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<p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>1</p><p>DISPOSIÇÕES PRELIMINARES</p><p>1 ( ). A lei nº. 8.112/90 institui o regime jurídico dos</p><p>servidores públicos civis da União, dos Estados, DF</p><p>e Municípios, excluindo os servidores das</p><p>autarquias em regime especial, que são regidas por</p><p>legislação especial.</p><p>2 ( ). Conforme a Lei n°. 8.112 de 11 de dezembro de</p><p>1990, servidor é a pessoa legalmente investida em</p><p>cargo público.</p><p>3 ( ). Servidor público é a pessoa que ocupa cargo</p><p>público possuindo vínculo estatutário.</p><p>4 ( ). Empregado público é a pessoa legalmente</p><p>investida em cargo público possuindo vínculo</p><p>contratual com a Administração.</p><p>5 ( ). Cargo público é o conjunto de atribuições e</p><p>responsabilidades cometidas a um servidor.</p><p>6 ( ). Os cargos públicos, criados por decreto, são para</p><p>provimento em caráter efetivo ou em comissão.</p><p>7 ( ). Os cargos públicos, criados por lei, são acessíveis</p><p>somente aos brasileiros natos.</p><p>8 ( ). Tanto o cargo efetivo quanto o cargo em comissão</p><p>são de livre nomeação e exoneração.</p><p>9 ( ). Os cargos em comissão poderão ser exercidos</p><p>somente para atividades de direção, chefia e</p><p>assessoramento.</p><p>10 ( ). Os servidores temporários ocupam cargo público,</p><p>porém não é obrigatória a realização de concurso</p><p>público.</p><p>11 ( ). A Lei n°. 8.112/90 prevê o provimento de cargos</p><p>públicos para estrangeiros.</p><p>12 ( ). Os servidores poderão ser regidos pelo regime</p><p>estatutário e trabalhista.</p><p>13 ( ). Os servidores públicos devem ser regidos por um</p><p>regime jurídico único.</p><p>Provimento, Vacância, Remoção,</p><p>Redistribuição e Substituição</p><p>14 ( ). O nível de escolaridade, entre outros, é requisito</p><p>para a investidura em cargo público.</p><p>15 ( ). São requisitos básicos para investidura em cargo</p><p>público, entre outros, a nacionalidade brasileira,</p><p>aptidão física e mental, o gozo dos direitos</p><p>políticos e a quitação com as obrigações</p><p>eleitorais.</p><p>16 ( ). A nacionalidade brasileira, requisito básico para</p><p>investidura em cargo público, abrange os natos,</p><p>naturalizados e portugueses equiparados.</p><p>17 ( ). É assegurado aos portadores de deficiência o</p><p>direito de se inscrever em qualquer concurso</p><p>público, na qualidade de deficiente físico.</p><p>18 ( ). Aos portadores de deficiência serão reservadas</p><p>20% das vagas oferecidas no concurso.</p><p>19 ( ). As universidades e as instituições de pesquisa</p><p>científica e tecnológica federais poderão prover</p><p>seus cargos cora professores, técnicos e</p><p>cientistas estrangeiros.</p><p>20 ( ). A investidura do cargo público ocorrerá com o</p><p>exercício.</p><p>21 ( ). O provimento de todos os cargos públicos</p><p>far-se-á mediante ato do Presidente da</p><p>República.</p><p>22 ( ). Readaptação não representa forma de</p><p>provimento, mas sim de vacância.</p><p>23 ( ). A Lei n°. 8.112/90 estabelece como formas de</p><p>provimento, entre outras, a nomeação, promoção,</p><p>ascensão, aproveitamento e a readaptação.</p><p>24 ( ). Nomeação é a forma de provimento originária.</p><p>25 ( ). O ato de nomeação far-se-á em caráter efetivo</p><p>para cargos de confiança vagos.</p><p>26 ( ). A nomeação far-se-á em comissão, inclusive na</p><p>condição de interino, para os cargos de confiança</p><p>vagos.</p><p>27 ( ). O servidor ocupante de cargo em comissão ou de</p><p>natureza especial poderá ser nomeado para ter</p><p>exercício, interinamente, em outro cargo de</p><p>confiança, hipótese em que deverá optar pela</p><p>remuneração de um deles.</p><p>28 ( ). O concurso será de provas ou de provas e títulos,</p><p>e, sua validade, será de até 2 anos, podendo ser</p><p>prorrogado uma única vez, por igual período.</p><p>29 ( ). O prazo de validade do concurso e as condições</p><p>de sua realização serão fixados em lei.</p><p>30 ( ). De acordo com a Lei n°. 8.112/90, não se abrirá</p><p>novo concurso enquanto houver candidato</p><p>aprovado em concurso anterior com prazo de</p><p>validade não expirado.</p><p>31 ( ). A posse dar-se-á pela assinatura do respectivo</p><p>termo, no qual deverão constar somente as</p><p>atribuições inerentes ao cargo ocupado.</p><p>32 ( ). O candidato nomeado que não tomar posse será</p><p>exonerado.</p><p>33 ( ). O candidato aprovado dentro do número de</p><p>vagas tem direito subjetivo a nomeação.</p><p>34 ( ). O candidato que tomar posse e não entrar em</p><p>exercício será demitido.</p><p>35 ( ). A investidura do cargo público ocorrerá com a</p><p>posse.</p><p>36 ( ). O servidor terá o prazo de 30 dias, contados da</p><p>data da posse, para entrar em exercício.</p><p>37 ( ). A posse ocorrerá no prazo de 30 dias, contados</p><p>da data da publicação do ato de provimento.</p><p>38 ( ). Segundo a Lei n°. 8.112/90, a posse poderá</p><p>ocorrer por meio de procuração específica.</p><p>39 ( ). Só haverá posse nos casos de provimento de</p><p>cargo por nomeação, comissão e ascensão.</p><p>40 ( ). No ato da posse, é facultado ao servidor</p><p>apresentar declaração de bens e valores.</p><p>41 ( ). No ato da posse, o servidor apresentará</p><p>declaração quanto ao exercício ou não de outro</p><p>cargo, emprego ou função pública.</p><p>42 ( ). A posse independe de prévia inspeção médica</p><p>oficial.</p><p>43 ( ). Exercício é o efetivo desempenho das funções do</p><p>cargo.</p><p>44 ( ). Em regra, o início do exercício de função de</p><p>confiança coincidirá com a data do ato de</p><p>provimento.</p><p>45 ( ). O início, a suspensão, a interrupção e o reinicio</p><p>do exercício serão registrados no assentamento</p><p>individual do servidor.</p><p>46 ( ). No ato da posse, o servidor apresentará ao órgão</p><p>competente os elementos necessários ao seu</p><p>assentamento individual.</p><p>47 ( ). A promoção interrompe o tempo de exercício.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>2</p><p>48 ( ). Um indivíduo aprovado em concurso público deve</p><p>passar pelas seguintes fases: posse, nomeação e</p><p>exercício, nesta ordem.</p><p>49 ( ). O servidor que for removido, redistribuído,</p><p>requisitado, cedido ou posto em exercício</p><p>provisório em outro município terá o prazo</p><p>máximo de 15 dias, contados da publicação do</p><p>ato, para a retomada do efetivo desempenho das</p><p>atribuições do cargo.</p><p>50 ( ). A duração máxima do trabalho semanal será de</p><p>quarenta e quatro horas, observados os limites</p><p>diários.</p><p>51 ( ). O servidor ocupante de cargo em comissão ou</p><p>função de confiança submete-se a regime de</p><p>integral dedicação ao serviço.</p><p>52 ( ). Em regra, o servidor não aprovado em estágio</p><p>probatório será exonerado ou, se estável,</p><p>reconduzido ao cargo anteriormente ocupado.</p><p>53 ( ). Estágio probatório é o período em que se avalia a</p><p>aptidão e a capacidade do servidor para o</p><p>exercício do cargo.</p><p>54 ( ). A produtividade do servidor não será objeto de</p><p>avaliação para o desempenho do cargo.</p><p>55 ( ). Durante o estágio probatório, o servidor será</p><p>avaliado apenas pela assiduidade, pontualidade,</p><p>responsabilidade e disciplina.</p><p>56 ( ). Seis meses antes de concluir o período do</p><p>estágio probatório, a avaliação de desempenho</p><p>do servidor será submetida à homologação da</p><p>autoridade competente.</p><p>57 ( ). O servidor reprovado em estágio probatório será</p><p>demitido se não for estável.</p><p>58 ( ). Não é permitido ao servidor em estágio probatório</p><p>exercer função de direção, chefia ou</p><p>assessoramento.</p><p>59 ( ). O período de estágio probatório ficará suspenso,</p><p>em todos os casos, quando o servidor for</p><p>afastado para estudo ou missão no exterior.</p><p>60 ( ). Ao servidor em estágio probatório poderá ser</p><p>concedida licença por motivo de afastamento do</p><p>cônjuge ou companheiro.</p><p>61 ( ). O servidor em estágio probatório poderá ser</p><p>afastado para exercício de mandato classista.</p><p>62 ( ). No estágio probatório, poderá ser concedido ao</p><p>servidor, afastamento para participar de curso de</p><p>formação decorrente de aprovação em concurso</p><p>para outro cargo na Administração Pública</p><p>Federal.</p><p>63 ( ). Conquistará estabilidade no serviço público, o</p><p>servidor que completar 2 anos de efetivo</p><p>exercício.</p><p>64 ( ). O servidor estável perderá o cargo somente em</p><p>virtude de sentença judicial, sendo assegurada</p><p>ampla defesa.</p><p>65 ( ). A investidura de servidor em cargo compatível</p><p>com limitação, mental ou física, sofrida</p><p>denomina-se readaptação.</p><p>66 ( ). A readaptação será</p><p>seu afastamento, será devido à família</p><p>o auxílio-reclusão no valor correspondente à</p><p>metade da remuneração, desde que a pena</p><p>determine a perda do cargo.</p><p>491 ( ). Em razão de prisão, em flagrante ou preventiva,</p><p>mesmo que o servidor seja absolvido, não</p><p>receberá a diferença de sua remuneração,</p><p>quando cessar a prisão provisória,</p><p>492 ( ). Cessará o pagamento do auxílio-reclusão, a</p><p>partir do dia imediato àquele em que o servidor</p><p>for posto ern liberdade, ainda que condicional.</p><p>493 ( ). A assistência à saúde do servidor, ativo ou</p><p>inativo, compreende somente assistência</p><p>médica e hospitalar.</p><p>494 ( ). A União e suas entidades autárquicas e</p><p>fundacionais ficam autorizadas a celebrar</p><p>convénios exclusivamente para a prestação de</p><p>seiNiços de assistência à saúde.</p><p>495 ( ). Poderá a União, as autarquias e fundações</p><p>contratar operadores de planos e seguros</p><p>privados de assistência à saúde, mediante</p><p>licitação.</p><p>496 ( ). De acordo com a Lei n° 8.112/90, odiado</p><p>servidor público comemora-se no dia 25 de</p><p>outubro.</p><p>497 ( ). Conforme disposto em lei, poderão ser</p><p>instituídos incentivos funcionais no âmbito dos</p><p>Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário,</p><p>além daqueles previstos nos respectivos planos</p><p>de carreira.</p><p>498 ( ). A Lei n° 8.112/90 prevê que poderão ser</p><p>instituídos incentivos como prémios, concessão</p><p>de medalhas e, inclusive, diplomas de honra ao</p><p>mérito.</p><p>499 ( ). O servidor poderá ser privado de seus direitos</p><p>por motivo de crença religiosa e convicção</p><p>filosófica, porém não poderá ser discriminado</p><p>em sua vida funcional.</p><p>500 ( ). Ao servidor público civil é assegurado o direito à</p><p>livre associação sindical.</p><p>GABARITO COMENTADO</p><p>1. ERRADO - Disposto no art. 1° da Lei n° 8.112/90,</p><p>que esta estabelece o Regime Jurídico dos</p><p>Servidores Civis da União, das autarquias,</p><p>inclusive as em regime especial, e das fundações</p><p>públicas federais.</p><p>2. CERTO - Esse é o conceito dado pelo art. 2° da lei.</p><p>3. CERTO - Essa é a definição de servidor público.</p><p>4. ERRADO - Empregado público é a pessoal</p><p>legalmente investida em emprego público. A CF/88</p><p>estabelece que a investidura em cargo ou emprego</p><p>público dependerá de prévia aprovação em</p><p>concurso público.</p><p>5. CERTO - O art. 3° da Lei n°. 8.112/90 dispõe que</p><p>"Cargo público é o conjunto de atribuições e</p><p>responsabilidades previstas na estrutura</p><p>organizacional que devem ser cometidas a um</p><p>servidor".</p><p>6. ERRADO - Os cargos públicos são criados por lei e</p><p>não por decreto.</p><p>7. ERRADO - Os cargos públicos são acessíveis a</p><p>todos os brasileiros, natos e naturalizados.</p><p>8. ERRADO - Cargo efetivo: provimento mediante</p><p>concurso público - servidor estável; Cargo em</p><p>comissão: livre nomeação e exoneração.</p><p>9. CERTO - Os cargos em comissão são de livre</p><p>nomeação e exoneração. Em tese, podem ser</p><p>ocupados por qualquer cidadão, porém a</p><p>Constituição determina que um percentual mínimo</p><p>seja preenchido por servidores da carreira. A</p><p>Constituição Federal dispõe que as funções de</p><p>confiança são exercidas exclusivamente por</p><p>servidores ocupantes de cargo efetivo e</p><p>destinam-se apenas às atribuições de direção,</p><p>chefia e assessoramento. Ver artigo 37. inciso V da</p><p>Constituição Federal e artigo 1° do Decreto 5.497</p><p>de 21 de julho de 2005.</p><p>10. ERRADO - Os servidores temporários não ocupam</p><p>cargo nem emprego, apenas exerce uma função</p><p>temporária de excepcional interesse público.</p><p>11. CERTO - O art. 5° § 3°prevê que as universidades</p><p>e instituições de pesquisa científica e tecnológica</p><p>federais poderão prover seus cargos cora</p><p>professores, cientistas e técnicos estrangeiros. A</p><p>Constituição, no art. 37, inciso I, estabelece que os</p><p>cargos, empregos e funções públicas são</p><p>acessíveis aos brasileiros que preencham os</p><p>requisitos estabelecidos em lei, e, também, aos</p><p>estrangeiros, na forma da lei.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>15</p><p>12. ERRADO - A Constituição de 19S8 estabeleceu</p><p>em seu artigo 39 que os servidores públicos</p><p>deveriam ser regidos por um regime jurídico único,</p><p>trabalhista ou estatutário. A Emenda Constitucional</p><p>19 de 1998 extinguiu essa obrigatoriedade,</p><p>permitindo que os servidores públicos fossem</p><p>regidos pelo regime jurídico trabalhista e</p><p>estatutário. Em 02 de agosto de 2007 ficou</p><p>determinado que a EC 19/98 é inconstitucional,</p><p>instituindo novamente o regime jurídico único.</p><p>13. CERTO - É o que estabelece a Constituição. Ver os</p><p>comentários do item anterior.</p><p>14. CERTO - O art. 5° define os requisitos básicos para</p><p>a investidura em cargo público. Entre eles está o</p><p>nível de escolaridade exigido para o exercício do</p><p>cargo. Lembrando que a Constituição proíbe a</p><p>diferença de salários, de exercício de funções e de</p><p>critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor</p><p>ou estado civil - Princípio da Isonomia. Os</p><p>requisitos exigidos deverão ser justificados pela</p><p>natureza das atribuições do cargo a ser ocupado.</p><p>15. CERTO - Os requisitos básicos para a investidura</p><p>em cargo público são: nacionalidade brasileira, o</p><p>gozo dos direitos políticos, a quitação com as</p><p>obrigações militares e eleitorais, o nível de</p><p>escolaridade exigido para o exercício do cargo, a</p><p>idade mínima de 18 anos e aptidão física e mental.</p><p>16. CERTO - O estrangeiro também poderá ocupar</p><p>cargo público na forma da lei. A CF/88, no art. 37,</p><p>inciso I, prevê que os cargos, empregos e funções</p><p>públicas são acessíveis aos estrangeiros, na forma</p><p>da lei.</p><p>17. ERRADO - Às pessoas portadoras de deficiência é</p><p>assegurado o direito de se inscrever em concurso</p><p>público para provimento de cargo cujas atribuições</p><p>sejam compatíveis com a deficiência de que são</p><p>portadoras.</p><p>18. ERRADO - Às pessoas portadoras de deficiência</p><p>serão reservadas até 20% das vagas. A CF/88</p><p>dispõe da seguinte forma "a lei reservará</p><p>percentual dos cargos e empregos públicos para as</p><p>pessoas portadoras de deficiência e definirá os</p><p>critérios de sua admissão". Princípio da igualdade</p><p>material.</p><p>19. CERTO - É exatamente o que a Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece em seu artigo 5° § 3°. A Constituição</p><p>estabelece que os cargos, empregos e funções</p><p>públicas são acessíveis aos estrangeiros, na forma</p><p>da lei.</p><p>20. ERRADO - De acordo com o artigo 7° da Lei n°.</p><p>8.112/90 a investidura em cargo público ocorrerá</p><p>com a posse.</p><p>21. ERRADO - O provimento dos cargos públicos</p><p>far-se-á mediante ato da autoridade competente de</p><p>cada Poder. Ver artigo 6° da Lei n°. 8.112/90.</p><p>22. ERRADO - A readaptação é a investidura de</p><p>servidor em cargo compatível com limitação,</p><p>mental ou física, sofrida. Representa tanto forma de</p><p>provimento como vacância. Ver artigos 8° e 33 da</p><p>Lei n°. 8.112/90.</p><p>23. ERRADO - A ascensão foi declarada</p><p>inconstitucional. As formas de provimento,</p><p>definidas no art. 8° são: nomeação, promoção,</p><p>readaptação, reversão, aproveitamento,</p><p>reintegração e recondução.</p><p>24. CERTO - A nomeação é a forma de provimento</p><p>originária, pois independe de vínculo anterior entre</p><p>a Administração e o agente. Ver artigos 8° e 9° da</p><p>Lei n°. 8.112/90.</p><p>25. ERRADO - A nomeação far-se-á em caráter efeito</p><p>quando se tratar de cargo isolado de provimento</p><p>efetivo ou de carreira. Ver artigo 9°, inciso I da Lei</p><p>n°. 8.112/90.</p><p>26. CERTO - Inclusive na condição de interino, a</p><p>nomeação para os cargos de confiança, far -se-á</p><p>em comissão. Ver artigo 9°, inciso II da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>27. CERTO - Art. 9° - Parágrafo único "O servidor</p><p>ocupante de cargo em comissão ou de natureza</p><p>especial poderá ser nomeado para ter exercício,</p><p>interinamente, em outro cargo de confiança, sem</p><p>prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa,</p><p>hipótese em que deverá optar pela remuneração de</p><p>um deles durante o período da interinidade".</p><p>28. CERTO - A Lei n°. 8.112/90 dispõe que o concurso</p><p>será de provas ou de provas e títulos e terá</p><p>validade de até dois anos, podendo ser prorrogado</p><p>uma vez, por igual período. A Constituição, no</p><p>artigo 37, dispõe que a investidura em cargo</p><p>ou</p><p>emprego público depende de aprovação prévia em</p><p>concurso público de provas ou de provas e títulos,</p><p>na forma prevista em lei, ressalvadas as</p><p>nomeações para cargo em comissão; e, também,</p><p>que o prazo de validade do concurso público será</p><p>de até dois anos, prorrogável uma vez, por igual</p><p>período.</p><p>29. ERRADO - O prazo de validade do concurso e as</p><p>condições de sua realização serão fixados em</p><p>edital, que será publicado no Diário Oficial da União</p><p>e em jornal de grande circulação. Ver artigo 12 § 1°</p><p>da Lei n° 8.112/90.</p><p>30. CERTO - A lei não permite a abertura de novo</p><p>concurso enquanto houver concurso dentro do</p><p>prazo de validade. Já a CF/88, no artigo 37, inciso</p><p>IV, não proibi a abertura de novo concurso, mesmo</p><p>havendo concurso dentro do prazo de validade,</p><p>desde que os aprovados no concurso anterior</p><p>tenham prioridade, conforme a ordem de</p><p>classificação.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>16</p><p>31. ERRADO - Deverão constar no termo de posse as</p><p>atribuições, os deveres, as responsabilidades e os</p><p>direitos inerentes ao cargo ocupado. Ver artigo 13</p><p>da Lei n° 8.112/90.</p><p>32. ERRADO - O candidato nomeado que não tomar</p><p>posse será tornado sem efeito o ato de nomeação.</p><p>33. CERTO - Segundo entendimento recente do STF e</p><p>STJ, bem como, do próprio CESPE, o aprovado</p><p>dentro do número de vagas tem direito subjetivo à</p><p>nomeação.</p><p>34. ERRADO - O candidato que tomar posse e não</p><p>entrar em exercício será exonerado.</p><p>35. CERTO - Está expresso no art. 7° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>36. ERRADO - O servidor terá o prazo de 15 dias para</p><p>entrar em exercício, contados da data da posse.</p><p>37. CERTO - É o que dispõe o art. 13 § 1°</p><p>38. CERTO - O artigo 13 § 3° da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece que "A posse poderá dar-se mediante</p><p>procuração específica".</p><p>39. ERRADO - A Lei n°. 8,112/90 dispõe que a posse</p><p>só ocorrerá para os casos de provimento por</p><p>nomeação.</p><p>40. ERRADO - A Lei n°. estabelece que no ato da</p><p>posse, o servidor apresentará declaração de bens</p><p>e valores que constituem seu património.</p><p>41. CERTO - O art. 13 § 5° da Lei estabelece que o</p><p>servidor apresente, no ato da posse, declaração de</p><p>bens e valores que constituem seu património e,</p><p>também, declaração quanto ao exercício ou não de</p><p>outro cargo, emprego ou função pública.</p><p>Lembrando que é vedada a acumulação de cargos</p><p>públicos, salvo os casos previstos na Constituição.</p><p>42. ERRADO - Art. 14 "a posse em cargo público</p><p>dependerá de prévia inspeção médica".</p><p>43. CERTO - A lei define que exercício é o efetivo</p><p>desempenho das atribuições do cargo público ou</p><p>da função de confiança.</p><p>44. ERRADO - Em regra, o início do exercício de</p><p>função de confiança coincidirá com a data da</p><p>publicação do ato de designação.</p><p>45. CERTO - Ver artigo 16 da Lei n° 8.112/90.</p><p>46. ERRADO - Ao entrar em exercício, o servidor</p><p>apresentará ao órgão competente os elementos</p><p>necessários ao seu assentamento individual.</p><p>47. ERRADO - A promoção não interrompe o tempo de</p><p>exercício, que é contado no novo posicionamento</p><p>na carreira a partir da data de publicação do ato</p><p>que promover o servidor.</p><p>48. ERRADO - Aprovado, o indivíduo deverá passar</p><p>pelas seguintes fases: nomeação, posse e</p><p>exercício, nesta ordem.</p><p>49. ERRADO - O prazo será de no mínimo dez dias e</p><p>no máximo 30 dias, incluído nesse prazo o tempo</p><p>necessário para o deslocamento para a nova sede.</p><p>Ver artigo 18 da Lei n° 8.112/90.</p><p>50. ERRADO - A duração máxima do trabalho semanal</p><p>será de quarenta horas, observados os limites</p><p>mínimo e máximo de seis horas e oito horas diárias,</p><p>respectivamente. Ver artigo 19 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>51. CERTO - A lei determina que o ocupante de cargo</p><p>em comissão ou função de confiança submete-se a</p><p>regime de dedicação exclusiva ao serviço (art. 19 §</p><p>1°). Disposto no art. 120 que o servidor que</p><p>acumular licitamente dois cargos efetivos, quando</p><p>investido em cargo em comissão, ficará afastado</p><p>de ambos os cargos efetivos, salvo se houver</p><p>compatibilidade de local e horário com um deles,</p><p>declarado pelas autoridades máximas dos órgãos</p><p>ou entidades.</p><p>52. CERTO - O servidor não aprovado em estágio</p><p>probatório será exonerado. Se estável,</p><p>reconduzido ao cargo anteriormente ocupado.</p><p>53. CERTO - Dispõe o art. 20 da Lei n°. 8.112/90 que o</p><p>estágio probatório é o período durante o qual a</p><p>aptidão e a capacidade do servidor serão objetos</p><p>de avaliação para o desempenho do cargo.</p><p>54. ERRADO - A produtividade é um dos fatores de</p><p>avaliação para o desempenho do cargo, conforme</p><p>disposto no art. 20 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>55. ERRADO - O servidor será avaliado pelos</p><p>seguintes fatores: assiduidade, disciplina,</p><p>capacidade de iniciativa, produtividade e</p><p>responsabilidade. Ver artigo 20 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>56. ERRADO - O prazo estabelecido no art. 20 § 1° é</p><p>de quatro meses e não seis.</p><p>57. ERRADO - O servidor não aprovado em estágio</p><p>probatório será exonerado se não for estável.