solo pelo impacto</p><p>dos pingos de chuva. Esse impacto provoca também</p><p>a selagem, uma obstrução dos poros do solo pelo material mais</p><p>fino, o que resulta numa redução da infiltração e no</p><p>consequente aumento do fluxo de água superficial.</p><p>Quando a declividade do terreno for pequena, ocorre erosão</p><p>laminar....</p><p>O fluxo de água pela superfície leva à formação de ravinas.</p><p>Quanto mais água houver, mais acelerado será</p><p>o ravinamento, de modo que ele aumenta à medida que a</p><p>água avança morro abaixo.</p><p>... a erosão remontante, que abre no solo sulcos que podem</p><p>atingir grandes dimensões e que crescem morro acima (daí o</p><p>nome), ao contrário do ravinamento. Esses sulcos recebem o</p><p>nome de boçorocas (ou voçorocas) e começam a se formar</p><p>quando o ravinamento atinge o lençol freático. Daí em diante,</p><p>progridem de modo muito difícil de controlar, pois não mais</p><p>dependem da ocorrência de chuvas para aumentar de</p><p>tamanho.</p><p>Erosão fluvial: aquela causada por rios, perenes ou</p><p>temporários. É semelhante à erosão pluvial, mas em escala</p><p>maior e em regime permanente ou pelo menos mais</p><p>prolongado que a erosão pluvial.</p><p>Erosão eólica: atribuída ao vento, que atua principalmente em</p><p>regiões de climas secos.</p><p>Erosão marinha (abrasão): a água do mar provoca erosão</p><p>através da ação das ondas, das correntes marítimas, das</p><p>marés e das correntes de turbidez. Seu trabalho é reforçado</p><p>pela presença de areia e silte em suspensão.</p><p>Erosão antrópica: é a erosão causada pela ação do ser</p><p>humano. Em geral não tem grande influência, porque sua ação</p><p>tem duração muito curta. Mas nossa capacidade de remover</p><p>grandes massas de terra ou de rocha é cada vez maior e a</p><p>erosão antrópica tende a ser cada vez mais significativa.</p><p>Transporte</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjWy4fLlbTYAhWEGJAKHYVnDFMQjRwIBw&url=http://www.imagenesanimadas.net/Transportes/Autobus.asp?Page=2&psig=AOvVaw0XtjUUYFliMGWvLm_oiWfN&ust=1514806846256949</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjWy4fLlbTYAhWEGJAKHYVnDFMQjRwIBw&url=http://www.imagenesanimadas.net/Transportes/Autobus.asp?Page=2&psig=AOvVaw0XtjUUYFliMGWvLm_oiWfN&ust=1514806846256949</p><p>Quando uma rocha sofre os efeitos do intemperismo, as</p><p>partículas minerais residuais (inalteradas) são liberadas pelo</p><p>arcabouço rochoso e passam a integrar o regolito ou manto de</p><p>intemperismo, constituído por produtos de alteração.</p><p>As partículas ficam sujeitas a energia potencial</p><p>devida a aceleração da gravidade, sendo mais</p><p>cedo ou mais tarde transportadas declive</p><p>abaixo.</p><p>O transporte e os seus processos traduzem-se</p><p>no carreamento dos produtos do intemperismo</p><p>de um local para outro.</p><p>Tipos de transporte</p><p>Águas pluviais e fluviais: as partículas</p><p>sedimentares incorporadas a esses meios, através</p><p>das atividades mecânicas e hidráulicas, podem ser</p><p>transportadas por diferentes processos.</p><p>Correntes costeiras: ou litorâneas, muito ativas no transporte</p><p>de sedimentos.</p><p>a) Correntes longitudinais: paralelas a costa e atuam na</p><p>plataforma interna, sendo geradas por frentes de ondas que</p><p>incidem mais ou menos obliquamente a linha costeira.</p><p>b) Correntes de retorno: forte fluxo superficial de água que</p><p>corre do litoral para o mar aberto, originado pelo movimento</p><p>de retorno das águas acumuladas na zona costeira contra</p><p>praias ou falésias marinhas pela chegada de sucessivos</p><p>“trens de ondas”.</p><p>c) Correntes de marés: movimentos alterando das águas do</p><p>mar em função da subida ou descida das marés com</p><p>amplitudes variáveis entre menos de 1m e mais de 15m,</p><p>causadas por fatores astronômicos.</p><p>d) Correntes de ondas: correntes de costa a dentro e de</p><p>costa afora, que atuam até as profundidades correspondente</p><p>as bases das ondas,</p><p>e) Ventos: deslocamento de material sedimentar.