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<p>Patol - página 03</p><p>ANÁLISE DAS MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS NAS</p><p>ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO (ANALEST)</p><p>Selecione abaixo qual o tipo de manifestação patológica é</p><p>encontrada na estrutura de concreto armado analisada.</p><p>Ao deixar as duas lacunas de cada tipo de patologia em branco, ficará entendido que não há patologia desse</p><p>tipo no elemento em análise.</p><p>Em Pilares</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 8</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 8.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 9</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 9.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 10</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 10.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 11</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica no pilar.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 11.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Em Vigas</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 8</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 8.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 9</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na viga.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 9.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Em Lajes</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 8</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 8.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 9</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na laje.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 9.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Em Fundações</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na Fundação.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 1.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na Fundação.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 2.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na Fundação.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 3.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na Fundação.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 4.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na Fundação.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 5.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na Fundação.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 6.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7</p><p>Não há este tipo de manifestação patológica na Fundação.</p><p>Manifestação Patológica do Tipo 7.</p><p>Visualizar Imagem</p><p>ANALISAR MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA SELECIONADA</p><p>A.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO</p><p>PATOLÓGICA DO TIPO 1 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Patologia ocasionada pela alta densidade das armaduras, com</p><p>recobrimento insuficiente e com corrossão generalizada.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>A.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Cobrimento em desacordo com o projeto.</p><p>2 - Falta de Homogeneidade do Concreto.</p><p>3 - Perda da nata de cimento pela junta das formas.</p><p>4 - Alta permeabilidade do concreto.</p><p>5 - Em áreas de garagem, devido a presença de monóxido de carbono que</p><p>contribui para a rápida carbonatação do concreto. - Carbonatação do</p><p>concreto (O composto químico que desencadeia o fenômeno da</p><p>carbonatação do concreto é bem conhecido, facilmente encontrado nos</p><p>centros urbanos. Um bom exemplo são os túneis e viadutos. Nestes</p><p>ambientes, o concreto está exposto à alta concentração de gás carbônico</p><p>(CO2). Esse dióxido de carbono penetra nos poros do concreto, dilui-se na</p><p>umidade presente na estrutura e forma o composto chamado ácido</p><p>carbônico (H2CO3) que ataca as armaduras.</p><p>A.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Se constatada uma redução (perda) de seção transversal da armadura</p><p>após a operação de limpeza das mesmas superior a 20% da seção original</p><p>da barra é recomendável a colocação de armadura suplementar para que</p><p>seja recomposta a seção de aço originalmente recomendada.</p><p>2 - Confirmada a perda da seção transversal deve-se fazer a recomposição</p><p>das armaduras calculando o comprimento de ancoragem da nova</p><p>armadura no concreto.</p><p>3 - Para a limpeza da corrosão das barras da armadura deve-se usar</p><p>escovas de aço, lixas e espátulas.</p><p>4 - Após a limpeza aplicar produtos anti-corrossivos para a passivação das</p><p>mesmas, tais como: primer anticorrosivo com base cimentícia ou primer</p><p>anticorrosivo com base epóxi.</p><p>5 - Realizar a limpeza do concreto para receber o concreto complementar.</p><p>Imediatamente antes de se aplicar a ponte de aderência (produto com base</p><p>cimentícia ou epoxídica aplicado sobre o concreto velho) ou , as</p><p>superfícies interessadas deverão ser umedecidas. Deve ocorrer saturação</p><p>da superfície sem que, entretanto, ocorram encharcamentos.</p><p>6 - Finalmente, a última etapa de recuperação consistirá na recomposição</p><p>da seção de modo a se completar o reparo estrutural. Mais uma vez é</p><p>recomendado</p><p>o umedecimento da interface de contato de reparo.</p><p>7 - Para a recomposição das seções dos reparos, recomendamos a</p><p>utilização de argamassas com as seguintes especificações básicas: -</p><p>capacidade de aderência - possuir retração compensada - ter módulo de</p><p>elasticidade compatível com o sistema de reparo - possuir baixa</p><p>permeabilidade - ter resistência mecânica compatível com a do elemento</p><p>no qual irá atuar - ter suficiente resistência à agressividade do meio</p><p>ambiente - ter suficiente resistência a ataques químicos.