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<p>2</p><p>PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS</p><p>Instituto de Ciências Econômicas e Gerenciais</p><p>Aylla Vitória Kaizer</p><p>Bianca Mirelly Cardoso Mendes</p><p>Gustavo Henrique Gonçalves Pena</p><p>Isabella Flávia Braga Jardim</p><p>Láysa Eduarda Siqueira Assis</p><p>Pronunciamento Técnico CPC 27: Ativo Imobilizado</p><p>Contagem</p><p>2023</p><p>Aylla Vitória Kaizer</p><p>Bianca Mirelly Cardoso Mendes</p><p>Gustavo Henrique Gonçalves Pena</p><p>Isabella Flávia Braga Jardim</p><p>Láysa Eduarda Siqueira Assis</p><p>Pronunciamento Técnico CPC 27: Ativo Imobilizado Trabalho da disciplina de Contabilidade Integrada apresentado ao Curso de Graduação em Ciências Contábeis da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.</p><p>Orientadora: Profa. Roanjali Aux. G. Salviano Araujo</p><p>Contagem</p><p>2023</p><p>LISTA DE IMAGENS</p><p>Imagem 1 – Nota explicativa do ativo imobilizado</p><p>Imagem 2 - Nota explicativa do ativo imobilizado</p><p>Imagem 3 - Notas explicativas do ativo imobilizado individual e consolidado</p><p>Imagem 4 – Vida útil de depreciação dos bens do imobilizado</p><p>Imagem 5 – Notas explicativas do ativo imobilizado controladora e consolidado.</p><p>Imagem 6 – Nota explicativa do ativo imobilizado</p><p>Imagem 7 – Movimentação do ativo imobilizado</p><p>Imagem 8 – Estimativa de vida útil</p><p>Imagem 9 – Notas explicativas do ativo imobilizado consolidado e controladora</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO 5</p><p>2 DESENVOLVIMENTO 7</p><p>2.1 – Itaú Unibanco Holding S.A. 7</p><p>2.2 – Banco Santander (Brasil) S.A. 8</p><p>2.3 Localiza Rent a Car S.A. 9</p><p>2.4 Lojas Renner S.A. 11</p><p>2.5 Weg S.A. 12</p><p>2.6 Vale S.A. 14</p><p>3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 17</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 19</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>Em um cenário de globalização significativa, juntamente com um mercado extremamente necessário, faz-se necessário que as organizações possam evidenciar para o público externo informações cada vez mais claras para os seus investidores e os tomadores de decisão. Tudo isso refletiu nos processos contábeis de diversos países, inclusive no Brasil. As Normas Internacionais de Contabilidade foram feitas com o objetivo de se padronizar as formas pelo qual diferentes países tratam seus relatórios contábeis. (Sueli et al, 2014)</p><p>Em consonância com isso, o CPC (Comitê de Pronunciamentos Contábeis) emite normas, orientações e interpretações acercas de determinados aspectos contábeis. Assim, as organizações podem tomar decisões mais assertivas e de acordo com a legislação vigente.</p><p>Cunha et al. (2011) destacou que esses pronunciamentos fizeram com que diversos reconhecimentos acercas de aspectos patrimoniais fossem modificados, inclusive sobre o ativo imobilizado, que é o tema do presente estudo.</p><p>Um dos pronunciamentos mais relevantes para as empresas, é o CPC 27, que tem por objetivo tratar dos ativos imobilizados para que os usuários das informações contábeis possam identificar seus investimentos e mutações dentro do ativo imobilizado. O presente documento foi emitido em 2009 em convergência com a norma internacional IFRS 16.</p><p>O CPC 27 define ativo imobilizado como um item que seja tangível e utilizado pela entidade para auferimento de aluguéis, fornecimento de serviços e mercadorias. Além disso, o elemento deve ter a expectativa de ser usado por mais de um período.</p><p>O pronunciamento explicita que apenas pode ser reconhecido como ativo se atender duas condições. A primeira é a própria definição de ativo, visto que ele deve ter a expectativa de gerar benefícios econômicos futuros para a organização. A segunda condição é que ele possa ser mensurado de forma confiável.</p><p>O CPC 27 diz que o ativo imobilizado possui tantos custos iniciais, quanto subsequentes. O custo inicial é decorrente da sua aquisição e esse item é reconhecido como ativo porque se espera que dele surja benefícios econômicos futuros para a organização em detrimento de outros ativos. Em relação aos custos subsequentes, existem gastos com reparo e manutenção de determinados bens. Ademais, as empresas necessitam substituir algum item dentro do ativo imobilizado e isso também gera custos.