</p><p>Rochas sedimentares</p><p>Litificação e Diagênese</p><p>Litificação: transforma grãos de sedimentos soltos, criados</p><p>pelo intemperismo e transportados pela erosão, em rochas</p><p>sedimentares clásticas através de três etapas interligadas.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>A deposição ocorre quando o atrito e a gravidade</p><p>superam as forças que impulsionam o transporte de</p><p>sedimentos, permitindo a acumulação de</p><p>sedimentos.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>A compactação ocorre quando o material continua a</p><p>se acumular no topo da camada de sedimentos,</p><p>comprimindo os grãos e expulsando a água.</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>A cimentação é o processo de cimentação de minerais</p><p>que revestem os grãos de sedimentos e os colam em</p><p>uma rocha fundida.</p><p>Tipos de cimento (substâncias minerais):</p><p>a) carbonáticos (calcitas, dolomitas, aragonita,</p><p>siderita).</p><p>b) silicosos (quartzo, opala, calcedônia).</p><p>c) sulfáticos (anidrita).</p><p>d) óxidos (magnetita, ilmenita) e sulfetos de ferro</p><p>(augita, hornblenda, biotita).</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwjMiYL78rLYAhVEGZAKHVFfACIQjRwIBw&url=http://espacociencias.com.pt/site/ciencias-7o-ano/rochas-e-minerais/rochas-sedimentares/&psig=AOvVaw1yLcTa6ptttl8df9Pq9wDm&ust=1514763226520264</p><p>Diagênese: são os processos geológicos (físicos, químicos,</p><p>biológicos,..) de baixa temperatura,</p><p>como desidratação, cimentação, compactação, dissolução,</p><p>reações minerais e outros que sucedem à deposição</p><p>de sedimentos, levando, geralmente, a transformação destes</p><p>em rochas sedimentares (litificação).</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/desidratacao.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/cementacao.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/sedimento.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/litificacao.htm</p><p>Logo....</p><p>A litificação de sedimentos em rochas sedimentares ocorre</p><p>após</p><p>o sedimento ter sido depositado e enterrado.</p><p>Os processos pelos quais o sedimento se litifica em uma rocha</p><p>sedimentar dura são chamados de diagênese e incluem todos</p><p>os processos físicos, químicos e biológicos que atuam sobre o</p><p>sedimento.</p><p>O primeiro passo na diagênese é a compactação do sedimento</p><p>e a perda de água como resultado do peso do sedimento</p><p>sobrejacente. A compactação e o soterramento podem causar</p><p>a recristalização dos minerais, tornando a rocha ainda mais</p><p>dura. Os fluidos que fluem através da rocha e dos organismos</p><p>podem precipitar novos minerais nos espaços porosos entre os</p><p>grãos para formar um cimento que mantém o sedimento unido.</p><p>https://www2.tulane.edu/~sanelson/eens1110/sedrx.htm</p><p>Tipos de rochas sedimentares</p><p>Rios, oceanos, ventos e escoamento de chuva têm a</p><p>capacidade de transportar as partículas removidas das rochas</p><p>através da erosão.</p><p>https://www2.tulane.edu/~sanelson/eens1110/sedrx.htm</p><p>Estas “partículas” são denominadas de detritos,</p><p>constituídos por fragmentos de rochas e minerais.</p><p>https://www2.tulane.edu/~sanelson/eens1110/sedrx.htm</p><p>(2) Quando o material é dissolvido em água e precipita</p><p>quimicamente a partir da água.</p><p>Este tipo de sedimentação é conhecido como sedimentação</p><p>química.</p><p>(1) Quando a energia da corrente não é forte o suficiente para</p><p>transportar essas partículas, as partículas caem no processo</p><p>de sedimentação.</p><p>Este tipo de deposição sedimentar é</p><p>denominado sedimentação clástica.</p><p>https://www2.tulane.edu/~sanelson/eens1110/sedrx.htm</p><p>(3) Quando os organismos vivos extraem íons dissolvidos em</p><p>água para produzir conchas e ossos. Este tipo de</p><p>sedimentação é denominado sedimentação bioquímica.