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<p>PROJETO E CÁLCULO</p><p>DE ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Dimensões mínimas e máximas dos filetes de solda</p><p>LIGAÇOES SOLDADAS</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Dimensões mínimas e máximas dos filetes de solda</p><p>As soldas de filete são as mais utilizadas em ligações soldadas devido à sua economia, sua</p><p>facilidade de execução e sua adaptabilidade. As soldas de filete têm geralmente a forma de</p><p>um triângulo isósceles reto. Normalmente os dois lados do triângulo são iguais e o ângulo</p><p>entre eles é de 90º, porém para ligações inclinadas pode-se ter um ângulo agudo entre 60º</p><p>e 90º ou um ângulo obtuso entre 90º e 135º. Permite-se um afastamento de até 5 mm</p><p>entre as peças a serem soldadas porém se este afastamento for maior do que 1,5 mm a</p><p>dimensão da solda “w” deverá ser acrescida do valor do afastamento (obs.: estas limitações</p><p>são da AWS e diferem um pouco das limitações da NBR 8800:1986).</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Dimensões mínimas e máximas dos filetes de solda</p><p>Para as soldas de filete utiliza-se a seguinte nomenclatura (Fig. III.10):</p><p>− Face de fusão – região da superfície original do metal base onde ocorreu a</p><p>fusão do metal base e do metal da solda.</p><p>− Raiz da solda (root) – linha comum às duas faces de fusão.</p><p>− Perna do filete (leg), “w” – menor dos lados, medidos nas faces de fusão,</p><p>do maior triângulo inscrito dentro da seção transversal de solda. A</p><p>especificação de uma solda de filete é feita através da dimensão de sua perna.</p><p>− Garganta efetiva (effective throat), “tw” – é a menor distância entre a raiz</p><p>da solda e a face externa do triângulo inscrito. Para o caso usual (solda com</p><p>lados iguais e com ângulo reto) a garganta da solda vale 0,707.w, onde w é a</p><p>dimensão da solda.</p><p>− Comprimento efetivo da solda (effective weld lenght), “lw” – é dado pelo</p><p>comprimento da linha que liga os pontos médios das gargantas efetivas ao</p><p>longo do filete.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Dimensões mínimas e máximas dos filetes de solda</p><p>− Área efetiva da solda (throat área), “Aw” – é a área considerada como de</p><p>resistência da solda, sendo igual ao produto tw.lw.</p><p>− Área teórica da face de fusão, “AMB” – é a área resistente do metal base</p><p>junto à solda, sendo igual ao produto w.lw.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Dimensões mínimas e máximas dos filetes de solda</p><p>Quando a solda de filete é executada pelo</p><p>processo de arco submerso (SAW), tal como</p><p>ocorre nas soldas de composição de perfis</p><p>soldados, pode-se aumentar a garganta efetiva</p><p>da solda para: 1) Para soldas de filete com</p><p>perna igual ou inferior a 9,5 mm, a garganta</p><p>efetiva pode ser adotada como igual a perna</p><p>da solda. 2) Para soldas de filete com perna</p><p>maior do que 9,5 mm, a garganta efetiva pode</p><p>ser tomada como sendo a garganta teórica</p><p>mais 2,8 mm (ou seja, tw = 0,707.w + 2,8 mm,</p><p>para soldas simétricas).</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• DIMENSÕES MÍNIMAS</p><p>A dimensão da solda deve ser estabelecida em função da parte</p><p>mais espessa soldada, exceto quando tal dimensão não necessite</p><p>ultrapassar a espessura da parte menos espessa, desde que seja</p><p>obtida a resistência de cálculo necessária.