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um</p><p>projeto de reforço estrutural caso necessário.</p><p>B.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO</p><p>PATOLÓGICA TIPO 2 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissura localizada no topo do pilar e na face inferior da viga. Possui configuração</p><p>típica de uma junta de concretagem (junta fria).</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>B.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Conforme Helene (1988), aponta como principal fator do surgimento desse tipo de</p><p>fissura, o topo do pilar com excesso de nata de cimento, ou seja, devido à ocorrência da</p><p>exsudação, aquela região da estrutura acabou enfraquecida.</p><p>2 - Exsudação é a tendência da água de amassamento vir à superfície do concreto recém</p><p>lançado, devido a sua densidade (1g/cm³) ser menor que a dos agregados (≈2,7g/cm³) e a</p><p>do cimento (≈ 3,1g/cm³). Fenômeno faz com que o fator a/c da superfície fique enorme,</p><p>reduzindo a resistência mecânica na região.</p><p>B.3 - TRATAMENTO</p><p>1 - Escorar a laje e viga ao redor do pilar, remover o concreto de baixa resistência onde</p><p>está localizada a fissura.</p><p>2 - Realizar a limpeza do concreto para receber o concreto complementar. Imediatamente</p><p>antes de se aplicar a ponte de aderência (produto com base cimentícia ou epoxídica</p><p>aplicado sobre o concreto velho) ou , as superfícies interessadas deverão ser</p><p>umedecidas. Deve ocorrer saturação da superfície sem que, entretanto, ocorram</p><p>encharcamentos.</p><p>3 - Finalmente, a última etapa de recuperação consistirá na recomposição da seção de</p><p>modo a se completar o reparo estrutural. Mais uma vez é recomendado o umedecimento</p><p>da interface de contato de reparo.</p><p>4 - Para a recomposição das seções dos reparos, recomendamos a utilização de</p><p>argamassas com as seguintes especificações básicas: - capacidade de aderência -</p><p>possuir retração compensada - ter módulo de elasticidade compatível com o sistema de</p><p>reparo - possuir baixa permeabilidade - ter resistência mecânica compatível com a do</p><p>elemento no qual irá atuar - ter suficiente resistência à agressividade do meio ambiente -</p><p>ter suficiente resistência a ataques químicos.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>C.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 3 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras na junta de dilatação entre pilares.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>C.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissura gerada por erro de execução, o concreto acabou unido dois pilares que</p><p>deveriam estar separados. Com o passar do tempo a ocorrência de variação volumétrica</p><p>ou a movimentação da estrutura geraram as fissuras. Dano de pequena dimensão.</p><p>C.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Eliminar o vínculo que une os dois pilares, deixando a abertura da junta</p><p>de dilatação entre os pilares dando aos mesmos liberdade de se</p><p>movimentarem.</p><p>D.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO</p><p>PATOLÓGICA TIPO 4 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Ruptura do pilar, obervando a curvatura do mesmo (concreto e armadura).</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>D.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - Ruptura gerada pela flambagem dos pilares, geralmente porque o comprimento efetivo</p><p>do pilar é elevado. Pé direito duplo.</p><p>2 - Esmagamento do concreto gerado pela excessiva carga podendo estar associada a um</p><p>concreto de baixa resistência.</p><p>D.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Realizar escoramento das lajes e vigas em volta do pilar.</p><p>2 - Demolir todo o concreto do pilar; se constatada uma redução (perda) de seção</p><p>transversal da armadura da ordem de 15% a 25% deve-se desconsiderar estas armaduras.</p><p>3 - Fazer um projeto de reforço estrutural, dimensionando corretamente o novo pilar, e,</p><p>adotar corretamento o procedimento de aderência armadura/concreto e ligação concreto</p><p>velho/concreto novo.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>E.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 5 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissura aparece nas duas faces do pilar, ou nas suas arestas, tentando encurvar as</p><p>barras longitudinais.</p><p>2 - Interdição temporária ou limitação de trafego. Dano de pequena dimensão.</p><p>3 - Danos muito grande.</p><p>E.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - Manifestação patológica gerada pelo esmagamento do concreto devido a ação do</p><p>esforço de compressão.</p><p>2 - Erros prováveis: Erro no projeto estrutural do pilar, concreto com resistência abaixo</p><p>do especificado em projeto ou estrutura com sobracarga bem acima das de projeto.</p><p>E.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Realizar escoramento das lajes e vigas em volta do pilar.</p><p>2 - Caso o concreto do pilar não esteja muito fissurado, pode-se fazer o reforço do mesmo</p><p>através de um projeto de reforço.</p><p>3 - O reforço pode ser feito através do encamissamento do pilar com o próprio concreto</p><p>armado ou com chapas metálicas.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>F.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 6 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Desagregação do concreto em pilares.