</p><p>58. ERRADO - O art. 20 § 3° dispõe que o servidor em</p><p>estágio probatório poderá exercer quaisquer</p><p>cargos de provimento em comissão ou função de</p><p>direção, chefia ou assessoramento no órgão ou</p><p>entidade de lotação.</p><p>59. ERRADO - O seridor poderá afastar-se do cargo</p><p>para estudo ou missão oficial. No caso de missão</p><p>oficial, o estágio probatório ficará suspenso</p><p>somente se o afastamento do servidor for para</p><p>servir em organismo internacional de que o Brasil</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>17</p><p>participe ou com o qual coopere. Ver artigo 20 § 5°</p><p>e artigos 95 e 96 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>60. CERTO - Poderão ser concedidas ao servidor em</p><p>estágio probatório licenças por motivo de doença</p><p>em pessoa da família, por motivo de afastamento</p><p>do cônjuge ou companheiro, para o serviço militar e</p><p>para atividade política. Ver artigo 20 § 4° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>61. ERRADO - A Lei dispõe que o servidor em estágio</p><p>probatório poderá ser afastado para exercício de</p><p>mandato eletívo, para estudo ou missão no exterior</p><p>e, também, para participar de curso de formação</p><p>decorrente de aprovação em concurso para outro</p><p>cargo na Administração Pública Federal. Ver</p><p>artigos 20 § 4°, 94,95 e 96 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>62. CERTO - A Lei n°. 8.112/90 prevê que o</p><p>afastamento para participar de curso de formação</p><p>decorrente de aprovação em concurso para outro</p><p>cargo na Administração Pública Federal poderá ser</p><p>concedido durante o período do estágio probatório</p><p>e este ficará suspenso. Ver artigo 20 §§ 4° e 5°.</p><p>63. ERRADO - O prazo para que o servidor adquira</p><p>estabilidade é de 3 anos – EC 19/98. O servidor</p><p>deverá ser aprovado no estágio probatório e em</p><p>avaliação especial de desempenho. A Constituição</p><p>estabelece ser obrigatória a avaliação especial de</p><p>desempenho, por comissão instituída para essa</p><p>finalidade, como condição para a aquisição da</p><p>estabilidade. Ver artigo 21 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>64. ERRADO - O servidor estável perderá o cargo em</p><p>virtude de sentençajudicial transitado em julgado</p><p>ou de processo administrativo disciplinar no qual</p><p>lhe seja assegurada ampla defesa. Ver artigo 22 da</p><p>Lei 8.112/90.</p><p>65. CERTO - A readaptação é forma de provimento e</p><p>vacância, conforme os artigos 8° e 33.</p><p>Readaptação é a investidura do servidor em cargo</p><p>de atribuições e responsabilidades compatíveis</p><p>com a limitação que tenha sofrido, física ou mental,</p><p>verificada em inspeção médica. Ver artigo 24 da Lei</p><p>8.112/90.</p><p>66. ERRADO - O art. 24 § 2° dispõe que a readaptação</p><p>será efetivada em cargo de atribuições afins,</p><p>respeitada a habilitação exigida, nível de</p><p>escolaridade e equivalência de vencimentos e,</p><p>caso não haja cargo vago, o servidor exercerá suas</p><p>atribuições como excedente até a ocorrência de</p><p>vaga.</p><p>67. ERRADO - Aproveitamento é o retorno do servidor</p><p>em disponibilidade, em cargo de atribuições e</p><p>vencimentos compatíveis com o anteriormente</p><p>ocupado, incluindo-se entre as formas de</p><p>provimento, conforme o artigo 8° da Lei 8.112/90.</p><p>O</p><p>artigo 41 §3° da Constituição dispõe que extinto o</p><p>cargo ou declarada a sua desnecessidade, o</p><p>servidor estável ficará em disponibilidade, com</p><p>remuneração proporcional ao tempo de serviço. até</p><p>o seu adequado aproveitamento em outro cargo.</p><p>68. ERRADO - A reversão é o retorno à atividade do</p><p>servidor aposentado:</p><p> No interesse da Administração, a pedido do</p><p>servidor, desde que a aposentadoria tenha sido</p><p>voluntária, haja cargo vago, estável quando na</p><p>atividade e a aposentadoria tenha ocorrido nos</p><p>cinco anos anteriores ao pedido;</p><p> Por invalidez, quando não niais existirem os</p><p>motivos da aposentadoria. Se não houver cargo</p><p>vago, o servidor ficará como excedente.</p><p>69. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>70. ERRADO - O art. 27 dispõe que "não poderá</p><p>reverter o aposentado que já tiver completado</p><p>setenta anos de idade".</p><p>71. CERTO - Disposto pelo artigo 25, § 1°.</p><p>72. ERRADO - Encontrando-se provido o cargo, o</p><p>servidor exercerá suas atribuições como excedente</p><p>até a ocorrência de vaga. Ver artigo 25 § 3° da Lei</p><p>8.112/90.</p><p>73. CERTO - A afirmativa está correia. Lembrado que</p><p>se o cargo estiver provido, o seu eventual ocupante</p><p>será reconduzido ao cargo de origem, se estável</p><p>em outro cargo; se estável no mesmo cargo, será</p><p>aproveitado ou posto em disponibilidade; e se não</p><p>for estável, será exonerado. Ver artigo 28 da Lei</p><p>8.112/90 e artigo 41 § 2° da CF/88.</p><p>74. ERRADO - Extinto o cargo, o servidor ficará em</p><p>disponibilidade. Ver artigos 28 § 1°;</p><p>30 e 31 da Lei 8.112/90 e artigo 41 § 3° da CF/88.</p><p>75. ERRADO - A reintegração é a reínvestidura do</p><p>servidor estável no cargo anteriormente ocupado.</p><p>Encontrando-se provido o cargo, o seu eventual</p><p>ocupante será reconduzido ao cargo de origem,</p><p>sem direito à indenização, ou aproveitado em outro</p><p>cargo, ou, ainda, posto em disponibilidade.</p><p>76. CERTO - A recondução é o retorno do servido</p><p>estável ao cargo anteriormente ocupado e</p><p>decorrerá de inabilitação em estágio probatório</p><p>relativo a outro cargo ou reintegração do anterior</p><p>ocupante.</p><p>77. CERTO - Disposto pelo art. 29, parágrafo único.</p><p>Ver comentários do item anterior.</p><p>78. CERTO - A Lei 8.112/90, no artigo 30, expressa o</p><p>conceito de aproveitamento dessa forma.</p><p>79. ERRADO - O fato disposto caracteriza a</p><p>recondução. Remoção é o deslocamento do</p><p>servidor no âmbito do próprio órgão ou entidade.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>18</p><p>80. CERTO - É o que estabelece o artigo 32 da Lei</p><p>8.112/90.</p><p>81. ERRADO-Transferência e ascensão foram</p><p>revogadas pelaLeí 9.527 de ÍO de novembro de</p><p>1997. As formas de vacância estão expressas no</p><p>artigo 33 da Lei 8.112/90.</p><p>82. CERTO - Posse inacumulável em outro cargo</p><p>constitui uma das formas de vacância expressa na</p><p>Lei 8.112/90.</p><p>83. CERTO - Readaptação constitui forma de vacância</p><p>e, também, de provimento.</p><p>84. ERRADO - Exoneração não tem caráter punitivo,</p><p>mas, sim, a demissão.</p><p>85. ERRADO - Redistribuição é o deslocamento, de</p><p>ofício, do cargo de um órgão para outro.</p><p>Geralmente, ocorre quando o órgão é extinto. A</p><p>redistribuição ocorrerá ex officio para ajustamento</p><p>de lotação e da força de trabalhos às necessidades</p><p>dos serviços, inclusive nos casos de</p><p>reorganização, extinção ou criação de órgão ou</p><p>entidade.</p><p>86. CERTO - Disposto pelo art. 37 da Lei 8.112/90. Ver</p><p>comentários do item anterior.</p><p>87. CERTO- As formas de vacância estão expressas</p><p>no art. 33 da Lei 8.112/90.</p><p>88. ERRADO - A exoneração de cargo efetivo dar-se-á</p><p>de ofício ou a pedido do servidor. Ver artigo 34 da</p><p>Lei 8.112/90.</p><p>89. ERRADO - A exoneração de cargo em comissão</p><p>poderá ocorrer a juízo da autoridade competente</p><p>ou a pedido do servidor. Ver artigo 35 da Lei</p><p>8.112/90.</p><p>90. CERTO - A dispensa de função de confiança e,</p><p>também, a exoneração de cargo em comissão</p><p>dar-se-á ajuízo da autoridade competente ou a</p><p>pedido do servidor.</p><p>91. ERRADO - Cargos em comissão e função de</p><p>confiança são de livre nomeação e exoneração,</p><p>portanto não há o quê se falar em estágio</p><p>probatório. A exoneração de cargo em comissão e</p><p>a dispensa de função de confiança ocorrerão a</p><p>juízo da autoridade competente ou a pedido do</p><p>próprio servidor.</p><p>92. ERRADO - O art. 36 dispõe que a remoção é o</p><p>deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no</p><p>âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança</p><p>de sede.</p><p>93. CERTO - Essa definição está expressa no art. 36,</p><p>parágrafo único, inciso III, alínea 'a'.</p><p>94. ERRADO - A remoção pode ocorrer das seguintes</p><p>formas:</p><p> de ofício, no interesse da Administração;</p><p> a pedido, a critério da Administração; e</p><p> a pedido, para outra localidade, independente</p><p>do interesse da Administração, nos casos</p><p>previstos em lei.</p><p>95. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>96. CERTO - Disposto pelo artigo 37 § 1° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>97. ERRADO - O art. 38 estabelece que os servidores</p><p>investidos em cargo ou função de direção ou chefia</p><p>e os ocupantes de cargo de natureza especial terão</p><p>substituto indicados no regimento interno ou, no</p><p>caso de omissão, previamente designados pelo</p><p>dirigente máximo do órgão ou entidade.</p><p>98. CERTO - A lei dispõe que o substituto assumirá</p><p>automática e cumulativamente o exercício do cargo</p><p>ou função de direçào ou chefia e os de natureza</p><p>especial nos afastamentos, impedimentos legais ou</p><p>regulamentares do titular e na vacância do cargo,</p><p>hipótese em que deverá optar pela remuneração de</p><p>um deles durante o respectivo período.</p><p>99. ERRADO - Disposto no caput do art. 40 da Lei n°.</p><p>8.112/90, vencimento é a retribuição pecuniária</p><p>pelo exercício do cargo público, com valor fixado</p><p>em lei.</p><p>100. CERTO - Conceito dado pelo artigo 41 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>101. ERRADO - Nenhum servidor receberá</p><p>remuneração inferior ao salário mínimo. Ver art. 41</p><p>§ 5° da Lei n. 8.112/90 - incluído pela Lei n.</p><p>11.784/2008.</p><p>102. ERRADO - O art. 44, inciso I dispõe que o servidor</p><p>perderá a remuneração do dia em que faltar ao</p><p>serviço, sem motivo justificado.</p><p>103. ERRADO - O servidor perderá a parcela de</p><p>remuneração diária, proporcional aos atrasos,</p><p>ausências justificadas e saídas antecipadas,</p><p>ressalvadas as concessões previstas em lei e na</p><p>hipótese de compensação de horário a ser</p><p>estabelecida pela chefia imediata. Ver artigo 44,</p><p>inciso II e artigo 97 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>104. CERTO - É o que estabelece o art. 44, parágrafo</p><p>único.</p><p>105. ERRADO - O art. 45 estabelece que nenhum</p><p>desconto incidirá sobre a remuneração ou</p><p>provento, salvo por imposição legal ou mandato</p><p>judicial.</p><p>106. ERRADO - Poderá haver consignação em folha a</p><p>favor de terceiros, mediante autorização do</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>19</p><p>servidor, a critério da administração e com</p><p>reposição de custo, na forma definida em</p><p>regulamento. Ver artigo 45, parágrafo único da Lei</p><p>n°. 8.112/90.</p><p>107. CERTO - Está expresso no art. 46 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>108. ERRADO - A Lei n°. 8.112/90 estabelece que o</p><p>valor de cada parcela indenizatória não poderá ser</p><p>inferior a 10% da remuneração, provento ou</p><p>pensão;</p><p>109. CERTO - Disposto no art. 46 § 1° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>110. ERRADO - O art. 46 § 2° dispõe que a reposição</p><p>será feita imediatamente, em uma única parcela,</p><p>quando verificado pagamento indevido no mês</p><p>anterior ao do processamento da folha.</p><p>111. ERRADO - O servidor em débito com o erário, que</p><p>for demitido ou exonerado ou que tiver sua</p><p>aposentadoria ou disponibilidade cassada, terá o</p><p>prazo de sessenta dias para quitar o débito.</p><p>112. ERRADO - A não quitação do débito com o erário,</p><p>no prazo previsto em lei, implicará sua inscrição em</p><p>dívida ativa, de acordo com o artigo 47 § T da Lei</p><p>n°. 8.112/90.</p><p>113. CERTO - Ver artigo 47 da Lei n°. 8.112/90 e</p><p>comentários do item anterior.</p><p>114. ERRADO - O art. 47 § 2° dispõe que os valores</p><p>recebidos pelo servidor, em razão de decisão</p><p>liminar, de qualquer medida de caráter</p><p>antecipatório ou de sentença, posteriormente</p><p>cassada ou revista, deverão ser repostos no prazo</p><p>de trinta dias, contados da notificação para fazê-Io,</p><p>sob pena de inscrição em dívida ativa.</p><p>115. ERRADO - Em razão de caráter alimentício, o</p><p>vencimento, a remuneração e o provento não serão</p><p>objetos de arresto, sequestro ou penhora, exceto</p><p>nos casos de prestação de alimentos resultante de</p><p>decisão judicial. Ver artigo 48 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>116. CERTO - Expresso no art. 49 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>117. CERTO - Para todos os efeitos, as indenizações</p><p>não se incorporam ao vencimento ou provento.</p><p>118. ERRADO - Nos casos e condições previstos em lei,</p><p>as gratificações e os adicionais incorporam -se ao</p><p>vencimento ou provento.</p><p>119. CERTO - Disposto no art. 50 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>120. CERTO - O art. 51 dispõe sobre as indenizações</p><p>devidas ao servidor.</p><p>121. CERTO - O auxílio-moradia foi incluído pela Lei n°.</p><p>11.355 de 19 de outubro de 2006.</p><p>122. ERRADO - O art. 53 da Lei n°. 8.112/90 define que</p><p>a ajuda de custo destina-se a compensar as</p><p>despesas de instalação do servidor que, no</p><p>interesse do serviço, passar a ter nova sede, com</p><p>mudança de domicílio em caráter permanente.</p><p>123. ERRADO - A Lei deixa claro que é vedado o duplo</p><p>pagamento, a qualquer tempo, no caso de o</p><p>cônjuge ou companheiro que detenha também a</p><p>condição de servidor, vier a ter exercício na mesma</p><p>sede.</p><p>124. ERRADO - Expresso no art. 53 § 1° que todas as</p><p>despesas de transporte do servidor e de sua</p><p>família, compreendendo passagem, bagagem e</p><p>bens pessoais correm pela Administração.</p><p>125. ERRADO - O prazo é de um ano. Ver artigo 53 § 2°</p><p>da Lei n°, 8.112/90.</p><p>126. ERRADO - A ajuda de custo será de ofício, no</p><p>interesse da Administração.</p><p>127. CERTO - A ajuda de custo será paga uma vez no</p><p>valor correspondente, no máximo, a três meses de</p><p>remuneração.</p><p>128. ERRADO - O art. 55 dispõe que não será</p><p>concedida ajuda de custo ao servidor que se</p><p>afastar do cargo, ou reassumi -lo, em virtude de</p><p>mandato eletivo.</p><p>129. CERTO - A afirmativa está correta conforme o art.</p><p>56 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>130. ERRADO - O art. 57 prevê que o servidor que</p><p>passar a ter exercício em nova sede, com mudança</p><p>de domicilio, em caráter permanente terá o prazo</p><p>de 30 (t rinta) dias para se apresentar na nova sede.</p><p>Se, injustificadamente, não cumprir o prazo</p><p>estabelecido, o servidor ficará obrigado a restituir a</p><p>ajuda de custo.</p><p>131. ERRADO - A lei não estabelece prazo para o</p><p>servidor restituir a ajuda de custo. Ver comentários</p><p>do item anterior.</p><p>132. ERRADO - Dispõe o art. 58 que o servidor que</p><p>afastar-se da sede, a serviço, era caráter eventual</p><p>ou transitório para outro ponto do território nacional</p><p>ou para o exterior, fará jus a passagens e diárias</p><p>destinadas a indenizar as parcelas de despesas</p><p>extraordinárias com pousada, alimentação e</p><p>locomoção urbana, conforme disposto em</p><p>regulamento. Lembrando que a ajuda de custo é</p><p>concedida ao servidor que afastar-se em caráter</p><p>permanente.</p><p>133. CERTO - Ver comentários do item anterior e,</p><p>também, artigo 58 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>20</p><p>134. CERTO - Expresso no art. 58 § 1°.</p><p>135. ERRADO - Não fará jus a diárias àquele servidor</p><p>que ocupe cargo cujo deslocamento é exigência</p><p>permanente.</p><p>136. ERRADO - O prazo a que se refere é de 5 (cinco)</p><p>dias. Ver art. 59 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>137. CERTO - Está previsto no art. 59, parágrafo único.</p><p>138. ERRADO - Fará jus à indenízacão de transporte, o</p><p>servidor que realizar despesas com a utilização de</p><p>meio próprio de locomoção para o desempenho de</p><p>serviços externos, atribuídos ao cargo, conforme</p><p>dispuser regulamento.</p><p>139. ERRADO - O prazo para o ressarcimento será de</p><p>um mês após a comprovação da despesa pelo</p><p>servidor. Ver artigo 60-A da Lei n°. 8.112/90.</p><p>140. ERRADO - Fará jus ao auxílio-moradia, desde que,</p><p>entre outros requisitos, o servidor tenha se mudado</p><p>do local de residência pata ocupar cargo em</p><p>comissão ou função de confiança do</p><p>Grupo-Direção e Assessoramento Superiores -</p><p>DAS, níveis 4, 5 e 6, de Natureza Especial, de</p><p>ministro de Estado ou equivalentes.</p><p>141. ERRADO - Auxílio-moradia será concedido ao</p><p>servidor para ocupar cargo em comissão ou função</p><p>de confiança. O servidor fará jus ao auxílio-moradia</p><p>desde que o deslocamento não tenba sido por força</p><p>de alteração de lotação ou nomeação para cargo</p><p>efetivo. Esse é um dos requisitos expressos no art.</p><p>60-B, inciso VIII.</p><p>142. ERRADO - Nos casos em que houver imóvel</p><p>funcional disponível para uso pelo servidor, este</p><p>não fará jus ao auxílio moradia.</p><p>143. CERTO - Requisito expresso no art. 60-B, inciso II.</p><p>144. CERTO - Estabelece o art. 60-B, inciso III, que</p><p>receberá o auxílio-moradia desde que "O servidor</p><p>ou seu cônjuge ou companheiro não seja ou tenha</p><p>sido proprietário, promitente comprador,</p><p>cessionário ou promitente cessionário de imóvel no</p><p>município aonde for exercer o cargo, incluída a</p><p>hipótese de lote edificado sem averbação de</p><p>construção, nos doze meses que antecederem a</p><p>sua nomeação".</p><p>145. CERTO - Estabelece o art. 60-A, inciso IV que o</p><p>servidor receberá auxílio-moradia desde que</p><p>"nenhuma outra pessoa que resida com o servidor</p><p>receba auxílio-moradia".</p><p>146. ERRADO - Fará jus ao auxílio-moradia, o servidor</p><p>que não tenha domiciliado ou tenha residido no</p><p>município, nos últimos doze meses, onde for</p><p>exercer o cargo em comissão ou função de</p><p>confiança, desconsiderando-se prazo inferior a</p><p>sessenta dias dentro desse período.</p><p>147. ERRADO - Se o prazo em que o servidor residiu no</p><p>município for inferior a sessenta dias,</p><p>desconsidera-se tal prazo. No caso descrito,</p><p>Antonio fará jus ao auxílio-moradia. Ver</p><p>comentários do item anterior.</p><p>148. ERRADO - A Lei estabelece o contrário. O servidor</p><p>fará jus ao auxílio-moradia desde que o</p><p>deslocamento não tenha sido por força de</p><p>alteração de lotação ou nomeação para cargo</p><p>efetivo.</p><p>149. CERTO - Está expresso na Lei n°. 8.112/90, art.</p><p>60-B, inciso IX, como um dos requisitos para que o</p><p>servidor faça jus ao auxílio-moradia, que seu</p><p>deslocamento tenha ocorrido após 30 de junho de</p><p>2006.</p><p>150. ERRADO - A Lei estabelece que, o prazo de 12</p><p>meses, período estabelecido para que o servidor</p><p>não tenha residido no mesmo município, não será</p><p>considerado se o servidor for exercer outro cargo</p><p>em comissão. No caso exposto, Maria fará jus ao</p><p>auxílio-moradia.</p><p>151. ERRADO - A Lei dispõe que o auxílio-moradia não</p><p>será concedido por prazo superior a 8 (oito) anos</p><p>dentro de cada período de 12 (doze) anos.</p><p>152. ERRADO - A Lei n. 11.784 de 2008 trouxe nova</p><p>redaçào ao art. 60-C, qual seja Art. 60-C. O</p><p>auxílio-moradia não será concedido por prazo</p><p>superior a 8 (oito) anos dentro de cada período de</p><p>12 (doze) anos. (Incluído pela Lei n° 11.784, de</p><p>2008)</p><p>Parágrafo único. Transcorrido o prazo de 8 (oito)</p><p>anos dentro de cada período de 12 (doze) anos, o</p><p>pagamento somente será retomado se observados,</p><p>além do disposto no caput deste artigo, os</p><p>requisitos do caput do art. 60-B desta Lei, não se</p><p>aplicando, no caso, o parágrafo único do citado art.</p><p>60-B. (Incluído pela Lei n° 11.784, de 2008)</p><p>153. ERRADO - A Lei estabelece que o valor do</p><p>auxílio-moradia é limitado a 25% do valor do cargo</p><p>em comissão, função comissionada ou cargo de</p><p>Ministro de Estado ocupado. Ver artigo 60-D da Lei</p><p>n°. 8.112/90.</p><p>154. CERTO - Em qualquer hipótese, o auxílio-moradia</p><p>devido ao servidor não poderá ser superior ao</p><p>recebido pelo Ministro de Estado.</p><p>155. ERRADO - O auxílio-moradia continuará sendo</p><p>pago por um mês, nos casos de falecimento,</p><p>exoneração, colocação de imóvel funcional à</p><p>disposição do servidor ou aquisição de imóvel. Ver</p><p>artigo 60-E da Lei n°. 8.112/90</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>21</p><p>156. ERRADO - O auxílio-moradia continuará sendo</p><p>pago por um mês, mesmo que o servidor</p><p>adquira</p><p>imóvel. Ver comentários do item anterior.</p><p>157. CERTO - Previsto no art. 61, inciso IV da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>158. CERTO - Estabelece o art. 61 inciso I que, além do</p><p>vencimento e das vantagens, o servidor fará jus a</p><p>retribuição pelo exercício de função de direção,</p><p>chefia e assessoramento.</p><p>159. ERRADO - A Lei n°. 8.112/90 estabelece que "A</p><p>gratificação natalina corresponde a 1/12 avos da</p><p>remuneração a que o servidor fizer jus no mês de</p><p>dezembro, por mês de exercício no respectivo</p><p>cargo".</p><p>160. ERRADO - A gratificação natalina será paga até o</p><p>dia 20 do mês de dezembro de cada ano, conforme</p><p>disposto no artigo 64 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>161. CERTO - A Lei garante um adicional sobre o</p><p>vencimento do cargo aos servidores que trabalham</p><p>habitualmente em locais insalubres ou em contato</p><p>permanente com substâncias tóxicas, radioativas</p><p>ou com risco de vida. Ver artigo 68 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>162. ERRADO - A lei estabelece que o servidor que fizer</p><p>jus aos adicionais de insalubridade e de</p><p>periculosidade deverá optar por um deles.</p><p>163. ERRADO - A lei não proíbe que o servidor acumule</p><p>o adicional de periculosidade e penosidade.</p><p>164. ERRADO - O direito ao adicional de insalubridade</p><p>ou periculosidade acaba quando cessam as</p><p>condições que deram causa a concessão.</p><p>165. CERTO - Nesse caso, a servidora será afastada</p><p>das operações ou locais considerados penosos,</p><p>insalubres ou perigosos, enquanto durar a</p><p>gestação e a lactação.</p><p>166. ERRADO - Ao servidor em exercício em zonas de</p><p>fronteira ou em localidades cujas condições de vida</p><p>o justifiquem será devido o adicional de atividade</p><p>penosa, nos termos, condições e limites fixados em</p><p>regulamento.</p><p>167. CERTO - A Lei estabelece que os locais de</p><p>trabalho e os servidores que operam com Raios-X</p><p>ou substâncias radioativas serão mantidos sob</p><p>controle permanente. Ver artigo 72 da Lei n°</p><p>8.112/90.