Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Embriologia do sistema cardiovascular 1
Embriologia do sistema 
cardiovascular 
Inicio da terceira semana 
O primeiro sistema formado é o sistema cardiovascular primitivo, devido a 
necessidade de uma maior oxigenação para diferenciação e migração das 
células. Há uma formação precoce do coração até a 4 semana e do, ponto de 
vista funcional, ele é o primeiro a funcionar. 
o pré-embrião é suprido através da difusão de oxigênio e nutrientes do córion 
extraembrionário. Porém, o crescimento faz com que as suas necessidades 
nutricionais não seja mais supridas apenas por difusão.
No embrião há a área de entrada, onde os vasos vão entrar, e a area de 
saída, onde o sangue vai sair.
Os primeiros vasos vem do mesoderma extraembrionário, isto é, da 
vesicula umbilical, do pediculo e do córion. Por isso, os primeiros vasos 
sanguíneos vão ser formados fora do embrião, já que não há mesoderma 
no embrião no começo da terceira semana. 
Os primeiros vasos se originam a partir do mesoderma extraembrionário da 
vesícula umbilical, chamado de mesoderma esplacnico, que é o 
mesoderma do pedículo e da parte interna do córion. No final da 4 semana, 
já tem o sistema circulatório primordial formado
Na grastulação há a formação dos 3 tecidos e a diferenciação do 
mesoderma. 
As celulas progenitoras cardíacas se encontram no epiblasto e migram, 
através da linha primitiva, para a camada esplâcnica do mesoderma da 
placa lateral, formando um aglomerado de células no formato de fechadura, 
chamado de área cardiogênica primária ACP ou primeiro campo cardíaco, 
situado na parte cranial das pregas cefálicas. Essas celular do PCC vão 
formar a parte de entrada, que corresponde:
atrios.
ventrículo esquerdo.
parte do ventrículo direito.
Embriologia do sistema cardiovascular 2
A via de saída (cone arterial e tronco arterioso), parte do ventrículo direito, 
além de algumas celulas que formam os atrios na extremidade caudal do 
coração deriva do 2 campo cardíaco SCC. Esse campo provém do 
mesoderma esplâncnico ventral à laringe ou posterior da faringe.
Depois que as celulas estabelecem o SCC, elas são induzidas pelo 
endoderma faríngeo subjacente a formar mioblasto e começar o processo 
de vasculogênese. A ilhotas se unem e formam um tubo em formato de 
ferradura, revestido por endotélio e circundado por mioblasto. Essa região 
é conhecida como região cardiogênico
.
Embriologia do sistema cardiovascular 3
 
Embriologia do sistema cardiovascular 4
💡 Ocorre dois processos na formação de vasos: a vasculogênese, 
embrionário, um processo onde há a formação de um canal vascular 
pela reunião de precursores mesenquimais, chamados de 
angioblastos ou hermangioblasto. E a angiogênese: é a formação de 
um vaso a partir de um brotamento de um vaso preexistente. É um 
processo constitutivo.
💡 para se formar um tumor, precisa de vasos novos, por isso, as suas 
proprias celular secretam fatores angiogênicos. Então, muitos 
medicamentos agem combatendo a angiogênese do tumor.
PROCESSO DE VASCULOGÊNESE 
� celulas mesenquimais do mesoderma explácnico somático começa a 
receber estímulos e expressar seus receptores, transformando-se em 
angioblastos
� Esses angioblastos recebem novos estímulos e começam a se proliferar e 
formar varias ilhotas sanguíneas (amontoado de angioblastos). 
� Na ilhota, surge uma luz, que é o primórdio do lúmem do vaso sanguíneo.
� Os angioblastos próximos a luz respondem a estímulos e se achantam e 
revestem a luz, formando o endotélio primitivo. A luz vai crescendo até 
encontrar outros lúmens, formando um canal vascular.
FORMAÇÃO DE CELULAS SANGUÍNEAS
Algumas células epiteliais se diferenciam e se destacam da parede, 
formando as primeiras hemáceas do embrião, como elas precisam se 
perpetuar, elas são nucleadas e se proliferam.
Devido a capacidade do endotélio em gerar celulas sanguineas, ele se 
caracteriza como epitélio hemangiogênico.