</p><p>Ao se tratar da mensuração no reconhecimento, o ativo deve ser mensurado de acordo com o seu custo e o pronunciamento evidencia esses custos, que são os preços de aquisição acrescidos de impostos e suas deduções. Além disso deve ser levado em conta outros custos que são diretamente atribuíveis para a alocação correta do equipamento dentro da empresa e as estimativas iniciais do custo da desmontagem do item e conserto do lugar em que foi anteriormente inserido.</p><p>Ademais, o pronunciamento também trata da mensuração após o reconhecimento. O CPC ressalta que a entidade pode optar pelo método do custo ou o método da reavaliação. O primeiro é mensurado pelo valor do ativo imobilizado ao custo diminuído do seu valor de depreciação e perda por redução ao valor recuperável de ativos. Já o método da reavaliação é o reconhecimento do valor justo na data de reavaliação decrescidos da depreciação e redução do valor recuperável de ativos. O CPC 27 ainda ressalta que deve se fazer reavaliações periódicas a fim de que o valor justo do ativo não tenha tanta diferença em relação aos valores presentes no balanço patrimonial.</p><p>Fazendo agora menção à Redução ao Valor Recuperável de Ativos, este tópico está detalhado no Pronunciamento Técnico CPC 01; citado várias vezes no decorrer no CPC 27; no qual se determina como uma entidade deverá revisar o valor contábil de seus ativos, como determinar o seu valor recuperável e quando reconhecer ou reverter perda por redução ao valor recuperável.</p><p>Nas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBC TSP) 21, a redução ao valor recuperável (impairment) foi definida como uma perda de benefícios econômicos ou potencial de serviços futuros, além e superior aos seus respectivos reconhecimentos sistemáticos.</p><p>Tendo em vista esse conceito definido, nota-se a importância de compreender seu conceito e suas regras para que possam ser aplicadas na contabilização dos ativos imobilizados, dispostos no pronunciamento CPC 27.</p><p>O pronunciamento evidenciado neste trabalho indica como os ativos devem ser baixados e divulgados. Para tanto, a baixa deve acontecer: por ocasião de sua alienação ou quando não há expectativa de benefícios econômicos futuros. E, na divulgação devem constar todas as demonstrações contábeis para cada classe de ativo imobilizada. Todas os demais critérios para a realização destes se encontram no próprio Pronunciamento Contábil CPC 27.</p><p>2 DESENVOLVIMENTO</p><p>Dentre as entidades pesquisadas e que tiveram suas notas explicativas analisadas encontra-se o Itaú Unibanco Holding e Banco Santander (Brasil) S.A., ambos atuam nos segmentos de varejo oferecendo aos seus clientes financiamento, empréstimos, oferta de crédito e no segmento de atacado em que oferecem serviços bancários e oferta de investimento (rendas fixa e variável) em negócios.</p><p>Em seguida temos a empresa Localiza Rent a Car S.A. do segmento de aluguel de carros, atuando com a aquisição, aluguel e venda de seminovos, gestão e terceirização de frotas. A Lojas Renner S.A., presente no setor de consumo e varejo, é uma varejista do mercado de moda e utilidades domésticas e atua no mercado com três marcas: Renner, Camicado e Yucon.</p><p>A empresa WEG S.A. produz equipamentos eletroeletrônicos, atuando principalmente no setor de bens de capital com soluções em máquinas elétricas, automação e tintas para diversos setores, incluindo infraestrutura e siderurgia. Por fim, analisamos a empresa Vale S.A. que está presente no Brasil atuando, principalmente, no ramo de mineração, além de logística, geração de energia para consumo próprio, siderurgia e em projetos sociais, culturais e ambientais.</p><p>2.1 – Itaú Unibanco Holding S.A.</p><p>Imagem 1 – Nota explicativa do ativo imobilizado.</p><p>Fonte: Itaú Unibanco Holding S.A., 2021.</p><p>Na nota explicativa é possível constatar que os ativos foram contabilizados pelo seu custo de aquisição menos depreciação acumulada e ajustado por redução ao valor recuperável, quando aplicável. A depreciação é calculada pelo método linear com a utilização de taxas baseadas na vida útil estimada</p><p>desses ativos. Tais taxas e demais detalhamentos são apresentadas na imagem acima, que apresenta a nota explicativa referente ao ano de 2021.</p><p>De acordo com a descrição da nota, os valores residuais e a vida útil dos ativos são revisados e ajustados se apropriado ao final de cada período.