Prévia do material em texto
Pincel Atômico - 28/05/2024 14:43:58 1/4 CRISTIANE DUARTE SCHMITZ Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 12 (19416) Atividade finalizada em 28/05/2024 14:42:46 (1964390 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS [1073575] - Avaliação com 8 questões, com o peso total de 1,67 pontos [capítulos - 6] Turma: Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em Letras-Português - Grupo: FPD-MARC/2024 - SGegu0A130324 [118540] Aluno(a): 91589390 - CRISTIANE DUARTE SCHMITZ - Respondeu 7 questões corretas, obtendo um total de 1,46 pontos como nota [358461_110224 ] Questão 001 (ENEM) Emagrecer sem exercício? Hormônio aumenta a esperança de perder gordura sem sair do sofá. A solução viria em cápsulas. O sonho dos sedentários ganhou novo aliado. Um estudo publicado na revista científica Nature, em janeiro, sugere que é possível modificar a gordura corporal sem fazer exercício. Pesquisadores do Dana-Farber Cancer Institute e da Escola de Medicina de Harvard, nos EUA, isolaram em laboratório a irisina, hormônio naturalmente produzido pelas células musculares durante os exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida ou pedalada. A substância foi aplicada em ratos e agiu como se eles tivessem se exercitado, inclusive com efeito protetor contra o diabetes. O segredo foi a conversão de gordura branca — aquela que estoca energia inerte e estraga nossa silhueta — em marrom. Mais comum em bebês, e praticamente inexistente em adultos, esse tipo de gordura serve para nos aquecer. E, nesse processo, gasta uma energia tremenda. Como efeito colateral, afinaria nossa silhueta. A expectativa é que, se o hormônio funcionar da mesma forma em humanos, surja em breve um novo medicamento para emagrecer. Mas ele estaria longe de substituir por completo os benefícios da atividade física. “Possivelmente existem muitos outros hormônios musculares liberados durante o exercício e ainda não descobertos”, diz o fisiologista Paul Coen, professor assistente da Universidade de Pittsburgh, nos EUA. A irisina não fortalece os músculos, por exemplo. E para ficar com aquele tríceps de fazer inveja só o levantamento de controle remoto não daria conta. LIMA, F. Galileu. São Paulo, n. 248, mar. 2012. Para convencer o leitor de que o exercício físico é importante, o autor usa a estratégia de divulgar que o exercício é uma forma de afinar a silhueta por eliminar a gordura branca. se trata de uma forma de transformar a gordura branca em marrom e de emagrecer. X se produzem outros hormônios e há outros benefícios com o exercício. a irisina é um hormônio que apenas é produzido com o exercício físico. a falta de exercício físico não emagrece e desenvolve doenças. [358460_112770 ] Questão 002 “Comunicar é também agir num sentido mais amplo”; com esta frase inicial do segundo parágrafo, o autor do texto: Comunicar é também agir num sentido mais amplo. Quando um enunciador reproduz em seu discurso elementos da formação discursiva dominante, de certa forma, contribui para reforçar as estruturas de dominação. Se se vale de outras formações discursivas, ajuda a colocar em xeque as estruturas sociais. No entanto, pode-se estar em oposição às estruturas econômico-sociais de uma maneira reacionária, em que se sonha fazer voltar um mundo que não mais existe, ou de uma maneira progressista, em que se deseja criar um mundo novo. Sem pretender que o discurso possa transformar o mundo, pode-se dizer que a linguagem pode ser instrumento de libertação ou de opressão, de mudança ou de conservação. mostra certa ironia diante da ação humana de comunicar algo. reforça a mesma ideia de “ação” atribuída anteriormente ao ato de comunicar; corrige o emprego do verbo “agir”, utilizado no primeiro parágrafo; X amplia o significado do verbo “agir”, empregado no parágrafo anterior; quer mostrar que “comunicar” e “agir” são ações equivalentes. Pincel Atômico - 28/05/2024 14:43:58 2/4 [358460_112773 ] Questão 003 Leia o texto para responder a questão. Inimigos O apelido de Maria Teresa, para Norberto, era “Quequinha”. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma da sua mulher, o Norberto pegava sua mão, carinhosamente, e começava: – Pois a Quequinha... E a Quequinha, dengosa, protestava: – Ora, Beto! Com o passar do tempo, o Norberto deixou de chamar a Maria Teresa de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e quisesse se referir a ela, dizia: – A mulher aqui... Ou, às vezes: – Esta mulherzinha... Mas nunca mais de Quequinha. (O tempo... O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. Este ataca em silêncio. Ele usa armas químicas.) Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por “Ela”. – Ela odeia o Charles Bronson. – Ah, não gosto mesmo. Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chamasse de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer “essa aí” e apontar com o queixo. – Essa aí... E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém. (O tempo, o tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois a outra...) Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na sua direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz: – Aquilo... Luís Fernando Veríssimo Com base na leitura do texto, pode-se afirmar que: X há um processo de depreciação quando Norberto emprega o demonstrativo Aquilo para se referir à mulher. na expressão A mulher aqui, o substantivo mulher foi empregado, no contexto, em oposição a marido. o diminutivo mulherzinha tem o mesmo valor semântico que o diminutivo na fra-se “Que garotinho lindo!” o diminutivo e o aumentativo, em português, referem-se invariavelmente a “tamanho, dimensão”. o diminutivo em Quequinha tem o mesmo valor semântico que o empregado em mulherzinha. [358460_110222 ] Questão 004 (Enem 2017) A ascensão social por meio do esporte mexe com o imaginário das pessoas, pois em poucos anos um adolescente pode se tornar milionário caso tenha um bom desempenho esportivo. Muitos meninos de famílias pobres jogam com o objetivo de conseguir dinheiro para oferecer uma boa qualidade de vida à família. Isso aproximou mais ainda o futebol das camadas mais pobres da sociedade, tornando-o cada vez mais popular. Acontece que esses jovens sonham com fama e dinheiro, enxergando no futebol o único caminho possível para o sucesso. No entanto, eles não sabem da grande dificuldade que existe no início dessa jornada em que a minoria alcança a carreira profissional. Esses garotos abandonam a escola pela ilusão de vencer no futebol, à qual a maioria sucumbe. O caminho até o profissionalismo acontece por meio de um longo processo seletivo que os jovens têm de percorrer. Caso não seja selecionado, esse atleta poderá ter que abandonar a carreira involuntariamente por falta de uma equipe que o acolha. Alguns podem acabar em subempregos, à margem da sociedade, ou até mesmo em vícios decorrentes desse fracasso e dessa desilusão. Isso acontece porque no auge da sua formação escolar e na condição juvenil de desenvolvimento, eles não se preparam e não são devidamente orientados para buscar alternativas de experiências mais amplas de ocupação fora e além do futebol. BALZANO, O N MORAIS, J. S. A formação do jogador de futebol e sua relação Com a escola EFDeportes, n. 172, set 2012 (adaptado) Ao abordar o fato de, no Brasil, muitos jovens depositarem suas esperanças de futuro no futebol, o texto critica o(a) investimento reduzido dos atletas profissionais em sua formação escolar, gerando frustração e desilusão profissional no esporte. despreparo dos jogadores de futebol para ajudarem suas famílias a superar a miséria. Pincel Atômico - 28/05/2024 14:43:58 3/4 garantia de ascensão social dos jovens pela carreira de jogador de futebol. X despreocupação dos sujeitos com uma formação paralela à esportiva, para habilitá-los a atuar em outros setores da vida. falta deinvestimento dos clubes para que os atletas possam atuar profissionalmente e viver do futebol. [358460_112771 ] Questão 005 (ENEM) Analise a charge abaixo: A tirinha denota a postura assumida por seu produtor frente ao uso social da tec-nologia para fins de interação e de informação. Tal posicionamento é expresso, de forma argumentativa, por meio de uma atitude: indignada, expressa pelos discursos diretos. resignada, expressa pelas enumerações. agressiva, expressa por contra-argumentos. X crítica, expressa pelas ironias. alienada, expressa pela negação da realidade. [358460_110221 ] Questão 006 (ENEM) Em “Touro Indomável”, que a cinemateca lança nesta semana nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a dor maior e a violência verdadeira vêm dos demônios de