</p><p>168. ERRADO - Estabelecido pela Lei n°. 8.112/90, no</p><p>art. 73, que o serviço extraordinário será</p><p>remunerado com acréscimo de 50% em relação à</p><p>hora normal de trabalho. A Constituição dispõe no</p><p>art. 7°, inciso XVI, que são direitos dos</p><p>trabalhadores urbanos e rurais, além de outros, a</p><p>remuneração do serviço extraordinário superior, no</p><p>mínimo, em 50% à do normal.</p><p>169. CERTO - A Lei prevê que o serviço extraordinário</p><p>será para atender a situações excepcionais e</p><p>temporárias, respeitado o limite máximo de 2 horas</p><p>por jornada;</p><p>170. ERRADO - O limite máximo para o serviço</p><p>extraordinário será de 2 horas por jornada.</p><p>171. ERRADO - O artigo 75 da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece que o valor-hora será acrescido será de</p><p>25% para o serviço noturno, computando-se cada</p><p>hora como cinquenta e dois minutos e trinta</p><p>segundos.</p><p>172. ERRADO - O serviço noturno é prestado entre 22</p><p>horas de um dia e 5 horas do dia seguinte.</p><p>173. ERRADO - O servidor que fizer jus ao adicional</p><p>noturno e adicional por serviço extraordinário</p><p>perceberá ambos. O art. 75, parágrafo único,</p><p>dispõe que o acréscimo do serviço noturno incidirá</p><p>sobre o adicional por serviço extraordinário.</p><p>174. CERTO - A Lei prevê que, por ocasião das férias, o</p><p>servidor perceberá um adicional de férias</p><p>correspondente a 1/3 da remuneração do período</p><p>de férias. Já a CF/88 prevê que o gozo de férias</p><p>anuais será remunerado com pelo menos 1 /3 a</p><p>mais do que o salário normal.</p><p>175. CERTO - O servidor fará jus a 30 dias de férias.</p><p>Para o primeiro período aquisitivo de férias serão</p><p>exigidos 12 meses de exercício.</p><p>176. ERRADO - A Lei veda que seja levado à conta de</p><p>férias qualquer falta ao serviço.</p><p>177. CERTO - O art. 102 da Lei n°. 8.112/90 prevê os</p><p>afastamentos considerados como de efetivo</p><p>exercício.</p><p>178. ERRADO - As férias poderão ser parceladas em</p><p>até três etapas, desde que requeridas pelo servidor</p><p>e no interesse da Administração. O parcelamento é</p><p>ato discricionário da Administração.</p><p>179. CERTO - Está previsto no art. 78 § 5° que, em caso</p><p>de parcelamento, o servidor receberá ó valor do</p><p>adicional de férias quando da utilização do primeiro</p><p>período.</p><p>180. ERRADO - A Lei n°. 8.112/90 estabelece no art.</p><p>78, que o pagamento da remuneração das férias</p><p>seja feito até dois dias antes do início do respectivo</p><p>período.</p><p>181. CERTO - É o que dispõe o art. 78 § 3° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>182. CERTO - Estabelece o art. 78 § 4° que a</p><p>indenização será calculada com base na</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>22</p><p>remuneração do mês em que for publicado o ato de</p><p>exoneração.</p><p>183. ERRADO - O servidor que opera direta e</p><p>permanentemente com Raios X ou substâncias</p><p>radioativas gozará de 20 consecutivos de férias,</p><p>por semestre de atívidade profissional, proibida em</p><p>qualquer hipótese a acumulação.</p><p>184. ERRADO - A Lei deixa claro que em hipótese</p><p>alguma será permitida a acumulação das férias de</p><p>servidor que opera com Raios X ou substâncias</p><p>radioativas.</p><p>185. ERRADO - Está previsto na Lei n°. 8.112/90, art.</p><p>80, que as férias poderão ser interrompidas por</p><p>motivo de calamidade pública, comoção interna,</p><p>convocação para júri, serviço militar ou eleitoral, ou</p><p>por necessidade do serviço declarada pela</p><p>autoridade máxima do órgão ou entidade.</p><p>186. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>Lembrando que se interrompido o período de</p><p>férias, o restante deverá ser gozado de uma só vez.</p><p>187. CERTO - Dispõe o art. 81 da Lei n°. 8.112/90 que</p><p>serão concedidas ao servidor licença por motivo de</p><p>doença em pessoa da família, por motivo de</p><p>afastamento do cônjuge ou companheiro, para o</p><p>serviço militar, para atividade política, para</p><p>capacitação, para tratar de interesse particular e</p><p>para o desempenho de mandato classista.</p><p>188. ERRADO - É vedado ao servidor o exercício de</p><p>atividade remunerada durante o período da licença</p><p>por motivo de doença em pessoa da família,</p><p>conforme previsto pelo art. 81 § 3° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>189. ERRADO - O art. 82 dispõe que a licença</p><p>concedida dentro de sessenta dias do término de</p><p>outra licença da mesma espécie será considerada</p><p>prorrogação.</p><p>190. ERRADO - O § 1° do art. 81 da Lei n. 8.112/90,</p><p>alterado pela Lei n°. 11.907 de 2009, estabelece</p><p>que a licença por motivo de doença em pessoa da</p><p>família, bem como suas prorrogações, serão</p><p>precedidas de exame por perícia oficial, observado</p><p>o disposto no art. 204. Ver comentários do item</p><p>anterior.</p><p>191. CERTO - É o que estabelece o § 3° do art. 81.</p><p>192. ERRADO - A licença concedida dentro de sessenta</p><p>dias do término de outra licença da mesma espécie</p><p>será considerada prorrogação. Ver artigo 82 da Lei</p><p>n°. 8.112/90.</p><p>193. CERTO - O art. 20 § 4° da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece os casos em que será concedida</p><p>licença ao servidor em estágio probatório. Entre</p><p>eles, está previsto a licença por motivo de doença</p><p>em pessoa da família.</p><p>194. CERTO - O art. 20 § 5° da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece os casos em que o estágio probatório</p><p>ficará suspenso, entre eles está previsto a licença</p><p>por motivo de doença em pessoa da família.</p><p>195. ERRADO - Para os fins da licença por motivo de</p><p>doença em pessoa da família, será considerado</p><p>pessoa da família o cônjuge ou companheiro, os</p><p>pais, os filhos, o padrasto ou madrasta, enteado ou</p><p>dependente que viva às suas expensas e conste do</p><p>seu assentamento funcional.</p><p>196. CERTO - É o que estabelece o art. 83 § 1° da Lei</p><p>n°. 8.112/90.</p><p>197. ERRADO - O prazo para a licença por motivo de</p><p>doença em pessoa da família será da seguinte</p><p>forma: por até 30 dias, prorrogáveis por mais até 30</p><p>dias com remuneração e por mais até 90 dias sem</p><p>remuneração. Lembrando que a licença será</p><p>concedida mediante parecer de junta médica</p><p>oficial.</p><p>198. CERTO - Está expresso no artigo 84 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>199. CERTO - O art. 20 § 5° da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece os casos em que o estágio probatório</p><p>ficará suspenso, entre eles está previsto a licença</p><p>por motivo de afastamento</p><p>do cônjuge ou</p><p>companheiro.</p><p>200. ERRADO - O prazo para licença por motivo de</p><p>afastamento do cônjuge ou companheiro será</p><p>indeterminado e sem remuneração.</p><p>201. CERTO - O servidor poderá ter exercício provisório</p><p>em órgão ou entidade da Administração Federal</p><p>direta, autárquica ou fundacional, desde que o</p><p>exercício de atividade seja compatível com seu</p><p>cargo, conforme disposto pelo art. 84 § 2° da Lei n°.</p><p>8 117/90</p><p>202. CERTO - Dispõe o art. 85 que ao servidor</p><p>convocado para o serviço militar conceder-se-á</p><p>licença, na forma e condições previstas na</p><p>legislação específica. Ver artigo 20 § 4° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>203. ERRADO - Á licença para o serviço militar não</p><p>suspende o estágio probatório. Ver art. 20 § 5° e</p><p>artigo 85 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>204. ERRADO - A licença para atívidade política</p><p>divide-se em 2 etapas:</p><p> Escolha em convenção partidária, como</p><p>candidato eletivo até a véspera do registro de</p><p>sua candidatura - durante esse período o</p><p>servidor fará jus à licença, sem remuneração.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>23</p><p> Registro da candidatura até o décimo dia</p><p>seguinte ao da eleição - o servidor fará jus à</p><p>licença, com remuneração, somente pelo</p><p>período de três meses.</p><p>205. CERTO - A Lei n°. 8.112/90 no art. 20 § 5°</p><p>expressa que o estágio probatório ficará suspenso</p><p>durante a licença para atividade política. Ver artigo</p><p>86 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>206. ERRADO - A cada quinquénio de efetivo exercício,</p><p>o servidor poderá afastar-se do exercício do cargo</p><p>efetivo, no interesse da Administração, por até três</p><p>meses, para participar de curso de capacitação</p><p>profissional.</p><p>207. CERTO - Estabelece o art. 87 da Lei n° 8.112/90.</p><p>208. ERRADO - A licença capacitaçào é inacumulável,</p><p>conforme dispõe o parágrafo único do art. 87.</p><p>209. CERTO - A Lei n°. 8.112/90 no art. 102 prevê os</p><p>afastamentos considerados como de efetivo</p><p>exercício.</p><p>210. ERRADO - O art. 91 estabelece expressamente</p><p>que não será concedida licença para tratar de</p><p>interesses particulares ao servidor em estágio</p><p>probatório. O art. 20 § 4° da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece os casos em que será concedida</p><p>licença ao servidor em estágio probatório.</p><p>211. ERRADO - O prazo máximo para a licença para</p><p>tratar de interesses particulares é de três anos</p><p>consecutivos.</p><p>212. CERTO - A licença para tratar de interesses</p><p>particulares será sem remuneração, e o prazo</p><p>máximo de três anos.</p><p>213. ERRADO - A licença para tratar de interesses</p><p>particulares poderá ser interrompida, a qualquer</p><p>tempo, a pedido do servidor ou no interesses do</p><p>serviço.</p><p>214. ERRADO - Não poderá ser concedida licença para</p><p>o desempenho de mandato classísta ao servidor</p><p>em estágio probatório. O art. 20 § 4° da Lei n°,</p><p>8.112/90 dispõe os casos em que será concedida</p><p>licença ao servidor em estágio probatório.</p><p>215. ERRADO - A licença para mandato classista será</p><p>sem remuneração, conforme disposto no art. 92.</p><p>216. CERTO - Estabelece o art. 92 § 2º da Lei n°.</p><p>8.112/90 que a licença para mandato classista terá</p><p>duração igual a do mandato, e poderá ser</p><p>prorrogada uma única vez no caso de reeleição.</p><p>217. CERTO - O art, 93 dispõe que o servidor poderá ser</p><p>cedido para ter exercício em outro órgão ou</p><p>entidade dos Poderes da União, dos Estados, do</p><p>DF e dos Municípios para exercício de cargo em</p><p>comissão ou função de confiança e nos casos</p><p>previstos em leis específicas.</p><p>218. ERRADO - A lei dispõe que a cessão de servidor</p><p>para servir outro órgão ou entidade far-se-á</p><p>mediante Portaria publicada no Diário Oficial da</p><p>União.</p><p>219. ERRADO - Mediante autorização expressa do</p><p>Presidente da República, para fim determinado e</p><p>prazo CERTO, o servidor do Poder Executivo</p><p>poderá ter exercício em outro órgão da</p><p>Administração Federal direta que não tenha quadro</p><p>próprio de pessoal. Ver artigo 93 § 4° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>220. CERTO - A Lei n°. 8.112/90 art. 20 § 4° estabelece</p><p>os casos em que o servidor em estágio probatório</p><p>poderá ser afastado.</p><p>221. CERTO - O art. 102 da Lei n°. 8.112/90 dispõe que</p><p>o afastamento do servidor para mandato eletivo é</p><p>considerado como de efetivo exercício.</p><p>222. CERTO - O servido investido em mandato de</p><p>Prefeito poderá optar pela sua remuneração.</p><p>223. ERRADO - Havendo compatibilidade de horário, o</p><p>servidor investido em mandato de vereador</p><p>perceberá as vantagens de seu cargo, sem</p><p>prejuízo da remuneração do cargo eletivo. Não</p><p>havendo compatibilidade de horário, o servidor</p><p>será afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar</p><p>pela sua remuneração.</p><p>224. ERRADO - O servidor poderá optar pela</p><p>remuneração. Ver comentários do item anterior.</p><p>225. CERTO - Estabelece o art. 94 § 1° da Lei n°.</p><p>8.112/90 que o servidor afastado do cargo</p><p>contribuirá para a seguridade social como se</p><p>estivesse em exercício.</p><p>226. CERTO - Dispõe o art. 94 § 2° da Lei n°. 8.112/90.</p><p>227. ERRADO - O servidor não poderá afastar-se para</p><p>estudo ou missão no exterior sem a autorização do</p><p>Presidente da República, Presidente dos Órgãos</p><p>do Poder Legislativo e Presidente do Supremo</p><p>Tribunal Federal.</p><p>228. ERRADO - A ausência do servidor não excederá a</p><p>quatro anos. Findo o estudo ou a missão, somente</p><p>decorrido igual período, será permitido nova</p><p>ausência.</p><p>229. CERTO - Está estabelecido pela Lei n°. 8.112/90</p><p>no art. 95 § 2° que ao servidor beneficiado com o</p><p>afastamento para estudo ou missão no exterior não</p><p>será concedida licença para tratar de interesse</p><p>particular ou exoneração antes de decorrido</p><p>período igual ao do afastamento, ressalvada</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>24</p><p>hipótese de ressarcimento da despesa havida com</p><p>seu afastamento.</p><p>230. ERRADO - Poderá ser concedida exoneração, se</p><p>Julia ressarcir a Administração com as despesas</p><p>ocorridas devido ao seu afastamento. Ver</p><p>comentários do item anterior.</p><p>231. CERTO - Disposto pelo art. 96 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>232. CERTO - O servidor poderá ausentar-se por dois</p><p>dias de serviço para alistar-se como eleitor.</p><p>233. ERRADO - Estabelece a Lei, que o servidor poderá</p><p>ausentar-se por um dia do serviço para doação de</p><p>sangue.</p><p>234. CERTO - A Lei prevê que o servidor poderá</p><p>ausentar-se por oito dias em razão de casamento.</p><p>235. CERTO - O art. 97, inciso III, alínea 'b', prevê que o</p><p>servidor poderá ausentar-se do serviço por oito</p><p>dias em razão de falecimento do cônjuge,</p><p>companheiro, país, madrasta ou padrasto, filhos,</p><p>enteados, menor sob guarda ou tutela e irmãos.</p><p>236. ERRADO - Quando comprovada a</p><p>incompatibilidade entre o horário escolar e o da</p><p>repartição, será concedido horário especial ao</p><p>servidor estudante, sem prejuízo do exercício do</p><p>cargo.</p><p>237. CERTO - Disposto pelo art. 98 § 1° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>238. ERRADO - Independente de compensação de</p><p>horário, será concedido ao servidor portador de</p><p>deficiência horário especial, quando comprovada a</p><p>necessidade por junta médica oficial.</p><p>239. CERTO - É o que estabelece o art. 99 da Lei n°.</p><p>8.112/90 que, independente de vaga será</p><p>assegurada matrícula em instituição de ensino</p><p>congénere ao servidor estudante que mudar da</p><p>sede no interesse da Administração.</p><p>240. CERTO - O art. 103 estabelece que para efeito de</p><p>aposentadoria e disponibilidade, contar-se-á, entre</p><p>outros, o tempo de serviço em atividade privada,</p><p>vinculada à Previdência Social e o de serviço</p><p>relativo a tiro de guerra.</p><p>241. CERTO - Direito de petição - garantido pelo art. 104</p><p>da Lei n°. 8.112/90.</p><p>242. ERRADO - O requerimento deverá ser</p><p>encaminhado por intermédio da autoridade a que o</p><p>requerente estiver imediatamente subordinado,</p><p>que tem o prazo de cinco dias para remeter à</p><p>autoridade competente.</p><p>243. ERRADO - O pedido de reconsideração será à</p><p>autoridade que houver expedido o ato ou proferido</p><p>a primeira decisão, conforme o artigo 106 da Lei n°.</p><p>8.122/90.</p><p>244. CERTO - Dispõe o art. 108 que o prazo para</p><p>interposição de pedido</p><p>de reconsideração ou de</p><p>recurso é de trinta dias.</p><p>245. CERTO - O requerimento e o pedido de</p><p>reconsideração deverão ser despachados no prazo</p><p>de cinco dias e decididos dentro de trinta dias. Ver</p><p>artigo 106, parágrafo único da Lei n°. 8.112/90.</p><p>246. ERRADO - Disposto no art. 315 que os prazos,</p><p>aqui estabelecidos, são fatais e improrrogáveis,</p><p>salvo por motivo de força maior.</p><p>247. CERTO - Dispõe o art. 107 da Lei n°. 8.112/90 que</p><p>caberá recurso do indeferimento do pedido de</p><p>reconsideração e das decisões sobre os recursos</p><p>sucessivamente interpostos.</p><p>248. ERRADO - O recurso será dirigido à autoridade</p><p>imediatamente superior à que tiver expedido o ato</p><p>ou proferido a decisão, e, sucessivamente, em</p><p>escala ascendente, às demais autoridades,</p><p>conforme disposto no art. 107 § 1°.</p><p>249. ERRADO - O prazo para interposição de pedido de</p><p>reconsideração ou de recurso é de trinta dias, a</p><p>contar da publicação ou da ciência, pelo</p><p>interessado, da decisão recorrida.</p><p>250. CERTO - Disposto pelo art. 109 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>251. ERRADO - No caso de provimento do pedido de</p><p>reconsideração ou do recurso, os efeitos da</p><p>decisão retroagirão à data do ato impugnado,</p><p>conforme o artigo 109, parágrafo único.</p><p>252. ERRADO - O direito de requerer, quanto aos atos</p><p>de demissão e de cassação de aposentadoria ou</p><p>disponibilidade, ou que afetem interesse</p><p>patrimonial e créditos resultantes das relações de</p><p>trabalho, prescreve em cinco anos. Lembrando que</p><p>o prazo de prescrição será contado da data da</p><p>publicação do ato impugnado ou da data da ciência</p><p>pelo interessado, quando o ato não for publicado.</p><p>253. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>254. CERTO - Dispõe o art. 111 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>255. ERRADO - A Lei deixa claro que a prescrição é de</p><p>ordem pública e não poderá ser relevada pela</p><p>Administração.</p><p>256. ERRADO - É assegurada vista do processo ou</p><p>documento na repartição, ao servidor ou a</p><p>procurador por ele constituído, para o exercício do</p><p>direito de petição. Ver artigo 113 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>25</p><p>257. ERRADO - A Administração deverá rever seus atos</p><p>quando eivados de ilegalidade, a qualquer tempo.</p><p>258. CERTO - Estabelecido pelo art. 116, os deveres do</p><p>servidor.</p><p>259. ERRADO - É dever do servidor público, cumprir as</p><p>ordens superiores, exceto quando manifestamente</p><p>ilegais.</p><p>260. CERTO - Estabelecido pelo art. 116 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>261. CERTO - Disposto pelo art. 116 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>262. ERRADO - O servidor deve representar contra</p><p>ilegalidade, omissão ou abuso de poder.</p><p>263. ERRADO - O servidor deverá atender com</p><p>presteza, ao público em geral, prestando as</p><p>informações requeridas, ressalvadas as protegidas</p><p>por sigilo.</p><p>264. ERRADO - O art. 116 da Lei n°. 8.122/90</p><p>estabelece os deveres do servidor. Entre eles, está</p><p>expresso o dever de zelar pela economia do</p><p>material e a conservação do património público.</p><p>265. ERRADO - O servidor deverá manter conduta</p><p>compatível com a moralidade pública.</p><p>266. CERTO - O art. 116 da Lei n°. 8.112/90 estabelece</p><p>os deveres do servidor público.</p><p>267. ERRADO - É proibido o servidor ausentar-se do</p><p>serviço, sem prévia autorização do chefe imediato,</p><p>estando sujeito a advertência. Ver artigos 117 e</p><p>129 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>268. CERTO - Retirar, sem prévia anuência da</p><p>autoridade competente, qualquer documento ou</p><p>objeto da repartição, consiste uma das proibições</p><p>do servidor. Lembrando que a inobservância desta</p><p>o servidor estará sujeito a advertência.</p><p>269. CERTO-Ver art. 117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>270. ERRADO - É proibido ao servidor opor resistência</p><p>injustificada ao andamento de documento e</p><p>processo ou execução de serviço, sujeito a</p><p>penalidade advertência. Ver art. 117 e 129 da Lei</p><p>n°. 8112/90.</p><p>271. ERRADO - A Lei deixa claro que é proibido ao</p><p>servidor promover manifestação de apreço ou</p><p>desapreço no recinto da repartição, sujeito a</p><p>advertência. Ver artigos 117 e 129 da Lei n°.</p><p>8112/90.</p><p>272. CERTO - Ver artigos 117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>273. ERRADO - A Lei n°. 8.112/90 dispõe que é proibido</p><p>ao servidor coagir ou aliciar subordinado no sentido</p><p>de filiarem-se a associação profissional ou sindical,</p><p>ou a partido político, sujeito a advertência,</p><p>conforme previsto nos artigos 117 e 129 da Lei n°</p><p>8.112/90.</p><p>274. ERRADO - É proibido ao servidor manter sob sua</p><p>chefia imediata, em cargo ou função de confiança,</p><p>cônjuge, companheiro ou parente até o segundo</p><p>grau civil.</p><p>275. CERTO - Está previsto no art. 117. Lembrando que</p><p>nesse caso, o servidor está sujeito à demissão.</p><p>276. ERRADO - O servidor que valer-se do cargo para</p><p>lograr proveito pessoal ou de outrern, em</p><p>detrimento da dignidade da função pública, ficará</p><p>incompatibilizado para nova investidura em cargo</p><p>público federal pelo prazo de cinco anos. Ver</p><p>artigos 117,129 e 137 da Lei n°. 8112/90.</p><p>277. CERTO - A lei proíbe o servidor de participar de</p><p>gerência ou administração de sociedade privada,</p><p>personificada ou não personificada, salvo a</p><p>participação nos conselhos de administração e</p><p>fiscal de empresas ou entidades em que a União</p><p>detenha participação no capital social, direta ou</p><p>indiretamente, ou em sociedade cooperativa</p><p>constituída para prestar serviços a seus membros,</p><p>e exercer o comércio, exceto na qualidade de</p><p>cotista, acionista ou comanditário. Nesse caso, o</p><p>servidor estará sujeito à penalidade de demissão.</p><p>278. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>279. CERTO - Ver artigos 117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>280. CERTO - Ver artigos 117, 129 e 137 da Lei n°.</p><p>8112/90.</p><p>281. CERTO - Ver artigos 117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>282. ERRADO - E proibido ao servidor aceitar</p><p>comissão, emprego ou pensão de estado</p><p>estrangeiro, resultando em demissão do servidor.</p><p>283. ERRADO - Está explícito na Lei n°. 8.112/90 que é</p><p>proibido ao servidor praticar usura sob qualquer de</p><p>suas formas, sujeito à penalidade de demissão.</p><p>284. ERRADO - O servidor que proceder de forma</p><p>desidiosa está sujeito à demissão.</p><p>285. CERTO - Ver artigos 117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>286. CERTO - Ver artigos 117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>287. ERRADO - Ao servidor é proibido exercer</p><p>quaisquer atividades que sejam incompatíveis</p><p>com o exercício do cargo ou função e com o horário</p><p>de trabalho, sob pena de suspensão. Ver artigos</p><p>117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>288. CERTO - Ver artigos 117 e 129 da Lei n°. 8112/90.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>26</p><p>289. ERRADO - A Lei n°. 