</p><p>O ITAÚ UNIBANCO HOLDING CONSOLIDADO avaliou os ativos a fim de identificar indicações de redução em seus valores recuperáveis. O valor recuperável do ativo é definido como o maior valor entre o valor justo menos seu custo de venda e o valor em uso. Para fins de avaliação da redução no valor recuperável, os ativos foram agrupados no nível mínimo para o qual podem ser identificados fluxos de caixa independentes (unidades geradoras de caixa). A avaliação pode ser feita no âmbito de um ativo individual quando o valor justo menos seu custo de venda possa ser determinado de forma confiável.</p><p>2.2 – Banco Santander (Brasil) S.A.</p><p>Imagem 2 – Nota explicativa do ativo imobilizado.</p><p>Fonte: Banco Santander (Brasil) S.A., 2021.</p><p>Avaliando as notas explicativas, entende-se que o ativo foi demonstrado ao custo de aquisição, líquido das respectivas depreciações acumuladas e está sujeito à avaliação do valor recuperável em períodos anuais.</p><p>A depreciação do imobilizado é feita pelo método linear, com base nas seguintes taxas anuais:</p><p>· Edificações – 4%;</p><p>· Instalações, móveis, equipamentos de uso e sistemas de segurança e comunicações – 10%;</p><p>· Sistemas de processamento de dados e veículos – 20%;</p><p>· Benfeitorias em imóveis de terceiros – 10% (ou até o vencimento do contrato de locação.</p><p>2.3 Localiza Rent a Car S.A.</p><p>Imagem 3 – Notas explicativas do ativo imobilizado individual e consolidado.</p><p>Fonte: Localiza Rent A Car S.A., 2021.</p><p>O imobilizado da Localiza é demonstrado no valor de custo menos a depreciação e perda por redução ao valor recuperável acumulado. A despesa com depreciação do ativo imobilizado da Localiza é descrita nos seguintes termos: custos, despesas com vendas e despesas gerais, administrativas e outras, conforme sua natureza e alocação. E os veículos em que estão sujeitos a desativação são denominados nas demonstrações como “carros em desativação para renovação de frota”.</p><p>A depreciação estimada dos carros é calculada pela diferença entre o custo de aquisição do carro e seu valor estimado para a data prevista de venda, deduzidos os descontos comerciais e as despesas de venda estimados, sendo reconhecida de modo que o valor a depreciar seja integralmente reconhecido até o final da vida útil estimada, pelo método linear. E quando o imobilizado já não se encontra em condições lucrativas devido ao tempo ou após a alienação, ele será inevitavelmente baixado assim como se vê nas demonstrações de resultado da empresa.</p><p>Já as construções, edificações, benfeitorias em imóveis de terceiros e direito de uso são depreciadas durante o prazo de vigência do contrato de locação e considera a expectativa de renovação ou alienação. Os terrenos e as construções em andamento não são depreciados. A revisão do prazo de vida útil dos imobilizados é feita de mês em mês, já os outros itens do ativo imobilizado são feitos anualmente. De acordo com as notas explicativas da empresa o tempo de vida útil de seus imobilizados na comparação do ano de 2020 e 2021 está a seguir:</p><p>Imagem 4 – Vida útil de depreciação dos bens do imobilizado.</p><p>Fonte: Localiza Rent A Car S.A., 2021.</p><p>2.4 Lojas Renner S.A.</p><p>Imagem 5 – Notas explicativas do ativo imobilizado controladora e consolidado.</p><p>Fonte: Lojas Renner S.A., 2021.</p><p>O ativo imobilizado da Renner é depreciado pelo método linear baseado na vida útil, e esse imobilizado é composto por prédios, instalações, maquinas e equipamentos, benfeitorias em imóveis de terceiros, móveis e utensílios, veículos, computadores e periféricos.</p><p>A Renner trata seus imobilizados numa revisão anual com base em avaliações técnicas para que assim seja possível identificar quando seus ativos estão se desvalorizando e identificar algum uso ou manutenção que cause danos e diminua a vida útil de seus bens imobilizados. Os terrenos e as construções em andamento não são depreciados, e as principais naturezas que compõem o imobilizado em andamento são às inaugurações de lojas e centros de distribuição da organização.</p><p>2.5 Weg S.A.</p><p>Os ativos imobilizados estão avaliados ao custo de aquisição e/ou construção, deduzidos das respectivas depreciações, com exceção de terrenos que não são depreciados. Os gastos com manutenção ou reparos, que não aumentam significativamente a vida útil dos bens, são contabilizados como despesas, quando ocorridos.