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<p>© IEC 2003 - © ABNT 2009</p><p>NORMA</p><p>BRASILEIRA</p><p>ABNT NBR</p><p>IEC</p><p>60079-25</p><p>Primeira edição</p><p>08.07.2009</p><p>Válida a partir de</p><p>08.08.2009</p><p>Equipamentos elétricos para atmosferas</p><p>explosivas</p><p>Parte 25: Sistemas intrinsecamente seguros</p><p>Electrical apparatus for explosive gas atmospheres</p><p>Part 25: Intrinsically safe system</p><p>ICS 29.260.20 ISBN 978-85-07-01621-2</p><p>Número de referência</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>56 páginas</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>ii © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>© IEC 2003</p><p>Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida</p><p>ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito da ABNT,</p><p>único representante da IEC no território brasileiro.</p><p>© ABNT 2009</p><p>Todos os direitos reservados. A menos que especificado de outro modo, nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida</p><p>ou utilizada por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia e microfilme, sem permissão por escrito da ABNT.</p><p>ABNT</p><p>Av.Treze de Maio, 13 - 28º andar</p><p>20031-901 - Rio de Janeiro - RJ</p><p>Tel.: + 55 21 3974-2300</p><p>Fax: + 55 21 3974-2346</p><p>abnt@abnt.org.br</p><p>www.abnt.org.br</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados iii</p><p>Sumário Página</p><p>Prefácio Nacional....................................................................................................................................................... iv</p><p>1 Escopo............................................................................................................................................................1</p><p>2 Referências normativas ................................................................................................................................1</p><p>3 Definições.......................................................................................................................................................1</p><p>4 Documentação descritiva do sistema .........................................................................................................2</p><p>5 Seleção do grupo e classificação ................................................................................................................3</p><p>6 Categorias do sistema ..................................................................................................................................3</p><p>6.1 Generalidades ................................................................................................................................................3</p><p>6.2 Categoria “ia”.................................................................................................................................................3</p><p>6.3 Categoria “ib” ................................................................................................................................................4</p><p>7 Temperatura ambiente nominal ...................................................................................................................4</p><p>8 Fiação de campo............................................................................................................................................4</p><p>9 Aterramento e ligação com sistema equipotencial de sistemas intrinsecamente seguros ..................4</p><p>10 Proteção contra descargas atmosféricas e outros surtos elétricos........................................................5</p><p>11 Avaliação de um sistema intrinsecamente seguro ....................................................................................5</p><p>11.1 Generalidades ................................................................................................................................................5</p><p>11.2 Análise de circuitos indutivos......................................................................................................................8</p><p>11.3 Falhas na fiação de campo...........................................................................................................................8</p><p>11.4 Verificações e ensaios de tipo .....................................................................................................................8</p><p>12 Marcação ........................................................................................................................................................8</p><p>Anexo A (normativo) Avaliação de um sistema simples intrinsecamente seguro...............................................9</p><p>Anexo B (normativo) Avaliação de circuitos com mais de uma fonte de alimentação .....................................11</p><p>Anexo C (informativo) Interconexão de circuitos intrinsecamente seguros lineares e não lineares...............14</p><p>C.1 Introdução ....................................................................................................................................................14</p><p>C.2 Tipos básicos de circuitos não-lineares ...................................................................................................18</p><p>C.2.1 Parâmetros ...................................................................................................................................................18</p><p>C.2.2 Informações fornecidas nos certificados .................................................................................................19</p><p>C.3 Interconexão de circuitos intrinsecamente seguros com mais de uma fonte......................................22</p><p>C.3.1 Determinação da característica de saída resultante................................................................................22</p><p>C.3.2 Avaliação de segurança da interconexão e determinação de capacitância e indutância máxima</p><p>permissível ...................................................................................................................................................22</p><p>C.3.3 Comentários suplementares sobre o procedimento utilizando as características de saída ..............23</p><p>C.4 Exemplo ilustrativo de um procedimento utilizando características de saída .....................................24</p><p>C.5 Resumo.........................................................................................................................................................29</p><p>C.6 Diagramas ....................................................................................................................................................29</p><p>Anexo D (normativo) Verificação dos parâmetros indutivos ...............................................................................50</p><p>Anexo E (informativo) Formato sugerido para diagramas descritivos e para diagramas de instalação de</p><p>sistemas intrinsecamente seguros............................................................................................................52</p><p>Anexo F (informativo) Proteção contra surtos em um circuito intrinsecamente seguro ..................................55</p><p>F.1 Geral..............................................................................................................................................................55</p><p>F.2 Instalações a serem protegidas .................................................................................................................55</p><p>F.3 Surtos induzidos por raios .........................................................................................................................55</p><p>F.4 Medidas preventivas ...................................................................................................................................55</p><p>II. Indicador digital</p><p>Entrada com tipo de proteção Ex ib IIC</p><p>Valores máximos</p><p>Uo = 12 V</p><p>Io = 133 mA</p><p>Po = 0,4 W</p><p>Lo = 1,8 mH</p><p>Co = 1,4 �F</p><p>Característica de saída linear (Figura C.1 a))</p><p>III. Registrador</p><p>Entrada com tipo de proteção Ex ib IIC</p><p>Valores máximos</p><p>Uo = 1 V</p><p>Io = 31 mA</p><p>Po = 10 mW</p><p>Lo = 36 mH</p><p>Co = 200 �F</p><p>Característica de saída linear (Figura C.1a))</p><p>Com o arranjo na Figura C.4, e dependendo das condições de falha no analisador, tensões ou correntes podem</p><p>ser adicionadas como na Figura C.2 e). As características individuais e as características somadas da tensão</p><p>e corrente são mostradas na Figura C.5.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 27</p><p>0 31 100 133 200 264 300</p><p>I</p><p>U V</p><p>U</p><p>I mA</p><p>30</p><p>28,7</p><p>15,7</p><p>15</p><p>12</p><p>10</p><p>1</p><p>I</p><p>II</p><p>III</p><p>18,7 V</p><p>100 mA</p><p>Figura C.5 — Soma das características para o circuito da Figura C.4</p><p>A fim de verificar a segurança intrínseca, as somas das duas características são traçadas na Figura C.8 b)</p><p>(grupo IIB, L = 0,5 mH) (Figuras C.6 a) e C.6 b)).</p><p>O ponto em 18,7 V e 100 mA na curva de adição de tensão obviamente é o ponto crítico – é o mais próximo do</p><p>limite indutivo da fonte retangular, mas não o alcança. Neste ponto teoricamente a mais alta potência de 1,9 W é</p><p>alcançada.</p><p>Desde que ambas as características resultantes da combinação não cruzem as curvas de limite indutivo para as</p><p>fontes linear e retangular nas Figuras C.6 a) e C.6 b), o ensaio de segurança possui resultado positivo. Para a</p><p>máxima tensão (28,7 V) da característica resultante neste exemplo, a máxima capacitância permissível da</p><p>combinação da família de curvas na Figura C.6 b) pode ser considerada acima de 400 nF. A Tabela A.2 da</p><p>IEC 60079-11 para o valor 28,7 V no Grupo IIB, permite a capacitância de 618 nF – mais elevado que o valor</p><p>de 400 nF estabelecido aqui.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>28 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 0,5 mH</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.6 a) — Adição de corrente</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 0,5 mH</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.6 b) — Adição de tensão</p><p>Figura C.6 — Adição de corrente e/ou tensão para o exemplo dado na Figura C.4</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 29</p><p>Os valores resultantes para a combinação são os seguintes:</p><p>Grupo IIB</p><p>Valores máximos</p><p>Uo = 28,7 V</p><p>Io = 264 mA</p><p>Po = 1,9 W</p><p>Lo = 0,5 mH</p><p>Co = 400 nF</p><p>Neste exemplo, devido ao fato dos equipamentos associados (fonte de alimentação, indicador digital e o</p><p>registrador) não terem valores de indutância ou capacitância efetiva nas entradas/saídas intrinsecamente seguras,</p><p>os valores máximos de capacitância e indutância podem ser utilizados para equipamentos intrinsecamente</p><p>seguros (analisador) e para cabos de interconexão.</p><p>C.5 Resumo</p><p>No projeto e construção de automação dos processos de plantas em indústrias químicas e petroquímicas,</p><p>é freqüentemente necessário combinar várias partes certificadas de equipamento com circuitos intrinsecamente</p><p>seguros.</p><p>As práticas de instalação indicadas na ABNT NBR IEC 60079-14 permitem ao projetista, construtor ou operador de</p><p>uma instalação elétrica em uma área classificada manipular tais combinações por sua própria responsabilidade.</p><p>Deve ser realizado um cálculo ou ensaio para provar a segurança da interconexão. Como geralmente o operador</p><p>não possui nenhuma estrutura laboratorial para ensaio (o equipamento necessário não está disponível ao</p><p>operador), é permitido um procedimento de cálculo adequado. A ABNT NBR IEC 60079-14 até agora tem</p><p>fornecido apenas um procedimento exclusivo para fontes com resistência interna puramente linear, o que nem</p><p>sempre resulta em uma configuração segura. Na prática, entretanto, fontes com características não lineares são</p><p>comuns, e até agora a combinação destas fontes era somente possível com a ajuda de equipamentos de</p><p>laboratório.</p><p>Um método foi então desenvolvido para permitir que a avaliação de segurança seja feita por meio de diagramas</p><p>para a combinação de redes com circuitos lineares e não lineares. O procedimento descrito aqui é aplicável para</p><p>grupos IIB e IIC e para áreas classificadas por zona 1.