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<p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS A seguir, serão apresentados: tipos de disjuntores termomagnéticos; tipos de disjuntores DR de alta sensibilidade; tipo de interruptor DR de alta sensibilidade. TIPOS DE DISJUNTORES TERMOMAGNÉTICOS Os tipos de disjuntores existentes no mercado são: monopolares, bipolares e tripolares. 50 10 30 Tripolar Bipolar Monopolar NOTA: os disjuntores termomagnéticos somente devem ser ligados aos condutores fase dos circuitos.</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS TIPOS DE DISJUNTORES DIFERENCIAIS RESIDUAIS Os tipos mais usuais de disjuntores residuais de alta sensibilidade (no máximo 30mA) existentes no mercado são: Bipolar Tetrapolar NOTA: os disjuntores DR devem ser ligados aos condutores fase e neutro dos circuitos, sendo que neutro não pode ser aterrado após DR. TIPO DE INTERRUPTOR DIFERENCIAL RESIDUAL Um tipo de interruptor diferencial residual de alta sensibilidade (no máximo 30 mA) existente no mercado é tetrapolar (figura ao lado), existindo ainda bipolar. NOTA: interruptores DR devem ser utilizados nos circuitos em conjunto com dispositivos a sobrecorrente (disjuntor ou colocados antes do interruptor DR.</p><p>ELÉTRICAS Of Os dispositivos vistos são empregados na proteção dos circuitos Mas... que vem a ser circuito elétrico? CIRCUITO ELÉTRICO É conjunto de Em uma instalação elétrica equipamentos e fios, residencial, encontramos ligados ao mesmo dois tipos de circuito: o de distribuição dispositivo de proteção. e os circuitos terminais. CIRCUITO DE DISTRIBUIÇÃO Liga quadro do medidor ao quadro de distribuição. Rede pública de de baixa tensão derivac ao Ramal de ligação (2F + N) Circuito de distribuição (2F + N + PE) Caixa de Origem da Vai para medição instalação o quadro do Medidor distribuição Dispositivo geral de Ramal de comando e proteção entrada Terminal de Ponto de aterramento entrega principal Condutor de aterramento Eletrodo de aterramento</p><p>ELÉTRICAS CIRCUITOS TERMINAIS Partem do quadro de distribuição e alimentam diretamente tomadas de uso geral e tomadas de uso específico. NOTA: em todos os exemplos a seguir, sera admitido que a entre FASE e NEUTRO e 127V e entre FASES e 220V. Consulte as tensões oferecidas em sua regiao (F + N + PE) Disjuntor diferencial residual Fases (F + N + PE) (2F+N+PE) (2F + PE) Neutro (F + N + PE) Proteção (PF) Quadro de distribuição (F + N + PE) (2F + PE)</p><p>RESIDENCIAIS Exemplo de circuitos terminais protegidos por disjuntores termomagnéticos: CIRCUITO DE (FN) Disjuntor DR Neutro Fase n Barramento Barramento de proteção de neutro Retorno Disjuntor monopolar se ligar o condutor de proteção (terra) a carcaça da Exemplos de circuitos terminais protegidos por disjuntores DR: CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO EXTERNA (FN) Barramento de proteção Neutro Proteção Fase Retorno Disjuntor diferencial residual bipolar</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS CIRCUITO DE TOMADAS DE Uso GERAL (FN) Barramento Noutro de proteção Fase Disjuntor diferencial residual bipolar Exemplos de circuitos terminais protegidos por disjuntores DR: CIRCUITO DE TOMADA DE Uso ESPECÍFICO (FN) Barramento Neutro Proteção de Faso proteção Disjuntor diferencial residual bipolar</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS CIRCUITO DE TOMADA DE Uso ESPECÍFICO (FF) Fase Proteção Barramento Fase de proteção Disjuntor diterencial residual bipolar Exemplos de circuitos protegidos por interruptores DR: CIRCUITO DE TOMADA DE Uso ESPECÍFICO (FN) Neutro Proteção Barramento Fase de proteção Disjuntor Interruptor DR</p><p>ELÉTRICAS CIRCUITO DE TOMADA DE Uso ESPECÍFICO (FF) Proteção Fase Barramento de proteção Disjuntor Interruptor DR Ligação bitasica ou Fases Neutro Exemplo de circuito de distribuição bifásico ou trifásico protegido por disjuntor termomagnético: Disjuntor ou interruptor DR tetrapolar Quadro de distribuição 42</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS A instalação elétrica de uma residência deve ser dividida em circuitos Isso facilita a manutenção e reduz a (F + Fases (F + N + PE) (2F + PE) (F + N + PE) Neutro Proteção (PE) Quadro de distribuição (F + N + PE) (2F + PE) A divisão da instalação elétrica em circuitos terminais segue critérios estabelecidos pela NBR 5410, apresentados em seguida.