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>F.2 - DIAGNÓSICO DA PATOLOGIA TIPO 6 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Concreto com provável baixa resistência e pilar com diminuição da seção transversal.</p><p>2 - Em pilares, o concreto deve ser lançado a uma altura máxima de 2 m, a fim de que seja</p><p>evitado esta patologia.</p><p>F.3 - TRATAMENTO</p><p>1 - Se a seção do pilar estiver reduzida significativamente, deve-se escorar com urgência</p><p>a estrutura.</p><p>2 - Remover todo o concreto fragilizado pelo processo de concretagem.</p><p>3 - Realizar a limpeza do concreto para receber o concreto complementar.</p><p>4 - Finalmente, a última etapa de recuperação consistirá na recomposição da seção de</p><p>modo a se completar o reparo estrutural. Mais uma vez é recomendado o umedecimento</p><p>da interface de contato de reparo.</p><p>5 - Para a recomposição das seções dos reparos, recomendamos a utilização de</p><p>argamassas com as seguintes especificações básicas: - capacidade de aderência -</p><p>possuir retração compensada - ter módulo de elasticidade compatível com o sistema de</p><p>reparo - possuir baixa permeabilidade - ter resistência mecânica compatível com a do</p><p>elemento no qual irá atuar - ter suficiente resistência à agressividade do meio ambiente -</p><p>ter suficiente resistência a ataques químicos.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>G.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 7 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Fissuras nas duas faces a 60º e nas outras duas faces na horizontal. Quanto menor a</p><p>armadura transversal (estribos), menor é a capacidade de aviso.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>G.2 - DIAGNÓSICO DA PATOLOGIA TIPO 7 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Conforme imagem, fissura gerada pela resultante dos empuxos horizontais. Fissura</p><p>acontece porque as tensões cisalhantes solicitantes são maiores que as tensões</p><p>cisalhantes</p><p>resistente.</p><p>2 - Esforço transversal em pilares, gerado por forças horizontais (Fh1 e Fh2) em níveis</p><p>diferentes onde a armadura transversal (estribo) não foi suficiente para combater os</p><p>esfoços cortantes solicitantes.</p><p>G.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Escorar horizontalmente com urgência o pilar.</p><p>2 - Fazer um projeto de reforço estrutural, aumentando a seção transversal do pilar, tanto</p><p>concreto quanto a armadura.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>H.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 8 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Conforme imagem, abertura transversal no pilar gerada pela força de tração no pilar.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>H.1 - DIAGNÓSICO DA PATOLOGIA TIPO 8 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Esforço de tração em pilares, gerado devido a ação do momento fletor no tramo 2 ser</p><p>muito maior que no tramo 1, gerando força de tração no pilar.</p><p>H.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Realizar projeto de reforço do pilar através de encamissamento metálico no mesmo,</p><p>elevando com isso a resistência de tração do pilar.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>I.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 9 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Conforme imagem, fissura horizontal fina na cabeça e no pé do pilar</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>I.2 - DIAGNÓSICO DA PATOLOGIA TIPO 9 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Fisuras geradas pelos esforços de flexão no pilar devido a ligação da viga com</p><p>mesmo. A viga transfere tais esforços para o pilar que não suporta tamanha solicitação.</p><p>2 - Causas: Secção insuficiente. Armadura insuficiente. Esbeltez não considerada.</p><p>Elevado momento fletor no pilar gerado pelo elevado comprimento da viga em e laje em</p><p>balanço.</p><p>I.3 - TRATAMENTO</p><p>1 - Realizar projeto de reforço do pilar através de encamissamento metálico ou</p><p>encamissamento do pilar com concreto armado, realizando procedimentos técnicos</p><p>corretos para aderência da armadura no concreto e ligação do concreto velho no</p><p>concreto novo.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>J.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 10 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - As fissuras situam-se a distâncias periódicas nas faces que sofrem maior insolação.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>J.2 - DIAGNÓSICO DA PATOLOGIA TIPO 10 EM PILARES APÓS ANALISADA A</p><p>ESTRUTURA</p><p>1 - Retração Hidráulica em Pilares</p><p>2 - Causas: Excesso de água na amassadura e cura deficiente, com forte insolação.</p><p>Inertes inadequados. Cimento com forte retração. Armadura com escasso recobrimento.</p><p>J.3 - TRATAMENTO</p><p>1 - Verificar se o concreto tem a resistência especificado no projeto; se esta estiver</p><p>correta, selar as fissuras para evitar a corrosão da armadura.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>J.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 11 EM PILARES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA</p><p>1 - Essas fissuras são verticais próximo das fundações.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>Ó Ó</p><p>J.2 - DIAGNÓSICO DA PATOLOGIA TIPO 11 EM PILARES APÓS ANALISADA A</p><p>ESTRUTURA</p><p>1 - Transmissão deficiente de cargas para a fundação.</p><p>2 - Causas: A armadura de arranque do pilar (que liga o pilar do pavimento superior a</p><p>sapata) é insuficiente para transmitir a carga dos pilares à base da sapata.