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<p>GLICEMIA CAPILAR</p><p>BIOMEDICINA</p><p>Conceitos:</p><p>Glicose : é um monossacarídeo (açúcar simples) usado pelo organismo como principal fonte de energia para o corpo obtido através dos alimentos (doces ,amido ,carboidratos)</p><p>Glicemia : é a concentração de glicose no sangue</p><p>Insulina : é um hormônio produzido pelo pâncreas, que permite a entrada de glicose nas células para ser transformada em energia.</p><p>METABOLISMO DA GLICOSE</p><p>O organismo humano utiliza apenas a quantidade necessária de glicose. A parte excessiva é armazenada em forma de glicogênio nos músculos e no fígado.</p><p>O excedente de glicogênio é enviado para a corrente sanguínea.</p><p>3</p><p>INSULINA</p><p>Hormônio secretado pelo pâncreas que metaboliza a glicose.</p><p>É necessária para que a glicose entre nas células do corpo, para assim, gerar energia.</p><p>No musculo esquelético: permite que os receptores dos músculos absorvam maior quantidade de glicose, aminoácidos e creatina, potencializando o processo de construção celular e estimulando a contração e dilatação de vasos sanguíneos.</p><p>GLUCAGON</p><p>Antagonista da insulina.</p><p>Secretado pelo pâncreas a partir das células alfa quando há baixa concentração plasmática de glicose.</p><p>Tem a função de manter os níveis de glicose no sangue.</p><p>Estimula o fígado a liberar a glicose, que foi armazenada na forma de glicogênio, através da glicogenólise.</p><p>Impede hipoglicemia.</p><p>DISTÚRBIOS DO METABOLISMO DE CARBOIDRATOS</p><p>Hipoglicemia : Provocado pela baixa concentração de glicose no sangue</p><p>Hiperglicemia : níveis elevados de glicose na circulação sanguínea levando ao desenvolvimento de diabetes</p><p>Diabetes mellitus tipo 1</p><p>Diabetes mellitus tipo 2</p><p>Hipoglicemia de jejum</p><p>Hipoglicemia pós prandial</p><p>ATIVIDADE FISICA x GLICOSE</p><p>Ao realizarmos atividades físicas de alta intensidade acontecem alguns mecanismos relacionados a um processo chamado de contra regulação</p><p>Tem como uma das finalidades o aumento da oferta de glicose disponível na corrente sanguínea para que haja de forma garantida a produção de energia imediata</p><p>Inibe a ação da insulina e degrada o glicogênio</p><p>ATIVIDADE FISICA x GLICOSE</p><p>Mesmo os indivíduos que estão em jejum após a realização da atividade física, apresentam aumento na concentração de glicose</p><p>Na degradação da glicose (glicólise) obtemos o piruvato e de forma anaeróbia temos produção de energia e a de lactato que depois é metabolizado pelo fígado e convertido e em glicogênio para repor os estoques de glicogênio que foram utilizados</p><p>Isso também pode acontecer com aminoácidos e gorduras quando a dieta está pobre em carboidratos porém, de forma mais demorada e ineficiente</p><p>É importante uma dieta controlada de carboidratos para que não falte substrato energético tanto durante o treino como na reposição no estoque de glicogênio</p><p>Carboidratos de fácil digestão</p><p>batata-doce</p><p>tapioca</p><p>mandioca</p><p>frutas</p><p>DIABETES MELITO</p><p>Diabetes tipo 1</p><p>Se caracteriza pela deficiência absoluta de secreção de insulina provocada pela destruição das células beta pancreáticas, geralmente resultante de ataque autoimune. O diabetes do tipo 1 é responsável por, aproximadamente, 10% de todos os casos.</p><p>A maior parte dos pacientes com diabetes do tipo 1 depende de insulina exógena para a sua sobrevivência; sem a insulina, eles desenvolvem graves complicações, como a cetoacidose e o coma.</p><p>As manifestações clássicas da doença (hiperglicemia e cetose) ocorrem posteriormente no seu curso, depois que mais de 90% das células beta foram destruídas.</p><p>Como com a maioria das doenças autoimunes, a patogenia do diabetes do tipo 1 envolve a interação da suscetibilidade genética com fatores ambientais.</p><p>Diabetes tipo 1</p><p>Comumente se desenvolve na infância, torna-se manifesto na puberdade e progride com a idade.