</p><p>A parte básica do procedimento é a soma gráfica das características de saída das fontes intrinsecamente seguras</p><p>envolvidas. As características resultantes são então plotadas em um diagrama no qual a segurança intrínseca dos</p><p>circuitos resistivos, indutivos, capacitivos e combinados possa ser avaliada (isto é, com uma carga</p><p>simultaneamente indutiva e capacitiva). Uma vantagem significativa deste procedimento é que toda informação</p><p>das condições limite relacionadas aos dados de segurança pode ser obtida de um só diagrama. O fator de</p><p>segurança exigido de 1,5 já é incorporado aos diagramas.</p><p>C.6 Diagramas</p><p>O diagrama na Figura C.9 é incluído de maneira que possa ser utilizado para cópia em uma transparência.</p><p>Os diagramas autocalculados para soma de tensão ou corrente podem então ser colocados nos diferentes</p><p>diagramas limites (em escala comum) para avaliação. Nas páginas seguintes os diagramas limites de acordo com</p><p>a Tabela C.2 são fornecidos em uma escala comum e também em uma escala otimizada.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>30 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 0,15 mH</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 a) — Diagrama para 0,15 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 31</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 0,15 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 a) — Diagrama para 0,15 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>32 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 50 100 150 200 250</p><p>Io mA</p><p>300</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 0,5 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 b) — Diagrama para 0,5 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 33</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 0,5 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 b) — Diagrama para 0,5 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>34 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 50 100 150 200</p><p>Io mA</p><p>IIC; 1 mH</p><p>1</p><p>2</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 c) — Diagrama para 1 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 35</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 1 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 c) — Diagrama para 1 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>36 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 40 80 120</p><p>Io mA</p><p>20 60 100 140</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 2 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 d) — Diagrama para 2 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 37</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 2 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 d) — Diagrama para 2 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>38 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>50 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 30 60 90</p><p>Io mA</p><p>20 40 80 100</p><p>30 nF</p><p>10 70 120</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 5 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 e) — Diagrama para 5 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 39</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>30 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>70 nF</p><p>100 nF</p><p>150 nF</p><p>200 nF</p><p>300 nF</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIC; 5 mH</p><p>50 nF</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.7 e) — Diagrama para 5 mH (continuação)</p><p>Figura C.7 — Diagramas de curva limite para fonte de característica universal – Grupo IIC</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>40 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>500 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>0 400</p><p>Io mA</p><p>100 200 300 500</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 0,15 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 a) — Diagrama para 0,15 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 41</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 0,15 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 a) — Diagrama para 0,15 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>42 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>500 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>0 400</p><p>Io mA</p><p>100 200 300 50050 150 250 350 450</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 0,5 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 b) — Diagrama para 0,5 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 43</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 0,5mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 b) — Diagrama para 0,5 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>44 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>500 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>0 400</p><p>Io mA</p><p>100 200 30050 150 250 350</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 1 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 c) — Diagrama para 1 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 45</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 1 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 c) — Diagrama para 1 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>46 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>500 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>0</p><p>Io mA</p><p>100 30050 150</p><p>200 nF</p><p>200 250</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 2 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 d) — Diagrama para 2 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 47</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>500 nF</p><p>0 100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>200 nF</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 2 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 d) — Diagrama para 2 mH (continuação)</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>48 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>40</p><p>500 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>200 nF</p><p>0</p><p>Io mA</p><p>20</p><p>150 nF</p><p>40 60 80 100 120 140</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 5 mH</p><p>Legenda</p><p>1 Limite indutivo para fonte retangular</p><p>2 Limite indutivo para fonte linear</p><p>Figura C.8 e) — Diagrama para 5 mH</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 49</p><p>40</p><p>35</p><p>30</p><p>25</p><p>20</p><p>15</p><p>10</p><p>5</p><p>0</p><p>300 nF</p><p>1 F</p><p>2 F</p><p>5 F</p><p>10 F</p><p>Uo V</p><p>500 nF</p><p>200 nF</p><p>100 200 300 400 500</p><p>Io mA</p><p>0</p><p>1</p><p>2</p><p>IIB; 5 mH</p><p>Figura C.9 — Padrão de diagrama para fontes de característica universal</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>50 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Anexo D</p><p>(normativo)</p><p>Verificação dos parâmetros indutivos</p><p>A Figura D.1 ilustra o sistema em análise.</p><p>Ri é a resistência inerente da bobina indutiva. Se a resistência da bobina for suplementada por um resistor</p><p>adicional, este deve atender ao critério de um resistor infalível.</p><p>Ro é a resistência de saída da fonte de alimentação linear, isto é, Uo/Io.</p><p>Se Li for menor que Lo, então a indutância admitida do cabo pode ser considerada, uma vez que a diferença entre</p><p>os dois valores e o do sistema é aceitável.</p><p>Se Li/Ri for menor que a Lo/Ro admitida pela fonte de alimentação, então o sistema é aceitável e a razão L/R</p><p>permitida do cabo permanece como Lo/Ro.</p><p>NOTA Quando uma fonte de alimentação usa o menor valor de resistor limitador de corrente permitido pela Tabela A.1</p><p>da IEC 60079-11, então não é permitida nenhuma indutância para o cabo sem considerar sua resistência, e Lo iguais a zero.</p><p>Se o dispositivo indutivo não atender a nenhum desses dois requisitos, então é recomendado que uma análise</p><p>mais extensiva seja considerada, conforme descrito a seguir.</p><p>Determinar a corrente que circula pela indutância. No circuito ilustrado esta corrente é I = Uo/(Ro+Ri).</p><p>Multiplicar esta corrente por 1,5 e usar as curvas de indutância apropriadas da IEC 60079-11 para o Grupo</p><p>requerido para determinar a indutância máxima permitida Lmax</p><p>Se Lmax for menor que a indutância da bobina Li, então o circuito não é aceitável.</p><p>Se Lmax for maior que Li, então a indutância permitida para o cabo Lc será o menor entre os dois valores, (Lmax – Li)</p><p>ou Lo.</p><p>Se necessário, a relação entre a indutância máxima e a resistência do cabo (Lc/Rc) que pode ser conectado ao</p><p>sistema deve ser calculada usando a fórmula abaixo. Esta fórmula considera um fator de segurança de 1,5 sobre a</p><p>corrente e não deve ser utilizada onde Ci, para os terminais de saída do dispositivo, exceder 1 % da Co.</p><p>2</p><p>o</p><p>2</p><p>12</p><p>o</p><p>22</p><p>4,5</p><p>)72²(64 8</p><p>c U</p><p>LeURRe</p><p>R</p><p>L</p><p>�</p><p>�</p><p>ec �H/�</p><p>onde</p><p>� é a mínima energia de ignição do dispositivo no ensaio de centelhamento em microjoules, e é para</p><p>� Grupo I: 525 �J,</p><p>� Grupo IIA: 320 �J,</p><p>� Grupo IIB: 160 �J,</p><p>� Grupo IIC: 40 �J;</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 51</p><p>R é a resistência total do circuito (Ro + Ri), em ohms;</p><p>Uo é a máxima tensão de circuito aberto, em volts;</p><p>L é a indutância total do circuito (Li + indutância interna da fonte de alimentação) em Henry;</p><p>A relação Lc/Rc permitida do cabo do sistema é a que for menor entre este valor calculado e a relação Lo/Ro da</p><p>fonte de alimentação.</p><p>NOTA Na determinação da classe de temperatura desse indutor, é assumido que a resistência da bobina cai para o valor</p><p>que permite a máxima transferência de potência.</p><p>U o</p><p>R o + R i</p><p>I o =</p><p>Área classificada Área não classificada</p><p>2</p><p>1</p><p>U i R i</p><p>L i</p><p>I i</p><p>P i</p><p>Uo</p><p>Io</p><p>Ro</p><p>Po</p><p>Lo</p><p>Lo/Ro</p><p>Ui �</p><p>U o</p><p>Ii �</p><p>I o</p><p>Pi �</p><p>P o</p><p>Legenda</p><p>1 Equipamento associado</p><p>2 Parâmetros de indutância</p><p>Figura D.1 — Circuito indutivo típico</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>52 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Anexo E</p><p>(informativo)</p><p>Formato sugerido para diagramas descritivos e para diagramas de</p><p>instalação de sistemas intrinsecamente seguros</p><p>Este anexo é destinado à ilustração das informações que são consideradas necessárias na preparação de</p><p>diagramas descritivos e diagramas de instalação de sistemas intrinsecamente seguros. Este anexo não tem como</p><p>objetivo definir um formato particular destes diagramas nem sugerir que outros métodos de registro das</p><p>informações não possam ser igualmente efetivos. Os exemplos apresentados foram deliberadamente escolhidos</p><p>em função da sua complexidade e ilustram quase todas as particularidades de um projeto de sistema. A maioria</p><p>das aplicações reais é muito mais simples que os exemplos apresentados, e compreendem um único transmissor</p><p>e uma única interface.</p><p>O diagrama de malhas devem conter todas as informações necessárias para confirmar a situação do sistema e</p><p>para possibilitar as análises descritas nos Anexos A e B. A “Nota” indicada sobre o RTD confirma que este é um</p><p>dispositivo simples e que sua classe de temperatura é determinada pela temperatura local do processo. Se houver</p><p>uma falha no ensaio de isolação de 500 V, significa que o RTD pode estar aterrado e então dependerá da isolação</p><p>galvânica dentro do transmissor para satisfazer o requisito do circuito estar aterrado somente em um único ponto.</p><p>O transmissor é um equipamento certificado e possui parâmetros de segurança especificados para as conexões</p><p>de entrada do RTD e para as conexões de saída de 4 mA a 20 mA. A capacitância de entrada modifica de forma</p><p>desprezível a capacitância permitida para o cabo, e a faixa de temperatura ambiente permitida assegura que</p><p>o transmissor é adequado para montagem na maioria dos locais.</p><p>A interface galvanicamente isolada possui parâmetros de saída bem definidos, os quais são utilizados para</p><p>determinar os parâmetros permitidos para os cabos. O parâmetro restritivo para o cabo é sua capacitância de</p><p>80 nF, a qual é ressaltada na nota indicada acima do número do documento. O parâmetro alternativo no Grupo IIB</p><p>é apresentado, uma vez que este pode ser mais relevante para uma aplicação específica.