</p><p>J.3 - TRATAMENTO</p><p>1 - Aumentar a seção transversal do pilar na base da sapata, colocando armaduras</p><p>adicional ao redor do pilar na região onde foi acrescida o concreto. Esta armadura deverá</p><p>ser ancorada no concreto da sapata através de adesivo epoxi realizando a ligação</p><p>armadura concreto.</p><p>2 - Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>A.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 1 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Essas fissuras são geralmente verticais ou pouco inclinadas localizadas na região</p><p>central da viga ou na face superior da viga no apoio. Na parte central a fissura tem início</p><p>na face inferior da viga (região tracionda) se aproximando da face superior da viga (região</p><p>comprimida). No apoio, a fissura tem início na face superior da viga indo até face inferior</p><p>da mesma, pois nos apoios a viga traciona na região inferior e comprime na superior.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>A.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras de flexão em vigas. As armaduras longitudinais são insuficiêntes para</p><p>combater os esforços de flexão atuantes na viga.</p><p>2 - Causas: Concreto com baixa resistência, armadura positiva insuficiente ou mal</p><p>colocada, sobrecarga excessiva, seção transversal insuficiente, vão maior que o de</p><p>cálculo.</p><p>A.3 - TRATAMENTO</p><p>1 - Escorar a viga, fazer projeto de reforço estrutural que consiste em fazer o</p><p>encamissamento da viga com chapas metálicar ou aumentar a seção transversal da</p><p>mesma acrescentando armadura adicional.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>C.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 3 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Essas fissuras são inclinadas (45 a 75 graus) no contorno da viga.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>C.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras de torção em vigas.</p><p>2 - Essas fissuras são inclinadas (45 a 75 graus) no contorno da viga, a ruptura pode ser</p><p>instantânea.</p><p>3 - Causas: Armadura transversal e longitudinal insuficientes, ou estribos abertos.</p><p>Sobrecarga excessiva. É frequente vigas de fachada onde apoiam lajes de grandes vãos.</p><p>Concreto de baixa resistência.</p><p>C.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Escorar a viga, fazer projeto de reforço estrutural que consiste em Aumentar a seção</p><p>transversal da viga e colocar no seu perímetro chapas metálicas solidarizadas com resina</p><p>epoxi.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>D.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 4 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras ocorrem no ponto de aplicação da carga na viga, geralmente de pilares</p><p>nascendo em viga.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>D.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - Providências urgente, pois é o concreto que absorve a maior parcela dos esforços de</p><p>compressão. Fissuras provocadas por compressão.</p><p>2 - A viga perdeu sua capacidade de redistribuir os esforços para pilares vizinhos, e estes</p><p>ficam comprometidos.</p><p>D.3 - TRATAMENTO</p><p>1 - Escorar a viga, fazer projeto de reforço estrutural que consiste em Aumentar a seção</p><p>transversal da viga para redistribuir os esforços para os pilares.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>E.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 5 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras ocorrem na região inferior e superior das vigas, próximo aos apoios.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 anos, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>E.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - Fissuras provocadas pela variação brusca de armadura.</p><p>- As fissuras surgem pela transição das armaduras inferiores e superiores próximo aos</p><p>apoios. As</p><p>armaduras longitudinais infoeriores e superiores geralmente mudam de seção</p><p>ao se aproximarem dos apoios; quando essa variação de bitola é muito grande</p><p>certamente este tipo de fissura ocorrerá.</p><p>E.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Se as fissuras não evoluírem ao longo do tempo, deve-se selar as fissuras com resina</p><p>epóxi.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>F.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 6 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras ocorrem na região inferior, exatamente nos apoios.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 anos, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de média dimensão.</p><p>Ó</p><p>F.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - São fissuras finas que tendem a abrir quando a armadura que chega ao apoio não</p><p>adere bem ao concreto. Fissuras provocadas pela escassez de comprimento da armadura</p><p>com momento fletor negativo.</p><p>2 - CAUSAS: Aparece em vigas de grande vão, quando a armadura de momentos</p><p>negativos tem um comprimento de amarração insuficiente ou lhe faltam os ganchos, pelo</p><p>que, ao deslizar no concreto produz estas fissuras.</p><p>F.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Escorar e aumentar o comprimento de amarração, antes que a aderência da armadura</p><p>ao concreto diminua, fazendo com que a armadura deslize no concreto levandoo a viga ao</p><p>colapso.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>G.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 7 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - As fissuras situam-se ao longo das barras dos estribos verticalmente, acompanhando</p><p>a posição dos estribos com o mesmo espaçamento.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>G.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - Fissuras provocadas pela retração hidráulica.