</p><p>INSTALAÇCES RESIDENCIAIS CRITÉRIOS ESTABELECIDOS PELA NBR 5410 prever circuitos de iluminação separados dos circuitos de tomadas de uso geral (TUG's). prever circuitos independentes, exclusivos para cada equipamento com corrente nominal superior a 10A. Por exemplo, equipamentos ligados em 127 V com potências acima de VA V A) devem ter um circuito exclusivo para si. Além desses critérios, o projetista considera também as dificuldades referentes à execução da instalação. Se os circuitos ficarem muito a instalação dos fios carregados. os fios nos eletrodutos; adequados para suas ligações irão resultar as numa seção nominal (interruptores e (bitola) muito tomadas). dificultando: Para que isto não ocorra, uma boa recomendação é, nos circuitos de iluminação e tomadas de uso geral, limitar a corrente a 10A, ou seja, 1270VA em 127V ou VA em 220V.</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Aplicando os critérios no exemplo em questão (tabela da pág. 22), deverá haver, no mínimo, quatro circuitos terminais: um para iluminação; um para tomadas de uso geral; dois para tomadas de uso específico (chuveiro e torneira elétrica). Mas, tendo em vista as questões de ordem prática, optou-se no exemplo em dividir: os CIRCUITOS DE ILUMINAÇÃO EM 2: sala dormitório 1 copa Social dormitório 2 Serviço cozinha área de serviço banheiro área externa hall os CIRCUITOS DE TOMADAS DE USO GERAL EM 4: sala dormitório 1 Social dormitório 2 Serviço cozinha banheiro hall Serviço copa Serviço área de serviço Com relação aos circuitos de tomadas de uso específico, permanecem os 2 circuitos independentes: Chuveiro elétrico Torneira elétrica</p><p>RESIDENCIAIS [ssa divisão dos circuitos, bem como suas respectivas cargas, estão indicados na tabela a seguir: Potencia Tensão de dos Proteção Local (V) Quantidade I Total circuitos condutores n° Tipo (A) de Corrente (VA) (VA) agrupados Tipo nominal Sale 1 100 Dorm. 1 1 160 1 127 2 1 160 620 social Banheiro 1 100 Hall 1 100 Copa 1 100 Cozinha 1 160 2 127 A. serviço 1 100 460 serviço A. 1 100 Sale 4 100 3 TUG's 127 Dorm. 1 4 100 900 Hall 1 100 Banheiro 1 600 4 TUG's 127 1000 Dorm. 2 4 100 5 TUG's 127 Copa 2 600 1200 100 6 TUG's 127 Copa 700 1 600 7 TUG's 127 Cozinha 2 600 1200 1 100 TUG's 8 127 Cozinha 1 x 600 1200 1 500 9 TUG's 127 A. serviço 2 x 600 1200 10 TUE's 127 A. serviço 1 1000 1000 11 220 Chuveiro 1 5600 5600 12 TUE's 220 Torneira 1 5000 5000 Quadro de distribuição Distribuição 220 Quadro de estes campos serão preenchidos no momento oportuno</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Como tipo de fornecimento determinado para exemplo em questão é bifásico, têm-se duas fases e um neutro alimentando quadro de distribuição. Sendo assim, neste projeto foram adotados os seguintes critérios: Os CIRCUITOS DE Foram ligados na menor ILUMINAÇÃO E TOMADAS tensão, entre fase e DE USO GERAL (TUG's) neutro (127 V). Os CIRCUITOS DE TOMADAS DE ESPECÍFICO Foram ligados na maior COM CORRENTE MAIOR tensão, entre fase e QUE 10A fase (220V). Quanto ao circuito de distribuição, deve-se sempre considerar a maior tensão (fase-fase) quando este for bifásico ou trifásico. No caso, a tensão do circuito de distribuição é 220V. Uma vez dividida a instalação elétrica em circuitos, deve-se marcar, na planta, o número correspondente a cada ponto de luz e tomadas. No caso do exemplo, a instalação ficou com 1 circuito de distribuição e 12 circuitos terminais que estão apresentados na planta a seguir.