</p><p>(4) Quando ocorre o acúmulo de matéria vegetal, como no</p><p>fundo de um pântano, é conhecido como sedimentação</p><p>orgânica.</p><p>Rochas sedimentares clásticas</p><p>Textura das rochas sedimentares clásticas</p><p>Classificação - o grau de uniformidade do tamanho do grão.</p><p>As partículas são classificadas com base na densidade, devido</p><p>à energia do meio de transporte.</p><p>Correntes de alta energia podem transportar fragmentos</p><p>maiores. À medida que a energia diminui, partículas mais</p><p>pesadas são depositadas e fragmentos mais leves continuam a</p><p>ser transportados. Isso resulta na classificação devido à</p><p>densidade.</p><p>(1)Granulometria: o tamanho das partículas em sedimentos</p><p>detríticos (ou clásticos), expresso pelo seu diâmetro, constitui</p><p>uma propriedade textural fundamental.</p><p>Razões para a análise granulométrica.....</p><p>1) a granulometria fornece as bases para</p><p>uma descrição mais precisa dos</p><p>sedimentos.</p><p>2) a distribuição granulométrica pode ser característica de</p><p>sedimentos de determinados ambientes deposicionais.</p><p>3) o estudo detalhado pode fornecer informações sobre os</p><p>processos físicos (hidrodinâmicos).</p><p>4) a distribuição esta ligada a porosidade e permeabilidade.</p><p>Escala de Udden-Wentworth (1922) é uma escala</p><p>granulométrica utilizada em geologia e geotecnia para</p><p>classificar materiais geológicos, em especial materiais</p><p>detríticos e clastos em função do diâmetro dos fragmentos, ou</p><p>grãos, que os constituem:</p><p>Escala de Wentworth</p><p>Escala logarítmica de classificação granulométrica (diâmetro</p><p>maior) dos fragmentos de sedimentos clásticos, dos mais</p><p>finos para os mais grossos:</p><p>argila (< 4 µm) -</p><p>silte (> 4 µm < 64 µm) -</p><p>areia (>64 µm <2mm) -</p><p>grânulo (>2mm - <4mm) -</p><p>seixo (>4mm - <64mm) -</p><p>bloco ou calhau (>64mm - <256mm) -</p><p>matacão (>256mm).</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Granulometria</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Geologia</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Geotecnia</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Detrito_geol%C3%B3gico</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Clasto</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/sedimento.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/argila.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/silte.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/areia.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/granulo.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/seixo.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/bloco.htm</p><p>https://sigep.eco.br/glossario/verbete/matacao.htm</p><p>De modo geral, as rochas sedimentares clásticas podem ser</p><p>subdivididas de acordo com o diâmetro das partículas e os</p><p>cimentos naturais (ABNT NBR 6502/95: solos e rochas):</p><p>As dimensões das partículas que compõem uma</p><p>rocha sedimentar podem ser determinadas em</p><p>laboratório por meio de ensaio de granulometria</p><p>completa (peneiramento e sedimentação), de</p><p>acordo com a ABNT NBR 7181/84 (solos: análise</p><p>granulométrica), após a fragmentação da amostra.</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj4ltzHz63YAhXIj5AKHaY5AgwQjRwIBw&url=https://giphy.com/stickers/animated-e1kPnmGLTb0SQ&psig=AOvVaw3mId34tglMi7pBKILbZLvY&ust=1514581867406470</p><p>(2) Classificação dos grãos:</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>A classificação descreve a variedade de tamanhos de grãos</p><p>em sedimentos ou rochas sedimentares .</p><p>▪ o termo “ bem selecionado ” para descrever uma faixa</p><p>estreita de tamanhos de grãos, e</p><p>▪ “mal selecionado” para uma ampla variedade de tamanhos</p><p>de grãos.