</p><p>2 - CAUSAS: Excesso de água e de finos. Recobrimento excessivo. Excesso de cimento.</p><p>Má cura do concreto, por forte ação do vento e do sol.</p><p>G.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Comprovar se o concreto tem a resistência prevista. Selar as fissuras, para evitar a</p><p>corrosão da armadura. Reforçar o elemento, se a resistência do concreto não for a</p><p>suficiente.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>H.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 8 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Corrossão generalizada na armadura da viga.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>H.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - A corrosão da armadura aconteceu como consequência da formação de uma película</p><p>de eletrólito sobre a superfície dos fios ou barras de aço, causada pela presença de</p><p>umidade no concreto.</p><p>2 - CAUSAS: Este processo causou o aumento das espessuras das barras que compõe a</p><p>armadura, causando o lascamento do concreto que recobre esta área, e expôs as</p><p>armaduras inseridas nas vigas de concreto.</p><p>H.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Remoção completa de todo concreto fraco, solto, laminado ou trincado, e qualquer</p><p>resquício de óleos ou graxas existentes, até o encontro da armadura sadia, utilizando as</p><p>ferramentas adequadas ao tipo de serviço deixando o substrato de forma rugosa, sólida e</p><p>limpa.</p><p>2 - Realizada toda a limpeza da armadura que estava com sinais de corrosão.</p><p>3 - Após a remoção da armadura comprometida, foram feitos furos na viga para a inserção</p><p>das novas barras de aço.</p><p>4 - Foram colocados nestes orifícios resina epóxi, com o intuito de aprimorar e ampliar</p><p>estas ligações.</p><p>5 - As armaduras que não tiveram suas seções comprometidas em mais de 20% foram</p><p>lixadas e escovadas.</p><p>6 - O próximo passo foi proteger as armaduras através da pintura à base de epóxi rico em</p><p>zinco sobre toda a armadura restaurada. Esse tempo e ntre a limpeza da armadura e a</p><p>aplicação da tinta passivadora deve ser o menor possível.</p><p>7 - Para o fechamento dos reparos, procedeu-se ao lançamento do graute para</p><p>complemento da peça estrutural</p><p>8 - O reparo deve ser preenchido de forma contínua, quando houver a necessidade de</p><p>uma possível interrupção, a mesma não poder á superar 10 minutos.</p><p>9 - A retirada das formas se dá após 24 horas do preenchimento do reparo, com o auxílio</p><p>de ponteiro e talhadeira, para retirada do material excedente. Ocorrência de pequenas</p><p>falhas no preenchimento com graute nas regiões reparadas, sendo necessário a</p><p>aplicação de argamassa para correção da falha.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>H.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 9 EM VIGAS APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>></p><p>1 - Fissuração generalizada de flexão e de cisalhamento em todos os vãos e apoios .</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>H.2 - DIAGNÓSICO.</p><p>1 - Essas fissuras devem ser originárias de possível excesso de carga sobre as vigas</p><p>transversais que transferem estas cargas elevadas para as vigas de apoio e/ou de</p><p>provável deficiência na análise estrutural inicial.</p><p>2 - Certamente a estrutura está próxima do estado de fissuração consolidada, isto é, já se</p><p>formaram todas as fissuras e a partir de agora, com um aumento de carga, as fissuras já</p><p>existentes vão aumentar de abertura.</p><p>H.2 - TRATAMENTO</p><p>1 - Escorar a viga, fazer projeto de reforço estrutural que consiste em aumentar a seção</p><p>transversal da viga para redistribuir os esforços para os pilares.</p><p>2 - Uma excelente solução para o reforço seria protensão externa reforçando a estrutura</p><p>dimensionando também a armadura passiva.</p><p>3 - Mesmo antes de serem implementadas as medidas de reforço necessárias deve-se</p><p>manter a observação permanente da estrutura para detectar eventuais surgimentos de</p><p>novas fissuras ou o aumento da abertura das já existentes.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>A.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 1 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuração por retração hidráulica. Fissura generalizada na laje de forma irregular.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>A.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>2 - Este tipo de fissura acontece por cura malfeita do concreto. A perda da água na peça, o</p><p>excesso de calor de hidratação e uma ineficiente proteção térmica do elemento estrutural</p><p>geram tensões internas, provocando retração que resulta em esforços de tração</p><p>(HELENE, 1992).</p><p>3 - O concreto não resiste a esses esforços, e acaba por apresentar fissuras sem direção,</p><p>como exemplificado</p><p>A.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - O concreto não resiste a esses esforços, e acaba por apresentar fissuras sem direção,</p><p>como exemplificado</p><p>2 - Uma excelente solução para o reforço seria protensão externa reforçando a estrutura</p><p>dimensionando também a armadura passiva.</p><p>3 - No caso de o problema já estar apresentado no elemento estrutural, deve-se proceder</p><p>ao selamento, a fim de proteger as ferragens de ataques de agentes externos, que</p><p>poderão se infiltrar por meio das fissuras (THOMAZ, 2003).</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>B.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 2 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuração tanto na face inferior quanto na superior da laje (momento fletor).