La Motta — que fizeram dele tanto um astro no ringue como um homem fadado à destruição. Dirigida como um senso vertiginoso do destino de seu personagem, essa obra-prima de Martin Scorcese é daqueles filmes que falam à perfeição de seu tema (o boxe) para então transcendê-lo e tratar do que importa: aquilo que faz dos seres humanos apenas isso mesmo, humanos e tremendamente imperfeitos. Revista Veja. 18 fev, 2009 (adaptado) Ao escolher este gênero textual, o produtor do texto objetivou afirmar que o filme transcende o seu objetivo inicial e, por isso, perde sua qualidade. construir uma apreciação irônica do filme. X apresentar ao leitor um painel da obra e se posicionar criticamente. evidenciar argumentos contrários ao filme de Scorcese. elaborar uma narrativa com descrição de tipos literários. [358462_110227 ] Questão 007 (PUCPR/2016) Considere o seguinte texto: Desvio de conduta acadêmica: é a intenção de levar outras pessoas a pensarem que algo é verdadeiro quando não é. Assim sendo, envolve não apenas um ato ou uma omissão, mas também uma intenção deliberada do pesquisador, autor, editor ou editora. Refere-se usualmente à fabricação, falsificação, plágio ou a outras práticas que se desviam seriamente daquelas que são aceitas pela comunidade científica como íntegras para a proposição, condução e relato de pesquisa. COURY, Helenice J. C. G. Integridade na pesquisa e publicação científica. Rev. bras. fisioter. São Carlos, v. 16, n. 1, p. v-vi, fev. 2012. Disponível em http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-35552012000100001&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 06 maio 2016. Num trabalho acadêmico, a paráfrase coerente com esse texto, reafirmando seu sentido com palavras diferentes, é: Pincel Atômico - 28/05/2024 14:43:58 4/4 Desvio de conduta universitária, intenção de levar outras pessoas a pensarem que algo é verdadeiro quando não é, envolve uma ação não intencional do pesquisador, autor, editor ou editora (COURY, 2012). Coury (2012) define o desvio de conduta acadêmica como a intenção de levar os outros a pensarem que é verdadeiro algo que não é; portanto, envolve não somente um ato ou uma omissão, mas também um propósito deliberado de pesquisadores, autores, editores ou da editora. Coury (2012) refere-se ao desvio de conduta acadêmica na proposição, conduta e relato de pesquisa, como as que não são previstas nas práticas aceitas pela comunidade científica. X Desvio de conduta acadêmica é a intenção de levar os outros a pensarem que algo é verdadeiro quando não é. Assim sendo, envolve não apenas um ato ou uma omissão, mas também uma intenção deliberada do pesquisador, autor, editor ou editora (COURY, 2012). Coury (2012) define desvio de conduta acadêmica como todo conjunto de práticas de pesquisa de profissionais que, propositalmente, são enganosas e estão em discordância daquelas admitidas pela comunidade científica. [358460_110220 ] Questão 008 (Enem/2014) Censura moralista Há tempos que a leitura está em pauta. E, diz-se, em crise. Comenta-se esta crise, por exemplo, apontando a precariedade das práticas de leitura, lamentando a falta de familiaridade dos jovens com livros, reclamando da falta de bibliotecas em tantos municípios, do preço dos livros em livrarias, num nunca acabar de problemas e de carências. Mas, de um tempo para cá, pesquisas acadêmicas vêm dizendo que talvez não seja exatamente assim, que brasileiros leem, sim, só que leem livros que as pesquisas tradicionais não levam em conta. E, também, de um tempo para cá, políticas educacionais têm tomado a peito investir em livros e em leitura. LAJOLO, M. Disponível em: www.estadao.com.br. Acesso em: 2 dez. 2013 (fragmento). Os falantes, nos textos que produzem, sejam orais ou escritos, posicionam-se frente a assuntos que geram consenso ou despertam polêmica. No texto, a autora rebate a ideia de que as políticas educacionais são eficazes no combate à crise de leitura. X questiona a existência de uma crise de leitura com base nos dados de pesquisas acadêmicas. critica pesquisas tradicionais que atribuem a falta de leitura à precariedade de bibliotecas. atribui a crise da leitura à falta de incentivos e ao desinteresse dos jovens por livros de qualidade. ressalta a importância de os professores incentivarem os jovens às práticas de leitura.