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Aparelho 
Reprodutor 
Feminino: 
Ovários e Tubas 
Uterinas
SUMÁRIO
1. Supressores da Acidez Gástrica ................................................................................. 3
2. Inibidores de Bomba de Próton (IBP) ......................................................................... 3
2.1. Mecanismo de ação .............................................................................................. 3
2.2. Uso clínico ............................................................................................................. 3
2.3. Absorção/ Metabolização/Excreção ................................................................... 4
2.4. Efeitos adversos .................................................................................................... 4
3. Bloqueadores do Receptor H2 (BRH2) ....................................................................... 4
3.1. Mecanismo de ação .............................................................................................. 5
3.2. Uso clínico ............................................................................................................. 5
3.3. Absorção/ Metabolização/Excreção ................................................................... 5
3.4. Efeitos adversos .................................................................................................... 5
4. Outros supressores da acidez gástrica ...................................................................... 6
4.1. Misoprostol ............................................................................................................ 7
4.2. Sucralfato ............................................................................................................... 7
4.3. Antiácidos .............................................................................................................. 7
5. Conclusão ..................................................................................................................... 8
Referências ....................................................................................................................... 9
Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas   3
1. ANATOMIA DO SISTEMA 
REPRODUTOR FEMININO
1.1. Ovários
Os ovários são órgãos intraperitoneais que fazem parte do sistema reprodutor 
feminino. Eles têm um papel crucial na reprodução e no sistema endócrino, sendo res-
ponsáveis pela produção de óvulos (células reprodutivas femininas) e pela secreção 
de hormônios sexuais, como estrogênio e progesterona.
1.1.1. Morfologia e localização
Os ovários são encontrados na parte inferior do abdômen, na pelve, localizado ao 
lado do útero bilateralmente. Eles são conectados à parede lateral da pelve por ligamen-
tos. Os principais ligamentos ovarianos são o ligamento próprio do ovário, ligamento 
suspensor do ovário, mesovário e o ligamento útero-ovárico.
Os ovários têm a forma de uma amêndoa, sendo ligeiramente ovais. O tamanho pode 
variar de pessoa para pessoa, mas em geral, têm aproximadamente 3-5 centímetros de 
comprimento, 2-3 centímetros de largura e 1-2 centímetros de espessura. 
1.1.2. Estrutura Microscópica
A superfície externa do ovário é coberta por uma camada de tecido conjuntivo 
chamada de cápsula, que é rica em vasos sanguíneos. Ao cortar um ovário, é possível 
distinguir duas regiões principais: 
• Córtex: A parte externa, onde os folículos ovarianos estão localizados. Os folículos 
contêm os óvulos imaturos. 
• Medula: A parte interna, composta principalmente de tecido conjuntivo, vasos 
sanguíneos e linfáticos. 
Os folículos são estruturas microscópicas onde os óvulos estão localizados. Cada 
folículo consiste em um óvulo imaturo (célula germinativa) cercado por células foli-
culares. Durante o ciclo menstrual, um folículo pode se desenvolver e eventualmente 
liberar um óvulo durante a ovulação. 
Além da produção de óvulos, os ovários são importantes glândulas endócrinas. As 
células foliculares produzem estrogênio, especialmente durante a primeira metade do 
ciclo menstrual. Após a ovulação, o folículo remanescente se transforma no corpo lúteo, 
que secreta progesterona, preparando o útero para uma possível gravidez. Durante o 
ciclo menstrual, os ovários desempenham um papel crucial na regulação dos hormônios 
que influenciam a ovulação e a preparação do útero para a implantação de um embrião.
Escrito por Allison Diêgo da Silva Bezerra em parceria com inteligência artificial via chat GPT 4.0
Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas   4
1.2. Tubas Uterinas
As tubas uterinas, também conhecidas como trompas de Falópio, fazem parte do 
sistema reprodutivo feminino, possuindo um papel fundamental na fertilização. Elas 
conectam os ovários ao útero e servem como o caminho pelo qual os óvulos são trans-
portados até o útero e onde ocorre a fertilização. 