</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>B.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuração por insuficiência de armadura para combater os esforços de flexão</p><p>(momento fletor).</p><p>2 - Este tipo de fissura pode ocorrer quando o engenheiro calculista subdimensiona a</p><p>estrutura, ou seja, quando não é feita uma avaliação correta da sobrecarga que atuará.</p><p>3 - A fissura</p><p>pode ser consequência da deficiência dos materiais empregados na</p><p>execução e também por mudança no tipo de utilização da estrutura, causando cargas</p><p>maiores que as previstas em projeto</p><p>B.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Realizar projeto de reforço estrutural que pode ser feito da seguinte forma: 1 - Reforçar</p><p>a laje com armadura adicional na face inferior e em seguinda preeenchendo a laje com</p><p>concreto projetado. 2 - Reforçar a com vigas metálicas para combater os esforços de</p><p>flexão.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>C.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 3 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuração na laje que está em balanço concentrando-se em torno do pilar (momento</p><p>torçor).</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>C.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Este tipo de fissura pode ocorrer quando o engenheiro calculista não considera o</p><p>efeito da torção entre o pilar e a laje, gerado pelo considerado comprimento da laje em</p><p>balanço.</p><p>C.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Realizar projeto de reforço estrutural tendo como uma solução provável o</p><p>enrijecimento da faixa próximo ao pilar através de viga faixa.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>D.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 4 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuração na laje ao redor do pilar. O pilar apoia diretamente a laje sem viga (punção).</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de pequena dimensão.</p><p>D.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Este tipo de fissura ocorre quando lajes se apoiam diretamente em pilares ou vice-</p><p>versa. É um esforço pontual, que pode ser causado por excesso de carga, espessura</p><p>insuficiente da laje, concreto de resistência inadequada, erros na execução ou armadura</p><p>insuficiente junto aos apoios</p><p>D.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Este tipo de reforço consiste basicamente em ampliar a seção transversal do pilar com</p><p>introdução de capitéis; reforço da armadura de flexão da laje; ou com a introdução</p><p>posterior de armadura de cisalhamento.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>E.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 5 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Armadura exposta na face inferior da laje que sofre o processo de corrosão.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de média dimensão.</p><p>E.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Nos elementos estruturais em que o aço já foi vítima da corrosão, ocorre um aumento</p><p>de volume de até oito vezes na parte afetada da armadura, produzindo tensões que o</p><p>concreto não resiste.</p><p>2 - Formam-se as fissuras, e as armaduras mais próximas à superfície do elemento</p><p>estrutural ficam mais expostas ainda à ação dos agentes externos, gerando mais</p><p>corrosão, e até o desplaqueamento do concreto..</p><p>3 - As mais comuns causas da ocorrência da corrosão no concreto são: má execução das</p><p>peças estruturais, concreto com resistência inadequada, ambiente agressivo, proteção</p><p>insuficiente, manutenção inadequada ou inexistente e presença de cloretos (HELENE,</p><p>1992).</p><p>4 - É importante frisar que a corrosão é um processo evolutivo, o qual, com o passar do</p><p>tempo vai se agravando. Logo, situações as quais medidas de segurança são tomadas</p><p>tardiamente podem comprometer a segurança estrutural.</p><p>E.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Lavar todas as superfícies da edifícação com equipamento de alta pressão para</p><p>remoção da poluição e sujeira existente;</p><p>2 - Lixamento manual ou mecânico, conforme o caso (a ser analisado para evitarmos de</p><p>riscar o concreto, quando for o caso), nos locais onde o verniz (se existente) estiver</p><p>descascando ou apresentando outro tipo de patologia;</p><p>3 - Revisão de todas as superfícies externas em concreto aparente para detectarmos:</p><p>trincas, fissuras, desagregações, armaduras expostas oxidadas e outras patologias que</p><p>possam ocorrer nas estruturas de concreto existentes;</p><p>4 - Escarificação com ponteira de aço para remoção do concreto desagregado acima</p><p>citado e retirada da caliça resultante;</p><p>5 - Limpeza manual com escova de aço das armaduras oxidadas para interrompermos o</p><p>processo de desagregação (trincas e fissuras) causadas pela oxidação das armaduras,</p><p>que aumentam seu diâmetro em até sete vezes;</p><p>6 - Aplicação de primer rico em cromato de zinco, revestimento inibidor da corrosão,</p><p>bicomponente, de grande aderência, para proteção por passivação e barreira das</p><p>armaduras contra o ataque da carbonatação, cloretos, águas agressivas e outros agentes</p><p>externos</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>F.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 6 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras na face inferior e superior da laje paralela as vigas.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>F.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuração na face inferior por esmagamento do concreto devido a reduzida espessura</p><p>da laje.