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<p>AVALIAÇÃO FÍSICO-</p><p>FUNCIONAL E DIAGNÓSTICO</p><p>POR IMAGEM.</p><p>Prof: Thais B. de Oliveira</p><p>IMAGINOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL</p><p>Finalidade</p><p>Diagnosticar um</p><p>problema</p><p>desconhecido.</p><p>Demonstrar os</p><p>aspectos</p><p>determinantes de</p><p>um problema</p><p>conhecido</p><p>previamente.</p><p>Monitorar o</p><p>progresso do</p><p>tratamento e</p><p>possíveis</p><p>complicações.</p><p>Radiografia</p><p>convencional (RX)</p><p>Tomografia</p><p>computadorizada</p><p>(TC)</p><p>Ressonância</p><p>magnética (RM)</p><p>é a modalidade utilizada mais</p><p>comumente para avaliar condições</p><p>ósseas e articulares e, principalmente,</p><p>traumáticos.</p><p>RADIOGRAFIA</p><p>CONVENCIONAL (RX)</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>O radiologista deve obter no mínimo duas incidências do osso afetado (em ângulos</p><p>de 90° entre cada uma), cada qual incluindo duas articulações adjacentes</p><p>Modalidade radiológica constituída de</p><p>uma fonte de raios X, detectores e um</p><p>sistema de processamento</p><p>computadorizado de dados.</p><p>TOMOGRAFIA</p><p>COMPUTADORIZADA (TC)</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>O tubo de raios X é girado 360° em torno do paciente, enquanto o computador</p><p>coleta os dados e formula uma imagem axial, ou “corte”. Cada corte transversal</p><p>representa uma espessura de 0,1 a 1,5 cm de tecidos corporais.</p><p>Baseia-se na reemissão de um sinal de</p><p>radiofrequência absorvido, enquanto o</p><p>paciente está dentro de um campo</p><p>magnético forte.</p><p>RESSONÂNCIA</p><p>MAGNÉTICA (RM)</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>Contraindicações: Presença de implantes metálicos; Uso de implantes eletrônicos:</p><p>marcapasso ou implante coclear;</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>INCIDÊNCIA ANTEROPOSTERIOR (AP)</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>INCIDÊNCIA LATERAL</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>INCIDÊNCIA TRANSORAL</p><p>PÓSTERO-ANTERIOR (PA)</p><p>RM sem alterações</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>Fratura de C6</p><p>RX X TC</p><p>Defino, Helton Luiz A. Coluna Veítebíal: Lesões ľíaumáticas. Disponível em:</p><p>Minha Biblioteca, Gíupo A, 2019.</p><p>TC</p><p>Fratura de Àxis</p><p>TC</p><p>Fratura de C5</p><p>Joana, 55 anos, é cabelereira há 22 anos e vem apresentando queixas de cervicalgia</p><p>irradiada para MMSS, alteração da função do ombro e parestesia.</p><p>Ao realizar exames de imagem, foi diagnosticada com hérnia de disco cervical (C6-C7).</p><p>➢ Qual é o exame mais indicado para o caso de Joana?</p><p>Qual é o exame mais indicado para o caso de Joana?</p><p>AVALIAÇÃO</p><p>1- QUAL A DIFERENÇA DA TC PARA RNM?</p><p>2-QUAIS SÃO AS INCIDÊNCIAS DO RAIO-X?</p><p>3-QUAIS ESTRUTURAS CONSEGUIMOS OBSERVAR EM CADA TIPO DE EXAME DE IMAGEM?</p><p>QUAIS ALTERAÇÕES PODEM SER ENCONTRADAS?</p><p>INSPEÇÃO DA COLUNA CERVICAL</p><p>Avaliação postural:</p><p>Assimetria, desalinhamento,</p><p>rotação, inclinação, protusão,</p><p>hiperlordose cervical.</p><p>Nos planos: anterior, posterior e</p><p>lateral</p><p>Lippert, Lynn S. