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<p>Grupoterapia com Adolescentes</p><p>Abordagem psicanalítica | Texto de luiz carlos osorio</p><p>DISCIPLINA: Dinâmicas de Grupo e Relações Humanas</p><p>PROFESSORA: Esp. Islene Cristina Cardoso de Araújo Tito</p><p>GRUPO: Ana Valéria Carvalho Silva; Euclides Soares dos Santos Neto; Geísa Chaves Oliveira Brandão; Helizane Fernandes e Santos e Jéssica Taiane Teixeira</p><p>Pela tendência grupal manifestada pelos adolescentes, o grupo é a matriz dinâmica onde melhor podemos acompanhar e entender a expressão de seus conflitos, ensejando-lhes sua resolução dentro e pelo próprio grupo.</p><p>“Processo de sobreidentificação maciça, onde todos se identificam com cada um a ponto de que a separação do grupo parece quase impossível”</p><p>(Knobel, 1971)</p><p>INDICAÇÕES E CONTRA-INDICAÇÕES</p><p>Quadros neuróticos em geral, bem como a denominada “crise adolescente” e suas exacerbações ou variantes patológicas.</p><p>INDICAÇÕES</p><p>CONTRA- INDICAÇÕES</p><p>Grupoterapia analítica a adolescentes com marcadas tendências psicopáticas ou paranoides e aos opsicóticos em geral.</p><p>Seleção – consiste em investigar as características de um paciente, a fim de verificar se a indicação é ou não a psicoterapia de grupo.</p><p>Agrupamento – se deve entender a eleição adequada do paciente já selecionado para determinado grupo terapêutico.</p><p>(Zimmermman, 1969)</p><p>“Cada terapeuta tem o grupo que merece”</p><p>(Anthony, 1971)</p><p>O FRACASSO</p><p>Critérios vigentes na seleção do paciente;</p><p>Contratransferencial – se apoia em elementos diagnósticos, e principalmente prognósticos, incorporados à nossa experiência pregressa como terapeutas de adolescentes.</p><p>O Terapeuta de adolescentes deve ser capaz de acompanhar este outro nível comunicante que o grupo estabelece para entender o que se passa e intervir adequadamente – são atitudes e modulações paraverbais dos pacientes e não o conteúdo de seus relatos que identificam a fantasia grupal predominante num momento dado.</p><p>TÉCNICA - OBJETIVO</p><p>Emprego de técnicas acessórias, franquear e ampliar vias de acesso ao hermético mundo interno;</p><p>Dramatizações visando obter insights;</p><p>Comunicação equivalente – atitudes e modulações paraverbais;</p><p>Objetivo primordial – superação do sentimento de vergonha e a recuperação da espontaneidade (infantil) perdida – consequentemente – liberação de sua criatividade reprimida.</p><p>POSSIBILIDADES TERAPÊUTICAS</p><p>Natural e espontânea à formação de grupos;</p><p>Menor resistência a temas fobígenos – fantasias edípicas, conflitos com o próprio corpo; sexo oposto;</p><p>Efeito mobilizador do insight – identificações projetivas cruzadas;</p><p>Diluição das angústias persecutórias – situação transferencial da superação dos sentimentos de vergonha e liberação da espontaneidade original;</p><p>Grupo propício ao intercambio e confronto de experiencias – eu e o outro, compreensão – favorecendo a resolução da crise de identidade, fulcro da problemática adolescente.</p><p>CONTRATO TERAPÊUTICO</p><p>Definição de local e hora; bem como a duração do grupo terapêutico;</p><p>Sigilo e confidencialidade;</p><p>Liberdade para manifestar ideias, opiniões e dúvidas, com liberdade e respeito – entendendo o papel do mediador para devolutivas e feedbacks, com respeito, cuidado, sem desmotivar, inibir ou causar desistências;</p><p>Sobre faltas nos encontros e possíveis desistência;</p><p>Informalidade do contrato – não há necessidade de ser escrito.</p><p>Obrigado!</p><p>image2.png</p><p>image3.jpeg</p><p>image1.jpeg</p>

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