1.2.1. Anatomia Geral
Na ausência de variações anatômicas, cada mulher possui duas tubas uterinas, uma 
localizada em cada lado do útero. Elas se estendem a partir da região lateral do útero 
em direção aos ovários.
As tubas uterinas são divididas em três partes principais: 
• Infundíbulo: A extremidade mais larga e aberta da tuba uterina, que se assemelha 
a um funil. É revestida por projeções em forma de dedo chamadas fímbrias. A 
função das fímbrias é capturar o óvulo liberado pelo ovário durante a ovulação. 
• Ampola: A porção central e mais longa da tuba uterina. É aqui que a fertilização 
normalmente ocorre, quando o óvulo e o espermatozóide se encontram. 
• Istmo: A parte mais próxima do útero, que se conecta diretamente a ele. É uma 
porção curta e estreita.
As tubas uterinas, também chamadas de trompas de Falópio, são estruturas tubulares 
que conectam os ovários ao útero. Elas são compostas por quatro partes principais: a 
infundíbulo, o amplo, o istmo e a parte uterina. A extremidade distal da tuba uterina, o 
infundíbulo, é caracterizada por franjas chamadas fímbrias que ajudam na captura do 
óvulo liberado durante a ovulação.
1.2.2. Componentes Microscópicos
As paredes das tubas uterinas são compostas por três camadas: 
• Mucosa: A camada interna que é revestida por células que secretam muco. Isso 
ajuda a lubrificar o interior da tuba uterina, facilitando o movimento do óvulo e do 
espermatozóide. 
• Muscular (ou miométrio): A camada intermediária composta de músculo liso. Ela 
é responsável pelos movimentos peristálticos que ajudam a impulsionar o óvulo 
fertilizado em direção ao útero. 
• Serosa (ou adventícia): A camada mais externa, composta por tecido conjuntivo 
que protege e envolve a tuba uterina.
As tubas uterinas são essenciais para o processo reprodutivo. Elas são o local on-
de a fertilização normalmente ocorre, quando um espermatozóide encontra e penetra 
no óvulo. A fertilização resulta na formação de um zigoto, que começa a se dividir e 
Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas   5
desloca-se através da tuba uterina em direção ao útero, onde ocorre a implantação 
para que seja iniciada a gravidez.
Imagem 1: Anatomia dos ovários e das tubas uterinas
Fonte: logika600/Shutterstock.com
2. VASCULARIZAÇÃO DO SISTEMA 
REPRODUTOR FEMININO
2.1. Suprimento Sanguíneo para os Ovários
Os ovários são excepcionalmente bem vascularizados, sendo responsável pela 
oferta de oxigênio e nutrientes necessários para a maturação dos folículos ovarianos 
e o suporte ao processo de ovulação. 
Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas   6
A artéria ovariana é o principal vaso sanguíneo responsável por fornecer sangue 
oxigenado aos ovários. Ela se origina da aorta abdominal, próximo à artéria renal, e 
percorre um curto trajeto até os ovários. A artéria uterina também desempenha um 
papel importante na vascularização dos ovários. Ela se origina da artéria ilíaca interna e 
possui uma ramificação denominada "ramo ovariano", que contribui para o suprimento 
vascular dos ovários.
Ambas as artérias ovarianas e uterinas emitem ramos secundáriosque penetram nos 
ovários e formam uma densa rede capilar ao redor dos folículos ovarianos. Dentro dos 
ovários, as artérias formam um complexo plexo vascular, permitindo uma distribuição 
eficiente de sangue para todas as regiões do órgão. A drenagem venosa é realizado 
pelo plexo venoso que encontra-se localizado ao redor dos ovários, no qual um dos 
principais componentes é a veia ovariana, que emerge dos ovários e se une à veia ute-
rina para formar a veia ilíaca comum, contribuindo para o retorno venoso ao coração.