As primeiras células sanguíneas formadas são na regiao onde foram 
formados os primeiros vasos, isto é: no mesoderma da vesícula umbilical e 
alantoide. 
Por volta da 4 semana, há formação de hemáceas nas aortas dorsais.
Embriologia do sistema cardiovascular 5
Apesar de não haver diferença, há vias específicas para formação de 
arterias e para a formaçao de veias e vasos linfáticos (derivam da via 
formação de veias, por isso, estruturalmente são semelhantes).
DESENVOLVIMENTO DO CORAÇÃO 
No inicio da 4 semana ocorre o dobramento do embrião.
A parte encefálica do tubo neural começa a se espessar e formar a prega 
encefálica em direção ao saco vitelinico, empurrando a área cardiogênica, 
que estava anterior a membrana bucofaríngea, para parte posterior da 
membrana.
Antes do dobramento, o coração primitivo ficava em baixo da cavidade 
pericárdica. Depois do dobramento, ele fica em cima. Essa cavidade era 
conhecida, a princípio, como cavidade intraembrionária (corpo primitivo).
As células do coração tem origem embrionarias de fontes distinta:
� campo cardiaco primario: tem um formato de fechadura e suas celulas 
derivam da linha primitiva. Ele forma os dois atrios, ventriculo esquerdo e 
parte do ventrículo direito. 
� campo cardíaco secundário: mesoderma esplacnico, reveste o assoalho da 
farínge, intestino. Forma o restante do ventriculo direito e as vias de saida, 
cone arterial e tronco arterioso.
� celulas da crista neural, dividir o canal atrioventricular.
💡 O ácido retinóico vai participar do processo de formaçao do coracao, 
visto que seu gradiente vai determinar a formacao de certas 
estruturas. 
💡 TEM O MESODERMA SOMATICO QUE REVESTE A CAVIDADE 
INTRACELOMICA E O PEDICULO. TEM O MESODERMA ESPLACNICO 
QUE RECOBRE O INTESTINO
18 dia de desenvolvimento
Embriologia do sistema cardiovascular 6
as células mesenquimais começam a se diferenciar em angioblastos 
especificos, recebem estímulos para se agruparem e formarem ilhotas 
específicas, designando cordões maciços específicos (cordões 
angioblasticos), que vai ser o primeiro indício de coração primitivo.
No final da 3 semana, ocorre o processo de canalizacao, formando os tubo 
endocárdicos ou tubos cardíacos primitivos, revestidos por endotelio e 
mioblasto, induzidos pelas células do endoderma faríngeo subjacente. 
A medida que vai surgindo esses tubos, vai aparecendo outro dois tubo 
bilaterais próximo a linha media do disco, que surgem do mesoderma 
lateral, que vao ser as aortas dorsais, dois vasos paralelos.
Durante a formação da prega cefalica e do dobramento cefalocaudal, o 
tubo endocárdico muda de plano. Com isso, há a liberaçao de fatores de 
crescimento, que vão agir no miocardio primtivo, ficando mais espesso e 
começando secretar uma MEC, sem celulas, rico em fator de crescimento e 
ácido hialuronico, depositando entre o endotelio e o miocardio. CHAMADA 
DE GELÉIA CARDÍACA. 
A medida que os tubos estão se dobrando, as aortas dorsais estão 
crescendo em direção aos tubos até se encontrarem, por meio dos arcos 
aórticos. Chega dois vasos do cordão umbilical, que se fundem com o 
coração e trazem sanguem, CHAMAMAS VEIAS VITELINICAS. Essa parte 
de fusão é chamado de seio venoso. 
Embriologia do sistema cardiovascular 7
A partir do dobramento lateral, as duas pregas vão se aproximando e os 
dois tubos endocárdicos, inicialmente, separados, começam a se fundirem 
até formar o tubo cardíaco primitivo, com uma entrada pelo seio venoso e 
uma saidas pelas aortas dorsais, funcionando, a partir de peristaltismos. 
Esse processo de fusão precisa da geleia cardíaca, visto que ela apresenta 
fatores proaptoticos, que permitem a fusão.
