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<p>Esquizofrenia - Causas, Sintomas</p><p>e Tratamento</p><p>2021</p><p>Todos os direitos deste E-Book estão reservados à</p><p>ELLOCURSOS DE PSICOLOGIA inscrita no CNPJ n° 34.876.023/0001-86</p><p>LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 - Crime de Violação aos Direitos Autorais no Art.</p><p>184 – Código Penal, que diz: Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: Pena –</p><p>detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.</p><p>DICAS IMPORTANTES PARA O BOM APROVEITAMENTO</p><p>• O objetivo principal é aprender o conteúdo, e não apenas terminar o</p><p>curso.</p><p>• Leia todo o conteúdo com atenção redobrada, não tenha pressa.</p><p>• Explore as ilustrações explicativas, pois elas são fundamentais para</p><p>exemplificar e melhorar o entendimento sobre o conteúdo.</p><p>• Quanto mais aprofundar seus conhecimentos mais se diferenciará dos</p><p>demais alunos dos cursos.</p><p>• O aproveitamento que cada aluno tem é o que faz a diferença entre os</p><p>“alunos certificados” e os “alunos capacitados”.</p><p>• A aprendizagem não se faz apenas no momento em que está realizando o</p><p>curso, mas também durante o dia-a-dia. Ficar atento às coisas que estão à</p><p>sua volta permite encontrar elementos para reforçar aquilo que foi</p><p>aprendido.</p><p>• Aplique o que está aprendendo. O aprendizado só tem sentido quando é</p><p>efetivamente colocado em prática</p><p>ESQUIZOFRENIA</p><p>1. NEUROSE, PSICOSE E PERVERSÃO</p><p>É muito comum falar sobre esquizofrenia, porém você sabe a onde se</p><p>enquadra? Já ouviu falar em neurose e psicose? Sabe as suas voltas e</p><p>aproximações? Vamos vivenciar a perspectiva da psicanálise sobre neurose e</p><p>psicose, desde a contribuição de Freud.</p><p>De um modo geral, a psicose se diferencia da neurose por apresentar-se</p><p>com mais veemência e também por ser incapacitante.</p><p>Historicamente, a psicose ainda foi denominada de loucura. Ainda hoje,</p><p>em termos lícitos, por exemplo, a psicose é reconhecida como um transtorno</p><p>mental grave, que interdita os indivíduos, sendo assim, eles não podem gerir</p><p>seus próprios negócios.</p><p>A Personalidade é algo complexo, que começa a ser intelectualizado nos</p><p>primeiros anos de vida e que vai sofrendo alterações com a passar do tempo,</p><p>fruto da vivência e da convivência. Essas mudanças podem ser positivas e</p><p>negativas, e algumas delas são desencadeadas por complicações psicológicas.</p><p>Mas atenção! É significativo saber e entender as diferenças entre as</p><p>características e a colocação de uma personalidade. As primeiras seriam as</p><p>mais moldáveis, e a última o segmento mais difícil de modificar.</p><p>A psicologia contempla três estruturas de personalidade: neurose,</p><p>psicose e perversão.</p><p>Mesmo para os que estão familiarizados com as soluções, é provável que</p><p>coexistam diversas dúvidas sobre o que deveras querem dizer. As três ideias</p><p>são usadas para classificar cada uma dessas configurações e quais sintomas e</p><p>transtornos mentais podem ser divulgados dentro de suas minúcias quando</p><p>adoecidas. Neste artigo explicaremos essas diferenças e como tratá-las.</p><p>1.1 PSICOSE</p><p>A perda do controle espontâneo dos pensamentos, emoções e incentivos</p><p>é a principal peculiaridade da psicose. A conduta do psicótico apresenta</p><p>dificuldades de preestabelecer diferenciação entre a existência e a experiência</p><p>subjetiva. Neste caso, fantasias e existência se confundem, podendo a</p><p>credibilidade ser substituída por delírios e alucinações.</p><p>Neste tipo de psicopatologia, ocorre uma aceitação do contexto psicótico</p><p>por parte do paciente. Embora possa não acreditar que exista algo de inexato</p><p>com ele. A expressividade de relacionamento emocional e conversável do</p><p>indivíduo é afetada, ocorrendo um marcante desordenamento da personalidade.</p><p>Nos últimos anos, uma grande quantidade de profissionais busca</p><p>identificar relações através da ocorrência da psicose e outros fatores, como</p><p>época, sexo e ocupação. A origem, ficou demonstrado que há uma extensa</p><p>variação de idade em analogia à manifestação da psicose. Também ficou</p><p>demonstrada que pessoas casadas são menos propícias a desenvolver algum</p><p>tipo de psicose. Além disso, as manifestações psicóticas podem ser verificadas</p><p>em somatórias os tipos de ocupações, sem uma ocorrência em uma determinada</p><p>área.</p><p>Também é comum notar manifestações psicóticas em conjuntos os</p><p>grupos étnicos e raciais. Sendo que as ações psicóticas ocorrem duas vezes</p><p>mais em pessoas que residem em áreas urbanas que pessoas que vivem em</p><p>domínios rurais.</p><p>A psicose é uma adaptação da pessoa que tem afetada a percepção e o</p><p>pensamento, alterando sua capacidade de julgamento. Diferentemente do</p><p>neurótico, o psicótico não acredita nas regras, que as reconheça se lida</p><p>indiferente a elas, nem acata as normas estabelecidas.</p><p>Por ser desatado de culpa ou ânsia, é possível que seja capaz de</p><p>distinguir o certo do errado, mas pode se pôr sempre em primeira posição e não</p><p>possuir alcance empático, tende o dirigir-se o que considera bom para si,</p><p>independentemente de "certo ou errado" dentro da sociedade ou povo em que</p><p>este colocado.</p><p>Esse tipo acomete pessoas que costumam estar associada a transtornos</p><p>psíquicos mais graves e crônicos. Quando ocorre um surto psicótico, é comum</p><p>que haja alucinações e medo paranoico. Seus sintomas são mais intensos e</p><p>persistentes, afetando desfavoravelmente a rotina e análise da pessoa, como</p><p>ocorre na manifestação da esquizofrenia. Alguns especialistas ressaltam que é</p><p>uma das conformações de pessoas mais perigosas, porque os psicóticos são</p><p>capazes de ações extremas sem apresentar qualquer remorso.</p><p>Quando a pessoa é muito inteligente, todo essa eventual é utilizada para</p><p>manejar, controlar e para adstringir aqueles que estão a sua volta. Na</p><p>manifestação de obstáculos mentais desta estrutura pode-se mencionar:</p><p>sociopata, desvio de caráter e esquizofrenia</p><p>1.2 NEUROSE</p><p>Com relação às neuroses, esta psicopatologia não se manifesta por meio de uma</p><p>ruptura com a realidade. Estados neuróticos incluem fobias, obsessões e</p><p>compulsões, em alguns casos, depressão e amnésia. Para um grupo importante</p><p>de psicanalistas, a neurose pode ser identificada como:</p><p>• a) Um conflito interno entre os impulsos do Id e medos gerais do</p><p>superego;</p><p>• b) A presença de impulsos sexuais;</p><p>• c) A incapacidade do ego através da influência racional e lógico</p><p>para ajudar a pessoa a superar o conflito e</p><p>• d) A manifestação da ansiedade neurótica.</p><p>Nem todos os analistas, como acentuado corroboram estas afirmações.</p><p>Vários seguidores de Freud tornaram-se dissidentes das suas instruções devido</p><p>à importância designada aos fatores sexuais.</p><p>Outro competente estudioso sobre questões envolvendo o surgimento da</p><p>Neurose foi Alfred Adler, que por exemplo, entende que as neuroses aparecem</p><p>a partir de sensibilidades de inferioridade.</p><p>Tais emotividades surgiriam na infância, em que ocasiões as crianças</p><p>apresentam redução estatura ou incapacidade de se defender. Neurose é uma</p><p>lógica da personalidade que está intimamente ligada à angústia.</p><p>O indivíduo consegue manter uma ideia racional e distinguir o certo do</p><p>errado. Ela tem a essencialidade de seguir as posturas e fazer aquilo que é</p><p>correto, sentindo-se culpada quando não atinge tal objetivo.</p><p>As atividades normais do dia a dia do indivíduo não se vêm afetadas pela</p><p>estrutura neurótica, então a pessoa não atinge resolver de forma satisfatória</p><p>esses conflitos internos. Quando foge à regra, pode justificar seu</p><p>comportamento, e para isso chama a argumentos que descrevem de</p><p>merecimento ou carência. Mesmo assim, muitas vezes não se sente totalmente</p><p>aliviada.</p><p>Na neurose, a culpa e o tormento andam de mãos algumas. Segundo</p><p>especialistas, o jeito como a pessoa lida com essa inquietude, é o que a combina</p><p>em um dos três modelos de neurose: a fóbica, a histérica e a obsessiva. A</p><p>neurose é a composição de personalidade mais comum e saudável. Quando se</p><p>dá a somatória de diversos fatores que favorecem</p><p>a externação de um transtorno</p><p>intelectível, estas manifestações possuem uma boa estimação de tratamento e</p><p>podem incluir transtornos de humor e ansiedade.</p><p>Também é comum que médicos encontrem informações bioquímicas para</p><p>o fenômeno das neuroses. Pesquisas atuais demonstram que os remédios</p><p>barbitúricos possam estar aliados à produção de substancias inibidoras das</p><p>atividades do cérebro.