</p><p>O diagrama da instalação tem como intenção converter o diagrama descritivo do sistema para os requisitos de</p><p>uma instalação específica. Deve-se considerar que o técnico de instalação requer as informações necessárias</p><p>para executar a montagem, a qual já tenha sido adequadamente projetada. O técnico precisa ter acesso somente</p><p>ao diagrama descritivo do sistema se houver alguma dúvida de adequação da instalação. A documentação da</p><p>instalação inclui caixas de junção, que são dispositivos simples, e especifica os cabos e prensa-cabos particulares</p><p>a serem utilizados. Nesse caso esta documentação está de acordo com os padrões da companhia e atende aos</p><p>requisitos aplicáveis. A classe de temperatura de um RTD é claramente indicada e são apresentadas instruções</p><p>específicas sobre a ligação das malhas de blindagem do cabo. É recomendado que o nível de informações neste</p><p>diagrama seja adequado para permitir a realização de futuras inspeções.</p><p>É importante reiterar que esse Anexo ilustra apenas um método de apresentação destas informações. O requisito</p><p>essencial é que o diagrama descritivo do sistema contenha toda informação que permita a criação de um sistema</p><p>adequadamente seguro. É recomendado que a documentação da instalação contenha</p><p>as informações necessárias</p><p>para possibilitar que uma determinada montagem daqueles sistemas seja seguramente realizada em um local</p><p>específico.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 53</p><p>1 2 3</p><p>1 2 3</p><p>R</p><p>TD</p><p>Tr</p><p>an</p><p>sm</p><p>is</p><p>so</p><p>r d</p><p>e</p><p>te</p><p>m</p><p>pe</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>A</p><p>1</p><p>5 6</p><p>4+ 5 -</p><p>2 3 41</p><p>Á</p><p>re</p><p>a</p><p>cl</p><p>as</p><p>si</p><p>fic</p><p>ad</p><p>a</p><p>B</p><p>ar</p><p>re</p><p>ira</p><p>in</p><p>tri</p><p>ns</p><p>ec</p><p>am</p><p>en</p><p>te</p><p>se</p><p>gu</p><p>ra</p><p>Eq</p><p>ui</p><p>pa</p><p>m</p><p>en</p><p>to</p><p>nã</p><p>o</p><p>ce</p><p>rti</p><p>fic</p><p>ad</p><p>o</p><p>Á</p><p>re</p><p>a</p><p>nã</p><p>o</p><p>cl</p><p>as</p><p>si</p><p>fic</p><p>ad</p><p>a</p><p>C</p><p>ab</p><p>o</p><p>x</p><p>C</p><p>ab</p><p>o</p><p>y</p><p>D</p><p>ia</p><p>gr</p><p>am</p><p>a</p><p>de</p><p>b</p><p>lo</p><p>co</p><p>s</p><p>típ</p><p>ic</p><p>o</p><p>pa</p><p>ra</p><p>s</p><p>is</p><p>te</p><p>m</p><p>a</p><p>SI</p><p>. D</p><p>oc</p><p>um</p><p>en</p><p>to</p><p>d</p><p>es</p><p>cr</p><p>iti</p><p>vo</p><p>d</p><p>o</p><p>si</p><p>st</p><p>em</p><p>a.</p><p>N</p><p>O</p><p>TA</p><p>: S</p><p>e</p><p>o</p><p>ca</p><p>bo</p><p>x</p><p>o</p><p>u</p><p>o</p><p>ca</p><p>bo</p><p>y</p><p>s</p><p>e</p><p>to</p><p>rn</p><p>ar</p><p>em</p><p>p</p><p>ar</p><p>te</p><p>d</p><p>e</p><p>um</p><p>m</p><p>ul</p><p>tic</p><p>ab</p><p>o,</p><p>e</p><p>nt</p><p>ão</p><p>e</p><p>st</p><p>e</p><p>m</p><p>ul</p><p>tic</p><p>ab</p><p>o</p><p>de</p><p>ve</p><p>s</p><p>er</p><p>ti</p><p>po</p><p>A</p><p>o</p><p>u</p><p>tip</p><p>o</p><p>B</p><p>c</p><p>om</p><p>o</p><p>es</p><p>pe</p><p>ci</p><p>fic</p><p>ad</p><p>o</p><p>na</p><p>A</p><p>BN</p><p>T</p><p>N</p><p>B</p><p>R</p><p>IE</p><p>C</p><p>6</p><p>00</p><p>79</p><p>-1</p><p>4</p><p>B</p><p>lu</p><p>es</p><p>ky</p><p>E</p><p>ng</p><p>en</p><p>ha</p><p>ria</p><p>L</p><p>td</p><p>,O</p><p>X</p><p>br</p><p>id</p><p>ge</p><p>, U</p><p>TO</p><p>P</p><p>IA</p><p>D</p><p>oc</p><p>um</p><p>en</p><p>to</p><p>d</p><p>es</p><p>cr</p><p>iti</p><p>vo</p><p>d</p><p>o</p><p>si</p><p>st</p><p>em</p><p>a</p><p>B</p><p>C</p><p>00</p><p>1</p><p>D</p><p>es</p><p>en</p><p>ho</p><p>n</p><p>úm</p><p>er</p><p>o</p><p>00</p><p>1</p><p>C</p><p>la</p><p>ss</p><p>fic</p><p>aç</p><p>ão</p><p>d</p><p>o</p><p>si</p><p>st</p><p>em</p><p>a</p><p>ia</p><p>II</p><p>C</p><p>R</p><p>TD</p><p>a</p><p>pl</p><p>ic</p><p>áv</p><p>el</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>in</p><p>te</p><p>rfa</p><p>ce</p><p>Z</p><p>on</p><p>a</p><p>0</p><p>e</p><p>Zo</p><p>na</p><p>1</p><p>N</p><p>O</p><p>TA</p><p>: O</p><p>c</p><p>ab</p><p>o</p><p>B</p><p>te</p><p>m</p><p>li</p><p>m</p><p>ita</p><p>çã</p><p>o</p><p>ca</p><p>pa</p><p>ci</p><p>tiv</p><p>a</p><p>de</p><p>8</p><p>0</p><p>nF</p><p>e</p><p>m</p><p>II</p><p>C</p><p>e</p><p>6</p><p>47</p><p>n</p><p>F</p><p>em</p><p>II</p><p>B.</p><p>C</p><p>irc</p><p>ui</p><p>to</p><p>A</p><p>: 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S</p><p>yd</p><p>ne</p><p>y</p><p>A</p><p>us</p><p>tra</p><p>lia</p><p>IE</p><p>C</p><p>6</p><p>00</p><p>79</p><p>-1</p><p>1</p><p>C</p><p>om</p><p>po</p><p>ne</p><p>nt</p><p>e</p><p>si</p><p>m</p><p>pl</p><p>es</p><p>p</p><p>el</p><p>a</p><p>A</p><p>BN</p><p>T</p><p>N</p><p>B</p><p>R</p><p>IE</p><p>C</p><p>6</p><p>00</p><p>79</p><p>-1</p><p>1</p><p>C</p><p>om</p><p>po</p><p>ne</p><p>nt</p><p>e</p><p>pa</p><p>ss</p><p>iv</p><p>o</p><p>de</p><p>a</p><p>co</p><p>rd</p><p>o</p><p>co</p><p>m</p><p>a</p><p>su</p><p>bs</p><p>eç</p><p>ão</p><p>5</p><p>.4</p><p>a</p><p>)</p><p>P</p><p>S</p><p>06</p><p>1</p><p>Te</p><p>m</p><p>pe</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>m</p><p>áx</p><p>im</p><p>a</p><p>de</p><p>o</p><p>pe</p><p>ra</p><p>çã</p><p>o</p><p>45</p><p>0</p><p>ºC</p><p>A</p><p>c</p><p>la</p><p>ss</p><p>ifi</p><p>ca</p><p>çã</p><p>o</p><p>de</p><p>te</p><p>m</p><p>pe</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>é</p><p>de</p><p>te</p><p>rm</p><p>in</p><p>ad</p><p>a</p><p>pe</p><p>la</p><p>m</p><p>áx</p><p>im</p><p>a</p><p>te</p><p>m</p><p>pe</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>m</p><p>ed</p><p>id</p><p>a.</p><p>Te</p><p>ns</p><p>ão</p><p>d</p><p>e</p><p>is</p><p>ol</p><p>aç</p><p>ão</p><p>: 1</p><p>50</p><p>V</p><p>ef</p><p>et</p><p>iv</p><p>am</p><p>en</p><p>te</p><p>a</p><p>te</p><p>rra</p><p>do</p><p>Ti</p><p>po</p><p>3</p><p>65</p><p>S</p><p>P</p><p>an</p><p>In</p><p>c.</p><p>, B</p><p>os</p><p>to</p><p>n,</p><p>U</p><p>S</p><p>A</p><p>C</p><p>er</p><p>tif</p><p>ic</p><p>ad</p><p>o</p><p>E</p><p>x</p><p>ia</p><p>II</p><p>C</p><p>T</p><p>4</p><p>pe</p><p>la</p><p>F</p><p>M</p><p>U</p><p>L</p><p>N</p><p>.º:</p><p>9</p><p>83</p><p>06</p><p>5</p><p>Te</p><p>m</p><p>pe</p><p>ra</p><p>tu</p><p>ra</p><p>a</p><p>m</p><p>bi</p><p>en</p><p>te</p><p>-</p><p>40</p><p>ºC</p><p>a</p><p>+</p><p>8</p><p>0</p><p>ºC</p><p>.</p><p>Te</p><p>rm</p><p>in</p><p>ai</p><p>s</p><p>A</p><p>U</p><p>o</p><p>: 1</p><p>,0</p><p>m</p><p>V</p><p>Io</p><p>:</p><p>1</p><p>0</p><p>m</p><p>A</p><p>C</p><p>o</p><p>: 1</p><p>.0</p><p>00</p><p>u</p><p>F</p><p>Lo</p><p>:</p><p>35</p><p>0</p><p>m</p><p>H</p><p>Te</p><p>rm</p><p>in</p><p>ai</p><p>s</p><p>B</p><p>U</p><p>i</p><p>: 3</p><p>0V</p><p>Ii</p><p>:</p><p>1</p><p>20</p><p>m</p><p>A</p><p>P</p><p>i</p><p>: 1</p><p>W</p><p>C</p><p>i</p><p>: 3</p><p>n</p><p>F</p><p>Li</p><p>: 1</p><p>0</p><p>uH</p><p>Fo</p><p>rn</p><p>ec</p><p>e</p><p>is</p><p>ol</p><p>aç</p><p>ão</p><p>g</p><p>al</p><p>vâ</p><p>ni</p><p>ca</p><p>en</p><p>tre</p><p>o</p><p>s</p><p>ci</p><p>rc</p><p>ui</p><p>to</p><p>s</p><p>in</p><p>tri</p><p>ns</p><p>ec</p><p>am</p><p>en</p><p>te</p><p>s</p><p>eg</p><p>ur</p><p>os</p><p>.</p><p>D</p><p>. 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IEC 60079-25:2009</p><p>54 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>1 2 3</p><p>1 2 31</p><p>C</p><p>ab</p><p>o</p><p>D</p><p>10</p><p>4+ 5-</p><p>4</p><p>0</p><p>3</p><p>24</p><p>V</p><p>2</p><p>10</p><p>1b</p><p>1</p><p>10</p><p>1a</p><p>Ár</p><p>ea</p><p>c</p><p>la</p><p>ss</p><p>ifi</p><p>ca</p><p>da</p><p>Ár</p><p>ea</p><p>n</p><p>ão</p><p>c</p><p>la</p><p>ss</p><p>ifi</p><p>ca</p><p>da</p><p>10</p><p>1c</p><p>10</p><p>1c</p><p>10</p><p>1b</p><p>10</p><p>1b</p><p>10</p><p>1a</p><p>10</p><p>1a</p><p>V</p><p>as</p><p>o</p><p>6</p><p>N</p><p>ív</p><p>el</p><p>5</p><p>A</p><p>Zo</p><p>na</p><p>0</p><p>I</p><p>IB</p><p>T</p><p>3</p><p>E</p><p>qu</p><p>ip</p><p>am</p><p>en</p><p>to</p><p>si</p><p>m</p><p>pl</p><p>es</p><p>P</p><p>S</p><p>0</p><p>01</p><p>R</p><p>TD</p><p>R</p><p>T</p><p>10</p><p>1</p><p>Ti</p><p>po</p><p>3</p><p>50</p><p>6</p><p>P</p><p>et</p><p>er</p><p>P</p><p>ty</p><p>Tr</p><p>an</p><p>sm</p><p>is</p><p>so</p><p>r 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Esse tipo de proteção só é aplicável quando uma análise de</p><p>risco da probabilidade da incidência de raios e suas conseqüências indicarem esta necessidade. O exemplo</p><p>pretende demonstrar a análise necessária; esta não é a única solução possível.</p><p>F.2 Instalações a serem protegidas</p><p>A Figura F.1 ilustra uma instalação típica na qual o neutro é conectado diretamente à malha de terra.</p><p>Outras técnicas de aterramento são igualmente aceitáveis. O elemento sensor de temperatura penetra numa</p><p>gaiola de Faraday de um tanque de armazenamento contendo material inflamável. A resistência do elemento</p><p>sensor é convertida para um sinal de 4 mA a 20 mA por um conversor com isolação interna. Este sinal</p><p>é enviado</p><p>à entrada do computador via uma barreira galvanicamente isolada. O conjunto formado pelo isolador, conversor</p><p>e elemento sensor necessita ser analisado como sendo um sistema intrinsecamente seguro e é o sistema</p><p>analisado no Anexo E.</p><p>F.3 Surtos induzidos por raios</p><p>Um cenário possível é a incidência de raio no tanque no ponto X e a corrente resultante ser dispersa pelas</p><p>fundações do tanque e pelas ligações eqüipotenciais da instalação. Uma tensão transiente (tipicamente de 60 kV)</p><p>pode surgir entre o topo do tanque (X) e o ponto de entrada no computador ‘0’ volt (Y). O transiente de tensão</p><p>pode causar o rompimento da isolação galvânica da barreira e do transmissor isolador que pode criar uma</p><p>centelha secundária no espaço com vapor dentro do tanque, com uma grande probabilidade de explosão.</p><p>F.4 Medidas preventivas</p><p>Um supressor de surto pode ser montado no tanque para proteger a segregação do transmissor, e assim evitar</p><p>uma diferença de potencial dentro do tanque. O supressor de surto é aterrado ao tanque para preservar a gaiola</p><p>de Faraday. O supressor de surto multielemento restringe a excursão da tensão (60 V) a um nível que pode</p><p>rapidamente ser absorvido pela isolação do transmissor.</p><p>Um segundo limitador de surto é necessário para prevenir que o isolador galvânico e os circuitos de entrada do</p><p>computador sejam danificados. Esse supressor de surto é normalmente montado na área segura e conectado</p><p>conforme indicado. O surto em modo comum resultante no isolador não ultrapassa os limites da isolação dentro da</p><p>barreira galvanicamente isolada.</p><p>O sistema não é intrinsecamente seguro durante a tensão transiente, porém as elevadas correntes e tensões são</p><p>removidas das áreas mais perigosas dentro do tanque e estão presentes em locais relativamente seguros nos</p><p>cabos de interconexão.</p><p>O sistema é aterrado (ligado) indiretamente em dois pontos e durante o período do transiente o fluxo da corrente</p><p>circulante é capaz de causar uma ignição. Entretanto, em operação normal os pontos indiretos de aterramento não</p><p>conduzem, pois requerem uma tensão relativamente elevada (120 V) entre as ligações das conexões da malha de</p><p>supressão de surto para a circulação de qualquer corrente significativa. É recomendado que esta tensão não</p><p>exista por tempo significativo e, portanto, os circuitos sejam adequadamente seguros.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>56 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>F.5 Documentação adicional</p><p>É recomendado que o documento descritivo do sistema seja modificado para incluir adaptações da malha de</p><p>supressão de surtos. Seus efeitos na operação normal precisam ser analisados, levando em consideração suas</p><p>características relevantes, que podem incluir pequenos valores de capacitância e indutância.</p><p>É recomendado que o aterramento indireto em dois pontos seja analisado e registrado, bem como a justificativa de</p><p>aprovação.</p><p>F.6 Proteção adicional</p><p>Quando a incidência de raios for reconhecida como um problema significativo, é recomendado que seja</p><p>considerada a instalação de proteção de surto na fonte de alimentação principal do sistema de instrumentação.</p><p>Surtos nos bornes de entrada podem danificar os isoladores galvânicos da fonte de alimentação ou das conexões</p><p>de sinais. Algum grau de imunidade está implícito nos requisitos normais de adequação às Normas de</p><p>compatibilidade eletromagnética (EMC - Electro Magnetic Compatibility), mas esta proteção não é adequada</p><p>contra a maioria dos surtos induzidos por raios.</p><p>Da mesma forma, as outras rotas de possível penetração de surtos através das interconexões requerem algum</p><p>grau de proteção contra surtos.