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Prof. Cassio Vilicev
UNIDADE IV
Anatomia do Aparelho 
Locomotor
Tipos de músculos
Fonte: LAROSA, P. R. R. Anatomia humana – texto e atlas. 1ª edição. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
Fibra de 
músculo 
liso
 Estruturas que movem os segmentos do corpo;
 Mantêm as peças ósseas unidas;
 Suportam e protegem órgãos internos e viscerais;
 Manutenção da temperatura corpórea;
 Reservatório proteico;
 Controle voluntário da deglutição e defecação;
 Deslocamento intercorpóreo de substâncias.
Características gerais dos músculos
Fonte: https://www.jstor.org/stable/3043792 
Componentes macroscópicos dos músculos esqueléticos
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; 
CÂNDIDO, P.L. Anatomia para o curso 
de odontologia geral e específica. 4ª 
edição. São Paulo: Grupo Gen, 2016.
Tendões
Ventre
muscular
Componentes macroscópicos dos músculos esqueléticos
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; 
CÂNDIDO, P.L. Anatomia para o curso 
de odontologia geral e específica. 4ª 
edição. São Paulo: Grupo Gen, 2016.
Fáscia
muscular
(rebatida) Aponeuroses
Ventre
muscular
Componentes macroscópicos dos músculos esqueléticos
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. 
Sobotta – atlas de anatomia geral e 
sistêmica. 23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Componentes macroscópicos dos músculos esqueléticos
Fonte: PAULSEN, P.; 
WASCHKE, J. Sobotta – atlas 
de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Vamos refletir sobre o bloco? Diferencie morfofuncionalmente os tipos de músculos.
Interatividade
Resposta
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
fusiforme: 
m. tibial anterior
curto: 
m. masseter
longo: m. esternocleidomastoideo
Fonte: NETTER, F. H. 
Atlas de anatomia humana. 
4ª edição. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2006.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; CÂNDIDO, P. 
L. Anatomia para o curso de odontologia geral 
e específica. 4ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2016.
Músculo
esternocleidomastoideo
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
leque: m. temporal
largo: m. glúteo máximo
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. 
Sobotta – atlas de anatomia geral e 
sistêmica. 23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
Fonte: ALVES, N.; CÂNDIDO, P. L. 
Anatomia para o curso de odontologia 
geral e específica. 4ª edição. 
São Paulo: Grupo Gen, 2016.
Músculo
temporal
Músculo
digástrico
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; 
CÂNDIDO, P. L. Anatomia para o curso 
de odontologia geral e específica. 
4ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2016.
m. glúteo máximo
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
arquitetura: disposição paralela das fibras
Fonte: LIPPERT, I. S. Cinesiologia clínica. 6ª edição. 
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta
– atlas de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
arquitetura: 
disposição oblíqua das fibras
arquitetura: 
m. reto femoral
Fonte: LIPPERT, I. S. Cinesiologia clínica. 
6ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta
– atlas de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
arquitetura: 
m. extensor 
longo dos dedos
arquitetura: 
disposição 
oblíqua das fibras
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. 
Sobotta – atlas de anatomia geral e 
sistêmica. 23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
arquitetura: disposição circular das fibras
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
inserção (02): 
m. flexor do hálux
inserção (03 ou +): 
m. extensor 
longo dos dedos
inserção (02): 
m. esternocleidomastoideo
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. 
Sobotta – atlas de anatomia geral e 
sistêmica. 23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; 
CÂNDIDO, P. L. Anatomia para o 
curso de odontologia geral e 
específica. 4ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2016.
Músculo
esternocleidomastoideo
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; CÂNDIDO, 
P.L. Anatomia para o curso de odontologia 
geral e específica. 4ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2016.
Músculo flexor
curto do hálux 
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
ventres interrompidos 
por tendões (02): 
m. digástrico
ventres interrompidos 
por tendões (03 ou +): 
m. reto do abdome
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. 
Sobotta – atlas de anatomia geral e 
sistêmica. 23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Divisão e arquitetura dos músculos estriados esqueléticos 
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; CÂNDIDO, P. L. Anatomia para o 
curso de odontologia geral e específica. 4ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2016.
Músculo
reto do
abdome
Músculo
temporal
Músculo
digástrico
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
localização: m. temporal direção: m. transverso do abdome
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
forma geométrica: 
m. quadrado femoral
forma geométrica: 
m. trapézio
forma geométrica: 
m. deltoide
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Fonte: TORTORA, G.J.; DERRICKSON, B. 
Princípios de anatomia e fisiologia. 
14ª edição. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
número de cabeças: 03 número de cabeças: 04número de cabeças: 02
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. 
Sobotta – atlas de anatomia geral e 
sistêmica. 23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; 
CÂNDIDO, P. L. Anatomia para o 
curso de odontologia geral e 
específica. 4ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2016.