</p><p>Estágios de desenvolvimento do diabetes melito do tipo 1. Os estados estão listados da esquerda para a direita e a hipotética massa de células beta está representada em relação à idade.</p><p>Diabetes tipo 2</p><p>É provocado por uma combinação de resistência periférica à ação da insulina com a resposta compensatória inadequada de secreção de insulina pelas células beta pancreáticas. Aproximadamente 80-90% dos pacientes apresentam diabetes do tipo 2.</p><p>Fatores ambientais, como estilo de vida sedentário, hábitos alimentares e fatores genéticos, também estão envolvidos na patogenia.</p><p>A resistência insulínica antecede o desenvolvimento de hiperglicemia, sendo normalmente acompanhada por hiperfunção compensatória das células beta e hiperinsulinemia nos estágios iniciais da evolução do diabetes.</p><p>Diabetes tipo 2</p><p>Patogenia do diabetes melito do tipo 2. A predisposição genética e as influências ambientais convergem para provocar resistência insulínica. A hiperplasia compensatória das células beta pode manter a normoglicemia, mas, eventualmente, a disfunção secretória da célula beta se instala, levando ao comprometimento da tolerância à glicose e, finalmente, ao diabetes manifesto. Raros casos de falência primária das células beta podem levar diretamente ao diabetes do tipo 2 sem a intervenção de um estado de resistência insulínica.</p><p>Diabetes tipo 2</p><p>Mecanismos de disfunção da célula beta e de resistência insulínica no diabetes do tipo 2. Os ácidos graxos livres provocam a disfunção da célula beta diretamente e induzem a resistência insulínica nos tecidos-alvo induzindo, também, a secreção de citocinas pró-inflamatórias que provocam mais disfunção das células beta e resistência insulínica.</p><p>Para medir a glicemia capilar e saber o nível de açúcar no sangue no momento, deve-se utilizar um aparelho de glicemia específico capaz de avaliar a quantidade de glicose em uma gota de sangue retirada da ponta do dedo.</p><p>Geralmente, é importante medir a glicemia capilar quando se tem diabetes ou pré-diabetes, especialmente antes e após as refeições, para controlar o tipo e a quantidade de alimentos ingeridos, assim como antes de tomar insulina, para regular as doses do remédio.</p><p>Além disso, o endocrinologista também pode recomendar que o paciente faça a medição da glicemia capilar em outros momentos, como antes de dormir ou após acordar, para ajudar a adequar corretamente o tratamento.</p><p>GLICEMIA CAPILAR</p><p>Como medir a glicemia com aparelho comum</p><p>Para medir a glicemia com aparelho comum deve-se:</p><p>1-Lavar as mãos e secar corretamente;</p><p>2-Inserir uma fita de teste no aparelho de glicemia;</p><p>3-Espetar o dedo com a agulha do aparelho;</p><p>4-Encostar a fita de teste à gota de sangue até preencher o depósito da fita de teste;</p><p>5-Esperar alguns segundos até que o valor de glicemia apareça no monitor do aparelho.</p><p>Como medir a glicemia com aparelho comum</p><p>Para evitar espetar sempre o mesmo local, deve-se trocar de dedo a cada nova medição da glicemia capilar. Os aparelhos de glicemia mais recentes também conseguem medir o açúcar de sangue retirado do braço ou coxa, por exemplo.</p><p>Alguns aparelhos de glicemia podem funcionar de forma diferente, sendo, por isso, importante ler as instruções de utilização do fabricante, antes de usar o aparelho.</p><p>Valores de referência</p><p>Normal: inferior a 99 mg/dl;</p><p>Pré-diabetes: entre 100 e 125 mg/dl;</p><p>Diabetes: superior a 126 mg/dl em dois dias diferentes.</p><p>O tempo de jejum para o exame da glicose em jejum é de 8 horas, e a pessoa não deve comer nem beber nada durante este período. Além disso, a pessoa não deve fumar antes do exame e deve evitar fazer esforços.</p><p>image2.jpg</p><p>image3.png</p><p>image4.jpg</p><p>image5.jpg</p><p>image6.jpg</p><p>image7.emf</p><p>image8.emf</p><p>image9.emf</p><p>image10.jpg</p><p>image11.jpg</p>

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