</p><p>11 60 V 60 V</p><p>60 V 10</p><p>4 mA-</p><p>20 mA</p><p>1 2</p><p>3</p><p>2</p><p>4</p><p>5</p><p>7</p><p>8</p><p>9</p><p>X</p><p>6</p><p>X</p><p>Legenda</p><p>1 transmissor</p><p>2 supressor de surto</p><p>3 fita de ligação</p><p>4 fonte de alimentação</p><p>5 isolador galvânico</p><p>6 barra eqüipotencial</p><p>7 supressor de transiente</p><p>8 linha de dados</p><p>9 filtro supressor da rede elétrica</p><p>10 parede do tanque</p><p>11 invólucro do instrumento</p><p>Figura F.1 — Requisitos de proteção contra surto de uma malha de instrumento</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>F.5 Documentação adicional ............................................................................................................................56</p><p>F.6 Proteção adicional.......................................................................................................................................56</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>iv © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Prefácio Nacional</p><p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras,</p><p>cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB), dos Organismos de Normalização</p><p>Setorial (ABNT/ONS) e das Comissões de Estudo Especiais (ABNT/CEE), são elaboradas por Comissões de</p><p>Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores</p><p>e neutros (universidade, laboratório e outros).</p><p>Os Documentos Técnicos ABNT são elaborados conforme as regras das Diretivas ABNT, Parte 2.</p><p>A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) chama atenção para a possibilidade de que alguns dos</p><p>elementos deste documento podem ser objeto de direito de patente. A ABNT não deve ser considerada</p><p>responsável pela identificação de quaisquer direitos de patentes.</p><p>A ABNT NBR IEC 60079-25 foi elaborada no Comitê Brasileiro de Eletricidade (ABNT/CB-03), pela Comissão de</p><p>Estudo de Equipamentos para Atmosfera Explosiva com Tipo de Proteção por Intrínseca Ex “i”, Sistemas Ex "i",</p><p>Fieldbus Ex “i” (FISCO) e proteção de equipamentos e de sistemas de transmissão utilizando radiação óptica</p><p>(CE-03:031.04). O Projeto circulou em Consulta Nacional conforme Edital nº 05, de 11.05.2009 a 09.06.2009,</p><p>com o número de Projeto 03:031.04-007.</p><p>Esta Norma é uma adoção idêntica, em conteúdo técnico, estrutura e redação, à IEC 60079-25:2003 (Edição 1.0),</p><p>que foi elaborada pelo Technical Committee TC-31 – Equipment for Explosive Atmospheres da IEC, conforme</p><p>ISO/IEC Guide 21-1:2005.</p><p>A aplicação desta Norma não dispensa o respeito aos regulamentos de órgãos públicos que a instalação e os</p><p>equipamentos devem satisfazer. Podem ser citadas como exemplos de regulamentos de órgãos públicos, as</p><p>Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego e as Portarias Ministeriais elaboradas pelo</p><p>Inmetro contendo o Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) para equipamentos elétricos para</p><p>atmosferas explosivas, nas condições de gases e vapores inflamáveis e poeiras combustíveis.</p><p>O Escopo desta Norma Brasileira em inglês é o seguinte:</p><p>Scope</p><p>This part of IEC 60079 contains the specific requirements for construction and assessment of intrinsically safe</p><p>electrical systems, type of protection “i”, intended for use, as a whole or in part, in explosive atmospheres in Group</p><p>II locations. This standard is intended for use by the designer of the system who may be a manufacturer,</p><p>a specialist consultant or a member of the end-user’s staff.</p><p>This Standard supplements IEC 60079-11, the requirements of which apply to electrical apparatus used</p><p>in intrinsically safe electrical systems.</p><p>The installation requirements of a Group II system designed in accordance with this standard are specified</p><p>in ABNT NBR IEC 60079-14.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>NORMA BRASILEIRA ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 1</p><p>Equipamentos elétricos para atmosferas explosivas</p><p>Parte 25: Sistemas intrinsecamente seguros</p><p>1 Escopo</p><p>1.1 Esta parte da ABNT NBR IEC 60079 contém requisitos específicos para projeto e avaliação de sistemas</p><p>intrinsecamente seguros, tipo de proteção “i”, destinados a serem utilizados, integralmente ou em parte, em</p><p>atmosferas explosivas do Grupo II. Esta Norma é destinada aos projetistas destes sistemas. Estes podem ser</p><p>os fabricantes, consultores especialistas ou profissionais da estrutura do usuário final.</p><p>1.2 Esta Norma complementa a IEC 60079-11 nos requisitos aplicáveis aos equipamentos elétricos utilizados</p><p>em sistemas intrinsecamente seguros.</p><p>1.3 Os requisitos de instalação de sistemas do Grupo II projetados de acordo com esta Norma são</p><p>especificados na ABNT NBR IEC 60079-14.</p><p>2 Referências normativas</p><p>Os documentos relacionados a seguir são indispensáveis à aplicação deste Documento. Para referências datadas,</p><p>aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do</p><p>referido documento (incluindo emendas).</p><p>ABNT NBR IEC 60079-0, Atmosferas explosivas – Parte 0: Equipamentos – Requisitos gerais</p><p>ABNT NBR IEC 60079-14 Atmosferas explosivas – Parte 14: Projeto, seleção e montagem de instalações elétricas</p><p>IEC 60060-1, High-voltage test techniques – Part 1: General definitions and test requirements</p><p>IEC 60079-11:1999, Electrical apparatus for explosive gas atmospheres – Part 11: Intrinsic safety “i”</p><p>3 Definições</p><p>Para os efeitos deste documento, as seguintes definições, específicas para sistemas elétricos intrinsecamente</p><p>seguros, se aplicam. Elas complementam as definições dadas nas ABNT NBR IEC 60079-0 e IEC 60079-11.</p><p>3.1</p><p>sistema elétrico intrinsecamente seguro</p><p>conjunto de equipamentos elétricos interconectados conforme documentos descritivos do sistema, no qual os</p><p>circuitos ou partes destes, destinados a utilização em atmosferas explosivas, são circuitos intrinsecamente</p><p>seguros</p><p>3.1.1</p><p>sistema elétrico intrinsecamente seguro certificado</p><p>sistema elétrico conforme 3.1 para o qual foi emitido um certificado confirmando que o sistema atende aos</p><p>requisitos desta Norma</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>2 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>3.1.2</p><p>sistema elétrico intrinsecamente seguro não certificado</p><p>sistema elétrico conforme 3.1 para o qual o conhecimento dos parâmetros elétricos dos componentes do sistema,</p><p>tais como equipamento elétrico intrinsecamente seguro certificado, equipamento associado certificado e</p><p>equipamento simples, e o conhecimento dos parâmetros físicos e elétricos da fiação1) de interconexão permitem</p><p>a inequívoca verificação de que a segurança intrínseca é preservada</p><p>3.2</p><p>documento descritivo do sistema</p><p>documento no qual os equipamentos elétricos, seus parâmetros elétricos e a fiação de interconexão são</p><p>especificados</p><p>3.3</p><p>projetista do sistema</p><p>pessoa responsável pelo documento descritivo do sistema, com a competência necessária e autorizado a realizar</p><p>todas as tarefas pertinentes e a assumir as responsabilidades inerentes em nome do empregador</p><p>3.4</p><p>máxima capacitância de cabo (Cc)</p><p>máxima capacitância do cabo de interligação que pode ser conectada em um circuito intrinsecamente seguro sem</p><p>invalidar a segurança intrínseca</p><p>3.5</p><p>máxima indutância de cabo (Lc)</p><p>máxima indutância do cabo de interligação que pode ser conectada em um circuito intrinsecamente seguro sem</p><p>invalidar a segurança intrínseca</p><p>3.6</p><p>máxima relação entre a indutância e a resistência do cabo (Lc/Rc)</p><p>valor máximo da relação entre a indutância (Lc) e a resistência (Rc) do cabo de interligação que pode ser</p><p>conectada em um circuito intrinsecamente seguro sem invalidar a segurança intrínseca</p><p>3.7</p><p>fonte de alimentação linear</p><p>fonte de alimentação cuja corrente de saída disponível é determinada por um resistor. A tensão de saída diminui</p><p>linearmente com o aumento da corrente de saída</p><p>3.8</p><p>fonte de alimentação não linear</p><p>fonte de alimentação com relação não linear entre a tensão e a corrente de saída</p><p>EXEMPLO Fonte com tensão de saída constante até o limite de corrente controlada por semicondutores.</p><p>4 Documentação</p><p>descritiva do sistema</p><p>Uma documentação descritiva deve ser criada para todos os sistemas. A documentação descritiva deve fornecer</p><p>uma análise adequada do nível de segurança proporcionado pelo sistema.</p><p>O Anexo E contém exemplos de diagramas típicos, os quais ilustram os requisitos da documentação descritiva do</p><p>sistema.</p><p>Os requisitos mínimos são os seguintes:</p><p>a) diagrama de malha listando todos os equipamentos do sistema;</p><p>1) NOTA DA TRADUÇÃO: Para as finalidades desta Norma, o termo “fiação” é considerado como sendo um termo genérico</p><p>que define e engloba, de forma abrangente, todas as interligações elétricas e os meios utilizados para estas interligações,</p><p>exceto as trilhas de circuitos impressos.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 3</p><p>b) identificação do subgrupo, classe de temperatura, categoria e faixa de temperatura ambiente de acordo com</p><p>as Seções 5, 6 e 7;</p><p>c) os requisitos e os parâmetros permitidos para a fiação de interligação de acordo com a Seção 8;</p><p>d) detalhes dos pontos de aterramento e de ligação ao sistema equipotencial de acordo com a Seção 9.</p><p>Quando dispositivos de proteção contra surtos são utilizados, uma análise de acordo com a Seção 10 também</p><p>deve ser incluída;</p><p>e) se aplicável, as justificativas das avaliações do equipamento como “equipamento simples” de acordo com</p><p>a IEC 60079-11 devem ser incluídas. Nos casos em que diversos equipamentos simples são incluídos,</p><p>a análise da somatória de seus parâmetros deve ser evidenciada;</p><p>f) o documento descritivo do sistema deve ter uma identificação única;</p><p>g) o projetista do sistema deve assinar e datar o documento.</p><p>5 Seleção do grupo e classificação</p><p>Sistemas elétricos intrinsecamente seguros devem ser inseridos no Grupo II de acordo com a</p><p>ABNT NBR IEC 60079-0. Para o sistema como um todo ou suas partes, deve ser informado o subgrupo</p><p>apropriado.</p><p>Para equipamentos aplicados em sistemas intrinsecamente seguros do Grupo II e instalados em áreas</p><p>classificadas, deve ser atribuída uma classe de temperatura de acordo com as ABNT NBR IEC 60079-0</p><p>e IEC 60079-11.</p><p>NOTA 1 Em sistemas elétricos intrinsecamente seguros do Grupo II, ou em suas partes, os subgrupos A, B, C podem ser</p><p>diferentes dos indicados individualmente para os equipamentos intrinsecamente seguros e associados que formam o sistema.</p><p>NOTA 2 Partes diferentes do mesmo sistema elétrico intrinsecamente seguro podem ter diferentes subgrupos (A, B, C).</p><p>Os equipamentos utilizados podem ter diferentes classes de temperatura e diferentes faixas de temperatura ambiente.</p><p>6 Categorias do sistema</p><p>6.1 Generalidades</p><p>Cada parte do sistema elétrico intrinsecamente seguro destinado ao uso em áreas classificadas deve ser</p><p>associada a uma categoria “ia” ou “ib” de acordo com a IEC 60079-11. O sistema completo não necessariamente</p><p>necessita ser classificado em uma única categoria.</p><p>A documentação descritiva deve especificar a categoria do sistema ou, quando necessário, a categoria de suas</p><p>diferentes partes.</p><p>NOTA Por exemplo, um instrumento “ib”, mas projetado para utilizar um sensor “ia”, tal como um instrumento de medição</p><p>de pH com seu eletrodo, no qual a parte do sistema até o instrumento é “ib” e o eletrodo com sua conexão é “ia”.</p><p>A Seção 11 contém detalhes da avaliação exigida.</p><p>6.2 Categoria “ia”</p><p>Quando os requisitos aplicáveis para os equipamentos elétricos da categoria “ia” (ver 5.2 da IEC 60079-11) são</p><p>atendidos por um sistema intrinsecamente seguro ou parte de um sistema considerado como uma entidade,</p><p>este sistema ou parte deste deve ser considerado como sendo categoria “ia”.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>4 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>6.3 Categoria “ib”</p><p>Quando os requisitos aplicáveis para os equipamentos elétricos da categoria “ib” (ver 5.3 da IEC 60079-11) são</p><p>atendidos por um sistema intrinsecamente seguro ou parte de um sistema considerado como uma entidade, este</p><p>sistema ou parte deste deve ser considerado como sendo categoria “ib”.</p><p>7 Temperatura ambiente nominal</p><p>Se uma parte ou todo o sistema intrinsecamente seguro for especificado como sendo apropriado para operações</p><p>fora da faixa de temperatura ambiente de – 20 �C e + 40 �C, esta faixa diferente deve ser especificada</p><p>na documentação descritiva do sistema.</p><p>8 Fiação de campo</p><p>Os parâmetros elétricos da fiação de interconexão dos quais a segurança intrínseca depende devem ser</p><p>especificados na documentação descritiva do sistema. Alternativamente, um determinado tipo de cabo pode ser</p><p>especificado e uma justificativa para a sua utilização deve ser incluída na documentação. Neste caso este cabo</p><p>deve atender aos requisitos aplicáveis da ABNT NBR IEC 60079-14.