</p><p>https://opengeology.org/textbook/wp-content/uploads/2017/02/Sorting_in_sediment.svg_.png</p><p>O arredondamento é criado quando cantos angulares de</p><p>fragmentos de rocha são removidos de um pedaço de</p><p>sedimento devido à abrasão durante o transporte.</p><p>(3) Arredondamento:</p><p>https://opengeology.org/textbook/5-weathering-erosion-and-sedimentary-rocks/</p><p>Morfometria: compreende a medida da forma e</p><p>arredondamento das partículas sedimentares detríticas que</p><p>fornecem informações sobre os agentes e/ou ambientes</p><p>deposicionais.</p><p>(4) Cor dos sedimentos (primária ou</p><p>secundária)</p><p>Fatores determinantes: a cor do sedimento</p><p>é determinada fundamentalmente pela sua</p><p>composição.</p><p>Cor branca: é peculiar aos sedimentos sem compostos de</p><p>ferro e/ou manganês ou matéria orgânica.</p><p>Diversos evaporitos (depósitos salinos), dolomitos, calcários,</p><p>argilominerais do grupo da caulinita e areias quartzosas,</p><p>quando puros.</p><p>Cor cinza e preta: são na maior parte dos casos, relacionados</p><p>a matéria orgânica (carbono orgânico ou hidrocarbonetos) e,</p><p>quando os sedimentos contém esta substância são</p><p>relativamente frequentes os compostos de enxofre, como a</p><p>pirita e marcassita.</p><p>Tonalidades da cor vermelha e as cores acastanhadas ou</p><p>amareladas: em geral, relacionadas aos hidróxidos de ferro.</p><p>Cor verde: pode estar associada a presença a compostos de</p><p>cobre, como a malaquita.</p><p>Cor azul e azul-celeste: esses cores são associadas a</p><p>vivianita/azurita, que pode acompanhar jazidas de minério de</p><p>ferro sedimentar que, por oxidação, adquirem as tonalidades.</p><p>Rochas Sedimentares Clásticas</p><p>As rochas sedimentares podem ser formadas por materiais de</p><p>uma classe granulométrica ou de classes misturadas.</p><p>São formados por partículas de pedregulhos arredondados</p><p>(seixos rolados) de quartzo, sílex ou ágata em uma matriz</p><p>arenosa, siltosa, argilosa, carbonática, silicosa, ou de outros</p><p>minerais.</p><p>Conglomerados</p><p>Os conglomerados silicificados podem ser</p><p>utilizados como revestimento, inclusive cortados e</p><p>polidos, ou em blocos para a construção de muros</p><p>ou revestimentos de paredes.</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj4ltzHz63YAhXIj5AKHaY5AgwQjRwIBw&url=https://giphy.com/stickers/animated-e1kPnmGLTb0SQ&psig=AOvVaw3mId34tglMi7pBKILbZLvY&ust=1514581867406470</p><p>Rochas sedimentares formadas de fragmentos de diâmetro</p><p>superior a 2mm, mas não arredondados, mas angulosos e</p><p>cimentados por sílica. A angulosidade dos grãos demonstra</p><p>que o transporte do material não foi muito grande.</p><p>Geologia de Engenharia., Chiossi, 2016</p><p>Brechas</p><p>http://estructuras-de-impacto.impact-structures.com/?page_id=13</p><p>https://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_cl%C3%A1stica</p><p>São sedimentos formados a partir da deposição da calcita</p><p>ou de carbonato de cálcio (CaCO3), com características</p><p>básicas em solução aquosa.</p><p>Calcários</p><p>As cores dos calcários podem variar de cinza-claro até</p><p>quase preto.</p><p>Na</p><p>constituição dos calcários pode haver carbonato de</p><p>magnésio (dolomita), sendo neste caso denominado calcário</p><p>dolomítico.</p><p>Os calcários reagem fortemente com ácido clorídrico</p><p>dissolvido a 10% em água destilada; já os calcários</p><p>dolomíticos apresentam fraca reação, sendo forte somente</p><p>no pó.</p><p>O cimento Portland é produzido, basicamente,</p><p>por meio da calcinação (decomposição térmica)</p><p>entre 1.300 ºC e 1.500 ºC de uma mistura de</p><p>calcários e argilas com adição de determinadas</p><p>quantidades de gipsita.</p><p>O cal é obtida pela calcinação, em fornos industriais</p><p>especiais, do calcário em temperaturas em torno de 900 ºC.</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj4ltzHz63YAhXIj5AKHaY5AgwQjRwIBw&url=https://giphy.com/stickers/animated-e1kPnmGLTb0SQ&psig=AOvVaw3mId34tglMi7pBKILbZLvY&ust=1514581867406470</p><p>São rochas formadas basicamente por carbonato de</p><p>magnésio CaMg(CO2)2. Suas cores variam de claras a</p><p>cinza, geralmente com pequenos cristais brilhantes.