8.112/90 dispõe que é vedada</p><p>a acumulação remunerada de cargos públicos,</p><p>ressalvados os casos previstos na Constituição. A</p><p>Constituição Federal, art. 37, inciso XVI dispõe que</p><p>é vedada a acumulação remunerada de cargos</p><p>públicos, exceto, se houver compatibilidade de</p><p>horário, para:</p><p> dois cargos de professor;</p><p> um cargo de professor com outro, técnico ou</p><p>científico;</p><p> dois cargos ou empregos privativos de</p><p>profissionais de saúde, com profissões</p><p>regulamentadas.</p><p>290. ERRADO - Está previsto tanto na Lei n°. 8.112/90</p><p>quanto na CF/88 que a proibição de acumular</p><p>estende-se a cargos, empregos e funções em</p><p>autarquias, fundações públicas, empresas</p><p>públicas, sociedades de economia mista da União,</p><p>do Distrito Federal, dos Estados, dos Territórios e</p><p>dos Municípios.</p><p>291. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>292. CERTO - Está previsto na Lei n°. 8.112/90, artigo</p><p>118 § 1° e na Constituição, artigo 37, inciso XVII.</p><p>293. ERRADO - A lei prevê que a acumulação de</p><p>cargos, ainda que lícita, fica condicionada a</p><p>comprovação de horários.</p><p>294. ERRADO - A percepção de vencimentos de cargo</p><p>ou emprego público efetivo com proventos da</p><p>inatividade, também, considera-se acumulação</p><p>proibida, salvo quando os cargos forem</p><p>acumuláveis na atividade.</p><p>295. CERTO - A Lei n°. 8.112/90 art. 9°, parágrafo único</p><p>dispõe que o servidor ocupante de cargo em</p><p>comissão ou de natureza especial poderá ser</p><p>nomeado para ter exercício, interinamente, em</p><p>outro cargo de confiança, hipótese em que deverá</p><p>optar pela remuneração de um deles.</p><p>296. ERRADO-O art. 120 da Lei n°. 8.112/90 dispõe que</p><p>o servidor que acumular licitamente dois cargos</p><p>efetivos., quando investido em cargo em comissão,</p><p>ficará afastado de ambos os cargos efetivos, salvo</p><p>na hipótese em houver compatibilidade de horário e</p><p>local com o exercício de um deles, declarada pelas</p><p>autoridades máximas dos órgãos ou entidades</p><p>envolvidos. Lembrando que a lei determina que o</p><p>ocupante de cargo em comissão ou função de</p><p>confiança submete-se a regime de dedicação</p><p>exclusiva ao serviço. Ver artigos 9° parágrafo</p><p>único, 19 § l°e 120.</p><p>297. ERRADO - Dispõeoart. 121 que o servidor</p><p>responde civil, penal e administrativamente pelo</p><p>exercício irregular de suas atribuições.</p><p>298. CERTO - A responsabilidade civil decorre de ato</p><p>omissivo ou comíssivo, doloso ou culposo, que</p><p>resulte em prejuízo ao erário ou a terceiros.</p><p>299. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>300. ERRADO - Somente na falta de outros bens que</p><p>assegurem a execução do débito pela via judicial, o</p><p>servidor que dolosamente causar prejuízo ao erário</p><p>deverá indenizá-lo no prazo máximo de trinta dias,</p><p>podendo parcelar, a pedido do interessado. Ver</p><p>artigos 122 § 1° e 46 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>301. CERTO - A Lei prevê que o servidor responderá em</p><p>ação regressiva perante a Fazenda Pública,</p><p>quando tratar de dano causado a terceiros.</p><p>302. ERRADO - A obrigação de reparar o dano</p><p>estende-se aos sucessores e contra eles será</p><p>executada, até o limite do valor da herança</p><p>recebida.</p><p>303. CERTO - Está disposto no artigo 123 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>304. ERRADO - A lei estabelece que as sanções civis,</p><p>penais e administrativas poderão acumular-se,</p><p>sendo independentes entre si.</p><p>305. CERTO - Dispõe o art. 126 que a responsabilidade</p><p>administrativa do servidor será afastada no caso de</p><p>absolvição criminal que negue a existência do fato</p><p>ou sua autoria.</p><p>306. ERRADO - Exoneração não épenalidade. O art.</p><p>127 dispõe as penalidades disciplinares:</p><p>advertência, suspensão, demissão, cassação de</p><p>aposentadoria ou disponibilidade, destituição de</p><p>cargo em comissão e destituição de função</p><p>comissionada.</p><p>307. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>308. ERRADO - A transferência de atividades ou de</p><p>local não são penalidades. Ver art. 127 da Lei</p><p>8.112/90.</p><p>309. CERTO - A natureza e a gravidade da infração</p><p>cometida, os danos que dela provierem para o</p><p>serviço público, as circunstâncias agravantes ou</p><p>atenuantes e os antecedentes funcionais serão</p><p>considerados na aplicação das penalidades,</p><p>conforme disposto no art. 128 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>310. CERTO - O art. 128, parágrafo único dispõe que o</p><p>ato de imposição da penalidade mencionará</p><p>sempre o fundamento legal e a causa da sanção</p><p>disciplinar.</p><p>311. ERRADO - Disposto no art. 129 da Lei n°. 8.112/90</p><p>que a advertência será aplicada por escrito.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>27</p><p>312. ERRADO - O art. 131 dispõe que a advertência</p><p>terá seus registros cancelados após o decurso de</p><p>três anos, se o servidor não houver praticado,</p><p>nesse período, nova infração disciplinar.</p><p>313. CERTO - A Lei n°. 8.112/90 estabelece que a</p><p>suspensão será aplicada em caso de reincidência</p><p>das faltas punidas com advertência e de violação</p><p>das demais proibições que não caracterizam</p><p>infração sujeita a penalidade de demissão.</p><p>314. ERRADO - A suspensão não poderá exceder o</p><p>prazo de noventa dias.</p><p>315. ERRADO - O servidor que recusar-se a ser</p><p>submetido à inspeção médica será punido com</p><p>suspensão de até 15 dias. Uma vez cumprida a</p><p>determinação, cessam os efeitos da penalidade.</p><p>Ver artigo 130 § 1° da Lei n°. 8.112/90.</p><p>316. ERRADO - Quando for conveniente para o serviço,</p><p>a suspensão poderá ser convertida em multa, na</p><p>base de 50% por dia de vencimento ou</p><p>remuneração, ficando o servidor obrigado a</p><p>permanecer em serviço.</p><p>317. CERTO - É o que estabelece o art. 131, parágrafo</p><p>único da Lei n°. 8.112/90.</p><p>318. ERRADO - A lei estabelece que o cancelamento</p><p>das penalidades não surtirá efeitos retroativos.</p><p>319. CERTO - Ver artigos 132 e 137, parágrafo único da</p><p>Lei n°. 8.112/90.</p><p>320. CERTO - Ver artigos 132 e 138 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>321. ERRADO - O servidor que faltar, sem causa</p><p>justificada, por sessenta dias, interpoladamente,</p><p>durante o período de doze meses será demitido por</p><p>inassiduidade habitual. Ver artigos 132 e 139 da Lei</p><p>n° 8.112/90.</p><p>322. CERTO - Ver art. 140 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>323. CERTO-Ver artigos 132, 136e 137, parágrafo único</p><p>da Lei n°. 8.112/90.</p><p>324. CERTO - Ver artigos 132, 136 e 137, parágrafo</p><p>único da Lei n°. 8.112/90.</p><p>325. ERRADO - O servidor será demitido no caso de</p><p>incontinência pública.</p><p>326. CERTO - O art. 132 prevê que o servidor será</p><p>demitido no caso de conduta escandalosa na</p><p>repartição.</p><p>327. CERTO - É o que estabelece o art. 132, inciso VI da</p><p>Lei n°. 8.112/90.</p><p>328. ERRADO -No caso de ofensa física, em serviço, a</p><p>servidor ou a particular, o servidor será demitido,</p><p>salvo em legítima defesa própria ou de outrem.</p><p>329. ERRADO - O servidor demitido por aplicar</p><p>dinheiros públicos irregularmente não poderá</p><p>retornar ao serviço público federal.</p><p>330. CERTO - Ver artigos 132 e 136 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>331. ERRADO - O servidor que revelar segredo do qual</p><p>apropriou-se em razão do cargo será demitido.</p><p>332. CERTO - Ver artigos 132 e 137 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>333. CERTO - Está previsto no art. 132.</p><p>334. CERTO - A demissão do servidor por lesão aos</p><p>cofres públicos e dilapidação do património</p><p>nacional implica em indisponibilidade de seus bens</p><p>e o ressarcimento ao erário, sem prejuízo da ação</p><p>penal cabível. O servidor demitido nessas</p><p>circunstâncias não poderá retornar ao serviço</p><p>público federal, Ver artigos 132, 136 e 137,</p><p>parágrafo único da Lei n°. 8.112/90.</p><p>335. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>336. ERRADO - O servidor demitido ou destituído do</p><p>cargo em comissão por corrupção •ficará</p><p>incompatível, para nova investidura em cargo</p><p>público federal, pelo prazo de cinco anos.</p><p>337. CERTO - Disposto no art. 132 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>338. ERRADO - Detectada a qualquer tempo a</p><p>acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções</p><p>públicas, a autoridade que tiver ciência da</p><p>irregularidade notificará o servidor, por intermédio</p><p>de sua chefia imediata, para apresentar opção no</p><p>prazo de dez dias, improrrogáveis. Na hipótese de</p><p>omissão, adotará procedimento sumário para a sua</p><p>apuração e regularização imediata. Ver artigo 133</p><p>da Lei n°. 8.112/90.</p><p>339. CERTO - Estabelecido pelo art. 133 § 6° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>340. ERRADO - A lei prevê que o servidor inativo que</p><p>houver praticado, na atividade, falta punível com</p><p>demissão terá cassada a aposentadoria ou a</p><p>disponibilidade.</p><p>341. CERTO - As penalidades disciplinares serão</p><p>aplicadas pelo Presidente da República, pelos</p><p>Presidentes das Casas do Poder Legislativo e dos</p><p>Tribunais Federais e pelo Procura dor-Geral</p><p>daRepública quando se tratar de demissão e</p><p>cassação de aposentadoria ou disponibilidade de</p><p>servidor vinculado ao respectivo Poder, órgão ou</p><p>entidade, conforme disposto no artigo 141 da Lei</p><p>n°. 8.112/90.</p><p>342. CERTO - Disposto pelo art. 141, inciso IV da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>28</p><p>343. ERRADO - Exoneração não é penalidade. Quanto</p><p>às infrações puníveis com demissão, cassação de</p><p>aposentadoria ou disponibilidade e destituição de</p><p>cargo em comissão, a ação disciplinar prescreverá</p><p>em cinco anos.</p><p>344. ERRADO - A ação disciplinar prescreverá em dois</p><p>anos, quanto à suspensão.</p><p>345. ERRADO - A ação disciplinar prescreverá em 180</p><p>dias, quanto à advertência.</p><p>346. ERRADO</p><p>- O prazo de prescrição começa a contar</p><p>da data em que o fato se tornou conhecido,</p><p>conforme disposto no art. 142 § 1°.</p><p>347. ERRADO - O art. 142 § 3° da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece que a abertura de sindicância ou a</p><p>instauração de processo disciplinar interrompe a</p><p>prescrição, até a decisão final proferida por</p><p>autoridade competente.</p><p>348. ERRADO - A autoridade que tiver ciência de</p><p>irregularidade no serviço público é obrigada a</p><p>promover a sua apuração imediata, mediante</p><p>sindicância ou processo administrativo disciplinar,</p><p>conforme disposto no art. 143 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>349. ERRADO - A Lei estabelece que a denúncia sobre</p><p>irregularidades será objeto de apuração, desde que</p><p>contenham identificação e o endereço do</p><p>denunciante e sejam formuladas por escrito,</p><p>confirmada a autenticidade.</p><p>350. CERTO - Estabelece o art. 144, parágrafo único da</p><p>Lei n°. 8.112/90.</p><p>351. CERTO - A Lei dispõe que da sindicância poderá</p><p>resultar: S Arquivamento do processo,</p><p> Aplicação de advertência ou suspensão de até</p><p>30 dias, ou S Instauração do processo.</p><p>352. ERRADO - A sindicância deverá ser concluída em</p><p>no máximo t rinta dias, podendo ser prorrogada por</p><p>igual período, a critério da autoridade superior.</p><p>353. ERRADO - A instauração de processo disciplinar</p><p>será obrigatória sempre que o ilícito praticado pelo</p><p>servidor ocasionar a imposição de penalidade de</p><p>suspensão por mais de trinta dias, de demissão,</p><p>cassação de aposentadoria ou disponibilidade ou</p><p>destituição de cargo em comissão.</p><p>354. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>355. ERRADO - Dispõe o art. 147 que a autoridade</p><p>instauradora do processo disciplinar poderá</p><p>determinar o afastamento do servidor, como</p><p>medida cautelar e a fim de que o servidor não</p><p>venha a influir na apuração da irregularidade, pelo</p><p>prazo de até sessenta dias, sem prejuízo da</p><p>remuneração. O afastamento poderá ser</p><p>prorrogado por igual período.</p><p>356. CERTO - Estabelece o art. 148 que o processo</p><p>disciplinar destina-se a apurar responsabilidade de</p><p>servidor por infração praticada no exercício de suas</p><p>atribuições, ou que tenha relação com as</p><p>atribuições do cargo em que se encontra investido.</p><p>357. ERRADO - O processo disciplinar será conduzido</p><p>por comissão composta por três servidores</p><p>estáveis designados pela autoridade competente.</p><p>Ver artigos 143 § 1° e 149 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>358. ERRADO - O presidente da comissão deverá ser</p><p>ocupante de cargo efetivo superior ou de mesmo</p><p>nível, ou ter nível de escolaridade igual ou superior</p><p>ao do indiciado.</p><p>359. ERRADO - O art. 149 § 2° dispõe que não poderá</p><p>participar de comissão de sindicância ou de</p><p>inquérito, cônjuge, companheiro ou parente do</p><p>acusado, consanguíneo ou afim, em linha reta ou</p><p>colateral, até o terceiro grau.</p><p>360. CERTO - Disposto no art. 150 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>361. CERTO - O art. 151 da Lei n°. 8.112/90 dispõe que</p><p>o processo disciplinar se desenvolve em três fases:</p><p> Instauração, com a publicação do ato que</p><p>constituir a comissão;</p><p> Inquérito administrativo, que compreende</p><p>instrução, defesa e relatório;</p><p> Julgamento.</p><p>362. ERRADO - A fase do inquérito administrativo</p><p>compreende instrução, defesa e relatório, conforme</p><p>dispõe o art. 151, inciso II.</p><p>363. ERRADO-Dispõe o art. 152 que o prazo para a</p><p>conclusão do processo disciplinar não excederá</p><p>sessenta dias, contados da data de publicação do</p><p>ato que constituir a comissão, admitida a sua</p><p>prorrogação por igual prazo, quando as</p><p>circunstâncias exigirem.</p><p>364. CERTO - Dispõe o art. 153 da Lei n°. 8.112/90 que</p><p>o inquérito administrativo obedecerá ao princípio do</p><p>contraditório, assegurado ao acusado ampla</p><p>defesa, com o uso dos meios e recursos admitidos</p><p>em direito.</p><p>365. CERTO - Disposto pelo art. 154 da Lei n° 8.112/90.</p><p>366. ERRADO - Na hipótese de o relatório da</p><p>sindicância concluir que a infração classifica -se</p><p>como ilícito penal, a autoridade competente</p><p>encaminhará cópia dos autos ao Ministério Público,</p><p>independentemente da imediata instauração do</p><p>processo disciplinar.</p><p>367. ERRADO - Não é na fase do julgamento, e sim na</p><p>fase do inquérito. Dispõe o art. 155 que na fase do</p><p>inquérito, a comissão promoverá a tomada de</p><p>depoimentos, acareações, investigações e</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>29</p><p>diligências cabíveis, objetivando a coleta de</p><p>provas, recorrendo, quando necessário, a técnicos</p><p>e peritos, de modo a permitir a completa elucidação</p><p>dos fatos.</p><p>368. CERTO - Disposto no art. 156 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>369. ERRADO - O art. 156 § 1° estabelece que o</p><p>presidente da comissão poderá denegar pedidos</p><p>considerados impertinentes, meramente</p><p>protelatórios, ou de nenhum interesse para o</p><p>esclarecimento dos fatos.</p><p>370. CERTO - Dispõe o art. 157 que as testemunhas</p><p>serão intimadas a depor mediante mandato</p><p>expedido pelo presidente da comissão. A segunda</p><p>via será anexada aos autos com o ciente do</p><p>interessado.</p><p>371. CERTO - O artigo 158 § 2° dispõe que</p><p>proceder-se-á a acareação dos depoentes na</p><p>hipótese de depoimentos contraditórios ou que se</p><p>infirmem.</p><p>372. CERTO - O art. 161 dispõe que tipificada a infração</p><p>disciplinar, será formulada a indiciação do servidor,</p><p>com a especificação dos fatos a ele imputados e</p><p>das respectivas provas.</p><p>373. ERRADO - O indiciado será citado por mandato</p><p>expedito pelo presidente da comissão para</p><p>apresentar defesa escrita, no prazo de dez dias,</p><p>assegurando-lhe vista do processo na repartição.</p><p>374. CERTO - A lei estabelece que o indiciado que</p><p>mudar de residência fica obrigado a comunicar à</p><p>comissão o lugar onde poderá ser encontrado.</p><p>375. ERRADO - Achando-se o indiciado em lugar</p><p>inCERTO e não sabido, será citado por edital,</p><p>publicado no Diário Oficial da União e em jornal de</p><p>grande circulação na localidade do último domicílio</p><p>conhecido, para apresentar defesa, conforme</p><p>previsto pelo artigo 163 da Lei n°. 8.112/90. O</p><p>prazo para defesa será de 15 dias.</p><p>376. CERTO - A lei dispõe que considerar-se-á revel o</p><p>indiciado que, regularmente citado, não apresentar</p><p>defesa no prazo legal.</p><p>377. CERTO - Disposto pelo art. 165 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>378. CERTO - O relatório será sempre conclusivo</p><p>quanto à inocência ou à responsabilidade do</p><p>servidor. O processo disciplinar será remetido à</p><p>autoridade que determinou a sua instauração, para</p><p>julgamento.</p><p>379. ERRADO - A autoridade julgadora terá o prazo de</p><p>vinte dias para proferir a sua decisão, contados do</p><p>recebimento do processo.</p><p>380. CERTO - Disposto no parágrafo único do art. 168.</p><p>381. ERRADO - O art. 169 da Lei n°. 8.112/90 dispõe</p><p>que verificada a ocorrência de vicio insanável, a</p><p>autoridade que determinou a instauração do</p><p>processo ou outra de hierarquia superior declarará</p><p>a sua nulidade, total ou parcial, e ordenará, no</p><p>mesmo ato, a constituição de outra comissão para</p><p>a instauração de novo processo.</p><p>382. ERRADO - A lei prevê que o julgamento fora do</p><p>prazo legal não implica a nulidade do processo.</p><p>383. CERTO - O art. 170 estabelece que se extinta a</p><p>punibilidade pela prescrição, a autoridade julgadora</p><p>determinará o registro do fato nos assentamentos</p><p>individuais do servidor.</p><p>384. ERRADO - Caracterizada a infração como crime, o</p><p>processo disciplinar será remetido ao Ministério</p><p>Público para a instauração da ação penal, ficando</p><p>trasladado na repartição, conforme disposto no art.</p><p>171 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>385. CERTO - O servido que responder a processo</p><p>disciplinar só poderá ser exonerado a pedido, ou</p><p>aposentado voluntariamente, após a conclusão do</p><p>processo e o cumprimento da penalidade, se</p><p>aplicada.</p><p>386. CERTO - Estabelece o art. 173 da Lei n°. 8.112/90</p><p>que serão assegurados transporte e diárias ao</p><p>servidor convocado para prestar depoimento fora</p><p>da sede de sua repartição, na condição de</p><p>testemunha, denunciado ou indiciado.</p><p>387. CERTO - Estabelecido pelo art. 173, inciso II. Ver</p><p>comentários</p><p>do item anterior.</p><p>388. ERRADO - O processo disciplinar poderá ser</p><p>revisto, a qualquer tempo, a pedido ou de ofício,</p><p>quando se aduzirem fatos novos ou circunstâncias</p><p>suscetíveis de justificar a inocência do punido ou a</p><p>inadequação da penalidade aplicada.</p><p>389. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>390. ERRADO - Em caso de falecimento, ausência ou</p><p>desaparecimento do servidor, qualquer pessoa da</p><p>família poderá requerer a revisão do processo.</p><p>Lembrando que, no caso de incapacidade mental</p><p>do servidor, a revisão será requerida pelo</p><p>respectivo curador.</p><p>391. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>392. CERTO - O art. 174 § 2° dispõe que no caso de</p><p>incapacidade mental do servidor, a revisão do</p><p>processo será requerida pelo respectivo curador.</p><p>393. CERTO - Dispõe o art. 175 que no processo</p><p>revisionaf, o ónus da prova cabe ao requerente.</p><p>394. ERRADO - Está explícito na lei que a simples</p><p>alegação de injustiça da penalidade não constitui</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>30</p><p>fundamento para a revisão, que requer elementos</p><p>novos ainda não apreciados no processo originário.</p><p>395. CERTO - Dispõe o art. 177 da Lei n°. 8.112/90 que</p><p>o requerimento da revisão do processo será</p><p>dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade</p><p>equivalente. Se autorizar a revisão, o pedido será</p><p>encaminhado ao dirigente do órgão ou entidade</p><p>onde se originou o processo disciplinar.</p><p>396. CERTO - Estabelece o art. 178 que a revisão</p><p>correrá em apenso ao processo originário.</p><p>397. ERRADO - A comissão revisora terá sessenta dias</p><p>para a conclusão dos trabalhos.</p><p>398. ERRADO - Julgada procedente a revisão, a</p><p>penalidade aplicada será declarada sern efeito,</p><p>restabelecendo-se todos os direitos do servidor,</p><p>exceto em relação à destituição do cargo em</p><p>comissão, que será convertida em exoneração.</p><p>399. ERRADO - O art. 182, parágrafo único, estabelece</p><p>que da revisão do processo não poderá resultar</p><p>agravamento de penalidade.</p><p>400. CERTO - Disposto no art. 183 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>401. ERRADO - O art. 183 § 1° dispõe que o servidor</p><p>ocupante de cargo em comissão que não ocupe</p><p>simultaneamente cargo ou emprego efetivo não</p><p>terá direito aos benefícios do Plano de Seguridade</p><p>Social, com exceção da assistência à saúde. Esse</p><p>servidor será filiado obrigatório no Regime Geral da</p><p>Previdência Social - RGPS fazendo jus aos</p><p>benefícios do INSS.</p><p>402. CERTO - O art. 183 § 2° estabelece que o servidor</p><p>afastado ou licenciado do cargo efetivo, sem direito</p><p>à remuneração, inclusive para servir em organismo</p><p>oficial internacional do qual o Brasil seja membro</p><p>efetivo ou com o qual coopere, ainda que contribua</p><p>para regime de previdência social no exterior, terá</p><p>suspenso o seu vínculo com o regime do Plano de</p><p>Seguridade Social enquanto durar o afastamento</p><p>ou a licença.</p><p>403. CERTO - O Plano de Seguridade Social visa a dar</p><p>cobertura aos riscos a que o servidor e sua família</p><p>estão sujeitos. O Plano de Seguridade Social</p><p>compreende um conjunto de benefícios e açoes</p><p>que atendem às seguintes finalidades:</p><p> Garantir meios de subsistência nos eventos de</p><p>doença, invalidez, velhice, acidente em serviço,</p><p>inatividade, falecimento e reclusão; S Proteção</p><p>à maternidade, à adoção e à paternidade;</p><p> Assistência à saúde.</p><p>404. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>405. ERRADO - O art. 184 dispõe que o Plano de</p><p>Seguridade Social tem por finalidade garantir meios</p><p>de subsistência nos eventos de doença, invalidez,</p><p>velhice, acidente em serviço, inatividade,</p><p>falecimento e reclusão; proteção à maternidade, à</p><p>adoção e à paternidade; e, assistência à saúde.