</p><p>2 100 A. SERVIÇO 7 100 5 2 COZINHA 10 12 4 160 4 H 2 6 11 2 100 100 1 BANHEIRO 6 COPA 3 160 120 SALA Legenda ponto de luz no teto tomada média monofásica com terra ponto de luz na parede CX de saída média bifásica com terra S simples de saída alta bifásica com terra S interruptor paralelo campainha tomada baixa monofásica botão de campainha com terra 48</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS SIMBOLOGIA GRÁFICA Sabendo as quantidades de pontos de luz, tomadas o tipo de fornecimento, projetista pode dar início ao desenho do projeto elétrico na planta residencial, utilizando-se de uma simbologia gráfica. Neste fasciculo, a simbologia apresentada é a usualmente empregada pelos projetistas. Como ainda não existe um acordo comum a respeito delas, projetista pode adotar uma simbologia própria identificando-a no projeto, através de uma legenda. Para os exemplos que aparecem neste Manual, será utilizada a simbologia apresentada a seguir. SÍMBOLO Quadro de distribuição</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS SÍMBOLO 100 Ponto de luz no teto 2 a 100 de iluminação 2 - número do circuito a - comando SÍMBOLO D Ponto de luz na parede SÍMBOLOS Tomada baixa com terra Tomada boixe com terra</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS SÍMBOLOS Tomada monofásica com terra Tomada media com terra SÍMBOLOS Caixa de sarda alta com terra Caixa de alta bitásica com terra SÍMBOLO S Interruptor simples</p><p>Of RESIDENCIAIS SÍMBOLO Interruptor paralelo 0 SÍMBOLO Campainha of III</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS SÍMBOLO Botão de campainha SÍMBOLO Eletroduto embutido na laje SÍMBOLO Eletroduto embutido na parede 53</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS SÍMBOLO Eletroduto embutido no piso SÍMBOLO Fio fase SÍMBOLO Fio neutro (necessariamente azul claro) 0 54</p><p>ELÉTRICAS SÍMBOLO Fio de retorno SÍMBOLO Condutor de proteção (fio terra verde ou</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS CONDUTORES ELÉTRICOS O termo condutor elétrico é usado para designar um produto destinado a transportar corrente (energia) elétrica, sendo que os fios e os cabos elétricos são os tipos mais comuns de condutores. O cobre é metal mais utilizado na fabricação de condutores elétricos para instalações residenciais, comerciais e industriais. Um fio é um condutor sólido, provido de isolação, usado diretamente como condutor de energia elétrica. Por sua vez, a palavra cabo é utilizada quando um conjunto de fios é reunido para formar um condutor elétrico. Dependendo do número de fios que compõe um cabo e do diâmetro de cada um deles, um condutor apresenta diferentes graus de flexibilidade. A norma brasileira NBR NM280 define algumas classes de para os condutores elétricos, a saber: Classe 1 Classes 2, 4, 5 e 6 são aqueles condutores são aqueles condutores formados sólidos (fios), os quais por vários fios sendo que, apresentam baixo grau quanto mais alta a classe, maior de flexibilidade durante a flexibilidade do cabo durante seu manuseio. manuseio. E qual a importância da flexibilidade de um condutor nas instalações elétricas residenciais? Geralmente, nas instalações residenciais, os condutores são enfiados no interior de eletrodutos e passam por curvas e caixas de passagem até chegar ao seu destino final, que é, quase sempre, uma caixa de ligação 5 10cm ou 10 10cm instalada nas paredes ou uma caixa octogonal situada no teto ou forro. 56</p><p>INSTALAÇÕES RESIDENCIAIS Além disso, em muitas ocasiões, há vários condutores de diferentes circuitos no interior do mesmo eledroduto, que torna trabalho de enfiação mais difícil ainda. Nestas situações, a experiência internacional vem comprovando há muitos anos que uso de cabos flexíveis, com classe 5, no mínimo, reduz significativa- mente esforço de enfiação dos condutores nos eletrodutos, facilitando também a eventual retirada dos mesmos, Da mesma forma, nos últimos anos também os profissionais brasileiros têm cabos utilizado flexíveis mais os cada vez nas instalações elétricas em geral e nas residenciais em particular. Cabos flexíveis Fios sólidos 