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.</p><p>Inspeção da coluna cervical</p><p>Avaliar a presença de:</p><p>feridas; edema; cicatrizes.</p><p>Avaliar a presença de dor e</p><p>restrição de ADM durante os</p><p>movimentos.</p><p>Flexão, extensão,</p><p>inclinação lateral</p><p>e rotação.</p><p>Marques, Amélia P. Manual de Goniometria. Disponível em: Minha Biblioteca, (3rd edição). Editora Manole, 2014.</p><p>Palpação da coluna cervical</p><p>Protuberância</p><p>occipital</p><p>Processos</p><p>mastoideos</p><p>bilaterais</p><p>ATM: solicitar a</p><p>abertura da boca</p><p>C2-C7: Através</p><p>das técnicas</p><p>pressão</p><p>transversa e</p><p>anterocentral</p><p>Plataforma OVID</p><p>Palpação da coluna cervical</p><p>Pressão transversa</p><p>➢ Paciente em DV</p><p>➢ Polegares posicionados nos processos transversos</p><p>➢ Avalia a mobilidade rotacional</p><p>Pressão Anterocentral</p><p>➢ Paciente em decúbito ventral</p><p>➢ Os 2 polegares posicionados no processo espinhoso</p><p>➢ Avalia a mobilidade anteroposterior.</p><p>Plataforma OVID</p><p>Sensibilidade</p><p>Estesiometria</p><p>➢ Determina o grau de sensibilidade que o paciente</p><p>apresenta.</p><p>➢ O estesiômetro é um instrumento composto por sete</p><p>monofilamentos (espécie de linha de polietileno e nylon)</p><p>de cores e espessuras diferentes.</p><p>Lippert, Lynn S. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.</p><p>Goniometíia</p><p>Flexão cervical (0 a 65°)</p><p>➢ Posição ideal: sentado ou em pé</p><p>➢ Braço fixo do goniômetro: 7° vértebra cervical, paralelo ao solo.</p><p>➢ Braço móvel do goniômetro: dirigido para o lóbulo da orelha.</p><p>Marques, Amélia P. Manual de Goniometria. Disponível em: Minha Biblioteca, (3rd edição). Editora Manole, 2014.</p><p>Goniometíia</p><p>Extensão cervical (0 a 50°)</p><p>➢ Posição ideal: sentado ou em pé</p><p>➢ Braço fixo do goniômetro: 7° vértebra cervical, paralelo ao solo.</p><p>➢ Braço móvel do goniômetro: dirigido para o lóbulo da orelha.</p><p>Marques, Amélia P. Manual de Goniometria. Disponível em: Minha Biblioteca, (3rd edição). Editora Manole, 2014.</p><p>Goniometíia</p><p>Inclinação lateral cervical (0 a 40°)</p><p>➢ Posição ideal: sentado ou em pé</p><p>➢ Braço fixo do goniômetro: 7° vértebra cervical, paralelo ao solo.</p><p>➢ Braço móvel do goniômetro: linha média da coluna cervical,</p><p>dirigido para a protuberância occipital externa.</p><p>Marques, Amélia P. Manual de Goniometria. Disponível em: Minha Biblioteca, (3rd edição). Editora Manole, 2014.</p><p>Goniometíia</p><p>Rotação cervical (0 a 55°)</p><p>➢ Posição ideal: sentado ou em pé</p><p>➢ Braço fixo do goniômetro: Acima da cabeça, linha mediana.</p><p>➢ Braço móvel do goniômetro: seguindo o movimento.</p><p>Marques, Amélia P. Manual de Goniometria. Disponível em: Minha Biblioteca, (3rd edição). Editora Manole, 2014.</p><p>Escoliose</p><p>Desvio</p><p>tridimensional da</p><p>coluna;</p><p>Alterações:</p><p>anteroposterior,</p><p>lateral e rotacional.</p><p>São classificadas</p><p>em: ascendentes e</p><p>descendentes</p><p>Ascendentes: Alterações em membros inferiores: descarga de peso</p><p>assimétrica e diferença de tamanho entre membros.