2.2. Suprimento Sanguíneo para as Tubas Uterinas
As tubas uterinas recebem suprimento sanguíneo principalmente da artéria uterina. 
Elas se originam da artéria ilíaca interna, uma importante ramificação da aorta abdomi-
nal, e seguem um trajeto até a região pélvica. Ao se aproximar das tubas uterinas, as 
artérias uterinas emitem ramos específicos que se destinam à vascularização dessas 
estruturas.
Uma vez dentro das tubas uterinas, as artérias se ramificam em um plexo vascular 
que permeia toda a extensão das tubas. O plexo arterial tubário dá origem a uma rede 
de capilares, proporcionando um suprimento sanguíneo adequado a todas as células 
e tecidos das tubas uterinas.
A drenagem venosa das tubas uterinas ocorre através de uma rede de vasos venosos 
que acompanham a distribuição arterial. As veias uterinas são responsáveis por coletar 
o sangue venoso proveniente das tubas uterinas, juntamente com o sangue venoso de 
outras estruturas pélvicas, e o direcionam para a circulação venosa geral.
3. DRENAGEM LINFÁTICA
3.1. Drenagem Linfática dos Ovários
A drenagem linfática dos ovários começa com a formação de um plexo linfático 
ao redor do tecido ovariano. A partir desse plexo, os vasos linfáticos eferentes, de pe-
queno calibre, se originam e convergem para formar vasos linfáticos de maior calibre. 
Os vasos linfáticos ovarianos são responsáveis por coletar a linfa do tecido ovariano. 
Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas   7
Parte da drenagem linfática dos ovários converge para os linfáticos uterinos e tubários, 
estabelecendo uma conexão entre os órgãos reprodutivos internos.
Os vasos linfáticos dos ovários continuam em direção aos linfonodos ilíacos internos, 
situados na cavidade pélvica. Além dos ilíacos internos, parte da drenagem linfática 
dos ovários pode se dirigir aos linfonodos lombares, localizados ao longo da coluna 
vertebral.
3.2. Drenagem Linfática das Tubas Uterinas
As tubas uterinas têm uma drenagem linfática que segue uma trajetória semelhante à 
das artérias. A drenagem linfática das tubas uterinas é mediada por uma rede de vasos 
linfáticos que se iniciam nas paredes das tubas e convergem para os linfonodos pélvi-
cos. Vasos linfáticos específicos, conhecidos como linfáticos tubários, se originam nas 
camadas mais externas das tubas uterinas e formam uma complexa rede. A drenagem 
linfática da porção istmica da tuba uterina converge para os linfonodos pélvicos e a 
porção ampolar das tubas uterinas, próxima ao ovário, possui uma drenagem linfática 
que se direciona tanto para os linfonodos pélvicos quanto para os linfonodos lombares, 
localizados próximos à coluna vertebral.
Os vasos linfáticos da porção mais proximal da tuba uterina drenam principalmente 
para os linfonodos obturatórios, localizados na região pélvica. Parte da drenagem linfática 
das tubas uterinas também se dirige para os linfonodos ilíacos internos, contribuindo 
para o sistema linfático regional. 
4. INERVAÇÃO DO SISTEMA 
REPRODUTOR FEMININO
4.1. Inervação dos Ovários
A inervação dos ovários é mediada principalmente pelo plexo nervoso celíaco e pelo 
plexo hipogástrico inferior. Esses plexos são formados por fibras nervosas provenientes 
dos sistemas nervosos simpático e parassimpático. As fibras simpáticas se originam 
na medula espinhal, geralmente nos níveis torácicos superiores e lombares, e seguem 
o trajeto para os ovários ao longo dos vasos sanguíneos. As fibras parassimpáticas 
têm origem em nervos cranianos (principalmente no nervo vago) e sacrais (nervos 
pélvicos), e também contribuem para a inervação dos ovários.