0 o 0 57</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS CONDUTOR DE PROTEÇÃO - PE (Fio TERRA) Dentro de todos os aparelhos elétricos existem elétrons que querem "fugir" do interior dos Como o corpo humano é capaz de conduzir eletricidade, se uma pessoa encostar nesses equipamentos, ela estará sujeita a levar um choque, que nada mais é do que a sensação desagradável provocada pela passagem dos eletrons pelo corpo. É preciso lembrar que correntes elétricas de apenas 0,05 ampère já podem provocar graves danos ao organismo Sendo assim, como fazer para evitar os choques elétricos? conceito básico da proteção contra choques é de que os elétrons devem ser "desviados" da pessoa. Sabendo-se que um fio de cobre é um milhão de vezes melhor condutor do que o corpo humano, fica evidente que, se oferecermos aos elétrons dois caminhos para eles circularem, sendo um o corpo e outro um fio, a enorme maioria deles irá circular pelo último, minimizando os efeitos do choque na pessoa. Esse fio pelo qual irão circular os eletrons que "escapam" dos aparelhos é chamado de fio terra.</p><p>RESIDENCIAIS Como função do é "recolher" elétrons "fugitivos", nada tendo a ver com propriamente dito do aparelho, muitas vezes as pessoas esquecem de sua importancia para a segurança. como em um automóvel: é possível funcionar e nos transportar até local desejado, sem o uso do cinto de segurança. No entanto, é sabido que os riscos relativos à segurança em caso de acidente aumentam em muito sem seu uso. COMO INSTALAR FIO TERRA A figura abaixo indica a maneira mais simples de instalar fio terra em uma residência. Observe que a bitola do fio terra deve estar conforme a da página 102. Pode utilizar um único fio torra por interligando vários aparelhos C tomadas. Por norma, a cor do fio terra 6 obrigatoria mente ou somente 59</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Os APARELHOS E AS TOMADAS Nem todos os aparelhos elétricos precisam de fio terra. Isso ocorre quando eles são construídos de tal forma que a quantidade de elétrons "fugitivos" esteja dentro de limites Nesses casos, para a sua ligação, é preciso apenas levar até eles dois fios (fase e neutro ou fase e fase), que são ligados diretamente, através de conectores apropriados ou por meio de tomadas de dois pólos (figura 2). Por outro lado, há vários aparelhos que vêm com fio terra incorporado, seja fazendo parte do cabo de ligação do aparelho, seja separado dele. Nessa situação, é preciso utilizar uma tomada com três pólos (fase-neutro-terra ou fase-fase-terra) compatível com tipo de plugue do aparelho, conforme a figura 1 ou uma tomada com dois pólos, ligando fio terra do aparelho diretamente ao fio terra da instalação (figura 3). Como uma instalação deve estar preparada para receber qualquer tipo de aparelho elétrico, conclui-se que, Fig. 1 conforme prescreve a norma brasileira de instalações elétricas NBR todos os circuitos de iluminação, tomadas de uso geral e também os que servem a Fig. 3 aparelhos específicos Fig. 2 (como chuveiros, condicionados microondas, lava roupas, etc.) devem possuir fio terra. 60</p><p>O Uso DOS DISPOSITIVOS DR Como vimos anteriormente, dispositivo DR é um interruptor automático que desliga correntes elétricas de pequena intensidade (da ordem de centésimos de ampère), que um disjuntor comum não consegue detectar, mas que podem ser fatais se percorrerem corpo humano. Dessa forma, um completo sistema de aterramento, que proteja as pessoas de um modo eficaz, deve conter, além do fio terra, dispositivo DR. Bipolar Tetrapolar</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS E EXIGÊNCIAS DA NBR 5410 A NBR 5410 exige, desde 1997: A utilização de proteção diferencial residual (disjuntor ou interruptor) de alta sensibilidade em circuitos terminais que sirvam a: tomadas de em cozinhas, copas-cozinhas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e, no geral, a todo local interno molhado em uso normal ou sujeito a lavagens; tomadas de corrente em áreas externas; tomadas de corrente que, embora insta- ladas em áreas internas, possam alimentar equipamentos de uso em áreas externas; pontos situados em locais contendo banheira ou chuveiro. NOTA: os circuitos não relacionados nas recomendações e exigências acima poderão ser protegidos apenas por disjuntores termomagnéticos (DTM).