</p><p>Descendentes: Alterações em ombro, cabeça e tórax: cicatrizes,</p><p>traumas, disfunções de ATM.</p><p>Lippert, Lynn S. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.</p><p>Escoliose</p><p>Essas alterações podem apresentar-se com o formato da letra C ou</p><p>da letra S (compensações).</p><p>O paciente com escoliose pode apresentar dor, perda de</p><p>funcionalidade e mobilidade.</p><p>Classificação de acordo com a convexidade: exemplo: escoliose</p><p>lombar esquerda - Convexa à esquerda.</p><p>Lippert, Lynn S. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.</p><p>Escoliose</p><p>A avaliação da escoliose ocorre em 2 momentos:</p><p>Exame de imagens Exame físico</p><p>Ângulo de</p><p>Cobb</p><p>Avaliação</p><p>postural</p><p>Presença</p><p>de gibas</p><p>Lippert, Lynn S. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.</p><p>Ângulo de Cobb</p><p>➢ É o ângulo de desvio lateral da coluna.</p><p>➢Mensurada para a decisão de condutas em pacientes com</p><p>escoliose.</p><p>De 20 a 40°: uso de colete de Milwaukee.</p><p>Acima de 40°: indicação de cirurgia.</p><p>Adam, GREENSPAN,,e BELTRAN, Javier. Radiologia Ortopédica - Uma Abordagem</p><p>Prática, 6ª edição. Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2017.</p><p>Ângulo de Cobb</p><p>➢ A obtenção do ângulo de Cobb é</p><p>feita através de RX.</p><p>➢ O fisioterapeuta risca a lápis a</p><p>imagem de RX para obtenção</p><p>desse ângulo.</p><p>Vértebra limite</p><p>superior (VLS)</p><p>Vértebra limite</p><p>inferior (VLI)</p><p>Lippert, Lynn S. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.</p><p>Ângulo de Cobb</p><p>➢ VLS: Linha acima da vértebra</p><p>mais inclinada .</p><p>➢ VLI: Linha abaixo da vértebra</p><p>mais inclinada.</p><p>Gravidade da escoliose Ângulo de Cobb</p><p>Leve 10 - 30°</p><p>Moderado 30 - 45°</p><p>Severo >45°</p><p>*Ângulo de Cobb acima de 60° estão associados à problemas respiratórios</p><p>Lippert, Lynn S. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição.</p><p>Disponível</p><p>em: Minha Biblioteca, Grupo GEN, 2018.</p><p>Ângulo de Cobb</p><p>VLS: Linha acima da vértebra mais inclinada .</p><p>VLI: Linha abaixo da vértebra mais inclinada.</p><p>AVALIAÇÃO E</p><p>TESTES</p><p>FUNCIONAIS DA</p><p>COLUNA</p><p>CERVICAL</p><p>Coluna Cervical</p><p>a) Teste de compressão de Spurling</p><p>➢ O paciente é instruído a inclinar lateralmente sua cabeça</p><p>para o lado dos sintomas referidos.</p><p>➢ O examinador aplica uma força</p><p>compressão e inclinação lateral.</p><p>combinada de</p><p>➢ Se houver dor, o teste é positivo.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>Coluna Cervical</p><p>b) Manobra de Valsalva</p><p>➢ O paciente na posição sentada, instruído a prender a</p><p>respiração fazendo força para baixo.</p><p>➢ A reprodução da dor durante o esforço é considerada</p><p>uma resposta positiva.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>Coluna Cervical</p><p>c) Teste de distração cervical</p><p>➢ Paciente em decúbito dorsal.</p><p>➢ O examinador posiciona uma mão no queixo e a outra no</p><p>occipital.</p><p>➢ Aplica-se uma força de tração, e os sintomas do paciente</p><p>são avaliados.