</p><p>1.3 TRANSTORNOS DE ANSIEDADE</p><p>Em linhas gerais, passemos a ver as seções deste grupo de transtornos</p><p>temos a Fobias.</p><p>Dentre as fobias, a mais comum é a agorafobia, que é comumente</p><p>evidente como um temor de sair de residência. Este tipo é o mais trivial entre</p><p>pessoas que aspiram tratamento. Também podem ser presenciados os tipos</p><p>denominados de fobia social e fobia fácil, representado um medo perseverante</p><p>e irracional.</p><p>Atualmente, o significado de neurose não é mais empregado para</p><p>designar este tipo de psicopatologia. Para a identificação destes transtornos, são</p><p>utilizados por ensinamento termos como Transtornos de ansiedade. Estre grupo</p><p>de doenças, define os estados de percepção, o temor da dúvida com relação a</p><p>uma ação real ou não. Dentre os sintomas mais comuns, destacam-se a falta de</p><p>ar, pulsações, batimentos cardíacos acelerado, sudorese e tremores.</p><p>Para finalizar, podemos então dizer que neurose é a psicose mesmo que</p><p>sejam duas circunstâncias que se oriundam da cabeça, possuem suas</p><p>diferenças. Entretanto, ambas necessitam de tratamentos. O mais importante é</p><p>evidenciar com relação os neuroses e psicoses é que a angústia é real e não</p><p>raramente, exigem o suporte de uma psicoterapia para dar suporte ao</p><p>longânime, ajudando-o a ter uma vida o mais corriqueiro possível.</p><p>1.4 PERVERSÃO</p><p>A perversão é um mecanismo de personalidade que a pesquisa pelo</p><p>prazer é rotineira. A pessoa sabe que se apresentam normas, são capazes de</p><p>reconhecê-las, mas tendem a transgredi-las.</p><p>No lugar de sentir culpa ou arrependimento, o perverso costuma desfrutar</p><p>desses instantes, não mostrando quaisquer manifestações de ansiedade. Ao</p><p>contrário, a ansiedade somente surge nos momentos em que aspira transgredir</p><p>e não consegue. O perverso costuma materializar sua ambição de perturbar a</p><p>injunção natural das coisas, os regimentos estabelecidos, por meio de dois</p><p>extensos grupos de comportamento: a perversão sexual e a perversão social. É</p><p>natural reunirem características exibicionistas e descaradas, sendo impulsivas e</p><p>manipuladoras. A canalização de sua satisfação é direcionada a algo que</p><p>desmente do comum, considerado a ação saudável da estrutura neurótica -</p><p>parceiro, família, formação pessoal - para algo desumano e desejos fora do</p><p>costume. Podemos mencionar: pedofilia, zoofilia, entre outros.</p><p>2. ESQUIZOFRENIA</p><p>Trata-se de um transtorno mental crônico e grave que afeta o modo como</p><p>um indivíduo pensa, sente e se acomoda.</p><p>Esquizofrenia é uma doença mental que, segundo a OMS (Organização</p><p>Mundial de Saúde), permite alterações no comportamento, desprendimento</p><p>afetiva, pensamentos confusos e obstáculos para se relacionar com indivíduos.</p><p>Pessoas com esquizofrenia podem parecer que perderam o convívio com</p><p>a realidade. inclusive a esquizofrenia não seja tão habitual como outros</p><p>transtornos mentais, os sintomas podem ser demasiado incapacitantes. O termo</p><p>esquizofrenia foi criado pela psiquiatra suíço Eugen Bleuler em 1911, a partir dos</p><p>princípios gregas schizo (dividida) e phrene (mente) = mente fendida.</p><p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, a esquizofrenia é uma</p><p>patologia psiquiátrica crônica, grave que leva as perturbações no pensamento,</p><p>na atitude, na percepção e sentimentos. A esquizofrenia geralmente tem seu</p><p>princípio no final da juventude ou início da fase adulta. Porém, a esquizofrenia</p><p>de princípio precoce é definida como o surgimento de sintomas psicóticos próprio</p><p>prejuízo nos encadeamentos adaptativas entre os 13 e os 17 anos. E a</p><p>esquizofrenia de princípio muito precoce aparece primeiramente dos 13 anos de</p><p>idade.</p><p>Os critérios diagnósticos para esquizofrenia em crianças são os mesmos</p><p>para a forma adulta, exceto que as crianças deixam de atingir os estados</p><p>esperados de desempenho coletivo e acadêmico. A infantilidade normal do</p><p>desenvolvimento do sentido e a separação através de a realidade e a fantasia</p><p>tornam difícil a análise da esquizofrenia em crianças, principalmente, com idade</p><p>debaixo dos sete anos. Para a associação Mundial da Saúde (OMS, a</p><p>esquizofrenia é uma patologia psiquiátrica crônica, grave que leva os</p><p>disformidades no pensamento, na relação, na percepção e sentimentos.</p><p>Geralmente tem sua chegada no final da adolescência ou início da fase</p><p>adulta. Segundo informações da Associação Brasileira de Psiquiatria, a doença</p><p>tem predominância no sexo masculino e nem sempre é diagnosticada no seu</p><p>início.</p><p>Existem os chamados sintomas precoces que podem aparecer meses ou</p><p>anos antes da doença se exteriorizar – e em diversos dos casos essas</p><p>manifestações são confundidas com depressão ou outros tipos de transtornos</p><p>semelhantes ao da esquizofrenia. Para abordar a entrega genética de doenças</p><p>mentais, é inevitável ter de desnivelar os aportes congênitos e ambientais na</p><p>etiopatogenia dos transtornos.</p><p>Essa distinção, já complexo e polêmica para a psiquiatria de adultos, é</p><p>além de tudo mais difícil e conflito na psiquiatria de crianças: qual a porcentagem</p><p>da doença a ser atribuída os agentes genéticos, congênitos, estruturais? E qual</p><p>o equivalente porcentagem, quanto resta a ser fadado a fatores ambientais,</p><p>estresse familiar, maus tratos ou deficiência no vínculo primordial mãe-bebê.</p><p>Obviamente são respostas impossíveis de serem dadas com especificação.</p><p>Cada escola de reflexão, cada período de desenvolvimento da</p><p>psicopatologia da infância, tem respondido mais ou menos a essas perguntas,</p><p>acreditando a tendência do momento. Outra complicação na psiquiatria da</p><p>infância é a pertinente nomenclatura, a começar pela Orientação sobre psicose</p><p>ou psicoses da infância: elas englobam ou não o autismo e os transtornos globais</p><p>do desenvolvimento?</p><p>A circunstância atual dos conhecimentos e as pesquisas em</p><p>psicopatologia e nosografia das doenças mentais em crianças aponta para uma</p><p>exposta distinção entre os transtornos invasivos do desenvolvimento (TID)</p><p>presentes desde o surgimento (senão explícitos, pelo exceto latentes), e as</p><p>desordens psicóticos, que, assim como nos adultos, representam uma quebra</p><p>numa execução prévia.</p><p>Nos últimos décadas, vinha se travando uma disputa acirrada entre o lado</p><p>dito organicista e o lado psicanalítico, ou talvez psicodinâmico. De onde</p><p>provinham os sintomas tão individualizadoras e tão graves dessas crianças,</p><p>alheias? De uma incompetência fisiológica cerebral para se comunicarem ou de</p><p>uma recusa psicológica, uma recusa enérgica ao contato. Nos últimos anos, essa</p><p>bate-boca perdeu o sentido, uma vez que se assegurou inegavelmente a causa</p><p>genética desse transtorno.</p><p>O padrão de herança familiar genético é que foi convalidado, pois,</p><p>enquanto não se confinar com precisão qual cromossomo e qual(is) gene(s)</p><p>está(ão) envolvido(s), ainda se seguira investigando a causa exatamente dita. O</p><p>que se pode certificar é que o motivo NÃO é psicológico, mesmo se a evolução,</p><p>a patoplastia e a apresentação do quadro são únicas, estas sim sendo</p><p>"causadas" pelo ambiente psicológico.</p><p>Uma pesquisa da psiquiatra brasileira Mônica Zilbovicius sobre um grupo</p><p>de 21 crianças com autismo revelou uma "hipoperfusão bem localizada, no giro</p><p>temporal superior e no sulco temporal superior".</p><p>Na esquizofrenia, os agentes biológicos são primários, e os agentes</p><p>psicossociais têm influência importante. O componente genésico é comprovado</p><p>por análises de família, adoção e gêmeos. Atualmente, pesquisas mais refinadas</p><p>em biologia molecular e métodos moleculares mapeiam os genes que tornam os</p><p>sujeitos suscetíveis</p><p>à esquizofrenia.</p><p>As causas de risco pré-natal e perinatais para a esquizofrenia são</p><p>pesquisados, tentando identificar os empenhamentos cerebrais no</p><p>neurodesenvolvimento. Implicâncias de gravidez e de parto, exposição pré-natal</p><p>as viroses e achados neuropatológicos, como abnormidades na citoarquitetura,</p><p>são comprovadamente associados a um proeminente risco de desenvolver</p><p>esquizofrenia. Assim, é consistente a descoberta de diminuição volumétrica do</p><p>cérebro, aumento dos ventrículos laterais, além de diminuição do lobo temporal</p><p>na região do hipocampo em pacientes esquizofrênicos adultos.</p><p>As alterações histopatológicas são sugestivas mais de disgenesia do que</p><p>de agravamento, como redução de neurônios corticais e periventriculares, falta</p><p>de células de gliose e alteração da categoria das células piramidais.