</p><p>Os ganhos e as perdas em alienações são apurados comparando-se o valor da venda com o valor contábil e são reconhecidos na demonstração do resultado. A depreciação é calculada pelo método linear e leva em consideração a vida útil econômica dos bens, sendo esta revisada periodicamente com objetivo de adequar as taxas de depreciação de acordo com a necessidade.</p><p>Os valores contábeis do ativo imobilizado são revistos a cada data de balanço para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso ocorra tal indicação, a Companhia reconhece uma redução do saldo contábil deste ativo, se necessário.</p><p>Imagem 6 – Nota explicativa do ativo imobilizado.</p><p>Fonte: WEG S.A., 2021.</p><p>Imagem 7 – Movimentação do ativo imobilizado.</p><p>Fonte: WEG S.A., 2021.</p><p>2.6 Vale S.A.</p><p>Os ativos imobilizados são reconhecidos pelo custo de aquisição ou construção, líquido da depreciação acumulada e perdas por redução do valor recuperável.</p><p>Os custos dos ativos minerários desenvolvidos internamente são determinados por (i) custos diretos e indiretamente atribuídos à construção da planta da mina; (ii) encargos financeiros incorridos durante o período de construção; (iii) depreciação de bens utilizados na construção; (iv) estimativa de gastos com descomissionamento e restauração da localidade; e (v) outros gastos capitalizáveis ocorridos durante a fase de desenvolvimento da mina (quando o projeto se prova gerador de benefício econômico e existem capacidade e intenção da Companhia de concluir o projeto).</p><p>A exaustão dos ativos minerários é apurada com base na relação obtida entre a produção efetiva e o montante total das reservas minerais provadas e prováveis. Os ativos imobilizados e outros ativos minerários são depreciados pelo método linear, com base na vida útil estimada, a partir da data em que os ativos se encontram disponíveis para serem utilizados no uso pretendido e são capitalizados. A exceção são os terrenos que não são depreciados.</p><p>I. Gastos com pesquisas e exploração - São considerados como despesas operacionais até a comprovação efetiva da viabilidade econômica e exploração comercial de uma determinada jazida. A partir de então, os gastos incorridos são capitalizados como ativos minerários.</p><p>II. Gastos com estudo de viabilidade, novas tecnologias e outras pesquisas - A Companhia também realiza estudo de viabilidade para muitos outros negócios que operam e pesquisam novas tecnologias para otimizar os processos de mineração. Depois de comprovada a viabilidade econômica, os gastos incorridos são capitalizados.</p><p>III. Gastos com manutenção - Os gastos relevantes com manutenção de áreas industriais e de ativo relevantes, incluindo peças para reposição, serviços de montagens, entre outros, são registrados no ativo imobilizado e depreciados durante o período de benefícios desta manutenção até a próxima parada.</p><p>IV. Remoção de estéril para acessar os depósitos de minério (“stripping costs”) - Os custos associados à remoção de estéril e outros resíduos (“custos de remoção de estéril” ou “stripping costs”) incorridos durante o desenvolvimento da mina, antes da produção, são capitalizados como parte do custo depreciável do ativo minerário. Tais custos são amortizados pelo período da vida útil da mina. Os custos de estéril incorridos na fase de produção são adicionados ao valor do estoque, exceto quando é realizada uma campanha de extração específica para acessar depósitos mais profundos da jazida. Nestes casos, os custos identificáveis</p><p>são classificados como não circulante quando da extração do depósito de minério, e serão amortizados ao longo da vida útil da jazida.</p><p>Imagem 8 - Estimativa de vida útil.</p><p>Fonte: Vale S.A., 2021.</p><p>Imagem 9 – Notas explicativas do ativo imobilizado consolidado e controladora.</p><p>Fonte: Vale S.A., 2021.</p><p>3 CONSIDERAÇÕES FINAIS</p><p>Este estudo teve como objetivo principal a compreensão do Pronunciamento Técnico CPC 27: Ativo Imobilizado através de sua leitura e a verificação de como as normas descritas por ele são aplicadas na prática no balanço patrimonial e, principalmente, nas notas explicativas das empresas.