</p><p>Quando aplicável, a documentação descritiva do sistema também deve especificar os tipos de multicabos</p><p>permitidos, conforme a ABNT NBR IEC 60079-14, que cada circuito específico pode utilizar. No caso particular</p><p>quando falhas entre circuitos separados não são consideradas, deve ser incluída uma “nota” no diagrama de</p><p>malhas do documento descritivo do sistema com os seguintes dizeres: “quando o cabo de interligação utiliza parte</p><p>de um multicabo contendo outros circuitos intrinsecamente seguros, este cabo deve estar de acordo com os</p><p>requisitos de um multicabo tipo A ou B conforme especificado na ABNT NBR IEC 60079-14.</p><p>9 Aterramento e ligação com sistema equipotencial de sistemas intrinsecamente</p><p>seguros</p><p>Em geral, um circuito intrinsecamente seguro deve estar flutuando ou estar ligado ao sistema equipotencial</p><p>associado com a área classificada em somente um ponto. O nível de isolação requerido (exceto em um ponto)</p><p>deve ser projetado para suportar 500 V no ensaio de isolação de acordo com 6.4.12 da IEC 60079-11. Quando</p><p>este requisito não for atendido, então o circuito deve ser considerado aterrado naquele ponto. Mais de uma</p><p>conexão ao terra é permitida no circuito, desde que o circuito seja dividido em subcircuitos galvanicamente</p><p>isolados e cada qual esteja aterrado somente em um ponto.</p><p>Blindagens devem ser conectadas a terra ou à estrutura de acordo com a ABNT NBR IEC 60079-14. Quando um</p><p>sistema é destinado à utilização em uma instalação onde diferenças potenciais significantes (maiores que 10 V)</p><p>entre a estrutura e o circuito podem ocorrer, a técnica preferida é utilizar um circuito galvanicamente isolado de</p><p>influências externas, tais como mudança no potencial do terra em alguma distância da estrutura. Precaução</p><p>especial é requerida quando parte do sistema é destinada a utilização em áreas classificadas como zona 0.</p><p>É recomendado que o documento descritivo do sistema indique claramente cada ponto ou pontos do sistema que</p><p>são previstos a serem conectados ao sistema eqüipotencial da planta e qualquer requisito especial de tais ligações.</p><p>Esta informação pode ser uma referência à ABNT NBR IEC 60079-14. O ponto ou os pontos nos quais o sistema</p><p>intrinsecamente seguro são conectados ao sistema eqüipotencial da planta devem ser determinados de acordo</p><p>com a ABNT NBR IEC 60079-14.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 5</p><p>10 Proteção contra descargas atmosféricas e outros surtos elétricos</p><p>Se uma análise de risco mostrar que uma instalação é particularmente suscetível a descargas atmosféricas</p><p>ou outros surtos, precauções devem ser tomadas para evitar possíveis riscos.</p><p>Se parte de um circuito intrinsecamente seguro for instalado em zona 0,</p><p>de maneira que exista o risco de ocorrer</p><p>diferenças de potenciais perigosas ou mesmo destrutivas dentro da zona 0, um dispositivo de proteção contra</p><p>surto deve ser instalado. Proteção contra surto é requerida entre cada condutor do cabo, incluindo a blindagem</p><p>e a estrutura, caso o condutor ainda não esteja ligado à estrutura. O dispositivo de proteção de surto deve ser</p><p>instalado fora, porém o mais próximo possível ao limite da zona 0, preferivelmente dentro de 1 m.</p><p>Proteção contra surto para equipamentos em zona 1 e zona 2 deve ser incluída no projeto dos sistemas para</p><p>aplicação em áreas altamente suscetíveis a tais surtos.</p><p>O dispositivo de proteção contra surtos deve ser capaz de desviar uma corrente de descarga com valor de pico</p><p>mínimo de 10 kA (impulso de 8/20 �s de acordo com IEC 60060-1 para 10 operações). A conexão entre</p><p>o dispositivo de proteção e a estrutura local deve ter uma área de seção transversal mínima equivalente a 4 mm2</p><p>de cobre. O cabo entre o equipamento intrinsecamente seguro em zona 0 e o dispositivo de proteção de surto</p><p>deve ser instalado de maneira que fique protegido de descargas atmosféricas. Qualquer dispositivo de proteção de</p><p>surtos inserido em um circuito intrinsecamente seguro deve ter tipo de proteção adequado para o local da</p><p>instalação.</p><p>Considera-se que a utilização de dispositivos de proteção contra surtos que interligam o circuito e a estrutura via</p><p>dispositivos não lineares, tais como tubos de descarga de gás e semicondutores, não afeta adversamente</p><p>a segurança intrínseca de um circuito, desde que a corrente através do dispositivo seja inferior a 10 �A,</p><p>em operação normal.</p><p>NOTA Se o ensaio de isolação de 500 V for realizado sob condições conhecidas, pode ser necessário desconectar</p><p>o dispositivo de supressão de surto para não invalidar a medição.</p><p>A utilização de técnicas de supressão de surto em sistemas intrinsecamente seguros deve ser sustentada por uma</p><p>análise adequadamente documentada em relação ao efeito de aterramento múltiplo indireto, considerando-se</p><p>o critério citado acima. A capacitância e indutância do dispositivo de supressão de surto devem ser consideradas</p><p>na avaliação do sistema intrinsecamente seguro.</p><p>O Anexo F apresenta alguns aspectos do projeto de proteção contra surto de um sistema intrinsecamente seguro.</p><p>11 Avaliação de um sistema intrinsecamente seguro</p><p>11.1 Generalidades</p><p>Se um sistema contiver equipamentos que não atendam individualmente à IEC 60079-11, este sistema deve ser</p><p>analisado como um todo. O sistema deve ser analisado como se fosse um único equipamento. Um sistema</p><p>categoria “ia” deve ser analisado de acordo com os critérios de 5.2 da IEC 60079-11. Um sistema categoria “ib”</p><p>deve ser analisado de acordo com os critérios de 5.3 da IEC 60079-11. Além das falhas no equipamento, as falhas</p><p>da fiação de campo indicadas em 11.3 devem ser consideradas.</p><p>NOTA 1 É reconhecido que a aplicação de falhas ao sistema como um todo é menos restritiva que a aplicação de falhas a</p><p>cada equipamento; mesmo assim, é considerado que um nível de segurança aceitável é obtido.</p><p>Quando toda a informação necessária estiver disponível, é permitido aplicar a contagem de falhas ao sistema</p><p>como um todo, mesmo utilizando equipamentos em conformidade com a IEC 60079-11. Esta é uma solução</p><p>alternativa à mais usual da comparação direta das características de entrada e saída de equipamentos analisados</p><p>ou ensaiados em separado. Quando um sistema contém somente equipamentos analisados e ensaiados</p><p>individualmente de acordo com a IEC 60079-11, a compatibilidade de todos os equipamentos do sistema deve ser</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>6 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>demonstrada. Falhas dentro do equipamento já foram consideradas e nenhuma consideração adicional destas</p><p>falhas será necessária. Quando um sistema contém uma única fonte de alimentação, os parâmetros de saída da</p><p>fonte já consideram possíveis falhas nos cabos, conseqüentemente estas falhas não precisam mais ser</p><p>consideradas. O Anexo A contém detalhes adicionais da análise desses circuitos simples.</p><p>Quando equipamentos podem interligar circuitos intrinsecamente seguros separados, por exemplo, uma</p><p>termorresistência com duas resistências com enrolamentos separados, os circuitos interligados devem ser</p><p>avaliados como um único circuito.</p><p>Quando um sistema intrinsecamente seguro contém mais de uma fonte de alimentação linear, o efeito das fontes</p><p>combinadas deve ser analisado. O Anexo B apresenta a análise a ser utilizada nas combinações mais freqüentes.</p><p>Se um sistema intrinsecamente seguro contiver mais de uma fonte de alimentação, e uma ou mais destas fontes</p><p>forem não lineares, o método de avaliação descrito no Anexo B não pode ser utilizado. Para este tipo de sistema</p><p>intrinsecamente seguro, o Anexo C explica como a análise do sistema pode ser realizada se a combinação</p><p>contiver somente uma fonte de alimentação não linear.</p><p>NOTA 2 Se uma orientação especializada adicional for necessária, é recomendado que esta seja obtida junto a organismos</p><p>competentes.</p><p>A Figura 1 apresenta os princípios da análise de sistema.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 7</p><p>Analisar o sistema</p><p>intrinsecamente</p><p>seguro</p><p>Não</p><p>O equipamento está</p><p>em conformidade</p><p>com a</p><p>IEC 60079-11?</p><p>Utilizar os princípios</p><p>da IEC 60079-11</p><p>O sistema deve ser</p><p>ensaiado e marcado</p><p>conforme</p><p>IEC 60079-11</p><p>Sim</p><p>Sim</p><p>Apenas uma fonte de</p><p>alimentação linear é</p><p>utilizada?</p><p>Seguir o Anexo A</p><p>Emitir um documento</p><p>de descrição do</p><p>sistema</p><p>Não</p><p>Sim As fontes de</p><p>alimentação são</p><p>lineares?</p><p>Seguir o Anexo B</p><p>Emitir um documento</p><p>de descrição do</p><p>sistema</p><p>Não</p><p>Utilizar as</p><p>recomendações do</p><p>Anexo C e/ou</p><p>consultar um</p><p>especialista</p><p>Emitir um documento</p><p>de descrição do</p><p>sistema</p><p>Figura 1 — Análise do sistema</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>8 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>11.2 Análise de circuitos indutivos</p><p>Quando um equipamento tiver indutância e resistência bem definidas, através de sua documentação ou</p><p>construção, a segurança em relação aos aspectos indutivos do sistema deve ser confirmada pelo processo</p><p>definido no Anexo D.</p><p>11.3 Falhas na fiação de campo</p><p>Ao projetar um sistema que requeira considerações sobre falhas na fiação de campo, as seguintes devem ser</p><p>aplicadas:</p><p>a) interrupção de qualquer número de condutores da fiação de campo;</p><p>b) curto-circuito entre qualquer número de condutores da fiação de campo e também entre estes e a blindagem;</p><p>c) falha através do sistema eqüipotencial da estrutura ou armação em qualquer ponto. Para a finalidade desta</p><p>análise deve ser considerado que o caminho de retorno através da estrutura ou armação tenha impedância</p><p>zero e não introduza qualquer tensão ou corrente no circuito.</p><p>Os parâmetros aceitáveis de interconexão dos cabos devem ser calculados utilizando um fator de segurança de</p><p>1,5 em conformidade com 10.4.2 da IEC 60079-11.</p><p>11.4 Verificações e ensaios de tipo</p><p>Quando necessário conduzir verificações e/ou ensaios de tipo para garantir que um sistema seja adequadamente</p><p>seguro, deve ser utilizado o método especificado na Seção 10 da IEC 60079-11.</p><p>12 Marcação</p><p>Todo equipamento do sistema deve ser claramente identificado. No caso de “equipamentos simples”, é aceitável a</p><p>utilização de uma etiqueta de identificação (tag) no equipamento, rastreável na documentação da instalação.</p><p>O requisito mínimo é que o documento descritivo relevante do sistema seja prontamente rastreável. Uma técnica</p><p>aceitável é a da utilização de uma numeração de malha única, que identifique a documentação da malha, a qual</p><p>referencia a documentação descritiva do sistema.</p><p>Se o sistema contiver equipamentos avaliados ou ensaiados separadamente em conformidade com a</p><p>IEC 60079-11, cada equipamento mantém sua marcação original.</p><p>Quando um sistema for avaliado como um todo e estiver em conformidade com a IEC 60079-11,</p><p>cada equipamento deve ser marcado em conformidade com aquela norma.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 9</p><p>Anexo A</p><p>(normativo)</p><p>Avaliação de um sistema simples intrinsecamente seguro</p><p>Esta análise simples somente é aplicável quando o sistema considerado utilizar apenas uma fonte de alimentação.</p><p>O procedimento de determinação da aceitabilidade do sistema simples, ilustrado pelo exemplo da Figura A.1, deve</p><p>ser como segue:</p><p>a) determinar a categoria ou a subdivisão do grupo do sistema com base nas informações individuais dos dois</p><p>equipamentos certificados. O sistema adota sempre a condição mais restritiva à aplicação. Portanto, se</p><p>qualquer dos equipamentos for “ib”, então o sistema é “ib”. O subgrupo é determinado pelo menos sensível</p><p>IIC, IIB, IIA em ordem decrescente de sensibilidade. No exemplo ilustrado pela Figura A.1 o sistema se torna</p><p>Ex ia IIC. É permitido que partes diferentes do sistema tenham categorizações e classificações diferentes.