</p><p>Na neuroquímica, a importante teoria é a suposição dopaminérgica, uma</p><p>vez que a geral dos neurolépticos ou antipsicóticos são bloqueadores de</p><p>dopamina. Esta teoria origina um aumento na atividade do sistema</p><p>dopaminérgico mesolímbico, importante na modulação da obtenção, motivação</p><p>e emoção. Além da dopamina, outras substâncias biogênicas certamente</p><p>também estão envolvidas: a noradrenalina, a serotonina e restante</p><p>neuropeptídeos neurotransmissores.</p><p>Estudos de neuroimagem com PET e SPECT apontam receptores de</p><p>neurotransmissores em diferentes regiões cerebrais, além de confirmarem o</p><p>impedimento de receptores D2 pelos neurolépticos (talvez D4 com a clozapina).</p><p>A abordagem pelo neurodesenvolvimento vem sendo mais estudada e</p><p>pode ser compreendida ao menos por duas fisionomias: desenvolvimento normal</p><p>de princípio, submetido a um agravo no período mais significativo do</p><p>desenvolvimento (trauma perinatal, infecção viral congênita), adulterando a</p><p>citoarquitetura ou progresso já de início modificado, não aparente nos relevantes</p><p>anos e evidenciado e meio a maturação por cada fator estressor.</p><p>Esta segunda hipótese explica por que, das pessoas submetidos às</p><p>mesmas imposições patogênicas, apenas aqueles com destrutibilidade maior</p><p>evoluem para esquizofrenia. Os raros estudos bioquímicos em crianças</p><p>portadoras de esquizofrenia são pouco conclusivos. Por modelo, a comparação</p><p>de posições plasmáticos de beta-endorfina imunorreativa em crianças autistas,</p><p>esquizofrênicas e normais não assina alterações em crianças com esquizofrenia</p><p>não tratada e conta aumento dos níveis de beta-endorfina em associação com a</p><p>administração de neurolépticos.</p><p>Outra tarefa comparou o metabolismo de catecolamina e a dopamina-</p><p>beta-hidroxilase plasmática, encontrando diferença significativa na subdivisão</p><p>dos pacientes com esquizofrenia - nível baixo de pDBH. A neurobiologia da</p><p>esquizofrenia de início na infância ainda precisa ser sublime estudada, tanto para</p><p>elevar a definição e a congruência da patologia quanto para progredir a</p><p>abordagem terapêutica e o presságio.</p><p>3. TIPOS DE ESQUIZOFRENIA</p><p>Embora os delírios e situações alucinógenas sejam comuns a todos</p><p>aqueles considerados esquizofrênicos, há variações sintomáticas que interferem</p><p>na classificação da doença. São elas:</p><p>Esquizofrenia simples</p><p>A Esquizofrenia simples apresenta transtornos de personalidade levando</p><p>ao isolamento, dispersão e a indiferença de afeto. É comum que tenha mais</p><p>sintomas negativos do que positivos. Isso tende a ser um tipo com evolução mais</p><p>rápida.</p><p>Paranoica ou esquizofrenia paranoide</p><p>A Paranoica ou esquizofrenia paranoide é caracterizada pela fala confusa</p><p>e a falta de emoção e pode apresentar com grande frequência quadros de</p><p>alucinação, perseguição e delírios.</p><p>Hebefrênica ou esquizofrenia desorganizada</p><p>Na Hebefrênica ou esquizofrenia desorganizada é percebido um</p><p>comportamento mais infantil, respostas emocionais inadequadas e pensamentos</p><p>sem sentido.</p><p>Catatônica</p><p>A Esquizofrenia Catatônica é o tipo mais raro e se caracteriza por um</p><p>quadro de apatia, que pode levar o esquizofrênico a ficar por horas em uma</p><p>mesma posição ou ter seus movimentos e fala reduzidos.</p><p>Residual</p><p>A Esquizofrenia Residual é mais comum em pessoas com histórico de</p><p>transtornos mentais. Ela pode manifestar alterações no comportamento,</p><p>emoções e na interação social. Não com a mesma frequência dos outros tipos.</p><p>Indiferenciada</p><p>A Esquizofrenia Indiferenciada apresenta traços dos outros tipos de</p><p>esquizofrenia, porém não se encaixa em nenhum deles. Apesar disso, pode</p><p>demonstrar qualquer uma das ações já citadas.</p><p>3.1 SINTOMAS DA ESQUIZOFRENIA</p><p>Especialmente recorrente na faixa etária de 18 a 30 anos, a suspeita</p><p>de esquizofrenia pode ser identificada por aqueles que convivem com o</p><p>indivíduo. Isso se deve ao fato de que a própria mudança de percepção de</p><p>realidade afeta o senso crítico e a autoavaliação de quem já sofre desse</p><p>mal, tendo assim mais dificuldade de notá-lo.</p><p>A seguir, conheça detalhes sobre cada sintoma e saiba como</p><p>percebê-los a fim de buscar um diagnóstico psiquiátrico.</p><p>Delírio</p><p>O principal estigma de esquizofrenia está relacionado a situações</p><p>delirantes. Nesses casos, as pessoas, pouco a pouco, são tomadas por</p><p>alucinações que as deixam confusas diante da realidade.</p><p>Relatos como a impressão de ser perseguido a todo o tempo e a</p><p>sensação de escutar vozes estão entre os mais comuns.</p><p>Dificuldade de organizar o pensamento</p><p>A confusão mental, em consequência dos momentos alucinógenos,</p><p>faz com que pouco a pouco se criem confusão e limitações para memorizar.</p><p>Assim, sem conseguir organizar adequadamente o pensamento, os</p><p>esquizofrênicos começam a ter problemas em ambientes como os de</p><p>trabalho e estudo.</p><p>Isolamento social</p><p>Devido à desconfiança excessiva que ocorre juntamente aos delírios,</p><p>quem tem esquizofrenia e ainda não iniciou o tratamento pode ter muitos</p><p>problemas para se relacionar socialmente.</p><p>Com sentimentos ambivalentes que variam entre picos de raiva e de</p><p>afeto, é recorrente que se afastem das pessoas de seu convívio devido ao</p><p>sofrimento que passam a apresentar.,</p><p>Alucinações</p><p>São alterações na forma como o cérebro percebe os estímulos do</p><p>meio e se caracterizam pela percepção de estímulos que não existem ou</p><p>que não estão sendo percebidos pelas outras pessoas, como por exemplo</p><p>ver coisas que só ela vê ou ouvir coisas que apenas ela escuta.</p><p>Para a pessoa com esquizofrenia, essas coisas têm toda a força e o</p><p>impacto de uma experiência normal. As alucinações podem estar em</p><p>qualquer um dos sentidos, mas ouvir vozes é a alucinação mais comum de</p><p>todas. A pessoa pode também falar sozinha interagindo com vozes que</p><p>esteja ouvindo ou com imagens/pessoas que esteja vendo.</p><p>Pensamento desorganizado</p><p>Esse sintoma pode ser refletido na fala, que também sai</p><p>desorganizada e com pouco ou nenhum nexo.</p><p>A ideia de que pensamento desorganizado é um sintoma da</p><p>esquizofrenia surgiu a partir do discurso desorganizado de alguns pacientes.</p><p>Para os médicos, os problemas na fala só podem estar relacionados</p><p>à incapacidade de a pessoa formar uma linha de pensamento coerente.</p><p>Neste sentido, a comunicação eficaz de uma pessoa portadora de</p><p>esquizofrenia pode ser prejudicada por causa deste problema, e as</p><p>respostas às perguntas feitas podem ser parcial ou completamente alheias</p><p>e desconexas.</p><p>Habilidade motora desorganizada ou anormal</p><p>O comportamento de uma pessoa com esse tipo de disfunção não é</p><p>focado em um objetivo, o que torna difícil para ela executar tarefas.</p><p>Comportamento motor anormal pode incluir resistência a instruções,</p><p>postura inadequada e bizarra ou uma série de movimentos inúteis e</p><p>excessivos.</p><p>Sintomas em adolescentes</p><p>Os sintomas de esquizofrenia nos adolescentes são semelhantes aos</p><p>dos adultos, mas a condição pode ser mais difícil de reconhecer.</p><p>Isso pode ser em parte porque alguns dos primeiros sintomas da</p><p>esquizofrenia nos adolescentes são comuns para o desenvolvimento típico</p><p>durante a adolescência, como:</p><p>•</p><p>Pouca socialização com amigos e familiares</p><p>• Queda no desempenho na escola</p><p>• Problemas para dormir</p><p>• Irritabilidade ou humor deprimido</p><p>• Falta de motivação.</p><p>Em comparação com sintomas de esquizofrenia em adultos, os</p><p>adolescentes podem ser:</p><p>• Menos propensos a ter delírios</p><p>• Mais propensos a ter alucinações visuais.</p><p>Outros sintomas</p><p>Além dos sinais citados, outros parecem estar relacionados com a</p><p>esquizofrenia. Uma pessoa com a doença pode:</p><p>• Não aparentar emoções ou apresentar apatia emocional (indiferença</p><p>afetiva)</p><p>• Não alterar as expressões faciais</p><p>• Ter fala monótona e sem adição de quaisquer movimentos que</p><p>normalmente dão ênfase emocional ao discurso</p><p>• Diminuição da fala e prejuízo da linguagem</p><p>• Negligência na higiene pessoal</p><p>• Perda de interesse em atividades cotidianas</p><p>• Isolamento social</p><p>• Incapacidade de conseguir sentir prazer</p><p>A esquizofrenia pode manifestar-se através de um conjunto de</p><p>sintomas que envolvem alterações do pensamento, da percepção, do</p><p>comportamento e do afeto. O discurso pode tornar-se repetitivo, incoerente</p><p>ou incompreensível. A percepção sensorial pode estar alterada, ocorrendo,</p><p>por exemplo, alucinações auditivas ou visuais. A resposta emocional pode</p><p>estar diminuída e a distinção entre realidade e fantasia pode estar</p><p>comprometida.