</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Aplicando-se as recomendações e exigências da NBR 5410 ao projeto utilizado como exemplo, onde já se tem a divisão dos circuitos, tipo de proteção a ser empregado é apresentado no quadro abaixo: de dos Proteção Corrente Local Quantidade I Total circuitos condutores Tipo (V) (A) n° de Corrente (VA) (VA) agrupados Tipo pólos nominal Dorm. 1 1 127 Dorm. 2 1 x 160 620 DTM 1 social Banheiro 1 x 100 Hall Copa Cozinha DTM 1 2 serviço 127 A. serviço 1 100 460 + IDR 2 A. externa 1 100 Sala 3 TUG's 127 Dorm. 1 900 1 Hall + IDR 2 Banheiro 1 600 1 4 TUG's 127 1000 2 IDR 2 DTM 1 5 TUG's 127 Copa 1200 + IDR 2 1 100 DTM 1 6 TUG's 127 Copa 700 1 600 + IDR 2 1 7 TUG's 127 Cozinha 2 1200 + IDR 2 1 TUG's 8 127 Cozinha 1 x 600 1200 DTM 1 +TUE's + IDR 2 DTM 1 9 TUG's 127 A. serviço 2 600 1200 + IDR 2 DTM 1 10 TUE's 127 A. serviço 1 1000 1000 + IDR 2 DTM 2 11 TUE's 220 Chuveiro 1 5600 5600 + IDR 2 DTM 2 12 TUE's 220 Torneira 1 5000 5000 + IDR 2 Quadro distribuição Distribuição 220 DTM 2 Quadro (DTM = disjuntor IDR = interruptor</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS DESENHO DO QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO DTM 1 2 DTM DTM 3 DTM IDR 4 IDR DTM 5 DTM IDR 6 IDR DTM 7 DTM IDR 8 DTM IDR 9 IDR DTM 10 DTM IDR 11 IDR DTM 12 DTM IDR IDR A NBR 5410 também a possibilidade de optar pela instalação de disjuntor DR ou interruptor DR na proteção geral. A seguir serão apresentadas as regras e a devida aplicação no exemplo em questão. 64</p><p>OPÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE INTERRUPTOR DR NA PROTEÇÃO GERAL No caso de instalação de interruptor DR na proteção a proteção de todos os circuitos terminais pode ser feita com disjuntor termomagnético. A sua instalação é necessariamente no quadro de distribuição e deve ser precedida de proteção geral contra sobrecorrente e curto-circuito no quadro do medidor. Esta solução pode. em alguns casos, apresentar inconveniente de IDR disparar com mais uma vez que ele "sente" todas as correntes de fuga naturais da instalação. IDR CIRC 1 2 DTM DTM CIRC 3 4 DTM DTM 5 6 DTM DTM CIRC 7 8 DTM DTM CIRC 9 10 DTM DTM 11 12 DTM DTM</p><p>Uma vez determinado número de circuitos elétricos em que a instalação elétrica foi dividida e já definido o tipo proteção cada um, chega momento de se efetuar a sua ligação. Essa ligação, entretanto, precisa ser planejada de tal forma que nenhum ponto de ligação fique esquecido. Para se efetuar esse planejamento, desenha-se na planta residencial o caminho que o eletroduto deve percorrer, pois é através dele que os fios dos circuitos irão passar.</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Entretanto, para planejamento do caminho que o eletroduto irá percorrer, fazem-se necessárias algumas orientações básicas: A Locar, primeiramente, quadro DEVE-SE: de em lugar de fácil acesso e que fique mais próximo do medidor. B Partir com eletroduto do quadro de distribuição, traçando seu caminho de forma a encurtar as distâncias entre os pontos de ligação. C Utilizar a simbologia gráfica para representar, na planta residencial, caminhamento do eletroduto. Eletroduto embutido na laje Quadro de embutido na parede distribuição embutido no piso D Fazer uma legenda da simbologia empregada. E Ligar os interruptores e tomadas ao ponto de luz de cada cômodo.