</p><p>As dimensões mínimas de soldagem para solda de filete são</p><p>relacionadas na tabela( NB-14- Tabela 11):</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• DIMENSÕES MÍNIMAS</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• DIMENSÕES MÁXIMAS</p><p>As soldas de filete executadas ao longo de bordas das peças soldadas devem ter sua dimensão</p><p>limitada a um máximo. A dimensão máxima de uma solda de filete que pode ser usada ao longo</p><p>de bordas de partes soldadas é a seguinte: 1) Ao longo de bordas de material com espessura</p><p>inferior a 6,35 mm, não mais do que a espessura do material; 2) Ao longo de bordas de material</p><p>com espessura igual ou superior a 6,35 mm, não mais do que a espessura do material subtraída</p><p>de 1,5 mm. O objetivo desta limitação é evitar que seja fundida a borda de chapas com espessura</p><p>de 6,35 mm ou mais, o que levaria a avaliações erradas da garganta efetiva da solda (Fig. III.13).</p><p>Portanto, para chapas com espessura maior ou igual a 6,35 mm a borda da chapa deve ser</p><p>facilmente identificada.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• COMPRIMENTO DAS SOLDAS DE FILETE (NB-14 ITEM</p><p>7..2.6.2)</p><p>O comprimento efetivo mínimo de uma solda de filete, dimensionada para uma solicitação</p><p>de cálculo qualquer, não pode ser inferior a 4 vezes sua dimensão nominal ou, então, essa</p><p>dimensão nominal não pode ser considerada maior que 25% do comprimento efetivo da</p><p>solda. Adicionalmente, o comprimento efetivo de uma solda de filete sujeita a qualquer</p><p>solicitação de cálculo não pode ser inferior a 40 mm. Quando forem usadas somente</p><p>soldas de filete longitudinais nas ligações extremas de barras chatas tracionadas, o</p><p>comprimento de cada filete não pode ser menor que a distância transversal entre eles</p><p>(Fig. III.14). O espaçamento transversal de soldas de filete longitudinais usadas em ligações</p><p>de extremidade não pode ultrapassar 200 mm, a menos que no projeto sejam tomadas</p><p>medidas para evitar flexão transversal excessiva na ligação.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• COMPRIMENTO DAS SOLDAS DE FILETE</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Soldas Intermitentes de Filete</p><p>Podem ser usadas soldas intermitentes de filete, dimensionadas para transmitir</p><p>solicitações de cálculo, quando a resistência de cálculo exigida for inferior a de</p><p>uma solda contínua da menor dimensão nominal permitida, e também para</p><p>ligar elementos de barras compostas. O comprimento efetivo de qualquer</p><p>segmento de solda intermitente de filete não pode ser menor que 4 vezes a</p><p>dimensão nominal, nem menor que 40 mm. 0 uso de soldas intermitentes</p><p>requer cuidados especiais com flambagens locais e com corrosão.</p><p>ESTRUTURS METÁLICAS</p><p>• Ligações Sobrepostas</p><p>O cobrimento mínimo em ligações sobrepostas deve ser igual a 5 vezes a</p><p>espessura da peça menos espessa e não inferior a 25 mm. Desta forma</p><p>evita-se uma rotação excessiva da junta quando as peças são tracionada</p><p>(Fig. III.15).</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• LIGAÇÕES SOBREPOSTAS</p><p>As juntas sobrepostas tracionadas têm a tendência de abrir e de aplicar um esforço</p><p>de rasgamento na raiz da solda, a menos que sejam restritas por uma força F como</p><p>indicado na Fig. III.16. Devido a isto chapas ou barras ligadas por sobreposição e</p><p>sujeitas à solicitação axial devem ter soldas de filete ao longo das extremidades de</p><p>ambas as partes, exceto quando a deformação das partes sobrepostas for</p><p>suficientemente contida de modo a evitar abertura da ligação por efeito das</p><p>solicitações de cálculo.