As fibras nervosas acompanham os vasos sanguíneos que irrigam os ovários, for-
mando um plexo nervoso ao redor das artérias e veias ovarianas. Essa inervação é 
crucial para a regulação do fluxo sanguíneo e a resposta vascular aos estímulos. Além 
da inervação vascular, as fibras nervosas penetram no parênquima ovariano, alcançando 
os folículos ovarianos e tecidos adjacentes.
Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas   8
4.2. Inervação das Tubas Uterinas
As tubas uterinas também recebem inervação do sistema nervoso autônomo. O plexo 
tubário desempenha um papel importante na coordenação das contrações musculares 
tubárias que transportam o óvulo fertilizado em direção ao útero.
5. CONCLUSÃO
A compreensão detalhada da anatomia, vascularização, drenagem linfática e iner-
vação dos ovários e das tubas uterinas é fundamental para médicos e estudantes de 
medicina. Essas estruturas desempenham um papel vital na reprodução e na saúde da 
mulher, e seu conhecimento é essencial para o diagnóstico e tratamento de diversas 
condições ginecológicas.
Mapa mental 1: Sistema Reprodutor Feminino
Sistema Reprodutor Feminino
Anatomia Vascularização Drenagem Linfática Inervação
 Ovários
Suprimento 
Sanguíneo para 
os Ovários
Drenagem Linfática 
dos Ovários
Inervação dos 
Ovários
Morfologia e 
Localização
Anatomia Geral Artéria Uterina
Artéria Ovariana Drenagem Linfática 
das Tubas Uterinas Plexo Ovariano
Estrutura 
Microscópica
Componentes 
Microscópicos Vasos Tubários
Anastomoses 
Vasculares
Inervação das 
Tubas Uterinas
Plexo TubárioTubas Uterinas
Suprimento 
Sanguíneo para as 
Tubas Uterinas
Fonte: Elaborado pelo autor.
Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas   9
REFERÊNCIAS
1.Imagem utilizada sob licença da Shutterstock.com, disponível em: https://www.shu-
tterstock.com/pt/image-illustration/female-reproductive-system-uterus-ovaries-s-
cheme-497199139. Acesso em: 17 set 2023.
2. BROWN, L. et al. (2021). Neural Control of Uterine Function: Insights
3. JOHNSON, A. et al. (2023). Vascularization Patterns in the Female Pelvis: Implications 
for Gynecologic Surgery. International Journal of Gynecology and Obstetrics, 50(1), 
45-62.
4. SABISTON. Tratado de cirurgia: A base biológica da prática cirúrgica moderna. 19.ed. 
Saunders. Elsevier.
5. SMITH, J. et al. (2022). Anatomy and Physiology of the Female Reproductive System. 
Journal of Gynecology and Obstetrics, 45(3), 211-225.
6. SOBOTTA, J. e BECHER, H. - Atlas de anatomia humana. 21ª ed., Rio de Janeiro, 
Guanabara Koogan, 2000, Vols. I, e II.
Escrito por Allison Diêgo da Silva Bezerra em parceria com inteligência artificial via chat GPT 4.0
sanarflix.com.br
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Sanar
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	1.	Supressores da Acidez Gástrica
	2.	Inibidores de Bomba de Próton (IBP)
	2.1. Mecanismo de ação
	2.2. Uso clínico
	2.3. Absorção/ Metabolização/Excreção
	2.4. Efeitos adversos
	3.	Bloqueadores do Receptor H2 (BRH2)
	3.1. Mecanismo de ação
	3.2. Uso clínico
	3.3. Absorção/ Metabolização/Excreção
	3.4. Efeitos adversos
	4.	Outros supressores da acidez gástrica
	4.1. Misoprostol
	4.2. Sucralfato
	4.3. Antiácidos
	5.	Conclusão
	6.	Referências

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