Entre 22 e 23 o coração começa a bater, por meio de peristaltismo, onde o 
sangue vai entrar pelo seio venoso, passa pelo atrio primitivo, canal AVP 
unico e ventriculo e sair pelas aortas dorsais
corte transversal
Embriologia do sistema cardiovascular 8
FORMAÇÃO DAS CAMADAS DO CORAÇÃO
Quando os tubos endorcardicos vao se fundindo as paredes do coração se 
formam:
O endotelio se diferencia em endocardioEmbriologia do sistema cardiovascular 9
A geleia cardíaca participa da formação da camada que liga o endocardio 
ao miocardio, camsda subendocardial, podendo encontrar fibras de 
purkinge.
O mioblasto formam o miocardio.
Externamente do seio venoso, as celulas mesoteliais começam a migrar 
revestindo o tubo cardiaco, formando o pericárdio visceral ou epicárdio, 
responsável por formar as artérias coronarianas.
, para fazer essas diferenciações em regiões:
seio venoso
atrio primitivo,
ventrículo primitivo, 
bulbo cardiaco
tronco arterial.
Embriologia do sistema cardiovascular 10
 O QUE IRIA ACONTECER SE ALGO INTERFERICE NA ADIÇÃO DE CÉLULAS A 
PARTIR DO CAMPO 2
ocorrerá mal formações cardíacas, no que diz a respeito a área de saída 
do coração, isto é, não afetará atrio e nem canal AV. Essa área é formada 
pelo campo cardíaco primário. 
Esse processo é essencial para formação normal da parte do ventrículo 
direito e da região de vias de saida do coração, podendo ocorre problemas 
associados a cia de saida, incluindo a DVSVD (dupla via de saída do 
ventriculo direito), defeito no septo interventricular DSIV, permitindo que 
os ventriculos se comuniquem, desenvolvimento da tetralogia de Fallot, 
estenose, estreitamento do tronco pulmonar, ou atresia pulmonar, que é 
fechamento do tronco.
 
Embriologia do sistema cardiovascular 11
23  28 dias 
o alongamento e dilatação não param, porém o ventrículo e o bulbo 
cardíaco crescem de forma mais acentuada (vias de saida), provocando 
dobramento do coração sobre si mesmo, dando origem a uma alça 
bulboventricular. 
Esse dobramento provoca uma rotação em sentido destro, fazendo com 
que o ápice fique voltado para esquerda. O atrio se direciona para parte 
posterior
A medida que o coraçao se alonga e forma a alça ela entra dentro da 
cavdade pericárdica 
A parte cefalica do tubo se dobra ventralmente, caudalmente 
e para a direita. E o atrio se desloca dorsocranialmente para 
a esquerda.
Embriologia do sistema cardiovascular 12
DEXTROCARDIA
Anomalia posicional mais comum
defeito da direção do dobramento, isto é, o dobramento se dá para a 
esquerda, fazendo que o ápice seja deslocado para a direita.
Os grandes vasos se invertem de posição
não altera a funcionalidade
pode está relacionada com o situs inversus, que está relacionada com a 
transposição de todas as visceras. Raro
ECTOPIA CARDIACA 
rara
o coração não fica cavidade pericárdica e não é recoberto pela parede 
torácica, fazendo com que ele fique para fora completamente ou 
parcialmente.
Falha no desenvolvimento do esterno e da cavidade pericardica, já que 
houve fusão incompleta das prega laterais durante a formaçao da 
parede toracica.
normalmente ocorre morte por infecçao e insuficiencia cardiaca ou 
hipoxemia: baixo oxigenio 
CIRCULAÇAO ATRAVES DO CORACAO PRIMITIVO
tridmensionalmente, ha dois cornos, que representam o seio venoso, isto e, 
entre o seio venoso e o atrio primitivo. O seio venoso abre no meio do atrio.
Embriologia do sistema cardiovascular 13
No seio venoso vao desembocar 3 pares de veias, isto e, 6 veias:
� par veia vitelinica, desoxigenado, traz sangue desoxigenado da parede da 
vesicula umbilical
� par veia umbilical tras sangue oxigenado do córion, que é da mae
� par veia cardinal comum, vaso curto, que se originam a partir da fusao de 
duas veias cardinais: anterior, que vem da cabeça, e posterior, do resto do 
corpo.
Embriologia do sistema cardiovascular 14
o sangue chega no seio e sai pelos arcos aorticos onde vai para as aortas 
dorsais, onde uma vai irrigar a cabeça e outra segue para o corpo, ela emite 
varias arterias intersegmentares, que levam sangue oxigenado para a parte 
dorsal, emite as seguintes arterias: um par de arteria vitelinica e no final emite 
um par de arterias umbilicais, que leva sangue desoxigenado para o córion. 