</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Of Para se acompanhar desenvolvimento do caminhamento dos eletrodutos, tomaremos a planta do exemplo (pág. 68) anterior já com os pontos de luz e tomadas e os respectivos números dos circuitos representados. Iniciando caminhamento dos Quadro de seguindo as distribuição orientações vistas anteriormente, deve-se primeiramente: DETERMINAR Quadro do LOCAL DO medidor QUADRO DE SALA DISTRIBUIÇÃO Uma vez determinado local para quadro de distribuição, inicia-se o caminhamento partindo dele com um eletroduto em direção ao ponto de luz no teto da sala e dai para os interruptores e tomadas desta dependência. Neste momento, representa- -se também o eletroduto que conterá circuito de distribuição. SALA 3</p><p>Ao lado ve-se, em très o que foi representado na planta residencial. 2 12 Do ponto de luz no teto da sala sai um eletroduto que vai até o CORA ponto de luz na copa e, para os interrup- tores e tomadas. Para a cozinha, procede-se da mesma forma. 100 SALA 70</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Observe, novamente, o desenho em tres Para os demais da residência, parte-se com outro eletroduto do quadro de distribuição, fazendo as outras ligações (página a seguir). 71</p><p>100 100</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Uma vez representados os eletrodutos, e sendo através deles que os fios dos circuitos irão passar, pode-se fazer mesmo com a fiação: representando-a a graficamente, através de uma simbologia própria. FASE NEUTRO PROTEÇÃO RETORNO Entretanto, para empregá-la, primeiramente precisa-se identificar: quais fios estão passando dentro de cada eletroduto representado. PROTEÇÃO Esta identificação e feita com FASE facilidade desde que se saiba como são ligadas as NEUTRO interruptores e tomadas. RETORNO Serão apresentados a seguir os esquemas de ligação mais utilizados em uma residência.</p><p>1. Ligação de uma lâmpada comandada por interruptor simples. Ponto de luz Disco central Luminária (metálica) Base rosqueada Retorno Interruptor simples Ligar sempre: - a fase ao interruptor; o retorno ao contato do disco central da - neutro diretamente ao contato da base rosqueada da - o fio terra à luminária metálica.</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS 2. Ligação de mais de uma lâmpada com interruptores simples. Neutro Fase IFT Retorno Interruptor simples</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS 3. Ligação de comandada de dois pontos (interruptores paralelos). INTERRUPTOR PARALELO NEUTRO PROTEÇÃO FASE RETORNO RETORNO RETORNO 76 Esquema equivalente</p><p>ELETRICAS 4. Ligação de lâmpada comandada de três ou mais pontos (paralelos + intermediários). IFT Esquema equivalente NEUTRO PROTEÇÃO FASE RETORNO RETORNO RETORNO RETORNO RETORNO INTERRUPTOR PARALELO INTERRUPTOR INTERRUPTOR PARALELO INTERMEDIARIO</p><p>RESIDENCIAIS 5. Ligação de comandada por interruptor simples, instalada em área externa. Fase Neutro Proteção Interruptor simples Retorno Neutro Fase Proteção Retorno</p><p>6. Ligação de tomadas de uso geral (monofásicas). IFT IFT Fase Neutro Proteção IFT Tomadas universais 2P + T Esquema equivalente Neutro Fase Proteção</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS 7. Ligação de tomadas de uso específico. MONOFÁSICA Fase Neutro Proteção BIFÁSICA Fase 1 Fase 2 Proteção</p><p>ELÉTRICAS RESIDENCIAIS Sabendo-se como as ligações elétricas são feitas, pode-se então representá-las graficamente na planta, devendo sempre: representar os fios que passam dentro de cada eletroduto, através da simbologia própria; identificar a que circuitos pertencem. A representação gráfica da Por fiação é feita para que, ao a representação consultar a planta, se saiba gráfica da quantos e quais fios estão fiação passando dentro de cada deve ser feita ? eletroduto, bem como a que circuito pertencem. Na prática, não se recomenda instalar mais do que 6 ou 7 condutores por eletroduto, visando facilitar a enfiação e/ou retirada dos mesmos, além de evitar a aplicação de fatores de correções por agrupamento muito rigorosos. Para exemplificar a representação gráfica da fiação, utilizaremos a planta do exemplo a seguir, onde os eletrodutos já estão representados. 81</p>

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