</p><p>➢ Teste positivo: redução dos sintomas durante a tração.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>Coluna Cervical</p><p>d) Hiperextensão cervical (teste de Jackson)</p><p>➢ Paciente em posição sentada, é instruído a estender o seu</p><p>pescoço até o primeiro ponto de dor.</p><p>➢ Se não houver dor, o paciente é instruído a estender o</p><p>pescoço até a amplitude de movimento máxima.</p><p>➢ A reprodução de sintomas é considerada uma resposta</p><p>positiva.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>Coluna Cervical</p><p>e) Teste de compressão cervical</p><p>➢ Paciente em posição sentada.</p><p>➢ Com um cotovelo em cada ombro, o examinador aplica</p><p>uma força para baixo na cabeça do paciente.</p><p>➢ A reprodução dos sintomas é considerada uma resposta</p><p>positiva.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>Coluna Cervical</p><p>a) Flexores do pescoço</p><p>➢ Paciente em decúbito dorsal.</p><p>➢ Examinador realiza resistência sob a fonte do paciente.</p><p>➢ Solicita-se a flexão da coluna cervical.</p><p>➢ Pacientes com fraqueza muscular apresentarão hiperextensão</p><p>da coluna cervical.</p><p>S., LIPPERľ, L. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição. Disponível</p><p>em: Minha Biblioteca, Gíupo GEN, 2018.</p><p>Coluna Cervical</p><p>c) Trapézio superior</p><p>➢ Paciente sentado realiza elevação de ombro e inclinação lateral</p><p>da cervical.</p><p>➢ O examinador realiza resistência de depressão contra o ombro e</p><p>elevação da cabeça.</p><p>➢ O teste indica fraqueza muscular quando o paciente não</p><p>consegue realizar ou manter o movimento.</p><p>S., LIPPERľ, L. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição. Disponível</p><p>em: Minha Biblioteca, Gíupo GEN, 2018.</p><p>ESTESIOMETRIA</p><p>➢ Dermátomos da coluna cervical</p><p>➢ C1 a C8</p><p>COLUNA</p><p>TORACICA E</p><p>LOMBAR</p><p>TESTE DE ROOS</p><p>➢ É instruído a abduzir seus braços e rodar</p><p>lateralmente com flexão de cotovelos.</p><p>➢O paciente deve abrir e fechar as mãos</p><p>rapidamente durante 1 minuto.</p><p>➢O teste positivo consiste na reprodução de</p><p>sintomas (dor e parestesia).</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>TESTE DE FLEXÃO ANTERIOR DO TRONCO</p><p>DE ADAM</p><p>➢ Paciente em pé.</p><p>➢ O examinador instrui o paciente a ficar com os pés afastados na</p><p>largura dos ombros, unir os braços e inclinar lentamente o</p><p>tronco para a frente.</p><p>➢ O teste positivo consiste na assimetria do tronco:</p><p>especificamente a presença de uma gibosidade costal.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>Teste de Lasegue</p><p>➢ Paciente em decúbito dorsal.</p><p>➢ Examinador realiza flexão de quadril com joelho estendido.</p><p>➢ O teste positivo consiste na dor e parestesia ao estiramento do</p><p>nervo ciático.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>SLUMP SIT TEST</p><p>➢ Paciente na posição sentada em uma maca com os joelhos</p><p>flexionados e mãos atrás das costas.</p><p>➢ O examinador instrui o paciente a flexionar a coluna (slump),</p><p>seguido de flexão do pescoço.</p><p>➢ O examinador então solicita a extensão do joelho e a</p><p>dorsiflexão do pé.