Músculo
braquial
Músculo
bíceps
braquial
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; CÂNDIDO, P. L. 
Anatomia para o curso de odontologia geral e 
específica. 4ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2016.
Músculo
tríceps
sural
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
Fonte: Adaptado de: ALVES, N.; CÂNDIDO, P. L. Anatomia para o curso de odontologia 
geral e específica. 4ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2016.
A B
M. sartório
M. reto femoral
M. vasto intermédio
M. vasto lateral
M. vasto medial
MÚSCULO QUADRÍCEPS FEMORAL:
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
origem e inserção: 
m. esterno hioideo
forma e tamanho: m. redondo maior
Fonte: 
https://mobbyt.com/videojuego/ed
ucativo/?Id=13402
Fonte: 
http://www.meddean.luc.edu/lume
n/meded/grossanatomy/dissector/
mml/omo.htm
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
inserção e tamanho:
m. palmar longo
direção e situação:
m. oblíquo externo do abdome
função e forma:
mm. pronadores
Fonte: TORTORA, G. J.; 
DERRICKSON, B. Princípios de 
anatomia e fisiologia. 14ª edição. 
Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Nomenclatura dos músculos esqueléticos
Fonte: Adaptado de: ALVES, 
N.; CÂNDIDO, P. L. Anatomia 
para o curso de odontologia 
gerale específica. 4ª edição. 
São Paulo: Grupo Gen, 2016.
Músculo 
extensor
longo do hálux
 Músculos agonistas.
 Músculos antagonistas. 
 Músculos sinergistas.
Classificação funcional dos músculos estriados esqueléticos
Fonte: 
http://www.scielo.br/pdf/anp/v73n2
/0004-282X-anp-73-02-155.pdf
Em cada movimento realizado durante nossos exercícios físicos, os músculos desempenham 
papéis diferentes. E os principais responsáveis pela completa execução do movimento são os 
músculos agonistas e antagonistas. Contudo, para que o movimento seja perfeito e completo, 
existem outros músculos que ajudam especialmente o papel do agonista, os chamados 
músculos sinergistas. Um exemplo comum de pares agonistas e antagonistas são os músculos 
bíceps e tríceps, que trabalham juntos para completar os exercícios relacionados à articulação 
do cotovelo. Assim, em um exercício, como, por exemplo, a rosca direta, descreva as ações 
dos músculos agonistas, antagonistas e sinergistas para cada movimento.
Interatividade
Resposta
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; 
WASCHKE, J. Sobotta – atlas 
de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de anatomia humana. 4ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2006.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta
– atlas de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta
– atlas de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. 
Sobotta – atlas de anatomia geral e 
sistêmica. 23ª edição. São Paulo: 
Grupo Gen, 2010.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: Adaptado de: TORTORA, G.J.; 
DERRICKSON, B. Princípios de anatomia e 
fisiologia. 14ª edição. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2016.
M. supraespinal M. infraespinal
Espinha da escápula
M. redondo 
maior
M. tríceps 
braquial
M. redondo 
menor
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: Adaptado de: HARTWIG, W. C.
Fundamentos em anatomia. 1ª edição. 
Porto Alegre: Artmed, 2008.
Diafragma
Cavidade abdominal
Pelve maior
Pelve menor 
(cavidade pélvica)
Períneo
Diafragma da pelve
(m. levantador do ânus)
Membrana obturadora
Margem da pelve
mm. da parede abdominal
Ílio 
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: MORENO, A. L. Fisioterapia em uroginecologia. 2ª edição. Barueri: Manole, 2009.
Diafragma da pelve. 
1) M. glúteo médio; 
2) M. levantador do ânus; 
3) M. obturador externo; 
4) Inserção proximal dos mm. isquiotibiais; 
5) M. piriforme; 
6) Trocanter maior do fêmur; 
7) Túber isquiático; 
8) Cóccix; 
9) Ânus; 10) N. isquiático.
Representação esquemática dos trígonos. 
1) Região ou trígono urogenital; 
2) Região ou trígono anal.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: MORENO, A.L. Fisioterapia em uroginecologia. 2ª edição. Barueri: Manole, 2009.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: MORENO, A.L.
Fisioterapia em 
uroginecologia. 2ª edição. 
Barueri: Manole, 2009.
Vista inferior da pelve. 
1) M. bulboesponjoso; 
2) M. isquiocavernoso; 
3) M. transverso superficial 
do períneo; 
4) M. levantador do ânus; 
5) M. obturador externo; 
6) Lábio maior; 
7) Clitóris; 
8) Óstio da vagina; 
9) Sínfise púbica; 
10) Túber isquiático; 
11) Trocanter maior; 
12) Trocanter menor.