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Retornos de Soldas de Filete</p><p>Os retornos de solda são utilizados para reforçar as soldas de filete onde elas</p><p>são mais solicitadas e assim evitar fissuras e rasgamento progressivo ao longo</p><p>do comprimento da solda. Os retornos de soldas devem contornar</p><p>continuamente os cantos numa extensão não inferior a duas vezes a</p><p>dimensão nominal da solda. Eles devem ser utilizados em soldas laterais de</p><p>consolos e de assentos de apoio de vigas submetidos a cargas cíclicas</p><p>(Fig. III.17).</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Retornos de Soldas de Filete</p><p>Os retornos de soldas de filete também são recomendados em chapas e cantoneiras</p><p>de extremidade onde se deseja garantir a flexibilidade da ligação (Fig. III.18). Neste</p><p>caso a extensão do retorno não deve exceder a quatro vezes a dimensão nominal da</p><p>solda.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• ÁREA EFETIVA</p><p>A área efetiva de um cordão de solda é a área de solda a ser utilizada no</p><p>dimensionamento da ligação. Neste caso temos (NB-14- ITEM 7.2.2.2)</p><p>• Ao arco manual: Para efeito de calculo a área é a referente á espessura da</p><p>garganta da solda.</p><p>Aw = espessura da garganta efetiva (t)</p><p>x</p><p>comprimento efetivo do filete)</p><p>Onde: Aw- área efetiva de uma solda de filete</p><p>Sendo que a garganta efetiva de uma solda de filete é igual á menor distância medida</p><p>da raiz á face plana teórica da solda.</p><p>Raiz da solda: é a interseção das faces de fusão.</p><p>Estrutura metálicas</p><p>• ÁREA EFETIVA</p><p>Área afetiva Aw</p><p>Face da solda</p><p>Raiz</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• ÁREA EFETIVA</p><p>• Ao arco submerso: A espessura efetiva da garganta é maior devido á</p><p>maior penetrabilidade da solda.</p><p>Espessura da garganta efetiva (t)= {perna</p><p>(s) para ≤ 9,5 mm</p><p>{ garganta (t) + 2,8 mm para s> 9,5mm</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Resistência linear da solda do filete(NB-14-TABELA 8)</p><p>A) Resistência de cálculo do metal da solda</p><p>Rn= (0.6 Fw) Aw Ф = 0.75</p><p>Aw = tΔ L</p><p>Onde: Fw = resistência nominal á ruptura por tração do eletrodo.</p><p>B) Resistência de cálculo do metal base</p><p>Rn =(0.6 Fy) Amb: =Ф 0.9</p><p>Amb = s Δ L</p><p>Onde: Amb – área do metal base</p><p>Obs: É possível opcionalmente fazer o cálculo da resistência da solda por</p><p>unidade de comprimento do cordão.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>Cálculo de Resistência da solda do filete</p><p>sem 45º=</p><p>𝑡</p><p>𝑠</p><p>t=</p><p>2</p><p>2</p><p>𝑥 𝑠</p><p>2</p><p>2√2</p><p>𝑥 𝑠</p><p>𝑠</p><p>√2</p><p>= 0,707 𝑥 𝑠</p><p>q’= 𝑠</p><p>Ф 𝑅𝑛</p><p>Δ𝐿</p><p>Rn = ( 0.6 x fm) Aw</p><p>Aw = t ΔL</p><p>q’ =</p><p>Ф (0.6 𝑓𝑤)</p><p>𝛥𝐿</p><p>=</p><p>Ф 0.6 𝑓𝑤 . 𝑇 Δ𝐿 =</p><p>Δ 𝐿</p><p>0.75 (0.6FW) S = 0.318 Fw S</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>TABELA DE RESISTÊNCIA DA SOLDA POR UNIDADE DE COMPRIMENTO</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• SOLDA DE FILETE EM CANTONEIRAS</p><p>No caso de peças, o centro de gravidade da solda deve coincidir com o da peça.</p><p>Sendo L o comprimento do cordão de solda, tem-se para as cantoneiras:</p><p>Dois cordões de solda</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>SOLDA DE FILETE EM CANTONEIRAS</p><p>Três cordões de solda</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>Quatro cordões de solda</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• SOLDAS DE ENTALHE</p><p>Pode-se ter:</p><p>✓ Penetração total- A espessura da garganta é á</p><p>espessura da chapa de menor dimensão.</p><p>✓ Penetração parcial- A garganta corresponde a</p><p>espessura do chanfro.