Dessa forma, hávera duas arterias que levam sangue desoxigenados ao cordao 
umbilical, e há, inicialmente, duas veias que levam sangue oxigenado, mas 
depois apenas 1, que passam do cordao umbilical e vão para o seio venoso.
NA 5 SEMANA
O figado se desenvolve no septo transverso, que fica entre o coracao e o 
cordao umbilical. Ocorre a formaçao do figado, que se desenvolve na area 
de acesso ao coraçao, impedindo o acesso direto desses vasos para o 
seio venoso. Por isso, há uma série de alterações vasculares, isto é, 
mudança de padrão de chegada ao coracao. 
Embriologia do sistema cardiovascular 15
Há o desenvolvimento das veias cavas superior e inferior, a partir das veias 
cardinais. O sangue proviniente do corion (placenta) e do saco vitelinico 
(regioes caudais) chega ao figado e depois se liga a veia cava inferior. 
Enquanto a superior recebe o sangue da cabeça e pescoço.
O corno direito vira a parte lisa do AD, a veia cava inferior e a veia cava 
superior. O corno esquerdo vira o seio coronário e a veia obliqua do 
ventrículo esquerdo.
As aurículas derivam da parede atrio primitivo.
O corno venoso direito é incorporado ao atrio direito, formando sua parede 
lisa.
SEPTAÇAO
Na metade da 4 a 8 semana, tudo ocorre simultaneamente.
A parede ventral e a parede dorsal do canal AV comum, começam a se 
espessar, constituidos inicialmente por geleia cardiaca, chamados de coxin 
endocardico dorsal e ventral, que depois sao constituidas por celulas da 
cristas neurais, que migram e invadem esse coxins endocárdicos, final da 4 
semana.
Esse coxins crescem e se fundem, formando um septo AV, que vai dividir o 
canal em direito e esquerdo. Essa separação atrioventricular é parcial.
Os coxins endocárdicos vao ser importantes para formaçao das valvas AV, 
apetico e pulmonar e do septo membranoso Atrial e interventricular 
SEPTAÇAO ATRIAL
Embriologia do sistema cardiovascular 16
Por que é dificil? 
Pq ate o nascimento o sangue oxigenado sai da placenta e cai no atrio direito. 
Porém, não segue uma circulaçao padrao, pois há sempre uma tentativa de 
otimizaçao do sangue aos tecidos, as celulas embrionarias fetais nunca vao 
receber a quantidade de oxigenio que deveriam, por isso que ha uma proteina 
transportadora, hemoglobina fetal, de O2 e hematocrito aumentado, numero 
de hemaceas aumentad 60%, e uma adpatacao a distribuicao desigual de 
sangue oxigenado no feto. 
Por isso, a formação de 3 forames e 3 tipos de desvios para ter oxigenado o 
encefalo até o final do período fetal.
Para garantir que o sangue va rapidamente ao encefalo, o septo interatrial nao 
pode ser fechado, eles precisam estarem continuamente se comunicando.
hemoglobina fetal é mais eficiente ela se conecta e desconecta do oxigênio 
Embriologia do sistema cardiovascular 17
O átrio primitivo divide-se pela formação, modificação e fusão dos septos 
primários e secundários.
No teto do atrio primitivo é formado um cordão fibroso, em formato de meia 
lua, mole, formado por tecido conjuntivo. Ele cresce em direçao aos coxins 
endocardicos. Esse cordão é chamado de septo primário. 
A abertura entre a margem inferior do septo e o coxins é chamado de 
forame primário. Esse forame vai sendo obliterado com o crescimento do 
Embriologia do sistema cardiovascular 18
septo primário. 
A medida que a comunicação vai se acabando, na parte superior do septo, 
são formados varios buracos, que vão se fundir e formar o forame 
secundário, garantindo o fluxo livre. Dividindo o septo primário em uma 
parte superior e inferior.
Com a incorporação do corno do seio venoso, o atrio se expande, 
aparecendo uma nova prega muscular próxima ao septo primário. 