</p><p>2 - As fissuras surgem na face inferior da laje pela reduzida espessura da mesma.</p><p>3 - A ação dos momentos fletores negativos geram esforços de compressão na face</p><p>inferior da laje esmagando o concreto, gerando o aparecimento das fissuras.</p><p>1 - As fissuras surgem na face superior da laje devido a insuficiência da armadura</p><p>negativa para combater os momentos fletores negativos.</p><p>1 - As fissuras surgem na face superior, pois os esforços de tração gerado pelo momento</p><p>fletor negativo não são combatidos pela as armaduras negativas que estão</p><p>subdimensionadas.</p><p>3 - Se a laje for armada em uma direção (maior vão maior que o dobro do menor vão) as</p><p>fissuras ocorrerão apenas paralelamente ao lado de maior dimensão da laje.</p><p>F.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Provável solução: Aumentar a espessura da laje lançando concreto na face superior da</p><p>laje, adicionando armadura complementar para combater os momentos negativos</p><p>atuantes. Deverá realizar análise estrutural em todas a estrutura, para veririficar se o</p><p>acréscimo de carga não afeterá lajes, vigas e pilares.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>G.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 7 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras na face superior e inferior da laje paralela as vigas.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>G.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuração na face superior por esmagamento do concreto devido a reduzida</p><p>espessura da laje.</p><p>2 - As fissuras surgem na face superior da laje devido a ação do momento fletor positivo</p><p>que geram esforços de compressão na face superior da laje.</p><p>3 - As fissuras surgem na face inferior da laje devido a ação do momento fletor positivo</p><p>que geram esforços de tração na face inferior da laje.</p><p>1 - As fissuras surgem na face inferior, pois os esforços de tração gerado pelo momento</p><p>fletor positivo não são combatidos pela as armaduras positivas que estão</p><p>subdimensionadas.</p><p>G.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Provável solução: Aumentar a espessura da laje projetando concreto na face inferior</p><p>da laje, adicionando armadura complementar para combater os momentos positivos</p><p>atuantes. Deverá realizar análise estrutural em todas a estrutura, para veririficar se o</p><p>acréscimo de carga não afeterá lajes, vigas e pilares.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>H.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 8 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras na face superior e inferior a laje no canto das</p><p>mesmas.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de média dimensão.</p><p>H.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras geradas pela deficiência de armadura para combater os momentos volventes.</p><p>H.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Adicionar estas armaduras inserindo as mesmas na face superior da laje ancorando as</p><p>mesmas no concreto com resina epoxi.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>H.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 8 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras na face superior e inferior a laje no canto das mesmas.</p><p>2 - Não é estrutural. Danos devem ser reparados dentro de um período de 1 ano, para</p><p>prevenção da durabilidade, segurança e servicibilidade.</p><p>3 - Dano de média dimensão</p><p>H.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras geradas pela deficiência de armadura para combater os momentos volventes.</p><p>H.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Adicionar estas armaduras inserindo as mesmas na face superior da laje ancorando as</p><p>mesmas no concreto com resina epoxi.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>caso necessário.</p><p>A.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 1 EM FUNDAÇÕES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras vertical na face inferior da sapata.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>A.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras geradas na base da sapata devido a armadura principal ser insuficiente para</p><p>combater os esforços de tração.</p><p>A.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Neste caso uma das prováveis solução de reforço seria revestir a sapata com concreto</p><p>com resistência equivalente ao da sapata a ser reforçada, adicionando armaduras</p><p>dimensionadas corretamente para combater os esforços de tração gerados.</p><p>2 - O escoramento da estrutura em volta da sapata deve ser realizado para poder fazer o</p><p>reforço.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>mais adequado a cada situação.</p><p>B.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 2 EM FUNDAÇÕES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras inclinadas na face superior da sapata próximo ao pilar.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>B.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras geradas na face superior da sapata devido as tensões cisalhantes solicitantes</p><p>serem maiores qua as tensões resistentes do concreto. Fissuras geradas devido o</p><p>cisalhamento.</p><p>B.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Inserir grampos aderindo-os no concreto em regiões a serem especificadas no projeto</p><p>de reforço estrutural.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>mais adequado a cada situação.</p><p>C.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 3 EM FUNDAÇÕES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras dispostas na horizontal na face superior e na lateral da sapata próximo ao</p><p>pilar.