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>As soldas de entalhe são utilizadas geralmente para conectar duas placas que</p><p>estão alinhadas no mesmo plano ( junta de topo). Neste caso a solda é</p><p>executada num entalhe entre as bordas das duas placas. As soldas de entalhe</p><p>podem ser utilizadas também em juntas “T” e em juntas de canto. As soldas</p><p>de entalhe podem ser de penetração total, quando executadas em toda a</p><p>espessura do metal base, ou de penetração parcial, quando executada em</p><p>parte da espessura do material. As soldas de entalhe devem se estender por</p><p>toda a largura das partes conectadas. Não são permitidas soldas de entalhe</p><p>intermitentes.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>Para as soldas de entalhe adota-se a seguinte nomenclatura (Fig. III.21):</p><p>− Garganta efetiva, “tw” – para uma solda de entalhe de penetração total a garganta</p><p>efetiva é a menor das espessuras das chapas conectadas (para juntas de topo) ou a</p><p>espessura da chapa que recebe a solda em sua borda (para juntas “T”).</p><p>− Comprimento efetivo, “lw” – é o comprimento real da solda que, no caso da solda</p><p>de entalhe, deve coincidir com a largura da peça ligada.</p><p>− Área efetiva, “Aw” – é o produto da garganta efetiva pelo comprimento efetivo.</p><p>− Ângulo do entalhe, “α” – ângulo formado entre as duas faces de fusão</p><p>. − Profundidade do chanfro “S” – altura de preparação do entalhe.</p><p>− Abertura da raiz, “R” – afastamento entre as partes conectadas.</p><p>− Nariz do chanfro, “f” – parte da espessura que não foi chanfrada.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>Os tipos padrão de soldas de entalhe são nomeados de</p><p>acordo com a forma do chanfro da borda a ser soldada:</p><p>reta, entalhe em “V” (simples ou duplo), entalhe em Bisel</p><p>(simples ou duplo), entalhe em “U” (simples ou duplo) e</p><p>entalhe em “J” (simples ou duplo). Na Fig. III.22 estão</p><p>representados os tipos de soldas de entalhe assim como</p><p>um número que as identifica, de acordo com a norma AWS</p><p>D1.1. Este número será utilizado para designar cada um</p><p>dos tipos de soldas de entalhe nas juntas pré-qualificadas</p><p>da AWS.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>A soldagem para soldas de entalhe de penetração total é feita por ambos os lados</p><p>da junta ou apenas por um lado. Quando a soldagem é feita pelos dois lados, a</p><p>raiz do primeiro passe de solda deve ser limpa até eliminar todas impurezas: este</p><p>processo de limpeza da raiz do primeiro passe de solda é chamado de extração</p><p>de raiz. Após a extração de raiz pode ser executada a solda do lado oposto ao</p><p>lado onde foi executado o primeiro passe. Na execução dos demais passes de</p><p>solda deve-se sempre limpar cuidadosamente a escória na superfície do passe</p><p>anterior. Quando a solda é executada somente de um lado coloca-se uma chapa</p><p>de espera do lado oposto (backing bar). Neste caso não há extração de raiz.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>A resistência de cálculo “φRn” das soldas de entalhe de penetração total está</p><p>indicada na Tabela III.5. Nesta tabela, “Aw” é a área efetiva da solda; “fy” é a</p><p>tensão de escoamento do metal base de menor “fy” na junta e “fw” a</p><p>resistência mínima à tração do metal da solda, obtida da Tabela III.2. Nota: Em</p><p>nenhuma situação a resistência da solda poderá ser tomada maior do que a</p><p>resistência do metal base na ligação.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração total</p><p>Resistências de cálculo φRn de soldas de entalhe total</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>As soldas de entalhe de penetração parcial são utilizadas quando os esforços</p><p>a serem transmitidos são pequenos. As bordas não necessitam ser chanfradas</p><p>em toda a espessura e a altura da solda também é menor que a espessura da</p><p>Junta.