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O exame começa quando o paciente entra no consultório médico, com a inspeção, avaliação do estado geral, é uma impressão subjetiva do avaliador. Para um adequado exame é fundamental ainda, manter o paciente confortável, ele pode estar acompanhado, o local deve ser adequado, iluminado. Antes de tocar o paciente deve-se: higienizar as mãos, se apresentar (geralmente, feito na anamnese) e pedir permissão. Medidas antropométricas: – Peso, circunferência abdominal, IMC, FC (55 a 100), FR (16 a 20), temperatura (35,5 a 37). Descrição do exame físico geral normal: – NORMAL: paciente BEG (bom estado geral), vígil, orientado no tempo e espaço, ativo no leito, sem decúbito preferencial, fáceis atípica, normocorado, acianótico, anictérico, perfundido, hidratado, nutrido, sem linfonodomegalias, pulsos presentes e simétricos. MMII (membros inferiores) – pulsos presentes e simétricos, perfundido, sem sinais de TVP e livre de edemas. Roteiro do exame físico geral: o que tem para preencher? · Estado geral (avaliação subjetiva): · bom · Bom · Regular · Ruim · Nível de consciência: é a capacidade de responder a estímulos voluntaria e conscientemente. · Vigil – Apresenta abertura ocular espontânea, estado alerta e responsivo. · Obnubilado – alterado · Comatoso · Grau I · Grau II · Grau III · Grau IV *Pacientes traumáticos: é avaliado a escala de Glasgow. Fonte: Sanar Med Orientação no tempo e espaço Avaliar se o paciente consegue reconhecer dados da realidade e de si mesmo. A orientação pode ser relacionada a tempo (dia, mês, ano, hora do dia), espaço (onde está agora, em que cidade) e pessoa (quem ele é, como se chama). Classificação Linguagem – Disfonia (alteração na voz); – Dislalia (troca letra – cebolinha); – Disartria (voz pesada do AVC, arrastada); – Disfasia (relacionado a construção da fala, incapacidade de dispor palavras); – Disgrafia (escrita); – Dislexia (dificuldade leitura/aprendizagem). Atividade no leito · Ativo; · Pouco ativo; · Inativo. Decúbito preferencial · Ausente; · Presente. · Decúbito dorsal; · Decúbito lateral; · Decúbito ventral. · Fácies: · · Atípica (quando normal); · Hipocrática; · Mixedematosa; · Cushingoie; · Renal; · Outras (características de doenças/síndromes específicas). Pele, fâneros e mucosas: · · Coloração; · Normocorado; · Hipocorado; · Hipercorado; · Icterícia (esclera, frênulo lingual, pele); · Cianose (hipocratismo digital); · Lesões elementares; · Rarefação pilosa. · Perfusão tissular periférica das mãos (Consiste em comprimir a polpa do dedo contra a unha até esta ficar branca e libertar a pressão. A coloração deve voltar normalmente em 2 segundos): · Normal; · Reduzida. · Estado de hidratação (avalia mucosas, elasticidade e turgor): · Hidratado; · Desidratado (graduado de + a 4+). · Estado de nutrição (peso, altura, IMC, perda de peso): · Nutrido (para avaliação desse parâmetro é importante a associação da anamnese com os dados antropométricos); · Desnutrido. · Palpação dos linfonodos (quando linfonodo palpável pode ser foco de alguma infecção, é um sinal de alerta): · Suboccipital; · Póstero-auricular; · Ântero-auricular; · Submandibular; · Submentual; · Cervical posterior; · Cervical anterior; · Supraclavicular; · Infraclavicular; · Axilar. Sinais vitais · · Pulsos; · Carotídeo; · Braquial; · Radial; · Presente? Simétrico? · Amplitude preservada? · Frequência cardíaca; · Normal; · Taquicardia; · Bradicardia; · Frequência respiratória; · Eupneia; · Bradipneia; · Taquipneia; · Apneia. · Biotipo: · Normolíneo · Brevilíneo · Longilíneo · Exame Membros inferiores · Sinais vitais; · Pulsos (avaliar se são presente, simétricos e com frequência regular); · Poplíteo; · Tibial; · Pedioso; · Perfusão tissular dos pés (Consiste em comprimir a polpa do dedo contra a unha até esta ficar branca e libertar a pressão. A coloração deve voltar normalmente em 2 segundos); · Normal; · Diminuída; · Trombose venosa profunda; · Empastamento das panturrilhas; · Sinal de Homans: dor à dorsoflexão forçada do pé; · Edema; · Cacifo ou sinal de Godet; · Localização; · Sensibilidade; · Tamanho; · Simetria; · Consistência; · Temperatura. · Exames da tireoide: · Localização de frente para o paciente; · Localização proeminência laríngea, cartilagem tireoide, cartilagem cricoidea, membrana cricotireoide, istmo da glândula tireoide. Traciona o olho (mucosa do olho) Língua pra fora (mucosa corada), língua pra cima (freno da sem sinal de icterícia) Pele sem cianose (oral?) Cavidade oral (oroscopia) Lábio hidratado, corado, quelite angular Com lanterna – ver cavidade geral – palato duro, mole, traciona a bochecha (úmida, corada, língua), com a espátula ver o fundo (tonsila) Turgor e elasticidade preservado (puxar a pele) Compressao com o polegar na proeminência óssea (sinal de Kassif) – fazer nos dois membros inferiores Exame físico de cabeça e pescoço – na frente do paciente Cabeça (abaulamento) – movimentando a mao no cabelo e ver se tem dor ou abaulamento -oroscopia Turgencia Jugular -Hemifascies / Faces típicas Exame Geral da Face Exame dos olhos Fenda Palpebral? Globos oculares Reflexo fotomotor indireto Movimentação globoocular – motilidade ocular preservada Exames dos linfonodos Pavilhão auricular, pré auricular Linfonodo tonsilar Abaixo da mandíbula (linfonodos mandibulares) e abaixo do mento Pescoço Região occipital Usa o esternocleidomastoideo como referencia. (atrás do ECM) Apalpação dos linfonodos cervicais posteriores (na frente do ECM)Linfonodos cervicais anteriores Em cima do ECM) linfonodos cervicais superficiais Faça dos dois lados Clavicula como referencia Linfonodos supra claviculares Linfonodos subclaviculares Tireoide De frente(sempre a direita) H embaixo da mais volumosa Deglutição (tireoide móvel ou não) Palpação dos dois lados Palpação posterior Esteto na regiao da tireoide para ver se tem sofre Otoscopia Olha os orelhas (pavilhão auricular, secreção, lesão) Ouvido Olho na altura do pavilhão auricular Puxa a orelha pra cima e pra tras – ver o triangulo luminoso Fazer assepsia do aparelho image6.png image7.png image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png