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Sistemas equipamentos e circuitos anestésicos
Aula 04 28/08/20 – 01/09/20
MATERIAL NECESSÁRIO
· Mínimo 
· Cilindro O2: pois é preciso administra o2 misturado ao anestésico inalatório
· Válvula redutora de pressão: na saída de O2 do cilindro tem-se uma pressão muito alta se ele for conectado diretamente no aparelho de anestesia ira lesionar o aparelho e está válvula reduz a pressão do cilindro
· Chicote: Mangueira que pode ter várias cores e é conectada a válvula redutora de pressão e sua outra ponta é conectada no aparelho de anestesia 
· Fluxômetro: Medidor onde regula quantos litros de O2 vai ser mandado para o paciente
· Vaporizador Universal: Está caindo em desuso pois so se tem ideia da quantidade de anestésico que se está usando pela quantidade de bolhas (quanto mais bolhas mais anestésico)
· Traqueia: É um tubo em forma de “y” que faz um fluxo inspiratório e expiratório
· Sondas endotraqueais ou mascaras: mais usados são as sondas, as máscaras são amis usadas em momentos de indução
· Máximo
· Cilindro ar comprimido e o2: o oxigênio do ar que respiramos e em torno de 1% e o oxigênio a 90% (em excesso também faz mal- ele altera substancias surfactantes, promove atelectasia (colabamento dos alvéolos), e em casos de ventilação mecânica não dá para usar nesta porcentagem toda, este cilindro reduz a quantidade de O2 e o restante é ar comprimido
· Vaporizador calibrado: usado para ter noção do quanto de anestésico que se está usando
· Ventilador mecânico: faz ventilação pois os anestésicos deprimem o SR
· Canister cal sodada: é um reservatório onde se coloca a cal sodada (pedrinhas brancas) que ficam dentro do circuito de anestesia, elas servem para quando o animal expirar, a cal soldada absorve o C02 e este gás é reaproveitado sem o CO2 pois a cal sodada absorveu
	
EQUIPAMENTOS ESPECIFICOS
· Eles apresentam os itens mínimos e máximos 
· Vaporizador roxo: isoflurano
· Cervoflurano amarelo
· Alotano vermelho
CILINDROS
· Oxigênio: 
· Ar comprimidos
· Valvular
· Chicotes 
· Verde: oxigênio
· Azul: oxido nitroso
· Amarelo: ar comprimido
FLUXÔMETROS E ROTÂMETROS
· Os dois são iguais a diferença deles é que 
· Fluxômetro dá em litros por minuto sendo menos preciso
· Rotâmetros: ml por minuto, tem a unidade de medida menor 
ANESTESIA INALATORIA
· Acesso à via aérea
· Laringoscópio: Ele abaixa a língua e ele tem uma luz para poder visualizar a via aérea. Se for uma via aérea fácil seu uso nem sempre é obrigatório. 
· Tem os de lamina curva que facilita na hora da introdução. Pequenos animais
· Lamina reta: usada para pequenos ruminantes e suínos pois são animais que possuem uma abertura de boca pequena 
· Em bovinos se usa o abre-boca: pois eles são entubados com nosso braço e abaixamos a epiglote com nossas mãos
· Equinos: usa-se um cano de PVC o pescoço tem de ficar na altura da cernelha
· Abre a boca 
· Sonda endotraqueais: tamanho da sonda depende da espécie 
· Cães e gatos variam de 2 a 10 mm
VAPORIZADORES 
· Universal: não compensa o fluxo, temperatura e pressão, não tem limite de vaporização (30%), não permite cálculo de % vaporizada
· Para o liquido vaporizar ele precisa de temperatura e pressão adequadas e este modelo não faz compensação, ele vaporiza de acordo com que o ambiente oferece, ele varia com forme o fluxo
· Não tem limite de vaporização (calibrados o máximo deles são 5%) e este modelo pode vaporizar até 30% aumentando as chances de complicação do animal
· Transparente para que se possa ver o quanto que esta borbulhando
· Calibrado: especifico para cada agente
AREAS ONDE NÃO HÁ TROCA GASOSA 
· Traqueias: variam diâmetro e comprimento
· Quando não há troca gasosa, o parelho e todo o circuito anestésico devem ter O2 e isoflurano, quanto menor o paciente se o circuito for grande terá mais dificuldade para poder ventilar o animal, 
· Balão reservatório: o tamanho deve ser de 5 a 10 x o VC (quantidade de ar que o animal expira ou que ele inspira- cerca de 10ml por kg) do paciente. Sua função é fornecer um meio de ventilar o paciente e dar elasticidade ao paciente
· EX animal de 20kg tem VC de 200 o balão tem que ser 5x maior que isso= 1000 (1 litro) mínimo de 1 litro e máximo de 2 litros
· Se o balão for pequeno, o que o animal expira vai para o balão e o balão não pode ficar cheio
· Em animais pequenos se usa balão de 0,5L
· Canister: utilizado em circuitos reinalatorios; a cal sodada reabsorve o CO2 e impõe resistência ao sistema: Se o animal for muito pequeno o ar precisa passar por todos os equipamentos (circuito fica grande) por isso é adicionado resistência no sistema 
· Circuita reinalatorios: o paciente reinala o que ele expirou
· Em ventilação controlada isso não interfere muito pois é o aparelho que está fazendo força
· Se o animal faz a força por conta própria- tem que ter pelo menos 10kg, o animal precisa fazer muito força para pegar pouco O2
· Conector em Y pois precisa de 2 ramos: expiratórios e inspiratórios 
· Válvula inspiratória: cada vez que o animal inspira ela abre para o gás poder entrar VALVULA UNIDIRECIONAL na hora que o animal expira o ar vai para a válvula expiratória a válvula de escape fica um pouco aberta (se ficar todo fechado tem-se muito aumento de pressão e o ar fica acumulado fazendo pressão no pulmão do animal) este ar expirado passa pelo canister com a cal sodada é filtrado, o ar vai para o balão reservatório e o ar novamente passa pela válvula inspiratória
· É um circuito circular
· A cal vai ficando roxa (hora de trocar)
	
TIPOS DE CIRCUITOS
· Circuitos não reinalatorios: não há canister!