</p><p>406. CERTO - O art. 385 da Lei n°. 8.112/90 dispõe os</p><p>benefícios do Plano de Seguridade Social.</p><p>407. ERRADO - A licença por motivo de doença em</p><p>pessoa da família não está entre os benefícios do</p><p>Plano de Seguridade Social. Ver artigos 83 e 185</p><p>da Lei n°. 8.112/90.</p><p>408. CERTO - O art. 185 da Lei n°. 8.112/90 dispõe os</p><p>benefícios do Plano de Seguridade Social.</p><p>409. CERTO - O recebimento indevido de benefícios</p><p>havidos por fraude, dolo ou má-fé implicará a</p><p>devolução ao erário do total auferido, sem prejuízo</p><p>da ação penal cabível.</p><p>410. ERRADO - O servidor será aposentado por</p><p>invalidez permanente, sendo os proventos integrais</p><p>quando decorrente de moléstia profissional,</p><p>acidente em serviço ou doença grave, contagiosa</p><p>ou incurável, especificada em lei, e nos demais</p><p>casos, os proventos serão proporcionais. Nesse</p><p>caso, o servidor será submetido à junta médica</p><p>oficial, que atestará a invalidez quando</p><p>caracterizada a incapacidade para o desempenho</p><p>das atribuições do cargo ou a impossibilidade de</p><p>readaptação do servidor. Ver artigos 186, inciso I e</p><p>§ 3° da Lei n°. 8.112/90.</p><p>411. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>412. ERRADO - Disposto no art. 186, inciso I da Lei n°.</p><p>8.112/90, o servidor será aposentado por invalidez</p><p>permanente, com proventos integrais, quando a</p><p>invalidez for decorrente de doença grave,</p><p>contagiosa ou incurável, especificada em lei.</p><p>413. ERRADO - O servidor, homem ou mulher, será</p><p>aposentado compulsoriamente aos 70 anos de</p><p>idade, com proventos proporcionais ao tempo de</p><p>contribuição.</p><p>414. ERRADO - A aposentadoria proporcional será</p><p>calculada com base no tempo de contribuição e</p><p>não de serviço, conforme determina o artigo 40 da</p><p>Constituição Federal.</p><p>415. ERRADO - O servidor será aposentado</p><p>voluntariamente aos 35 (trinta e cinco) anos de</p><p>contribuição, se homem, e aos 30 (trinta) anos se</p><p>mulher, com proventos integrais. A Constituição</p><p>Federal, no artigo 40, prevê ainda que o servidor</p><p>será aposentado voluntariamente desde que</p><p>cumprido tempo mínimo de 10 (dez) anos de</p><p>efetivo exercício no serviço público e 5 (cinco) anos</p><p>no cargo efetivo em que se dará aposentadoria,</p><p>observada outras condições.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>31</p><p>416. ERRADO - O servidor será aposentado aos 3 O</p><p>(trinta) anos de contribuição em funções de</p><p>magistério se professor, e, 25 (vinte e cinco), se</p><p>professora, com proventos integrais. A Constituição</p><p>estabelece que o beneficio de aposentadoria,</p><p>diferenciado para os professores, são para os</p><p>preenchidos com educação infantil e no ensino</p><p>fundamental e médio.</p><p>417. ERRADO - O servidor será aposentado</p><p>compulsoriamente aos 70 (setenta) anos de idade,</p><p>seja homem ou mulher, com proventos</p><p>proporcionais ao tempo de contribuição.</p><p>418. ERRADO - O disposto no art. 186, III, d da Lei n°.</p><p>8.112/90 foi revogado tacitamente pela</p><p>Constituição que determina que o servidor será</p><p>aposentado voluntariamente, com proventos</p><p>proporcionais ao tempo de contribuição, aos 65</p><p>anos de idade, se homem, e aos 60 anos se</p><p>mulher. ATENÇÃO! Ver artigo 40 da Constituição.</p><p>419. ERRADO - O art. 187 da Lei n°. 8.112/90</p><p>estabelece que a aposentadoria compulsória será</p><p>automática, declarada por ato, e vigorará a partir do</p><p>dia imediato àquele em que o servidor atingir a</p><p>idade-limite de permanência no serviço ativo;</p><p>setenta anos de idade.</p><p>420. CERTO - O art. 188 estabelece que a</p><p>aposentadoria voluntária ou por invalidez vigorará a</p><p>partir da data da publicação do respectivo ato.</p><p>421. CERTO - A lei estabelece que a aposentadoria por</p><p>invalidez será precedida de licença para tratamento</p><p>de saúde, por período não excedente a 24 meses.</p><p>422. CERTO - O art. 188 § 2° dispõe que expirado o</p><p>período de licença e não estando em condições de</p><p>reassumir o cargo ou de ser readaptado, o servidor</p><p>será aposentado,</p><p>423. ERRADO - O art. 189 da Lei n°. 8.112/90 foi</p><p>revogado tacitamente pela Emenda Constitucional</p><p>41 que impede a extensão automática aos inativos</p><p>dos benefícios concedidos aos ativos. Ver nova</p><p>redação do art. 40 § 8° da Constituição.</p><p>424. ERRADO - Quando a aposentadoria for</p><p>proporcional ao tempo de contribuição, o provento</p><p>não será inferior a 1/3 (um terço) da remuneração</p><p>da atividade.</p><p>425. ERRADO - A</p><p>efetivada em cargo de</p><p>atribuições afins, podendo sofrer alterações nos</p><p>vencimentos; e inexistindo cargo vago, o servidor</p><p>ficará em disponibilidade.</p><p>67 ( ). Aproveitamento é uma das formas de vacância</p><p>que constitui o retorno do servidor que estava em</p><p>disponibilidade.</p><p>68 ( ). Reversão é o retorno do servidor demitido</p><p>injustamente.</p><p>69 ( ). No interesse da Administração, o servidor poderá</p><p>ser revertido desde que, entre outros requisitos,</p><p>tenha solicitado a reversão e estável quando na</p><p>atividade.</p><p>70 ( ). A reversão do servidor aposentado poderá</p><p>ocorrer desde que o servidor tenha no máximo</p><p>setenta e cinco anos de idade.</p><p>71 ( ). A reversão ocorrerá no mesmo cargo ou no cargo</p><p>resultante de sua transformação.</p><p>72 ( ). Quando declarado por junta médica oficial que os</p><p>motivos da aposentadoria são insubsistentes, o</p><p>servidor será revertido. Encontrando-se provido o</p><p>cargo, o servidor ficará em disponibilidade até a</p><p>ocorrência de vaga.</p><p>73 ( ). Reintegração é uma forma de provimento que</p><p>consiste na reinvestidura do servidor estável ao</p><p>cargo anteriormente ocupado, quando invalidada</p><p>a sua demissão por decisão administrativa ou</p><p>judicial.</p><p>74 ( ). Quando ocorrer a reintegração e o cargo tiver</p><p>sido extinto, o servidor exercerá suas atribuições</p><p>como excedente.</p><p>75 ( ). A reintegração é a reinvestidura do servidor</p><p>estável no cargo anteriormente ocupada</p><p>Encontrando-se provido o cargo, o seu eventual</p><p>ocupante será revertido ao cargo de origem.</p><p>76 ( ). Á recondução ocorrerá quando o servidor estável</p><p>reprova em estágio probatório relativo a outro</p><p>cargo.</p><p>77 ( ). O retorno do servidor estável ao cargo de</p><p>origem denomina-se recondução.</p><p>Encontrando-se provido o cargo, o servidor será</p><p>aproveitado em outro cargo.</p><p>78 ( ). Aproveitamento é o retorno do servidor que</p><p>estava em disponibilidade em cargo de</p><p>atribuições e vencimentos compatíveis com o</p><p>anteriormente ocupado.</p><p>79 ( ). João, servidor estável, retornou ao cargo</p><p>anteriormente ocupado devido à reintegração de</p><p>Pedro, ocupante anterior do cargo. Esse fato</p><p>caracteriza-se como uma forma de provimento</p><p>denominada remoção.</p><p>80 ( ). O aproveitamento será tornado sem efeito e a</p><p>disponibilidade será cassada, se o servidor não</p><p>entrar em exercício no prazo legal, salvo doença</p><p>comprovada por junta médica.</p><p>81 ( ). A vacância do cargo público decorrerá, entre</p><p>outras formas, de demissão, exoneração,</p><p>transferência e falecimento.</p><p>82 ( ). A vacância poderá resultar de posse em outro</p><p>cargo inacumulável.</p><p>83 ( ). É correto afirmar que a vacância de cargo público</p><p>decorrerá, entre outros, da readaptação do</p><p>servidor.</p><p>84 ( ). A exoneração é forma de vacância de cargo</p><p>público e tem caráter punitivo.</p><p>85 ( ). A redistribuição de servidores constitui forma de</p><p>vacância.</p><p>86 ( ). Redistribuição é o deslocamento do cargo de</p><p>provimento efetivo, ocupado ou vago no âmbito</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>3</p><p>do quadro geral de pessoal, para outro órgão ou</p><p>entidade do mesmo Poder.</p><p>87 ( ). Segundo a Lei n°. 8.112/90, a vacância de cargo</p><p>público decorrerá somente de demissão,</p><p>exoneração, promoção, readaptação, posse em</p><p>outro cargo inacumulável, aposentadoria e</p><p>falecimento.</p><p>88 ( ). A exoneração dar-se-á somente de ofício.</p><p>89 ( ). A exoneração de cargo em comissão dar-se-á</p><p>apenas ajuízo da autoridade competente.</p><p>90 ( ). A dispensa de função de confiança dar-se-á</p><p>ajuízo da autoridade competente ou a pedido do</p><p>próprio servidor.</p><p>91 ( ). A exoneração de cargo em comissão e a</p><p>dispensa de função de confiança ocorrerá quando</p><p>não satisfeitas as condições do estágio</p><p>probatório.</p><p>92 ( ). De acordo com Lei n°. 8.112/90, remoção é o</p><p>deslocamento de cargo de provimento efetivo no</p><p>âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança</p><p>de sede.</p><p>93 ( ). Independentemente do interesse da</p><p>Administração, a remoção poderá ocorrer a</p><p>pedido do servidor, para outra localidade, para</p><p>acompanhar cônjuge ou companheiro, também</p><p>servidor público civil ou militar, que foi deslocado</p><p>no interesse da Administração.</p><p>94 ( ). A remoção ocorrerá de oficio, independente do</p><p>interesse da Administração, para outra</p><p>localidade.</p><p>95 ( ). Entre as modalidades de remoção, tem-se a</p><p>remoção a pedido, a critério da Administração.</p><p>96 ( ). A redistribuição ocorrerá ex officio para</p><p>ajustamento de lotação e da força de trabalho às</p><p>necessidades dos serviços, inclusive nos casos</p><p>de reorganização, extinção ou criação de órgãos</p><p>ou entidade.</p><p>97 ( ). Os servidores investidos em cargo ou função de</p><p>direção ou chefia e os ocupantes de cargo de</p><p>natureza especial terão substitutos indicados em</p><p>resolução do órgão.</p><p>98 ( ). O substituto do servidor investido em função de</p><p>direção assumirá, automática e cumulativamente,</p><p>o exercício da função de direção, nos</p><p>afastamentos legais do titular, devendo optar pela</p><p>remuneração de um deles durante o respectivo</p><p>período.</p><p>DIREITOS E VANTAGENS</p><p>99 ( ). Vencimento é a retribuição pecuniária pelo</p><p>exercício do cargo público, com valor fixado em</p><p>decreto executivo.</p><p>100 ( ). Remuneração é o vencimento do cargo efetivo,</p><p>acrescido das vantagens pecuniárias</p><p>permanentes estabelecidas em lei.</p><p>101 ( ). Conforme a Lei n°. 8.112/90, nenhum servidor</p><p>receberá, a título de vencimento, importância</p><p>inferior ao salário-mínimo.</p><p>102 ( ). O servidor perceberá a remuneração do dia em</p><p>que faltar ao serviço, sem motivo justificado.</p><p>103 ( ). Não poderá ser descontado do servidor, a</p><p>parcela de remuneração diária, proporcional</p><p>aos atrasos, ausências justificadas e saídas</p><p>antecipadas, pois não são prejudiciais ao</p><p>serviço.</p><p>104 ( ). As faltas justificadas decorrentes de caso</p><p>fortuito ou de força maior poderão ser</p><p>compensadas a critério da chefia imediata,</p><p>sendo consideradas como efetivo exercício.</p><p>105 ( ). Nunca poderão incidir descontos sobre a</p><p>remuneração ou proventos do servidor público</p><p>federal.</p><p>106 ( ). Poderá haver consignação em folha de</p><p>pagamento a favor de terceiros mediante</p><p>autorização do servidor, independente da</p><p>concordância da Administração.</p><p>107 ( ). As reposições e indenizações ao erário serão</p><p>previamente comunicadas ao servidor, podendo</p><p>ser parceladas, a pedido do interessado.</p><p>108 ( ). A indenização poderá ser feita em parcelas cujo</p><p>valor não excederá a 20% da remuneração ou</p><p>provento.</p><p>109 ( ). As reposições e indenizacões ao erário poderão</p><p>ser parceladas, desde que o valor de cada</p><p>parcela não seja inferior a 10% da</p><p>remuneração, provento ou pensão.</p><p>110 ( ). Quando constado pagamento indevido no mês</p><p>anterior ao do processamento da folha, a</p><p>reposição será feita em 2 parcelas, desde que</p><p>as parcelas não excedam a 30% da</p><p>remuneração ou provento.</p><p>111 ( ). O servidor em débito com o erário, que for</p><p>demitido ou exonerado, terá o prazo de noventa</p><p>dias para quitar o débito.</p><p>112 ( ). Conforme previsto na Lei n°. 8.112/90, o</p><p>servidor que não quitar o débito com o erário, no</p><p>prazo previsto em lei, terá seu nome inscrito no</p><p>SERASA.</p><p>113 ( ). O servidor em débito com o erário que tiver sua</p><p>disponibilidade cassada deverá quitar o débito</p><p>no prazo legal de sessenta dias.</p><p>114 ( ). Maria Clara, servidor pública, em razão de</p><p>decisão liminar, recebeu a quantia de R$</p><p>10.000,00. A referida decisão foi posteriormente</p><p>cassada. Nesse caso, o valor percebido por</p><p>Maria Clara não precisa ser restituído, uma vez</p><p>que a Lei prevê que "a lei não retroagirá, salvo</p><p>para beneficiar o réu".</p><p>115 ( ). O vencimento, a remuneração e o provento não</p><p>serão objetos de arresto, sequestro ou penhora,</p><p>exceto nos casos de dívidas com terceiros e</p><p>pensão alimentícia.</p><p>116 ( ). Além do vencimento, poderão ser pagas ao</p><p>servidor as vantagens de indenização,</p><p>gratificações e adicionais.</p><p>117 ( ). As indenizacões, em hipótese alguma,</p><p>incorporam-se ao vencimento ou provento.</p><p>118 ( ). Assim como a indenização, as gratificações e os</p><p>adicionais não se</p><p>lei prevê que ao servidor aposentado</p><p>será paga a gratificação natalina, até o dia vinte do</p><p>mês de dezembro, em valor equivalente ao</p><p>respectivo provento, deduzido o adiantamento</p><p>recebido.</p><p>426. CERTO - A Lei n°. 8.112/90, art. 196 dispõe que</p><p>será devido à servidora o auxílio-natalidade por</p><p>motivo de nascimento de filho, inclusive no caso de</p><p>natimorto, em quantia equivalente ao menor</p><p>vencimento do serviço público.</p><p>427. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>428. ERRADO - No caso de parto múltiplo o valor será</p><p>acrescido de 50%, por nascituro.</p><p>429. CERTO - A lei prevê que o auxílio-natal ida de será</p><p>devido ao cônjuge ou companheiro servidor</p><p>público, quando a parturiente não for servidora.</p><p>430. CERTO - O art. 197 dispõe que o salário-família é</p><p>devido ao servidor ativo ou inativo, por dependente</p><p>econômico.</p><p>431. ERRADO - Para efeito de percepção do</p><p>salário-família, são considerados dependentes</p><p>económicos: o cônjuge ou companheiro e os filhos,</p><p>inclusive os enteados até 21 anos de idade ou, se</p><p>estudante, até 24 anos ou, se inválido, de qualquer</p><p>idade; o menor de 21 anos que, mediante</p><p>autorização judicial, viver na companhia e às</p><p>expensas do servidor, ou do inativo; a mãe e o pai</p><p>sem economia própria.</p><p>432. ERRADO - O servidor perceberá o salário-família</p><p>por dependente até os 24 anos de idade, se</p><p>estudante e por dependente de qualquer idade, se</p><p>inválido. Ver comentários do item anterior.</p><p>433. CERTO - Estabelece o art. 198 da Lei n°. 8.112/90</p><p>que não se configura a dependência económica</p><p>quando o beneficiário do salário-família perceber</p><p>rendimento do trabalho ou de qualquer outra fonte,</p><p>inclusive pensão ou do provento da aposentadoria,</p><p>em valor igual ou superior ao salário-mínimo.</p><p>434. ERRADO - O salário-família é devido ao pai ou a</p><p>mãe do servidor, quando viverem em comum.</p><p>Quando separados, será pago a um e outro, de</p><p>acordo com a distribuição dos dependentes.</p><p>Lembrando que o parágrafo único do artigo 199</p><p>dispõe que ao pai e à mãe equiparam -se o</p><p>padrasto, a madrasta e, na falta destes, os</p><p>representantes legais dos incapazes.</p><p>435. CERTO - O salário-família não está sujeito a</p><p>qualquer tributo, nem servirá de base para qualquer</p><p>contribuição, inclusive para a Previdência Social,</p><p>conforme disposto no artigo 200 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>436. ERRADO - Dispõe o art. 201 que o afastamento do</p><p>cargo efetivo, sem remuneração, não acarreta a</p><p>suspensão do pagamento do salário-família.</p><p>437. CERTO - Dispõe o art. 202 da Lei n°. 8.112/90 que</p><p>ao servidor será concedida licença para tratamento</p><p>de saúde, a pedido ou de ofício, com base em</p><p>perícia médica, sem prejuízo da remuneração a</p><p>que fizer jus.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>32</p><p>438. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>439. ERRADO - A lei prevê que para licença de até 30</p><p>dias, a inspeção será feita por médico do setor de</p><p>assistência do órgão de pessoal, e por junta médica</p><p>oficial se o prazo for superior a 30 dias.</p><p>440. CERTO - Dispõe o art. 203 § 4° que o servidor que</p><p>durante o mesmo exercício atingir o limite de 30</p><p>dias de licença para tratamento de saúde,</p><p>consecutivos ou não, para a concessão de nova</p><p>licença, será submetido à inspeção por junta</p><p>médica oficial.</p><p>441. CERTO - Disposto no art. 204 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>442. ERRADO - O servidor que apresentar indícios de</p><p>lesão orgânica ou funcional será submetido à</p><p>inspeção médica, conforme disposto no artigo 206.</p><p>443. ERRADO - Está expresso no artigo 207 da Lei n°.</p><p>8.112/90 que, à servidora gestante conceder-se-á</p><p>licença por 120 dias consecutivos, sem prejuízo da</p><p>remuneração. O § 1° dispõe que a licença poderá</p><p>ter início no primeiro dia do nono mês de gestação,</p><p>salvo antecipação por prescrição médica. No caso</p><p>de nascimento prematuro, a licença terá início a</p><p>partir do parto.</p><p>444. ERRADO - No caso de natimorto, decorridos 30</p><p>dias do ocorrido, a servidora será submetida a</p><p>exame médico, e se julgada apta, reassumirá o</p><p>exercício. Ver artigo 207 § 3°.</p><p>445. ERRADO - No caso de aborto atestado por médico</p><p>oficial, a servidora fará jus a 30 dias de repouso</p><p>remunerado.</p><p>446. ERRADO - O servidor terá direito a</p><p>licença-paíernidade de cinco dias consecutivos</p><p>pelo nascimento ou adoção de filhos.</p><p>447. CERTO -Dispõe o art. 209 da Lei n°. 8.112/90 que</p><p>para amamentar o próprio filho, até a idade de seis</p><p>meses, a servidora lactante terá direito, durante a</p><p>jornada de t rabalho, a uma hora de descanso, que</p><p>poderá ser parcelada em dois períodos de meia</p><p>hora.</p><p>448. ERRADO - A servidora que adotar ou obtiver</p><p>guarda judicial de criança até urn ano de idade</p><p>serão concedidos 90 dias de licença remunerada.</p><p>449. CERTO - Previsto no artigo 210, parágrafo único.</p><p>Ver comentários do item anterior.</p><p>450. ERRADO - O servidor acidentado em serviço será</p><p>licenciado com remuneração integral.</p><p>451. ERRADO - Configura acidente em serviço o dano</p><p>físico ou mental sofrido pelo servidor, que se</p><p>relacione, mediata ou imediatamente, com as</p><p>atribuições do cargo exercido.</p><p>452. CERTO - Disposto no art. 212 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>Ver comentários do item anterior.</p><p>453. ERRADO - A lei estabelece que o dano decorrente</p><p>de agressão sofrida e não provocada pelo servidor</p><p>no exercício do cargo equipara-se ao acidente em</p><p>serviço.</p><p>454. CERTO - Equípara-se ao acidente em serviço o</p><p>dano sofrido no percurso da residência para o</p><p>trabalho e vice-versa, conforme disposto no artigo</p><p>212, parágrafo único.</p><p>455. ERRADO - Está previsto na Lei n°. 8.112/90, artigo</p><p>213 que o servidor acidentado em serviço que</p><p>necessitar de tratamento especializado poderá ser</p><p>tratado em instituição privada, à conta de recursos</p><p>públicos, desde o tratamento seja recomendado</p><p>por junta médica oficial e inexistirem meios e</p><p>recursos adequados em instituição pública.</p><p>456. ERRADO - Ver comentários do itera anterior.</p><p>457. ERRADO - O prazo para a prova do acidente é de</p><p>10 dias, prorrogáveis quando as circunstâncias o</p><p>exigirem.</p><p>458. CERTO - O arl. 215 da Lei n°. 8.112/90 dispõe que</p><p>por morte do servidor, os dependentes fazem jus a</p><p>uma pensão mensal de valor correspondente ao da</p><p>respectiva remuneração ou provento, a partir da</p><p>data do óbito, observado o limite previsto em lei.</p><p>459. ERRADO - O art. 216 estabelece que as pensões</p><p>distinguem-se, quanto à natureza, em vitalícias e</p><p>temporárias.</p><p>460. CERTO - A pensão vitalícia é composta de cota ou</p><p>cotas permanentes, que somente se extinguem ou</p><p>revertem com a morte de seus beneficiários,</p><p>conforme disposto no artigo 216 § 1° da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>461. ERRADO - A pensão temporária é composta de</p><p>cota ou cotas que podem se extinguir ou reverte por</p><p>motivo de morte, cessação da invalidez ou</p><p>maioridade do beneficiário. Ver comentários do</p><p>item anterior e artigo 216 § 2°.</p><p>462. ERRADO - São beneficiários da pensão vitalícia o</p><p>cônjuge; a pessoa desquitada, separada</p><p>judicialmente ou divorciada, com percepção de</p><p>pensão alimentícia; o companheiro ou</p><p>companheira designado que comprove união</p><p>estável como entidade familiar; a mãe e o pai que</p><p>comprovem dependência económica do servidor; a</p><p>pessoa designada, maior de 60 anos e a pessoa</p><p>portadora de deficiência, que vivam sob a</p><p>dependência económica do servidor. Os filhos,</p><p>entre outros, são beneficiários da pensão</p><p>temporária. Ver artigo 217, incisos I e II da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>33</p><p>463. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>464. CERTO - Ver artigo 217, inciso I da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>465. CERTO - A concessão da pensão vitalícia ao</p><p>cônjuge, companheiro ou companheira exclui o</p><p>direito da mãe e do pai, da pessoa maior de 60</p><p>anos de idade e do portador de deficiência, que</p><p>vivam sob dependência económica do servidor. Ver</p><p>artigo 217 § 1° da Lei n°. 8.112/90.</p><p>466. CERTO - O art. 217, inciso II, dispõe que são</p><p>beneficiários da pensão</p><p>temporária os filhos, ou</p><p>enteados, até 21 anos de idade, ou, se inválidos,</p><p>enquanto durar a invalidez; o menor sob guarda ou</p><p>tutela até 21 anos de idade; o irmão órfão, até 21</p><p>anos de idade, e o inválido, enquanto durar a</p><p>invalidez, que comprovem dependência económica</p><p>do servidor; a pessoa designada que viva na</p><p>dependência económica do servidor, até 21 anos</p><p>de idade, ou, se inválida, enquanto durar a</p><p>invalidez.</p><p>467. ERRADO - Ver comentários do item anterior.</p><p>468. CERTO - A concessão da pensão temporária aos</p><p>filhos, ou enteados, até 21 anos, ou, se inválidos</p><p>enquanto durar a invalidez; ao menor sob guarda</p><p>ou tutela até 21 anos de idade exclui o direito do</p><p>irmão órfão, até os 21 anos, e do inválido, enquanto</p><p>durar a invalidez, que comprovem dependência</p><p>económica do servidor; e da pessoa designada que</p><p>viva na dependência económica do servidor, até 21</p><p>anos, ou, se inválida, enquanto durar a invalidez.