O septo secundário vai ter uma parte superior que vai se sobrepor a parte 
inferior do septo primário. E vai ter a parte inferior. A parte superior do 
septo primário, com a formação do 2 septo, se atrofia.
A parte inferior do septo primário forma a valvula do forame oval.
Até o nascimento vai ter o forame oval, anatomicamente, fechado, porém, 
fisiologicamente, aberto. Uma vez que o septo inferior primário dobra-se 
com a alta pressão no AD (altapressão devido a circulação placentária) e 
permitindo a passagem de sangue para o AE. O AE, mesmo com a pressão 
aumentada não vai fazer o sangue voltar, já que o septo secundário 
interrompe o movimento do septo primário. Quando o bebe nasce, ocorre 
uma inversão de pressão, isto é, o AE  AD, ocorrendo um fechamento 
fisiológico, formando a fossa oval. Depois de 2 meses, o forame se fecha 
anatomicamente.
Formação da parede do AD
A auricula é o remanescente da superfície interna da parede do atrio 
primitivo.
A expansão da parede se dá pela incorporação do corno direito do seio 
venoso, formando uma parede vascular lisa. O sinal de incorporação na 
parte interna é o sinus venarum e na parte externa tem a crista terminal.
Formação da parede do atrio esquerdo:
formada a partir do incorporação da veia pulmonar primitiva em sua parede 
posterior. 
Até a 7 semana, o tronco pulmonar surge como um brotamento do AE, se 
dividindo em veia pulmonar direita esquerda, enviando depois 4 ramos, 2 
superiores e 2 inferiores.
Embriologia do sistema cardiovascular 19
Ao mesmo tempo em que o AD está se expandindo, o AE também está, 
fazendo com que o AE incorpore o tronco pulmonar até o ponto de suas 4 
ramificações, resultando em 4 arbeturas na parede posterior para as 4 
veias pulmonares.
uma parte da parede que formava o AE primitivo forma as aurículas.
FORMAÇÃO DO SEPTO INTERVENTRICULAR 
ocorre um espessamento da parede muscular no ápice do coração e a 
formação de uma crista muscular que continua a crescer até próximo dos 
coxins - parte muscular do septo IV.
A abertura entre o septo muscular e o coxin recebe o nome de forame IV.
A Parte membranosa do septo IV deriva dos coxins endocárdicos, da alta 
proliferação dar celular mesenquimais (crista neural).
SEPTAÇÃO DO BULBO CARDÍACO E DO TRONCO ARTERIOSO
O septo aorticopulmonar é formado pela fusão das cristas bulbares 
formadas na 5* semana e divide o tronco arterial em canal aórtico (que 
formará aorta ascendente) e canal pulmonar (tronco pulmonar).
A orientação desse septo não é reta, devido a diferença de orientação no 
fluxo. 
Como é o septo bulbar formado? 
 Começa a proliferar um tecido endocárdico proliferativo na parte inferior e 
superior do tronco arterioso, recebendo células mesenquimais 
provenientes das cristas neurais, no qual vão começam a secretam MEC e 
proliferar até formas duas crista, que vão rodar entre si. Depois elas se 
fundem e formam o septo aórticopulmonar, dividindo os dois troncos.
Na formação do septo, há a proliferação dos coxins direito e esquerdo do 
cone, juntamente com a proliferação do coxin endocárdico anterior fecha o 
forame interventricular e formar a porte membranosa do septo IV
o bulbo é incorporado a parede dos ventrículos
Depois da septação, tem-se a formação das valvas e válvulas. Unica parte que 
não ocorre simultaneamente. última etapa de formação
Embriologia do sistema cardiovascular 20
EXISTE POSSIBILIDADE DE TER UMA MAL FORMAÇÃO CARDÍACA NO 
PERIODO FETAL? NÃO, POIS ATÉ A 8 SEMANA O CORAÇÃO JÁ ESTÁ 
COMPLETAMENTE PRONTO.
VALVAS
semilunares:
o tecido subendocardico, que reveste o orifício do tronco pulmonar e 
aórtico, se prolifera, formando 3 tumefasões, que vão crescer por 
acréscimo de mesênquima, derivado das cristas neurais, formando as três 
valvulas semilunares.
Inicialmente, elas são compridas e grossas, depois vão passar por uma 
escavação e ficarem bem fininhas 
atrioventriculares:
Nas AV, ocorre o mesmo processo, porém na valva AVD, há 3 tumefasões, 
e, na AVE, há 2 tumefasões.