</p><p>Nestas circunstâncias, é recomendado que a documentação descritiva do sistema defina claramente as</p><p>partes individuais do circuito;</p><p>b) verificar os parâmetros de tensão, corrente e potência como segue:</p><p>Uo � Ui</p><p>Io � Ii</p><p>Po � Pi</p><p>Quando a resistência de entrada efetiva do equipamento intrinsecamente seguro for especificada, o cálculo da</p><p>corrente de entrada permitida pode incluir este parâmetro. No exemplo ilustrado não existe problema;</p><p>c) determinar a classe de temperatura do equipamento intrinsecamente seguro, a qual pode depender dos</p><p>parâmetros de corrente ou potência da fonte;</p><p>d) a capacitância máxima permitida para o cabo [Cc] é a capacitância permitida pela fonte de alimentação [Co]</p><p>menos a capacitância efetiva de entrada do equipamento intrinsecamente seguro [Ci] que é Cc = Co – Ci;</p><p>e) a indutância máxima permitida para o cabo [Lc] é a indutância permitida pela fonte de alimentação [Lo] menos</p><p>a indutância efetiva de entrada do equipamento intrinsecamente seguro [Li] que é Lc = Lo – Li;</p><p>f) quando a fonte de alimentação for de limitação linear por resistor, a relação Lc/Rc permitida é determinada em</p><p>conformidade com o Anexo D.</p><p>Algumas fontes de alimentação podem ser bidirecionais, por exemplo, barreiras de segurança a diodo de</p><p>derivação, destinadas a sinais de corrente alternada. Nestas circunstâncias, o efeito de ambas as polaridades de</p><p>saída deve ser considerado.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>10 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Área classificada Área não classificada</p><p>Equipamento intrinsecamente seguro Sistema Equipamento associado</p><p>Ex ia IIC T4 Ex ia IIC [Ex ia] IIC</p><p>Ui 30 V Uo 28 V</p><p>Ii 120 mA Io 93 mA</p><p>Pi 1,2 W Po 0,65 W</p><p>Li 10 �H Lo 3 mH</p><p>Ci 1 nF Lc/Rc 54 �H/�</p><p>Co 83 nF</p><p>Parâmetros do cabo</p><p>Lc 3 mH</p><p>Lc/Rc 54 �H/�</p><p>Cc 82 nF</p><p>Figura A.1 — Interconexão de equipamento intrinsecamente seguro com equipamentos associados</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 11</p><p>Anexo B</p><p>(normativo)</p><p>Avaliação de circuitos com mais de uma fonte de alimentação</p><p>Esta análise somente é aplicável quando as fontes de alimentação consideradas utilizam a limitação de saída</p><p>linear resistiva. Não é aplicável a fontes de alimentação que utilizam outras formas de limitação de corrente.</p><p>No Anexo B da ABNT NBR IEC 60079-14 existe um procedimento simplificado, que fornece resultados</p><p>conservativos que garantem a segurança da instalação e pode ser utilizado como alternativa para este anexo.</p><p>Quando houver mais de uma fonte de alimentação e as interconexões forem feitas sob condições controladas, de</p><p>maneira a proporcionar segregação adequada e estabilidade mecânica em conformidade com a IEC 60079-11,</p><p>estas são consideradas sujeitas a falhas de abertura ou curto-circuito, porém não à inversão de polaridade ou</p><p>troca da ligação em série para paralelo ou vice-versa. Interconexões em bastidor ou painel, quando executadas</p><p>em local com controle de qualidade e recursos de ensaio adequados, são exemplos do grau de integridade</p><p>requerido.</p><p>A Figura B.1 ilustra a combinação série usual. Esta situação série resulta em uma tensão de circuito aberto, Uo</p><p>como sendo U1 + U2, mas a possibilidade da tensão ser U1 – U2 não é considerada. Para a segurança do sistema,</p><p>três tensões U1, U2 e Uo = U1 + U2 são consideradas juntas com suas correspondentes correntes I1 e I2 e suas</p><p>combinações.</p><p>21</p><p>21 o</p><p>RR</p><p>UU</p><p>I</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>Cada um dos três circuitos equivalentes deve ter sua segurança avaliada utilizando a Tabela A.1 da IEC 60079-11.</p><p>Os valores de Lo, Lo/Ro e Co devem ser estabelecidos para cada circuito e os valores mais restritivos devem ser</p><p>utilizados no circuito equivalente considerado.</p><p>Em todas as circunstâncias deve ser utilizado um fator de segurança de 1,5 na determinação destes valores.</p><p>NOTA Quando as duas tensões forem somadas, o circuito combinado definirá o valor da capacitância. No entanto, a</p><p>indutância e a relação Lo/Ro podem ser determinadas por um dos circuitos individuais. A mínima indutância nem sempre</p><p>coincide com a máxima corrente do circuito resultante e a mínima relação Lo/Ro pode não ser coincidente com a mínima</p><p>indutância.</p><p>É recomendado que a máxima potência transferível de cada circuito equivalente seja determinada. A máxima</p><p>potência transferível do circuito combinado somente será a soma da potência disponível de cada circuito quando</p><p>as fontes tiverem a mesma corrente de saída.</p><p>Quando as fontes de alimentação são conectadas em paralelo como na Figura B.2, as três correntes I1, I2 e</p><p>Io = I1 + I2 devem ser consideradas com suas respectivas tensões U1, U2 e</p><p>21</p><p>12 21</p><p>o</p><p>RR</p><p>RURU</p><p>U</p><p>�</p><p>�</p><p>�</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>12 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Cada um dos três circuitos equivalentes deve ter sua segurança avaliada utilizando a Tabela A.1 da</p><p>IEC 60079-11. Os valores de Lo, Lo/Ro e Co devem ser estabelecidos para cada circuito e os valores mais</p><p>restritivos devem ser utilizados no circuito equivalente considerado. A máxima potência transferível de</p><p>cada um dos três circuitos equivalentes deve ser determinada. A máxima potência transferível do circuito</p><p>combinado será a soma da potência disponível de cada circuito somente quando as fontes tiverem a</p><p>mesma tensão de saída.</p><p>Quando duas fontes de alimentação são conectadas ao mesmo circuito intrinsecamente seguro e as suas</p><p>interconexões não são realizadas através de interconexões confiáveis bem definidas como ilustrado na Figura B.3,</p><p>existe a possibilidade de que as fontes de alimentação sejam conectadas tanto em série como em paralelo.</p><p>Nestas circunstâncias, todos os possíveis circuitos equivalentes devem ser avaliados, seguindo ambos os</p><p>procedimentos definidos acima. Os parâmetros de</p><p>saída mais restritivos e os circuitos equivalentes devem ser</p><p>utilizados na definição da integridade do sistema intrinsecamente seguro.</p><p>O equipamento para área classificada pode conter uma fonte de energia, como, por exemplo, baterias internas,</p><p>e possuindo conseqüentemente parâmetros de saída significativos. Neste caso, a análise do sistema deve incluir a</p><p>combinação desta fonte de alimentação com qualquer outra fonte de alimentação no equipamento associado.</p><p>Tal análise deve normalmente incluir a inversão de polaridade devido à possibilidade de falha na fiação de campo.</p><p>Uma vez estabelecidos os circuitos representativos equivalentes, eles podem ser considerados alimentados por</p><p>uma única fonte, e o procedimento definido no Anexo A pode ser utilizado para avaliar se o sistema como um todo</p><p>possui um nível de segurança aceitável.</p><p>Quando duas ou mais fontes de alimentação com diferentes tensões de saída são interconectas, a corrente</p><p>resultante pode causar dissipação adicional nos circuitos de regulação. Quando os circuitos tiverem limitadores de</p><p>corrente resistivos convencionais, considera-se que a dissipação adicional não afetará adversamente a segurança</p><p>intrínseca.</p><p>Analisar também</p><p>U1 I1</p><p>e</p><p>U2 I2</p><p>Uo = U1 + U2</p><p>U1 + U2</p><p>R1 + R2</p><p>Io =</p><p>U1 C1</p><p>I1 L1</p><p>R1 L1/R1</p><p>U2 C2</p><p>I2 L2</p><p>R2 L2/R2</p><p>Parâmetros</p><p>de saída</p><p>Fonte de</p><p>alimentação 1</p><p>Fonte de</p><p>alimentação 2</p><p>+</p><p>–</p><p>+</p><p>–</p><p>Figura B.1 — Fontes de alimentação conectadas em série</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 13</p><p>Analisar também</p><p>U 1 I 1</p><p>e</p><p>U 2 I 2</p><p>U o = U 1 + U2</p><p>U 1 + U2</p><p>R 1 + R2</p><p>I o =</p><p>U 1 C 1</p><p>I 1 L 1</p><p>R 1 L 1 /R1</p><p>U 2 C 2</p><p>I 2 L 2</p><p>R 2 L 2 /R2</p><p>Parâmetros</p><p>de saída</p><p>Fonte de</p><p>alimentação 1</p><p>Fonte de</p><p>alimentação 2</p><p>+</p><p>–</p><p>+</p><p>–</p><p>Figura B.2 — Fontes de alimentação conectadas em paralelo</p><p>U1 C1</p><p>I 1 L1</p><p>R 1 L1/R1</p><p>U2 C2</p><p>I 2 L2</p><p>R 2 L2/R2</p><p>Área classificada Área não classificada</p><p>Equipamento intrinsecamente seguro Equipamento associado</p><p>Série</p><p>U o = U 1 + U2</p><p>U 1 + U 2</p><p>R 1 + R 2</p><p>I o =</p><p>Paralelo</p><p>I o = I 1 + I 2</p><p>U 1R 2 + U2R1</p><p>R 1 + R2</p><p>U o =</p><p>1</p><p>2</p><p>Legenda</p><p>1 Fonte de alimentação 1</p><p>2 Fonte de alimentação 2</p><p>Figura B.3 — Fontes de alimentação deliberadamente não conectadas</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>14 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Anexo C</p><p>(informativo)</p><p>Interconexão de circuitos intrinsecamente seguros lineares e não lineares</p><p>Este assunto foi detalhadamente analisado por um tempo considerável, mas ainda continua em desenvolvimento.</p><p>Este documento representa a opinião considerada de uma das maiores entidades de certificação e tem sido</p><p>extensivamente revisado. É atualmente o melhor conhecimento disponível e é apresentado neste anexo para que</p><p>uma maior experiência da sua aplicação seja obtida.</p><p>O projeto e a aplicação de fontes de alimentação não lineares requerem conhecimento especializado e acesso a</p><p>recursos de ensaios apropriados. Quando um organismo de avaliação da conformidade acreditado certifica uma</p><p>determinada fonte de alimentação como adequadamente segura, então é possível projetar um sistema em</p><p>conformidade com esta Norma. Qualquer condição particular relativa ao sistema deve ser claramente estabelecida</p><p>na documentação que o acompanha.</p><p>Na análise de segurança de uma combinação de fontes de alimentação não lineares, deve-se considerar que a</p><p>interação dos dois circuitos pode causar um aumento considerável de dissipação nos componentes do circuito de</p><p>regulação. É recomendado combinar apenas uma fonte de alimentação com regulação por semicondutores com</p><p>fontes lineares e/ou trapezoidais.</p><p>C.1 Introdução</p><p>As regras de instalação da ABNT NBR IEC 60079-14 permitem a combinação de vários circuitos intrinsecamente</p><p>seguros por interconexão. Isto também inclui o caso que envolve vários “equipamentos associados” (isto é,</p><p>equipamentos ativos em operação normal ou somente em condição de falha; ver 12.2.5.2 da</p><p>ABNT NBR IEC 60079-14). Neste caso não é necessário envolver um organismo de certificação ou um</p><p>profissional especialista, desde que seja comprovado através de cálculo ou ensaio que a interconexão não invalida</p><p>a segurança intrínseca.</p><p>A comprovação por ensaio deve ser realizada utilizando o equipamento de centelhamento padrão, de acordo com</p><p>a IEC 60079-11, considerando o fator de segurança da combinação dos equipamentos elétricos. Neste caso,</p><p>devem ser consideradas as condições de falha mais desfavoráveis que geram a ignição – abordagem pelo “pior</p><p>caso”. Este método de comprovação na prática enfrenta dificuldades e usualmente é reservado para organismos</p><p>de certificação.</p><p>Uma avaliação por cálculo da interconexão pode ser realizada facilmente apenas para os circuitos resistivos, se as</p><p>fontes de alimentação envolvidas tiverem uma resistência interna linear como mostrado na Figura C.1 a).</p><p>Neste caso, podem ser utilizadas as curvas de ignição da IEC 60079-11, aplicando o método descrito na</p><p>ABNT NBR IEC 60079-14, Anexo A, ou a Figura C.7 e Figura C.8 desta Norma.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 15</p><p>Uo</p><p>+</p><p>–</p><p>U</p><p>IR</p><p>U</p><p>Uo</p><p>R</p><p>Io I</p><p>Figura C.1 a) — Características lineares</p><p>+</p><p>–</p><p>UQ Uo U</p><p>IR</p><p>Uo</p><p>UQ</p><p>U</p><p>R</p><p>Io I</p><p>Figura C.1 b) — Características trapezoidais</p><p>+</p><p>–</p><p>Uo</p><p>U</p><p>I</p><p>Ik</p><p>U</p><p>Uo</p><p>Io I</p><p>Figura C.1 c) — Características retangulares</p><p>Figura C.1 — Circuito equivalente e curvas característica de saída de circuitos resistivos</p><p>O primeiro passo é avaliar os novos valores máximos de tensão e corrente resultantes da combinação dos</p><p>equipamentos associados. Existe uma conexão em série quando os equipamentos associados são combinados</p><p>como ilustrado na Figura C.2 a). Os máximos valores de tensão de circuito aberto, Uo, dos subconjuntos</p><p>individuais são somados e o máximo valor das correntes de curto-circuito, Io, dos subconjuntos é considerado.</p><p>Existe uma conexão em paralelo em um arranjo como ilustrado na Figura C.2 c). As correntes de curto-circuito são</p><p>somadas e o maior valor de tensão de circuito aberto é considerado.