· Avalvulares: não há válvulas (inspiratória e expiratória) 
· Mapleson
· Valvulares não reinalatorios
· Válvulas direcionais (reanimação, oxigenoterapia): ambú 
· Circuitos reinalatorios
· Avalvulares
· Vai em vem: pouco utilizado
· Valvulares
· Possui filtro com absorvedor de CO2: são os mais usados 
CIRCUITO AVALVULAR NÃO REABSORVEDOR 
· Classificação por Mapleson (1954)
· Paciente inspira gás fresco e elimina para a atmosfera
· Os gases inspirados não são reutilizados 
· Eliminação de CO2 
· Depende do fluxo de gás fresco: depende do quanto de O2 que oferece ao paciente se for muito baixa o animal pode ter dificuldade de eliminar o CO2 e se for muito alta o animal tem dificuldade de expirar
· Cuidados adaptadores 
· Animais abaixo de 7kg
Circuito Mapleson “baraca”
· O que muda é aonde o gás fresco vai entrar (eu acho que o que muda é a posição da baraca)
· Usada para diminuir as forças que o animal precisa fazer para expirar e inspirar
· O ambú so fornece o O2 não dá para fazer administração de medicamentos, ele é valvular já a baraca não possui valvular e não é reinalatoria 
A) gases frescos entram por trás e a saída está na boca do paciente (mais usado)
D) gás fresco próximo a boca e a saída de gases (mais usado que o A) pois é fácil para ventilar o animal
CIRCUITO AVALVULAR NÃO REABSORVEDOR
· Vantagens 
· Simples, baratos, resistentes: não precisa de todo o aparelho circular é preciso apenas cilindro, válvula, Fluxômetro, vaporizador e mangueira
· Baixa resistência e pouco espaço morto: quantidade de espaço que não tem troca gasosa e precisa ser preenchido
· Fácil limpeza e montagem
· Leves e pequenos
· A concentração administrada chega mais rápida ao paciente: pois o circuito é pequeno
· Desvantagens 
· Alto fluxo de ar “reinalação”: ao selecionar quantos litros por minuto eu quero que vá para o paciente ao usar Mapleson o uso de gás fresco deve ser maior do quando se usa o reinalatorio, pois o que inspirou foi perdido e se o fluxo for baixo o animai na hora que for inspirar inspira o próprio gás carbônico que ele inspirou
· Maior gasto de anestésicos: pois se gasta mais O2
· Maior poluição ambiental
Pacientes grandes se usa circuito reinalatorio valvular, o circuito é grande por isso é preciso tampar a ponta do Y com esparadrapo e deixa o inalatório saturar em todo o circuito e quando o cavalo já está na mesa o circuito é aberto
CIRCUITO VALVULARES COM ABSORVEDOR (pois tem cal sodada)
· Componentes
· Entradade gás fresco
· Válvulas unidirecionais
· Inspiratória e expiratória
· Balão de reinalação
· Traqueias corrugados 
· Canister de cal sodada válvula pop off (escape)
CIRCUITO VALVULARES COM ABSORVEDOR
· Vantagens 
· Economia do anestésico: pois tem-se reuso do anestesio e o2
· Baixa poluição ambiental 
· Aquecimento umidificação gases: pois o uso não é somente de gás fresco é o gás mais o ar que o animal expirou e isso ajuda a perder menos temperatura
· Estabilidade na concentração de AI (anestésico inalatório): a partir do momento em que o sistema satura de anestésico está indo ao paciente aquela quantidade, ela so será reduzida se for mexer no vaporizador (todo o sistema reduz e ai sim reduz o organismo do paciente). 
· Se voe quiser zerar o anestésico inalatório é preciso zerar o vaporizador, desconectar do paciente e lavar o circuito (com oxigênio) para tirar o anestésico inalatório e aí sim conecta de novo na boca do animal pois o circuito está sem anestésico inalatório; isso é feito em caso de emergências quando é preciso que o paciente acorde rápido
· Desvantagens 
· Vários locais onde pode ocorrer vazamento desconexão: Pois pode ter várias válvulas que podem dar problema
· Reinalação de co2 pequenos animais: Se o animal foi muito pequeno para circuito o paciente pode reinar o seu próprio seu 2 porque ele não tem força suficiente para esperar o CO2 ele poder ir embora
· Maior espaço inicial equinos preencher sistema: É preciso saturar todo circuito de anestésico para aí sim poder conectar o paciente
	Circuito REINALATORIO (pois tem a cal sodada) e VALVULAR 
O paciente expira e este gás é reaproveitado (polui menos) e ele inspira o gás sem o CO2 junto com o gás fresco (úmido e mais quente)
Demora mais para saturar
Circuito maior por isso é recomendado para animais acima de 7kg
	AVALVULAR NÃO REINALATORIO
Não aproveita nada, circuito pequeno (satura mais rápido de O2 e anestésico)
Usada para animais abaixo de 7kg
É sempre gás fresco: não há nada para umidificar, polui mais
· O que muda destes dois é aonde coloca o gás fresco
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