</p><p>Classicamente, os sintomas dividem-se em duas categorias: sintomas</p><p>negativos, que refletem uma perda ou diminuição das funções normais, e</p><p>sintomas positivos, que acrescentam ou adicionam algo a essas funções.</p><p>4.Causas e Tratamento da esquizofrenia</p><p>Algumas vezes se supõe que a categorizar distúrbios mentais nós estamos</p><p>classificando pessoas, na exatidão, estamos classificando os distúrbios que</p><p>assola as pessoas.</p><p>Uma pessoa não é esquizofrênica, uma pessoa possui esquizofrenia. Este</p><p>é um grave transtorno mental que modifica pensamentos e percepções, e</p><p>acomete aproximadamente 1% da sociedade (mais de 2 milhões de pessoas).</p><p>É caracterizada por um desproveito de contato com a dimensão e por</p><p>perturbações do acerto, percepção, humor e ação. Torna-se aparente durante a</p><p>adolescência ou no início da vida adulta e persiste por toda a vida. Os sintomas</p><p>são divididos em duas classes: positivos e negativos. Refletem a presença de</p><p>consciências e comportamentos anormais como delírios, alucinações, discurso</p><p>desorganizado, comportamento grosseiramente desorganizado ou catatônico.</p><p>Os sintomas negativos ponderam a ausência de respostas que</p><p>normalmente estão presentes, como reduzida expressão de sentimento,</p><p>discurso pobre e barreira em iniciar comportamento dirigido.</p><p>Sua fisiopatologia ainda continua desconhecida e o que se sabe é que é</p><p>uma doença psiquiátrica com critérios diagnósticos bem estabelecidos, sinais e</p><p>indicativos claros e tratamentos sintomáticos variavelmente efetivos.</p><p>1. CURSO</p><p>O diagnóstico de esquizofrenia comumente sugere um curso perpétuo de</p><p>doença psicótica, na maior parte dos pacientes, ocorre uma extensa</p><p>deterioração no funcionamento Mental e social dentro dos introdutórios anos da</p><p>doença.</p><p>2.FATORES DE RISCO</p><p>Uma área de especial benefício para as teorias do crescimento</p><p>neurológico da esquizofrenia diz respeito à investigação de crianças e</p><p>adolescentes com parentes de primeiro grau afetados pela doença.</p><p>Várias pesquisas têm mostrado que essas crianças e adolescentes em</p><p>circunstância de risco para a esquizofrenia têm um maior grau de complicações</p><p>cognitivos, sociais e no desenvolvimento motor quando comparadas os</p><p>indivíduos da mesma idade.</p><p>Estes déficits iniciais têm sido encenados como possivelmente refletindo</p><p>procedimentos patogênicos cerebrais de princípio do desenvolvimento</p><p>neurológico que indicariam uma vulnerabilidade para o crescimento de</p><p>esquizofrenia mais tarde na vida.</p><p>Estudos que investigaram as diferenças de gênero em populações de</p><p>perigo para esquizofrenia demonstraram que crianças do sexo masculino tem</p><p>maior probabilidade de oferecer déficits neuro cognitivos antes do princípio da</p><p>doença do que as crianças em risco do sexo feminino. Tais achados reforçaram</p><p>a consciência de que os homens são mais suscetíveis a uma forma da</p><p>esquizofrenia associada as mudanças do neurodesenvolvimento.</p><p>2.1 GENÉTICA</p><p>A esquizofrenia geralmente acontece no âmbito familiar. Parentes de</p><p>primeiro grau tem um risco de 3 a 7% de manifestar a condição. O gêmeo</p><p>monozigótico de uma pessoa com esquizofrenia tem uma chance de 31 a 78%</p><p>de contrair a doença, comparada a uma chance de 0 a 28% para um gêmeo</p><p>dizigótico.</p><p>2.2 FATORES PERINATAIS</p><p>A maioria dos estudos mostra uma associação entre acidentes perinatais</p><p>e esquizofrenia. Os marcadores utilizados para indicar danos perinatais incluem</p><p>baixo peso de nascimento, prematuridade, pré-eclâmpsia, parto prolongado,</p><p>hipóxia e sofrimento fetal.</p><p>2.3 NASCIMENTO</p><p>Variações sazonais nas complicações de nascimento, temperatura, estilo</p><p>de vida, dieta e taxas de infecções são as possibilidades que têm sido mais</p><p>discutidas. É tentador sugerir que um organismo infeccioso de clima quente está</p><p>causalmente envolvido na predisposição do feto de verão à doença.</p><p>3.ASPECTOS ANATÔMICOS DA ESQUIZOFRENIA</p><p>A esquizofrenia está associada com mudanças físicas no encéfalo.</p><p>Observando casos de gêmeos idênticos, o gêmeo com esquizofrenia apresenta</p><p>ventrículos laterais aumentados, provavelmente devido à atrofia do tecido neural</p><p>ao seu redor.</p><p>A redução do fluxo sanguíneo no núcleo caudado e no lobo frontal, o</p><p>tamanho reduzido do hipocampo, o alargamento pequeno dos ventrículos e as</p><p>outras alterações estruturais do encéfalo são normalmente vistas em pacientes</p><p>que possuem sintomas negativos proeminentes.</p><p>3.1 ESTRUTURA CEREBRAL IN VIVO USANDO-SE IMAGEM DE</p><p>RESSONÂNCIA MAGNÉTICA</p><p>Os primeiros estudos com a técnica revelaram redução no tamanho global</p><p>do cérebro, aumento no tamanho ventricular e perda cortical variável na</p><p>esquizofrenia.</p><p>Mais recentemente, estudos de IRM revelaram uma diminuição de volume</p><p>nas estruturas corticais temporomediais, no hipocampo, na amígdala e no giro</p><p>para-hipocampal. Não apenas foi relatado volume do giro temporal superior</p><p>reduzido, mas a magnitude da redução estava correlacionada à presença de</p><p>alucinações e alterações eletrofisiológicas.</p><p>Alguns pesquisadores encontraram aumentos no tamanho do sulco,</p><p>diminuição no volume da substancia branca foram relatadas. Redução de</p><p>volume neocortical pode estar presente em apenas alguns subgrupos</p><p>sintomáticos de indivíduos esquizofrênicos.</p><p>3.2 Análise microscópica de tecido do SNC na autopsia</p><p>Foi observado que estruturas límbicas primárias no cérebro (hipocampo,</p><p>córtex cingulado, tálamo anterior e corpos mamilares) e suas áreas corticais</p><p>intimamente associadas (córtex entorrinal) exibem regularmente anormalidades</p><p>patológicas. Estas são alterações de tamanho de célula, área, organização</p><p>neural e estrutura básica.</p><p>3.3 Marcadores anatômicos de desenvolvimento do cérebro</p><p>As primeiras observações de desequilíbrio neuronal hipocampal na</p><p>esquizofrenia com a recém relatada perda seletiva de duas proteínas</p><p>associadas a microtubulo (MAP2 e MAP5) em tecido hipocampal</p><p>esquizofrênico na autopsia. A proteína GAP-43 está aumentada nos tecidos</p><p>dos giros frontal e lingual. A GAP-43, um marcador sináptico associado ao</p><p>estabelecimento e à remodelação de conexões sinápticas, é normalmente</p><p>aumentada no córtex associativo e no hipocampo.</p><p>4.Estudos bioquímicos da esquizofrenia</p><p>O bloqueio dos receptores de dopamina no cérebro reduz sintomas</p><p>psicóticos na esquizofrenia.</p><p>A ideia óbvia de que disfunção do sistema dopaminérgico do SNC</p><p>respondia, totalmente ou em parte, pela psicose foi explorada em todos os</p><p>líquidos corporais em várias condições de repouso e estimulação.</p><p>Outros sistemas de transmissor, incluindo os sistemas serotoninérgico,</p><p>peptidérgico</p><p>e, mais recentemente, glutamatergico. Devido a sua localização</p><p>ubíqua no SNC e visto que as drogas antiglutamatérgicas fenciclidina (PCP) e</p><p>quetamina causam uma reação tipo esquizofrenia em humanos, o sistema</p><p>glutamato tornou-se um foco de pesquisa.</p><p>Atualmente, não há uma conciliação sobre o que tendência a</p><p>esquizofrenia, além de um impulso genética que gera mais perigos a alguns</p><p>indivíduos. Nestes, além disso, sabe-se que o consumo de drogas é agente de</p><p>risco para prorromper a doença e sua sintomas. O aumento do consumo de</p><p>drogas, por exemplo, especialmente entre jovens, potencializa os resultados da</p><p>esquizofrenia e faz com que as alucinações venham com ainda mais potência,</p><p>como um componente causal.</p><p>Vários genes em combinação são responsáveis por estas alterações</p><p>cerebrais. O ambiente, ou seja, as relações vitais que o indivíduo estabelece</p><p>funcionam como causas estressores que contribuem para que estes genes</p><p>ligados se ativem e a doença apareça. Não existem fatores psicológicos ou</p><p>ambientais que causam a esquizofrenia, mas sim agentes de vida que são</p><p>gatilhos para o início das modificações cerebrais da doença.</p><p>Na neurociência, denominamos de neurotransmissores e eles estão</p><p>alteradas no cérebro do esquizofrênico, principalmente dopamina e glutamato.</p><p>Estudos mais recentes mostram diferenças no sistema do cérebro e do sistema</p><p>nervoso central das pessoas com esquizofrenia com relação as pessoas</p><p>saudáveis.