</p><p>Se o arranjo dos equipamentos não for claramente definido em relação à polaridade (como na Figura C.2 e)),</p><p>então pode haver uma conexão série ou paralelo, dependendo da condição de falha considerada. Neste caso, a</p><p>soma das tensões e a soma das correntes devem ser consideradas separadamente. Os valores mais</p><p>desfavoráveis devem ser considerados como base.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>16 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>–</p><p>+</p><p>+ – + –</p><p>2 UU</p><p>Uo1 Uo2</p><p>I</p><p>1</p><p>Figura C.2 a) — Conexão série com soma de tensão</p><p>+ – + –</p><p>1</p><p>–</p><p>+</p><p>–</p><p>+</p><p>Uo1 Uo2</p><p>2 U</p><p>I</p><p>U</p><p>Io1 Io2</p><p>Figura C.2 b) — Conexão em série com soma de tensão e possível soma de corrente</p><p>Io1 Io2</p><p>Uo1 Uo2</p><p>–</p><p>+</p><p>I</p><p>I</p><p>1</p><p>U</p><p>+ – + –</p><p>Figura C.2 c) — Conexão em paralelo com soma de corrente</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 17</p><p>Io1 Io2</p><p>Uo1 Uo2</p><p>–</p><p>+</p><p>I</p><p>I</p><p>1</p><p>U</p><p>+ – + –</p><p>–</p><p>+</p><p>Figura C.2 d) — Conexão em paralelo com soma de corrente e a possível soma de tensão</p><p>Io1 Io2</p><p>–</p><p>+</p><p>I</p><p>I</p><p>1</p><p>U</p><p>+ – + ��</p><p>–</p><p>+</p><p>U</p><p>Figura C.2 e) — Conexão em série ou paralelo</p><p>com soma de corrente e a soma de tensão</p><p>Figura C.2 — Soma de corrente e/ou tensão para interconexões</p><p>Após determinar os novos valores máximos de corrente e tensão, a segurança intrínseca do circuito combinado</p><p>deve ser verificada por meio das curvas de ignição da IEC 60079-11, levando em conta o fator de segurança para</p><p>o circuito resistivo, e os novos valores máximos permissíveis da indutância externa Lo e da capacitância externa</p><p>Co devem ser determinados. Entretanto o procedimento da ABNT NBR IEC 60079-14, Anexo A, possui os</p><p>seguintes pontos fracos:</p><p>� as indutâncias máximas permissíveis são válidas apenas para uma tensão máxima de 24 V;</p><p>� a ocorrência simultânea de indutância e de capacitância não é considerada.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>18 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Ao se proceder com base apenas nas tensões de circuito aberto e correntes de curto-circuito, o fator de segurança</p><p>diminui efetivamente do valor desejado de 1,5 para aproximadamente 1,0 na faixa de tensão acima de 20 V. Isso</p><p>parece ser aceitável, porque a interconexão conforme ABNT NBR IEC 60079-14 em geral somente pode satisfazer</p><p>a categoria “ib”, mesmo que todos os equipamentos individuais atendam à categoria “ia”. Entretanto, no caso de</p><p>baixas tensões, o fator de segurança pode cair consideravelmente abaixo de 1,0. Esta abordagem, portanto,</p><p>não é adequada em relação à segurança.</p><p>Caso uma ou mais fontes ativas dentro de um circuito possuam características não lineares, as avaliações com</p><p>base apenas nas tensões de circuito aberto e nas correntes de curto-circuito não satisfazem as condições de</p><p>segurança.</p><p>Na prática, são utilizadas fontes com característica ‘trapezoidal’ (ver Figura C.1 b)) e o uso de dispositivos</p><p>eletrônicos limitadores de corrente conduz a fontes com característica ‘retangular’ (ver Figura C.1 c)). Para tais</p><p>circuitos, as curvas de ignição da IEC 60079-11 não podem ser utilizadas. Esta Norma, portanto, descreve um</p><p>método que permite avaliar a segurança por meio de diagramas da combinação de malhas incluindo circuitos não</p><p>lineares. Um novo modelo matemático computadorizado de análise de ignição por centelha permite obter os</p><p>valores máximos da indutância e da capacitância no circuito para ambos os tipos de fontes não lineares, e com o</p><p>fator de segurança desejado.</p><p>O procedimento apresentado aqui é aplicável à zona 1 e aos grupos IIC e IIB. É recomendado que seja enfatizado</p><p>que está sendo aqui proposta uma ferramenta para a interconexão; sua utilização para a definição dos parâmetros</p><p>de segurança intrínseca de circuitos individuais ou equipamentos somente faz sentido em caso de circuitos</p><p>lineares ou de característica retangular simples.</p><p>C.2 Tipos básicos de circuitos não-lineares</p><p>C.2.1 Parâmetros</p><p>Para avaliar a segurança intrínseca de circuitos ativos, é necessário conhecer a resistência interna e a tensão da</p><p>fonte. No caso mais simples, a fonte pode ser caracterizada por dois valores elétricos (constantes), tensão Uo e</p><p>resistência interna Ri ou tensão Uo e corrente de curto-circuito Io (ver a Figura C.1 a)). Uo freqüentemente é</p><p>determinado por diodos Zener. Uo e Io são valores máximos que podem ocorrer sob as condições de falha</p><p>definidas na IEC 60079-11. No caso da Figura C.1 a), a característica é linear. Na prática, apenas poucos circuitos</p><p>podem ser representados desta maneira simples.</p><p>Uma bateria, por exemplo, montada com um resistor externo de limitação da corrente, não possui resistência</p><p>interna constante. A tensão da fonte também se altera em função do nível de carga. Para analisar o</p><p>comportamento de tais circuitos práticos, estes podem ser representados por circuitos simples equivalentes que</p><p>devem, obviamente, ter no mínimo a mesma capacidade de causar uma ignição do que o circuito real. No caso</p><p>acima, da bateria, deve ser considerada a máxima tensão de circuito aberto como sendo Uo e a resistência</p><p>externa como sendo Ri conforme a Figura C.1 a). Esse circuito equivalente possui uma característica linear.</p><p>Circuitos não lineares podem também ser reduzidos, usualmente para os dois tipos básicos mostrados nas</p><p>Figuras C.1 b) e C.1 c). A fonte com característica trapezoidal (Figura C.1 b)) consiste em uma fonte de tensão,</p><p>uma resistência e componentes adicionais de limitação de tensão (por exemplo, diodos Zener) nos terminais de</p><p>saída. A característica retangular da Figura C.1 c) tem a corrente limitada por um regulador eletrônico de corrente.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 19</p><p>Se considerada a potência de saída de circuitos diferentes, torna-se óbvio que se aplicam diferentes valores-limite</p><p>de ignição, pois a centelha ignição também é uma carga do circuito e sua influência sobre a fonte de alimentação</p><p>deve ser considerada. A máxima potência disponível da fonte, mostrada na Figura C.1 a), é:</p><p>Pmax = ¼ Uo Io</p><p>e para a característica trapezoidal (Figura C.1b)) é:</p><p>Pmax = ¼ UQ Io (para Uo > ½ UQ), ou</p><p>Pmax = Uo (UQ – Uo)/R (para Uo � ½ UQ).</p><p>A característica trapezoidal da Figura C.1 b) torna-se a característica retangular da Figura C.1 c) quando UQ tende</p><p>ao infinito, sendo:</p><p>Pmax = Uo Io.</p><p>Para a completa descrição elétrica de uma fonte, dois parâmetros são necessários para as características linear e</p><p>retangular e três parâmetros para a característica trapezoidal (Tabela C.1).</p><p>Tabela C.1 — Parâmetros necessários para descrição da característica de saída</p><p>Característica Parâmetros necessários</p><p>Linear, Figura C.1 a) Uo, Io ou Uo, R</p><p>Trapezoidal, Figura C.1 b) Uo, UQ, R ou Uo, R, Io ou Uo, UQ, Io</p><p>Retangular, Figura C.1 c) Uo, Io</p><p>C.2.2 Informações fornecidas nos certificados</p><p>Equipamentos com circuitos intrinsecamente seguros ativos devem ser certificados de acordo com 12.2.1 ou 12.3</p><p>da ABNT NBR IEC 60079-14. Sendo assim, pode ser assumido que, para os equipamentos individuais que são</p><p>combinados com seus circuitos intrinsecamente seguros, sempre existe um certificado de conformidade disponível</p><p>contendo os correspondentes parâmetros elétricos.</p><p>A primeira etapa em qualquer avaliação relacionada à segurança deve ser a determinação da característica e dos</p><p>parâmetros elétricos associados ao circuito individual. Normalmente os arranjos do circuito e a construção interna</p><p>do equipamento não são conhecidos pelo usuário ou pelo operador, e deve-se utilizar os dados elétricos</p><p>informados no certificado de conformidade.</p><p>Os valores normalmente informados são: tensão de circuito aberto (Uo), corrente de curto-circuito (Io)</p><p>e normalmente a máxima potência disponível (Po). Partindo destes valores, é possível em muitos casos deduzir</p><p>qual a característica do equipamento.</p><p>Exemplo (valores máximos):</p><p>Uo = 12,5 V</p><p>Io = 0,1 A</p><p>Po = 313 mW</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>20 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>Como Po é um quarto do produto da tensão de circuito aberto pela corrente de curto-circuito, pode ser deduzido</p><p>que há efetivamente, neste exemplo, um circuito com característica linear (Figura C.1 a)).</p><p>Exemplo (valores máximos):</p><p>Uo = 20,5 V</p><p>Io = 35 mA</p><p>Po = 718 mW</p><p>Neste caso Po é o produto da tensão de circuito aberto pela corrente de curto-circuito e, portanto, há um circuito</p><p>com característica retangular como na Figura C.1 c).</p><p>Em certos casos, os valores para potência, corrente e tensão não correspondem com os exemplos apresentados</p><p>acima, pois a potência informada é especificada para a condição estacionária (o efeito do aquecimento</p><p>de</p><p>componentes conectados subseqüentemente) e os valores de corrente ou tensão são informados na condição</p><p>dinâmica (ignição por centelha). Em situações onde existe dúvida, é essencial verificar qual característica de</p><p>circuito deve ser considerada como referência na interconexão em relação à ignição por centelha.</p><p>No caso de uma característica trapezoidal, a informação no certificado de conformidade normalmente não é</p><p>suficiente para determiná-la. O terceiro parâmetro, UQ ou R, não é informado (ver Tabela C.1).</p><p>Quando R é fornecido como parâmetro adicional, existe um risco menor de se confundir a característica do circuito.</p><p>Geralmente, por esta razão, R é informado no certificado de conformidade. O parâmetro UQ (Figura C.1b) pode ser</p><p>determinado como sendo UQ = Io R.</p><p>Na maioria dos casos, o certificado de conformidade também informará a característica dos circuitos não lineares.</p><p>Segue abaixo um exemplo.</p><p>Valores máximos (característica trapezoidal):</p><p>Uo = 13,7 V</p><p>Io = 105 mA</p><p>R = 438 �</p><p>Po = 1 010 mW</p><p>A Figura C.3ª) ilustra a característica trapezoidal e a Figura C.3b) mostra o circuito de segurança equivalente.</p><p>O cálculo é mostrado a seguir:</p><p>UQ = Io R = 46 V e</p><p>Po = (UQ – Uo) Uo/R = 1 010 mW</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 21</p><p>I</p><p>U</p><p>46 V</p><p>13,7 V</p><p>0 105 mA</p><p>Figura C.3 a) — Características de saída</p><p>I</p><p>U</p><p>+</p><p>–</p><p>46 V 13,7 V</p><p>438</p><p>Figura C.3 b) — Circuito equivalente</p><p>Figura C.3 — Característica de saída e circuito equivalente de uma fonte</p><p>com característica trapezoidal</p><p>Desta maneira, podem-se obter os dados necessários para a interconexão do certificado de conformidade.</p><p>Quando estes dados não estão disponíveis em certificados antigos, os valores devem ser obtidos junto ao</p><p>fabricante do equipamento ou no organismo de certificação de produto.</p><p>Ao projetar circuitos intrinsecamente seguros é recomendado minimizar o número de interconexões e combinação</p><p>de subconjuntos. Na prática, este objetivo nem sempre pode ser atingido porque também é necessário considerar</p><p>condições de falha. Isto significa que alguns equipamentos não atuam como fontes em condições normais, mas</p><p>devem ser considerados como fontes em caso de falhas.</p><p>As entradas passivas dos equipamentos como, por exemplo, transdutores de medição, registradores gráficos etc.</p><p>podem do ponto de vista de segurança, também agir como fontes ativas. Portanto os valores máximos indicados</p><p>no certificado de conformidade devem ser considerados. Como resultado, as características operacionais do</p><p>circuito podem divergir substancialmente das de segurança. Os valores informados no certificado de conformidade</p><p>da tensão em circuito aberto Uo e da corrente de curto-circuito Io para o circuito considerado são estabelecidos,</p><p>em alguns casos, apenas para condições de transientes. Por outro lado, o valor da potência é estabelecido para</p><p>condições estáticas, devendo ser considerado para a elevação da temperatura dos componentes conectados.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>22 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>C.3 Interconexão de circuitos intrinsecamente seguros com mais de uma fonte</p><p>C.3.1 Determinação da característica de saída resultante</p><p>As características de saída dos circuitos a serem combinados, e os quais são considerados como fontes, devem</p><p>ser conhecidas (ver C.2). É necessário verificar como os circuitos são interconectados, seja em operação normal</p><p>ou sob condições de falha. Com base nesta análise deve-se considerar a soma das tensões, a soma das</p><p>correntes, ou ambas as somas de correntes e tensões.