</p><p>Dolomitas</p><p>Reagem fracamente com ácido clorídrico dissolvido a 10%</p><p>em água destilada, sendo nítida a reação no pó.</p><p>Podem ocorrer também em rochas metamórficas, como</p><p>mármores dolomíticos.</p><p>Utilizadas como rochas de revestimento, em</p><p>condições naturais ou polidas em placas.</p><p>Também são utilizadas em mobiliários (tampos de</p><p>mesas).</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj4ltzHz63YAhXIj5AKHaY5AgwQjRwIBw&url=https://giphy.com/stickers/animated-e1kPnmGLTb0SQ&psig=AOvVaw3mId34tglMi7pBKILbZLvY&ust=1514581867406470</p><p>Rochas Sedimentares Químicas</p><p>Os íons dissolvidos liberados na água pelo processo de</p><p>intemperismo são transportados em riachos ou águas</p><p>subterrâneas.</p><p>https://www2.tulane.edu/~sanelson/eens1110/sedrx.htm</p><p>Quando a água evapora ou a concentração</p><p>dos íons fica muito alta como resultado de</p><p>algum outro processo, os íons se</p><p>recombinam por precipitação química para</p><p>formar minerais que podem se acumular</p><p>para se tornarem sedimentos químicos e</p><p>rochas sedimentares químicas.</p><p>Eventualmente, esses íons dissolvidos acabam no</p><p>oceano.</p><p>Salinas</p><p>Formam depósitos de minerais, quando lagos perdem a água</p><p>por evaporação e dão origem a sedimentos denominados</p><p>evaporitos.</p><p>✓ cloreto de sódio (NaCl),</p><p>✓ carbonato de cálcio (Na2Co3),</p><p>✓ sulfato de sódio (Na2SO4).</p><p>São sedimentos químicos formados por quartzo</p><p>microcristalizado. Rochas bem compactadas, macias ao tato</p><p>e de superfície lisa, que ocorrem em forma de nódulos ou</p><p>camadas no interior de outras rochas.</p><p>Sílex e ágatas</p><p>São utilizadas na forma de pedregulhos, juntamente</p><p>com partículas de quartzo, como agregados para</p><p>concretos ou rocha ornamental.</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj4ltzHz63YAhXIj5AKHaY5AgwQjRwIBw&url=https://giphy.com/stickers/animated-e1kPnmGLTb0SQ&psig=AOvVaw3mId34tglMi7pBKILbZLvY&ust=1514581867406470</p><p>Rochas Sedimentares Bioquímicas</p><p>e Orgânicas</p><p>Sedimentos bioquímicos e orgânicos e rochas sedimentares</p><p>são aqueles derivados de organismos vivos. Quando o</p><p>organismo morre, os restos podem acumular-se e</p><p>transformar-se em sedimentos ou rochas sedimentares.</p><p>Quando o organismo morre, os restos podem acumular-se e</p><p>transformar-se em sedimentos ou rochas sedimentares.</p><p>São sedimentos geralmente marinhos, formados por</p><p>conchas cimentadas por carbonato ou sílica. Sua formação</p><p>ocorre em locais de águas rasas e quentes, associadas a</p><p>bancos de corais.</p><p>Coquinas</p><p>As coquinas formam grandes depósitos e,</p><p>dependendo das características tecnológicas,</p><p>podem ser utilizadas como rochas para a</p><p>construção de alvenarias e pavimentação.</p><p>https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwj4ltzHz63YAhXIj5AKHaY5AgwQjRwIBw&url=https://giphy.com/stickers/animated-e1kPnmGLTb0SQ&psig=AOvVaw3mId34tglMi7pBKILbZLvY&ust=1514581867406470</p><p>REFERÊNCIAS</p><p>CHIOSSI, Nivaldo José. Geologia de engenharia. 3. ed. São Paulo: Oficina de</p><p>Textos, 2013. 424 p. ISBN 9788579750830.</p><p>DECIFRANDO a terra. 2. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2009. 623</p><p>p. ISBN 9788504014396.</p><p>GROTZINGER, John; JORDAN, Tom. Para entender a terra. 6. ed. Porto</p><p>Alegre: Bookman, 2013. 738 p. ISBN 9788565837774.</p><p>MACIEL FILHO, Carlos Leite; NUMMER, Andrea Valli. Introdução à geologia</p><p>de engenharia. 5. ed., rev. e ampl. Santa Maria: Ed. UFSM, 2014. 454 p. + encarte</p><p>com figuras do capítulo 2 - minerais e rochas ISBN 9788573911459.</p><p>QUEIROZ, Rudney C. Geologia e geotecnia básica para a engenharia civil. São</p><p>Paulo, SP: Blucher, 2016. 415 p. ISBN 9788521209560.</p>