</p><p>Sabe-se que alguns fatores são gatilhos importantes para o primórdio das</p><p>alterações neuroquímicas cerebrais e para o derradeiro aparecimento dos</p><p>sintomas da doença no comportamento do indivíduo. História familiar de</p><p>esquizofrenia: as chances são de 10% se tiver um irmão com esquizofrenia, 18%</p><p>se tiver um irmão gêmeo não-idêntico com esquizofrenia, 50% se tiver um irmão</p><p>gêmeo idêntico com esquizofrenia e 80% se os dois pais forem afetados por</p><p>esquizofrenia.</p><p>• Ser exposto a toxinas, vírus e à má nutrição dentro do útero da mãe,</p><p>especialmente nos dois primeiros trimestres da gestação</p><p>• Problemas no parto como falta de oxigênio (hipóxia neonatal)</p><p>• Ter um pai com idade mais avançada</p><p>• Uso de maconha</p><p>• Tabagismo.</p><p>http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/wp-content/uploads/2015/07/11056572_604536089646481_3692283103941904960_n.jpg</p><p>http://cienciasecognicao.org/neuroemdebate/wp-content/uploads/2015/07/11056572_604536089646481_3692283103941904960_n.jpg</p><p>5.Tratamento da esquizofrenia</p><p>A pessoa com esquizofrenia, em virtude dos sintomas da própria doença,</p><p>não apresentará crítica acerca do seu quadro, já que a principal característica da</p><p>psicose é a apreensão incorreta da realidade.</p><p>Neste caso, um familiar que identifique o problema deve saber que muitas</p><p>vezes será difícil convencer a pessoa sobre os sintomas já que a própria</p><p>natureza do quadro a leva a estar convicta de que o que está dizendo é a verdade</p><p>sobre a realidade. Por isso, muitas vezes algum parente ou amigo próximo deve</p><p>ser responsável por levar a pessoa doente a um especialista ou para a</p><p>internação, se for o caso.</p><p>Após verificar os indícios, o profissional pode requerer exames de imagem</p><p>para afastar a possibilidade de alcançar quaisquer outras doenças como</p><p>demência ou mesmo um tumor cerebral.</p><p>Assim que a inquietude for comprovada, a instrução do tratamento reúne</p><p>medicamentos antipsicóticos, bem como ansiolíticos e antidepressivos, a</p><p>proceder do estado de cada paciente. Outra medida fundamental é a terapia,</p><p>cujo acompanhamento psicológico instiga a autoestima e a confiança do</p><p>paciente.</p><p>Ao fim, após batalhar o estigma da esquizofrenia e entender que há jeitos</p><p>de lidar com ela para se ter uma vida saudável, com o tratamento oportuno, como</p><p>em um hospital psiquiátrico especializado, readquire-se confiança e bem-estar.</p><p>Como resultado da doença, o paciente vai deixando a vontade de efetuar</p><p>atividades do dia a dia e tem contratempo de expressar as emoções e emoções,</p><p>dando a impressão de que perdeu essa aptidão.</p><p>Os sintomas da esquizofrenia não se manifestam ininterruptamente, mas</p><p>em formas de crises agudas, seguidas de estações sem qualquer alteração de</p><p>conduta. A enfermidade não tem cura: é um transtorno intelectível crônico, mas</p><p>que pode e deve ser pacto.</p><p>Quando o paciente obtém o tratamento adequado, as crises tendem a</p><p>reaparecer mais curtas e as temporadas sem manifestação de indicações duram</p><p>mais tempo. Muitas vezes o paciente leva anos até que surja outra crise, período</p><p>em que alcança novamente a direção de sua vida.</p><p>O diagnóstico da esquizofrenia deve ser fatos por profissionais de</p><p>vitalidade Mental como a psiquiatra. A psicoterapia e o uso de remédios</p><p>antipsicóticos geralmente são os cuidados indicados. Em alguns casos também</p><p>são recomendados os chamados tratamentos psicossociais como a terapia</p><p>ocupacional.</p><p>Os medicamentos antipsicóticos diminuem os sintomas positivos da</p><p>esquizofrenia e previnem recaídas.</p><p>Não se encontra uma droga antipsicótica garantida de escolha para a</p><p>esquizofrenia. A clozapina é a medicação mais eficaz, mas não é recomendada</p><p>como terapia de primeira linha.</p><p>O tratamento psicossocial é essencial. Os tratamentos psicossociais mais</p><p>bem estudados são o treinamento de habilidades sociais, a terapia cognitivo-</p><p>comportamental, a remediação cognitiva e o treinamento de cognição social.</p><p>Atualmente, os tratamentos psicossociais são orientados de acordo com</p><p>o modelo de recuperação. De acordo com este modelo, os objetivos do</p><p>tratamento para uma pessoa com esquizofrenia são os seguintes:</p><p>• Para ter poucos ou sintomas estáveis</p><p>• Não ser hospitalizado</p><p>• Para gerir os seus próprios fundos e medicamentos</p><p>• Para trabalhar ou na escola pelo menos a meio tempo</p><p>O tratamento da esquizofrenia tem como objetivo o controle dos sintomas</p><p>e a retomada da rotina, trabalho e relacionamento com amigos e familiares. O</p><p>controle da esquizofrenia é feito por meio de duas abordagens: medicamentosa</p><p>e psicossocial.</p><p>Tratamento medicamentoso - a maioria dos pacientes precisa utilizar a</p><p>medicação de forma contínua para não ter novas crises. Os medicamentos se</p><p>dividem em antipsicóticos ou neurolépticos e têm duas funções principais:</p><p>Alívio dos sintomas na fase aguda da doença;</p><p>Prevenção de novos episódios da doença.</p><p>Terapia comportamental cognitiva - é necessária para atingir os benefícios do</p><p>tratamento com medicamentos e reintegrar a pessoa com esquizofrenia à</p><p>sociedade.</p><p>6.Diagnóstico e quadro clínico</p><p>Os critérios diagnósticos utilizados para esquizofrenia pela Associação</p><p>Americana de Psiquiatria (DSM-IV, 1994) e pela categorização Internacional de</p><p>Doença da Organização Mundial da Saúde (CID-10, 1992) são bastante</p><p>parecidos entre si, e ambos ressaltam sintomas equivalentes durante de início</p><p>na infância.</p><p>Os critérios diagnósticos pela DSM-IV para esquizofrenia. Para a</p><p>caracterização, são necessários pelos menos dois das seguintes manifestações:</p><p>delírios, alucinações (sintomas positivos, discurso desorganizado,</p><p>comportamento asperamente desorganizado ou catatônico ou indicações</p><p>negativas (apatia marcante, escassez do discurso, embotamento ou incoerência</p><p>de respostas emocionais, discriminação social). Esses sintomas iniciais duram</p><p>pelo menos 1 mês (ou menos se tratados com conquista. É importante ressaltar</p><p>que o posicionamento é evolutivo, sendo indispensável um mínimo de 6 meses</p><p>de doença, incluindo a fase ativa.</p><p>A - Sintomas característicos: no mínimo dois dos seguintes quesitos, cada qual</p><p>presente por uma porção significativa de tempo durante o período de 1 mês (ou</p><p>menos, se tratados com sucesso):</p><p>▪ delírios</p><p>▪ alucinações</p><p>▪ discurso desorganizado (por exemplo, frequente descarrilhamento ou</p><p>incoerência)</p><p>▪ comportamento amplamente desorganizado ou catatônico</p><p>▪ sintomas negativos:</p><p>embotamento afetivo, alogia ou abulia</p><p>Nota: apenas um sintoma do critério A é necessário quando os delírios são</p><p>bizarros ou as alucinações consistem de vozes que comentam o comportamento</p><p>ou os pensamentos da pessoa, ou de duas ou mais vozes conversando entre si.</p><p>B- Disfunção social/ocupacional: por uma porção significativa do tempo, áreas</p><p>importantes do funcionamento, tais como trabalho, relações interpessoais ou</p><p>cuidados pessoais estão acentuadamente abaixo do nível alcançado antes do</p><p>início (ou, quando o início se dá na infância ou adolescência, incapacidade de</p><p>atingir o nível esperado de realização interpessoal, acadêmica ou profissional).</p><p>C- Duração: sinais contínuos da perturbação persistem pelo período mínimo de</p><p>6 meses. Este período de 6 meses deve incluir pelo menos 1 mês de sintomas</p><p>que satisfazem o critério A (isto é, sintomas da fase ativa) e pode incluir períodos</p><p>de sintomas prodrômicos ou residuais. Os sinais da perturbação podem ser</p><p>manifestados apenas por sintomas negativos ou por dois ou mais sintomas</p><p>relacionados no critério A, presentes de uma forma atenuada (por exemplo,</p><p>crenças estranhas, experiências perceptuais incomuns).</p><p>D- Exclusão de transtorno esquizoafetivo e transtorno de humor: o transtorno de</p><p>humor com características psicóticas foram descartados, por que: nenhum</p><p>episódio depressivo maior, maníaco ou misto ocorreu concomitantemente aos</p><p>sintomas da fase ativa ou se os episódios de humor ocorreram durante os</p><p>sintomas da fase ativa, sua duração total foi breve com relação à duração dos</p><p>períodos ativo e residual.</p><p>E- Exclusão de substância/condição médica geral: a perturbação não se deve</p><p>aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância (por exemplo, uma droga de</p><p>abuso, um medicamento) ou uma condição médica geral.</p><p>F- Relação com um transtorno global do desenvolvimento: se existe um histórico</p><p>de transtorno autista ou de outro transtorno de desenvolvimento, o diagnóstico</p><p>adicional de esquizofrenia é feito apenas se delírios ou alucinações</p><p>proeminentes também estão presentes pelo período mínimo de 1 mês (ou</p><p>menos, se tratados com sucesso).