</p><p>Ver artigo 217 § 2° da Lei n° 8.112/90.</p><p>469. ERRADO - O art. 218 dispõe que a pensão será</p><p>concedida integralmente ao titular da pensão</p><p>vitalícia, exceto se existirem beneficiários da</p><p>pensão temporária.</p><p>470. CERTO - Estabelecido pelo art. 218 § 1° que</p><p>ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão</p><p>vitalícia, o seu valor será distribuído em partes</p><p>iguais entre os beneficiários habilitados.</p><p>471. ERRADO - Ocorrendo habilitação à pensão</p><p>vitalícia e temporária, metade do valor caberá ao</p><p>titular ou titulares da pensão vitalícia e a outra</p><p>metade será rateada em partes iguais, entre os</p><p>titulares da pensão temporária.</p><p>472. ERRADO - A pensão poderá ser requerida a</p><p>qualquer tempo, prescrevendo tão somente as</p><p>prestações exigíveis há mais de cinco anos.</p><p>473. ERRADO - O art. 219, parágrafo único dispõe que</p><p>depois de concedida a pensão, qualquer prova</p><p>posterior ou habilitação tardia que implique a</p><p>exclusão de beneficiário ou redução de pensão só</p><p>produzirá efeitos a partir da data em que for</p><p>oferecida.</p><p>474. CERTO - Está previsto no art. 220 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>475. CERTO - A lei prevê que haverá pensão provisória</p><p>por morte presumida do servidor, nos casos de</p><p>declaração de ausência; desaparecimento em</p><p>desabamento, inundação, incêndio ou acidente não</p><p>caracterizado como em serviço; e desaparecimento</p><p>no desempenho das atribuições do cargo ou era</p><p>missão de segurança. Ver artigo 221, parágrafo</p><p>único da Lei n°. 8.112/90.</p><p>476. CERTO - Ver comentários do item anterior.</p><p>477. ERRADO - Dispõe o art. 221, parágrafo único que</p><p>a pensão provisória será transformada em vitalícia</p><p>ou temporária, conforme o caso, decorridos cinco</p><p>anos de sua vigência, ressalvado o eventual</p><p>reaparecimento do servidor, hipótese em que o</p><p>benefício será cancelado automaticamente.</p><p>478. CERTO - O art. 222 dispõe os casos que acarretam</p><p>a perda da qualidade de beneficiário, entre eles, o</p><p>seu falecimento; a anulação do casamento, quando</p><p>a decisão ocorrer após a concessão da pensão ao</p><p>cônjuge; a cessação de invalidez, em se tratando</p><p>de beneficiário inválido; a maioridade de filho,</p><p>irmão órfão ou pessoa designada, aos 21 anos de</p><p>idade; a acumulação de pensão na forma do art.</p><p>225; e a renúncia expressa. O art. 225 estabelece</p><p>que é vedada a percepção cumulativa de rnais de</p><p>duas pensões, ressalvado o direito de opção.</p><p>479. CERTO - Está previsto na Lei n°. 8.112/90 como</p><p>uma das hipóteses em que a pessoa perderá a</p><p>qualidade de beneficiário.</p><p>480. CERTO - No caso de morte ou da perda da</p><p>qualidade de beneficiário da pensão vitalícia, a</p><p>respectiva cota reverterá para os remanescentes</p><p>da pensão vitalícia ou para os titulares da pensão</p><p>temporária, se não houver pensionista</p><p>remanescente da pensão vitalícia. No caso de</p><p>beneficiário da pensão temporária, a respectiva</p><p>cota reverterá para OS CO-benefitiários da pensão</p><p>temporária, ou na falta destes, para o beneficiário</p><p>da pensão vitalícia. Ver artigo 223 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>481. ERRADO - Dispõe o art. 225 que é vedada a</p><p>percepção cumulativa de mais de duas pensões,</p><p>ressalvado o direito de opção.</p><p>482. CERTO - O auxílio-funeral é devido à família do</p><p>servidor falecido na atividade ou aposentado,</p><p>conforme disposto pelo artigo 226 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>34</p><p>483. ERRADO - O valor do auxílio-funeral será</p><p>equivalente a um mês da remuneração ou</p><p>provento.</p><p>484. CERTO - O art. 226 § 1° dispõe que no caso de</p><p>acumulação legal de cargos, o auxílio será pago</p><p>em razão do cargo de maior remuneração.</p><p>485. ERRADO - O auxílio-funeral será pago no prazo de</p><p>48 horas à pessoa da família que houver custeado</p><p>o funeral, por meio de procedimento sumaríssimo.</p><p>486. ERRADO - O art. 227 da Lei n° 8.112/90</p><p>estabelece que se o funeral for custeado por</p><p>terceiro, este será indenizado. Ver comentários do</p><p>item anterior.</p><p>487. CERTO - A lei estabelece que, no caso de</p><p>falecimento do servidor em serviço fora do local de</p><p>trabalho, inclusive no exterior, as despesas de</p><p>transporte do corpo correrão à conta de recursos</p><p>da União, autarquia ou fundação pública.</p><p>488. CERTO - Dispõe o art. 229 que à família do</p><p>servidor ativo é devido o auxílio-reclusão.</p><p>489. ERRADO - Dispõe o art. 229 que à família do</p><p>servidor será devido o auxílio-reclusão no valor</p><p>correspondente a 2/3 da remuneração, quando</p><p>afastado por motivo de prisão, em flagrante ou</p><p>preventiva, determinada pela autoridade</p><p>competente, enquanto durar a prisão.</p><p>490. ERRADO - Dispõe o art. 229, inciso II, que à família</p><p>do servidor será devido o auxílio-reclusão no valor</p><p>correspondente a metade da remuneração, em</p><p>virtude de condenação, por sentença definitiva,</p><p>desde que a pena não determine a perda do cargo.</p><p>491. ERRADO - Em razão de prisão, em flagrante ou</p><p>preventiva, caso o servidor seja absolvido, terá</p><p>direito a integralização da remuneração.</p><p>492. CERTO - Previsto no § 2° do art. 229 da Lei n°</p><p>8.112/90.</p><p>493. ERRADO - A assistência à saúde do servidor, ativo</p><p>ou inativo, e de sua família compreende assistência</p><p>médica, hospitalar, odontológica, psicológica e</p><p>farmacêutica.</p><p>494. CERTO - Disposto pelo art. 230 § 3° que a União,</p><p>autarquias e fundações estão autorizadas a</p><p>celebrar convénios exclusivamente para a</p><p>prestação de serviços de assistência à saúde</p><p>para seus servidores ou empregados ativos,</p><p>aposentados, pensionistas, bern como para seus</p><p>respectivos grupos familiares definidos, com</p><p>entidades de autogestão por elas patrocinadas por</p><p>meio de instrumentos jurídicos efetivamente</p><p>celebrados e publicados até 12 de fevereiro de</p><p>2006 e possuam autorização de funcionamento do</p><p>órgão regulador.</p><p>495. CERTO - A União, as autarquias e fundações estão</p><p>autorizadas a contratar operadoras de planos e</p><p>seguros privados de assistência à saúde que</p><p>possuam autorização de funcionamento do órgão</p><p>regulador, mediante licitação.</p><p>496. ERRADO - O dia do servidor público é</p><p>comemorado no dia 28 de outubro, conforme o</p><p>artigo 236 da Lei n°. 8.112/90.</p><p>497. CERTO - Está previsto no art. 237 da Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>498. CERTO - Além dos planos de carreira, a lei prevê</p><p>os seguintes incentivos: prémios, concessão de</p><p>medalhas, diplomas de honra ao mérito,</p><p>condecoração e elogios.</p><p>499. ERRADO - A Lei n° 8.112/90 dispõe que, por</p><p>motivo de crença religiosa ou de convicção</p><p>filosófica ou política, o servidor não poderá ser</p><p>privado de quaisquer dos seus direitos, sofrer</p><p>discriminação em sua vida funcional, nem eximir -se</p><p>de cumprimento de seus deveres. O art. 5°, inciso</p><p>VIII da Constituição Federal dispõe que "ninguém</p><p>será privado de direito por motivo de crença</p><p>religiosa ou de convicção filosófica ou política,</p><p>salvo se as invocar para eximir-se de obrigação</p><p>legal a todos imposta e recusar-se a cumprir</p><p>prestação alternativa, fixada em lei".</p><p>500. CERTO - A lei estabelece que ao servidor público</p><p>civil é assegurado, nos termos da Constituição</p><p>Federal, o direito à livre</p><p>associação sindical, entre</p><p>outros. A CF/88, art. 5°, inciso XVII dispõe que "é</p><p>plena a liberdade de associação para fins lícitos,</p><p>vedada a de caráter paramilitar".</p><p>incorporam aos vencimentos.</p><p>119 ( ). Para efeito de concessão de quaisquer outros</p><p>acréscimos pecuniários ulteriores, sob o mesmo</p><p>título ou idêntico fundamento, as vantagens</p><p>pecuniárias não serão computadas, nem</p><p>acumuladas.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>4</p><p>120 ( ). São espécies de indenização a ajuda de custo,</p><p>as diárias, o transporte e o auxílio-moradia.</p><p>121 ( ). A indenização incluída recentemente na Lei n°.</p><p>8.112, de 11 de novembro de 1990, é o</p><p>auxílio-moradia.</p><p>122 ( ). A ajuda de custo destina-se a compensar as</p><p>despesas de instalação do senador que, no</p><p>interesse da administração, passar a ter</p><p>exercício em nova sede, em caráter transitório.</p><p>123 ( ). Maria, servidora pública, casada com António,</p><p>também servidor público, passa a ter exercício</p><p>em nova sede, com mudança de domicilio em</p><p>caráter permanente. António também passa a</p><p>ter exercício em nova sede, sendo a mesma</p><p>Maria. Nesse caso, ambos os servidores farão</p><p>jus à ajuda de custo.</p><p>124 ( ). A ajuda de custo não abrange as despesas de</p><p>transporte da família do servidor.</p><p>125 ( ). São assegurados ajuda de custo e transporte</p><p>para a localidade de origem, à família do</p><p>servidor que falecer na nova sede, dentro do</p><p>prazo de 2 (dois) anos, a contar do óbito.</p><p>126 ( ). Será paga ajuda de custo ao servidor que for</p><p>deslocado, a pedido, para outra localidade em</p><p>caráter permanente.</p><p>127 ( ). A ajuda de custo não poderá exceder a</p><p>importância correspondente a três</p><p>remunerações.</p><p>128 ( ). O servidor que se afastar do cargo, ou</p><p>reassumi-lo, em virtude de mandato eletivo, fará</p><p>jus à ajuda de custo.</p><p>129 ( ). Àquele que for nomeado para cargo em comissão</p><p>com mudança de domicílio, mesmo que não</p><p>seja servidor da "União, será concedida a ajuda</p><p>de custo.</p><p>130 ( ). O servidor que passar a ter exercício em nova</p><p>sede, com mudança de domicílio, em caráter</p><p>permanente, terá o prazo de quinze dias para se</p><p>apresentar na nova sede.</p><p>131 ( ). O servidor que, injustificadamente, não se</p><p>apresentar na nova sede no prazo de quinze</p><p>dias ficará obrigado a restituir a ajuda de custo</p><p>no prazo de dez dias.</p><p>132 ( ). O servidor que afastar-se da sede, a serviço, em</p><p>caráter eventual ou transitório fará jus a ajuda</p><p>de custo.</p><p>133 ( ). Diária é a indenização concedida ao servidor para</p><p>fazer face às despesas com pousada,</p><p>alimentação e locomoção urbana, nos casos de</p><p>deslocamento temporário do servidor.</p><p>134 ( ). A diária será concedida por dia de afastamento e</p><p>será devida pela metade quando o</p><p>deslocamento não exigir per noite fora da sede,</p><p>ou quando a União custear, por outros meios, as</p><p>despesas extraordinárias garantidas por diárias.</p><p>135 ( ). O servidor sempre que se deslocar da sede fará</p><p>jus a diárias, ainda que o deslocamento</p><p>constituir exigência permanente do cargo.</p><p>136 ( ). O servidor que receber diárias e não afastar da</p><p>sede, por qualquer motivo, fica obrigado a</p><p>restituí-las integralmente, no prazo de sete dias.</p><p>137 ( ). Nos casos em que o servidor retornar à sede em</p><p>prazo menor do que o previsto para o seu</p><p>afastamento, restituirá as diárias recebidas em</p><p>excesso no prazo de cinco dias,</p><p>138 ( ). Fará jus a diárias o servidor que realizar</p><p>despesas com a utilização de meio próprio de</p><p>locomoção, face às atribuições do cargo.</p><p>139 ( ). O auxílio-moradia consiste no ressarcimento das</p><p>despesas comprovadamente realizadas pelo</p><p>servidor com aluguel de moradia ou com meio</p><p>de hospedagem administrado por empresa</p><p>hoteleira, no prazo de 15 dias após a</p><p>comprovação da despesa pelo servidor.</p><p>140 ( ). Conceder-se-á auxilio-moradia para o</p><p>ressarcimento das despesas com aluguel ou</p><p>com meio de hospedagem administrado por</p><p>empresa hoteleira, nos casos em que não</p><p>houver imóvel funcional disponível para uso do</p><p>servidor que, mudou-se do local de residência</p><p>para ocupar qualquer cargo efetivo.</p><p>141 ( ). Conceder-se-á auxílio-moradia ao servidor que</p><p>for nomeado para cargo efetivo em local</p><p>diferente de sua residência.</p><p>142 ( ). Se houver imóvel funcional disponível para uso</p><p>pelo servidor, ele poderá optar entre ocupar o</p><p>imóvel ou receber o auxílio-moradia.</p><p>143 ( ). Se o cônjuge ou companheiro do servidor</p><p>ocupar imóvel funcional, não será concedido o</p><p>auxílio-moradia.</p><p>144 ( ). Não fará jus ao auxílio-moradia, o servidor que</p><p>tenha sido proprietário de imóvel no município</p><p>onde for exercer o cargo, nos doze meses que</p><p>antecederem a sua nomeação.</p><p>145 ( ). O servidor não receberá auxílio-moradia se</p><p>residir com outra pessoa que receba o</p><p>benefício.</p><p>146 ( ). É garantido ao servidor o auxílio-moradia desde</p><p>que não tenha residido no município, onde for</p><p>exercer o cargo, nos últimos vinte e quatro</p><p>meses.</p><p>147 ( ). António, servidor público, foi designado para</p><p>exercer função de confiança em local diferente</p><p>de sua residência, em setembro de 2007.</p><p>António morou nesse mesmo município por</p><p>quarenta dias, em janeiro do mesmo ano. Nesse</p><p>caso, António não fará jus ao auxílio-moradia.</p><p>148 ( ). Se o servidor for designado para exercer função</p><p>de confiança em município diferente do que</p><p>reside, e esse deslocamento tenha sido por</p><p>força de alteração de lotação, será garantido ao</p><p>servidor auxílio-moradia.</p><p>149 ( ). Somente receberá o auxílio-moradia, o servidor</p><p>que tenha se deslocado após 30 de junho de</p><p>2006.</p><p>150 ( ). Maria, residente no município de Luziânia,</p><p>exerceu cargo em comissão, no município de</p><p>Formosa, entre o período de 07 de maio a 23 de</p><p>julho de 2007, quando retornou para Luziânia.</p><p>No dia 8 de outubro desse mesmo ano, Maria foi</p><p>designada para exercer cargo em comissão</p><p>diferente daquele, mas novamente em</p><p>Formosa. Nessa situação, Maria não fará jus ao</p><p>auxílio-moradia, uma vez que residiu no</p><p>município de Formosa, nos últimos 12 meses.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>5</p><p>151 ( ). O auxílio-moradia não será concedido por prazo</p><p>superior a dois anos.</p><p>152 ( ). Ainda que o servidor mude de cargo ou de</p><p>município de exercício do cargo, não será</p><p>concedido auxílio-moradia por prazo superior a</p><p>cinco anos dentro de cada período de oito anos.</p><p>153 ( ). O valor do auxílio-moradia será de até 20% da</p><p>remuneração do cargo em comissão ocupado</p><p>pelo servidor.</p><p>154 ( ). Em hipótese alguma, o valor do auxílio-moradia</p><p>poderá ser superior ao recebido por Ministro de</p><p>Estado.</p><p>155 ( ). Somente nos casos de falecimento e</p><p>exoneração, o auxílio-moradia continuará sendo</p><p>pago por um mês.</p><p>156 ( ). Caso o servidor adquira um imóvel no município</p><p>onde exerce suas funções, cessará</p><p>imediatamente o auxílio-moradia.</p><p>157 ( ). De acordo com os casos previstos em lei, o</p><p>servidor fará jus ao adicional pelo exercício de</p><p>atividades insalubres, perigosas ou penosas.</p><p>158 ( ). A Lei n°. 8.112/90 estabelece que, além do</p><p>vencimento e das vantagens, será concedido ao</p><p>servidor ret ribuição pelo exercício de função de</p><p>direção, chefia e assessoramento.</p><p>159 ( ). Além do vencimento e das vantagens previstas</p><p>em Lei, será concedido ao servidor gratificação</p><p>natalina correspondente a 1/12 avos da</p><p>remuneração, calculada sobre a média dos</p><p>últimos 3 meses.</p><p>160 ( ). A gratificação natalina será paga até o 5° dia útil</p><p>do mês de dezembro de cada ano.</p><p>161 ( ). O servidor que trabalha em contato permanente</p><p>com substâncias tóxicas, radioativas ou com</p><p>risco de vida fará jus a um adicional sobre o</p><p>vencimento do cargo efetivo.</p><p>162 ( ). O servidor poderá, em alguns casos, acumular o</p><p>recebimento dos adicionais de insalubridade e</p><p>de periculosidade.</p><p>163 ( ). Em hipótese alguma, o servidor poderá receber</p><p>os adicionais de penosidade e periculosidade</p><p>cumulativamente.</p><p>164 ( ). Ao cessar as condições ou riscos que deram</p><p>causa a concessão do adicional de</p><p>insalubridade ou periculosidade, o servidor fará</p><p>jus ao adicional por mais três meses.</p><p>165 ( ). A servidora gestante ou lactante exercerá suas</p><p>atividades em local salubre e em serviço não</p><p>penoso e não perigoso.</p><p>166 ( ). Fará jus ao adicional de periculosidade, o</p><p>servidor que exercer suas atividades em zonas</p><p>de fronteira ou em locais cujas atribuições de</p><p>vida o justifiquem.</p><p>167 ( ). Os servidores que operam com Raios-X ou com</p><p>substâncias radioativas serão submetidos a</p><p>exames médicos a cada 6 meses.</p><p>168 ( ). O serviço extraordinário será remunerado com</p><p>acréscimo de 25% em relação à hora normal de</p><p>trabalho.</p><p>169 ( ). O serviço extraordinário somente será admitido</p><p>para atender a situações excepcionais e</p><p>temporárias.</p><p>170 ( ). O limite máximo para o serviço extraordinário</p><p>será de 4 horas por jornada.</p><p>171 ( ). O serviço noturno terá o valor-hora acrescido de</p><p>25%, computando-se cada hora como</p><p>cinquenta e cinco minutos.</p><p>172 ( ). O serviço prestado entre 22 horas de ura dia e 6</p><p>horas do dia seguinte será considerado serviço</p><p>noturno.</p><p>173 ( ). O servidor que fizer jus ao adicional por serviço</p><p>extraordinário e adicional por serviço noturno</p><p>deverá optar por um deles.</p><p>174 ( ). Independentemente de solicitação, por motivo</p><p>das férias, será pago ao servidor um adicional</p><p>correspondente a 1/3 da remuneração do</p><p>período das férias.</p><p>175 ( ). O servidor terá direito a 30 dias de férias anuais,</p><p>sendo que para o primeiro período de férias</p><p>serão exigidos 12 meses de exercício.</p><p>176 ( ). A Lei n°. 8.112/90 autoriza a Administração</p><p>descontar das férias do servidor as faltas</p><p>injustificadas ao serviço, sendo que o servidor</p><p>deverá ser comunicado previamente.</p><p>177 ( ). As férias são consideradas como de efetivo</p><p>exercício.</p><p>178 ( ). A pedido do servidor, as férias poderão ser</p><p>parcelas em até três etapas, independente do</p><p>interesse da Administração.</p><p>179 ( ). Em caso de parcelamento das férias, o servidor</p><p>receberá o adicional de férias quando da</p><p>utilização do primeiro período.</p><p>180 ( ). O pagamento da remuneração das férias será</p><p>efetuado até 5 dias antes do inicio do respectivo</p><p>período.</p><p>181 ( ). O servidor exonerado do cargo efetivo ou em</p><p>comissão fará jus à indenização relativa ao</p><p>período das férias a que tiver direito e ao</p><p>incompleto, na proporção de 1/12 avos por mês</p><p>de efetivo exercício, ou fração superior 14 dias.</p><p>182 ( ). A indenização relativa ao período de férias</p><p>devidas ao servidor exonerado do cargo efetivo</p><p>ou em comissão será calculada com base na</p><p>remuneração do mês em que for publicado o ato</p><p>de exoneração.</p><p>183 ( ). O servidor que opera direta e permanentemente</p><p>com Raios X ou substâncias radioativas gozará</p><p>de 15 dias consecutivos de férias, por semestre</p><p>de atividade profissional.</p><p>184 ( ). O servidor que opera direta e permanentemente</p><p>com substâncias radioativas poderá, no</p><p>interesse da Administração, acumular até dois</p><p>períodos de férias.</p><p>185 ( ). As férias do servidor poderão ser interrompidas</p><p>somente por motivo de calamidade pública ou</p><p>comoção interna.</p><p>186 ( ). Se declarada necessidade do serviço pela</p><p>autoridade máxima do órgão, as férias do</p><p>servidor poderão ser interrompidas.</p><p>187 ( ). Nos casos previstos em lei, ao servidor serão</p><p>concedidas licença para capacitação, licença</p><p>para atividade política e licença para tratar de</p><p>interesses particulares, entre outras.</p><p>188 ( ). O servidor que fizer jus à licença por motivo de</p><p>doença em pessoa da família poderá, durante o</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>6</p><p>período da licença, exercer outra atividade</p><p>remunerada desde que temporariamente.</p><p>189 ( ). A licença concedida dentro do prazo de noventa</p><p>dias do término de outra licença da mesma</p><p>espécie será considerada prorrogação.</p><p>190 ( ). Conceder-se-á ao servidor licença por motivo</p><p>de doença em pessoa da família, a qual será</p><p>precedida de exame por médico ou por junta</p><p>médica oficial.</p><p>191 ( ). Durante o período em que o servidor estiver</p><p>gozando da licença por motivo de doença em</p><p>pessoa da família é vedado o exercício de</p><p>atividade remunerada.</p><p>192 ( ). Não se considera prorrogação, a licença</p><p>concedida dentro do período de 60 dias do</p><p>término de outra licença da mesma espécie.</p><p>193 ( ). Ao servidor em estágio probatório poderá ser</p><p>concedida licença por motivo de doença em</p><p>pessoa da família.</p><p>194 ( ). Ficará suspenso o estágio probatório do</p><p>servidor que gozar de licença por motivo de</p><p>doença em pessoa da família.</p><p>195 ( ). Ao servidor poderá ser concedida licença por</p><p>motivo de doença do cônjuge ou companheiro,</p><p>dos pais, dos filhos e dos irmãos.</p><p>196 ( ). A licença por motivo de doença em pessoa da</p><p>família somente será concedida se a assistência</p><p>direta do servidorfor indispensável e não puder</p><p>serprestada simultaneamente corn o exercício</p><p>do cargo ou mediante compensação de horário,</p><p>previsto ern lei.</p><p>197 ( ). Será concedida, sem prejuízo da remuneração</p><p>do cargo efetivo, licença por motivo de doença</p><p>em pessoa da família por um período de até 90</p><p>dias, improrrogáveis.</p><p>198 ( ). Ao servidor em estágio probatório poderá ser</p><p>concedida licença por motivo de afastamento do</p><p>cônjuge ou companheiro que foi deslocado para</p><p>outro ponto do território nacional, para o exterior</p><p>ou para o exercício de mandato eletivo dos</p><p>Poderes Executivo e Legislativo.</p><p>199 ( ). O servidor que gozar de licença por motivo de</p><p>afastamento do cônjuge ou companheiro terá o</p><p>estágio probatório suspenso.</p><p>200 ( ). A licença por motivo de afastamento do cônjuge</p><p>ou companheiro será concedida pelo prazo</p><p>máximo de 5 anos, sem remuneração.</p><p>201 ( ). O servidor que gozar da licença por motivo de</p><p>afastamento do cônjuge ou companheiro</p><p>poderá ter exercício provisório em órgão ou</p><p>entidade da Administração Federal direta,</p><p>autárquica ou fundacional.</p><p>202 ( ). Ao servidor convocado para o serviço militar,</p><p>mesmo que em estágio probatório, será</p><p>concedida licença.