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>Mesmo que o(s) chanfro(s) ocupe(m) a espessura total da chapa, as soldas de</p><p>entalhe executadas de um lado sem chapa de espera, ou executadas dos dois</p><p>lados sem extração de raiz, são consideradas de penetração parcial. Estas</p><p>soldas são utilizadas como juntas de topo em emendas de colunas</p><p>submetidas somente à cargas axiais, como juntas “T” em soldas de</p><p>composição de perfis I, e como juntas de canto em soldas de composição de</p><p>perfis caixão e perfis U soldados. As designações e nomenclatura das soldas</p><p>de penetração total</p><p>valem para as soldas de penetração parcial, a menos da definição de garganta</p><p>efetiva, a qual é definida na Tabela III.6.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>Existe um caso particular de solda de penetração parcial onde a superfície</p><p>convexa de uma ou das duas partes que estão sendo ligadas cria a preparação</p><p>da junta. Esta situação ocorre frequentemente quando um (ou ambos)</p><p>componente(s) da junta consiste de uma barra redonda, possui canto</p><p>arredondado ou tem borda arredondada (Fig. III.24). Neste caso a garganta</p><p>efetiva da solda de entalhe de penetração parcial é dada pela Tabela III.7.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>Fig. III.24 - Solda de entalhe de penetração parcial em borda(s) curva(s)</p><p>Dilatação do Entalhe Eficaz da garganta</p><p>Dilatação do chanfro do entalhe</p><p>Eficaz da garganta</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>Quando uma solda de entalhe de penetração parcial é reforçada</p><p>com filete a AWS permite considerar este acréscimo de solda</p><p>aumentando a garganta efetiva da solda de entalhe (Fig. III.25). A</p><p>NBR 8800:1986 não permite este tipo de consideração.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>Fig. III.25 – Solda de entalhe de penetração parcial com reforço de filete</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>As espessuras mínimas de gargantas efetivas de soldas de</p><p>entalhe de penetração parcial estão indicadas na Tabela III.8.</p><p>A dimensão da solda deve ser estabelecida em função da</p><p>parte mais espessa soldada, exceto que tal dimensão não</p><p>necessita ultrapassar a espessura da parte menos espessa,</p><p>desde que seja obtida a resistência de cálculo necessária.</p><p>Para essa exceção e para que se obtenha uma solda de boa</p><p>qualidade, devem ser tomados cuidados especiais usando-se</p><p>preaquecimento. Não podem ser usadas soldas de</p><p>penetração parcial em emendas de peças fletidas.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>✓ Penetração parcial</p><p>A resistência de cálculo “φRn” das soldas de entalhe de penetração parcial</p><p>está indicada na Tabela III.9. Nesta tabela “Aw” é a área efetiva da solda, “fy” é</p><p>a tensão de escoamento do metal base de menor “fy” na junta e “fw” a</p><p>resistência mínima à tração do metal da solda, obtida da Tabela III.2 Nota: Em</p><p>nenhuma situação a</p><p>resistência da solda poderá ser tomada maior do que a</p><p>resistência do metal base na ligação.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Resistência de Soldas de Entalhe de Penetração Parcial</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• Resistência de cálculo Solda de Entalhe de Penetração Parcial</p><p>(1) Soldas de entalhe de penetração parcial, ligando os elementos componentes de perfis</p><p>soldados (mesas e almas), podem ser calculadas sem considerar as tensões de tração ou</p><p>de compressão nesses elementos, paralelas ao eixo da solda; deverão ser considerados,</p><p>entretanto, tensões de cisalhamento causadas pelas forças cortantes e os efeitos locais.