💡 Se ocorre algum problema relacionado a migração, proliferação das 
células das cristas neurais, haverá problemas na formação das 
valvas. Esses defeitos podem ser silenciosos até que se manifestem. 
DESENVOLVIMENTO DO SISTEMA CONDUTOR
no final do processo de organogênese
O musculo dos atrios e dos ventriculos são contínuos, mas, com a 
formação do esqueleto fibroso (tecido conjuntivo denso não modelado), há 
descontinuidade, devido a sua capacidade de ser isolante. 
💡 as células do esqueleto fibroso derivam do pericárdio visceral.
Embriologia do sistema cardiovascular 21
 Antes dessa formação, o bombeamento funcionava por meio de 
peristaltismo do polo venoso ao polo arterial. 
O atrio primitivo vai ser o primeiro marca-passo (a contração do atrio 
primitivo é mais lenta que a do ventrículo) , mas, rapidamente, quem vai 
tem essa função de marca passo provisório é o seio venoso.
os nós se desenvolve antes do nervos chegarem ao coração. 
o nó sinusal se desenvolve no 5 ° semana e se desenvolve na parede 
direita do seio venoso e é incorporada no AD, no momento que o seio 
venoso é incorporado, na junção do VCS.
O nó sino atrial é uma célula grande rica em glicogênio especializada em 
gerar despolarização espontânea. Desse nó, sai fibras interatriais e 
internodais que vão chegar no nó AV.
as células que vão formar o nó AV se desenvolvem na parede esquerda do 
seio venoso. Quando o corno direito for incorporado pela parede do AD, 
essas células ficam aglomeradas na parte inferior do septo interatrial. A 
partir delas começam a sair fibras cardíacas modificadas, percorrendo o 
septo membranoso, como feixe único até o septo muscular, e dividindo-se 
em dois feixes, chamados de feixes de His. 
Elas se ramificam em fibras de punkinge, que vão irrigar as paredes dos 
ventrículos, sendo, portanto, responsável pela contração dos ventrículos.
 
Defeitos congênitos do coração 
apenas no coracao
comuns 7% dor nascidos vivos, um dos principais problemas neonatais, 
morbidades
pode ser assintomático, isto é, ser tolerável. Mas pode gerar problemas 
graves, podendo ser tolerável apenas durante a circulação placentária. 
Grande impacto clínico após o nascimento)
diagnóstico precoce para preparar o parto
não há cirurgia no coração.
Ela está associada a
Embriologia do sistema cardiovascular 22
variantes genéticas individuais (na formação do coração estão 
envolvidos mais de 500 genes, podendo algum desses genes sofrer 
influencia de algum gene mutante, Interferindo na sua expressão  
Padrão Mendeliano, monogênico
Padrões cromossômicos, poligênicos. Interferencia em um determinado 
cromossomo (turner e down), a morte é por causa de defeitos 
cardíacos.
herança multifatorial: carater poligênico, herança quantitativa e 
influência do meio ambiente que mimitizam o gene multado Ação de 
teratogenos - rubéola)
DEFEITOS DO SEPTO ATRIAL DSAs)
comum, mais comum no sexo feminino. 
Um dos problema é: 
o forame oval patente.
25% dos portadores toleram, mas descobrem quando tem um AVC 
isquêmico, quando o trombo que causou surgiu no AD e foi desviado 
direto para AE. (diagnóstico de imagem) EMBOLIA PARADOXAL
Por causal da reabsorção anormal do septo primário durante a formação do 
forame secundário, (há uma falha na formação da valva do forame oval) ou 
devido há uma anormalidade no desenvolvimento do septo secundário.