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>C.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras geradas devido ao fato da armadura superior da sapata ser insuficiente ou</p><p>não existir. A ação do momento fletor transferido a sapata tende a gerar esforços de</p><p>tração de um lado e de compressão do outro. A insuficiência ou inexistência da armadura</p><p>na face superior irá gerar o aparecimento de fissuras.</p><p>C.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Inserir vigas de equilíbrio na sapata a fim de reduzir os esforços de tração atuantes na</p><p>mesma.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>mais adequado a cada situação.</p><p>D.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 4 EM FUNDAÇÕES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras dispostas verticalmente na lateral da sapata mais concentrada na região do</p><p>pilar.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>D.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras geradas devido o elevado esforço de compressão atuante na sapata</p><p>solicitando armadura de pele para evitá-la. A não existência dessa armadura gerará</p><p>fissuras dessa natureza.</p><p>D.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Neste caso uma das prováveis solução de reforço seria revestir a sapata com concreto</p><p>com resistência equivalente ao da sapata a ser reforçada adicionando as armaduras de</p><p>pele conforme projeto de reforço.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>mais adequado a cada situação.</p><p>E.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 5 EM FUNDAÇÕES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras vertical na face inferior da sapata.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>E.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras geradas na base do bloco de coroamento devido a armadura principal de</p><p>tração ser insuficiente para combater os esforços de tração transferidos às estacas pela</p><p>biela comprimida.</p><p>E.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Neste caso uma das prováveis solução de reforço seria revestir o bloco com concreto</p><p>com resistência equivalente ao do bloco a ser reforçado, adicionando armaduras</p><p>dimensionadas corretamente para combater os esforços de tração gerados.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>mais adequado a cada situação.</p><p>F.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 6 EM FUNDAÇÕES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras inclicadas ligando a base do pilar às estacas.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>F.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - Fissuras que indicam que o bloco de coroamento apresenta dimensões insuficiente</p><p>para combater os esforços transferidos do pilar às estacas através da biela comprimida.</p><p>F.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Neste caso uma das prováveis solução de reforço seria analisar onde a tensão de</p><p>compressão solcitante está sendo maior que a resistente, junto ao pilar ou junto a estaca.</p><p>Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>mais adequado a cada situação.</p><p>G.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA</p><p>TIPO 7 EM FUNDAÇÕES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Fissuras inclinadas na face superior do bloco de coroamento próximo ao pilar.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>G.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>- Fissuras geradas devido as tensões cisalhantes solicitantes serem maiores qua as</p><p>tensões resistentes do concreto. Fissuras geradas devido o cisalhamento.</p><p>G.3 - TRATAMENTO.</p><p>> 1 - Inserir grampos aderindo-os no concreto em regiões a serem especificadas no</p><p>projeto de reforço estrutural.</p><p>2 - Consultar um especialista em estruturas para elaborar um projeto de reforço estrutural</p><p>mais adequado a cada situação.</p><p>G.1 - IDENTIFICAÇÃO E CONSIDERAÇÕES INICIAIS DA MANIFESTAÇÃO</p><p>PATOLÓGICA TIPO 9 EM LAJES APÓS ANALISADA A ESTRUTURA.</p><p>1 - Eflorescência do concreto.</p><p>2 - Reparos imediatos, pois, estão afetando a segurança, servicibilidade.</p><p>3 - Dano de grande dimensão.</p><p>G.2 - DIAGNÓSTICO.</p><p>1 - eflorescência é a formação de depósitos salinos na superfície do concreto, resultante</p><p>da água de infiltrações ou intempéries. Esses sais constituintes podem ser agressivos e</p><p>causar desagregação profunda, além da modificação do aspecto visual na estrutura, pois</p><p>há um contraste de cor entre os sais e o substrato sobre os quais se depositam.</p><p>G.3 - TRATAMENTO.</p><p>1 - Para evitar a eflorescência é indispensável prevenir a umidade, especialmente aquelas</p><p>causadas por infiltração ou por capilaridade.</p><p>2 - O primeiro passo é remover a eflorescência, deixando secar bem o concreto. Em</p><p>seguida, olhar para as causas e origem dos sais, e uma vez que o foco de umidade for</p><p>removida começar o tratamento.</p><p>> 3 - O método mais simples é a de dissolver os cristais</p><p>com água sob pressão. Em</p><p>seguida, remover os sais com uma escova de cerdas naturais; para executar este tipo de</p><p>limpeza deve-se escolher um dia de sol.</p><p>4 - Se os cristais não se dissolverem em água, deve-se utilizar produto de limpeza a base</p><p>de ácido clorídrico ou vinagre, ambos os produtos devem ser aplicados sob pressão.</p><p>V o l t a r</p><p>(patol.php)</p><p>AVALIAR ÍNDICE DE PERFORMANCE DA ESTRUTURA DE CONCRETO</p><p>(avaliarconcreto.php)</p><p>http://gamazplaneja.com.br/sistemaspatol/patol.php</p><p>http://gamazplaneja.com.br/sistemaspatol/avaliarconcreto.php</p>