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• SOLDA DE TAMPÃO</p><p>Podem ser usadas soldas de tampão em furos ou rasgos para transmitir forças</p><p>paralelas às superfícies de contato em ligações por superposição ou para evitar</p><p>flambagem (ou separação) das partes sobrepostas, e para ligar componentes</p><p>de barras de seção composta. Estas soldas são executadas com as partes sobre</p><p>postas em contato, através da deposição do metal de solda em furos circulares</p><p>ou em rasgos em uma das partes. As aberturas podem ser parcialmente ou</p><p>totalmente preenchidas com solda, dependendo da sua profundidade. A</p><p>capacidade de carga de uma solda de tampão é dada pelo produto da área do</p><p>furo (ou do rasgo) pela tensão admissível da solda. As soldas de tampão não</p><p>devem ser submetidas à cargas de tração. A área efetiva de cisalhamento de</p><p>uma solda de tampão, em furo ou rasgo, deve ser igual à área nominal da</p><p>seção transversal do furo ou rasgo no plano das superfícies em contato.</p><p>Seguem algumas limitações que devem ser obedecidas pelas soldas de tampão</p><p>(Fig. III.26):</p><p>− O diâmetro dos furos para soldas de tampão em furos não pode ser inferior à</p><p>espessura da parte que os contém acrescida de 8 mm, nem maior que 2,25</p><p>vezes a espessura da solda.</p><p>− A distância de centro a centro de soldas de tampão em furos deve ser igual</p><p>ou superior a 4 vezes o diâmetro do furo.</p><p>− O comprimento do rasgo para soldas de tampão em rasgos não pode ser</p><p>maior que 10 vezes a espessura da solda.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• SOLDA DE TAMPÃO</p><p>− A largura dos rasgos não pode ser inferior à espessura da parte que os contém</p><p>acrescida de 8 mm, nem maior que 2,25 vezes a espessura da solda.</p><p>− As extremidades dos rasgos devem ser de forma semicircular, ou devem ter</p><p>cantos arredondados de raio não inferior à espessura da parte que os contém,</p><p>exceto aquelas extremidades que se estendem até a borda do elemento soldado.</p><p>− O espaçamento entre as linhas de centro de rasgos, medido na direção</p><p>transversal ao comprimento dos rasgos, deve ser igual ou superior a 4 vezes a</p><p>largura do rasgo.</p><p>− A distância de centro a centro de rasgos situados linha, deve ser igual ou</p><p>superior a 2 vezes o comprimento dos rasgos.</p><p>− A espessura de soldas de tampão em furos ou rasgos situados em material de</p><p>espessura igual ou inferior a 16 mm deve ser igual à espessura desse material.</p><p>Quando a espessura desse material for maior que 16 mm, a espessura da solda</p><p>deve ser no mínimo igual à metade da espessura do mesmo material, porém não</p><p>inferior a 16mm.</p><p>• SOLDA DE TAMPÃO</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• SOLDA DE TAMPÃO</p><p>TABELA DE ESPESSURA DE SOLDA TAMPÃO EM FUROS OU RASGOS</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• SOLDA DE TAMPÃO</p><p>ESPESSURA DA PLACA ESPESSURA DO FURO ESPESSURA DO ESPAÇAMENTO DO</p><p>FURO E ABERTURA DE SOLDA</p><p>3/16 E 1/4 9/16</p><p>5/16 E 3/8 11/16</p><p>7/16 E 1/2 13/16</p><p>9/16 E 5/8 15/16</p><p>d≥(t +5/16), arredondando pra mais</p><p>1/16 igual d ≤2 ¼ w</p><p>S ≥ 4d</p><p>S’ ≥ 2l onde t ≤ 5/8, w=t</p><p>l≤10w onde t>5/8, w=t/2</p><p>R=d/2 mas, não menor do que 5/8</p><p>R t</p><p>Fig. III.26 – Soldas de tampão em furos e rasgos</p><p>• COMBINAÇÕES DE TIPOS DIFERENTES DE SOLDAS</p><p>Se numa mesma ligação forem usados dois ou mais tipos de</p><p>solda (entalhe, filete, tampão em furos ou rasgos), a resistência de</p><p>cálculo de cada um desses tipos deve ser determinada separadamente</p><p>e referida ao eixo do grupo, a fim de se determinar a resistência de</p><p>cálculo da combinação. Todavia, esse método de compor resistências</p><p>individuais de soldas não é aplicável a soldas de filete superpostas a</p><p>soldas de entalhe, utilizando-se nos cálculos apenas a resistência das</p><p>últimas.