</p><p>203 ( ). A licença para o serviço militar suspende o</p><p>estágio probatório.</p><p>204 ( ). O servidor fará jus à licença para atividade</p><p>política, com remuneração, durante o período</p><p>que mediar entre a sua escolha em convenção</p><p>partidária e até o décimo dia seguinte ao da</p><p>eleição.</p><p>205 ( ). O estágio probatório ficará suspenso durante a</p><p>licença para atividade política.</p><p>206 ( ). A cada 5 anos de efetivo exercício, o servidor</p><p>poderá afastar-se do exercício do cargo efetivo,</p><p>independentemente do interesse da</p><p>Administração, para participar de curso de</p><p>capacitação profissional por até três meses.</p><p>207 ( ). A licença para capacitaçào profissional será por</p><p>até três meses, com remuneração.</p><p>208 ( ). O período de licença para capacitação poderá</p><p>ser acumulado por até dois períodos.</p><p>209 ( ). Conforme dispuser o regulamento, a licença</p><p>para capacitação será considerada de efetivo</p><p>exercício.</p><p>210 ( ). Ao servidor, em estágio probatório,</p><p>conceder-se-á licença para tratar de interesses</p><p>particulares, desde que no interesse da</p><p>administração.</p><p>211 ( ). A licença para tratar de interesses particulares</p><p>poderá ser concedida pelo prazo de até cinco</p><p>anos.</p><p>212 ( ). A licença para tratar de interesses particulares</p><p>será sem remuneração pelo prazo máximo de</p><p>três anos.</p><p>213 ( ). Somente nos casos de calamidade pública ou</p><p>comoção interna poderá ser interrompida a</p><p>licença para tratar de interesses particulares.</p><p>214 ( ). Ao servido poderá ser concedida licença para o</p><p>desempenho de mandato classista durante o</p><p>período do estágio probatório.</p><p>215 ( ). A licença para mandato classista será com</p><p>remuneração no primeiro ano do mandato.</p><p>216 ( ). A licença para mandato classista será no prazo</p><p>igual ao do mandato, prorrogada uma única vez,</p><p>no caso de reeleição.</p><p>217 ( ). O servidor poderá ser cedido para outro órgão</p><p>ou entidade para exercício de cargo em</p><p>comissão ou função de confiança.</p><p>218 ( ). A cessão de servidor para servir a outro órgão</p><p>ou entidade far-se-á mediante Decreto do Poder</p><p>Executivo.</p><p>219 ( ). Em hipótese alguma, o servidor do Poder</p><p>Executivo poderá ter exercício em outro órgão</p><p>da Administração Federal direta que não tenha</p><p>quadro próprio</p><p>de pessoal.</p><p>220 ( ). O servidor em estágio probatório poderá ser</p><p>afastado para exercício de mandato eletivo.</p><p>221 ( ). Exceto para promoção por merecimento, o</p><p>afastamento do servidor para desempenho de</p><p>mandato eletivo federal, estadual, municipal ou</p><p>do Distrito Federal é considerado como de</p><p>efetivo exercício.</p><p>222 ( ). O servidor investido no mandato de Prefeito será</p><p>afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar</p><p>pela sua remuneração.</p><p>223 ( ). Em hipótese alguma, o servidor investido em</p><p>mandato de vereador poderá perceber as</p><p>vantagens do seu cargo e do cargo eletivo.</p><p>224 ( ). O servidor público investido no mandato de</p><p>vereador, se não houver compatibilidade de</p><p>horário, será afastado do cargo, devendo</p><p>receber somente a remuneração do mandato.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>7</p><p>225 ( ). O servidor afastado do cargo, para exercer</p><p>mandato de vereador, contribuirá para a</p><p>seguridade social como se estivesse em</p><p>exercício.</p><p>226 ( ). O servidor investido em mandato eletivo ou</p><p>classista não poderá ser removido ou</p><p>redistribuído de ofício para localidade diversa</p><p>daquela onde exerce o mandato.</p><p>227 ( ). O afastamento do servidor para estudo no</p><p>exterior independe de autorização.</p><p>228 ( ). O servidor poderá afastar-se para estudo ou</p><p>missão no exterior pelo prazo máximo de cinco</p><p>anos, e somente após um ano de efetívo</p><p>exercício conceder-se-á novo afastamento.</p><p>229 ( ). Lucas, servidor público, beneficiado com o</p><p>afastamento para estudo no exterior por um</p><p>período de três anos. Nesse caso, não poderá</p><p>ser concedida a Lucas, licença para tratar de</p><p>interesses particulares antes de decorrido o</p><p>prazo de três anos, período igual ao do</p><p>afastamento.</p><p>230 ( ). Julia, servidora pública estável, favorecida com</p><p>o afastamento para missão no exterior por um</p><p>período de dois anos. Antes de decorrido igual</p><p>período, Julia, em hipótese alguma, poderá ser</p><p>exonerada do cargo que ocupa.</p><p>231 ( ). O afastamento de servidor para servir em</p><p>organismo internacional de que o Brasil</p><p>participe ou com o qual coopere dar-se-á com a</p><p>perda total da remuneração.</p><p>232 ( ). Será concedido ao servidor, sem qualquer</p><p>prejuízo, dois dias para alistar-se como eleitor.</p><p>233 ( ). O servidor poderá ausentar-se do serviço por</p><p>dois dias para doar sangue.</p><p>234 ( ). De acordo com a Lei n°. 8.112/90, em razão de</p><p>casamento do servidor, este poderá</p><p>ausentar-se do serviço por oito dias.</p><p>235 ( ). O servidor poderá ausentar-se do serviço por</p><p>oito dias em razão de falecimento do irmão.</p><p>236 ( ). Em qualquer situação, poderá ser concedido</p><p>horário especial ao servidor estudante.</p><p>237 ( ). No caso em que for concedido horário especial</p><p>ao servidor estudante, será exigida a</p><p>compensação de horário, respeitada a duração</p><p>semanal do trabalho.</p><p>238 ( ). Ao servidor portador de deficiência será</p><p>concedido horário especial, exigida a</p><p>compensação de horário e respeitada a duração</p><p>semanal do trabalho.</p><p>239 ( ). O servidor estudante que mudar de sede no</p><p>interesse da Administração é assegurado, na</p><p>localidade da nova residência, matrícula em</p><p>instituição de ensino congénere, independente</p><p>de vaga, em qualquer época.</p><p>240 ( ). O tempo de serviço em atividade privada,</p><p>vinculada à Previdência Social e, também, o de</p><p>serviço relativo a tiro de guerra serão contados</p><p>para efeito de aposentadoria e disponibilidade.</p><p>241 ( ). Ao servidor é assegurado o direito de requerer</p><p>aos Poderes Públicos, em defesa de direito ou</p><p>interesse legítimo.</p><p>242 ( ). O requerimento deverá ser encaminhado por</p><p>intermédio da autoridade a que o requerente</p><p>estiver imediatamente subordinado, que tem o</p><p>prazo de dez dias para remeter à autoridade</p><p>competente.</p><p>243 ( ). Cabe pedido de reconsideração à autoridade</p><p>superior a que houver expedido o ato.</p><p>244 ( ). O prazo para interposição de pedido de</p><p>reconsideração é de trinta dias, a contar da</p><p>publicação ou da ciência, pelo interessado, da</p><p>decisão recorrida.</p><p>245 ( ). A autoridade que receber o requerimento e o</p><p>pedido de reconsideração tem o prazo de cinco</p><p>dias para encaminhá-lo à autoridade</p><p>competente, que tem o prazo de trinta dias para</p><p>decidi-lo.</p><p>246 ( ). O prazo para decisão de requerimento e de</p><p>pedido de reconsideração é de trinta dias,</p><p>podendo ser prorrogado uma única vez por igual</p><p>período.</p><p>247 ( ). Do indeferimento do pedido de reconsideração</p><p>caberá recurso.</p><p>248 ( ). O recurso será encaminhado à autoridade</p><p>imediatamente superior ao requerente.</p><p>249 ( ). O prazo para interposição de pedido de recurso</p><p>é de 60 dias, a contar da publicação da decisão.</p><p>250 ( ). O recurso poderá ser recebido com efeito</p><p>suspensivo, a juízo da autoridade competente.</p><p>251 ( ). Os efeitos da decisão nunca retroagirão à data</p><p>do ato impugnado.</p><p>252 ( ). Quanto aos atos de demissão e de cassação de</p><p>aposentadoria ou disponibilidade, o direito de</p><p>requerer prescreve em três anos.</p><p>253 ( ). O direito de requerer prescreve em dois anos,</p><p>quanto aos atos que afetem interesse</p><p>patrimonial e créditos resultantes das relações</p><p>de trabalho.</p><p>254 ( ). O pedido de reconsideração ou de recurso,</p><p>quando cabíveis, interrompe a prescrição.</p><p>255 ( ). A prescrição é de ordem pública, podendo, em</p><p>certos casos, ser relevada pela Administração.</p><p>256 ( ). Somente o advogado do servidor poderá ter</p><p>vista do processo ou documento na repartição,</p><p>para o exercício do direito de petição.</p><p>257 ( ). A Administração poderá rever seus atos, a</p><p>qualquer tempo, quando eivados de ilegalidade.</p><p>DO REGIME DISCIPLINAR</p><p>258 ( ). O servidor público deverá exercer as atribuições</p><p>do cargo com zelo e dedicação.</p><p>259 ( ). O servidor público deverá sempre cumprir as</p><p>ordens superiores.</p><p>260 ( ). Incluem-se entre os deveres do servidor público</p><p>ser leal às instituições a que servir e observar as</p><p>normas legais e regulamentares.</p><p>261 ( ). Guardar sigilo sobre assunto da repartição é</p><p>uma das obrigações do servidor prevista em lei.</p><p>262 ( ). Sempre que achar conveniente, o servidor</p><p>poderá representar contra ilegalidade ou abuso</p><p>de poder.</p><p>263 ( ). O servidor deverá prestar, ao público em geral,</p><p>todas as informações requeridas.</p><p>264 ( ). A Lei n°. 8.112/90 não prevê que o servidor</p><p>deverá zelar pela economia do material e a</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>8</p><p>conservar o patrimônio público. Porém, sempre</p><p>que for possível, deverá fazê-lo.</p><p>265 ( ). O servidor deverá manter conduta incompatível</p><p>com a moralidade pública.</p><p>266 ( ). Ser leal às instituições a que servir, tratar as</p><p>pessoas com urbanidade, ser assíduo e pontual</p><p>ao serviço constituem, entre outras, obrigações</p><p>do servidor público previstas na Lei n°.</p><p>8.112/90.</p><p>267 ( ). O servidor poderá ausentar-se do serviço</p><p>durante o expediente, independentemente de</p><p>autorização.</p><p>268 ( ). Ao servidor é proibido retirar qualquer</p><p>documento ou objeto da repartição, sem prévia</p><p>anuência da autoridade competente.</p><p>269 ( ). O servidor não poderá recusar fé a documentos</p><p>públicos, sujeito à advertência.</p><p>270 ( ). É proibido ao servidor opor resistência</p><p>injustificada ao andamento de documento e</p><p>processo ou execução de serviço, sujeito a</p><p>suspensão por 5 dias.</p><p>271 ( ). Em alguns casos, poderá o servidor promover</p><p>manifestação de apreço ou desapreço no</p><p>recinto da repartição.</p><p>272 ( ). A Lei n°. 8.112/90 dispõe que é proibido ao</p><p>servidor cometer a pessoa estranha à</p><p>repartição, fora dos casos previstos em lei, o</p><p>desempenho de atribuição que seja de sua</p><p>responsabilidade ou de seu subordinado, sujeito</p><p>à penalidade advertência.</p><p>273 ( ). Ricardo, servidor público estável, coagiu</p><p>subordinado para filiar-se a associação sindical.</p><p>Nessa situação, Ricardo estará sujeito a</p><p>suspensão, por no máximo 30 dias.</p><p>274 ( ). O servidor poderá manter o cônjuge ou</p><p>companheiro sob sua chefia imediata somente</p><p>para os cargos em comissão ou função de</p><p>confiança.</p><p>275 ( ). A Lei n°. 8.1112/90 dispõe que é proibido</p><p>ao</p><p>servidor valer-se do cargo para lograr proveito</p><p>pessoal ou de outrem, em detrimento da</p><p>dignidade da função pública.</p><p>276 ( ). O servidor que valer-se do cargo para lograr</p><p>proveito pessoal ou de oulrem, em detrimento</p><p>da dignidade da função pública, ficará</p><p>incompatibilizado para nova investidura em</p><p>cargo público federal pelo prazo de até 10 anos.</p><p>277 ( ). Poderá o servidor exercer o comércio na</p><p>qualidade de acionista, cotista ou</p><p>comanditário.</p><p>278 ( ). O servidor poderá participar de gerência ou</p><p>administração de sociedade privada, bem</p><p>como, exercer o comércio.</p><p>279 ( ). Ao servidor é proibido atuar, como procurador</p><p>ou intermediário, junto a repartições públicas,</p><p>salvo quando se tratar de benefícios</p><p>previdenciários ou assistenciais de parentes até</p><p>o segundo grau, e de cônjuge ou companheiro.</p><p>280 ( ). O servidor que atuar como procurador ou</p><p>intermediário, junto a repartições públicas, salvo</p><p>quando se tratar de benefícios previdenciários</p><p>ou assistenciais de parentes até o segundo</p><p>grau, e de cônjuge ou companheiro ficará</p><p>incompatibilizado para nova investidura em</p><p>cargo público federal, pelo prazo de cinco anos.</p><p>281 ( ). Receber propina, comissão, presente ou</p><p>vantagem de qualquer espécie, em razão de</p><p>suas atribuições,, resulta em demissão do</p><p>servidor.</p><p>282 ( ). É proibido ao servidor aceitar comissão,</p><p>emprego ou pensão de estado estrangeiro,</p><p>resultando em suspensão por 30 dias.</p><p>283 ( ). Não é proibido ao servidor praticar usura sob as</p><p>formas definidas em lei.</p><p>284 ( ). A Lei n°. 8.112/90 dispõe que é proibido ao</p><p>servidor proceder de forma desidiosa, sob pena</p><p>de suspensão.</p><p>285 ( ). Ao servidor é proibido utilizar pessoal ou</p><p>recursos materiais da repartição em serviços ou</p><p>atividades particulares, sob pena de demissão.</p><p>286 ( ). E proibido ao servidor cometer a outro servidor</p><p>atribuições estranhas ao cargo que ocupa,</p><p>exceto em situações de emergência e</p><p>transitória, sob pena de suspensão.</p><p>287 ( ). Ao servidor é proibido exercer quaisquer</p><p>atividades que sejam incompatíveis com o</p><p>exercício do cargo ou função e com o horário de</p><p>trabalho, sob pena de demissão.</p><p>288 ( ). É proibido ao servidor recusar-se a atualizar</p><p>seus dados cadastrais quando solicitado. sujeito</p><p>à advertência.</p><p>289 ( ). Em hipótese alguma, será permitida a</p><p>acumulação remunerada de cargos públicos.</p><p>290 ( ). A proibição de acumular não se estende a</p><p>cargos em sociedades de economia mista dos</p><p>municípios.</p><p>291 ( ). A proibição de acumular estende-se, entre</p><p>outros casos, a cargos em empresas públicas</p><p>dos municípios e territórios.</p><p>292 ( ). A proibição de acumular estende-se a cargos,</p><p>empregos e funções em autarquias, fundações</p><p>públicas, empresas públicas, sociedades de</p><p>economia mista da União, do Distrito Federal,</p><p>dos Estados, dos Territórios e dos Municípios.</p><p>293 ( ). A acumulação de cargos, desde que lícita,</p><p>independe de comprovação da compatibilidade</p><p>de horários.</p><p>294 ( ). É lícita, em todos os casos, a percepção de</p><p>vencimento de cargo público efetivo com</p><p>proventos da inatividade.</p><p>295 ( ). O servidor não poderá exercer mais de um</p><p>cargo em comissão, exceto no caso previsto em</p><p>lei, nem ser remunerado pela participação em</p><p>órgão de deliberação coletiva.</p><p>296 ( ). O servidor vinculado ao regime da Lei n°.</p><p>8.312/90, que acumular licitamente dois cargos</p><p>efetivos, quando investido em cargo em</p><p>comissão, em todos os casos, ficará afastado</p><p>de ambos os cargos efetivos.</p><p>297 ( ). O servidor responde somente civil e</p><p>administrativamente pelo exercício irregular de</p><p>suas atribuições.</p><p>298 ( ). A responsabilidade civil decorre de ato omissivo</p><p>ou comissivo, doloso ou culposo, que resulte em</p><p>prejuízo ao erário.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>9</p><p>299 ( ). Lucas, analista judiciário, no exercício irregular</p><p>de suas funções, praticou ato comissivo culposo</p><p>que resultou prejuízo a terceiros. Nesse caso,</p><p>não haverá responsabilidade civil de Lucas, pois</p><p>praticou ato comissivo culposo e não doloso.</p><p>300 ( ). Luiz, técnico judiciário, no exercício irregular de</p><p>suas funções, praticou ato comissivo doloso que</p><p>resultou prejuízo ao erário. Nesse caso, a</p><p>indenização a ser paga por Luiz deverá ocorrer</p><p>no prazo máximo de sessenta dias, podendo ser</p><p>parcelada, a critério da Administração.</p><p>301 ( ). Quando se tratar de dano causado a terceiros, o</p><p>servidor responderá perante a Fazenda Pública,</p><p>em ação regressiva.</p><p>302 ( ). Em regra, a obrigação de reparar o dano</p><p>estende-se aos sucessores até o valor total da</p><p>dívida, que poderá ser paga em parcelas.</p><p>303 ( ). A responsabilidade penal abrange os crimes e</p><p>contravenções imputadas ao servidor.</p><p>304 ( ). As sanções civis, penais e administrativas não</p><p>poderão acumular-se.</p><p>305 ( ). No caso de absolvição criminal que negue a</p><p>existência do fato ou sua autoria, a</p><p>responsabilidade administrativa do servidor</p><p>poderá ser afastada.</p><p>306 ( ). Advertência, suspensão e exoneração são</p><p>classificadas como penalidades disciplinares.</p><p>307 ( ). A destituição de cargo em comissão e a</p><p>destituição de função comissionada</p><p>qualificam-se como penalidades disciplinares</p><p>previstas na Lei n°. 8.112/90.</p><p>308 ( ). A transferência de atividades ou de local, a</p><p>suspensão e a demissão são consideradas</p><p>penalidades disciplinares aplicadas ao servidor.</p><p>309 ( ). Os antecedentes funcionais do servidor serão</p><p>considerados na aplicação das penalidades.</p><p>310 ( ). De acordo com a Lei n°. 8.112/90, o fundamento</p><p>legal e a causa da sanção disciplinar deverão</p><p>constar no ato de imposição da penalidade.</p><p>311 ( ). A advertência, em alguns casos, será aplicada</p><p>verbalmente ao servidor.</p><p>312 ( ). A penalidade de advertência terá seus registros</p><p>cancelados após decurso de dois anos de</p><p>efetivo exercício, desde que o servidor não</p><p>houver, durante esse período, praticado nova</p><p>infração disciplinar.</p><p>313 ( ). Além dos casos previstos na Lei n°. 8.112/90, a</p><p>suspensão também será aplicada em caso de</p><p>reincidência das faltas punidas com</p><p>advertência.</p><p>314 ( ). A suspensão será aplicada por prazo não</p><p>inferior a noventa dias.</p><p>315 ( ). O servidor que, injustincadamente, recusar-se a</p><p>ser submetido à inspeção médica determinada</p><p>pela autoridade competente será punido com</p><p>suspensão de até 30 dias, cessando os efeitos</p><p>da penalidade uma vez cumprida a</p><p>determinação.</p><p>316 ( ). Sempre que o servidor preferir, a Administração</p><p>irá converter a suspensão em multa de até 20%</p><p>por dia de vencimento ou remuneração.</p><p>317 ( ). Os registros da penalidade de suspensão serão</p><p>cancelados após decorrido o prazo de cinco</p><p>anos de efetivo exercício, desde que o servidor</p><p>não tenha praticado nova infração disciplinar</p><p>durante esse período.</p><p>318 ( ). O cancelamento das penalidades de</p><p>advertência e suspensão poderá produzir</p><p>efeitos retroativos.</p><p>319 ( ). André, servidor público efetivo, cometeu crime</p><p>contra a Administração Pública. Nesse caso,</p><p>André será demitido e não poderá retornar ao</p><p>serviço público federal.</p><p>320 ( ). O servidor que faltar intencionalmente por mais</p><p>de trinta dias consecutivos será demitido por</p><p>abandono de cargo.</p><p>321 ( ). O servidor que faltar, injustificadamente, por</p><p>noventa dias intercalados, dentro do prazo de</p><p>um ano será demitido por inassiduidade</p><p>habitual.</p><p>322 ( ). Na apuração de abandono de cargo ou</p><p>inassiduidade habitual será adotado o</p><p>procedimento sumário.</p><p>323 ( ). O servidor punido com demissão por</p><p>improbidade administrativa terá como</p><p>consequência a indisponibilidade dos bens e o</p><p>ressarcimento ao erário, sem prejuízo da açào</p><p>penal cabível.</p><p>324 ( ). Não poderá retornar ao serviço público federal,</p><p>o servidor demitido por improbidade</p><p>administrativa.</p><p>325 ( ). Aplica-se a pena de suspensão por</p><p>incontinência pública do servidor.</p><p>326 ( ). O servidor será demitido por conduta</p><p>escandalosa na repartição.</p><p>327 ( ). A Lei n°. 8.112/90 prevê que o servidor será</p><p>demitido por</p><p>insubordinação grave em serviço.</p><p>328 ( ). O servidor será suspenso por até 30 dias no</p><p>caso de ofensa física, em serviço, a servidor ou</p><p>a particular, mesmo em legítima defesa.</p><p>329 ( ). Rodrigo, servidor público estável, foi demitido</p><p>por aplicação irregular de dinheiros públicos.</p><p>Nesse caso, Rodrigo ficará incompatível para</p><p>nova investidura em cargo público federal, pelo</p><p>prazo de 8 anos.</p><p>330 ( ). A demissão do servidor por aplicação irregular</p><p>de dinheiros públicos implica a indisponíbilidade</p><p>de seus bens e o ressarcimento ao erário.</p><p>331 ( ). O servidorficará suspenso por até 90 dias por</p><p>revelação de segredo do qual se apropriou em</p><p>razão do cargo.</p><p>332 ( ). Manoel, servidor público estável, foi demitido</p><p>por revelar segredo do qual se apropriou em</p><p>razão do cargo. Nesse caso, o ato de demissão</p><p>foi legal e Manoel ficará incompatível para nova</p><p>investidura em cargo público federal pelo prazo</p><p>de cinco anos.</p><p>333 ( ). Lesão aos cofres públicos e dilapidação do</p><p>património nacional implica em demissão do</p><p>servidor público.</p><p>334 ( ). A demissão do servidor por lesão aos cofres</p><p>públicos e dilapidação do património nacional</p><p>implica em índisponibilidade de seus bens e o</p><p>ressarcimento ao erário.</p><p>335 ( ). O servidor destituído de cargo em comissão por</p><p>lesar os cofres públicos ficará incompatível para</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>10</p><p>nova investidura em cargo público federal pelo</p><p>prazo de cinco anos.</p><p>336 ( ). Patrícia foi destituída do cargo ern comissão por</p><p>corrupção. Nesse caso, Patrícia ficará</p><p>incompatível para nova investidura cargo</p><p>público federal por prazo indeterminado.</p><p>337 ( ). A acumulação ilegal de cargos, empregos ou</p><p>funções públicas implica em demissão do</p><p>servidor.</p><p>338 ( ). Detectada a qualquer tempo a acumulação</p><p>ilegal de cargos, empregos ou funções públicas,</p><p>a autoridade que tiver ciência da irregularidade</p><p>notificará o servidor para apresentar opção no</p><p>prazo de dez dias, prorrogáveis uma única vez</p><p>por igual período.</p><p>339 ( ). Caracterizada a acumulação ilegal de cargos,</p><p>empregos ou funções públicas e provada a</p><p>má-fé do servidor, aplicar-se-á a pena de</p><p>demissão, destituição ou cassação da</p><p>aposentadoria ou disponibilidade.</p><p>340 ( ). O servidor inativo que houver praticado, quando</p><p>na atividade, falta punível com demissão, não</p><p>mais poderá ser punido, uma vez que já lhe foi</p><p>concedida à aposentadoria.</p><p>341 ( ). Quando se tratar de demissão e cassação de</p><p>aposentadoria ou disponibilidade de servidor</p><p>vinculado ao Poder Executivo, a penalidade</p><p>será aplicada pelo Presidente da República.</p><p>342 ( ). Caberá à autoridade que houver feito a</p><p>nomeação, destituir o servidor de cargo em</p><p>comissão.</p><p>343 ( ). A ação disciplinar prescreverá em cinco anos,</p><p>quanto às infrações puníveis com exoneração,</p><p>demissão, cassação de aposentadoria ou</p><p>disponibilidade e destituição de cargo em</p><p>comissão.