</p><p>Para fazer a análise, foram selecionadas 6 entidades de capital aberto que demonstram os ativos imobilizados, as depreciações e as perdas por recuperabilidade com o intuito de diferenciar o referido ativo e suas notas explicativas dos exercícios sociais de 2020 e 2021.</p><p>Fica evidente, após a leitura e desenvolvimento do trabalho, como o Pronunciamento Técnico CPC 27 desempenha um papel fundamental na contabilidade ao estabelecer diretrizes claras para o reconhecimento, mensuração, apresentação e divulgação de ativos imobilizados.</p><p>É possível destacar alguns pontos positivos relacionados à sua leitura e aplicação. Dentre eles está a uniformização contábil, visto que o CPC 27 busca, através de critérios objetivos, alinhar as práticas contábeis, promovendo a harmonização das informações financeiras e facilitando a comparação entre diferentes entidades.</p><p>Além disso, a norma exige a divulgação de informações relevantes, tornando possível fornecer aos usuários das demonstrações financeiras uma compreensão mais clara dos investimentos realizados pela entidade e sua contribuição para a geração de valor.</p><p>Dentre os pontos negativos encontrados a partir da leitura do Pronunciamento, destaca-se que a interpretação e aplicação dos conceitos estabelecidos pela norma podem ser desafiadoras, especialmente para empresas com ativos imobilizados complexos ou que operam em setores específicos.</p><p>Ademais, em certos casos, a norma permite o uso do custo atribuído, o que pode introduzir certa subjetividade na determinação do valor contábil dos ativos imobilizados, podendo afetar a comparabilidade entre empresas.</p><p>Por fim, aprendemos com o desenvolvimento desse trabalho que embora o Pronunciamento Técnico CPC 27 represente um avanço significativo na contabilidade de ativos imobilizados ao fornecer orientações sólidas e consistentes, é importante reconhecer que sua aplicação requer análise cuidadosa e atenção aos detalhes, a fim de garantir a representação precisa e transparente dos ativos nas demonstrações financeiras das entidades.</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>CENTRAL de resultados. Itaú, 2021. Disponível em: https://www.itau.com.br/relacoes-com-investidores/resultados-e-relatorios/central-de-resultados/. Acesso em: 23 de ago. 2023.</p><p>CENTRAL de resultados. Localiza&CO, 2021. Disponível em: https://ri.localiza.com/informacoes-aos-acionistas/central-de-resultados/. Acesso em: 23 de ago. 2023.</p><p>CENTRAL de resultados. Lojas Renner, 2021. Disponível em: https://lojasrenner.mzweb.com.br/info-aos-investidores/central-de-resultados/. Acesso em: 23 de ago. 2023.</p><p>CENTRAL de resultados. WEG, 2021. Disponível em: https://ri.weg.net/informacoes-financeiras/central-de-resultados/. Acesso em: 23 de ago. de 2023.</p><p>COMITÊ de Pronunciamentos Contábeis, Pronunciamento técnico CPC 27, Ativo Imobilizado. Disponível em: <http://www.cpc.org.br/pdf/CPC_27.pdf>.Acesso em: 29 ago. 2023.</p><p>COMUNICADOS, resultados, apresentações e relatórios. Vale, 2021. Disponível em: https://www.vale.com/pt/comunicados-resultados-apresentacoes-e-relatorios. Acesso em: 23 de ago. de 2023.</p><p>CUNHA, P.R.; PAMPLONA, S.; BEUREN, I. M.; KLANN, R. C. Compliance of the asset control software to the precepts of CPC 27 and ICPC 10. In: CONTECSI, 8., 2011, São Paulo. Anais... São Paulo: CONTECSI, 2011. CD-ROM. Acesso em 27 de ago. de 2023.</p><p>DIVULGAÇÃO de resultados. Santander, 2021. Disponível em: https://www.santander.com.br/ri/resultados. Acesso em: 23 de ago. 2023.</p><p>NORMAS Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público, NBC_TSP_21, Redução ao Valor Recuperável de Ativo Não Gerador de Caixa. Disponível em <https://cfc.org.br/wpcontent/uploads/2016/02/NBC_TSP_21_Reducao_ao_Valor_Recuperavel_de_Ativo_Nao_Gerador_de_Caixa.pdf>. Acesso em: 29 ago. 2023.</p><p>Viviani, Sueli, Beck, Franciele, Hall, Rosemar José, Klann Roberto Carlos . Evidenciação do ativo imobilizado nas empresas do setor de bens industriais da BM&FBovespa. Enfoque: Reflexão Contábil [en linea]. 2014, 33(3), 21-34[fecha de Consulta 29 de Agosto de 2023]. ISSN: 1517-9087. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=307132829003. Acesso em 27 de ago. 2023.</p><p>image3.png</p><p>image4.png</p><p>image5.png</p><p>image6.png</p><p>image7.png</p><p>image8.png</p><p>image9.png</p><p>image10.png</p><p>image11.png</p><p>image1.png</p><p>image2.png</p>