DEFEITOS DE SEPTO VENTRICULAR DSVs)
doenças cardíacas congênitas mais frequentes 25%, sobretudo, no sexo 
masculino.
devido a uma má formação da parte membranosa do septo IV
TRANSPOSIÇÃO DAS GRANDES ARTÉRIAS
cianose. incompatível com a vida
o tronco aórtico ele sai do ventrículo direito, enquanto o tronco pulmonar 
sai do ventrículo esquerdo. Isso faz com que o sangue que irá irrigar o 
Embriologia do sistema cardiovascular 23
corpo seja apenas desoxigenado. A Aorta está em posição anterior ao 
tronco pulmonar.
defeitos de septo aumentam o tempo de vida para realização de cirurgia 
TETRALOGIA DE FALLOT
grupo classico de DCCs
associada a:
Estenose da carteria pulmonar, obstruindo O fluxo sanguíneo da VD, 
não há oxigenação, sepr aórtico deslocado
hipertrofia do VD
DSIV 
a aorta se origina nos dois ventrículos acima da deficiência septal, ele 
sai do centro
Sintomas:
cianose
dificultade na alimentação, ele não tem força
perda de consciência 
morto súbita 
COARTAÇÃO DA AORTA
condição associada a uma esfenose em algum lugar da aorta,no arco ou 
na entrada da descendente, afetando a irrigação nas partes dos membros 
inferiores, o pulso poplítio e pedioso fraco
CIRCULAÇÃO FETAL E NEONATAL
hematócrito aumentado, hemoglobina fetal
pulmão está cheio de liquido, recebe oxigênio em quantidade inferior para 
se desenvolver. É preciso desviar sangue do pulmão.
O pulmão não realiza troca gasosa e os vasos pulmonares estão 
contraídos. A circulação de transição é garantida pelo:
Embriologia do sistema cardiovascular 24
ducto arterial, garante que o sangue ao inves de ir para o pulmão vá 
para os MMII
ducto venoso, é uma veia que faz uma comunicação não restrita entre 
a veia umbilical e a veia cava inferior, garantindo que o sangue chegue 
mais rapido ao coração. Ele apresenta um esfíncter na sua entrada, que 
regula a quantidade.
forame oval, garante que a maior parte do sangue desvie para cabeça 
No momento em que se corta a circulação placentária é preciso ter uma 
garantia que a circulação pulmonar e sistêmica está funcionando, a partir 
da avaliação da cor da pele, a respiração, o reflexo, a FC, tônus APGAR. O 
ajuste da circulação é imediato
COMO OCORRE
o sangue oxigenado vai sair da placa coriônica por uma unica veia 
umbilical e na região do figado vai fazer duas comunicações: com a veia 
hepática, que vai entrar no sistema porta e depois vai para VCI, e com o 
ducto venoso, que vai se conectar diretamente com a VCI.
💡 Se o coração tiver com sobrecarga de sangue o esfíncter do ducto 
venoso fecha o ducto
Na VCI, há uma mistura de sangue oxigenado com desoxigenado, que vai 
desembocar no AD, junto com o sangue vindo da VCS e seio coronário. 
 A maior parte 90% do sangue passa para o AE pela comunicação 
interatrial (para suprir rapidamente o encéfalo em desenvolvimento), vai 
para o VE e depois 90% vai para aorta ascendente, que depois vai para 
cabeça, MMSS, coração, e 10% segue para a AD junto com o sangue que 
vem do ducto arterial.
Só que 10% do sangue vai para o VD, depois tronco pulmonar pulmão, mas 
não oxigena, por isso, o sangue passa pelo ducto e cai na aorta 
descendent, 35% vai irrigar viscerais e MMII e 65% vai para a placenta 
pelas arterias umbilicais.
Embriologia do sistema cardiovascular 25
Nasceu →
O ducto venoso se fecha, obrigando o sangue proveniente do corpo passar 
pelo fígado. o ducto sofre fibrose e vira um ligamento venoso.
Quando o feto nasce, o ducto venoso, o ducto arterial, forame oval e os 
vasos umbilicais não são mais necessários. 
O fim da circulação placentária faz com que a pressão no AD diminua, 
fazendo com que o forame se feche fisiologicamente e depois 
anatomicamente 2 meses), formando a fossa oval. 
O ducto aórtico se fecha pela contração do musculo e depois sobre fibrose 
e vira o ligamento arterial.
Artérias umbilicais sofrem vasoconstrição, evitando perda significativa de 
sangue. A parte proximal das artérias vão formar as artérias vesicais, que 
vão irrigar a bexiga. A parte distal das artérias, que se conectam com a 
cicatriz umbilical, formam o dois ligamentos umbilicais mediais
A veia umbilical sobre fibrose e vira o ligamento redondo do figado.
Embriologia do sistema cardiovascular 26

Mais conteúdos dessa disciplina