Logo Passei Direto
Buscar

Ferramentas de estudo

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Experimente o Premium!star struck emoji

Acesse conteúdos dessa e de diversas outras disciplinas.

Libere conteúdos
sem pagar

Ajude estudantes e ganhe conteúdos liberados!

Prévia do material em texto

Curso de Licenciatura em Química
Disciplina: Introdução ao ensino de química
FICHAMENTO 
	Estudante: Fernando Cardoso de Oliveira
	Data: 02-02-2024
	Professor: Eduardo Ribeiro Mueller
	Chassot, Attico, para que(m) é útil o ensino /Attico Chassot. 3. Ed. – Ijuí: Ed. Unijuí,2014.- 192 p.- (coleção educação em química) 
	Fichamento de Citações: capitulo 8 levantando alternativas
	contribuições para o fazer educação por meio da química, num esforço que se junta aos trabalhos que muitos homens e muitas mulheres vêm fazendo, na mesma direção, nos últimos anos. Terá valido a pena, se esta tiver qualquer ressonância nesse ensino de Química que é razão de meu ser profissional. (CHASSOT, 2014, p.162).
	O ensino de Química -- quase utópico, e isto não quer significar impossível -- com o qual muitos sonhamos:
 1- Deve contribuir para a alfabetização da cidadã e do cidadão; 
2- Não pode ser esotérico;
 3- Deve ser facilitador da leitura do mundo. (CHASSOT, 2014, p.163).
	A busca de um ensino de Química que contribua para a alfabetização da cidadã e do cidadão foi, muito provavelmente, a proposta que mais perpassou nesta obra. (CHASSOT, 2014, p.163).
	A transmissão desses conhecimentos deve ser encharcada na realidade, e isto não significa o reducionismo que virou um modismo Química do cotidiano (às vezes, apenas de utilitarismo), mas ensinar a Química dentro de uma concepção que destaque o papel social desta, por meio de uma contextualização social, política, filosófica, histórica, económica e (também) religiosa. (CHASSOT, 2014, p.164).
	Pois sei que críticas nesta direção farão uma purificação do ensino de Química, com a exorcismo de alguns absurdos que são ensinados. Talvez a melhor leitura de uma listagem de conteúdos seja mesmo a verificação daquilo que não é citado (e que é usualmente ensinado). (CHASSOT, 2014, p.165).
	A ATMOSFERA: Nossa dependência da atmosfera. Os gases
2 A ÁGUA: Nossa dependência da água. Fontes de água.
3. A ENERGIA: As diferentes formas de energia.
4.- METAIS. Os metais na crosta terrestre.
5.- COMPOSTOS CARBONICOS. A Química do átomo de carbono.
6.- MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO E PROTEÇÃO: As sínteses.
7.- QUÍMICA BROMATOLÓGICA: Alimentos e conservantes.
8.- TOPICOS DE QUÍMICA APLICADA: Fertilizantes.
(CHASSOT, 2014, p.165 e 166).
	Esses diferentes tópicos podem se constituir em conjunto ou separadamente em grupos de 2 ou 3, como disciplinas escolares nas quais se pode trabalhar inúmeros conteúdos de Química, usualmente estudados de uma maneira que parecem tirados de um mundo muito diferente do nosso. (CHASSOT, 2014, p.167).
	Vale observar que em todos esses assuntos há muita Química (eu diria que há toda a Química necessária para uma muito adequada alfabetização científica) e reafirmo, talvez de uma maneira mais atraente do que aquela que usualmente é ensinada. (CHASSOT, 2014, p.169).
	O que ensinar sobre determinado assunto? É preciso que se tenha uma adequação para cada etapa da escolarização. Isso significa, por exemplo, que modelos mais simples podem explicar mais convenientemente certos assuntos que modelos mais sofisticados. É importante ressaltar que mais simples não significa, necessariamente, incorreto. (CHASSOT, 2014, p.169).
	Aliás é comum, os professores de Química, usarem seus guarda-pós mesmo em aulas teóricas e nas salas dos professores, onde nesse uso, se distinguem dos demais, porque só eles conhecem os mistérios das transformações da matéria, e isto os faz ainda próximos dos alquimistas. (CHASSOT, 2014, p.170).
	Destaquei também quanto o conhecimento que transmitimos está distante do senso comum de nossos alunos, mas, mesmo assim nós laboramos com átomos, moléculas, íons... como se fossem do cotidiano deles. (CHASSOT, 2014, p.171).
	Uma outra característica que marca o nosso esoterismo -- e que paradoxalmente deveria colaborar para no sentido de exoterismo -- é o fato de trabalharmos com modelos de uma realidade quase imaginária, e quanto esta idealidade, conforme já referi em diferentes momentos, é passada para os alunos como se fosse uma realidade. (CHASSOT, 2014, p.172).
	Ao buscar enfatizar a necessidade de a Química ser uma facilitadora da leitura do mundo que é próximo -- e também do que está remoto -- do cidadão e da cidadã, volto a insistir, uma vez mais, no quanto devemos ver na Química uma linguagem, e ainda de maneira mais específica uma linguagem universal. Se é uma linguagem ela não é necessariamente conhecida por falantes de outras linguagens e por isso deve ser, primeiramente. aprendida. (CHASSOT, 2014, p.174).
	Na Química, se considerarmos a situação particular das fórmulas, como também as convenções que envolvem a cinética e a termodinâmica de reações químicas a existência de uma linguagem universal é incontestável. (CHASSOT, 2014, p.175).
	Acredito que procurar desvelar a Química que está presente no dia a dia dos alunos é importante, mas há uma etapa que a precede. Refiro-me a necessidade de uma educação para a inquirição sobre o porquê as coisas acontecem. Os alunos, usualmente, não têm curiosidade para responder as coisas mais simples, às vezes instigantes. (CHASSOT, 2014, p.176).