</p><p>Se fontes combinadas forem conectadas em série e não forem vinculadas de outra maneira, por exemplo, por</p><p>terra (Figura C.2 a)), então, independentemente da polaridade das fontes, somente é possível a adição das</p><p>tensões. A característica de saída resultante é convenientemente encontrada por adição gráfica. Assim, para o</p><p>valor de cada corrente, as tensões das fontes individuais são somadas. A curva de linha pontilhada na Figura C.2</p><p>apresenta as características resultantes nos diferentes casos.</p><p>No circuito série apresentado na Figura C.2 b) existe, uma conexão comum entre ambas as fontes de tensão na</p><p>carga. Neste caso, a adição de corrente somente pode ser excluída se a polaridade de ambas as fontes for</p><p>garantida com relação à segurança, assim como o fluxo de corrente na direção indicada na figura (por exemplo,</p><p>para certas barreiras de segurança). Para fontes que podem ter a polaridade trocada operacionalmente ou sob</p><p>condições de falha, tanto a soma da tensão como a de corrente devem ser consideradas (ver Figura C.2 e)).</p><p>No circuito paralelo da Figura C.2 c), a soma de corrente é somente possível se, com fontes bipolares, dois pólos</p><p>forem conectados em cada caso. A soma de tensão não é possível nesse caso e a característica resultante é</p><p>gerada por adição gráfica dos valores individuais de corrente.</p><p>Se somente um pólo de cada fonte for conectado a outro (Figura C.2 d)), a soma de tensão somente pode ser</p><p>excluída se a polaridade das fontes for assegurada conforme indicado na figura e considerando todas as</p><p>circunstâncias (por exemplo, com barreiras de segurança). Caso contrário, tanto a soma de tensão como a de</p><p>corrente devem ser consideradas (ver Figura C.2 e)).</p><p>Se vários circuitos forem conectados a uma malha na qual interconexões devem ser consideradas arbitrariamente</p><p>(Figura C.2e)), dependendo das condições de falha, uma conexão em paralelo ou em série pode ser formada.</p><p>Neste caso, tanto a soma de corrente como a de tensão devem ser consideradas. Como ambos os casos não são</p><p>possíveis simultaneamente, as características resultantes por soma de corrente e por soma de tensão devem ser</p><p>analisadas separadamente. Esse procedimento também é necessário em todos os casos duvidosos para os</p><p>circuitos das Figuras C.2 b) e C.2 d) bem como para os circuitos com mais de dois condutores. O resultado obtido</p><p>sempre será no sentido de uma maior segurança.</p><p>C.3.2 Avaliação de segurança da interconexão e determinação de capacitância e indutância</p><p>máxima permissível</p><p>Uma vez determinada característica resultante para o circuito conforme detalhado em C.3.1, o próximo passo será</p><p>a análise da segurança intrínseca. Para este objetivo, os diagramas das Figuras C.7 e C.8 devem ser utilizados.</p><p>Estas figuras apresentam a curva-limite para fonte de característica linear (curva pontilhada) e retangular (curva</p><p>contínua), com indutância especificada e os valores máximos resultantes de corrente e tensão do circuito sob</p><p>análise. Além disso, existem curvas para determinar a maior capacitância externa permissível para ambos os</p><p>casos (características linear e retangular). A Tabela C.2 apresenta uma visão geral.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 23</p><p>Tabela C.2 — Relação entre diagramas, grupos de equipamento e indutâncias</p><p>Figura Grupo Indutância permissível</p><p>Lo</p><p>Figura C.7 a) 0,15 mH</p><p>Figura C.7 b) 0,5 mH</p><p>Figura C.7 c) 1 mH</p><p>Figura C.7 d) 2 mH</p><p>Figura C.7 e)</p><p>IIC</p><p>5 mH</p><p>Figura C.8 a) 0,15 mH</p><p>Figura C.8 b) 0,5 mH</p><p>Figura C.8 c) 1 mH</p><p>Figura C.8 d) 2 mH</p><p>Figura C.8 e)</p><p>IIB</p><p>5 mH</p><p>Para avaliar a segurança intrínseca, selecionar primeiramente o grupo de equipamento e então a indutância total</p><p>requerida para a combinação. Se somente pequenas indutâncias (que não a indutância concentrada, mas apenas</p><p>a indutância de comprimentos curtos de cabos) forem consideradas, então é recomendado que o</p><p>diagrama com a</p><p>menor indutância seja selecionado (por exemplo, Figura C.7 a) para Grupo IIC e Figura C.8 a) para Grupo IIB).</p><p>A característica de saída resultante é obtida do respectivo diagrama. Se, de acordo com C.3.1 os adicionais de</p><p>corrente e tensão forem considerados, então ambas as características resultantes devem ser indicadas nos</p><p>gráficos.</p><p>Sendo assim é possível determinar diretamente se a combinação de fontes junto com a indutância para aquele</p><p>diagrama e o grupo selecionado é intrinsecamente seguro. A curva característica resultante da soma não deve</p><p>interceptar a curva-limite para a fonte retangular em qualquer ponto do diagrama. Além disso, o ponto definido no</p><p>diagrama pela curva característica da soma da máxima tensão e da máxima corrente deve estar abaixo da curva</p><p>para a fonte linear.</p><p>A capacitância máxima permissível do circuito resultante é encontrada como o menor valor de Co das duas</p><p>famílias de curvas, sendo o mais alto valor de Co que não é interceptado pela característica de saída resultante</p><p>para o limite linear e para o limite retangular. Se uma maior capacitância permissível Co for exigida para o</p><p>propósito de uma aplicação, então ela pode ser obtida começando com o diagrama de menor indutância.</p><p>A mesma aproximação pode também ser usada quando a característica de saída resultante intercepta a curva</p><p>para a indutância limite de fonte linear ou retangular. Se, ainda para o menor valor de indutância nos diagramas</p><p>(0,15 mH), a curva-limite relevante for excedida no Diagrama IIC, então recomenda-se a utilização dos diagramas</p><p>de IIB. Se esses limites também forem excedidos, então a combinação não é intrinsecamente segura para o</p><p>Grupo IIB.</p><p>C.3.3 Comentários suplementares sobre o procedimento utilizando as características de saída</p><p>O procedimento descrito em C.3.1 e C.3.2 para avaliação de segurança de interconexões de circuitos</p><p>intrinsecamente seguros é baseado no trabalho de pesquisa fundamental e modelos matemáticos. O método de</p><p>cálculo atual fornece resultados diferentes daqueles do relatório anterior.</p><p>No futuro, capacitâncias um tanto maiores serão permissíveis em uma faixa de tensão menor. Para maiores</p><p>tensões, a diferença pode ser de até 3 vezes. Em contraste com os diagramas do relatório anterior, a curva-limite</p><p>para o circuito puramente resistivo é omitida nas Figuras C.7 e C.8; mas ele é inerentemente estabelecido através</p><p>dos limites indutivos. Adicionalmente, as curvas-limite para fontes lineares estavam aqui inseridas. Fora isto, o</p><p>processo gráfico permanece o mesmo em geral.</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>24 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p><p>O método gráfico é baseado em uma simplificação das características reais da fonte para uma característica linear</p><p>abstrata, bem como para as fontes retangulares, em comparação com curvas de valores-limites associados.</p><p>Somente no caso em que a fonte real tem característica linear ou retangular, o fator de segurança pode ser obtido</p><p>do diagrama com a garantia de ser exatamente 1,5. Em algumas das fontes mais complexas, pode ser benéfico</p><p>construir um envoltório com característica linear ou retangular para que o fator de segurança seja preservado. Se</p><p>for tirado proveito de ambos os critérios limites, o fator de segurança real pode ser levemente menor (entretanto</p><p>sempre maior que 1). Este é um resultado da redução das condições do circuito real usado neste método gráfico</p><p>simples. Opiniões de especialistas em geral indicam que isto é aceitável, quando considerando instalações em</p><p>zona 1.</p><p>Utilizando os diagramas dados nas Figuras C.7 e C.8, a interação da indutância e da capacitância (circuito misto)</p><p>é sempre considerada. É recomendado que o procedimento seja também utilizado para a combinação de circuitos</p><p>puramente lineares (característica de saída de acordo com a figura C.1 a). O método especificado não distingue</p><p>entre indutâncias ou capacitâncias concentradas e aquelas derivadas de parâmetros distribuídos em cabos.</p><p>Quando ocorrerem tempos de transmissão de até 10 �s nos cabos, do ponto de vista atual, não é necessária a</p><p>avaliação de tais diferenças. O cálculo baseado em elementos concentrados apóia-se no lado seguro e não causa</p><p>severa limitação na prática, em contraste com métodos de cálculo anteriores.</p><p>A vantagem deste procedimento é que toda informação relacionada aos dados de segurança pode ser obtida a</p><p>partir de um único diagrama. Entretanto, é recomendado comparar adicionalmente a máxima capacitância</p><p>conforme a Tabela A.2 da IEC 60079-11, obtida a partir da máxima tensão de circuito aberto, com a capacitância</p><p>obtida por este procedimento, que em certos casos fornece uma capacitância permissível maior. Os valores</p><p>utilizados devem então ser os da IEC 60079-11, pois interpretações incorretas podem surgir.</p><p>Os valores obtidos da máxima indutância e capacitância externas permissíveis são aqueles da combinação total,</p><p>ou seja, as indutâncias e capacitâncias de todos os equipamentos individuais, os quais são os vistos pelas</p><p>conexões externas do equipamento.</p><p>O procedimento de cálculo utilizado para os diagramas mostrados não desvia significativamente dos resultados</p><p>obtidos nos ensaios de ignição durante as pesquisas do projeto. É conhecido que os numerosos resultados</p><p>experimentais têm uma incerteza na faixa de 10 %. O motivo é o método de ensaio e o próprio aparelho de</p><p>faiscamento. O método aqui apresentado não considera que possam ocorrer maiores desvios.</p><p>C.4 Exemplo ilustrativo de um procedimento utilizando características de saída</p><p>No exemplo da Figura C.4, o analisador com amplificador está localizado na área classificada e é energizado por</p><p>uma fonte de alimentação intrinsecamente segura (I). O sinal de saída do amplificador intrinsecamente seguro</p><p>(sinal de 0 mA a 20 mA) alimenta um indicador digital (II) e um registrador (III).</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>© IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados 25</p><p>1</p><p>2</p><p>3</p><p>II III</p><p>4 5</p><p>6</p><p>I</p><p>IV</p><p>7</p><p>EEx ib IIB</p><p>Adição Corrente/Tensão</p><p>Circuito interconectado Ex ib IIB</p><p>Po = 1,9 W, Uo = 28,7 V, Io = 264 mA</p><p>Lo = 0,5 mH, Co = 400 nF</p><p>Legenda</p><p>1 sala de controle</p><p>2 sala de chaveamento</p><p>3 campo (área classificada)</p><p>4 valores máximos do indicador digital (operacionalmente</p><p>passivo):12 V, 133 mA, 0,4 W, características lineares</p><p>5 valores máximos do gravador (operacionalmente passivo):</p><p>1 V, 31 mA, 10 mW, característica linear</p><p>6 valores máximos da fonte de alimentação: Ex ib IIB 15,7 V,</p><p>100 mA, 1,57 W, Lo � 1 mH, Co � 650 nF regulação</p><p>eletrônica de corrente, característica retangular</p><p>7 analisador com amplificador (equipamento intrinsecamente</p><p>seguro)</p><p>Figura C.4 — Exemplo de uma interconexão</p><p>O analisador é um equipamento intrinsecamente seguro; a fonte de alimentação, o indicador digital e o registrador</p><p>são equipamentos associados conforme definição da IEC 60079-11. Em operação normal, apenas a fonte principal</p><p>é uma fonte ativa efetiva, enquanto o indicador digital e o registrador são passivos. Entretanto para análises de</p><p>segurança, os valores mais elevados possíveis são considerados como base, e são encontrados nos certificados</p><p>de conformidade para os três dispositivos quando em condições de falha.</p><p>A seguinte informação está disponível.</p><p>I. Fonte de alimentação</p><p>Saída com tipo de proteção Ex ib IIB</p><p>Valores máximos</p><p>Uo = 15,7 V</p><p>Io = 100 mA</p><p>Po = 1,57 W</p><p>Lo = 1 mH</p><p>Co = 650 nF</p><p>Característica de saída retangular (Figura C.1c))</p><p>E</p><p>xe</p><p>m</p><p>pl</p><p>ar</p><p>p</p><p>ar</p><p>a</p><p>us</p><p>o</p><p>ex</p><p>cl</p><p>us</p><p>iv</p><p>o</p><p>- P</p><p>E</p><p>TR</p><p>O</p><p>LE</p><p>O</p><p>B</p><p>R</p><p>A</p><p>S</p><p>IL</p><p>E</p><p>IR</p><p>O</p><p>-</p><p>33</p><p>.0</p><p>00</p><p>.1</p><p>67</p><p>/0</p><p>03</p><p>6-</p><p>31</p><p>Impresso por: PETROBRAS</p><p>ABNT NBR IEC 60079-25:2009</p><p>26 © IEC 2003 - © ABNT 2009 - Todos os direitos reservados</p>