</p><p>Seu conteúdo pode acrescentar temas de caráter persecutório,</p><p>referencial, somático, religioso ou extraordinário. Os delírios bizarros são</p><p>julgados especialmente característicos da esquizofrenia. As alucinações são</p><p>mudanças da sensopercepção que aguentem ocorrer em qualquer categoria</p><p>sensorial (auditiva, visual, olfativa, gustativa e tátil). alucinação é a percepção</p><p>evidente e definida de uma meta (voz, ruído, imagem) sem o comparecimento</p><p>do objeto estimulante real. A alucinação auditiva é mais trivial e é percebida</p><p>como uma voz proeminente do pensamento do pertinente paciente.</p><p>A desorganização da ideologia pode acontecer nos contextos em que um</p><p>elemento para outro, os reflexos não estão relacionados com as questões e o</p><p>discurso comumente é incompreensível. Com ligação ao comportamento</p><p>amplamente descomposto, podem aparecer dificuldades no desenvolvimento da</p><p>vida diária, tais como estruturar as refeições ou firmar a higiene e o formato pode</p><p>ser de intensificado desleixo</p><p>Essa alteração chama a atenção das país, pois geralmente a criança já</p><p>tinha alcançado essa fase de autossuficiência. O afeto embotado ou importuno</p><p>é um dos atributos marcantes dos pacientes com esquizofrenia em qualquer</p><p>idade. É delicado notar ressonância afetiva, comumente se percebe um</p><p>afastamento afetivo com sorriso ou expressão facial na privação de um estímulo.</p><p>O diagnóstico de esquizofrenia na infância envolve a exclusão de outros</p><p>distúrbios de saúde mental e a determinação de que os sintomas não são</p><p>devidos ao abuso de substância, medicação ou uma condição clínica.</p><p>O processo de diagnóstico pode envolver exame físico. Isso pode ser feito</p><p>para ajudar a excluir outros problemas que possam estar causando sintomas e</p><p>para verificar se há complicações relacionadas. Testes e exames. Estes podem</p><p>incluir testes que ajudam a excluir condições com sintomas semelhantes, e</p><p>triagem de álcool e drogas. O médico também pode solicitar estudos de imagem,</p><p>como uma ressonância magnética ou tomografia computadorizada.</p><p>A avaliação psicológica inclui observação de aparência e comportamento,</p><p>perguntando sobre pensamentos, sentimentos e padrões de comportamento,</p><p>incluindo quaisquer pensamentos de autoagressão ou prejudicar outros,</p><p>avaliando a capacidade de pensar e funcionar em um nível adequado à idade e</p><p>avaliar humor, ansiedade e possíveis sintomas psicóticos. Isto também inclui</p><p>uma discussão da família e da história pessoal.</p><p>6.1 Diagnóstico diferencial</p><p>Quando se suspeitar de um diagnóstico de esquizofrenia na infância, é</p><p>sempre importante ter em mente alguns pontos. O primeiro é a idade de início</p><p>do quadro, lembrando que a esquizofrenia é um quadro evolutivo e tem uma</p><p>história prévia aparentemente normal. São extremamente raros os quadros</p><p>iniciados antes dos 7 anos de idade. Outro ponto importante é o histórico familiar,</p><p>onde com frequência se observam outros indivíduos afetados. Não é um</p><p>diagnóstico simples e pode ser difícil de diferenciar de outros quadros,</p><p>principalmente o transtorno afetivo bipolar, sendo necessárias, muitas vezes,</p><p>reavaliações ao longo do tempo.</p><p>6.2 Transtornos do humor</p><p>O transtorno afetivo bipolar na infância com frequência tem uma</p><p>apresentação muito semelhante às psicoses infantis. O quadro de mania do</p><p>transtorno afetivo bipolar na infância muitas vezes se apresenta com delírios e</p><p>alucinações, o que confunde seu diagnóstico.</p><p>Aproximadamente metade dos pacientes com transtorno bipolar com</p><p>início na adolescência teve erroneamente o diagnóstico de esquizofrenia no</p><p>passado, revelando grande dificuldade deste diagnóstico na infância e</p><p>adolescência.</p><p>Com o tratamento medicamentoso da mania, o quadro tende a remitir, e</p><p>aparentemente não se observa "defeito" após esse episódio. Normalmente, na</p><p>esquizofrenia, após o quadro psicótico, o indivíduo tende a apresentar certos</p><p>prejuízos, como déficit no contato social e diminuição da volição - os chamados</p><p>sintomas negativos da doença.</p><p>6.3 Transtorno global do desenvolvimento (autismo infantil/síndrome de</p><p>Asperger)</p><p>O autismo infantil é uma doença distinta da esquizofrenia com início na</p><p>infância, não apenas por questões conceituais, mas também com base na</p><p>fenomenologia, genética, correlações biológicas e quadros neurológicos</p><p>associados, que o distinguem da esquizofrenia. Normalmente, o diagnóstico é</p><p>estabelecido por volta dos 3 anos de idade, apesar de se poder concluí-lo antes</p><p>dessa idade.</p><p>De um modo geral, não é difícil diferenciar as duas entidades, uma vez</p><p>que, na esquizofrenia, as crianças não apresentam as anormalidades de fala</p><p>encontradas no autismo, como ausência de fala ou fala sem papel de</p><p>comunicação.</p><p>Talvez a maior dificuldade no diagnóstico diferencial seja com relação aos</p><p>adolescentes autistas de melhor funcionamento ou com síndrome de Asperger</p><p>(a cognição nesses casos não está muito comprometida), onde a presença de</p><p>linguagem e o processo de pensamento podem ser confundidos com quadros</p><p>delirantes. Entretanto, outros sintomas presentes no paciente autista desde os</p><p>primeiros anos de vida o distinguem da esquizofrenia.</p><p>7.EPIDEMIOLOGIA</p><p>Epidemiologia pode ser definida como a “ciência que estuda o processo</p><p>saúde-doença em coletividades humanas, analisando a distribuição e os fatores</p><p>determinantes das enfermidades, danos à saúde e eventos associados à saúde</p><p>coletiva.</p><p>As pesquisas demonstram que aproximadamente 1% da população é</p><p>afetada pela esquizofrenia. Os estudos sobre a hereditariedade ou a genética da</p><p>esquizofrenia não têm sido totalmente conclusivos, mas está comprovado que o</p><p>fator de risco é influenciado pela presença da patologia em parentes diretos.</p><p>A prevalência de esquizofrenia entre</p><p>os pais de crianças afetadas é cerca</p><p>de 8%. Estima-se que 0,1 a 1% dos casos de esquizofrenia tenha iniciado antes</p><p>dos dez anos de idade e cerca de 4% antes dos 15 anos. Os meninos parecem</p><p>ter leve preponderância entre as crianças com esquizofrenia, com uma razão</p><p>estimada de 1,67 meninos para cada menina. Alguns diagnósticos em psiquiatria</p><p>infantil não são muito precisos.</p><p>Uma vez que a criança é um ser em desenvolvimento, esses quadros só</p><p>irão se configurar mais claramente ao longo dos anos.</p><p>7.1 Estudos genéticos</p><p>Os componentes genéticos estão entre os mais importantes elementos</p><p>desta rede, sendo que distintas alterações devem ocorrer no genoma para que</p><p>a doença se estabeleça. Acredita-se que essas alterações produzam um</p><p>significativo desequilíbrio de certas vias fisiológicas, que por sua vez</p><p>desencadeiam o processo patológico.</p><p>As similares taxas mundiais de prevalência da esquizofrenia, além da</p><p>similaridade de sintomas e evolução clínica nas diversas populações, sugerem</p><p>fortemente que a esquizofrenia não resulte de determinados padrões ambientais</p><p>ou étnicos.</p><p>O envolvimento de componentes genéticos é fortemente sugerido</p><p>principalmente por estudos que investigam o padrão de herança da doença,</p><p>incluindo gêmeos, pais e filhos afetados, e estudos de famílias completas. A taxa</p><p>de concordância para esquizofrenia é da ordem de 41 a 65% entre gêmeos</p><p>monozigóticos e de 0 a 28% entre gêmeos dizigóticos.</p><p>As buscas de marcadores biológicos – principalmente alterações</p><p>genômicas, alterações de expressão gênica ou alterações na atividade ou na</p><p>expressão de proteínas – que possam determinar o desenvolvimento da doença</p><p>ou mesmo apontar caminhos que possam elucidar a sua patogênese, têm sido</p><p>o alvo principal de diversos grupos de pesquisa nos últimos anos. Apesar da</p><p>evidência da importância de fatores genéticos, mudanças na estrutura cerebral</p><p>e vias neuroquímicas, ainda não é possível saber exatamente qual é a causa da</p><p>esquizofrenia.</p><p>7.2 Estudos bioquímicos</p><p>O sistema dopaminérgico consiste principalmente de três vias:</p><p>nigroestriatal, mesolímbico e mesocortical, e tuberoinfundibular. Há também</p><p>vários tipos de receptores dopaminérgicos, com diferentes localizações</p><p>cerebrais.</p><p>São conhecidos os receptores D1, D2, D3, D4 e D5 sabe-se que os</p><p>antipsicóticos atingem de modo indiferenciado nos vários receptores e sua</p><p>administração por tempo prolongado (3 a 4 semanas) leva a uma limitação do</p><p>ritmo de ação, fenômeno conhecido por oclusão de despolarização. esse</p><p>portento ocorre nos sistemas nigroestriatal e mesolímbico. Assim é realizável</p><p>inferir que a ação excessiva de alguns sistemas dopaminérgicos ocorre na</p><p>esquizofrenia.