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• EXEMPLOS DE APLICAÇÃO DA SIMBOLOGIA DE SOLDA</p><p>As ligações soldadas, segundo o tipo de junta, podem ser classificadas em:</p><p>− Junta de Topo (Butt Joint)</p><p>− Junta “T” (Tee Joint)</p><p>− Junta de Canto (Corner Joint)</p><p>− Junta Sobreposta (Lap Joint)</p><p>− Junta de Borda (Edge Joint)</p><p>Estas juntas estão representadas na Fig. III.7 e a cada uma delas é associada</p><p>uma letra de identificação, de acordo com a norma AWS D1.1. Esta letra</p><p>servirá posteriormente para designar cada um dos tipos de juntas</p><p>pré-qualificadas da AWS.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• EXEMPLOS DE APLICAÇÃO DA SIMBOLOGIA DE SOLDA</p><p>• JUNTA DE TOPO</p><p>Junta de Topo – esta junta é utilizada principalmente para unir as extremidades</p><p>de chapas planas de mesma ou aproximadamente a mesma espessura.</p><p>A principal vantagem deste tipo de junta é eliminar a excentricidade que</p><p>apareceria numa junta sobreposta, por exemplo. Quando utilizadas com solda</p><p>de penetração total as juntas de topo minimizam o tamanho da ligação e</p><p>possuem melhor aparência. Sua principal desvantagem consiste no fato de que</p><p>as bordas a serem conectadas necessitam de uma preparação prévia especial</p><p>(normalmente estas bordas devem ser chanfradas) e devem ser cuidadosamente</p><p>alinhadas antes da soldagem. Este tipo de junta é recomendado para ser</p><p>executado em fábrica onde o processo de soldagem pode ser melhor</p><p>controlado.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• JUNTA T</p><p>Junta “T” – este tipo de junta é utilizado para fabricar seções tais como perfis</p><p>I ou H e perfis “T”, assim como para ligações de enrijecedores, consoles e</p><p>demais peças que formam ângulos retos entre si. Este tipo de junta é</p><p>especialmente útil na ligação de perfis compostos por tiras de chapas planas</p><p>que podem ser unidas por soldas de filete ou soldas de entalhe.</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• JUNTA DE CANTO</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>Junta de Canto – esta junta é utilizada principalmente para</p><p>formar perfis caixão soldados quadrados ou retangulares,</p><p>utilizados em colunas e em vigas que precisam resistir</p><p>esforços torsionais consideráveis</p><p>• JUNTA SOBREPOSTA</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>Junta Sobreposta – este é o tipo mais comum de junta,</p><p>possuindo duas grandes vantagens: facilidade de montagem,</p><p>pois as peças podem ser levemente deslocadas para</p><p>acomodar pequenos erros de fabricação, e facilidade de</p><p>ligação, pois as peças a serem conectadas não necessitam de</p><p>nenhuma preparação especial em suas bordas.</p><p>Em juntas sobrepostas utiliza-se solda de filete o que as torna</p><p>apropriadas tanta para ligações de fábrica quanto para</p><p>ligações de campo. Uma outra vantagem deste tipo de junta</p><p>é a facilidade em executar ligações de espessuras diferentes.</p><p>Na Fig. III.8 tem-se alguns exemplos de juntas sobrepostas.</p><p>• JUNTA DE BORDA</p><p>Junta de Borda – as juntas de borda não costumam ser estruturais,</p><p>sendo utilizadas para manter 2 ou mais placas alinhadas ou num</p><p>determinado plano</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• RESUMO DOS PRINCIPAIS TIPOS DE SOLDA</p><p>TABELA SÍMBOLOS BÁSICOS DA LOCALIZAÇÃO E DO TIPO DE SOLDA</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>ESTRUTURAS METÁLICAS</p><p>• SIMBOLOS SUPLEMENTARES DA SOLDA</p><p>FIM</p>