</p><p>➢ O teste é considerado positivo se os sintomas aumentarem na</p><p>posição curvada.</p><p>Cook, Chad, E. e Eíic J. Hegedus. ľestes Oítopédicos em Fisioteíapia.</p><p>Disponível em: Minha Biblioteca, (2nd edição). Editoía Manole, 2015.</p><p>TESTES DE FUNÇÃO MUSCULAR</p><p>❑ Flexores oblíquos do tronco</p><p>➢ Paciente em decúbito dorsal com as mãos na região</p><p>occipital.</p><p>➢ O examinador apenas estabiliza os membros inferiores</p><p>e solicita a flexão oblíqua de tronco.</p><p>S., LIPPERľ, L. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição. Disponível</p><p>em: Minha Biblioteca, Gíupo GEN, 2018.</p><p>EXTENSORES DE TRONCO</p><p>➢ Paciente em decúbito ventral com as mãos na região</p><p>occipital.</p><p>➢ O examinador estabiliza os membros inferiores e</p><p>solicita a extensão de tronco.</p><p>S., LIPPERľ, L. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição. Disponível</p><p>em: Minha Biblioteca, Gíupo GEN, 2018.</p><p>MÚSCULOS ABDOMINAIS SUPERIORES</p><p>➢ Paciente em decúbito dorsal com as mãos na região</p><p>occipital.</p><p>➢ O examinador estabiliza os pés e solicita a flexão de</p><p>tronco para a posição sentada.</p><p>S., LIPPERľ, L. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição. Disponível</p><p>em: Minha Biblioteca, Gíupo GEN, 2018.</p><p>Coluna dorsal e lombar</p><p>2) Estesiometria</p><p>• T1-T12</p><p>• L1-L5</p><p>• S1-S5</p><p>S., LIPPERľ, L. Cinesiologia Clínica e Anatomia, 6ª edição. Disponível</p><p>em: Minha Biblioteca, Gíupo GEN, 2018.</p><p>Slide 1: AVALIAÇÃO FÍSICO-FUNCIONAL E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM.</p><p>Slide 2: IMAGINOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL</p><p>Slide 3</p><p>Slide 4</p><p>Slide 5</p><p>Slide 6</p><p>Slide 7</p><p>Slide 8</p><p>Slide 9: PÓSTERO-ANTERIOR (PA)</p><p>Slide 10</p><p>Slide 11</p><p>Slide 12</p><p>Slide 13</p><p>Slide 14: AVALIAÇÃO</p><p>Slide 15: QUAIS ALTERAÇÕES PODEM SER ENCONTRADAS?</p><p>Slide 16</p><p>Slide 17: INSPEÇÃO DA COLUNA CERVICAL</p><p>Slide 18: Inspeção da coluna cervical</p><p>Slide 19: Palpação da coluna cervical</p><p>Slide 20: Palpação da coluna cervical</p><p>Slide 21: Sensibilidade</p><p>Slide 22: Goniometíia</p><p>Slide 23: Goniometíia</p><p>Slide 24: Goniometíia</p><p>Slide 25: Goniometíia</p><p>Slide 26: Escoliose</p><p>Slide 27: Escoliose</p><p>Slide 28: Escoliose</p><p>Slide 29: Ângulo de Cobb</p><p>Slide 30: Ângulo de Cobb</p><p>Slide 31: Ângulo de Cobb</p><p>Slide 32: Ângulo de Cobb</p><p>Slide 33</p><p>Slide 34</p><p>Slide 35: AVALIAÇÃO E TESTES FUNCIONAIS DA COLUNA CERVICAL</p><p>Slide 36: Coluna Cervical</p><p>Slide 37: Coluna Cervical</p><p>Slide 38: Coluna Cervical</p><p>Slide 39: Coluna Cervical</p><p>Slide 40: Coluna Cervical</p><p>Slide 41: Coluna Cervical</p><p>Slide 42: Coluna Cervical</p><p>Slide 43</p><p>Slide 44: COLUNA TORACICA E LOMBAR</p><p>Slide 45: TESTE DE ROOS</p><p>Slide 46: TESTE DE FLEXÃO ANTERIOR DO TRONCO DE ADAM</p><p>Slide 47: Teste de Lasegue</p><p>Slide 48: SLUMP SIT TEST</p><p>Slide 49: TESTES DE FUNÇÃO MUSCULAR</p><p>Slide 50</p><p>Slide 51: MÚSCULOS ABDOMINAIS SUPERIORES</p><p>Slide 52: Coluna dorsal e lombar</p><p>Slide 53</p>

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