</p><p>7.3 Estudos do neurodesenvolvimento</p><p>Os fatores de risca pré-natais e perinatais para a esquizofrenia são</p><p>pesquisados tentando detectar os comprometimentos cerebrais no</p><p>neurodesenvolvimento.</p><p>Complicações de gravidez e de parto, exposição pré-natal as viroses e</p><p>achados neuropatológicos, como anomalias na citoarquitetura, são</p><p>comprovadamente associados a um maior risco de desenvolver esquizofrenia.</p><p>Assim, é consistente o achado de diminuição volumétrica do cérebro, aumento</p><p>dos ventrículos laterais, além de diminuição do lobo leigo na região do</p><p>hipocampo em pacientes esquizofrênicos adultos.</p><p>As alterações histopatológicas são sugestivas mais de disgenesia do que</p><p>de deterioração, como redução de neurônios corticais e periventriculares, déficit</p><p>de células de gliose e alteração da disposição das células piramidais.</p><p>Além da dopamina, outras substâncias biogênicas possivelmente também</p><p>estão envolvidas: a noradrenalina, a serotonina e outros neuropeptídeos</p><p>neurotransmissores. Estudos de neuroimagem com PET e SPECT apontam</p><p>receptores de neurotransmissores em diferentes regiões cerebrais, além de</p><p>confirmarem o impedimento de receptores D2 pelos neurolépticos.</p><p>A neurobiologia da esquizofrenia de início na infância ainda precisa ser</p><p>preferentemente estudada, tanto para desenvolver a definição e a convicção da</p><p>patologia quanto para aperfeiçoar a abordagem terapêutica e o prenúncio.</p><p>8. Uso de drogas e álcool</p><p>De acordo com o artigo de 2019 ESQUIZOFRENIA E USO ABUSIVO DE</p><p>ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS: UMA RELAÇÃO da Daniela Ribeiro Barros,</p><p>Nádja Nayra de Sousa Formiga, Pierre Gonçalves de Oliveira Filho, Gláucia</p><p>Thaís Justiniano, foi observado alguns aspectos muito importantes e que</p><p>devemos pontuar.</p><p>Segundo dados do Ministério da Saúde (2013), a esquizofrenia se</p><p>enquadra como uma das principais causas de incapacitação entre jovens e</p><p>adultos em todo país, afetando aproximadamente 1% da população no mundo</p><p>inteiro.</p><p>De acordo com essa pesquisa realizada no Brasil, entre os meses de</p><p>agosto de 2012 a agosto de 2013, a quantidade de internações devido à</p><p>esquizofrenia chegou a 93.364 casos.</p><p>Ainda, de acordo com os dados do Ministério da Saúde (2013), dentre os</p><p>fatores que podem causar o transtorno esquizofrênico estão presentes a</p><p>genética e as influências ambientais que têm um papel importante, sendo que o</p><p>abuso de drogas tem sido estudado e considerado um dos possíveis fatores</p><p>precipitantes do distúrbio e atualmente vem sendo estudado por diversas áreas</p><p>e profissionais.</p><p>Também é importante ressaltar que estudos de Scheffer e Almeida (2010)</p><p>mostraram que o transtorno esquizofrênico pode levar indivíduos jovens ao</p><p>contato com o uso de drogas.</p><p>Sendo assim, o uso crônico de álcool, maconha, dentre outras</p><p>substâncias psicoativas pode ser tanto um fator desencadeante, como uma</p><p>decorrência de quadros psiquiátricos (SCHEFFER; ALMEIDA, 2010). Segundo</p><p>Sheffer e Almeida (2010), o uso de substâncias que modificam o estado</p><p>psicológico tem estado presente em todas as culturas conhecidas desde a</p><p>Antiguidade mais remota. Afirmam, ainda que o uso descontrolado dessas</p><p>substâncias psicoativas se tornou um dos principais problemas de saúde pública.</p><p>Na atualidade, esse hábito se mantém, gerando problemas da mesma</p><p>natureza. Segundo Silveira et al. (2014), no Brasil, o álcool está no topo entre as</p><p>drogas mais consumidas, pois além de ser lícito, tem um grande acesso na</p><p>população, sendo utilizado por aproximadamente 35,6% dos pacientes</p><p>estudados por eles em um Centro de Atenção Psicossocial.</p><p>Por ser uma droga de baixo valor e que tem muito apelo das propagandas</p><p>veiculadas nos meios de comunicação, pode estimular ainda mais o seu</p><p>consumo, principalmente entre os jovens. em seguida surgem os canabinóides</p><p>e os derivados do tabaco, representando 29,5% e 13,5%, respectivamente. O</p><p>Ministério da Saúde considera que substâncias psicoativas utilizadas por</p><p>qualquer via de administração alteram o humor, o nível de percepção e o</p><p>funcionamento cerebral. No entanto, a linha é tênue com relação à fronteira nítida</p><p>entre o que seja um simples uso de drogas, e um abuso ou mesmo uma</p><p>dependência severa, pois tudo isto se desenvolve em indivíduos de forma</p><p>singular.</p><p>A condição clínica resulta da interação da substância com a</p><p>vulnerabilidade fisiológica e social de cada um dos sujeitos (MINISTÉRIO DA</p><p>SAÚDE, 2013). Considerando a relevância do tema, o presente estudo tem como</p><p>objetivo compreender a esquizofrenia e suas principais manifestações, causas e</p><p>consequências, além de buscar identificar fatores associados, como o uso de</p><p>álcool e outras drogas</p><p>Foi observado que 50% dos sujeitos entrevistados e que,</p><p>consequentemente se encontram em tratamento para a dependência química,</p><p>possuem entre 16 e 30 anos de idade, 30% entre 31 a 45 anos e 20% de 46 a</p><p>64 anos. Tais dados podem indicar que a busca por esse tipo de tratamento é</p><p>representada, em sua maioria, por uma população jovem.</p><p>Tais achados corroboram os estudos de Capistrano et al. (2013),</p><p>realizado em Curitiba - PR, que apontam que cerca de 60% dos dependentes</p><p>químicos em tratamento possuem até</p><p>40 anos de idade, suscitando alguns</p><p>questionamentos: será que as pessoas estão usando drogas mais cedo? Ou</p><p>será que as consequências desse uso estão surgindo mais rapidamente?</p><p>De qualquer modo, nota-se com esses achados que o uso abusivo de</p><p>substâncias psicoativas já promove consequências negativas na vida dos seus</p><p>usuários, visto que apresentam problemas de saúde nessa faixa etária.</p><p>A ocorrência concomitante de transtornos por uso de álcool e esquizofrenia é um</p><p>indicador do agravo na evolução desta doença. São desencadeadas mudanças</p><p>importantes e adversas no seu curso, como maior risco de desemprego,</p><p>diminuição da escolaridade, exacerbação de sintomas psiquiátricos, além da</p><p>redução da capacidade de julgamento, negligência com relação ao uso dos</p><p>medicamentos e reinternações frequentes.</p><p>Vale ressaltar que os portadores de esquizofrenia e os dependentes de</p><p>álcool deste estudo são igualmente tabagistas (100%). Conforme um estudo</p><p>realizado por Reis (2016), em Franca- SP, observou-se que 88% da população</p><p>estudada são fumantes diários que consumiam em média, 15 cigarros por dia e</p><p>69% usavam outras substâncias, incluindo cocaína (32%) e maconha</p><p>ocasionalmente (47%).</p><p>Segundo esse autor, a partir de 1990 começaram a surgir pesquisas</p><p>apontando que portadores de esquizofrenia, também, são mais predispostos a</p><p>utilizarem maconha do que a população em geral.</p><p>Tais estudos indicam que essa é a substância que, na maioria das vezes,</p><p>está diretamente associada a exacerbações da doença e dos episódios</p><p>psicóticos agudos, ligados também à antecipação do início dos sintomas em 2 a</p><p>4 anos nos indivíduos predispostos, além de provocar efeitos agravantes nos</p><p>resultados do tratamento e no curso clínico da doença.</p><p>Em estudo realizado por Abrantes-Gonçalves, Marques e Coelho (2012)</p><p>foram percebidas fortes evidências de que a cannabis aumenta sintomas de</p><p>esquizofrenia e piora o seu prognóstico; o consumo persistente está associado</p><p>a maior ocorrência de sintomas: como alteração do pensamento, alucinações,</p><p>exacerbação dos déficits cognitivos da esquizofrenia, a hostilidade, sendo esta</p><p>última, maior nos consumidores de cocaína ou nos portadores de transtorno por</p><p>múltiplas drogas. O consumo de substâncias psicoativas, sejam elas lícitas ou</p><p>ilícitas, é frequente entre os portadores de esquizofrenia. Porém, tanto na prática</p><p>clínica, como na literatura (SILVEIRA, 2014), evidencia-se que a associação</p><p>dessas duas comorbidades e os efeitos negativos que uma proporciona sobre a</p><p>outra, comumente são negligenciados pela equipe que oferece assistência para</p><p>esse indivíduo. O paciente, muitas vezes, recebe tratamento para aquela</p><p>patologia mais evidente, o que o limita de ser de cuidado maneira totalitária e</p><p>efetiva.