Vista inferolateral da pelve. 
1) M. levantador do ânus; 
2) M. obturador externo; 
3) M. quadrado femoral; 
4) M. bulboesponjoso; 
5) M. isquiocavernoso; 
6) Lábio maior; 
7) Óstio da vagina; 
8) Bulbo do vestíbulo; 
9) Ânus; 
10) Túber isquiático; 
11) Trocanter maior; 
12) Trocanter menor; 
13) Sínfise púbica.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: MORENO, A.L.
Fisioterapia em uroginecologia. 
2ª edição. Barueri: Manole, 2009.
A incontinência urinária feminina acontece pela perda do controle da musculatura estriada 
esquelética, que constitui o períneo. O conhecimento da anatomia funcional dessa 
musculatura, associado a exercícios e eletroestimulação, é essencial para uma terapia mais 
eficiente, revelando que essa combinação (anatomia funcional-exercício-eletroestimulação) 
resulta em restauração completa da continência urinária em grande parte dos pacientes. 
Baseado na informação acima, é relevante a anatomia do períneo. Para tal, pedimos a 
descrição das estruturas anatômicas dessa região. 
Interatividade
Resposta
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: KLAUS-PETER 
VALERIUS; et al. O livro dos 
músculos: anatomia, testes, 
movimentos. 1ª edição. São 
Paulo: Editora Santos, 2013.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: KLAUS-PETER VALERIUS 
et al. O livro dos músculos: anatomia, 
testes, movimentos. 1ª edição. 
São Paulo: Editora Santos, 2013.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: KLAUS-PETER VALERIUS et al. O livro dos músculos: anatomia, testes, movimentos. 
1ª edição. São Paulo: Editora Santos, 2013.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: Adaptado de: DRAKE, R. L. et al. 
Atlas de anatomia. 1ª edição. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2009.
Tendão dos mm. extensores dos dedos
Tendão do m. extensor ulnar do carpo
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: Adaptado de: DRAKE, R. L. et al. Atlas de anatomia. 1ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Tendão do m. extensor curto do carpo
Tendão do m. extensor longo do carpo
Tendão do m. extensor curto do polegar
Tendão do m. abdutor longo do polegar
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: 
https://scielo.conicyt.cl/pdf/ij
morphol/v33n4/art27.pdf 1
2 3
4
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: Adaptado de: DRAKE, R. L. et al. Atlas de 
anatomia. 1ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Eminência hipotenar
Eminência tenar
Visão geral muscular do corpo humano
m. adutor curtom. adutor curto
m. pectíneo
m. adutor longo
m. adutor magno
artérias perfurantes
linha pectínea linha pectínea
Fonte: Adaptado de: DRAKE, R.L. 
et al. Atlas de anatomia. 1ª edição. 
Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
Visão geral muscular do corpo humano
m. 
glúteo 
máximo
m. tensor da fáscia 
lata
crista ilíaca
Trato 
iliotibial
Fonte: Adaptado de: NETTER, 
F. H. Atlas de anatomia humana. 
4ª edição. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2006.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: Adaptado de: 
NETTER, F. H. Atlas de 
anatomia humana. 4ª 
edição. Rio de Janeiro: 
Elsevier, 2006.
m. glúteo 
médio
m. glúteo 
mínimo
m. glúteo 
máximo
1
5
3
4
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta
– atlas de anatomia geral e sistêmica. 23ª 
edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta –
atlas de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta
– atlas de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Visão geral muscular do corpo humano
m. sartório
tendão do m. grácil
tendão do m. semitendíneo
pata de ganso
Fonte: Adaptado de: 
https://www.researchgate.net/profile/
Milton_Helfenstein/publication/26755
3703_A_sindrome_anserina/links/56
eeb3dd08ae59dd41c6e18b/A-
sindrome-anserina.pdf
Visão geral muscular do corpo humano
Fonte: PAULSEN, P.; WASCHKE, J. Sobotta –
atlas de anatomia geral e sistêmica. 
23ª edição. São Paulo: Grupo Gen, 2010.
Ribamar, jogador de futebol, sofreu uma grave lesão no músculo posterior, profundo e medial 
da coxa esquerda durante uma partida. Os exames complementares que o jogador realizou 
confirmaram uma ruptura total em um dos músculos isquiotibiais. Combase na leitura acima, 
reflita: qual músculo foi acometido pela lesão? Cite os músculos que compõem o grupo 
denominado de isquiotibiais. Sabemos que, embora tal grupo muscular seja denominado dessa 
maneira, justifique por que consideramos os “músculos isquiotibiais” como uma “nomenclatura 
anatômica” incorreta. Dê a ação de cada músculo que forma o grupo em questão. 
Chat
ATÉ A PRÓXIMA!

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