</p><p>344 ( ). Quanto à suspensão, a ação disciplinar</p><p>prescreverá em três anos.</p><p>345 ( ). A ação disciplinar prescreverá em três anos,</p><p>quanto à advertência.</p><p>346 ( ). O prazo de prescrição da ação disciplinar</p><p>começa a contar, necessariamente, da data em</p><p>que o fato ocorreu.</p><p>347 ( ). A abertura de sindicância ou a instauração de</p><p>processo disciplinar não interrompe a</p><p>prescrição.</p><p>DO PROCESSO ADMINISTRATIVO</p><p>DISCIPLINAR</p><p>348 ( ). A autoridade que tiver ciência de irregularidade</p><p>no serviço público poderá promover sua</p><p>apuração, mediante sindicância ou processo</p><p>administrativo disciplinar, assegurada ao</p><p>acusado ampla defesa.</p><p>349 ( ). As denúncias sobre irregularidades serão</p><p>objetos de apuração e devem ser formuladas</p><p>por escrito, sendo permitido ao denunciante não</p><p>se identificar, por motivos de segurança.</p><p>350 ( ). A denúncia será arquivada por falta de objeto</p><p>quando o fato narrado não configurar evidente</p><p>infração disciplinar ou ilícito penal.</p><p>351 ( ). Da sindicância poderá resultar arquivamento do</p><p>processo, aplicação de advertência ou</p><p>suspensão, ou instauração do processo.</p><p>352 ( ). A sindicância deverá ser concluída em no</p><p>máximo noventa dias, podendo ser prorrogada</p><p>por mais trinta dias.</p><p>353 ( ). A instauração de processo disciplinar será</p><p>facultada quando o ilícito praticado pelo servidor</p><p>ensejar em suspensão.</p><p>354 ( ). Sempre que o ilícito praticado pelo servidor</p><p>ensejar em destituição de cargo em comissão</p><p>será obrigatória a instauração de processo</p><p>disciplinar.</p><p>355 ( ). A autoridade instauradora de processo</p><p>disciplinar deverá determinar o afastamento do</p><p>servidor para que ele não influa na apuração da</p><p>irregularidade, pelo prazo de noventa dias.</p><p>356 ( ). O processo disciplinar é destinado a apurar</p><p>responsabilidade de servidor por infração</p><p>praticada no exercício de suas atribuições.</p><p>357 ( ). O processo disciplinar será conduzido por um</p><p>servidor designado pela autoridade competente,</p><p>que deverá ser ocupante de cargo efetivo.</p><p>358 ( ). O presidente da comissão de processo</p><p>disciplinar deverá, necessariamente, ser</p><p>ocupante de cargo efetivo superior ou ter nível</p><p>de escolaridade superior ao do indiciado.</p><p>359 ( ). Não poderá participar de comissão de</p><p>sindicância ou de inquérito, somente, cônjuge,</p><p>companheiro ou parente do acusado, até o</p><p>segundo grau.</p><p>360 ( ). A comissão de processo disciplinar exercerá</p><p>suas atividades com independência e</p><p>imparcialidade, assegurado o sigilo necessário</p><p>à elucidação do fato ou exigido pelo interesse</p><p>da administração.</p><p>361 ( ). O processo disciplinar se desenvolverá nas</p><p>seguintes fases: instauração, inquérito</p><p>administrativo e julgamento.</p><p>362 ( ). A fase do inquérito administrativo compreende a</p><p>instauração, a defesa e o julgamento.</p><p>363 ( ). O prazo para conclusão de processo disciplinar</p><p>será de até noventa dias, admitida a sua</p><p>prorrogação por igual período.</p><p>364 ( ). O inquérito administrativo obedecerá ao</p><p>principio do contraditório, assegurada ao</p><p>acusado ampla defesa.</p><p>365 ( ). Os autos da sindicância integrarão o processo</p><p>disciplinar., como peça informativa da instrução.</p><p>366 ( ). Se do relatório da sindicância resultar que a</p><p>infração está classificada como ilícito penal, a</p><p>autoridade competente encaminhará cópia dos</p><p>autos ao STJ.</p><p>367 ( ). Na fase do julgamento, a comissão promoverá a</p><p>tomada de depoimentos, acareações,</p><p>investigações e providências cabíveis, com o</p><p>objetivo de coletar provas, e quando necessário,</p><p>recorrerá a técnicos e peritos de modo a permitir</p><p>o completo esclarecimento dos fatos.</p><p>368 ( ). Ao servidor é assegurado o direito de</p><p>acompanhar o processo pessoalmente ou por</p><p>intermédio de procurador., arrolar e reinquirir</p><p>testemunhas, produzir provas e contraprovas e</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>11</p><p>formular quesitos, quando se tratar de prova</p><p>pericial.</p><p>369 ( ). Era hipótese alguma, o presidente da comissão</p><p>do inquérito poderá denegar pedidos.</p><p>370 ( ). Na fase do inquérito, as testemunhas serão</p><p>intimadas a depor mediante mandato expedido</p><p>pelo presidente da comissão.</p><p>371 ( ). Na hipótese de depoimentos contraditórios,</p><p>proceder-se-á a acareação entre os depoentes.</p><p>372 ( ). Será formulada a indiciação do servidor após</p><p>tipificada a infração disciplinar.</p><p>373 ( ). Após indiciado, o servidor terá o prazo de</p><p>quinze dias para apresentar defesa escrita.</p><p>374 ( ). O indiciado que mudar de residência deverá</p><p>comunicar à comissão o lugar onde poderá ser</p><p>encontrado.</p><p>375 ( ). De acordo com a Lei n°. 8.112/90, achando-se o</p><p>indiciado em lugar incerto e não sabido será</p><p>citado por decreto judiciário publicado no Diário</p><p>Oficial do Estado em que o residiu, para</p><p>apresentar defesa.</p><p>376 ( ). O indiciado, regularmente citado, que não</p><p>apresentar defesa no prazo legal sex à</p><p>considerado revel,</p><p>377 ( ). Após a apreciação da defesa, a comissão</p><p>elaborará relatório minucioso, onde resumirá as</p><p>peças principais dos autos e mencionará as</p><p>provas em que baseou-se para formar sua</p><p>convicção.</p><p>378 ( ). O processo disciplinar, com o relatório</p><p>conclusivo, será remetido à autoridade que</p><p>determinou a sua instauração, para julgamento.</p><p>379 ( ). Recebido o processo, a autoridade julgadora</p><p>terá o prazo de trinta dias para proferir sua</p><p>decisão.</p><p>380 ( ). A autoridade julgadora poderá, motivadamente,</p><p>agravar a penalidade proposta. abrandá-la ou</p><p>isentar o servidor de responsabilidade quando o</p><p>relatório da comissão contrariar as provas dos</p><p>autos.</p><p>381 ( ). A autoridade que determinou a instauração do</p><p>processo declarará a nulidade, total ou parcial,</p><p>do processo quando verificada a ocorrência de</p><p>vício sanável ou insanável.</p><p>382 ( ). O julgamento fora do prazo legal implica a</p><p>nulidade do processo.</p><p>383 ( ). A autoridade julgadora determinará o registro do</p><p>fato nos assentamentos individuais do servidor</p><p>se extinta a punibilidade pela prescrição.</p><p>384 ( ). Caracterizada a infração como crime, o</p><p>processo disciplinar será submetido ao STJ</p><p>para a instauração da ação cabível.</p><p>385 ( ). O servidor que responder a processo disciplinar</p><p>somente poderá ser exonerado a pedido, após a</p><p>conclusão do processo e o cumprimento da</p><p>penalidade, se aplicada.</p><p>386 ( ). O servidor que convocado para prestar</p><p>depoimento fora da sede de sua repartição, na</p><p>condição de testemunha, denunciado ou</p><p>indiciado fará jus a transporte e diárias.</p><p>387 ( ). Aos membros da comissão e ao secretário</p><p>serão assegurados transporte e diárias, quando</p><p>obrigados a se deslocarem da sede dos</p><p>trabalhos para a realização de missão essencial</p><p>ao esclarecimento dos fatos.</p><p>388 ( ). O processo disciplinar poderá ser revisto, a</p><p>pedido ou de ofício, sempre que o servidor não</p><p>concordar com a decisão.</p><p>389 ( ). O processo disciplinar poderá ser revisto, a</p><p>qualquer tempo, quando se aduzirem</p><p>circunstâncias suscetíveis de justificar a</p><p>inocência do punido.</p><p>390 ( ). Somente o servidor poderá requerer a revisão</p><p>de processo disciplinar.</p><p>391 ( ). Em caso de falecimento ou desaparecimento do</p><p>servidor, somente o pai ou a mãe, ou, se</p><p>casado, o cônjuge ou companheiro, poderá</p><p>requerer a revisão do processo disciplinar.</p><p>392 ( ). A revisão do processo será requerida pelo</p><p>respectivo curador, no caso de incapacidade</p><p>mental do servidor.</p><p>393 ( ). No processo revisional, o ónus da prova cabe ao</p><p>requerente.</p><p>394 ( ). O servidor poderá requerer a revisão do</p><p>processo alegando a injustiça da penalidade.</p><p>395 ( ). O requerimento de revisão do processo será</p><p>dirigido ao Ministro de Estado ou autoridade</p><p>equivalente.</p><p>396 ( ). A revisão do processo correrá em apenso ao</p><p>processo originário.</p><p>397 ( ). A comissão revisora de processo disciplinar terá</p><p>o prazo de noventa dias para a conclusão dos</p><p>trabalhos.</p><p>398 ( ). Julgada procedente a revisão, a penalidade</p><p>aplicada será abrandada em 2/3.</p><p>399 ( ). Da revisão do processo, poderá a penalidade</p><p>ser abrandada ou agravada.</p><p>DA SEGURIDADE SOCIAL</p><p>DO SERVIDOR</p><p>400 ( ). A União manterá Plano de Seguridade Social</p><p>para o servidor e sua família.</p><p>401 ( ). Os servidores não efetivos, ocupantes de cargo</p><p>em comissão, também farão jus aos benefícios</p><p>do Plano de Seguridade Social,</p><p>402 ( ). O servidor afastado ou licenciado do cargo</p><p>efetivo, sem direito à remuneração, terá</p><p>suspenso o seu vinculo com o regime do Plano</p><p>de Seguridade Social enquanto durar o</p><p>afastamento ou a licença.</p><p>403 ( ). O Plano de Seguridade Social compreende,</p><p>entre outros benefícios, proteção à</p><p>maternidade, à adoção e à paternidade.</p><p>404 ( ). O Plano de Seguridade Social visa garantir</p><p>meios de subsistência nos eventos de</p><p>falecimento e reclusão, entre outros previstos</p><p>em lei.</p><p>405 ( ). A finalidade do Plano de Seguridade Social é</p><p>apenas garantir meios de subsistência nos</p><p>eventos de doença, ou seja, assistência à</p><p>saúde.</p><p>406 ( ). Os benefícios do Plano de Seguridade Social do</p><p>servidor compreendem, entre outros, a</p><p>aposentadoria, salário-família, auxílio-n atai</p><p>idade e assistência à saúde.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>12</p><p>407 ( ). Entre os benefícios que compreendem o Plano</p><p>de Seguridade do Servidor estão as licenças por</p><p>acidente em serviço, licença por motivo de</p><p>doença em pessoa da família, licença à</p><p>gestante, à adotante e licença à paternidade.</p><p>408 ( ). O Plano de Seguridade Social garante aos</p><p>dependentes do servidor, entre outros</p><p>benefícios, auxílio-funeral e auxílio-reclusão.</p><p>409 ( ). O recebimento indevido de benefícios havidos</p><p>por fraude implicará a devolução ao erário do</p><p>total auferido.</p><p>410 ( ). O servidor será aposentado por invalidez</p><p>permanente, sendo os proventos proporcionais</p><p>quando decorrente de moléstia profissional.</p><p>411 ( ). O servidor será aposentado por invalidez</p><p>permanente, com proventos integrais, por</p><p>motivo de acidente em serviço.</p><p>412 ( ). Será aposentado por invalidez permanente o</p><p>servidor com doença grave, ou incurável, com</p><p>proventos proporcionais ao tempo de</p><p>contribuição.</p><p>413 ( ). O servidor será aposentado compulsoriamente,</p><p>se homem aos 65 anos de idade e se mulher</p><p>aos 60 anos de idade.</p><p>414 ( ). Aos 70 anos de idade, o servidor será</p><p>aposentado compulsoriamente, com proventos</p><p>proporcionais ao tempo de serviço.</p><p>415 ( ). Fernando, servidor público, poderá</p><p>aposentar-se voluntariamente quando</p><p>completar 35 anos de serviço. Já Maria, poderá</p><p>aposentar-se voluntariamente quando</p><p>completar 30 anos de serviço. Nesse caso, é</p><p>correto afirmar que tanto Fernando quanto</p><p>Maria serão aposentados com proventos</p><p>proporcionais.</p><p>416 ( ). O servidor público será aposentado, com</p><p>proventos integrais, aos 30 anos de efetivo</p><p>exercício em funções de magistério se</p><p>professor, e 25, se professora.</p><p>417 ( ). Será aposentado compulsoriamente, o servidor,</p><p>aos 30 anos de serviço, se homem, e aos 25</p><p>anos se mulher, com proventos proporcionais.</p><p>418 ( ). A Lei n°. 8.112/90 dispõe que o servidor será</p><p>aposentado voluntariamente, com proventos</p><p>proporcionais ao tempo de serviço, aos 65 anos</p><p>de idade, se homem, e aos 60 anos se mulher.</p><p>419 ( ). A aposentadoria compulsória deverá ser</p><p>requerida à Administração corn antecedência</p><p>mínima de trinta dias, antes de o servidor</p><p>completar 70 anos de idade.</p><p>420 ( ). A aposentadoria voluntária ou por invalidez terá</p><p>vigência a partir da data da publicação do</p><p>respectivo ato.</p><p>421 ( ). A aposentadoria por invalidez será precedida de</p><p>licença para tratamento de saúde, por prazo não</p><p>superior a 24 meses.</p><p>422 ( ). O servidor que gozar de licença para tratamento</p><p>de saúde, por período superior a 24 meses, e</p><p>não estando em condições de reassumir o</p><p>cargo ou de ser readaptado, será aposentado,</p><p>observado os requisitos dispostos em lei.</p><p>423 ( ). Aos servidores inativos são estendidos</p><p>quaisquer benefícios ou vantagens</p><p>posteriormente concedidas aos servidores em</p><p>atividade.</p><p>424 ( ). Somente nos casos em que a aposentadoria for</p><p>proporcional ao tempo de serviço, o provento</p><p>poderá ser inferior a 1/3 da remuneração na</p><p>atividade.</p><p>425 ( ). O servidor aposentado não fará jus à</p><p>gratificação natalina.</p><p>426 ( ). O auxílio-natalidade, benefício do Plano de</p><p>Seguridade Social, será devido à servidora por</p><p>motivo de nascimento de filho, inclusive no caso</p><p>de natimorto.</p><p>427 ( ). O auxílio-natalidade será pago à servidora em</p><p>quantia equivalente à remuneração do</p><p>respectivo mês.</p><p>428 ( ). De acordo com a Lei n°. 8.112/90, o valor do</p><p>auxílio-natalidade será acrescido de 25%, por</p><p>nascituro, no caso de parto múltiplo.</p><p>429 ( ). O auxílio-natalidade será pago ao cônjuge ou</p><p>companheiro servidor público, quando a</p><p>parturiente não for servidora.</p><p>430 ( ). O salário-família, benefício do Plano de</p><p>Seguridade Social, é devido ao servidor ativo ou</p><p>inativo, por dependente económico.</p><p>431 ( ). Para efeito de percepção do salário-família, o</p><p>cônjuge ou companheiro não será considerado</p><p>dependente econômico.</p><p>432 ( ). Em hipótese alguma, o servi dor perceberá o</p><p>salário-família</p><p>por dependente económico maior</p><p>de 21 anos de idade.</p><p>433 ( ). Em relação ao salário-família, a dependência</p><p>económica não se qualifica quando o</p><p>beneficiário do salário-família perceber</p><p>rendimento em valor igual ou superior ao</p><p>salário-mínimo.</p><p>434 ( ). Em todos os casos, o salário-família é devido ao</p><p>pai ou a mãe do servidor.</p><p>435 ( ). Segundo a Lei n°. 8.112/90, o salário-família</p><p>não está sujeito a qualquer tributo.</p><p>436 ( ). O afastamento do cargo efetivo, sem</p><p>remuneraçâo, ocasiona a suspensão do</p><p>pagamento do salário-família.</p><p>437 ( ). Um dos benefícios do Plano de Seguridade</p><p>Social é a licença para tratamento de saúde,</p><p>que será concedida ao servidor para tratamento</p><p>de saúde com base em perícia médica.</p><p>438 ( ). Ao servidor será concedida licença para</p><p>tratamento de saúde, a pedido ou de ofício, sem</p><p>prejuízo da remuneração a que fizer jus.</p><p>439 ( ). Em qualquer caso, a inspecão médica será feita</p><p>por junta médica oficial para a licença para</p><p>tratamento de saúde.</p><p>440 ( ). O servidor, que durante o mesmo exercício</p><p>atingir o limite de 30 dias de licença para</p><p>tratamento de saúde, consecutivos ou não,</p><p>deverá submeter-se à inspecão por junta</p><p>médica oficial, para a concessão de nova</p><p>licença,</p><p>441 ( ). Findo o prazo da licença para tratamento de</p><p>saúde, o servidor será submetido à nova</p><p>inspecão médica, que concluirá pela volta ao</p><p>serviço, pela prorrogação da licença ou pela</p><p>aposentadoria.</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>13</p><p>442 ( ). Segundo a Lei n°. 8.112/90, a inspecão médica</p><p>é dispensável quando o servidor apresentar</p><p>indícios de lesão orgânica ou funcional.</p><p>443 ( ). A servidora gestante fará jus a 120 dias de</p><p>licença, consecutivos ou não, sem prejuízo da</p><p>remuneração.</p><p>444 ( ). Com relação à licença à gestante prevista na Lei</p><p>n°. 8.112/90, pode-se afirmar que no caso de</p><p>natimorto, decorridos 30 dias do evento, a</p><p>servidora retornará ao exercício.</p><p>445 ( ). Em qualquer caso de aborto, a servidora terá</p><p>direito a 60 dias de repouso remunerado.</p><p>446 ( ). O servidor terá direito a licença-patern idade de</p><p>oito dias consecutivos pelo nascimento ou</p><p>adoção de filhos.</p><p>447 ( ). A servidora lactante fará jus a uma hora de</p><p>descanso, durante a jornada de t rabatho, para</p><p>amamentar o próprio filho, até a idade de seis</p><p>meses.</p><p>448 ( ). Serão concedidos 60 dias de licença</p><p>remunerada à servidora que adotar ou obtiver</p><p>guarda judicial de criança até um ano de idade.</p><p>449 ( ). Serão concedidos 30 dias de licença</p><p>remunerada à servidora que adotar ou obtiver</p><p>guarda judicial de criança com mais de um ano</p><p>de idade.</p><p>450 ( ). O servidor acidentado em serviço será</p><p>licenciado com remuneração proporcional ao</p><p>tempo de serviço.</p><p>451 ( ). Caracteriza acidente em serviço qualquer dano</p><p>que o servidor obtiver durante o horário de</p><p>trabalho, independente de estar relacionado</p><p>com as atribuições do cargo que ocupa.</p><p>452 ( ). O dano mental sofrido pelo servidor,</p><p>relacionado com as atribuições do cargo</p><p>exercido, configura acidente em serviço.</p><p>453 ( ). O dano decorrente de agressão sofrida e</p><p>provocada pelo servidor no exercício do cargo</p><p>equipara-se ao acidente em serviço.</p><p>454 ( ). Equipara-se ao acidente em serviço, o dano</p><p>sofrido no percurso da residência para o</p><p>trabalho e vice-versas.</p><p>455 ( ). O servidor acidentado em serviço que</p><p>necessitar de tratamento especializado deverá</p><p>ser tratado em instituição privada, à conta de</p><p>recursos públicos.</p><p>456 ( ). O servidor acidentado em serviço que</p><p>necessitar de tratamento especializado,</p><p>recomendado por junta médica oficial, poderá</p><p>optar pelo tratamento em instituição pública ou</p><p>privada à conta de recursos públicos.</p><p>457 ( ). O servidor acidentado em serviço deverá</p><p>comprovar tal evento no prazo de 15 dias,</p><p>prorrogável quando necessário.</p><p>458 ( ). Os dependentes do servidor farão jus a uma</p><p>pensão mensal no valor correspondente ao da</p><p>respectiva remuneração ou provento, por morte</p><p>do servidor.</p><p>459 ( ). A pensão, a que os dependentes fizerem jus,</p><p>será sempre vitalícia.</p><p>460 ( ). A pensão vitalícia somente se extingue ou</p><p>revertem com a morte de seus beneficiários.</p><p>461 ( ). Tanto a pensão vitalícia quanto a pensão</p><p>temporária somente se extinguem com a morte</p><p>de seus beneficiários.</p><p>462 ( ). O cônjuge e os filhos, entre outros, são</p><p>beneficiários da pensão vitalícia.</p><p>463 ( ). A pessoa desquitada ou divorciada não fará jus</p><p>à pensão vitalícia.</p><p>464 ( ). Além de outros, fará jus a pensão vitalícia a</p><p>pessoa designada, maior de 60 anos e a pessoa</p><p>portadora de deficiência, que vivam sob a</p><p>dependência económica do servidor.</p><p>465 ( ). A concessão de pensão vitalícia ao cônjuge</p><p>exclui direito da mãe e do pai de receber tal</p><p>pensão.</p><p>466 ( ). A pensão temporária é devida ao menor sob</p><p>guarda ou tutela até os 21 anos de idade.</p><p>467 ( ). Além do pai e mãe, a pessoa designada que</p><p>viva na dependência económica do servidor e</p><p>os irmãos até os 21 anos de idade são</p><p>beneficiários da pensão temporária.</p><p>468 ( ). A concessão da pensão temporária aos filhos</p><p>ou enteados, ao menor sob guarda ou tutela até</p><p>21 anos de idade exclui o direito do irmão órfão.</p><p>469 ( ). A pensão será concedida integralmente ao</p><p>titular de pensão vitalícia, mesmo se existirem</p><p>beneficiários da pensão temporária.</p><p>470 ( ). No caso em que houver vários titulares da</p><p>pensão vitalícia, seu valor será distribuído em</p><p>partes iguais entre os beneficiários habilitados.</p><p>471 ( ). No caso em que houver titulares à pensão</p><p>vitalícia e temporária, seu valor será distribuído</p><p>cm partes iguais entre os beneficiários</p><p>habilitados.</p><p>472 ( ). O direito de requerer a pensão prescreve em</p><p>cinco anos, a contar do óbito.</p><p>473 ( ). Concedida à pensão, o beneficiário não poderá</p><p>ser excluído, salvo no caso de morte.</p><p>474 ( ). Não fará jus à pensão o beneficiário condenado</p><p>pela prática de crime doloso de que tenha</p><p>resultado a morte do servidor.</p><p>475 ( ). A Lei n°. 8.112/90 prevê os casos em haverá</p><p>pensão provisória.</p><p>476 ( ). No caso de morte presumida do servidor, por</p><p>desaparecimento no desempenho das</p><p>atribuições do cargo conceder-se-á pensão</p><p>provisória.</p><p>477 ( ). Decorridos dez anos de vigência da pensão</p><p>provisória, esta será transformada em vitalícia</p><p>ou temporária, conforme o caso.</p><p>478 ( ). Perderá a qualidade de beneficiário de pensão,</p><p>quando atingida a maioridade de filho, irmão</p><p>órfão ou pessoa designada, aos 21 anos de</p><p>idade.</p><p>479 ( ). O beneficiário poderá renunciar o direito de</p><p>pensão.</p><p>480 ( ). No caso de morte do beneficiário da pensão</p><p>vitalícia, a respectiva cota reverterá para os</p><p>remanescentes da pensão vitalícia ou, se não</p><p>houver, para os titulares da pensão temporária.</p><p>481 ( ). E vedada a percepção cumulativa de mais de</p><p>uma pensão, ressalvado o direito de opção.</p><p>482 ( ). O auxílio-funeral, benefício do Plano de</p><p>Seguridade Social, é devido à família do</p><p>EXERCÍCIOS DA LEI 8.112/90</p><p>14</p><p>servidor falecido na atividade ou aposentado.</p><p>483 ( ). O valor do auxílio-funeral será correspondente a</p><p>50% da remuneração ou provento do servidor</p><p>falecido.</p><p>484 ( ). No caso de acumulação legal de cargos, o</p><p>auxílio-funeral será pago em razão do cargo de</p><p>maior remuneração.</p><p>485 ( ). O auxílio-funeral será pago no prazo máximo de</p><p>dez dias à pessoa da família que houver</p><p>custeado o funeral.</p><p>486 ( ). O auxílio-funeral somente será pago à pessoa</p><p>da família.</p><p>487 ( ). Em caso de falecimento de servidor em serviço</p><p>fora do local de trabalho, as despesas de</p><p>transporte do corpo serão custeadas por</p><p>recursos da União, autarquia ou fundação</p><p>pública.</p><p>488 ( ). À família do servidor ativo é devido</p><p>auxílío-reclusão.</p><p>489 ( ). O auxílio-reclusão será devido à família do</p><p>servidor, no valor correspondente a 1/3 da</p><p>remuneração, em razão de prisão, em flagrante</p><p>ou preventiva, enquanto durar a prisão.</p><p>490 ( ). O servidor condenado, por sentença definitiva,</p><p>durante</p>