</p><p>Por meio da pesquisa dos prontuários dos participantes, foi possível</p><p>observar, conforme mostrado nesta tabela, que a Agitação Psicomotora está</p><p>presente em 100% dos participantes, seguida, igualmente de Discurso</p><p>Desorganizado (80%) e Ansiedade (80%), Insônia (60%), Agressividade (50%),</p><p>Déficits Cognitivos (20%) e Danos na Atenção também com o mesmo percentual.</p><p>Tais dados corroboram com a literatura, mais especificamente com os</p><p>resultados apresentados por Meleiro (2013), quando pontua as principais</p><p>manifestações do transtorno esquizofrênico associados ao uso de álcool e outras</p><p>substâncias representadas pela manifestação de delírios e alucinações, apatia,</p><p>isolamento, perturbação da atenção, concentração e memória, ansiedade e os</p><p>estados de humor que oscilam entre o estado maníaco e o estado depressivo,</p><p>também confundido com outros transtornos, podendo causar, ainda, déficits</p><p>cognitivos, insônia, discurso desorganizado entre outros.</p><p>De acordo com a tabela 6, foi observado que, dos usuários participantes</p><p>da pesquisa que apresentam diagnóstico de dependência por uso de álcool e</p><p>outras substâncias psicoativas, 80% apresentam a esquizofrenia como</p><p>comorbidade.</p><p>É válido ressaltar que estudos demonstraram a importância desse</p><p>transtorno como uma causa para a procura pelas drogas. Portanto, o uso crônico</p><p>de álcool, maconha, dentre outros tóxicos, pode ser considerado tanto um fator</p><p>desencadeante, como uma consequência de quadros psíquicos. Para Abrantes-</p><p>Gonçalves, Marques e Coelho (2012), o uso de substâncias está associado ao</p><p>agravamento dos sintomas da esquizofrenia, maior risco de depressão e</p><p>suicídio. Para Reis (2016), estima-se que, no Brasil, aproximadamente 3,5% dos</p><p>dependentes de álcool e outras drogas possuem esse transtorno como</p><p>diagnóstico psiquiátrico adicional, além de que as chances de um indivíduo ser</p><p>portador de esquizofrenia e usar substâncias de abuso são 4,6 vezes maiores</p><p>que no restante da população.</p><p>Consultando o Ministério da Saúde, foi possível perceber que têm sido</p><p>encontradas elevadas taxas de uso de substâncias tóxicas à data do primeiro</p><p>surto esquizofrênico, percebeu-se ainda um aumento do diagnóstico de</p><p>perturbação psicótico relacionada com o abuso destas substâncias; na</p><p>esquizofrenia, o uso de substâncias é elevado nestes indivíduos, especialmente</p><p>a cannabis que nestas pessoas é duas vezes superior à população em geral</p><p>(MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2013).</p><p>O uso abusivo dessas substâncias pode antecipar o início da</p><p>esquizofrenia, exacerbar os sintomas psicóticos, reduzir a adesão ao tratamento</p><p>e aumentar os déficits cognitivos, a frequência de recaídas, o risco de suicídio e</p><p>o de contrair doenças infectocontagiosas, além de intensificar o comportamento</p><p>violento. Um estudo de revisão de Werneck, (2009) aponta que o uso da</p><p>cannabis aumenta em duas vezes o risco posterior de esquizofrenia e que a</p><p>eliminação do seu uso reduziria em 8% a incidência desta doença.</p><p>Desse modo, o uso dessa substância seria um dos fatores que conduzem</p><p>à esquizofrenia. Segundo esse estudo, alguns destes pacientes possivelmente</p><p>nunca desenvolveriam a esquizofrenia se não tivessem consumido algum tipo</p><p>de drogas. Sendo assim, pode-se considerar que o abuso de substâncias é um</p><p>fator agravante no que se refere ao prognóstico dos pacientes esquizofrênicos,</p><p>configurando um desafio no tratamento desta doença.</p><p>A interação entre esquizofrenia e abuso de substâncias pode ocorrer de</p><p>múltiplas formas. Para Reis (2016), admite-se que a intoxicação por substâncias</p><p>pode provocar quadros esquizofrênicos. Foi observado no presente estudo que</p><p>oito dos dez participantes da pesquisa possuem o transtorno esquizofrênico e</p><p>que, segundo dados dos seus prontuários, a idade de surgimento do primeiro</p><p>surto foi entre 16 a 35 anos, ou seja, o abuso de substâncias possivelmente pode</p><p>ter antecipando o aparecimento do transtorno esquizofrênico.</p><p>Tais achados corroboram os estudos de Reis (2016) quando aponta que</p><p>a idade do primeiro surto de esquizofrenia varia entre 21 a 25 anos. No entanto</p><p>é importante enfatizar a necessidade de realização de um estudo mais</p><p>aprofundado sobre a questão.</p><p>A esquizofrenia se enquadra como uma das principais causas de</p><p>incapacitação entre jovens e adultos. Dentre os fatores causais envolvidos sabe-</p><p>se que a genética e as influências ambientais têm papel importante, sendo que</p><p>o abuso de drogas é considerado um dos possíveis fatores precipitantes do</p><p>distúrbio. (REIS, 2016). Por fim, de acordo com as entrevistas realizadas, os</p><p>participantes do presente estudo, que possuem entre 30 anos a 45 anos,</p><p>apresentaram um quadro mais agravante de comorbidade, levando-os, inclusive</p><p>à internação psiquiátrica. Os relatos expostos a seguir foram extraídos dos</p><p>discursos dos participantes e demostram a associação entre o uso de</p><p>substâncias e a esquizofrenia.</p><p>Sobre o tema, colaborando tanto para a elaboração de projetos de</p><p>prevenção, como para o prognóstico dos sujeitos.</p><p>Neste rol entra a esquizofrenia, popularmente (e desgraçadamente)</p><p>conceituada apenas como imprudência. A falta de instrução</p><p>sobre a doença</p><p>estigmatiza estes pacientes e isso não o auxílio em nada, uma vez que eles</p><p>precisam de tratamento e não de preconceito. A esquizofrenia é uma doença</p><p>cerebral crônica que atinge cerca de 1% do povo e se caracteriza pela</p><p>inquietação de diversos processos mentais. Geralmente a primeira crise</p><p>manifesta-se no final da adolescência ou no início da vida adulta. A doença faz</p><p>com que a pessoa perca o sentido da efetividade e tenha dificuldade em ressaltar</p><p>o real do imaginário. Entre os principais sintomas estão alucinações auditivas</p><p>(ele oferece que ouve vozes) delírios (visão distorcida da circunstância onde ele</p><p>acredita, por ensinamento, que está sendo atormentado por agentes secretos)</p><p>afetividade alterada; alteração de devaneio (o pensamento é desorganizado, o</p><p>que o leva a declamar coisas desconexas); dificuldade de concentrar-se; falta de</p><p>iniciativa.</p><p>Há vários graus de esquizofrenia, mas a abordagem precoce e adequado</p><p>concede a remissão dos sintomas, o que oportuniza o sujeito a manter seus</p><p>esforços diárias, inclusive estudar e intentar. O apoio familiar é indispensável e,</p><p>aliado ao cuidado, garantem uma melhor tese. A família precisa de orientação</p><p>sobre esta doença para que tenham expectativas condizentes aos reais limites</p><p>de cada condescendente, auxiliando-os também a ter uma boa peculiaridade de</p><p>vida.</p><p>Infelizmente, há muita rejeição social e uma das causas é associar a</p><p>esquizofrenia a comportamentos violentos. límpido que se a pessoa estiver</p><p>agitada, é provável acontecer. Mas não é parâmetro. É muito mais calmo a</p><p>violência partir de um indivíduo que não tem esquizofrenia, como muitos relatos</p><p>vistos na mídia, do que de um esquizofrênico. Por isso é substancial</p><p>esclarecimento sobre a doença, da mesma forma que há com outras, sejam elas</p><p>mentais ou não. Acolher o outro, em alguma situação, compreendê-lo e auxiliá-</p><p>lo em suas fragilidades é nosso papel - e incumbência - social.</p><p>Referências</p><p>Qual a diferença entre neurose, psicose e perversão?. Disponível em:</p><p>https://br.mundopsicologos.com/artigos/qual-a-diferenca-entre-neurose-</p><p>psicose-e-perversao. Acesso em 16 nov. 2020</p><p>Conheça os tipos, sintomas e tratamentos. ESQUIZOFRENIA. Disponível em:</p><p>vittude.com/blog/esquizofrenia-tipos-sintomas-tratamentos/. Acesso em 15 nov.</p><p>2020</p><p>Esquizofrenia: aspectos neuropsiquiátricos – por Mariana Cruz da Costa Leite.</p><p>In: “Tópicos em Neurociência Clínica” – Elisabete Castelon Konkiewitz – editora</p><p>UFGD – 2009</p><p>Esquizofrenia: o que é, sintomas, tratamentos e causas. Disponível em:</p><p>https://www.minhavida.com.br/saude/temas/esquizofrenia. Acesso em 15 nov</p><p>2020.</p><p>ESQUIZOFRENIA. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas. Disponível em:</p><p>portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/abril/02/pcdt-esquizofrenia-livro-</p><p>2013.pdf. Acesso em 15 nov 2020</p><p>Esquizofrenia: aspectos genéticos e estudos de fatores de risco. Disponível</p><p>em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1516-</p><p>44462000000500002 . Acesso 14 nov 2020</p><p>Esquizofrenia e uso abusivo de álcool e outras drogas uma relação. Disponível</p><p>em: Temasemsaude.com/wp-content/uploads/2019/03/fippsi09.pdf. Acesso em</p><p>14 nov 2020</p><p>ESQUIZOFRENIA. Disponível em: https://www.pfizer.com.br/sua-</p><p>saude/sistema-nervoso-central/esquizofrenia Acesso em 16 nov 2020</p>